Oficio nº 05/2013 Assunto: Rede de Atenção e Apoio às pessoas com autismo

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Oficio nº 05/2013 Assunto: Rede de Atenção e Apoio às pessoas com autismo"

Transcrição

1 1

2 2 Oficio nº 05/2013 Assunto: Rede de Atenção e Apoio às pessoas com autismo Ao Ministério Público do Estado do Paraná Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Proteção à Saúde Pública Centro de Apoio Operacional de Defesa dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência Ilmos Srs. Procuradores, A Associação de Atendimento e Apoio ao Autista AAMPARA - inscrita no CNPJ sob o número / em parceria com o Curso de Terapia Ocupacional da UFPR, representado pelo Professor Luis Felipe Ferro, vem à presença de V.S. solicitar providências desta respeitável instituição para reivindicar o cumprimento integral das leis Nº , de 27 de dezembro de 2012 e da lei estadual Nº de 30 de abril de 2013, de forma a dar uma atenção imediata a algumas necessidades primordiais da pessoa portadora de autismo. É intenção deste material evitar que novos casos do transtorno do espectro autista (TEA) tenham seu tratamento adiado por diagnóstico tardio e/ou oferecido de forma pouco eficaz, acarretando dificuldades para o indivíduo, sua família e sociedade como um todo. Para instrução deste documento, apresentaremos inicialmente alguns direcionamentos outorgados pelas leis supracitadas, apresentando, em seguida, demandas evidenciadas no município de Curitiba no tocando aos Transtornos do Espectro Autista (TEA) e apontamentos imprescindíveis para o pleno cumprimento desta lei. Em seu epílogo, o material conta, ainda, com argumentações sobre a importância destas ações para garantir atenção adequada à saúde da pessoa com autismo.

3 3 De acordo com a lei Nº /12 que institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista, em seu artigo1º, 1º,incisos I e II estabelece que: 1o Para os efeitos desta Lei, é considerada pessoa com transtorno do espectro autista aquela portadora de síndrome clínica caracterizada na forma dos seguintes incisos I ou II: I - deficiência persistente e clinicamente significativa da comunicação e da interação sociais, manifestada por deficiência marcada de comunicação verbal e não verbal usada para interação social; ausência de reciprocidade social; falência em desenvolver e manter relações apropriadas ao seu nível de desenvolvimento; II - padrões restritivos e repetitivos de comportamentos, interesses e atividades, manifestados por comportamentos motores ou verbais estereotipados ou por comportamentos sensoriais incomuns; excessiva aderência a rotinas e padrões de comportamento ritualizados; interesses restritos e fixos. Institui ainda como uma de suas diretrizes no Artigo 2º, inciso II: A participação da comunidade na formulação de políticas públicas voltadas para as pessoas com transtorno do espectro autista e o controle social da sua implantação, acompanhamento e avaliação. Proporcionando, ainda, instruções normativas para a atenção às pessoas com TEA, a lei traz em seu corpo textual algumas diretrizes abaixo relacionadas: Art. 2º São diretrizes da Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista: I - a intersetorialidade no desenvolvimento das ações e das políticas e no atendimento à pessoa com transtorno do espectro autista; III - a atenção integral às necessidades de saúde da pessoa com transtorno do espectro autista, objetivando o diagnóstico precoce, o atendimento multiprofissional e o acesso a medicamentos e nutrientes; VII - o incentivo à formação e à capacitação de profissionais especializados no atendimento à pessoa com transtorno do espectro autista, bem como a pais e responsáveis; VIII - o estímulo à pesquisa científica, com prioridade para estudos epidemiológicos tendentes a dimensionar a magnitude e as características do problema relativo ao transtorno do espectro autista no País. Parágrafo único. Para cumprimento das diretrizes de que trata este artigo, o poder público poderá firmar contrato de direito público ou convênio com pessoas jurídicas de direito privado. Art. 3º São direitos da pessoa com transtorno do espectro autista: IV - o acesso: a) à educação e ao ensino profissionalizante; b) à moradia, inclusive à residência protegida; c) ao mercado de trabalho;

4 4 d) à previdência social e à assistência social. Parágrafo único. Em casos de comprovada necessidade, a pessoa com transtorno do espectro autista incluída nas classes comuns de ensino regular, nos termos do inciso IV do art. 2 o, terá direito a acompanhante especializado. A Assembleia Legislativa do Estado do Paraná, por sua vez, sancionou no dia 30 de abril de 2013 a Lei nº que institui, no âmbito do Estado do Paraná, as diretrizes para a política estadual de proteção dos direitos da pessoa com Transtorno do Espectro Autista TEA.Esta lei apresenta em seu artigo 2º que: A intersetorialidade deve pautar o desenvolvimento das ações e das políticas no atendimento à pessoa com TEA, aplicáveis através de convênios celebrados entre a Secretaria Estadual da Saúde - SES e a Secretaria Estadual da Educação - SEED e, sempre que possível, procurando envolver as Secretarias Municipais de Saúde, as Secretarias Municipais de Educação, as Universidades Federais e Estaduais e outras Instituições como Fundações e Associações. Em ofício encaminhado pela AAMPARA- Associação para Atendimento e Apoio ao Autista à prefeitura do município de Curitiba, ofício de nº 05/2012 e protocolo na SMS sob o nº /2012, foram requisitadas informações sobre: a epidemiologia do autismo no município; configuração da rede de atendimento ao autista no município, informações sobre os cursos de capacitação ofertados aos profissionais de saúde, como se dá a intervenção precoce do autismo nos equipamentos de saúde e esclarecimento sobre a origem da verba destinada à assistência as pessoas com autismo. Em resposta aos dados epidemiológicos de Transtorno do Espectro Autista (TEA) em Curitiba, a prefeitura de Curitiba informou, de maneira bastante superficial, que o Brasil, de acordo com o Censo de 2000, possui de um a dois milhões de brasileiros que preenchem critérios do TEA, sendo de quatrocentos a seiscentos mil com menos de vinte anos e destes cento e vinte a duzentos mil menores de cinco anos fato que demonstra a importância de ações públicas voltadas a esta população.

5 5 Ainda a partir deste documento puderam ser constatadas algumas ações advindas da prefeitura para a capacitação profissional. Contudo, a capacitação contemplou somente os gestores de dois dos equipamentos de saúde mental e alguns profissionais, quais sejam: Gestor do CAPSi Pinheirinho; Gestor do CAPSi Boa Vista; e profissionais que atuam nos ambulatórios de saúde das três escolas municipais de educação especial e dos centros municipais de atendimento especializado. Esta ação ainda, ao invés de possibilitar capacitação efetiva de seu corpo profissional, contou somente com algumas palestras sobre o tema, sem maior efetividade para a formação dos profissionais para lidarem com a pessoa com autismo. A capacitação, ainda, apresenta-se bastante incipiente quando se leva em consideração as proporções da cidade de Curitiba, que conta com hab. (IBGE, 2013). Dados epidemiológicos mais recentes sugerem que um índice de 60/ (0,6%) da população mundial possuem TEA, portanto, segundo esta estatística, teríamos em Curitiba, aproximadamente, pessoas com transtorno do espectro autista. Com base no que a SMS esclarece no Memonº183/2012 CIS (ANEXOS II e III), pode-se visualizar o atual panorama da rede de atendimento ao autista no município de Curitiba. A rede de cuidados é composta por Unidade Básica de Saúde (UBS), Núcleos de Apoio à Atenção Primária à Saúde (NAAPS), Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) e outros serviços como os ambulatórios e hospitais. Constatamos, a partir da experiência de diferentes familiares, a quantidade reduzida de equipamentos, assim como a fragilidade e incipiência na atenção ao indivíduo com autismo. A urgência, logo, apresenta-se incisiva quanto à ampliação dos equipamentos de maneira a suprir as necessidades desta população, dos pais e familiares. Esta realidade pode ser constatada no oficio nº 955/2013 ASS. SMS em resposta aos questionamentos da AAMPARA no ofício 05/2013 (ANEXOS IV e V)em que as equipes das unidades básicas, que recebem as crianças e acompanham seu desenvolvimento, não receberam quaisquer ações de capacitação,que ficou restrita aos ambulatórios e aos CAPS infantis. Da mesma forma, entende-se que não está sendo utilizado nenhum indicador de risco específico para autismo, embora tenha sido recomendado pela 10ª Conferência Estadual de Saúde do Paraná, realizada no

6 6 ano de 2011, em suas deliberações de nº 88, 89 e 90. A SMS informa ainda que disponibiliza quatro ambulatórios para diagnóstico de TEA, não esclarecendo de que forma ocorre o tratamento após a avaliação. Um estudo realizado recentemente em um CAPSi de São Paulo (VISANI e RABELLO, 2012), publicado pela Revista Latinoamericana de Psicopatologia Fundamental, v. 15, n. 2, p , em junho de 2012, revela a necessidade de intervenção o mais precocemente possível e da importância do acolhimento dos pais,quando estes detectam alguma dificuldade nas respostas dos filhos, conforme podemos perceber na conclusão a seguir: Os dados obtidos no Centro de Atenção Psicossocial Infantil estudado evidenciam o início de um tratamento, para as crianças diagnosticadas com autismo e psicose infantil, mais tarde do que o esperado. Isso se dá, basicamente, por três motivos: a não realização da detecção precoce; a demora por parte de instituições e/ou profissionais de saúde em estabelecer o diagnóstico e realizar um encaminhamento; a insegurança na realização de um tratamento adequado à patologia por parte de profissionais e instituições de saúde.em 78,6% dos casos de crianças autistas, os pais já haviam percebido algo de errado com seus filhos antes de um diagnóstico formal por parte de algum profissional ou instituição de saúde. Nesses casos, sinais foram percebidos, em 36,4% dos casos, quando a criança tinha um ano ou menos; em 27,3%, aos dois anos; e em 18,2% dos casos, quando a criança tinha três anos. (VISANI e RABELLO, 2012, p.300) As pesquisadoras puderam, através deste trabalho, comprovar que os pais são de extrema importância no diagnóstico e que os profissionais da atenção básica devem estar atentos a possíveis relatos dos pais quanto a dificuldades na evolução dos filhos na primeira infância, como podemos ver nesse texto conclusivo da pesquisa mencionada. Os médicos da primeira infância são parceiros indispensáveis, tanto no sentido de viabilizar o tratamento do autismo e das psicoses, de forma progressivamente precoce, quanto para a redução dos descaminhos existentes no percurso de famílias de crianças autistas e psicóticas. Convém lembrar, portanto o fato desses profissionais possuírem acesso privilegiado à dupla mãe/bebê desde os primeiros meses de vida. (VISANI e RABELLO, 2012, p.304) Considerando a Portaria nº 1635/GM, de 12 de setembro de 2002, que coloca a necessidade de organização do atendimento à pessoa portadora de autismo no

7 7 Sistema Único de Saúde e de garantir assistência por intermédio de equipe multiprofissional e multidisciplinar, utilizando-se de métodos e técnicas terapêuticas específicas. Considerando ainda as Unidades Básicas de Saúde (UBS) como porta de entrada do sistema público de saúde, a 10ª Conferência Estadual de Saúde do Paraná, realizada no ano de 2011,sugere em suas deliberações de nº 88, 89 e 90 conforme abaixo relacionadas: 88. Implantar e implementar a rede de saúde em todos os níveis de assistência visando o reconhecimento e estimulação precoce de bebês em situação de risco com idade entre 0 a 3 anos. 89. Promover ações de prevenção ao risco psíquico de bebês com idade entre 0 a 3 anos, por meio da aplicação de Indicadores Clínicos de Risco para o Desenvolvimento Infantil (IRDI), favorecendo os encaminhamentos necessários a programas de estimulação precoce e prevenindo o desenvolvimento de comportamentos autistas, transtornos mentais, dificuldades de aprendizagem, entre outros. 90. Promover capacitação a profissionais de saúde em relação à aplicação do IRDI. Considerando, ainda, as diretrizes outorgadas pela lei Nº /12. Acreditamos ser importante, para contemplar de maneira integral as premissas legais supra-citadas: 1- a implementação no município de Curitiba de dispositivos que garantam a esta população intervenção precoce;2- a capacitação das equipes de saúde e educação para a concreta atuação junto a esta população, assim como capacitação de estudantes da área de saúde quanto ao tema do autismo;3- o levantamento epidemiológico;4- a implementação de um centro especializado para atender de forma adequada os indivíduos portadores de TEA (Transtorno do Espectro Autista); 5- organização de fluxograma institucional e/ou ações que permitam realizar o acompanhamento educacional do estudante com autismo. Abaixo são apresentados maiores embasamentos para as demandas referidas: 1. Implementação no município de Curitiba de dispositivos que garantam diagnóstico e intervenção precoce:

8 8 Utilizando a estrutura oferecida pelo SUS, que disponibiliza atendimento voltado para a criança nas Unidades Básicas de Saúde, responsáveis pelo acompanhamento da criança desde o nascimento,entende-se que,com a capacitação dos médicos e a obrigatoriedade da aplicação do IRDI (Indicadores Clínicos de Risco para o Desenvolvimento Infantil), ou outro que cumpra o objetivo, a enorme dificuldade hoje encontrada pelos pais em obter um diagnóstico efetivo do transtorno do espectro autista poderia mudar em curto prazo. (tabela em anexo). Solicita-se, logo, a implementação da aplicação de Indicadores Clínicos de Risco para o Desenvolvimento Infantil (IRDI) (anexo I) ou outro índice que identifique precocemente o autismo. Ao que se apresenta, expomos os subsídios legais para a requisição através da Lei de dezembro de 2012, a qual prevê em seus artigos 2 e 3: Art. 2º São diretrizes da Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista: III - a atenção integral às necessidades de saúde da pessoa com transtorno do espectro autista, objetivando o diagnóstico precoce, o atendimento multiprofissional e o acesso a medicamentos e nutrientes; Art. 3º São direitos da pessoa com transtorno do espectro autista: III - o acesso a ações e serviços de saúde, com vistas à atenção integral às suas necessidades de saúde, incluindo: a) O diagnóstico precoce, ainda que não definitivo; 2. Capacitação das equipes de educação, saúde e estudantes. Sustentamos a necessidade da promoção de capacitação das equipes de saúde para a aplicação do IRDI ou outro de igual finalidade, assim como para a realização de tratamento focado nas necessidades específicas desta população. Diversas metodologias de trabalho junto ao indivíduo com autismo vêm se consagrando tecnicamente, alguns exemplos são o programa TEACCH, Sistema de Comunicação por trocas de figuras (PECS), e o modelo DIR Floortime. A lei federal n /12 prevê em seu artigo 2: VII - o incentivo à formação e à capacitação de profissionais especializados

9 9 no atendimento à pessoa com transtorno do espectro autista, bem como a pais e responsáveis; Ainda, é importante ressaltar a previsão, no corpo textual da lei n /13, do Estado do Paraná, que imputa obrigação ao Estado quanto à utilização dos docentes das Universidades do Estado no auxílio da formação de profissionais aptos a diagnosticar o TEA precocemente, por meio de cursos, palestras e programas de incentivo profissional. Vale apresentar, ainda, a demanda da citada lei quanto aos incentivos necessários do Estado para capacitar profissionais especializados no atendimento dos TEA e inserir o estudo do autismo no quadro de disciplina dos cursos ligados à área da saúde. Abaixo destacamos a citação ipsis litteris da referida lei: Art. 3 Quando da formulação e implantação das polí ticas públicas em favor das pessoas com TEA, deve o Estado estabelecer as seguintes diretrizes junto às Instituições de Ensino por ele mantidas: I- Utilizar profissionais/docentes das Universidades, de forma a auxiliar o Estado na formação de profissionais aptos a diagnosticar o TEA precocemente, por meio de cursos. Parágrafo Único. O Estado incentivará a formação e capacitação de profissionais especializados no atendimento à pessoa com TEA e, ainda, indicará junto às Universidades Estaduais a inserção no seu quadro de disciplinas do estudo do Autismo em seus cursos de medicina e outros ligados à área da saúde. Esta demanda é bastante importante, visto o movimento de diferentes atores sociais, que proporcionou a promulgação da leiestadual nº17555/13 que ressalta a importância das capacitações tanto para os profissionais da rede de saúde, como para os futuros profissionais que estão saindo das universidades. 3.Levantamento epidemiológico É importante a realização de levantamento da população com diagnóstico de autismo e provável diagnóstico, através de cadastro nas unidades básicas,tanto

10 10 para crianças quanto para jovens e adultos, possibilitando o mapeamento do autismo no município. A lei Estadual nº17555/13, reafirma a importância Art. 3 Quando da formulação e implantação das polí ticas públicas em favor das pessoas com TEA, deve o Estado estabelecer as seguintes diretrizes junto às Instituições de Ensino por ele mantidas: II- Implementar a criação de um cadastro das pessoas com autismo visando a produção de pesquisas que auxiliem as famílias; A lei federal n /12 prevê em seu artigo 2: VIII - o estímulo à pesquisa científica, com prioridade para estudos epidemiológicos tendentes a dimensionar a magnitude e as características do problema relativo ao transtorno do espectro autista no País. 4.Implementação de um centro especializado para atender de forma adequada os indivíduos portadores de TEA (Transtorno do Espectro Autista); Familiares e usuários se deparam cotidianamente com diferentes barreiras nos equipamentos voltados para proporcionar-lhes atenção. As dificuldades são diversas e contemplam desde má formação profissional na atuação junto aos TEA, como falta de estrutura específica que possa contemplar as demandas específicas desta população. Vale ressaltar, a titulo de exemplificação, o cotidiano vivenciado por diversos destes indivíduos e familiares. Diferentes usuários são encaminhados, com grande demora aos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) da região. Nestes equipamentos, as pessoas com TEA, com excessiva aderência a rotinas e padrões de comportamento ritualizados e variados graus de comprometimento sócio afetivo e de comunicação, são colocadas, em grande maioria dos casos, em grupos populosos com pessoas com os transtornos mentais dos mais diversos. Os profissionais passam, então, a realizar atividades terapêuticas, através de brincadeiras ou através das mais variadas oficinas, e, por vezes, a pessoa com autismo permanece isolada das atividades, sem contar com ações em saúde realmente eficazes para seu caso. Por outro lado, alguns atendimentos individuais,

11 11 vivenciados pela maioria dos familiares e usuários, são compostos por encontros conduzidos por profissionais sem formação no tema e com duração bastante reduzida, de 15 a 30 min semanais, que acabam por ter resultados negativos, com desestabilização da pessoa com autismo pela transformação de sua rotina. Por conta das especificidades vivenciadas pela pessoa com TEA, sugere-se, como ação para garantir atendimento de qualidade,a implantação de uma unidade específica para o transtorno em Curitiba, para atendimentos às crianças, adolescentes e adultos autistas do município, trazendo um diferencial em relação a proposta do CAPS. É importante, ainda, por conta das especificidades das demandas desta população, que o equipamento conte com equipe multiprofissional, composta por fonoaudiólogos, dentistas, psicopedagogos, terapeutas ocupacionais, musicoterapeutas, educadores físicos e uma estrutura com ginásio de esportes, piscina e salas de estimulação neurosensorial, de modo a proporcionar amplo tratamento, centralizado em um mesmo espaço, evitando, assim, que os portadores de TEA desorganizem-se pela constante troca de ambientes e profissionais durante o tratamento, atingindo dessa forma uma maior excelência. A título de exemplo, podemos citar uma unidade que funciona com tal proposta em nosso país, o Centro de Atendimento Integrado de Saúde, Educação e Assistência Social, especializado no tratamento e no desenvolvimento da pessoa com Transtornos do Espectro Autista (Centro Municipal do Autismo) * em Manaus. O Centro visa beneficiar uma população estimada em autistas no município e conta com um espaço multidisciplinar onde as secretarias de Assistência Social, Educação e Saúde atuam em conjunto, cada qual em sua especialidade, para dar atendimento ao autista, bem como à sua família, contemplando assim os diferentes níveis de comprometimento da síndrome. Temos também em funcionamento a Casa da Esperança em Fortaleza, CE. A instituição atende 400 autistas em regime de contraturno, com equipe multidisciplinar e uma proposta de trabalho bastante adequada. A instituição é referencia no Brasil e possui experiência acumulada de 20 anos de atuação, subsidiada pelo SUS e outras fontes de captação de recursos, sendo requisitada a dividir suas experiências com entidades de atendimento ao autista do Brasil e de outros países.

12 12 É ainda de conhecimento público a notícia da implantação de um Centro especializado no tratamento da pessoa com autismo em Pelotas no Rio Grande do Sul. A notícia, publicada no site da prefeitura (http://www.pelotas.rs.gov.br/noticias/detalhe.php?controle=mjaxmy0wnc0xoa%25 3D%253D&codnoticia=33991) no dia 18 de abril de 2013 reforça a necessidade de atendimento especializado para esta população. De maneira suplementar, ainda, vale a referência ao posicionamento, em 28 de dezembro de 2001,do meritíssimo juiz Fernando Figueiredo Bartoletti, que julgou procedente a ação civil pública movida pelo MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO contra a Fazenda Pública do Estado de São Paulo (6ª Vara da Fazenda Pública) processo nº (1679/00), condenando-a a custear tratamento especializado em entidade adequada não estatal para o cuidado e assistência aos autistas residentes no Estado de São Paulo, até que providencie unidades especializadas próprias e gratuitas. Após mais de 10 anos desde a ação civil, a saúde pública não tem sido resolutiva em relação ao atendimento aos autistas no Estado e as famílias ainda buscam esse dispositivo para um atendimento adequado aos seus filhos. Ao que se apresenta, ressaltamos aqui a importância da implantação imediata de um Centro Especializado para tratamento de pessoas com autismo no município de Curitiba, responsável pela região, com equipe especializada em TEA. 5. Organização de fluxograma institucional e/ou ações que permitam realizar o acompanhamento educacional do estudante com autismo Conforme determina a lei Nº , de 27 de dezembro de 2012, designar um acompanhante terapêutico e/ou acompanhante escolar especializado, devidamente habilitado, aos alunos com comprovada necessidade, a ser atestada pela escola e/ou profissionais que acompanham a pessoa com TEA, de modo a garantir seu direito à educação e ensino profissionalizante. É importante que a prefeitura de Curitiba possa demonstrar estrutura para proporcionar estes encaminhamentos, tanto enquanto fluxograma institucional, como, pragmaticamente, com a disponibilidade de recursos humanos que possam atender a tal demanda. Em resposta ao questionamento sobre sua participação na capacitação de

13 13 acompanhantes terapêuticos na rede pública de ensino, a SMS em seu ofício nº 955/ 2013, afirmou não ter nenhuma ação quanto a este processo. Ainda, para subsidiar com maior concisão o que se apresenta, inserimos em anexo decisão judicial quanto ao atendimento junto ao Estado de São Paulo.(ANEXO VI). 6. Implementação das diretrizes da lei Nº de 30 de abril de Para que esta lei se cumpra de forma resolutiva e que possa auxiliar a implementação de ações que venham em resposta a esta solicitação, ressaltamos alguns pontos que exigem demanda imediata, tais como: -Inserção no conteúdo das Universidades Estaduais- Planejamento adequado da gestão para que isso ocorra efetivamente; - Ações de Universidades Estaduais para a formação de profissionais junto ao diagnóstico precoce; - Ações públicas para realizar o cadastro das pessoas com autismo para auxiliar a pesquisas que auxiliem a população; - Programação do Estado/municípios para a realização de campanhas educativas para o controle social e elaboração de políticas públicas para esta população; - Programação do Estado para realizar contribuição e estimulação para inserção dos TEA no mercado de trabalho; A exemplo de São Paulo, onde o juiz Fernando Figueiredo Bartoletti, da 6ª vara da Fazenda Pública em 28 de dezembro de 2001 (anexo VI), a Juíza da 9ª Vara de Fazenda Pública do RJ, Dra Georgia Vasconcelos da Cruz, em 30 de Junho de 2011 (anexo VII) condenou o Estado do Rio de Janeiro a providenciar unidades especializadas próprias, gratuitas e em regime integral para o tratamento de saúde, educacional e assistencial aos autistas, tornando definitiva a decisão que antecipou os efeitos da tutela. Da mesma forma que São Paulo, os usuários ainda encontram bastante dificuldade para que essa determinação se cumpra. Com base nas legislações e argumentos supracitados, solicitamos providencias desta respeitável instituição para garantir o cumprimento integral das

14 14 demandas apresentadas pela prefeitura de Curitiba e região. Ressaltamos que tais leis são frutos de movimento de diversos agentes sociais, em especial de pais de autistas, que não encontram na rede pública de saúde o atendimento adequado aos seus filhos. Esta situação gera no núcleo familiar, e por extensão na sociedade brasileira como um todo, uma enorme angústia e sensação de desamparo em relação às políticas de saúde do governo brasileiro. Antecipadamente gratos pela atenção com que fomos agraciados, apresentamos nossos protestos de alta estima e consideração. Rosimere Benites Presidente da AAMPARA Associação de Atendimento e Apoio ao Autista

A MESA DIRETORA Deputado RICARDO MOTTA PRESIDENTE

A MESA DIRETORA Deputado RICARDO MOTTA PRESIDENTE A MESA DIRETORA Deputado RICARDO MOTTA PRESIDENTE Deputado GUSTAVO CARVALHO 1 VICE-PRESIDENTE Deputado LEONARDO NOGUEIRA 2 VICE-PRESIDENTE Deputado GUSTAVO FERNANDES 1 SECRETÁRIO Deputado RAIMUNDO FERNANDES

Leia mais

GOVERNO DO MUNICIPIO DE CONSELHEIRO LAFAIETE GABINETE DO PREFEITO

GOVERNO DO MUNICIPIO DE CONSELHEIRO LAFAIETE GABINETE DO PREFEITO LEI N o 5.641, DE 23 DE JUNHO DE 2014. RECONHECE A PESSOA COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA COMO PORTADORA DE DEFICIÊNCIA PARA OS FINS DE FRUIÇÃO DOS DIREITOS ASSEGURADOS PELA LEI ORGÂNICA E PELAS DEMAIS

Leia mais

Movimento Pró Autista

Movimento Pró Autista POLÍTICAS PÚBLICAS DE ATENDIMENTO PARA AS PESSOAS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO DO AUTISMO Saúde Educação Trabalho Cultura, Esportes e Lazer Transporte Especializado Centros de Convivência Moradias Assistidas

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 07/2015. O Conselho Municipal de Educação - CME, no uso de suas competências e considerando:

RESOLUÇÃO Nº 07/2015. O Conselho Municipal de Educação - CME, no uso de suas competências e considerando: RESOLUÇÃO Nº 07/2015. Estabelece normas para Educação Especial na perspectiva de educação inclusiva para Alunos com necessidades educacionais especiais durante o período escolar em todas as etapas e modalidades

Leia mais

www.aamparaautismo.org.br - aamparaautismo@yahoo.com.br (41) 8416-9537 Rua Pres. Carlos Cavalcanti, 598 Centro Curitiba PR

www.aamparaautismo.org.br - aamparaautismo@yahoo.com.br (41) 8416-9537 Rua Pres. Carlos Cavalcanti, 598 Centro Curitiba PR www.aamparaautismo.org.br - aamparaautismo@yahoo.com.br (41) 8416-9537 Rua Pres. Carlos Cavalcanti, 598 Centro Curitiba PR ROSIMERE BENITES Dados Pessoais: Casada: Reinaldo Benites Filha: Beatriz Benites

Leia mais

A Lei 12.764/12 (Lei Berenice Piana): o que mudou? Renata Flores Tibyriçá Defensora Pública do Estado de São Paulo rtibyrica@defensoria.sp.gov.

A Lei 12.764/12 (Lei Berenice Piana): o que mudou? Renata Flores Tibyriçá Defensora Pública do Estado de São Paulo rtibyrica@defensoria.sp.gov. A Lei 12.764/12 (Lei Berenice Piana): o que mudou? Renata Flores Tibyriçá Defensora Pública do Estado de São Paulo rtibyrica@defensoria.sp.gov.br Artigo 1.º Objeto da Lei e Definição do Transtorno do Espectro

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 Institui o Programa Mais Educação, que visa fomentar a educação integral de crianças, adolescentes e jovens, por meio do apoio a atividades

Leia mais

POLÍTICA ESTADUAL DE ATENÇÃO INTEGRAL ÀS PESSOAS COM DOENÇA FALCIFORME E OUTRAS HEMOGLOBINOPATIAS

POLÍTICA ESTADUAL DE ATENÇÃO INTEGRAL ÀS PESSOAS COM DOENÇA FALCIFORME E OUTRAS HEMOGLOBINOPATIAS POLÍTICA ESTADUAL DE ATENÇÃO INTEGRAL ÀS PESSOAS COM DOENÇA FALCIFORME E OUTRAS HEMOGLOBINOPATIAS Introdução As Hemoglobinopatias compreendem um grupo de distúrbios hereditários que afetam a síntese de

Leia mais

Plano Municipal de Ações Articuladas para as pessoas com deficiência da Cidade de São Paulo

Plano Municipal de Ações Articuladas para as pessoas com deficiência da Cidade de São Paulo Plano Municipal de Ações Articuladas para as pessoas com deficiência da Cidade de São Paulo DIREITOS HUMANOS DIREITOS DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS CONVENÇÃO SOBRE

Leia mais

Carta de Campinas 1) QUANTO AO PROBLEMA DO MANEJO DAS CRISES E REGULAÇÃO DA PORTA DE INTERNAÇÃO E URGÊNCIA E EMERGÊNCIA,

Carta de Campinas 1) QUANTO AO PROBLEMA DO MANEJO DAS CRISES E REGULAÇÃO DA PORTA DE INTERNAÇÃO E URGÊNCIA E EMERGÊNCIA, Carta de Campinas Nos dias 17 e 18 de junho de 2008, na cidade de Campinas (SP), gestores de saúde mental dos 22 maiores municípios do Brasil, e dos Estados-sede desses municípios, além de profissionais

Leia mais

:: Legislação. Unidade: Câmara de Educação Básica. Número: 79/2009 Ano: 2009. Ementa:

:: Legislação. Unidade: Câmara de Educação Básica. Número: 79/2009 Ano: 2009. Ementa: :: Legislação Unidade: Câmara de Básica Número: 79/2009 Ano: 2009 Ementa: Estabelece normas para a Especial, na Perspectiva da Inclusiva para todas as etapas e Modalidades da Básica no Sistema Estadual

Leia mais

Plano Municipal de Enfrentamento ao uso prejudicial de Crack, Álcool e Outras Drogas

Plano Municipal de Enfrentamento ao uso prejudicial de Crack, Álcool e Outras Drogas Plano Municipal de Enfrentamento ao uso prejudicial de Crack, Álcool e Outras Drogas 1. APRESENTAÇÃO e JUSTIFICATIVA: O consumo de crack vem aumentando nas grandes metrópoles, constituindo hoje um problema

Leia mais

ANEXO IV PROPOSTAS APROVADAS NA CONFERÊNCIA ESTADUAL. Eixo MOBILIZAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO MONITORAMENTO

ANEXO IV PROPOSTAS APROVADAS NA CONFERÊNCIA ESTADUAL. Eixo MOBILIZAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO MONITORAMENTO PROPOSTAS APROVADAS NA CONFERÊNCIA ESTADUAL ANEXO IV Eixo MOBILIZAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO MONITORAMENTO 1-Promoção dos Direitos de Crianças e Adolescentes Buscar apoio das esferas de governo (Federal e Estadual)

Leia mais

MÓDULO V Experiência de acolhimento em família solidária Aula 08. 1. Acompanhamento dos casos na modalidade de proteção em Família Solidária

MÓDULO V Experiência de acolhimento em família solidária Aula 08. 1. Acompanhamento dos casos na modalidade de proteção em Família Solidária MÓDULO V Experiência de acolhimento em família solidária Aula 08 Por Leonardo Rodrigues Rezende 1 1. Acompanhamento dos casos na modalidade de proteção em Família Solidária Os casos encaminhados à modalidade

Leia mais

INSTRUÇÃO Nº014/08 - SUED/SEED

INSTRUÇÃO Nº014/08 - SUED/SEED INSTRUÇÃO Nº014/08 - SUED/SEED Estabelece critérios para o funcionamento da Classe Especial nas séries iniciais do Ensino Fundamental, na área dos Transtornos Globais do Desenvolvimento. A Superintendente

Leia mais

8ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE MINAS GERAIS

8ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE MINAS GERAIS 8ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE MINAS GERAIS DOCUMENTO FINAL EIXO 1 PROMOÇÃO DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Ações de mobilização: 1. Ampla mobilização, por

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 030/2013.

PROJETO DE LEI N.º 030/2013. PROJETO DE LEI N.º 030/2013. Institui o Programa Menor Aprendiz no âmbito do Município de Bela Vista de Minas e dá outras providências. O Prefeito Municipal de Bela Vista de Minas, Estado de Minas Gerais,

Leia mais

Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 121, DE 25 DE JANEIRO DE 2012

Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 121, DE 25 DE JANEIRO DE 2012 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 121, DE 25 DE JANEIRO DE 2012 Institui a Unidade de Acolhimento para pessoas

Leia mais

Nota Técnica Conjunta n 02/2015

Nota Técnica Conjunta n 02/2015 Nota Técnica Conjunta n 02/2015 DVSCA/DAPS/SAS/SESA DVPcD/DACC/SAS/SESA Assunto: Esclarecimentos e orientações sobre a coleta obrigatória do Teste do Pezinho nos Hospitais/Maternidades, Públicos e Privados,

Leia mais

Ministério da Educação Secretaria de Educação Especial

Ministério da Educação Secretaria de Educação Especial Ministério da Educação Secretaria de Educação Especial DIRETRIZES OPERACIONAIS DA EDUCAÇÃO ESPECIAL PARA O ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO NA EDUCAÇÃO BÁSICA O Ministério da Educação, por intermédio

Leia mais

O CUIDADO QUE EU PRECISO

O CUIDADO QUE EU PRECISO O CUIDADO QUE EU PRECISO GOVERNO FEDERAL GOVERNO ESTADUAL GOVERNO MUNICIPAL MOVIMENTOS SOCIAIS MEIOS DE COMUNICAÇÃO O CUIDADO QUE EU PRECISO Serviço Hospitalar de Referência AD CAPS AD III Pronto Atendimento

Leia mais

LEI Nº 10.216, DE 6 DE ABRIL DE 2001

LEI Nº 10.216, DE 6 DE ABRIL DE 2001 LEI Nº 10.216, DE 6 DE ABRIL DE 2001 Dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço

Leia mais

Brasília, 27 de maio de 2013.

Brasília, 27 de maio de 2013. NOTA TÉCNICA N o 20 /2013 Brasília, 27 de maio de 2013. ÁREA: Desenvolvimento Social TÍTULO: Fundo para Infância e Adolescência (FIA) REFERÊNCIAS: Lei Federal n o 4.320, de 17 de março de 1964 Constituição

Leia mais

FUNDAMENTOS LEGAIS, PRINCÍPIOS E ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

FUNDAMENTOS LEGAIS, PRINCÍPIOS E ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL FUNDAMENTOS LEGAIS, PRINCÍPIOS E ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL I - Fundamentos legais A Constituição de 1988, inciso IV do artigo 208, afirma: O dever do Estado com a educação será efetivado

Leia mais

Matriciamento em saúde Mental. Experiência em uma UBS do Modelo Tradicional de Atenção Primária à Saúde

Matriciamento em saúde Mental. Experiência em uma UBS do Modelo Tradicional de Atenção Primária à Saúde Matriciamento em saúde Mental Experiência em uma UBS do Modelo Tradicional de Atenção Primária à Saúde Matriciamento - conceito O suporte realizado por profissionais e diversas áreas especializadas dado

Leia mais

Transtornos do Espectro do Autismo

Transtornos do Espectro do Autismo Transtornos do Espectro do Autismo O Município adotou o documento Ministerial, LINHA DE CUIDADO PARA A ATENÇÃO ÀS PESSOAS COM TRANSTORNOS DO ESPECTRO DO AUTISMO E SUAS FAMILIAS NA REDE DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL,

Leia mais

Documento que marca as reformas na atenção à saúde mental nas Américas.

Documento que marca as reformas na atenção à saúde mental nas Américas. CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA Centro de Referência Técnica em Psicologia e Políticas Públicas LEVANTAMENTO DOS MARCOS TEÓRICOS E LEGAIS DO CAPS CENTRO DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL 1. Marco Teórico NORMATIVAS

Leia mais

AUDIÊNCIA PÚBLICA PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO jun/15 GRUPO I META 1

AUDIÊNCIA PÚBLICA PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO jun/15 GRUPO I META 1 AUDIÊNCIA PÚBLICA PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO jun/15 GRUPO I META 1 Universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para as crianças de 4 (quatro) a 5 (cinco) anos de idade e ampliar a oferta

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.626, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2005. Regulamenta a Lei n o 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira

Leia mais

EIXO I - Política de saúde na seguridade social, segundo os princípios da integralidade, universalidade e equidade

EIXO I - Política de saúde na seguridade social, segundo os princípios da integralidade, universalidade e equidade 10ª CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE: OO"TODOS USAM O SUS! SUS NA SEGURIDADE SOCIAL - POLÍTICA PÚBLICA, PATRIMÔNIO DO POVO BRASILEIRO" EIXO I - Política de saúde na seguridade social, segundo os princípios

Leia mais

Ministério da Saúde Área Técnica de Saúde Mental Álcool e outras Drogas Miriam Di Giovanni Curitiba/PR - 12/11/2010

Ministério da Saúde Área Técnica de Saúde Mental Álcool e outras Drogas Miriam Di Giovanni Curitiba/PR - 12/11/2010 Saúde da População em Situação de Rua, com foco em Saúde Mental Consultório de Rua Ministério da Saúde Área Técnica de Saúde Mental Álcool e outras Drogas Miriam Di Giovanni Curitiba/PR - 12/11/2010 Saúde

Leia mais

RECOMENDAÇÃO PRDC/PR/PA nº /2014

RECOMENDAÇÃO PRDC/PR/PA nº /2014 RECOMENDAÇÃO PRDC/PR/PA nº /2014 PR-PA-00032907/2013 Inquérito Civil Público n. 1.23.000.001476/2013-31 O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL, por meio do Procurador da República e Procurador Regional dos Direitos

Leia mais

Campo Mourão, 30 de maio de 2006. Excelentíssimo Senhor NELSON TUREK. DD. Prefeito Municipal. Nesta

Campo Mourão, 30 de maio de 2006. Excelentíssimo Senhor NELSON TUREK. DD. Prefeito Municipal. Nesta Educação Especial - Medidas Jurídicas 2 - Proposta ao Prefeito Municipal - Inclusão de dotação orçamentária específica - Equipe Multidisciplinar - Inclusão de alunos com TDAH Promotoria de Justiça de Proteção

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE 9ª CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE RELATÓRIO FINAL

CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE 9ª CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE RELATÓRIO FINAL 9ª CONFERÊNCIA MUNICIPAL RELATÓRIO FINAL TEMA CENTRAL Saúde e Qualidade de Vida: Política de Estado e Desenvolvimento DIRETRIZES PROPOSTAS PELAS OFICINAS TEMÁTICAS PARA COLOMBO, BIÊNIO 2007-2009, APROVADAS

Leia mais

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html Página 1 de 5 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 1.559, DE 1º DE AGOSTO DE 2008 Institui a Política Nacional

Leia mais

INTERSETORIALIDADE E AUTISMO

INTERSETORIALIDADE E AUTISMO INTERSETORIALIDADE E AUTISMO Daniel de Sousa Filho Psiquiatra da Infância e Adolescência Mestre em Distúrbios do Desenvolvimento UPM Introdução Kanner, 1943 Asperger, 1944 Bleuler, 1906 Transtornos do

Leia mais

I Fórum Municipal sobre Autismo Acessibilidade e Mobilidade Territorial

I Fórum Municipal sobre Autismo Acessibilidade e Mobilidade Territorial I Fórum Municipal sobre Autismo Acessibilidade e Mobilidade Territorial SECRETARIA MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA E DESENVOLVIMENTO SOCIAL Coordenadoria de Proteção Social Especial Março/2014 CONSTITUIÇÃO FEDERAL

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº. 45 -CONSUP/IFAM, de 13 de julho de 2015.

RESOLUÇÃO Nº. 45 -CONSUP/IFAM, de 13 de julho de 2015. RESOLUÇÃO Nº. 45 -CONSUP/IFAM, de 13 de julho de 2015. O Magnífico Reitor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas IFAM, neste ato como Presidente do Conselho Superior, órgão

Leia mais

V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares

V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares: uma política de apoio à gestão educacional Clélia Mara Santos Coordenadora-Geral

Leia mais

GRUPO 3 - TRABALHO e REABILITAÇÃO PROFISSIONAL

GRUPO 3 - TRABALHO e REABILITAÇÃO PROFISSIONAL GRUPO 3 - TRABALHO e REABILITAÇÃO PROFISSIONAL Nº PROPOSTA UF e Nº Original da Proposta 01 Garantir os 20% das vagas, e a efetivação das condições de acesso e permanência AC/08 necessárias para pessoas

Leia mais

CARTA DE SÃO PAULO 5º CONGRESSO BRASILEIRO SOBRE O USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS O USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS E A SEGURANÇA DO PACIENTE

CARTA DE SÃO PAULO 5º CONGRESSO BRASILEIRO SOBRE O USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS O USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS E A SEGURANÇA DO PACIENTE CARTA DE SÃO PAULO 5º CONGRESSO BRASILEIRO SOBRE O USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS O USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS E A SEGURANÇA DO PACIENTE A realização do I Congresso Brasileiro sobre o Uso Racional de Medicamentos

Leia mais

A dificuldade que faz seu filho uma criança especial, o torna ainda mais especial e único para você! WWW.ANJOAZULTO.COM.BR contato@anjoazulto.com.

A dificuldade que faz seu filho uma criança especial, o torna ainda mais especial e único para você! WWW.ANJOAZULTO.COM.BR contato@anjoazulto.com. OS DIREITOS DOS INDIVÍDUOS PORTADORES DO ESPECTRO AUTISTA. A Associação Anjo Azul, por intermédio da sua presidente, Dra. Rosa Helena Ambrósio de Carvalho, apresenta uma cartilha de forma clara, prática

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS SUBSECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA SUPERINTENDÊNCIA DE MODALIDADES E TEMÁTICAS

SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS SUBSECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA SUPERINTENDÊNCIA DE MODALIDADES E TEMÁTICAS SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS SUBSECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA SUPERINTENDÊNCIA DE MODALIDADES E TEMÁTICAS ESPECIAIS DE ENSINO DIRETORIA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL A Política

Leia mais

CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DA EDUCAÇÃO BÁSICA

CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DA EDUCAÇÃO BÁSICA INTERESSADA: Associação Pestalozzi do Ceará EMENTA: Credencia e autoriza o funcionamento da Associação Pestalozzi do Ceará, nesta capital, como Centro de Atendimento Educacional Especializado para complementar

Leia mais

PROPOSTA DE AÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA

PROPOSTA DE AÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA PROPOSTA DE AÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA Proposta de ações para elaboração do Plano Estadual da Pessoa com Deficiência Objetivo Geral: Contribuir para a implementação

Leia mais

A Rede de Atenção à Saúde Mental no Paraná. Coordenação Estadual de Saúde Mental Abril 2014

A Rede de Atenção à Saúde Mental no Paraná. Coordenação Estadual de Saúde Mental Abril 2014 A Rede de Atenção à Saúde Mental no Paraná Coordenação Estadual de Saúde Mental Abril 2014 Da segregação à conquista da cidadania 1980 mobilização dos usuários, familiares e trabalhadores de saúde visando

Leia mais

DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ

DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ EIXO 1 DIREITO À SAÚDE, GARANTIA DE ACESSO E ATENÇÃO DE QUALIDADE Prioritária 1: Manter o incentivo aos Programas do Núcleo Apoio da Saúde da Família

Leia mais

Estado de Mato Grosso Prefeitura Municipal de Itanhangá CNPJ: 07.209.225/0001-00 Gestão 2013/2016

Estado de Mato Grosso Prefeitura Municipal de Itanhangá CNPJ: 07.209.225/0001-00 Gestão 2013/2016 LEI Nº 325/2013 Data: 04 de Novembro de 2013 SÚMULA: Dispõe sobre o Plano Municipal de Políticas Públicas Sobre Drogas, que tem por finalidade fortalecer e estruturar o COMAD como órgão legítimo para coordenar,

Leia mais

Estado do Rio Grande do Sul Conselho Municipal de Educação - CME Venâncio Aires

Estado do Rio Grande do Sul Conselho Municipal de Educação - CME Venâncio Aires Estado do Rio Grande do Sul Conselho Municipal de Educação - CME Venâncio Aires Resolução Nº 02, de 14 de julho de 2010. Regulamenta implementação, no Sistema Municipal de Ensino, do disposto na Resolução

Leia mais

LEI MUNICIPAL Nº 871/2010, de 08-02-10.

LEI MUNICIPAL Nº 871/2010, de 08-02-10. LEI MUNICIPAL Nº 871/2010, de 08-02-10. DISPÕE SOBRE A CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA EMERGENCIAL DE PROFISSIONAIS PARA ÁREA MÉDICA ESPECIALIZADA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. IRANI LEONARDO CHERINI PREFEITO MUNICIPAL

Leia mais

III Mostra Nacional de Produção em Saúde da Família IV Seminário Internacional de Atenção Primária / Saúde da Família Brasília, 05 a 08 de Agosto de

III Mostra Nacional de Produção em Saúde da Família IV Seminário Internacional de Atenção Primária / Saúde da Família Brasília, 05 a 08 de Agosto de III Mostra Nacional de Produção em Saúde da Família IV Seminário Internacional de Atenção Primária / Saúde da Família Brasília, 05 a 08 de Agosto de 2008 Apoio Matricial em Saúde Mental: a Iniciativa de

Leia mais

EIXO 5 GESTÃO DA POLÍTICA NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS

EIXO 5 GESTÃO DA POLÍTICA NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS EIXO 5 GESTÃO DA POLÍTICA NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS Garantir a elaboração e implementação da política e do Plano Decenal

Leia mais

6 Considerações finais

6 Considerações finais 6 Considerações finais Este pesquisa objetivou investigar como vem se caracterizando o processo de reforma psiquiátrica em Juiz de Fora e suas repercussões no trabalho dos assistentes sociais no campo

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 6.094, DE 24 DE ABRIL DE 2007. Dispõe sobre a implementação do Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação, pela União

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 101 DE 17 DE MARÇO DE 2005 (*)

RESOLUÇÃO Nº 101 DE 17 DE MARÇO DE 2005 (*) RESOLUÇÃO Nº 101 DE 17 DE MARÇO DE 2005 (*) Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente Dispõe sobre os Procedimentos e critérios para a aprovação de projetos a serem financiados com recursos

Leia mais

Ação Integrada Centro Legal Nova Luz (Cracolândia) Cidade de Sao Paulo. Luca Santoro Gomes Cooordenadoria de Atencao as Drogas Secretaria Municipal

Ação Integrada Centro Legal Nova Luz (Cracolândia) Cidade de Sao Paulo. Luca Santoro Gomes Cooordenadoria de Atencao as Drogas Secretaria Municipal II JORNADA REGIONAL SOBRE DROGAS ABEAD/MPPE Recife, 9&10 Setembro Ação Integrada Centro Legal Nova Luz (Cracolândia) Cidade de Sao Paulo. Luca Santoro Gomes Cooordenadoria de Atencao as Drogas Secretaria

Leia mais

Diretrizes de Aplicação Saúde mental de servidores públicos da Administração direta, autárquica e funcacional

Diretrizes de Aplicação Saúde mental de servidores públicos da Administração direta, autárquica e funcacional Diretrizes de Aplicação Saúde mental de servidores públicos da Administração direta, autárquica e funcacional CAPÍTULO I PRINCÍPIOS NORTEADORES Art. 1º Os procedimentos em saúde mental a serem adotados

Leia mais

3.1 Planejar, organizar logística e tecnicamente das Oficinas temáticas de formação da Agentes de Prevenção e seus parceiros locais.

3.1 Planejar, organizar logística e tecnicamente das Oficinas temáticas de formação da Agentes de Prevenção e seus parceiros locais. EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 10/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 10/2012 TIPO: MELHOR TÉCNICA O Centro de Promoção da Saúde, entidade privada sem fins lucrativos, inscrita

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE... TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE... TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE... TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE..., representado, neste ato, pelos(as) Promotores(as) de Justiça das Comarcas de (NOMES),

Leia mais

SAÚDE MENTAL E ATENÇÃO BÁSICA O VÍNCULO E O DIÁLOGO NECESSÁRIOS ÍNDICE

SAÚDE MENTAL E ATENÇÃO BÁSICA O VÍNCULO E O DIÁLOGO NECESSÁRIOS ÍNDICE MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES PROGRAMÁTICAS ESTRATÉGICAS / DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO GERAL DE SAÚDE MENTAL COORDENAÇÃO DE GESTÃO DA ATENÇÃO BÁSICA

Leia mais

Crack, é possível vencer

Crack, é possível vencer Crack, é possível vencer Prevenção Educação, Informação e Capacitação Aumento da oferta de tratamento de saúde e atenção aos usuários Autoridade Enfrentamento ao tráfico de drogas e às organizações criminosas

Leia mais

INCENTIVO PARA O FINANCIAMENTO DAS AÇÕES DESENVOLVIDAS POR CASAS DE APOIO PARA PESSOAS VIVENDO COM HIV/AIDS

INCENTIVO PARA O FINANCIAMENTO DAS AÇÕES DESENVOLVIDAS POR CASAS DE APOIO PARA PESSOAS VIVENDO COM HIV/AIDS NOTA TÉCNICA 32/2011 INCENTIVO PARA O FINANCIAMENTO DAS AÇÕES DESENVOLVIDAS POR CASAS DE APOIO PARA PESSOAS VIVENDO COM HIV/AIDS Brasília, 18 de agosto de 2011. INCENTIVO PARA O FINANCIAMENTO DAS AÇÕES

Leia mais

Data: 21 de março de 2013. Assunto: Orientação aos Sistemas de Ensino para a implementação da Lei nº 12.764/2012

Data: 21 de março de 2013. Assunto: Orientação aos Sistemas de Ensino para a implementação da Lei nº 12.764/2012 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão Diretoria de Políticas de Educação Especial Esplanada dos Ministérios, Bloco L, Anexo I, 4º andar, sala 412

Leia mais

Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006

Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006 Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006 Realização: Ágere Cooperação em Advocacy Apoio: Secretaria Especial dos Direitos Humanos/PR Módulo III: Conselhos dos Direitos no

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PINHAIS

PREFEITURA MUNICIPAL DE PINHAIS LEI Nº 1059, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2009. Dispõe sobre a Organização do Sistema Municipal de Ensino do Município de Pinhais e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE PINHAIS,, aprovou e eu, PREFEITO

Leia mais

Plano Integrado de Capacitação de Recursos Humanos para a Área da Assistência Social PAPÉIS COMPETÊNCIAS

Plano Integrado de Capacitação de Recursos Humanos para a Área da Assistência Social PAPÉIS COMPETÊNCIAS PAPÉIS E COMPETÊNCIAS O SERVIÇO PSICOSSOCIAL NO CREAS... O atendimento psicossocial no serviço é efetuar e garantir o atendimento especializado (brasil,2006). Os profissionais envolvidos no atendimento

Leia mais

SECRETARIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL

SECRETARIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SECRETARIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL -Principais serviços que a Assistência Social possui para atendimento de idosos: - Proteção Social Básica (atendimento preventivo) - Centro de Convivência do Idoso - atualmente

Leia mais

Considerando a Portaria nº 1.168/GM, de 15 de junho de 2004, que institui a Política Nacional de Atenção ao Portador de Doença Renal;

Considerando a Portaria nº 1.168/GM, de 15 de junho de 2004, que institui a Política Nacional de Atenção ao Portador de Doença Renal; SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE PORTARIA Nº 211, DE 15 DE JUNHO DE 2004 O Secretário de Atenção à Saúde, no uso de suas atribuições; Considerando a Portaria nº 1.168/GM, de 15 de junho de 2004, que institui

Leia mais

PORTARIA Nº 3.088, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2011 Legislações - GM Seg, 26 de Dezembro de 2011 00:00

PORTARIA Nº 3.088, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2011 Legislações - GM Seg, 26 de Dezembro de 2011 00:00 PORTARIA Nº 3.088, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2011 Legislações - GM Seg, 26 de Dezembro de 2011 00:00 PORTARIA Nº 3.088, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2011 Institui a Rede de Atenção Psicossocial para pessoas com sofrimento

Leia mais

PORTARIA Nº 94, DE 14 DE JANEIRO DE 2014

PORTARIA Nº 94, DE 14 DE JANEIRO DE 2014 MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 94, DE 14 DE JANEIRO DE 2014 MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO DOU de 15/01/2014 (nº 10, Seção 1, pág. 37) Institui o serviço de avaliação e

Leia mais

Art. 2º - São diretrizes da Política Municipal de Educação Alimentar e Combate à Obesidade:

Art. 2º - São diretrizes da Política Municipal de Educação Alimentar e Combate à Obesidade: PROJETO DE LEI N. 426/2013 ESTADO DO AMAZONAS ESTABELECE diretrizes para a Política Municipal de Educação Alimentar Escolar e Combate à Obesidade, e dá outras providências. Art.1º - O Poder Público Municipal,

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE ATENDIMENTO SÓCIOEDUCATIVO DO MUNICÍPIO DE ESPÍRITO SANTO/RN

PLANO MUNICIPAL DE ATENDIMENTO SÓCIOEDUCATIVO DO MUNICÍPIO DE ESPÍRITO SANTO/RN PLANO MUNICIPAL DE ATENDIMENTO SÓCIOEDUCATIVO DO MUNICÍPIO DE ESPÍRITO SANTO/RN ESPÍRITO SANTO/RN, OUTUBRO DE 2014. FRANCISCO ARAÚJO DE SOUZA PREFEITO MUNICIPAL DE ESPÍRITO SANTO/RN ELIZANGELA FREIRE DE

Leia mais

Of. Circular nº 16/12-CAO/Saúde-i (c./) Curitiba, 17 de outubro de 2012.

Of. Circular nº 16/12-CAO/Saúde-i (c./) Curitiba, 17 de outubro de 2012. MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARANÁ Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Proteção à Saúde Pública Of. Circular nº 16/12-CAO/Saúde-i (c./) Curitiba, 17 de outubro de 2012. Prezada(o) Colega.

Leia mais

Projeto Amplitude. Plano de Ação 2015. Conteúdo

Projeto Amplitude. Plano de Ação 2015. Conteúdo Projeto Amplitude Plano de Ação 2015 P r o j e t o A m p l i t u d e R u a C a p i t ã o C a v a l c a n t i, 1 4 7 V i l a M a r i a n a S ã o P a u l o 11 4304-9906 w w w. p r o j e t o a m p l i t u

Leia mais

Política de humanização no estado de São Paulo

Política de humanização no estado de São Paulo Artigo Política de humanização no estado de São Paulo Por Eliana Ribas A autora é psicanalista e doutora em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Atua como coordenadora

Leia mais

Construção de Redes Intersetoriais para a atenção dos usuários em saúde mental, álcool, crack e outras drogas

Construção de Redes Intersetoriais para a atenção dos usuários em saúde mental, álcool, crack e outras drogas Construção de Redes Intersetoriais para a atenção dos usuários em saúde mental, álcool, crack e outras drogas EDUCAÇÃO PERMANENTE SAÚDE MENTAL - CGR CAMPINAS MÓDULO GESTÃO E PLANEJAMENTO 2012 Nelson Figueira

Leia mais

LEI N.º 7.390, DE 6 DE MAIO DE 2015

LEI N.º 7.390, DE 6 DE MAIO DE 2015 LEI N.º 7.390, DE 6 DE MAIO DE 2015 Institui o Sistema Municipal de Assistência Social do Município de Santo Antônio da Patrulha e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL de Santo Antônio da Patrulha,

Leia mais

PROJETO DE ESTRUTURAÇÃO SAÚDE PÚBLICA Prefeitura Municipal de Itapeva - SP. Maio de 2014

PROJETO DE ESTRUTURAÇÃO SAÚDE PÚBLICA Prefeitura Municipal de Itapeva - SP. Maio de 2014 PROJETO DE ESTRUTURAÇÃO SAÚDE PÚBLICA Prefeitura Municipal de Itapeva - SP Maio de 2014 UMA RÁPIDA VISÃO DA SAÚDE PÚBLICA NO BRASIL HOJE Estrutura com grandes dimensões, complexa, onerosa e com falta de

Leia mais

LEI Nº 4.791 DE 2 DE ABRIL DE

LEI Nº 4.791 DE 2 DE ABRIL DE Lei nº 4791/2008 Data da Lei 02/04/2008 O Presidente da Câmara Municipal do Rio de Janeiro nos termos do art. 79, 7º, da Lei Orgânica do Município do Rio de Janeiro, de 5 de abril de 1990, não exercida

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL EM GENÉTICA CLÍNICA

POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL EM GENÉTICA CLÍNICA NOTA TÉCNICA 05 2007 POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL EM GENÉTICA CLÍNICA Versão preliminar Brasília, 20 de março de 2007. POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL EM GENÉTICA CLÍNICA 1. Antecedentes

Leia mais

RESOLUÇÃO CONJUNTA CNAS/CONANDA Nº 001 DE 09 DE JUNHO DE 2010

RESOLUÇÃO CONJUNTA CNAS/CONANDA Nº 001 DE 09 DE JUNHO DE 2010 RESOLUÇÃO CONJUNTA CNAS/CONANDA Nº 001 DE 09 DE JUNHO DE 2010 Estabelece parâmetros para orientar a constituição, no âmbito dos Estados, Municípios e Distrito Federal, de Comissões Intersetoriais de Convivência

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2015

PROJETO DE LEI Nº, DE 2015 PROJETO DE LEI Nº, DE 2015 (Do Sr. Victor Mendes) Altera a redação do parágrafo único do art. 3º e os artigos 5º e 7º da Lei nº 12.764, de 27 de dezembro de 2012, que institui a Política Nacional de Proteção

Leia mais

Pearson Education do Brasil. Orientações aos Municípios para Solicitação de. Implantação de Salas de Recursos Multifuncionais

Pearson Education do Brasil. Orientações aos Municípios para Solicitação de. Implantação de Salas de Recursos Multifuncionais Pearson Education do Brasil Orientações aos Municípios para Solicitação de Implantação de Salas de Recursos Multifuncionais Outubro de 2012 Apresentação Este documento oferece orientações para que os gestores

Leia mais

NÚCLEO DE ASSESSORIA TÉCNICA PSICOSSOCIAL - NAT

NÚCLEO DE ASSESSORIA TÉCNICA PSICOSSOCIAL - NAT NÚCLEO DE ASSESSORIA TÉCNICA PSICOSSOCIAL - NAT O desenvolvimento do Vale do Ribeira: Dando continuidade aos trabalhos já realizados pelo Núcleo de Assessoria Técnica Psicossocial NAT e, em atendimento

Leia mais

Saúde M ent en al t --Álco Ál o co l o le Dro Dr g o as

Saúde M ent en al t --Álco Ál o co l o le Dro Dr g o as Saúde Mental-Álcool e Drogas Atenção Básica O nosso modelo tem como proposta a superação da lógica hospitalocêntrica, pressupondo a implantação de serviços substitutivos ao hospital psiquiátrico, quer

Leia mais

Políticas Setoriais Secretarias Municipais: Saúde, Assistência Social, Educação, Direitos Humanos(quando houver). Participações Desejáveis

Políticas Setoriais Secretarias Municipais: Saúde, Assistência Social, Educação, Direitos Humanos(quando houver). Participações Desejáveis PARÂMETROS PARA A CONSTITUIÇÃO DAS COMISSÕES INTERSETORIAIS DE ACOMPANHAMENTO DO PLANO NACIONAL DE PROMOÇÃO, PROTEÇÃO E DEFESA DO DIREITO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES À CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA

Leia mais

PROJETO DE LEI N O, DE 2004

PROJETO DE LEI N O, DE 2004 PROJETO DE LEI N O, DE 2004 (Do Sr. Wladimir Costa) Dispõe sobre o atendimento educacional especializado em classes hospitalares e por meio de atendimento pedagógico domiciliar. O Congresso Nacional decreta:

Leia mais

DECRETO Nº 1948 QUE REGULAMENTA A POLÍTICA NACIONAL DO IDOSO

DECRETO Nº 1948 QUE REGULAMENTA A POLÍTICA NACIONAL DO IDOSO DECRETO Nº 1948 QUE REGULAMENTA A POLÍTICA NACIONAL DO IDOSO Presidência da República Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 1.948, DE 3 DE JULHO DE 1996. Regulamenta a Lei n 8.842, de 4 de janeiro

Leia mais

Gestão do Paciente com Deficiência Uma visão Prática da Terapia Ocupacional e da Fisioterapia

Gestão do Paciente com Deficiência Uma visão Prática da Terapia Ocupacional e da Fisioterapia Gestão do Paciente com Deficiência Uma visão Prática da Terapia Ocupacional e da Fisioterapia Percentual de pessoas com deficiência no Brasil..segundo Censo 2000: 14,5% Deficientes 85,5% Não Deficientes

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 105, DE 2008

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 105, DE 2008 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 105, DE 2008 Altera o art. 2º da Lei nº 7.853, de 24 de outubro de 1989, que dispõe sobre o apoio às pessoas com deficiência, para prever incentivo ao empreendedorismo. O SENADO

Leia mais

Assunto: Orientações para a Organização de Centros de Atendimento Educacional Especializado

Assunto: Orientações para a Organização de Centros de Atendimento Educacional Especializado Ministério da Educação Secretaria de Educação Especial Esplanada dos Ministérios, Bloco L 6º andar - Gabinete -CEP: 70047-900 Fone: (61) 2022 7635 FAX: (61) 2022 7667 NOTA TÉCNICA SEESP/GAB/Nº 9/2010 Data:

Leia mais

Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas investe R$ 400 milhões em ações de saúde, assistência e repressão ao tráfico

Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas investe R$ 400 milhões em ações de saúde, assistência e repressão ao tráfico Presidência da República Secretaria de Imprensa. Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas investe R$ 400 milhões em ações de saúde, assistência e repressão ao tráfico Em resposta aos desafios

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE. CAPÍTULO I Da Finalidade. CAPÍTULO II Dos Princípios, Objetivos e Metas Seção I Dos Princípios

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE. CAPÍTULO I Da Finalidade. CAPÍTULO II Dos Princípios, Objetivos e Metas Seção I Dos Princípios LEI N. 1.343, DE 21 DE JULHO DE 2000 Institui a Política Estadual do Idoso - PEI e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE seguinte Lei: FAÇO SABER que a Assembléia Legislativa do Estado

Leia mais

RESOLUÇÃO N. 010 /CME/2011 (*) APROVADA EM 28.07.2011. O CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DO MUNICÍPIO DE MANAUS, no uso de suas atribuições legais e;

RESOLUÇÃO N. 010 /CME/2011 (*) APROVADA EM 28.07.2011. O CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DO MUNICÍPIO DE MANAUS, no uso de suas atribuições legais e; RESOLUÇÃO N. 010 /CME/2011 (*) APROVADA EM 28.07.2011 Institui os procedimentos e orientações para Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva no Sistema Municipal de Ensino de Manaus. O CONSELHO

Leia mais

Câmara Municipal de Uberaba A Comunidade em Ação LEI Nº 7.904

Câmara Municipal de Uberaba A Comunidade em Ação LEI Nº 7.904 A Comunidade em Ação LEI Nº 7.904 Disciplina a Política Municipal de Enfrentamento à Violência Sexual e dá outras providências. O Povo do Município de Uberaba, Estado de Minas Gerais, por seus representantes

Leia mais

PORTARIA No- 2.554, DE 28 DE OUTUBRO DE 2011

PORTARIA No- 2.554, DE 28 DE OUTUBRO DE 2011 PORTARIA No- 2.554, DE 28 DE OUTUBRO DE 2011 Institui, no Programa de Requalificação de Unidades Básicas de Saúde, o Componente de Informatização e Telessaúde Brasil Redes na Atenção Básica, integrado

Leia mais

REDE DE PROTEÇÃO SOCIAL À CRIANÇA E AO ADOLESCENTE MUNICÍPIO DE LONDRINA PERGUNTAS E RESPOSTAS

REDE DE PROTEÇÃO SOCIAL À CRIANÇA E AO ADOLESCENTE MUNICÍPIO DE LONDRINA PERGUNTAS E RESPOSTAS REDE DE PROTEÇÃO SOCIAL À CRIANÇA E AO ADOLESCENTE MUNICÍPIO DE LONDRINA PERGUNTAS E RESPOSTAS 1- O QUE É O TRABALHO INTERSETORIAL DA REDE DE PROTEÇÃO SOCIAL? É uma diretriz de todas as políticas públicas

Leia mais

CURSO DE ATUALIZAÇÃO. Gestão das Condições de Trabalho e Saúde dos Trabalhadores da Saúde

CURSO DE ATUALIZAÇÃO. Gestão das Condições de Trabalho e Saúde dos Trabalhadores da Saúde CURSO DE ATUALIZAÇÃO Gestão das Condições de Trabalho e Saúde dos Trabalhadores da Saúde Por uma política de saúde do trabalhador do SUS na Secretaria Municipal de Divinópolis/MG Marília Fraga Cerqueira

Leia mais

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº 125/10. MENSAGEM Nº 011/2010 Curitiba, 10 de fevereiro de 2010

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº 125/10. MENSAGEM Nº 011/2010 Curitiba, 10 de fevereiro de 2010 PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº 125/10 MENSAGEM Nº 011/2010 Curitiba, 10 de fevereiro de 2010 Senhor Presidente, Tenho a honra de encaminhar a Vossa Excelência, para ser apreciado por essa Assembléia Legislativa,

Leia mais