Projeto Mecânico. Qual é a pressão atuante no duto? Primeiramente definir o Projeto Hidráulico do duto

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Projeto Mecânico. Qual é a pressão atuante no duto? Primeiramente definir o Projeto Hidráulico do duto"

Transcrição

1 Projeto Mecânico Qual é a pressão atuante no duto? Depende: Gradiente hidráulico no regime permanente Condição estática Transiente hidráulico Primeiramente definir o Projeto Hidráulico do duto Pressão Diâmetro ESPESSURA PAREDE

2 Gradiente Hidráulico Representação gráfica do total de energia num sistema em qualquer ponto. E TOTAL = E PRESSÃO + E POTENCIAL Metro (mcl) Energia Total ou Gradiente Hidráulico Head = 10. P ρ Energia de Pressão Energia Potencial Distância (km)

3 Pressão Gradiente Hidráulico PMO Gradiente Hidráulico Presão requerida para superar perda de carga Pressão Estática Contra-pressão Perfil do terreno Distância

4 Definição da Configuração das Estações de Bombeio Metro (mcl) Distância

5 Condição de Estática Metro (mcl) Distância

6 Transiente Hiráulico Mudança da velocidade da vazão mássica Quando a velocidade é alterada, a pressão no sistema muda Mudança de pressão é chamada de: Golpe de ariete whaterhamer Picos de pressão surge Transiente hidráulico hydraulic transient Choque hidráulico Hydraulic shock

7 Transiente Hiráulico A mudança da velocidade é ocasionada: Início ou parada de bombeio Fechamento ou abertura de válvulas O transiente hidráulico pode ser simulado em programas computaionais STONER ou Pipeline Studio

8 Ponto de Controle Linha do gradiente hidráulico intersecta o perfil de elevação Metro (mcl) Distância

9 Eliminar o Ponto de Controle Metro (mcl) 1 Aumentar a contrapressão na estação B 2 Construir uma estação Booster intermediária 3 Aumentar a pressão na estação A Distância

10

11 Definições de Pressão Regime Permanente Regime em que as condições hidráulicas do duto em que todos os parâmetros operacionais permanecem aproximadamente constantes durante um período de tempo. Operação Normal Todas as situações de escoamento que fazem parte da rotina operacional do duto, incluindo regime permanente, mudança de arranjo operacional, troca de produtos, passagem de batelada e operação de partida e parada. Operação Incidental Todas as situações de escoamento que não fazem parte da operação normal do duto e que podem produzir pressões acima da PMO, tais como bloqueio indevido, falha do sistema de controle de pressão, queda do sistema de bombeamento, etc.

12 Definições de Pressão Pressão Máxima de Operação(PMO) - Pressão na qual cada ponto de um duto é submetido em condições normais de operação, quer ocorra em regime de escoamento permanente, na condição estática, em regime transientes não incidentais e pressões desenvolvidas durante partidas e paradas de duto Pressão Máxima de Operação Incidental Maior pressão na qual cada ponto ao longo de um duto é submetido em operações incidentais. É limitada a 1,1 x PMOA do duto. Pressão Nominal Pressão calculada pela fórmula de Barlow, com base na espessura nominal, diâmetro, tensão mínima de escoamento do material do duto e demais fatores de projeto, de acordo com as normas aplicáveis.

13 Definições de Pressão Pressão de Projeto - pressão adotada para dimensionamento do tubo e demais componentes do duto, de acordo com as normas aplicáveis Pressão Máxima de Operação Admissível (PMOA) - maior pressão na qual um duto pode ser operado em concordância com a norma adotada para seu projeto e construção, em função da pressão de projeto, do teste hidrostático realizado ou definida por verificação da integridade estrutural ou alteração da classe de pressão dos acessórios instalados. Pressão de Teste Hidrostático Pressão aplicada no ponto de teste conforme estabelecido pelas normas de projeto e construção do duto

14 Oleodutos Pressão de sucção das bombas > 6 kgf/cm 2 Qualquer ponto do duto P>2kgf/cm 2 pressão de vapor do produto transportado Prever coluna cheia, evitando quebra de coluna Dimensionar duto para transiente ou sistema de alívio Gasodutos Pressão à montante do ponto de entrega > 4 kgf/cm 2 previsto contrato Velocidade do gás no duto 9m/s < V < 12 m/s Velocidade do gás em ramais 15 m/s < V < 17 m/s

23º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental

23º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental I-037 OPERAÇÃO DO SISTEMA TAQUACETUBA PARA A TRANSFERÊNCIA DE ÁGUA DO RESERVATÓRIO BILLINGS PARA REPRESA GUARAPIRANGA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO James Shiromoto (1) Engenheiro Mecânico pela Escola

Leia mais

Bombas e Estações Elevatórias

Bombas e Estações Elevatórias Bombas e Estações Elevatórias Estações Elevatórias Escoamentos por gravidade possibilitam economia de energia, facilidade de operação, manutenção e segurança No entanto, não são possíveis sempre: Cidades

Leia mais

VÁLVULAS VÁLVULAS DE BLOQUEIO

VÁLVULAS VÁLVULAS DE BLOQUEIO VÁLVULAS VÁLVULAS DE BLOQUEIO Gaveta Esfera VÁLVULAS DE REGULAGEM Globo Agulha Borboleta Diafragma VÁLVULAS QUE PERMITEM O FLUXO EM UM SÓ SENTIDO Retenção VÁLVULAS CONTROLE PRESSÃO DE MONTANTE Segurança

Leia mais

COMPRESSOR DE AR COMPRIMIDO

COMPRESSOR DE AR COMPRIMIDO Definição: Os compressores podem ser definidos como estruturas mecânicas industriais destinadas a elevar a energia utilizável de ar pelo aumento de sua pressão. Necessita de cuidados para manter sua plena

Leia mais

ANÁLISE DO EFEITO DA VELOCIDADE NO ESCOAMENTO BIFÁSICO EM DUTOS CURVADOS COM VAZAMENTO

ANÁLISE DO EFEITO DA VELOCIDADE NO ESCOAMENTO BIFÁSICO EM DUTOS CURVADOS COM VAZAMENTO ANÁLISE DO EFEITO DA VELOCIDADE NO ESCOAMENTO BIFÁSICO EM DUTOS CURVADOS COM VAZAMENTO L.R.B. SARMENTO 1, G.H.S. PEREIRA FILHO 2, E.S. BARBOSA 3, S.R. de FARIAS NETO 4 e A.B. de LIMA 5 (Times New Roman

Leia mais

INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS - II DIMENSIONAMENTO

INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS - II DIMENSIONAMENTO INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS - II DIMENSIONAMENTO Vazão Considera-se vazão hidráulica o volume de água a ser transportado que atravessa uma determinada seção (tubo, calha, etc) na unidade de tempo. No sistema

Leia mais

ABNT 15280-1/ASME B31.4

ABNT 15280-1/ASME B31.4 Projeto ABNT 15280-1/ASME B31.4 Condições de Projeto Pressão Regime Permanente Condição Estática Transiente Capítulo II Projeto ASME B31.4 Projeto Capítulo II Projeto ASME B31.4 Condições de Projeto Temperatura

Leia mais

Cuidados na Instalação

Cuidados na Instalação Cuidados na Instalação Os principais cuidados na instalação referem-se a: Localização da Bomba Fundação/Base Alinhamento Nivelamento/Fixação à Base/Grouting Acoplamento às Tubulações Instalação Final/Partida

Leia mais

13 TUBULAÇÕES DE REFRIGERANTE

13 TUBULAÇÕES DE REFRIGERANTE 167 13 TUBULAÇÕES DE REFRIGERANTE As tubulações de refrigerante representam uma parte essencial no sistema de refrigeração, pois requer as mesmas considerações gerais de projeto que qualquer sistema de

Leia mais

6. ESTIMATIVA DAS FREQÜÊNCIAS. 6.1 Introdução

6. ESTIMATIVA DAS FREQÜÊNCIAS. 6.1 Introdução 6. ESTIMATIVA DAS FREQÜÊNCIAS 6.1 Introdução As hipóteses acidentais identificadas na APP, e selecionadas para serem avaliadas quantitativamente neste estudo estão relacionadas a vazamentos (rupturas catastrófica

Leia mais

GENERALIDADES. Versão 2014 Data: Março / 2014

GENERALIDADES. Versão 2014 Data: Março / 2014 2 GENERALIDADES Versão 2014 Data: Março / 2014 2.1. Principais características... 2.3 2.1.1. Poder calorífico superior (PCS)... 2.3 2.1.2. Poder calorífico inferior (PCI)... 2.3 2.1.3. Densidade relativa...

Leia mais

NPT 015 CONTROLE DE FUMAÇA PARTE 8 18 ASPECTOS DE SEGURANÇA DO PROJETO DE SISTEMA DE CONTROLE DE FUMAÇA

NPT 015 CONTROLE DE FUMAÇA PARTE 8 18 ASPECTOS DE SEGURANÇA DO PROJETO DE SISTEMA DE CONTROLE DE FUMAÇA Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 015 Controle de fumaça Parte 8 Aspectos de segurança CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 02 Norma de Procedimento Técnico 6 páginas SUMÁRIO 18 Aspectos de segurança

Leia mais

INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS

INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 8º Período Turmas C01, C02 e C03 Disc. Construção Civil II TIPOS Água Fria Esgoto Águas Pluviais Água Quente Incêndio

Leia mais

VERIFICAÇÃO INICIAL DE MEDIDORES DE VOLUME DE GÁS TIPO DIAFRAGMA

VERIFICAÇÃO INICIAL DE MEDIDORES DE VOLUME DE GÁS TIPO DIAFRAGMA VERIFICAÇÃO INICIAL DE MEDIDORES DE VOLUME DE GÁS TIPO DIAFRAGMA NORMA N o NIE-DIMEL-073 APROVADA EM DEZ/05 N o /06 SUMÁRIO 1. Objetivo 2. Campo de Aplicação 3. Responsabilidades 4. Documentos de Referência

Leia mais

ESTAÇÕES ELEVATÓRIAS

ESTAÇÕES ELEVATÓRIAS ESTAÇÕES ELEVATÓRIAS COMPONENTES E SUBCOMPONENTES DO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA COMPONENTES DE UMA ESTA ÇÃO ELEVAT ÓRIA ESTAÇÃO ELEVATÓRIA Equipamento eletro-mecânico Bomba Motor Tubulações Sucção

Leia mais

7.2 Dimensionamento da Tubulação 1

7.2 Dimensionamento da Tubulação 1 415 7. Dimensionamento da Tubulação 1 Em função do fluido a ser transportado e da sua temperatura de escoamento, procura-se estabelecer o material da tubulação. Apresentamos a seguir uma tabela que pode

Leia mais

Escoamentos Internos

Escoamentos Internos Escoamentos Internos Escoamento Interno Perfil de velocidades e transição laminar/turbulenta Perfil de temperaturas Perda de carga em tubulações Determinação da perda de carga distribuída Determinação

Leia mais

Misturadores a jato e sistemas de mistura em tanques

Misturadores a jato e sistemas de mistura em tanques Misturadores a jato e sistemas de mistura em tanques Misturadores a jato Os misturadores a jato da Koerting são os principais componentes de sistemas de mistura especiais, podendo ser utilizados em operações

Leia mais

O dimensionamento do Sistema de Ventilação apresentado, define as características dos jato-ventiladores necessárias para a operação do Sistema.

O dimensionamento do Sistema de Ventilação apresentado, define as características dos jato-ventiladores necessárias para a operação do Sistema. 1.OBJETIVO O dimensionamento do Sistema de Ventilação apresentado, define as características dos jato-ventiladores necessárias para a operação do Sistema. Os critérios operacionais estão definidos nas

Leia mais

Capítulo 5 Bombas. exterior; (exemplos: turbinas, motores hidráulicos, rodas d água);

Capítulo 5 Bombas. exterior; (exemplos: turbinas, motores hidráulicos, rodas d água); Capítulo 5 Bombas 1. Máquinas Hidráulicas trabalham fornecendo, retirando ou modificando a energia do líquido em escoamento; 2. Classificação: 2.1 Máquinas operatrizes introduzem no líquido a energia externa;

Leia mais

RECOMENDAÇÕES PARA SELEÇÃO E INSTALAÇÃO DE DENSÍMETROS SMAR EM PLANTAS DE BENEFICIAMENTO DE MINÉRIO

RECOMENDAÇÕES PARA SELEÇÃO E INSTALAÇÃO DE DENSÍMETROS SMAR EM PLANTAS DE BENEFICIAMENTO DE MINÉRIO RECOMENDAÇÕES PARA SELEÇÃO E INSTALAÇÃO DE DENSÍMETROS SMAR EM PLANTAS DE BENEFICIAMENTO DE MINÉRIO 1 A SMAR está trabalhando há mais de 8 anos com sistemas de medição de densidade por pressão diferencial

Leia mais

6 Ações Mecânicas Principais sobre Edificações de uma Usina Nuclear

6 Ações Mecânicas Principais sobre Edificações de uma Usina Nuclear 6 Ações Mecânicas Principais sobre Edificações de uma Usina Nuclear 6.1 Forças sobre estruturas civis sensíveis Na avaliação da força sobre a estrutura é utilizada a relação força/velocidade descrita pela

Leia mais

6. Modelagem de uma Estação de Entrega de Gás Natural Existente

6. Modelagem de uma Estação de Entrega de Gás Natural Existente 6. Modelagem de uma Estação de Entrega de Gás Natural Existente Neste capítulo analisa-se o escoamento na Estação de Entrega de São Carlos-SP da TBG. Os dados utilizados na confecção do modelo da estação

Leia mais

INFLUÊNCIA DO ACRÉSCIMO DE VELOCIDADE NOS SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA COM ENFOQUE DO GOLPE DE ARÍETE

INFLUÊNCIA DO ACRÉSCIMO DE VELOCIDADE NOS SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA COM ENFOQUE DO GOLPE DE ARÍETE INFLUÊNCIA DO ACRÉSCIMO DE VELOCIDADE NOS SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA COM ENFOQUE DO GOLPE DE ARÍETE Antonio Simões Teixeira Filho (1) Engenheiro da Superintendência de Projetos, de 1988 a 1993 -

Leia mais

HIDRÁULICA BÁSICA RESUMO

HIDRÁULICA BÁSICA RESUMO HIDRÁULICA BÁSICA RESUMO Antonio Marozzi Righetto 1. Hidráulica é o ramo da ciência que trata das condições físicas da água em condições de repouso e em movimento. 2. Um volume de água aprisionado em um

Leia mais

Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Nível II

Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Nível II Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Nível II Módulo II Aula 05 1. Introdução A mecânica dos gases é a parte da Mecânica que estuda as propriedades dos gases. Na Física existem três estados da matéria

Leia mais

INTERFERÊNCIAS ELÉTRICAS

INTERFERÊNCIAS ELÉTRICAS PROTEÇÃO CATÓDICA EFETIVO COMBATE À CORROSÃO ELETROQUÍMICA PARTE 5: INTERFERÊNCIAS ELÉTRICAS Este material contém informações classificadas como NP-1 INTERFERÊNCIAS ELÉTRICAS INTERFERÊNCIAS ELÉTRICAS Aproximações

Leia mais

Ministério de Minas e Energia Gabinete do Ministro

Ministério de Minas e Energia Gabinete do Ministro Ministério de Minas e Energia Gabinete do Ministro PORTARIA N o 94, DE 5 DE MARÇO DE 2012 O MINISTRO DE ESTADO DE MINAS E ENERGIA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, parágrafo único, incisos

Leia mais

Centro de Seleção/UFGD Técnico em Refrigeração ==Questão 26==================== Assinale a alternativa que define refrigeração.

Centro de Seleção/UFGD Técnico em Refrigeração ==Questão 26==================== Assinale a alternativa que define refrigeração. Técnico em Refrigeração ==Questão 26==================== Assinale a alternativa que define refrigeração. (A) O movimento de energia de frio dentro de um espaço onde ele é necessário. (B) A remoção de calor

Leia mais

4 Resfriamento de Óleo

4 Resfriamento de Óleo 4 Resfriamento de Óleo Para analisar o tempo de resfriamento e o fluxo de calor através das paredes do duto, considerou-se que inicialmente há um fluido quente escoando no interior da tubulação, em regime

Leia mais

ESTADO DE GOIÁS SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR

ESTADO DE GOIÁS SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR ESTADO DE GOIÁS SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DIRETORIA DE DEFESA CIVIL Gerência de Segurança Contra Incêndio e Pânico NORMA TÉCNICA n. 24, de 05/03/07 Sistema de Resfriamento

Leia mais

SISTEMA DE PRESSURIZAÇÃO DANCOR

SISTEMA DE PRESSURIZAÇÃO DANCOR SISTEMA DE PRESSURIZAÇÃO DANCOR Manual do Proprietário Utilização e Instalação S A Desd e1 94 6 BO MB AS EF ILTR OS - Consumidores - Representantes - Revendedores Serviço de Atendimento ao Consumidor Tel.:

Leia mais

Universidade Paulista Unip

Universidade Paulista Unip Elementos de Produção de Ar Comprimido Compressores Definição Universidade Paulista Unip Compressores são máquinas destinadas a elevar a pressão de um certo volume de ar, admitido nas condições atmosféricas,

Leia mais

Hidráulica Geral (ESA024A)

Hidráulica Geral (ESA024A) Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental Hidráulica Geral (ESA024A) 2º semestre 2014 Terças de 10 às 12 h Quintas de 08 às 10h Redes de Distribuição de Água Conceito -Conjunto de condutos interligados

Leia mais

Sistemas de Recalque Bombas Hidráulicas

Sistemas de Recalque Bombas Hidráulicas CUSO: ENENAIA CIVIL DISCIPLINA: IDÁULICA EAL POFESSO(ES): ALEXANDE MACOS FEIE DA COSTA E SILVA PEÍODO LETIVO: 2011 - JANEIO A JUNO TUMA(S): ECI 5 NA; ECI 5 NB; ECI 5 NC PEÍODO DE AULA: 07/02/2011 A 30/06/2011

Leia mais

AULA 9. Volume II do Livro Texto. Cálculo do Diâmetro das Tubulações. A Tubulação Considerada como um Elemento Estrutural.

AULA 9. Volume II do Livro Texto. Cálculo do Diâmetro das Tubulações. A Tubulação Considerada como um Elemento Estrutural. AULA 9 Volume II do Livro Texto CONTEÚDO: Capítulo 1 Capítulo Capítulo 3 Cálculo do Diâmetro das Tubulações. A Tubulação Considerada como um Elemento Estrutural. Cálculo da Espessura de Parede, Cálculo

Leia mais

a) 290mm; 250mm; 200mm b) 400mm; 475mm; 350mm c) 250mm; 200mm; 330mm d) 250mm; 350mm; 200mm

a) 290mm; 250mm; 200mm b) 400mm; 475mm; 350mm c) 250mm; 200mm; 330mm d) 250mm; 350mm; 200mm Engenheiro Civil 11) O quadroabaixo mostra o volume de precipitação de água da chuva no município, nos últimos sete meses. Com base nos valores apresentados, marque a opção que corresponde aos valores

Leia mais

A Importância dos Projetos de Sistemas de Proteções Coletivas Engº José Carlos de Arruda Sampaio

A Importância dos Projetos de Sistemas de Proteções Coletivas Engº José Carlos de Arruda Sampaio A Importância dos Projetos de Sistemas de Proteções Coletivas Engº José Carlos de Arruda Sampaio Ciclo de Vida do Empreendimento: Todos os empreendimentos tem um ciclo de vida - têm um início, um crescimento

Leia mais

Medição de vazão. Capítulo

Medição de vazão. Capítulo Capítulo 5 Medição de vazão V azão é o volume de água que passa por uma determinada seção de um rio dividido por um intervalo de tempo. Assim, se o volume é dado em litros, e o tempo é medido em segundos,

Leia mais

1.1.2 PROPRIEDADES FUNDAMENTAIS DOS FLUIDOS

1.1.2 PROPRIEDADES FUNDAMENTAIS DOS FLUIDOS UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS SETOR DE ENGENHARIA RURAL Prof. Adão Wagner Pêgo Evangelista 1.1.2 PROPRIEDADES FUNDAMENTAIS DOS FLUIDOS A) MASSA ESPECÍFICA

Leia mais

7.0 PERMEABILIDADE DOS SOLOS

7.0 PERMEABILIDADE DOS SOLOS 7.0 PERMEABILIDADE DOS SOLOS 7.1 Introdução A permeabilidade é a propriedade que o solo apresenta de permitir o escoamento da água através s dele. O movimento de água através s de um solo é influenciado

Leia mais

Regulamento Técnico do Sistema de Gerenciamento de Segurança Operacional de Sistemas Submarinos. Proposição PETROBRAS

Regulamento Técnico do Sistema de Gerenciamento de Segurança Operacional de Sistemas Submarinos. Proposição PETROBRAS Regulamento Técnico do Sistema de Gerenciamento de Segurança Operacional de Sistemas Submarinos Proposição PETROBRAS PRINCIPAIS CONTRIBUIÇÕES 1. INTERFACE COM OUTROS REGULAMENTOS 2. ABRANGÊNCIA DO REGULAMENTO

Leia mais

1. Difusão. A difusão só ocorre quando houver gradiente de: Concentração; Potencial; Pressão.

1. Difusão. A difusão só ocorre quando houver gradiente de: Concentração; Potencial; Pressão. 1. Difusão Com frequência, materiais de todos os tipos são tratados termicamente para melhorar as suas propriedades. Os fenômenos que ocorrem durante um tratamento térmico envolvem quase sempre difusão

Leia mais

6 Mistura Rápida. Continuação

6 Mistura Rápida. Continuação 6 Mistura Rápida Continuação 2 Ressalto em medidor Parshall (calha Parshall): Foi idealizado por R.L. Parshall, engenheiro do Serviço de Irrigação do Departamento de Agricultura dos EUA. Originalmente

Leia mais

Medição individualizada e sistemas prediais de água quente

Medição individualizada e sistemas prediais de água quente Oficina Sistema Predial de Água Quente Medição individualizada e sistemas prediais de água quente Lúcia Helena de Oliveira São Paulo, 09 de dezembro de 2008 Sistema de medição individualizada 14000 12000

Leia mais

PROJETO DE INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA FRIA REGISTRO DE INSPEÇÃO DE PROJETOS

PROJETO DE INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA FRIA REGISTRO DE INSPEÇÃO DE PROJETOS Página 1 GRUPO RESPONSÁVEL PELA ELA- BORAÇÃO DO PROJETO: REGISTRO DE INSPEÇÃO DE PROJETOS PROJETO INSPECIONADO: DATA DA INSPEÇÃO: AUTOR DESTE CHECKLIST MARCOS LUÍS ALVES DA SILVA Sistema de instalações

Leia mais

Instalações Prediais (Hidráulico-Sanitárias e Elétricas) e o Projeto Arquitetônico

Instalações Prediais (Hidráulico-Sanitárias e Elétricas) e o Projeto Arquitetônico Instalações Prediais (Hidráulico-Sanitárias e Elétricas) e o Projeto Arquitetônico Introdução As instalações prediais constituem subsistemas que devem ser integrados ao sistema construtivo proposto pela

Leia mais

Manômetros. Conexões Rosqueadas FIT Nº FI-S1201. Diâmetro 4" e 6. Modelo MV MVE. Material do Corpo Aço Inox. Pressão Máxima 28,0 barg FI-P32202

Manômetros. Conexões Rosqueadas FIT Nº FI-S1201. Diâmetro 4 e 6. Modelo MV MVE. Material do Corpo Aço Inox. Pressão Máxima 28,0 barg FI-P32202 Manômetros FIT Nº FI-S101 Modelo MV MVE Diâmetro 4" e 6 Conexões Rosqueadas do Corpo Pressão Máxima 8,0 barg FI-P30 EL 600 1/ Rosca até 50 bar 193 FI-P30-01 Edição 3 - Rev 1 EL 600 Transmissor de pressão

Leia mais

FAQ FREQUENT ASKED QUESTION (PERGUNTAS FREQUENTES)

FAQ FREQUENT ASKED QUESTION (PERGUNTAS FREQUENTES) FREQUENT ASKED QUESTION (PERGUNTAS FREQUENTES) PRINCIPAIS DÚVIDAS SOBRE O SISTEMA DE DETECÇÃO DE VAZAMENTO EM DUTOS. SUMÁRIO Introdução...4 1. Qual é a distância entre os sensores?...5 2. O RLDS/I-RLDS

Leia mais

MEMORIAL DE CÁLCULO 012310/1-0

MEMORIAL DE CÁLCULO 012310/1-0 1 SSC MEMORIAL DE CÁLCULO 012310/1-0 ANDAIME FACHADEIRO CONTRATANTE: Nopin Brasil Equipamentos para Construção Civil Ltda ENDEREÇO: Rodovia RS 122 nº 7470 Pavilhões 10 e 11 95110-310 Caxias do Sul - RS

Leia mais

LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE PROJETOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL

LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE PROJETOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE PROJETOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL Prof: Helano Abreu hasantos@sfiec.org.br www.profhelanoabreu.wordpress.com 1 Leitura e Interpretação de Projetos PROJETO HIDRÁULICO 2 1. PROJETO

Leia mais

NORMA TÉCNICA NO. 15/2012 Controle de Fumaça Parte 5 - CBMGO - GOIÂNIA/GO CBMGO - CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DE GOIÁS

NORMA TÉCNICA NO. 15/2012 Controle de Fumaça Parte 5 - CBMGO - GOIÂNIA/GO CBMGO - CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DE GOIÁS NORMA TÉCNICA N o. 15/2012 CONTROLE DE FUMAÇA PARTE 5 CONTROLE DE FUMAÇA MECÂNICO EM EDIFICAÇÕES HORIZONTAIS, ÁREAS ISOLADAS EM UM PAVIMENTO OU EDIFICAÇÕES QUE POSSUAM SEUS PAVIMENTOS ISOLADOS CBMGO -

Leia mais

Edital Nº. 04/2009-DIGPE 10 de maio de 2009 INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA

Edital Nº. 04/2009-DIGPE 10 de maio de 2009 INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA Caderno de Provas REFRIGERAÇÃO E CLIMATIZAÇÃO Edital Nº. 04/2009-DIGPE 10 de maio de 2009 INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA Use apenas caneta esferográfica azul ou preta. Escreva o seu nome completo

Leia mais

ANÁLISE PRELIMINAR DE PERIGO APP TERMOELÉTRICA GÁS NATURAL

ANÁLISE PRELIMINAR DE PERIGO APP TERMOELÉTRICA GÁS NATURAL ANÁLISE PRELIMINAR DE PERIGO APP TERMOELÉTRICA GÁS NATURAL Sub-subsistema: Alimentação de Gás Natural (CityGate) / Distribuição ANÁLISE PRELIMINAR DE PERIGO - APP Grande tubulações do CityGate Pequeno

Leia mais

DESIDRATAÇÃO, SEPARAÇÃO E LIQUEFAÇÃO DE GÁS NATURAL USANDO O TUBO VORTEX

DESIDRATAÇÃO, SEPARAÇÃO E LIQUEFAÇÃO DE GÁS NATURAL USANDO O TUBO VORTEX DESIDRATAÇÃO, SEPARAÇÃO E LIQUEFAÇÃO DE GÁS NATURAL USANDO O TUBO VORTEX REV C Por Luiz Henrique V. Souza Com Agradecimentos Especiais ao Engº Eduardo Gertrudes, CTGÁS/RN. Dezembro, 2010. ÍNDICE 1 - INTRODUÇÃO.

Leia mais

Décima primeira aula de mecânica dos fluidos para engenharia química (ME5330) 04/05/2010

Décima primeira aula de mecânica dos fluidos para engenharia química (ME5330) 04/05/2010 Décima primeira aula de mecânica dos fluidos para engenharia química (ME5330) 04/05/2010 Exercício de associação em série Uma lavoura de arroz distante do manancial de captação d água necessita de 315

Leia mais

Hidráulica e Pneumática

Hidráulica e Pneumática E Curso Técnico Concomitante em Mecânica 3º módulo MSc. Acumuladores ACUMULADORES HIDRÁULICOS Objetivos da aula Estudar os tipos de acumuladores; Conhecer a simbologia dos acumuladores; Identificar suas

Leia mais

INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E PREDIAIS. Professor: Eng Civil Diego Medeiros Weber.

INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E PREDIAIS. Professor: Eng Civil Diego Medeiros Weber. INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E PREDIAIS Professor: Eng Civil Diego Medeiros Weber. ÁGUA FRIA PERDA DE CARGA Existem varias fórmulas e ábacos correspondentes que traduzem a dependência entre as grandezas Q,

Leia mais

MÓDULO 1 Projeto e dimensionamento de estruturas metálicas em perfis soldados e laminados

MÓDULO 1 Projeto e dimensionamento de estruturas metálicas em perfis soldados e laminados Projeto e Dimensionamento de de Estruturas metálicas e mistas de de aço e concreto MÓDULO 1 Projeto e dimensionamento de estruturas metálicas em perfis soldados e laminados 1 nas Estruturas segundo a NBR

Leia mais

Introdução à condução de calor estacionária

Introdução à condução de calor estacionária Introdução à condução de calor estacionária Exercício 1 - O telhado de uma casa com aquecimento elétrico tem 6m de comprimento, 8m de largura e 0, 25m de espessura e é feito de uma camada plana de concreto

Leia mais

Continuação aula 3 - unidades do Sistema de Esgotamento Sanitário

Continuação aula 3 - unidades do Sistema de Esgotamento Sanitário Continuação aula 3 - unidades do Sistema de Esgotamento Sanitário e) Órgãos acessórios: Dispositivos fixos e não mecanizados destinados a facilitar a inspeção e limpeza dos coletores, construídos em pontos

Leia mais

Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 4.1 - Introdução. O tratamento da água começa na sua captação

Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 4.1 - Introdução. O tratamento da água começa na sua captação Sistemas de Água I - Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 22/10/2013 2 Aula 4 - Captação de água de superfície (Parte I) 4.1 - Introdução O tratamento da água começa na sua captação A parte

Leia mais

FIGURA 63 - a) TUBULAÇÕES DE RETORNO DIRETO b) TUBULAÇÕES DE RETORNO INVERSO

FIGURA 63 - a) TUBULAÇÕES DE RETORNO DIRETO b) TUBULAÇÕES DE RETORNO INVERSO 82 7 DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA Os sistemas de distribuição de água podem ser classificados como: - Sem Recirculação: A água flui através do sistema sem reaproveitamento. - Recirculação Aberta: A água é bombeada

Leia mais

DESMONTE HIDRÁULICO. Monitor hidráulico. Boletim 2-150 1 INTRODUÇÃO

DESMONTE HIDRÁULICO. Monitor hidráulico. Boletim 2-150 1 INTRODUÇÃO 1 INTRODUÇÃO A água a alta pressão e alta velocidade, proveniente de um tanque elevado ou de uma bomba centrífuga,levada contra a base de um banco por meio de um monitor, constitui o sistema de desmonte

Leia mais

SANEAMENTO Aula 5 - Sumário AULA 5. Constituição dos sistemas de abastecimento e de distribuição de água. Saneamento [55]

SANEAMENTO Aula 5 - Sumário AULA 5. Constituição dos sistemas de abastecimento e de distribuição de água. Saneamento [55] SANEAMENTO Aula 5 - Sumário AULA 5 Constituição dos sistemas de abastecimento e de distribuição de água. Saneamento [55] SISTEMAS DE ABASTECIMENTO E DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA Adução / Dimensionamento Hidráulico

Leia mais

Disciplina: Instalações Hidráulicas Instalações prediais de esgoto

Disciplina: Instalações Hidráulicas Instalações prediais de esgoto Disciplina: Instalações Hidráulicas Instalações prediais de esgoto Prof. Ms. José Benedito Gianelli Filho Nesta Unidade da Disciplina, tentaremos compreender a questão da problemática envolvida nas instalações

Leia mais

COMPARAÇÃO ECONÔMICA ENTRE O TRANSPORTE DE GÁS E LINHA DE TRANSMISSÃO

COMPARAÇÃO ECONÔMICA ENTRE O TRANSPORTE DE GÁS E LINHA DE TRANSMISSÃO GPT/7 17 à de outubro de 1999 Foz do Iguaçu Paraná - Brasil GRUPO II PRODUÇÃO TÉRMICA E FONTES NÃO CONVENCIONAIS (GPT) COMPARAÇÃO ECONÔMICA ENTRE O TRANSPORTE DE GÁS E LINHA DE TRANSMISSÃO Eliane Aparecida

Leia mais

Hidrologia, Ambiente e Recursos Hídricos 2009 / 2010. Rodrigo Proença de Oliveira

Hidrologia, Ambiente e Recursos Hídricos 2009 / 2010. Rodrigo Proença de Oliveira Hidrologia, Ambiente e Recursos Hídricos 2009 / 2010 Rodrigo Proença de Oliveira Simulação do funcionamento de uma albufeira IST: Hidrologia, Ambiente e Recursos Hídricos Rodrigo Proença de Oliveira, 2009

Leia mais

ESCOLHA DO TIPO CONSTRUTIVO

ESCOLHA DO TIPO CONSTRUTIVO ESCOLHA DO TIPO CONSTRUTIVO Tipos de Feixe Tubular Trocadores tipo espelho fixo cabeçote traseiro tipo L, M ou N. Mais econômicos Expansão térmica ( T

Leia mais

Professor Felipe Técnico de Operações P-27 Petrobras

Professor Felipe Técnico de Operações P-27 Petrobras Professor Felipe Técnico de Operações P-27 Petrobras Contatos professorpetrobras@gmail.com www.professorfelipecardoso.blogspot.com skype para aula particular online: felipedasilvacardoso Tubulações, válvulas

Leia mais

AULA PRÁTICA 9 CARNEIRO HIDRÁULICO

AULA PRÁTICA 9 CARNEIRO HIDRÁULICO 1!" AULA PRÁTICA 9 CARNEIRO HIDRÁULICO I - INTRODUÇÃO O carneiro hidráulico, também chamado bomba de aríete hidráulico, balão de ar, burrinho, etc., foi inventado em 1796 pelo cientista francês Jacques

Leia mais

TÍTULO: SIMULAÇÃO EM LABORATÓRIO DO EFEITO DO BLOWOUT NO PROCESSO DE EXTRAÇÃO DE HIDROCARBONETOS

TÍTULO: SIMULAÇÃO EM LABORATÓRIO DO EFEITO DO BLOWOUT NO PROCESSO DE EXTRAÇÃO DE HIDROCARBONETOS TÍTULO: SIMULAÇÃO EM LABORATÓRIO DO EFEITO DO BLOWOUT NO PROCESSO DE EXTRAÇÃO DE HIDROCARBONETOS CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: ENGENHARIAS E ARQUITETURA SUBÁREA: ENGENHARIAS INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR NORMA TÉCNICA N 15

ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR NORMA TÉCNICA N 15 ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR NORMA TÉCNICA N 15 CONTROLE DE FUMAÇA PARTE 2 CONCEITOS, DEFINIÇÕES E COMPONENTES DO SISTEMA

Leia mais

Perda de Carga e Comprimento Equivalente

Perda de Carga e Comprimento Equivalente Perda de Carga e Comprimento Equivalente Objetivo Este resumo tem a finalidade de informar os conceitos básicos para mecânicos e técnicos refrigeristas sobre Perda de Carga e Comprimento Equivalente, para

Leia mais

TRC 095 UMIDIFICADOR ULTRASONICO MANUAL DE INSTRUÇÕES

TRC 095 UMIDIFICADOR ULTRASONICO MANUAL DE INSTRUÇÕES TRC 095 UMIDIFICADOR ULTRASONICO MANUAL DE INSTRUÇÕES LEIA ESTE MANUAL CUIDADOSAMENTE ANTES DE INSTALAR, GUARDE O PARA FUTURAS REFERENCIAS DADOS TÉCNICOS Modelo: TRC 095 Saída Padrão: 280mllh Volume de

Leia mais

Unidade: INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA FRIA e de ÁGUA QUENTE. Unidade I:

Unidade: INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA FRIA e de ÁGUA QUENTE. Unidade I: Unidade: INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA FRIA e de ÁGUA QUENTE Unidade I: 0 Unidade: Instalações Prediais De Água Fria E De Água Quente 1 - INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA FRIA 1 1.1 Terminologia Abastecimento:

Leia mais

Recomendações para aumento da confiabilidade de junta de expansão de fole com purga de vapor

Recomendações para aumento da confiabilidade de junta de expansão de fole com purga de vapor Recomendações para aumento da confiabilidade de junta de expansão de fole com purga de vapor 1. Junta de expansão de fole com purga de vapor d água Em juntas de expansão com purga da camisa interna, para

Leia mais

DIMENSIONAMENTO DE SISTEMAS DE ESGOTO SANITÁRIO

DIMENSIONAMENTO DE SISTEMAS DE ESGOTO SANITÁRIO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS - UFPEL CENTRO DE ENGENHARIAS - CENG DISCIPLINA: SISTEMAS URBANOS DE ÁGUA E ESGOTO DIMENSIONAMENTO DE SISTEMAS DE ESGOTO SANITÁRIO Prof. Hugo Alexandre Soares Guedes E-mail:

Leia mais

Memorial de Projeto: Instalações Hidráulicas

Memorial de Projeto: Instalações Hidráulicas Pág. 1 Memorial de Projeto: Instalações Hidráulicas Cliente: Unidade: Assunto: Banco de Brasília - BRB Águas Lindas GO Novas Instalações Código do Projeto: 3947-11 SIA Sul Quadra 4C Bloco D Loja 37 Brasília-DF

Leia mais

CONTRIBUIÇÃO DO ENGENHEIRO ESPECIALISTA EM PERÍCIA DE ESTRUTURAS RESUMO

CONTRIBUIÇÃO DO ENGENHEIRO ESPECIALISTA EM PERÍCIA DE ESTRUTURAS RESUMO CONTRIBUIÇÃO DO ENGENHEIRO ESPECIALISTA EM PERÍCIA DE ESTRUTURAS RESUMO O presente trabalho refere-se à análise estrutural de placas de concreto para piso elevado, fornecidos a uma construtora para estacionamento

Leia mais

Considerações sobre redimensionamento de motores elétricos de indução

Considerações sobre redimensionamento de motores elétricos de indução Considerações sobre redimensionamento de motores elétricos de indução Artigo publicado na revista Lumiere Electric edição nº 166 Aplicações de investimentos dentro das empresas sempre são questionadas

Leia mais

Sistema de Resfriamento para Líquidos e Gases Inflamáveis e Combustíveis

Sistema de Resfriamento para Líquidos e Gases Inflamáveis e Combustíveis SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 24/2004 Sistema de Resfriamento para

Leia mais

Referência: Reunião Técnica, Memorial Descritivo Rev: 2. Proteções Existentes. Observações (O)/ Recomendações (R) Meio Ambiente.

Referência: Reunião Técnica, Memorial Descritivo Rev: 2. Proteções Existentes. Observações (O)/ Recomendações (R) Meio Ambiente. Ambiente Imagem 1 Vazamento de produto inflamável armazenado em frascos, bombonas ou tambores. - Falha durante o manuseio ou transporte do recipiente provocando tombamento ou queda; - Recipiente em más

Leia mais

EXPERIÊNCIA Nº 4 ESTUDO DE UM TROCADOR DE CALOR DE FLUXO CRUZADO

EXPERIÊNCIA Nº 4 ESTUDO DE UM TROCADOR DE CALOR DE FLUXO CRUZADO EXPERIÊNCIA Nº 4 ESTUDO DE UM TROCADOR DE CALOR DE FLUXO CRUZADO 1. CONCEITOS ENVOLVIDOS Convecção de calor em escoamento externo; Transferência de calor em escoamento cruzado; Camada limite térmica; Escoamento

Leia mais

Perda de carga. Manuel F. Barral

Perda de carga. Manuel F. Barral Perda de carga Manuel F. Barral 1. Escoamentos em Dutos Sob-Pressão 1.1. Perda de Carga 1.1. Perda de Carga 1.. Perda de Carga Distribuída 1.. Perda de Carga Distribuída Material Rugosidade absoluta ε(mm)

Leia mais

DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO

DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO DETALHES CONSTRUTIVOS OBJETIVO Este documento tem como objetivo definir diretrizes para projetos de Estações Elevatórias de Esgoto. SISTEMA DE ENTRADA A) MEDIÇÃO - As Estações Elevatórias cuja vazão seja

Leia mais

Vazão ou fluxo: quantidade de fluido (liquido, gás ou vapor) que passa pela secao reta de um duto por unidade de tempo.

Vazão ou fluxo: quantidade de fluido (liquido, gás ou vapor) que passa pela secao reta de um duto por unidade de tempo. Medição de Vazão 1 Introdução Vazão ou fluxo: quantidade de fluido (liquido, gás ou vapor) que passa pela secao reta de um duto por unidade de tempo. Transporte de fluidos: gasodutos e oleodutos. Serviços

Leia mais

REGULAMENTO TÉCNICO DE DUTOS TERRESTRES PARA MOVIMENTAÇÃO DE PETRÓLEO, DERIVADOS E GÁS NATURAL (RTDT)

REGULAMENTO TÉCNICO DE DUTOS TERRESTRES PARA MOVIMENTAÇÃO DE PETRÓLEO, DERIVADOS E GÁS NATURAL (RTDT) REGULAMENTO ANP Nº / 2010 REGULAMENTO TÉCNICO DE DUTOS TERRESTRES PARA MOVIMENTAÇÃO DE PETRÓLEO, DERIVADOS E GÁS NATURAL (RTDT) Aprovação: Documento aprovado pela RD nº, de de de ÍNDICE PREFÁCIO... 1 1

Leia mais

Institui o Programa Estadual de Redução e Racionalização do Uso de Energia e dá providências correlatas

Institui o Programa Estadual de Redução e Racionalização do Uso de Energia e dá providências correlatas Decreto Estadual nº 45.765, de 4 de maio de 2001 Institui o Programa Estadual de Redução e Racionalização do Uso de Energia e dá providências correlatas GERALDO ALCKMIN, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO,

Leia mais

Resolução de Curso Básico de Física de H. Moysés Nussenzveig Capítulo 08 - Vol. 2

Resolução de Curso Básico de Física de H. Moysés Nussenzveig Capítulo 08 - Vol. 2 HTTP://COMSIZO.BLOGSPOT.COM/ Resolução de Curso Básico de Física de H. Moysés Nussenzveig Capítulo 08 - Vol. 2 Engenharia Física 09 Universidade Federal de São Carlos 10/31/2009 *Conseguimos algumas resoluções

Leia mais

24/Abril/2013 Aula 19. Equação de Schrödinger. Aplicações: 1º partícula numa caixa de potencial. 22/Abr/2013 Aula 18

24/Abril/2013 Aula 19. Equação de Schrödinger. Aplicações: 1º partícula numa caixa de potencial. 22/Abr/2013 Aula 18 /Abr/013 Aula 18 Princípio de Incerteza de Heisenberg. Probabilidade de encontrar uma partícula numa certa região. Posição média de uma partícula. Partícula numa caixa de potencial: funções de onda e níveis

Leia mais

RISCOS ASSOCIADOS AO PROJETO E A CONSTRUÇÃO DE BARRAGENS. Engº Roberto Facchinetti

RISCOS ASSOCIADOS AO PROJETO E A CONSTRUÇÃO DE BARRAGENS. Engº Roberto Facchinetti 1 RISCOS ASSOCIADOS AO PROJETO E A CONSTRUÇÃO DE BARRAGENS Engº Roberto Facchinetti 2 BARRAGENS PROPORCIONAM VÁRIOS BENEFÍCIOS AOS SEUS PROPRIETÁRIOS E A COMUNIDADE FORNECEM ÁGUA PARA ABASTECIMENTO HUMANO,

Leia mais

ATIVIDADES DESENVOLVIDAS

ATIVIDADES DESENVOLVIDAS UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE TECNOLOGIA LABORATÓRIO DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA E HIDRÁULICA EM SANEAMENTO ATIVIDADES DESENVOLVIDAS João Pessoa, 26 de julho de 2007 Prof. Heber Pimentel Gomes

Leia mais

Capítulo 5: Aplicações da Derivada

Capítulo 5: Aplicações da Derivada Instituto de Ciências Exatas - Departamento de Matemática Cálculo I Profª Maria Julieta Ventura Carvalho de Araujo Capítulo 5: Aplicações da Derivada 5- Acréscimos e Diferenciais - Acréscimos Seja y f

Leia mais

MANUAL DE OPERAÇÕES CASA DE RUI BARBOSA

MANUAL DE OPERAÇÕES CASA DE RUI BARBOSA MANUAL DE OPERAÇÕES CLIMATIZAÇÃO DA BIBLIOTECA CASA DE RUI BARBOSA Av. São Clemente, Nº134 Botafogo Rio de Janeiro/RJ 1 O presente Manual tem por objetivo descrever e especificar as características operacionais,

Leia mais

Trabalho Computacional. A(h) = V h + 2 V π h, (1)

Trabalho Computacional. A(h) = V h + 2 V π h, (1) Unidade de Ensino de Matemática Aplicada e Análise Numérica Departamento de Matemática/Instituto Superior Técnico Matemática Computacional (Mestrado em Engenharia Física Tecnológica) 2014/2015 Trabalho

Leia mais

PCC-465 SISTEMAS PREDIAIS I. Sistemas Prediais de Suprimento de Água Quente

PCC-465 SISTEMAS PREDIAIS I. Sistemas Prediais de Suprimento de Água Quente PCC-465 SISTEMAS PREDIAIS I Sistemas Prediais de Suprimento de Água Quente Sistemas Prediais de Suprimento de Água Quente Classificação dos Sistemas Sistema Individual; - Chuveiros Elétricos - Centralizados:

Leia mais

CARNEIRO HIDRÁULICO O QUE É - E COMO CONSTRUÍ-LO. Prof. Geraldo Lúcio Tiago Filho Revisão: Prof. Augusto Nelson Carvalho Viana

CARNEIRO HIDRÁULICO O QUE É - E COMO CONSTRUÍ-LO. Prof. Geraldo Lúcio Tiago Filho Revisão: Prof. Augusto Nelson Carvalho Viana CARNEIRO HIDRÁULICO O QUE É - E COMO CONSTRUÍ-LO Prof. Geraldo Lúcio Tiago Filho Revisão: Prof. Augusto Nelson Carvalho Viana Acesse www.hidrovector.com.br para baixar outros ebooks gratuitamente CARNEIRO

Leia mais

ABNT NBR 14718 GUARDA-CORPOS PARA EDIFICAÇÃO

ABNT NBR 14718 GUARDA-CORPOS PARA EDIFICAÇÃO ABNT NBR 14718 GUARDA-CORPOS PARA EDIFICAÇÃO Válida a partir de: 28.02.2008 Esta Norma fixa as condições mínimas de resistência e segurança exigíveis para guarda-corpos de edificações para uso privativo

Leia mais

Ondas Sonoras. Velocidade do som

Ondas Sonoras. Velocidade do som Ondas Sonoras Velocidade do som Ondas sonoras são o exemplo mais comum de ondas longitudinais. Tais ondas se propagam em qualquer meio material e sua velocidade depende das características do meio. Se

Leia mais