Casos práticos. Vincent LEROUX Médico de Saúde Publica Professor na ECP. ECP pole santé

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Casos práticos. Vincent LEROUX Médico de Saúde Publica Professor na ECP. vincent.leroux@ecp.fr. ECP pole santé"

Transcrição

1 Riscos na Saúde Produzir Cuidados seguros e duradouros sem gerar Danos. Controlar a segurança das instituições, dos profissionais, dos pacientes e dos visitantes. Casos práticos Vincent LEROUX Médico de Saúde Publica Professor na ECP ECP pole santé

2 Método :o primeiro risco é a escolha de gestão 1. O método certo (engenharia, sociologia, medicina...) em gestão do risco: para o risco certo, a decisão certa no momento certo. 2. Agir em conjunto: envolvimento da direcção, definição aceite e operacional (de «Aceitável» à «Zero falhas»). 3. Integrar (em relação com) o processo da Qualidade. 4. Sensibilizar todo o pessoal em 2 anos.

3 Produzir cuidados, Educar, Reinserir sem criar danos OBJECTIF DE SECURITE Probabilidade ZONA INACEITÁVEL Frequente ou Pouco frequente Aumento Limite Limite de confiança confiança Redução Rara da zona aceitável da zona aceitável Limite Limite de precaução precaução Extremamente rara Extremamente improvável ZONA ACEITÁVEL Gravidade Menor Significativa Crítica Catastrófica

4 Método : O Retorno da Experiência (REX) Transmitir REX Memorizar Analizar

5 Definir uma política integrada e Modelizar o processo global Uma política de gestão integrada O retorno da experiência (Os estudos de casos) Sistema de Informação e comunicação Orisco profissional Os grupos de Vigilância

6 Estabelecer uma política integrada e modelizar o processo global: em modo «Fora das normas» Os riscos especulativos (ou as oportunidades) ex: Os projectos de serviços, as inovações, as reorganizações Como assumir mais riscos? Os riscos ditos excepcionais (Saúde Pública) ex: A catástrofe, a canícula, o incêndio, o bioterrorismo... Como garantir a continuidade do serviço? A não confundir com uma Crise ECP pole santé V Leroux

7 Vigilância : Identidade do doente? Um risco iatrogenético e um risco administrativo H: 542 camas, 12 blocos operatórios, 430 médicos e 33 enfermeiros especializados em partos. Na altura do relatório anual existe de 1 a 2% de incidentes ligados à identidade do doente. Objectivo : garantir até à mesa operatória a identidade certa do doente, que vai ser operado em condições optimais de qualidade e de segurança.

8 Vigilância : Identidade do doente? Resultados de APR, estudos no sítio e REX (retorno da experiência) Caso n 1 : tentativa de usurpação de identidade : criticidade inicial C2 tolerável sob controle Caso n 2 : mistura de documentos no processo clínico do doente: criticidade inicial C2 Caso n 5 : processo clínico impossível de encontrar (mudança do nome depois do casamento) Caso n 6 : ausência de protocolos de identificação no bloco de obstetrícia... Caso n 8 : mistura de documentos no processo clínico do doente Caso n 9 : não respeito do protocolo de verificação da identidade Caso n 10 : protocolo de identificação dos recém-nascidos não aplicado Caso n 11 : doente inconsciente trazido pelos bombeiros Caso n 12 : dados de identificação do cartão de segurança social errados Caso n 13 : os formulários de identificação são preenchidos a 93% Caso n 14 : o protocolo de admissão de noite está incompleto entre as 21h e as 7h.. Caso n 16 : alguns serviços não têm protocolo escrito para a partida do bloco Caso n 17 : alguns funcionários não aplicam a totalidade do protocolo...

9 Vigilância : Identidade do doente? Ensino e melhoria da qualidade para reduzir a criticidade Caso n 2 : mistura de documentos no processo clínico do doente O pessoal envolvido está novamente sensibilizado, mas as precauções tomadas são insuficientes. Devem ser melhoradas com um duplo controle antes da partida para o bloco operatório, ou com um controle das etiquetas com um leitor óptico. Apesar dessa medida, o bloco operatório fará vários controles e detectará as falhas. As sinalizações de erro no processo clínico são quase sempre geradas pelo bloco operatório. Caso Criticidade Novo domínio Criticidade residual Quem? Onde? Caso 1 C2 Muito bem dominado C1 Adm./labor. Caso 2 C2 Bem dominado C2 No bloco

10 Projecto médico: concepção da cirurgia ambulatória Um risco projecto e uma oportunidade H 460 camas, 40 % da actividade cirúrgica é programada em concorrência com um hospital privado. Pode-se avaliar um aumento de actividade até 30% das endoscopias e cirurgias realizadas em ambulatório nos próximos 5 anos. O risco maior é a incapacidade de gerir o fluxo de doentes.(/ risco em termos da imagem, risco jurídico e danos para o doente). Objectivo: a descrição do processo na cirurgia e endoscopia ambulatórias deve incluir as acções para controlar o risco, as limitações arquitecturais e de equipamento e os indicadores para analizar a evolução do risco residual.

11 Projecto médico : concepção da Cirurgia Ambulatória Os processos de cuidados e das funções Decidir da elegibilidade do acto Decidir da elegibilidade do estado de saúde do doente Decidir da elegibilidade psico-sociológica do doente Planificar o acto no bloco operatório Agendar a intervenção Planificar a entrada administrativa Preparar o processo clínico Acolher o doente Preparar o doente para a intervenção Realizar a intervenção no bloco operatório Vigiar o post-operatório e tratar a dor Garantir a validação médica Verificar as condições da alta Informar as instruções de alta Produzir os documentos da alta Performance: - 70 à 80% de elegibilidade Decidir da elegibilidade Constrangimento - Recomendações dos peritos Performance: - Atingir uma taxa de ocupação de 100% Planificar os cuidados Constrangimento: -gestão em comum da planificação do bloco operatório e do internamento Performance: - índice de satisfação do doente >90% -anulação da intervenção <5% Dispensar os cuidados Constrangimento: - Nível de segurança - Tratamento da dor - regulamentação Performance: - Retorno do doente ou internamento <2% Gerir a alta Constrangimento: - regulamentação - Nível de segurança e tratamento da dor na mesma forma que no internamento Performances: - Para os actos elegíveis: 70-80% praticados no ambulatório - Actividade: taxa de 100% - Índice de satisfação do doente: > 90 % - Retorno do doente ou transformação em internamento < 2% - Anulação da intervenção : < 5 % Garantir os cuidados do doente pela cirurgia ou endoscopias programadas dentro dum internamento de menos de 12 h Constrangimento : - regulamentações e recomendações dos peritos no domínio - Nível de segurança e tratamento da dor tal como no internamento. - Interface com a actividade do bloco operatório

12 Projecto médico : Concepção da cirurgia ambulatória Os eventos indesejáveis (REX) Eventos indesejáveis Frequência medida Complicações dos cuidados 3, Complicação não detectada com o retorno do Dado não disponível doente Complicação da intervenção com internamento 6, Complicação da anestesia com internamento 6, Complicação post-operatória com internamento 1,8 10-2

13 Projecto médico : concepção da Cirurgia Ambulatória Não domínio do fluxo doente: Gravidade? Frequência? Os eventos indesejáveis e cotação da gravidade: Risco de não domínio do fluxo dos doentes Gravidade Falta de actividade 5 Paragem da actividade (estrutura não disponível) 4 Perda de actividade (anulação no dia J ou sem substituir a 3 vaga) Modificação de actividade (transformação em 2 internamento) Atraso da alta relacionado com um disfuncionamento 1 interno As frequências observadas em 6 semanas de actividade, validadas com alguns dados da experiência doutros estabelecimentos de cirurgia ambulatória: dados em relação com o número de programações realizadas Risco de não domínio do fluxo dos doentes Frequências observadas Falta de actividade Paragem da actividade (estrutura não disponível) 7, Perda de actividade (anulação no dia J ou sem substituir a 1, vaga) Modificação de actividade (transformação em 3, internamento) Atraso da alta relacionado com um disfuncionamento interno

14 Projecto médico : concepção da Cirurgia Ambulatória Quadro das Criticidades freq/gravidade V5/ C3 C3 C3 C3 C3 V4 /10-1 C2 C3 C3 C3 C3 V3/10-2 C2 C2 C2 C3 C3 V2/10-3 C1 C1 C1 C2 C3 V1/10-5 C1 C1 C1 C2 C2

15 Projecto médico : concepção da cirurgia ambulatoria Objectivo de segurança e plano de domínio do risco sistema elegibilidade planificação Admissão cirurgia ambulatória Alta Risco Genérico Evento indesejáveis Precisão Sub sistema Interface cuidados primários Elegibilidade do acto elegibilidade da anestesia Admissão em cir-ambulatório Acto no bloco ambulatório Admissão administrativa Preparação processo clínico Acolhimento do doente Preparação do acto Interface B.O. Tratamento post-op (dor incluida) Interface restauração Limpeza Validação operador Validação anestesia Condições de alta Produção dos documentos Relação cuidados primários Doente profissional de saúde Não respeito ou falta de compreensão das instruções Não respeito das regras Carga física ou mental Falta de documento procedimento, recomendação, regras de programação procedimento, recomendação Inadaptação dos documentos Organizacional Pessoal sem ou mal formado Falta de gestão do pessoal Procedimentos de gestão das interfaces inadequados Falta do sistema de informação ausência ou inadequação Arquitectura inadequada às necessidades ausência ou inadequação Ambiental Equipamento da hotelaria inadequado Equipamento biomédico inadequado Equipamento informático e sistema de informação inadequado ausência ou inadequação QUEM faz? O QUÊ? COMO? QUANDO?

16 Risco Profissional : Um processo regulamentar e/ou da empresa H 560 camas, 1750 funcionários, 3 sítios Objectivo : diminuir os riscos profissionais A partir duma obrigação regulamentada de avaliação aprioridos riscos profissionais, mobilizar realmente o pessoal a participar no processo da segurança, integrada na melhoria das práticas e dos resultados.

17 Risco Profissional : melhoria das práticas e dos resultados Análise dos Perigos Factor de risco Causas Consequências ou situação com risco Danos Colocação do percutor Alergia para administrar uma Perfuração do saco Efeitos cancerígenos perfusão de produtos potenciais citostáticos anti-crancro

18 Risco Profissional : Resultados para todas as categorias profissionais Situações perigosas codigo risco Danos eventuais V F G R Medidas de prevençao existentes Nível de Controle do Serviço Medidas de prevenção a propor Presença de doentes contaminados passeando no corredor B Contaminação Infecção Informação do doente para ficar no seu quarto e pôr uma máscara 50% Repetição da informação nos quartos com explicações Presença de microorganismos infecciosos aerotransportados e transportados nas mãos no Serviço B Contaminação Infecção Respeito dos procedimentos de higiene 100% Chão molhado durante a limpeza ou depois da passagem da máquina automática nos corredores C Queda, escorregadela Entorse / Ferida Contusão / Fractura Sapatos anti-derrapantes 80% Manutenção do material Rever os horários de limpeza Revestimento abaulado do chão no corredor de serviço perto das casas de banho C Queda, escorregadela Entorse / Ferida Contusão / Fractura Manutenção do sistema de canalização das casas de banho 80% Reparação do chão em frente das casas de banho. Rever o sistema da evacuação Presença de muitos carrinhos nos corredores (carrinhos do pessoal de cuidados, da limpeza, das refeições, do lixo) C Traumatismo ligeiro Espaço reservado à arrumação dos carrinhos quando não estão utilizados 50% Informação e sensibilização para arrumar os carrinhos Doente fumando no quarto na presença de oxigénio IE Incêndio Explosão Queimadura Ferida Interdição de fumar no estabelecimento 90% Repetição da informação nos quartos com explicações

19 Risco Profissional : cartografia e acções prioritárias RISCO DE QUEDA RISCO DE MANUTENÇÃO RISCO INFECCIOSO RISCO TOXICOLÓGICO RISCO DEVIDO Á ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO RISCO PSICO SOCIOLÓGICO Chão molhado depois da limpeza Chão molhado devido a fugas, saco de lixo, urina dos doentes. Chão irregular Manutenção dos doentes, má postura Manutenção dos carrinhos, camas, processos clínicos.. Acidente de exposição ao sangue Contacto ambiental Contacto produto infeccioso ou doente Manipulação dos citostáticos anti-cancro Manipulatção ou residuos citostáticos Trabalho intensivo por falta de pessoal Mudança de horário transmissões Interrupção das tarefas, multiplicação das tarefas sofrimento dos doentes e da angústia das famílias Confrontação à morte dos doentes Pessoal hospitalar indiferenciado Auxiliar de acção médica NR 27 NR NR NR NR Enfermeiro chefe 54 NR 54 NR NR NR NR NR Enfermeiro 54 NR NR NR Médico 54 NR NR NR 36 NR

20 Risco Ambiental: Risco humano, organisacional e crise mediática Paris 2003, mortes, 65 no Hospital T. 140 Nombre de décès toutes causes confondues (hors foetus) bilans annuels Nbre de décès Nbre de décès janvier mars avril Objectivo : nunca mais!! mai juin juillet septembre octobre novembre

21 Risco Ambiental : REX : não é mais uma crise Uma definição da canícula Um alerta difícil Uma população fragilizada com mais riscos médicos Equipamento de arrefecimento simples (protecção) Uma relação cuidados primários-hospital e uma relação entre os cuidados e o componente social Uma gestão duma afluência excepcional Uma gestão do pessoal

22 Casos práticos A gestão dos riscos explicada aos gestores hospitalares A implementação dum programa operacional de gestão do risco nos estabelecimentos hospitalares Duma gestão dos riscos nos estabelecimentos para idosos e cuidados continuados, com uma mutualização do processo para as estruturas com pouca capacidade Uma intranet dedicada à gestão dos riscos A coordenação das vigilâncias A análise metodológica dos riscos da utilização dos produtos de saúde : a propósito dum estudo duma base de notificações espontânea de 300 erros medicamentosos hospitalares

23 Casos práticos Elaboração dum plano de gestão dos riscos em relação com os produtos químicos no laboratório de anatomia patológica Análise dos Riscos intrínsecos em relação à concepção e à implementação dum projecto de gestão dos riscos O circuito do medicamento numa rede materno-infantil Análise previsional dos riscos na implementação dum «tumoroteca» num Centro Hospitalar Regional Tratamento médico dum afluxo de vítimas de riscos específicos «NRBC».

24 O estabelecimento, a organização de saúde dedicada ao doente ONTEM HOJE AMANHÃ Direcção Gestão Administrativa Instalações técnicas Serviço de cuidados Serviços Logísticos Internar Cuidar Seguir Facturar Melhorar Gerir As funções dirigem a organização. Os procedimentos são identificados mas as funções ainda dominam. Os procedimentos dirigem a organização.

AVALIAÇÃO DE RISCOS EM MEIO HOSPITALAR

AVALIAÇÃO DE RISCOS EM MEIO HOSPITALAR Serviço de Segurança e Saúde no Trabalho AVALIAÇÃO DE RISCOS EM MEIO HOSPITALAR Jorge Dias Médico do Trabalho, Assistente Graduado de Medicina do Trabalho Ana Catarina Lança TSSHT, Mestre em Saúde Ocupacional

Leia mais

Segurança e Higiene do Trabalho. Volume XIX Gestão da Prevenção. Guia Técnico. um Guia Técnico de O Portal da Construção. www.oportaldaconstrucao.

Segurança e Higiene do Trabalho. Volume XIX Gestão da Prevenção. Guia Técnico. um Guia Técnico de O Portal da Construção. www.oportaldaconstrucao. Guia Técnico Segurança e Higiene do Trabalho Volume XIX Gestão da Prevenção um Guia Técnico de Copyright, todos os direitos reservados. Este Guia Técnico não pode ser reproduzido ou distribuído sem a expressa

Leia mais

Segurança e Higiene do Trabalho

Segurança e Higiene do Trabalho Guia Técnico Segurança e Higiene do Trabalho Volume XXI Acidentes de Trabalho um Guia Técnico de Copyright, todos os direitos reservados. Este Guia Técnico não pode ser reproduzido ou distribuído sem a

Leia mais

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A AUXILIAR DE SAÚDE. PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a Auxiliar de Saúde Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/9

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A AUXILIAR DE SAÚDE. PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a Auxiliar de Saúde Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/9 PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A AUXILIAR DE SAÚDE PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a Auxiliar de Saúde Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/9 ÁREA DE ACTIVIDADE - SAÚDE OBJECTIVO GLOBAL SAÍDA(S) PROFISSIONAL(IS)

Leia mais

A GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO UMA NOVA ABORDAGEM DE GESTÃO

A GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO UMA NOVA ABORDAGEM DE GESTÃO por A GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO UMA NOVA ABORDAGEM DE GESTÃO por Resolução do Conselho 2002/C161/01 Nova Estratégia Comunitária de Saúde e Segurança (2002 2006) Redução dos Acidentes de Trabalho

Leia mais

Identificação de Perigos, Avaliação e Controlo de Riscos. Câmara Municipal de Mora

Identificação de Perigos, Avaliação e Controlo de Riscos. Câmara Municipal de Mora Pág.1/5 Identificação de Perigos, Avaliação e Controlo de Riscos Câmara Municipal de Mora Pág.2/5 Identificação da Entidade Informação da Visita Documento Entidade: Câmara Municipal de Mora Entidade: Segurévora

Leia mais

Quando falamos de prevenção no âmbito da Segurança, Higiene e Saúde no. Trabalho, estamos a falar de um conjunto de actividades que têm como objectivo

Quando falamos de prevenção no âmbito da Segurança, Higiene e Saúde no. Trabalho, estamos a falar de um conjunto de actividades que têm como objectivo 1 - Em que consiste a prevenção? Quando falamos de prevenção no âmbito da Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho, estamos a falar de um conjunto de actividades que têm como objectivo eliminar ou reduzir

Leia mais

CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL DE TÉCNICO DE SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO

CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL DE TÉCNICO DE SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL DE TÉCNICO DE SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO 1/19 Programa do curso Módulo Designação Duração (h) Componente Sócio-Cultural 1 Legislação, regulamentos e normas de segurança,

Leia mais

1. Contextualização da segurança, higiene e saúde do trabalho no regime jurídico

1. Contextualização da segurança, higiene e saúde do trabalho no regime jurídico 1. Contextualização da segurança, higiene e saúde do trabalho no regime jurídico O documento legislativo que estabelece o regime jurídico de enquadramento da segurança, higiene e saúde no trabalho é determinado

Leia mais

Vigilância epidemiológica da infecção

Vigilância epidemiológica da infecção Vigilância epidemiológica da infecção Maria Teresa Neto UCIN, Hospital de Dona Estefânia CCIH, Hospital de Dona Estefânia Coordenadora do Programa Nacional de Vigilância Epidemiológica das Infecções em

Leia mais

Security, Health and Safety

Security, Health and Safety Security, Health and Safety Conselhos para Colaboradores e Parceiros da Securitas Portugal securitas.pt As quedas, escorregadelas e os tropeçamentos são a causa de acidentes e ferimentos entre Trabalhadores.

Leia mais

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a de Segurança e Higiene no Trabalho Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/7 ÁREA DE ACTIVIDADE OBJECTIVO

Leia mais

PLANO DE FORMAÇÃO 2010. 30 Horas

PLANO DE FORMAÇÃO 2010. 30 Horas Entidade a/protocolo Cuidados Paliativos: Noções Gerais E.S.E.Torres Novas Enfº Rogério Paulo Palácio 30 Horas Lar Fernando Eiró Gomes Conhecer os princípios fundamentais dos cuidados paliativos; Compreender

Leia mais

REGULAMENTO DE SEGURANÇA PARA A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS E DE SUPORTE LOGÍSTICO PARA A EDP

REGULAMENTO DE SEGURANÇA PARA A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS E DE SUPORTE LOGÍSTICO PARA A EDP REGULAMENTO DE SEGURANÇA PARA A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS E DE SUPORTE LOGÍSTICO PARA A EDP DPS 38.008-13 EDP Natureza do documento Versão Data Emissor Procedimento de Segurança (DPS) R4 14-12-2012

Leia mais

5. Avaliação do Risco e Planos de Contingência

5. Avaliação do Risco e Planos de Contingência 5. Avaliação do Risco e Planos de Contingência 1. Avaliação do risco e segurança... 2 2. Perspectiva do SIGIC... 3 3. Considerações gerais sobre avaliação do risco... 4 3.1. Análise dos Riscos... 4 3.2.

Leia mais

Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho SHST

Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho SHST Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho SHST O QUE DIZ A LEI OBSERVAÇÕES Todos os trabalhadores têm direito à prestação de trabalho em condições de segurança, higiene e saúde, competindo ao empregador assegurar

Leia mais

Check-list Adequação e Conforto das Instalações

Check-list Adequação e Conforto das Instalações 1. Acessos 1.1. Acessos e mobilidade 1.1.1. SINAS@Hospitais A - ADEQUAÇÃO DAS INSTALAÇÕES Garante rampas de acesso, ou meios equivalentes, para pessoas com mobilidade reduzida 1.1.2. Mantém actualizada

Leia mais

Entrevista n.º 5. 2. Quais são as suas responsabilidades em termos de higiene e segurança?

Entrevista n.º 5. 2. Quais são as suas responsabilidades em termos de higiene e segurança? Entrevista n.º 5 Empresa: Aurélios Sobreiros Lda. Encarregado 1. A segurança e a higiene do trabalho, bem como a protecção da saúde fazem parte integrante dos princípios que regem a empresa? Quais são

Leia mais

HOSPITAL: Gestão dos riscos químicos em ambientes hospitalares. O caso dos anestésicos. Saúde Ambiental no Hospital Gestão de Risco.

HOSPITAL: Gestão dos riscos químicos em ambientes hospitalares. O caso dos anestésicos. Saúde Ambiental no Hospital Gestão de Risco. Saúde Ambiental no Hospital Gestão de Risco Beja, 15 de Fevereiro de 2008 Gestão dos riscos químicos em ambientes hospitalares O caso dos anestésicos. Olga Mayan HOSPITAL: Actividade: Tratar / Curar Seres

Leia mais

FORMAÇÕES MODULARES CERTIFICADAS INVESTIR HOJE NA FORMAÇÃO PARA ESTAR MAIS PREPARADO AMANHÃ. Associação para o Desenvolvimento de Peniche

FORMAÇÕES MODULARES CERTIFICADAS INVESTIR HOJE NA FORMAÇÃO PARA ESTAR MAIS PREPARADO AMANHÃ. Associação para o Desenvolvimento de Peniche FORMAÇÕES MODULARES CERTIFICADAS INVESTIR HOJE NA FORMAÇÃO PARA ESTAR MAIS PREPARADO AMANHÃ Associação para o Desenvolvimento de Peniche O que são as Formações Modulares Certificadas As Formações Modulares

Leia mais

FORMAÇÃO 2012/2013 CURSOS GRATUITOS. HORÁRIO PÓS-LABORAL

FORMAÇÃO 2012/2013 CURSOS GRATUITOS. HORÁRIO PÓS-LABORAL FORMAÇÃO 01/013 CURSOS GRATUITOS. HORÁRIO PÓS-LABORAL INFORMAÇÕES FUNDAÇÂO MINERVA Cultura - Ensino e Investigação Científica Universidade Lusíada de Vila Nova de Famalicão Largo Tinoco de Sousa 760. 108

Leia mais

Limpeza hospitalar *

Limpeza hospitalar * CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO São Paulo, março de 2009. Limpeza hospitalar * Limpeza hospitalar é o processo de remoção de sujidades de superfícies do ambiente, materiais e equipamentos,

Leia mais

SISTEMAS E TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

SISTEMAS E TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO SISTEMAS E TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Da Prescrição à Administração do Medicamento Sofia Valongo Serviços Farmacêuticos 26-09-2015 OBJETIVO 2 Descrever o papel do Farmacêutico na implementação

Leia mais

Situado na: Rua Cruz de Portugal, Edifício Avenida, loja C

Situado na: Rua Cruz de Portugal, Edifício Avenida, loja C Designação do estabelecimento: MegaExpansão LDA. Situado na: Rua Cruz de Portugal, Edifício Avenida, loja C 8300-135 Silves Telefone: 282441111 Localização geográfica Sul Estrada Nacional 124 Norte Este

Leia mais

Norma aplicada ao Vestuário para Bloco Operatório EN 13795

Norma aplicada ao Vestuário para Bloco Operatório EN 13795 3as Jornadas APHH 1 Norma aplicada ao Vestuário para Bloco Operatório EN 13795 Alexandra Coelho 2 Fabrico de Dispositivos Médicos PME Líder ISO 9001 ISO 13485 Marcação CE, Dispositivos Médicos classe I

Leia mais

FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS. Operações de verificação e ensaios de contadores para baixa e média tensão.

FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS. Operações de verificação e ensaios de contadores para baixa e média tensão. PP. 1/5 FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS 1 TAREFA TRABALHO NO LABORATÓRIO ENSAIO DE CONTADORES 2 DESCRIÇÃO Operações de verificação e ensaios de contadores para baixa e média tensão. 3 ACTIVIDADES

Leia mais

Despacho n.º 242/96. Sumário: Resíduos hospitalares.

Despacho n.º 242/96. Sumário: Resíduos hospitalares. Despacho n.º 242/96 Sumário: Resíduos hospitalares. A existência de resíduos provenientes da prestação de cuidados de saúde a seres humanos, incluindo as actividades médicas de prevenção, diagnóstico,

Leia mais

HIGIENIZAÇÃO HOSPITALAR 2013

HIGIENIZAÇÃO HOSPITALAR 2013 HIGIENIZAÇÃO HOSPITALAR 2013 O Hospital realiza uma combinação complexa de atividades especializadas, onde o serviço de Higienização e Limpeza ocupam um lugar de grande importância. Ao se entrar em um

Leia mais

Dimensão Segurança do Doente. Check-list Procedimentos de Segurança

Dimensão Segurança do Doente. Check-list Procedimentos de Segurança 1. 1.1 1.2 Cultura de Segurança Existe um elemento(s) definido(s) com responsabilidade atribuída para a segurança do doente Promove o trabalho em equipa multidisciplinar na implementação de processos relativos

Leia mais

Existe um contrato/plano de manutenção para os equipamentos de uso clínico

Existe um contrato/plano de manutenção para os equipamentos de uso clínico 1 - Organização e Procedimentos 1.1 Existe um contrato/plano de manutenção para os equipamentos de uso clínico 1.1.1 Estão disponíveis os manuais relevantes dos equipamentos de uso clínico Equipamentos

Leia mais

Riscos Ambientais e de Saúde PúblicaP

Riscos Ambientais e de Saúde PúblicaP Resíduos Hospitalares e a sua Perigosidade Segurança a e Higiene na Produção e Tratamento de Resíduos Hospitalares Riscos Ambientais e de Saúde PúblicaP 1. Gestão de Resíduos O Tratamento dos RSH é um

Leia mais

O sector da saúde apresenta uma elevada taxa de incidência de distúrbios músculo-esqueléticos relacionados com o trabalho, apenas precedido do

O sector da saúde apresenta uma elevada taxa de incidência de distúrbios músculo-esqueléticos relacionados com o trabalho, apenas precedido do SEGURANÇA, HIGIENE E SAÚDE DO TRABALHO BOAS PRÁTICAS EM MEIO HOSPITALAR 26-11-2008 10% dos trabalhadores da União Europeia sector da saúde e da protecção social A taxa de acidentes de trabalho no sector

Leia mais

Segurança e Higiene no Trabalho. Volume XIII Trabalho em Espaços Confinados. Guia Técnico. um Guia Técnico de O Portal da Construção

Segurança e Higiene no Trabalho. Volume XIII Trabalho em Espaços Confinados. Guia Técnico. um Guia Técnico de O Portal da Construção Guia Técnico Segurança e Higiene no Trabalho Volume XIII Trabalho em Espaços Confinados um Guia Técnico de Copyright, todos os direitos reservados. Este Guia Técnico não pode ser reproduzido ou distribuído

Leia mais

Regulamento das Consultas Externas. Índice

Regulamento das Consultas Externas. Índice Índice CAPÍTULO I...4 DISPOSIÇÕES GERAIS...4 ARTIGO 1º...4 (Noção de Consulta Externa)...4 ARTIGO 2º...4 (Tipos de Consultas Externas)...4 ARTIGO 3º...4 (Objectivos do Serviço de Consulta Externa)...4

Leia mais

Conteúdos: 1 Psicossociologia do Trabalho (25 horas)

Conteúdos: 1 Psicossociologia do Trabalho (25 horas) : 1 Psicossociologia do Trabalho (25 horas) Objectivo(s): Aplicar técnicas e métodos de avaliação dos factores psicossociais. Proceder a nível psicossocial a alterações na organização do trabalho ou no

Leia mais

Entrevista n.º 7. 2. Quais são as suas responsabilidades em termos de higiene e segurança?

Entrevista n.º 7. 2. Quais são as suas responsabilidades em termos de higiene e segurança? Entrevista n.º 7 Empresa: Alberto Rites Lda. Entidade patronal 1. A segurança e a higiene do trabalho, bem como a protecção da saúde fazem parte integrante dos princípios que regem a empresa? Quais são

Leia mais

Prevenção do Erro e o Medicamento

Prevenção do Erro e o Medicamento Prevenção do Erro e o Medicamento Daniela Garcia 26 de março de 2015 Diretora dos Serviços Farmacêuticos Erro de medicação Qualquer evento evitável que pode causar dano ao doente ou dar lugar à utilização

Leia mais

Resposta Hospitalar à Catástrofe Externa e Emergência Interna. Abílio Casaleiro

Resposta Hospitalar à Catástrofe Externa e Emergência Interna. Abílio Casaleiro Resposta Hospitalar à Catástrofe Externa e Emergência Interna 27.02.2015 Apresentação do Hospital de Cascais Plano de Catástrofe Externa Plano de Emergência Interna Hospital de Cascais - Caracterização

Leia mais

RISCO DE INCÊNDIO. Risco mais frequente

RISCO DE INCÊNDIO. Risco mais frequente RISCO DE INCÊNDIO (RJ-SCIE / RT-SCIE) Risco mais frequente Fonte: André Kosters / Lusa 29 Abril 2008 (2 mortos) Incêndio no Centro de Recolhimento da Segurança Social no Convento da Encarnação, em Lisboa.

Leia mais

SGA. Introdução. Qualidade SGA ISO 14001. SGA por Níveis. Sistemas. Integrados. Sistemas. Sustentáveis. Casos. Prática SGA. Introdução.

SGA. Introdução. Qualidade SGA ISO 14001. SGA por Níveis. Sistemas. Integrados. Sistemas. Sustentáveis. Casos. Prática SGA. Introdução. por A GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO UMA NOVA ABORDAGEM DE GESTÃO por Legislação aplicada no âmbito de S.H.S.T. Prescrições mínimas de segurança e saúde sobre os componentes materiais do Trabalho

Leia mais

O Portal da Construção Segurança e Higiene do Trabalho

O Portal da Construção Segurança e Higiene do Trabalho Guia Técnico Segurança e Higiene do Trabalho Volume XVIII Plano de Emergência um Guia Técnico de Copyright, todos os direitos reservados. Este Guia Técnico não pode ser reproduzido ou distribuído sem a

Leia mais

O Plano Terapêutico no Sistema de Gestão Integrada do Plano Terapêutico

O Plano Terapêutico no Sistema de Gestão Integrada do Plano Terapêutico O Plano Terapêutico no Sistema de Gestão Integrada do Plano Terapêutico José Feio Farmacêutico dos Hospitais da Universidade de Coimbra 1º Congresso Internacional de Sistemas e Tecnologias de Informação

Leia mais

Check-list Procedimentos de Segurança

Check-list Procedimentos de Segurança Check-list Procedimentos de Segurança 1. Cultura de Segurança 1.1 1.2 Existe um elemento definido como responsável pelas questões da segurança do doente Promove o trabalho em equipa multidisciplinar na

Leia mais

Plano de Contingência para Serviços e Empresas

Plano de Contingência para Serviços e Empresas Plano de Contingência para Este documento contém: Lista de Verificação de Medidas e Procedimentos para O Plano de Contingência consiste num conjunto de medidas e acções que deverão ser aplicadas oportunamente,

Leia mais

5º Congresso Internacional dos Hospitais Serviço Nacional de Saúde. (Re)Conhecer as Mudanças

5º Congresso Internacional dos Hospitais Serviço Nacional de Saúde. (Re)Conhecer as Mudanças 5º Congresso Internacional dos Hospitais Serviço Nacional de Saúde. (Re)Conhecer as Mudanças Refletir sobre as resposta de saúde e a inclusão da família Relembrar os objetivos das famílias Questionar as

Leia mais

Metas Internacionais de Segurança do paciente

Metas Internacionais de Segurança do paciente Metas Internacionais de Segurança do paciente 2011 Missão Defender a saúde da comunidade e contribuir para o aprimoramento do Sistema Único de Saúde Visão Ser reconhecido nacionalmente pela excelência

Leia mais

Bem-vindo à Evonik Degussa Antwerpen

Bem-vindo à Evonik Degussa Antwerpen pagina 1 van 26 Bem-vindo à Evonik Degussa Antwerpen A Evonik Degussa Antwerpen é uma empresa de químicos e parte de um grupo global. A sua segurança, assim como a nossa, é muito importante, pelo que existem

Leia mais

Modelo de Gestão Metas Internacionais: Times Internacionais Setoriais CAROCCINI TP, RIBEIRO JC

Modelo de Gestão Metas Internacionais: Times Internacionais Setoriais CAROCCINI TP, RIBEIRO JC Modelo de Gestão Metas Internacionais: Times Internacionais Setoriais CAROCCINI TP, RIBEIRO JC 1- Introdução O propósito das Metas Internacionais de Segurança do Paciente é promover melhorias específicas

Leia mais

Produtos químicos PERIGOSOS

Produtos químicos PERIGOSOS Produtos químicos PERIGOSOS Como podemos identificar os produtos químicos perigosos? Os produtos químicos estão presentes em todo o lado, quer em nossas casas, quer nos locais de trabalho. Mesmo em nossas

Leia mais

Estúdio de Fotografia sala 47

Estúdio de Fotografia sala 47 Manual de Procedimentos: Estúdio de Fotografia sala 47 Descrição: O estúdio de fotografia é um espaço comum, onde poderão desenvolver trabalhos todos os alunos e docentes da ESAD.CR que pretendam fotografar

Leia mais

FICHA DE UNIDADE CURRICULAR

FICHA DE UNIDADE CURRICULAR UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA ESCOLA NACIONAL DE SAÚDE PÚBLICA FICHA DE UNIDADE CURRICULAR 1. Designação Em português Saúde e Segurança do Trabalho em Unidades de Saúde Em inglês Occupational Health and

Leia mais

1. As Actividades do Técnico de Higiene e Segurança

1. As Actividades do Técnico de Higiene e Segurança BOAS PRÁTICAS PREVENTIVAS PORTUCEL - Fábrica de Cacia Paula Lima (Técnico Sup. HST) 100505PL1P 1. As Actividades do Técnico de Higiene e Segurança ENQUADRAMENTO LEGAL Ver em pormenor no Artº 98º da DL

Leia mais

Trabalhadores designados pelas empresas (microempresas e PME S).

Trabalhadores designados pelas empresas (microempresas e PME S). Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho Público-Alvo Trabalhadores designados pelas empresas (microempresas e PME S). OBJECTIVOS Formação direccionada para cumprimento da legislação em matéria de higiene,

Leia mais

FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS

FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS PP. 1/9 FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS 1 TAREFA GERADORES AUXILIARES (GERADOR MÓVEL) 2 DESCRIÇÃO Trabalhos específicos de operação e ligação de gerador auxiliar móvel à rede de distribuição

Leia mais

A Gestão da Higiene e Segurança na. Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo EPE

A Gestão da Higiene e Segurança na. Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo EPE A Gestão da Higiene e Segurança na Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo EPE Histórico Janeiro de 2006 Centro Hospitalar do Baixo Alentejo EPE Hospital José Joaquim Fernandes - Beja Hospital São Paulo

Leia mais

PROTOCOLO DE PREVENÇÃO DE QUEDAS GHC

PROTOCOLO DE PREVENÇÃO DE QUEDAS GHC PROTOCOLO DE PREVENÇÃO DE QUEDAS GHC Quedas são eventos adversos em que um indivíduo cai inadvertidamente ao chão ou em outro nível. Isto pode ser devido a um escorregão ou tropeço, perda do equilíbrio

Leia mais

Medidas gerais de higiene pessoal:

Medidas gerais de higiene pessoal: Plano de Contingência Gripe A O que é a Gripe A (H1N1)? A gripe A é uma doença infecto contagiosa que afecta o nariz, a garganta e a árvore respiratória, provocada por um novo vírus da Gripe, o designado

Leia mais

Organização da Segurança. www.juliosantos.net - js@juliosantos.net

Organização da Segurança. www.juliosantos.net - js@juliosantos.net Organização da Segurança Sumário Objectivo: Tomar conhecimento de uma forma de como organizar a Segurança Patrimonial Temas abordar Política de Segurança Definições e Conceitos Modelo de Segurança Análise

Leia mais

Guia de Farmacovigilância - Anvisa. ANEXO IV - Glossário

Guia de Farmacovigilância - Anvisa. ANEXO IV - Glossário Guia de Farmacovigilância - Anvisa ANEXO IV - Glossário De acordo com a RESOLUÇÃO - RDC Nº 4, DE 10/02/09 (DOU 11/02/09): Dispõe sobre as normas de farmacovigilância para os detentores de registro de medicamentos

Leia mais

Dia Europeu do ENFERMEIRO PERIOPERATÓRIO BLOCO OPERATÓRIO CENTRAL

Dia Europeu do ENFERMEIRO PERIOPERATÓRIO BLOCO OPERATÓRIO CENTRAL ACOLHIMENTO DO UTENTE NO BLOCO OPERATÓRIO É REALIZADO POR UM ENFERMEIRO CUJO PRINCIPAL OBJECTIVO É TRANSMITIR SEGURANÇA AO UTENTE, ESCLARECER AS SUAS DÚVIDAS E RECEIOS DE MODO A QUE ESTE SE SINTA SEGURO

Leia mais

Uma Questão de Atitude...

Uma Questão de Atitude... Uma Questão de Atitude... Catálogo de Formação 2014 1 Introdução 3 Soluções de Formação 3 Áreas de Formação 4 Desenvolvimento Pessoal 5 Comercial 12 Secretariado e Trabalho Administrativo 15 Indústrias

Leia mais

CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO AUXILIAR DE SAÚDE Planificação anual de Higiene, Segurança e Cuidados Gerais- 11.º ano 2012/2013

CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO AUXILIAR DE SAÚDE Planificação anual de Higiene, Segurança e Cuidados Gerais- 11.º ano 2012/2013 CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO AUXILIAR DE SAÚDE Planificação anual de Higiene, Segurança e Cuidados Gerais- 11.º ano 2012/2013 Turma: 11.º G Professora: Andreia Monteiro 1 - Estrutura e Finalidades da

Leia mais

Reconhecimento da formação de farmacêuticos. Administração de vacinas e medicamentos injectáveis em farmácia comunitária

Reconhecimento da formação de farmacêuticos. Administração de vacinas e medicamentos injectáveis em farmácia comunitária Reconhecimento da formação de farmacêuticos Administração de vacinas e medicamentos injectáveis em farmácia comunitária 1 Reconhecimento da formação de farmacêuticos Administração de vacinas e medicamentos

Leia mais

Processos LinCE e LeanOR no CHP. Jornadas dos assistentes técnicos de saúde do Centro Hospitalar do Porto 28.05.2011

Processos LinCE e LeanOR no CHP. Jornadas dos assistentes técnicos de saúde do Centro Hospitalar do Porto 28.05.2011 Processos LinCE e LeanOR no CHP Jornadas dos assistentes técnicos de saúde do Centro Hospitalar do Porto 28.05.2011 1 Processos de Mudança Procurar ser melhor No atendimento; Nas instalações Nas condições

Leia mais

PLANO DE CONTI T NG N ÊNC N I C A F AC A E C À EVOLUÇÃO PAN A DÉ D MI M CA D A A GRIPE A (VÍRUS H1N1)

PLANO DE CONTI T NG N ÊNC N I C A F AC A E C À EVOLUÇÃO PAN A DÉ D MI M CA D A A GRIPE A (VÍRUS H1N1) PLANO DE CONTINGÊNCIA FACE À EVOLUÇÃO PANDÉMICA DA GRIPE A (VÍRUS H1N1) SETEMBRO DE 2009 ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO PLANO DE CONTINGÊNCIA FACE À EVOLUÇÃO PANDÉMICA DA GRIPE A (VÍRUS H1N1) Preâmbulo: O objectivo

Leia mais

PLANO DE EMERGÊNCIA DÁRIO AFONSO LUISA FERREIRA MARIA SANTOS ANA CARINA ANA RITA [ 18 10 2010 ]

PLANO DE EMERGÊNCIA DÁRIO AFONSO LUISA FERREIRA MARIA SANTOS ANA CARINA ANA RITA [ 18 10 2010 ] 2010 PLANO DE EMERGÊNCIA DÁRIO AFONSO LUISA FERREIRA MARIA SANTOS ANA CARINA ANA RITA [ 18 10 2010 ] ÍNDICE Introdução pág. 3 Plano de Emergência nos dias de hoje pág. 4 Definição do Plano de Emergência

Leia mais

Universidade Nova de Lisboa ESCOLA NACIONAL DE SAÚDE PÚBLICA

Universidade Nova de Lisboa ESCOLA NACIONAL DE SAÚDE PÚBLICA REGULAMENTO O Regulamento do Curso de Especialização em Medicina do Trabalho (CEMT) visa enquadrar, do ponto de vista normativo, o desenvolvimento das actividades inerentes ao funcionamento do curso, tendo

Leia mais

1. Contratos de aluguer automóvel

1. Contratos de aluguer automóvel 1. Contratos de aluguer automóvel Pretende-se desenvolver um Sistema Informático para apoio à gestão de Contratos de Aluguer automóvel de Longa-duração (SICAL) que permita efectuar, cancelar e modificar

Leia mais

PREVENÇÃO DA INFECÇÃO CIRÚRGICA

PREVENÇÃO DA INFECÇÃO CIRÚRGICA HOSPITAL DE SANTA MARIA COMISSÃO DE CONTROLO DA INFECÇÃO HOSPITALAR Piso 6, Tel. 5401/1627 Norma n.º 4 (Actualização em Março de 2006) PREVENÇÃO DA INFECÇÃO CIRÚRGICA De acordo com o Inquérito de Prevalência

Leia mais

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO (NÍVEL 6)

TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO (NÍVEL 6) TÉCNICO SUPERIOR DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO (NÍVEL 6) Objectivos do Curso No final da acção, os formandos deverão ser capazes de: Colaborar na definição da política geral da empresa relativa à

Leia mais

O empregador deve assegurar ao trabalhador condições de segurança e de saúde em todos os aspectos do seu trabalho.

O empregador deve assegurar ao trabalhador condições de segurança e de saúde em todos os aspectos do seu trabalho. Guia de Segurança do Operador PORTUGAL: Lei n.º 102/2009 de 10 de Setembro Regime Jurídico da Promoção da Segurança e Saúde no Trabalho O empregador deve assegurar ao trabalhador condições de segurança

Leia mais

Segurança e Higiene no Trabalho. Volume II Locais e Postos de trabalho. Guia Técnico. um Guia Técnico de O Portal da Construção

Segurança e Higiene no Trabalho. Volume II Locais e Postos de trabalho. Guia Técnico. um Guia Técnico de O Portal da Construção Guia Técnico Segurança e Higiene no Trabalho Volume II Locais e Postos de trabalho um Guia Técnico de Copyright, todos os direitos reservados. Este Guia Técnico não pode ser reproduzido ou distribuído

Leia mais

SEGURANÇA, HIGIENE E SAÚDE NO TRABALHO PROGRAMA DE FORMAÇÃO

SEGURANÇA, HIGIENE E SAÚDE NO TRABALHO PROGRAMA DE FORMAÇÃO FORMAÇÃO SEGURANÇA, HIGIENE E SAÚDE NO TRABALHO PROGRAMA DE FORMAÇÃO Introdução No actual quadro legislativo (Lei 7/2009 Código do Trabalho) e (Lei 102/2009 Regime jurídico da promoção da segurança e saúde

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE Objectivos do Curso. No final deste os alunos deverão: Identificar os principais objectivos associados à implementação de Sistemas de Gestão da Qualidade (SGQ) Compreender

Leia mais

Índice. Página 1 de 7

Índice. Página 1 de 7 Índice 1 - Considerações gerais...2 1.1 - Introdução...2 2 - Actuação em caso de emergência...2 2.1 - Esquema geral de actuação...2 2.2 - Procedimento gerais de actuação...3 2.2.1 - Em caso de incêndio

Leia mais

ÍNDICE CÂMARA MUNICIPAL DE MEALHADA DIVISÃO DE ÁGUAS E SANEAMENTO

ÍNDICE CÂMARA MUNICIPAL DE MEALHADA DIVISÃO DE ÁGUAS E SANEAMENTO ÍNDICE 1. OBJECTIVO E ÂMBITO DE APLICAÇÃO... 2 2. INFORMAÇÕES A TRANSMITIR AOS FUNCIONÁRIOS... 2 2.1. QUAIS OS SINTOMAS DA GRIPE A?... 2 2.2. MODOS DE CONTÁGIO... 3 2.3. MEDIDAS DE PROTECÇÃO E PREVENÇÃO...

Leia mais

Curso de Técnico Auxiliar de Geriatria

Curso de Técnico Auxiliar de Geriatria Curso de Técnico Auxiliar de Geriatria Área de Formação: 762. Trabalho Social e Orientação O Técnico Auxiliar de Geriatria é o profissional com múltiplas competências para poder desempenhar as suas funções

Leia mais

Lista de verificação de medidas e procedimentos para serviços e empresas*

Lista de verificação de medidas e procedimentos para serviços e empresas* Doença pelo novo vírus da gripe A(H1N1) Fase Pandémica 6 - OMS Lista de verificação de medidas e procedimentos para serviços e empresas* A propósito da nova estirpe de vírus da gripe A(H1N1) recentemente

Leia mais

SEGURANÇA, HIGIENE E SAÚDE NO TRABALHO PROGRAMA DE FORMAÇÃO

SEGURANÇA, HIGIENE E SAÚDE NO TRABALHO PROGRAMA DE FORMAÇÃO FORMAÇÃO SEGURANÇA, HIGIENE E SAÚDE NO TRABALHO PROGRAMA DE FORMAÇÃO 1 Introdução No actual quadro legislativo (35/2004) é bem claro que a responsabilidade pelas condições de Segurança, Higiene e Saúde

Leia mais

V JORNADAS DE SEGURANÇA NO TRABALHO PRINCIPAIS CAUSAS DE ACIDENTES DE TRABALHO E DOENÇAS PROFISSIONAIS

V JORNADAS DE SEGURANÇA NO TRABALHO PRINCIPAIS CAUSAS DE ACIDENTES DE TRABALHO E DOENÇAS PROFISSIONAIS V JORNADAS DE SEGURANÇA NO TRABALHO PRINCIPAIS CAUSAS DE ACIDENTES DE TRABALHO E DOENÇAS PROFISSIONAIS As PME s na Europa As PME s são a espinha dorsal da economia portuguesa, sendo responsáveis por grande

Leia mais

QUESTIONÁRIO N.º. 1-Sexo: 3- Nacionalidade: 4-Estado Civil: 5-Grau de ensino (completo): 4 anos de escolaridade 11 anos de escolaridade

QUESTIONÁRIO N.º. 1-Sexo: 3- Nacionalidade: 4-Estado Civil: 5-Grau de ensino (completo): 4 anos de escolaridade 11 anos de escolaridade QUESTIONÁRIO N.º O presente inquérito tem como objectivo registar as opiniões dos trabalhadores que trabalham na Construção Civil, com vista a recolher informações relativamente às condições ambientais

Leia mais

Escola Secundária/3 da Maia Cursos em funcionamento 2009-2010. Técnico de Electrónica, Automação e Comando

Escola Secundária/3 da Maia Cursos em funcionamento 2009-2010. Técnico de Electrónica, Automação e Comando Ensino Secundário Diurno Cursos Profissionais Técnico de Electrónica, Automação e Comando PERFIL DE DESEMPENHO À SAÍDA DO CURSO O Técnico de Electrónica, Automação e Comando é o profissional qualificado

Leia mais

Seção 2: Atenção ao Paciente Subseções: Terapia Dialítica, Assistência Antineoplásica e Hemoterápica. Flávia Soveral Miranda Fabíola Raymundo

Seção 2: Atenção ao Paciente Subseções: Terapia Dialítica, Assistência Antineoplásica e Hemoterápica. Flávia Soveral Miranda Fabíola Raymundo Seção 2: Atenção ao Paciente Subseções: Terapia Dialítica, Assistência Antineoplásica e Hemoterápica Flávia Soveral Miranda Fabíola Raymundo Requisitos comuns a todos as subseções Planeja as atividades,

Leia mais

Qualidade dos Serviços Clínicos

Qualidade dos Serviços Clínicos X Qualidade dos Serviços Clínicos ÍNDICE SECÇÃO I SISTEMAS DE GESTÃO E AVALIAÇÃO DA QUALIDADE...2 1. Sistema de Gestão da Qualidade...2 2. Sistema de Gestão Ambiental...3 3. Monitorização e avaliação dos

Leia mais

Locais de Trabalho Seguros e Saudáveis. Enquadramento Legal

Locais de Trabalho Seguros e Saudáveis. Enquadramento Legal AICCOPN Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas Locais de Trabalho Seguros e Saudáveis - Obrigações Gerais do Empregador SERVIÇOS DE ENGENHARIA/SEGURANÇA AICCOPN - 07 de Junho de

Leia mais

Segurança e Higiene do Trabalho. Volume XX Indicadores de Segurança. Guia Técnico. um Guia Técnico de O Portal da Construção

Segurança e Higiene do Trabalho. Volume XX Indicadores de Segurança. Guia Técnico. um Guia Técnico de O Portal da Construção Guia Técnico Segurança e Higiene do Trabalho Volume XX Indicadores de Segurança um Guia Técnico de Copyright, todos os direitos reservados. Este Guia Técnico não pode ser reproduzido ou distribuído sem

Leia mais

INQUÉRITO SOBRE O ESTADO DOS LABORATÓRIOS E CONDIÇÕES DE TRABALHO E SEGURANÇA

INQUÉRITO SOBRE O ESTADO DOS LABORATÓRIOS E CONDIÇÕES DE TRABALHO E SEGURANÇA INQUÉRITO SOBRE O ESTADO DOS LABORATÓRIOS E CONDIÇÕES DE TRABALHO E SEGURANÇA Na sequência da Circular nº04/cd/03, de 17 de Janeiro, vimos por este meio solicitar a colaboração dos Responsáveis pelos Laboratórios

Leia mais

Aspectos do Projeto e Planejamento na Gestão Segurança do Trabalho

Aspectos do Projeto e Planejamento na Gestão Segurança do Trabalho Aspectos do Projeto e Planejamento na Gestão Segurança do Trabalho Prof.MSc.Gonçalo Siqueira Santos / SP Segurança no trabalho Qual a sua atividade? Esta frase é uma das mais utilizadas entre os médicos

Leia mais

FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS

FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS PP. 1/7 FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS 1 TAREFA ARMAZENAGEM DE MATERIAIS, EQUIPAMENTOS E RESÍDUOS 2 DESCRIÇÃO O trabalho preventivo no armazenamento de produtos perigosos, visa não só a protecção

Leia mais

Metodologias de Avalição de Riscos

Metodologias de Avalição de Riscos Metodologias de Avalição de Riscos Rui Veiga Objectivos Caracterizar as situações em que se deve avaliar os riscos profissionais Classificar as metodologias de AR Apresentar o Método de Avaliação do Risco

Leia mais

1.as Jornadas da Qualidade Centro Hospitalar da Cova da Beira

1.as Jornadas da Qualidade Centro Hospitalar da Cova da Beira 1.as Jornadas da Qualidade Centro Hospitalar da Cova da Beira Os Sistemas de Gestão por Processos Certificação ISO ( e outras) 13 de Novembro de 2009 pág. 1 Fontes de referência: do sistema e processos

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS: Módulo I - Noções de Estatística e Fiabilidade (30 Horas)! Obtenção, análise e classificação de amostras;! Tratamento

Leia mais

FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS

FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS PP. 1/5 FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS 1 TAREFA ORGANIZAÇÃO DO ESTALEIRO 2 DESCRIÇÃO Face à legislação em vigor, estaleiros temporários ou móveis são os locais onde se efectuam trabalhos de

Leia mais

Os Custos de Prevenção e Segurança e a sua Recuperação no Tempo COMUNICAÇÃO DE MANUEL MENDES DA CRUZ

Os Custos de Prevenção e Segurança e a sua Recuperação no Tempo COMUNICAÇÃO DE MANUEL MENDES DA CRUZ Os Custos de Prevenção e Segurança e a sua Recuperação no Tempo COMUNICAÇÃO DE MANUEL MENDES DA CRUZ INTRODUÇÃO O inesperado é o dia a dia das empresas... Pelo que os gestores têm também de prever o inesperado...

Leia mais

EN 13795. Contributo. A elaboração da Norma A situação actual Estrutura e Objectivos EN 13795 e as suas partes constituintes EN13795 FAPOMED SA 2

EN 13795. Contributo. A elaboração da Norma A situação actual Estrutura e Objectivos EN 13795 e as suas partes constituintes EN13795 FAPOMED SA 2 EN 13795 Campos cirúrgicos, batas cirúrgicas e fatos de ambiente controlado, classificados como dispositivos médicos para doentes profissionais de saúde e equipamentos EN 13795 Contributo A elaboração

Leia mais

C O M P E T Ê N C I A S A D E S E N V O L V E R :

C O M P E T Ê N C I A S A D E S E N V O L V E R : AGRUPAMENTO DE ESCOLAS JOÃO DA SILVA CORREIA ANO LETIVO 2015-2016 CURSO PROFISSIONAL DE NÍVEL SECUNDÁRIO TÉCNICO AUXILIAR DE SAÚDE DISCIPLINA: HIGIENE, SEGURANÇA E CUIDADOS GERAIS 11º ANO TURMA F DOCENTE:

Leia mais

I International Symposium on Patient Safety and Quality. Segurança do Paciente: Cenário Nacional. Walter Mendes

I International Symposium on Patient Safety and Quality. Segurança do Paciente: Cenário Nacional. Walter Mendes I International Symposium on Patient Safety and Quality Segurança do Paciente: Cenário Nacional Walter Mendes O que é segurança do paciente? Um fenômeno mundial Índia Portugal EUA Brasil Uma das dimensões

Leia mais

TÉCNICOS. CURSO de TÉCNICAS DE GESTÃO DE ENERGIA

TÉCNICOS. CURSO de TÉCNICAS DE GESTÃO DE ENERGIA TÉCNICOS CURSO de TÉCNICAS DE GESTÃO DE ENERGIA A utilização racional de energia (URE) visa proporcionar o mesmo nível de produção de bens, serviços e níveis de conforto através de tecnologias que reduzem

Leia mais

Gerenciamento de Risco Paciente Oncológico. Sandra Abrantes Krug Seabra

Gerenciamento de Risco Paciente Oncológico. Sandra Abrantes Krug Seabra Gerenciamento de Risco Paciente Oncológico Sandra Abrantes Krug Seabra Outubro 2010 Agenda Gerenciamento de Risco Fatores Críticos de Sucesso Estamos fazendo certo? Gestão = Administração Administrar:

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÂO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR (CCIH) E SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR (SCIH) DO HU/UFJF

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÂO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR (CCIH) E SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR (SCIH) DO HU/UFJF REGIMENTO INTERNO DA COMISSÂO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR (CCIH) E SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR (SCIH) DO HU/UFJF CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO Artigo 1º Atendendo à Portaria de número

Leia mais