Estudo sobre a Furação de Compósito de Resina Epóxi Reforçado com Fibras de Vidro

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1 Universidade Federal de Minas Gerais Escola de Engenharia Programa de Pós Graduação em Engenharia Mecânica Estudo sobre a Furação de Compósito de Resina Epóxi Reforçado com Fibras de Vidro Proponente: Paulo Eustáquio de Faria Orientador: Prof. Alexandre Mendes Abrão, PhD Co-Orientador: Prof. Haroldo Béria Campos, Dr. Belo Horizonte fevereiro de 2007

2 ii Universidade Federal de Minas Gerais Escola de Engenharia Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica Estudo sobre a Furação de Compósito de Resina Epóxi Reforçado com Fibras de Vidro Tese apresentada ao Programa de Pós- Graduação em Engenharia Mecânica da Universidade Federal de Minas Gerais, como requisito à obtenção do título de doutor em Engenharia Mecânica. Belo Horizonte Escola de Engenharia da UFMG Fevereiro 2007

3 iii AGRADECIMENTOS Este trabalho é fruto de esforços de diversas pessoas as quais não poderia deixar de agradecer: Ao Prof. Alexandre Mendes Abrão do corpo docente do Departamento de Engenharia Mecânica da UFMG, pela orientação deste trabalho, pela competência, dedicação e amizade. Ao Prof. Haroldo Béria Campos do corpo docente do Departamento de Engenharia Mecânica da UFMG, pela co-orientação deste trabalho, pela competência, dedicação e amizade. Aos Professores Juan Carlos Campos Rubio e Paulo César Matos Rodrigues do corpo docente do Departamento de Engenharia da UFMG, pelo apoio, valiosa orientação e colaboração. À prof. Cristina Godoy, do Depto de Engenharia Metalúrgica da UFMG, pela utilização dos Laboratório de Revestimentos Tribológicos. À prof. Marta Afonso de Freitas, do Depto de Engenharia de Produção da UFMG, pelo apoio no planejamento experimental e na análise dos resultados. Ao Sr. Eduardo Antônio Carvalho, do Centro de Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear CDTN, pela colaboração e fotomicrografias empregadas neste trabalho. Ao discente Ricardo Campos, pelo auxílio prestado na realização dos testes de desgaste. Aos colegas e funcionários do Departamento de Engenharia Mecânica pela convivência neste período de árduo trabalho.

4 iv À CAPES Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior pelo apoio financeiro através da concessão de bolsa de estudo e ao programa de cooperação internacional CAPES/GRICES. Finalmente, mas não por último, gostaria de registrar meus agradecimentos a todos os meus familiares, pai, mãe, irmãos e irmãs, e principalmente a minha querida esposa, Miriam Madalena de Lima, pelo carinho, amor e compreensão nos bons e maus momentos, durante a realização deste trabalho.

5 v Resumo O desenvolvimento tecnológico tem permitido ao homem produzir aparelhos, equipamentos e máquinas cada vez mais sofisticados, obrigando a busca por matérias-primas que possam atender de forma satisfatória a essas novas necessidades. Materiais como os tradicionais metais, polímeros e cerâmicos ainda são largamente empregados, mas vêm sendo substituídos por materiais compósitos, daí a necessidade de se processar esses materiais para que possam ser utilizados como componentes de produtos diversos. Uma das maneiras de se processar estes materiais é através de operações de usinagem, o que motiva o presente trabalho. Mais especificamente, este trabalho investiga a usinabilidade de material compósito a base de resina epóxi reforçada com fibras de vidro durante a operação de furação, empregando, para tanto, brocas de aço rápido e de metal duro com diferentes geometrias e sob condições de corte distintas. Além da caracterização do material, foram realizados ensaios de medição de força de avanço, avaliação do desgaste das ferramentas de corte, delaminação do furo, rugosidade da parede do furo, desvios dimensional e de circularidade dos furos e avaliação das formas dos cavacos. Os resultados mostraram que o avanço, a gramatura da fibra e a geometria da broca são os principais parâmetros que afetam a força de avanço. Em relação ao desgaste das ferramentas de corte, a broca de aço rápido sofreu desgaste acentuado após a execução de 1000 furos, ao passo que a broca de metal duro apresentou desgaste desprezível após furos. A abrasão foi o principal mecanismo de desgaste observado, e o uso de ferramenta de metal duro com revestimento apresentou influência sobre a resistência ao desgaste da broca e a força de avanço. A delaminação dos furos foi influenciada pela geometria e pelo desgaste das brocas, isto é, quanto maior o ângulo de posição da ferramenta e o desgaste, maior a delaminação do furo. Além disso, a delaminação foi mais acentuada para valores baixos de avanço. A rugosidade da parede do furo aumentou com a elevação do avanço, mas mostrou-se pouco sensível a variações na velocidade de corte. A variação dimensional (diâmetro) e de circularidade dos furos foram fortemente influenciadas pelo desgaste da broca. A qualidade da parede do furo produzido com a broca de metal duro foi superior à qualidade proporcionada pela broca de aço rápido. Finalmente, a utilização de valores mais altos de avanço resultou na produção de cavacos mais espessos. Já a elevação do desgaste da ferramenta resultou em cavacos na forma de pó. Palavras-chave: compósitos, delaminação, desgaste, força, furação.

6 vi Abstract The technological development has allowed the manufacture of sophisticated goods, leading to the pursuit of materials able to satisfactorily fulfill these requirements. Materials such as traditional metals, polymers and ceramics are still widely employed; however, they have been increasingly replaced by composite materials, which must be processed to the finished geometry and dimensions. This work is concerned with drilling of glass fibre reinforced epoxy resin using high speed steel and cemented tungsten carbide drills with distinct geometries and under various cutting parameters. In addition to the work material characterization, the experimental work involved measuring of feed force, tool wear, hole delamination, hole wall roughness, dimensional and circularity deviations and chip form. In general, the results indicated that feed rate, bundle thickness and drill geometry were the principal parameters affecting feed force. As far as the tool wear is concerned, the high speed steel drill showed severe wear after drilling 1000 holes, whereas the carbide drill presented negligible wear after producing holes. Abrasion was the principal wear mechanism observed and the use of coated carbide drill did represent any improvement in tool wear resistance and feed force. Delamination of the holes was affected by drill geometry and wear, i.e., the higher the cutting edge angle and the feed rate, the higher the delamination. Furthermore, the damage is accentuated when feed rate is reduced. The wall surface roughness increases with feed rate, however, it was less sensitive to changes in cutting speed. The dimensional (diameter) and circularity variations were strongly affected by tool wear. The quality of the hole wall generated by the tungsten carbide drill was superior to that produced by the high speed steel tool. Finally, thicker chips were generated when drilling at higher feed rates. Additionally, increasing tool wear resulted in chips in the powder form. Keywords: composite, delamination, drilling, feed force, tool wear.

7 vii SUMÁRIO Resumo Abstract...v...vi Lista de Figuras...xi Lista de Tabelas...xxi Lista de Símbolos, Abreviaturas e Siglas...xxv CAPÍTULO I INTRODUÇÃO...1 CAPÍTULO II OBJETIVO...5 CAPÍTULO III REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Materiais Compósitos Tipos e Classificação de Compósitos Compósitos de Matriz Metálica Compósitos de Matriz Cerâmica Compósitos de Matriz Polimérica Tipos de Matrizes Poliméricas Tipos de Fibras para Reforços de Materiais Poliméricos Compósitos Poliméricos Reforçados com Fibras de Vidro Compósitos Poliméricos Reforçados com Fibras de Carbono Compósitos Poliméricos Reforçados com Fibras de Aramida Produção de Compósitos Reforçados com Fibras Processo de deposição manual Pultrusão Enrolamento de filamento...31

8 viii Processo prepreg Pulverização Processo SMC ou de moldagem de folha Processos de Fabricação por Usinagem Mecanismo de Formação do Cavaco Esforços de Corte no Processo de Usinagem Ferramentas de Corte Desgaste e Vida da Ferramenta de Corte Qualidade Superficial de Polímeros Reforçados com Fibras (PRF) Rugosidade de PRF Delaminação Processos Especiais de Usinagem Usinagem Não Convencional Usinagem com Altíssimas Velocidades...99 CAPÍTULO IV PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL Materiais e Equipamentos Corpos-de-Prova Ferramentas de Corte Caracterização do Compósito Centro de Usinagem Sistema de Medição de Forças de Usinagem Sistema de Aquisição de Imagens Microscópio Eletrônico de Varredura Rugosímetro Máquina de Medição de Coordenadas Outros Instrumentos Utilizados nos Experimentos Metodologia Fabricação dos Compósitos...111

9 ix Ensaios de Caracterização do Compósito Medição da Força de Avanço Avaliação do Desgaste das Ferramentas de Corte Avaliação da Delaminação Qualidade da Parede dos Furos Medição da Rugosidade da Parede dos Furos Medição do Diâmetro e da Circularidade dos Furos Avaliação da Forma dos Cavacos CAPÍTULO V RESULTADO E DISCUSSÃO Caracterização dos Corpos-de-Prova Força de Avanço Influência da Geometria da Ferramenta de Corte Influência da Gramatura da Fibra de Reforço Influência do Desgaste da Ferramenta Desgaste das Ferramentas de Corte Delaminação do Corpo-de-Prova Influência do Tipo de Broca Influência da Gramatura da Fibra Influência do Número de Furos Qualidade da Parede do Furo Rugosidade Diâmetro e Circularidade dos Furos Formas de Cavaco CAPÍTULO VI CONCLUSÃO CAPÍTULO VII PROPOSTA PARA CONTINUIDADE DO TRABALHO...183

10 x 8.REFERENCIA BIBLIOGRÁFICA ANEXO I ANEXO II...197

11 xi Lista de Figuras Figura As fases de um compósito (Daniel e Ishai, 1994)...9 Figura Diagrama esquemático da classificação dos materiais compósitos, segundo Daniel e Ishai (1994)...11 Figura Representação esquemática do arranjo (a) unidirecional e (b) multidirecional para compósitos do tipo laminado com várias camadas, Smith (1998) Figura Fibras sintéticas: (a) aramida, (b) carbono e (c) vidro...23 Figura Tipos de tecedura usadas em compósitos (Ávila et al, 2001)...26 Figura Partes em materiais compósitos da aeronave Embraer EMB-145 (Ribeiro, 2002)...29 Figura Diagrama esquemático mostrando o processo de pultrusão, de acordo com Smith (1999) Figura Representação esquemática da técnica de enrolamento de filamento, segundo Smith (1999)...32 Figura Representação esquemática da técnica de prepreg, de acordo com Callister (2002) Figura Representação do método por pulverização, segundo Smith (1999)...35 Figura Representação esquemática do método SMC, conforme Smith (1998) Figura Divisão dos custos de produção por usinagem (Kopac, 1998) Figura Representação esquemática do corte de compósitos em várias direções, de acordo com Santhanakrishnan et al (1993)...40 Figura Diagrama da cunha cortante, segundo Trent (1984)...41

12 xii Figura Desenho esquemático do mecanismo de corte ortogonal de compósito polimérico reforçado com fibra de vidro (PRFV), de acordo com Wang et al (1995)...44 Figura Representação esquemática da operação de aplainamento de compósito, segundo Wang e Zhang (2003)...45 Figura Efeito da orientação das fibras sobre a rugosidade da superfície, para profundidade de corte 0,001mm, conforme Wang e Zhang (2003)...45 Figura Efeito da orientação das fibras sobre a rugosidade da superfície, para profundidade de corte 0,05mm, conforme Wang e Zhang (2003)...46 Figura Representação esquemática do mecanismo de corte das fibras no aplainamento de um compósito, conforme Wang e Zhang (2003)...46 Figura Círculo de Merchant, de acordo com Ferraresi (1977)...48 Figura Brocas: (a) Stub Length e (b) Brad & Spur, apresentadas por Davim et al (2004a) Figura Influência da velocidade de corte (v c ) e avanço (f) sobre a força de avanço, conforme Davim et al (2004a) Figura Influência da velocidade de corte (v c ) e avanço (f) sobre a pressão de corte (ks), de acordo com Davim et al (2004a)...51 Figura Força de avanço em função diâmetro da broca. (El-Sonbaty et al 2004)...52 Figura Torque em função do diâmetro da broca. (El-Sonbaty et al 2004)...53 Figura Potência de corte em função do avanço e da velocidade de corte para as brocas Straight Shank e Brad & Spur, segundo Davim e Reis (2003b) Figura Pressão específica de corte em função do avanço e da velocidade de corte para as brocas Straight Shank e Brad & Spur, conforme Davim e Reis (2003b)...54 Figura Representação esquemática da orientação das fibras durante o corte ortogonal, mostrado por Bhatnagar et al (1995)....55

13 xiii Figura Variação da força (F t ) em função de diferentes ângulos das fibras (θ) e ângulos de saída da ferramenta (γ), segundo Bhatnagar et al (1995) Figura Variação da força (F c ) em função de diferentes ângulos das fibras (θ) e ângulos de saída da ferramenta (γ), conforme Bhatnagar et al (1995) Figura Materiais para ferramentas de corte (Stoeterau apud Lanna, 2006) Figura Representação esquemática das propriedades dos materiais para ferramentas de corte, apresentado por WALTER (2002) Figura Características e propriedades do sistema conjugado para recobrimento de ferramentas (Rickerby e Matthews apud Batista e Lima, 1997)...60 Figura Classificação das técnicas avançadas da engenharia de superfície, conforme Holmberg e Matthews (1994)...60 Figura Geometria de ponta da ferramenta, mostrada em An et al (1997)...63 Figura Influência da geometria e do material da ferramenta sobre a rugosidade em função do avanço, conforme An et al (1997)...64 Figura Influência da geometria e do material da ferramenta sobre a rugosidade em função da profundidade de corte, conforme An et al (1997) Figura Influência da geometria e do material da ferramenta sobre a rugosidade em função da velocidade de corte, conforme An et al (1997) Figura Influência da geometria e do material da ferramenta sobre a força de corte em função do avanço, de acordo com An et al (1997)...65 Figura Influência da geometria e do material da ferramenta sobre a força de corte em função da profundidade de corte, de acordo com An et al (1997)...66 Figura Influência da geometria e do material da ferramenta sobre a força de corte em função da velocidade de corte, de acordo com An et al (1997)...66 Figura Desenho esquemático das duas brocas, conforme Piquet et al (2000)....67

14 xiv Figura Furos produzidos pelas duas brocas: (a) e (b) entrada e saída do furo feitos com a broca convencional, (c) e (d) entrada e saída do furo feitos com a broca específica, segundo Piquet et al (2000)...68 Figura Gráfico da força de avanço em função do avanço para placas sem e com pré-furação, de acordo com Tsao e Hocheng (2003a) Figura Brocas empregadas nos testes: (a) helicoidal, (b) Candle Stick e (c) Saw, mostradas em Tsao e Hocheng (2004b)...69 Figura Desenho esquemático do sistema empregado para gerar a imagem e medir a delaminação, apresentado por Tsao e Hocheng (2004b) Figura Imagem gerada pela C-Scan Ultrasonic: para as broca (a) helicoidal, (b) Candle Stick e (c) Saw, mostradas em Tsao e Hocheng (2004b) Figura Representação esquemática das formas de desgastes ocorridos em ferramentas de corte, mostrada em Diniz (2003)...72 Figura Representação esquemática do mecanismo de desgaste da ferramenta de corte em função da temperatura de corte, conforme Kopac et al (2001)...73 Figura Corpos-de-prova de materiais compósitos: (a) bobinado e (b) laminado, representados em Ferreira e Cupini (1993)...74 Figura Desgastes de flanco versus comprimento de corte, empregando-se diversos materiais para ferramenta de corte, conforme Ferreira e Cupini (1993)...75 Figura Desgaste de flanco em função do comprimento de corte, e da ferramenta de corte, para vários materiais, conforme (Ferreira et al, 1999)...77 Figura Desgaste de franco sem desgaste de cratera: ferramenta K10, v c =310m/min, f=0,12mm/rev, a p =1mm, mostrado em Ferreira et al (1999)..78 Figura Diagrama das tolerâncias geométricas, mostrado em Cavaco (2002) Figura Evolução da precisão dimensional atingida pelo processo de usinagem no decorrer do tempo, conforme Taniguchi (1983)...81

15 xv Figura Variação de R max em função das forças: (a) F S e (b) F D, respectivamente, conforme Ogawa et al (1997) Figura Influência da velocidade de corte (v c ) e avanço (f) sobre a rugosidade (R a ), segundo Davim et al (2004a) Figura Fresas de metal duro classe K10 empregadas nos experimentos: (a) fresa de dois canais e (b) fresa de seis canais, mostradas em Davim e Reis (2004d)...83 Figura Rugosidade em função do comprimento de corte, para ferramentas de materiais diferentes, conforme Ferreira e Cupini (1993)...84 Figura Representação esquemática da definição do ângulo da aresta de corte (γ), direção das fibras e das áreas (A), (B), (C) e (D), conforme Aoyoma et al (2001)...86 Figura Micrografia (a) com os danos causados na área A e micrografia (b) com os danos causados na área D, de acordo com Aoyoma et al (2001)...87 Figura Representação esquemática da furação com suporte em (a) e sem suporte em (b), mostrado em Capello (2004) Figura Fotografia dos furos: em (a) apresenta-se o furo com um pouco de delaminação utilizando-se suporte, e em (b) apresenta-se o furo com delaminação sem utilizar o suporte, conforme Capello (2004) Figura Mecanismo de delaminação, segundo Capello (2004) Figura Influência do avanço e do diâmetro do furo do suporte sobre a área delaminada, conforme Capello (2004)...89 Figura Dispositivo para amortecer o avanço da broca, conforme Capello (2004)...90 Figura Fotografia dos furos: (a) furo com delaminação gerado sem utilizar suporte, (b) furo com pouca delaminação, utilizando-se amortecedor e (c) furo com pouca delaminação, utilizando-se suporte, conforme (Capello, 2004)....90

16 xvi Figura Desenho esquemático da furação de compósito com delaminação: (a) entrada e (b) saída da broca, mostrado em Davim e Reis (2003b) Figura Fator de delaminação em função do avanço e da velocidade de corte, para as duas brocas, de acordo com Davim e Reis (2003b) Figura Brocas empregadas nos testes: (a) helicoidal HSS, (b) 4 canais K10 e (c) helicoidal K10, mostradas em Davim e Reis (2003e)...93 Figura Fator de delaminação em função de f e v c, para os dois tipos de ferramenta (HSS e K10) com as mesmas geometrias, conforme Davim e Reis (2003e)..93 Figura Fator de delaminação em função de f e v c, com ferramentas K10 com geometrias diferentes, de acordo com Davim e Reis (2003e) Figura Diagrama esquemático da medida do dano máximo (w max ) no fresamento do compósito, apresentado em Davim et al (2004c)...95 Figura Fator de delaminação em função do avanço e da velocidade de corte, para os dois tipos de compósitos, conforme Davim et al (2004c) Figura Extensão do dano em função do tempo de irradiação na furação de PRFA e PRFV utilizando-se laser Figura Faixas possíveis de velocidade de avanço e velocidade de corte para diferentes materiais usinados com alta velocidade, conforme Weck et al (1999) Figura Tipo de tecido empregado na fabricação dos compósitos Figura Brocas com diâmetro de 5mm empregadas nos ensaios de furação:(a) EDP27199, (b) A1141, (c) A1163, (d) A1167A e (e) A1163TiN Figura Máquina de ensaios universal SHIMADZU, modelo AG-IS MS Figura Centro de usinagem ROMI, modelo Discovery Figura Sistema de medição de força de usinagem

17 xvii Figura Sistema de aquisição de imagens Figura Rugosímetro portátil MITUTOYO, modelo SURFTEST Figura Máquina de medição por coordenadas TESA, modelo MICRO HITE 3D Figura Ensaio de resistência mecânica à tração realizado no compósito Figura Corpo-de-prova preso à máquina, no ensaio de parada rápida Figura Placa de alumínio usada como suporte de fixação sobre o dinamômetro Figura Placa de alumínio usada como suporte de fixação sobre a mesa da máquina Figura Detalhe da montagem utilizada para a furação dos corpos-de-prova Figura Tela gráfica mostrada no monitor do computador do sistema de medição de força, com os gráficos de força das direções x, y e z, respectivamente Figura Corpos-de-prova após a furação: (a) placa utilizada para medição da força e (b) placa empregada para desgastar a broca Figura Área do furo e área delaminada Figura Corpos-de-prova utilizados para avaliar a qualidade da parede do furo Figura Corpo-de-prova com corte transversal e parede do furo em destaque Figura Medição do diâmetro e da circularidade do furo Figura Tensão verdadeira contra deformação verdadeira Figura Desgaste em função da distância percorrida no ensaio de esfera sobre disco Figura Coeficiente de atrito em função da distância percorrida no ensaio de esfera sobre disco Figura Fotomicrografia do ensaio de parada rápida para o compósito reforçado com fibras:(a) ampliação de 15 vezes, (b) ampliação de 500 vezes

18 xviii Figura Força de avanço em função do avanço para três velocidades de corte e quatro tipos de brocas Figura Força de avanço em função do avanço para três gramaturas de malha Figura Força de avanço em função do número de furos para a broca de aço rápido A Figura Força de avanço em função do número de furos para a broca de metal duro A Figura Força de avanço em função do avanço para furação do milésimo furo, empregando-se as brocas de aço rápido A1141 e de metal duro A Figura Força de avanço em função do número de furos para as brocas de metal duro A1163, empregando-se v c =86m/min e f=0,15mm/rot Figura Força de avanço em função do número de furos para as brocas de metal duro A1163 e de metal duro revestida A1163TiN Figura Força de avanço em função do número de furos, para a broca de metal duro A1163 empregando-se v c =86m/min e f=0,15mm/rot Figura Fotomicrografia do desgaste das arestas transversal, principal e secundária da broca de aço rápido A1141: (a) ampliação de 15 vezes, (b) ampliação de 350 vezes e (c) ampliação de 750 vezes Figura Valor da área delaminada em função das velocidades de corte 55 e 86m/min e avanços de 0,04mm/rot e 0,20mm/rot, respectivamente, empregando-se a broca de aço rápido A Figura Valor da área delaminada em função do número de furos, empregando-se v c =86m/min e f=0,04mm/rot utilizando-se a broca de aço rápido A Figura R a em função do avanço, para v c =30m/min Figura R a em função do avanço, para v c =60m/min Figura R a em função do avanço, para v c =90m/min...165

19 xix Figura R a em função da velocidade de corte, para f=0,1mm/rot Figura R a em função da velocidade de corte, para f=0,5mm/rot Figura R a em função da velocidade de corte, para f= 1,0mm/rot Figura Rugosidade média aritmética (R a ) ( μm ) em função da velocidade de corte (m/min) e do avanço (mm/rot) Figura Medição do diâmetro do furo 1 para a broca de aço rápido A Figura Medição do diâmetro do furo 1000 para a broca de aço rápido A Figura Medição do diâmetro do furo 1 para a broca de metal duro A Figura Medição do diâmetro do furo 1000 para a broca de metal duro A Figura Diâmetro dos furos em função dos números de furos para as brocas de aço rápido A1141, de metal duro revestida A1163TiN e de metal duro A1163, empregando-se v c =86m/min e f=0,15mm/rot Figura Medição da circularidade do furo 1 para a broca de aço rápido A Figura Medição da circularidade do furo 1000 para a broca de aço rápido A Figura Medição da circularidade do furo 1 para a broca de metal duro A Figura Medição da circularidade do furo 1000 para a broca de metal duro A Figura Circularidade dos furos em função do número de furos para as brocas de aço rápido A1141, de metal duro revestida A1163TIN e de metal duro A1163, empregando-se v c =86m/min e f=0,15mm/rot Figura II.1 - Detalhamento do procedimento para furação do compósito Figura II.2 - Representação esquemática da imagem da área do furo, da área delaminada e da linha que demarca a região com delaminação Figura II.3 - Representação esquemática da área total medida pelo software Figura II.4 - Representação esquemática da área delaminada em torno do furo

20 xx Figura II.5 - Representação esquemática da placa de compósito presa sobre a mesa da máquina de medição Figura II.6 - Representação esquemática da lateral do furo da placa de compósito sendo tocado pela esfera de rubi Figura II.7 - Representação esquemática da lateral do furo sendo tocado pela esfera de rubi em oito pontos distintos...203

21 xxi Lista de Tabelas Tabela Propriedades de compósitos de matriz metálica reforçada com fibra contínua e alinhada, de acordo com Callister (2002)...13 Tabela Propriedades mecânicas à temperatura ambiente de compósitos de matriz cerâmica reforçados por whisker de SiC, conforme Smith (1998)...15 Tabela Propriedades mecânicas de compósitos de matrizes poliméricas de resina epóxi, reforçadas com fibras de vidro, carbono e aramida, contínuas e alinhadas nas direções longitudinais e transversais, Callister (2002)...16 Tabela Propriedades mecânicas de alguns polímeros termoplásticos, conforme Smith (1999) Tabela Propriedades mecânicas de alguns polímeros termoplásticos estruturais, de acordo com Smith (1999)...20 Tabela Propriedades mecânicas de alguns plásticos termoendurecíveis, segundo Smith (1999) Tabela Propriedades de fios de fibras de vidro, carbono e aramida para reforço de polímeros, de acordo com Smith (1999)...24 Tabela Classificação das formas e dos tipos de cavacos de acordo com a norma ISO 3685/ Tabela Propriedades dos materiais empregados em ferramentas de corte, conforme Abrão et al (1993) Tabela Propriedades de revestimentos para ferramenta de corte Abele e Dörr (2002)...63 Tabela Parâmetros de Rugosidade, Mummery (1990) Tabela Principais processos de usinagem não convencionais, de acordo com Metals Handbook, (1989)....97

22 xxii Tabela Valores das gramaturas das fibras dos tecidos e das espessuras média das placas de compósito empregadas nos testes Tabela Descrição técnica das brocas utilizadas nos ensaios de furação Tabela Dados técnicos do dinamômetro KISTLER, modelo 9257BA Tabela Parâmetros de corte empregados nos testes de força de avanço Tabela Parâmetros de corte utilizado para medição da rugosidade na parede do furo Tabela Análise de variância para a força de avanço medida na furação do milésimo furo, empregando-se as brocas de aço rápido A1141 e de metal duro A Tabela Fotografias das pontas das brocas de aço rápido A1141 e de metal duro A1163, após os furos 1 e Tabela Fotomicrografias da broca de aço rápido A1141 após 1000 furos para diferentes parâmetros de corte Tabela Fotomicrografias da broca de metal duro A1163 após 1000 furos para diferentes parâmetros de corte Tabela Evolução do desgaste da broca de aço rápido A1141 em função do número de furos, empregando-se v c =86m/min e f=0,04mm/rot Tabela Fotografias das pontas e arestas principal e secundária de corte para as brocas de metal duro A1163, de metal duro revestido A1163TiN e de aço rápido A1141, após os furos 1, 1000, 10000, e Tabela Fotomicrografias das brocas de metal duro A1163 e de metal duro revestido A1163TiN, após furos, empregando-se v c =86m/min e f=0,15mm/rot Tabela Fotomicrografia da broca de metal duro A1163 após furos empregando-se v c =86m/min e f=0,15mm/rot

23 xxiii Tabela Delaminação na entrada e saída dos furos, após a furação do compósito com a broca de metal duro EDP Tabela Delaminação na entrada e na saída dos furos, após a furação do compósito com a broca de aço rápido A Tabela Delaminação na entrada e na saída dos furos, após a furação do compósito com a broca de metal duro A Tabela Delaminação na entrada e na saída dos furos, após a furação do compósito com a broca de metal duro A1167A Tabela Delaminação na entrada e na saída dos furos, após a furação do compósito de malha fina, utilizando-se a broca de aço rápido A Tabela Delaminação na entrada e na saída dos furos, após a furação do compósito de malha média, utilizando-se a broca de aço rápido A Tabela Delaminação na entrada e na saída dos furos, após a furação do compósito de malha grossa, utilizando-se a broca de aço rápido A Tabela Delaminação na entrada e na saída dos furos 1 e 1000, empregando-se as brocas de aço rápido A1141 e de metal duro A Tabela Delaminação na entrada e na saída dos furos feitos com a broca de aço rápido A1141, empregando-se v c =86m/min e f=0,04mm/rot Tabela Delaminação na entrada e na saída dos furos feitos com as brocas de metal duro A1163, de metal duro revestida A1163TiN e de aço rápido A1141, empregando-se v c =86m/min e f=0,15mm/rot Tabela Fotomicrografias das paredes dos furos 1 e 1000 feitos com as brocas de aço rápido A1141 e de metal duro A1163, empregando-se v c =71m/min e f=0,04mm/rot Tabela Formas de cavacos do compósito em função dos parâmetros de corte para as brocas de aço rápido A1141 e de metal duro A Tabela Formas de cavacos do compósito em função do número de furos para as brocas de aço rápido A1141 e de metal duro A

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