Redes Intersetoriais no Campo da Saúde Mental Infanto-Juvenil

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Redes Intersetoriais no Campo da Saúde Mental Infanto-Juvenil"

Transcrição

1 Redes Intersetoriais no Campo da Saúde Mental Infanto-Juvenil Cintia Santos Nery dos Anjos 1 O tema deste estudo refere-se a operacionalização da intersetorialidade no campo da Saúde Mental Infanto-Juvenil e a construção do trabalho em rede, um dos pilares da Política de Saúde Mental pública para crianças e adolescentes. Pretendemos levantar alguns pontos que consideramos importantes referentes às estratégias adotadas pelos Centros de Atenção Psicossocial Infanto-Juvenil (CAPSI s) para a construção de redes intersetoriais que efetivem o acesso da clientela infanto-juvenil portadora de transtornos mentais às demais Políticas Públicas. Utilizamos a abordagem teórica que enfatiza o estabelecimento de redes entre diversos atores, a partir da noção de vínculo. Segundo Rovere (apud Fleury, 2007), na análise das redes, o foco encontra-se na análise das relações sociais que se estabelecem entre indivíduos e instituições. E são essas relações que são passíveis de análise para se compreender o sentido das ações sociais. No sentido de compreender os processos que envolvem a construção de redes intersetoriais no âmbito do cuidado em Saúde Mental à crianças e adolescentes, cabe ressaltar as transformações no campo da saúde mental infanto-juvenil a partir de meados da década de 90 e início dos anos 2000, quando, no bojo da implementação da política de saúde mental, se dá a inclusão do atendimento a esta clientela na agenda pública, a partir da publicação pelo Ministério da Saúde, da Portaria 336, que dispõe sobre a 1 Assistente Social do Hospital Federal de Bonsucesso (Ministério da Saúde), Especialista em Saúde Mental pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Mestranda de Saúde Pública pela ENSP/FIOCRUZ. País: Brasil Tel:

2 implementação dos Centro de Atenção Psicossocial Infanto-Juvenis e da Portaria nº 1.608, de 03 de agosto de 2004, que institui o Fórum Nacional sobre Saúde Mental Infanto-Juvenil. A este momento histórico vincula-se ainda o Movimento de Reforma Sanitária brasileiro, que culminou em reformulações profundas na Política de Saúde, materializada com a implantação do Sistema Único Saúde. Historicamente a assistência a crianças e adolescentes portadores de transtornos mentais no Brasil foi relegada pelo Estado ao campo filantrópico, ficando o cuidado a este segmento a cargo de instituições fechadas, que trabalhavam a partir da concepção de criança deficiente. A assistência oferecida acabava por reforçar o isolamento e a homogeneização da clientela infanto-juvenil, gerando uma legião de crianças e adolescentes portadores de transtornos mentais sendo tratados a partir da concepção de deficiência mental ou delinquência 1. A partir do Movimento de Reforma Psiquiátrica, movimento iniciado em finais da década de 70 e início da década de 80, que inaugura um novo modelo de atenção baseado no cuidado extramuros e no investimento na construção de redes de serviços assistenciais que promovam a convivência social e familiar, colocou-se o desafio de incluir no debate político no campo da saúde mental a superação do modelo asilar e a inclusão da assistência a crianças e adolescentes na agenda pública, considerando-se a lacuna existente no campo público referente a assistência em saúde mental à esta clientela. Com a tomada de responsabilidade do atendimento em Saúde Mental desta clientela pelo Estado e com a implementação da Política de Saúde Mental Infanto-

3 Juvenil, executada pelos centros de atenção psicossocial infanto-juvenis, ambulatórios ampliados, centros de convivência e centros de atenção diária, outros desafios são percebidos a partir dos princípios colocados por esta política, que prevê o acolhimento universal, o encaminhamento implicado, o conceito de territorialidade no diz respeito às referências psicossociais e culturais dos sujeitos, a construção permanente de redes e a intersetorialidade na ação do cuidado. os serviços de saúde mental infanto-juvenil, dentro da perspectiva que hoje rege as políticas de saúde mental no setor, devem assumir uma função social que extrapola o fazer meramente técnico do tratar, e que se traduz em ações, tais como acolher, escutar, cuidar, possibilitar ações emancipatórias, melhorar a qualidade de vida da pessoa portadora de sofrimento mental, tendo-a como um ser integral com direito a plena participação e inclusão em sua comunidade, partindo de uma rede de cuidados que leve em conta as singularidades de cada um e as construções que cada sujeito faz a partir de seu quadro. (Caminhos para uma Saúde Mental Infanto-Juvenil, 2005). Assim a construção de redes intersetoriais que consideram as especificidades da clientela infanto-juvenil está presente no conjunto de políticas públicas voltadas para este segmento e pressupõe uma interlocução permanente com os órgãos, instituições e sistemas que prestam atendimento nas diversas esferas do Estado e da Sociedade Civil, como prevê o Estatuto da Criança e do adolescente no que se refere à política de atendimento, no art. 86: A política de atendimento dos direitos da criança e adolescente faz-se á através de um conjunto articulado de ações governamentais e não governamentais, da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios (Estatuto da Criança e do Adolescente,1990) No entanto, cabe destacar dois fatores que marcam a assistência a este segmento populacional. O primeiro refere-se à implantação tardia de uma Política Pública neste

4 campo o que coloca consequências para a implementação de mudanças no aspecto cultural e operacional para instituição de práticas intersetoriais. O cuidado a este seguimento, como previsto nas legislações citadas acima, frequentemente convoca a intervenção de diversos setores, que assumem as situações a partir de seus mandatos, isoladamente. Estes setores, como Educação, Justiça, Assistência Social, Conselhos Tutelares e a própria Saúde, apesar dos marcos legais que preconizam a assistência integral, integrada e universal, historicamente desenvolvem suas ações marcadas pelos mandatos e referenciais construídos em seus campos de saber. Não raro verificam-se situações de crianças e adolescentes com problemas de conduta sendo acompanhados somente pelo setor de justiça, assim como situações de depressão, hiperatividade e agitação sendo acompanhadas pelas instituições de ensino, sem a participação de serviços de saúde mental. Tal isolamento gera sobreposição de ações e subutilização de serviços como os CAPS e ambulatórios de Saúde Mental. Um segundo fator a ser apontado é a constituição do Centro de Atenção Psicossocial Infanto-Juvenil (CAPSI) como articulador de redes de atenção para esta clientela território de sua responsabilidade. Dentro desta perspectiva o CAPSI assume o desafio de mapear, articular e organizar ações que viabilizem a formação de redes de atenção junto aos demais setores, considerando a peculiaridade da clientela em questão. Neste sentido entendemos que o cotidiano dos serviços de atenção à saúde mental de crianças e adolescentes se constitui campo contínuo de criação de estratégias para a operacionalização da intersetorialidade e para construção do trabalho em rede, o que sugere um debate constante entre as instituições e esferas envolvidas no cuidado destinado às crianças e adolescentes em sofrimento psíquico.

5 Referência Bibliográfica AMARANTE, P. (Coord.) Loucos pela vida: a trajetória da reforma psiquiátrica no Brasil. Rio de Janeiro: Fiocruz, BRASIL Lei no Estatuto da Criança e do Adolescente.. MINISTÉRIO DA SAÚDE. SECRETARIA EXECUTIVA. SECRETARIA DEATENÇÃO À SAÚDE. Legislação em Saúde Mental: Brasília, Ministério da Saúde, MINISTÉRIO DA SAÚDE. SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES PROGRAMÁTICAS ESTRATÉGICAS. Caminhos para uma Política de Saúde Mental Infanto-Juvenil. Brasília, Ministério da Saúde, BRAVO, M.I. Política de Saúde no Brasil. In: MOTA, A.E. [et al.] (orgs.) Serviço Social e Saúde. São Paulo: OPAS, OMS, Ministério da Saúde, COUTO, M.C.V.; DUARTE, C.S.; DELGADO, P.G.D. A Saúde Mental Infantil na Saúde Pública Brasileira: situação atual e desafios. Revista Brasileira de Psiquiatria 2008;30(4): TEIXEIRA, Sonia Maria Fleury. Gestão de Redes: a estratégia da regionalização da política de saúde. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2007.

SAÚDE MENTAL NA RODA :A SENSIBILIZAÇÃO DOS TRABALHADORES DA REDE DE ATENÇÃO BÁSICA

SAÚDE MENTAL NA RODA :A SENSIBILIZAÇÃO DOS TRABALHADORES DA REDE DE ATENÇÃO BÁSICA SAÚDE MENTAL NA RODA :A SENSIBILIZAÇÃO DOS TRABALHADORES DA REDE DE ATENÇÃO BÁSICA Romaldo Bomfim Medina Jr 1 Luciane Silva Ramos 2 Fernanda Franceschi de Freitas 3 Carmem Lúcia Colomé Beck 4 O movimento

Leia mais

Carta de Campinas 1) QUANTO AO PROBLEMA DO MANEJO DAS CRISES E REGULAÇÃO DA PORTA DE INTERNAÇÃO E URGÊNCIA E EMERGÊNCIA,

Carta de Campinas 1) QUANTO AO PROBLEMA DO MANEJO DAS CRISES E REGULAÇÃO DA PORTA DE INTERNAÇÃO E URGÊNCIA E EMERGÊNCIA, Carta de Campinas Nos dias 17 e 18 de junho de 2008, na cidade de Campinas (SP), gestores de saúde mental dos 22 maiores municípios do Brasil, e dos Estados-sede desses municípios, além de profissionais

Leia mais

REDE DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL. Patricia Maia von Flach

REDE DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL. Patricia Maia von Flach REDE DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL Patricia Maia von Flach Rede de Atenção Psicossocial PORTARIA 3088 DE 23 DE DEZEMBRO DE 2011 OBJETIVOS: I - Ampliar o acesso à atenção psicossocial da população em geral; II

Leia mais

Documento que marca as reformas na atenção à saúde mental nas Américas.

Documento que marca as reformas na atenção à saúde mental nas Américas. CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA Centro de Referência Técnica em Psicologia e Políticas Públicas LEVANTAMENTO DOS MARCOS TEÓRICOS E LEGAIS DO CAPS CENTRO DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL 1. Marco Teórico NORMATIVAS

Leia mais

PORTARIA Nº 3.088, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2011 Legislações - GM Seg, 26 de Dezembro de 2011 00:00

PORTARIA Nº 3.088, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2011 Legislações - GM Seg, 26 de Dezembro de 2011 00:00 PORTARIA Nº 3.088, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2011 Legislações - GM Seg, 26 de Dezembro de 2011 00:00 PORTARIA Nº 3.088, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2011 Institui a Rede de Atenção Psicossocial para pessoas com sofrimento

Leia mais

EIXO 2 PROTEÇÃO E DEFESA DOS DIREITOS: PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS

EIXO 2 PROTEÇÃO E DEFESA DOS DIREITOS: PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS EIXO 2 PROTEÇÃO E DEFESA DOS DIREITOS: PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS Garantir a elaboração e implementação da Política e do Plano Decenal de Direitos Humanos de Criança e Adolescente

Leia mais

NOTA TÉCNICA 55 2011

NOTA TÉCNICA 55 2011 Rede de Atenção Psicossocial para pessoas com transtornos mentais e com necessidades decorrentes do uso prejudicial de crack, álcool e outras drogas, no âmbito do SUS. Minuta de portaria: Institui a Rede

Leia mais

Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 121, DE 25 DE JANEIRO DE 2012

Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 121, DE 25 DE JANEIRO DE 2012 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 121, DE 25 DE JANEIRO DE 2012 Institui a Unidade de Acolhimento para pessoas

Leia mais

A Rede de Atenção à Saúde Mental no Paraná. Coordenação Estadual de Saúde Mental Janeiro 2014

A Rede de Atenção à Saúde Mental no Paraná. Coordenação Estadual de Saúde Mental Janeiro 2014 A Rede de Atenção à Saúde Mental no Paraná Coordenação Estadual de Saúde Mental Janeiro 2014 Política Estadual de Saúde Mental 1995 - Lei Estadual nº 11.189 Segue os princípios e diretrizes do SUS e da

Leia mais

Transtornos do Espectro do Autismo

Transtornos do Espectro do Autismo Transtornos do Espectro do Autismo O Município adotou o documento Ministerial, LINHA DE CUIDADO PARA A ATENÇÃO ÀS PESSOAS COM TRANSTORNOS DO ESPECTRO DO AUTISMO E SUAS FAMILIAS NA REDE DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL,

Leia mais

Plano Municipal de Enfrentamento ao uso prejudicial de Crack, Álcool e Outras Drogas

Plano Municipal de Enfrentamento ao uso prejudicial de Crack, Álcool e Outras Drogas Plano Municipal de Enfrentamento ao uso prejudicial de Crack, Álcool e Outras Drogas 1. APRESENTAÇÃO e JUSTIFICATIVA: O consumo de crack vem aumentando nas grandes metrópoles, constituindo hoje um problema

Leia mais

A Rede de Atenção à Saúde Mental no Paraná. Coordenação Estadual de Saúde Mental Abril 2014

A Rede de Atenção à Saúde Mental no Paraná. Coordenação Estadual de Saúde Mental Abril 2014 A Rede de Atenção à Saúde Mental no Paraná Coordenação Estadual de Saúde Mental Abril 2014 Da segregação à conquista da cidadania 1980 mobilização dos usuários, familiares e trabalhadores de saúde visando

Leia mais

Rede de Atenção Psicossocial

Rede de Atenção Psicossocial NOTA TÉCNICA 62 2011 Rede de Atenção Psicossocial Altera a portaria GM nº 1.169 de 07 de julho de 2005 que destina incentivo financeiro para municípios que desenvolvem Projetos de Inclusão Social pelo

Leia mais

PORTARIA Nº- 3.088, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2011

PORTARIA Nº- 3.088, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2011 PORTARIA Nº- 3.088, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2011 Institui a Rede de Atenção Psicossocial para pessoas com sofrimento ou transtorno mental e com necessidades decorrentes do uso de crack, álcool e outras drogas,

Leia mais

6 Considerações finais

6 Considerações finais 6 Considerações finais Este pesquisa objetivou investigar como vem se caracterizando o processo de reforma psiquiátrica em Juiz de Fora e suas repercussões no trabalho dos assistentes sociais no campo

Leia mais

Ministério da Saúde Área Técnica de Saúde Mental Álcool e outras Drogas Miriam Di Giovanni Curitiba/PR - 12/11/2010

Ministério da Saúde Área Técnica de Saúde Mental Álcool e outras Drogas Miriam Di Giovanni Curitiba/PR - 12/11/2010 Saúde da População em Situação de Rua, com foco em Saúde Mental Consultório de Rua Ministério da Saúde Área Técnica de Saúde Mental Álcool e outras Drogas Miriam Di Giovanni Curitiba/PR - 12/11/2010 Saúde

Leia mais

O PETI e o Trabalho em Rede. Maria de Fátima Nassif Equipe Proteção Social Especial Coordenadoria de Ação Social Secretaria de Desenvolvimento Social

O PETI e o Trabalho em Rede. Maria de Fátima Nassif Equipe Proteção Social Especial Coordenadoria de Ação Social Secretaria de Desenvolvimento Social O PETI e o Trabalho em Rede Maria de Fátima Nassif Equipe Proteção Social Especial Coordenadoria de Ação Social Secretaria de Desenvolvimento Social Articulação da rede de serviços socioassistenciais Proteção

Leia mais

Estado de Mato Grosso Prefeitura Municipal de Itanhangá CNPJ: 07.209.225/0001-00 Gestão 2013/2016

Estado de Mato Grosso Prefeitura Municipal de Itanhangá CNPJ: 07.209.225/0001-00 Gestão 2013/2016 LEI Nº 325/2013 Data: 04 de Novembro de 2013 SÚMULA: Dispõe sobre o Plano Municipal de Políticas Públicas Sobre Drogas, que tem por finalidade fortalecer e estruturar o COMAD como órgão legítimo para coordenar,

Leia mais

Articular o Conselho Escolar, os Grêmios Estudantis, os trabalhadores de educação, as Associações de Pais e Mestres e a comunidade em geral.

Articular o Conselho Escolar, os Grêmios Estudantis, os trabalhadores de educação, as Associações de Pais e Mestres e a comunidade em geral. EIXO 1 PROMOÇÃO DOS DIREITOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES Garantir a elaboração e implementação da Política e do Plano Decenal de Direitos Humanos de Criança e Adolescente nos âmbitos federal, estadual,

Leia mais

APOIO MATRICIAL EM SAÚDE MENTAL PARA REDE BÁSICA EM BELO HORIZONTE

APOIO MATRICIAL EM SAÚDE MENTAL PARA REDE BÁSICA EM BELO HORIZONTE APOIO MATRICIAL EM SAÚDE MENTAL PARA REDE BÁSICA EM BELO HORIZONTE ALEXANDRE DE ARAÚJO PEREIRA Na última década, a Estratégia de Saúde da Família (ESF) - e a Reforma Psiquiátrica Brasileira (RPB) têm trazido

Leia mais

Saúde M ent en al t --Álco Ál o co l o le Dro Dr g o as

Saúde M ent en al t --Álco Ál o co l o le Dro Dr g o as Saúde Mental-Álcool e Drogas Atenção Básica O nosso modelo tem como proposta a superação da lógica hospitalocêntrica, pressupondo a implantação de serviços substitutivos ao hospital psiquiátrico, quer

Leia mais

Aulas de Saúde Mental para Equipes do Programa de Saúde da Família

Aulas de Saúde Mental para Equipes do Programa de Saúde da Família Aulas de Saúde Mental para Equipes do Programa de Saúde da Família Coordenadoria de Educação Permanente - CEP Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais Elaboração: Ana Marta Lobosque 2007 AULA

Leia mais

NOTA TÉCNICA REDE DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL (RAPS) 19/04/2012 Pag. 1 de 5

NOTA TÉCNICA REDE DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL (RAPS) 19/04/2012 Pag. 1 de 5 NOTA TÉCNICA REDE DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL (RAPS) 19/04/2012 Pag. 1 de 5 A Secretaria da Saúde do Estado do Ceará, através do Núcleo de Atenção à Saúde Mental//Coordenadoria de Políticas e Atenção à Saúde

Leia mais

INTERDIÇÃO E CURATELA: UMA REFLEXÃO A PARTIR DO CENTRO DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL DE ANGRA DOS REIS RJ BRASIL

INTERDIÇÃO E CURATELA: UMA REFLEXÃO A PARTIR DO CENTRO DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL DE ANGRA DOS REIS RJ BRASIL INTERDIÇÃO E CURATELA: UMA REFLEXÃO A PARTIR DO CENTRO DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL DE ANGRA DOS REIS RJ BRASIL INSTITUCIÓN: Prefeitura Municipal de Angra dos Reis Estado do Rio de Janeiro Brasil ÁREA TEÓRICO/PRÁCTICO:

Leia mais

III Mostra Nacional de Produção em Saúde da Família IV Seminário Internacional de Atenção Primária / Saúde da Família Brasília, 05 a 08 de Agosto de

III Mostra Nacional de Produção em Saúde da Família IV Seminário Internacional de Atenção Primária / Saúde da Família Brasília, 05 a 08 de Agosto de III Mostra Nacional de Produção em Saúde da Família IV Seminário Internacional de Atenção Primária / Saúde da Família Brasília, 05 a 08 de Agosto de 2008 Apoio Matricial em Saúde Mental: a Iniciativa de

Leia mais

PLANO ESTADUAL DE CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA

PLANO ESTADUAL DE CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA PLANO ESTADUAL DE CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA Comitê Intersetorial Direito à Convivência Familiar e Comunitária Porto Alegre, 9 de outubro de 2012 DIRETRIZES Fundamentação Plano Nacional Efetivação

Leia mais

Modelos Assistenciais em Saúde

Modelos Assistenciais em Saúde 6 Modelos Assistenciais em Saúde Telma Terezinha Ribeiro da Silva Especialista em Gestão de Saúde A análise do desenvolvimento das políticas de saúde e das suas repercussões sobre modos de intervenção

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 Institui o Programa Mais Educação, que visa fomentar a educação integral de crianças, adolescentes e jovens, por meio do apoio a atividades

Leia mais

Plano Integrado de Capacitação de Recursos Humanos para a Área da Assistência Social PAPÉIS COMPETÊNCIAS

Plano Integrado de Capacitação de Recursos Humanos para a Área da Assistência Social PAPÉIS COMPETÊNCIAS PAPÉIS E COMPETÊNCIAS O SERVIÇO PSICOSSOCIAL NO CREAS... O atendimento psicossocial no serviço é efetuar e garantir o atendimento especializado (brasil,2006). Os profissionais envolvidos no atendimento

Leia mais

ESTÁGIO EM PSICOLOGIA EM PROCESSOS SOCIAIS: CRIANDO E RECRIANDO O PROCESSO DE AUTONOMIA DOS SUJEITOS NO CAPS AD. 1

ESTÁGIO EM PSICOLOGIA EM PROCESSOS SOCIAIS: CRIANDO E RECRIANDO O PROCESSO DE AUTONOMIA DOS SUJEITOS NO CAPS AD. 1 ESTÁGIO EM PSICOLOGIA EM PROCESSOS SOCIAIS: CRIANDO E RECRIANDO O PROCESSO DE AUTONOMIA DOS SUJEITOS NO CAPS AD. 1 Kenia S. Freire 2, Sabrina Corrêa Da Silva 3, Jaqueline Oliveira 4, Carolina B. Gross

Leia mais

TERAPEUTA OCUPACIONAL E O SUS

TERAPEUTA OCUPACIONAL E O SUS TERAPEUTA OCUPACIONAL E O SUS TERAPIA OCUPACIONAL UMA PROFISSÃO NATURALMENTE PARA A SAÚDE PUBLICA Senhor Gestor, gostaríamos de apresentar as possibilidades de cuidado que o terapeuta ocupacional oferece

Leia mais

REDEFINIÇÃO DO CENTRO DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS 24H Diário Oficial da União Nº 20, Seção 1, sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

REDEFINIÇÃO DO CENTRO DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS 24H Diário Oficial da União Nº 20, Seção 1, sexta-feira, 27 de janeiro de 2012 Circular 051/2012 São Paulo, 27 de Janeiro de 2012. PROVEDOR(A) ADMINISTRADOR(A) REDEFINIÇÃO DO CENTRO DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS 24H Diário Oficial da União Nº 20, Seção 1, sexta-feira,

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL ADJUNTA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL-SUAS TRABALHANDO EM REDE

SECRETARIA MUNICIPAL ADJUNTA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL-SUAS TRABALHANDO EM REDE SECRETARIA MUNICIPAL ADJUNTA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL-SUAS TRABALHANDO EM REDE CONCEITO DE REDE Para as Ciências Sociais: conjunto de relações sociais entre um conjunto

Leia mais

REUNIÃO DE CONDOMINIO: UMA (RE) INVENÇÃO À SAÚDE MENTAL

REUNIÃO DE CONDOMINIO: UMA (RE) INVENÇÃO À SAÚDE MENTAL REUNIÃO DE CONDOMINIO: UMA (RE) INVENÇÃO À SAÚDE MENTAL Bárbara Leite 1 Paula Filippom 2 Francilene Raimone 3 Stelamaris Gluck 4 O problema é procurar aquilo que sai da terra, isto é, o que acontece quando

Leia mais

Área teórico\prática: Clinicas y Politicas: procesos de subjetivación y invención

Área teórico\prática: Clinicas y Politicas: procesos de subjetivación y invención FORMAÇÃO ANTIMANICOMIAL NO ESTADO DE MINAS GERAIS: DESAFIOS E POSSIBILIDADES Autores: Camila Alves Soares Ana Marta Lobosque Sílvia Melo Karine Lage Fonseca Maria Elisa Freitas Camila Castanheira Rodrigues.

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 233/14 - CIB / RS. A Comissão Intergestores Bipartite/RS no uso de suas atribuições legais, e considerando:

RESOLUÇÃO Nº 233/14 - CIB / RS. A Comissão Intergestores Bipartite/RS no uso de suas atribuições legais, e considerando: RESOLUÇÃO Nº 233/14 - CIB / RS A Comissão Intergestores Bipartite/RS no uso de suas atribuições legais, e considerando: a Lei Federal nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, que regulamenta o Sistema Único

Leia mais

SAÚDE MENTAL E ATENÇÃO BÁSICA O VÍNCULO E O DIÁLOGO NECESSÁRIOS ÍNDICE

SAÚDE MENTAL E ATENÇÃO BÁSICA O VÍNCULO E O DIÁLOGO NECESSÁRIOS ÍNDICE MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES PROGRAMÁTICAS ESTRATÉGICAS / DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO GERAL DE SAÚDE MENTAL COORDENAÇÃO DE GESTÃO DA ATENÇÃO BÁSICA

Leia mais

Universidade Estadual de Goiás Centro Regional de Referência

Universidade Estadual de Goiás Centro Regional de Referência Universidade Estadual de Goiás Centro Regional de Referência CURSO DE ATUALIZAÇÃO SOBRE INTERVENÇÃO BREVE E ACONSELHAMENTO MOTIVACIONAL PARA USUÁRIOS DE ÁLCOOL, CRACK E OUTRAS DROGAS Rede de Atenção e

Leia mais

CAPS AD III PORTÃO. Prefeitura Municipal de Curitiba Inauguração em Modalidade III em

CAPS AD III PORTÃO. Prefeitura Municipal de Curitiba Inauguração em Modalidade III em CAPS AD III PORTÃO Prefeitura Municipal de Curitiba Inauguração em Modalidade III em CAPS AD III PORTÃO EQUIPE DE PROFISSIONAIS Coordenadora administrativa 1 Apoio Técnico 1 Coordenadora técnica 1 Médico

Leia mais

Sistema Único de Assistência Social

Sistema Único de Assistência Social Sistema Único de Assistência Social Secretaria Nacional de Assistência Social Departamento de Proteção Social Especial Brasília-DF Dezembro de 2011 O Sistema Único de Assistência Social (Suas) é um sistema

Leia mais

Centro de Referência de Assistência Social. Paraná, agosto de 2012

Centro de Referência de Assistência Social. Paraná, agosto de 2012 Centro de Referência de Assistência Social Paraná, agosto de 2012 Centro de Referência de Assistência Social - CRAS Unidade pública estatal de base territorial, localizada em áreas de vulnerabilidade social

Leia mais

Construindo a Rede de Atenção Psicossocial em São Bernardo do Campo. Reflexões a partir do Municipio

Construindo a Rede de Atenção Psicossocial em São Bernardo do Campo. Reflexões a partir do Municipio Construindo a Rede de Atenção Psicossocial em São Bernardo do Campo Reflexões a partir do Municipio . PENSAR A REFORMA PSIQUIÁTRICA É PENSAR A CIDADE: QUE CIDADE QUEREMOS? OS DIREITOS HUMANOS. A REFORMA

Leia mais

O Suas Sistema Único da Assistência Social em perspectiva Valéria Cabral Carvalho, CRESS nº 0897 Luiza Maria Lorenzini Gerber, CRESS nº 0968

O Suas Sistema Único da Assistência Social em perspectiva Valéria Cabral Carvalho, CRESS nº 0897 Luiza Maria Lorenzini Gerber, CRESS nº 0968 O Suas Sistema Único da Assistência Social em perspectiva Valéria Cabral Carvalho, CRESS nº 0897 Luiza Maria Lorenzini Gerber, CRESS nº 0968 Com a Constituição Federal de 1988, a Assistência Social passa

Leia mais

Plano Nacional de Promoção, Proteção e Defesa do Direito de Crianças e Adolescentes à Convivência Familiar e Comunitária

Plano Nacional de Promoção, Proteção e Defesa do Direito de Crianças e Adolescentes à Convivência Familiar e Comunitária Plano Nacional de Promoção, Proteção e Defesa do Direito de Crianças e Adolescentes à Convivência Familiar e Comunitária Manaus/AM 29 de Abril de 2014 Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Criança

Leia mais

PLANO OPERATIVO PARA IMPLEMENTAÇÃO DE AÇÕES EM SAÚDE DA POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA 2012-2015

PLANO OPERATIVO PARA IMPLEMENTAÇÃO DE AÇÕES EM SAÚDE DA POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA 2012-2015 MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA PLANO OPERATIVO PARA IMPLEMENTAÇÃO DE AÇÕES EM SAÚDE DA POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA 2012-2015 Brasília - DF 2012 1 O presente Plano

Leia mais

COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS DO SENADO FEDERAL. Brasília maio 2010

COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS DO SENADO FEDERAL. Brasília maio 2010 COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS DO SENADO FEDERAL Brasília maio 2010 Audiência Pública: o avanço e o risco do consumo de crack no Brasil Francisco Cordeiro Coordenação de Saúde Mental, Álcool e outras Drogas

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome POLÍTICA DE ATENDIMENTO AO IDOSO NO ÂMBITO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL - S U A S

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome POLÍTICA DE ATENDIMENTO AO IDOSO NO ÂMBITO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL - S U A S POLÍTICA DE ATENDIMENTO AO IDOSO NO ÂMBITO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL - S U A S MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME Data de Criação: 23 de janeiro de 2004. Objetivo: aumentar a intersetorialidade

Leia mais

RESUMO. Palavras- chave: saúde mental. Desinstitucionalização, hospital dia, terapia ocupacional INTRODUÇÃO

RESUMO. Palavras- chave: saúde mental. Desinstitucionalização, hospital dia, terapia ocupacional INTRODUÇÃO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE TERAPIA OCUPACIONAL EM SAÚDE MENTAL E PSIQUIATRIA: RELATO DE EXPERIÊNCIA Deyse Paula de Almeida Silva Juliana de Fátima Faria Patrícia Vilse Luzetti Vânia Oliveira Burocco Ana

Leia mais

Circular 059/2012 São Paulo, 01 de Fevereiro de 2012.

Circular 059/2012 São Paulo, 01 de Fevereiro de 2012. Circular 059/2012 São Paulo, 01 de Fevereiro de 2012. PROVEDOR(A) ADMINISTRADOR(A) NORMAS DE FUNCIONAMENTO E HABILITAÇÃO DO SERVIÇO HOSPITALAR DE REFERÊNCIA ATENÇÃO PSICOSSOCIAL Diário Oficial da União

Leia mais

VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE

VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE Um modelo de assistência descentralizado que busca a integralidade, com a participação da sociedade, e que pretende dar conta da prevenção, promoção e atenção à saúde da população

Leia mais

História da Psiquiatria

História da Psiquiatria Saúde Mental História da Psiquiatria Na Europa, até o século XVIII,os hospitais não possuíam finalidade médica. Eram instituições filantrópicas destinadas a abrigar os indivíduos considerados indesejáveis

Leia mais

PORTARIA Nº 130, DE 26 DE JANEIRO DE 2012

PORTARIA Nº 130, DE 26 DE JANEIRO DE 2012 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 130, DE 26 DE JANEIRO DE 2012 Redefine o Centro de Atenção Psicossocial

Leia mais

Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes

Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes EIXO 1 PROMOÇÃO DOS DIREITOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES Diretriz 01 - Promoção da cultura do respeito e da garantia dos direitos humanos de

Leia mais

Data: 21 de março de 2013. Assunto: Orientação aos Sistemas de Ensino para a implementação da Lei nº 12.764/2012

Data: 21 de março de 2013. Assunto: Orientação aos Sistemas de Ensino para a implementação da Lei nº 12.764/2012 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão Diretoria de Políticas de Educação Especial Esplanada dos Ministérios, Bloco L, Anexo I, 4º andar, sala 412

Leia mais

RESOLUÇÃO CONJUNTA CNAS/CONANDA Nº 001 DE 09 DE JUNHO DE 2010

RESOLUÇÃO CONJUNTA CNAS/CONANDA Nº 001 DE 09 DE JUNHO DE 2010 RESOLUÇÃO CONJUNTA CNAS/CONANDA Nº 001 DE 09 DE JUNHO DE 2010 Estabelece parâmetros para orientar a constituição, no âmbito dos Estados, Municípios e Distrito Federal, de Comissões Intersetoriais de Convivência

Leia mais

Políticas Setoriais Secretarias Municipais: Saúde, Assistência Social, Educação, Direitos Humanos(quando houver). Participações Desejáveis

Políticas Setoriais Secretarias Municipais: Saúde, Assistência Social, Educação, Direitos Humanos(quando houver). Participações Desejáveis PARÂMETROS PARA A CONSTITUIÇÃO DAS COMISSÕES INTERSETORIAIS DE ACOMPANHAMENTO DO PLANO NACIONAL DE PROMOÇÃO, PROTEÇÃO E DEFESA DO DIREITO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES À CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA

Leia mais

O CUIDADO QUE EU PRECISO

O CUIDADO QUE EU PRECISO O CUIDADO QUE EU PRECISO GOVERNO FEDERAL GOVERNO ESTADUAL GOVERNO MUNICIPAL MOVIMENTOS SOCIAIS MEIOS DE COMUNICAÇÃO O CUIDADO QUE EU PRECISO Serviço Hospitalar de Referência AD CAPS AD III Pronto Atendimento

Leia mais

SAÚDE DA FAMÍLIA E VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER: UM DESAFIO PARA A SAÚDE PUBLICA DE UM MUNICIPIO DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO Brasil

SAÚDE DA FAMÍLIA E VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER: UM DESAFIO PARA A SAÚDE PUBLICA DE UM MUNICIPIO DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO Brasil ID 1676 SAÚDE DA FAMÍLIA E VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER: UM DESAFIO PARA A SAÚDE PUBLICA DE UM MUNICIPIO DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO Brasil Dutra, Laís; Eugênio, Flávia; Camargo, Aline; Ferreira

Leia mais

EXCELENTÍSSIMO DESEMBARGADOR COORDENADOR DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE

EXCELENTÍSSIMO DESEMBARGADOR COORDENADOR DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE EXCELENTÍSSIMO DESEMBARGADOR COORDENADOR DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE ATENDIMENTO A CRIANÇAS E ADOLESCENTES USUÁRIOS DE DROGAS ENCAMINHAMENTOS DECORRENTES DE SEMINÁRIO ORGANIZADO PELA COORDENADORIA DA INFÂNCIA

Leia mais

I Fórum Municipal sobre Autismo Acessibilidade e Mobilidade Territorial

I Fórum Municipal sobre Autismo Acessibilidade e Mobilidade Territorial I Fórum Municipal sobre Autismo Acessibilidade e Mobilidade Territorial SECRETARIA MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA E DESENVOLVIMENTO SOCIAL Coordenadoria de Proteção Social Especial Março/2014 CONSTITUIÇÃO FEDERAL

Leia mais

O dispositivo psicanalítico ampliado e sua aplicação na clínica institucional pública de saúde mental infantojuvenil

O dispositivo psicanalítico ampliado e sua aplicação na clínica institucional pública de saúde mental infantojuvenil COMUNICAÇÃO DE PESQUISA O dispositivo psicanalítico ampliado e sua aplicação na clínica institucional pública de saúde mental infantojuvenil The amplyfied psychoanalytical device and its application in

Leia mais

Mostra de Projetos 2011. Projeto de Implantação da Rede de Proteção Social de Araucária

Mostra de Projetos 2011. Projeto de Implantação da Rede de Proteção Social de Araucária Mostra de Projetos 2011 Projeto de Implantação da Rede de Proteção Social de Araucária Mostra Local de: Araucária. Categoria do projeto: I - Projetos em implantação, com resultados parciais. Nome da Instituição/Empresa:

Leia mais

Enfermagem da Universidade de São Paulo 4 Professora Doutora do Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Psiquiátrica da Escola de Enfermagem da

Enfermagem da Universidade de São Paulo 4 Professora Doutora do Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Psiquiátrica da Escola de Enfermagem da IV Conferência Nacional de Saúde Mental Intersetorial (IV CNSM-I) Eixo II- Consolidando a rede de atenção psicossocial e fortalecendo os movimentos sociais; Item 5 Desinstitucionalização, inclusão e proteção

Leia mais

8ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE MINAS GERAIS

8ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE MINAS GERAIS 8ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE MINAS GERAIS DOCUMENTO FINAL EIXO 1 PROMOÇÃO DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Ações de mobilização: 1. Ampla mobilização, por

Leia mais

Lea Lúcia Cecílio Braga Diretora do Departamento de Proteção Social Básica/DPSB Secretaria Nacional de Assistência Social / SNAS Ministério

Lea Lúcia Cecílio Braga Diretora do Departamento de Proteção Social Básica/DPSB Secretaria Nacional de Assistência Social / SNAS Ministério Lea Lúcia Cecílio Braga Diretora do Departamento de Proteção Social Básica/DPSB Secretaria Nacional de Assistência Social / SNAS Ministério Desenvolvimento Social e Combate à Fome/MDS Brasília Dezembro/2014

Leia mais

Hospital de Clínicas Gaspar Viana

Hospital de Clínicas Gaspar Viana Hospital de Clínicas Gaspar Viana Atendimento de Enfermagem na Clínica Psiquiátrica Enf. Sofia Vasconcelos Alves ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM OBJETIVO:Promover ações terapêuticas voltadas para identificar

Leia mais

Implementação da Lei 10.216 e a Política Nacional de Saúde Mental: cenário atual e perspectivas 2009. Workshop MPF 09 de outubro de 2008

Implementação da Lei 10.216 e a Política Nacional de Saúde Mental: cenário atual e perspectivas 2009. Workshop MPF 09 de outubro de 2008 Implementação da Lei 10.216 e a Política Nacional de Saúde Mental: cenário atual e perspectivas 2009 Workshop MPF 09 de outubro de 2008 Reforma Psiquiátrica e Política de Saúde Mental do SUS 1º momento:

Leia mais

Brasil. 5 O Direito à Convivência Familiar e Comunitária: Os abrigos para crianças e adolescentes no

Brasil. 5 O Direito à Convivência Familiar e Comunitária: Os abrigos para crianças e adolescentes no Introdução A convivência familiar e comunitária é um dos direitos fundamentais 1 garantidos pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA, 1990). A lei ainda enfatiza que: Toda criança ou adolescente

Leia mais

A Rede de Atenção à Saúde Mental no Paraná e a competência da APS. Coordenação Estadual de Saúde Mental Março 2014

A Rede de Atenção à Saúde Mental no Paraná e a competência da APS. Coordenação Estadual de Saúde Mental Março 2014 A Rede de Atenção à Saúde Mental no Paraná e a competência da APS Coordenação Estadual de Saúde Mental Março 2014 Da segregação à conquista da cidadania 1980 mobilização dos usuários, familiares e trabalhadores

Leia mais

Curso de Especialização em GESTÃO EM SAÚDE MENTAL

Curso de Especialização em GESTÃO EM SAÚDE MENTAL Curso de Especialização em GESTÃO EM SAÚDE MENTAL ÁREA DO CONHECIMENTO: Saúde. NOME DO CURSO: Curso de Pós-Graduação Lato Sensu, especialização em Gestão em Saúde Mental. PERFIL PROFISSIONAL: Entender

Leia mais

PLANO FORTALEZA DE AÇÕES INTEGRADAS DE ENFRENTAMENTO AO CRACK E OUTRAS DROGAS. www.fortaleza.ce.gov.br

PLANO FORTALEZA DE AÇÕES INTEGRADAS DE ENFRENTAMENTO AO CRACK E OUTRAS DROGAS. www.fortaleza.ce.gov.br PLANO FORTALEZA DE AÇÕES INTEGRADAS DE ENFRENTAMENTO AO CRACK E OUTRAS DROGAS www.fortaleza.ce.gov.br EIXOS DO PLANO DE ENFRENTAMENTO AO CRACK 1. Gestão e Informação 2. Prevenção e Mobilização Social 3.

Leia mais

CAPS MISTO: UMA POSSIBILIDADE. Jureuda Duarte Guerra [1] Resumo:

CAPS MISTO: UMA POSSIBILIDADE. Jureuda Duarte Guerra [1] Resumo: CAPS MISTO: UMA POSSIBILIDADE Jureuda Duarte Guerra [1] Resumo: O presente artigo tem a intenção de fomentar o debate em relação à portaria 336 de 2002 do Ministério da Saúde. A portaria trata dos diversos

Leia mais

Política Nacional de Humanização da Atenção e da Gestão do SUS

Política Nacional de Humanização da Atenção e da Gestão do SUS Política Nacional de Humanização da Atenção e da Gestão do SUS Por que precisamos de uma PNH? Para enfrentar as graves lacunas quanto ao acesso aos serviços e e à atenção integral à saúde. Para modificar

Leia mais

PAIF. Programa de Atenção Integral à Família - PAIF CRAS

PAIF. Programa de Atenção Integral à Família - PAIF CRAS Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Nacional de Assistência Social Programa de Atenção Integral à Família - PAIF CRAS PAIF IMPORTANTE INTERRELAÇÃO ENTRE PAIF E CRAS CRAS O

Leia mais

Art. 2 O Sistema Municipal de Assistência Social de Mangueirinha SUAS é regido pelos seguintes princípios:

Art. 2 O Sistema Municipal de Assistência Social de Mangueirinha SUAS é regido pelos seguintes princípios: LEI Nº 1720/2012 Dispõe sobre o Sistema Municipal de Assistência Social de Mangueirinha SUAS (Sistema Único de Assistência Social). Faço saber, que a Câmara Municipal de Mangueirinha, Estado do Paraná

Leia mais

13ª CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE BETIM SAÚDE PUBLICA DE QUALIDADE PARA CUIDAR BEM DAS PESSOAS: DIREITO DO POVO BRASILEIRO

13ª CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE BETIM SAÚDE PUBLICA DE QUALIDADE PARA CUIDAR BEM DAS PESSOAS: DIREITO DO POVO BRASILEIRO 13ª CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE BETIM SAÚDE PUBLICA DE QUALIDADE PARA CUIDAR BEM DAS PESSOAS: DIREITO DO POVO BRASILEIRO FORMULÁRIO PARA INSCRIÇÃO DE TESES / PROPOSTAS PROPOSTAS DOS GRUPOS DE TRABALHO

Leia mais

Ministério da Saúde NORMA OPERACIONAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR NO SUS NOST-SUS

Ministério da Saúde NORMA OPERACIONAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR NO SUS NOST-SUS Ministério da Saúde NORMA OPERACIONAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR NO SUS NOST-SUS APRESENTAÇÃO O presente documento é resultado de um processo de discussão e negociação que teve a participação de técnicos

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS EM SAÚDE MENTAL PARA A INFÂNCIA

POLÍTICAS PÚBLICAS EM SAÚDE MENTAL PARA A INFÂNCIA POLÍTICAS PÚBLICAS EM SAÚDE MENTAL PARA A INFÂNCIA DENISE M. C. CARDELLINI E COL. 1 Efetuamos um resgate histórico e bibliográfico no subgrupo Políticas Públicas em Saúde Mental para a Infância, no intuito

Leia mais

GRATUITO CURSO COMPLETO DO SUS 17 AULAS 500 QUESTÕES COMENTADAS. Professor Rômulo Passos Aula 08

GRATUITO CURSO COMPLETO DO SUS 17 AULAS 500 QUESTÕES COMENTADAS. Professor Rômulo Passos Aula 08 1 www.romulopassos.com.br / www.questoesnasaude.com.br GRATUITO CURSO COMPLETO DO SUS 17 AULAS 500 QUESTÕES COMENTADAS Professor Rômulo Passos Aula 08 Legislação do SUS Completo e Gratuito Página 1 2 www.romulopassos.com.br

Leia mais

Saúde Mental passo a passo: como organizar a rede de saúde mental no seu município?

Saúde Mental passo a passo: como organizar a rede de saúde mental no seu município? Saúde Mental passo a passo: como organizar a rede de saúde mental no seu município? 1) Como deve ser a rede de saúde mental no seu município? A rede de saúde mental pode ser constituída por vários dispositivos

Leia mais

Coordenação-Geral de Regulação da Gestão do SUAS do Departamento de Gestão do SUAS

Coordenação-Geral de Regulação da Gestão do SUAS do Departamento de Gestão do SUAS Coordenação-Geral de Regulação da Gestão do SUAS do Departamento de Gestão do SUAS SUAS E SISAN MARCO LEGAL - Art. 6º da CF/88 : São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia,

Leia mais

A Psicologia e a Saúde Coletiva nas Políticas de Saúde Mental ¹

A Psicologia e a Saúde Coletiva nas Políticas de Saúde Mental ¹ A Psicologia e a Saúde Coletiva nas Políticas de Saúde Mental ¹ LARA, M. P. 2 ; TRAESEL, E. S. 3 1 Relato de Estágio Específico- UNIFRA 2 Curso de Psicologia do Centro Universitário Franciscano (UNIFRA),

Leia mais

P - ÁREA PROFISSIONAL SERVIÇO SOCIAL

P - ÁREA PROFISSIONAL SERVIÇO SOCIAL P - ÁREA PROFISSIONAL SERVIÇO SOCIAL P 41 - SERVIÇO SOCIAL EM ASSISTÊNCIA A PACIENTES PORTADORES DE HIV/AIDS Titulação: Aprimoramento Supervisora: Susan Marisclaid Gasparini Dirigido aos profissionais

Leia mais

Orientações Técnicas para a formação da Agenda Intersetorial

Orientações Técnicas para a formação da Agenda Intersetorial Orientações Técnicas para a formação da Agenda Intersetorial Brasília, 7 de Agosto de 2014 Encontro Intersetorial das Ações Estratégicas do PETI ETAPAS PARA FORMAÇÃO DA AGENDA INTERSETORIAL DO PETI Reuniões/

Leia mais

PLANO DE CURSO. Código: Carga Horária: 80h (Teoria: 60h; Prática: 20h) Créditos: 04 Pré-requisito(s): ------ Período: VII Ano: 2015.

PLANO DE CURSO. Código: Carga Horária: 80h (Teoria: 60h; Prática: 20h) Créditos: 04 Pré-requisito(s): ------ Período: VII Ano: 2015. PLANO DE CURSO 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Curso: Bacharelado em Enfermagem Disciplina: Assistência de Enfermagem em Saúde Mental Professor: Tito Lívio Ribeiro E-mail: thitolivio@gmail.com Código: Carga

Leia mais

Faço saber que a Câmara Municipal de Queimados, APROVOU e eu SANCIONO a seguinte Lei:

Faço saber que a Câmara Municipal de Queimados, APROVOU e eu SANCIONO a seguinte Lei: LEI N.º 1135/13, DE 01 DE ABRIL DE 2013. Dispõe sobre o Sistema Municipal de Assistência Social de Queimados e dá outras providências. Faço saber que a Câmara Municipal de Queimados, APROVOU e eu SANCIONO

Leia mais

EIXO I - Política de saúde na seguridade social, segundo os princípios da integralidade, universalidade e equidade

EIXO I - Política de saúde na seguridade social, segundo os princípios da integralidade, universalidade e equidade 10ª CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE: OO"TODOS USAM O SUS! SUS NA SEGURIDADE SOCIAL - POLÍTICA PÚBLICA, PATRIMÔNIO DO POVO BRASILEIRO" EIXO I - Política de saúde na seguridade social, segundo os princípios

Leia mais

PARECER TÉCNICO I ANÁLISE E FUNDAMENTAÇÃO:

PARECER TÉCNICO I ANÁLISE E FUNDAMENTAÇÃO: PARECER TÉCNICO ASSUNTO: Solicitação de parecer acerca de Técnico de Enfermagem lotado no Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) de transtorno mental acompanhar paciente internado em outra instituição,

Leia mais

COPEIJ COMISSÃO PERMANENTE DA INFÂNCIA E JUVENTUDE

COPEIJ COMISSÃO PERMANENTE DA INFÂNCIA E JUVENTUDE COPEIJ COMISSÃO PERMANENTE DA INFÂNCIA E JUVENTUDE A Comissão Permanente da Infância e da Juventude - COPEIJ, integrante do Grupo Nacional de Direitos Humanos - GNDH, vinculado ao Conselho Nacional dos

Leia mais

O PROGRAMA ASSISTÊNCIA SÓCIO-JURÍDICA E OS DIREITOS DO IDOSO

O PROGRAMA ASSISTÊNCIA SÓCIO-JURÍDICA E OS DIREITOS DO IDOSO O PROGRAMA ASSISTÊNCIA SÓCIO-JURÍDICA E OS DIREITOS DO IDOSO Maria Salete da Silva Josiane dos Santos O Programa Assistência Sócio-Jurídica, extensão do Departamento de Serviço Social, funciona no Núcleo

Leia mais

Universidade do Vale do Rio dos Sinos - UNISINOS Programa de Práticas Sócio-Jurídicas PRASJUR Curso de Serviço Social

Universidade do Vale do Rio dos Sinos - UNISINOS Programa de Práticas Sócio-Jurídicas PRASJUR Curso de Serviço Social Universidade do Vale do Rio dos Sinos - UNISINOS Programa de Práticas Sócio-Jurídicas PRASJUR Curso de Serviço Social PAPER DA CARTILHA DO FÓRUM INTERSETORIAL DE CONSELHOS DE POLÍTICAS PÚBLICAS NO MUNICÍPIO

Leia mais

GRUPO DE TRABALHO 4 CIDADANIA, CONTROLE SOCIAL E MIGRAÇÕES INTERNACIONAIS REFORMA PSIQUIÁTRICA: CONSTRUÇÃO DE OUTRO LUGAR SOCIAL PARA A LOUCURA?

GRUPO DE TRABALHO 4 CIDADANIA, CONTROLE SOCIAL E MIGRAÇÕES INTERNACIONAIS REFORMA PSIQUIÁTRICA: CONSTRUÇÃO DE OUTRO LUGAR SOCIAL PARA A LOUCURA? 1 GRUPO DE TRABALHO 4 CIDADANIA, CONTROLE SOCIAL E MIGRAÇÕES INTERNACIONAIS REFORMA PSIQUIÁTRICA: CONSTRUÇÃO DE OUTRO LUGAR SOCIAL PARA A LOUCURA? Yanne Acioly REFORMA PSIQUIÁTRICA: CONSTRUÇÃO DE OUTRO

Leia mais

SAÚDE MENTAL EM PERSPECTIVA ENSAIOS SOBRE A PSICOPATOLOGIA E O CUIDAR

SAÚDE MENTAL EM PERSPECTIVA ENSAIOS SOBRE A PSICOPATOLOGIA E O CUIDAR VANESSA FERRY SOARES ALBUQUERQUE (ORG.) AMANDA SENA UCHÔA ANA BEATRIZ VIDIGAL SANTOS ELIZABETH ALENCAR MOURA JOSEANE MEDEIROS BARROS DA SILVA MANOELLA ALVES DE CASTRO MENDES NAYANA DE ARAÚJO TOURINHO SAÚDE

Leia mais

RESOLUÇÃO CFP Nº 010/2010

RESOLUÇÃO CFP Nº 010/2010 RESOLUÇÃO CFP Nº 010/2010 Institui a regulamentação da Escuta Psicológica de Crianças e Adolescentes envolvidos em situação de violência, na Rede de Proteção O CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA, no uso de

Leia mais

11º GV - Vereador Floriano Pesaro

11º GV - Vereador Floriano Pesaro PROJETO DE LEI Nº 95/2011 Dispõe sobre a Política Municipal de Atendimento de Educação Especial, por meio do Programa INCLUI, instituído pelo Decreto nº 51.778, de 14 de setembro de 2010, e dá outras providências.

Leia mais

O PSF em Aracaju: um estudo de caso sobre os processos de trabalho

O PSF em Aracaju: um estudo de caso sobre os processos de trabalho 1 III SEMINÁRIO POLÍTICAS SOCIAIS E CIDADANIA AUTOR DO TEXTO: Maria Cecília Tavares Leite O PSF em Aracaju: um estudo de caso sobre os processos de trabalho RESUMO: A reflexão empreendida nesse estudo

Leia mais

LEI Nº 10.216, DE 6 DE ABRIL DE 2001

LEI Nº 10.216, DE 6 DE ABRIL DE 2001 LEI Nº 10.216, DE 6 DE ABRIL DE 2001 Dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço

Leia mais

AS REFORMAS DA LOUCURA: DA CONSTRUÇÃO DO CONCEITO AOS EMPREGOS DA PSIQUIATRIA NO BRASIL

AS REFORMAS DA LOUCURA: DA CONSTRUÇÃO DO CONCEITO AOS EMPREGOS DA PSIQUIATRIA NO BRASIL AS REFORMAS DA LOUCURA: DA CONSTRUÇÃO DO CONCEITO AOS EMPREGOS DA PSIQUIATRIA NO BRASIL SOTARELLI, Álvaro F. GRANDI, Ana Lúcia de. Universidade Estadual do Norte do Paraná Resumo: O presente estudo trabalha

Leia mais

DESAFIOS PARA A EFETIVAÇÃO DAS POLÍTICAS DE SAÚDE E SAÚDE MENTAL NO CONTEXTO NEOLIBERAL

DESAFIOS PARA A EFETIVAÇÃO DAS POLÍTICAS DE SAÚDE E SAÚDE MENTAL NO CONTEXTO NEOLIBERAL 1 DESAFIOS PARA A EFETIVAÇÃO DAS POLÍTICAS DE SAÚDE E SAÚDE MENTAL NO CONTEXTO NEOLIBERAL Vanessa Castro Alves * Maibí de Araújo Velasque ** Resumo: No campo da Saúde evidencia-se um conflito entre diferentes

Leia mais