ROSA HELENA DE SANTANA GIRÃO DE MORAIS. Considerações iniciais

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ROSA HELENA DE SANTANA GIRÃO DE MORAIS. Considerações iniciais"

Transcrição

1 Fontes para o estudo da história da medicina: o Ministério da Saúde e a presença dos organismos internacionais na manutenção da saúde pública brasileira ( ). ROSA HELENA DE SANTANA GIRÃO DE MORAIS Considerações iniciais O objetivo deste trabalho é o de lançar alguma luz às relações que se estabeleceram entre o governo brasileiro, por intermédio do Ministério da Saúde, e os organismos e instituições internacionais. As décadas de 1950 a 1970 caracterizaram-se pelas iniciativas do governo brasileiro sob a forma de campanhas de erradicação de doenças, aperfeiçoamento técnico e científico de pessoal. Muitas dessas iniciativas contaram com o apoio técnico e financeiro de instituições estrangeiras. Esse período caracterizou-se também pelas reformas econômica e institucional e pelo caráter fortemente centralizador da política estatal brasileira. Trata-se de pesquisa preliminar e pretende-se mostrar uma visão panorâmica das fontes documentais que se encontram nos fundos do Ministério da Saúde sob a guarda do Arquivo Nacional (Coreg), cuja sede regional se localiza em Brasília, DF. No que se refere aos estudos sobre a história da saúde no Brasil, o período da Primeira República recebeu maior atenção por parte dos historiadores. Pode-se explicar este interesse pela centralidade política que mereceu a área da saúde e sua percepção como problema-chave durante aquele momento. Esse foi o período da primeira reforma sanitária cuja tônica radicouse na crítica à oligarquização do país e à ausência de uma ação coordenada em nível nacional no campo da saúde. Foi também o período das primeiras reformas urbanas cuja característica principal foi o de seguirem o modelo urbano da cidade de Paris, reformada pelo barão Haussmann. A amplitude das transformações urbanas e sanitárias que ocorreram nas três primeiras décadas do século XX, particularmente na cidade do Rio de Janeiro, contribuiu para * Universidade de Brasília. Pós-doutoranda em Relações Internacionais (CNPq). Doutora em História das Ciências pela EHESS-França (CAPES).

2 2 ofuscar outras transformações importantes que aconteceram na área de saúde em momentos posteriores. No que se refere aos estudos sobre as décadas subsequentes, existem trabalhos que tratam da história da constituição da medicina social, da assistência previdenciária, das políticas públicas em saúde, sobretudo àquelas implementadas pelo governo de Juscelino Kubistchek ( ). Estudos de modelos e hipóteses da literatura especializada apresentam alguns autores que têm trabalhado direta ou indiretamente sobre as relações do Brasil com organismos estrangeiros. Destacam-se os nomes de Renato da Silva (2008), Gilberto Hochmann (2004), Nísia Trindade (2005), Marcus Cueto (2007) e André Luiz Vieira de Campos (2006). Observa-se que existe uma tendência em dimensionar a participação do Brasil junto aos organismos internacionais com base no papel desempenhado pelos seus líderes. Em outras palavras, o termômetro que permite mesurar a presença, ou melhor, a visibilidade do Brasil no campo das relações internacionais em saúde pública é a presença do País nas conferências sanitárias e o fato de ele assumir a liderança em alguns organismos estrangeiros, como a OPAS. O periódico Boletim de la Oficina Pan-americana e as Atas das Conferências Sanitárias são, sem dúvida, as principais fontes de pesquisa em que beberam os autores para a confecção de seus textos. Os trabalhos sobre esse período versam, geralmente, sobre os aspectos político e econômico. Renato da Silva e Gilberto Hochmann, por exemplo, interessaram-se pelas políticas internacionais em saúde pública que se direcionaram contra a malária, de 1940 a Os historiadores Nísia Trindade e Marcus Cueto interessaram-se pela colaboração do Brasil com a OPAS no combate às doenças tropicais e também na institucionalização das campanhas de combate às endemias rurais. O excelente trabalho de André Luiz Vieira de Campos versa sobre a trajetória do Serviço Especial de Saúde Pública (SESP), agência bilateral que atuou no Brasil entre 1942 e 1960, financiada com recursos norte-americanos e brasileiros. Durante as décadas de 1950 a 1970 promoveu-se um intenso combate aos vetores de epidemias que assolavam os portos. O combate também se deu através da promoção de campanhas de vacinação e de educação sanitária. A noção de saúde como um valor vinculouse à noção de bem-estar social, pela qual a prevenção, a extensão de serviços públicos e a implementação da atenção primária à saúde evidenciaram-se como um direito dos cidadãos (CUETO, 2007). A partir desse momento as políticas públicas na área da saúde voltaram-se para uma maior inclusão da população, com a extensão da cobertura. Do ponto de vista

3 3 demográfico as décadas de 50 a 70 foram marcadas por um grande crescimento populacional em decorrência da queda da taxa bruta de mortalidade, mas manteve-se uma alta taxa de fecundidade. Acrescente-se, ainda, a aceleração das correntes migratórias rurais e urbanas que contribuíram para uma urbanização descontrolada e concentradora em um período relativamente curto. Os países da América Latina depararam-se com o dilema de promover o desenvolvimento e garantir acesso aos bens e serviços básicos. No plano político, os anos de 1960 a 1970 foram marcados pela experiência de regimes autoritários em países da América Latina. De 1964 a 1985, o Brasil viveu sob um modelo de Estado bastante centralizado no formato de regimes militares. Acrescente-se a isso, os efeitos negativos da crise econômica mundial de 1973 e 1979 que trouxeram altas taxas de inflação, dívida externa e redução no ritmo do crescimento. O conhecido milagre econômico brasileiro emparedou inúmeras contradições sociais e econômicas as quais tiveram um forte impacto na saúde. Instituiu-se um modelo de atenção à saúde médico assistencial privatista, reflexo da intervenção estatal na expansão da medicina previdenciária fundada no cuidado médico individualizado, de base hospitalar e ambulatorial. Sobre o período da década de 70, em particular, a autora M. Luz (1991) analisa que... a centralização e a concentração do poder institucional deram a tônica (...), que aliou campanhismo e curativismo numa estratégia de medicalização sem precedentes na história do país. Os efeitos e consequências desta política fizeram emergir uma grande insatisfação popular em relação à política de saúde da ditadura, já perceptível no fim do milagre econômico ( ). Desde o começo da década de 70, muitos estudos e pesquisas foram realizados com o intuito de demonstrar que o modelo de desenvolvimento adotado no país, com alta concentração de renda e má distribuição de benefícios sociais, era prejudicial à saúde. O sistema de saúde gastava mais recursos do que efetivamente recebia e não atendia adequadamente a população. Apesar das graves crises institucionais e políticas que resultaram na saída de muitos profissionais dos departamentos de medicina social/saúde coletiva, uma nova etapa abriu-se a partir da década de 1980, mediante o processo de democratização, com a expansão de programas e cursos naquelas referidas áreas e também com a publicação de teses de doutoramento. Observou-se um aumento dos debates em torno de uma reforma sanitária destinada a viabilizar a descentralização do sistema de saúde e garantir a sua universalização e acesso à população.

4 4 Em linhas gerais, as décadas de 1950 a 1970 caracterizaram-se pelo apelo das instituições nacionais e dos governos dos países por programas de controle e de erradicação das chamadas doenças tropicais. Agências internacionais foram criadas para coordenar, em diversas frentes, planos globais de desenvolvimento, fomentar a formação de capital humano, manter investimentos em equipamentos e pesquisas de campo e elaborar relatórios detalhados sobre as condições de saúde pública nos países da América Latina e Caribe. No Brasil, destacou-se a atuação da Organização Mundial de Saúde (OMS), da Opas, do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação. Durante o período pós-segunda guerra, foram firmados acordos entre o Brasil e a Agency for International Development (USAID) órgão norte-americano criado no período da guerra fria que tinha como objetivo assessorar países subdesenvolvidos. Outras agências, como as fundações Kellog e a Rockfeller, tiveram participação ativa na formação de capital humano e nas campanhas para a erradicação de endemias rurais e tropicais. Sobre a fundação Rockfeller existe considerável bibliografia sobre sua trajetória 1. Fontes para uma história da saúde pública os fundos do MS A documentação que trata das políticas públicas em saúde se encontra nos fundos do Ministério da Saúde cujo período abrange desde a criação do órgão, em 1953, até o ano de Toda documentação do referido período está sob a guarda da Coordenação Regional do Arquivo Nacional, localizada no Distrito Federal a Coreg. Esse órgão, criado em 1975, tem como uma de suas atribuições a promoção de apoio técnico às unidades produtoras de documentos públicos com finalidade de garantir a preservação e o acesso aos acervos documentais gerados pelos órgãos da Administração Pública Federal. A título de informação, os conjuntos documentais da Coreg procedem de vários órgãos federais das regiões norte, nordeste, centro-oeste e do Distrito Federal. Entre eles, destacam-se os acervos da Delegacia Regional de Mato Grosso do Ministério da Fazenda ( ) com documentos sobre 1 Castro Santos, Luiz. A. de. O pensamento sanitarista na Primeira República: uma ideologia de construção da nacionalidade. Dados. Revista de Ciências Sociais, Rio de Janeiro, v. 28, n. 2, p , 1985;. A Fundação Rockefeller e o Estado Nacional (história e política de uma missão médica e sanitária no Brasil). Revista Brasileira de Estudos da População, São Paulo, v. 6, n. 1, p , 1989; Löwy, Ilana. Vírus, mosquitos e modernidade. A febre amarela no Brasil entre ciência e política. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz; 2006.

5 5 escravidão e a economia da região; do Serviço de Polícia Marítima, Aérea e de Fronteiras ( ) com os registros de entrada de estrangeiros no Brasil; e da Divisão de Censura e Diversões Públicas ( ), entre outros. A Coreg foi concebida originalmente com o objetivo de ser um depósito intermediário dos órgãos do Poder Executivo, isto é, um espaço para a guarda dos documentos administrativos de caráter provisório os quais, após avaliação, passaram para a guarda permanente da coordenação. Assim, seu acervo foi constituído com documentos dos Ministérios da Justiça, das Minas e Energia, da Educação e dos Transportes, entre outros, além daqueles provenientes de órgãos extintos como os do Banco Nacional de Crédito Cooperativo e os da Siderurgia Brasileira - SIDERBRAS. A partir no mês de dezembro de 2005, a Coreg recebeu a guarda permanente e o acesso dos acervos dos extintos Serviço Nacional de Informações - SNI, Conselho de Segurança Nacional - CSN e Comissão Geral de Investigações CGI. Sabe-se inclusive que, desde fevereiro de 2006, cerca de mil pessoas procuraram a Coreg na esperança de obter informações sobre direitos trabalhistas e, outras tantas pessoas, interessaram-se por documentos que atestassem a perseguição, a prisão e outras ações repressivas do Estado durante o regime militar. Segundo consta, o órgão recebe desde então, dando continuidade à política da Casa Civil da Presidência da República, acervos dessa natureza, e também processos produzidos pelo Ministério da Justiça, documentação da Divisão de Segurança e Informações do Ministério das Relações Exteriores, e um novo conjunto de documentos do Conselho de Segurança Nacional o qual estava sob a guarda do Gabinete de Segurança Institucional. A Coreg tem procurado reunir um conjunto de documentos com uma temática comum, cuja ênfase é a repressão política no Brasil, realizada pelos órgãos integrantes do sistema de segurança e informações nas décadas de 1960 a O Ministério da Saúde, instituído pela lei de 25 de julho de 1953, originou-se do antigo Ministério da Educação e Saúde, e surgiu num momento histórico e político de grande inquietação referente à centralização dos serviços de saúde e à gradual separação entre saúde pública e assistência médica. Os diversos atores, entre eles políticos, médicos e sanitaristas mobilizaram-se para a criação de uma pasta autônoma para a saúde pública. No contexto das mudanças operadas no país com a revolução de 1930, colocava-se também a questão de uma possível centralização dos serviços de saúde, até então caracterizados pela fragmentação. Desde 1946, o ministério caracterizou-se pelo alargamento das responsabilidades do governo

6 6 na defesa e proteção da saúde da população, tendo sempre como respaldo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Segundo Lima O lugar da saúde na construção do Estado e da Nação ganhou novos sentidos diretamente relacionados ao contexto do chamado otimismo sanitário vigente no cenário internacional desde o pós-guerra. Propugnava-se o poder da ciência e da medicina em combater e mesmo erradicar, mediante novos recursos tecnológicos e terapêuticos (...). (...) Instituía-se a ideia de que a saúde era um bem de valor econômico, e de que investimentos em capital humano eram fundamentais para o desenvolvimento e progresso das nações, especialmente dos países mais pobres (2005: 46-48). Dentre as agências internacionais que mais se destacaram no incremento à saúde pública no Brasil situa-se a OPAS. Essa organização tem suas origens na Repartição Sanitária Internacional, fundada em No ano de 1923, a repartição mudou sua denominação para Repartição Sanitária Pan-Americana, ou Oficina Sanitária Pan-americana. A mudança de seu nome para OPAS aconteceu em 1943, como resolução da XII Conferência Sanitária Pan- Americana, ocorrida na Venezuela. Embora a entidade tenha mudado sua denominação, ela continuou mantendo o seu órgão executivo designado como RSP e a sua antiga estrutura decisória um colegiado com um membro de cada país. Enquanto entidade autônoma dentro das relações intergovernamentais, a OPAS não estava submetida à nova estrutura da Organização dos Estados Americanos (OEA, 1948). A relação entre ambas era diplomática. Em 1950, a OPAS passou a ser uma Organização Especializada Interamericana dentro da OEA. Acordos foram firmados entre OPAS e a Organização Mundial de Saúde (OMS) com a finalidade de buscar uma integração desses órgãos e de garantir a autonomia da OPAS em matéria de saúde pública. Com a criação da OMS, em 1948, a OPAS também foi reconhecida por este órgão como autônoma diante dos organismos da Organização das Nações Unidas. Intercalando períodos de dificuldades e prioridades, as ações da OPAS passaram por muitas transformações. A adesão dos países como membros aconteceu plenamente entre 1940 e 1950, quando a organização passou a englobar as Américas e o Caribe. Após o término da segunda guerra, a América Latina tinha muitas expectativas depositadas nas novas relações internacionais, principalmente com os EUA, que pudessem resultar em ganhos econômicos para a região. O Brasil era o maior e mais fiel parceiro daquele país e participou ativamente no conflito dando apoio logístico no período da guerra.

7 7 Outro organismo que atuou no campo da saúde pública e sobre o qual se tem muitos documentos depositados nos fundos do Ministério da Saúde foi o Serviço Especial de Saúde Pública (SESP). Silva atesta, em interessante trabalho de doutoramento, que: A criação do Instituto de Assuntos Interamericanos (IAIA) e o Serviço Especial de Saúde Pública (SESP) em 1942 podem ser apontados como exemplo concreto da cooperação Brasil e EUA ainda no período de Guerra. (...) a criação dessas instituições foi as raízes da ação cooperativa norte-americana no Brasil. A guerra havia gerado uma demanda urgente por determinadas matérias-primas, dentre todas as da borracha era a principal. Os locais em que estavam localizados a borracha e também importantes minerais para guerra como a mica e o quartzo eram as regiões da Amazônia e do Vale do Rio Doce, localidades infestadas de doenças tais como malária, febre amarela e tifoide etc. O Brasil, além de ceder bases aéreas no Nordeste, participar ativamente da guerra com envio de tropas para a Europa, passou a ser um estratégico fornecedor de matérias-primas e minérios para o governo norte-americano. Isto é, o Brasil tornou-se o principal suporte logístico dos EUA na região. Os EUA passaram a fornecer os recursos para impulsionar o desenvolvimento social e econômico brasileiro. O IAIA e o SESP foram responsáveis pela montagem de uma estrutura sanitária nas áreas estratégicas, que eram locais com pouca presença da autoridade federal (SILVA, 2008). A USAID (Agency for International Development), agência norte-americana criada no período da guerra fria, assessorou os países subdesenvolvidos em várias áreas. Em 1966 foi assinado o acordo CONTAP-USAID que tinha a finalidade de treinar técnicos rurais. Ocorreu também o assessoramento na área da educação, em especial, no ensino superior. Encontramse, no fundo do MS, alguns documentos que versam sobre convênios entre a USAID e o governo brasileiro para o fornecimento de leite em pó para regiões do nordeste e do sul do Brasil. Nota-se que esses tipos de convênio faziam parte dos chamados Programas de Suplementação Alimentar, através dos quais a criança podia receber leite em pó desde o início da vida. A título de conhecimento, somente no final da década de 1970 é que se percebe um interesse em incentivar o aleitamento materno. Nesse período, ocorreu a Reunião Conjunta OMS/UNICEF sobre Alimentação Infantil e da Criança Pequena (1979), organizada pela OMS, em Genebra. Neste evento discutiu-se a elaboração de um código de conduta ética quanto à propaganda de produtos que interferiam na amamentação. A propaganda de fórmulas infantis circulava livremente em revistas leigas e de pediatria. Incentivava-se a prática de substitutos do leite materno. O Brasil foi representado naquela reunião pela presidência do Instituto Nacional de Alimentação e Nutrição (INAN), que colaborou na elaboração do Código Internacional de Comercialização de Substitutos do Leite Materno. M. F. Rea (2003) atesta que esse fato contribuiu para o incremento de um programa pró-amamentação no País. Pediatras passaram a apelar para a necessidade de acumular divisas no país em um momento

8 8 de crise econômica, e explicitaram a importância do valor econômico do leite materno, comparando-o aos gastos com fornecimento gratuito de leite em pó. A pesquisa preliminar, de 1970 a 1977, mostra documentos sobre as diversas campanhas sanitárias empreendidas pelo governo brasileiro e revelam, dentre outros elementos interessantes, as dificuldades de financiamento e manutenção dessas campanhas. Existem documentos referentes a OPAS e a outros organismos internacionais cujas ações resumiramse no interesse em capacitar profissionais de saúde brasileiros. Os organismos internacionais financiavam cursos de formação, estágios de pesquisa, participação em congressos internacionais, bolsas de pós-graduação e visitas a centros de referência científica. Os milhares de cartas de aceite encontrados no fundo do MS atestam essa informação. As bolsas de estudo no exterior foram muito importantes para a formação de profissionais que, ao retornar ao Brasil, assumiam cargos mais proeminentes e contribuíam para engrossar as fileiras de profissionais da saúde em áreas estratégicas, senão, relevantes, para a saúde pública brasileira. Formaram-se quadros de docentes com atuação nos cursos de pósgraduação na área de medicina preventiva a qual se encontrava ainda em sua infância. Entre a documentação encontram-se folders e programas de encontros de profissionais da saúde cuja temática principal dos eventos tratava sobre Medicina Preventiva e gestão em saúde pública. Escorel (1998) atesta, inclusive, que foi durante a década de 1970, o período de maior efervescência de cursos de pós-graduação na área de Medicina Preventiva. Pode-se questionar em que medida e, sobretudo, sob quais pretextos ocorreram os auxílios financeiros e técnicos por parte dos organismos internacionais ao governo brasileiro 2. Estas 2 Figura: Arquivo Nacional MS, caixa 358, pasta Carta do Diretor do Instituto Presidente Castello Branco ao Presidente da Fiocruz (Rio de Janeiro, 10 de dezembro de 1970). Convênio firmado entre o Ministério da Saúde e da Educação e Cultura com a OPAS e a UNICEF.

9 9 questões poderiam encontrar algumas respostas nas reflexões feitas por Silva (2008) o qual trabalhou sobre as políticas de saúde pública de combate à malária implantadas pelo governo JK. Silva preocupa-se em explicar como o governo de Juscelino conseguiu articular um discurso que favorecesse a obtenção de financiamento, sobretudo da parte dos EUA, para as campanhas sanitárias tendo como base o contexto político na qual se insere o binômio capitalismo/socialismo no pós-segunda guerra (SILVA, 2008). Encontram-se entre os documentos do Ministério da Saúde, relatórios de instituições, projetos de lei, processos, ofícios, estatísticas médicas de hospitais, artigos e cartas sobre os diversos programas de combate a doenças, tais como o de combate à tuberculose, a hanseníase, ao câncer, a malária e a diversas endemias rurais. O acervo contem ainda projetos e pareceres do governo brasileiro cujo conteúdo versa sobre a formação de enfermeiros e técnicos em enfermagem, médicos, cirurgiões dentistas e de técnicos em radiologia. Nesses documentos o governo demonstra preocupação com a regulamentação das profissões e com a definição do currículo base dos cursos. A documentação contem também inúmeras solicitações e oferecimento de bolsas de estudo. O Ministério da Saúde procedeu à cessão dos seus servidores para eventos e cursos de especialização os quais foram, correntemente, financiados pela OPAS. Constata-se a carência de recursos próprios do ministério da saúde no que se refere ao financiamento de estudos no exterior. Inúmeros são os documentos onde se pode atestar a implementação de programas e de convênios atinentes à saúde materna e infantil. O Ministério da Saúde coordenou, em âmbito nacional, a assistência materno-infantil cujas diretrizes iniciais primaram pelo cunho nacionalista. Era um dever imperioso defender de maneira eficaz a criança brasileira, em verdade, ainda o melhor elemento a salvaguardar o futuro da nacionalidade (CANESQUI, 1987). Os documentos do fundo mostram como se deram as campanhas contra as endemias rurais e revelam a grande preocupação do governo com o problema da subnutrição de populações da região nordeste e de algumas cidades da região sul do Brasil. Encontram-se também algumas fontes documentais sobre o Departamento Nacional de Endemias Rurais (DNERu), órgão vinculado ao Ministério da Saúde, criado pela Lei nº de 06 de março de Aos centros e núcleos do DNERu, espalhados pelas diversas regiões do País, competiam: realizar

10 10 estudos e pesquisas sobre o conhecimento da malária, leishmaniose, doença de Chagas, peste, brucelose, febre amarela, esquistossomose, filariose e de outras endemias brasileiras. Cabia ainda investigar a natureza e o comportamento dos agentes etiológicos, vetores e hospedeiros, assim como os fatores e modos de transmissão de doenças. O DNERu representou o movimento de estruturação de instituições de saúde pública, e atuou tanto no combate às enfermidades endêmicas quanto no combate a doenças remanescentes. Alguns médicos foram enviados as mais remotas regiões da Amazônia e do nordeste brasileiro para averiguar as condições de saúde e de higiene das populações. Esses médicos produziram relatórios os quais compõem o acervo documental do MS. Entre os documentos encontram-se muitos projetos de parlamentares cuja temática trata das campanhas contra o tabagismo. O governo brasileiro vinha, desde os anos de 1950, implantando campanhas educativas contra o tabagismo. Noutros documentos, referentes às campanhas de conscientização da população, encontram-se escritos e cartazes que versam sobre o tratamento das neoplasias. Percebe-se, pela tônica das campanhas, como o câncer esteve cercado de uma aura de medo e preconceitos. Os estudos e tratamento da doença caminhavam vagarosos, mas o governo procurou incrementar campanhas de esclarecimento: para o Ministério da Saúde, o câncer tinha cura e as pessoas não deveriam temer o diagnóstico da doença. O fato de constatar a enfermidade, não significava uma sentença de morte evidente. Considerações finais sobre o conteúdo das fontes de arquivo O fundo documental do Ministério da Saúde constitui um marco de referência na pesquisa, coleta, preservação e divulgação de documentos arquivísticos do campo da história da saúde e das ciências biomédicas. A pouca produção historiográfica referente aos anos de e a ampliação sistemática do recolhimento e preservação de documentos que forneçam subsídios para a pesquisa histórica, como fontes, fazem com que o acervo da Coreg de Brasília se torne fundamental para os estudos da história da saúde pública no Brasil. Para o Ministério da Saúde, o objetivo de levar assistência médica e sanitária às regiões brasileiras mais recônditas mostrou-se ser uma tarefa árdua e lenta. Constata-se a carência de

11 11 recursos e a falta de pessoal especializado. A excessiva centralidade dos serviços também prejudicou a tomada de iniciativas e a implementação dos programas em saúde pública. As primeiras impressões do trabalho de pesquisa mostram que o governo brasileiro manteve relações intensas com organismos internacionais, sobretudo, com a OPAS. Esse organismo financiou bolsas de estudo para profissionais das áreas de saúde e de gestão em administração pública. Em outras palavras, percebe-se o nítido interesse do governo brasileiro em constituir um conjunto de profissionais especializados com o intuito de fazer frente à crescente demanda por assistência médica à população brasileira. Bibliografia de referência BRASIL. Ministério da Saúde. Relatório do Plano Nacional de Erradicação da Malária: operações para quinquênio BENCHIMOL, Jaime Larry (coord.). Febre amarela: a doença e a vacina, uma história inacabada. Rio de Janeiro: Bio-Manguinhos/Editora Fiocruz, CAMPOS, André Luiz Vieira de. Políticas internacionais de saúde na era Vargas: o Serviço Especial de Saúde Pública, Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, CANESQUI, Ana Maria. Assistência médica e a saúde e reprodução humana. Textos NEPO 13. Campinas, p , CASTRO SANTOS, Luiz. A. de. A fundação Rockfeller e o estado nacional: história e política de uma missão médica e sanitária no Brasil. Revista Brasileira de Estudos da População, 6 (1): , jan.-jun., CUETO, Marcos. Los ciclos de La erradicatión: La fundación Rockfeller y La salud publica latino-americana, In CUETO, M. (org.). Salud, Cultura y Sociedad em América Latina: nuevas perspectivas históricas. Lima: Instituto de Estudos Peruanos/OPAS, O valor da saúde: história da Organização Pan-Americana da Saúde. Rio de Janeiro: Ed. Fiocruz, ESCOREL, S. Reviravolta na saúde: origem e articulação do movimento sanitário. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1990.

12 12 FARLEY, John. To Cast out the Disease: a history of the International Health Division of the Rockefeller Foundation ( ). New York: Oxford University Press, FERREIRA, Jorge; DELGADO, Lucília de Almeida Neves. O tempo da experiência democrática: da democratização de 1945 ao golpe militar de Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, (Brasil Republicano Volume III). FINKELMAN, Jacobo (org.). Caminhos da Saúde Pública no Brasil. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, HAMILTON, W; FONSECA, C. Política, atores e interesses no processo de mudança institucional: a criação do Ministério da Saúde em História, Ciências, Saúde- Manguinhos. Rio de Janeiro, v. 10, n. 3, p , HOCHMAN, Gilberto. O Brasil não é só doença : o programa de saúde pública de Juscelino Kubitschek. História, Ciências, Saúde-Manguinhos. Vol.16, supl.1, p , HOCHMAN, Gilberto. A era do saneamento. As bases da política de saúde pública no Brasil. São Paulo: Hucitec/ANPOCS, HOFFMAN, Andrea; HERZ, Monica. Organizações internacionais. São Paulo: Campus/Elsevier, MELLO E SILVA, Alexandra. Desenvolvimento e multilateralismo: um estudo sobre a Operação Pan-Americana no contexto da política externa de JK. Contexto Internacional. Rio de Janeiro, v. 14, n. 2, p. 219, julho/dezembro, LIMA, Ana Luce Girão Soares de; PINTO, Maria Marta Saavedra. Fontes para a história dos 50 anos do Ministério da Saúde. História, Ciências, Saúde-Manguinhos. V. 10, n.3, p , LIMA, Nísia Trindade (org.). Saúde e Democracia: história e perspectivas do SUS. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, LUZ, M. T. Notas sobre as Políticas de Saúde no Brasil de Transição Democrática - anos 80. Physis - Revista de Saúde Coletiva. Rio de Janeiro, v. 1, n. 1, 1991.

13 13 PACKARD, Randall M; BROWN, Peter J. Rethinking health, development, and malaria: historicizing a cultural model in international health. Medical Anthropology. V. 17, p. 182, PIRES-ALVES, Fernando A.; PAIVA, Carlos Henrique Assunção. Recursos Críticos: história da cooperação técnica Opas-Brasil em recursos humanos para a saúde ( ). Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, REA, Marina Ferreira. Reflexões sobre a amamentação no Brasil: de como passamos a 10 meses de duração. Cadernos de Saúde Pública. Rio de Janeiro, v.19, supl.1, SILVA, Alexandra de Mello e Silva. Desenvolvimento e Multilateralismo: um estudo sobre a Operação Pan-Americana no contexto da política externa de JK. Contexto Internacional. Rio de. Janeiro: IRI-PUC/RJ, v.14, n.2, p , jul./dez., SILVA, Renato. Malária e desenvolvimento: a saúde pública no Governo JK ( ). Tese de doutorado em História das Ciências: Fundação Oswaldo Cruz, VIZENTINI, Paulo Fagundes. Juscelino Kubitschek: do retrocesso à barganha. In:. Relações exteriores do Brasil ( ): o nacionalismo e a política externa independente. Petrópolis: Editora Vozes, 2004.

Marcos Cueto. O valor da saúde: história da Organização Pan-Americana da Saúde

Marcos Cueto. O valor da saúde: história da Organização Pan-Americana da Saúde Marcos Cueto. O valor da saúde: história da Organização Pan-Americana da Saúde (Trad. Vera Ribeiro) Eduardo Silveira Netto Nunes* Rio de Janeiro: Ed. Fiocruz, 2007. 241p. Na história das políticas de saúde

Leia mais

TRAJETÓRIA DAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE INCENTIVO AO ALEITAMENTO MATERNO NO BRASIL

TRAJETÓRIA DAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE INCENTIVO AO ALEITAMENTO MATERNO NO BRASIL TRAJETÓRIA DAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE INCENTIVO AO ALEITAMENTO MATERNO NO BRASIL Palavras-chave: Aleitamento Materno; Políticas Públicas de Saúde, Desmame Precoce Introdução A alimentação infantil deve

Leia mais

1. Ementa completa e atualizada: Unidade de Aprendizagem 2 Saúde Global e Política Externa Brasileira: Uma Perspectiva Histórica.

1. Ementa completa e atualizada: Unidade de Aprendizagem 2 Saúde Global e Política Externa Brasileira: Uma Perspectiva Histórica. Relatório Final da Coordenação da Unidade de Aprendizagem 2 Curso de Especialização em Saúde Global e Diplomacia da Saúde Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca Fiocruz 1. Ementa completa e atualizada:

Leia mais

DEPARTAMENTO NACIONAL DE SAÚDE PÚBLICA (DNSP)

DEPARTAMENTO NACIONAL DE SAÚDE PÚBLICA (DNSP) DEPARTAMENTO NACIONAL DE SAÚDE PÚBLICA (DNSP) Departamento criado em 2 de janeiro de 1920, pelo Decreto nº 3.987, para ser o principal órgão federal da área de saúde, subordinado ao Ministério da Justiça

Leia mais

NOTA CIENTÍFICA: A EVOLUÇÃO DA SAÚDE PÚBLICA NO BRASIL E A AMPLITUDE E COMPLEXIDADE DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE

NOTA CIENTÍFICA: A EVOLUÇÃO DA SAÚDE PÚBLICA NO BRASIL E A AMPLITUDE E COMPLEXIDADE DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE NOTA CIENTÍFICA: A EVOLUÇÃO DA SAÚDE PÚBLICA NO BRASIL E A AMPLITUDE E COMPLEXIDADE DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE Ana Iva Corrêa Brum Barros 1 Rayana de Carvalho Freitas 2 Prof. Esp. Gilmar dos Santos Soares

Leia mais

OBJETIVO REDUZIR A MORTALIDADE

OBJETIVO REDUZIR A MORTALIDADE pg44-45.qxd 9/9/04 15:40 Page 44 44 OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO BRASIL OBJETIVO REDUZIR A MORTALIDADE NA INFÂNCIA pg44-45.qxd 9/9/04 15:40 Page 45 45 4 " META 5 REDUZIR EM DOIS TERÇOS, ENTRE

Leia mais

CONSTITUIÇÃO FEDERAL CONSTITUIÇÃO FEDERAL

CONSTITUIÇÃO FEDERAL CONSTITUIÇÃO FEDERAL 1 Art. 196: A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário

Leia mais

Associação Nacional de História ANPUH XXIV SIMPÓSIO NACIONAL DE HISTÓRIA - 2007

Associação Nacional de História ANPUH XXIV SIMPÓSIO NACIONAL DE HISTÓRIA - 2007 Associação Nacional de História ANPUH XXIV SIMPÓSIO NACIONAL DE HISTÓRIA - 2007 Saúde e desenvolvimento: a educação sanitária como instrumento do progresso. José Leandro R. Cardoso 1 A conjuntura nacional

Leia mais

Como o Brasil enfrenta a exploração sexualcomercial de crianças e adolescentes

Como o Brasil enfrenta a exploração sexualcomercial de crianças e adolescentes Como o Brasil enfrenta a exploração sexualcomercial de crianças e adolescentes 1. Introdução Fenômeno dos mais graves de nosso tempo, a exploração sexual-comercial de crianças e adolescentes não deve ser

Leia mais

Políticas públicas e a assistência a saúde

Políticas públicas e a assistência a saúde Universidade de Cuiabá UNIC Núcleo de Disciplinas Integradas Disciplina: Formação Integral em Saúde História da Saúde no Brasil: Políticas públicas e a assistência a saúde Profª Ma. Kaline A. S. Fávero,

Leia mais

FUNDAMENTOS E HISTÓRIA DA NUTRIÇÃO. Profª Omara Machado Araujo de Oliveira

FUNDAMENTOS E HISTÓRIA DA NUTRIÇÃO. Profª Omara Machado Araujo de Oliveira FUNDAMENTOS E HISTÓRIA DA NUTRIÇÃO Profª Omara Machado Araujo de Oliveira Nutricionista (UFF) Mestre em Saúde Coletiva (UFF) Pós-Graduada em Nutrição Clínica ( UFF) Surgimento da Nutrição O campo da Nutrição

Leia mais

Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I. Atenção Básica e a Saúde da Família 1

Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I. Atenção Básica e a Saúde da Família 1 Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I Atenção Básica e a Saúde da Família 1 O acúmulo técnico e político dos níveis federal, estadual e municipal dos dirigentes do SUS (gestores do SUS) na implantação

Leia mais

Curso de Especialização em Saúde da Pessoa Idosa

Curso de Especialização em Saúde da Pessoa Idosa Curso de Especialização em Saúde da Pessoa Idosa Módulo Unidade 01 Tópico 01 Políticas na Atenção do Idoso Introdução as Políticas Públicas Políticas Públicas Ao longo do tempo o papel do Estado frente

Leia mais

LEI Nº 310/2009, DE 15 DE JUNHO DE 2009.

LEI Nº 310/2009, DE 15 DE JUNHO DE 2009. LEI Nº 310/2009, DE 15 DE JUNHO DE 2009. DISPÕE SOBRE A REESTRUTURAÇÃO DO DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE SAÚDE, CRIAÇÃO DO DEPARTAMENTO DE ASSISTÊNCIA E DESENVOLVIMENTO SOCIAL, DA DIVISÃO DE MEIO-AMBIENTE E

Leia mais

Perspectivas de Cooperação em Saúde a partir de Sanya nos BRICS

Perspectivas de Cooperação em Saúde a partir de Sanya nos BRICS BRICS Monitor Perspectivas de Cooperação em Saúde a partir de Sanya nos BRICS Setembro de 2011 Núcleo de Cooperação Técnica e Ciência e Tecnologia BRICS Policy Center / Centro de Estudos e Pesquisa BRICS

Leia mais

PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO

PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO As ações de pesquisa do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas constituem um processo educativo

Leia mais

CAPÍTULO I DA NATUREZA E COMPETÊNCIA

CAPÍTULO I DA NATUREZA E COMPETÊNCIA CAPÍTULO I DA NATUREZA E COMPETÊNCIA Art.1º - A SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE - SUSAM integra a Administração Direta do Poder Executivo, na forma da Lei nº 2783, de 31 de janeiro de 2003, como órgão responsável,

Leia mais

EDUCAÇÃO EM ENFERMAGEM E A PRÁXIS DO ENFERMEIRO NA ATENÇÃO BÁSICA DE SAÚDE 1

EDUCAÇÃO EM ENFERMAGEM E A PRÁXIS DO ENFERMEIRO NA ATENÇÃO BÁSICA DE SAÚDE 1 EDUCAÇÃO EM ENFERMAGEM E A PRÁXIS DO ENFERMEIRO NA ATENÇÃO BÁSICA DE SAÚDE 1 Márcia Maria Bragança Lopes 2 Marta Lenise do Prado 3 Denise Maria Guerreiro Vieira da Silva 4 Alacoque Lorenzini Erdmann 5

Leia mais

Curso Nacional de Qualificação de Auditorias e Ouvidorias do SUS

Curso Nacional de Qualificação de Auditorias e Ouvidorias do SUS Curso Nacional de Qualificação de Auditorias e Ouvidorias do SUS UNIDADE DE APRENDIZADO 1 (AU1) Responsável: Mariana Vercesi de Albuquerque Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca ENSP/FIOCRUZ Rede

Leia mais

ÁREAS DE ENFOQUE PRINCÍPIOS GERAIS

ÁREAS DE ENFOQUE PRINCÍPIOS GERAIS PORTUGUESE (PT) ÁREAS DE ENFOQUE PRINCÍPIOS GERAIS A Fundação Rotária atesta que: 1. Suas metas visam aumentar a eficácia na outorga de subsídios e garantir a qualidade dos projetos; 2. As declarações

Leia mais

Rafaela Noronha Brasil

Rafaela Noronha Brasil Saúde Pública e Epidemiologia 2013.1 Rafaela Noronha Brasil Fonoaudióloga ESP/CE Mestre em Saúde, Ambiente e Trabalho Profa Adjunto FATECI/CE Economia agrícola: exportação café (e açúcar) Imigração de

Leia mais

Ministério da Saúde SAÚDE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: SAÚDE NA RIO + 20

Ministério da Saúde SAÚDE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: SAÚDE NA RIO + 20 Ministério da Saúde SAÚDE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: SAÚDE NA RIO + 20 INTRODUÇÃO A Organização das Nações Unidas realizará em junho de 2012, no Rio de Janeiro, a Conferência das Nações Unidas sobre

Leia mais

CAPES E CNPQ: AGÊNCIAS DE FOMENTO E DESENVOLVIMENTO PARA A PÓS-GRADUAÇÃO BRASILEIRA

CAPES E CNPQ: AGÊNCIAS DE FOMENTO E DESENVOLVIMENTO PARA A PÓS-GRADUAÇÃO BRASILEIRA CAPES E CNPQ: AGÊNCIAS DE FOMENTO E DESENVOLVIMENTO PARA A PÓS-GRADUAÇÃO BRASILEIRA Samara Maria Viana da Silva UFPI samaraviana85@hotmail.com Maria do Amparo Borges Ferro UFPI amparoferro@uol.com.br RESUMO

Leia mais

O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP

O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP O Papel do Pedagogo na Escola Pública 1 A construção histórica do Curso de Pedagogia 2 Contexto atual do Curso de Pedagogia 3 O trabalho do Pedagogo prática

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES PROGRAMÁTICAS ESTRATÉGICAS ÁREA TÉCNICA SAÚDE DO IDOSO

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES PROGRAMÁTICAS ESTRATÉGICAS ÁREA TÉCNICA SAÚDE DO IDOSO MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES PROGRAMÁTICAS ESTRATÉGICAS ÁREA TÉCNICA SAÚDE DO IDOSO LUIZA MACHADO COORDENADORA ATENÇÃO Ä SAÚDE DA PESSOA IDOSA -AÇÕES DO MINISTERIO

Leia mais

RESOLUÇÃO CUNI Nº XXXX

RESOLUÇÃO CUNI Nº XXXX RESOLUÇÃO CUNI Nº XXXX Aprova o Projeto Acadêmico CECANE/UFOP. O Conselho Universitário da Universidade Federal de Ouro Preto, em sua xxxx reunião ordinária, realizada em xxx de xxx de 2011, no uso de

Leia mais

DIRETRIZES DO FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/NÓS PODEMOS. (aprovada em 2010 e 1ª revisão em agosto de 2012)

DIRETRIZES DO FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/NÓS PODEMOS. (aprovada em 2010 e 1ª revisão em agosto de 2012) DIRETRIZES DO FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/NÓS PODEMOS (aprovada em 2010 e 1ª revisão em agosto de 2012) Artigo 1º O Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade/Nós

Leia mais

Aula 1 Histórico da Implementação da Política de Saúde no Brasil

Aula 1 Histórico da Implementação da Política de Saúde no Brasil Pontifícia Universidade Católica de Goiás Departamento de Biologia Epidemiologia e Saúde Pública Aula 1 Histórico da Implementação da Política de Saúde no Brasil Histórico - Mundo Na Inglaterra: movimento

Leia mais

Política de Saúde da Pessoa Idosa

Política de Saúde da Pessoa Idosa Política de Saúde da Pessoa Idosa Conselho Estadual de Saúde LUCYANA MOREIRA Março/2015 O TEMPO É IRREVERSÍVEL Pernambuco em dados: PERNAMBUCO: 8.796.448 hab. 937.943 pessoas idosas 10,7% (IBGE- Censo

Leia mais

Estratégias para eliminação da Transmissão Vertical do HIV e da Sífilis

Estratégias para eliminação da Transmissão Vertical do HIV e da Sífilis Estratégias para eliminação da Transmissão Vertical do HIV e da Sífilis 1)Contextualização da Transmissão Vertical de HIV e de Sífilis A transmissão vertical do HIV (TVHIV) acontece pela passagem do vírus

Leia mais

Atribuições federativas nos sistemas públicos de garantia de direitos

Atribuições federativas nos sistemas públicos de garantia de direitos Atribuições federativas nos sistemas públicos de garantia de direitos Atribuições federativas nos sistemas públicos de garantia de direitos Características da Federação Brasileira Federação Desigual Federação

Leia mais

Período Pós-Guerra 1914-1918. Veio mostrar o valor do capital alimento; Surge escolas de nutrólogos em todo mundo;

Período Pós-Guerra 1914-1918. Veio mostrar o valor do capital alimento; Surge escolas de nutrólogos em todo mundo; Período Pós-Guerra 1914-1918 Veio mostrar o valor do capital alimento; Surge escolas de nutrólogos em todo mundo; Brasil criticavam a falta de políticas de alimentação. 1923 Cartilha de higiene para uso

Leia mais

RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL EM SAÚDE DA FAMÍLIA E COMUNIDADE PERCEPÇÃO DOS PROFISSIONAIS DO SERVIÇO NO MUNICÍPIO DE PALMAS/TOCANTINS

RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL EM SAÚDE DA FAMÍLIA E COMUNIDADE PERCEPÇÃO DOS PROFISSIONAIS DO SERVIÇO NO MUNICÍPIO DE PALMAS/TOCANTINS RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL EM SAÚDE DA FAMÍLIA E COMUNIDADE PERCEPÇÃO DOS PROFISSIONAIS DO SERVIÇO NO MUNICÍPIO DE PALMAS/TOCANTINS LISY MOTA DA CRUZ Orientador: Prof. Dr. Gilberto Tadeu Reis da Silva

Leia mais

A Educação Física no campo da saúde

A Educação Física no campo da saúde A Educação Física no campo da saúde V Encontro de Coordenadores de Cursos De Educação Física do Estado do Paraná A atuação do profissional de Educação Física no Sistema Único de Saúde - SUS Prof.Ms. Alexandre

Leia mais

Biblioteca Virtual em Saúde (BVS): Instrumento para a gestão da informação em Saúde

Biblioteca Virtual em Saúde (BVS): Instrumento para a gestão da informação em Saúde Biblioteca Virtual em Saúde (BVS): Instrumento para a gestão da informação em Saúde Objetivo: Apresentar o Modelo da BVS: conceitos, evolução, governabilidade, estágios e indicadores. Conteúdo desta aula

Leia mais

Reforma sanitária e sus primeira parte

Reforma sanitária e sus primeira parte Reforma sanitária e sus primeira parte Cidadão é o indivíduo que tem consciência de seus direitos e deveres e participa ativamente de todas as questões da sociedade (Herbert de Souza - Betinho) No alvorecer

Leia mais

Política Nacional de Museus Bases para a Política Nacional de Museus

Política Nacional de Museus Bases para a Política Nacional de Museus Política Nacional de Museus Bases para a Política Nacional de Museus APRESENTAÇÃO Ao se propor a sistematização de uma política pública voltada para os museus brasileiros, a preocupação inicial do Ministério

Leia mais

PROJETO DE LEI ORÇAMENTÁRIA PARA 2007

PROJETO DE LEI ORÇAMENTÁRIA PARA 2007 Secretaria de Orçamento Federal - SOF Assessoria de Consolidação - ASCON PROJETO DE LEI ORÇAMENTÁRIA PARA 2007 No Estado do Rio de (RJ) Ministério da Ciência e Tecnologia 0 23.384 23.384 Implantação de

Leia mais

Grupo Banco Mundial. Construindo um mundo sem pobreza

Grupo Banco Mundial. Construindo um mundo sem pobreza Grupo Banco Mundial Construindo um mundo sem pobreza Enfoque Regional! O Banco Mundial trabalha em seis grandes regiões do mundo: 2 Fatos Regionais: América Latina e Caribe (ALC)! População total: 500

Leia mais

APRESENTAÇÃO. Sejam bem-vindos ao Litoral Piauiense!

APRESENTAÇÃO. Sejam bem-vindos ao Litoral Piauiense! APRESENTAÇÃO O I Congresso Norte/Nordeste de Doenças Negligenciadas e Reemergentes (I CONDONER) & I Congresso Piauiense de Doenças Negligenciadas têm o intuito de incentivar a pesquisa sobre doenças negligenciadas

Leia mais

Realização: CEREMAPS, EESP e Fundação CEFETBAHIA 1

Realização: CEREMAPS, EESP e Fundação CEFETBAHIA 1 CONHECIMENTOS GERAIS SOBRE SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (QUESTÕES 01 a 30) Questão 01 (Peso 1) A saúde, através do Sistema Único de Saúde, é desenvolvida através de uma política social e econômica que visa,

Leia mais

BOLETIM. Fundação Seade participa de evento para disseminar conceitos e esclarecer dúvidas sobre o Catálogo de

BOLETIM. Fundação Seade participa de evento para disseminar conceitos e esclarecer dúvidas sobre o Catálogo de disseminar conceitos O desenvolvimento do aplicativo de coleta de informações, a manutenção e a atualização permanente do CSBD estão sob a responsabilidade da Fundação Seade. Aos órgãos e entidades da

Leia mais

Super Dicas de SUS. Prof. Marcondes Mendes. SUS em exercícios comentados Prof Marcondes Mendes

Super Dicas de SUS. Prof. Marcondes Mendes. SUS em exercícios comentados Prof Marcondes Mendes Super Dicas de SUS Prof. Marcondes Mendes SUS em exercícios comentados Prof Marcondes Mendes 1. Evolução histórica da organização do sistema de saúde no Brasil Prevenção Modelo de Saúde Sanitarista Campanhismo

Leia mais

Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 529, DE 1º DE ABRIL DE 2013

Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 529, DE 1º DE ABRIL DE 2013 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 529, DE 1º DE ABRIL DE 2013 Institui o Programa Nacional de Segurança do

Leia mais

Estado de Mato Grosso Prefeitura Municipal de Itanhangá CNPJ: 07.209.225/0001-00 Gestão 2013/2016

Estado de Mato Grosso Prefeitura Municipal de Itanhangá CNPJ: 07.209.225/0001-00 Gestão 2013/2016 LEI Nº 325/2013 Data: 04 de Novembro de 2013 SÚMULA: Dispõe sobre o Plano Municipal de Políticas Públicas Sobre Drogas, que tem por finalidade fortalecer e estruturar o COMAD como órgão legítimo para coordenar,

Leia mais

www.grupoidealbr.com.br

www.grupoidealbr.com.br www.grupoidealbr.com.br Programa Nacional de Segurança do Paciente Introdução Parágrafo 12 do primeiro livro da sua obra Epidemia: "Pratique duas coisas ao lidar com as doenças; auxilie ou ao menos não

Leia mais

EDUCAÇÃO EM SERVIÇO, EDUCAÇÃO CONTINUADA, EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE: SINÔNIMOS OU DIFERENTES CONCEPÇÕES?

EDUCAÇÃO EM SERVIÇO, EDUCAÇÃO CONTINUADA, EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE: SINÔNIMOS OU DIFERENTES CONCEPÇÕES? EDUCAÇÃO EM SERVIÇO, EDUCAÇÃO CONTINUADA, EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE: SINÔNIMOS OU DIFERENTES CONCEPÇÕES? Beatriz Francisco Farah E-mail:biafarah@nates.ufjf.br A questão da educação para profissionais

Leia mais

CONTEXTO EDUCACIONAL BRASILEIRO E OS ANOS INICIAIS DO CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DA UFSM

CONTEXTO EDUCACIONAL BRASILEIRO E OS ANOS INICIAIS DO CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DA UFSM CONTEXTO EDUCACIONAL BRASILEIRO E OS ANOS INICIAIS DO CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DA UFSM Carla Vargas Pedroso - UFF e UFSM Sandra Lucia Escovedo Selles - UFF Agência Financiadora: CAPES

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PRESIDENTE KUBITSCHEK Estado de Minas Gerais MENSAGEM Nº

PREFEITURA MUNICIPAL DE PRESIDENTE KUBITSCHEK Estado de Minas Gerais MENSAGEM Nº MENSAGEM Nº Senhores membros da Câmara Municipal, Submeto à elevada deliberação de V. Exªs. o texto do projeto de lei que institui o Plano Plurianual para o período de 2002 a 2005. Este projeto foi elaborado

Leia mais

CE150/INF/6 (Port.) Anexo A - 2 - A. DETERMINANTES SOCIAIS DA SAÚDE. Introdução

CE150/INF/6 (Port.) Anexo A - 2 - A. DETERMINANTES SOCIAIS DA SAÚDE. Introdução Anexo A - 2 - A. DETERMINANTES SOCIAIS DA SAÚDE Introdução 1. A Assembleia Mundial da Saúde, mediante a Resolução WHA62.14 (2009), Reduzir as desigualdades de saúde mediante ações sobre os determinantes

Leia mais

Secretaria de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres 1º Fórum de Violência contra a Mulher: Múltiplos olhares

Secretaria de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres 1º Fórum de Violência contra a Mulher: Múltiplos olhares Secretaria de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres 1º Fórum de Violência contra a Mulher: Múltiplos olhares Campinas, Abril de 2014 Violência contra as Mulheres: dados Internacional: 1 de cada

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O NASF

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O NASF PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O NASF Preocupados com inúmeros questionamentos recebidos pela Comissão Nacional de Saúde Pública Veterinária do Conselho Federal de Medicina Veterinária, a CNSPV/CFMV vem por

Leia mais

Índice. Desenvolvimento econômico, 1 Direitos legais, 3

Índice. Desenvolvimento econômico, 1 Direitos legais, 3 Índice A Academic drift, 255 Accountability, 222, 278 Agenda social, 2 Aplicativo para a Melhoria de Qualidade (AMQ), 84 Aposentadoria benefícios previdenciários e assistenciais e seu impacto sobre a pobreza,

Leia mais

Objetivos do Milênio da ONU: metas distantes. Resenha Desenvolvimento

Objetivos do Milênio da ONU: metas distantes. Resenha Desenvolvimento Objetivos do Milênio da ONU: metas distantes Resenha Desenvolvimento Luiz Fernando Neiva Liboreiro 14 de dezembro de 2006 Objetivos do Milênio da ONU: metas distantes Resenha Desenvolvimento Luiz Fernando

Leia mais

Estratégia: Articulação interinstitucional

Estratégia: Articulação interinstitucional CGDIS/DATASUS/SE/MS Antecedentes Sistemas, bases de dados e fontes de informação (saúde e outros setores) Disponibilidade na Internet Limitações: cobertura, qualidade, integração e comparabilidade Uso

Leia mais

RESUMO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE EVENTOS

RESUMO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE EVENTOS RESUMO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE EVENTOS SALVADOR 2012 1 CONTEXTUALIZAÇÃO Em 1999, a UNIJORGE iniciou suas atividades na cidade de Salvador, com a denominação de Faculdades Diplomata. O contexto

Leia mais

A Organização Pan-americana de Saúde (OPAS) e a difusão do ideal da medicina preventiva

A Organização Pan-americana de Saúde (OPAS) e a difusão do ideal da medicina preventiva A Organização Pan-americana de Saúde (OPAS) e a difusão do ideal da medicina preventiva Lucirleia Alves Moreira Pierucci A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) foi criada em 1902 na 2ª. Conferência

Leia mais

FUNDAÇÃO JOÃO MANGABEIRA

FUNDAÇÃO JOÃO MANGABEIRA FUNDAÇÃO JOÃO MANGABEIRA ESCOLA MIGUEL ARRAES A Fundação João Mangabeira é organizada em vários setores como História Viva para abrigar e documentar a vida do PSB, o setor de promoção de eventos e seminários,

Leia mais

Federação de Sindicatos de Trabalhadores das Universidades Brasileiras Fundada em 19 de dezembro de 1978

Federação de Sindicatos de Trabalhadores das Universidades Brasileiras Fundada em 19 de dezembro de 1978 GT HUE s e SEMINÁRIO Realizado no período de 12 a 14 de abril de 2010 PROPOSTA PRELIMINAR DE HOSPITAIS UNIVERSITÁRIOS E DE ENSINO E CENTROS HOSPITALARES DE SAÚDE ESCOLA (HUE S) CAPÍTULO I Artigo 1º. Este

Leia mais

,QLTXLGDGHVHP6D~GHQR%UDVLO QRVVDPDLVJUDYHGRHQoD

,QLTXLGDGHVHP6D~GHQR%UDVLO QRVVDPDLVJUDYHGRHQoD ,QLTXLGDGHVHP6D~GHQR%UDVLO QRVVDPDLVJUDYHGRHQoD 'RFXPHQWRDSUHVHQWDGRSRURFDVLmRGRODQoDPHQWRGD &RPLVVmR1DFLRQDOVREUH'HWHUPLQDQWHV6RFLDLVHP6D~GHGR %UDVLO&1'66 0DUoR ,QLTXLGDGHVHPVD~GHQR%UDVLO QRVVDPDLVJUDYHGRHQoD

Leia mais

A UNIVERSIDADE BRASILEIRA É BRASILEIRA? C A R L O S A L B E R T O S T E I L D E P A R T A M E N T O D E A N T R O P O L O G I A / U F R G S

A UNIVERSIDADE BRASILEIRA É BRASILEIRA? C A R L O S A L B E R T O S T E I L D E P A R T A M E N T O D E A N T R O P O L O G I A / U F R G S A UNIVERSIDADE BRASILEIRA É BRASILEIRA? C A R L O S A L B E R T O S T E I L D E P A R T A M E N T O D E A N T R O P O L O G I A / U F R G S INTRODUÇÃO Identidade: não é um propriedade das coisas, mas das

Leia mais

NOTA TÉCNICA 26 /2013

NOTA TÉCNICA 26 /2013 NOTA TÉCNICA 26 /2013 Institui a Estratégia Nacional para Promoção do Aleitamento Materno e Alimentação Complementar Saudável no Sistema Único de Saúde (SUS) - Estratégia Amamenta e Alimenta Brasil. Brasília,

Leia mais

4ª CONFERÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE INDÍGENA

4ª CONFERÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE INDÍGENA 4ª CONFERÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE INDÍGENA 'DISTRITO SANITÁRIO ESPECIAL INDÍGENA: TERRITÓRIO DE PRODUÇÃO DE SAÚDE, PROTEÇÃO DA VIDA E VALORIZAÇÃO DAS TRADIÇÕES' DOCUMENTO BASE Brasília, outubro de 2005

Leia mais

PROPOSTAS PARA O ESTADO BRASILEIRO - NÍVEIS FEDERAL, ESTADUAL E MUNICIPAL

PROPOSTAS PARA O ESTADO BRASILEIRO - NÍVEIS FEDERAL, ESTADUAL E MUNICIPAL PROPOSTAS PARA O ESTADO BRASILEIRO - NÍVEIS FEDERAL, ESTADUAL E MUNICIPAL MEDIDAS CONCRETAS PARA O ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER NO ÂMBITO DOMÉSTICO/FAMILIAR A presente Matriz insere-se no

Leia mais

SUS: princípios doutrinários e Lei Orgânica da Saúde

SUS: princípios doutrinários e Lei Orgânica da Saúde Universidade de Cuiabá - UNIC Núcleo de Disciplinas Integradas Disciplina: Formação Integral em Saúde SUS: princípios doutrinários e Lei Orgânica da Saúde Profª Andressa Menegaz SUS - Conceito Ações e

Leia mais

DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS

DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS 1 DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES E OBJETIVO DO MOVIMENTO 2 Artigo 1º O Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade/Nós

Leia mais

Fontes para a história dos 50 anos do Ministério da Saúde. Sources for a history of the Brazilian Ministry of Health s fifty years FONTES

Fontes para a história dos 50 anos do Ministério da Saúde. Sources for a history of the Brazilian Ministry of Health s fifty years FONTES FONTES Fontes para a história dos 50 anos do Ministério da Saúde Sources for a history of the Brazilian Ministry of Health s fifty years Ana Luce Girão Soares de Lima Departamento de Arquivo e Documentação

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR

POLÍTICA NACIONAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR POLÍTICA NACIONAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR I Congresso Piauiense de Educação em Educação Primária à Saúde Terezina PI, 15 de novembro de 2008 Marco Antonio Gomes Pérez SMS - Campinas g.perez@ig.com.be Um

Leia mais

PORTARIA INTERMINISTERIAL No-10, DE 11 DE JULHO DE 2013

PORTARIA INTERMINISTERIAL No-10, DE 11 DE JULHO DE 2013 PORTARIA INTERMINISTERIAL No-10, DE 11 DE JULHO DE 2013 Regulamenta o Decreto nº 7.385, de 8 de dezembro de 2010, que instituiu o Sistema Universidade Aberta do Sistema Único de Saúde (UNA-SUS). Os MINISTROS

Leia mais

Saúde, Cidadania e Desenvolvimento

Saúde, Cidadania e Desenvolvimento Saúde, Cidadania e Desenvolvimento Doenças Negligenciadas, novo perfil epidemiológico e desenvolvimento no Brasil Marcos Montani Caseiro Doenças Negligenciadas (O Conceito) Décadas 70/90 Fundação Rockefeller

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES EM SAÚDE POLÍTICA ESTADUAL DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES EM SAÚDE POLÍTICA ESTADUAL DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES EM SAÚDE POLÍTICA ESTADUAL DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO Versão Final (Aprovada pelo Conselho Estadual de Saúde) Porto Alegre, fevereiro

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº. 45 -CONSUP/IFAM, de 13 de julho de 2015.

RESOLUÇÃO Nº. 45 -CONSUP/IFAM, de 13 de julho de 2015. RESOLUÇÃO Nº. 45 -CONSUP/IFAM, de 13 de julho de 2015. O Magnífico Reitor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas IFAM, neste ato como Presidente do Conselho Superior, órgão

Leia mais

1800 VINDA DA FAMÍLIA REAL. 1889- PROCLAMACAO DA REPUBLICA.

1800 VINDA DA FAMÍLIA REAL. 1889- PROCLAMACAO DA REPUBLICA. O que se exigia do sistema de saúde, do final do século XIX até metade do século passado, era uma política de controle de portos e espaços de circulação de mercadorias, com a finalidade de erradicação

Leia mais

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS Projeto de Lei nº 8.035, de 2010 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional O PNE é formado por: 10 diretrizes; 20 metas com estratégias

Leia mais

O PAPEL DO ASSISTENTE SOCIAL NA SAÚDE PÚBLICA NO MUNICÍPIO DE TRÊS LAGOAS

O PAPEL DO ASSISTENTE SOCIAL NA SAÚDE PÚBLICA NO MUNICÍPIO DE TRÊS LAGOAS O PAPEL DO ASSISTENTE SOCIAL NA SAÚDE PÚBLICA NO MUNICÍPIO DE TRÊS LAGOAS MÁRCIA APARECIDA DOS SANTOS SOLANGE RODRIGUES DE ALMEIDA BERNACHI ACADEMICAS DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL 2012 ASSOCIAÇÃO DE ENSINO

Leia mais

BOLETIM. Produto Interno Bruto paulista continua no patamar de um trilhão de reais

BOLETIM. Produto Interno Bruto paulista continua no patamar de um trilhão de reais patamar de um trilhão Em ano atípico, o PIB do Estado de São apresentou redução real em 2009, mas ampliou sua participação no PIB brasileiro. Em 2009, o PIB, calculado pela Fundação Seade em parceria com

Leia mais

Modelos Assistenciais em Saúde

Modelos Assistenciais em Saúde 6 Modelos Assistenciais em Saúde Telma Terezinha Ribeiro da Silva Especialista em Gestão de Saúde A análise do desenvolvimento das políticas de saúde e das suas repercussões sobre modos de intervenção

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.813, DE 22 DE JUNHO DE 2006. Aprova a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos e dá outras providências.

Leia mais

Nova ética emergindo de crises mudança no sistema de emprego exclusão/marginalização social aumento das demandas sociais concentração de poder e

Nova ética emergindo de crises mudança no sistema de emprego exclusão/marginalização social aumento das demandas sociais concentração de poder e PROGRAMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO FISCAL - PNEF A EDUCAÇÃO FISCAL COMO EXERCÍCIO DE CIDADANIA CONTEXTO Nova ética emergindo de crises mudança no sistema de emprego exclusão/marginalização social aumento das

Leia mais

HISTÓRIA DAS POLÍTICAS DE SAÚDE NO BRASIL

HISTÓRIA DAS POLÍTICAS DE SAÚDE NO BRASIL AULA 3 ORGANIZAÇÃO E POLÍTICAS DE SAÚDE HISTÓRIA DAS POLÍTICAS DE SAÚDE NO BRASIL 1 Profa. M.Sc. Glívia Barros INTRODUÇÃO Crise do sistema de saúde presente no nosso dia a dia; Filas, falta de leitos hospitalares,

Leia mais

ERRATA. Na página 11, continuação do Quadro Esquemático das Normas Operacionais do Sus

ERRATA. Na página 11, continuação do Quadro Esquemático das Normas Operacionais do Sus ERRATA Secretaria de Saúde do DF AUXILIAR EM saúde - Patologia Clínica Sistema Único de Sáude - SUS Autora: Dayse Amarílio D. Diniz Na página 11, continuação do Quadro Esquemático das Normas Operacionais

Leia mais

Como se Tornar um Município Amigo do Idoso. Critérios para a Obtenção do Selo de Município Amigo do Idoso

Como se Tornar um Município Amigo do Idoso. Critérios para a Obtenção do Selo de Município Amigo do Idoso Como se Tornar um Município Amigo do Idoso Critérios para a Obtenção do Selo de Município Amigo do Idoso 2 3 GERALDO ALCKMIN Governador do Estado de São Paulo ROGERIO HAMAM Secretário de Estado de Desenvolvimento

Leia mais

Ministério de Planejamento Orçamento e Gestão Secretaria de Orçamento Federal. Ações Orçamentárias Integrantes da Lei Orçamentária para 2012

Ministério de Planejamento Orçamento e Gestão Secretaria de Orçamento Federal. Ações Orçamentárias Integrantes da Lei Orçamentária para 2012 Programa 2115 - Programa de Gestão e Manutenção do Ministério da Saúde 0110 - Contribuição à Previdência Privada Tipo: Operações Especiais Número de Ações 78 Assegurar às autarquias, fundações, empresas

Leia mais

Participação Social como Método de Governo. Secretaria-Geral da Presidência da República

Participação Social como Método de Governo. Secretaria-Geral da Presidência da República Participação Social como Método de Governo Secretaria-Geral da Presidência da República ... é importante lembrar que o destino de um país não se resume à ação de seu governo. Ele é o resultado do trabalho

Leia mais

Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas

Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas RESULTADOS Setembro 2010 Parcerias Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República; Casa Civil da Presidência da República; Secretaria-Geral

Leia mais

História, Ciências, Saúde - Manguinhos ISSN: 0104-5970 hscience@coc.fiocruz.br Fundação Oswaldo Cruz Brasil

História, Ciências, Saúde - Manguinhos ISSN: 0104-5970 hscience@coc.fiocruz.br Fundação Oswaldo Cruz Brasil História, Ciências, Saúde - Manguinhos ISSN: 0104-5970 hscience@coc.fiocruz.br Fundação Oswaldo Cruz Brasil Domingos de Figueiredo, Regina Érika A cooperação entre Brasil e Estados Unidos no campo da saúde:

Leia mais

CRONOLOGIA DA POLIOMIELITE SÉCULO XX

CRONOLOGIA DA POLIOMIELITE SÉCULO XX CRONOLOGIA DA POLIOMIELITE SÉCULO XX Última atualização em 15 de maio de 2003 CRONOLOGIA DA POLIOMIELITE Primeira década 1908 Em Viena, Landsteiner e Popper identificam pela primeira vez o vírus da poliomielite.

Leia mais

Desenvolvimento e Desigualdades: cenários e perspectivas para a saúde no mundo

Desenvolvimento e Desigualdades: cenários e perspectivas para a saúde no mundo Ciclo de Debates sobre Bioética, Diplomacia e Saúde Pública Desenvolvimento e Desigualdades: cenários e perspectivas para a saúde no mundo Samira Santana de Almeida 1 RELATÓRIO 1. Apresentação O presente

Leia mais

Comitês para Prevenção e Controle da Mortalidade Materna, Fetal e Infantil e Núcleos Hospitalares de Epidemiologia.

Comitês para Prevenção e Controle da Mortalidade Materna, Fetal e Infantil e Núcleos Hospitalares de Epidemiologia. Projeto do Curso de Educação à Distância para Qualificação da Investigação do Óbito Materno, Fetal e Infantil: Comitês para Prevenção e Controle da Mortalidade Materna, Fetal e Infantil e Núcleos Hospitalares

Leia mais

Rede de Áreas Protegidas, Turismo e Inclusão Social: de uma perspectiva da América do Sul para uma perspectiva global

Rede de Áreas Protegidas, Turismo e Inclusão Social: de uma perspectiva da América do Sul para uma perspectiva global Rede de Áreas Protegidas, Turismo e Inclusão Social: de uma perspectiva da América do Sul para uma perspectiva global (texto extraído da publicação IRVING, M.A.; BOTELHO, E.S.; SANCHO, A.; MORAES, E &

Leia mais

Dr Elsa Regina Justo Giugliani Pediatra, coordenadora da Área Técnica de Saúde da Criança e Aleitamento Materno, Ministério da Saúde, Brasil

Dr Elsa Regina Justo Giugliani Pediatra, coordenadora da Área Técnica de Saúde da Criança e Aleitamento Materno, Ministério da Saúde, Brasil POLÍTICAS PÚBLICAS DE INCENTIVO AO ALEITAMENTO MATERNO: A EXPERIÊNCIA DO BRASIL Carolina Belomo de Souza Nutritionniste, chargée de mission en éducation et promotion de la santé, DATER, INPES Dr Lilian

Leia mais

DIREITO À VIDA A GESTÃO DA QUALIDADE E DA INTEGRALIDADE DO CUIDADO EM SAÚDE PARA A MULHER E A CRIANÇA NO SUS-BH: a experiência da Comissão Perinatal

DIREITO À VIDA A GESTÃO DA QUALIDADE E DA INTEGRALIDADE DO CUIDADO EM SAÚDE PARA A MULHER E A CRIANÇA NO SUS-BH: a experiência da Comissão Perinatal DIREITO À VIDA A GESTÃO DA QUALIDADE E DA INTEGRALIDADE DO CUIDADO EM SAÚDE PARA A MULHER E A CRIANÇA NO SUS-BH: a experiência da Comissão Perinatal Grupo temático: Direito à vida, à saúde e a condições

Leia mais

6 Considerações finais

6 Considerações finais 6 Considerações finais Este pesquisa objetivou investigar como vem se caracterizando o processo de reforma psiquiátrica em Juiz de Fora e suas repercussões no trabalho dos assistentes sociais no campo

Leia mais

XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO

XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO MPH0813 PLANO NACIONAL DE TURISMO: UM CAMINHO PARA A BUSCA DO DESENVOLVIMENTO

Leia mais

A preparação do Brasil para a Conferência Rio+20 Sugestões para contribuições

A preparação do Brasil para a Conferência Rio+20 Sugestões para contribuições A preparação do Brasil para a Conferência Rio+20 Sugestões para contribuições I. Informações preliminares sobre a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável ( Rio+20 ) De 28 de maio

Leia mais

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 Candidato Gilmar Ribeiro de Mello SLOGAN: AÇÃO COLETIVA Página 1 INTRODUÇÃO Considerando as discussões realizadas com a comunidade interna

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS CONFERÊNCIA SOBRE OS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO

ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS CONFERÊNCIA SOBRE OS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS CONFERÊNCIA SOBRE OS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO Grupo de Trabalho 4: Fortalecendo a educação e o envolvimento da sociedade civil com relação ao vírus HIV, malária

Leia mais

Política Nacional sobre Drogas e o Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas Crack, é possível vencer. SALVADOR/BA ABRIL de 2012

Política Nacional sobre Drogas e o Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas Crack, é possível vencer. SALVADOR/BA ABRIL de 2012 Política Nacional sobre Drogas e o Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas Crack, é possível vencer SALVADOR/BA ABRIL de 2012 MARCOS HISTÓRICOS 1998: Adesão do Brasil aos princípios diretivos

Leia mais

Fundação SEADE. www.seade.gov.br

Fundação SEADE. www.seade.gov.br Outubro de 0 N o Monitoramento das metas dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio ODMs Consulte A Fundação Seade disponibilizará, anualmente, as séries históricas do conjunto de indicadores dos ODMs

Leia mais

Secretaria do Planejamento, Gestão e Participação Cidadã SEPLAG/RS

Secretaria do Planejamento, Gestão e Participação Cidadã SEPLAG/RS Secretaria do Planejamento, Gestão e Participação Cidadã SEPLAG/RS Brasília, 21 de fevereiro de 2013 MAPA ESTRATÉGICO: Visão: RETOMAR O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL COM EQUIDADE E PARTICIPAÇÃO Sociedade

Leia mais