R ELATÓRIO A NUAL 2004

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "R ELATÓRIO A NUAL 2004"

Transcrição

1 R ELATÓRIO A NUAL 2004 BANQUE PRIVÉE EDMOND DE ROTHSCHILD EUROPE SOCIÉTÉ ANONYME 20 Boulevard Emmanuel Servais 2535 Luxemburgo Telefone: (352) Fax Direcção: (352) R.C. LUX B TVA LU

2 2

3 A expedição científica empreendida pelo Barão Maurice de Rothschild ( ) durou 15 meses, entre 1904 e Acompanhado por três cientistas e dois taxidermistas, ele partiu de França em Março de 1904, dirigindo-se ao Corno de África, que atravessou de Djibouti até Addis-Abeba, atravessando em seguida a África Oriental Inglesa. Durante esse período, identificou numerosas espécies de insectos, até então desconhecidas, e doou os seus resultados ao serviço entomológico do Museu de História Natural de Paris. Ainda hoje podem observar-se, na Galeria da Evolução do Museu, várias centenas de animais embalsamados - mamíferos e aves - legados no regresso dessa viagem. Fascinado pelo okapi, na altura recentemente descoberto, o Barão foi o primeiro a trazer para a Europa peles e esqueletos deste mamífero, com o propósito de o estudar e identificar. Na procura deste animal misterioso, ele descobriu a girafa com cinco cornos, a partir dessa altura denominada Giraffa Camelopardalis Rothschildi Lydekker. 3

4 Í NDICE 6 Mensagem do Presidente do Conselho de Administração 9 Órgãos sociais do Banque Privée Edmond de Rothschild Europe 14 Mensagem do Comité Executivo 19 Relatório de gestão do Conselho de Administração à Assembleia-geral de Accionistas 30 Demonstrações financeiras Anexo às contas anuais Bidessus Rothschildi 59 Relatório dos Auditores Independentes 61 Contactos: Sede, sucursais, agências de representação e filiais, outros bancos e sociedades do Grupo LCF Rothschild 4

5 Lepidoptera 5

6 M ENSAGEM DO P RESIDENTE DO C ONSELHO DE A DMINISTRAÇÃO A previsão é uma arte difícil. Especialmente, segundo consta, quando diz respeito ao futuro. É, sem dúvida, bem mais do que um simples capricho, uma vez que o estado de espírito dos investidores se detém frequentemente em capítulos já encerrados em vez de se abrir ao futuro. Esses momentos em que o passado balbucia sem conseguir articular as frases do amanhã são os melhores para se investir quando se cultiva a independência de espírito e de comportamento, como a minha linhagem familiar, e como o nosso grupo. Encontramo-nos num desses instantes privilegiados. A euforia dos anos de bolha financeira, severamente punida pela profunda crise bolsista, contabilística, económica, financeira, moral, política e militar, parece tornar inaceitável qualquer movimento de optimismo razoável. O ritmo do crescimento, o petróleo, o dólar e os défices já se encarregaram de moderar a subida dos mercados de acções e de fortalecer a aversão ao risco. O nível dos preços não reflecte devidamente a explosão dos lucros, a depuração dos balanços contabilísticos, a generosidade dos dividendos se comparada com a baixa das taxas de juro. Com a excepção dos Estados Unidos, o prémio do risco atinge valores máximos históricos. Dir-se-ía que o ambiente de fim de mundo, o famoso milenarismo, tendo poupado o ano 2000 para permitir que a festa económica e financeira se realizasse em pleno, avança agora com a sua vingança. Actualmente, o mundo está dominado pelo medo. No entanto, o cenário não é totalmente pessimista. O Médio-Oriente poderá alcançar a paz e a guerra-fria ainda não recomeçou. A recuperação económica da Rússia e da América Latina, e ainda o arranque vertiginoso da China e da Índia, inauguram uma era inédita e apaixonante. Naturalmente que esses deslocamentos tectónicos não se fazem sem ajustes industriais, bancários, monetários e políticos. Porém, tudo isso é controlável e irrelevante perante a importância daquilo que está em jogo. Até porque a redução massiva do preço de certos bens e serviços, deslocalizados porque a sua produção se tornou obsoleta em áreas com um nível de vida e de protecção elevados, origina um ganho extraordinário em termos de poder de compra para novas formas de consumo nos países ricos. E, entre elas, as novas tecnologias da informação e da comunicação, esquecidas temporariamente com o final da bolha financeira mas cujas fabulosas variantes ainda mal começaram a propagar-se pelo planeta. 6

7 Assim, na esteira de uma economia americana extremamente saudável, mais de um terço da humanidade descobre a economia moderna. E num contexto de economia globalizada, para o melhor e para o pior, trata-se de uma evolução que afecta a economia mundial no seu conjunto, as empresas e as bolsas nacionais. Não esqueçamos nunca que a participação da França ao nível da actividade, dos efectivos, dos clientes, dos lucros e mesmo do capital das empresas do CAC 40, é francamente minoritária! A prosperidade das empresas mundiais depende da prosperidade do mundo. Não se trata, por isso, apenas de uma satisfação ética ver o formigueiro asiático a sair da miséria. Trata-se também de uma perspectiva de enriquecimento suplementar para o Ocidente rico. O nosso grupo familiar defende uma cultura de prudência. Sempre procurámos, para os investidores que confiam em nós, contar com o efeito do tempo e oferecer-lhes um desempenho duradouro mais do que oportunidades rapidamente extintas. Nunca deixamos de procurar as vagas de fundo na base da espuma superficial da actividade bolsista. Estou convicto de que a vaga de fundo que conduz o mundo é brilhante. Estou persuadido de que a ansiedade e o pessimismo são apenas as sombras lançadas por um passado recente. Acredito profundamente que é necessário, antes dos outros, virar a página das dificuldades, ter confiança no futuro, estudá-lo com talento uma vez que não se assemelhará ao presente, e correr riscos sobre as novas fronteiras da criação. É com este espírito que conduzo o nosso grupo. E é esse espírito que deverá sustentar a gestão das carteiras de investimentos dos nossos clientes nos próximos anos. Barão Benjamin de Rothschild. 7

8 8

9 Ó RGÃOS SOCIAIS DO B ANQUE P RIVÉE E DMOND DE R OTHSCHILD E UROPE CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Presidente Baron Benjamin de Rothschild Administradores John Alexander Luc Baatard Laurent Dassault Guy Grymberg Claude Messulam Frédéric Otto E. Trevor Salathé Daniel Yves Trèves José Luis de Melo de Vasconcelos e Sousa COMISSÃO EXECUTIVA DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Presidente Claude Messulam Membros John Alexander Luc Baatard Guy Grymberg Frédéric Otto E. Trevor Salathé José Luis de Melo de Vasconcelos e Sousa ÓRGÃO DE FISCALIZAÇÃO E AUDITOR INTERNO Director Marc Grabowski AUDITORES INDEPENDENTES PricewaterhouseCoopers S.à r.l. 9

10 Ó RGÃOS SOCIAIS DO B ANQUE P RIVÉE E DMOND DE R OTHSCHILD E UROPE COMITÉ EXECUTIVO * Presidente Vice-Presidente Vice-Presidente Vice-Presidentes e Director Geral e Director Geral e Director Central e Directores Adjunto Frédéric Otto Pierre-Marie Valenne Jean-François Lafond Benoît de Hults Geoffroy Linard COMITÉ DE DIRECÇÃO PRIVATE BANKING E GESTÃO DE ACTIVOS FINANCEIROS Presidente Vice-Presidentes Directores Frédéric Otto Pierre-Marie Valenne Marc Ambroisien Benoît de Hults Thierry de Baynast Jean-François Lafond Patrick Brebion Rudy Paulet Reginald van Leer COMITÉ DE DIRECÇÃO OIC Presidente Vice-Presidentes Directores Frédéric Otto Pierre-Marie Valenne Franck Sarrazin Jean-François Lafond Guy Verhoustraeten Geoffroy Linard COMITÉ DE DIRECÇÃO FAMILY OFFICE E DESENVOLVIMENTO COMERCIAL Presidente Vice-Presidente Directores Directores Adjuntos Frédéric Otto Pierre-Marie Valenne Marc Ambroisien Raymond Glodé Thierry de Baynast Franck Payrar Edward de Burlet Rudy Paulet Subdirectores Principais Franck Sarrazin Didier Bensadoun Guy Verhoustraeten Raphaël Delplanque * Directores acreditados junto da Comissão de Fiscalização do Sector Financeiro (CSSF) 10

11 SECRETÁRIO GERAL Luc Grégoire DIRECTORES Xavier Delattre Alain Mestat Robert Philippart Bernard Schul Pascal Delle Denis de Montigny Jean-Charles Schiltz DIRECTORES ADJUNTOS Philippe Anstett Philippe Contadin Dimitri Guillaume Jean-Luc Parmentier Paul Boeger Charles Emond Jean Heckmus Carlo Thewes Michel Catulle Claudio Fernandes Reinald Loutsch Eric van der Straten Yves Chezeaud Karl Guénard Philippe Meloni SUBDIRECTORES PRINCIPAIS Frédéric Deletombe Catherine Menzies Nathalie Plompen Philippe Visconti Jean-Louis Di Giovanni Christophe Morizot Philippe Postal David Diwan Francis Nilles Didrik van Zuylen Pascal Gilles Claude Pech Giulia Venturi SUBDIRECTORES Magali Berton Dominique Dubois Nathalie Marques Matthieu Tinti Eric Cardon de Lichtbuer Eric Feyereisen Jeremy Pearce Claude Verdin Jean-François Colson Philippe Godard Philippe Pirenne Marie-Thérèse Weber Emile Cremmer Stanislas Kervyn Alain Ravaux Guy de Spirlet Elise Lethuillier Jean-Marc Robinet Michel Delcroix Amilcar Magalhaes Ribeiro Ilan Schweizer 11

12 Ó RGÃOS SOCIAIS DO B ANQUE P RIVÉE E DMOND DE R OTHSCHILD E UROPE Sucursais no Estrangeiro BÉLGICA / BRUXELAS Director Geral Benoît de Hults Directores Marie-Claire Keyze Eric Dumoulin Marc Lallemand Alain Querton ESPANHA / MADRID Director Geral Directores Subdirectores Ignacio Bernar Elorza Angel Ochoa Crespo Eduardo Martin Ferrandiz Juan Verdaguer Rafael Martin Carlosena Antonio Morales Martin-Cobos Alvaro Sobrino de Santiago Antonio Abad Pedro Adan Pablo Torralba Agud Javier Turrado Alonso Pedro Unzueta Aldecoa 12

13 PORTUGAL / LISBOA Director Geral José Luis de Melo de Vasconcelos e Sousa Directores Bruno Scoglio de Carvalho Gonçalo de Bragança Raul Jorge Godinho dos Santos Marques Vitor Henriques Pereira Rui Daniel Rodrigues de Freitas Sousa Directores Adjuntos João Folque Antunes Luis Filipe Arruda d Orey Rui Nunes dos Santos André Filipe da Silva Reid Subdirectores Gonçalo Maleitas Correa Frederico Pinheiro Magalhaes Pratas Agências de Representação ISRAEL / TELAVIVE Director Ariel Seidman ESLOVÁQUIA / BRATISLAVA Directores Marc Ambroisien Johan Mevesen 13

14 M ENSAGEM DO C OMITÉ E XECUTIVO As nossas sociedades são confrontadas com uma dupla evolução cujas consequências podem parecer paradoxais a muitos níveis: o prolongamento da duração da vida e a exigência de prazos cada vez mais curtos em muitos domínios. Estes fenómenos influenciam directamente a vida económica, mas também a gestão financeira. Devemos relembrar todas as implicações que o prolongamento da duração da vida acarreta em termos de poupança e de consumo? No passado, apenas alguns privilegiados tinham a resistência necessária ou a sorte que lhes permitiam atingir a idade que a maioria da população consegue alcançar actualmente. Constituíam em certa medida casos excepcionais. A situação inverteu-se: normalmente vivemos melhor e durante mais tempo, o desaparecimento precoce tornou-se a excepção. As explicações para este progresso fundamental, pelo menos nos países desenvolvidos, são evidentemente a redução da mortalidade infantil, a queda do nível de malnutrição e sobretudo os extraordinários avanços da medicina e da cirurgia. Uma das consequências desta evolução é um aumento considerável das despesas de saúde. Embora seja necessário denunciar, de uma forma sistemática, determinadas confusões ou despesas inúteis, é um facto inegável que a subida vertiginosa das despesas e cuidados de saúde constitui a prova mais evidente do desenvolvimento das nossas sociedades e dos progressos alcançados. Os resultados obtidos têm esse preço e só a esse preço podem ser obtidos. Falta avaliar as consequências dessa evolução. Por um lado, as necessidades de financiamento geradas pela saúde tornam-se consideráveis, incluindo o fornecimento de serviços e de equipamentos adaptados às pessoas idosas; por outro lado, surgem novas oportunidades, nomeadamente em matéria de actividades de lazer procuradas pelos representantes mais activos dessas faixas etárias. Nesta fase, colocam-se várias questões. A primeira está ligada à duração da vida activa. Entra-se nela cada vez mais tarde devido à duração e à generalização dos estudos. Este factor, bem como a menor dureza do trabalho e o prolongamento da duração da vida, levam forçosamente a questionarmo-nos sobre a idade da reforma, salvo para determinadas categorias de trabalhadores. Com efeito, um número demasiado reduzido de elementos activos não pode financiar, de forma duradoura, as reformas de uma população cuja idade média está em aumento constante. A outra questão é a coabitação de sistemas sociais bem diferentes a nível mundial, num universo marcado pela liberdade de trocas. Para além das disparidades salariais, é difícil fazer competir produtos ou serviços de países que não têm as mesmas limitações em matéria de saúde ou de financiamento de reformas. 14

15 Estamos perante um duplo desafio no espaço e no tempo, ao qual mesmo um país como o Japão - que há muito tempo se destaca em inúmeros domínios - não consegue escapar. Este desafio é económico e social, mas é também financeiro. O debate não pode limitar-se a questões do tipo reforma por repartição ou por capitalização. Sem dúvida que a repartição financiada por uma percentagem cada vez mais fraca de elementos activos não é a panaceia universal, apreciada por alguns, mas a capitalização também se arrisca a ter de se adaptar a esta nova realidade. Agora o mundo industrial vive segundo fluxos agilizados; quanto aos mercados financeiros impõem a sua lógica de retorno sobre o investimento rápido, perfeitamente compreensível mas muitas vezes incompatível com as exigências dos ciclos de pesquisa ou de implementação de instalações pesadas. Podemos constatar isso mesmo no domínio da energia, fundamental para o crescimento mundial. Também no domínio do nuclear, os prazos importantes concedidos às investigações paradoxalmente eram melhor aceites há alguns anos atrás do que actualmente. Da mesma forma, tal como salientam todos os especialistas, se nos confrontamos actualmente com preços de petróleo tão elevados, é mais devido à falta de investimentos, a todos os níveis, provocando a ocorrência de pontos de estrangulamento, do que devido a uma situação de verdadeira escassez. Seria desejável levar os mercados de capitais considerados de risco a aceitarem uma duração de investimento mais longa. Esse objectivo será realista? O prolongamento dos prazos de vencimento e a emissão de empréstimos a cinquenta anos, que dão resposta a uma procura por parte dos tomadores de empréstimos e de determinados investidores, poderão constituir uma evolução favorável a este nível. Mas não deixa de ser verdade que essa duração não conseguiria resolver os inúmeros problemas que podem apresentar-se ou surgir durante meio século. No entanto, iremos ter de implementar rapidamente estruturas que assegurem um crescimento harmonioso para uma população mundial em aumento constante, tanto devido à importância da natalidade em certos países do mundo como devido ao envelhecimento noutros países. Essas estruturas implicam grandes investimentos, nomeadamente em matéria de energia, para respeitar o ambiente. O seu financiamento irá impor certamente mudanças de mentalidade mas irá necessitar também de inovações nos nossos sectores de actividade. Da nossa capacidade de aceitar e vencer estes desafios depende em grande medida o destino das gerações futuras que terão, elas também, novas exigências de desenvolvimento. O Comité Executivo. 15

16 orthoptera 16

17 homoptera 17

18 18

19 R ELATÓRIO DE G ESTÃO DO C ONSELHO DE A DMINISTRAÇÃO À A SSEMBLEIA- GERAL DE A CCIONISTAS A CONJUNTURA ECONÓMICA E BOLSISTA EM 2004 Em 2004, a economia mundial conheceu a taxa de crescimento mais elevada desde 1988, com os Estados Unidos da América e a China a apresentarem-se como as principais figuras dessa expansão. A economia americana atravessou uma fase de transição, evoluindo de uma retoma decorrente de um policy-mix fiscal e monetário excepcionalmente transigente para um crescimento doravante auto-sustentado. A China tentou estabilizar o seu ciclo de expansão num nível elevado, levando consigo as principais economias da Ásia, incluindo a do Japão. Já o crescimento económico da União Europeia alargada a 25 países manteve o seu atraso relativamente ao dos EUA e da Ásia, com os melhores níveis de desempenho conjunturais a verificarem-se nos países situados na sua periferia. Nos EUA, verificou-se uma subida de 4% do PIB real. A recuperação gradual do mercado de emprego prosseguiu, acompanhada por uma renovação da confiança dos consumidores. A procura privada manteve-se sustentada por benefícios fiscais, por uma política monetária particularmente transigente e pela manutenção favorável dos preços do mercado imobiliário. No entanto, esta expansão económica teve o seu preço, já que foi conseguida à custa da degradação do défice corrente e do desvio do saldo orçamental. Por fim, partindo de taxas de fundos Fed no nível mais baixo dos últimos 45 anos e de taxas reais a curto prazo negativas, a Reserva Federal norte-americana (FED) iniciou um novo ciclo de consolidação monetária, aumentando as taxas de juro directoras de 1% para 2,25%, de Junho a Dezembro. A zona euro, por seu lado, apresentou um crescimento modesto (1,9%) em 2004, motivado essencialmente pela melhoria da conjuntura internacional. A procura interna permaneceu fraca, com os custos de investimento a progredir de forma média e a taxa de desemprego a estabilizar num nível elevado. O Banco Central Europeu (BCE) manteve as taxas de juro directoras inalteradas (a 2%) face aos níveis de crescimento e de inflação heterogéneos no seio da União Europeia. Enquanto a subida do preço do petróleo fez subir o índice dos preços no consumidor acima do limite de estabilidade de preços definido pelo BCE (2%), a inflação subjacente (excluindo energia) conheceu uma evolução mais moderada. Por último, as contas públicas dos países da União Europeia continuaram a aumentar e foram vários os países que não conseguiram respeitar os critérios fixados pelo Pacto de Estabilidade e de Crescimento. O vigor da expansão americana e o dinamismo do crescimento chinês permitiram uma aceleração da retoma económica no Japão, no início de 2004, amplamente sustentada pelo investimento e pelas exportações. Giraffa camelopardalis rothschildi Lydekker 19

20 R ELATÓRIO DE G ESTÃO DO C ONSELHO DE A DMINISTRAÇÃO À A SSEMBLEIA- GERAL DE A CCIONISTAS Por outro lado, o consumo privado desceu perante a evolução fraca dos salários e a persistência de tensões deflacionárias. O contexto internacional extremamente competitivo (China), com capacidades de produção inutilizadas, permitiu conter as tensões inflacionistas. Por último, a credibilidade dos bancos centrais em matéria de luta contra a inflação, conquistada ao longo dos últimos vinte anos, travou as previsões de inflação. Embora 2004 tenha sido, em termos globais, um ano positivo para os mercados obrigacionistas, as taxas de rendimento a longo prazo viveram diversas mudanças de tendência, reflectindo as incertezas dos investidores perante as perspectivas de crescimento económico e os riscos de inflação. Estas preocupações acabaram por provocar um flight to quality em relação aos mercados obrigacionistas, resultando numa queda significativa das taxas a longo prazo. As taxas dos Títulos do Tesouro norte-americanos a 10 anos passaram de 4,9% (em Junho) para 4,2% (no final do ano). Este nível é, em geral, considerado inferior ao nível fair-value fundamental, avaliado em 4,8%, devendo-se esta diferença à reciclagem por parte dos bancos centrais dos países asiáticos dos excedentes de poupança estruturais (resultante da sua política cambial) em relação à dívida pública norte-americana. As taxas de longo prazo norte-americanas seguiram a tendência do mercado obrigacionista norteamericano, antes de se afastarem do mesmo a partir de Outubro, devido ao sub-desempenho conjuntural da União Europeia, ao status quo da política monetária do BCE e à firmeza do euro. Por último, o nível reduzido das taxas obrigacionistas governamentais beneficiou com as obrigações privadas e com as obrigações dos mercados emergentes que atraíram capitais em busca de um rendimento mais elevado. Até ao final de Outubro, os investidores privilegiaram os investimentos obrigacionistas, mantendo-se prudentes em relação aos mercados de acções. Esta atitude mudou ao longo do último trimestre, fazendo-se sentir uma nova apetência pelo risco. Em resumo, após um começo encorajador no início de 2004, surgiu uma longa fase de consolidação nos mercados bolsistas, os quais sofreram com a desconfiança dos investidores em relação à política monetária da FED e com a subida acentuada do preço do petróleo. Os principais índices bolsistas europeus e norteamericanos conheceram o seu nível mais baixo do ano no mês de Agosto, antes de recuperarem a um ritmo hesitante até Outubro. Nessa altura, verificou-se uma subida acelerada na sequência da queda do preço do petróleo e das eleições presidenciais norte-americanas no início de Novembro. 20

21 No final de Dezembro, os principais índices bolsistas norte-americanos e europeus fecharam atingindo o nível mais elevado do ano. O índice Standard & Poor s 500 apresentou uma subida de 9% (em dólares) e o índice DJ Euro Stoxx 50 de 7%, apesar da nova subida do euro. No mercado cambial, a moeda europeia manteve a sua evolução ascendente iniciada em Em 31 de Dezembro de 2004, o euro atingiu os 1,36 relativamente ao dólar norte-americano, ou seja, o seu nível mais elevado desde o lançamento da moeda europeia. A evolução da taxa de câmbio EUR/USD traduz, sobretudo, a fraqueza do dólar que continua a sofrer com um conjunto de factores desfavoráveis, tais como o aumento dos défices orçamental e corrente, um diferencial das taxas de juro reais negativas e tensões geopolíticas persistentes. Por último, o ouro e os metais preciosos mantiveram a subida iniciada em 2003, com o preço da onça de ouro a aumentar 5,5% (em dólares). Com efeito, um policy-mix fiscal e monetário sem precedentes na história norte-americana acentuou a queda do dólar e suscitou a nova subida do preço do ouro. Paralelamente a essa evolução, os preços das matérias-primas dispararam, sustentados pelo vigor do crescimento económico mundial, em particular da economia chinesa. O NOSSO DESENVOLVIMENTO No relatório de gestão de 2003, referimos novos projectos destinados a gerar um desenvolvimento positivo das nossas actividades. O esforço comercial no sentido de uma conquista de novos clientes continuava a ser a pedra basilar para cada uma das nossas actividades e sublinhámos a expectativa de desenvolvimento das nossas sucursais em Espanha, em Portugal e na Bélgica. A conjuntura de investimento incerta dos mercados financeiros levava-nos naturalmente a uma certa prudência, devendo as bolsas contar com um ano de transição. Neste contexto, o Banco conseguiu obter em 2004 um resultado positivo, que se traduziu num resultado líquido de , um aumento de 18%. Apesar da evolução volátil dos mercados financeiros, as receitas progrediram de forma satisfatória. Os custos sofreram um aumento, devido ao reforço necessário das equipas e dos meios de produção indispensáveis para apoiar o profissionalismo dos serviços disponibilizados aos nossos clientes. A satisfação dos clientes continua a ser o objectivo primordial das nossas actividades basilares: Clientela Privada e Gestão Patrimonial e Banco Depositário e Agente Administrativo de Organismos de Investimento Colectivo. A actividade de Family Office combina regularmente as competências desenvolvidas no seio das equipas de Private Banking, de Banco Depositário 21

22 R ELATÓRIO DE G ESTÃO DO C ONSELHO DE A DMINISTRAÇÃO À A SSEMBLEIA- GERAL DE A CCIONISTAS e de Agente Administrativo de Organismos de Investimento Colectivo, de engenharia patrimonial e da rede do Groupe LCF Rothschild, em projectos propostos aos nossos clientes para melhor satisfazer os seus requisitos e necessidades. Os clientes continuam receptivos à nossa abordagem onde primam a proximidade, atenção e originalidade das soluções propostas. A evolução significativa da conservação de capitais confiados pelos nossos clientes (particulares ou institucionais de renome) é o melhor testemunho da eficácia da nossa acção. A presença do Banco no estrangeiro continua a desenvolver-se de forma significativa em Espanha, em Portugal e na Bélgica, em universos muito competitivos. Para além do escritório de representação já existente em Telavive, abrimos um segundo escritório de representação em Bratislava, na Eslováquia, um posto de observação para os mercados da Europa oriental, que deverão conhecer desenvolvimentos importantes após a sua adesão à União Europeia, em Maio de Este desenvolvimento baseia-se, necessariamente, numa organização administrativa eficaz. Por conseguinte, são efectuados regularmente investimentos significativos com o objectivo de reforçar as nossas equipas administrativas e de disponibilizar infra-estruturas à altura das necessidades inerentes à nossa actividade. Por esse motivo, adquirimos diversos imóveis no Luxemburgo destinados a acolher os nossos colaboradores, cujo número observou um crescimento significativo. COMENTÁRIOS ÀS CONTAS ANUAIS O relatório de 2004 evidencia a boa saúde financeira do Banco, sublinhada pela leitura dos números-chave das contas anuais. BALANÇO A 31 de Dezembro de 2004, o total do balanço atingiu , em comparação com , a 31 de Dezembro de No que diz respeito ao activo, os créditos a instituições bancárias ascendem a , numa redução de 6% e constituindo 82% do total do balanço, enquanto os créditos de clientes atingiram com um aumento de 43%. No que diz respeito ao passivo, os depósitos e contas correntes dos clientes atingem , ou seja 70% do total do balanço, em comparação com, respectivamente, e 71% em As responsabilidades para com os bancos totalizam , um aumento de 2%, ou seja 25% do balanço. 22

23 Para fazer face ao desenvolvimento contínuo dos negócios, o Banco dispunha, a 31 de Dezembro de 2004, de em capitais próprios, mantendo-se o capital social em RESULTADOS Os proveitos As receitas cresceram 29% em relação ao exercício social de Esta variação deve-se principalmente ao fraco crescimento dos volumes de transacções, apesar do aumento dos bens e valores confiados pelos nossos clientes. Os custos Os custos gerais de exploração mantêm-se controlados, com um aumento de 21%, devido principalmente a custos directamente relacionados com a aquisição de clientes, o crescimento sustentado da actividade, o aumento indispensável de pessoal e os encargos gerados pelo desenvolvimento das nossas sucursais. Os custos com o pessoal aumentam 23%, situando-se em , e representam 69% do total dos custos gerais de exploração. Os outros gastos administrativos ascendem a , acusando um crescimento de 16%. Resultado líquido O resultado líquido do exercício, após impostos e provisões, fixa-se em , crescendo 18% e mantendo uma rendibilidade dos capitais próprios de 27%. No entanto, este resultado inclui custos relevantes, relacionados com o desenvolvimento das sucursais da Bélgica, de Espanha e de Portugal, despesas que representam investimentos a longo prazo para o Banco. Em termos comparativos, excluindo o peso relativo das sucursais, o resultado líquido seria de Omophron Rothschildi 23

24 R ELATÓRIO DE G ESTÃO DO C ONSELHO DE A DMINISTRAÇÃO À A SSEMBLEIA- GERAL DE A CCIONISTAS NÚMEROS-CHAVE (em milhões de euros) Balanço / 2003 Capitais próprios após distribuição (fundos para riscos bancários gerais e rubricas especiais com uma quota-parte de reserva, não incluídos) % Total do Balanço antes da distribuição Demonstração de resultados Resultado das operações de juros Resultado das operações de comissões e de prestações de serviços % Resultado proveniente de operações financeiras % Resultado de valores mobiliários % Outros produtos de exploração 4 5 (20%) Custos de exploração (custos com o pessoal, outros custos gerais e outros gastos administrativos) % Lucro de exploração % Lucros do exercício (após impostos, provisões e amortizações) % Efectivos no fim do ano (sucursais incluídas) Rendibilidade Rendibilidade dos capitais próprios (em %) Lucro após impostos (provisões fixas e provisões extraordinárias não incluídas) / média dos capitais próprios após distribuição 27% 25% Giraffa reticulata de Winton 24

25 25

26 R ELATÓRIO DE G ESTÃO DO C ONSELHO DE A DMINISTRAÇÃO À A SSEMBLEIA- GERAL DE A CCIONISTAS OBJECTIVOS E ESTRATÉGIAS EM MATÉRIA DE GESTÃO DE RISCO A gestão de risco do Banco respeita rigorosamente o quadro das políticas de risco definidas ao nível do Grupo pela casa mãe. Em conformidade com essa política, o Banco garante uma gestão do risco através de um quadro compreensivo de princípios, uma estrutura organizacional, limites e procedimentos estreitamente ligados às actividades do Banco e à natureza dos riscos. A nota 3 do Anexo às contas anuais contém uma informação mais completa sobre os objectivos e estratégias em matéria de gestão dos riscos a que o Banco tem de fazer face. ACONTECIMENTOS SUBSEQUENTES AO FECHO DO EXERCÍCIO PERSPECTIVAS Neste início de 2005, a conjuntura de investimento dos mercados financeiros continua incerta e incita à mais elementar prudência. O Banco inicia este novo exercício com uma confiança e um dinamismo intactos e com novos projectos susceptíveis de gerar um desenvolvimento importante das nossas actividades. O esforço de aquisição de clientes continuará a ser a palavra de ordem em cada um dos nossos segmentos de actividade. No estrangeiro, a atenção manter-se-á voltada para o desenvolvimento das nossas sucursais em Espanha, em Portugal e na Bélgica, sem esquecer uma atenção especial aos mercados que representam os dez novos países membros da União Europeia. A 1 de Janeiro de 2005, a actividade de domiciliação de sociedades e as respectivas equipas da nossa filial LCF Edmond de Rothschild Conseil foram integradas no nosso Banco. Não ocorreu qualquer outro acontecimento que pudesse lesar a rentabilidade do Banco ou aumentar a sua exposição aos riscos. Mantendo um rigoroso controlo de custos, o desenvolvimento contínuo das nossas actividades exige uma melhoria constante da qualidade da prestação de serviços, bem como investimentos significativos para a apoiar. 26

Enquadramento Page 1. Objectivo. Estrutura do documento. Observações. Limitações

Enquadramento Page 1. Objectivo. Estrutura do documento. Observações. Limitações Objectivo No âmbito do processo de adopção plena das Normas Internacionais de Contabilidade e de Relato Financeiro ("IAS/IFRS") e de modo a apoiar as instituições financeiras bancárias ("instituições")

Leia mais

BNI Banco de Negócios Internacional, S.A.

BNI Banco de Negócios Internacional, S.A. Balanço Em 31 de Dezembro de 2006 ACTIVO Notas Caixa e disponibilidades no Banco Central 5 204 460 2 547 Disponibilidades sobre instituições de crédito 6 2 847 256 35 474 Créditos sobre clientes 7 75 154

Leia mais

IV - 2. LISTA E ÂMBITO DAS CONTAS CLASSE 8 PROVEITOS POR NATUREZA. As contas desta classe registam os proveitos correntes do exercício.

IV - 2. LISTA E ÂMBITO DAS CONTAS CLASSE 8 PROVEITOS POR NATUREZA. As contas desta classe registam os proveitos correntes do exercício. Anexo à Instrução nº 4/96 IV - 2. LISTA E ÂMBITO DAS CONTAS CLASSE 8 PROVEITOS POR NATUREZA As contas desta classe registam os proveitos correntes do exercício. 80 - JUROS E PROVEITOS EQUIPARADOS Proveitos

Leia mais

LAKE FUND SGPS, SA. Demonstrações Financeiras Individuais. Exercício 2014

LAKE FUND SGPS, SA. Demonstrações Financeiras Individuais. Exercício 2014 Exercício 2014 Índice Demonstrações financeiras individuais para o exercício findo em Balanço Individual em 5 Demonstração dos Resultados Individuais em 6 Demonstração dos Fluxos de Caixa Individuais em...7

Leia mais

COMUNICADO Resultados Consolidados do BCP no segundo trimestre de 2003

COMUNICADO Resultados Consolidados do BCP no segundo trimestre de 2003 BANCO COMERCIAL PORTUGUÊS, S.A. Sociedade Aberta Sede: Praça D. João I, 28, Porto Mat. CRC do Porto: 40.043 NIPC: 501.525.882 Capital Social Registado: 3.257.400.827 Euros COMUNICADO Resultados Consolidados

Leia mais

ALVES RIBEIRO - INVESTIMENTOS FINANCEIROS, SGPS, S.A. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 (Montantes em Euros, excepto quando expressamente indicado) 1. NOTA INTRODUTÓRIA

Leia mais

Contratos Diferenciais CFDs: Contracts For Difference

Contratos Diferenciais CFDs: Contracts For Difference Contratos Diferenciais CFDs: Contracts For Difference PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO ADVERTÊNCIA AO INVESTIDOR Risco de perda súbita total, superior ou parcial do capital investido Remuneração não garantida

Leia mais

Informações Fundamentais Destinadas aos Investidores (IFI)

Informações Fundamentais Destinadas aos Investidores (IFI) Informações Fundamentais Destinadas aos Investidores (IFI) O presente documento fornece as informações fundamentais destinadas aos investidores sobre este Fundo. Não é material promocional. Estas informações

Leia mais

a) Firma e sede das empresas associadas a empresas incluídas na consolidação;

a) Firma e sede das empresas associadas a empresas incluídas na consolidação; 14.5 - ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS CONSOLIDADOS I - Informações relativas às empresas incluídas na consolidação e a outras 1. Relativamente às empresas incluídas na consolidação a)

Leia mais

RELATÓRIO & CONTAS Liquidação

RELATÓRIO & CONTAS Liquidação Fundo Especial de Investimento Aberto CAIXA FUNDO RENDIMENTO FIXO IV (em liquidação) RELATÓRIO & CONTAS Liquidação RELATÓRIO DE GESTÃO DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS RELATÓRIO DO AUDITOR EXTERNO CAIXAGEST Técnicas

Leia mais

8 - ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS

8 - ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS 8 - ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS 1. Indicação e justificação das disposições do POC que, em casos excepcionais, tenham sido derrogadas e dos respectivos efeitos nas demonstrações financeiras,

Leia mais

É disponibilizada uma cópia electrónica deste aviso no sítio Web: www.jpmorganassetmanagement.com

É disponibilizada uma cópia electrónica deste aviso no sítio Web: www.jpmorganassetmanagement.com JPMorgan Funds Société d Investissement à Capital Variable (a "Sociedade") Registered Office: 6 route de Trèves, L-2633 Senningerberg, Grand Duchy of Luxembourg R.C.S. Luxembourg B 49 663 Telephone: +352

Leia mais

ALTRI, S.G.P.S., S.A. (SOCIEDADE ABERTA)

ALTRI, S.G.P.S., S.A. (SOCIEDADE ABERTA) 30 de Junho de 2005 ALTRI, S.G.P.S., S.A. (SOCIEDADE ABERTA) Relatório do Conselho de Administração Altri, S.G.P.S., S.A. (Sociedade Aberta) Contas Individuais Rua General Norton de Matos, 68 4050-424

Leia mais

ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS

ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS A Penafiel Verde, E.M. é uma empresa municipal, com sede em Penafiel, constituída em Maio de 2006 e que tem como actividades principais a gestão e exploração

Leia mais

PLANO DE CONTAS PARA AS EMPRESAS DE SEGUROS

PLANO DE CONTAS PARA AS EMPRESAS DE SEGUROS PLANO DE CONTAS PARA AS EMPRESAS DE SEGUROS Índice 1. Introdução 2. Considerações sobre as opções tomadas 3. Disposições gerais 4. Quadro de contas 5. Lista e âmbito das contas 6. Tabelas 7. Contas individuais

Leia mais

Comunicado Reuters>bcp.Is Exchange>MCP Bloomberg>bcp pl ISIN PTBCP0AM00007

Comunicado Reuters>bcp.Is Exchange>MCP Bloomberg>bcp pl ISIN PTBCP0AM00007 26 de Outubro de 2010 Actividade do Bank Millennium (Polónia) no 3º Trimestre de 2010 O Banco Comercial Português, S.A. informa que o Bank Millennium S.A. com sede em Varsóvia, Polónia, entidade na qual

Leia mais

Município de Alcácer do Sal Relatório de prestação de contas consolidadas

Município de Alcácer do Sal Relatório de prestação de contas consolidadas 1- INTRODUÇÃO A lei das Finanças Locais (Lei nº 2/2007, de 15 de Janeiros) veio determinar a obrigatoriedade da consolidação de contas para os Municípios que detenham serviços municipalizados e/ou a totalidade

Leia mais

ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS EM 2009.12.31

ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS EM 2009.12.31 00 - Introdução a) Objecto social e identificação da Empresa HABECE Cooperativa de Habitação e Construção de Cedofeita, Crl., tem por objecto a construção ou a sua promoção e a aquisição de fogos para

Leia mais

CARES - Companhia de Seguros, S.A.

CARES - Companhia de Seguros, S.A. CARES - Companhia de Seguros, S.A. Relatório e Contas 2007 Grupo Caixa Geral de Depósitos Relatório e Contas CARES 2007 Índice 2 Índice 3 4 8 14 49 58 Órgãos Sociais Relatório do Conselho de Administração

Leia mais

ABC da Gestão Financeira

ABC da Gestão Financeira ABC da Gestão Financeira As demonstrações financeiras são instrumentos contabilísticos que reflectem a situação económico-financeira da empresa, evidenciando quantitativamente os respectivos pontos fortes

Leia mais

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 8.2.1 - Princípios Contabilísticos Na contabilidade autarca é necessário cumprir um conjunto de princípios contabilísticos, de modo a obter uma imagem

Leia mais

Scal - Mediação de Seguros, S. A.

Scal - Mediação de Seguros, S. A. Scal - Mediação de Seguros, S. A. Anexo às Demonstrações Financeiras Individuais para o exercício findo em 31 de Dezembro de 2014 1. Nota introdutória A Empresa Scal-Mediação de Seguros foi constituída

Leia mais

Ou seja, na data de maturidade, o valor garantido por unidade de participação será aquele que resulta da aplicação da seguinte fórmula:

Ou seja, na data de maturidade, o valor garantido por unidade de participação será aquele que resulta da aplicação da seguinte fórmula: 1.Tipo e Duração 2.Entidade Gestora 3.Consultores de Fundo de Capital Garantido Aberto, constituído em Portugal. A sua constituição foi autorizada pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, em 12/

Leia mais

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS As Demonstrações Financeiras anexas foram elaboradas de acordo com os princípios contabilísticos definidos pelo Plano Oficial de Contabilidade das Autarquias

Leia mais

26 de Junho de 2015 DEPARTAMENTO DE REGULAÇÃO E ORGANIZAÇÃO DO SISTEMA FINANCEIRO

26 de Junho de 2015 DEPARTAMENTO DE REGULAÇÃO E ORGANIZAÇÃO DO SISTEMA FINANCEIRO Apresentação ao mercado do modelo de adopção plena das IAS/IFRS e outras matérias inerentes ao processo de adopção plena das IAS/IFRS no sector bancário nacional DEPARTAMENTO DE REGULAÇÃO E ORGANIZAÇÃO

Leia mais

RELATÓRIO DE ATIVIDADE DO FUNDO DE INVESTIMENTO MOBILIÁRIO

RELATÓRIO DE ATIVIDADE DO FUNDO DE INVESTIMENTO MOBILIÁRIO RELATÓRIO DE ATIVIDADE DO FUNDO DE INVESTIMENTO MOBILIÁRIO MONTEPIO TAXA FIXA FUNDO DE INVESTIMENTO MOBILIÁRIO ABERTO DE OBRIGAÇÕES DE TAXA FIXA 30.06.2015 1. Política de Investimentos O Património do

Leia mais

Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO

Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO Um investimento responsável exige que conheça as suas implicações e que esteja disposto a aceitá-las. Designação: VICTORIA PPR Acções

Leia mais

PLC - CORRETORES DE SEGUROS, S.A. EXERCÍCIO DE 2007 RELATÓRIO DE GESTÃO

PLC - CORRETORES DE SEGUROS, S.A. EXERCÍCIO DE 2007 RELATÓRIO DE GESTÃO PLC - CORRETORES DE SEGUROS, S.A. EXERCÍCIO DE 2007 RELATÓRIO DE GESTÃO De acordo com as disposições legais e estatuárias venho submeter á apreciação dos senhores accionistas o Relatório de Gestão e as

Leia mais

Futuros PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO

Futuros PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO Futuros PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO ADVERTÊNCIA AO INVESTIDOR Risco de perda súbita total, superior ou parcial do capital investido Remuneração não garantida Existência de comissões Possibilidade de exigência

Leia mais

Depósito Indexado, denominado em Euros, pelo prazo de 6 meses (178 dias), não mobilizável antecipadamente.

Depósito Indexado, denominado em Euros, pelo prazo de 6 meses (178 dias), não mobilizável antecipadamente. Designação Classificação Depósito Indexado USD 6 meses Produto Financeiro Complexo Depósito Indexado Depósito Indexado, denominado em Euros, pelo prazo de 6 meses (178 dias), não mobilizável antecipadamente.

Leia mais

Estatísticas de Seguros

Estatísticas de Seguros Estatísticas de Seguros 2009 Autoridade de Supervisão da Actividade Seguradora e de Fundos de Pensões Autorité de Contrôle des Assurances et des Fonds de Pensions du Portugal Portuguese Insurance and Pension

Leia mais

Eurovida Companhia de Seguros de Vida, S.A., sociedade anónima pertencente ao Grupo Banco Seguros

Eurovida Companhia de Seguros de Vida, S.A., sociedade anónima pertencente ao Grupo Banco Seguros Data início de comercialização: 2007/05 por tempo indeterminado Empresa de Companhia de Seguros de Vida, S.A., sociedade anónima pertencente ao Grupo Banco Seguros Popular, com sede social na - 1099-090

Leia mais

19. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS

19. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS 19. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS 19.1. INFORMAÇÕES RELATIVAS ÀS ENTIDADES INCLUÍDAS NA CONSOLIDAÇÃO a) O perímetro de consolidação do Município de Pombal integra as seguintes entidades:

Leia mais

ANO DE 2010 BALANÇO DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA

ANO DE 2010 BALANÇO DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA CONTAS ANO DE 2010 BALANÇO DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE PARAQUEDISMO RUA DA UNIDADE, 9 7000-719

Leia mais

ASSUNTO: EXECUÇÃO DO ORÇAMENTO DA REGIÃO PARA 2004.

ASSUNTO: EXECUÇÃO DO ORÇAMENTO DA REGIÃO PARA 2004. CIRCULAR N.º 11/ORÇ/2003 (PROVISÓRIA) A todos os serviços da administração pública regional ASSUNTO: EXECUÇÃO DO ORÇAMENTO DA REGIÃO PARA 2004. O Decreto Regulamentar Regional n.º ---/---M, de --de --,

Leia mais

ANEXOS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS GOTE - SOCIEDADE DE MEDIAÇÃO DE SEGUROS, LDA

ANEXOS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS GOTE - SOCIEDADE DE MEDIAÇÃO DE SEGUROS, LDA ANEXOS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS ANO : 2010 ÍNDICE 1 - Identificação da entidade 1.1 Dados de identificação 2 - Referencial contabilístico de preparação das demonstrações financeiras 2.1 Referencial

Leia mais

RELATÓRIO ANUAL 2014

RELATÓRIO ANUAL 2014 RELATÓRIO ANUAL 2014 EDMOND DE ROTHSCHILD (EUROPE) RELATÓRIO ANUAL 2014 Edmond de Rothschild (Europe) Sociedade Anónima 20, boulevard Emmanuel Servais L2535 Luxemburgo Caixa Postal B.P. 474 L2014 Luxemburgo

Leia mais

FUNÇÃO FINANCEIRA DAS SEGURADORAS 3.1. A Gestão da Tesouraria. Autor: Prof. Doutor Carlos Pereira da Silva. Ano Lectivo 2007/2008

FUNÇÃO FINANCEIRA DAS SEGURADORAS 3.1. A Gestão da Tesouraria. Autor: Prof. Doutor Carlos Pereira da Silva. Ano Lectivo 2007/2008 Mestrado em Ciências Actuarias FUNÇÃO FINANCEIRA DAS SEGURADORAS 3.1. A Gestão da Tesouraria Autor: Prof. Doutor Carlos Pereira da Silva Ano Lectivo 2007/2008 1 3. A FUNÇÃO FINANCEIRA DAS SEGURADORAS 3.1.

Leia mais

PROSPECTO INFORMATIVO Depósito Indexado - Produto Financeiro Complexo

PROSPECTO INFORMATIVO Depósito Indexado - Produto Financeiro Complexo Designação Classificação Caixa China Invest 2015_PFC Produto Financeiro Complexo O Caixa China Invest 2015 é um depósito indexado não mobilizável antecipadamente, pelo prazo de 2 anos, denominado em Euros,

Leia mais

PROSPECTO SIMPLIFICADO JUNHO DE 2005

PROSPECTO SIMPLIFICADO JUNHO DE 2005 PARVEST Absolute Return Plus (Euro) Sub-fundo da PARVEST, Sociedade Luxemburguesa de Investimento de Capital Variável (a seguir designada por "SICAV") Constituída no dia 27 de Março de 1990 PROSPECTO SIMPLIFICADO

Leia mais

ALTRI, S.G.P.S., S.A. (SOCIEDADE ABERTA)

ALTRI, S.G.P.S., S.A. (SOCIEDADE ABERTA) 31 de Dezembro de 2006 ALTRI, S.G.P.S., S.A. (SOCIEDADE ABERTA) Relatório do Conselho de Administração Altri, S.G.P.S., S.A. (Sociedade Aberta) Contas Individuais Rua General Norton de Matos, 68 4050-424

Leia mais

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS Designação da Entidade: CÂMARA MUNICIPAL DE ODIVELAS Gerência de 1 de Janeiro a 31 de Dezembro de 2006 8.2.1 Não se aplica. 8.2.2 Os conteúdos das contas

Leia mais

Conceitos básicos de negociação em CFDs

Conceitos básicos de negociação em CFDs Conceitos básicos de negociação em CFDs N.º 808 10 20 20 ApoioCliente@GoBulling.com www.bancocarregosa.com/gobulling www.facebook.com/gobulling Advertências Específicas ao Investidor: Pode implicar a perda

Leia mais

Depósito Indexado, denominado em Euros, pelo prazo de 6 meses (191 dias), não mobilizável antecipadamente.

Depósito Indexado, denominado em Euros, pelo prazo de 6 meses (191 dias), não mobilizável antecipadamente. Designação Classificação Depósito Indexado EUR/USD No Touch Produto Financeiro Complexo Depósito Indexado Depósito Indexado, denominado em Euros, pelo prazo de 6 meses (191 dias), não mobilizável antecipadamente.

Leia mais

COMUNICADO 9M 2015 COMUNICADO 9M 2015. (Contas não auditadas)

COMUNICADO 9M 2015 COMUNICADO 9M 2015. (Contas não auditadas) COMUNICADO 9M 2015 (Contas não auditadas) 30 novembro 2015 1 1. EVOLUÇÃO DOS NEGÓCIOS 1.1. ÁREA FINANCEIRA A Área Financeira do Grupo concentra as atividades financeiras, incluindo a Orey Financial e as

Leia mais

O processo de criação de moeda. 1. Conceitos básicos 31

O processo de criação de moeda. 1. Conceitos básicos 31 Índice LISTA DE SÍMBOLOS 17 PREFÁCIO 23 INTRODUÇÃO 25 Capítulo 1 O processo de criação de moeda 1. Conceitos básicos 31 1.1. Moeda e outros activos de uma economia 31 1.2. Sector monetário de uma economia

Leia mais

NCRF 1 Estrutura e conteúdo das demonstrações financeiras

NCRF 1 Estrutura e conteúdo das demonstrações financeiras NCRF 1 Estrutura e conteúdo das demonstrações financeiras Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS 1 - Apresentação de Demonstrações Financeiras,

Leia mais

ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS

ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS relativo às contas individuais do exercício de dois mil e quatro, do Conselho Geral da Ordem dos Advogados, pessoa colectiva de direito público nº 500 965

Leia mais

Enquadramento Página 1

Enquadramento Página 1 No âmbito do processo de adopção plena das Normas Internacionais de Contabilidade e de Relato Financeiro ("IAS/IFRS") e de modo a apoiar as instituições financeiras bancárias ("instituições") neste processo

Leia mais

AVISO N.º 03/2012 de 28 de Março

AVISO N.º 03/2012 de 28 de Março Publicado no Diário da República, I.ª Série, n.º 60, de 28 de Março AVISO N.º 03/2012 de 28 de Março Havendo necessidade de regulamentar a concessão e a classificação das operações de créditos pelas instituições

Leia mais

Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados

Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados Introdução EXERCÍCIO DE 2009 A Empresa «ANTONIO MARQUES, CORRETOR DE SEGUROS EIRL» tem sede na Rua António José Baptista, n.º 16 2.º Dto., em Setúbal, foi

Leia mais

MODELOS DE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS OBSERVAÇÕES E LIGAÇÃO ÀS NCRF. 1. Conjunto completo de demonstrações financeiras

MODELOS DE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS OBSERVAÇÕES E LIGAÇÃO ÀS NCRF. 1. Conjunto completo de demonstrações financeiras MODELOS DE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS OBSERVAÇÕES E LIGAÇÃO ÀS NCRF 1. Conjunto completo de demonstrações financeiras Nos termos do previsto no ponto 2.1.4. das Bases para a Apresentação das Demonstrações

Leia mais

PLANO DE CONTAS EMPRESAS DE SEGUROS PARA AS. Aprovado pela Norma Regulamentar n.º 4/2007-R, de 27 de Abril

PLANO DE CONTAS EMPRESAS DE SEGUROS PARA AS. Aprovado pela Norma Regulamentar n.º 4/2007-R, de 27 de Abril PLANO DE CONTAS PARA AS EMPRESAS DE SEGUROS Aprovado pela Norma Regulamentar n.º 4/2007-R, de 27 de Abril Índice 1. Introdução 2. Considerações sobre as opções tomadas 3. Disposições gerais 4. Quadro de

Leia mais

RELATÓRIO E CONTAS 31-12-2014. Promofundo - Fundo Especial de Investimento Imobiliário Fechado. Promofundo F. E. I. I. F.

RELATÓRIO E CONTAS 31-12-2014. Promofundo - Fundo Especial de Investimento Imobiliário Fechado. Promofundo F. E. I. I. F. RELATÓRIO E CONTAS Promofundo - Fundo Especial de Investimento Imobiliário Fechado 31-12-2014 Promofundo F. E. I. I. F. 1. DESCRIÇÃO DO FUNDO O PROMOFUNDO Fundo Especial de Investimento Imobiliário Fechado

Leia mais

Encontro Nacional de Instaladores da APIRAC-Associação Portuguesa da Indústria de Refrigeração e Ar Condicionado. Batalha, 8 Julho de 2010

Encontro Nacional de Instaladores da APIRAC-Associação Portuguesa da Indústria de Refrigeração e Ar Condicionado. Batalha, 8 Julho de 2010 Encontro Nacional de Instaladores da APIRAC-Associação Portuguesa da Indústria de Refrigeração e Ar Condicionado Batalha, 8 Julho de 2010 As vossas necessidades... O apoio aos Empreendedores e às PME s

Leia mais

Os valores mobiliários que fazem parte de uma mesma emissão conferem aos seus titulares os mesmos direitos e deveres.

Os valores mobiliários que fazem parte de uma mesma emissão conferem aos seus titulares os mesmos direitos e deveres. VALORES MOBILIÁRIOS O QUE SÃO VALORES MOBILIÁRIOS? Valores mobiliários são documentos emitidos por empresas ou outras entidades, em grande quantidade, que representam direitos e deveres, podendo ser comprados

Leia mais

RELATÓRIO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

RELATÓRIO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO GROUPAMA SEGUROS, SA RELATÓRIO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EXERCÍCIO DE 2006 ECONOMIA PORTUGUESA Após o fraco crescimento da economia observado em 2005 (0.4 por cento) estima-se que o Produto Interno

Leia mais

no Sistema Financeiro Carlos David Duarte de Almeida Vice-Presidente do Conselho de Administração

no Sistema Financeiro Carlos David Duarte de Almeida Vice-Presidente do Conselho de Administração As consequências do Orçamento Estado 2010 no Sistema Financeiro Carlos David Duarte de Almeida Vice-Presidente do Conselho de Administração As consequências do OE 2010 no Sistema Financeiro Indice 1. O

Leia mais

Resultados consolidados do Banco BPI entre Janeiro e Setembro de 2010

Resultados consolidados do Banco BPI entre Janeiro e Setembro de 2010 www.ir.bpi.pt BANCO BPI, S.A. - Sociedade aberta Capital Social: 900 000 000 euros; Pessoa Colectiva n.º 501 214 534 Matrícula na Conservatória do Registo Comercial do Porto, sob o n.º 501 214 534 Sede:

Leia mais

CPC COOPERATIVA DE POUPANÇA E CRÉDITO, S.C.R.L. Demonstrações Financeiras. 31 de Dezembro de 2008

CPC COOPERATIVA DE POUPANÇA E CRÉDITO, S.C.R.L. Demonstrações Financeiras. 31 de Dezembro de 2008 Demonstrações Financeiras 31 de Dezembro de 2008 4ª MINUTA EXERCÍCIO DE 2008 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 31 DE DEZEMBRO DE 2008 ÍNDICE PÁGINAS RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE 1 2 BALANÇO 3 DEMONSTRAÇÃO

Leia mais

Aequivalência patrimonial é um método

Aequivalência patrimonial é um método 32 Fiscalidade A equivalência patrimonial eosimpostos diferidos A equivalência patrimonial e o método do custo têm particularidades que é conveniente ter em conta. Na aplicação dos métodos de contabilização

Leia mais

Resultados consolidados do Banco BPI no 1.º semestre de 2011

Resultados consolidados do Banco BPI no 1.º semestre de 2011 www.ir.bpi.pt BANCO BPI, S.A. - Sociedade aberta Capital Social: 990 000 000 euros; Pessoa Colectiva n.º 501 214 534 Matrícula na Conservatória do Registo Comercial do Porto, sob o n.º 501 214 534 Sede:

Leia mais

PÁGINA INTENCIONALMENTE DEIXADA EM BRANCO

PÁGINA INTENCIONALMENTE DEIXADA EM BRANCO 1 Índice Volume II 5 Relatório do Conselho Geral e de Supervisão 12 Parecer do Conselho Geral e de Supervisão incluíndo declaração de conformidade 14 Relatório da Comissão para as Matérias Financeiras

Leia mais

Comunicado à imprensa. Os investimentos e a gestão da Reserva Financeira em 2014

Comunicado à imprensa. Os investimentos e a gestão da Reserva Financeira em 2014 Comunicado à imprensa Os investimentos e a gestão da Reserva Financeira em A Autoridade Monetária de Macau (AMCM) torna público os valores totais dos activos da Reserva Financeira da Região Administrativa

Leia mais

Boletim Mensal de Economia Portuguesa. N.º 11 Novembro 2014. Gabinete de Estratégia e Estudos Ministério da Economia

Boletim Mensal de Economia Portuguesa. N.º 11 Novembro 2014. Gabinete de Estratégia e Estudos Ministério da Economia Boletim Mensal de Economia Portuguesa N.º 11 Novembro Gabinete de Estratégia e Estudos Ministério da Economia GPEARI Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais Ministério

Leia mais

------------------------------CONTABILIDADE FINANCEIRA I------------------------------

------------------------------CONTABILIDADE FINANCEIRA I------------------------------ ------------------------------CONTABILIDADE FINANCEIRA I------------------------------ Fluxos empresariais: Tipos de fluxos Perspectiva Quadros demonstrativos contabilísticos Externos: Despesas Receitas

Leia mais

ASSUNTO: Plano de Contas (Caixa Central e Caixas de Crédito Agrícola Mútuo)

ASSUNTO: Plano de Contas (Caixa Central e Caixas de Crédito Agrícola Mútuo) Instruções do Banco de Portugal Instrução nº 118/96 ASSUNTO: Plano de Contas (Caixa Central e Caixas de Crédito Agrícola Mútuo) Tendo presente as alterações introduzidas no Código do Mercado de Valores

Leia mais

01 _ Enquadramento macroeconómico

01 _ Enquadramento macroeconómico 01 _ Enquadramento macroeconómico 01 _ Enquadramento macroeconómico O agravamento da crise do crédito hipotecário subprime transformou-se numa crise generalizada de confiança com repercursões nos mercados

Leia mais

8. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

8. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 8. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Nota Introdutória A Manuel Rodrigues Gouveia, S.A. ( MRG ou Empresa ) tem sede em Seia, foi constituída em 1977 e tem como actividade principal a Construção Civil

Leia mais

Comissão Mercados e Valores Mobiliários. Existindo o risco de perda dos montantes investidos.

Comissão Mercados e Valores Mobiliários. Existindo o risco de perda dos montantes investidos. Mod. Versão: 42.00 Informação actualizada a: 01/04/2012 Designação Comercial: Poupança Vida BES (I.C.A.E.) Data início de Comercialização: 24/08/2009 Data fim de Comercialização: Em comercialização Empresa

Leia mais

Distintos Membros dos Órgãos Sociais da Banca Comercial; Chegamos ao final de mais um ano e, por isso, é oportuno, fazer-se um

Distintos Membros dos Órgãos Sociais da Banca Comercial; Chegamos ao final de mais um ano e, por isso, é oportuno, fazer-se um Sr. Vice-Governador do BNA; Srs. Membros do Conselho de Administração do BNA; Distintos Membros dos Órgãos Sociais da Banca Comercial; Sr Representante das Casas de Câmbios Srs. Directores e responsáveis

Leia mais

O valor da remuneração do Depósito Indexado não poderá ser inferior a 0%. O Depósito garante na Data de Vencimento a totalidade do capital aplicado.

O valor da remuneração do Depósito Indexado não poderá ser inferior a 0%. O Depósito garante na Data de Vencimento a totalidade do capital aplicado. Designação Depósito Indexado PSI 20 Classificação Caracterização do Produto Garantia de Capital Garantia de Remuneração Factores de Risco Instrumentos ou variáveis subjacentes ou associados Perfil de cliente

Leia mais

COMUNICADO RESULTADOS TRIMESTRAIS (Não auditados) 28 de Maio de 2015

COMUNICADO RESULTADOS TRIMESTRAIS (Não auditados) 28 de Maio de 2015 COMUNICADO RESULTADOS TRIMESTRAIS (Não auditados) 28 de Maio de 2015 Sociedade Comercial Orey Antunes, S.A. Sociedade Aberta Rua Carlos Alberto da Mota Pinto, nº 17 6A, 1070-313 Lisboa Portugal Capital

Leia mais

AUDITORIA GERAL DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS 2. VALORES MOBILIÁRIOS

AUDITORIA GERAL DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS 2. VALORES MOBILIÁRIOS AUDITORIA GERAL DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS 2. VALORES MOBILIÁRIOS Banco de Cabo Verde O QUE SÃO VALORES MOBILIÁRIOS? Valores mobiliários são documentos emitidos por empresas ou outras entidades,

Leia mais

CAIXAGEST SELECÇÃO ORIENTE 2008

CAIXAGEST SELECÇÃO ORIENTE 2008 CAIXAGEST SELECÇÃO ORIENTE 2008 Fundo Especial de Investimento Fechado RELATÓRIO & CONTAS 1º Semestre 2008 ÍNDICE AMBIENTE MACRO ECONÓMICO E MERCADOS FINANCEIROS 2 A EVOLUÇÃO DO MERCADO DE FIM EM PORTUGAL

Leia mais

ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2007

ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2007 ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2007 NOTA INTRODUTÓRIA A RUMO 2020, E.M. é uma empresa pública de âmbito municipal constituída em 16 de Outubro de 2006. Tem a sua

Leia mais

ESAF Fundos de Investimento Mobiliário RELATÓRIO E CONTAS ESPÍRITO SANTO LIQUIDEZ

ESAF Fundos de Investimento Mobiliário RELATÓRIO E CONTAS ESPÍRITO SANTO LIQUIDEZ RELATÓRIO E CONTAS ESPÍRITO SANTO LIQUIDEZ 30 de Junho de 2012 1. CARACTERIZAÇÃO DO FUNDO a) Objectivo e política de investimento O Espírito Santo Liquidez Fundo Especial de Investimento Aberto, adiante

Leia mais

Anexo à Instrução 11/96

Anexo à Instrução 11/96 Anexo à Instrução 11/96 SOCIEDADES CORRETORAS Sociedade... SITUAÇÃO ANALÍTICA EM / / SALDOS DEVEDORES 10 - CAIXA VALORES (em contos) 11 - DEPÓSITOS À ORDEM NO BANCO DE PORTUGAL 12 - DISPONIBILIDADES SOBRE

Leia mais

Índice PARTE A ENQUADRAMENTO DA ACTIVIDADE FINANCEIRA NOTA PRÉVIA À 2ª EDIÇÃO 19 PREFÁCIO 21 INTRODUÇÃO 23

Índice PARTE A ENQUADRAMENTO DA ACTIVIDADE FINANCEIRA NOTA PRÉVIA À 2ª EDIÇÃO 19 PREFÁCIO 21 INTRODUÇÃO 23 introdução 7 Índice NOTA PRÉVIA À 2ª EDIÇÃO 19 PREFÁCIO 21 INTRODUÇÃO 23 PARTE A ENQUADRAMENTO DA ACTIVIDADE FINANCEIRA Capítulo 1 INTRODUÇÃO À ACTIVIDADE FINANCEIRA 1. Evolução da actividade bancária

Leia mais

PARVEST USA LS30. Prospecto simplificado Abril de 2008

PARVEST USA LS30. Prospecto simplificado Abril de 2008 PARVEST USA LS30 Subfundo da SICAV PARVEST, Sociedade de Investimento de Capital Variável O subfundo Parvest USA LS30 foi lançado a 30 de Outubro de 2007. Prospecto simplificado Abril de 2008 Este prospecto

Leia mais

ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS GOTE - SOCIEDADE DE MEDIAÇÃO DE SEGUROS, LDA

ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS GOTE - SOCIEDADE DE MEDIAÇÃO DE SEGUROS, LDA ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS GOTE - SOCIEDADE DE MEDIAÇÃO DE SEGUROS, LDA ANO : 2011 ÍNDICE 1 - Identificação da entidade 1.1 Dados de identificação 2 - Referencial contabilístico de preparação das

Leia mais

Contabilidade Geral e Financeira. Enunciado da Prova

Contabilidade Geral e Financeira. Enunciado da Prova Governo da Região Administrativa Especial de Macau Comissão de Registo dos Auditores e dos Contabilistas Ano de 2014 (1.ª É poca) Prestação de provas para registo como auditor de contas 24 de Maio de 2014

Leia mais

BANCO BIC, S.A. 1. NOTA INTRODUTÓRIA

BANCO BIC, S.A. 1. NOTA INTRODUTÓRIA 1. NOTA INTRODUTÓRIA O Banco BIC, S.A. (adiante igualmente designado por Banco BIC ou Banco ) foi constituído por Escritura Pública de 22 de Abril de 2005, na sequência da comunicação do Banco Nacional

Leia mais

DECLARAÇÃO INICIAL DO GOVERNADOR DO BANCO DE PORTUGAL NA APRESENTAÇÃO DO BOLETIM ECONÓMICO DA PRIMAVERA (2009)

DECLARAÇÃO INICIAL DO GOVERNADOR DO BANCO DE PORTUGAL NA APRESENTAÇÃO DO BOLETIM ECONÓMICO DA PRIMAVERA (2009) Conferência de Imprensa em 14 de Abril de 2009 DECLARAÇÃO INICIAL DO GOVERNADOR DO BANCO DE PORTUGAL NA APRESENTAÇÃO DO BOLETIM ECONÓMICO DA PRIMAVERA (2009) No contexto da maior crise económica mundial

Leia mais

RESULTADOS CONSOLIDADOS

RESULTADOS CONSOLIDADOS 2012 RESULTADOS CONSOLIDADOS Lisboa, 8 de Fevereiro de 2013 A presente informação anual não foi sujeita a auditoria. Processo de Recapitalização A 31 de Dezembro de 2012 foi anunciada a aprovação por parte

Leia mais

Em 31 de Dezembro do ano de 2011 e 31 de Dezembro de 2012, estas rubricas tinham a seguinte composição:

Em 31 de Dezembro do ano de 2011 e 31 de Dezembro de 2012, estas rubricas tinham a seguinte composição: 8.2 Notas ao Balanço e à Demonstração de Resultados As demonstrações financeiras relativas ao exercício de 2012, foram preparadas de acordo com os princípios contabilístico fundamentais previstos no POCAL

Leia mais

CONTABILIDADE FINANCEIRA AVANÇADA

CONTABILIDADE FINANCEIRA AVANÇADA Exame Época Normal 04 de Julho de 0 Duração: H 00M Deve identificar-se nesta folha de prova, indicando o nome completo, número de matrícula e turma em que se encontra inscrito(a). As opções de resposta

Leia mais

Objectivo 1 e 2. Âmbito 3. Considerações Gerais 4 e 5. Identificação das Demonstrações financeiras 6 a 8. Período de Relato 9.

Objectivo 1 e 2. Âmbito 3. Considerações Gerais 4 e 5. Identificação das Demonstrações financeiras 6 a 8. Período de Relato 9. ÍNDICE (parágrafos) Objectivo 1 e 2 Âmbito 3 Considerações Gerais 4 e 5 Identificação das Demonstrações financeiras 6 a 8 Período de Relato 9 Balanço 10 a 31 Demonstração dos Resultados 32 a 38 Demonstração

Leia mais

INFORMAÇÃO TRIMESTRAL INDIVIDUAL/CONSOLIDADA (Não Auditada)

INFORMAÇÃO TRIMESTRAL INDIVIDUAL/CONSOLIDADA (Não Auditada) INFORMAÇÃO TRIMESTRAL INDIVIDUAL/CONSOLIDADA (Não Auditada) (aplicável às entidades sujeitas à disciplina normativa contabilística das IAS / IFRS) BANCO BPI, S.A. Sociedade com o capital aberto ao investimento

Leia mais

INSTRUTIVO N.º 07/2015 de 28 de Maio

INSTRUTIVO N.º 07/2015 de 28 de Maio INSTRUTIVO N.º 07/2015 de 28 de Maio ASSUNTO: CASAS DE CÂMBIO - Regras Operacionais Considerando a necessidade de se adequar as regras operacionais das casas de câmbio, ao efectivo monitoramento do fluxo

Leia mais

. FUNDOS DE INVESTIMENTO

. FUNDOS DE INVESTIMENTO . FUNDOS 7.. F DE INVESTIMENTO 7. Fundos de Investimento O QUE É UM FUNDO DE INVESTIMENTO? Um fundo de investimento é um património que pertence a várias pessoas, destinado ao investimento em determinados

Leia mais

Open Course: Techniques of Financial Engineering

Open Course: Techniques of Financial Engineering Open Course: Techniques of Financial Engineering Objectivos a atingir Delimitar os domínios da Gestão financeira a curto prazo da Gestão financeira a médio m e a longo prazo; Realçar ar a importância da

Leia mais

ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 8.2 - NOTAS AO BALANÇO E A DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 8.2.1 Indicação e justificação das disposições do POCAL que, em casos excecionais, devidamente fundamentados e sem

Leia mais

Exercício de stress test Europeu: Resultados principais dos bancos portugueses 15 Julho 2011

Exercício de stress test Europeu: Resultados principais dos bancos portugueses 15 Julho 2011 Exercício de stress test Europeu: Resultados principais dos bancos portugueses Julho Esta nota resume as principais características e resultados do exercício de stress test realizado ao nível da União

Leia mais

ANEXO AO BALANÇO E DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS. 31 de Dezembro de 2014

ANEXO AO BALANÇO E DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS. 31 de Dezembro de 2014 ANEXO AO BALANÇO E DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 31 de Dezembro de 2014 1 IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE 1.1 Designação da entidade: Mediator Sociedade Corretora de Seguros, S.A. 1.2 - Sede: Avª Fontes Pereira

Leia mais

Decreto-Lei n.º 15/83/M. de 26 de Fevereiro

Decreto-Lei n.º 15/83/M. de 26 de Fevereiro Decreto-Lei n.º 15/83/M de 26 de Fevereiro O Decreto-Lei n.º 35/82/M, de 3 de Agosto, ao regular o sistema de crédito e a estrutura financeira do Território, introduziu modificações importantes na organização

Leia mais

Nota às demonstrações financeiras relativas ao semestre findo em 30 de Junho de 2010

Nota às demonstrações financeiras relativas ao semestre findo em 30 de Junho de 2010 1. Nota Introdutória Elementos identificativos: Denominação Fortis Lease Instituição Financeira de Crédito, SA NIF 507 426 460 Sede Social Objecto Social A Fortis Lease Portugal Instituição Financeira

Leia mais