ANO XXV ª SEMANA DE OUTUBRO DE 2014 BOLETIM INFORMARE Nº 43/2014

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1 ANO XXV ª SEMANA DE OUTUBRO DE 2014 BOLETIM INFORMARE Nº 43/2014 IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE IMPORTÂNCIAS PAGAS OU CREDITADAS PELAS PESSOAS JURÍDICAS A COOPERATIVAS DE TRABALHO... Pág. 608 SERVIÇOS DE LIMPEZA, CONSERVAÇÃO, SEGURANÇA, VIGILÂNCIA E LOCAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA... Pág. 609 SERVIÇOS PROFISSIONAIS PRESTADOS POR PESSOAS JURÍDICAS A OUTRAS PESSOAS JURÍDICAS - TRIBUTAÇÃO NA FONTE... Pág. 611 COMISSÃO E CORRETAGENS AUFERIDAS POR PESSOAS JURÍDICAS - TRIBUTAÇÃO NA FONTE... Pág. 616 PROPAGANDA E PUBLICIDADE - TRIBUTAÇÃO NA FONTE... Pág. 620

2 IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE Sumário IMPORTÂNCIAS PAGAS OU CREDITADAS PELAS PESSOAS JURÍDICAS A COOPERATIVAS DE TRABALHO 1. Introdução 2. Base de Cálculo Discriminação Dos Serviços na Fatura Cooperativas de Transporte Serviços Provenientes do Esforço Comum Dos Associados da Cooperativa 3. Alíquota do Imposto 4. Prazo de Recolhimento do Imposto 4.1 Fato Gerador no Caso de Importâncias Creditadas 4.2 Momento da Retenção no Caso de Importâncias Creditadas 5. Código da Receita 6. Compensação do Imposto de Renda na Fonte 7. Comprovante Anual de Rendimentos 8. Informação do IRRF na DIRF 1. INTRODUÇÃO Estão sujeitas à incidência do Imposto de Renda na Fonte as importâncias pagas ou creditadas pelas pessoas jurídicas às cooperativas de trabalho, associações de profissionais ou assemelhadas, relativamente aos serviços pessoais que lhe forem prestados por associados destas ou colocados à disposição (Art. 64 da Lei nº 8.981/1995 e art. 652 do RIR/1999). Nos itens a seguir abordaremos sobre os procedimentos pertinentes à retenção do Imposto de Renda na Fonte sobre as importâncias pagas ou creditadas pelas pessoas jurídicas às cooperativas de trabalho. 2. BASE DE CÁLCULO A base de cálculo do Imposto de Renda na Fonte corresponde às importâncias pagas ou creditadas à cooperativa de trabalho, associações de profissionais ou assemelhadas Discriminação Dos Serviços na Fatura As cooperativas de trabalho deverão discriminar, nas respectivas faturas, as importâncias relativas aos serviços pessoais prestados à pessoa jurídica por seus associados das importâncias que corresponderem a outros custos e despesas Cooperativas de Transporte No caso de cooperativas de transporte rodoviário de cargas ou de passageiros, as importâncias relativas aos serviços pessoais prestados deverão, ainda, ser discriminados em parcela tributável, no mínimo: a) 10% (dez por cento) do rendimento decorrente do transporte de carga, para os fatos geradores que ocorrerem a partir de 1º de janeiro de 2013 e parcela não tributável (art. 9º, inc. I da Lei nº 7.713/1988, com a redação dada pelo art. 18 da Lei nº /2013, Ato Declaratório Normativo nº 01/1993); b) 60% (sessenta por cento) do rendimento quando relativo a transporte de passageiros e parcela não tributável (Ato Declaratório Normativo nº 01/1993) Serviços Provenientes do Esforço Comum Dos Associados da Cooperativa O Ato Declaratório Interpretativo RFB nº 06, de 24 de maio de 2007, esclareceu que as importâncias decorrentes da prestação a terceiros de serviços oferecidos por cooperativa, os quais resultem do esforço comum dos seus associados, não se sujeitam à incidência de Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ). 3. ALÍQUOTA DO IMPOSTO A alíquota aplicável sobre o valor dos rendimentos é de 1,5% (um e meio por cento). 4. PRAZO DE RECOLHIMENTO DO IMPOSTO IMPOSTO DE RENDA E CONTABILIDADE OUTUBRO - 43/

3 O Imposto de Renda Retido na Fonte deverá ser recolhido até o último dia útil do segundo decêndio do mês subsequente ao da ocorrência do fato gerador (Art. 70, inciso I, letra d, da Lei nº /2005, com a redação dada pelo o art. 5º da Lei nº /2009). Vale lembrar que o fato gerador do imposto ocorre na data em que o rendimento for pago ou creditado à pessoa jurídica beneficiária, observando-se que: a) considera-se pagamento do rendimento a entrega de recursos, inclusive mediante crédito em instituição financeira, a favor do beneficiário (Parágrafo único do art. 38 do RIR/1999); b) entende-se por crédito o registro contábil efetuado pela fonte pagadora pelo qual o rendimento é colocado, incondicionalmente, à disposição do beneficiário (Parecer Normativo CST nº 121/1973). 4.1 Fato Gerador no Caso de Importâncias Creditadas O Ato Declaratório Interpretativo RFB nº 8, de 2 de setembro de 2014 (DOU de ) declara que considerase ocorrido o fato gerador do imposto sobre a renda na fonte, no caso de importâncias creditadas, na data do lançamento contábil efetuado por pessoa jurídica, nominal ao fornecedor do serviço, a débito de despesas em contrapartida com o crédito de conta do passivo, à vista da nota fiscal ou fatura emitida pela contratada e aceita pela contratante. 4.2 Momento da Retenção no Caso de Importâncias Creditadas O Ato Declaratório Interpretativo RFB nº 8, de 2 de setembro de 2014 (DOU de ) declara que a retenção do imposto sobre a renda na fonte, incidente sobre as importâncias creditadas por pessoa jurídica a outra pessoa jurídica pela prestação de serviços caracterizadamente de natureza profissional, será efetuada na data da contabilização do valor dos serviços prestados, considerando-se a partir dessa data o prazo para o recolhimento. 5. CÓDIGO DA RECEITA No campo 04 do Documento de Arrecadação de Receitas Federais - DARF deverá ser indicado o código de recolhimento COMPENSAÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA NA FONTE O Imposto de Renda Retido na Fonte será compensado pelas cooperativas de trabalho, associações ou assemelhadas com o imposto retido por ocasião do pagamento dos rendimentos aos associados. O imposto retido poderá ser objeto de pedido de restituição, desde que a cooperativa de trabalho comprove, relativamente a cada ano-calendário, a impossibilidade de sua compensação, na forma e condições definidas em ato normativo do Ministro da Fazenda. 7. COMPROVANTE ANUAL DE RENDIMENTOS O Comprovante Anual de Rendimentos, deve ser entregue pelas pessoas jurídicas que tiverem efetuado pagamento ou crédito de rendimentos, no ano-calendário, a outras pessoas jurídicas, sujeitos à retenção do Imposto de Renda na Fonte. (Instrução Normativa SRF nº 119/2000) 8. INFORMAÇÃO DO IRRF NA DIRF As informações prestadas no Comprovante Anual de Rendimentos Pagos ou Creditados e de Retenção de Imposto de Renda na Fonte - Pessoa Jurídica deverão ser discriminadas na Declaração de Imposto de Renda Retido na Fonte - DIRF. (Instrução Normativa RFB nº 1.406/2013) Fundamentos Legais: Os citados no texto. Sumário 1. Incidência SERVIÇOS DE LIMPEZA, CONSERVAÇÃO, SEGURANÇA, VIGILÂNCIA E LOCAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA IMPOSTO DE RENDA E CONTABILIDADE OUTUBRO - 43/

4 2. Serviços de Limpeza e Conservação - Alcance da Incidência 3. Locação de Mão-de-Obra 4. Não Exclusão do ISS da Base de Cálculo 5. Compensação do Imposto Retido na Fonte 6. Dispensa de Recolhimento 7. Recolhimento do Imposto 7.1 Fato Gerador no Caso de Importâncias Creditadas 7.2 Momento da Retenção no Caso de Importâncias Creditadas 8. Preenchimento do DARF 9. Pessoas Jurídicas Sujeitas ao Regime Tributário do Simples Nacional 10. Comprovante Anual de Rendimentos 11. Informação do IRRF na DIRF 1. INCIDÊNCIA Estão sujeitos à incidência do Imposto de Renda na Fonte à alíquota de 1% (um por cento) os rendimentos pagos ou creditados por pessoas jurídicas a outras pessoas jurídicas civis ou mercantis, a título de remuneração pela (Art. 649 do RIR/1999 e Instrução Normativa SRF nº 34/1989): a) prestação de serviços de limpeza e conservação de bens imóveis, exceto reformas e obras assemelhadas; b) prestação de serviços de segurança e vigilância; e c) locação de mão-de-obra de empregados da locadora colocados a serviço da locatária, pessoa jurídica, em local por está determinado. 2. SERVIÇOS DE LIMPEZA E CONSERVAÇÃO - ALCANCE DA INCIDÊNCIA Para delimitar o alcance da incidência do IRRF sobre a remuneração paga ou creditada pela prestação de serviços de limpeza e conservação de bens imóveis, a Secretaria da Receita Federal esclareceu que deve ser considerada a definição de bens imóveis prevista no artigo 79 da Lei nº /2002 (Código Civil). O artigo 79 do Código Civil define como bens imóveis: São bens imóveis o solo e tudo quanto se lhe incorporar natural ou artificialmente. 3. LOCAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA É comum muitas empresas confundirem a locação de mão-de-obra e a simples intermediação na contratação de empregados. Na locação de mão-de-obra, a locadora coloca empregados seus à disposição da locatária para executar trabalhos temporários em local por esta designado. O pessoal fornecido mantém a condição de empregado da locadora e é por ela remunerado. A locadora cobra da locatária uma importância que cobre os seus custos (salários e encargos sociais relativos aos empregados, etc.), as despesas operacionais e a sua margem de lucro e sobre esse valor incide o IRRF à alíquota de 1% (um por cento). No caso de intermediação para a contratação de empregados, a atividade da intermediária limita-se a recrutar profissionais e encaminhá-los à empresa que deseja contratá-los. Nesse caso, a remuneração paga à agência de empregos sujeita-se à incidência do IRRF à alíquota de 1,5% (um e meio por cento), prevista para comissões e corretagens. 4. NÃO EXCLUSÃO DO ISS DA BASE DE CÁLCULO Quando o serviço prestado for tributado pelo ISS, o Imposto de Renda na Fonte incidirá sobre o preço total dos serviços, sem exclusão da parcela relativa ao ISS, ainda que o mesmo seja destacado na Nota Fiscal. 5. COMPENSAÇÃO DO IMPOSTO RETIDO NA FONTE O Imposto de Renda Retido na Fonte, na modalidade tratada neste trabalho, poderá ser compensado pela pessoa jurídica beneficiária dos rendimentos, com o Imposto de Renda Pessoa Jurídica devido no período, seja este calculado com base no lucro real, presumido ou arbitrado (Arts. 34 e 53, 1º, da Lei nº 8.981/1995 e arts. 1º e 2º da Lei nº 9.430/1996). 6. DISPENSA DE RECOLHIMENTO IMPOSTO DE RENDA E CONTABILIDADE OUTUBRO - 43/

5 Está dispensada a retenção de Imposto de Renda, na hipótese tratada neste trabalho, de valor igual ou inferior a R$ 10,00 (dez reais), incidente na fonte sobre rendimentos pagos a pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real, presumido ou arbitrado (Art. 67 da Lei nº 9.430/1996, Instrução Normativa SRF nº 85/1996 e Ato Declaratório Normativo COSIT nº 15/1997). 7. RECOLHIMENTO DO IMPOSTO O Imposto de Renda Retido na Fonte deverá ser recolhido até o último dia útil do segundo decêndio do mês subsequente ao da ocorrência do fato gerador (Art. 70, inciso I, letra d, da Lei nº /2005, com a redação dada pelo o art. 5º da Lei nº /2009). Vale lembrar que o fato gerador do imposto ocorre na data em que o rendimento for pago ou creditado à pessoa jurídica beneficiária, observando-se que: a) considera-se pagamento do rendimento a entrega de recursos, inclusive mediante crédito em instituição financeira, a favor do beneficiário (Parágrafo único do art. 38 do RIR/1999); b) entende-se por crédito o registro contábil efetuado pela fonte pagadora pelo qual o rendimento é colocado, incondicionalmente, à disposição do beneficiário (Parecer Normativo CST nº 121/1973). 7.1 Fato Gerador no Caso de Importâncias Creditadas O Ato Declaratório Interpretativo RFB nº 8, de 2 de setembro de 2014 (DOU de ) declara que considerase ocorrido o fato gerador do imposto sobre a renda na fonte, no caso de importâncias creditadas, na data do lançamento contábil efetuado por pessoa jurídica, nominal ao fornecedor do serviço, a débito de despesas em contrapartida com o crédito de conta do passivo, à vista da nota fiscal ou fatura emitida pela contratada e aceita pela contratante. 7.2 Momento da Retenção no Caso de Importâncias Creditadas O Ato Declaratório Interpretativo RFB nº 8, de 2 de setembro de 2014 (DOU de ) declara que a retenção do imposto sobre a renda na fonte, incidente sobre as importâncias creditadas por pessoa jurídica a outra pessoa jurídica pela prestação de serviços caracterizadamente de natureza profissional, será efetuada na data da contabilização do valor dos serviços prestados, considerando-se a partir dessa data o prazo para o recolhimento. 8. PREENCHIMENTO DO DARF O imposto será recolhido através do Documento de Arrecadação de Receitas Federais - DARF e será preenchido em 2 (duas) vias, utilizando-se, no campo 04, o código PESSOAS JURÍDICAS SUJEITAS AO REGIME TRIBUTÁRIO DO SIMPLES NACIONAL Não incidirá o Imposto de Renda na Fonte quando o rendimento for pago ou creditado às pessoas jurídicas enquadradas no regime tributário do SIMPLES NACIONAL (Instrução Normativa RFB nº 765/2007). 10. COMPROVANTE ANUAL DE RENDIMENTOS O Comprovante Anual de Rendimentos, deve ser entregue pelas pessoas jurídicas que tiverem efetuado pagamento ou crédito de rendimentos, no ano-calendário, a outras pessoas jurídicas, sujeitos à retenção do Imposto de Renda na Fonte. (Instrução Normativa SRF nº 119/2000) 11. INFORMAÇÃO DO IRRF NA DIRF As informações prestadas no Comprovante Anual de Rendimentos Pagos ou Creditados e de Retenção de Imposto de Renda na Fonte - Pessoa Jurídica deverão ser discriminadas na Declaração de Imposto de Renda Retido na Fonte - DIRF. (Instrução Normativa RFB nº 1.406/2013) Fundamentos Legais: Os citados no texto. SERVIÇOS PROFISSIONAIS PRESTADOS POR PESSOAS JURÍDICAS A OUTRAS PESSOAS JURÍDICAS Tributação na Fonte IMPOSTO DE RENDA E CONTABILIDADE OUTUBRO - 43/

6 Sumário 1. Incidência 2. Lista de Serviços 3. Serviços de Engenharia Contratos de Prestação de Serviços de Caráter Múltiplo e Diversificado Serviços Alcançados Pela Incidência do Imposto 4. Serviços de Medicina 4.1 Contratos de Plano Privado de Assistência à Saúde ou Odontológica Com Preço do Contrato Pré-Determinado Contratos de Plano Privado de Assistência à Saúde ou Odontológica Com Contrato na Modalidade de Custo Operacional 5. Assessoria e Consultoria Técnica 6. Programação 7. Serviços Prestados Por Sociedade Civil Ligada à Fonte Pagadora 8. Não Exclusão do ISS da Base de Cálculo 9. Compensação do Imposto Retido na Fonte 10. Dispensa de Recolhimento 11. Recolhimento do Imposto 11.1 Fato Gerador no Caso de Importâncias Creditadas 11.2 Momento da Retenção no Caso de Importâncias Creditadas 12. Preenchimento do DARF 13. Pessoas Jurídicas Sujeitas ao Regime Tributário do SIMPLES NACIONAL 14. Comprovante Anual de Rendimentos 15. Informação do IRRF na DIRF 1. INCIDÊNCIA Estão sujeitas à incidência do Imposto na Fonte, à alíquota de 1,5% (um inteiro e cinco décimos por cento), as importâncias pagas ou creditadas por pessoas jurídicas a outras pessoas jurídicas, civis ou mercantis, pela prestação de serviços caracterizadamente de natureza profissional (Art. 647 do RIR/1999 e art. 6º da Lei nº 9.064/1995), observando-se que: a) o imposto incide sobre as remunerações dos serviços constantes da lista do item seguinte, independentemente da qualificação profissional dos sócios da beneficiária e do fato desta auferir receitas de quaisquer outras atividades, seja qual for o valor dos serviços em relação à receita bruta; b) para efeito dessa incidência, é irrelevante a diferença entre prestação de serviços e venda de serviços, visto que não importa se o serviço é prestado por meio de sociedade civil ou explorado empresarialmente por intermédio de sociedade mercantil (Parecer Normativo CST nº 08/1986). 2. LISTA DE SERVIÇOS Os serviços cuja remuneração se submete ao desconto do Imposto de Renda à alíquota de 1,5% (um inteiro e cinco décimos por cento), quando prestados por uma pessoa jurídica a outra, são os seguintes ( 1º do artigo 647 do RIR/1999): 1 - Administração de bens ou negócios em geral (exceto consórcios ou fundos mútuos para aquisição de bens); 2 - Advocacia; 3 - Análise clínica laboratorial; 4 - Análises técnicas; 5 - Arquitetura; 6 - Assessoria e consultoria técnica (exceto o serviço de assistência técnica restado terceiros e concernente a ramo de indústria ou comércio explorado pelo prestador o serviço); 7 - Assistência social; 8 - Auditoria; 9 - Avaliação e perícia; 10 - Biologia e biomedicina; 11 - Cálculo em geral; 12 - Consultoria; 13 - Contabilidade; 14 - Desenho técnico; 15 - Economia; 16 - Elaboração de projetos; 17 - Engenharia (exceto construção de estradas, pontes, prédios e obras assemelhadas); 18 - Ensino e treinamento; 19 - Estatística; 20 - Fisioterapia; 21 - Fonoaudiologia; IMPOSTO DE RENDA E CONTABILIDADE OUTUBRO - 43/

7 22 - Geologia; 23 - Leilão; 24 - Medicina (exceto a prestada por ambulatório, banco de sangue, casa de saúde, casa de recuperação ou repouso sob orientação médica, hospital e pronto-socorro); 25 - Nutricionismo e dietética; 26 - Odontologia; 27 - Organização de feiras de amostras, congressos, seminários, simpósios e congêneres; 28 - Pesquisa em geral; 29 - Planejamento; 30 - Programação; 31 - Prótese; 32 - Psicologia e psicanálise; 33 - Química; 34 - Raio X e radioterapia; 35 - Relações públicas; 36 - Serviço de despachante; 37 - Terapêutica ocupacional; 38 - Tradução ou interpretação comercial; 39 - Urbanismo; 40 - Veterinária. 3. SERVIÇOS DE ENGENHARIA O item 17 do 1º do artigo 647 do RIR/1999 coloca fora do campo de incidência tributária a construção de estradas, pontes, prédios e obras assemelhadas. No entanto, segundo o Parecer Normativo CST nº 08/1986, esta exceção abrange também as obras de construção em geral e as de montagem, instalação, restauração e manutenção de instalações e equipamentos industriais. Da mesma forma, ainda de acordo com o parecer, estão fora do campo de incidência as obras de prospecção, exploração e complementação de poços de petróleo e gás, as obras de conservação de estradas, a execução de serviços de automação industrial, a construção de gasodutos, oleodutos e minerodutos, a instalação e montagem de sistemas de telecomunicações, energia e sinalização ferroviária, as obras destinadas à geração, aproveitamento e distribuição de energia, a construção de rede de água e esgotos, etc Contratos de Prestação de Serviços de Caráter Múltiplo e Diversificado O mesmo Parecer citado esclareceu, ainda, que não é exigido o Imposto na Fonte sobre rendimentos decorrentes da execução de contrato de prestação de serviços que abranger trabalhos de engenharia de caráter múltiplo e diversificado, não havendo tributação na fonte. Assim, por exemplo, se o contrato de prestação de serviços compreende tão-somente a elaboração de projetos de engenharia, o rendimento correspondente está sujeito à retenção do Imposto de Renda na Fonte. Por outro lado, se o contrato de prestação de serviços abrange a elaboração de projetos de engenharia e, também, a execução física da obra, o rendimento correspondente não está sujeito à retenção do Imposto de Renda na Fonte Serviços Alcançados Pela Incidência do Imposto Estão sujeitas à retenção do Imposto de Renda as remunerações relativas ao desempenho de serviços pessoais da profissão, prestados por meio de sociedades civis ou exploradas empresarialmente por intermédio de sociedades mercantis (Parecer Normativo CST nº 08/1986). Desta forma, será exigida a retenção na fonte, por exemplo, sobre a remuneração dos seguintes serviços, quando prestados isoladamente (Parecer Normativo CST nº 08/1986, item 21): a) estudos geofísicos; b) fiscalização de obras de engenharia em geral (construção, derrocamento, estrutura, inspeção, proteção, medições, testes, etc.); c) elaboração de projetos de engenharia em geral; d) administração de obras; e) gerenciamento de obras; f) serviços de engenharia consultiva; IMPOSTO DE RENDA E CONTABILIDADE OUTUBRO - 43/

8 g) serviços de engenharia informática (desenvolvimento e implantação de software e elaboração de projetos de hardware); h) planejamento de empreendimentos rurais e urbanos; i) prestação de orientação técnica; j) perícias técnicas. 4. SERVIÇOS DE MEDICINA De acordo com o Parecer Normativo CST nº 08/1986, a incidência do Imposto na Fonte restringe-se aos rendimentos decorrentes do desempenho de trabalhos pessoais da profissão de medicina que, normalmente, poderiam ser prestados em caráter individual e de forma autônoma, mas que, por conveniência empresarial, são executados mediante interveniência de sociedades civis ou mercantis. Desta forma, o Parecer citado declarou que estão fora do campo de incidência em questão: a) os serviços inerentes ao desempenho das atividades profissionais da medicina, quando executados dentro do ambiente físico dos estabelecimentos de saúde (ambulatório, banco de sangue, casa de saúde, casa de recuperação ou repouso sob orientação médica, hospital e pronto-socorro), prestados sob subordinação técnica e administrativa da pessoa jurídica titular do empreendimento; essa exclusão abrange os serviços correlatos ao exercício da medicina, tais como: análise clínica laboratorial, fisioterapia, fonoaudiologia, psicologia, psicanálise, raio X e radioterapia; b) os rendimentos provenientes da execução de contratos de prestação de serviços médicos pactuados com pessoas jurídicas, visando à assistência médica de empregados e seus dependentes em ambulatório, casa de saúde, pronto-socorro, hospital e estabelecimentos assemelhados, desde que a prestação dos serviços seja realizada nos estabelecimentos de saúde mencionados, próprios ou de terceiros. 4.1 Contratos de Plano Privado de Assistência à Saúde ou Odontológica Com Preço do Contrato Pré- Determinado O ato Declaratório Interpretativo RFB nº 9, de 30 de setembro de 2014 (DOU de 01/10/2014), dispõe que a operadora do plano de saúde ou odontológico que efetuar os pagamentos aos fornecedores dos serviços utilizados pelos beneficiários do plano, caberá retenção do imposto sobre a renda de que trata o 1º do art. 647 do Decreto nº 3.000, de 26 de março de Regulamento do Imposto de Renda (RIR/1999) Contratos de Plano Privado de Assistência à Saúde ou Odontológica Com Contrato na Modalidade de Custo Operacional Conforme o art. 2º do Declaratório Interpretativo RFB nº 9, de 30 de setembro de 2014 (DOU de 01/10/2014), Cabe a retenção na fonte do imposto sobre a renda de que trata o 1º do art. 647 do Regulamento do Imposto de Renda (RIR/1999), nos pagamentos efetuados pelas pessoas jurídicas contratantes a cooperativas de trabalho médico ou odontológico, ou a outras pessoas jurídicas operadoras de plano privado de assistência à saúde ou odontológica, nos contratos de plano privado de assistência à saúde ou odontológica, na modalidade de custo operacional, ou seja, quando a contratante repassa à operadora do plano o valor total das despesas assistenciais, isto é, paga exatamente pelos serviços médicos efetivamente prestados. Notas: não se aplica a retenção aos serviços de medicina realizados dentro do ambiente físico de ambulatórios, bancos de sangue, casas de saúde, casas de recuperação ou repouso sob orientação médica, hospitais e prontos-socorros, prestados sob subordinação técnica e administrativa da pessoa jurídica titular do empreendimento. 5. ASSESSORIA E CONSULTORIA TÉCNICA De acordo com o Parecer Normativo CST nº 37/1987, no item 6 da lista, estão sujeitos à incidência do Imposto na Fonte tão-somente os serviços que configurem alto grau de especialização, obtidos por meio de estabelecimentos de nível superior e técnico, vinculados diretamente à capacidade intelectual do indivíduo. Assim sendo, concluiu o referido Parecer: IMPOSTO DE RENDA E CONTABILIDADE OUTUBRO - 43/

9 a) os serviços de assessoria e consultoria técnica alcançados pela tributação na fonte em exame restringem-se àqueles resultantes da engenhosidade humana, tais como: especificação técnica para a fabricação de aparelhos e equipamentos em geral, assessoria adminitrativo-organizacional, consultoria jurídica, etc.; b) não se sujeitam à tributação na fonte os serviços de reparo e manutenção de aparelhos e equipamentos domésticos ou industriais. 6. PROGRAMAÇÃO O item 30 da Instrução Normativa nº 23/1986 lista como sujeitos à tributação do Imposto de Renda na Fonte os serviços prestados por empresa especializada referente à elaboração de programação de computador. Assim, se uma empresa especializada elabora, para determinada pessoa jurídica, um programa específico de folha de pagamento por processamento eletrônico, o valor dos serviços prestados sofre desconto do Imposto de Renda na Fonte. O item 21 do Parecer Normativo nº 08/1986 diz que será devido o Imposto de Renda na Fonte em relação aos serviços prestados de desenvolvimento e implantação de software e elaboração de projetos de hardware. Assim sendo, a tributação na fonte não ocorre quando a empresa especializada elabora um programa, por exemplo, de contabilidade, e vende cópias desse programa a diversas empresas. O Imposto de Renda na Fonte, neste caso, não incide porque não está havendo prestação de serviços, mas sim venda de mercadorias. 7. SERVIÇOS PRESTADOS POR SOCIEDADE CIVIL LIGADA À FONTE PAGADORA Quando se tratar de rendimentos relativos ao exercício de profissão legalmente regulamentada, pagos ou creditados à sociedade civil controlada, direta ou indiretamente, por pessoas físicas que sejam diretores, gerentes ou controladores da fonte pagadora, bem como pelo cônjuge ou parente de primeiro grau das referidas pessoas, o desconto do imposto deve ser feito mediante aplicação da tabela progressiva mensal, aplicável aos rendimentos percebidos por pessoas físicas (Art. 648 do RIR/1999). Nota: Além de pais e filhos, são parentes de primeiro grau, por afinidade, sogros, genros e noras. Irmãos são parentes de segundo grau. Ressalte-se que essa forma diferenciada de desconto do imposto somente se aplica quando, cumulativamente: a) tratar-se de rendimentos relativos ao exercício de profissão legalmente regulamentada; b) a prestadora do serviço for uma sociedade civil; e c) a sociedade civil prestadora do serviço for controlada, direta ou indiretamente, por pessoas físicas que estejam vinculadas à fonte pagadora, na forma mencionada. 8. NÃO EXCLUSÃO DO ISS DA BASE DE CÁLCULO Quando o serviço prestado for tributado pelo ISS, o Imposto de Renda na Fonte incidirá sobre o preço total dos serviços, sem exclusão da parcela relativa ao ISS, ainda que o mesmo seja destacado na Nota Fiscal. 9. COMPENSAÇÃO DO IMPOSTO RETIDO NA FONTE O Imposto de Renda Retido na Fonte, na modalidade tratada neste trabalho, poderá ser compensado pela pessoa jurídica beneficiária dos rendimentos, com o Imposto de Renda Pessoa Jurídica devido no período, seja este calculado com base no lucro real, presumido ou arbitrado (Arts. 34 e 53, 1º, da Lei nº 8.981/1995 e arts. 1º e 2º da Lei nº 9.430/1996). 10. DISPENSA DE RECOLHIMENTO Está dispensada a retenção de Imposto de Renda, na hipótese tratada neste trabalho, de valor igual ou inferior a R$ 10,00 (dez reais), incidente na fonte sobre rendimentos pagos a pessoas físicas e das pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real, presumido ou arbitrado (Art. 67 da Lei nº 9.430/1996 e art. 724 do RIR/1999). 11. RECOLHIMENTO DO IMPOSTO O Imposto de Renda Retido na Fonte deverá ser recolhido até o último dia útil do segundo decêndio do mês IMPOSTO DE RENDA E CONTABILIDADE OUTUBRO - 43/

10 subsequente ao da ocorrência do fato gerador (Art. 70, inciso I, letra d, da Lei nº /2005, com a redação dada pelo o art. 5º da Lei nº /2009). Vale lembrar que o fato gerador do imposto ocorre na data em que o rendimento for pago ou creditado à pessoa jurídica beneficiária, observando-se que: a) considera-se pagamento do rendimento a entrega de recursos, inclusive mediante crédito em instituição financeira, a favor do beneficiário (Parágrafo único do art. 38 do RIR/1999); b) entende-se por crédito o registro contábil efetuado pela fonte pagadora pelo qual o rendimento é colocado, incondicionalmente, à disposição do beneficiário (Parecer Normativo CST nº 121/1973) Fato Gerador no Caso de Importâncias Creditadas O Ato Declaratório Interpretativo RFB nº 8, de 2 de setembro de 2014 (DOU de ) declara que considerase ocorrido o fato gerador do imposto sobre a renda na fonte, no caso de importâncias creditadas, na data do lançamento contábil efetuado por pessoa jurídica, nominal ao fornecedor do serviço, a débito de despesas em contrapartida com o crédito de conta do passivo, à vista da nota fiscal ou fatura emitida pela contratada e aceita pela contratante Momento da Retenção no Caso de Importâncias Creditadas O Ato Declaratório Interpretativo RFB nº 8, de 2 de setembro de 2014 (DOU de ) declara que a retenção do imposto sobre a renda na fonte, incidente sobre as importâncias creditadas por pessoa jurídica a outra pessoa jurídica pela prestação de serviços caracterizadamente de natureza profissional, será efetuada na data da contabilização do valor dos serviços prestados, considerando-se a partir dessa data o prazo para o recolhimento. 12. PREENCHIMENTO DO DARF O imposto será recolhido através do Documento de Arrecadação de Receitas Federais - DARF e será preenchido em 2 (duas) vias, utilizando-se, no campo 04, o código PESSOAS JURÍDICAS SUJEITAS AO REGIME TRIBUTÁRIO DO SIMPLES NACIONAL Não incidirá o Imposto de Renda na Fonte quando o rendimento for pago ou creditado às pessoas jurídicas enquadradas no regime tributário do SIMPLES NACIONAL (Instrução Normativa RFB nº 765/2007). Nota: A Sociedade Simples citada neste trabalho é aquela definida nos arts. 997 e seguintes da Lei nº / COMPROVANTE ANUAL DE RENDIMENTOS O Comprovante Anual de Rendimentos, deve ser entregue pelas pessoas jurídicas que tiverem efetuado pagamento ou crédito de rendimentos, no ano-calendário, a outras pessoas jurídicas, sujeitos à retenção do Imposto de Renda na Fonte. (Instrução Normativa SRF nº 119/2000) 15. INFORMAÇÃO DO IRRF NA DIRF As informações prestadas no Comprovante Anual de Rendimentos Pagos ou Creditados e de Retenção de Imposto de Renda na Fonte - Pessoa Jurídica deverão ser discriminadas na Declaração de Imposto de Renda Retido na Fonte - DIRF. (Instrução Normativa RFB nº 1.406/2013) Fundamentos Legais: Os citados no texto. Sumário COMISSÃO E CORRETAGENS AUFERIDAS POR PESSOAS JURÍDICAS Tributação na Fonte 1. Rendimentos Alcançados e Alíquota 2. Responsabilidade Pelo Recolhimento 2.1 Responsabilidade Especial Pelo Recolhimento 3. Destaque do Imposto no Documento Comprobatório 4. Fato Gerador IMPOSTO DE RENDA E CONTABILIDADE OUTUBRO - 43/

11 4.1 Fato Gerador no Caso de Importâncias Creditadas 4.2 Momento da Retenção no Caso de Importâncias Creditadas 5. Base de Cálculo 6. Repasse de Parte da Comissão 7. Não-Incidência do Imposto 8. Comissões Pagas a Pessoas Jurídicas Imunes ou Isentas 9. Forma e Prazo de Recolhimento 10. Comissões Pagas a Representante Comercial Autônomo 11. Comissões Pagas à Agência de Empregos 12. Comissões Pagas Por Pessoas Jurídicas da Administração Pública Federal 13. Compensação do Imposto Pela Comissionada 14. Comprovante Anual de Rendimentos Pagos ou Creditados 15. Informação do IRRF na DIRF 1. RENDIMENTOS ALCANÇADOS E ALÍQUOTA As importâncias pagas ou creditadas por pessoas jurídicas a outras pessoas jurídicas, a título de comissões, corretagens ou qualquer outra remuneração pela representação comercial ou pela mediação na realização de negócios civis ou mercantis, estão sujeitas à retenção do Imposto de Renda à alíquota de 1,5% (um e meio por cento), como antecipação do devido na declaração de rendimentos (Art. 53 da Lei nº 7.450/1985 e art. 651 do RIR/1999). 2. RESPONSABILIDADE PELO RECOLHIMENTO Como regra geral, o imposto deve ser retido e recolhido pela pessoa jurídica que pagar ou creditar os rendimentos. 2.1 Responsabilidade Especial Pelo Recolhimento A Instrução Normativa nº 153/1987, alterada pelas Instruções Normativas nºs 177/1987 e 107/1991, determinou que o Imposto de Renda seja recolhido pela pessoa jurídica que receber os rendimentos, ficando a fonte pagadora desobrigada de efetuar a retenção, nos casos de comissões e corretagens relativas a: a) colocação ou negociação de títulos de renda fixa; b) operações realizadas em Bolsa de Valores e Bolsa de Mercadorias; c) distribuição de emissão de valores mobiliários, quando a pessoa jurídica atuar como agente da companhia emissora; d) operações de câmbio; e) venda de passagens, excursões ou viagens; Nota: No caso de comissões devidas pelos meios de hospedagem às agências de turismo pelo encaminhamento de hóspedes ou pela prestação de qualquer outro tipo de serviço vinculado à atividade, à retenção e recolhimento do Imposto de Renda na Fonte, são obrigações da pessoa jurídica que paga ou credita a remuneração (Instrução Normativa SRF nº 76/1986). f) administração de cartão de crédito; g) prestação de serviços de distribuição de refeições pelo sistema refeições-convênios; Nota: O Imposto de Renda incide sobre a corretagem ou comissão cobrada pelas pessoas jurídicas prestadoras desses serviços, desde que o valor correspondente esteja expresso de forma destacada e detalhada na Nota Fiscal de serviços, sem o que a incidência se dará sobre o valor total da referida nota (Ato Declaratório Normativo CST nº 09/1986). h) prestação de serviços de administração de convênios. Os rendimentos e o respectivo Imposto de Renda na Fonte devem ser informados na Declaração de Imposto de Renda Retido na Fonte (DIRF) da pessoa jurídica que tenha pago a outras pessoas jurídicas comissões e corretagens nas hipóteses mencionadas nas letras a a h. 3. DESTAQUE DO IMPOSTO NO DOCUMENTO COMPROBATÓRIO IMPOSTO DE RENDA E CONTABILIDADE OUTUBRO - 43/

12 Considerando que a fonte pagadora não tem a obrigação de reter o imposto devido nos casos mencionados no subitem 2.1, a beneficiária da comissão ou corretagem deverá fazer constar, no documento comprobatório por ela emitido, o valor do imposto cujo recolhimento é de sua responsabilidade. 4. FATO GERADOR Considera-se ocorrido o fato gerador do imposto quando do pagamento ou crédito da importância convencionada entre as partes, prevalecendo o evento que ocorrer primeiro. Cabe lembrar que por crédito do rendimento entende-se o lançamento contábil feito pela pessoa jurídica devedora da comissão em conta específica do passivo, o qual fica colocado à disposição da pessoa jurídica credora. 4.1 Fato Gerador no Caso de Importâncias Creditadas O Ato Declaratório Interpretativo RFB nº 8, de 2 de setembro de 2014 (DOU de ) declara que considerase ocorrido o fato gerador do imposto sobre a renda na fonte, no caso de importâncias creditadas, na data do lançamento contábil efetuado por pessoa jurídica, nominal ao fornecedor do serviço, a débito de despesas em contrapartida com o crédito de conta do passivo, à vista da nota fiscal ou fatura emitida pela contratada e aceita pela contratante. 4.2 Momento da Retenção no Caso de Importâncias Creditadas O Ato Declaratório Interpretativo RFB nº 8, de 2 de setembro de 2014 (DOU de ) declara que a retenção do imposto sobre a renda na fonte, incidente sobre as importâncias creditadas por pessoa jurídica a outra pessoa jurídica pela prestação de serviços caracterizadamente de natureza profissional, será efetuada na data da contabilização do valor dos serviços prestados, considerando-se a partir dessa data o prazo para o recolhimento. 5. BASE DE CÁLCULO O Imposto de Renda na Fonte deve ser retido sobre o valor total pago ou creditado, não sendo permitida a exclusão do valor relativo ao ISS ou outros tributos, ainda que estes estejam destacados na Nota Fiscal emitida pela pessoa jurídica beneficiária dos rendimentos (Instrução Normativa SRF nº 153/1987). 6. REPASSE DE PARTE DA COMISSÃO Quando houver repasse de parte da comissão relativa à determinada operação, o recolhimento do Imposto de Renda será efetuado sobre o valor líquido recebido pela pessoa jurídica, ou seja, sobre a diferença entre o valor das comissões recebidas e o das repassadas a outra pessoa jurídica. 7. NÃO-INCIDÊNCIA DO IMPOSTO O Imposto de Renda na Fonte não incidirá sobre as comissões e corretagens nos seguintes casos (Instrução Normativa SRF nº 153/1987): a) na distribuição de emissão de valores mobiliários por conta própria, quando a pessoa jurídica subscrever ou comprar a emissão para colocá-la no mercado; b) quando as comissões e corretagens forem pagas por condomínios, fundo em condomínio, ou clube de investimentos registrado em bolsa de valores; c) sobre as comissões de operações de câmbio recebidas em moeda estrangeira, quando da sua conversão em reais. 8. COMISSÕES PAGAS A PESSOAS JURÍDICAS IMUNES OU ISENTAS O Imposto de Renda na Fonte não incidirá quando os rendimentos forem pagos ou creditados a pessoas jurídicas imunes ou isentas do Imposto de Renda, conforme esclareceu a Instrução Normativa nº 44/ FORMA E PRAZO DE RECOLHIMENTO O Imposto de Renda Retido na Fonte deverá ser recolhido até o último dia útil do segundo decêndio do mês subsequente ao da ocorrência do fato gerador (Art. 70, inciso I, letra d, da Lei nº /2005, com a redação dada pela Lei nº /2009). IMPOSTO DE RENDA E CONTABILIDADE OUTUBRO - 43/

13 Vale lembrar que o fato gerador do imposto ocorre na data em que o rendimento for pago ou creditado à pessoa jurídica beneficiária, observando-se que: a) considera-se pagamento do rendimento a entrega de recursos, inclusive mediante crédito em instituição financeira, a favor do beneficiário (Parágrafo único do art. 38 do RIR/1999); b) entende-se por crédito o registro contábil efetuado pela fonte pagadora pelo qual o rendimento é colocado, incondicionalmente, à disposição do beneficiário (Parecer Normativo CST nº 121/1973). O Documento de Arrecadação de Receitas Federais (DARF) será preenchido com o código COMISSÕES PAGAS A REPRESENTANTE COMERCIAL AUTÔNOMO Quando o beneficiário do rendimento for um representante comercial autônomo, o Imposto de Renda na Fonte será calculado com base na tabela progressiva mensal. Neste caso, o fato gerador do Imposto de Renda na Fonte considera-se ocorrido quando do efetivo pagamento do rendimento. O Documento de Arrecadação de Receitas Federais (DARF) será preenchido com o código O Ato Declaratório Normativo nº 25, de , definiu que o representante comercial que exerce, em nome individual, exclusivamente a intermediação de negócios mercantis por conta de terceiros terá seus rendimentos tributados na pessoa física, ainda que esteja registrado como firma individual na Junta Comercial e no CNPJ. 11. COMISSÕES PAGAS À AGÊNCIA DE EMPREGOS A comissão paga ou creditada à agência de emprego pela intermediação na contratação de pessoal para empresas sujeita-se à incidência do Imposto de Renda na Fonte mediante aplicação da alíquota de 1,5% (um vírgula cinco por cento), conforme definiu o Parecer Normativo CST nº 37/ COMISSÕES PAGAS POR PESSOAS JURÍDICAS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA FEDERAL Nos pagamentos efetuados por órgãos da administração federal direta e por autarquias e fundações públicas federais, a pessoas jurídicas, pelo fornecimento de bens ou serviços em geral, inclusive obras, serão retidos na fonte o Imposto de Renda, a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido, a COFINS e o PIS/PASEP, observando-se os procedimentos previstos na Instrução Normativa RFB nº 1.234/2012 e art. 34 da Lei nº / COMPENSAÇÃO DO IMPOSTO PELA COMISSIONADA O Imposto de Renda pago ou retido na modalidade tratada neste trabalho poderá ser compensado pela pessoa jurídica beneficiária dos rendimentos, com o IRPJ devido no período em que computar os rendimentos na determinação da base de cálculo desse imposto, seja este calculado com base no lucro real, estimado, presumido ou arbitrado (Arts. 34 e 53, 1º, da Lei nº 8.981/1995 e arts. 1º e 2º da Lei nº 9.430/1996). 14. COMPROVANTE ANUAL DE RENDIMENTOS PAGOS OU CREDITADOS As pessoas jurídicas que tiverem efetuado pagamento ou crédito de rendimentos decorrentes de comissão de intermediação, sujeitos à retenção do Imposto de Renda na Fonte, deverão fornecer o Comprovante Anual de Rendimentos Pagos ou Creditados e de Retenção de Imposto de Renda na Fonte - Pessoa Jurídica, conforme modelo aprovado pela Secretaria da Receita Federal do Brasil. (Instrução Normativa SRF nº 119/2000) As pessoas jurídicas citadas no subitem 2.1 que tenham recebido importância a título de comissões devem fornecer às pessoas jurídicas que as tenham pago, até 31 de janeiro de cada ano, documento comprobatório com indicação do valor das importâncias e do respectivo Imposto de Renda recolhido, relativos ao ano-calendário anterior (Arts. 16 e 17 da Instrução Normativa RFB nº 1.406/2013). 15. INFORMAÇÃO DO IRRF NA DIRF As informações prestadas no Comprovante Anual de Rendimentos Pagos ou Creditados e de Retenção de Imposto de Renda na Fonte - Pessoa Jurídica deverão ser discriminadas na Declaração de Imposto de Renda Retido na Fonte - DIRF. (Instrução Normativa RFB nº 1.406/2013) Fundamentos Legais: Os citados no texto. IMPOSTO DE RENDA E CONTABILIDADE OUTUBRO - 43/

14 PROPAGANDA E PUBLICIDADE Tributação na Fonte Sumário 1. Introdução 2. Conceitos 3. Fato Gerador 3.1 Fato Gerador no Caso de Importâncias Creditadas 3.2 Momento da Retenção no Caso de Importâncias Creditadas 4. Base de Cálculo Valores Não Integrantes da Base de Cálculo Para Retenção Parcelas Que Compõem a Base de Cálculo da Retenção 5. Prazo e Forma de Recolhimento do Imposto Dispensa da Retenção do Imposto de Valor Igual ou Inferior a R$ 10,00 (Dez Reais) 6. Comprovante Anual de Imposto de Renda Recolhido 7. Obrigações Acessórias - DCTF e DIRF 8. Compensação do Imposto 1. INTRODUÇÃO A remuneração paga ou creditada por pessoas jurídicas a outras pessoas jurídicas pelos serviços de propaganda e publicidade está sujeita à retenção do Imposto de Renda na Fonte, sob a alíquota de 1,5% (um e meio por cento) (Art. 651 do RIR/1999). 2. CONCEITOS Por definição contida no Decreto nº /1966, assim se conceituam os elementos vinculados aos serviços de propaganda e publicidade: a) Propaganda: qualquer forma remunerada de difusão de ideias, mercadorias, produtos ou serviços, por parte de um anunciante identificado; b) Agência de Propaganda: pessoa jurídica especializada nos métodos, na arte e na técnica publicitários, que, através de profissionais a seu serviço estuda, concebe, executa e distribui propaganda aos veículos de divulgação, por ordem e conta de clientes anunciantes, com o objetivo de promover a venda de mercadorias, produtos e serviços, difundir ideias ou informar o público a respeito de organizações ou instituições a que servem; c) Cliente ou Anunciante: entidade ou indivíduo que utiliza a propaganda; d) Veículo de Divulgação: qualquer meio de divulgação visual, auditiva ou audiovisual, capaz de transmitir mensagens de propaganda ao público, desde que reconhecido pelas entidades sindicais ou associações civis, representativas de classe, legalmente registradas. 3. FATO GERADOR A Coordenação do Sistema de Tributação, através do Parecer Normativo nº 07/1986, esclareceu duas condições distintas de ocorrência do fato gerador do Imposto de Renda na Fonte nas operações em questão: a) no momento em que o cliente ou anunciante efetua o crédito contábil a favor da Agência; ou b) no momento em que ocorrer o vencimento da fatura ou da Nota Fiscal emitida pela Agência. No caso da letra a, de acordo com a referida norma legal, a ocorrência do fato gerador subordina-se à informação do crédito contábil pelo cliente ou anunciante à Agência. Porém, não há disposição de procedimento legal para a informação, cabendo, assim, recorrer ao disposto no caput do art. 651 do Decreto nº 3.000, de (RIR/1999), que dispõe que o fato gerador será o pagamento ou o crédito da remuneração. Ou seja, caso a fonte pagadora mantenha a escrituração contábil pelo regime de competência, reconhecerá o fato gerador quando do reconhecimento da obrigação da remuneração. Caso o regime adotado seja o de caixa, o fato gerador será o efetivo pagamento da remuneração. 3.1 Fato Gerador no Caso de Importâncias Creditadas O Ato Declaratório Interpretativo RFB nº 8, de 2 de setembro de 2014 (DOU de ) declara que considerase ocorrido o fato gerador do imposto sobre a renda na fonte, no caso de importâncias creditadas, na data do lançamento contábil efetuado por pessoa jurídica, nominal ao fornecedor do serviço, a débito de despesas em IMPOSTO DE RENDA E CONTABILIDADE OUTUBRO - 43/

15 contrapartida com o crédito de conta do passivo, à vista da nota fiscal ou fatura emitida pela contratada e aceita pela contratante. 3.2 Momento da Retenção no Caso de Importâncias Creditadas O Ato Declaratório Interpretativo RFB nº 8, de 2 de setembro de 2014 (DOU de ) declara que a retenção do imposto sobre a renda na fonte, incidente sobre as importâncias creditadas por pessoa jurídica a outra pessoa jurídica pela prestação de serviços caracterizadamente de natureza profissional, será efetuada na data da contabilização do valor dos serviços prestados, considerando-se a partir dessa data o prazo para o recolhimento. 4. BASE DE CÁLCULO Para efeito de incidência do Imposto de Renda na Fonte nessa modalidade, compõem a base de cálculo todas as importâncias pagas, entregues ou creditadas à Agência de Propaganda (Instrução Normativa nº 123/1992) Valores Não Integrantes da Base de Cálculo Para Retenção Excluem-se da base de cálculo do imposto as importâncias pagas diretamente ou repassadas a empresas de rádio, televisão, jornais e revistas, atribuída à fonte pagadora e à beneficiária dos rendimentos a responsabilidade solidária pela comprovação da efetiva realização dos serviços. Assim, se o anunciante, por exemplo, paga R$ 2.000,00 (dois mil reais) à agência de propaganda e esta, por sua vez, repassa R$ 800,00 (oitocentos reais) para o veículo de divulgação, rádio, jornal, televisão, etc., a base de cálculo do Imposto de Renda na Fonte será R$ 1.200,00 (um mil e duzentos reais). Não integram também a base de cálculo do imposto as importâncias que se refiram ao reembolso de despesas (gastos feitos com terceiros em nome da Agência, mas reembolsáveis, pelo anunciante, nos limites e termos contratuais) ou os valores repassados (gastos feitos com terceiros pela Agência por conta e ordem do anunciante e em nome deste) Parcelas Que Compõem a Base de Cálculo da Retenção Incluem-se na base de cálculo do Imposto de Renda na Fonte: a) as bonificações de volume concedidas por veículo de divulgação ou por fornecedores, os honorários de veiculação, quando o anunciante efetuar o pagamento diretamente ao veículo de divulgação, e qualquer outra vantagem vinculada a serviços de propaganda e publicidade; b) a importância adiantada pelo anunciante, por conta da execução de serviços de propaganda e publicidade, restrita, porém, à parte que se destinar a remunerar os serviços próprios da beneficiária, se puder discriminar de forma definitiva e incondicional as diversas parcelas a que se destina satisfazer o adiantamento; c) o valor da eventual venda de espaços em veículo de divulgação, que a agência de propaganda houver adquirido, se verificados, na espécie, os demais pressupostos legais da incidência tributária examinada neste trabalho. 5. PRAZO E FORMA DE RECOLHIMENTO DO IMPOSTO O Imposto de Renda Retido na Fonte deverá ser recolhido pela Agência de Propaganda até o último dia útil do segundo decêndio do mês subsequente ao da ocorrência do fato gerador (Art. 70, inciso I, letra d, da Lei nº /2005, com a redação dada pela Lei nº /2009). Em todos os casos, o recolhimento deverá ser efetuado em DARF, sob o código Dispensa da Retenção do Imposto de Valor Igual ou Inferior a R$ 10,00 (Dez Reais) Está dispensada a retenção de Imposto de Renda, na hipótese tratada neste trabalho, de valor igual ou inferior a R$ 10,00 (dez reais), incidente na fonte sobre rendimentos pagos a pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real, presumido ou arbitrado (Art. 67 da Lei nº 9.430/1996, Instrução Normativa SRF nº 85/1996 e Ato Declaratório Normativo COSIT nº 15/1997). 6. COMPROVANTE ANUAL DE IMPOSTO DE RENDA RECOLHIDO IMPOSTO DE RENDA E CONTABILIDADE OUTUBRO - 43/

16 A Agência de Propaganda deverá fornecer ao anunciante, até o dia 31 de janeiro de cada ano, o documento comprobatório com indicação do valor do rendimento e do Imposto de Renda Recolhido, relativo ao anocalendário anterior. Ressalte-se que a Agência de Propaganda que deixar de fornecer ao anunciante, dentro do prazo mencionado, ou fornecer o comprovante com inexatidão, ficará sujeita ao pagamento da multa de valor equivalente a R$ 5,73 (cinco reais e setenta e três centavos) por documento. 7. OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS - DCTF e DIRF Nas operações entre o Anunciante e a Agência de Propaganda e Publicidade, além das demais obrigações cabíveis, cabe: a) à Agência de Propaganda a responsabilidade pelas informações e apresentação da DCTF na forma e prazo vigentes, relativa ao Imposto de Renda Retido na Fonte pauta desta matéria; e b) ao Anunciante a responsabilidade pelas informações e apresentação da DIRF, na forma e prazo vigentes, relativa às informações prestadas pela Agência de Propaganda no Comprovante Anual de Imposto de Renda Recolhido. 8. COMPENSAÇÃO DO IMPOSTO O Imposto de Renda Retido na Fonte, na modalidade tratada neste trabalho, poderá ser compensado pela pessoa jurídica beneficiária dos rendimentos, com o Imposto de Renda Pessoa Jurídica devido no período, seja este calculado com base no lucro real, presumido ou arbitrado (Arts. 34 e 53, 1º, da Lei nº 8.981/1995 e arts. 1º e 2º da Lei nº 9.430/1996). Fundamentos Legais: Instrução Normativa SRF nº 123/1992; Lei nº 9.430/1996, art. 67; Ato Declaratório Executivo CORAT nº 09/2002; Lei nº /2005, art. 70; Instrução Normativa RFB nº 983/2009; e os citados no texto. IMPOSTO DE RENDA E CONTABILIDADE OUTUBRO - 43/

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