Retropolação. Tabela 1 - Participação (%) e taxa acumulada ( ) do PIB a preços de mercado, segundo unidades da federação

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1 Retropolação O IBGE divulga a retropolação das Contas Regionais do Brasil até 1995, que se junta a divulgação do ano de 2007, assim sendo fica disponível uma série de 1995 a Os resultados retropolados mostram que os oito maiores estados (SP, RJ, MG, RS, PR, BA e DF) que concentravam 81,5% do PIB em 1995 caindo para 78,7% em 2007, com uma queda de 2,8 pp de participação (1% do PIB em 2007 equivale a 26,6 bilhões de reais). Neste período, os estados que perdem participação ao longo da série no grupo dos oito maiores são SP, RJ e RS. O grupo dos outros 19 outros estados passam de 18,5% para 21,3% do PIB. Neste grupo apenas o CE não avançou sua participação (-0,1%). Tabela 1 - Participação (%) e taxa acumulada ( ) do PIB a preços de mercado, segundo unidades da federação Produto Interno Bruto a preço de mercado Unidades da Federação Participação (%) acumulada São Paulo 37,2 34,6 33,9 31,7 Rio de Janeiro 11,6 11,6 11,2 25,7 Minas Gerais 8,8 8,6 9,1 41,5 Rio Grande do Sul 7,4 7,1 6,6 28,2 Paraná 5,8 6,0 6,1 46,5 Bahia 3,8 4,1 4,1 46,7 Santa Catarina 3,5 3,8 3,9 43,9 Distrito Federal 3,3 3,8 3,8 54,9 1ª a 8ª posição 81,5 79,7 78,7 35,4 Goiás 2,0 2,5 2,5 56,3 Pernambuco 2,2 2,4 2,3 35,8 Espírito Santo 2,0 1,8 2,3 69,0 Ceará 2,0 2,0 1,9 37,2 Pará 1,6 1,7 1,9 55,8 Mato Grosso 1,0 1,4 1,6 107,9 Amazonas 1,4 1,5 1,6 93,0 Maranhão 0,9 1,0 1,2 58,7 Mato Grosso do Sul 0,9 1,0 1,1 51,2 Rio Grande do Norte 0,7 0,8 0,9 44,0 Paraíba 0,7 0,8 0,8 41,9 Alagoas 0,6 0,7 0,7 29,1 Sergipe 0,6 0,6 0,6 51,2 Rondônia 0,4 0,5 0,6 62,8 Piauí 0,5 0,5 0,5 42,7 Tocantins 0,3 0,4 0,4 63,7 Amapá 0,2 0,2 0,2 84,1 Acre 0,2 0,2 0,2 64,8 Roraima 0,1 0,2 0,2 63,6 9ª a 27ª posição 18,5 20,3 21,3 58,5 Fonte: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

2 DESEMPENHO POR REGIÕES: A região sudeste perde participação no PIB entre 1995 e 2007 passa de 59,6% para 56,4% (-3,2 pp). Além da sudeste, o sul também perdeu participação na série (-0,1%) de 16,8% para 16,6%. Enquanto isto, todas as outras regiões ganham participação; regiões norte de 4,2% para 5,0% (+0,8 pp); a nordeste de 12,1% para 13,1% (+1,0 pp) e a região centro-oeste é quem mais avança de 7,3% para 8,9% (+1,6 pp). Tabela 2 -Participação (%) das grandes regiões no Produto Interno Bruto a preço de mercado Participação (%) no Produto Interno Bruto a Grandes preço de mercado Regiões Norte 4,2 4,3 5,0 5,0 Nordeste 12,1 12,5 13,1 13,1 Sudeste 59,6 58,5 56,5 56,4 Sul 16,8 16,6 16,6 16,6 Centro-Oeste 7,3 8,1 8,9 8,9 Brasil 100,0 100,0 100,0 100,0 Fonte: IBG E, em parceria com os Ó rgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de G overno e Superintendência da Zona Franca demanaus - SUFRAMA NORTE A região norte avançou 0,8%, todos os estados contribuíram positivamente, sendo o estado do PA quem mais ganhou participação na série (0,3%). Os setores mais dinâmicos no estado foram a geração de energia elétrica, a construção civil e o comércio. No caso amazonense o crescente peso da industria de transformação e extrativa explicam o crescimento de 0,1%, aproximadamente, no PIB. No caso da indústria de transformação do Amazonas os ciclos proporcionados pela entrada de novos produtos de telecomunicação, eletrônicos e eletrodomésticos fazem algumas oscilações na participação do estado. Os outros estados da região contribuíram positivamente para o ganho de participação da região. Destaques para TO e RO, estados que fazem parte do avanço da fronteira agrícola, TO com participação nos grãos e RO na pecuária. NORDESTE A região nordeste avançou 1% de participação na série 1995/2007, passou de 12,1% em 1995 para 13,1% em A atividade administração pública importante para todos os estados da região, foi a única atividade em que houve crescimento em todos os estados e que pesa em média 22% da economia dos estados nordestinos, exceto BA cuja média situase nos 16% e PB com cerca de 30%. O comércio, outra atividade também muito importante

3 para todos os estados da região, fez a região elevar sua participação em 1,5% na série, tendo os estados de PE, MA e BA elevado sua participação na atividade nacional em aproximadamente 0,4% cada, enquanto o CE perdeu 0,3%. O estado do CE foi o único que perdeu participação no PIB (-0,1%), enquanto todos outros ganharam. O fator que pode explicar essa queda é a crescente concorrência sofrida pela importação de tecidos e artigos do vestuário de origem chinesa, já que o estado é grande produtor desses bens. A Bahia tem o maior ganho de participação (+0,4%), com destaque para APU (+0,6%) além da industria de transformação (+0,9%) que avança muito em função dos investimentos nos pólos petroquímico e automobilístico. O estado de Pernambuco, que tem a segunda maior economia da região, avançou 0,1% sua participação, tendo o avanço do comércio (+0,4%) compensando a perda de participação de sua indústria (-0,3%). Outro estado que aumentou sua participação na série 1995/2007 foi o Maranhão (+0,3%), ocasionado pelo crescimento do setor industrial (transformação, SIUP, extrativa mineral e construção civil), puxando os serviços. SUDESTE A região sudeste foi a região com a maior queda de participação (-3,2%), com SP liderando esta queda (-3,3%). O estado de SP perde participação na indústria (-9,1%), perde menos nos serviços (- 1,3%) e ganha na agropecuária (+1,4%). No caso da indústria, a de transformação, o estado tem a maior perda (-4,3%) dentre todos os estados. De uma maneira geral, no caso da indústria paulista, houve transferências de alguns setores menos importantes para outros estados, migração de algumas plantas industriais para perto da matéria prima e também do consumidor final (alimentos, bebidas, petroquímica, siderurgia, etc). Alguns setores importantes, também migraram em função de incentivos fiscais (eletrônico, eletrodomésticos, automobilística e motocicletas, por exemplo). Houve também uma reestruturação do parque industrial no estado, muitas empresas que se localizavam na capital e na grande São Paulo, ou migraram para o interior do próprio estado ou para outras unidades da federação. No caso do RJ, houve grande avanço entre 1998 a 2000 (+0,6%) quando chegou a participar com 12% do PIB nacional, entretanto na série perdeu participação (-0,5%) ficando com 11,2%. A elevação da participação entre 1998 e 2000 ocorreu pois o RJ sendo o maior produtor de petróleo do Brasil, se beneficiou pela desvalorização cambial ao mesmo tempo em que houve aumento do preço internacional de óleo bruto. A perda de participação na série ocorreu pela queda de 2,6% de participação dos serviços fluminenses, muito em função da transferência do setor financeiro. Os Estados de MG e ES ganharam participação (+0,3 pp, ambos), em MG se destaca a indústria de transformação e no ES a extrativa mineral e os serviços.

4 SUL A região perde 0,1% de participação, aproximadamente, sendo o estado do RS quem contribuiu decisivamente para esta queda, já que SC e PR ganharam participação. A perda de participação do RS é a segunda maior individualmente (-0,8%), perdendo somente para São Paulo (-3,3%). O estado perde participação principalmente a partir de 2004, em função de fortes secas que perduraram por três anos, além disso a guerra fiscal entre os estados acabou levando a indústria automobilística para a Bahia. No caso de PR e SC, os dois estados avançaram em sua participação (0,3% e 0,4% respectivamente). O PR ganhou participação principalmente na agropecuária em virtude do aumento da produção de grãos. O estado não sofreu tanto com as secas ocorridas na região entre 2003 e Santa Catarina ganhou participação na geração de energia elétrica e na indústria de transformação, principalmente nos setores ligados ao abate de suínos e aves. O estado também ganhou participação no setor de eletrodomésticos, cujo setor passou a representar 35% da produção nacional em CENTRO-OESTE A região centro-oeste é a que mais ganha participação (1,6%) ao longo da série 1995/2007. Os estados de MT, GO e DF ganharam 0,6% e 0,4% e 0,5%, respectivamente. Estes três estados também são os que lideraram os ganhos de participação no PIB brasileiro dentre todas as unidades da federação em relação ao início da série (1995). O estado com o menor ganho de participação na região foi o MS, apenas 0,1%. O avanço da fronteira agrícola e o deslocamento de plantas industrias para próximo da matéria prima, são fatores que fazem desta região a de melhor desempenho na economia brasileira. O estado de GO se destaca também pelo crescente peso na indústria de transformação brasileira, além de manter a participação na agropecuária (5,0%), passa de 1,3% para 2,0% da fatia da indústria de transformação. Já o DF, por ser a capital do país, tem no setor de serviços o maior destaque de sua economia. Individualmente MT é o estado com o melhor desempenho econômico, seja em participação ou em termos reais. O estado cresce 107,9% no acumulado 1995/2007, quase três vezes maior que o crescimento brasileiro. No caso de MS a participação na agropecuária e indústria fica praticamente inalterada (de 3,2% em 1995 para 3,0% em 2007), obtendo o melhor desempenho nos setores de serviços (de 0,9% em 1995 para 1,1% em 2007), fato de ter um setor turístico mais desenvolvido. Indústria Brasileira na série 1995/2007 Os oito estados mais industriais brasileiros (SP, MG, RS, PR, RJ, SC, BA e AM) concentravam 88,7% da indústria de transformação nacional em 1995, perderam 1,6 pp e em 2007 concentram 87,2%. Um segundo grupo formado por outros cinco estados (GO, ES, PE, PA e CE) ganharam 0,8 pp e o grupo dos demais catorze ganharam 0,7 pp. O estado que mais perdeu participação na indústria foi São Paulo (-4,3 pp) seguido pelo Rio G. do sul (-1,6 pp). As perdas de SP e RS não são distribuídas igualmente entre

5 todas as unidades da federação, grande parte fica entre os seis estados que somam os 87,2% da indústria nacional em 2007, e outra parte entre Goiás, Espírito Santo e Pará e uma pequena para os demais 14 estados, dentre estes Mato Grosso e Maranhão ganharam, aproximadamente, 0,2 pp cada. De maneira geral, este processo foi impulsionado por investimentos regionais ou mesmo pela guerra fiscal, ou pela procura de mão-de-obra mais barata em outras unidades da federação. Apesar disto ainda não é possível afirmar que há uma migração industrial maciça, pois se percebe um movimento forte de redistribuição dentro do próprio estado de SP. Neste período, apenas três setores paulistas não perderam participação na indústria nacional: metalurgia básica, fabricação de equipamentos médicos e equipamentos de transportes. As principais perdas da indústria paulista foram: automóveis, refino, alimentos e química. No caso da indústria gaúcha, percebe-se que houve uma queda de sua participação a partir de 2005, ano em que a economia gaúcha sofreu com as fortes secas que assolaram o estado. Minas Gerais, nos últimos anos, se apropria da indústria do fumo, principalmente do Rio Grande do Sul, da cadeia automobilística, além de ser também o maior produtor de aço e derivados (cerca de ¼ da produção brasileira). No caso de Goiás, a indústria está ligada à produção de alimentos e bebidas e, a partir de 2005, seu complexo automobilístico passa a participar com 7%, aproximadamente, da produção brasileira de automóveis, camionetas e utilitários. Tabela 3 -Participação (%) das unidades da federação no valor adicionado bruto a preço básico da indústria de transformação. Diferença na Grandes Regiões Participação (%) no valor adicionado bruto a preço básico da indústria de transformação part. entre e 2007 São Paulo 48,7 46,8 47,0 46,6 44,8 45,1 44,8 43,5 44,1 42,7 44,0 43,4 44,4-4,3 Minas Gerais 8,5 9,1 9,4 9,0 8,9 9,0 8,8 8,9 8,9 9,8 9,5 9,8 10,0 1,6 Rio Grande do Sul 9,3 9,4 10,1 9,2 9,2 9,4 9,2 9,3 9,1 9,2 8,5 8,0 7,7-1,6 Paraná 6,0 5,9 5,4 5,5 6,3 6,2 6,9 6,5 7,0 7,0 6,5 6,5 6,5 0,5 Rio de Janeiro 5,9 6,3 6,3 6,8 7,1 6,6 6,2 6,3 6,2 6,9 6,4 6,4 6,5 0,6 Santa Catarina 5,2 5,6 5,4 5,5 5,7 5,7 5,8 5,6 5,4 5,6 5,5 5,6 5,7 0,5 Bahia 2,6 2,8 2,8 3,0 3,4 3,4 3,5 3,9 3,5 3,5 4,0 3,7 3,4 0,9 Amazonas 2,5 2,7 2,2 2,5 2,2 2,6 2,9 3,1 3,0 2,9 3,0 3,4 2,9 0,4 1ª e 8ª 88,7 88,6 88,5 88,1 87,7 88,0 88,1 87,1 87,1 87,6 87,3 86,8 87,2-1,6 Goiás 1,3 1,3 1,4 1,5 1,5 1,5 1,5 1,8 1,7 1,6 1,9 2,1 2,0 0,7 Espírito Santo 1,5 1,6 1,4 1,4 1,7 1,6 1,6 1,8 1,8 1,8 1,9 1,9 1,9 0,4 Pernambuco 1,8 1,6 1,6 1,6 1,7 1,5 1,5 1,6 1,6 1,4 1,4 1,5 1,5-0,3 Pará 1,3 1,2 1,2 1,2 1,2 1,2 1,1 1,2 1,2 1,4 1,3 1,6 1,4 0,1 Ceará 1,5 1,5 1,5 1,6 1,6 1,6 1,5 1,6 1,4 1,4 1,3 1,4 1,4-0,1 9ª e 13ª 7,4 7,3 7,2 7,3 7,7 7,5 7,3 8,0 7,8 7,6 7,9 8,4 8,2 0,8 Mato Grosso 0,6 0,6 0,6 0,7 0,7 0,7 0,7 0,8 0,8 1,1 1,0 0,8 0,8 0,2 Maranhão 0,4 0,4 0,4 0,4 0,4 0,4 0,4 0,5 0,6 0,5 0,5 0,7 0,6 0,2 Mato Grosso do Sul 0,5 0,5 0,6 0,6 0,5 0,5 0,5 0,5 0,6 0,6 0,5 0,5 0,5 0,0 Paraíba 0,4 0,4 0,4 0,5 0,5 0,5 0,5 0,5 0,6 0,5 0,5 0,5 0,5 0,1 Alagoas 0,4 0,5 0,5 0,5 0,6 0,5 0,5 0,6 0,6 0,6 0,5 0,5 0,5 0,1 Rio Grande do Norte 0,3 0,4 0,4 0,4 0,4 0,3 0,4 0,4 0,3 0,3 0,3 0,4 0,4 0,1 Sergipe 0,4 0,5 0,5 0,5 0,5 0,5 0,4 0,5 0,5 0,4 0,4 0,4 0,4-0,1 Distrito Federal 0,4 0,4 0,4 0,5 0,5 0,5 0,5 0,5 0,5 0,3 0,4 0,4 0,4 0,0 Rondônia 0,1 0,2 0,2 0,2 0,2 0,2 0,2 0,2 0,2 0,2 0,3 0,2 0,2 0,1 Piauí 0,2 0,2 0,2 0,2 0,2 0,2 0,2 0,2 0,2 0,2 0,2 0,2 0,2 0,0 Tocantins 0,0 0,0 0,1 0,1 0,1 0,1 0,1 0,1 0,1 0,1 0,1 0,1 0,1 0,0 Acre 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,1 0,0 Amapá 0,1 0,1 0,1 0,1 0,1 0,1 0,1 0,1 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0-0,1 Roraima 0,1 0,1 0,1 0,1 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 14ª e 27ª 3,9 4,1 4,4 4,6 4,6 4,5 4,6 4,9 5,1 4,8 4,8 4,7 4,6 0,7 Fonte: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

6 Em termos reais no mesmo período (1995/2007) o crescimento acumulado do PIB dos oito maiores economias foi muito inferior ao dos demais 19 estados. Enquanto o grupo dos oito maiores crescem em média 35,4% no período, os outros 19 cresceram 58,5%, o Brasil cresceu 39% no período. Na região norte, todos os estados da região crescem, em termos reais, acima da média nacional (39%), o que fez com que a região alcançasse o maior crescimento no período (70,4%) acima da região centro-oeste (62%). O maior crescimento da região foi do AM (93%), sendo superado apenas pelo MT (107,9%) na série 1995/2007. Apenas Ceará (37,2%), Pernambuco (35,8%) e Alagoas (29,4%) cresceram abaixo da média brasileira, em termos reais. O destaque ficou com o Maranhão que cresceu no período 58,7% enquanto a região nordeste 42,9%. Observando o crescimento real acumulado no período 1995/2007 RJ e SP crescem abaixo da média nacional (25,7% e 31,7%, respectivamente), ficando o RJ com o pior desempenho da região. MG (41,5%) e ES (69%), cresceram acima da média nacional. O ES tem o maior crescimento da região (33%). A região sul cresceu 37,9% no acumulado da série 1995/2007, abaixo da média brasileira (39%). O estado do RS foi o responsável por este desempenho, já que cresceu apenas 28,2%, abaixo dos 46,5% do PR e 43,9% de SC. Em termos reais, a região centro-oeste (62%) ficou atrás apenas da região norte (70,4%). Todos os estados da região centro-oeste crescem acima da média brasileira na série 1995/2007, ficando o MS com 51,2%, o MT com 107,9% e GO e DF com 56,3% e 54,9%, respectivamente.

7 Tabela 4 - Participação (%) e taxa acumulada ( ) do PIB a preços de mercado, participação (%) da população residente e participação no PIB a preços de mercado dividido pela participação da população residente, segundo unidades da federação. Unidades da Federação Produto Interno Bruto a preço de mercado Participação (%) da Part. PIB / Part. Participação (%) população residente populalção acumulad a São Paulo 37,2 34,6 33,9 31,7 21,7 21,9 21,6 1,7 1,6 1,6 Rio de Janeiro 11,6 11,6 11,2 25,7 8,6 8,4 8,4 1,4 1,4 1,3 Minas Gerais 8,8 8,6 9,1 41,5 10,6 10,5 10,5 0,8 0,8 0,9 Rio Grande do Sul 7,4 7,1 6,6 28,2 6,1 5,9 5,8 1,2 1,2 1,2 Paraná 5,8 6,0 6,1 46,5 5,7 5,6 5,6 1,0 1,1 1,1 Bahia 3,8 4,1 4,1 46,7 7,9 7,6 7,7 0,5 0,5 0,5 Santa Catarina 3,5 3,8 3,9 43,9 3,1 3,2 3,2 1,1 1,2 1,2 Distrito Federal 3,3 3,8 3,8 54,9 1,2 1,2 1,3 2,9 3,1 2,8 1ª a 8ª posição 81,5 79,7 78,7 35,4 64,8 64,3 64,0 1,3 1,2 1,2 Goiás 2,0 2,5 2,5 56,3 2,9 3,0 3,1 0,7 0,8 0,8 Pernambuco 2,2 2,4 2,3 35,8 4,7 4,6 4,6 0,5 0,5 0,5 Espírito Santo 2,0 1,8 2,3 69,0 1,8 1,8 1,8 1,1 1,0 1,2 Ceará 2,0 2,0 1,9 37,2 4,4 4,4 4,4 0,5 0,4 0,4 Pará 1,6 1,7 1,9 55,8 3,5 3,7 3,8 0,4 0,5 0,5 Mato Grosso 1,0 1,4 1,6 107,9 1,4 1,5 1,6 0,7 0,9 1,0 Amazonas 1,44 1,5 1,58 93,0 1,6 1,7 1,8 0,9 0,9 0,9 Maranhão 0,9 1,0 1,2 58,7 3,3 3,3 3,3 0,3 0,3 0,4 Mato Grosso do Sul 0,9 1,0 1,1 51,2 1,2 1,2 1,2 0,8 0,8 0,9 Rio Grande do Norte 0,7 0,8 0,9 44,0 1,6 1,6 1,6 0,4 0,5 0,5 Paraíba 0,7 0,8 0,8 41,9 2,1 2,0 2,0 0,4 0,4 0,4 Alagoas 0,6 0,7 0,7 29,1 1,7 1,7 1,7 0,4 0,4 0,4 Sergipe 0,6 0,6 0,6 51,2 1,0 1,1 1,1 0,5 0,6 0,6 Rondônia 0,4 0,5 0,6 62,8 0,8 0,8 0,8 0,6 0,6 0,7 Piauí 0,5 0,5 0,5 42,7 1,7 1,7 1,6 0,3 0,3 0,3 Tocantins 0,3 0,4 0,4 63,7 0,7 0,7 0,7 0,4 0,5 0,6 Amapá 0,2 0,2 0,2 84,1 0,2 0,3 0,3 0,9 0,7 0,7 Acre 0,2 0,2 0,2 64,8 0,3 0,3 0,4 0,6 0,6 0,6 Roraima 0,1 0,2 0,2 63,6 0,2 0,2 0,2 0,6 0,8 0,7 9ª a 27ª posição 18,5 20,3 21,3 58,5 35,2 35,7 36,0 0,5 0,6 0,6 Fonte: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

8 Tabela 5 - Participação (%) e taxa acumulada ( ) no valor adicionado bruto a preço básico por atividade econômica, segundo unidades da federação Agropecuária Indústria Indústria de transformação Serviços Unidades da federação Participação (%) Participação (%) Participação (%) Participação (%) acumulada acumulada acumulada acumulada São Paulo 10,4 13,5 11,8 26,1 44,5 37,6 35,4 17,6 48,7 43,5 44,4 14,9 35,4 34,1 34,1 38,5 Rio de Janeiro 1,6 1,0 0,8 0,4 8,0 10,4 11,8 10,9 5,9 6,3 6,5-14,7 14,1 13,1 11,5 30,3 Minas Gerais 17,3 13,3 13,2 65,9 9,2 9,2 10,4 32,8 8,5 8,9 10,0 27,2 7,9 8,1 8,3 40,8 Rio Grande do Sul 12,0 11,0 11,9 68,6 7,8 7,5 6,4 20,7 9,3 9,3 7,7 18,7 7,0 6,8 6,4 31,2 Paraná 5,8 9,8 9,5 81,2 6,2 6,5 6,2 37,8 6,0 6,5 6,5 56,7 5,8 5,5 5,9 46,6 Bahia 6,8 6,6 6,5 108,8 3,5 4,4 4,2 37,2 2,6 3,9 3,4 42,4 3,6 3,8 3,9 41,9 Santa Catarina 5,5 5,2 5,2 53,5 4,4 4,7 5,1 30,6 5,2 5,6 5,7 23,3 3,1 3,3 3,4 50,7 Distrito Federal 0,2 0,3 0,2-15,2 0,9 0,9 0,9 27,5 0,4 0,5 0,4 68,5 5,0 5,6 5,5 57,4 1ª a 8ª posição 59,4 60,6 59,0 63,5 84,4 81,3 80,4 22,3 86,6 84,5 84,6 19,6 82,0 80,2 79,1 39,6 Goiás 5,0 7,4 5,0 58,8 1,4 2,3 2,4 51,0 1,3 1,8 2,0 63,0 2,1 2,3 2,3 57,3 Pernambuco 2,0 1,8 2,0 56,2 2,0 1,9 1,8 18,4 1,8 1,6 1,5 3,6 2,4 2,7 2,6 39,8 Espírito Santo 4,5 2,1 3,5 116,5 1,8 2,0 2,6 66,7 1,5 1,8 1,9 48,4 1,4 1,6 1,8 53,2 Ceará 4,0 2,2 2,1-26,4 1,6 1,7 1,6 38,6 1,5 1,6 1,4 25,8 2,1 2,1 2,0 47,2 Pará 4,2 3,4 3,0 16,7 1,8 2,0 2,2 49,6 1,3 1,2 1,4 25,5 1,4 1,6 1,8 66,0 Mato Grosso 2,9 6,6 8,4 256,9 0,7 0,9 1,0 109,4 0,6 0,8 0,8 123,4 1,0 1,2 1,4 71,2 Amazonas 0,8 1,6 1,3-14,0 2,1 2,3 2,3 160,1 2,5 3,1 2,9 173,0 1,1 1,0 1,2 60,7 Maranhão 3,2 2,7 4,1 45,5 0,5 0,7 0,8 90,5 0,4 0,5 0,6 55,4 1,0 1,1 1,2 55,2 Mato Grosso do Sul 3,2 3,5 3,0 27,6 0,6 0,7 0,6 79,2 0,5 0,5 0,5 100,4 0,9 1,0 1,1 51,9 Rio Grande do Norte 0,9 0,9 0,8 108,3 0,5 0,8 0,8 27,6 0,3 0,4 0,4 58,0 0,8 0,9 0,9 49,3 Paraíba 1,8 1,0 0,9 17,7 0,5 0,8 0,7 67,7 0,4 0,5 0,5 105,5 0,8 0,9 0,9 37,6 Alagoas 2,1 1,3 0,9-4,2 0,5 0,7 0,6 25,5 0,4 0,6 0,5 21,0 0,6 0,7 0,7 38,8 Sergipe 0,6 0,5 0,6 43,1 0,5 0,8 0,7 61,5 0,4 0,5 0,4 62,5 0,6 0,6 0,6 46,1 Rondônia 1,3 1,6 2,1 30,2 0,2 0,3 0,3 131,7 0,1 0,2 0,2 170,8 0,5 0,5 0,6 56,8 Piauí 1,4 0,7 0,8 10,8 0,2 0,3 0,3 80,4 0,2 0,2 0,2 110,5 0,6 0,6 0,6 40,6 Tocantins 1,4 1,2 1,4 56,9 0,0 0,3 0,4 107,8 0,0 0,1 0,1 144,7 0,3 0,3 0,4 61,9 Amapá 0,2 0,2 0,2 127,8 0,1 0,1 0,1 42,4 0,1 0,1 0,0-7,8 0,3 0,3 0,3 92,1 Acre 0,6 0,5 0,7 25,4 0,1 0,1 0,1 126,0 0,0 0,0 0,1 121,4 0,2 0,2 0,2 67,0 Roraima 0,2 0,3 0,2 98,6 0,1 0,1 0,1 45,4 0,1 0,0 0,0 25,5 0,1 0,2 0,2 63,6 9ª a 27ª posição 40,6 39,4 41,0 86,6 15,6 18,7 19,6 69,9 13,4 15,5 15,4 76,3 18,0 19,8 20,9 53,3 Fonte: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus - SUFRAMA

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