FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS ESCOLA DE DIREITO DO RIO DE JANEIRO REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO MESTRADO ACADÊMICO EM DIREITO DA REGULAÇÃO

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1 FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS ESCOLA DE DIREITO DO RIO DE JANEIRO REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO MESTRADO ACADÊMICO EM DIREITO DA REGULAÇÃO RIO DE JANEIRO 2015

2 SUMÁRIO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS E FINALIDADES... 3 CAPÍTULO II DOS ÓRGÃOS DELIBERATIVOS E EXECUTIVOS... 3 CAPÍTULO III DO COLEGIADO... 3 CAPÍTULO IV DA COORDENAÇÃO DO PROGRAMA... 4 CAPÍTULO V CREDENCIAMENTO DO CORPO DOCENTE... 6 CAPÍTULO VI DA ESTRUTURA ACADÊMICA... 7 CAPÍTULO VII DA FUNÇÃO DO ORIENTADOR... 8 CAPÍTULO VIII DO EXAME DE SELEÇÃO... 8 CAPÍTULO IX DA MATRÍCULA... 9 CAPÍTULO X DO NÚMERO DE VAGAS CAPÍTULO XI DAS DISCIPLINAS E DOS CRÉDITOS CAPÍTULO XII DA AVALIAÇÃO CAPÍTULO XIII DO EXAME DE QUALIFICAÇÃO CAPÍTULO XIV DA DISSERTAÇÃO CAPÍTULO XV DA BOLSA DE ESTUDOS CAPÍTULO XVI DO APROVEITAMENTO DE CRÉDITOS CAPÍTULO XVII DO DESLIGAMENTO CAPÍTULO XVIII DAS DISPOSIÇÕES GERAIS... 16

3 REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO MESTRADO ACADÊMICO EM DIREITO DA REGULAÇÃO CAPÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS E FINALIDADES Art. 1 O Programa de Mestrado em Direito da Escola de Direito do Rio de Janeiro da Fundação Getulio Vargas - FGV DIREITO RIO tem por finalidade: I. Promover a formação científica e docente aprofundada de pesquisadores, professores e profissionais no campo do Direito; II. Desenvolver estudos sistemáticos e pesquisa avançada sobre problemas do Direito, determinados por sua área de concentração e linhas de pesquisa; III. Estimular a produção científica, com base nos projetos de seus docentes e alunos, bem como a elaboração de trabalhos resultantes de dissertações; e, IV. Incentivar ações que propiciem o intercâmbio com instituições nacionais e internacionais vinculadas à produção de conhecimentos. Art. 2 O Programa de Mestrado em Direito da FGV DIREITO RIO confere o grau acadêmico de Mestre em Direito. CAPÍTULO II - DOS ÓRGÃOS DELIBERATIVOS E EXECUTIVOS Art. 3 O Programa de Mestrado em Direito da FGV DIREITO RIO abrange os seguintes órgãos: I. Colegiado, como órgão deliberativo; e, II. Coordenação do Programa, como órgão executivo. CAPÍTULO III - DO COLEGIADO Art. 4 O Colegiado compõe-se: I. Do Coordenador do Programa, seu Presidente; II. Dos professores do corpo docente permanente do Programa de Mestrado; e, III. De um representante discente, eleito pelos próprios alunos para um período de 2 (dois) anos. Parágrafo único. A cada um dos membros do Colegiado será conferido um voto nas deliberações.

4 Art. 5 Compete ao Colegiado: I. Definir a política, o planejamento e o acompanhamento das atividades do programa; II. Propor a aquisição de acervo para a biblioteca; III. Elaborar proposta de alteração das normas específicas do Programa de Mestrado, encaminhando-a para apreciação e aprovação da Direção da FGV DIREITO RIO; IV. Propor as medidas necessárias à integração da Pós-graduação stricto sensu com o ensino de graduação; V. Propor e avaliar o credenciamento de novos professores ao Programa de Mestrado; e, VI. Exercer outras atividades que lhe sejam designadas pela Coordenação ou Direção da FGV DIREITO RIO. Art. 6 O Colegiado terá reuniões ordinárias bimestrais e reuniões extraordinárias por convocação do Coordenador do Programa, por sua iniciativa ou atendendo a requerimento de, no mínimo, 2/3 (dois terços) de seus membros, devendo constar da convocação a pauta dos assuntos a serem tratados. CAPÍTULO IV - DA COORDENAÇÃO DO PROGRAMA Art. 7 A Coordenação do Programa de Mestrado, órgão executivo que coordena, supervisiona e acompanha suas atividades, é exercida por um Coordenador indicado pela Direção da FGV DIREITO RIO, podendo, também, contar com a participação de um Coordenador Acadêmico Adjunto. Parágrafo único. O Coordenador, bem como, quando houver, o Coordenador Acadêmico Adjunto, terá mandato de 2 (dois) anos, podendo ser reconduzido. Art. 8 São atribuições do Coordenador do Programa de Mestrado: I. Convocar e presidir as reuniões do Colegiado; II. Implementar as deliberações do Colegiado; III. Participar da Comissão de Bolsas de Estudos; IV. Representar o Programa de Mestrado perante as autoridades, órgãos oficiais e a Fundação Getulio Vargas; V. Elaborar o horário das aulas, as atividades e o calendário acadêmico; VI. Orientar, coordenar e supervisionar as atividades do Programa de Mestrado, bem como encaminhar aos órgãos competentes as decisões advindas do mesmo; VII. Garantir o cumprimento deste Regulamento e das demais normas em vigor na Fundação Getulio Vargas;

5 VIII. Decidir sobre pedidos de aproveitamento de créditos cursados em outros Programas de Pós-graduação stricto sensu realizados em instituições de ensino superior nacionais, reconhecidas pela CAPES, e/ou estrangeiras; IX. Cumprir e fazer cumprir, no âmbito do Programa de Mestrado, a legislação e as normas emanadas dos órgãos competentes; X. Nomear até três docentes do Programa de Mestrado para fazerem parte da banca de seleção de candidatos inscritos para ingresso no referido programa, sendo um deles o Presidente, que deverá presidir as atividades da banca de seleção e elaborar relatório a ser disponibilizado à Coordenação, conforme artigo 22, deste Regulamento; XI. Gerir o processo de avaliação dos docentes do Programa de Mestrado; XII. Elaborar, nos prazos fixados pelos órgãos competentes, o relatório das atividades do Programa de Mestrado; XIII. Aprovar a indicação de docentes para compor banca examinadora para o Exame de Qualificação e a Apresentação de Dissertação; XIV. Aprovar, junto à Direção da FGV DIREITO RIO, o credenciamento de novos professores; XV. Tomar, em conjunto com a Direção da FGV DIREITO RIO, decisões ad referendum do Colegiado sempre que necessário e na impossibilidade de que este seja reunido a tempo; XVI. Exercer as demais atividades que lhe forem atribuídas pela Direção da FGV DIREITO RIO; e, XVII. Definir as atividades e atribuições do Coordenador Acadêmico Adjunto, se houver. Art. 9 São atribuições do Coordenador Acadêmico Adjunto: I. Manter em dia os assentamentos de todo o pessoal docente, discente e administrativo do Programa de Mestrado; II. Secretariar as reuniões do Colegiado, os exames de qualificação e as defesas de dissertação; III. Distribuir e arquivar os documentos relativos à atividade didática e administrativa do Programa de Mestrado; IV. Preparar as prestações de contas e relatórios; V. Organizar e manter atualizada a coleção de leis, portarias, circulares e outros documentos que regulamentem o Programa de Mestrado; VI. Manter atualizado o inventário do equipamento e material do Programa de Mestrado; VII. Executar as tarefas que lhe forem atribuídas pela Coordenação, se houver; VIII. Apoiar e facilitar a execução das atividades acadêmicas dos alunos do Programa de Mestrado; e, IX. Oferecer apoio e assessoramento administrativos ao Coordenador do Programa de Mestrado.

6 Art. 10 O Programa de Mestrado é provido de uma Secretaria de Registros Acadêmicos SRA/FGV, dotada dos equipamentos necessários que permitam o atendimento regular e permanente das demandas do corpo discente, do público externo e dos demais interessados no Programa de Mestrado. CAPÍTULO V - CREDENCIAMENTO DO CORPO DOCENTE Art. 11 O corpo docente do Programa de Mestrado será constituído por professores credenciados como permanentes. Parágrafo primeiro. O título de Doutor é requisito indispensável ao credenciamento, salvo casos de Notório Saber, nos termos da legislação vigente. Parágrafo segundo. Será exigida a produtividade aos critérios de conceito Muito Bom, no mínimo, segundo os indicadores de avaliação da CAPES para a área do Direito. Parágrafo terceiro. O candidato deve comprovar experiência em orientação de, no mínimo, 10 (dez) trabalhos de conclusão de curso de graduação, mestrado ou doutorado. Parágrafo quarto. O candidato deve comprovar experiência em docência no ensino superior em disciplinas compatíveis com a área de concentração e linhas de pesquisa do mestrado. Art. 12 Os professores que pretenderem o credenciamento pelo Programa de Mestrado poderão candidatar-se por meio das chamadas de editais nacionais amplamente divulgados ou poderão ser indicados pela Direção da FGV DIREITO RIO, pela Coordenação ou pelo Colegiado. Art. 13 O credenciamento de professores na categoria de permanente abre, obrigatoriamente, vagas para orientação e docência no Programa de Mestrado e na Graduação. Parágrafo primeiro. Será admitida a participação de Docentes Visitantes no Programa de Mestrado, viabilizada mediante convênio entre a Escola e a instituição de origem do docente ou mediante bolsa concedida para esta finalidade por agências de fomento identificados por estarem vinculados à outra instituição de ensino superior no Brasil ou no exterior e permanecerem, durante um período contínuo e determinado, contribuindo para o desenvolvimento de pesquisa e atividades de docência. Parágrafo segundo. O afastamento temporário de docentes permanentes para realização de estágio pós-doutoral, estágio sênior ou outras atividades acadêmicas relevantes não impede a manutenção do seu credenciamento, desde que mantidas as atividades de orientação, participação em projetos de pesquisa junto ao Programa de Mestrado e produção intelectual regular e qualificada.

7 Art. 14 A Coordenação do Programa de Mestrado poderá descredenciar, a qualquer momento, o docente que demonstrar insuficiência de desempenho ou nos casos que considerar adequado. Parágrafo primeiro. No caso de descredenciamento, as orientações em andamento serão redirecionadas a outro docente permanente a ser indicado pela Coordenação. Parágrafo segundo. Ao docente descredenciado é facultada a coorientação de seu(s) aluno(s) até a apresentação da dissertação. Art. 15 Os docentes permanentes têm o dever de: I. Ministrar, no mínimo, 1 (uma) disciplina ao ano tanto na graduação quanto no Programa de Mestrado da FGV DIREITO RIO; II. Orientar alunos no Programa de Mestrado, obedecendo ao número máximo determinado pelos critérios de avaliação da CAPES e/ou por determinação da Coordenação; III. Orientar, no mínimo, 1 (um) aluno na graduação da FGV DIREITO RIO em fase de elaboração de Trabalho de Conclusão de Curso - TCC; IV. Coordenar ou participar de projetos de pesquisa do Programa de Mestrado; V. Cumprir as exigências de produtividade da CAPES para o conceito Muito Bom, inclusive no que toca à publicação conjunta com os discentes do Programa de Mestrado; VI. Organizar e ministrar seminários de pesquisa para seus orientandos, individual ou coletivamente; VII. Comparecer a todas as reuniões de Colegiado para as quais for convocado; e, VIII. Apresentar ao Colegiado, no final de cada semestre, relatório das atividades realizadas. Parágrafo único. O descumprimento das exigências constantes deste artigo, sem a devida justificava, poderá acarretar o descredenciamento do docente. CAPÍTULO VI - DA ESTRUTURA ACADÊMICA Art. 16 A estrutura acadêmica compreende as seguintes atividades formais: disciplinas, seminários, colóquios, projetos, leituras, atividades supervisionadas de pesquisa científica, de orientação de Dissertação, estágio de docência e outras afins. Art. 17 As atividades acadêmicas formais do Programa de Mestrado orientam-se por linhas de pesquisa.

8 Parágrafo único. As linhas de pesquisa assumidas pelo Programa de Mestrado são: Instituições, Economia e Justiça e Governança, Tecnologia e Sustentabilidade. CAPÍTULO VII DA FUNÇÃO DO ORIENTADOR Art. 18 Cada discente terá um professor orientador. I. Aluno deverá ter definido o seu professor orientador até o final do primeiro semestre do ingresso no curso. O orientador deverá ser escolhido entre os professores permanentes do Programa de Mestrado; II. Caso a definição não seja feita no prazo estipulado, caberá à Coordenação determinar um professor orientador ao aluno; III. Cabe ao professor orientador auxiliar o aluno no planejamento geral de seus estudos e na escolha de disciplinas; orientar o aluno na elaboração do projeto e da Dissertação de Mestrado e organizar e ministrar seminários de pesquisa para os seus orientandos, individual ou coletivamente; e incentivar a publicação conjunta com seus orientandos; IV. Cabe ao professor orientador presidir a banca examinadora no exame de qualificação e de apresentação da dissertação; V. Cada professor orientador poderá ter até um máximo de 8 (oito) orientandos, devendo-se descontar deste número possíveis orientações feitas em outros cursos de Pós-graduação stricto sensu; VI. Em casos excepcionais, o aluno, além do professor orientador, poderá contar com a ajuda de um coorientador pertencente ou não ao corpo docente do Programa de Mestrado; VII. O coorientador externo ao corpo docente do Programa de Mestrado deverá ser credenciado por autorização do Colegiado mediante apresentação de currículo completo, atualizado; e, VIII. A coorientação será oficialmente reconhecida pela Coordenação, constando o nome do coorientador no projeto e na dissertação de mestrado do aluno. Parágrafo único. O aluno poderá solicitar à Coordenação do Mestrado a mudança de professor orientador até o encerramento das aulas do segundo semestre letivo, conforme cronograma disponibilizado pela Coordenação. CAPÍTULO VIII DO EXAME DE SELEÇÃO Art. 19 Podem candidatar-se ao Programa de Mestrado da FGV DIREITO RIO os portadores de diploma de graduação reconhecido pelo CNE (Conselho Nacional de Educação), bem como os portadores de diploma de graduação obtido no estrangeiro, oficialmente revalidado no país.

9 Art. 20 A Coordenação divulgará edital sobre abertura de inscrições para a seleção ao Programa de Mestrado, ocasião em que informará: (i) os documentos que deverão ser apresentados pelos candidatos, (ii) as etapas do processo de seleção, (iii) o exame de proficiência em língua estrangeira, e (iv) o número de vagas oferecidas. Art. 21 A seleção de candidatos ao Programa de Mestrado cujas inscrições tenham sido homologadas pela Coordenação será feita por uma banca de seleção composta por até três docentes designados pelo Colegiado. Art. 22 O Presidente da banca de seleção deverá encaminhar à Coordenação relatório de todo o processo, acompanhado da relação dos candidatos classificados, não classificados e inabilitados. Art. 23 No caso de candidatos vinculados a convênios institucionais, nacionais ou internacionais, já aprovados pelas instâncias competentes, as exigências de documentação e o procedimento de seleção dos candidatos serão estabelecidos pela Coordenação em edital. CAPÍTULO IX - DA MATRÍCULA Art. 24 A efetivação da matrícula dos candidatos considerados aprovados e classificados conforme o limite de vagas constante no edital dependerá do atendimento às exigências estabelecidas pela FGV DIREITO RIO. Parágrafo único. O candidato classificado no exame de seleção que não efetuar matrícula nos prazos estabelecidos pelo calendário do Programa de Mestrado será considerado desistente. Art. 25 A matrícula em disciplinas e atividades do Programa de Mestrado deve realizar-se, obrigatoriamente, a cada semestre, nos prazos estabelecidos pela Coordenação. Parágrafo único. O aluno poderá alterar sua grade de disciplinas em um prazo máximo de 15 (quinze) dias a contar do início das aulas. Art. 26 Será considerado desligado do curso o aluno que, a cada semestre, não efetuar inscrição em disciplinas. Art. 27 É facultado ao aluno requerer, mediante justificativa, o trancamento de matrícula no Programa de Mestrado por período de até um semestre, sendo necessária a autorização da Coordenação. Parágrafo primeiro. O trancamento de matrícula só poderá ser feito no início de cada semestre, até um máximo de 30 (trinta) dias a partir do começo das aulas.

10 Parágrafo segundo. É vedado o trancamento de matrícula no primeiro e no último semestres do Programa de Mestrado. Art. 28 Poderá ser admitida, a critério da Coordenação, a inscrição de indivíduos em disciplinas eletivas do Programa de Mestrado, na qualidade de "aluno em Regime Especial, assumindo, para tanto, as mesmas obrigações dos alunos regulares no âmbito da(s) disciplina(s) que cursar. Parágrafo primeiro. O aluno pode cursar até duas disciplinas. Parágrafo segundo. Cada disciplina pode receber até 2 (dois) alunos em Regime Especial. Parágrafo terceiro. Se o aluno em Regime Especial vier a ser classificado para uma vaga no Programa de Mestrado, poderá requerer o aproveitamento dos créditos concluídos anteriormente, a critério da Coordenação e desde que o aluno tenha cumprido todas as obrigações regulamentares. Parágrafo quarto. Os créditos obtidos em disciplinas do Programa de Mestrado na qualidade de "aluno em Regime Especial" concedem apenas declaração na qual constará carga horária e conceito, bem como o plano de ensino da disciplina, não sendo possível emitir qualquer outro certificado. Art. 29 O Programa de Mestrado poderá, a critério da Coordenação do Programa, aceitar a transferência de matrícula de alunos de outros programas de pós-graduação. CAPÍTULO X - DO NÚMERO DE VAGAS Art. 30 O número de vagas para a seleção de candidatos ao Programa de Mestrado é determinado pela Coordenação e chancelado pela Direção da FGV DIREITO RIO. Parágrafo único. Na fixação do número de vagas para o processo de seleção, será levado em conta o número de vagas para orientação dos docentes em observância aos critérios de avaliação da CAPES. CAPÍTULO XI - DAS DISCIPLINAS E DOS CRÉDITOS Art. 31 As disciplinas do Mestrado são classificadas em disciplinas obrigatórias e disciplinas eletivas, de acordo com as linhas de pesquisas oferecidas. Art. 32 O cumprimento dos estudos necessários à obtenção do grau mestre expressa-se em unidades de crédito.

11 Parágrafo único. A unidade de crédito corresponde a 15 (quinze) horas/aula semestrais de estudos realizados pelo aluno sob a supervisão docente. Art. 33 O aluno deve cursar um mínimo de 30 (trinta) créditos para o Programa de Mestrado, em atividades acadêmicas formais, consideradas as exigências do referido programa. Parágrafo primeiro. O cumprimento dos créditos nas atividades acadêmicas do mestrado compreende: 6 (seis) créditos de disciplinas obrigatórias, 15 (quinze) créditos de disciplinas eletivas, 5 (cinco) créditos de atividades supervisionadas no âmbito da linha de pesquisa a que o aluno estiver vinculado e 4 (quatro) créditos para orientação e apresentação da Dissertação. Parágrafo segundo. Os créditos atribuídos às atividades supervisionadas compreendem as seguintes atividades: (i) estágio de docência; (ii) participação em projetos de pesquisa do Programa de Mestrado; (iii) participação nos Seminários de Pesquisa e (iv) submissão de pelo menos 2 (dois) artigos Qualis com classificação maior ou igual a B3, ou publicação de livro ou capítulo de livro, na mesma quantidade, em coautoria com o professor orientador antes da defesa da dissertação em tema compatível com as linhas de pesquisa do mestrado. Parágrafo terceiro. A composição das atividades supervisionadas que o aluno deverá cumprir para obter os 5 (cinco) créditos correspondentes a estas será efetuada conforme orientação da Coordenação. Parágrafo quarto. O aluno que abandonar qualquer disciplina sem requerer a suspensão da matrícula será considerado reprovado nessa disciplina. Art. 34 São exigências acadêmicas formais para a obtenção do grau de Mestre: a integralização dos créditos em um período mínimo de 12 (doze) meses e máximo de 24 (vinte e quatro) meses, com apresentação pública da Dissertação perante Banca Examinadora. Parágrafo primeiro. A critério da Coordenação, em casos excepcionais e devidamente justificados, o prazo máximo poderá ser prorrogado em até 06 (seis) meses. Parágrafo segundo. Do total de créditos a serem integralizados em atividades acadêmicas formais, 70% (setenta por cento), no mínimo, devem ser cumpridos no próprio Programa de Mestrado. CAPÍTULO XII - DA AVALIAÇÃO Art. 35 A verificação do rendimento será feita mediante provas, exames, trabalhos e projetos, bem como pela participação e interesse demonstrado pelo aluno durante as atividades

12 acadêmicas e de pesquisa. As médias finais serão definidas conceitualmente segundo os parâmetros abaixo indicados: Nota De 9,0 a 10,0 De 8,0 a 8,9 De 7,0 a 7,9 Inferior a 6,9 Conceito "A" "B" "C" "D" Parágrafo primeiro. Os conceitos "A", "B" e "C" conferem aprovação, dando direito aos créditos correspondentes, desde que o aluno tenha frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) nas atividades acadêmicas avaliadas. Parágrafo segundo. O conceito "D" implica reprovação e não confere direito ao crédito correspondente. Parágrafo terceiro. O aluno poderá repetir, no máximo, duas vezes a mesma disciplina na qual seu conceito tenha sido "D" e, neste caso, todos os resultados constarão de seu histórico escolar. Parágrafo quarto. Havendo repetição de disciplina, o aluno deverá arcar com os custos financeiros a ela correspondentes; Parágrafo quinto. O aluno terá a sua matrícula automaticamente cancelada quando obtiver conceito "D" em mais de uma disciplina no mesmo semestre. CAPÍTULO XIII - DO EXAME DE QUALIFICAÇÃO Art. 36 O Exame de Qualificação compreende a avaliação dos conhecimentos relacionados ao projeto de dissertação. Parágrafo único. O Exame de Qualificação deverá ser solicitado à Coordenação, no máximo, até o término do 3º (terceiro) semestre de matrícula do aluno no curso. Art. 37 O Exame de Qualificação será realizado perante uma banca examinadora, composta de no mínimo dois docentes da FGV portadores do título de doutor, sugeridos pelo Professor Orientador, devendo ser homologada pela Coordenação. Art. 38 Para inscrição ao Exame de Qualificação, o aluno deverá ter cumprido os créditos em disciplinas e atividades supervisionadas.

13 Parágrafo único. O pedido de Exame de Qualificação só poderá ser encaminhado à Coordenação com a anuência do Professor Orientador, mediante formulário próprio, disponível na Secretaria de Pós-graduação. Art. 39 O aluno será considerado aprovado no Exame de Qualificação somente se a avaliação dos membros da banca examinadora for unânime. Parágrafo único. O aluno reprovado no Exame de Qualificação poderá submeter-se a novo exame, decorrido o prazo mínimo de até 03 (três) meses da realização do primeiro exame, após anuência do Professor Orientador. CAPÍTULO XIV - DA DISSERTAÇÃO Art. 40 Ao inscrever-se para apresentação da dissertação, o aluno deverá entregar, na Secretaria de Pós-graduação, 4 (quatro) exemplares impressos e encadernados nos padrões definidos pela FGV DIREITO RIO, bem como CD contendo a dissertação em formato pdf. Parágrafo único. A apresentação da dissertação realizar-se-á em prazo não superior a 30 (trinta) dias decorridos da entrega dos exemplares na Secretaria de Pós-graduação. Art. 41 A apresentação da dissertação realizar-se-á em sessão pública, perante banca examinadora composta por: professor orientador, seu presidente; 1 (um) membro do corpo docente do Programa de Mestrado e 1 (um) docente convidado de outra instituição, preferencialmente relacionado a outro Programa de Pós-graduação reconhecido pela CAPES, não pertencente ao quadro docente da FGV DIREITO RIO. Parágrafo primeiro. A composição da banca examinadora deverá prever 1 (um) docente suplente interno do Programa de Mestrado e 1 (um) docente suplente convidado de outras instituições. Parágrafo segundo. É facultado ao aluno vetar o nome de 1 (um) dos membros da banca examinadora. Parágrafo terceiro. Observados os prazos máximos para defesa, é facultado ao aluno solicitar, por uma única vez e mediante justificativa, prorrogação de defesa de dissertação à Coordenação, por meio de formulário específico (requerimento), no prazo estipulado e divulgado, anualmente, pela Secretaria de Pós-graduação. Art. 42 Encerrada a sessão pública de defesa da dissertação, a banca examinadora reunir-se-á reservadamente para que cada examinador expresse sua avaliação.

14 Parágrafo primeiro. A avaliação feita pelos examinadores expressar-se-á pelos conceitos: Aprovado ou Reprovado. Parágrafo segundo. O título de Mestre em Direito será conferido somente se o aluno for considerado aprovado por decisão unânime da banca examinadora. Art. 43 Após a aprovação da dissertação, o aluno deverá entregar, na Secretaria de Pós- Graduação, a versão final da dissertação impressa, contendo as sugestões dos avaliadores, conforme for caso, em até 60 (sessenta) dias, contados da data da realização da apresentação. CAPÍTULO XV DA BOLSA DE ESTUDOS Art. 44 A FGV DIREITO RIO poderá disponibilizar aos candidatos aprovados bolsas de estudos, alocadas segundo critérios estabelecidos pela Coordenação do Programa de Mestrado e de acordo com a disponibilidade de recursos. Art. 45 A análise de mérito acadêmico dos pedidos de bolsa é realizada pela banca de avaliação responsável pelo processo seletivo, juntamente com a Coordenação do Programa de Mestrado e um membro do Corpo Diretivo da FGV DIREITO RIO, no caso dos alunos ingressantes, e pela Comissão de Bolsas de Estudos da FGV DIREITO RIO, composta pelo Coordenador do Programa, por um representante do corpo docente e de um discente, sendo os dois últimos escolhidos por seus pares, em eleição específica para tal fim. Art. 46 São atribuições da Comissão de Bolsas de Estudos da FGV DIREITO RIO, conforme disposto no Regulamento de Bolsas de Estudo: I. Observar as normas do Programa de Mestrado e zelar pelo seu cumprimento; II. Examinar à luz dos critérios estabelecidos as solicitações dos candidatos à bolsa de estudos; III. Selecionar os candidatos às bolsas de estudos do Programa de Mestrado mediante critérios que priorizem o mérito acadêmico, comunicando à Pró-Reitoria ou à unidade equivalente os critérios adotados e os dados individuais dos alunos selecionados; IV. Manter um sistema de acompanhamento do desempenho acadêmico dos bolsistas e do cumprimento das diferentes fases previstas no programa de estudos, apto a fornecer a qualquer momento um diagnóstico do estágio do desenvolvimento do trabalho dos bolsistas em relação à duração das bolsas, para verificação pela IES ou pela CAPES; e, V. Manter arquivo atualizado, com informações administrativas individuais dos bolsistas.

15 CAPÍTULO XVI - DO APROVEITAMENTO DE CRÉDITOS Art. 47 Poderão ser aproveitados estudos e atividades acadêmicas realizados em instituições de ensino superior nacionais, reconhecidas pela CAPES, e estrangeiras, se restar configurada a equivalência ou a compatibilidade, por semelhanças, entre os conteúdos programáticos e a carga horária das disciplinas cursadas na instituição de origem e na FGV DIREITO RIO. Art. 48 O aproveitamento de estudos e atividades acadêmicas não poderá ultrapassar 50% (cinquenta por cento) dos créditos previstos neste Regulamento. Parágrafo único. O aproveitamento de estudos e atividades acadêmicas não implica redução dos valores a serem pagos relativos ao custeio do curso. Art. 49 Os estudos e atividades acadêmicas objeto do pedido de aproveitamento deverão ter sido realizados nos 5 (cinco) anos anteriores ao ingresso/reingresso do interessado no Programa de Mestrado em Direito da Regulação da FGV DIREITO RIO. Parágrafo único. Os estudos e atividades acadêmicas realizados em período anterior ao previsto no caput deste artigo poderão ser aproveitados a critério do Coordenador do Programa de Mestrado. Art. 50 O aproveitamento de estudos e atividades acadêmicas será apreciado por uma banca de avaliação composta por três professores permanentes do Programa de Mestrado, que elaborarão relatório circunstanciado que será posteriormente encaminhado ao Coordenador do Programa de Mestrado para deliberação final. CAPÍTULO XVII - DO DESLIGAMENTO Art. 51 O aluno será considerado desligado do Programa de Mestrado na ocorrência de uma ou mais das seguintes situações: I. Deixar de efetuar a matrícula regularmente, em cada semestre, dentro do prazo estabelecido no Calendário Acadêmico do Programa de Mestrado; II. Não retornar ao curso no prazo regular de matrícula do semestre subsequente ao período de trancamento; III. Ser reprovado em três ou mais atividades acadêmicas que conferem créditos; IV. Reprovar em duas disciplinas no mesmo semestre; V. Reprovar, por 2 (duas) vezes, no Exame de Qualificação; VI. Reprovar na Apresentação da Dissertação; VII. Deixar de cumprir qualquer atividade ou exigência nos prazos estabelecidos neste regulamento;

16 VIII. IX. Usar de falsidade ideológica na apresentação de documentos e informações a seu respeito, bem como de sua dissertação, sem prejuízo de encaminhamento para a autoridade competente; e, Não defender a dissertação dentro do prazo máximo estipulado neste Regulamento. Parágrafo único. O retorno do aluno desligado somente ocorrerá por meio de novo processo seletivo. CAPÍTULO XVIII - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 52 Os casos omissos serão resolvidos, conforme a natureza do assunto pela Coordenação do Programa de Mestrado.

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