MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO - MTE CONSELHO NACIONAL DE IMIGRAÇÃO COORDENAÇÃO GERAL DE IMIGRAÇÃO

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1 MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO - MTE Legislação Trabalho Estrangeiro Abril 2013

2 MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO - MTE CONSELHO NACIONAL DE IMIGRAÇÃO COORDENAÇÃO GERAL DE IMIGRAÇÃO

3 ORGANOGRAMA GM / CGIg / CNIg GM Gabinete do Ministro CGIg Coordenação Geral de Imigração CNIg Conselho Nacional de Imigração

4 ORGANOGRAMA Coordenação Geral de Imigração CGIg Coordenação Geral de Imigração Coordenação de Apoio ao Conselho Nacional de Imigração - CNIg Atendimento especializado Divisão de protocolo, cadastro e apoio administrativo Divisão de análise de temporários e permanente Divisão de análise de prorrogações e transformações

5 CONSELHO NACIONAL DE IMIGRAÇÃO CNIg Introdução Criação: Lei N de 19 de agosto de 1980 Organização: Lei N , de 28 de maio de 2003 Competência do MTE, quanto a política de imigração Atribuições: Decreto N 840, de 22 de junho de 1993 Organização e funcionamento do Conselho Nacional de Imigração Estrutura: colegiado quatripartite com 20 representantes Governo Federal nove Trabalhadores Empregadores Sociedade civil cinco cinco um Secretaria de apoio: Coordenação Geral de Imigração

6 CONSELHO NACIONAL DE IMIGRAÇÃO CNIg Composição 01 de 05 Representantes do Governo MTE Ministério do Trabalho e Emprego Presidência MJ Ministério da Justiça MRE Ministério das Relações Exteriores MAPA Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento MCT Ministério da Ciência e Tecnologia MDIC Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior MS Ministério da Saúde MEC Ministério da Educação MTUR Ministério do Turismo

7 CONSELHO NACIONAL DE IMIGRAÇÃO CNIg Composição 02 de 05 Representantes dos Trabalhadores CGTB Central Geral dos Trabalhadores do Brasil CTB Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil CUT Central Única dos Trabalhadores FS Força Sindical UGT União Geral dos Trabalhadores

8 CONSELHO NACIONAL DE IMIGRAÇÃO CNIg Composição 03 de 05 Representantes dos Empregadores: CNA Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil CNC Confederação Nacional do Comércio CNF Confederação Nacional das Instituições Financeiras CNI - Confederação Nacional da Indústria CNT Confederação Nacional dos Transportes

9 CONSELHO NACIONAL DE IMIGRAÇÃO CNIg Composição 04 de 05 Representante da Comunidade Científica e Tecnológica: SBPC Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência

10 CONSELHO NACIONAL DE IMIGRAÇÃO CNIg Composição 05 de 05 Observadores: Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência PF Polícia Federal / Polícia de Imigração OIT Organização Internacional do Trabalho OIM Organização Internacional para as Migrações CNPD Comissão Nacional de População e Desenvolvimento IMDH Instituto Migrações e Direitos Humanos

11 CONSELHO NACIONAL DE IMIGRAÇÃO CNIg Atribuições Decreto nº 840 de 22 de junho de Compete ao CNIg: Formular a política de imigração; Coordenar e orientar as atividades de imigração; Estabelecer normas de seleção de imigrantes, visando proporcionar Mão de Obra especializada aos vários setores da economia nacional e à capacitação de recursos para setores específicos; Promover ou fomentar estudo de problemas relativos à imigração;

12 CONSELHO NACIONAL DE IMIGRAÇÃO CNIg Atribuições Decreto nº 840 de 22 de junho de Compete ao CNIg: Definir as regiões (.) e elaborar os respectivos planos de imigração; Dirimir as dúvidas e solucionar os casos omissos; Opinar sobre alteração da legislação relativa à imigração, proposta por órgão federal; e Elaborar regimento interno.

13 NOVA LEI MIGRATÓRIO Nova Lei Migratória que esta no Congresso Reconhecimento de direitos fundamentais aos imigrantes indocumentados: atenção básica de saúde; educação fundamental; direitos oriundos da relação de emprego; Atenção às vítimas de tráfico de pessoas; Maior ênfase aos direitos humanos e sociais dos migrantes; Criação de novas categorias de vistos e residências, simplificando o processo migratório; e Criação do Conselho Nacional da Migração.

14 COORDENAÇÃO GERAL DE IMIGRAÇÃO Atribuições Informar os interessados sobre a legislação e os procedimentos para chamada de mão-de-obra estrangeiras e contratação; Análise dos processos oriundas das Resoluções baixadas pelo Conselho Nacional de Imigração, processo inicial, prorrogação ou transformação de visto; Protocolo, montagem e juntada de documentos nos processos; Atendimento especializado por ; Ofício para o Ministério das Relações Exteriores - MRE; Publicação no D.O.U.

15 COORDENAÇÃO GERAL DE IMIGRAÇÃO Principais Políticas Maior transparência nos trâmites processuais; Clareza nos procedimentos quanto a autorização de visto de trabalho a estrangeiros; Proteção da Mão de Obra nacional; Site área internacional trabalho estrangeiro traduzido para o espanhol, inglês e mandarim; Estatísticas atualizadas no site; Guia de Procedimentos; Sistema de andamento de processos - MIGRANTEWEB; Pré-Cadastro de requerentes; Digitalização de documentos - Portaria 802/2009; e Fase de implementação da Certificação Digital Migrante Digital.

16 CONSELHO NACIONAL DE IMIGRAÇÃO CNIg Principais Resoluções com Decisão pela Coordenação Geral de Imigração VISTO TEMPORÁRIO III (arts. 13, inciso III e 15) da Lei 6.815/80 Artistas: RN nº 69/2006. VISTO TEMPORÁRIO V (arts. 13, inciso V e 15) da Lei 6.815/80 Professores e Pesquisadores: RN nº 01/1997; A Serviço do Governo Brasileiro: RN nº 35/1999; Em Treinamento Profissional: RN nº 87/2010; Tripulante Embarcação/Plataforma Estrangeira: RN nº 71/2006, 72/2006 e 81/2008; Capacitação e à assimilação da cultura empresarial e metodologia de gestão da empresa chamante RN 79/2008; Técnico com Contrato de Assistência Técnica: RN nº 61/2004; Atleta Profissional: RN nº 76/2007; Profissional com vínculo de Emprego: RN nº 80/2008; Intercâmbio Profissional: RN nº 94/2011 e Grandes eventos 2013 Copa Conf Copa do Mundo e Rio VISTO PERMANENTE (art. 17) Investidor Estrangeiro Pessoa Física: RN nº 84/2009; e Executivo com Poderes de Gestão: RN nº 62/2004.

17 RN 74/2007 Disciplina os procedimentos para a autorização de trabalho a estrangeiros, bem como dá outras providências. Requerimento de autorização de trabalho; Modelo I Dados da Empresa e do Candidato; Ato Legal que rege a pessoa jurídica; Ato de eleição ou de nomeação de seu representante legal; Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica; Procuração quando se fizer representado; GRU original do estrangeiro e seu(s) dependente(s) caso haja; Passaporte; Endereço dos locais onde o estrangeiro prestará o serviço; Termo de responsabilidade despesas médicas do estrangeiro e seu(s) dependente(s) caso haja; e Compromisso de repatriação do estrangeiro e seu(s) dependente(s) caso haja.

18 RN 61 art. 6º/2004 Prestação de serviço de assistência técnica sem contrato de trabalho no Brasil - visto temporário V até 90 dias Justificativa para a vinda do estrangeiro deverá estar clara e objetiva, quanto a prestação de serviço de assistência técnica ou instalação de equipamento(s), manutenção de equipamento(s); Experiência mínima de 3 anos na atividade relacionada com a prestação de serviço contratado. Obs.:. A experiência pode ser apresentada pela empresa chamante, e assinada pelo representante legal (Diretor, Administrador) da empresa ou gerente de recursos humanos, contanto que haja comprovação, ou seja, constar no contrato social ou estatuto social ou cópia da carteira de trabalho (Gerente de RH) que o representante é da empresa, para assinar a experiência. DOCTS DA RN 74/2007

19 RN 61 1 ano/2004 Prestação de serviço de assistência técnica sem contrato de trabalho no Brasil Visto temporário V até 1 ano Prorrogável Contrato, acordo ou convênio entre pessoa jurídica estrangeira e pessoa jurídica brasileira; Comprovação da competência legal do signatário no exterior que assina o contrato, acordo de cooperação ou convênio; Programa para a transferência de Tecnologia e/ou de treinamento para brasileiros deve conter: as qualificações profissionais do estrangeiro, o objetivo do treinamento, o número de brasileiros de acordo com os estágios do contrato, a forma de execução do treinamento, onde ocorrerá, o tempo de duração e os resultados esperados; Experiência de 3 anos na atividade que irá desempenhar no Brasil (normalmente experiência é de fora do país); Declaração de Importação emitido pela Receita Federal Equipamento importado supri contrato e signatário. DOCTS DA RN 74/2007

20 RN 62/2004 Chamada de administradores, diretores, gerentes e Executivos com poderes de gestão - Visto permanente (vinculado ao tempo do mandato) Aplicável, em geral, às transferências de profissionais com poderes de gestão intra-corporação; Aplicável aos membros do conselho de administração; Ato de indicação do estrangeiro para o cargo; Plano de absorção de mão-de-obra (inciso II); Registro da entrada do dinheiro pelo Banco Central; Requisitos necessários: Comprovação de investimento mínimo R$ ,00 (por profissional) (inciso I); ou Comprovação de investimento mínimo R$ 150,000,00 mais a apresentação de plano de absorção ou declaração que irá gerar 10 novos empregos no período de dois anos da entrada do estrangeiro (Inciso II). DOCTS DA RN 74/2007

21 RN 69/2006 Artista ou Desportista para eventos certos e determinados sem contrato de trabalho no Brasil Visto temporário - até 90 dias Aplicável a contratação de artistas de um modo geral músicos, orquestras, atores, etc. para a execução de um número limitado de apresentações, não aplicável a chamada de artistas ou desportista com contrato de trabalho; Relação dos Componentes; Procuração Representante da Empresa; Procuração Representante do Grupo; Declaração de Veracidade das Informações; Declaração do Representante em cada Estado; Contrato de Prestação de Serviços entre as partes contratantes, art. 2º, alguns itens que deve constar, remuneração, local do evento, prazo de vigência; e Não aplicável aos participantes de competições e concursos sem pagamento de cachê no Brasil. DOCTS DA RN 74/2007

22 RN 72/2006 Contratação de estrangeiros a bordo de embarcação ou Plataforma - Visto Temporário prazo até 2 anos - Prorrogável Contrato de afretamento celebrado com empresa brasileira, contrato de prestação de serviços, contrato de risco, celebrado com empresa brasileira, ou por meio da Portaria de Concessão editada pela Agência Nacional do Petróleo; Nome da requerente no contrato como parte ou até mesmo como interveniente; O objeto do contrato; O prazo contratual início e fim, assinatura das partes; Nome da embarcação; e Bandeira Estrangeira. DOCTS DA RN 74/2007

23 RN 76/2006 Concessão de autorização de trabalho a estrangeiro na condição de atleta profissional Visto Temporário prazo até 2 anos - Prorrogável Contrato de Trabalho por prazo determinado de até dois anos, devidamente assinado pelas partes art. 1º, inciso X da RN nº 76/07, que deverá constar: qualificação e assinatura das partes contratantes; remuneração pactuada; compromisso de repatriação do estrangeiro chamado, bem como de seus dependentes ao final de sua estada; e prazo de vigência não inferior a três meses nem superior a dois anos, com início contado a partir da data de chegada do trabalhador ao Brasil. DOCTS DA RN 74/2007

24 RN 79/2008 Concessão de visto temporário, vinculado a Grupo Econômico cuja matriz situa-se no Brasil Visto Temporário prazo até 2 anos - Improrrogável Declaração de emprego no exterior; Plano de capacitação e assimilação da cultura empresarial e metodologia de gestão da matriz brasileira, como permitir intercâmbio e compartilhamento de experiências inerentes à função para a qual foi designado; e Vinculo Associativo. DOCTS DA RN 74/2007

25 RN 84/2009 Investidor estrangeiro pessoa física - Visto permanente Aplicável aos estrangeiros que desejam, enquanto pessoa física, investir no Brasil; Comprovação de participação (integralizada) no capital social de empresa estabelecida no Brasil; Plano de investimento de acordo com a O.S. nº 01 de 2009; Comprovação de investimento de no mínimo R$ ,00; Registro da entrada do dinheiro pelo Banco Central; e Obs.: Valor inferior a R$ ,00, o processo será apreciado pelo Conselho Nacional de Imigração, conforme disposto no art. 3º da Resolução 84/2009. DOCTS DA RN 74/2007

26 RN 87/2009 Treinamento profissional junto a filial, subsidiária ou matriz brasileira de mesmo conglomerado Visto Temporário prazo até 1 ano - Improrrogável Comprovação do vínculo entre a subsidiária, filial ou matriz brasileira contratante e empresa estrangeira do mesmo grupo econômico; e Comprovação do vínculo empregatício mantido entre o estrangeiro chamado com a empresa estrangeira pertencente, no exterior, a grupo econômico ao qual se integra a filial, subsidiária ou matriz brasileira chamante. DOCTS DA RN 74/2007

27 RN 94/2011 Concessão de visto a estrangeiro, estudante ou recém- formado, que venha ao Brasil para programa de intercâmbio profissional Visto Temporário até 1 ano - Improrrogável Termo de compromisso entre o estrangeiro e a entidade empregadora, com participação de entidade brasileira de intercâmbio interveniente, onde constem os termos do programa de intercâmbio; Comprovação de matrícula em curso de graduação ou pós graduação ou certificado de conclusão há menos de 1 (um) ano; e Contrato de trabalho temporária tempo parcial ou integral com o estrangeiro chamado. DOCTS DA RN 74/2007

28 RN 98/2012 Concessão de visto a temporário a estrangeiro, que venha trabalhar exclusivamente na preparação, organização, planejamento e execução da Copa das Confederações, FIFA 2013, Copa do Mundo FIFA 2014 e dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 Ministério do trabalho e emprego, ouvido o Ministério dos Esportes, poderá conceder autorização de trabalho para obtenção de visto temporário; Ministério decidirá sobre as autorizações de trabalho a estrangeiro quando devidamente instruídos em 5 (cinco) dias úteis, encaminhando o ofício ao MRE para concessão de visto; Na apreciação do pedido será examinada exclusivamente a vinculação do profissional estrangeiro aos eventos relacionadas à Copa das Confederações FIFA 2013 e da Copa do Mundo FIFA 2014, a vinculação será comprovado mediante documentos que demonstrem tal vinculação apresentados por requerimento expedido pela FIFA ou terceiro por ela indicado e por requerimento do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 no caso deste evento; DOCTS DA RN 74/2007

29 RN 98/2012 Concessão de visto a temporário a estrangeiro, que venha trabalhar exclusivamente na preparação, organização, planejamento e execução da Copa das Confederações, FIFA 2013, Copa do Mundo FIFA 2014 e dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 Estrangeiro que venha com vinculo de emprego apresentar contrato de trabalho, prazo de dois anos, prorrogável; Estrangeiro que venha ao Brasil dar assistência técnica prazo de 1 ano, prorrogável; Excepcionalmente na concessão do visto será dispensado o critério de jurisdição consular; Os vistos nas repartições consulares terão caráter prioritário; Limite até 31 de dezembro de 2014 para as Copas e limite de até de 31 de dezembro de 2016 para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos; Os dependentes do estrangeiro poderão trabalhar.

30 Outras Resoluções RN 01/1997 Professor Pesquisador de alto nível e cientistas estrangeiros visto temporário ou permanente com contrato de trabalho prazo determinado, contrato indeterminado ou sem contrato (aprovado em concurso), apresenta cópia do DOU com a nomeação do estrangeiro; RN 35/1999 À Serviço do Governo Brasileiro mão-deobra estrangeira para prestação de serviço ao Governo brasileiro se fará mediante contrato ou em decorrência de ato internacional de que o Brasil seja parte - Ministério dos Comando da Aeronáutica, Exercito, Marinha e Esportes; RN 71/2006 Visto a marítimo estrangeiro empregado a bordo de embarcação de turismo estrangeira que opere em águas jurisdicionais brasileiras. (Sazonal) época do ano. RN 81/2008 Embarcação Pesqueira, contrato de arrendamento, relação de brasileiros 2/3, relação de estrangeiros, acordo coletivo ou convenção entre empresa arredantária ou entidade sindical de marítimos com o sindicato da categoria; Programa de transferência

31 Observações Para a vinda do estrangeiro a justificativa deverá estar clara e objetiva. O chamante sempre pessoa jurídica, exceção processo de artista RN 69/2006. Se for para instalar um equipamento, assistência técnica, deverá esta justificada para a vinda do estrangeiro, especificar o equipamento e que tipo de assistência técnica que o estrangeiro irá desempenhar no Brasil. Quanto a existência de mão de obra para realizar determinados tipo de trabalho, Resolução Normativa 80/2008 com contrato de trabalho, apresentar justificativa para vinda do estrangeiro clara e objetiva.

32 RN 99/2012 Concessão de visto com vínculo de emprego de estrangeiros - Visto Temporário prazo até 2 anos - Prorrogável Escolaridade X Experiência profissional (vinculados à atividade que irá exercer): Certificado Nível médio (mín. 9 anos) + 2 anos de experiência (vinculados à atividade que irá exercer); Contrato de trabalho por tempo determinado, até 2 anos; Estrutura Salarial; Transferência do estrangeiro mesmo conglomerado econômico, não pode haver redução salarial; e Diploma Nível superior + 1 ano de experiência;diploma Mestrado, pós-graduação mínimo 360 horas ou grau superior na área da atividade que irá desempenhar não há necessidade de apresentar experiência; Experiência de 3 anos - atividade artística ou cultural que independa de escolaridade. Obs.: art. 3º - Pedido de autorização de trabalho para nacional de país sul americano, não precisa apresentar experiência e escolaridade. DOCTS DA RN 74/2007

33 Observações Os documentos produzidos fora do país deverão estar consularizados e traduzidos na forma da legislação em vigor; Exceção: Documentos produzidos em língua portuguesa; Consularização (ou legalização consular) - É um endosso de autoridade diplomática brasileira no país em que foi emitido um documento, para legitimá-lo. Geralmente é feita, em português, em documento apenso ao documento assinado. Exceções: Argentina legalização Acordo de 2004 e França autenticação junto ao órgão público art. 23 do Decreto 3.598/2000; A tradução deverá ser feita por tradutor público juramentado no Brasil;

34 Observações A ausência de documento ou falha na instrução do processo, acarretará sobrestamento para cumprimento de exigência, pelo prazo de trinta dias, (Lei 9874/99 - Processo Administrativo) contados da data de ciência do interessado, sob pena de indeferimento do pedido; Processo indeferido pela Coordenação Geral de Imigração, a empresa (requerente) terá o prazo de dez dias (Lei 9874/99 Processo Administrativo) para entrar com pedido de reconsideração;e Quando forem apresentadas cópias de documentos, todas as folhas deveram estar autenticadas.

35 Portaria 802/2009 Estabelece o Cadastro Eletrônico de Entidades Requerentes de Autorização de Trabalho de Estrangeiros CERTE Documentos que podem ser inseridos no CERTE: Ato Legal que rege a pessoa jurídica; Ato de Nomeação do representante legal da entidade requerente; Cópia do Cartão do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica CNPJ; Procuração por instrumento público, ou se particular, com firma reconhecida; Cópia autenticada do contrato, acordo ou convênio, cujo objeto seja a prestação de serviços de assistência técnica; Comprovante do representante legal da empresa estrangeira que firmou o contrato, acordo ou convênio; Contrato de afretamento celebrado com empresa brasileira ou do contrato de prestação de serviços, ou do contrato de risco; Relação com nome de todas as embarcações e plataformas afretadas ou contratadas pela empresa requerente, informando a quantidade de brasileiros e estrangeiros em cada uma delas;

36 Portaria 802/2009 Estabelece o Cadastro Eletrônico de Entidades Requerentes de Autorização de Trabalho de Estrangeiros CERTE Apresentar outros documentos autorizados pela CGIg; Convenção ou acordo coletivo de trabalho entre e a empresa arrendatária ou entidade sindical da categoria; Programa de transferência de tecnologia e qualificação profissional dos brasileiros contratados; Termo de responsabilidade no qual a requerente assume toda despesa médica e hospitalar dos estrangeiros chamados e seu dependentes; Compromisso de repatriação dos estrangeiros chamados, bem como de seus dependentes, ao final de sua estada. Obs.: Poderão se cadastrar entidades que até 31/12/2008, contabilizem mais de cem pedidos de autorização de trabalho. Os documentos no CERTE permanecerão válidos, para fins de solicitações de autorização de trabalho a CGIg, enquanto vigentes e pelo prazo máximo de seis meses da data de inserção, findo os quais será necessário renovar o cadastro.

37 Ordem de Serviço Ordem de Serviço/GM/CGig/Nº11/2004 Ordem de Serviço/GM/CGig/Nº04/2004 Ordem de Serviço/GM/CGig/Nº09/2004 Ordem de Serviço/GM/CGig/Nº01/2005 Ordem de Serviço/GM/CGig/Nº01/2007 Ordem de Serviço/GM/CGig/Nº02/2007 Ordem de Serviço/GM/CGIg/Nº03/2007 Ordem de Serviço/GM/CGig/Nº04/2007 Ordem de Serviço/GM/CGig/Nº01/2009 Ordem de Serviço/GM/CGig/Nº01/2011 Ordem de Serviço/GM/CGig/Nº01/2012

38 Guia de Recolhimento da União - GRU De acordo com a Ordem de Serviço n 03/07, o pagamento da taxa de autorização de trabalho deve ser feita por meio da Guia de Recolhimento da União, o preenchimento da GRU deve ser feitoonline, no site da Secretária do Tesouro Nacional. Orientações para o preenchimento A GRU deverá ser preenchida indicando: No campo UG: e Gestão No campo Código de Recolhimento: O valor da taxa é de R$ 16,93 por cada estrangeiro ou dependente, o valor total da guia será o somatório da taxa de cada estrangeiro/dependente envolvidos no mesmo processo; O nome da empresa ou entidade interessada no campo: "Nome do Contribuinte/Recolhedor" e o CNPJ ou CPF no respectivo campo. ENTRAR NO SITE DO MTE

39 Orientação sobre o Pré-Cadastro Orientação sobre o pré-cadastro e quanto à vinculação do número do pré-cadastro, com o número do processo junto ao CPRODWEB. VER ARQUIVO DO CADASTRO CPRODWEB

40 Acesso ao Pré-Cadastro Usuário externo

41 Introdução ao Website da Coordenação Geral de Imigração

42 Sítio do Ministério do Trabalho e Emprego MTE; Área Internacional Trabalho Estrangeiro; Sitio em Inglês, Espanhol e Mandarim; Assuntos referente a área de imigração ex.: Publicação, Guia de Procedimentos, Estatísticas, Legislação e outros; Consulta de Processos; e Acesso ao pré-cadastro.

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45 Introdução ao Guia de Procedimentos Ministério do Trabalho e Emprego

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50 Situação dos Haitianos O Brasil é signatário de convenção internacional e lei própria que trata da questão dos refugiados. O Comitê Nacional para Refugiados CONARE - órgão vinculado ao Ministério da Justiça analisa as solicitações de refúgios. No caso dos haitianos o CONARE entendeu não se tratar de refúgio, entretanto, por razões humanitárias e de acordo com a RR 08 de 19/12/2006 do Conselho Nacional de Imigração (que recomenda àquele órgão nas situações que decidir não ser passível de concessão de refúgio, porém, entender que o estrangeiro possa permanecer no país por razão humanitária, encaminhe o pedido ao CNIg) - enviou os documentos para avaliação do Conselho. O CNIg entendeu tratar-se de situação especial e humanitária e concedeu a permanência, o que dá aos haitianos a possibilidade de viver e trabalhar no Brasil.

51 Situação dos Haitianos Diante desse quadro, reconhecendo a existência de demanda de migrantes haitianos ao Brasil, considerando ainda a grave situação por que passa o Haiti e a responsabilidade que o Brasil tem com aquele país, o CNIg deliberou por criar uma porta migratória adicional, especial aos Haitianos, aprovando a RN nº 97 de 12/01/2012; Quantitativo até setembro de 2012, com carteira assinada, número deve chegar a

52 Características da RN 97/2012 É uma ampliação das possibilidades de imigração: ou seja, além de todas as possibilidades de imigração ao Brasil existentes na legislação brasileira, o CNIg criou mais uma hipótese; É exclusiva para os haitianos: ou seja, um europeu, por exemplo, não tem essa possibilidade de imigrar ao Brasil; É isenta de comprovações laborais: diferentemente do visto de trabalho tradicional, não há necessidade de comprovação de nenhuma qualificação profissional ou de ter um contrato de trabalho no Brasil;

53 Características da RN 97/2012 É limitada a vistos por ano. O canal migratório criado não visa importar uma parcela substancial da população do Haiti, nem estimular que os haitianos imigrem ao Brasil, mas permitir que, por meio da imigração, o Brasil possa prover ajuda humanitária ao Haiti; Prazo de 2 (dois) anos, podendo ser prorrogado.

54 Principais dados Desde 2010, o CNIg já concedeu vistos humanitários aos Haitianos, correspondendo a totalidade dos casos remetidos pelo CONARE; De janeiro/2010 a 31/05/2012 o MTE já concedeu CTPS a haitianos, sendo somente nas Superintendências do Acre e Amazonas (os haitianos como solicitantes de refúgio, mesmo sem a decisão final do pedido já têm direito a trabalhar); Até 31/05/2012 foram concedidos 285 vistos na Embaixada do Brasil em Porto Príncipe; Outros 600 haitianos foram autorizados a ingressar no Brasil durante a fase de transição.

55 Acordos de Residência Sul Americanos ACORDO SOBRE RESIDÊNCIA PARA NACIONAIS DOS ESTADOS PARTES DO MERCOSUL Decretos de 29/09/2009 e de 07/10/2009 Existe acordo de residência entre países do MERCOSUL Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Paraguai, Peru e Uruguai. Países que não fazem parte Equador e Venezuela (esta em iminente para fazer parte do acordo). O estrangeiro que queira residir no Brasil pelo acordo deverá: Verificar os antecedentes criminais junto a Polícia Federal reportarem ao consulado do Brasil em seu país e solicitar residência no Brasil o mesmo poderá residir e conseqüentemente trabalhar, passará a ser equiparado a brasileiro. Nos casos em que o estrangeiro que faça parte de algum dos Estados acima e estiverem em situação irregular no Brasil, deverá se reportar a Policia Federal para regularizar a situação, documentos a serem apresentados junto a PF, competência deles.

56 ESTATÍSTICAS

57 OBRIGADA! Ciomara Mafra dos Reis Coordenação Geral de Imigração Atendimento por

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