UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA UDESC CENTRO DE ARTES CEART CURSO DE LICENCIATURA EM MÚSICA VITOR SABAG KOSTIN

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA UDESC CENTRO DE ARTES CEART CURSO DE LICENCIATURA EM MÚSICA VITOR SABAG KOSTIN"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA UDESC CENTRO DE ARTES CEART CURSO DE LICENCIATURA EM MÚSICA VITOR SABAG KOSTIN O LUTHIER E O VIOLÃO: UM ESTUDO DE CASO SOBRE A HISTÓRIA DA PROFISSÃO E DA CONSTRUÇÃO DO INSTRUMENTO FLORIANÓPOLIS SC 2011

2 VITOR SABAG KOSTIN O LUTHIER E O VIOLÃO: UM ESTUDO DE CASO SOBRE A HISTÓRIA DA PROFISSÃO E DA CONSTRUÇÃO DO INSTRUMENTO Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso de Licenciatura em Música da Universidade do Estado de Santa Catarina como requisito parcial à obtenção do título de Licenciada em Música. Orientador: Prof. Dr. Marcos Tadeu Holler FLORIANÓPOLIS SC 2011

3 VITOR SABAG KOSTIN O LUTHIER E O VIOLÃO: UM ESTUDO DE CASO SOBRE A HISTÓRIA DA PROFISSÃO E DA CONSTRUÇÃO DO INSTRUMENTO Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso de Licenciatura em Música da Universidade do Estado de Santa Catarina. Banca Examinadora: Orientador: Prof. Dr. Marcos Tadeu Holler UDESC Membros: Prof. Ms. Marcelo Portela UFSC Prof. Esp. Marcus Bonilla UDESC Florianópolis, Santa Catarina, 06 de dezembro de 2011

4 AGRADECIMENTOS Agradeço primeiramente à minha família, pelo apoio e ajuda nos momentos em que precisei de longas conversas e esclarecimentos. Ao luthier Carlos Eduardo, que a cada conversa desperta um interesse maior nesta profissão, e sendo assim, a vontade de realizar este trabalho, e ainda mais por aceitar fazer parte do mesmo. Ao professor Dr. Marcos T. Holler, que aceitou ser meu orientador neste trabalho. Foi um privilégio ser teu aluno e ter a oportunidade de fazer este trabalho sendo teu orientando. Aos membros da banca, Professor Mestre Marcelo Portela, da Universidade Federal de Santa Catarina, e ao Professor Marcus Bonilla, da Universidade do Estado de Santa Catarina por aceitarem meu convite. Ao Prof. Ms. Kleber Alexandre que além de um excelente professor, tornou-se um grande amigo. Nos conhecemos antes de me tornar universitário, e o mesmo viu e participou dessa fase da minha vida. Aos meus velhos amigos, amigos de infância, principalmente ao Diogo W. de Figueiredo e ao Vinícius Rollsing, que apesar da vida ter afastado nossa amizade, ainda sim não deixamos de nos reunir como fazíamos quando crianças. Aos meus novos amigos, colegas de faculdade e companheiros, Dulcinéia Machado, Thiago Gonçalves, Marcelo Molinos, Roberta Faraco, Dyane Rosa, Gustavo Steiner Neves e claro nossa querida mãezona Otildes Pamplona. Pessoas estas que dividiram comigo tantos bons momentos e tantos obstáculos superados da vida acadêmica, social e pessoal buscando ajudar uns aos outros. Aos meus irmão da família Tai Kek Tong Long Müm e principalmente ao Sifu Li Hon Shui, pela companhia, amizade e carinho durante tantos anos e muito treino. Aos amigos e colegas de trabalho da banda SIZED, e nossas viagens pelo sul e sudeste do Brasil, onde conhecemos pessoas inusitadas, pra não dizer loucas, mas que deixaram lições engrandecedoras. Ao amigos e colegas de trabalho da banda Amy n MyBoys, tão pouco tempo desse projeto e já gerou tantas grandes e boas oportunidades. Às antigas e novas etapas da vida. Sucesso!

5 O que não dá prazer não dá proveito. Em resumo, senhor, estude apenas o que lhe agradar. William Shakespeare

6 RESUMO KOSTIN, Vitor S. O Luthier E O Violão: Um Estudo De Caso Sobre A História Da Profissão E Da Construção Do Instrumento p. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Música) - Universidade do Estado de Santa Catarina. Departamento de Música/Centro de Artes, Florianópolis, A necessidade do músico de trabalhar com instrumentos de alto padrão de qualidade e design personalizado faz com que a procura pelo profissional que trabalha na luthieria cresça, e assim, aumentando o reconhecimento da profissão. O Presente trabalho aborda o ofício de um luthier e o histórico desta profissão além da trajetória da construção e da história do violão com bases em um estudo de caso feito a partir de uma entrevista semiestruturada com o luthier Carlos Eduardo. Tem como objetivo discorrer sobre a profissão de construção de instrumentos musicais e a história do violão, promovendo a produção de material científico e o crescimento do reconhecimento da profissão e do luthier. Resulta de um levantamento bibliográfico acerca da profissão e do instrumento, onde posteriormente pôde-se concluir que a música, o instrumento e o luthier estão ligados uns aos outros. Sem o luthier não há o instrumento musical e, o músico sem seu instrumento não produz música. Palavras-chave: Luthier. Violão. História da Profissão de Luthieria. História e Mudanças do Violão Moderno.

7 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 01: O braço do violão com tensor Figura 02: Escala e trastes Figura 03: Mão com tarraxas e capotraste Figura 04: Lado inferior do corpo acústico Figura 05: Tampo superior e inferior Figura 06: Vista frontal do violão Figura 07: Parte interna do tampo do violão mostrando o leque harmônico Figura 08: Parte interna no violão mostrando a estrutura das laterais e o fundo Figura 09: Detalhe da logomarca do luthier Figura 10: Fabricando a roseta Figura 11: Double-Top Figura 12: Nomex Figura 13: Violão Estéreo Figura 14: Ergonocim Archtop Figura 15: Ergonomic Guitar Body Figura 16: Ergonomic Guitar Neck Figura 17: Blackbird Guitars Figura 18: Martin Alternative X Figura 19: Violão Acústico Ergonômico Figura 20: Fan Scale Guitar Figura 21: Violão Microtonal Ajustável Figura 22: Violão Munhoz... 26

8 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO REVISÃO DE BIBLIOGRAFIA O VIOLÃO BREVE HISTÓRIA DA GUITARRA ACÚSTICA PARTES FÍSICAS DO VIOLÃO MUDANÇAS ATUAIS O LUTHIER O ARTESÃO LUTHIER ESCOLAS DE LUTHIERIA ESTUDO DE CASO FORMAÇÃO PROFISSÃO TÉCNICAS DE CONSTRUÇÃO CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES... 37

9 9 1 INTRODUÇÃO Cada vez mais músicos profissionais e amadores compram seus equipamentos musicais buscando uma qualidade adequada e um gosto particular por timbres, formatos, cores; características singulares que tentam de alguma forma se adequar a cada indivíduo, buscando uma personalização específica para que tal instrumento se adapte ao agrado do dono. Normalmente, instrumentos comprados de grandes empresas já presentes no mercado têm seus moldes estabelecidos de acordo com os padrões de qualidade de cada fabricante. Por isso, fica praticamente impossível se ter um instrumento personalizado, com qualidade e características únicas de alguma marca conhecida. Sendo assim, a busca por alguém que faça esse trabalho específico tem aumentado. A procura por um luthier, que é o construtor de instrumentos musicais, tem sido cada vez maior e assim também se dá o reconhecimento e valorização dessa profissão. Falar sobre guitarra fora território nacional, significa falar de um instrumento com corpo acústico. No Brasil, guitarra é o nome do instrumento elétrico de corpo sólido (conhecido no exterior como eletric guitar ou guitarra elétrica). O instrumento de corpo acústico leva o nome de violão, termo que será utilizado nesta pesquisa. O presente trabalho tem como objetivo discorrer sobre este profissional e sua arte de construção e personalização do instrumento musical violão, mostrando a história da profissão e também das mudanças ocorridas neste instrumento ao longo dos séculos. Para a realização deste trabalho, com bases em um estudo de caso, foi feito uma entrevista semiestruturada, que consiste em ter um guião elaborado de perguntas, porém, possui uma liberdade de mudança, deixando entrevistador livre para formular perguntas de acordo com o contexto da entrevista com o luthier Carlos Eduardo Souza. Também foi feito um levantamento bibliográfico. Foram consultados livros, fóruns virtuais, redes sociais e sites de buscas via Internet. Também foram usados artigos e revistas virtuais. Este trabalho está estruturado de forma a compreender cinco capítulos distintos. O primeiro busca apresentar os elementos de caráter metodológico, tratando da justificativa, objetivos, metodologia e revisão bibliográfica. O segundo capítulo é designado a mostrar especificamente, as sutis mudanças do instrumento violão ao longo dos anos, as mudanças que o tornaram o instrumento que conhecemos hoje.

10 10 Na sequência, o terceiro consiste em contextualizar o profissional artesão no ramo musical, contando a história da profissão e alguns dos grandes construtores de violões que fizeram parte da mesma. O quarto capítulo apresenta a entrevista com o luthier Carlos Eduardo Souza, que revela parcialmente o trajeto de um fabricante de instrumentos musicais, as dificuldades e vantagens do ramo e o mercado de trabalho nos dias atuais. E por último, no quinto capítulo, são feitas as considerações finais seguido das referências utilizadas para construir esse trabalho. 1.1 REVISÃO DE BIBLIOGRAFIA O livro The Development of the Modern Guitar, escrito por John Huber em 1994, possui oito capítulos, mais introdução e apêndice. Cada capítulo conta um detalhe sobre o ofício do luthier, a profissão luthieria, detalhes de construção do violão. Porém, são muito presentes os detalhes das mudanças decorridas pela história da construção do instrumento e também da sua utilização, mudanças estas derivadas pela adaptação da guitarra acústica dentro de um novo mercado e interesse mundial. Dos livros lidos, pesquisados, citados, este foi o de maior usufruto neste trabalho. Classic Guitar Construction, escrito em 1989 por Irvin Sloane, é um manual de construção da guitarra clássica, conhecida no Brasil por seu nome popular violão. Nele são apresentados diagramas de construção, fotografias e descrições das peças a serem feitas e das ferramentas utilizadas, além de um passo-a-passo de como construir violões. Outro livro é o Making Master Guitars, de Roy Courtnall, publicado na Inglaterra em Este exemplar também é um livro que demonstra detalhadamente a construção do instrumento violão, além de falar especificamente sobre os construtores de violões que fizeram parte da história desse instrumento musical. Possui muitas ilustrações e dicas de fabricação. Samuel Huh em outubro de 2009, publicou no 3º Simpósio de Violão da Escola de Música e Belas Artes do Paraná o artigo Visão Geral da História da Luteria Violonística. Este artigo demostra as mudanças ocorridas na história do violão moderno de acordo com as épocas e escolas de luthieria e é um dos poucos trabalhos publicados em português encontrados. O professor Dr. Norton Eloy Dudeque, musicólogo, leciona na Universidade Federal

11 11 do Paraná. Seu livro História do Violão de 1994, é um levantamento histórico de instrumentos de corda considerados os antecessores do violão moderno. Seu livro também retrata um histórico dos grandes artistas que dividiram o mesmo período das transformações dos instrumentos de corda. The Science of String Instruments de Thomas D. Rossing editado em 2010, reúne informações sobre a história e construção de diversos instrumentos musicais, todos com uma característica em comum, serem cordofônicos. Outro livro com muitas informações sobre história e construção de instrumentos de corda é o Manual of Guitar Technology de Franz Jahnel escrito no ano de O livro discorre sobre a origem dos instrumentos que possuem a corda como gerador sonoro pela vibração da mesma. Também comenta sobre madeiras, materiais e ferramentas utilizados na construção de instrumentos cordofônicos. Brazilian Guitar Magazine é uma revista especializada em informações que dizem respeito aos violões e violonistas brasileiros, A Revista do Violão Brasileiro, assim também conhecida, reúne entrevistas com grandes nomes do violão nacional, incluindo renomados luthiers. Neste trabalho foi utilizada a 3ª edição, publicada em Las Vibraciones de la Música escrito por Mariano J. Merino em 2008, é um livro sobre organologia de instrumentos musicais. Além do trabalho organológico, Merino comenta sobre a parte histórica dos instrumentos musicais citados, além de detalhes acústicos e características musicais. José Ramos Tinhorão foi jornalista e crítico musical dos anos 60 e ainda é atuante. Sua obra História Social da Música Popular Brasileira, de 1998, é dividida em 7 partes de forma a agrupar um conjunto de manuais, crônicas, biografias e memórias com base na ideia de apropriação e expropriação cultural. Em sua obra, Tinhorão menciona a história do violão e o surgimento do mesmo no Brasil. Foram utilizados os verbetes relacionados à palavra luthier dos dicionários de músicas The New Grove Dictionary Of Music And Musicians na sua versão original em inglês, editado por Stanley Sadie em 1980, e sua versão concisa para o português, o Dicionário Grove de Música, 1994.

12 12 2 O VIOLÃO 2.1 BREVE HISTÓRIA DA GUITARRA ACÚSTICA A origem da guitarra acústica, é um pouco imprecisa, no entanto, há um consenso de que este instrumento tem sua origem na antiguidade, provavelmente no Egito, três mil anos a.c., entre seus antecessores estão a vihuela e o alaúde (MERINO, 2008, p. 172). Emílio Pujol na sua conferência em Paris em 1928 apresenta duas hipóteses do surgimento desse instrumento: A primeira hipótese é de que o Violão seria derivado da chamada Khetara grega, que com o domínio do Império Romano, passou a se chamar Cítara Romana, era também denominada de Fidícula. [ ] A segunda hipótese é de que o Violão seria derivado do antigo Alaúde Árabe. (PUJOL apud NOGUEIRA, 1991) Tudo indica que a guitarra ou violão moderno descende da guitarra renascentista, e se tornou popular por ser um instrumento relativamente barato, portátil, melódico e harmônico, fácil de se aprender, porém, pode-se levá-lo ao nível profissional (HUBER, 1994, p.5). Thomas D. Rossing e Graham Caldersmith (2010, p. 4) falam a respeito da origem do nome: A palavra moderna, guitar, foi adotada pelo Inglês da guitarra Espanhola, derivada anteriormente da palavra grega khetara 1 (tradução minha). Nogueira (1991) comenta sobre a origem do nome para a guitarra acústica no Brasil: A viola portuguesa possui as mesmas formas e características do violão, sendo apenas pouco menor, portanto, quando os portugueses se depararam com a guitarra (Espanhol), que era igual a sua viola sendo apenas maior, colocaram o nome do instrumento no aumentativo, ou seja, Viola para Violão. A guitarra renascentista possuía quatro pares ou ordens de cordas (oito cordas no total). As cordas eram de tripa enroladas e tinham que ser trocadas periodicamente por estragarem rapidamente. Os frets ou trastes, também eram feitos com tripas. Conforme o tempo passou, o violão tomou forma. A guitarra barroca possuía um par de cordas a mais que a anterior, tendo cinco ordens. A guitarra romântica com seis pares de cordas, sendo substituídos posteriormente por seis cordas simples, teve os trastes trocados de tripas por metal. Tendo continuidade nas mudanças, as cordas de tripa também foram trocadas, e com o avanço da tecnologia, o luthier José Ramirez III em meados do século XX testou outros 1 The modern word, guitar, was adopted into English from the Spanish guitarra, derived from the earlier Greek word kithara.

13 13 materiais e logo as cordas de nylon se estabeleceram (HUBER, 1994, p. X ). Com o estabelecimento do nylon como opção para cordas, teve-se progresso na pedagogia musical, no desempenho da prática instrumental e na construção do instrumento, pois as cordas não se decompunham rapidamente como às de tripas. (HUBER, 1994, p. 10). Foi o luthier Antônio de Torres Jurado em 1850 que construiu o violão que conhecemos nos dias atuais. Torres conseguiu antecipar a procura do mercado por esse instrumento. A padronização do formato facilitou o comércio e a divulgação do violão pelo mundo, por isso, Torres é considerado o pai do violão moderno (COURTNALL, 1993; HUBER, 1994; DUDEQUE, 1994). No Brasil surge a viola, trazida pelos jesuítas portugueses utilizada na catequese, a partir de 1549 (HOLLER, 2010, p. 46; DUDEQUE, 1994, p. 101; TINHORÃO, 1998, p. 41). Esta hoje é conhecida no território nacional como viola-caipira e se tornou um instrumento típico do interior do país (COSTA, 2006, p. 12). Uma das diferenças entre a viola-caipira e o violão está no número de cordas. A viola possui 5 ordens de cordas duplas, e o violão 6 ordens de cordas simples. Outra diferença se dá no corpo do instrumento, a viola possui o corpo menor porém muito parecido com esse novo instrumento com 6 cordas simples e, por ser semelhante, o nome da guitarra acústica tornou-se o aumentativo de viola, ou seja, violão. Costa (p.12) discorre sobre a utilização do violão, O violão também se tornou o instrumento favorito para o acompanhamento da voz, como no caso das modinhas, e, na música instrumental, juntamente com a flauta e o cavaquinho. 2.2 PARTES FÍSICAS DO VIOLÃO Mesmo depois da padronização feita por Torres, o violão continuou a sofrer mudanças em suas características físicas e sonoras, mas as partes que compõem este instrumento continuaram as mesmas. De acordo com Huber (1994), o violão pode ser dividido em cordas, braço e escala, tampo, ponte, o tamanho e a forma, além do tipo de material usado no corpo. Uma outra divisão mais detalhada é feita por Courtnall (1993), basicamente da seguinte forma: braço e cabeça, roseta, a caixa de ressonância ou o corpo do instrumento (tampo, fundo e laterais), a estrutura interna de sustentação de dispersão do som, escala, ponte, o verniz e o polimento. No que diz respeito do violão e das peças que o formam, o braço (figura 1) é o nome dado à peça em que segura-se com a mão esquerda ao tocar. A escala (figura 2) está colada na

14 14 parte frontal do braço, e é onde estão também as cordas a serem tocadas. Entre a escala e o braço, pode se ter um tensor metálico (figura 1), que ajuda a sustentar o braço e a escala, não deixando que ambos enverguem com a tensão feita pelas cordas sobre à madeira. Na escala ficam presos os trastes (figura 2) que dividem a escala em semitons. As cordas estão presas nas tarraxas (figura 3), que se localizam na cabeça ou mão (figura 3), localizada na ponta extrema do braço e apoiadas na pestana ou capotraste (figura 3), muitas vezes feito de osso. A outra ponta do braço é presa no corpo acústico do instrumento pelo tróculo (figura 4). O tampo (figura 5) é a madeira frontal do instrumento, onde se encontra a boca, o corte circular no corpo por onde o som se propaga (figura 6). A roseta ou mosaico (figura 6), contorna a boca do instrumento. No tampo também esta a ponte ou cavalete (figura 6), onde as cordas ficam presas e a poiadas no rastilho (figura 6), este, comumente feito de osso. Por debaixo do tampo, dentro do violão, se encontra o leque harmônico (figura 7), que são tiras de madeira que sustentam e transmitem a vibração do top em varias direções. Existem também tiras de sustentação na parte de trás do violão (figura 8), na parte interna do fundo e laterais. Cada luthier deixa sua marca em seus instrumentos, além da assinatura particular ou a logomarca (figura 9), incluem detalhes de construções únicas. É comum mudar a forma de determinadas partes do instrumento, mas as mudanças mais características acontecem na roseta (figura 10). Cada luthier pode criar um desenho único para seus instrumentos, e algumas vezes, utilizam o padrão criado para o mosaico, em outras partes do corpo. Além de vários tipos de madeiras que podem ser utilizados na fabricação do violão como mogno, jacarandá, marupá, cedro, abeto, ébano, etc., outros materiais também são utilizados, como ossos e madrepérola.

15 15 Figura 1: O braço do violão com tensor. Disponível em : <http://www.meupalco.com.br/2010/01/dica-de-luthieria-tensor-do-violao.html> Acesso em: 20/08/11. Figura 2: Escala e trastes. Carlos Eduardo de Sousa. Disponível em : <http://images.orkut.com/orkut/photos/pqaaaelp-hhld7o- GiaxAVtxRcO18z_v5PV7z0Msq_irGBeLbECW7GHwaspKqoiR5I6uXd0BznmTIa4hsuLuM 6TpEbQAm1T1ULZLnXh9vr4X7Ih_xpkp75K4SPe9.jpg> Acesso em: 20/08/11.

16 16 Figura 3: Mão com tarraxas e capotraste. Carlos Eduardo de Sousa. Disponível em : <http://images.orkut.com/orkut/photos/pqaaagngifdhtsyrzi9u0zzpx8xi9y4khxzqwj- Js3Q0ZFk_5ne-HNnVudt0uPLQct3Rz5LgolCzyXa46qVwK_zi3RoAm1T1UF- Ngv3UGH2gIGKWsTqjPqjzzK02.jpg> Acesso em: 20/08/11. Figura 4: Lado inferior do corpo acústico. Carlos Eduardo de Sousa. Disponível em : <http://images.orkut.com/orkut/photos/pqaaan25txwaujr91341ftasmlqsq4idxsqudnrq s13j1idv7ukq-sbz0wuaksawom8sppgx1tevafhsa34o2gigocam1t1um7v6kvl2n6mgq6ahpvvzpydzeez.jpg> Acesso em: 20/08/11.

17 17 Figura 5: Tampo superior e inferior. Carlos Eduardo de Sousa. Disponível em : <http://images.orkut.com/orkut/photos/pqaaapakv2zdu- hau7lnmksgz83cfj0rdkiybdecfkmphiz8u0d659ygi6-- mrdfzwcquwekar_kphjobcktj7xg0tqam1t1up91cd6s1zn2lxg15adue1fx7ryh.jpg> Acesso em: 20/08/11. Figura 6: Vista frontal do violão. Carlos Eduardo de Sousa. Disponível em : <http://images.orkut.com/orkut/photos/pqaaag-71qtm-cfcrwcttuiei-rpqy2bya- Xtzvj2zmgMaOtL43xGaY2DgZlgeYsUIahCag7MO9luamFew9vX8Z7a3QAm1T1UEsd0Yzcldi2nvvA8jONo3xuQkj.jpg Acesso em: 20/08/11.

18 18 Figura 7: Parte interna do tampo do violão mostrando o leque harmônico. Carlos Eduardo de Sousa. Disponível em : <http://images.orkut.com/orkut/photos/pqaaadktmoqte5fbqaube4o1nsirozsemblb9q 3YQQlhSCXgp3RszpyGVVcgl7slpuvJUR8_ZIm2JM87Wa_aiL99bdEAm1T1UHhp_BHy7Q Z1HWjugK1DO4huP-cb.jpg> Acesso em: 20/08/11. Figura 8: Parte interna no violão mostrando a estrutura das laterais e o fundo. Carlos Eduardo de Sousa. Disponível em : <http://images.orkut.com/orkut/photos/pqaaan69ypju1uovryizec3n59gdl1zfb3xrotjb npa-fy5- fri9hu5qibgo0qqe70mzxzlwb6i2tp6yhfr9kiufyzaam1t1up1ujth_yvwdnqpumgowxq-re0f.jpg> Acesso em: 20/08/11.

19 19 Figura 9: Detalhe da logomarca do luthier. Carlos Eduardo de Sousa. Disponível em : <http://images.orkut.com/orkut/photos/pqaaaoz9sx_odxsst4giy3oxck7j9rmiuafjdw30qf2yy9dui5va6imx0tssf3hu73wwwih6p4hosu Lbc1SfG9 dwam1t1uoln7gkvxzgelgfllmt05jmfgeox.jpg> Acesso em: 20/08/11. Figura 10: Fabricando a roseta. Carlos Eduardo de Sousa. Disponível em : <http://images.orkut.com/orkut/photos/pqaaaiw37sdjjdmx03yi3lzfjcijvc- yyejqixvthpwmwauawihtxihmcanbxxa3cpwzgie87dh_o4rwf- 0qN8lBQloAm1T1ULK7ZO1FLNCnsLp19F6k8Gt4kkWA.jpg> Acesso em: 20/08/11.

20 MUDANÇAS ATUAIS No século XX, nos Estados Unidos, surgiram as guitarras com cordas de aço. Também surgiram novos formatos e formas de construções, como a alteração do formato das barras harmônicas na forma de X 2. Violões maiores, para serem usados em palco; as guitarras Archtop, que lembram o corpo de um violino, onde o formato abaulado é esculpido na madeira, a boca antes em forma circular muda para a forma em ƒ lembrando ainda mais o violino (HUH, 2009). Mas algumas mudanças vão um pouco mais além. Manuel Contreras, luthier espanhol, construiu o double-top guitar, que é uma guitarra com dois tampos, onde segundo é colocado por dentro do instrumento aumentando a área de radiação. O modelo da foto abaixo é a versão do double-top de José Ramirez. Figura 11: Double-Top. Disponível em: <http://www.guitarrasramirez.com/english/noticia2en.html> Acesso em: 26/08/11. Existe um outro tipo de double-top, onde dois tampos são colados um no outro, e entre eles existe uma tela, conhecida pelo nome de Nomex. 2 Samuel Huh (2009) cita em seu artigo que os instrumentos que levam esse formato em X foram inicialmente criados nos EUA, [...] onde a música passou a se tornar um dos únicos meios de integração social e cultural, e o violão era usado como uma forma de entretenimento, geralmente com as mulheres tocando nas suas salas para seus convidados. Daí o nome pelo qual hoje esses instrumentos são chamados: Parlor Guitar - Violão de Sala.

21 21 Figura 12: Nomex. Disponível em: <http://www.mcknightguitars.com/soundboards.html> Acesso em: 26/08/11. Na Austrália, a empresa Kinny Guitar produziu um violão estéreo. Este violão possui uma parte do corpo mais alongada, e duas bocas laterais, cada uma de um lado da cabeça, direcionada ao ouvido de quem esta tocando. Figura 13: Violão Estéreo. Disponível em : <http://www.kinnyguitar.com/pictures/sterio%20acoustic_clip_image001.jpg> Acesso em: 26/08/11. Os dois exemplos citados buscam uma melhoria na característica do som do instrumento, aumento de volume e timbres. Porém outro tipo de pensamento direciona a mudança do violão para o conforto, buscando uma ergonomia ideal para o músico. O luthier

22 22 texano Chis Forshage mudou o formato do corpo da guitarra Archtop deixando-a no formato para que se encaixe no corpo de quem a toca. Figura 14: Ergonomic Archtop. Disponível em : <http://buildingtheergonomicguitar.com/wpcontent/uploads/2010/03/ergo-acoustic-guitar-closeup.jpg> Acesso em: 26/08/11. Uma outra mudança mais radical do corpo foi feita pela empresa Burrell Guitars. A transformação feita na guitarra acústica foi entortar o instrumento para que se adeque ao corpo do instrumentista. Figura 15: Ergonomic Guitar Body. Disponível em : <http://www.burrellguitars.com/images/venture%20l.gif> Acesso em: 26/08/11. Há também mudanças na ergonomia do violão específicas para a tocabilidade da mão esquerda. Escalas e braços do violão são construídos de forma assimétrica para facilitar o trabalho dos músicos. A empresa Little Guitar Works constrói instrumentos com o braço torcido, ou Torzal Natural Twist.

23 23 Figura 16: Ergonomic Guitar Neck. Disponível em : <http://www.flickr.com/photos/littleguitarworks/ /in/photostream/> Acesso em: 26/08/11. Outra forma de investimento nas mudanças da guitarra, é na escolha do material utilizado em sua construção. Experimentos com novas madeiras, incluindo o bambu, são feitos na busca de novas sonoridades e alternativas para aumentar a proteção ecológica. Um dos materiais usados na construção de violões contemporâneos é a fibra de carbono, por ser mais leve e resistente. Figura 17: Blackbird Guitars. Disponível em: <http://comeatmebro.blogspot.com/2011/03/youre-my-carbon-fiber-guitar-hero.html> Acesso em: 15/09/11. Também existe a opção de construção do violão com tampo feito de alumínio.

24 24 Figura 18. Martin Alternative X. Disponível em: <http://www.instrumentpro.com/p- MTNALX?source=Affiliates&AID= &PID= &SID=martin> Acesso em: 15/09/11. No Brasil, alguns luthiers pesquisam madeiras alternativas para a fabricação de seus instrumentos. É o caso do luthier Carlos Gomes. Sua pesquisa se baseia na construção de violões de Pinus Ellioti como opção de madeira de reflorestamento mais ecologicamente correto. Outra madeira pesquisada é o bambu. Um exemplo é o trabalho de Kiyoshi, que usou bambu para fazer um violão ergonômico (ideia similar à Torzal Natural Twist). Figura 19. Violão Acústico Ergonômico. Disponível em: <http://www.fau.usp.br/fauforma/trabalhos/kiyoshi.php> Acesso em: 15/09/11. Recentemente apareceram instrumentos com escalas anguladas que melhora a afinação. Essa técnica é conhecida por multi-scale fingerboard que significa ter uma escala com variação de comprimento para cada corda. Outro nome utilizado é fan scale, ou escala em forma de leque. Uma das grandes marcas no mercado que produz instrumentos que utilizam essa técnica é a Novax. Apesar da inovação, essa técnica de escala angulada já era utilizada no séc. XVI em um instrumento conhecido como Bandora.

25 25 Figura 20. Fan Scale Guitar. Disponível em: <http://www.novaxguitars.com/sales/serenadeacoustics.html> Acesso em: 15/09/11. Algumas culturas orientais possuem na música, uma divisão diferente da escala musical. Essas culturas utilizam-se de comas, que são sons menores que um semi-tom. Porém, instrumentos como violão não atingem esses comas de forma simples. Por isso, Tolgahn Cogulu em 2008 criou o violão Microtonal. Os trastes desse instrumento são móveis e podese inserir e retirar trastes, além de mudar suas posições ao longo da escala. Figura 21. Violão Microtonal Ajustável. Disponível em: <http://www.erhanbirol.com/othersites/tolgahan/en/microtonal_en.html> Acesso em: 15/09/11. A partir do séc. XX várias escolas de construção de instrumentos surgiram com propostas de fabricação diferentes. Uma delas foi a escola russa que disponibilizou o violão de sete cordas, colocando uma corda mais grave no instrumento (HUH, 2009). Francisco Munhoz, luthier brasileiro, criou um sistema de varetas que cruzam o interior do instrumento com o intuito de ativar as chamadas zonas mortas, que é a área do tampo perto do braço que não ressoa nem transmite a vibração como no restante do corpo. Esse sistema transmite a vibração de outras áreas do corpo para as zonas mortas fazendo com que essa área seja ativada. A ideia de Munhoz é a união dos trabalhos do físico americano Michael Kasha e do francês Robert Bouchet. Ambos pensavam na ativação das zonas mortas

26 26 do violão. Atualmente o trabalho de Munhoz é realizado por seu filho Miguel Munhoz, que estudou e herdou os conhecimentos do pai. Figura 22. Violão Munhoz. Disponível em: <http://www.revelacaoonline.uniube.br/2005/312/musica.html> Acesso em: 15/09/11. Estes são alguns poucos exemplos das mudanças ocorridas no violão contemporâneo. A busca por novas sonoridades, formatos para melhorar a ergonomia do instrumento, além do retorno às fontes e criações primárias. A tendência hoje na construção de violões é a coexistência das criações das épocas anteriores com as novidades contemporâneas em um mesmo momento (HUH, 2009).

27 27 3 O LUTHIER 3.1 O ARTESÃO LUTHIER A profissão de luthier é muito antiga. De acordo com o professor Holler em uma entrevista dada ao programa Luthiers: Artesãos Musicais (2007), o auge dessa profissão se deu no século XVII, quando começaram a existir composições específicas para instrumentos, que exploravam as possibilidades de cada instrumento. Por isso, a construção de instrumentos deixou de ter a forma de artesanato, ou mesmo de forma empírica, e passou a ser mais refinada. O termo luthier deriva do nome de um instrumento árabe Al ud, conhecido no ocidente por alaúde 3. Na França, este instrumento chama-se luth, e teve grande importância na história da música ocidental a partir do final da Idade Média até o século XVIII (DICIONÁRIO GROVE DE MÚSICA, 1994, p. 15). De acordo com o verbete luthier no The New Grove Dictionary Of Music And Musicians (1980, p. 372), Originalmente a palavra para construtor de alaúde tornou-se o termo geral para construtor de violinos ou outros instrumentos com cordas. Do francês, a palavra [luthier] ganhou aceitação no inglês e no alemão, [...] a derivação luthier (construtor de alaúde) adquiriu o significado de construção de instrumentos em geral. 4 (tradução minha). O Dicionário Grove De Música (1994, p. 555) contextualiza essa informação para o português: Pretende-se em português para as duas palavras acima citadas [luteria e luteraria] uma conotação mais específica de fabricação de instrumentos de cordas com caixa de ressonância. A definição do trabalho de um luthier é similar a de um artesão. Segundo França, Tratando-se de produção artesanal, vale a pena lembrar que esta se caracteriza pelo domínio em todas as fases do processo de produção. Este processo vai desde a obtenção da matéria-prima, domínio de técnicas de produção e do processo de produção até a comercialização do produto ao consumidor. (FRANÇA, 2005, p. 10) 3 O nome alaúde refere-se ao instrumento [da família dos cordofones] com corpo piriforme, com o fundo abaulado, construídos a partir de ripas de madeira curvadas e coladas umas às outras; um tampo harmônico plano com uma boca esculpida em forma de roseta; trastes de tripa cingindo braço e espelhado; uma cravelheira que costumava formar um angulo quase reto com o braço, onde cravelhas de afinação são inseridas lateralmente; na parte inferior do tampo harmônico está o cavalete, ao qual se fixam ordens duplas de cordas de tripa. DICIONÁRIO GROVE DE MÚSICA, 1994, p Originally the word for lute maker, it has become a general term for a maker of violins or other strings instruments. Though French, the word has gained currency in English and German. [...] the derivative lutherie (lute making) has acquired the meaning of instrument making in general.

APOSTILA DO CURSO. Parabéns por ter se cadastrado no curso online da D Music House!

APOSTILA DO CURSO. Parabéns por ter se cadastrado no curso online da D Music House! APOSTILA DO CURSO Parabéns por ter se cadastrado no curso online da D Music House! A partir de agora você entrará em contato com o primeiro e melhor curso de violão e guitarra via internet do Mundo! Atenção:

Leia mais

MADEIRAS DE VIOLÃO. Para tanto, separamos o nosso conteúdo sobre madeiras em 3 textos, que discutem sobre estas partes do instrumento: 1.

MADEIRAS DE VIOLÃO. Para tanto, separamos o nosso conteúdo sobre madeiras em 3 textos, que discutem sobre estas partes do instrumento: 1. MADEIRAS DE VIOLÃO Você já percebeu que instrumentos com dimensões semelhantes, mesmo shape, acabamento parecido e até com o mesmo encordoamento podem soar completamente diferentes? Existem diversos fatores

Leia mais

PHELIPE AGNELLI. Baterista Percussionista Compositor. Músico Brasileiro!

PHELIPE AGNELLI. Baterista Percussionista Compositor. Músico Brasileiro! PHELIPE AGNELLI Baterista Percussionista Compositor Músico Brasileiro 1 ENTREVISTA "Inspirando e sendo inspirado" Phelipe Agnelli é músico e compositor, nascido a 50 minutos de São Paulo, na cidade de

Leia mais

A FÍSICA DA MÚSICA. Carlos Alexandre Wuensche Seminários sobre o ensino de Física São Paulo, 06 de agosto de 2005

A FÍSICA DA MÚSICA. Carlos Alexandre Wuensche Seminários sobre o ensino de Física São Paulo, 06 de agosto de 2005 A FÍSICA DA MÚSICA Carlos Alexandre Wuensche Seminários sobre o ensino de Física São Paulo, 06 de agosto de 2005 http://www.das.inpe.br/~alex/fismus_indice.htm INTRODUÇÃO O que é o som? Qual é a relação

Leia mais

Instituto Politécnico de Leiria Escola Superior de Artes e Design Património Tecnológico e Artístico A viola de mão Vítor Varela Cruz Design Industrial 4 oano 2006 Índice Introdução 3 A viola de mão 4

Leia mais

Escola para Formação de Artistas Artes Visuais Dança Música Teatro

Escola para Formação de Artistas Artes Visuais Dança Música Teatro Fundação das Artes Escola para Formação de Artistas Artes Visuais Dança Música Teatro Inscrições Abertas Turmas 2013 Primeiro Semestre Cursos Livres e Técnicos A Fundação das Artes é uma Escola de Artes

Leia mais

O básico da Guitarra - Aula 6 J. Junior. Acordes Básicos

O básico da Guitarra - Aula 6 J. Junior. Acordes Básicos O básico da Guitarra - Aula 6 J. Junior Acordes Básicos Muitas vezes, o que mexe com a gente e nos faz querer tocar guitarra é aquele solo ou riff do guitarrista da nossa banda favorita, mas devemos saber

Leia mais

NOTA FUNDAMENTAL Desse conjunto de sons simultâneos, o que é mais bem identificado é o som da nota principal ou também chamada de nota fundamental.

NOTA FUNDAMENTAL Desse conjunto de sons simultâneos, o que é mais bem identificado é o som da nota principal ou também chamada de nota fundamental. Sons Harmônicos Esse assunto é extenso e bastante complexo, sendo objeto de estudo de diversos cursos especializados e de uma vasta literatura no campo da física e da matemática. Como esse não é nosso

Leia mais

www.portaledumusicalcp2.mus.br

www.portaledumusicalcp2.mus.br Apostila de Educação Musical 1ª Série Ensino Médio www.portaledumusicalcp2.mus.br O QUE É MÚSICA? A música (do grego μουσική τέχνη - musiké téchne, a arte das musas) constituise basicamente de uma sucessão

Leia mais

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE OBOÉ

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE OBOÉ INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE OBOÉ Você vai descobrir o oboé e aprender a tocar e aperfeiçoar a técnica! O objetivo deste documento de Introdução ao Estudo de Oboé é de divulgar e esclarecer os tópicos mais

Leia mais

APONTAMENTOS SOBRE A DISCIPLINA DE PERCEPÇÃO MUSICAL NO ENSINO SUPERIOR DE MÚSICA

APONTAMENTOS SOBRE A DISCIPLINA DE PERCEPÇÃO MUSICAL NO ENSINO SUPERIOR DE MÚSICA APONTAMENTOS SOBRE A DISCIPLINA DE PERCEPÇÃO MUSICAL NO ENSINO SUPERIOR DE MÚSICA Luiz Rafael Moretto Giorgetti Universidade do Sagrado Coração, Bauru/SP (Ex-aluno) e-mail: rafael_giorgetti@hotmail.com

Leia mais

Uma Visão da Luteria Através da Viola da Gamba

Uma Visão da Luteria Através da Viola da Gamba Uma Visão da Luteria Através da Viola da Gamba Bogdan Skorupa Ribeiro dos Santos Universidade Tecnológica Federal do Paraná PPGECT-Ponta Grossa Resumo: Os instrumentos musicais são mais conhecidos do que

Leia mais

GUIA DE REVISÃO DO 4º BIMESTRE 2º ANO DO ENSINO MÉDIO / 2013 Semana de 11/11 a 22/11

GUIA DE REVISÃO DO 4º BIMESTRE 2º ANO DO ENSINO MÉDIO / 2013 Semana de 11/11 a 22/11 GUIA DE REVISÃO DO 4º BIMESTRE 2º ANO DO ENSINO MÉDIO / 2013 Semana de 11/11 a 22/11 Tema: Língua Portuguesa Geografia Tema: Globalização e Níveis de Desenvolvimento Biologia Tema: Genética Filosofia Tema:

Leia mais

PROGRAMA QUALIDADE NA PRÁTICA PEDAGÓGICA MÚSICA VERA MARIA RODRIGUES ALVES SÃO PAULO ABRIL

PROGRAMA QUALIDADE NA PRÁTICA PEDAGÓGICA MÚSICA VERA MARIA RODRIGUES ALVES SÃO PAULO ABRIL 1 PROGRAMA QUALIDADE NA PRÁTICA PEDAGÓGICA MÚSICA VERA MARIA RODRIGUES ALVES SÃO PAULO ABRIL 2015 ROTEIRO 2 1. O que é Música 2. Para fazer música na creche é preciso: 3. O que devemos evitar 4. Qualidades

Leia mais

Catálogo Outubro 2011 Luques - www.gaitadefolebrasil.com.br DESCONTO PARA PAGAMENTOS À VISTA ---------------------------

Catálogo Outubro 2011 Luques - www.gaitadefolebrasil.com.br DESCONTO PARA PAGAMENTOS À VISTA --------------------------- Catálogo Outubro 2011 Luques - www.gaitadefolebrasil.com.br DESCONTO PARA PAGAMENTOS À VISTA --------------------------- Gaita- de- Fole Inglesa do Século XV Hemingbrough Inglaterra - 1426 Descrição: torneado

Leia mais

Apostila de Ensino Violão (Módulo I)

Apostila de Ensino Violão (Módulo I) Apostila de Ensino Violão (Módulo I) APRESENTAÇÃO Esta apostila reúne uma compilação de estudos embasados nas devidas referências bibliográficas, notações complementares e exercícios práticos criados;

Leia mais

Violão Clássico. Prof. Juarez Barcellos. Violonistas, músicos, alunos, amigos e companhia, bem vindos!

Violão Clássico. Prof. Juarez Barcellos. Violonistas, músicos, alunos, amigos e companhia, bem vindos! Violão Clássico Prof. Juarez Barcellos Licença Creative Commons Violonistas, músicos, alunos, amigos e companhia, bem vindos! Em 2002, comecei a dar aulas particulares nas Em 2002, comecei a dar aulas

Leia mais

Caderno de Postura. Prof. Luiz Mello

Caderno de Postura. Prof. Luiz Mello Caderno de Postura Prof. Luiz Mello CADERNO DE POSTURA Este caderno de postura tem como objetivo demonstrar os principais pontos relacionados a maneira de como tocar violão e guitarra de uma maneira saudável,

Leia mais

PRIMEIRA AULA DE MU SICA

PRIMEIRA AULA DE MU SICA PRIMEIRA AULA DE MU SICA Antes de iniciar o nosso estudo prático no instrumento precisamos fazer alguns exercícios básicos, porém primordiais. O famoso Dó, Ré, Mí. Este exercício consiste em copiar várias

Leia mais

O Jogo de Dados de Mozart. Série Matemática na Escola

O Jogo de Dados de Mozart. Série Matemática na Escola O Jogo de Dados de Mozart Série Matemática na Escola Objetivos 1. Relacionar música e matemática; 2. Apresentar os fundamentos de análise combinatória e probabilidade; 3. Exibir uma aplicação prática de

Leia mais

Violão Popular. Prof. Juarez Barcellos. Violonistas, músicos, alunos, amigos e companhia, bem vindos!

Violão Popular. Prof. Juarez Barcellos. Violonistas, músicos, alunos, amigos e companhia, bem vindos! Violão Popular Prof. Juarez Barcellos Licença Creative Commons Violonistas, músicos, alunos, amigos e companhia, bem vindos! Em 2002, comecei a dar aulas particulares nas Em 2002, comecei a dar aulas particulares

Leia mais

Características Técnicas

Características Técnicas O Fagote É um instrumento de Sopro, de Palheta dupla e de tubo cónico, pertence à família das madeiras e ocupa o papel de baixo (instrumento mais grave). Bem tocado o fagote é dotado de um grande encanto

Leia mais

COMO LER E ESCREVER PARTITURAS - I

COMO LER E ESCREVER PARTITURAS - I COMO LER E ESCREVER PARTITURAS - I ALTURAS Philippe Lobo 03 Introdução Um pouco de História 06 Conhecimentos Preliminares Contextualização Teórica Cordas Soltas + Escala Cromática 08 Entendendo a Pauta

Leia mais

música ouvindo música fazendo música THAÍS NASCIMENTO 5/JULHO 18h + shows + oficinas programação

música ouvindo música fazendo música THAÍS NASCIMENTO 5/JULHO 18h + shows + oficinas programação THAÍS NASCIMENTO 5/JULHO 18h + shows ouvindo música Alessandro Penezzi e Nailor Proveta Paulo Oliveira Julia Tygel + oficinas fazendo música Choro e Samba música programação JULHO 2015 julho julia tygel/luciano

Leia mais

Projeto Doce Harmonia: uma proposta de ensino coletivo em música. Alice Pereira Pacheco Maria Tereza Borges Rezende

Projeto Doce Harmonia: uma proposta de ensino coletivo em música. Alice Pereira Pacheco Maria Tereza Borges Rezende Projeto Doce Harmonia: uma proposta de ensino coletivo em música Alice Pereira Pacheco Maria Tereza Borges Rezende Conservatório Estadual de Música Cora Pavan Capparelli Relato de Experiência RESUMO O

Leia mais

TONALIDADE X FREQUÊNICA

TONALIDADE X FREQUÊNICA Som, notas e tons TONALIDADE X FREQUÊNICA O violão é um instrumento musical e o seu objetivo é fazer música. Música é a organização de sons em padrões que o cérebro humano acha agradável (ou pelo menos

Leia mais

Guia de utilização da Base de Dados

Guia de utilização da Base de Dados Guia de utilização da Base de Dados Introdução Este guia tem por objetivos a apresentação do conteúdo da base de dados relativa às traduções de textos de economia incluída no website do EE-T, bem como

Leia mais

Características perceptuais do som.

Características perceptuais do som. Características perceptuais do som. O som é produzido por corpos quando colocados em vibração. Essa vibração se transfere no ar de molécula a molécula até alcançar nossos ouvidos. As principais características

Leia mais

A obra de Marco Pereira para violão solo: aspectos composicionais. Palavras chave: Violão solo brasileiro, Marco Pereira, jazz, Garoto.

A obra de Marco Pereira para violão solo: aspectos composicionais. Palavras chave: Violão solo brasileiro, Marco Pereira, jazz, Garoto. A obra de Marco Pereira para violão solo: aspectos composicionais Julio Cesar Moreira LEMOS, UFG - EMAC. Julioczar10@gmail.com Werner AGUIAR, UFG EMAC werneraguiar@gmail.com Palavras chave: Violão solo

Leia mais

O SOM E SEUS PARÂMETROS

O SOM E SEUS PARÂMETROS O SOM E SEUS PARÂMETROS Você já percebeu como o mundo está cheio de sons? Mas você já parou para pensar o que é o SOM? Pois bem, som é tudo o que nossos ouvidos podem ouvir, sejam barulhos, pessoas falando

Leia mais

ANDRÉ LUIZ DE MACEDO COUTO. FÍSICA DO VIOLÃO Análise Qualitativa do Som de Violões

ANDRÉ LUIZ DE MACEDO COUTO. FÍSICA DO VIOLÃO Análise Qualitativa do Som de Violões UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Curso de Física Física do Violão Autor: André Luiz de Macedo Couto Orientador: Prof. Dr. Paulo Eduardo de Brito

Leia mais

A FLAUTA DOCE E A MUSICALIZAÇÃO COMO UM DOS RECURSOS NO PROCESSO DE EDUCAÇÃO MUSICAL NAS ESCOLAS

A FLAUTA DOCE E A MUSICALIZAÇÃO COMO UM DOS RECURSOS NO PROCESSO DE EDUCAÇÃO MUSICAL NAS ESCOLAS A FLAUTA DOCE E A MUSICALIZAÇÃO COMO UM DOS RECURSOS NO PROCESSO DE EDUCAÇÃO MUSICAL NAS ESCOLAS 57 Mirtes Antunes Locatelli Strapazzon CBAJ 1 mirtes@belasartesjoinville.com.br Resumo: A importância da

Leia mais

Provas de Habilidades Específicas em Música Composição e Licenciatura

Provas de Habilidades Específicas em Música Composição e Licenciatura Provas de Habilidades Específicas em Música Composição e Licenciatura Percepção Ditado Melódico 1: Reconhecimento de notas erradas na partitura (duração da questão 01min 30s). 1. Ouviremos a seguir um

Leia mais

450 ano da Música no Rio de Janeiro na Sala de Aula

450 ano da Música no Rio de Janeiro na Sala de Aula 450 ano da Música no Rio de Janeiro na Sala de Aula Caderno do professor Criado a partir da Cartilha Piano Brasil VII do maestro Ricardo Prado (gentilmente cedida por Cíntia Pereira-Delphos Produções www.delphosproducoes.com)

Leia mais

A música é uma linguagem universal,

A música é uma linguagem universal, A música é uma linguagem universal, mas com muitos dialetos que variam de cultura para cultura, envolvendo a maneira de tocar, de cantar, de organizar os sons (...), segundo Nicole Jeandot (1990). Para

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Relatório Perfil Curricular

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Relatório Perfil Curricular PERÍODO: 1º MU096- CANTO 1A OBRIG 0 60 60 2.0 Fórmula: MU055 MU055- PERCEPCAO RITMICA MU271- CANTO CORAL 1 OBRIG 0 30 30 1.0 Fórmula: MU096 MU096- CANTO 1A PRÁTICA DA POLIFONIA VOCAL A DUAS E TRÊS VOZES.

Leia mais

VIOLÃO 1. escalas, formação de acordes, tonalidade e um sistema inédito de visualização de trechos para improvisar.

VIOLÃO 1. escalas, formação de acordes, tonalidade e um sistema inédito de visualização de trechos para improvisar. VIOLÃO 1 escalas, formação de acordes, tonalidade e um sistema inédito de visualização de trechos para improvisar CD com solos e acompanhamento Saulo van der Ley Guitarrista e violonista Composição & Regência

Leia mais

O DESENVOLVIMENTO DE OFICINAS DE ARTESANATO COM USUÁRIOS DO CAPS AD NO MUNICÍPIO DE CANOAS-RS. Introdução

O DESENVOLVIMENTO DE OFICINAS DE ARTESANATO COM USUÁRIOS DO CAPS AD NO MUNICÍPIO DE CANOAS-RS. Introdução O DESENVOLVIMENTO DE OFICINAS DE ARTESANATO COM USUÁRIOS DO CAPS AD NO MUNICÍPIO DE CANOAS-RS GT 7 - Economia solidária e sustentabilidades Relato de experiência SOUZA, Égon Ferreira 1 RESUMO O presente

Leia mais

Superposição de ideias em física ondulatória

Superposição de ideias em física ondulatória UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO Instituto de Física Programa de Pós-Graduação em Ensino de Física Mestrado Profissional em Ensino de Física Superposição de ideias em física ondulatória Manoel Jorge

Leia mais

A Arte do Luthier Hugo Martinez em Perspectiva Cultural

A Arte do Luthier Hugo Martinez em Perspectiva Cultural Page 1 of 9 Universidade Federal do Amapá Pró-Reitoria de Ensino de Graduação Curso de Licenciatura Plena em Pedagogia Disciplina: Filosofia da Cultura Educador: João Nascimento Borges Filho A Arte do

Leia mais

Apostila Básica de Violão

Apostila Básica de Violão Apostila Básica de Violão Resumos para aulas MARANATA O Senhor Jesus Vem! Sumário Introdução... 2 Estrutura musical... 3 Cifras... 4 Acordes e Escalas... 4 Conhecendo o violão... 5 Enfim a prática!...

Leia mais

Valores: R$ 21,00 (comerciário/dependente), R$ 37,00 (conveniado) e R$ 48,00 (usuário).

Valores: R$ 21,00 (comerciário/dependente), R$ 37,00 (conveniado) e R$ 48,00 (usuário). CURSOS DE MÚSICA DO SESC (2º Semestre) MODALIDADE INICIANTE 1) VIOLÃO POPULAR Este curso está direcionado ao estudo da música popular com acompanhamento harmônico. Serão praticadas canções do repertório

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM LUTERIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM LUTERIA 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM LUTERIA Relatório de prestação de contas da visita técnica à Escuela de Lutheria de Tucumán

Leia mais

O ENSINO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS ATRAVÉS DAS ESCOLAS BILÍNGUES NO BRASIL: UMA NOVA REALIDADE 1

O ENSINO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS ATRAVÉS DAS ESCOLAS BILÍNGUES NO BRASIL: UMA NOVA REALIDADE 1 O ENSINO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS ATRAVÉS DAS ESCOLAS BILÍNGUES NO BRASIL: UMA NOVA REALIDADE 1 Iasmin Araújo Bandeira Mendes Universidade Federal de Campina Grande, email: iasminabmendes@gmail.com INTRODUÇÃO

Leia mais

APRENDENDO BIOSSEGURANÇA COM O USO DE WIKIS. Janara de Camargo Matos 1 *

APRENDENDO BIOSSEGURANÇA COM O USO DE WIKIS. Janara de Camargo Matos 1 * 1 APRENDENDO BIOSSEGURANÇA COM O USO DE WIKIS Janara de Camargo Matos 1 * RESUMO A internet ou Web 2.0 é um espaço onde se pode criar, editar e transformar páginas de maneira simples. A utilização de tecnologias

Leia mais

SUSTENTABILIDADE E A CONFECÇÃO DE INSTRUMENTOS MUSICAIS ALLAN W. GARCIA VIDIGAL; *GUILHERME MAUAD SANT ANNA & MARCELO MENDES GAZOLA

SUSTENTABILIDADE E A CONFECÇÃO DE INSTRUMENTOS MUSICAIS ALLAN W. GARCIA VIDIGAL; *GUILHERME MAUAD SANT ANNA & MARCELO MENDES GAZOLA BE_310 CIÊNCIAS DO AMBIENTE UNICAMP ESTUDO (Turma 2012) Disponível em: http://www.ib.unicamp.br/dep_biologia_animal/be310 SUSTENTABILIDADE E A CONFECÇÃO DE INSTRUMENTOS MUSICAIS ALLAN W. GARCIA VIDIGAL;

Leia mais

1 Acadêmico, formando do Curso de Licenciatura com Habilitação em Música da UDESC. 2 Professora Mestra do Departamento de Música da UDESC.

1 Acadêmico, formando do Curso de Licenciatura com Habilitação em Música da UDESC. 2 Professora Mestra do Departamento de Música da UDESC. 1 O ensino de música extracurricular na Escola Técnica Federal em Florianópolis/SC: relato de experiência sobre uma oficina de improvisação musical realizada Maycon José de Souza 1 Universidade do Estado

Leia mais

CEM BENJAMIM JOSÉ DE ALMEIDA PROJETO INTERDISCIPLINAR EINSTEIN E A MÚSICA PROFESSORES: ROSEVALDO CELESTINO BARROS FÁBIO JÚNIOR MILHOMEM

CEM BENJAMIM JOSÉ DE ALMEIDA PROJETO INTERDISCIPLINAR EINSTEIN E A MÚSICA PROFESSORES: ROSEVALDO CELESTINO BARROS FÁBIO JÚNIOR MILHOMEM CEM BENJAMIM JOSÉ DE ALMEIDA PROJETO INTERDISCIPLINAR EINSTEIN E A MÚSICA PROFESSORES: ROSEVALDO CELESTINO BARROS FÁBIO JÚNIOR MILHOMEM ARAGUAÍNA, DEZEMBRO DE 2015 A FÍSICA NA MÚSICA A música, de um modo

Leia mais

5 (FGV-SP) A nota lá da escala cromática musical é tida como referência na afinação dos instrumentos. No violão comum de 6 cordas, a quinta corda

5 (FGV-SP) A nota lá da escala cromática musical é tida como referência na afinação dos instrumentos. No violão comum de 6 cordas, a quinta corda 1 - (UFSCAR-SP) Sabemos que, em relação ao som, quando se fala em altura, o som pode ser agudo ou grave, conforme a sua freqüência. Portanto, é certo afirmar que: a) o que determina a altura e a freqüência

Leia mais

GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL PROCURADORIA-GERAL DO DISTRITO FEDERAL CENTRO DE ESTUDOS

GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL PROCURADORIA-GERAL DO DISTRITO FEDERAL CENTRO DE ESTUDOS GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL PROCURADORIA-GERAL DO DISTRITO FEDERAL CENTRO DE ESTUDOS 1º EDITAL DE CHAMAMENTO DE TRABALHOS PARA A REVISTA JURÍDICA DA PROCURADORIA-GERAL DO DISTRITO FEDERAL PERÍODO DE ENVIO

Leia mais

WORKSHOP INTRODUÇÃO À MÚSICA

WORKSHOP INTRODUÇÃO À MÚSICA WORKSHOP INTRODUÇÃO À MÚSICA INTRODUÇÃO Nos dias de hoje, é quase impensável querermos uma televisão a preto e branco em deterimento de uma televisão a cores e acontece porque a partir do momento em que

Leia mais

A partir das coisas. ZUMTHOR, Peter. Pensar a arquitetura. Barcelona: Gustavo Gili, 2005. 66p. Alda Mirian Augusto de Oliveira*

A partir das coisas. ZUMTHOR, Peter. Pensar a arquitetura. Barcelona: Gustavo Gili, 2005. 66p. Alda Mirian Augusto de Oliveira* ZUMTHOR, Peter. Pensar a arquitetura. Barcelona: Gustavo Gili, 2005. 66p. A partir das coisas Alda Mirian Augusto de Oliveira* Pensar a arquitetura reúne seis conferências de Peter Zumthor, proferidas

Leia mais

de Violão - Conteúdo Da informalidade às academias Superando distâncias Tocar de ouvido ou ler partitura? Mestres e métodos consagrados

de Violão - Conteúdo Da informalidade às academias Superando distâncias Tocar de ouvido ou ler partitura? Mestres e métodos consagrados Da informalidade às academias Superando distâncias Tocar de ouvido ou ler partitura? Mestres e métodos consagrados Primeiros nomes importantes Nomes importantes no Brasil Abordagens didáticas (Internet,

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA DA TURMA DE 9º ANO DA ESCOLA RAIMUNDO PEREIRA DO NASCIMENTO

A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA DA TURMA DE 9º ANO DA ESCOLA RAIMUNDO PEREIRA DO NASCIMENTO A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA DA TURMA DE 9º ANO DA ESCOLA RAIMUNDO PEREIRA DO NASCIMENTO 0 1 A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA DA TURMA DE 9º ANO DA ESCOLA

Leia mais

TEMAS TRANSVERSAIS, PEDAGOGIA DE PROJETOS E AS MUDANÇAS NA EDUCAÇÃO

TEMAS TRANSVERSAIS, PEDAGOGIA DE PROJETOS E AS MUDANÇAS NA EDUCAÇÃO TEMAS TRANSVERSAIS, PEDAGOGIA DE PROJETOS E AS MUDANÇAS NA EDUCAÇÃO ULISSES F. ARAÚJO TEMAS TRANSVERSAIS, PEDAGOGIA DE PROJETOS E AS MUDANÇAS NA EDUCAÇÃO Copyright 2004, 2014 by Ulisses F. Araújo Direitos

Leia mais

NOTAÇÃO MUSICAL TRADICIONAL: Como se escrever música?

NOTAÇÃO MUSICAL TRADICIONAL: Como se escrever música? NOTAÇÃO MUSICAL TRADICIONAL: Como se escrever música? A música é uma linguagem sonora como a fala. Assim como representamos a fala por meio de símbolos do alfabeto, podemos representar graficamente a música

Leia mais

DISCÓRDIA Biografias

DISCÓRDIA Biografias A L I C E DISCÓRDIA Biografias Afonso Alves // Voz - Já há algum tempo que queria escrever na língua em que sonho [visto que anteriormente escrevia maioritariamente em inglês]. O Diogo foi o primeiro reflexo

Leia mais

Produzindo e divulgando fotos e vídeos. Aula 1 Criando um vídeo

Produzindo e divulgando fotos e vídeos. Aula 1 Criando um vídeo Produzindo e divulgando fotos e vídeos Aula 1 Criando um vídeo Objetivos 1 Conhecer um pouco da história dos filmes. 2 Identificar a importância de um planejamento. 3 Entender como criar um roteiro. 4

Leia mais

TRABALHOS TÉCNICOS Serviço de Documentação e Informação EDIÇÃO E GESTÃO DE CONTEÚDO PARA WEB

TRABALHOS TÉCNICOS Serviço de Documentação e Informação EDIÇÃO E GESTÃO DE CONTEÚDO PARA WEB TRABALHOS TÉCNICOS Serviço de Documentação e Informação EDIÇÃO E GESTÃO DE CONTEÚDO PARA WEB Gestão do Conhecimento hoje tem se materializado muitas vezes na memória organizacional da empresa. O conteúdo

Leia mais

RESUMO EXPANDIDO: APLICAÇÃO PEDAGÓGICA DE OBRAS SELECIONADAS DO REPERTORIO PARA VIOLÃO SOLO

RESUMO EXPANDIDO: APLICAÇÃO PEDAGÓGICA DE OBRAS SELECIONADAS DO REPERTORIO PARA VIOLÃO SOLO RESUMO EXPANDIDO: APLICAÇÃO PEDAGÓGICA DE OBRAS SELECIONADAS DO REPERTORIO PARA VIOLÃO SOLO Gilberto de Souza STEFAN Sonia RAY EMAC Escola de Música e Artes Cênicas gilbertostefan@yahoo.com.br soniaraybrasil@gmail.com

Leia mais

1 Noções de software musical Conteúdo

1 Noções de software musical Conteúdo Introdução Conceitos básicos de software educacional e informática na educação O software musical como auxílio aos professores de música Software para acompanhamento Software para edição de partituras

Leia mais

Arte cartaz, banner e filipeta

Arte cartaz, banner e filipeta Arte cartaz, banner e filipeta Site da Prefeitura de Cordeiro Data: 08/10/10 Últimas Notícias Todas as Notícias O Barroco Europeu em Cordeiro Uma apresentação para marcar época A Orquestra Barroca da UNIRIO

Leia mais

DATA: 18/12/2015 VALOR: 20,0 Pontos NOTA: RELAÇÃO DOCONTEÚDO PARA A RECUPERAÇÃO FINAL

DATA: 18/12/2015 VALOR: 20,0 Pontos NOTA: RELAÇÃO DOCONTEÚDO PARA A RECUPERAÇÃO FINAL DISCIPLINA: ARTE PROFESSORA: Cristiana de Souza DATA: 18/12/2015 VALOR: 20,0 Pontos NOTA: TRABALHO DE RECUPERAÇÃO FINAL SÉRIE: 6º ANO TURMA: ALUNO (A): RELAÇÃO DOCONTEÚDO PARA A RECUPERAÇÃO FINAL Nº: 01.

Leia mais

Histórias e personagens do FUTEBOL. Gasperin, o grande guerreiro

Histórias e personagens do FUTEBOL. Gasperin, o grande guerreiro Histórias e personagens do FUTEBOL Gasperin, o grande guerreiro O Projeto Declarado como paixão nacional pelos brasileiros e reconhecido como expressão cultural, o futebol é também um espetáculo que mobiliza

Leia mais

Os gargalos para o ingresso e a permanência das mulheres no mercado de TI, no Brasil Bárbara Castro

Os gargalos para o ingresso e a permanência das mulheres no mercado de TI, no Brasil Bárbara Castro Os gargalos para o ingresso e a permanência das mulheres no mercado de TI, no Brasil Bárbara Castro Dra. em Ciências Sociais (UNICAMP) Bom dia, Primeiramente gostaria de cumprimentar a todos e a todas

Leia mais

Uma experiência sensorial

Uma experiência sensorial Uma experiência sensorial C o m e s t e p r o p ó s i t o s u r g i u a M O B LO. Uma empresa brasileira que desenvolve mobiliário único e diferente, com tecnologia própria e matérias primas nacionais.

Leia mais

PRIMEIRA ATIVIDADE PROSPOSTA

PRIMEIRA ATIVIDADE PROSPOSTA 1 PRIMEIRA ATIVIDADE PROSPOSTA Construção de um refletor de raios luminosos Construir um refletor de raios luminosos, com o formato de uma Parábola, onde os raios incidirão paralelamente ao eixo de simetria

Leia mais

LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL PARA O ENSINO DE MÚSICA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL NA REGIÃO SUL DO BRASIL 1

LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL PARA O ENSINO DE MÚSICA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL NA REGIÃO SUL DO BRASIL 1 LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL PARA O ENSINO DE MÚSICA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL NA REGIÃO SUL DO BRASIL 1 Gabriel Ferrão Moreira 2 Prof. Dr. Sérgio Luiz Ferreira de Figueiredo 3 Palavras-chave:

Leia mais

Programação Geral. Música Regional Brasileira. A música do Brasil - Seg/Dom 6h.

Programação Geral. Música Regional Brasileira. A música do Brasil - Seg/Dom 6h. Programação Geral Música Regional Brasileira A música do Brasil - Seg/Dom 6h. Programa destinado a divulgar a música típica das regiões do Brasil. Toca os grandes mestres da música nordestina e mostra

Leia mais

Escolha e Afiação de Serrotes

Escolha e Afiação de Serrotes Escolha e Afiação de Serrotes 1. Tipo e Escolha do Serrote: O serrote comum é composto de uma lâmina de aço triangular presa a um cabo, em geral de madeira. A lâmina do serrote é bastante maleável, a fim

Leia mais

CAPOTRASTE ou BRAÇADEIRA VOCÊ SABE COMO USAR?

CAPOTRASTE ou BRAÇADEIRA VOCÊ SABE COMO USAR? CAPOTRASTE ou BRAÇADEIRA VOCÊ SABE COMO USAR? MARCAS - FABRICANTES As Fotos mostram alguns modelos mais usados de Capotraste. Teoricamente o capotraste ou braçadeira, uma vez adaptado ao braço do violão,

Leia mais

----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Apostila de Iniciação ao Violão e Guitarra Miigueell do Prrado Urrttado São Carlos SP, 23 de fevereiro de 2006. Contatos: miguelurtado@yahoo.com.br miguelurtado@polvo.ufscar.br Proibido reprodução do material

Leia mais

A AULA DE CANTO EM UM PROJETO SOCIAL: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

A AULA DE CANTO EM UM PROJETO SOCIAL: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA 1 A AULA DE CANTO EM UM PROJETO SOCIAL: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA Ruth de Sousa Ferreira Silva 1 rutssilva@hotmail.com UnB Tutora à distância Curso de Licenciatura em Música Resumo Este relato de experiência

Leia mais

Oficina de musicalização para professores através do violão

Oficina de musicalização para professores através do violão Oficina de musicalização para professores através do violão Renato Alves da Silva renatovozviolaotrompete@hotmail.com UFBA Resumo: O trabalho aqui apresentado relata a experiência na elaboração e aplicação

Leia mais

Os instrumentos musicais são classificados conforme o material de que são confeccionados e a forma como o som é produzido.

Os instrumentos musicais são classificados conforme o material de que são confeccionados e a forma como o som é produzido. Instrumentos Musicais O homem primitivo começou a construir instrumentos musicais para tentar imitar os sons da natureza. Os primeiros instrumentos de que se têm notícia são aqueles feitos de ossos de

Leia mais

Manual Ambiente Virtual de Aprendizagem Moodle-ESPMG 2.0

Manual Ambiente Virtual de Aprendizagem Moodle-ESPMG 2.0 Manual Ambiente Virtual de Aprendizagem Moodle-ESPMG 2.0 Adriano Lima Belo Horizonte 2011 SUMÁRIO Apresentação... 3 Acesso ao Ambiente Virtual de Aprendizagem AVA ESP-MG... 3 Programação do curso no AVA-ESPMG

Leia mais

PINHOLE SARDINHA POR MARCOS CAMPOS. www.marcoscampos.com.br - contato@marcoscampos.com.br - www.flickr.com/photos/marcoscampos

PINHOLE SARDINHA POR MARCOS CAMPOS. www.marcoscampos.com.br - contato@marcoscampos.com.br - www.flickr.com/photos/marcoscampos POR MARCOS CAMPOS PINHOLE SARDINHA - - http://creativecommons.org/licenses/by-nc/2.5/br/ MATERIAL NECESSÁRIO 16 15 7 6 4 1 13 14 17 8 9 11 12 5 2 3 4 10 1 - Lata de Sardinha (marca Gomes da Costa) 2 -

Leia mais

CURSO DE LICENCIATURA EM MÚSICA

CURSO DE LICENCIATURA EM MÚSICA CURSO DE LICENCIATURA EM MÚSICA DESCRIÇÃO Número de Fases: 08 Número de disciplinas obrigatórias: 38 Número de créditos obrigatórios: 152 Carga horária total das disciplinas obrigatórias: 2.280 horas Mínimo

Leia mais

EDITAL 04/2015 ADMISSÃO AO CURSO PREPARATÓRIO PARA O MÓDULO 3 DO CURSO FORMAÇÃO MUSICAL

EDITAL 04/2015 ADMISSÃO AO CURSO PREPARATÓRIO PARA O MÓDULO 3 DO CURSO FORMAÇÃO MUSICAL GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DE CULTURA FUNDAÇÃO ANITA MANTUANO DE ARTES DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO ESCOLA DE MÚSICA VILLA-LOBOS EDITAL 04/2015 ADMISSÃO AO CURSO PREPARATÓRIO

Leia mais

Resumo da Proposta Cultural:

Resumo da Proposta Cultural: Resumo da Proposta Cultural: Durante o ano letivo de 2014 entre os meses de Fevereiro à Novembro, o projeto "MBE - Música Brasileira na Escola" têm como objetivo principal a realização de apresentações

Leia mais

MODELO DE PROJETO DE PESQUISA DA ADJETIVO CETEP

MODELO DE PROJETO DE PESQUISA DA ADJETIVO CETEP MODELO DE PROJETO DE PESQUISA DA ADJETIVO CETEP REPRESENTAÇÕES GRÁFICAS DOS TRABALHOS Formato: A4 Cor preta Espaçamento entre linhas: 1,5cm Fonte texto: Times New Roman, 12 ou Arial, 11 Margem superior

Leia mais

INSTRUTOR Zeh Blackie. CURSO DE GUITARRA Nível Básico. 7º Passo

INSTRUTOR Zeh Blackie. CURSO DE GUITARRA Nível Básico. 7º Passo INSTRUTOR Zeh Blackie CURSO DE GUITARRA Nível Básico 7º Passo Copyright -Todos os direitos reservados. A reprodução não autorizada destes materiais, no todo ou em parte, constitui violação do direitos

Leia mais

CURSO DE BACHARELADO EM MÚSICA OPÇÃO: PIANO / VIOLINO / VIOLA / VIOLÃO / VIOLONCELO

CURSO DE BACHARELADO EM MÚSICA OPÇÃO: PIANO / VIOLINO / VIOLA / VIOLÃO / VIOLONCELO CURSO DE BACHARELADO EM MÚSICA OPÇÃO: PIANO / VIOLINO / VIOLA / VIOLÃO / VIOLONCELO AUTORIZAÇÃO: Resolução nº 31/93 CONSUNI e Resolução nº 374/2005 CONSUNI RECONHECIMENTO: Decreto Estadual nº 1495/2000

Leia mais

Música quase por acaso. Série Matemática na Escola

Música quase por acaso. Série Matemática na Escola Música quase por acaso Série Matemática na Escola Objetivos 1. Introduzir o conceito de probabilidade de transição; 2. Introduzir Cadeias de Markov; 3. Usar matrizes, estatística e probabilidade para compor

Leia mais

A Música na Antiguidade

A Música na Antiguidade A Música na Antiguidade Josemar Bessa A palavra música deriva de arte das musas em uma referência à mitologia grega, marca fundamental da cultura da antigüidade ocidental. No entanto muitos estudiosos

Leia mais

Informática na Educação: aplicação de Ferramentas Informatizadas no ensino fundamental

Informática na Educação: aplicação de Ferramentas Informatizadas no ensino fundamental Informática na Educação: aplicação de Ferramentas Informatizadas no ensino fundamental Ingrid S. T. Silva Caio J. M. Veloso Ester E. Jeunon y Regina M. S. Moraes Resumo Este projeto teve como propósito

Leia mais

Rua: 22, Quadra O Casa 8, Conj. São Cristóvão, Zumbi II, CEP: 69.084.580 Manaus -AM Fone/fax: (92) 644 5459 / 638 26 67 oela@oela.org.

Rua: 22, Quadra O Casa 8, Conj. São Cristóvão, Zumbi II, CEP: 69.084.580 Manaus -AM Fone/fax: (92) 644 5459 / 638 26 67 oela@oela.org. Rua: 22, Quadra O Casa 8, Conj. São Cristóvão, Zumbi II, CEP: 69.084.580 Manaus -AM Fone/fax: (92) 644 5459 / 638 26 67 oela@oela.org.br www.oela.org.br Ficha catalográfica elaborada por Maria Carmolinda

Leia mais

1.Quem é e o que faz o ícone. musical de nossa era: o DJ?

1.Quem é e o que faz o ícone. musical de nossa era: o DJ? 1.Quem é e o que faz o ícone musical de nossa era: o DJ? Quem é e o que faz o ícone musical de nossa era: o DJ? Nos dias de hoje, quando você pensa em um artista descolado e muito poderoso, esse cara pode

Leia mais

XADREZ PARA EAD: Jogando xadrez com prazer

XADREZ PARA EAD: Jogando xadrez com prazer XADREZ PARA EAD: Jogando xadrez com prazer Autora: ANGELA MARIA DE ALMEIDA PEREIRA Introdução Estamos rodeados por histórias de personagens nobres que ao longo de sua trajetória o xadrez sempre esteve

Leia mais

EDUCAÇÃO MUSICAL: RELATOS DA EXPERIÊNCIA DA REDE MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE FLORIANÓPOLIS

EDUCAÇÃO MUSICAL: RELATOS DA EXPERIÊNCIA DA REDE MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE FLORIANÓPOLIS EDUCAÇÃO MUSICAL: RELATOS DA EXPERIÊNCIA DA REDE MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE FLORIANÓPOLIS RESUMO: O presente trabalho surgiu da reflexão realizada no trabalho de conclusão de curso TCC e constitui-se num

Leia mais

Nível Médio Prova 1: Compreensão leitora e língua em uso

Nível Médio Prova 1: Compreensão leitora e língua em uso TEXTO 1 Leia o texto abaixo e nas alternativas de múltipla escolha, assinale a opção correta. INTERCÂMBIO BOA VIAGEM 1 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 Cursos de intercâmbio são uma

Leia mais

Tutorial: Quenn Anne Game Table Passo-a-Passo elaborado por Marco Pepe (HobbyFun)

Tutorial: Quenn Anne Game Table Passo-a-Passo elaborado por Marco Pepe (HobbyFun) A mesa que vamos construir! Tutorial: Quenn Anne Game Table Projeto: Queen Anne Game Table Lista de Materiais Madeira de 1, 2 e 3 mm de espessura. Pode ser mogno, cedro, balsa, etc. No nosso modelo eu

Leia mais

Mesa de centro com tabuleiro integrado

Mesa de centro com tabuleiro integrado Mesa de centro com tabuleiro integrado Vamos para a mesa Mesa de centro com tabuleiro integrado Esta mesa de centro é genial: ela dispõe de um tabuleiro para que possa mimar as suas vistas com todo o tipo

Leia mais

Gestalt do Objeto. Teoria Geral da Gestalt. Fundamentado Cientificamente na

Gestalt do Objeto. Teoria Geral da Gestalt. Fundamentado Cientificamente na Gestalt do Objeto Sistema de Leitura Visual da Forma Teoria Geral da Gestalt Fundamentado Cientificamente na Psicologia i da Percepção da Forma Prof. Dr. João Gomes Filho... Setembro. 2006 BIBLIOGRAFIA

Leia mais

A Dança é a arte de mexer o corpo, através de uma cadência de movimentos e ritmos, criando uma harmonia própria. Não é somente através do som de uma

A Dança é a arte de mexer o corpo, através de uma cadência de movimentos e ritmos, criando uma harmonia própria. Não é somente através do som de uma Dança Desde 1982, no dia 29 de abril, comemora-se o dia internacional da dança, instituído pela UNESCO em homenagem ao criador do balé moderno, Jean- Georges Noverre. A Dança é a arte de mexer o corpo,

Leia mais

A LINGUAGEM MUSICAL DO MUSICOTERAPEUTA

A LINGUAGEM MUSICAL DO MUSICOTERAPEUTA A LINGUAGEM MUSICAL DO MUSICOTERAPEUTA Rita Bomfati. UNESPAR- FAP ritabomfati1@gmail.com Resumo: A importância da formação musical do musicoterapeuta (conhecimento de ritmos e instrumentos, história da

Leia mais

TEMAS PARA BANCAS DE PSS ÁREA DE MÚSICA TODOS OS PROFESSORES DEVERÃO APRESENTAR O PLANO DE AULA PROCESSO SELETIVO

TEMAS PARA BANCAS DE PSS ÁREA DE MÚSICA TODOS OS PROFESSORES DEVERÃO APRESENTAR O PLANO DE AULA PROCESSO SELETIVO TEMAS PARA BANCAS DE PSS ÁREA DE MÚSICA TODOS OS PROFESSORES DEVERÃO APRESENTAR O PLANO DE AULA PROCESSO SELETIVO Componente Curricular OBOÉ FAGOTE FLAUTA TRANSVERSAL Temas respiração, aplicados ao ensino

Leia mais

0 21 anos: Fase do amadurecimento biológico 21 42 anos: Fase do amadurecimento psicológico mais de 42 anos: Fase do amadurecimento espiritual

0 21 anos: Fase do amadurecimento biológico 21 42 anos: Fase do amadurecimento psicológico mais de 42 anos: Fase do amadurecimento espiritual Por: Rosana Rodrigues Quando comecei a escrever esse artigo, inevitavelmente fiz uma viagem ao meu passado. Lembrei-me do meu processo de escolha de carreira e me dei conta de que minha trajetória foi

Leia mais

PASSO A PASSO: APRESENTAÇÕES EM PREZI 1

PASSO A PASSO: APRESENTAÇÕES EM PREZI 1 1 PASSO A PASSO: APRESENTAÇÕES EM PREZI 1 Juliana Gulka Biblioteca Central da UFSC juliana.gulka@ufsc.br PREZI X POWER POINT Quando falamos em slide hoje, lembramos de powerpoint. O prezi não vai matar

Leia mais