a base de cálculo do PIS/Pasep, visto não existir expressa previsão legal de exclusão ou isenção. LÍCIA MARIA ALENCAR SOBRINHO Chefe da Divisão

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1 5ª REGIÃO FISCAL DIVISÃO DE TRIBUTAÇÃO SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 1, DE 6 DE JANEIRO DE 2009 EMENTA: O incentivo relativo ao abatimento do valor do ICMS devido concedido pelo governo do Estado da Bahia a título de ressarcimento parcial de despesa com patrocínios de caráter cultural ou esportivo constitui receita que deve integrar a base de cálculo da Cofins, visto não existir expressa previsão legal de exclusão ou isenção. EMENTA: O incentivo relativo ao abatimento do valor do ICMS devido concedido pelo governo do Estado da Bahia a título de ressarcimento parcial de despesa com patrocínios de caráter cultural ou esportivo constitui receita que deve integrar a base de cálculo do PIS/Pasep, visto não existir expressa previsão legal de exclusão ou isenção. SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 2, DE 8 DE JANEIRO DE 2009 ASSUNTO: Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL EMENTA: O conceito de serviços hospitalares de que trata o art. 15, 1º, inc. III, alínea "a" da Lei n.º 9.249, de 1995, somente alcança os serviços prestados por pessoas jurídicas que atendam ao disposto no ADI RFB nº 19, de ASSUNTO: Imposto sobre a Renda de Pessoa Jurídica -IRPJ EMENTA: O conceito de serviços hospitalares de que trata o art. 15, 1º, inc. III, alínea "a" da Lei n.º 9.249, de 1995, somente alcança os serviços prestados por pessoas jurídicas que atendam ao disposto no ADI RFB nº 19, de SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 3, DE 9 DE JANEIRO DE 2009 EMENTA: EMPRESA VENDEDORA. ENTREGA COM FROTA PRÓPRIA. DEPRECIAÇÃO DOS CAMINHÕES DO ATIVO IMOBILIZADO CRÉDITOS. IMPOSSIBILIDADE Os encargos de depreciação dos caminhões utilizados na entrega das mercadorias vendidas não geram direito a crédito na apuração da Cofins não cumulativa. Dispositivos legais; Lei nº , de 2003, art. 3º, IN SRF nº. 404, de 2004, art. 8º, 4º, I. SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 5, DE 20 DE FEVEREIRO DE 2009 ASSUNTO: Normas Gerais de Direito Tributário

2 EMENTA: O valor recebido, por pessoa jurídica, em função da prestação de serviços advocatícios, deve ser oferecido à tributação por ocasião do seu recebimento ou crédito, independentemente do fato de o respectivo valor ter sido pago com recursos decorrentes de depósitos judiciais cujo levantamento sofre questionamento pela parte contrária. SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 6, DE 13 DE MARÇO DE 2009 EMENTA: A legislação que instituiu a não cumulatividade da Cofins, estabeleceu que continuam sujeitas à sistemática da cumulatividade tanto determinadas pessoas jurídicas quanto algumas receitas de atividades expressamente mencionadas. Nos contratos com Companhia de Energia Elétrica que tenha por objeto múltiplas atividades, somente pode ser enquadrado como de "obras de construção civil", as atividades relacionadas com a construção de rede aéreas de Distribuição, instalações de padrão de entrada, construção de redes subterrâneas e as obras e os serviços auxiliares que atenderem ao expresso no Ato Declaratório Normativo Cosit nº 30, de 14/10/1999, publicado no Diário Oficial da União de 18/10/1999. ASUNTO: Contribuição para o PIS/Pasep EMENTA: A legislação que instituiu a não cumulatividade do PIS/Pasep, estabeleceu que continuam sujeitas à sistemática da cumulatividade tanto determinadas pessoas jurídicas quanto algumas receitas de atividades expressamente mencionadas. Nos contratos com Companhia de Energia Elétrica que tenha por objeto múltiplas atividades, somente pode ser enquadrado como de "obras de construção civil", as atividades relacionadas com a construção de rede aéreas de distribuição, instalações de padrão de entrada, construção de redes subterrâneas e as obras e os serviços auxiliares que atenderem ao expresso no Ato Declaratório Normativo Cosit nº 30, de 14/10/1999, publicado no Diário Oficial da União de 18/10/1999. SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 7, DE 23 DE MARÇO DE 2009 EMENTA: Para efeito da relação jurídica exigida no art. 5º, inciso II, da Lei nº , de 30 de dezembro de 2002, e no art. 6º, inciso II, da Lei nº , de 29 de dezembro de 2003, para fins de reconhecimento da não-incidência da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins, respectivamente, é necessário que a consulente seja signatária de contrato de direito privado com pessoa física ou jurídica residente ou domiciliada no exterior. A existência de terceira pessoa na relação negocial entre pessoa física ou jurídica residente ou domiciliada no exterior e prestadora de serviços nacional, não afeta a relação jurídica, desde que a terceira pessoa aja na condição de mero mandatário, ou seja, não aja em nome

3 próprio, mas em nome e por conta do mandante pessoa física ou jurídica residente ou domiciliada no exterior e que esta intermediação obedeça as regras de câmbio estabelecidas pelo Banco Central do Brasil. Haverá sempre a necessidade de comprovação do nexo causal entre o pagamento recebido por uma pessoa jurídica domiciliada no País e a efetiva prestação dos serviços a pessoa física ou jurídica, residente ou domiciliada no exterior. Não se considera beneficiada pela nãoincidência das contribuições, a prestação de serviços a pessoa física ou jurídica residente ou domiciliada no exterior cujo pagamento se der mediante qualquer outra forma de pagamento que não se enquadre entre as hipóteses listadas em normas estabelecidas pelo Banco Central do Brasil. DISPOSITIVOS LEGAIS Medida Provisória nº , de 24 de agosto de 2001, art. 14, III, e 1º; Lei nº , de 30 de dezembro de 2002, art. 5º, II, com a redação dada pelo art. 37 da Lei nº , de 30 de abril de 2004; Lei nº , de 29 de dezembro de 2003, com a redação dada pelo art. 21 da Lei nº , de 2004 SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 8, DE 26 DE MARÇO DE 2009 EMENTA: EPI. CRÉDITO NA AQUISIÇÃO. a) As aquisições de Equipamentos de Proteção Individual utilizados na prestação de serviços não geram direito a crédito na apuração da Cofins não-cumulativa. VEÍCULOS UTILIZADOS NAS ATIVIDADES DA EMPRESA. ATIVO IMOBILIZADO. CRÉDITO. b) Os veículos incorporados ao ativo imobilizado por empresa prestadora de serviço e utilizados diretamente na coleta e transporte de substâncias, nos casos em que essa coleta e transporte sejam objeto de contrato de prestação de serviços, geram direito a crédito na apuração da Cofins não cumulativa. Não geram o direito ao crédito, os veículos utilizados no deslocamento de pessoas e materiais entre estabelecimentos da pessoa jurídica, ou de estabelecimento para um outro local qualquer, ainda que esses deslocamentos façam parte de processo operacional das atividades da consulente. EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA UTILIZADOS NAS ATIVIDADES DA EMPRESA. ATIVO IMOBILIZADO CRÉDITO c) Os equipamentos de informática incorporados ao ativo imobilizado geram direito ao crédito na apuração da Cofins não-cumulativa somente se utilizados diretamente na prestação dos serviços, não se aplicando esse direito quanto aos equipamentos utilizados em atividades administrativas ou em procedimentos operacionais, mesmo que afetos às atividades da consulente, mas que não consistam na prestação de serviço contratado. AQUISIÇÃO DE LICENÇA DE USO DE PROGRAMA DE COMPUTADOR UTILIZADO NAS ATIVIDADES DA EMPRESA. AMORTIZAÇÃO. CRÉDITO. A aquisição de licença de uso de programa de computador não gera direito a crédito na apuração da Cofins não-cumulativa, ainda que o dispêndio seja contabilizado em conta do ativo sujeita a amortização.

4 EMENTA: EPI. CRÉDITO NA AQUISIÇÃO. a) As aquisições de Equipamentos de Proteção Individual utilizados na prestação de serviços não geram direito a crédito na apuração do PIS/Pasep não-cumulativo. VEÍCULOS UTILIZADOS NAS ATIVIDADES DA EMPRESA. ATIVO IMOBILIZADO. CRÉDITO. b) Os veículos incorporados ao ativo imobilizado por empresa prestadora de serviço e utilizados diretamente na coleta e transporte de substâncias, nos casos em que essa coleta e transporte sejam objeto de contrato de prestação de serviços, geram direito a crédito na apuração do PIS/Pasep não-cumulativo. Não geram o direito ao crédito, os veículos utilizados no deslocamento de pessoas e materiais entre estabelecimentos da pessoa jurídica, ou de estabelecimento para um outro local qualquer, ainda que esses deslocamentos façam parte de processo operacional das atividades da consulente. EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA UTILIZADOS NAS ATIVIDADES DA EMPRESA. ATIVO IMOBILIZADO. CRÉDITO c) Os equipamentos de informática incorporados ao ativo imobilizado geram direito ao crédito na apuração do PIS/PASEP não-cumulativos somente se utilizados diretamente na prestação dos serviços, não se aplicando esse direito quanto aos equipamentos utilizados em atividades administrativas ou em procedimentos operacionais, mesmo que afetos às atividades da consulente, mas que não consistam na prestação de serviço contratado. AQUISIÇÃO DE LICENÇA DE USO DE PROGRAMA DE COMPUTADOR UTILIZADO NAS ATIVIDADES DA EMPRESA. AMORTIZAÇÃO. CRÉDITO. A aquisição de licença de uso de programa de computador não gera direito a crédito na apuração do PIS/Pasep não-cumulativo, ainda que o dispêndio seja contabilizado em conta do ativo sujeita a amortização. SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 9, DE 27 DE MARÇO DE 2009 EMENTA: Para efeito do inciso II do art. 3º da Lei nº , de 2003, o termo insumo não pode ser interpretado como todo e qualquer bem ou serviço necessário para a atividade da pessoa jurídica, mas tão somente aqueles bens ou serviços intrínsecos à atividade, adquiridos de pessoa jurídica e aplicados ou consumidos na fabricação do produto ou no serviço prestado. Os gastos com passagens, hospedagens e demais custos de viagens, ainda que necessários para a atividade da pessoa jurídica, não são considerados insumos na prestação de serviços, não podendo ser considerados para fins de desconto de crédito na apuração da contribuição para a Cofins não-cumulativa. EMENTA: Para efeito do inciso II do art. 3º da Lei nº , de 2003, o termo insumo não pode ser interpretado como todo e qualquer bem ou serviço necessário para a atividade da pessoa jurídica, mas tão somente aqueles bens ou serviços intrínsecos à atividade, adquiridos de pessoa jurídica e aplicados ou consumidos na fabricação do produto ou no serviço prestado. Os gastos com passagens, hospedagens e demais custos de viagens, ainda que necessários

5 para a atividade da pessoa jurídica, não são considerados insumos na prestação de serviços, não podendo ser considerados para fins de desconto de crédito na apuração da Contribuição para o PIS/Pasep não-cumulativa. SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 10, DE 30 DE MARÇO DE 2009 EMENTA: É vedada, por expressa determinação legal, na apuração da COFINS não-cumulativa, a apropriação, a partir de 01/08/2004, de créditos calculados sobre os encargos de depreciação de bens e direitos do ativo imobilizado adquiridos até 30 de abril de EMENTA: É vedada, por expressa determinação legal, na apuração do PIS/Pasep,não-cumulativo, a apropriação, a partir de 01/08/2004, de créditos calculados sobre os encargos de depreciação de bens e direitos do ativo imobilizado adquiridos até 30 de abril de 2004.

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