Aprova alterações no Regimento Interno do Programa de Pós-Graduação em Sociologia.

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1 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CONSELHO DO ENSINO, DA PESQUISA E DA EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 78/2014/CONEPE Aprova alterações no Regimento Interno do Programa de Pós-Graduação em Sociologia. O CONSELHO DO ENSINO, DA PESQUISA E DA EXTENSÃO da Universidade Federal de Sergipe, no uso de suas atribuições legais, CONSIDERANDO que a proposta apresentada atende a legislação vigente, e em especial a Resolução nº 25/2014/CONEPE; CONSIDERANDO a ata da reunião do Colegiado do Mestrado e Doutorado em Sociologia, realizada em 15/10/2014; CONSIDERANDO parecer do Comitê de Área em Ciências Humanas aprovado em reunião realizada em 10/11/2014; CONSIDERANDO o parecer da Relatora, Consª ROZANA RIVAS DE ARAÚJO, ao analisar o processo n /14-16; CONSIDERANDO ainda, a decisão unânime deste Conselho, em sua Reunião Ordinária, hoje realizada, R E S O L V E: Art. 1º Aprovar alterações no Regimento Interno do Programa de Pós-Graduação em Sociologia (PPGS), denominado Programa de Pós-Graduação em Sociologia, nos termos do Anexo que integra a presente Resolução, ficando responsável pelos Cursos de Mestrado Acadêmico e Doutorado em Sociologia. Art. 2º Os Cursos de Mestrado Acadêmico e Doutorado em Sociologia serão organizados segundo as Estruturas Curriculares apresentadas através de Instrução Normativa do Colegiado do Programa. Art. 3º Esta Resolução entra em vigor nesta data, revoga as disposições em contrário e, em especial, a Resolução nº 90/2012/CONEPE. Sala das Sessões, 19 de dezembro de 2014 REITOR Prof. Dr. Angelo Roberto Antoniolli PRESIDENTE 1

2 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CONSELHO DO ENSINO, DA PESQUISA E DA EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 78/2014/CONEPE ANEXO REGIMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SOCIOLOGIA CAPÍTULO I DA CONSTITUIÇÃO E DOS OBJETIVOS Art. 1º O Programa de Pós-Graduação em Sociologia (PPGS) da Universidade Federal de Sergipe (UFS) oferece cursos em nível de Mestrado e Doutorado em Sociologia. Art. 2º O Programa tem por objetivos: I.formar pessoal qualificado em nível de Mestrado e Doutorado para o exercício das atividades de pesquisa e de ensino; II. promover a capacitação de cientistas sociais para atuarem junto a instituições públicas ou privadas, assim como em setores da sociedade civil que demandem serviços na área; III. estimular o desenvolvimento de módulos integrados de ensino, pesquisa e extensão, com base nas temáticas constantes das linhas de pesquisa em vigor, e, IV. incentivar atividades integradoras da pós-graduação e da graduação que acarretem a melhoria do ensino da Sociologia e das Ciências Sociais em todos os níveis. CAPÍTULO II DA ORGANIZAÇÃO ACADÊMICA Seção I Da Estrutura Curricular Art. 3º O Programa de Pós-Graduação em Sociologia da UFS será organizado como conjunto integrado de disciplinas, de modo a propiciar ao aluno o aprimoramento da formação já adquirida e a permitir-lhe o desenvolvimento de estudos e pesquisas, de acordo com as linhas de pesquisa definidas pelo Colegiado do Programa. Parágrafo Único: A estrutura curricular é de competência do colegiado do Programa, e deverá ser regida através de Instrução Normativa, que uma vez aprovada, deverá ser encaminhada à COPGD, juntamente com a ata de aprovação, para que possa ser implementada. Art. 4º A estrutura curricular do Programa agrupará as atividades oferecidas, semestralmente, em três conjuntos estabelecidos pelo Colegiado do Programa, a saber: I. disciplinas obrigatórias; II. disciplinas optativas, e; III. atividades extracurriculares. Art. 5º Consideram-se disciplinas obrigatórias aquelas que representam o suporte formal e intelectivo indispensável ao desenvolvimento do Curso. Para o Mestrado, as disciplinas obrigatórias apresentam um total de 12 (doze) créditos e para o Doutorado, as disciplinas obrigatórias apresentam um total de 20 (vinte) créditos. Parágrafo Único: Consideram-se disciplinas optativas aquelas que visam à formação do aluno nas diferentes linhas de pesquisa do Programa. No Mestrado, as disciplinas optativas integram o mínimo de 08 (oito) créditos e, no Doutorado, o mínimo de 12 (doze) créditos. 2

3 Art. 6º Consideram-se atividades extracurriculares as atividades que visam a subsidiar o processo de maturação e implementação dos projetos de Dissertação e de Tese. As atividades extracurriculares integram 04 (quatro) créditos no Mestrado e 06 (seis) créditos no Doutorado. Art. 7º A integralização de créditos para o curso de Mestrado e Doutorado ficam estruturadas conforme Instrução Normativa do Colegiado do Programa. Art. 8º Poderão ser revalidadas disciplinas obtidas em cursos de Pós-Graduação reconhecidas pela CAPES, no caso de cursos brasileiros. No caso de cursos realizados no exterior, a avaliação será realizada caso a caso pelo Colegiado do Programa. 1 No Doutorado, poderão ser revalidadas disciplinas cursadas como aluno especial no máximo de 08 (oito) créditos, bem como disciplinas cursadas regularmente no Mestrado, sendo que o total de ambos não poderá ultrapassar 08 (oito) créditos. 2 No Mestrado, poderão ser revalidadas disciplinas cursadas como aluno especial e disciplinas cursadas em outros Programas, sem ultrapassar o limite de 04 (quatro) créditos. 3 O encaminhamento dos pedidos de revalidação de disciplinas deverá conter: I.programas das disciplinas autenticados pela secretaria dos respectivos Programas de Pós- Graduação de origem; II. nome e titulação do professor que ministrou a disciplina, e; III. parecer do professor orientador. 4 O Colegiado contará com o auxílio da Comissão de Revalidação, que será criada anualmente para este fim e constituída por dois professores do Programa. 5 Se o requerente não tiver ainda definido seu orientador no momento da entrada do pedido de revalidação, prevalecerão os critérios definidos pela Comissão de Revalidação. 6 Deverá ser observado pelos alunos o interstício máximo de dez anos entre a conclusão da disciplina e a solicitação de sua revalidação. 7 Considerando que os cursos de Especialização são atividades lato sensu, de natureza diferente dos programas de pós-graduação stricto sensu, seus créditos não serão reconhecidos no Mestrado nem no Doutorado. 8 A base de cálculo será de um crédito para 15 (quinze) horas/aula. Qualquer que seja a carga horária total será validado no máximo 04 (quatro) créditos por disciplina. 9 Os créditos revalidados não desobrigam o aluno de cursar as disciplinas obrigatórias tanto no Mestrado quanto no Doutorado. 10. Os alunos do Mestrado e do Doutorado deverão cursar, no mínimo, uma disciplina optativa deste Programa durante o curso. Art. 9º Poderão ser estabelecidas, a critério do Colegiado, outras atividades (seminários, estágios, tarefas práticas e de pesquisa, programas de leitura), além das disciplinas, que visem a completar, com direito a crédito, a formação do aluno. Art. 10. O Curso de Mestrado terá duração mínima de 12 (doze) e máxima de 24 (vinte e quatro) meses, e o curso de Doutorado, terá duração mínima de 24 (vinte e quatro) e máxima de 48 (quarenta e oito) meses. Art. 11. Por solicitação justificada do aluno, com parecer favorável do professor orientador do trabalho de conclusão, estes prazos poderão ser prorrogados por até 06 (seis) meses para Mestrado e 12 (doze) meses para Doutorado, além da duração prevista no currículo, mediante decisão do Colegiado. 3

4 1 Cada pedido de prorrogação de prazo não pode exceder a três meses e deve conter uma justificativa do aluno, assim como um parecer escrito do orientador. 2 Além dos requisitos do parágrafo anterior, o segundo pedido de prorrogação de prazo só será apreciado se vier acompanhado da parte já redigida da Dissertação ou Tese. Art. 12. No curso de Mestrado, esgotados os prazos previstos no artigo anterior, mas não havendo o aluno defendido a Dissertação, não terá direito à obtenção de certificado de Especialização. Art. 13. Por solicitação expressa e devidamente justificada do professor orientador, o aluno matriculado em curso de Mestrado poderá passar diretamente ao Doutorado, desde que respeitado os procedimentos constantes dos parágrafos deste artigo. 1 A solicitação do professor orientador só poderá ser encaminhada ao Coordenador do Curso mediante recomendação da banca de qualificação do projeto de Mestrado, escrita expressamente na Ata de Qualificação. 2 O Coordenador do Curso nomeará uma Comissão de três membros, sendo, ao menos, um deles externo ao Programa, para avaliar a solicitação e encaminhar um parecer ao Colegiado. 3 Cabe ao Colegiado a decisão final quanto à qualidade acadêmica da solicitação encaminhada. 4 É obrigado o discente realizar a defesa da dissertação para ser matriculado no curso de Doutorado. 5 Para o aluno nas condições do caput deste artigo, o prazo máximo para o Doutorado será de 54 (cinquenta e quatro) meses, sendo computado, no prazo total, o tempo despendido com o Mestrado, observado o Art. 10. Seção II Do Estágio de Docência Art. 14. O Estágio de Docência é uma atividade curricular obrigatória para estudantes bolsistas no nível de Doutorado. Para doutorandos não-bolsistas e para mestrandos, o Estágio de Docência possui caráter optativo. Art. 15. Para alunos de Doutorado, a duração mínima do Estágio de Docência é de dois semestres e, a duração máxima, de três semestres. Para alunos de Mestrado, a duração máxima é de dois semestres. Cada semestre contabilizará 04 (quatro) créditos para integralização curricular. 1º O Estágio de Docência será realizado em disciplinas ofertadas pelo curso de graduação da Universidade Federal de Sergipe. 2º A carga horária máxima do Estágio de Docência será de 04 (quatro) horas/aula semanais. 3 ºCabe ao orientador definir em qual disciplina o aluno realizará o Estágio. Esta deve ser preferencialmente, ministrada pelo próprio professor orientador. 4º Cabe ao orientador a responsabilidade pelo acompanhamento e avaliação do aluno estagiário. 5º As atividades previstas para o aluno em Estágio de Docência são as seguintes: I. acompanhamento e suporte ao professor em aulas teóricas e práticas; II. supervisão pedagógica de alunos, participação em avaliação parcial de conteúdos programáticos, teóricos e práticos; III. aplicação de métodos ou técnicas pedagógicas, como estudo dirigido e seminários; 4

5 IV. o aluno estagiário poderá ministrar aulas na disciplina em que realiza o Estágio, desde que acompanhado pelo docente responsável, não excedendo carga total de 16 horas/aula, e, V. o alunos estagiário deverá elaborar relatório de atividades, a partir de modelo padrão. 6º alunos que comprovem experiência docente em nível superior de, pelo menos, um semestre letivo, ou o equivalente a 60 horas/aula, poderão ter 04 (quatro) créditos correspondentes validados como Estágio de Docência. Art. 16. Compete à Coordenação do PPGS, assessorada pela Comissão de Bolsas do Programa, registrar e avaliar o Estágio de Docência para fins de crédito do pós-graduando. Art. 17. Compete ao Coordenador do Programa comunicar à chefia departamental, no início do semestre letivo, as disciplinas em que ocorrerão Estágios de Docência. CAPÍTULO III DA ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA Seção I Do Colegiado Art. 18. O Colegiado é o órgão de coordenação didático-científica do Programa de Pós- Graduação em Sociologia, sendo constituído: Iḍo coordenador, como presidente, e do vice-coordenador, como vice-presidente, e dos docentes permanentes credenciados que preencham os requisitos necessários ao exercício pleno do magistério em nível de Mestrado e/ou de Doutorado: a) perderá a condição de integrante do Colegiado o professor que, por período superior a 02 (dois) anos, não haja ministrado disciplina ou orientado Dissertação ou Tese; ou que não tenha desempenho acadêmico compatível com os critérios de avaliação das normas estabelecidas para Credenciamento e Descredenciamento no PPGS; b) a condição de professor orientador de Dissertação ou de Tese será formalizada pelo Colegiado aos docentes permanentes credenciados de acordo com as normas estabelecidas para Credenciamento e Descredenciamento no PPGS; c) professores colaboradores poderão participar do programa ministrando disciplinas optativas e na qualidade de orientadores; II. de representantes discentes, eleitos na forma regulamentar: a) o mandato dos representantes discentes será de 01 (um) ano; b) a representação discente dar-se-á na proporção de 1/5 dos membros docentes, ficando assegurada a participação de discentes do curso de Mestrado Acadêmico e de Doutorado. Art. 19. O Colegiado reunir-se-á uma vez por mês ou, extraordinariamente, por convocação do Coordenador, ou ainda mediante solicitação de, pelo menos, 1/3 (um terço) de seus membros, com antecedência mínima de 48 (quarenta e oito) horas, com pauta definida e acompanhada da ata da reunião anterior. Parágrafo Único: Para iniciar a reunião, é necessária a presença da maioria simples dos membros do Colegiado. Art. 20. O comparecimento às reuniões do Colegiado é obrigatório e preferencial em relação a qualquer outra atividade administrativa, de ensino, pesquisa ou extensão na Universidade. Parágrafo Único: Considera-se falta injustificada a ausência não justificada do membro do Colegiado em 03 (três) reuniões consecutivas ou em 06 (seis) alternadas, no período de um ano, cabendo ao Coordenador comunicar ao órgão competente. Art. 21. De cada reunião lavrar-se-á ata, assinada pelo Secretário, que será discutida e votada na reunião seguinte e, após aprovação, subscrita pelo Presidente e demais membros presentes. 5

6 Art. 22. São atribuições do Colegiado do Programa: I. propor o Regimento específico do Programa e suas alterações; II. elaborar e atualizar o currículo do Programa, fixando pré-requisitos e requisitos paralelos; III. credenciar os professores que integrarão o corpo docente do Programa; IV. informar à POSGRAP os novos credenciamentos e os desligamentos de docentes do Programa; V. apreciar os programas das disciplinas oferecidas, visando a compatibilizá-los com os objetivos do Programa; VI. aprovar a programação periódica e propor datas e eventos para o calendário escolar; VII. aprovar os planos de aplicação de recursos postos à disposição do Programa pela UFS ou por agências financiadoras externas; VIII. apreciar prestação de contas e relatório final de convênios executados pelo Programa; IX. propor convênios de interesse para as atividades do Programa, os quais deverão seguir os trâmites processuais da Instituição; X. designar, anualmente, comissões de seleção para o ingresso de estudantes no Mestrado e no Doutorado; XI. aprovar a proposta de edital de seleção elaborada pelas comissões dispostas no inciso anterior; XII. fixar o número anual de vagas; XIII. julgar os pedidos de revisão de conceitos dos alunos; XIV. aprovar as indicações de coorientadores de Dissertação ou Tese; XV. decidir sobre a prorrogação de prazo prevista no Artigo 11 deste Regimento; XVI. aprovar os critérios para concessão de bolsas aos alunos do Programa; XVII. estabelecer ou redefinir áreas de conhecimento e linhas de pesquisa do Programa: a) ressalvada excepcionalmente a fase de implantação, exigir-se-á um mínimo de dois professores envolvidos no desenvolvimento de cada linha de pesquisa; b) todo professor orientador de Dissertação ou Tese deverá estar vinculado a pelo menos uma das linhas de pesquisa do Programa; XVIII. aprovar as indicações, sugeridas pelo orientador, dos membros que integrarão as Bancas Examinadoras de Dissertações e Teses; XIX. decidir sobre revalidação de créditos obtidos em outras instituições, nos termos do Art. 8º deste Regimento; XX. apreciar o relatório anual do Programa, e; XXI. julgar as decisões do Coordenador, em grau de recurso, a ser interposta no prazo improrrogável de 05 (cinco) dias úteis a contar da ciência da decisão recorrida. Seção II Do Coordenador e do Vice-coordenador Art. 23. O Coordenador e o Vice-coordenador serão eleitos pelo Colegiado para um mandato de 02 (dois) anos, com direito a recondução por mais um mandato. Art. 24. Compete ao Coordenador: I. convocar e presidir as reuniões do Colegiado; II. coordenar as atividades didáticas do Programa; III. supervisionar as atividades administrativas da Coordenação; IV. organizar a oferta semestral de disciplinas, submetendo-as à aprovação do Colegiado; V. preparar os planos de aplicação de recursos provenientes da UFS ou de agências financiadoras externas, submetendo-os à aprovação do Colegiado; VI. encaminhar ao Colegiado os nomes para composição das comissões examinadoras de trabalho de conclusão, conforme sugestão dos orientadores; VII. emitir portaria designando as comissões, aprovadas pelo Colegiado, para exame dos trabalhos de conclusão do Programa; VIII. delegar competência para execução de tarefas específicas; IX. decidir, ad referendum do Colegiado, os assuntos urgentes de competência daquele órgão, e; 6

7 X. comunicar às chefias dos Departamentos de Curso, no início de cada semestre, as disciplinas em que alunos do PPGS realizarão Estágio de Docência. Art. 25. O Vice-coordenador substituirá o Coordenador em suas faltas e impedimentos, podendo exercer atribuições delegadas. 1º Ocorrendo vaga de Coordenador, o Vice-coordenador completará o mandato, caso já tenha completado a metade do mesmo, devendo realizar-se nova eleição em caso contrário. 2º Ocorrendo ausência temporária concomitante do Coordenador e do Vice-coordenador, deverá assumir a Coordenação, nesta ordem: Decano do PPGS, último Coordenador do PPGS. Seção III Da Comissão de Bolsas Art. 26. O Programa constituirá Comissão de Bolsas com, no mínimo, 04 (quatro) membros, devendo a mesma ser composta pelo Coordenador do Programa, por 01 (um) representante do corpo docente e 02 (dois) representantes do corpo discente, sendo um do Mestrado e outro do Doutorado, respeitados os seguintes requisitos: I. o representante do corpo docente deverá fazer parte do quadro permanente de professores do Programa, e, II.os representantes discentes deverão estar integrados às atividades do Programa há pelo menos um ano como alunos regulares e serem indicados por seus colegas. Art. 27. A Comissão de Bolsas terá vigência de 01 (um) ano e se reunirá sempre que necessário, devendo decidir com base nos critérios estabelecidos pelo Colegiado, pautados pelos critérios da CAPES e do CNPq, e produzir relatório a ser apreciado pelo mesmo Colegiado. Parágrafo Único: Das decisões da Comissão de Bolsas cabe recurso ao Colegiado do Programa. Seção IV Da Secretaria Art. 28. Os serviços de apoio administrativo serão prestados pela Secretaria, órgão subordinado diretamente ao Coordenador do Programa, dirigido por um(a) Secretário(a). Art. 29. Integram a Secretaria, além do Secretário(a), os servidores e estagiários designados para desempenho das tarefas administrativas. Art. 30. Ao Secretário, por si ou por delegação a seus auxiliares, incumbe: I.manter atualizados e devidamente resguardados os fichários do Programa, especialmente os que registram o histórico escolar dos mestrandos e doutorandos; II. secretariar as reuniões do Colegiado do Programa; III. preparar toda a documentação destinada à defesa de Dissertação ou Tese; IV. expedir aos professores, mestrandos e doutorandos os avisos de rotina, e, V. exercer tarefas próprias de rotina administrativa e outras que lhe sejam atribuídas pelo Coordenador. Parágrafo Único: Será resguardado um prazo mínimo de 48 (quarenta e oito) horas para a expedição de qualquer documento solicitado à Secretaria. CAPÍTULO IV DO REGIME ESCOLAR Seção I Da Seleção, matrícula e orientação 7

8 Art. 31. Será admitida a matrícula no programa dos portadores de diploma de curso de nível superior, de duração plena fornecido por curso autorizado pelo CNE para o Mestrado, e de diploma ou certificado de conclusão de Mestrado para o Doutorado, que preencham os requisitos exigidos nos editais de seleção. 1º Poderão ser admitidos, a critério da Comissão de Seleção, candidatos portadores de diploma fornecido por Instituições de outro país, com tradução juramentada para o português e posterior reconhecimento pelas instâncias superiores da UFS. 2º Poderão, ainda, ser aceitos: I. alunos ouvintes em uma ou mais disciplinas, sem direito a créditos, consultado o professor, e, II. alunos especiais, a critério do professor responsável, somente em disciplinas optativas, respeitados os pré-requisitos, até o máximo de 08 (oito) créditos. Art. 32. O processo de seleção será definido anualmente pelo Colegiado do Programa. Parágrafo Único: O Colegiado publicará, em prazo não inferior a 60 (sessenta) dias da data fixada para o início da seleção, edital relativo ao respectivo processo. Art. 33. Até o final do primeiro ano de estudos, o aluno deverá obrigatoriamente comprovar proficiência em 01 (uma) língua estrangeira (inglês ou francês) no nível de Mestrado e em 02 (duas) línguas estrangeiras (inglês e outra de escolha do aluno, entre francês, alemão e italiano) no nível do Doutorado. 1º O aluno que tiver sido aprovado em uma das línguas acima, no nível de Mestrado, poderá ser dispensado de novo exame nesta língua para cursar o Doutorado caso tenha obtido a proficiência há menos de 03 (três) anos. 2º O aluno de língua estrangeira deverá apresentar prova de proficiência na língua portuguesa até um ano após seu ingresso no Programa. 3º O não cumprimento do caput e do 2º implicará impedimento de matrícula no Programa nos semestres subsequentes, até cumprida a exigência. Art. 34. As matrículas serão realizadas de acordo com normas específicas da POSGRAP. Art. 35. O aluno poderá trancar matrícula por, no máximo, 12 (doze) meses, por períodos nunca inferiores a 03 (três) meses, não sendo permitido o trancamento no 1º período letivo de ingresso do aluno no Programa. 1º O período de trancamento será computado para a integralidade do Programa. 2º No caso de aluno bolsista, o trancamento de matrícula implicará o corte imediato da bolsa e ele não poderá reivindicar a reativação da bolsa quando da nova matrícula. 3º O aluno terá sua matrícula cancelada: I. automaticamente, quando esgotar o prazo máximo para conclusão do curso, ou; II. quando apresentar desempenho insatisfatório, segundo critérios previstos neste Regimento. Art. 36. A desistência do Programa por vontade expressa do aluno, ou abandono, não lhe confere direito à volta ao Programa, ainda que não esgotado o prazo máximo. Parágrafo Único: Esgotado o prazo máximo de permanência no Programa e ocorrendo nova matrícula, após processo de seleção, é permitido ao aluno aproveitar créditos obtidos anteriormente, num limite a ser estabelecido pelo Colegiado, eliminados os conceitos inferiores a "B". 8

9 Art. 37. O aluno que, a juízo do Professor Orientador, tiver de cursar uma ou mais disciplinas de Graduação, destinadas a completar a sua formação no Mestrado, ou do curso de Mestrado, destinadas a completar a sua formação de Doutorado, terá assegurado o direito de fazê-lo na qualidade de ouvinte, independentemente de matrícula. Art. 38. Compete ao Orientador de Dissertação e Tese: I.orientar o aluno no desenvolvimento de suas diversas atividades na condição de pósgraduando, incluindo disciplinas a cursar; II. orientar o aluno no desenvolvimento de Projeto de Dissertação ou Tese; III. acompanhar e orientar as tarefas de pesquisa e de redação da Dissertação ou Tese; IV. manter contato constante com o aluno enquanto este estiver matriculado no Programa, fazendo cumprir os prazos fixados para a conclusão do curso, e; V.aprovar, em primeira instância, a versão final da Dissertação ou da Tese. Somente após essa aprovação o trabalho poderá ser entregue na Secretaria do Programa. Art. 39. A definição do professor Orientador de Dissertação ou Tese deverá ser aprovada pelo Colegiado do Curso. 1º Admitir-se-á a mudança de Orientador de Dissertação ou de Tese, em casos devidamente analisados pelo Colegiado do Programa. 2º Podem ser coorientadores professores doutores deste e de outros Programas, desde que credenciados pelo Colegiado. 3º A solicitação de coorientação deve ser realizada através de ofício dirigido à coordenação do PPGS e apresentada até o décimo segundo mês do curso, no caso de Dissertação de Mestrado, e até o décimo oitavo mês do curso, no caso de Tese de Doutorado; a solicitação será submetida à avaliação do Colegiado do PPGS: I. na solicitação, devem ser apresentadas exposição e justificativa do pedido; II. são critérios obrigatórios para a solicitação: a) que o Professor indicado para coorientação seja especialista na temática do Projeto de Pesquisa do aluno; b) que haja complementaridade de orientação; III. conforme este regimento, caso o professor Coorientador indicado não seja membro do Programa, deve ser realizado seu credenciamento na condição de colaborador até a conclusão da orientação Seção II Da Avaliação e do Credenciamento Docente Art. 40. Os procedimentos para credenciamento de professores no PPGS devem obedecer aos seguintes critérios: I.o candidato preencherá o formulário para Credenciamento, em forma de Memorial Descritivo Autoavaliativo, e o encaminhará à Coordenação do Programa; II. a Comissão avaliará o pedido e encaminhará um parecer conjunto para apreciação e deliberação do Colegiado do PPGS, indicando a categoria de vínculo (permanente ou colaborador); III. a avaliação dos professores será feita de acordo com os seguintes requisitos, considerados em seu conjunto: a) produção científica; b) formação de recursos humanos em nível de graduação e pós-graduação; c) contribuição científica, tecnológica e para inovação; d) coordenação ou participação em projetos de pesquisa; e) participação em congressos nacionais e internacionais; f) participação em atividades editoriais, de gestão científica, administração de instituições e núcleos de excelência científica e tecnológica. 9

10 IV. o pesquisador agrupado na categoria Mestrado/Doutorado será avaliado nos últimos dez anos da sua produção e o professor agrupado na categoria Mestrado, nos últimos cinco anos, tendo em vista a produção científica cadastrada no currículo Lattes. Parágrafo Único: Cabe à Comissão de Avaliação Interna do Programa, composta por 3 (três) professores orientadores de Doutorado eleitos pelo Colegiado, com mandato de três anos (prorrogável por mais três), coordenar trienalmente o processo de avaliação interna do corpo docente do Programa, bem como examinar os pedidos de credenciamento de novos professores. Seção III Do Regime Didático e da Avaliação Art. 41. A freqüência é obrigatória e não poderá ser inferior a 75% (setenta e cinco) da carga horária programada por disciplina ou atividade. Art. 42. O aluno que obtiver freqüência fará jus aos créditos correspondentes, desde que obtenha o conceito mínimo para aprovação. Parágrafo Único: O conceito mínimo para aprovação por disciplina ou atividade é "C". Art. 43. A integralização das disciplinas dependerá da apuração da freqüência e da avaliação do aproveitamento escolar, expressa em unidades de créditos. aula. Art. 44. Para efeito do artigo anterior, cada unidade de crédito corresponde a 15 (quinze) horas/ Art. 45. O aproveitamento em cada disciplina será avaliado pelo respectivo professor, sendo o grau final expresso por meio de conceitos, de acordo com o seguinte Quadro: CONCEITO SIGNIFICADO EQUIVALÊNCIANUMÉRICA A Excelente, com direito a crédito Entre 9,0 e 10,0 B Bom, com direito a crédito Entre 8,0 e 8, 99 C Regular, com direito a crédito Entre 7,0 e 7,99 D Insuficiente, sem direito a crédito Abaixo de 7,0 E Frequência Insuficiente Freqüência inferior a 75% Art. 46. É permitido o trancamento de matrícula em disciplinas até que se complete um quarto de suas cargas horárias. Os trancamentos requeridos fora deste prazo serão examinados pelo Colegiado, com base em parecer circunstanciado do orientador. Art. 47. Receberá conceito "E" o aluno que não tiver frequência mínima de 75% na disciplina. Parágrafo Único: Os alunos especiais seguem as mesmas regras e têm as mesmas obrigações dos alunos regulares do Programa. No caso de abandono da disciplina, o aluno receberá conceito E, e somente poderá frequentar o Programa como Aluno Especial após um ano. Art. 48. O desligamento do Programa ocorrerá por: I. um semestre sem matrícula regular no programa; II. não cumprimento dos prazos regulamentares; III. nível insatisfatório de avaliação (inferior a nota 7,0 conceito D ) em duas disciplinas diferentes ou na mesma disciplina; IV. reprovação no exame de qualificação por 2 (duas) vezes consecutivas; V.reprovação na defesa de Mestrado ou de Doutorado, ou, 1º Casos de conduta consideradas insatisfatórias ou irregulares da parte de alunos, como não comparecimento a atividades de caráter obrigatório do Programa, ausência de contato com o orientador e fraudes em trabalhos acadêmicos, serão examinados pelo Colegiado do curso, que definirá o tipo de 10

11 procedimento a ser adotado. aluno. 2º Casos comprovados de plágio no âmbito deste Programa poderão acarretar desligamento do Art. 49. Caberá ao aluno pedido de revisão de conceito ao Colegiado do Programa. Seção IV Da Qualificação e dos Trabalhos de Conclusão Art. 50. A Qualificação de Dissertação será realizada diante de uma comissão composta por três (03) professores, sendo, no mínimo, dois membros credenciados no PPGS. A Qualificação de Tese será realizada diante de uma comissão composta por três (03) professores, sendo, no mínimo, dois (02) professores credenciados no Programa de Pós-Graduação em Sociologia. Parágrafo Único: Cabe ao orientador definir se a sessão de Qualificação será ou não pública. Art. 51. A Dissertação ou Tese será elaborada sob aconselhamento do Professor Orientador, constituindo-se a primeira de uma monografia em que o candidato evidencia capacidade de pesquisa e aptidão em desenvolver metodologicamente o assunto escolhido. A Tese deve representar trabalho original, fruto de atividade de pesquisa, importando em real contribuição para a área do conhecimento. 1º A critério do Colegiado, em casos justificados, e exclusivamente para o exame de Qualificação de Mestrado, um dos membros da Banca poderá enviar parecer por escrito sobre o Projeto avaliado, o qual será lido e discutido durante o exame. 2º A Qualificação de Mestrado deve ser realizada até o décimo terceiro mês do curso, salvos os casos devidamente justificados e aprovados pelo Colegiado do PPGS. 3º A Qualificação de Doutorado deve ser realizada até o trigésimo mês do curso, salvos os casos devidamente justificados e aprovados pelo Colegiado do PPGS. 4º Caso ocorra mudança do tema de pesquisa, o aluno deverá submeter-se a novo exame de qualificação. 5º Em caso de reprovação no Exame de Qualificação, o aluno terá mais uma chance, obedecendo aos prazos regimentais. 6º A composição das bancas de qualificação de Mestrado e Doutorado deve ser submetida ao Colegiado do Programa para homologação. Art. 52. Uma vez concluída a Dissertação ou Tese e aprovada em primeira instância pelo orientador, o candidato deverá providenciar a confecção de quatro (04) cópias para o Mestrado e seis (06) para o Doutorado, encaminhando as mesmas à Secretaria do Programa, que se encarregará de distribuí-las aos membros da Banca Examinadora. Art. 53. Ao Coordenador caberá, a partir de indicação do orientador, e consultado o Colegiado do Programa, designar os membros da Banca e indicar a data de entrega e defesa da Dissertação ou Tese. Art. 54. A Banca Examinadora para o Mestrado será constituída de três (03) membros, sendo um membro interno designado entre os professores credenciados do Programa e um membro externo ao Programa, preferencialmente externo à UFS. A presidência recairá na pessoa do professor orientador da Dissertação. Para o Doutorado, a Banca Examinadora será constituída de 05 (cinco) membros doutores, três deles credenciados no Programa Pós-Graduação em Sociologia e dois externos ao Programa, sendo um deles obrigatoriamente externo à UFS. A presidência da Banca recairá na pessoa do professor orientador da Tese. 1º As composições da banca deverão igualmente contemplar as seguintes orientações: 11

12 I.para o Mestrado, pelo menos um dos examinadores, deve ter sua titulação mais alta em Sociologia ou Ciências Sociais; II. para o Doutorado, pelo menos dois dos examinadores, preferencialmente um interno e outro externo ao Programa, devem ter sua titulação mais alta em Sociologia ou Ciências Sociais. 2º Os membros da Banca Examinadora serão indicados pelo orientador ao Coordenador do Curso e submetidos à avaliação do Colegiado. Art. 55. A sessão de julgamento da Dissertação ou da Tese será pública, em local, data e horários previamente divulgados, registrando-se os resultados dos trabalhos em ata. Art. 56. O desempenho do candidato perante a Banca Examinadora constituir-se-á de duas partes: I. exposição oral da Dissertação, cujo tempo máximo será de 20 (vinte) minutos; exposição oral da Tese, cujo tempo máximo será de 30 (trinta) minutos, e; IIṣustentação da Dissertação ou Tese, em face da arguição dos membros da Banca Examinadora. Parágrafo Único: A cada membro da Banca Examinadora será concedido o tempo de 20 (vinte) minutos para arguir o candidato, cabendo a este tempo igual para responder às questões que lhe forem formuladas. Art. 57. Ao final da Sessão de Julgamento, o candidato ao título de Mestre ou Doutor será declarado Aprovado ou Reprovado. Art. 58. Uma vez aprovada a Dissertação ou Tese, o candidato deverá providenciar a confecção de quatro (04) cópias definitivas para o Mestrado e seis cópias definitivas (06) para o Doutorado, encaminhando as mesmas à Secretaria do Programa no prazo máximo de trinta (dias) após a defesa. Art. 59. Ao candidato aprovado pelo trabalho de apresentação e defesa da Dissertação ou Tese que cumprir as disposições do artigo anterior, será conferido o diploma de Mestre ou Doutor em Sociologia. CAPÍTULO V DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 60. Caberá ao Colegiado do Programa resolver casos omissos. Art. 61. Este Regimento entra em vigor nesta data, revoga as disposições em contrário e, em especial, a Resolução 90/2012/CONEPE. Sala das Sessões, 19 de dezembro de

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