Receita Federal do Brasil Delegacia da Receita Federal do Brasil de Goiânia

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Receita Federal do Brasil Delegacia da Receita Federal do Brasil de Goiânia"

Transcrição

1 Receita Federal do Brasil Delegacia da Receita Federal do Brasil de Goiânia Imposto de Renda Retido na Fonte Apresentação: Josemar Pereira da Silva AFRFB Mauro Alves Gomes - AFRFB Palestra proferida a convite e sob a organização da Superintendência de Controle Interno da Secretaria da Fazenda do Estado de Goiás Goiânia, Maio/2009 1

2 Programação Conceitos e princípios fundamentais: Conceituação de tributo Imunidade e isenção tributária Imunidade; Isenção Retenção e recolhimento do Imposto de Renda: Hipóteses de incidência; Serviços abrangidos, abordagem (Detalhamento das Naturezas de Despesas); Base de cálculo; Alíquota; Casos de dispensa ou que não se aplica a retenção; Prazos para recolhimento; Questões mais freqüentes; Obrigações acessórias. 2

3 Breve Introdução RFB On Line 3

4 4

5 5

6 6

7 7

8 8

9 Conceito Imposto de Renda Retido na Fonte Conceituação de Tributo Tributo é toda prestação pecuniária compulsória, em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir, que não constitua sanção de ato ilícito, instituída em lei e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada (Art. 3º do Código Tributário Nacional Lei nº 5.172/66). 9

10 Fundamentos Legais Constituição Federal Lei Complementar Lei Ordinária Decreto Instrução Normativa RFB Atos Declaratórios RFB 10

11 Fundamentação Legal da Retenção A lei poderá atribuir a sujeito passivo de obrigação tributária a condição de responsável pelo pagamento de impostos ou contribuição, cujo fato gerador deva ocorrer posteriormente,... (CF. art. 150, 7º). Substituição Tributária 11

12 Fundamentação Legal da Retenção A lei pode atribuir à fonte pagadora da renda ou dos proventos tributários a condição de responsável pelo imposto cuja retenção e recolhimento lhe caibam (Lei nº 5.172/66 - Código Tributário Nacional, art. 45). 12

13 Fundamentação Legal da Retenção Art Parágrafo único. O sujeito passivo da obrigação principal dizse: I -...; II - responsável, quando, sem revestir a condição de contribuinte, sua obrigação decorra de disposição expressa de lei;... Art Sem prejuízo do disposto neste capítulo, a lei pode atribuir de modo expresso a responsabilidade pelo crédito tributário a terceira pessoa, vinculada ao fato gerador da respectiva obrigação, excluindo a responsabilidade do contribuinte ou atribuindo-a a este em caráter supletivo do cumprimento total ou parcial da referida obrigação. (Lei nº 5.172/66 - CTN) 13

14 Fundamentação Legal da Retenção Art. 11. Constituem requisitos essenciais da responsabilidade na gestão fiscal a instituição, previsão e efetiva arrecadação de todos os tributos da competência constitucional do ente da Federação Lei Complementar n. 101/2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal). 14

15 Fundamentação Legal da Retenção Regulamento do Imposto de Renda As hipóteses de incidência estão consolidadas no Decreto Nº 3.000/1999 (RIR/99): Livro III Tributação na Fonte e Sobre Operações Financeiras Título I Tributação na Fonte Título II Tributação das Operações Financeiras Normas Gerais sobre Retenção Art. 620 a 726; (O art. 653, somente na hipótese de convênio com a União) 15

16 RETENÇÃO DE OUTROS TRIBUTOS CSLL, COFINS E PIS/PASEP Lei Nº /2003, arts. 30 a 36; IN SRF Nº 475/2004. Retenção sobre pagamentos às pessoas jurídicas de direito privado, pela prestação de serviços de limpeza, conservação, manutenção, segurança, vigilância, transporte de valores e locação de mão-de-obra, factoring, bem como pela remuneração de serviços profissionais (a legislação estabelece algumas exceções). Estados/Municípios A obrigatoriedade da retenção depende da realização de convênio com a União (art. 33 da Lei nº /2004; Portaria SRF nº 1.454/2004; Instrução Normativa SRF nº 475/2004). 16

17 Entidades Imunes & Entidades Isentas Como regra geral, não sofrem retenção do I.R. Estão obrigadas a reter, quando efetuam pagamentos a contribuintes sujeitos ao imposto 17

18 Imunidade Está prevista na Constituição Federal Isenção Concedida por Lei 18

19 Imunidade Imposto de Renda Retido na Fonte Subjetiva A pessoa jurídica é imune a) Entes Federativos; b) Templos de qualquer culto; c) Partidos Políticos, Sindicatos de Trabalhadores, Instituições de Educação e Assist. Social sem Fins Lucrativos atendidos os requisitos da lei. (CF, art. 150, VI, a, b e c ; Lei nº 9.532/97, art. 12, 2º) Objetiva Determinadas atividades da pessoa jurídica é que são imunes Livros, jornais, periódicos e o papel destinado a sua impressão. (CF, art. 150, VI, d ) 19

20 Isenção Imposto de Renda Retido na Fonte Consideram-se isentas as instituições de caráter filantrópico, recreativo, cultural e científico e as associações civis que prestem os serviços para os quais houverem sido instituídas e os coloquem à disposição do grupo de pessoas a que se destinam, sem fins lucrativos. (Lei nº 9532/97, art. 15). Condições: Previstas na Lei n 9.532/97, art. 12, 2º (mesmas da imunidade até alínea e, conforme 3º). 20

21 Imunidade & Isenção Como saber se a pessoa jurídica é Imune ou Isenta? 21

22 O IRRF e as Entidades Imunes ou Isentas Para o gozo da imunidade, as instituições a que se refere este artigo, estão obrigadas a atender aos seguintes requisitos:... e) apresentar, anualmente, Declaração de Rendimentos, em conformidade com o disposto em ato da Secretaria da Receita Federal (Lei 9.532/97, Art.12, 2º) 22

23 ISENÇÃO DE CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS Lei Nº 8.212/1991 Art. 55. Fica isenta das contribuições de que tratam os arts. 22 e 23 desta Lei a entidade beneficente de assistência social que atenda aos seguintes requisitos cumulativamente: I - seja reconhecida como de utilidade pública federal e estadual ou do Distrito Federal ou municipal; II - seja portadora do Registro e do Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social, fornecidos pelo Conselho Nacional de Assistência Social,... III - promova a assistência social beneficente, inclusive educacional ou de saúde, a menores, idosos, excepcionais ou pessoas carentes; 23

24 Verificar a validade do certificado no site do CNAS: ionid=a4df1b67556a108a063d86dffd441afc/ Verificar se a entidade possui o título de utilidade pública no site do MJ: (Informar a cidade e UF para a pesquisa) 24

25 Destinação da Receita (Imposto de Renda Retido) 25

26 Destinação da Receita O IRRF é receita exclusiva do Estado, quando este faz a retenção, conforme previsto no Art. 157, inciso I, da CF. O Estado que não faz a retenção fica no prejuízo. Por quê? 26

27 Destinação da Receita Não havendo a retenção (quando devida), o contribuinte beneficiário dos rendimentos pagará um valor maior de imposto de renda em sua declaração (não haverá compensação do imposto que deixou de ser retido). O valor pago a mais pelo contribuinte comporá o bolo a ser rateado entre os entes federativos e, desse bolo, apenas 21,5% voltam, por meio do FPE, para os estados. (CF, art. 159, I, a ). Havendo a retenção, 100% desse imposto já ficará no estado, que ainda receberá uma parcela dos 21,5% do bolo remanescente nos cofres da União. (CF, art. 159, 1º). 27

28 Destinação da Receita 28

29 Hipóteses de Incidência O Mafon/2008 identifica 37 (trinta e sete) hipóteses de incidência da retenção na fonte. As mais relevantes estão relacionadas com a prestação de serviços: Pessoas Físicas: Tabela Progressiva Pessoas Jurídicas: Regra Geral 1,5% Casos Especiais: 1,0% * Mafon Manual do Imposto de Renda Retido na Fonte 29

30 30

31 Tabela Progressiv a Trabalho Assalariado Trabalho s/ Vínculo Empregatício Aluguéis, Royalties e Juros Pagos a P. Físicas

32 Tabela Progressiva Trabalho Assalariado 0561 Pagamento de salário, inclusive adiantamento..., indenização sujeita à tributação, ordenado, vencimento, provento de aposentadoria, reserva ou reforma, pensão civil ou militar, soldo, pro labore, remuneração indireta, retirada, vantagem, subsídio, comissão, corretagem, benefício da previdência social, remuneração de conselheiro fiscal e de administração, diretor e administrador de pessoa jurídica, titular de empresa individual, gratificação e participação dos dirigentes no lucro e demais remunerações decorrentes de vínculo empregatício, recebidos por pessoa física residente no Brasil. Participação dos trabalhadores nos lucros ou resultados da empresa. Antecipação do devido na declaração (DIRPF) Jetons Ajuda de Custos Tributáveis Não tributável se decorrente de mudança de domicílio 32

33 Tabela Progressiva Trabalho s/ Vínculo Empregatício 0588 Importâncias pagas por pessoa jurídica à pessoa física, a título de comissões, corretagens, gratificações, honorários, direitos autorais e remunerações por quaisquer outros serviços prestados, sem vínculo empregatício, inclusive as relativas a empreitadas de obras exclusivamente de trabalho, as decorrentes de fretes e carretos em geral e as pagas pelo órgão gestor de mão-de-obra do trabalho portuário aos trabalhadores portuários avulsos. Se o beneficiário não for identificado (Ver exemplo): a) Alíquota de 35% b) Códigos: 2063 ou 5217 c) O pagamento é considerado rendimento líquido d) Vencimento é o dia do pagamento. 33

34 Tabela Progressiva Aluguéis, Royalties e Juros Pagos a P. Físicas 3208 Rendimentos mensais de aluguéis ou royalties, tais como: Aforamento; locação ou sublocação; arrendamento ou subarrendamento; direito de uso ou passagem de terrenos, de aproveitamento de águas, de bens móveis; importâncias pagas por terceiros por conta do locador do bem ou do cedente dos direitos (juros, comissões etc.); benfeitorias e quaisquer melhoramentos realizados no bem locado; Juros pagos à pessoa física decorrente da alienação a prazo de bens ou direitos. 34

35 Confirmação da Regra Geral Pessoa Física Art Estão sujeitos à incidência do imposto na fonte, calculado na forma do art. 620, quaisquer outros rendimentos pagos por pessoa jurídica a pessoa física, para os quais não haja incidência especifica e não estejam incluídos entre aqueles tributados exclusivamente na fonte (Lei nº 7.713, de 1988, arts. 3º, 4º, e 7º, inciso II). 35

36 Alíquota 1% Serviço Limpeza Conserv. Segurança Vigilância e Locação de Mão-de Obra

37 Alíquota 1% Imposto de Renda Retido na Fonte Serviço Limpeza Conserv. Segurança Vigilância e Locação de Mão-de Obra 1708 Importâncias pagas ou creditadas por pessoa jurídica a outras pessoas jurídicas, civis ou mercantis, pela prestação de serviços de limpeza e conservação de bens imóveis, exceto reformas e obras assemelhadas; segurança e vigilância; e por locação de mão-deobra de empregados da locadora colocados a serviço da locatária, em local por esta determinado. Conceitos: 1. Se os trabalhadores são colocados à disposição da Contratante e sob sua administração, temos Locação de Mão-de-Obra ; 2. Se os trabalhadores estiverem nas instalações da Contratante, mas sob administração da Contratada, temos Prestação de Serviços. 37

38 Alíquota 1,5% Serv. Profissionais Prestados por PJ a PJ Comissões Corretagens Pagos por PJ a PJ Serv. Propaganda e Publicidade Pago a PJ Pagamentos a Cooperativas de Trabalho e Associações Profissionais ou Assemelhadas

39 Alíquota 1,5% Serv. Profissionais Prestados por PJ a PJ 1708 Importâncias pagas ou creditadas por pessoas jurídicas a outras pessoas jurídicas civis ou mercantis pela prestação de serviços caracterizadamente de natureza profissional (veja lista a seguir). OBSERVAÇÃO: Aplicar-se-á a tabela progressiva mensal quando a beneficiária for sociedade civil prestadora de serviços relativos a profissão legalmente regulamentada, controlada, direta ou indiretamente: a) por pessoas físicas que sejam diretores, gerentes ou controladores da pessoa jurídica que pagar os rendimentos; b) pelo cônjuge ou parente de primeiro grau das pessoas físicas referidas no item acima. 39

40 Alíquota 1,5% Serv. Profissionais Prestados por PJ a PJ administração de bens ou negócios em geral (exceto consórcios ou fundos mútuos para aquisição de bens); 2. advocacia; 3. análise clínica laboratorial; 4. análises técnicas; 5. arquitetura; 6. assessoria e consultoria técnica (exceto o serviço de assistência técnica prestado a terceiros e concernente a ramo de indústria ou comércio explorado pelo prestador do serviço); 7. assistência social; 8. auditoria; 9. avaliação e perícia; 10. biologia e biomedicina; 11. cálculo em geral; 12. consultoria; 13. contabilidade; 14. desenho técnico; 15. economia; 16. elaboração de projetos; 17. engenharia (exceto construção de estradas, pontes, prédios e obras assemelhadas); 18. ensino e treinamento; 19. estatística; 20. fisioterapia; (Relação do art. 647, 1º, do RIR/99) Continua... 40

41 Alíquota 1,5% Serv. Profissionais Prestados por PJ a PJ fonoaudiologia; 22. geologia; 23. leilão; 24. medicina (exceto a prestada por ambulatório, banco de sangue, casa de saúde, casa de recuperação ou repouso sob orientação médica, hospital e prontosocorro); 25. nutricionismo e dietética; 26. odontologia; 27. organização de feiras de amostras, congressos, seminários, simpósios e congêneres; 28. pesquisa em geral; 29. planejamento; 30. programação; Continuação prótese; 32. psicologia e psicanálise; 33. química; 34. radiologia e radioterapia; 35. relações públicas; 36. serviço de despachante; 37. terapêutica ocupacional; 38. tradução ou interpretação comercial; 39. urbanismo; 40. veterinária. (Relação do art. 647, 1º, do RIR/99) Ver 2º 41

42 Alíquota 1,5% Comissões Corretagens Pagos por PJ a PJ 8045 Importâncias pagas ou creditadas por pessoa jurídica a outras pessoas jurídicas a título de comissões, corretagens, ou qualquer outra remuneração pela representação comercial ou pela mediação na realização de negócios civis e comerciais. Situação especial Responsabilidade pelo recolhimento é do beneficiário do rendimento nos seguintes casos (pág. 44 do Mafon): Alíneas a a d referem-se ao Mercado de Capitais. e) Vendas de passagens, excursões ou viagens; f) Administração de cartões de crédito; g) Distribuição de refeições pelo sistema de refeições-convênio; h) Prestação de serviço de administração de convênio. Recolhimento do imposto cabe à fonte pagadora, nos demais casos. 42

43 Alíquota 1,5% Serv. Propaganda e Publicidade Pago a PJ 8045 Conceitos: 1 - PROPAGANDA - qualquer forma remunerada de difusão de idéias, mercadorias, produtos ou serviços, por parte de um anunciante identificado. 2 - AGÊNCIA DE PROPAGANDA - "é a pessoa jurídica especializada nos métodos, na arte e na técnica publicitários que, através de profissionais a seu serviço, estuda, concebe, executa e distribui propaganda aos Veículos de Divulgação, por ordem e conta de clientes anunciantes, com o objetivo de promover a venda de mercadorias, produtos e serviços, difundir idéias ou informar o público a respeito de organizações ou instituições a que servem". 3 - CLIENTE OU ANUNCIANTE - é a entidade ou indivíduo que utiliza a propaganda. 4 - VEÍCULOS DE DIVULGAÇÃO - qualquer meio de divulgação visual, auditiva ou audiovisual, capaz de transmitir mensagens de propaganda ao público, desde que reconhecido pelas entidades sindicais ou associações civis representativas de classe, legalmente registradas. 43

44 Alíquota 1,5% Serv. Propaganda e Publicidade Pago a PJ 8045 Importâncias pagas ou creditadas por pessoa jurídica a outras pessoas jurídicas pela prestação de serviços de propaganda e publicidade. Excluem-se da base de cálculo as importâncias diretamente pagas ou repassadas pelas agências de propaganda ao veículo de comunicação (empresas de rádio, televisão, jornais, etc) 44

45 Alíquota 1,5% Serv. Propaganda e Publicidade Pago a PJ 8045 PROCEDIMENTOS: O imposto deverá ser recolhido pelas agências de propaganda, por ordem e conta do anunciante. A agência de propaganda efetuará o recolhimento do imposto englobando todas as importâncias relativas a um mesmo período de apuração, devendo informar, ainda, o valor do imposto na DCTF. Ver conseqüências. A agência de propaganda deverá fornecer ao anunciante, até 31 de janeiro de cada ano, documento comprobatório com indicação do valor do rendimento e do imposto de renda recolhido, relativo ao ano- calendário anterior. As informações prestadas pela agência de propaganda deverão ser discriminadas na DIRF (Declaração de Imposto de Renda na Fonte) do anunciante. 45

46 Alíquota 1,5% Pagamentos a Cooperativas de Trabalho e Associações Profissionais ou Assemelhadas 3280 Importâncias pagas ou creditadas por pessoa jurídica a cooperativas de trabalho, associações de profissionais ou assemelhadas, relativas a serviços pessoais que lhes forem prestados por associados destas ou colocados à disposição. OBSERVAÇÕES: 1) Deverão ser discriminadas em faturas, os serviços pessoais e os outros custos ou despesas. 2) No caso de cooperativas de transportes, a base de cálculo será: a) 40% do valor correspondente ao transporte de cargas; b) 60% do valor dos transportes de passageiros. 3) Deverão ainda ser discriminadas as parcelas tributáveis e parcelas não-tributáveis. O imposto retido será compensado pelas cooperativas de trabalho, associações ou assemelhadas com o imposto retido por ocasião do pagamento dos rendimentos aos associados. 46

47 Rendim. Decorrentes de Decisão Just. Trab. Beneficiário P. Física Beneficiário P. Juridica Tab. Progressiva Alíquota 1,5%

48 Rendim. Decorrentes de Decisão Just. Trab. Beneficiário P. Física Tab. Progressiva 5936 Rendimentos pagos em cumprimento de decisão ou acordo homologado pela justiça trabalhista, inclusive atualização monetária e juros. O imposto incidirá sobre o total dos rendimentos pagos, inclusive sobre os rendimentos abonados pela instituição financeira depositária, no caso de pagamento efetuado mediante levantamento de depósito judicial; Quando não for indicada pela fonte pagadora a natureza jurídica das parcelas objeto do pagamento o imposto será retido sobre o total da avença. 48

49 Rendim. Decorrentes de Decisão Just. Trab. Beneficiário P. Juridica Alíquota 1,5% 5936 Pagamento de remuneração pela prestação de serviços no curso do processo judicial. Nos casos a seguir, o rendimento será considerado individualmente: a) honorários advocatícios; b) remuneração pela prestação de serviços de engenheiro, contador, avaliador, leiloeiro, perito, assistente técnico, médico, liquidante, sindico, etc. 49

50 Tabela Progressiv a Alíquota 1% Alíquota 1,5% Trabalho Assalariado Trabalho s/ Vínculo Empregatício Aluguéis, Royalties e Juros Pagos a P. Físicas Serviço Limpeza Conserv. Segurança Vigilância e Locação de Mão-de Obra Serv. Profissionais Prestados por PJ a PJ Comissões Corretagens Pagos por PJ a PJ Serv. Propaganda e Publicidade Pago a PJ Pagamentos a Cooperativas de Trabalho e Associações Profissionais ou Assemelhadas Rendim. Decorrentes de Decisão Just. Trab. Beneficiário P. Física Beneficiário P. Juridica Tab. Progressiva Alíquota 1,5%

51 Obrigações Acessórias a) Apresentação da DIRF (IN RFB Nº 888/2008) Registra o crédito do beneficiário nos computadores da Receita Federal do Brasil (para validar as deduções nas DIRPF ou DIPJ) b) Apresentação da DCTF (IN RFB Nº 903/2008) Registra os débitos da Fonte Pagadora nos computadores da Receita Federal do Brasil (para batimento com os pagamentos e/ou compensações) 51

52 Obrigações Acessórias a) Apresentação da DIRF (IN RFB Nº 888/2008) As pessoas jurídicas de direito público, entre outras, estão obrigadas à apresentação da DIRF. A obrigatoriedade nasce com a retenção, mesmo que em um único mês, do IRRF ou, na hipótese da existência de convênio, da CSLL, COFINS e PIS/PASEP. Estes serão os tributos a serem informados, conforme o caso. 52

53 b) Apresentação da DCTF (IN RFB Nº 903/2008) Obrigações Acessórias As pessoas jurídicas de direito público, estão obrigadas à apresentação da DCTF Semestral, desde que se constituam em unidades gestoras de orçamento. Tributos a serem incluídos: Contribuição para o PASEP (débitos próprios); CSLL, COFINS e PIS/PASEP que forem retidos (se houver convênio) O IRRF retido, a qualquer título, pelo Estado, não deve ser informado na DCTF 53

54 Competência para Restituir A quem cabe restituir o montante retido indevidamente ou em valor maior que o devido e o saldo apurado em declaração? Posição do STJ: A União não tem competência para figurar no polo passivo em casos de restituição de valores retidos pelos Estados/DF ou Municípios. Posição da RFB: A competência, em matéria de Imposto de Renda, é sempre da União. Os Estados/DF e Municípios, como as demais fontes pagadoras, são apenas responsáveis pela retenção e recolhimento. 54

55 Agradecimentos 55

56 Fim 56

Os Tributos e Contribuições abrangidos pela Lei 10.833 de 2003 e suas respectivas alíquotas, foram os seguintes :

Os Tributos e Contribuições abrangidos pela Lei 10.833 de 2003 e suas respectivas alíquotas, foram os seguintes : Retenção de Tributos e Contribuições Federais nos pagamentos efetuados por pessoas jurídicas a outras pessoas jurídicas pelo fornecimento de bens e pela prestação de serviços Dr. Fabiano Gama Ricci* 1.Considerações

Leia mais

RETENÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA NA FONTE

RETENÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA NA FONTE RETENÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA NA FONTE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS POR PESSOA JURÍDICA APLICAÇÃO: SETOR PRIVADO E PÚBLICO 1 - INCIDÊNCIA 2 - SERVIÇOS ABRANGIDOS 2.1 - LISTA DE SERVIÇOS 2.2 FACTORING E ASSEMELHADOS

Leia mais

ANO XXV - 2014-4ª SEMANA DE OUTUBRO DE 2014 BOLETIM INFORMARE Nº 43/2014

ANO XXV - 2014-4ª SEMANA DE OUTUBRO DE 2014 BOLETIM INFORMARE Nº 43/2014 ANO XXV - 2014-4ª SEMANA DE OUTUBRO DE 2014 BOLETIM INFORMARE Nº 43/2014 IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE IMPORTÂNCIAS PAGAS OU CREDITADAS PELAS PESSOAS JURÍDICAS A COOPERATIVAS DE TRABALHO... Pág. 608

Leia mais

Retenção de IRRF DNT/SSSCI/SF MAIO 2013

Retenção de IRRF DNT/SSSCI/SF MAIO 2013 DNT/SSSCI/SF MAIO 2013 Realização Secretaria da Fazenda Subsecretaria do Sistema de Controle Interno Departamento de Normas Técnicas Apresentação David Mendes Fabri Monique Junqueira Ferraz Zanella RESPONSABILIDADE

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA SECRETARIA DE ESTADO DE FINANÇAS - SEFIN COORDENADORIA DA RECEITA ESTADUAL - CRE

GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA SECRETARIA DE ESTADO DE FINANÇAS - SEFIN COORDENADORIA DA RECEITA ESTADUAL - CRE GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA SECRETARIA DE ESTADO DE FINANÇAS - SEFIN COORDENADORIA DA RECEITA ESTADUAL - CRE ESCLARECIMENTOS SOBRE RETENÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA NA FONTE. MAIO 2012 APRESENTAÇÃO A Constituição

Leia mais

OBRIGAÇÕES CONTÁBEIS E TRIBUTÁRIAS DO TERCEIRO SETOR.

OBRIGAÇÕES CONTÁBEIS E TRIBUTÁRIAS DO TERCEIRO SETOR. OBRIGAÇÕES CONTÁBEIS E TRIBUTÁRIAS DO TERCEIRO SETOR. Roberto Rodrigues de Morais Elaborado em 01/2008. 1. Iniciando mais um ano-calendário deparamos com as tarefas relacionadas ao encerramento no exercício

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação 13 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 50 - Cosit Data 20 de fevereiro de 2014 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: CONTRIBUIÇÃO PARA O PIS/PASEP RETENÇÃO NA FONTE. SERVIÇOS DE CONSULTORIA

Leia mais

R E T E N Ç Ã O N A F O N T E CONTRIBUIÇÕES PIS/ S C / O C F O I F NS N / S C / S C L S / L I / RP R F P

R E T E N Ç Ã O N A F O N T E CONTRIBUIÇÕES PIS/ S C / O C F O I F NS N / S C / S C L S / L I / RP R F P R E T E N Ç Ã O N A F O N T E CONTRIBUIÇÕES PIS/COFINS/CSL/IRPF CONSTITUIÇÃO FEDERAL/88 Art. 149. Compete exclusivamente à União instituir contribuições sociais. Legislação Lei nº 10.833/2003 Art. 30 IN

Leia mais

VERITAE TRABALHO - PREVIDÊNCIA SOCIAL - SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO ARTIGOS TERCEIRO SETOR TEM VÁRIAS OBRIGAÇÕES TRIBUTÁRIAS

VERITAE TRABALHO - PREVIDÊNCIA SOCIAL - SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO ARTIGOS TERCEIRO SETOR TEM VÁRIAS OBRIGAÇÕES TRIBUTÁRIAS VERITAE TRABALHO - PREVIDÊNCIA SOCIAL - SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO ARTIGOS Orientador Empresarial TERCEIRO SETOR TEM VÁRIAS OBRIGAÇÕES TRIBUTÁRIAS *Por Roberto Rodrigues de Morais, Artigo elaborado

Leia mais

IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE

IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE LÚCIA HELENA BRISKI YOUNG Estão sujeitos à incidência do imposto na fonte, calculado de acordo com a tabela progressiva mensal, os rendimentos do trabalho assalariado pagos

Leia mais

MANUAL TÉCNICO DO IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE

MANUAL TÉCNICO DO IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE DIRETORIA DE CONTABILIDADE GERAL MANUAL TÉCNICO DO IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE Versão 04 Março de 2008 1 1 Aprovado pela Portaria GABS/SEF nº LUIZ HENRIQUE DA SILVEIRA GOVERNADOR DO ESTADO SÉRGIO

Leia mais

Gestão Financeira de Entidades Sindicais

Gestão Financeira de Entidades Sindicais Gestão Financeira de Entidades Sindicais Constituição Federal Art. 150. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Retenção na fonte sobre adiantamento pago por PJ a outra Pessoa Jurídica

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Retenção na fonte sobre adiantamento pago por PJ a outra Pessoa Jurídica Retenção na fonte sobre adiantamento pago por PJ a outra Pessoa Jurídica 19/10/2015 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Consultoria... 3 3.1.

Leia mais

DIRF - 2013. Fortaleza-CE, 20 de fevereiro de 2013. Plantão Fiscal da DRF/Fortaleza

DIRF - 2013. Fortaleza-CE, 20 de fevereiro de 2013. Plantão Fiscal da DRF/Fortaleza DIRF - 2013 Fortaleza-CE, 20 de fevereiro de 2013 Plantão Fiscal da DRF/Fortaleza 1 O QUE É A DIRF? É a Declaração em que é informada à RFB: Os rendimentos pagos a pessoas físicas domiciliadas no País,

Leia mais

Atualizado até maio de 2014

Atualizado até maio de 2014 1 Atualizado até maio de 2014 Secretário da Receita Federal do Brasil Carlos Alberto Freitas Barreto Subsecretário de Tributação e Contencioso da Receita Federal do Brasil Paulo Ricardo de Souza Cardoso

Leia mais

AGENDA DAS OBRIGAÇÕES FEDERAIS PARA FEVEREIRO DE 2015

AGENDA DAS OBRIGAÇÕES FEDERAIS PARA FEVEREIRO DE 2015 AGENDA DAS OBRIGAÇÕES FEDERAIS PARA FEVEREIRO DE 2015 Até dia Obrigação 4 IRRF Histórico Recolhimento do Imposto de Renda Retido na Fonte correspondente a fatos geradores ocorridos no período de 21 a 31.01.2015,

Leia mais

MANUAL DE ORIENTAÇÃO IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE

MANUAL DE ORIENTAÇÃO IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE FAZENDA AUDITORIA-GERAL DO ESTADO COORD. DE PROCEDIMENTOS E CAPACITAÇÃO MANUAL DE ORIENTAÇÃO IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE Elaboração:

Leia mais

Edicarlos Lima Silva RETENÇÕES DE TRIBUTOS NA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL E OBRIGATORIEDADE DA NOTA FISCAL ELETRÔNICA

Edicarlos Lima Silva RETENÇÕES DE TRIBUTOS NA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL E OBRIGATORIEDADE DA NOTA FISCAL ELETRÔNICA RETENÇÕES DE TRIBUTOS NA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL E OBRIGATORIEDADE DA NOTA FISCAL ELETRÔNICA Edicarlos Lima Silva Auditor Público Externo Consultor de Estudos e Normas CONSIDERAÇÕES INICIAIS Objetivo -

Leia mais

Retenção de Impostos e Contribuições

Retenção de Impostos e Contribuições Retenção de Impostos e Contribuições COMO A FONTE PAGADORA DEVE DESCONTAR: IR PIS/PASEP COFINS CSLL ISS INSS Resumo do conteúdo: IR Fonte Assalariados / Pro Labore IR Fonte Terceiros e Não Assalariados

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DE FAZENDA CONTADORIA GERAL DO ESTADO SUPERINTENDÊNCIA DE NORMAS TÉCNICAS

GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DE FAZENDA CONTADORIA GERAL DO ESTADO SUPERINTENDÊNCIA DE NORMAS TÉCNICAS GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DE FAZENDA CONTADORIA GERAL DO ESTADO SUPERINTENDÊNCIA DE NORMAS TÉCNICAS Rio de Janeiro, 12 de fevereiro de 2015. GOVERNADOR DO ESTADO LUIZ FERNANDO

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 2 1 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 100 - Data 3 de abril de 2014 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: IMPOSTO SOBRE A RENDA RETIDO NA FONTE - IRRF EXECUÇÃO DE OBRAS. RETENÇÃO

Leia mais

Alexandre Marques Andrade Lemos. es ao. de Contratos e Convênios. Revista, ampliada e atualizada até maio de 2015

Alexandre Marques Andrade Lemos. es ao. de Contratos e Convênios. Revista, ampliada e atualizada até maio de 2015 Alexandre Marques Andrade Lemos r1 11111 es ao.,. u ar1a de Contratos e Convênios Retenções e encargos incidentes na contratação de pessoas ffsicas e jurídicas (INSS, IRRF, CSLL, PIS, COFINS e ISS) Revista,

Leia mais

AGENDA DAS OBRIGAÇÕES FEDERAIS PARA FEVEREIRO DE 2011

AGENDA DAS OBRIGAÇÕES FEDERAIS PARA FEVEREIRO DE 2011 AGENDA DAS OBRIGAÇÕES FEDERAIS PARA FEVEREIRO DE 2011 Até dia Obrigação Histórico 3 IRRF Recolhimento do Imposto de Renda Retido na Fonte correspondente a fatos geradores ocorridos no período de 21 a 31.01.2011,

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 28 27 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 23 - Data 7 de novembro de 2013 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: CONTRIBUIÇÃO PARA O PIS/PASEP RETENÇÃO NA FONTE. SERVIÇOS DE PROTENSÃO.

Leia mais

AGENDA DAS OBRIGAÇÕES FEDERAIS PARA SETEMBRO DE 2015

AGENDA DAS OBRIGAÇÕES FEDERAIS PARA SETEMBRO DE 2015 AGENDA DAS OBRIGAÇÕES FEDERAIS PARA SETEMBRO DE 2015 Até dia Obrigação 3 IRRF Salário de Agosto de 2015 Histórico ocorridos no período de 21 a 31.08.2015, incidente sobre rendimentos de (art. 70, I, letra

Leia mais

AGENDA DE OBRIGAÇÕES FEDERAIS, TRABALHISTAS E PREVIDENCIÁRIAS ABRIL/2014. Pagamento do IOF apurado no 3º decêndio de Março/2014:

AGENDA DE OBRIGAÇÕES FEDERAIS, TRABALHISTAS E PREVIDENCIÁRIAS ABRIL/2014. Pagamento do IOF apurado no 3º decêndio de Março/2014: AGENDA DE OBRIGAÇÕES FEDERAIS, TRABALHISTAS E PREVIDENCIÁRIAS ABRIL/2014 03/Abril. 5ª Feira. IOF - Imposto sobre Operações Financeiras. Pagamento do IOF apurado no 3º decêndio de Março/2014: - Operações

Leia mais

Retenções na Fonte. Normas e Procedimentos para retenções de tributos municipais, estaduais e federais para prestadores de serviços

Retenções na Fonte. Normas e Procedimentos para retenções de tributos municipais, estaduais e federais para prestadores de serviços Retenções na Fonte Normas e Procedimentos para retenções de tributos municipais, estaduais e federais para prestadores de serviços Retenção na Fonte IRPJ (1,5% ). Fato Gerador - O imposto de renda na fonte

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 2 1 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 271 - Data 26 de setembro de 2014 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: IMPOSTO SOBRE A RENDA RETIDO NA FONTE - IRRF FONTE PAGADORA. OBRIGAÇÕES

Leia mais

3 ORIENTAÇÃO GERAL PARA REALIZAÇÃO DE RETENÇÃO 5 4.1 IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE - IRRF 5. 4.1.1 ALÍQUOTA E DEDUÇÕES (Item alterado) 5

3 ORIENTAÇÃO GERAL PARA REALIZAÇÃO DE RETENÇÃO 5 4.1 IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE - IRRF 5. 4.1.1 ALÍQUOTA E DEDUÇÕES (Item alterado) 5 SUMÁRIO 1 APRESENTAÇÃO 5 2 INTRODUÇÃO 5 3 ORIENTAÇÃO GERAL PARA REALIZAÇÃO DE RETENÇÃO 5 4 CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA 5 4.1 IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE - IRRF 5 4.1.1 ALÍQUOTA E DEDUÇÕES (Item alterado)

Leia mais

IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE

IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE José Valter Lopes de Oliveira Auditor Fiscal da RFB 02/09/2011 1 IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE $$ ( -) IRRF FOLHA DE PAGAMENTO SERVIÇOS ALUGUÉIS, ETC 02/09/2011 2 AS

Leia mais

Fonte: http://www.sidra.ibge.gov.br/bda/pesquisas/pia/default.asp?o=16&i=p. Conceituação das variáveis (Dados a partir de 1996 - Empresa):

Fonte: http://www.sidra.ibge.gov.br/bda/pesquisas/pia/default.asp?o=16&i=p. Conceituação das variáveis (Dados a partir de 1996 - Empresa): Pesquisa Industrial Anual Fonte: http://www.sidra.ibge.gov.br/bda/pesquisas/pia/default.asp?o=16&i=p Conceituação das variáveis (Dados a partir de 1996 - Empresa): Aluguéis e arrendamentos Despesas com

Leia mais

AGENDA DE CONTRIBUIÇÕES, TRIBUTOS E OBRIGAÇÕES

AGENDA DE CONTRIBUIÇÕES, TRIBUTOS E OBRIGAÇÕES Sinduscon Ceará - Agosto / 2014 DIAS OBRIGAÇÕES DESCRIÇÃO FUNDAMENTAÇÃO LEGAL 05 (terça-feira) IRRF RETIDO NA FONTE Recolher até o 3º dia útil após o último decêndio do mês anterior, os fatos gerados a

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 22 21 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 206 - Data 11 de julho de 2014 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: IMPOSTO SOBRE A RENDA RETIDO NA FONTE - IRRF REFORMA A SOLUÇÃO DE

Leia mais

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATU SENSU EM FINANÇAS E GESTÃO CORPORATIVAINSTITUTO A VEZ DO MESTRE COMO SABER EM QUE MOMENTO PODE ATRIBUIR À RETENÇÃO NA FONTE DOS IMPOSTOS SOBRE AS NOTAS FISCAIS

Leia mais

Obrigações Fiscais das Entidades sem Fins Lucrativos e Sociedades Cooperativas. Impostos - Contribuições Obrigações Fiscais

Obrigações Fiscais das Entidades sem Fins Lucrativos e Sociedades Cooperativas. Impostos - Contribuições Obrigações Fiscais OSMAR REIS AZEVEDO Pós-graduado em Contabilidade. Formado em Ciências Contábeis. Professor universitário da Universidade São Judas Tadeu na década de 1990. Autor de três livros tributários, com os títulos:

Leia mais

OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS

OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS Esta agenda contém as principais obrigações acessórias a serem cumpridas nos prazos previstos na legislação em vigor. Apesar de conter, basicamente, obrigações tributárias de âmbito federal, a agenda não

Leia mais

OBRIGAÇÕES FEDERAIS OUTUBRO/2008

OBRIGAÇÕES FEDERAIS OUTUBRO/2008 OBRIGAÇÕES FEDERAIS OUTUBRO/2008 DIA 2 (Quinta) CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS RECLAMATÓRIA TRABALHISTA PESSOAS OBRIGADAS: Empregadores, inclusive domésticos, que participaram de ação judicial na Justiça

Leia mais

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX TRABALHO E TRIBUTOS

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX TRABALHO E TRIBUTOS VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX TRABALHO E TRIBUTOS Orientador Empresarial IRRF - DIRF Ano Calendário 2010 Programa Gerador 2011 - Disposições INSTRUÇÃO NORMATIVA

Leia mais

não aplicada não aplicada

não aplicada não aplicada 45 3277/04 Mensal De janeiro a novembro de 2007 IRRF - Rendimentos de capital - Rendimentos de partes beneficiárias ou de fundador 46 3277/05 Decendial 1º, 2º e 3º decêndios de dezembro de 2007 IRRF -

Leia mais

O que é associação sem fins lucrativos? Como constituir e como é tributada?

O que é associação sem fins lucrativos? Como constituir e como é tributada? O que é associação sem fins lucrativos? Como constituir e como é tributada? Parecer: I - Conceitos e objetivos: Associação Sem Fins Lucrativos: Associação é uma entidade de direito privado, dotada de personalidade

Leia mais

TABELA DE SERVIÇOS SUJEITOS AO IR FONTE - PESSOA JURIDICA. Tipos de Serviços Prestados por Pessoa Juridica Incidência do IR Fonte Fund.

TABELA DE SERVIÇOS SUJEITOS AO IR FONTE - PESSOA JURIDICA. Tipos de Serviços Prestados por Pessoa Juridica Incidência do IR Fonte Fund. Administração de bens ou negocios em geral art. 647 RIR/1999 Advocacia art. 647 RIR/1999 Aluguel do movel ou imovel entre pessoas juridicas art. 647 RIR/1999 Ambulatorio art. 647 RIR/1999 Analise clinica

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos DIRF Rendimento Tributável Nota Fiscal Cooperativa Médica

Parecer Consultoria Tributária Segmentos DIRF Rendimento Tributável Nota Fiscal Cooperativa Médica DIRF Rendimento Tributável Nota Fiscal Cooperativa Médica 24/10/2013 Título do documento Sumário Sumário... 2 1. Questão... 3 2. Normas Apresentadas Pelo Cliente... 3 3. Análise da Legislação... 3 4. Conclusão...

Leia mais

Cape contabilidade LUCRO PRESUMIDO

Cape contabilidade LUCRO PRESUMIDO LUCRO PRESUMIDO 1. PESSOAS JURÍDICAS QUE PODEM OPTAR A partir do ano-calendário de 2003, poderão optar pelo lucro presumido as pessoas jurídicas que não estiverem obrigadas ao lucro real, e tenham auferido,

Leia mais

AGENDA DAS OBRIGAÇÕES FEDERAIS PARA NOVEMBRO DE 2015

AGENDA DAS OBRIGAÇÕES FEDERAIS PARA NOVEMBRO DE 2015 AGENDA DAS OBRIGAÇÕES FEDERAIS PARA NOVEMBRO DE 2015 Até dia Obrigação 5 IRRF Histórico Recolhimento do Imposto de Renda Retido na Fonte correspondente a fatos geradores ocorridos no período de 21 a 31.10.2015,

Leia mais

Plano de Contas Referencial da Secretaria da Receita Federal 1 de 32

Plano de Contas Referencial da Secretaria da Receita Federal 1 de 32 Plano de Contas Referencial da Secretaria da Receita Federal 1 de 32 Plano de Contas Referencial da Secretaria da Receita Federal após a Lei 11638/07 Quando informado o registro: as instituições sujeitas

Leia mais

AGENDA - Janeiro de 2016

AGENDA - Janeiro de 2016 OBRIGAÇÕES FISCAIS, TRABALHISTAS E PREVIDENCIÁRIAS PARA O MÊS DE JANEIRO.: (ÂMBITO FEDERAL) :. AGENDA - Janeiro de 2016 PRAZO NATUREZA DISCRIMINAÇÃO 04.01 08.01 GPS SALÁRIOS CAGED GFIP FGTS SIMPLES DOMÉSTICO

Leia mais

14/2/2013 DIRF-2013. Professor Carlos Alberto Silva de Lima Bacharel em Ciências Contábeis Pós Graduado

14/2/2013 DIRF-2013. Professor Carlos Alberto Silva de Lima Bacharel em Ciências Contábeis Pós Graduado DIRF-2013 Professor Carlos Alberto Silva de Lima Bacharel em Ciências Contábeis Pós Graduado 1 Obrigatoriedade de apresentação Programa gerador A apresentação Prazo de apresentação Retificação Processamento

Leia mais

DIRF 2011. Secretaria da Receita Federal do Brasil

DIRF 2011. Secretaria da Receita Federal do Brasil DIRF 2011 O que é a DIRF? É a Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte feita pela FONTE PAGADORA, destinada a informar à Secretaria da Receita Federal o valor do Imposto de Renda retido na fonte,

Leia mais

Agenda de Obrigações Federal - Abril/2015

Agenda de Obrigações Federal - Abril/2015 Agenda de Obrigações Federal - Abril/2015 Até: Segunda-feira, dia 6 IOF Pagamento do IOF apurado no 3º decêndio de março/2015: - Operações de crédito - Pessoa Jurídica - Cód. Darf 1150 - Operações de crédito

Leia mais

MANUAL DO IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE. Mafon 2005. Atualizado até março de 2005

MANUAL DO IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE. Mafon 2005. Atualizado até março de 2005 MANUAL DO IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE Mafon 2005 Atualizado até março de 2005 Secretário da Receita Federal Jorge Antonio Deher Rachid Secretário-Adjunto da Receita Federal Carlos Alberto Freitas

Leia mais

IOB Setorial JURÍDICO. Sociedade de advogados - Aspectos tributários 6. EMPRESAS EM LIQUIDAÇÃO 7. EMPRESAS EM RECUPERAÇÃO JUDICIAL 1.

IOB Setorial JURÍDICO. Sociedade de advogados - Aspectos tributários 6. EMPRESAS EM LIQUIDAÇÃO 7. EMPRESAS EM RECUPERAÇÃO JUDICIAL 1. 6. EMPRESAS EM LIQUIDAÇÃO Segundo o art. 16 da Instrução Normativa DNRC em tela, ao final dos nomes dos empresários e das sociedades empresárias que estiverem em processo de liquidação, após a anotação

Leia mais

Assunto: Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais - DCTF

Assunto: Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais - DCTF NOTA TÉCNICA n. 003/2008/GECON Vitória, 20 de abril de 2008. Assunto: Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais - DCTF Prezados (as) Senhores (as), Trata-se de orientação quanto à obrigatoriedade

Leia mais

TABELA DE RETENÇÃO NA FONTE DAS CONTRIBUIÇÕES - PIS/COFINS/CSLL. SIM (ADI n 10/2004) SIM

TABELA DE RETENÇÃO NA FONTE DAS CONTRIBUIÇÕES - PIS/COFINS/CSLL. SIM (ADI n 10/2004) SIM Serviços/Atividades - PJ Prestadora de Serviços Adiantamento (por conta de aquisições de bens ou prestação de serviços para entrega futura) Administração de bens ou negócios Administração de obras, elaboração

Leia mais

Agenda de Obrigações Tributárias, Trabalhistas e Previdenciárias

Agenda de Obrigações Tributárias, Trabalhistas e Previdenciárias Agenda de Obrigações Tributárias, Trabalhistas e Previdenciárias Fevereiro de 2016 Tipo Dia Obrigação 01/02-2ª Feira 03/02-4ª Feira INSS GPS - Fixação no Quadro de Horário O art. 225, VI do Decreto n 3.048/1999,

Leia mais

ISSQN E IRRF IRPJ, CSLL, PIS, COFINS

ISSQN E IRRF IRPJ, CSLL, PIS, COFINS Retenções de Tributos nos Órgãos Públicos ISSQN E IRRF IRPJ, CSLL, PIS, COFINS Palestrante: Zenaide Carvalho Administradora e Contadora, especialista em Auditoria e Controladoria, Pós-graduanda em Direito

Leia mais

DICIONÁRIO DE TRIBUTOS

DICIONÁRIO DE TRIBUTOS DICIONÁRIO DE TRIBUTOS CGC/MF - Cadastro Geral de Contribuintes do Ministério da Fazenda. Substituído pelo CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica), da Receita Federal, identifica cada pessoa jurídica

Leia mais

SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 149, DE 2011

SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 149, DE 2011 SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 149, DE 2011 Altera o art. 47 da Lei nº 4.506, de 30 de novembro de 1964, para considerar como operacionais as despesas de capacitação de empregados, para fins

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Cálculo proporcional do INSS e dedução do IRRF na folha após férias de 30 dias 16/05/14

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Cálculo proporcional do INSS e dedução do IRRF na folha após férias de 30 dias 16/05/14 Cálculo proporcional do INSS e dedução do IRRF na folha após férias de 30 dias 16/05/14 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Consultoria...

Leia mais

Distribuição de Lucros: Critérios e Benefícios

Distribuição de Lucros: Critérios e Benefícios INFORMATIVO Nº 03 ASSUNTO: DISTRIBUIÇÃO DE LUCROS Distribuição de Lucros: Critérios e Benefícios Com o objetivo de contribuir e esclarecer os critérios e benefícios da DISTRIBUIÇÃO DE LUCROS e DIVIDENDOS

Leia mais

Federal - Maio 2015 COMPROVANTE MENSAL DE RETENÇÃO DA CONTRIBUIÇÃO PARA O PIS/PASEP E DA COFINS - AUTOPEÇAS 06 IOF 06 IR/FONTE

Federal - Maio 2015 COMPROVANTE MENSAL DE RETENÇÃO DA CONTRIBUIÇÃO PARA O PIS/PASEP E DA COFINS - AUTOPEÇAS 06 IOF 06 IR/FONTE Federal - Maio 15 Data Tributos Descrição 05 06 IOF COMPROVANTE MENSAL DE RETENÇÃO DA PARA O PIS/PASEP E DA COFINS - AUTOPEÇAS 06 IR/FONTE 07 CAGED - CADASTRO GERAL DE EMPREGADOS E DESEMPREGADOS - INTERNET

Leia mais

Alguns Aspectos da Tributação das Fundações de Direito Privado

Alguns Aspectos da Tributação das Fundações de Direito Privado Alguns Aspectos da Tributação das Fundações de Direito Privado I. INTRODUÇÃO Frederico da Silveira Barbosa Advogado Como regra geral, os atributos específicos da pessoa jurídica tributada não são relevantes

Leia mais

O QUE É A RETENÇÃO NA FONTE?

O QUE É A RETENÇÃO NA FONTE? SUMÁRIO I O QUE É A RETENÇÃO NA FONTE? I.1 - RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA... 23 II SERVIÇOS PRESTADOS POR PESSOAS JURÍDICAS II.1 - IRRF - SERVIÇOS PRESTADOS POR PESSOAS JURÍDICAS... 29 II.1.1 - Hipóteses

Leia mais

ENTIDADES DO TERCEIRO SETOR E REGIME TRIBUTÁRIO PROF. SERGIO MONELLO

ENTIDADES DO TERCEIRO SETOR E REGIME TRIBUTÁRIO PROF. SERGIO MONELLO ENTIDADES DO TERCEIRO SETOR E REGIME TRIBUTÁRIO PROF. SERGIO MONELLO 08/10/2013 Para as desonerações tributárias, as entidades podem ser divididas em dois campos: 1) as imunes 2) as isentas 2 IMUNIDADE

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 530. O GOVERNADOR DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO Faço saber que a Assembléia Legislativa decretou e eu sanciono a seguinte

LEI COMPLEMENTAR Nº 530. O GOVERNADOR DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO Faço saber que a Assembléia Legislativa decretou e eu sanciono a seguinte (Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial de 28/12/2009) LEI COMPLEMENTAR Nº 530 Altera dispositivos da Lei Complementar nº 16, de 09.01.1992; da Lei Complementar nº 353, de 06.01.2006; da

Leia mais

Equiparação da Pessoa Física à Pessoa Jurídica

Equiparação da Pessoa Física à Pessoa Jurídica ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 31/12/2013 Capítulo III - Equiparações da Pessoa Física 2014 Equiparação da Pessoa Física à Pessoa Jurídica 001 Quais as hipóteses em que a pessoa física é equiparada à pessoa jurídica?

Leia mais

Dispõe sobre a Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF).

Dispõe sobre a Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF). INSTRUÇÃO NORMATIVA SRF Nº 974, DE 27 DE NOVEMBRO DE 2009 Dispõe sobre a Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF). O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL, no uso das atribuições

Leia mais

Legislação Básica da Micro e Pequena Empresa

Legislação Básica da Micro e Pequena Empresa Legislação Básica da Micro e Pequena Empresa A Constituição Federal e o Estatuto Os artigos 146, 170, 179 da Constituição de 1988 contêm os marcos legais que fundamentam as medidas e ações de apoio às

Leia mais

Apresenta-se como importante ferramenta para fortalecer a gestão do SUS, promover a adequação, a expansão e a potencialização dos serviços de saúde ¹

Apresenta-se como importante ferramenta para fortalecer a gestão do SUS, promover a adequação, a expansão e a potencialização dos serviços de saúde ¹ Importância do CEBAS Apresenta-se como importante ferramenta para fortalecer a gestão do SUS, promover a adequação, a expansão e a potencialização dos serviços de saúde ¹ - Isenção das Contribuições Sociais;

Leia mais

Retenção de Tributos pelos Municípios

Retenção de Tributos pelos Municípios Retenção de Tributos pelos Municípios Contribuição Previdenciária, Imposto de Renda, ISS e Contribuição Sindical. ASPECTOS JURÍDICOS Palestrante: Ericksen Ellwanger Assessor jurídico da FECAM 1 ESTRUTURA

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Centro de Economia e Administração. Faculdade de Ciências Contábeis

Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Centro de Economia e Administração. Faculdade de Ciências Contábeis Pontifícia Universidade Católica de Campinas Centro de Economia e Administração Faculdade de Ciências Contábeis OBRIGATORIEDADE DE APRESENTAÇÃO Renda Recebeu rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste

Leia mais

CALENDÁRIO DE OBRIGAÇÕES FISCAIS. Período de 01.01 a 31.01.2016

CALENDÁRIO DE OBRIGAÇÕES FISCAIS. Período de 01.01 a 31.01.2016 033 18/12/2015 1 de 14 DIA 04 1.ICMS SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA Recolhimento do ICMS/ Substituição Tributária correspondente a fatos geradores ocorridos no mês de outubro/2015 pelas empresas cujas autopeças,

Leia mais

Desoneração da Folha de Pagamento na Construção Civil. (Leis nº 12.546/11 e 12.844/13; Decreto nº 7.828/12; INs RFB nº 971/09 e 1.

Desoneração da Folha de Pagamento na Construção Civil. (Leis nº 12.546/11 e 12.844/13; Decreto nº 7.828/12; INs RFB nº 971/09 e 1. Desoneração da Folha de Pagamento na Construção Civil (Leis nº 12.546/11 e 12.844/13; Decreto nº 7.828/12; INs RFB nº 971/09 e 1.300/12) 1 Sumário 1. Como consultar os entendimentos da RFB? 2. Breve histórico

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Retenção INSS por Contribuinte Individual

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Retenção INSS por Contribuinte Individual 12/05/2016 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas Apresentadas Pelo Cliente... 3 3. Análise da Legislação... 4 3.1 Instrução Normativa RFB nº 971, de 13 de novembro de 2009... 4 3.2 Exemplo

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA 6/07

INSTRUÇÃO NORMATIVA 6/07 INSTRUÇÃO NORMATIVA 6/07 Define contribuintes do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza obrigados a efetuar a Declaração Mensal- escrituração eletrônica mensal do livro fiscal, a ser realizada por

Leia mais

Agenda de Obrigações Federal - Maio/2015

Agenda de Obrigações Federal - Maio/2015 Agenda de Obrigações Federal - Maio/2015 Até: Quarta-feira, dia 6 IOF Pagamento do IOF apurado no 3º decêndio de abril/2015: - Operações de crédito - Pessoa Jurídica - Cód. Darf 1150 - Operações de crédito

Leia mais

OBRIGAÇÕES FISCAIS, TRABALHISTAS E PREVIDENCIÁRIAS PARA O MÊS DE MAIO DE 2011 (ÂMBITO FEDERAL)

OBRIGAÇÕES FISCAIS, TRABALHISTAS E PREVIDENCIÁRIAS PARA O MÊS DE MAIO DE 2011 (ÂMBITO FEDERAL) OBRIGAÇÕES FISCAIS, TRABALHISTAS E PREVIDENCIÁRIAS PARA O MÊS DE MAIO DE 2011 (ÂMBITO FEDERAL) 04.05 (4ª feira) IOF Imposto Sobre Operações Financeiras Último dia para o recolhimento do IOF referente ao

Leia mais

Domingo Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sábado. Clique e veja o compromisso do dia. 6 7 8. Clique e veja o compromisso do dia.

Domingo Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sábado. Clique e veja o compromisso do dia. 6 7 8. Clique e veja o compromisso do dia. Atenção 01 Aqueles contribuintes obrigados ao envio mensal do arquivo SINTEGRA à SEFAZ, devem observar a data de entrega, conforme definido pelo fisco. Atenção 02 Essas informações não substituem aquelas

Leia mais

Contratos de Mútuo Empréstimos Incidência de IRRF e IOF

Contratos de Mútuo Empréstimos Incidência de IRRF e IOF Contratos de Mútuo Empréstimos Incidência de IRRF e IOF Os contratos de mútuo, comumente realizados entre pessoas físicas e jurídicas, serão tributados, na fonte, pelo Imposto de Renda e pelo Imposto sobre

Leia mais

IR e Contribuições Federais

IR e Contribuições Federais IR e Contribuições Ferais Denomin ação IRPF - quotas da claração IRPF - carnê-leão Multa e juros - carnê-leão recolhido com atraso sem a inclusão stes encargos Imposto sobre ganhos líquidos em operações

Leia mais

RETENÇÃO NA FONTE. IMPOSTO DE RENDA CONTRIBUIÇÃO SOCIAL PIS/PASEP e COFINS INSS ISS INSTRUTOR: VALMIR DE BRITO Redator e consultor

RETENÇÃO NA FONTE. IMPOSTO DE RENDA CONTRIBUIÇÃO SOCIAL PIS/PASEP e COFINS INSS ISS INSTRUTOR: VALMIR DE BRITO Redator e consultor RETENÇÃO NA FONTE IMPOSTO DE RENDA CONTRIBUIÇÃO SOCIAL PIS/PASEP e COFINS INSS ISS INSTRUTOR: VALMIR DE BRITO Redator e consultor. 1 RETENÇÃO NA FONTE FATO GERADOR O imposto de renda na fonte tem como

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 1 0 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 81 - Data 31 de março de 2014 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: IMPOSTO SOBRE A RENDA RETIDO NA FONTE - IRRF BOLSA DE PESQUISA. TRIBUTAÇÃO.

Leia mais

http://agenda.cenofisco.com.br/agenda/agenda.dll/infobase/5/11/13/170?f=templates&fn=document-fra...

http://agenda.cenofisco.com.br/agenda/agenda.dll/infobase/5/11/13/170?f=templates&fn=document-fra... 0 http://agenda.cenofisco.com.br/agenda/agenda.dll/infobase/5/11/13/170?f=templates&fn=document-fra... Outubro Notas Cenofisco: 1ª) Além das obrigações relacionadas neste Calendário, o assinante poderá,

Leia mais

Palestra. Aspectos Relevantes das Retenções na Fonte de PIS/PASEP, COFINS, CSLL e IRRF. agosto 2012. Apoio: Elaborado por:

Palestra. Aspectos Relevantes das Retenções na Fonte de PIS/PASEP, COFINS, CSLL e IRRF. agosto 2012. Apoio: Elaborado por: Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento), fax (11) 3824-5487 Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

Calendário Mensal das Obrigações Fiscais, Trabalhistas e Previdenciárias Outubro de 2015

Calendário Mensal das Obrigações Fiscais, Trabalhistas e Previdenciárias Outubro de 2015 Calendário Mensal das Obrigações Fiscais, Trabalhistas e Previdenciárias Outubro de 2015 Nota: Os dias de vencimentos apresentados são de nível nacional e respeitando os referidos feriados, caso for feriado

Leia mais

1,5 % - Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) 1 % - Contribuição Social (C.S.L.L) 3% - Cofins 0,65 % - Programa de Integração Social (P.I.

1,5 % - Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) 1 % - Contribuição Social (C.S.L.L) 3% - Cofins 0,65 % - Programa de Integração Social (P.I. 1 CONTAJURIS ASSESSORIA EMPRESARIAL S/C LTDA Rua Sady de Marco, 52-D Bairro Jardim Itália Chapecó SC www.contajuris.com.br - Fone: 49 3323-1573 / 3323-0388 A partir de Fevereiro/2004 as empresas de serviços

Leia mais

Parecer formulado em 10 de janeiro de 2014 Consultor Jurídico do SINDI-CLUBE Dr. Valter Piccino OAB/SP 55.180

Parecer formulado em 10 de janeiro de 2014 Consultor Jurídico do SINDI-CLUBE Dr. Valter Piccino OAB/SP 55.180 Novas disposições do estatuto social necessárias à postulação de incentivos fiscais e manutenção da isenção do imposto de renda da pessoa jurídica das associações sem fins lucrativos. Parecer formulado

Leia mais

Normas Sistema Gestão da Informação

Normas Sistema Gestão da Informação Normas Sistema Gestão da Informação Visão Anotada INSTRUÇÃO NORMATIVA RFB Nº 1599, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2015 (Publicado(a) no DOU de 14/12/2015, seção 1, pág. 32) Dispõe sobre a Declaração de Débitos e

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 2 1 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 3 - Data 6 de janeiro de 2014 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: IMPOSTO SOBRE A RENDA RETIDO NA FONTE - IRRF SERVIÇOS PROFISSIONAIS.

Leia mais

DECLARAÇÕES Lucro Presumido, Isentas e Simples

DECLARAÇÕES Lucro Presumido, Isentas e Simples DECLARAÇÕES Lucro Presumido, Isentas e Simples Wagner Mendes Contador, Pós-Graduado em Controladoria, Auditoria e Tributos, Consultor Tributário, Especialista em Tributos Federais, Contabilidade e Legislação

Leia mais

RETENÇÃO DE TRIBUTOS NOS PAGAMENTOS EFETUADOS A FORNECEDORES DE BENS E PRESTADORES DE SERVIÇOS

RETENÇÃO DE TRIBUTOS NOS PAGAMENTOS EFETUADOS A FORNECEDORES DE BENS E PRESTADORES DE SERVIÇOS RETENÇÃO DE TRIBUTOS NOS PAGAMENTOS EFETUADOS A FORNECEDORES DE BENS E PRESTADORES DE SERVIÇOS Autoria: Adriane Terebinto Di Bacco Advogada COFINS, CSLL e PIS/PASEP A retenção das contribuições federais

Leia mais

DECRETO Nº 20.587, de 19 de fevereiro de 2010

DECRETO Nº 20.587, de 19 de fevereiro de 2010 DOM DE 20 A 22/02/2010 Alterado pelo Dec. 21.542, de 18/01/2011 DECRETO Nº 20.587, de 19 de fevereiro de 2010 Regulamenta a substituição tributária do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza ISS, e

Leia mais

BOLETIM INFORMATIVO Nº 50/2013 ANO X (13 de dezembro de 2013)

BOLETIM INFORMATIVO Nº 50/2013 ANO X (13 de dezembro de 2013) BOLETIM INFORMATIVO Nº 50/2013 ANO X (13 de dezembro de 2013) 1. MANUTENÇÃO DO REGISTRO NA JUNTA COMERCIAL DREI - Empresário individual, Eireli, sociedade empresária e cooperativa - Registro - Medida de

Leia mais

Parte II. A declaração

Parte II. A declaração Parte II A declaração Declaração Anual de Ajustes Deve ser apresentada até o último dia de abril do exercício seguinte ao da ocorrência do fato gerador (31/12). Pode ser apresentada de forma: completa

Leia mais

PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE VIGILÂNCIA, LIMPEZA, CONSERVAÇÃO E LOCAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA PROCEDIMENTO

PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE VIGILÂNCIA, LIMPEZA, CONSERVAÇÃO E LOCAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA PROCEDIMENTO PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE VIGILÂNCIA, LIMPEZA, CONSERVAÇÃO E LOCAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA PROCEDIMENTO SUMÁRIO: 1. Serviços Prestados por Pessoas Jurídicas 1.1. Incidência 1.2. Serviços de Limpeza e Conservação

Leia mais

SOLUÇÕES DE CONSULTA DA RFB DE INTERESSE DA CONSTRUÇÃO CIVIL

SOLUÇÕES DE CONSULTA DA RFB DE INTERESSE DA CONSTRUÇÃO CIVIL SOLUÇÕES DE CONSULTA DA RFB DE INTERESSE DA CONSTRUÇÃO CIVIL SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 38, DE 2 DE DEZEMBRO DE 2013 ASSUNTO: CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS PREVIDENCIÁRIAS EMENTA: CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA SOBRE

Leia mais

IR-FONTE Rendimentos de Aplicações Financeiras, Juros Sobre Capital Próprio, Prêmios, Multas e Vantagens, de que trata o art. 7º da Lei nº 9.

IR-FONTE Rendimentos de Aplicações Financeiras, Juros Sobre Capital Próprio, Prêmios, Multas e Vantagens, de que trata o art. 7º da Lei nº 9. AGENDA TRIBUTÁRIA FEDERAL JANEIRO DE 2016 06.01 (4ª Feira) IR-FONTE Rendimentos de Aplicações Financeiras, Juros Sobre Capital Próprio, Prêmios, Multas e Vantagens, de que trata o art. 7º da Lei nº 9.430/1996

Leia mais

- GUIA DO EMPRESÁRIO RETENÇÃO NA FONTE IRRF

- GUIA DO EMPRESÁRIO RETENÇÃO NA FONTE IRRF - GUIA DO EMPRESÁRIO RETENÇÃO NA FONTE IRRF - PARTE 1 - IRRF IMPOSTOS DE RENDA RETIDO NA FONTE O imposto de renda retido na fonte é um mecanismo criado pelo governo que obtetiva o seguinte: - maior controle

Leia mais

DECRETO Nº 2.232 DE 16 DE DEZEMBRO DE 2013

DECRETO Nº 2.232 DE 16 DE DEZEMBRO DE 2013 DECRETO Nº 2.232 DE 16 DE DEZEMBRO DE 2013 Regulamenta o regime de substituição tributária do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza ISSQN, instituído pela Lei Complementar n 03, de 17 de setembro

Leia mais

DICAS DE ECONOMIA TRIBUTÁRIA - PJ Por Júlio César Zanluca Verifique se as dicas se aplicam ou não a sua empresa, pois pode haver restrições quanto a

DICAS DE ECONOMIA TRIBUTÁRIA - PJ Por Júlio César Zanluca Verifique se as dicas se aplicam ou não a sua empresa, pois pode haver restrições quanto a DICAS DE ECONOMIA TRIBUTÁRIA - PJ Por Júlio César Zanluca Verifique se as dicas se aplicam ou não a sua empresa, pois pode haver restrições quanto a aplicabilidade, de acordo com a forma de tributação

Leia mais

AGENDA DE OBRIGAÇÕES FEDERAIS, TRABALHISTAS E PREVIDENCIÁRIAS Outubro 2014

AGENDA DE OBRIGAÇÕES FEDERAIS, TRABALHISTAS E PREVIDENCIÁRIAS Outubro 2014 AGENDA DE OBRIGAÇÕES FEDERAIS, TRABALHISTAS E PREVIDENCIÁRIAS Outubro 14 Data Tributos Descrição 03 03 IOF COMPROVANTE MENSAL DE RETENÇÃO DA PARA O PIS/PASEP E DA COFINS - AUTOPEÇAS 03 IR/FONTE 06 SALÁRIOS

Leia mais