MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO - MTE CONSELHO NACIONAL DE IMIGRAÇÃO COORDENAÇÃO GERAL DE IMIGRAÇÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO - MTE CONSELHO NACIONAL DE IMIGRAÇÃO COORDENAÇÃO GERAL DE IMIGRAÇÃO"

Transcrição

1 MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO - MTE Legislação Trabalho Estrangeiro Abril 2013

2 MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO - MTE CONSELHO NACIONAL DE IMIGRAÇÃO COORDENAÇÃO GERAL DE IMIGRAÇÃO

3 ORGANOGRAMA GM / CGIg / CNIg GM Gabinete do Ministro CGIg Coordenação Geral de Imigração CNIg Conselho Nacional de Imigração

4 ORGANOGRAMA Coordenação Geral de Imigração CGIg Coordenação Geral de Imigração Coordenação de Apoio ao Conselho Nacional de Imigração - CNIg Atendimento especializado Divisão de protocolo, cadastro e apoio administrativo Divisão de análise de temporários e permanente Divisão de análise de prorrogações e transformações

5 CONSELHO NACIONAL DE IMIGRAÇÃO CNIg Introdução Criação: Lei N de 19 de agosto de 1980 Organização: Lei N , de 28 de maio de 2003 Competência do MTE, quanto a política de imigração Atribuições: Decreto N 840, de 22 de junho de 1993 Organização e funcionamento do Conselho Nacional de Imigração Estrutura: colegiado quatripartite com 20 representantes Governo Federal nove Trabalhadores Empregadores Sociedade civil cinco cinco um Secretaria de apoio: Coordenação Geral de Imigração

6 CONSELHO NACIONAL DE IMIGRAÇÃO CNIg Composição 01 de 05 Representantes do Governo MTE Ministério do Trabalho e Emprego Presidência MJ Ministério da Justiça MRE Ministério das Relações Exteriores MAPA Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento MCT Ministério da Ciência e Tecnologia MDIC Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior MS Ministério da Saúde MEC Ministério da Educação MTUR Ministério do Turismo

7 CONSELHO NACIONAL DE IMIGRAÇÃO CNIg Composição 02 de 05 Representantes dos Trabalhadores CGTB Central Geral dos Trabalhadores do Brasil CTB Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil CUT Central Única dos Trabalhadores FS Força Sindical UGT União Geral dos Trabalhadores

8 CONSELHO NACIONAL DE IMIGRAÇÃO CNIg Composição 03 de 05 Representantes dos Empregadores: CNA Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil CNC Confederação Nacional do Comércio CNF Confederação Nacional das Instituições Financeiras CNI - Confederação Nacional da Indústria CNT Confederação Nacional dos Transportes

9 CONSELHO NACIONAL DE IMIGRAÇÃO CNIg Composição 04 de 05 Representante da Comunidade Científica e Tecnológica: SBPC Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência

10 CONSELHO NACIONAL DE IMIGRAÇÃO CNIg Composição 05 de 05 Observadores: Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência PF Polícia Federal / Polícia de Imigração OIT Organização Internacional do Trabalho OIM Organização Internacional para as Migrações CNPD Comissão Nacional de População e Desenvolvimento IMDH Instituto Migrações e Direitos Humanos

11 CONSELHO NACIONAL DE IMIGRAÇÃO CNIg Atribuições Decreto nº 840 de 22 de junho de Compete ao CNIg: Formular a política de imigração; Coordenar e orientar as atividades de imigração; Estabelecer normas de seleção de imigrantes, visando proporcionar Mão de Obra especializada aos vários setores da economia nacional e à capacitação de recursos para setores específicos; Promover ou fomentar estudo de problemas relativos à imigração;

12 CONSELHO NACIONAL DE IMIGRAÇÃO CNIg Atribuições Decreto nº 840 de 22 de junho de Compete ao CNIg: Definir as regiões (.) e elaborar os respectivos planos de imigração; Dirimir as dúvidas e solucionar os casos omissos; Opinar sobre alteração da legislação relativa à imigração, proposta por órgão federal; e Elaborar regimento interno.

13 NOVA LEI MIGRATÓRIO Nova Lei Migratória que esta no Congresso Reconhecimento de direitos fundamentais aos imigrantes indocumentados: atenção básica de saúde; educação fundamental; direitos oriundos da relação de emprego; Atenção às vítimas de tráfico de pessoas; Maior ênfase aos direitos humanos e sociais dos migrantes; Criação de novas categorias de vistos e residências, simplificando o processo migratório; e Criação do Conselho Nacional da Migração.

14 COORDENAÇÃO GERAL DE IMIGRAÇÃO Atribuições Informar os interessados sobre a legislação e os procedimentos para chamada de mão-de-obra estrangeiras e contratação; Análise dos processos oriundas das Resoluções baixadas pelo Conselho Nacional de Imigração, processo inicial, prorrogação ou transformação de visto; Protocolo, montagem e juntada de documentos nos processos; Atendimento especializado por ; Ofício para o Ministério das Relações Exteriores - MRE; Publicação no D.O.U.

15 COORDENAÇÃO GERAL DE IMIGRAÇÃO Principais Políticas Maior transparência nos trâmites processuais; Clareza nos procedimentos quanto a autorização de visto de trabalho a estrangeiros; Proteção da Mão de Obra nacional; Site área internacional trabalho estrangeiro traduzido para o espanhol, inglês e mandarim; Estatísticas atualizadas no site; Guia de Procedimentos; Sistema de andamento de processos - MIGRANTEWEB; Pré-Cadastro de requerentes; Digitalização de documentos - Portaria 802/2009; e Fase de implementação da Certificação Digital Migrante Digital.

16 CONSELHO NACIONAL DE IMIGRAÇÃO CNIg Principais Resoluções com Decisão pela Coordenação Geral de Imigração VISTO TEMPORÁRIO III (arts. 13, inciso III e 15) da Lei 6.815/80 Artistas: RN nº 69/2006. VISTO TEMPORÁRIO V (arts. 13, inciso V e 15) da Lei 6.815/80 Professores e Pesquisadores: RN nº 01/1997; A Serviço do Governo Brasileiro: RN nº 35/1999; Em Treinamento Profissional: RN nº 87/2010; Tripulante Embarcação/Plataforma Estrangeira: RN nº 71/2006, 72/2006 e 81/2008; Capacitação e à assimilação da cultura empresarial e metodologia de gestão da empresa chamante RN 79/2008; Técnico com Contrato de Assistência Técnica: RN nº 61/2004; Atleta Profissional: RN nº 76/2007; Profissional com vínculo de Emprego: RN nº 80/2008; Intercâmbio Profissional: RN nº 94/2011 e Grandes eventos 2013 Copa Conf Copa do Mundo e Rio VISTO PERMANENTE (art. 17) Investidor Estrangeiro Pessoa Física: RN nº 84/2009; e Executivo com Poderes de Gestão: RN nº 62/2004.

17 RN 74/2007 Disciplina os procedimentos para a autorização de trabalho a estrangeiros, bem como dá outras providências. Requerimento de autorização de trabalho; Modelo I Dados da Empresa e do Candidato; Ato Legal que rege a pessoa jurídica; Ato de eleição ou de nomeação de seu representante legal; Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica; Procuração quando se fizer representado; GRU original do estrangeiro e seu(s) dependente(s) caso haja; Passaporte; Endereço dos locais onde o estrangeiro prestará o serviço; Termo de responsabilidade despesas médicas do estrangeiro e seu(s) dependente(s) caso haja; e Compromisso de repatriação do estrangeiro e seu(s) dependente(s) caso haja.

18 RN 61 art. 6º/2004 Prestação de serviço de assistência técnica sem contrato de trabalho no Brasil - visto temporário V até 90 dias Justificativa para a vinda do estrangeiro deverá estar clara e objetiva, quanto a prestação de serviço de assistência técnica ou instalação de equipamento(s), manutenção de equipamento(s); Experiência mínima de 3 anos na atividade relacionada com a prestação de serviço contratado. Obs.:. A experiência pode ser apresentada pela empresa chamante, e assinada pelo representante legal (Diretor, Administrador) da empresa ou gerente de recursos humanos, contanto que haja comprovação, ou seja, constar no contrato social ou estatuto social ou cópia da carteira de trabalho (Gerente de RH) que o representante é da empresa, para assinar a experiência. DOCTS DA RN 74/2007

19 RN 61 1 ano/2004 Prestação de serviço de assistência técnica sem contrato de trabalho no Brasil Visto temporário V até 1 ano Prorrogável Contrato, acordo ou convênio entre pessoa jurídica estrangeira e pessoa jurídica brasileira; Comprovação da competência legal do signatário no exterior que assina o contrato, acordo de cooperação ou convênio; Programa para a transferência de Tecnologia e/ou de treinamento para brasileiros deve conter: as qualificações profissionais do estrangeiro, o objetivo do treinamento, o número de brasileiros de acordo com os estágios do contrato, a forma de execução do treinamento, onde ocorrerá, o tempo de duração e os resultados esperados; Experiência de 3 anos na atividade que irá desempenhar no Brasil (normalmente experiência é de fora do país); Declaração de Importação emitido pela Receita Federal Equipamento importado supri contrato e signatário. DOCTS DA RN 74/2007

20 RN 62/2004 Chamada de administradores, diretores, gerentes e Executivos com poderes de gestão - Visto permanente (vinculado ao tempo do mandato) Aplicável, em geral, às transferências de profissionais com poderes de gestão intra-corporação; Aplicável aos membros do conselho de administração; Ato de indicação do estrangeiro para o cargo; Plano de absorção de mão-de-obra (inciso II); Registro da entrada do dinheiro pelo Banco Central; Requisitos necessários: Comprovação de investimento mínimo R$ ,00 (por profissional) (inciso I); ou Comprovação de investimento mínimo R$ 150,000,00 mais a apresentação de plano de absorção ou declaração que irá gerar 10 novos empregos no período de dois anos da entrada do estrangeiro (Inciso II). DOCTS DA RN 74/2007

21 RN 69/2006 Artista ou Desportista para eventos certos e determinados sem contrato de trabalho no Brasil Visto temporário - até 90 dias Aplicável a contratação de artistas de um modo geral músicos, orquestras, atores, etc. para a execução de um número limitado de apresentações, não aplicável a chamada de artistas ou desportista com contrato de trabalho; Relação dos Componentes; Procuração Representante da Empresa; Procuração Representante do Grupo; Declaração de Veracidade das Informações; Declaração do Representante em cada Estado; Contrato de Prestação de Serviços entre as partes contratantes, art. 2º, alguns itens que deve constar, remuneração, local do evento, prazo de vigência; e Não aplicável aos participantes de competições e concursos sem pagamento de cachê no Brasil. DOCTS DA RN 74/2007

22 RN 72/2006 Contratação de estrangeiros a bordo de embarcação ou Plataforma - Visto Temporário prazo até 2 anos - Prorrogável Contrato de afretamento celebrado com empresa brasileira, contrato de prestação de serviços, contrato de risco, celebrado com empresa brasileira, ou por meio da Portaria de Concessão editada pela Agência Nacional do Petróleo; Nome da requerente no contrato como parte ou até mesmo como interveniente; O objeto do contrato; O prazo contratual início e fim, assinatura das partes; Nome da embarcação; e Bandeira Estrangeira. DOCTS DA RN 74/2007

23 RN 76/2006 Concessão de autorização de trabalho a estrangeiro na condição de atleta profissional Visto Temporário prazo até 2 anos - Prorrogável Contrato de Trabalho por prazo determinado de até dois anos, devidamente assinado pelas partes art. 1º, inciso X da RN nº 76/07, que deverá constar: qualificação e assinatura das partes contratantes; remuneração pactuada; compromisso de repatriação do estrangeiro chamado, bem como de seus dependentes ao final de sua estada; e prazo de vigência não inferior a três meses nem superior a dois anos, com início contado a partir da data de chegada do trabalhador ao Brasil. DOCTS DA RN 74/2007

24 RN 79/2008 Concessão de visto temporário, vinculado a Grupo Econômico cuja matriz situa-se no Brasil Visto Temporário prazo até 2 anos - Improrrogável Declaração de emprego no exterior; Plano de capacitação e assimilação da cultura empresarial e metodologia de gestão da matriz brasileira, como permitir intercâmbio e compartilhamento de experiências inerentes à função para a qual foi designado; e Vinculo Associativo. DOCTS DA RN 74/2007

25 RN 84/2009 Investidor estrangeiro pessoa física - Visto permanente Aplicável aos estrangeiros que desejam, enquanto pessoa física, investir no Brasil; Comprovação de participação (integralizada) no capital social de empresa estabelecida no Brasil; Plano de investimento de acordo com a O.S. nº 01 de 2009; Comprovação de investimento de no mínimo R$ ,00; Registro da entrada do dinheiro pelo Banco Central; e Obs.: Valor inferior a R$ ,00, o processo será apreciado pelo Conselho Nacional de Imigração, conforme disposto no art. 3º da Resolução 84/2009. DOCTS DA RN 74/2007

26 RN 87/2009 Treinamento profissional junto a filial, subsidiária ou matriz brasileira de mesmo conglomerado Visto Temporário prazo até 1 ano - Improrrogável Comprovação do vínculo entre a subsidiária, filial ou matriz brasileira contratante e empresa estrangeira do mesmo grupo econômico; e Comprovação do vínculo empregatício mantido entre o estrangeiro chamado com a empresa estrangeira pertencente, no exterior, a grupo econômico ao qual se integra a filial, subsidiária ou matriz brasileira chamante. DOCTS DA RN 74/2007

27 RN 94/2011 Concessão de visto a estrangeiro, estudante ou recém- formado, que venha ao Brasil para programa de intercâmbio profissional Visto Temporário até 1 ano - Improrrogável Termo de compromisso entre o estrangeiro e a entidade empregadora, com participação de entidade brasileira de intercâmbio interveniente, onde constem os termos do programa de intercâmbio; Comprovação de matrícula em curso de graduação ou pós graduação ou certificado de conclusão há menos de 1 (um) ano; e Contrato de trabalho temporária tempo parcial ou integral com o estrangeiro chamado. DOCTS DA RN 74/2007

28 RN 98/2012 Concessão de visto a temporário a estrangeiro, que venha trabalhar exclusivamente na preparação, organização, planejamento e execução da Copa das Confederações, FIFA 2013, Copa do Mundo FIFA 2014 e dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 Ministério do trabalho e emprego, ouvido o Ministério dos Esportes, poderá conceder autorização de trabalho para obtenção de visto temporário; Ministério decidirá sobre as autorizações de trabalho a estrangeiro quando devidamente instruídos em 5 (cinco) dias úteis, encaminhando o ofício ao MRE para concessão de visto; Na apreciação do pedido será examinada exclusivamente a vinculação do profissional estrangeiro aos eventos relacionadas à Copa das Confederações FIFA 2013 e da Copa do Mundo FIFA 2014, a vinculação será comprovado mediante documentos que demonstrem tal vinculação apresentados por requerimento expedido pela FIFA ou terceiro por ela indicado e por requerimento do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 no caso deste evento; DOCTS DA RN 74/2007

29 RN 98/2012 Concessão de visto a temporário a estrangeiro, que venha trabalhar exclusivamente na preparação, organização, planejamento e execução da Copa das Confederações, FIFA 2013, Copa do Mundo FIFA 2014 e dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 Estrangeiro que venha com vinculo de emprego apresentar contrato de trabalho, prazo de dois anos, prorrogável; Estrangeiro que venha ao Brasil dar assistência técnica prazo de 1 ano, prorrogável; Excepcionalmente na concessão do visto será dispensado o critério de jurisdição consular; Os vistos nas repartições consulares terão caráter prioritário; Limite até 31 de dezembro de 2014 para as Copas e limite de até de 31 de dezembro de 2016 para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos; Os dependentes do estrangeiro poderão trabalhar.

30 Outras Resoluções RN 01/1997 Professor Pesquisador de alto nível e cientistas estrangeiros visto temporário ou permanente com contrato de trabalho prazo determinado, contrato indeterminado ou sem contrato (aprovado em concurso), apresenta cópia do DOU com a nomeação do estrangeiro; RN 35/1999 À Serviço do Governo Brasileiro mão-deobra estrangeira para prestação de serviço ao Governo brasileiro se fará mediante contrato ou em decorrência de ato internacional de que o Brasil seja parte - Ministério dos Comando da Aeronáutica, Exercito, Marinha e Esportes; RN 71/2006 Visto a marítimo estrangeiro empregado a bordo de embarcação de turismo estrangeira que opere em águas jurisdicionais brasileiras. (Sazonal) época do ano. RN 81/2008 Embarcação Pesqueira, contrato de arrendamento, relação de brasileiros 2/3, relação de estrangeiros, acordo coletivo ou convenção entre empresa arredantária ou entidade sindical de marítimos com o sindicato da categoria; Programa de transferência

31 Observações Para a vinda do estrangeiro a justificativa deverá estar clara e objetiva. O chamante sempre pessoa jurídica, exceção processo de artista RN 69/2006. Se for para instalar um equipamento, assistência técnica, deverá esta justificada para a vinda do estrangeiro, especificar o equipamento e que tipo de assistência técnica que o estrangeiro irá desempenhar no Brasil. Quanto a existência de mão de obra para realizar determinados tipo de trabalho, Resolução Normativa 80/2008 com contrato de trabalho, apresentar justificativa para vinda do estrangeiro clara e objetiva.

32 RN 99/2012 Concessão de visto com vínculo de emprego de estrangeiros - Visto Temporário prazo até 2 anos - Prorrogável Escolaridade X Experiência profissional (vinculados à atividade que irá exercer): Certificado Nível médio (mín. 9 anos) + 2 anos de experiência (vinculados à atividade que irá exercer); Contrato de trabalho por tempo determinado, até 2 anos; Estrutura Salarial; Transferência do estrangeiro mesmo conglomerado econômico, não pode haver redução salarial; e Diploma Nível superior + 1 ano de experiência;diploma Mestrado, pós-graduação mínimo 360 horas ou grau superior na área da atividade que irá desempenhar não há necessidade de apresentar experiência; Experiência de 3 anos - atividade artística ou cultural que independa de escolaridade. Obs.: art. 3º - Pedido de autorização de trabalho para nacional de país sul americano, não precisa apresentar experiência e escolaridade. DOCTS DA RN 74/2007

33 Observações Os documentos produzidos fora do país deverão estar consularizados e traduzidos na forma da legislação em vigor; Exceção: Documentos produzidos em língua portuguesa; Consularização (ou legalização consular) - É um endosso de autoridade diplomática brasileira no país em que foi emitido um documento, para legitimá-lo. Geralmente é feita, em português, em documento apenso ao documento assinado. Exceções: Argentina legalização Acordo de 2004 e França autenticação junto ao órgão público art. 23 do Decreto 3.598/2000; A tradução deverá ser feita por tradutor público juramentado no Brasil;

34 Observações A ausência de documento ou falha na instrução do processo, acarretará sobrestamento para cumprimento de exigência, pelo prazo de trinta dias, (Lei 9874/99 - Processo Administrativo) contados da data de ciência do interessado, sob pena de indeferimento do pedido; Processo indeferido pela Coordenação Geral de Imigração, a empresa (requerente) terá o prazo de dez dias (Lei 9874/99 Processo Administrativo) para entrar com pedido de reconsideração;e Quando forem apresentadas cópias de documentos, todas as folhas deveram estar autenticadas.

35 Portaria 802/2009 Estabelece o Cadastro Eletrônico de Entidades Requerentes de Autorização de Trabalho de Estrangeiros CERTE Documentos que podem ser inseridos no CERTE: Ato Legal que rege a pessoa jurídica; Ato de Nomeação do representante legal da entidade requerente; Cópia do Cartão do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica CNPJ; Procuração por instrumento público, ou se particular, com firma reconhecida; Cópia autenticada do contrato, acordo ou convênio, cujo objeto seja a prestação de serviços de assistência técnica; Comprovante do representante legal da empresa estrangeira que firmou o contrato, acordo ou convênio; Contrato de afretamento celebrado com empresa brasileira ou do contrato de prestação de serviços, ou do contrato de risco; Relação com nome de todas as embarcações e plataformas afretadas ou contratadas pela empresa requerente, informando a quantidade de brasileiros e estrangeiros em cada uma delas;

36 Portaria 802/2009 Estabelece o Cadastro Eletrônico de Entidades Requerentes de Autorização de Trabalho de Estrangeiros CERTE Apresentar outros documentos autorizados pela CGIg; Convenção ou acordo coletivo de trabalho entre e a empresa arrendatária ou entidade sindical da categoria; Programa de transferência de tecnologia e qualificação profissional dos brasileiros contratados; Termo de responsabilidade no qual a requerente assume toda despesa médica e hospitalar dos estrangeiros chamados e seu dependentes; Compromisso de repatriação dos estrangeiros chamados, bem como de seus dependentes, ao final de sua estada. Obs.: Poderão se cadastrar entidades que até 31/12/2008, contabilizem mais de cem pedidos de autorização de trabalho. Os documentos no CERTE permanecerão válidos, para fins de solicitações de autorização de trabalho a CGIg, enquanto vigentes e pelo prazo máximo de seis meses da data de inserção, findo os quais será necessário renovar o cadastro.

37 Ordem de Serviço Ordem de Serviço/GM/CGig/Nº11/2004 Ordem de Serviço/GM/CGig/Nº04/2004 Ordem de Serviço/GM/CGig/Nº09/2004 Ordem de Serviço/GM/CGig/Nº01/2005 Ordem de Serviço/GM/CGig/Nº01/2007 Ordem de Serviço/GM/CGig/Nº02/2007 Ordem de Serviço/GM/CGIg/Nº03/2007 Ordem de Serviço/GM/CGig/Nº04/2007 Ordem de Serviço/GM/CGig/Nº01/2009 Ordem de Serviço/GM/CGig/Nº01/2011 Ordem de Serviço/GM/CGig/Nº01/2012

38 Guia de Recolhimento da União - GRU De acordo com a Ordem de Serviço n 03/07, o pagamento da taxa de autorização de trabalho deve ser feita por meio da Guia de Recolhimento da União, o preenchimento da GRU deve ser feitoonline, no site da Secretária do Tesouro Nacional. Orientações para o preenchimento A GRU deverá ser preenchida indicando: No campo UG: e Gestão No campo Código de Recolhimento: O valor da taxa é de R$ 16,93 por cada estrangeiro ou dependente, o valor total da guia será o somatório da taxa de cada estrangeiro/dependente envolvidos no mesmo processo; O nome da empresa ou entidade interessada no campo: "Nome do Contribuinte/Recolhedor" e o CNPJ ou CPF no respectivo campo. ENTRAR NO SITE DO MTE

39 Orientação sobre o Pré-Cadastro Orientação sobre o pré-cadastro e quanto à vinculação do número do pré-cadastro, com o número do processo junto ao CPRODWEB. VER ARQUIVO DO CADASTRO CPRODWEB

40 Acesso ao Pré-Cadastro Usuário externo

41 Introdução ao Website da Coordenação Geral de Imigração

42 Sítio do Ministério do Trabalho e Emprego MTE; Área Internacional Trabalho Estrangeiro; Sitio em Inglês, Espanhol e Mandarim; Assuntos referente a área de imigração ex.: Publicação, Guia de Procedimentos, Estatísticas, Legislação e outros; Consulta de Processos; e Acesso ao pré-cadastro.

43

44

45 Introdução ao Guia de Procedimentos Ministério do Trabalho e Emprego

46

47

48

49

50 Situação dos Haitianos O Brasil é signatário de convenção internacional e lei própria que trata da questão dos refugiados. O Comitê Nacional para Refugiados CONARE - órgão vinculado ao Ministério da Justiça analisa as solicitações de refúgios. No caso dos haitianos o CONARE entendeu não se tratar de refúgio, entretanto, por razões humanitárias e de acordo com a RR 08 de 19/12/2006 do Conselho Nacional de Imigração (que recomenda àquele órgão nas situações que decidir não ser passível de concessão de refúgio, porém, entender que o estrangeiro possa permanecer no país por razão humanitária, encaminhe o pedido ao CNIg) - enviou os documentos para avaliação do Conselho. O CNIg entendeu tratar-se de situação especial e humanitária e concedeu a permanência, o que dá aos haitianos a possibilidade de viver e trabalhar no Brasil.

51 Situação dos Haitianos Diante desse quadro, reconhecendo a existência de demanda de migrantes haitianos ao Brasil, considerando ainda a grave situação por que passa o Haiti e a responsabilidade que o Brasil tem com aquele país, o CNIg deliberou por criar uma porta migratória adicional, especial aos Haitianos, aprovando a RN nº 97 de 12/01/2012; Quantitativo até setembro de 2012, com carteira assinada, número deve chegar a

52 Características da RN 97/2012 É uma ampliação das possibilidades de imigração: ou seja, além de todas as possibilidades de imigração ao Brasil existentes na legislação brasileira, o CNIg criou mais uma hipótese; É exclusiva para os haitianos: ou seja, um europeu, por exemplo, não tem essa possibilidade de imigrar ao Brasil; É isenta de comprovações laborais: diferentemente do visto de trabalho tradicional, não há necessidade de comprovação de nenhuma qualificação profissional ou de ter um contrato de trabalho no Brasil;

53 Características da RN 97/2012 É limitada a vistos por ano. O canal migratório criado não visa importar uma parcela substancial da população do Haiti, nem estimular que os haitianos imigrem ao Brasil, mas permitir que, por meio da imigração, o Brasil possa prover ajuda humanitária ao Haiti; Prazo de 2 (dois) anos, podendo ser prorrogado.

54 Principais dados Desde 2010, o CNIg já concedeu vistos humanitários aos Haitianos, correspondendo a totalidade dos casos remetidos pelo CONARE; De janeiro/2010 a 31/05/2012 o MTE já concedeu CTPS a haitianos, sendo somente nas Superintendências do Acre e Amazonas (os haitianos como solicitantes de refúgio, mesmo sem a decisão final do pedido já têm direito a trabalhar); Até 31/05/2012 foram concedidos 285 vistos na Embaixada do Brasil em Porto Príncipe; Outros 600 haitianos foram autorizados a ingressar no Brasil durante a fase de transição.

55 Acordos de Residência Sul Americanos ACORDO SOBRE RESIDÊNCIA PARA NACIONAIS DOS ESTADOS PARTES DO MERCOSUL Decretos de 29/09/2009 e de 07/10/2009 Existe acordo de residência entre países do MERCOSUL Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Paraguai, Peru e Uruguai. Países que não fazem parte Equador e Venezuela (esta em iminente para fazer parte do acordo). O estrangeiro que queira residir no Brasil pelo acordo deverá: Verificar os antecedentes criminais junto a Polícia Federal reportarem ao consulado do Brasil em seu país e solicitar residência no Brasil o mesmo poderá residir e conseqüentemente trabalhar, passará a ser equiparado a brasileiro. Nos casos em que o estrangeiro que faça parte de algum dos Estados acima e estiverem em situação irregular no Brasil, deverá se reportar a Policia Federal para regularizar a situação, documentos a serem apresentados junto a PF, competência deles.

56 ESTATÍSTICAS

57 OBRIGADA! Ciomara Mafra dos Reis Coordenação Geral de Imigração Atendimento por

Legislação Trabalho Estrangeiro

Legislação Trabalho Estrangeiro MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO - MTE Legislação Trabalho Estrangeiro Brasília - DF MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO - MTE CONSELHO NACIONAL DE IMIGRAÇÃO COORDENAÇÃO GERAL DE IMIGRAÇÃO ORGANOGRAMA GM

Leia mais

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO - MTE. Trabalho Estrangeiro. Brasília - DF

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO - MTE. Trabalho Estrangeiro. Brasília - DF MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO - MTE Trabalho Estrangeiro Brasília - DF MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO - MTE CONSELHO NACIONAL DE IMIGRAÇÃO COORDENAÇÃO GERAL DE IMIGRAÇÃO ORGANOGRAMA GM / CGIg / CNIg

Leia mais

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO - MTE CONSELHO NACIONAL DE IMIGRAÇÃO COORDENAÇÃO GERAL DE IMIGRAÇÃO

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO - MTE CONSELHO NACIONAL DE IMIGRAÇÃO COORDENAÇÃO GERAL DE IMIGRAÇÃO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO - MTE CONSELHO NACIONAL DE IMIGRAÇÃO COORDENAÇÃO GERAL DE IMIGRAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE IMIGRAÇÃO CNIg Introdução Criação: Lei N 6.815 de 19 de agosto de 1980 Organização:

Leia mais

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO - MTE MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO COORDENAÇÃO GERAL DE IMIGRAÇÃO

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO - MTE MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO COORDENAÇÃO GERAL DE IMIGRAÇÃO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO - MTE MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO COORDENAÇÃO GERAL DE IMIGRAÇÃO ORGANOGRAMA GM / CGIg / CNIg GM Gabinete do Ministro CGIg Coordenação Geral de Imigração CNIg Conselho

Leia mais

Conselho Nacional de Imigração. Política Migratória Brasileira

Conselho Nacional de Imigração. Política Migratória Brasileira Conselho Nacional de Imigração Política Migratória Brasileira O CNIg é instância de articulação da Política Migratória Brasileira, em especial da Política de Migração Laboral, por meio de diálogo permanente

Leia mais

Portal Nacional de Direito do Trabalho www.pndt.com.br. Portaria nº 00.004/2015 - Emissão de CTPS para Estrangeiros

Portal Nacional de Direito do Trabalho www.pndt.com.br. Portaria nº 00.004/2015 - Emissão de CTPS para Estrangeiros Portal Nacional de Direito do Trabalho www.pndt.com.br Portaria nº 00.004/2015 - Emissão de CTPS para Estrangeiros PORTARIA Nº 4, DE 26 DE JANEIRO DE 2015 MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE

Leia mais

DEPARTAMENTO JURÍDICO TRABALHISTA BOLETIM 015/2015

DEPARTAMENTO JURÍDICO TRABALHISTA BOLETIM 015/2015 DEPARTAMENTO JURÍDICO TRABALHISTA ADM 049/2015-02/02/2015 BOLETIM 015/2015 Novos procedimentos para emissão de Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) para estrangeiros A Portaria SPPE nº 4/2015

Leia mais

Filiada à. Portaria Nº 4, de 26 de janeiro de 2015 Secretaria de Políticas Públicas de Emprego

Filiada à. Portaria Nº 4, de 26 de janeiro de 2015 Secretaria de Políticas Públicas de Emprego SECRETARIA DE POLÍTICAS PÚBLICAS DE EMPREGO PORTARIA Nº 4, DE 26 DE JANEIRO DE 2015 Dispõe sobre os procedimentos para emissão de Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) para estrangeiros. A SECRETÁRIA

Leia mais

Importação e Exportação de Executivos. American Chamber April 2013

Importação e Exportação de Executivos. American Chamber April 2013 Importação e Exportação de Executivos American Chamber April 2013 Tipos de Visto - Permanente - Temporário com contrato de trabalho sem contrato de trabalho Visto Permanente RN 62 -> Administrador com

Leia mais

Perguntas importantes: Que tipo de trabalho desempenhará para empresa brasileira? * Definição do tipo de visto e documentos necessários

Perguntas importantes: Que tipo de trabalho desempenhará para empresa brasileira? * Definição do tipo de visto e documentos necessários Mercado de Imigração no Brasil - Tipos de vistos e correta aplicação nas diversas modalidades de contratação de estrangeiros por empresas sediadas no Brasil. Maio 2015 Vou receber um estrangeiro em minha

Leia mais

Serviço Público Federal Universidade Federal de São Paulo Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa

Serviço Público Federal Universidade Federal de São Paulo Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa NOTA INFORMATIVA n.º 01/2015 COORDENADORIA DE PROJETOS E PROGRAMAS INTERNACIONAIS PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA UNIFESP A da UNIFESP, por sua Coordenadoria de Projetos e Programas Internacionais,

Leia mais

Cód. barras: STJ00094939 (2013) 1ª PARTE ASPECTOS GERAIS E TEÓRICOS ACERCA DA MIGRAÇÃO DE TRABALHADORES PARA O BRASIL

Cód. barras: STJ00094939 (2013) 1ª PARTE ASPECTOS GERAIS E TEÓRICOS ACERCA DA MIGRAÇÃO DE TRABALHADORES PARA O BRASIL Cód. barras: STJ00094939 (2013) 1 SUMÁRIO Prefácio.......................................................................... 11 1. Introdução... 15 1ª PARTE ASPECTOS GERAIS E TEÓRICOS ACERCA DA MIGRAÇÃO

Leia mais

ANEXO I DOCUMENTAÇÃO PARA A OBTENÇÃO DE VISTO CONSULAR, NO CONSULADO BRASILEIRO DO JAPÃO

ANEXO I DOCUMENTAÇÃO PARA A OBTENÇÃO DE VISTO CONSULAR, NO CONSULADO BRASILEIRO DO JAPÃO ANEXO I DOCUMENTAÇÃO PARA A OBTENÇÃO DE VISTO CONSULAR, NO CONSULADO BRASILEIRO DO JAPÃO Documentos base para obtenção de visto consular Passaporte original com validade mínima 6 meses e ao menos 2 páginas

Leia mais

OBSERVATÓRIO NACIONAL ON COORDENAÇÃO DE GEOFÍSICA COGE PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO INSTITUCIONAL PCI/MCTI CHAMADA 01/2013

OBSERVATÓRIO NACIONAL ON COORDENAÇÃO DE GEOFÍSICA COGE PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO INSTITUCIONAL PCI/MCTI CHAMADA 01/2013 OBSERVATÓRIO NACIONAL ON COORDENAÇÃO DE GEOFÍSICA COGE PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO INSTITUCIONAL PCI/MCTI CHAMADA 01/2013 A Coordenação de Geofísica (COGE) do Observatório Nacional torna pública a abertura

Leia mais

Copa do Mundo FIFA 2014 Vistos

Copa do Mundo FIFA 2014 Vistos Copa do Mundo FIFA 2014 Vistos Subsecretaria-Geral das Comunidades Brasileiras no Exterior Departamento de Imigração e Assuntos Jurídicos Divisão de Imigração A Lei 12.663 (Lei Geral da Copa), de 05/06/2012,

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 003/2014

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 003/2014 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 003/2014 Dispõe sobre a aprovação das normas para revalidação de diplomas e certificados de Ensino Fundamental, Ensino Médio e Cursos Técnicos expedidos por estabelecimentos estrangeiros

Leia mais

Lista de documentos mínimos necessários para o início do processo de solicitação de autorização de funcionamento por Modalidade

Lista de documentos mínimos necessários para o início do processo de solicitação de autorização de funcionamento por Modalidade Lista de documentos mínimos necessários para o início do processo de solicitação de autorização de funcionamento por Modalidade Administradora de Benefícios Documento Requerimento formal solicitando a

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA COMISSÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 02/2010/CPG

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA COMISSÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 02/2010/CPG INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 02/2010/CPG Estabelece procedimento para o reconhecimento e o registro de diploma de conclusão de curso de Pós-Graduação expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras.

Leia mais

Programa Estágio de Curta Duração. CAPES/Fundação Carolina

Programa Estágio de Curta Duração. CAPES/Fundação Carolina Programa Estágio de Curta Duração CAPES/Fundação Carolina Edital DRI/CAPES nº. 007/2010 A Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), por meio de sua Diretoria de Relações

Leia mais

RADIODIFUSÃO EDUCATIVA ORIENTAÇÕES PARA NOVAS OUTORGAS DE RÁDIO E TV

RADIODIFUSÃO EDUCATIVA ORIENTAÇÕES PARA NOVAS OUTORGAS DE RÁDIO E TV RADIODIFUSÃO EDUCATIVA ORIENTAÇÕES PARA NOVAS OUTORGAS DE RÁDIO E TV 1. O QUE É A RADIODIFUSÃO EDUCATIVA? É o serviço de radiodifusão, tanto em frequência modulada (FM) quanto de sons e imagens (TV), que

Leia mais

NORMATIZAÇÃO DE ESTÁGIO PARA OS CURSOS TÉCNICOS E SUPERIORES DO IFSULDEMINAS

NORMATIZAÇÃO DE ESTÁGIO PARA OS CURSOS TÉCNICOS E SUPERIORES DO IFSULDEMINAS MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS NORMATIZAÇÃO DE ESTÁGIO PARA OS CURSOS TÉCNICOS E SUPERIORES

Leia mais

Manual do Sistema para abertura de curso de extensão pelos docentes EACH - USP

Manual do Sistema para abertura de curso de extensão pelos docentes EACH - USP Manual do Sistema para abertura de curso de extensão pelos docentes EACH - USP 1.INTRODUÇAO...... 3 2.ONDE CONSEGUIR INFORMAÇÔES?... 4 Normas USP... 4 Site EACH...4 Sistema de atendimento da Comissão de

Leia mais

AFASTAMENTO PARA ESTUDO OU MISSÃO NO EXTERIOR

AFASTAMENTO PARA ESTUDO OU MISSÃO NO EXTERIOR AFASTAMENTO PARA ESTUDO OU MISSÃO NO EXTERIOR DEFINIÇÃO DOCUMENTAÇÃO INFORMAÇÕES GERAIS INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES FUNDAMENTAÇÃO LEGAL PERGUNTAS FREQUENTES DEFINIÇÃO Afastamento do servidor de suas atividades

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA MAA N 14, DE 29 DE OUTUBRO DE 1999

INSTRUÇÃO NORMATIVA MAA N 14, DE 29 DE OUTUBRO DE 1999 REVOGADA PELA IN SEAP N 03/2004 INSTRUÇÃO NORMATIVA MAA N 14, DE 29 DE OUTUBRO DE 1999 O Ministro de Estado da Agricultura e do Abastecimento, no uso da atribuição que lhe confere o art. 87, parágrafo

Leia mais

Renovação de Vistos. Estudantes Estrangeiros

Renovação de Vistos. Estudantes Estrangeiros Renovação de Vistos Estudantes Estrangeiros Prorrogação do visto temporário IV (estudante) Requisitos exigidos aos interessados, para solicitação de prorrogação do prazo de estada no Brasil: possuir capacidade

Leia mais

PROGRAMA INTEGRADO DE PÓS-GRADUAÇÃO PARA ESTRANGEIROS DA FIOCRUZ (PRINTE/PG)

PROGRAMA INTEGRADO DE PÓS-GRADUAÇÃO PARA ESTRANGEIROS DA FIOCRUZ (PRINTE/PG) 1 PROGRAMA INTEGRADO DE PÓS-GRADUAÇÃO PARA ESTRANGEIROS DA (PRINTE/PG) 1. Objetivo Geral Promover a cooperação para a qualificação de estrangeiros de nível superior nas áreas de conhecimento para as quais

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA N 02/2009

INSTRUÇÃO NORMATIVA N 02/2009 INSTRUÇÃO NORMATIVA N 02/2009 Regulamenta os procedimentos relativos à certificação digital, para garantir a segurança das transações eletrônicas realizadas por meio dos sistemas, das aplicações e dos

Leia mais

Normas de regulamentação para a certificação de. atualização profissional de títulos de especialista e certificados de área de atuação.

Normas de regulamentação para a certificação de. atualização profissional de títulos de especialista e certificados de área de atuação. Normas de regulamentação para a certificação de atualização profissional de título de especialista e certificado de área de atuação Em decorrência do convênio celebrado entre a Associação Médica Brasileira

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA DREI Nº 7, DE 5 DE DEZEMBRO DE 2013

INSTRUÇÃO NORMATIVA DREI Nº 7, DE 5 DE DEZEMBRO DE 2013 Presidência da República Secretaria da Micro e Pequena Empresa Secretaria de Racionalização e Simplificação Departamento de Registro Empresarial e Integração INSTRUÇÃO NORMATIVA DREI Nº 7, DE 5 DE DEZEMBRO

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria da Receita Federal do Brasil Inspetoria da Receita Federal do Brasil em São Paulo

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria da Receita Federal do Brasil Inspetoria da Receita Federal do Brasil em São Paulo MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria da Receita Federal do Brasil Inspetoria da Receita Federal do Brasil em São Paulo ORDEM DE SERVIÇO IRF/SPO Nº 12, DE 24 DE MAIO DE 2011 Dispõe, provisoriamente, sobre a

Leia mais

Faculdade Energia de Administração e Negócios FEAN Credenciada pela Portaria MEC Nº 1757/2000 DOU 31/10/2000 EDITAL Nº 001/2015

Faculdade Energia de Administração e Negócios FEAN Credenciada pela Portaria MEC Nº 1757/2000 DOU 31/10/2000 EDITAL Nº 001/2015 Faculdade Energia de Administração e Negócios FEAN Credenciada pela Portaria MEC Nº 1757/2000 DOU 31/10/2000 EDITAL Nº 001/2015 O Diretor da Faculdade Energia de Administração e Negócios (FEAN), instituição

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº. 030/2011-CONSUNIV DISPÕE sobre revalidação de diplomas de cursos de graduação

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº. 030/2011-CONSUNIV DISPÕE sobre revalidação de diplomas de cursos de graduação UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº. 030/2011-CONSUNIV DISPÕE sobre revalidação de diplomas de cursos de graduação expedidos por estabelecimentos estrangeiros de ensino

Leia mais

RESOLUÇÃO CEPE Nº 085, DE 16 DE AGOSTO DE 2005.

RESOLUÇÃO CEPE Nº 085, DE 16 DE AGOSTO DE 2005. RESOLUÇÃO CEPE Nº 085, DE 16 DE AGOSTO DE 2005. REGULAMENTA REVALIDAÇÃO DE DIPLOMAS/CERTIFICADOS DE PÓS-GRADUAÇÃO, EXPEDIDOS POR ESTABELECIMENTOS ESTRANGEIROS DE ENSINO SUPERIOR. O CONSELHO DE ENSINO,

Leia mais

Dispõe sobre Certificação do Atuário Responsável Técnico e do Atuário Independente e sobre Eventos de Educação Continuada.

Dispõe sobre Certificação do Atuário Responsável Técnico e do Atuário Independente e sobre Eventos de Educação Continuada. RESOLUÇÃO IBA N 05/2013 Dispõe sobre Certificação do Atuário Responsável Técnico e do Atuário Independente e sobre Eventos de Educação Continuada. O Instituto Brasileiro de Atuária - IBA, por decisão de

Leia mais

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO - MTE. Resolução Normativa nº 72/2006 COORDENAÇÃO GERAL DE IMIGRAÇÃO

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO - MTE. Resolução Normativa nº 72/2006 COORDENAÇÃO GERAL DE IMIGRAÇÃO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO - MTE Resolução Normativa nº 72/2006 COORDENAÇÃO GERAL DE IMIGRAÇÃO DIRETRIZES DA RESOLUÇÃO 72 Aumentar a competitividade internacional da navegação marítima e do setor

Leia mais

Instrução Normativa PROEX/IFRS nº 13, de 17 de dezembro de 2013.

Instrução Normativa PROEX/IFRS nº 13, de 17 de dezembro de 2013. Instrução Normativa PROEX/IFRS nº 13, de 17 de dezembro de 2013. Estabelece o fluxo e os procedimentos para o registro, a análise e o acompanhamento das ações de extensão do IFRS e dá outras providências.

Leia mais

Serviços Relacionados à Pessoa Jurídica

Serviços Relacionados à Pessoa Jurídica Serviços Relacionados à Pessoa Jurídica Atenção: Documentos apresentados em fotocópia devem ser autenticados em Cartório ou acompanhados dos originais para receberem autenticação do CREA. Documentos obrigatórios

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 12.881, DE 12 DE NOVEMBRO DE 2013. Mensagem de veto Dispõe sobre a definição, qualificação, prerrogativas e finalidades das

Leia mais

RESOLUÇÃO CONCEA NORMATIVA Nº 21, DE 20 DE MARÇO DE 2015

RESOLUÇÃO CONCEA NORMATIVA Nº 21, DE 20 DE MARÇO DE 2015 RESOLUÇÃO CONCEA NORMATIVA Nº 21, DE 20 DE MARÇO DE 2015 Altera os critérios e procedimentos para requerimento, emissão, revisão, extensão, suspensão e cancelamento do Credenciamento Institucional para

Leia mais

EDITAL Nº 068/2014 PROCESSO SELETIVO PARA INGRESSO NOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

EDITAL Nº 068/2014 PROCESSO SELETIVO PARA INGRESSO NOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EDITAL Nº 068/2014 PROCESSO SELETIVO PARA INGRESSO NOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU A Diretoria de Pós-graduação e Extensão do Centro Universitário Senac, no uso de suas atribuições, torna pública

Leia mais

FACULDADE PROCESSUS REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

FACULDADE PROCESSUS REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU FACULDADE PROCESSUS REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU 0 ÍNDICE NATUREZA E FINALIDADE 2 COORDENAÇÃO DOS CURSOS 2 COORDENAÇÃO DIDÁTICA 2 COORDENADOR DE CURSO 2 ADMISSÃO AOS CURSOS 3 NÚMERO

Leia mais

2º O envio de alunos da Universidade do Estado do

2º O envio de alunos da Universidade do Estado do UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 026/2011-CONSUNIV DISPÕE sobre as normas gerais de intercâmbio acadêmico dos discentes regularmente matriculados na Universidade do

Leia mais

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES RESOLUÇÃO CFC N.º 1.166/09 Dispõe sobre o Registro Cadastral das Organizações Contábeis. regimentais, O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e RESOLVE: CAPÍTULO I

Leia mais

Analise e Desenvolvimento de Sistemas

Analise e Desenvolvimento de Sistemas EDITAL FATEC DA ZONA LESTE Nº. 01/2015 DE 22 DE MAIO DE 2015. O Diretor da Faculdade de Tecnologia da Zona Leste no uso de suas atribuições legais faz saber que estão reabertas as inscrições para participação

Leia mais

SECRETARIA DE MONITORAMENTO E CONTROLE DA PESCA E AQUICULTURA PORTARIA No- 28, DE 26 DE MAIO DE 2011

SECRETARIA DE MONITORAMENTO E CONTROLE DA PESCA E AQUICULTURA PORTARIA No- 28, DE 26 DE MAIO DE 2011 SECRETARIA DE MONITORAMENTO E CONTROLE DA PESCA E AQUICULTURA PORTARIA No- 28, DE 26 DE MAIO DE 2011 O SECRETÁRIO DE MONITORAMENTO E CONTROLE DA PESCA E AQUICULTURA DO MINISTÉRIO DA PESCA E AQUICULTURA,

Leia mais

COMISSÃO DO TÍTULO DE ESPECIALISTA EM ENDOCRINOLOGIA E METABOLOGIA

COMISSÃO DO TÍTULO DE ESPECIALISTA EM ENDOCRINOLOGIA E METABOLOGIA COMISSÃO DO TÍTULO DE ESPECIALISTA EM ENDOCRINOLOGIA E METABOLOGIA A COMISSÃO DO TÍTULO DE ESPECIALISTA EM ENDOCRINOLOGIA E METABOLOGIA DA SBEM, no uso das atribuições que lhe conferem os arts. 55 a 57

Leia mais

MERCOSUL/CMC/DEC. Nº 55/04 Regulamentação do Protocolo de Contratações Públicas do MERCOSUL

MERCOSUL/CMC/DEC. Nº 55/04 Regulamentação do Protocolo de Contratações Públicas do MERCOSUL MERCOSUL/CMC/DEC. Nº 55/04 Regulamentação do Protocolo de Contratações Públicas do MERCOSUL TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto, o Protocolo de Contratações Públicas do MERCOSUL

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS REGIONAL GOIÂNIA ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS REGIONAL GOIÂNIA ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS REGIONAL GOIÂNIA ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA Regulamento Específico do Curso de Especialização em Homeopatia Veterinária CAPÍTULO I DAS FINALIDADES

Leia mais

EDITAL 10/2010 PROPESP/FADESP PROGRAMA DE APOIO À PUBLICAÇÃO QUALIFICADA - PAPQ

EDITAL 10/2010 PROPESP/FADESP PROGRAMA DE APOIO À PUBLICAÇÃO QUALIFICADA - PAPQ PRÓ-REITORIA DE E PÓS-GRADUAÇÃO EDITAL 10/2010 PROPESP/FADESP PROGRAMA DE APOIO À PUBLICAÇÃO QUALIFICADA - PAPQ A Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PROPESP) e a Fundação de Amparo e Desenvolvimento

Leia mais

R E S O L U Ç Ã O. Esta resolução entra em vigor nesta data, revogando as disposições contrárias. Bragança Paulista, 12 de dezembro de 2012.

R E S O L U Ç Ã O. Esta resolução entra em vigor nesta data, revogando as disposições contrárias. Bragança Paulista, 12 de dezembro de 2012. RESOLUÇÃO CONSEPE 36/2012 APROVA O REGULAMENTO PARA REVALIDAÇÃO DE TÍTULOS DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EXPEDIDOS POR INSTITUIÇÕES ESTRANGEIRAS PELA UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO USF. O Presidente do Conselho

Leia mais

Manual de Orientações para bolsistas uruguaios

Manual de Orientações para bolsistas uruguaios Coordenação Geral de Programas- CGPR Manual de Orientações para bolsistas uruguaios Programa CAPES/UDELAR BRASIL-URUGUAI Todas as informações aqui descritas devem ser interpretadas em consonância com as

Leia mais

INGRESSO DE PROFISSIONAIS ESTRANGEIROS NO BRASIL

INGRESSO DE PROFISSIONAIS ESTRANGEIROS NO BRASIL INGRESSO DE PROFISSIONAIS ESTRANGEIROS NO BRASIL REGISTRO PROFISSIONAL E ACERVO TÉCNICO A EXPERIÊNCIA DO CREA-PR Eng. Civ. Joel Krüger Presidente CREA-PR Sistema CONFEA/CREAs 977.750 Profissionais 306

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº. 033 DE 10 DE MARÇO DE 2015.

RESOLUÇÃO Nº. 033 DE 10 DE MARÇO DE 2015. RESOLUÇÃO Nº. 033 DE 10 DE MARÇO DE 2015. O CONSELHO DE UNIVERSITÁRIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS, no uso de suas atribuições legais, e considerando o Parecer nº. 01/2015 da Comissão Permanente

Leia mais

MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE LUCAS DO RIO VERDE CONTROLE INTERNO

MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE LUCAS DO RIO VERDE CONTROLE INTERNO 1/8 1) DOS OBJETIVOS: 1.1) Disciplinar e normatizar os procedimentos operacionais na administração de recursos humanos; 1.2) Garantir maior segurança na admissão e exoneração de pessoal; 1.3) Manter atualizado

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 03/2015 ATIVIDADES DE BOLSISTAS DO PROGRAMA DE DOUTORADO SANDUÍCHE NO EXTERIOR CAPES (PDSE)

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 03/2015 ATIVIDADES DE BOLSISTAS DO PROGRAMA DE DOUTORADO SANDUÍCHE NO EXTERIOR CAPES (PDSE) INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 03/2015 ATIVIDADES DE BOLSISTAS DO PROGRAMA DE DOUTORADO SANDUÍCHE NO EXTERIOR CAPES (PDSE) Regulamenta as atividades relativas a bolsistas do Programa de Doutorado Sanduíche no

Leia mais

COORDENAÇÃO-GERAL DE ASSUNTOS DE REFUGIADOS COMITÊ NACIONAL PARA OS REFUGIADOS RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 18, DE 30 DE ABRIL DE 2014

COORDENAÇÃO-GERAL DE ASSUNTOS DE REFUGIADOS COMITÊ NACIONAL PARA OS REFUGIADOS RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 18, DE 30 DE ABRIL DE 2014 COORDENAÇÃO-GERAL DE ASSUNTOS DE REFUGIADOS COMITÊ NACIONAL PARA OS REFUGIADOS RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 18, DE 30 DE ABRIL DE 2014 Estabelece os procedimentos aplicáveis ao pedido e tramitação da solicitação

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE NORMAS ESPECÍFICAS DA FEA SÃO PAULO I Taxas 1. Não serão cobradas taxas nos processos seletivos dos programas de pós-graduação desta Faculdade. 2. Não será cobrada dos alunos especiais taxa de matrícula

Leia mais

Regulamento dos Cursos da Diretoria de Educação Continuada

Regulamento dos Cursos da Diretoria de Educação Continuada Regulamento dos Cursos da Diretoria de Educação Continuada Art. 1º Os Cursos ofertados pela Diretoria de Educação Continuada da Universidade Nove de Julho UNINOVE regem-se pela legislação vigente, pelo

Leia mais

REGULAMENTO DOS COLEGIADOS DE CURSO CAPITULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

REGULAMENTO DOS COLEGIADOS DE CURSO CAPITULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES REGULAMENTO DOS COLEGIADOS DE CURSO CAPITULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art.1º. O Colegiado de Curso, previsto no Regimento Geral da Faculdade Guairacá é órgão da Coordenação Didática, destinado a

Leia mais

O CONSELHO UNIVERSITÁRIO - CONSU DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO, no uso de suas atribuições estatutárias e regimentais, RESOLVE:

O CONSELHO UNIVERSITÁRIO - CONSU DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO, no uso de suas atribuições estatutárias e regimentais, RESOLVE: MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO Uberaba-MG RESOLUÇÃO N 4 DE 29 DE JUNHO DE 2015, DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA UFTM Estabelece normas para realização de Estágio Pós- Doutoral

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 4.433, DE 23 DE JULHO DE 2015. Brasil. CAPÍTULO I DO OBJETO E DO ÂMBITO DE APLICAÇÃO

RESOLUÇÃO Nº 4.433, DE 23 DE JULHO DE 2015. Brasil. CAPÍTULO I DO OBJETO E DO ÂMBITO DE APLICAÇÃO RESOLUÇÃO Nº 4.433, DE 23 DE JULHO DE 2015 Dispõe sobre a constituição e o funcionamento de componente organizacional de ouvidoria pelas instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar

Leia mais

Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul

Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul EDITAL Nº 031/2015 PROCESSO CLASSIFICATÓRIO DE AFASTAMENTO DE SERVIDORES TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO DA UNIDADE ORGANIZACIONAL CAMPUS BENTO GONÇALVES DO IFRS O Diretor-Geral da Unidade Organizacional

Leia mais

Manual de Atividades Complementares

Manual de Atividades Complementares CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Manual de Atividades Complementares Belo Horizonte 1 Prezado(a) aluno(a): Este é o Manual de Atividades Complementar

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE IT Instrução de Trabalho

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE IT Instrução de Trabalho ATENDIMENTO IT. 14 13 1 / 20 1. OBJETIVO Estabelecer diretrizes para o atendimento realizado pelo Crea GO ao profissional, empresa e público em geral. 2. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA Lei n 5.194 24 de dezembro

Leia mais

O apoio da CAPES obedece ao interstício entre estágios dessa natureza, que varia com a duração da estada no exterior, conforme tabela abaixo:

O apoio da CAPES obedece ao interstício entre estágios dessa natureza, que varia com a duração da estada no exterior, conforme tabela abaixo: C A P E S Instruções para Candidatos a Estágio Pós-Doutoral no Exterior Vinculados a Projetos Conjuntos da Coordenação-Geral de Cooperação Internacional da CAPES - CGCI. 1. Apresentação Este documento

Leia mais

EDITAL DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO JORNALISMO ESPORTIVO E NEGÓCIOS DO ESPORTE 1º Semestre de 2016

EDITAL DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO JORNALISMO ESPORTIVO E NEGÓCIOS DO ESPORTE 1º Semestre de 2016 EDITAL DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO JORNALISMO ESPORTIVO E NEGÓCIOS DO ESPORTE 1º Semestre de 2016 As FACULDADES INTEGRADAS RIO BRANCO, na forma regimental torna público o presente Edital, estabelecendo as

Leia mais

ORIENTAÇOES GERAIS PARA A ORGANIZAÇÃO DAS ATIVIDADES ACADÊMICAS COMPLEMENTARES (AAC) Curso Geografia, modalidade: Licenciatura.

ORIENTAÇOES GERAIS PARA A ORGANIZAÇÃO DAS ATIVIDADES ACADÊMICAS COMPLEMENTARES (AAC) Curso Geografia, modalidade: Licenciatura. ORIENTAÇOES GERAIS PARA A ORGANIZAÇÃO DAS ATIVIDADES ACADÊMICAS COMPLEMENTARES (AAC) Curso Geografia, modalidade: Licenciatura. Art. 1º - As Atividades Acadêmicas Curriculares (AAC) são todas as atividades

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.169, DE 23 DE AGOSTO DE 2011

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.169, DE 23 DE AGOSTO DE 2011 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.169, DE 23 DE AGOSTO DE 2011 Disciplina o afastamento de servidores docentes e técnico-administrativos

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO SUL E SUDESTE DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO SUL E SUDESTE DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO SUL E SUDESTE DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 012, DE 20 DE MAIO DE 2014 Estabelece normas para o afastamento de servidores

Leia mais

COMUNICADO. Assunto: Bolsas de Estudos 2015

COMUNICADO. Assunto: Bolsas de Estudos 2015 COMUNICADO Assunto: Bolsas de Estudos 2015 O Colégio Franciscano Santa Clara informa os critérios para concorrer à bolsa de estudos 2015, aos candidatos que cumprirem com as seguintes condições: 1º Requisitos:

Leia mais

CAPÍTULO I DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS

CAPÍTULO I DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NÃO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DA FACULDADE ARTHUR THOMAS CAPÍTULO I DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS Art. 1º. O presente Regulamento estabelece as políticas

Leia mais

INSTRUÇÕES GERAIS DE ADMISSÃO COMO ALUNO ESPECIAL PÓS-GRADUAÇÃO

INSTRUÇÕES GERAIS DE ADMISSÃO COMO ALUNO ESPECIAL PÓS-GRADUAÇÃO Universidade de Brasília - UnB Diretoria de Administração Acadêmica - DAA 1. Definição INSTRUÇÕES GERAIS DE ADMISSÃO COMO ALUNO ESPECIAL PÓS-GRADUAÇÃO Forma pela qual a UnB admite o ingresso de aluno interessado

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES RESOLUÇÃO CFC N.º 1.390/12 Dispõe sobre o Registro Cadastral das Organizações Contábeis. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLVE: CAPÍTULO I

Leia mais

Poderão ser aceitos no programa os candidatos que obtiverem nota superior ou igual a 8 (oito), seguindo a distribuição indicada acima.

Poderão ser aceitos no programa os candidatos que obtiverem nota superior ou igual a 8 (oito), seguindo a distribuição indicada acima. INSTITUTO DE CIÊNCIAS MATEMÁTICAS E DE COMPUTAÇÃO - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO DEPARTAMENTO DE ESTATÍSTICA - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS EDITAL DE ABERTURA DE INSCRIÇÕES AOS PROCESSOS SELETIVOS nº

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Pró-Reitoria de Pós-Graduação

Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Pró-Reitoria de Pós-Graduação REQUERIMENTO DE RECONHECIMENTO DE TÍTULO DO EXTERIOR Eu,, nascido(a) aos (nacionalidade) (estado civil) / /, no Estado de residente a CEP - (rua/bairro/apto./nº), tel.: ( ), e-mail: (Cidade) (U.F.) tendo

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA DE SÃO VICENTE

FACULDADE DE TECNOLOGIA DE SÃO VICENTE FACULDADE DE TECNOLOGIA DE SÃO VICENTE REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURSOS SUPERIORES SUMÁRIO Apresentação...03 Regulamentação de estágio Estágio...04 Matrícula de estágio...05 Carga Horária e prazo para conclusão...05

Leia mais

EMBAIXADA DO BRASIL EM BERLIM EDITAL 01/2015

EMBAIXADA DO BRASIL EM BERLIM EDITAL 01/2015 EMBAIXADA DO BRASIL EM BERLIM EDITAL 01/2015 A Embaixada do Brasil em Berlim faz saber aos interessados, por meio da Comissão de Seleção designada pela Embaixadora do Brasil, que realizará processo seletivo

Leia mais

Documentação necessária para trabalhos de estrangeiros em parques de construção de usinas eólicas. Autor JULIANO ALEXANDRE CHANDRETTI Data 02/09/2013

Documentação necessária para trabalhos de estrangeiros em parques de construção de usinas eólicas. Autor JULIANO ALEXANDRE CHANDRETTI Data 02/09/2013 Documentação necessária para trabalhos de estrangeiros em parques de construção de usinas eólicas Autor JULIANO ALEXANDRE CHANDRETTI Data 02/09/2013 A CPFL Energias Renováveis S.A é a maior empresa de

Leia mais

ESTADO DO MARANHÃO PREFEITURA MUNICIPAL DE IMPERATRIZ SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

ESTADO DO MARANHÃO PREFEITURA MUNICIPAL DE IMPERATRIZ SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO ESTADO DO MARANHÃO PREFEITURA MUNICIPAL DE IMPERATRIZ SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO EDITAL Nº 01/2015 SEMED (Prazo: 30 dias) Processo Seletivo para a concessão de licença para qualificação profissional

Leia mais

APROVAR as normas para concessão de afastamento para pós-graduação aos servidores do IF-SC. CAPÍTULO I DOS TIPOS DE PÓS-GRADUAÇÃO

APROVAR as normas para concessão de afastamento para pós-graduação aos servidores do IF-SC. CAPÍTULO I DOS TIPOS DE PÓS-GRADUAÇÃO RESOLUÇÃO N o 019/2012/CDP Florianópolis, 03 de maio de 2012. A PRESIDENTE DO DO INSTITUTO FEDERAL DE SANTA CATARINA, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelo Regimento Geral do IF-SC e pelo

Leia mais

CHAMADA PÚBLICA SIMPLIFICADA nº 050/2015. Convênio PMSP/TERMO DE CONVÊNIO nº 025/2014/SDTE

CHAMADA PÚBLICA SIMPLIFICADA nº 050/2015. Convênio PMSP/TERMO DE CONVÊNIO nº 025/2014/SDTE CHAMADA PÚBLICA SIMPLIFICADA nº 050/2015 Convênio PMSP/TERMO DE CONVÊNIO nº 025/2014/SDTE A Central de Cooperativas e Empreendimentos Solidários do Brasil UNISOL, entidade sem fins econômicos, com sede

Leia mais

PROGRAMA DE APOIO À PUBLICAÇÃO QUALIFICADA - PAPQ

PROGRAMA DE APOIO À PUBLICAÇÃO QUALIFICADA - PAPQ EDITAL 01/2016 PROPESP PROGRAMA DE APOIO À PUBLICAÇÃO QUALIFICADA - PAPQ A Pró- Reitoria de Pesquisa e Pós- Graduação (PROPESP) torna pública a seleção de propostas no âmbito do Programa de Apoio à Publicação

Leia mais

FAMEC REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO

FAMEC REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO FAMEC REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO 1 REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO (Lei Nº 11.788 / 2008) Regulamenta as atividades do Estágio Curricular da FAMEC e estabelece normas

Leia mais

REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO

REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO GRADE CURRICULAR 2008-2010 RIO CLARO 2010 1 REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO CAPÍTULO I Da Origem, Finalidades e das Modalidades Art. 1º -

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 008, DE 10 DE JULHO DE 2007 (Publicada no Diário Oficial do Espírito Santo em 11 de julho de 2007)

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 008, DE 10 DE JULHO DE 2007 (Publicada no Diário Oficial do Espírito Santo em 11 de julho de 2007) INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 008, DE 10 DE JULHO DE 2007 (Publicada no Diário Oficial do Espírito Santo em 11 de julho de 2007) Estabelece procedimentos administrativos e critérios técnicos referentes à Declaração

Leia mais

REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO

REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO CAPITULO I DAS FINALIDADES Art. 1º - Os cursos de pós-graduação da UNIABEU são regidos pela Lei Federal 9394/96 Lei de Diretrizes

Leia mais

EDITAL DE SELEÇÃO PARA O CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM ENGENHARIA WEB E GOVERNO ELETRÔNICO CONFORME ANEXO IV DA RESOLUÇÃO CONSEPE N o.

EDITAL DE SELEÇÃO PARA O CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM ENGENHARIA WEB E GOVERNO ELETRÔNICO CONFORME ANEXO IV DA RESOLUÇÃO CONSEPE N o. EDITAL DE SELEÇÃO PARA O CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM ENGENHARIA WEB E GOVERNO ELETRÔNICO CONFORME ANEXO IV DA RESOLUÇÃO CONSEPE N o. 55/2014 1. Da organização geral: a) Unidade Proponente: Instituto

Leia mais

Regulamenta e estabelece normas sobre os Cursos de Extensão Universitária da Universidade de São Paulo e dá outras providências.

Regulamenta e estabelece normas sobre os Cursos de Extensão Universitária da Universidade de São Paulo e dá outras providências. RESOLUÇÃO CoCEx nº 6667, de 19 de dezembro de 2013. (D.O.E. 21.12.13) (Protocolado 11.5.2443.1.5). Regulamenta e estabelece normas sobre os Cursos de Extensão Universitária da Universidade de São Paulo

Leia mais

SINDICATO DOS TRABALHADORES NO SERVIÇO PÚBLICO MUNICIPAL DE ITU FILIADO A FESSPMESP

SINDICATO DOS TRABALHADORES NO SERVIÇO PÚBLICO MUNICIPAL DE ITU FILIADO A FESSPMESP 1 ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2013/2014 - ESTATUTÁRIO Pelo presente instrumento particular de Acordo Coletivo de Trabalho de um lado o Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Itu, entidade

Leia mais

INFORME DO PROGRAMA CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS

INFORME DO PROGRAMA CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS INFORME DO PROGRAMA CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS FACULDADE INDEPENDENTE DO NORDESTE A Direção Geral da Faculdade Independente do Nordeste, com vistas à chamada para seleção de alunos para o Programa Ciência

Leia mais

NORMA PROCEDIMENTAL PRESTADOR DE SERVIÇO VOLUNTÁRIO. - Prestador de Serviço Voluntário no âmbito da UFTM

NORMA PROCEDIMENTAL PRESTADOR DE SERVIÇO VOLUNTÁRIO. - Prestador de Serviço Voluntário no âmbito da UFTM 50.05.002 1/12 1 FINALIDADE Formalizar e disciplinar os procedimentos para a prestação de serviços voluntários na UFTM Universidade Federal do Triângulo Mineiro. 2 ÂMBITO DE APLICAÇÃO Todos os órgãos da

Leia mais

DOUTORADO EM SAÚDE PÚBLICA

DOUTORADO EM SAÚDE PÚBLICA OBS: A matrícula só se efetiva após assinatura do contrato e confirmação pelo IPCP do preenchimento do número mínimo de alunos para formação da turma. DOUTORADO EM SAÚDE PÚBLICA A área de concentração

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 01/2015 DO CONSELHO CURADOR DA FUNDAÇÃO DE APOIO UNIVERSITÁRIO

RESOLUÇÃO Nº 01/2015 DO CONSELHO CURADOR DA FUNDAÇÃO DE APOIO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 01/2015 DO CONSELHO CURADOR DA FUNDAÇÃO DE APOIO UNIVERSITÁRIO Define diretrizes e procedimentos relativos a gestão de recursos financeiros captados ou administrados pela Fundação de Apoio

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA Nº 002/2014 - Voluntário

TERMO DE REFERÊNCIA Nº 002/2014 - Voluntário TERMO DE REFERÊNCIA Nº 002/2014 - Voluntário A Caritas Arquidiocesana de São Paulo (CASP), entidade privada sem fins lucrativos, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica do Ministério da Fazenda

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS HOSPITAL DAS CLÍNICAS CENTRO DE EXTENSÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS HOSPITAL DAS CLÍNICAS CENTRO DE EXTENSÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS HOSPITAL DAS CLÍNICAS CENTRO DE EXTENSÃO REGIMENTO CENEX DO HOSPITAL DAS CLÍNICAS / UFMG Belo Horizonte, 2008. UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS HOSPITAL DAS CLÍNICAS

Leia mais

Minuta do Regimento Geral de Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu da Universidade Federal de São Carlos

Minuta do Regimento Geral de Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu da Universidade Federal de São Carlos Minuta do Regimento Geral de Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu da Universidade Federal de São Carlos CapítuloI Dos Objetivos Art.1º - Os cursos de pós-graduação lato sensu da Universidade Federal de São

Leia mais

NOVA LEI DA IMIGRAÇÃO

NOVA LEI DA IMIGRAÇÃO 19 de Junho de 2007 NOVA LEI DA IMIGRAÇÃO Cláudia do Carmo Santos Advogada OBJECTIVOS Desburocratização de procedimentos Adequação da lei em vigor à realidade social Atracção de mão-de-obra estrangeira

Leia mais

Certificado Digital - Pessoa Jurídica. DOCUMENTOS NECESSÁRIOS DA PESSOA JURÍDICA (CNPJ A1 ou CNPJ A3)

Certificado Digital - Pessoa Jurídica. DOCUMENTOS NECESSÁRIOS DA PESSOA JURÍDICA (CNPJ A1 ou CNPJ A3) Certificado Digital - Pessoa Jurídica DOCUMENTOS NECESSÁRIOS DA PESSOA JURÍDICA (CNPJ A1 ou CNPJ A3) Além dos documentos da Pessoa Jurídica, são necessários, também, dois documentos de identificação do

Leia mais

DEPARTAMENTO DE REGISTROS E TRANSFERÊNCIAS Manual de Procedimentos - Temporada 2015

DEPARTAMENTO DE REGISTROS E TRANSFERÊNCIAS Manual de Procedimentos - Temporada 2015 MANUAL DE PROCEDIMENTOS DO DEPARTAMENTO DE REGISTROS E TRANSFERÊNCIAS FEDERAÇÃO PARANAENSE DE FUTEBOL 2015 O procedimento para o protocolo do pedido de registro de atleta seguirá a seguinte tramitação:

Leia mais