CONTABILIDADE RURAL: METODOLOGIA PARA REGISTROS DAS ATIVIDADES DE PEQUENAS PROPRIEDADES RURAIS

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1 FACULDADE ESTADUAL DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS DE APUCARANA JOÃO ARMELIN FILHO CONTABILIDADE RURAL: METODOLOGIA PARA REGISTROS DAS ATIVIDADES DE PEQUENAS PROPRIEDADES RURAIS Apucarana - PR 2011

2 JOÃO ARMELIN FILHO CONTABILIDADE RURAL: METODOLOGIA PARA REGISTROS DAS ATIVIDADES DE PEQUENAS PROPRIEDADES RURAIS Monografia apresentada ao curso de Pós- Graduação Lato Sensu em Gestão Financeira, Contábil e Auditoria, da FECEA - Faculdade Estadual de Ciências Econômicas de Apucarana, como requisito parcial à obtenção do título de Especialista. Orientador: Prof. M. Sc. Edmilson Santos Assunção Apucarana - PR 2011

3 JOÃO ARMELIN FILHO CONTABILIDADE RURAL: METODOLOGIA PARA REGISTROS DAS ATIVIDADES DE PEQUENAS PROPRIEDADES RURAIS Esta monografia foi julgada e aprovada para a obtenção do grau de Especialista em Gestão Financeira, Contábil e Auditoria no Programa de Pós-Graduação da Faculdade Estadual de Ciências Econômicas de Apucarana. Prof. M. Sc. Edmilson Santos Assunção Orientador. Apucarana (PR), de agosto de 2011.

4 DEDICATÓRIA Aos meus pais João Armelin e Leonilda Pinheiro de Toledo. Aos meus filhos: Rodrigo de Lima Armelin, Rafael de Lima Armelin, Barbara Helena de Lima Armelin e Isadora Lika Ohara Armelin. Ao eterno Prof. Carlos Sert, in memoriam.

5 AGRADECIMENTOS A Deus, pela presença em todas as horas. Ao Prof. Orientador M. Sc. Edmilson Santos Assunção, pela dedicação e apoio em todas as etapas deste trabalho. À minha família, pela força e compreensão pelos momentos de minha ausência. Aos amigos e colegas, pela amizade que construímos nesta jornada. Aos professores, sempre dispostos a contribuir com a realização deste trabalho.

6 ARMELIN FILHO, João. Contabilidade Rural: Metodologia para registros das atividades de pequenas propriedades rurais Monografia (Especialização Lato Sensu em Gestão Financeira, Contábil e Auditoria) FECEA Faculdade Estadual de Ciências Econômicas de Apucarana. RESUMO O objetivo deste trabalho é apresentar de forma prática, os procedimentos para iniciação dos registros contábeis das atividades rurais em nível de pequena propriedade rural. O foco para pequena propriedade se deve ao fato de que, de um modo geral as grandes empresas já se encontram organizadas e estruturadas. A fundamentação teórica apresenta conceitos e definições básicas de contabilidade geral e contabilidade agrícola, sua finalidade e outros assuntos da área do conhecimento aplicáveis e presentes ao caso prático objeto de um trabalho realizado em uma propriedade rural, apresentado como forma de facilitar o entendimento dos procedimentos a serem adotados para a iniciação dos registros das atividades. Como referencial, utilizou-se do interesse dos pequenos produtores rurais em adotar um procedimento como forma de registrar suas operações objetivando conhecer seus resultados, atender às exigências fiscais e dispor de um histórico das culturas exploradas para servir de base para tomada de decisões sobre as próximas atividades e o planejamento da safra seguinte. Apesar da complexidade como o tema se apresenta pelos estudiosos da ciência contábil, conclui-se que é possível extrair da literatura, os ensinamentos necessários para facilitar aos iniciantes, o entendimento básico do processo para adoção do sistema para registro de suas atividades. Como as dificuldades para iniciação de um sistema de escrituração é comum à maioria dos pequenos empresários rurais, a perspectiva é que os passos apresentado no caso prático deste estudo venha contribuir e facilitar o entendimento para àqueles que sintam o desejo e a necessidade da adoção de um sistema para acompanhamento e controle de suas atividades. Palavras-chave: contabilidade, pequena empresa rural, empresário.

7 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO OBJETIVOS DA PESQUISA Objetivo geral Objetivos específicos METODOLOGIA DA PESQUISA JUSTIFICATIVA FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Contabilidade Rural Empresa Rural Empresário Rural Escrituração Normas e métodos de escrituração Método das partidas simples Método das partidas dobradas Sistema de escrituração Sistema de custos Classificação de custos Custos fixos Custos variáveis Elementos componentes do custo de produção Despesas diretas ou custo direto Despesas indiretas ou custo indireto Critério de rateio das despesas indiretas ou custo indireto Processo de escrituração...19

8 Escrituração eletrônica Escrituração digital Livros de escrituração Plano de contas Depreciação Juros sobre o capital próprio Remuneração do trabalho do empresário rural Escrituração em nível de pequenas propriedades caso prático CONSIDERAÇÕES FINAIS...30 REFERÊNCIAS...31 APÊNDICES...33 ANEXOS...55

9 8 1. INTRODUÇÃO O desconhecimento da importância da contabilidade, pela maioria dos empresários, os leva a crer que ela existe apenas como formalidade exigida em função da constituição jurídica da empresa e em geral somente as empresas ou propriedades rurais juridicamente constituídas mantém escrituração regular apenas para cumprimento da legislação fiscal em detrimento à sua principal finalidade que é fornecer informações de ordem econômica e financeira sobre o seu Patrimônio. A forma complexa e extremamente técnica como são abordados exige dos usuários um grau de conhecimento técnico raramente presente no meio rural, fazendo com que os empresários rurais tenham dificuldades até mesmo em iniciar os registros de suas atividades. Neste contexto, partindo do principio que, a complexidade e o volume de trabalho com a escrituração, esta diretamente relacionada ao porte da empresa (pequena, média ou grande propriedade ou empresa rural) e ao volume de seus negócios, em nível de pequena propriedade rural, a escrituração poderá ser simplificada e restringir-se apenas a escrituração de um livro caixa, condição prevista na legislação do imposto de renda, para as pessoas físicas tidas como pequeno e médio produtor rural. Diferentemente como sugere a legislação do Imposto de Renda de se escriturar apenas o Livro Caixa que atende tão somente aos interesses do fisco, este estudo sugere a adoção de um sistema de escrituração através do método das partidas dobradas, a nível de contas patrimoniais e de resultados, possibilitando aos empresários rurais, a qualquer momento verificar a movimentação e saldo de todas as contas e, no final do ciclo produtivo apurar o resultado de cada cultura explorada, dispondo assim de um histórico de cada atividade para fins de avaliação e servir de base para tomada de decisão sobre as próximas culturas a serem exploradas e o planejamento da safra seguinte. Como forma de facilitar o entendimento do processo para a adoção de um sistema de escrituração em nível de pequena propriedade diante da complexidade e abrangência do tema, no desenvolvimento do estudo procurou-se extrair através de pesquisa bibliográfica, apenas os conceitos e definições básicas presentes e aplicáveis ao caso prático, subtítulo 5.16, onde se apresenta passo a passo, as etapas seguidas no trabalho realizado em uma propriedade rural. Neste contexto, o plano de

10 9 contas sugerido, está estruturado de acordo com os preceitos da legislação e dispõe de um elenco de contas apropriadas à atividade agrícola, hierarquizado até o quarto nível, com a definição da sua natureza, função e funcionamento das contas, facilitando sua interpretação. Na elaboração foram considerados aspectos relacionados às atividades desenvolvidas, o porte da propriedade, volume e tipo de transações, necessidade de informação dos usuários internos e externos e principalmente o inventário físico dos bens, direitos e obrigações. Para as transações com maior grau de dificuldade, o estudo sugere procedimentos e critérios que mantém estreita relação com legislação aplicada ao caso. Assim, para avaliação dos bens inventariados sugere-se os preços correntes de mercado; para rateio ou distribuição das despesas indiretas, sugere-se como base para rateio a relação quantidade de hectares de cada cultura; em relação à remuneração do trabalho do empresário rural, assim entendida o pagamento pela efetiva prestação de serviços na empresa rural, notadamente, os trabalhador da agricultura familiar que tem na exploração agrícola senão a única, a principal fonte de renda para atender suas necessidades básicas, sugere-se registrar como retiradas pró-labore, o montante dos valores retirados mensalmente; e, em relação aos juros sobre o capital próprio, sugere-se o mesmo critério aplicado às pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real que estabelece como parâmetro para a remuneração a titulo de juros sobre o capital próprio (patrimônio liquido), a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Assim, como as dificuldades para iniciação de um sistema de escrituração é comum à maioria dos pequenos empresários rurais, a perspectiva com o método apresentado é de proporcionar fatores que venham motivá-los à adoção de um sistema que atenda às suas necessidades, aos interesses do fisco e dos técnicos da extensão rural da área agronômica, contábil e outras afins, para o aprimoramento do sistema sugerido e em estudos e avaliações de impactos sócio-econômico.

11 10 2. OBJETIVOS: 2.1 GERAL Este trabalho dedica-se ao estudo e sugestão de metodologia de forma simplificada para registro e controle das atividades de pequenas propriedades rurais. 2.2 ESPECÍFICOS Apresentar conceitos e definições inerentes às atividades contábeis e sua importância como instrumento de planejamento, acompanhamento, avaliação e controle das atividades exploradas; Apresentar uma metodologia simples, direcionada ao pequeno empresário rural, para iniciação e manutenção dos registros das atividades de pequenas propriedades rurais; Demonstrar, de forma prática, as fases para início de uma escrituração através de um caso prático voltado para a realidade de uma pequena empresa agrícola.

12 11 3. METODOLOGIA DA PESQUISA Para se alcançar os objetivos propostos, a metodologia deste trabalho estará pautada em pesquisa bibliográfica. Gil (2010, p. 29), comenta: A pesquisa bibliográfica é elaborada com base em material já publicado. Tradicionalmente, essa modalidade de pesquisa inclui material impresso como livros, revistas, jornais, teses, dissertações e anais de eventos científicos. Todavia, em virtude da disseminação de novos formatos de informação, estas pesquisas passaram a incluir outros tipos de fontes, como discos, fitas magnéticas, CDs, bem como o material disponibilizado na Internet. Sobre modalidades de pesquisa, SALVADOR (1986, p. 10), comenta: Por outro lado, a pesquisa feita em documentos escritos é chamada de pesquisa bibliográfica,quando se utiliza de fontes, isto é, documentos escritos originais primários; chama-se de consulta bibliográfica ou estudos exploratórios, quando se utiliza de subsídios, literatura corrente ou obras de autores modernos. Comumente, ambos os estudos são denominados simplesmente de pesquisa bibliográfica. Cabe ressaltar que as obras literárias abordam o tema embasado nos princípios da contabilidade, leis e regulamentos voltados não só para o cumprimento das funções da contabilidade, mas principalmente para cumprimento da legislação fiscal. Os temas são altamente técnicos e com elevado grau de complexidade, dificultando e até mesmo desmotivando os iniciantes. Diante desta constatação, além de apresentar as doutrinas, conceitos e definições dos grandes mestres da literatura contábil, o que se pretende com esse trabalho é extrair, através da pesquisa bibliográfica, um conteúdo simples, atualizado, de fácil entendimento e com aplicabilidade à realidade das pequenas empresas rurais, objetivando o entendimento do processo para iniciação dos registros de suas atividades.

13 12 4. JUSTIFICATIVA Este tópico trata da apresentação de conceitos e definições explorando a literatura relacionada ao tema com o propósito de proporcionar aos empresários rurais, maior familiaridade com o tema e servir como base para o estudo apresentado considerando as características e peculiares da pequena propriedade ou empresa rural. Segundo Gomes (2002, p. 19), um grande número de produtores rurais não utiliza a contabilidade com o objetivo de auxiliar no processo de tomar decisões e que, segundo CREPADIL (apud GOMES 2002, p. 19), entre os diversos fatores que têm contribuído para que este fato ocorra destaca-se: 1) A adaptação de sistemas estrangeiros e de contabilidade comercial e industrial inadequados para as características peculiares da agropecuária; 2) A falta de profissionais capacitados na transmissão de tecnologia administrativa aos produtores rurais; 3) A não inclusão da contabilidade rural como instrumento de políticas governamentais agrícolas ou fiscais. Berti (2001, p. 35), conceitua contabilidade como sendo a ciência que estuda, registra e controla o patrimônio. É definida como ciência porque representa uma soma de conhecimentos práticos, sedimentados no tempo, representados por seus princípios e convenções geralmente aceitos.

14 13 5. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 5.1 Contabilidade Rural A contabilidade é uma ciência que estuda o patrimônio. Os registros referentes à contabilidade, datam desde os sumérios. Existem diversos conceitos contábeis para os inúmeros segmentos desta ciência, tais como: de custos, comercial, industrial, bancária, etc. Seguem definições sobre contabilidade rural. Para Gomes (2002, p.21): A contabilidade rural é um instrumento fundamental para o controle financeiro e econômico da propriedade rural; pode-se também afirmar que a utilização da contabilidade contribui, sob vários aspectos, com o ambiente onde a entidade esteja inserida. Calderelli (1976) define contabilidade rural como sendo o conjunto de leis, normas e princípios, com a finalidade de estudar e registrar todos os atos e fatos ligados a empresas de atividades agrícolas e pastoris. Segundo Aloe & Valle (1972), a Contabilidade rural é a parte da contabilidade aplicada às atividades agrícolas, tendo por objetivo o estudo, registro e controle da gestão econômica do patrimônio das empresas que se dedicam a essa atividade. 5.2 Empresa Rural Segundo Marion (2000, p. 22) empresas rurais são aquelas que exploram a capacidade produtiva do solo por meio do cultivo da terra, da criação de animais e da transformação de determinados produtos agrícolas. Para Aloe & Valle (1972): Empresa rural é a atividade de caráter econômico que tem por finalidade utilizar a capacidade produtiva da superfície do solo, através do conjunto de meios apropriados que possibilitem obter com maior abundância e mais economicamente os produtos da natureza.

15 14 Conceito de atividades rural (COAD - IRPJ 2010, p. 1-2): A exploração da atividade rural inclui as operações provenientes do giro normal da empresa, em decorrência do exercício das seguintes atividades: - agricultura; - pecuária; - extração e exploração vegetal e animal; - exploração de atividades zootécnicas, tais como apicultura, avicultura, cunicultura, suinocultura, sericicultura; piscicultura e de outras culturas de pequenos animais; - exploração de atividade florestal, ou seja, o cultivo de florestas que se destinem ao corte para comercialização, consumo ou industrialização; - venda de rebanho de renda, reprodutores ou matrizes; - transformação de produtos decorrentes da atividade rural, em que sejam alteradas a composição e as características do produto in natura, feita pelo próprio agricultor ou criador, com equipamentos e utensílios usualmente empregados nas atividades rurais, utilizando exclusivamente matériasprimas produzidas na área rural explorada tais como: a) beneficiamento de produtos agrícolas: Descasque de arroz e de outros produtos semelhantes; Debulha de milho; Conservas de frutas, etc; b) transformação de produtos agrícolas: moagem de trigo e de milho; moagem de cana-de-açúcar para produção de açúcar mascavo, melado, rapadura; grãos em farinha ou farelo; c) transformação de produtos zotécnicos: produção de mel acondicionado em embalagem de apresentação; laticínio (pasteurização e o acondicionamento do leite; transformação do leite em queijo, manteiga e requeijão); produção de sucos de frutas acondicionados em embalagem de apresentação; produção de adubos orgânicos; d) transformação de produtos florestais: produção de carvão vegetal; produção de lenha com árvores da propriedade rural; venda de pinheiros e madeira de árvores plantadas na propriedade rural; e) produção de embriões de rebanho em geral, alevinos e girinos em propriedade rural, independente de sua destinação (reprodução ou comercialização): atividade de captura de pescado in natura, realizada por embarcações, desde que a exploração se faça com apetrechos semelhantes ao da pesca artesal (arrastões de praia, rede de cerca, etc), inclusive a exploração em regime de parceria. Diante destes conceitos, pode-se definir empresa rural como sendo a constituição jurídica e legal, com a finalidade de exploração econômica das atividades agrícolas, pecuárias, agroindustriais e extrativas, com o objetivo de produzir bens e serviços.

16 Empresário Rural O Novo Código Civil Brasileiro, Lei de , estabelece: Art Considera empresário quem exerce profissionalmente atividade econômica organizada para a produção ou a circulação de bens ou de serviços. O Art. 970 estabelece que: A lei assegurará tratamento favorecido, diferenciado e simplificado ao empresário rural e ao pequeno empresário, quanto à inscrição e aos efeitos daí decorrentes. Segundo Brandt & Oliveira (1976): Empresário rural é a pessoa física ou jurídica que tendo o uso e desfrute da terra e demais elementos organizativos da exploração, desempenha em próprio nome uma atividade de cultivo, pecuária, florestal, agro-industrial ou mista e que assume as funções técnicas, financeira, comercial, contábil, e administrativa. Assim, pode-se definir empresário rural como sendo a pessoa física ou jurídica que investe na exploração econômica das atividades agrícolas, pecuárias, agroindustriais e extrativas assumindo as funções de coordenar e organizar a empresa, unindo os fatores terra, trabalho, capital e tecnologia. 5.4 Escrituração Segundo Berti (2001, p. 36), escrituração contábil é a técnica de efetuar registros dos fatos contábeis que afetam o patrimônio da entidade, passíveis de valorização monetária. Devem ser efetuadas em ordem cronológica através dos lançamentos em livros próprios. Para Walter & Braga (1979) escrituração são registros cronológicos e sistemáticos dos fatos administrativos através de vários métodos ou processos que vão desde a escrituração manual até os processos eletrônicos.

17 Normas e métodos de escrituração Para Gomes (2002, p.27), método de escrituração constitui o conjunto de normas e princípios reguladores do roteiro a ser seguido nas tarefas de registros dos fatos administrativos Método das partidas simples Consiste em se debitar ou creditar, conforme o caso, a conta de uma das pessoas físicas ou jurídicas que figurar na operação. É feita sem observar qualquer princípio contábil, limitando-se a anotações de fatos, sem atender a origem ou destino das operações. Neste método o resultado econômico só é conhecido mediante a comparação do patrimônio líquido inicial e final, verificado através de aumento ou diminuição da riqueza administrada. Para Gomes (2002, p.27), pelo método das partidas simples, só se fazem registros de operações realizadas com pessoas, omitindo-se, portanto, o registro dos elementos patrimoniais, do lucro ou do prejuízo Método das partidas dobradas Gomes (2002, p. 27) afirma: O método das partidas dobradas, que é um método universalmente aceito e, prescreve, em sua essência, que o registro de qualquer operação implica que a um débito numa ou mais contas deve corresponder um crédito equivalente em uma ou mais contas, de forma que os valores debitados seja sempre igual à soma dos valores creditados. Não há débito (s) sem crédito (s) correspondente (s). Segundo Cherman (2005, p. 17), o método das partidas dobras preceitua que a todo débito corresponde a um crédito de igual valor.

18 Sistema de escrituração Segundo Calderelli (1976) sistema de escrituração é o conjunto das contas ordenadas, relativas a fatos administrativos de determinada espécie ou determinado setor; é a coordenação dos elementos contábeis com vista a determinados fins. Aloe (1972) definiu sistema de escrituração como sendo um conjunto de contas que poderá registrar todos os fatos de gestão, podendo ser parcial quando se referir apenas a determinado grupo de contas ou fatos e, geral quando abrange todas as contas ou fatos administrativos da empresa. 5.7 Sistema de custos Tem a função de registrar os custos incorridos com a produção, apresentando o resultado após a execução de todas as operações, com o produto já concluído e/ou acabado. Aloe & Valle (1972) definem custo de produção como sendo a soma global de todos os encargos suportados pelo agricultor para se obter o produto. Para Calderelli (1976), o custo representa as aplicações de bens ou serviços para a obtenção de um novo bem. Dentre os sistemas, um dos mais utilizados é o custo histórico ou real que consiste nos registros contábeis das despesas e gastos reais à medida em que eles ocorrem. Apresenta o resultado no fim do ciclo produtivo com o produto já concluído, pronto para comercialização ou consumo. As empresas que controlam custos por atividades adotam o sistema de custos ABC (Activity Based Costing). A idéia básica do sistema de custos ABC é primeiramente atribuir custos às atividades e posteriormente transferir os custos das atividades aos produtos.

19 Classificação de custos Os custos se classificam em fixos e variáveis Custos fixos - São aqueles de natureza constante, que não mantém proporcionalidade com a produção. São os custos necessários para o funcionamento normal da empresa independente de estar ou não produzindo. Representa as despesas de salários e encargos do pessoal administrativo, aluguéis, impostos e taxas e depreciações Custos variáveis - São aqueles que mantém relação com a quantidade produzida, variam em função do aumento ou diminuição da produção. Representa as despesas com sementes, fertilizantes, defensivos, combustíveis, lubrificantes, transportes, mão de obra e encargos, manutenção e reparos. 5.8 Elementos componentes do custo de produção São componentes dos custos de produção as despesas diretas com insumos e mão de obra e as despesas indiretas Despesas diretas ou custo direto São aquelas que pela sua natureza e características, é possível determinar com exatidão os valores e aonde foram aplicadas. São contabilizadas diretamente como custo da cultura especifica e normalmente compreende as despesas com sementes, fertilizantes, defensivos, mão de obra e encargos diretos.

20 Despesas indiretas ou custo indireto Também denominadas gastos indiretos, são aquelas despesas que não permitem identificar com exatidão os valores que devam recair sobre cada cultura ou atividade. Representa as despesas comum às diversas culturas e deverão ser rateadas entre elas. 5.9 Critério de rateio ou distribuição das despesas indiretas ou custo indireto Para se determinar o critério de rateio das despesas indiretas, deverá ser levado em conta a natureza da operação e as características das despesas. Na atividade agrícola as operações e despesas são de natureza e características semelhantes, portanto, as despesas com mão de obra e encargos, combustíveis e lubrificantes, manutenção e conservação de máquinas e implementos agrícolas, depreciação e outras despesas com gradeação, lavração, aplicação de fertilizantes e defensivos e outras operações, poderão ter como base para rateio a relação quantidade de hectares de cada cultura. D Amore & Castro (1973) comentam: [...] que o rateio das despesas indiretas constitui um dos sérios problemas da contabilidade e que o critério utilizado deverá ser aquele que resultar da observação do encarregado da produção, podendo ser utilizado a proporção área ocupada para cada cultura, proporcional a mão de obra direta já apropriada (contabilizada) a cada cultura, proporcional aos materiais já apropriados e ainda, proporcional à produção Processo de escrituração A escrituração agrícola tem por objeto a representação gráfica dos atos e fatos da administração, tanto poderá ser analítica ou sintética. A escrituração analítica registra as operações separando seus elementos de acordo com sua natureza, dentro dos grupos específicos. A escrituração sintética apresenta o registro do conjunto das operações no grupo específico, segundo sua função e a natureza das contas que dele fazem parte.

21 20 Vários são os processos de escrituração, que vão desde a escrituração manual até os processos eletrônicos de registro. Por serem mais práticos, ágeis e seguros e até por exigência legal, os processos de escrituração eletrônicos substituíram os processos considerados ultrapassados Escrituração eletrônica Escrituração feita através de máquinas eletrônicas, computadores e suas máquinas satélites. O processamento de dados é o mais rápido processo de manusear as informações sob as formas desejadas e programadas. As vantagens trazidas pelo processo de escrituração por processamento de dados aliadas as facilidades na obtenção de hardware (equipamentos) e software (programas), faz com que ele seja o mais utilizado pelas empresas e profissionais do ramo Escrituração digital É a era da substituição da escrituração em papel pela escrituração digital, instituído através do Decreto n º 6.022, de 22 de janeiro de 2007, o projeto do Sistema Público de Escrituração Digital SPED, faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento do Governo Federal - PAC e constitui-se em mais um avanço na informatização da relação entre o fisco e os contribuintes. Consiste na modernização da sistemática atual do cumprimento das obrigações acessórias, transmitidas pelos contribuintes às administrações tributárias e aos órgãos fiscalizadores, utilizando-se da certificação digital para fins de assinatura dos documentos eletrônicos, garantindo assim a validade jurídica dos mesmos apenas na sua forma digital. Representa uma iniciativa integrada das administrações tributárias nas três esferas governamentais: federal, estadual e municipal e estabelece um novo tipo de relacionamento, baseado na transparência mútua, com reflexos positivos para toda a sociedade. É composto por cinco grandes subprojetos:

22 21 NF-e - Nota Fiscal eletrônica CT-e - Conhecimento de Transporte eletrônico EFD - Escrituração Fiscal Digital ECD - Escrituração Contábil Digital NFS-e - Nota Fiscal de Serviços eletrônica A forma de escriturar é de livre escolha da empresa rural, desde que mantida em registros permanentes, com obediência aos preceitos da legislação comercial e fiscal e às Normas Brasileiras de Contabilidade editadas pelo Conselho Federal de Contabilidade, devendo observar métodos ou critérios contábeis uniformes no tempo e registrar as mutações patrimoniais segundo o regime de competência. (COAD - IRPJ 2010, p. 5) Livros de escrituração Somente as empresas legalmente constituídas estão obrigadas a manter escrituração regular. Como escrituração regular entende-se aquela em que são utilizados os livros estabelecidos por lei em função do tipo da sociedade, atividade, forma de tributação e renda bruta e outros aspectos legais ou formais e que cuja escrituração obedeça aos princípios de contabilidade aceitos. Classificam como livros de escrituração obrigatórios, o Diário; o Registro de Duplicatas e o Registro de Inventário, dentre os que estão em uso, com destaque para a importância do livro diário, não só porque contém a história da empresa, como também pelo valor jurídico que tem. Classificam como livros de escrituração fiscais, o Registro de Entradas; Registro de Saídas; Registro de Controle e Produção de Estoque; Registro de Impressão de Documentos Fiscais, Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências; Registro de Apuração do ICMS; Registro de Apuração do IPI e Registro de Inventário que é exigido obrigatoriamente pela legislação do ICMS e do Imposto de Renda.

23 22 Livros facultativos são aqueles que são adotados pelas empresas de acordo com a necessidade ou do que se quer controlar. Dentre eles estão classificados os livros Caixa; Contas Correntes e o Razão como os mais importantes deles. O livro razão sintetiza todas as contas e registros do livro Diário; seus débitos, seus créditos e saldos, fornecendo a qualquer momento a posição das contas, possibilitando o levantamento de balancetes. Com o desenvolvimento das atividades econômicas e a necessidade de agilizar a escrituração, surgiram novos processos e os livros encadernados foram sendo substituídos por fichas ou formulários, visando agilizar e tornar mais prático o sistema contábil. No entanto, na utilização de fichas ou qualquer outro processo para escrituração, deverá ser obedecidos os mesmos princípios adotados para a escrituração do livro Diário, ou seja: registros em ordem cronológica das operações; utilização integral da ficha ou formulário, não devendo deixar espaços em branco, sem rasuras ou entrelinhas. O Sistema Público de Escrituração Digital SPED, projeto que representa uma iniciativa integrada das administrações tributárias nas três esferas governamentais: federal, estadual e municipal, instituiu como um dos seus subprojetos a Escrituração Contábil Digital ECD e a Escrituração Fiscal Digital EFD. A Escrituração Contábil Digital - ECD, também chamada de SPED-Contábil, trata-se da obrigação de transmitir em versão digital os seguintes livros: I - livro Diário e seus auxiliares se houver; II - livro Razão e seus auxiliares se houver; III - livro Balancetes Diários, Balanços e fichas de lançamento comprobatórias dos assentamentos neles transcritos. As sociedades simples e as microempresas e empresas de pequeno porte optantes pelo Simples Nacional estão dispensadas de adotarem a Escrituração Contábil Digital ECD. A Escrituração Fiscal Digital - EFD é mais um subprojeto componente do projeto do Sistema Público de Escrituração Digital (SPED), é um arquivo digital, que se constitui de um conjunto de escriturações de documentos fiscais e de outras informações de interesse dos fiscos das unidades federadas e da Receita Federal

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