SECRETARIA DE MONITORAMENTO E CONTROLE DA PESCA E AQUICULTURA PORTARIA No- 28, DE 26 DE MAIO DE 2011

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1 SECRETARIA DE MONITORAMENTO E CONTROLE DA PESCA E AQUICULTURA PORTARIA No- 28, DE 26 DE MAIO DE 2011 O SECRETÁRIO DE MONITORAMENTO E CONTROLE DA PESCA E AQUICULTURA DO MINISTÉRIO DA PESCA E AQUICULTURA, no uso de suas atribuições, tendo em vista a Portaria nº 937 do Ministro de Estado Chefe da Casa Civil da Presidência da República, de 2 de maio de 2011 e a Portaria MPA nº 523, de 1º de dezembro de 2010, e de acordo com o disposto na Lei nº 9.784, de 19 de janeiro de 1999, na Instrução Normativa SEAP/PR nº 3, de 12 de maio de 2004, na Instrução Normativa MPA nº 2, de 25 de janeiro de 2011, e do que consta no processo MPA nº / , resolve: Art. 1º Determinar, de oficio, o cancelamento do registro dos pescadores profissionais, efetivados no Estado do Pará, relacionado nominalmente no Anexo desta Portaria, conforme disposto do inciso II do art. 21 da Instrução Normativa MPA nº 2, de Parágrafo único. A relação nominal, de que trata o caput deste artigo, será divulgada no endereço eletrônico do Ministério da Pesca e Aquicultura - MPA ( assim como será afixada na sede da Superintendência Federal do Ministério da Pesca e Aquicultura no Estado do Pará. Art. 2º O interessado ou seu representante legal poderá apresentar recurso administrativo, no prazo máximo de 30 (trinta) dias, a contar do recebimento do comunicado de cancelamento, via notificação por AR. Parágrafo único. O recurso administrativo de que trata o caput deverá ser protocolado na sede da Superintendência Federal de Pesca e Aquicultura no Estado do Pará, que deverá analisar os recursos recebidos, sob a coordenação e acompanhamento do Departamento de Registro da Pesca e Aquicultura - DRPA, desta Secretaria de Monitoramento e Controle da Pesca e Aquicultura - SEMOC. Art. 3º Concluída a fase de análise dos recursos administrativos, serão considerados definitivamente cancelados o registro e a Carteira de Pescador dos recorrentes que tiverem seus recursos indeferidos, assim como daqueles que não apresentaram recurso administrativo na forma estabelecida nesta Portaria. Parágrafo único. Nos cancelamentos previstos nesta Portaria, a inscrição do pescador ficará na situação cadastral de "Registro Cancelado", como disposto do inciso IV do art. 22 da Instrução Normativa MPA nª 2, de Art. 4º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. AMÉRICO RIBEIRO TUNES. SECRETARIA DE PLANEJAMENTO E ORDENAMENTO DA PESCA PORTARIA No- 1, DE 15 DE JUNHO DE 2011 Autorização para celebração de termo aditivo de prorrogação do contrato de arrendamento de embarcação estrangeira para exploração da pesca na Plataforma Continental e na Zona Econômica Exclusiva do Brasil, pelo prazo de 02 (dois) anos.

2 O SECRETÁRIO DE PLANEJAMENTO E ORDENAMENTO DA PESCA DO MINISTÉRIO DA PESCA E AQUICULTURA no uso da atribuição que lhe confere a Portaria do Ministro de EstadoChefe da Casa Civil da Presidência da República, nº 936, de 2 de maio de 2011, e tendo em vista o disposto na Lei nº , de 28 de maio de 2003, na Lei nº , de 29 de junho de 2009, no Decreto nº 4.810, de 19 de agosto de 2003, na Instrução Normativa nº 10, de 12 de julho de 2010, do Ministério da Pesca e Aquicultura, e o que consta dos Processos nº / e nº / , resolve: Art. 1º Autorizar a empresa PESQUEIRA RAYMI LTDA., CNPJ nº / , com sede na Rua Chile, Ribeira, município de Natal, Estado do Rio Grande do Norte a celebrar termo aditivo de prorrogação do contrato de arrendamento com a empresa PESQUERA RAYMI S.L., com sede a Puerto Pesquero do Berbes, Tinglado General de Empaque, oficina 23, Vigo, Espanha, proprietária da embarcação pesqueira denominada GHANDHI, de bandeira da Espanha. Art. 2º A autorização de que trata o artigo anterior será concedida pelo prazo de 2 (dois) anos e a embarcação destinar-se-á captura da espécie-alvo atuns e afins, utilizando sistema de espinhel pelágico de superfície, na Zona Econômica Exclusiva do Brasil e águas internacionais, de acordo com o artigo 1º, 1º, incisos II e III, e 3º do Decreto nº 4.810, de 19 de agosto de 2003, observada a legislação pertinente e as exigências contidas nos citado processo. Parágrafo único. O prazo de que trata este artigo será contado a partir da data do término da autorização inicial de arrendamento da embarcação. Art. 3º A empresa arrendatária fica obrigada ao cumprimento das exigências seguintes, sob pena do cancelamento desta autorização, sem indenização a qualquer título, independente de outras das cominações legais: I - manter a bordo da embarcação, sem ônus para a União, Observador de Bordo, credenciado no âmbito do Programa Nacional de Observadores de Bordo - PROBORDO, indicado pelo MPA, conforme estabelecido na Instrução Normativa Conjunta da Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca da Presidência da República, do Ministério do Meio Ambiente nº 1, de 29 de setembro de 2006; II - aderir ao Programa Nacional de Rastreamento de Embarcações Pesqueiras por Satélite - PREPS, nos moldes da Instrução Normativa Interministerial da Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca da Presidência da República, do Ministério do Meio Ambiente e do Comando da Marinha nº 2, de 4 de setembro de 2006, bem como manter o envio regular de posições geográficas ao Sistema da Central de Rastreamento; III - entregar os Mapas de Bordo ao final de cada viagem, responsabilizando-se pela veracidade das informações neles registradas, conforme disposto na Instrução Normativa Interministerial da Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca da Presidência da República e do Ministério do Meio Ambiente nº 26, de 19 de julho de 2005; IV - manter condições adequadas para a acomodação e o trabalho da tripulação, de acordo com as normas pertinentes da Autoridade Marítima e do Ministério do Trabalho e Emprego; V - manter as condições sanitárias a bordo compatíveis com as normas exigidas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e Agência Nacional de Vigilância Sanitária; VI - exercer as operações pesqueiras de modo a assegurar o aproveitamento sustentável dos recursos vivos marinhos das zonas de pesca;

3 VII - entregar anualmente ao MPA relatórios de produção contendo informações sobre o total capturado, em quilos, por espécie e por embarcação estrangeira arrendada, responsabilizando-se pela veracidade das informações neles registradas; VIII - encaminhar ao MPA cópia do Passe de Saída da embarcação, sempre que emitido pela Autoridade Marítima, quando a embarcação deixar temporariamente ou permanentemente as águas sob jurisdição brasileiras; e IX - apresentar declaração de anuência da Autoridade Pesqueira do país de bandeira da embarcação em relação ao seu arrendamento. Art. 4º A emissão ou renovação do certificado de Registro da embarcação e respectiva Autorização de Pesca, nos moldes previstos em legislação específica, fica condicionada ao cumprimento das exigências estabelecidas nesta Portaria e na Instrução Normativa nº 10, de 12 de julho de 2010, do Ministério da Pesca e Aquicultura. Art. 5 Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. ELOY DE SOUSA ARAUJO PORTARIA No- 2, DE 15 DE JUNHO DE 2011 Autorização para celebração de termo aditivo de prorrogação do contrato de arrendamento de embarcação estrangeira para exploração da pesca na Plataforma Continental e na Zona Econômica Exclusiva do Brasil, pelo prazo de 02 (dois) anos. O SECRETÁRIO DE PLANEJAMENTO E ORDENAMENTO DA PESCA DO MINISTÉRIO DA PESCA E AQUICULTURA no uso da atribuição que lhe confere a Portaria do Ministro de Estado Chefe da Casa Civil da Presidência da República, nº 936, de 2 de maio de 2011, e tendo em vista o disposto na Lei nº , de 28 de maio de 2003, na Lei nº , de 29 de junho de 2009, no Decreto nº 4.810, de 19 de agosto de 2003, na Instrução Normativa nº 10, de 12 de julho de 2010, do Ministério da Pesca e Aquicultura, e o que consta dos Processos nº / e nº / , resolve: Art. 1º Autorizar a empresa PESQUEIRA RAYMI LTDA., CNPJ nº / , com sede na Rua Chile, Ribeira, município de Natal, Estado do Rio Grande do Norte a celebrar termo aditivo de prorrogação do contrato de arrendamento com a empresa PESQUERA RAYMI S.L., com sede a Puerto Pesquero do Berbes, Tinglado General de Empaque, oficina 23, Vigo, Espanha, proprietária da embarcação pesqueira denominada RAYMI, de bandeira da Espanha. Art. 2º A autorização de que trata o artigo anterior será concedida pelo prazo de 2 (dois) anos e a embarcação destinar-se-á captura da espécie-alvo atuns e afins, utilizando sistema de espinhel pelágico de superfície, na Zona Econômica Exclusiva do Brasil e águas internacionais, de acordo com o artigo 1º, 1º, incisos II e III, e 3º do Decreto nº 4.810, de 19 de agosto de 2003, observada a legislação pertinente e as exigências contidas nos citado processo. Parágrafo único. O prazo de que trata este artigo será contado a partir da data do término da autorização inicial de arrendamento da embarcação. Art. 3º A empresa arrendatária fica obrigada ao cumprimento das exigências seguintes, sob pena do cancelamento desta autorização, sem indenização a qualquer título, independente de outras das cominações legais:

4 I - manter a bordo da embarcação, sem ônus para a União, Observador de Bordo, credenciado no âmbito do Programa Nacional de Observadores de Bordo - PROBORDO, indicado pelo MPA, conforme estabelecido na Instrução Normativa Conjunta da Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca da Presidência da República, do Ministério do Meio Ambiente nº 1, de 29 de setembro de 2006; II - aderir ao Programa Nacional de Rastreamento de Embarcações Pesqueiras por Satélite - PREPS, nos moldes da Instrução Normativa Interministerial da Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca da Presidência da República, do Ministério do Meio Ambiente e do Comando da Marinha nº 2, de 4 de setembro de 2006, bem como manter o envio regular de posições geográficas ao Sistema da Central de Rastreamento; III - entregar os Mapas de Bordo ao final de cada viagem, responsabilizando-se pela veracidade das informações neles registradas, conforme disposto na Instrução Normativa Interministerial da Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca da Presidência da República e do Ministério do Meio Ambiente nº 26, de 19 de julho de 2005; IV - manter condições adequadas para a acomodação e o trabalho da tripulação, de acordo com as normas pertinentes da Autoridade Marítima e do Ministério do Trabalho e Emprego; V - manter as condições sanitárias a bordo compatíveis com as normas exigidas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e Agência Nacional de Vigilância Sanitária; VI - exercer as operações pesqueiras de modo a assegurar o aproveitamento sustentável dos recursos vivos marinhos das zonas de pesca; VII - entregar anualmente ao MPA relatórios de produção contendo informações sobre o total capturado, em quilos, por espécie e por embarcação estrangeira arrendada, responsabilizando-se pela veracidade das informações neles registradas; VIII - encaminhar ao MPA cópia do Passe de Saída da embarcação, sempre que emitido pela Autoridade Marítima, quando a embarcação deixar temporariamente ou permanentemente as águas sob jurisdição brasileiras; e IX - apresentar declaração de anuência da Autoridade Pesqueira do país de bandeira da embarcação em relação ao seu arrendamento. Art. 4º A emissão ou renovação do certificado de Registro da embarcação e respectiva Autorização de Pesca, nos moldes previstos em legislação específica, fica condicionada ao cumprimento das exigências estabelecidas nesta Portaria e na Instrução Normativa nº 10, de 12 de julho de 2010, do Ministério da Pesca e Aquicultura. Art. 5 Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. ELOY DE SOUSA ARAUJO PORTARIA No- 3, DE 15 DE JUNHO DE 2011 Autorização para celebração de termo aditivo de prorrogação do contrato de arrendamento de embarcação estrangeira para exploração da pesca na Plataforma Continental e na Zona Econômica Exclusiva do Brasil, pelo prazo de 02 (dois) anos.

5 O SECRETÁRIO DE PLANEJAMENTO E ORDENAMENTO DA PESCA DO MINISTÉRIO DA PESCA E AQUICULTURA no uso da atribuição que lhe confere a Portaria do Ministro de Estado Chefe da Casa Civil da Presidência da República, nº 936, de 2 de maio de 2011, e tendo em vista o disposto na Lei nº , de 28 de maio de 2003, na Lei nº , de 29 de junho de 2009, no Decreto nº 4.810, de 19 de agosto de 2003, na Instrução Normativa nº 10, de 12 de julho de 2010, do Ministério da Pesca e Aquicultura, e o que consta dos Processos nº / e nº / , resolve: Art. 1º Autorizar a empresa PESQUEIRA RAYMI LTDA., CNPJ nº / , com sede na Rua Chile, Ribeira, município de Natal, Estado do Rio Grande do Norte a celebrar termo aditivo de prorrogação do contrato de arrendamento com a empresa PESQUERA DACOVA S.L., com sede a Puerto Pesquero do Berbes, Tinglado General de Empaque, oficina 23, Vigo, Espanha, proprietária da embarcação pesqueira denominada GUARISTE PRIMEIRO, de bandeira da Espanha. Art. 2º A autorização de que trata o artigo anterior será concedida pelo prazo de 2 (dois) anos e a embarcação destinar-se-á captura da espécie-alvo atuns e afins, utilizando sistema de espinhel pelágico de superfície, na Zona Econômica Exclusiva do Brasil e águas internacionais, de acordo com o artigo 1º, 1º, incisos II e III, e 3º do Decreto nº 4.810, de 19 de agosto de 2003, observada a legislação pertinente e as exigências contidas nos citado processo. Parágrafo único. O prazo de que trata este artigo será contado a partir da data do término da autorização inicial de arrendamento da embarcação. Art. 3º A empresa arrendatária fica obrigada ao cumprimento das exigências seguintes, sob pena do cancelamento desta autorização, sem indenização a qualquer título, independente de outras das cominações legais: I - manter a bordo da embarcação, sem ônus para a União, Observador de Bordo, credenciado no âmbito do Programa Nacional de Observadores de Bordo - PROBORDO, indicado pelo MPA, conforme estabelecido na Instrução Normativa Conjunta da Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca da Presidência da República, do Ministério do Meio Ambiente nº 1, de 29 de setembro de 2006; II - aderir ao Programa Nacional de Rastreamento de Embarcações Pesqueiras por Satélite - PREPS, nos moldes da Instrução Normativa Interministerial da Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca da Presidência da República, do Ministério do Meio Ambiente e do Comando da Marinha nº 2, de 4 de setembro de 2006, bem como manter o envio regular de posições geográficas ao Sistema da Central de Rastreamento; III - entregar os Mapas de Bordo ao final de cada viagem, responsabilizando-se pela veracidade das informações neles registradas, conforme disposto na Instrução Normativa Interministerial da Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca da Presidência da República e do Ministério do Meio Ambiente nº 26, de 19 de julho de 2005; IV - manter condições adequadas para a acomodação e o trabalho da tripulação, de acordo com as normas pertinentes da Autoridade Marítima e do Ministério do Trabalho e Emprego; V - manter as condições sanitárias a bordo compatíveis com as normas exigidas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e Agência Nacional de Vigilância Sanitária; VI - exercer as operações pesqueiras de modo a assegurar o aproveitamento sustentável dos recursos vivos marinhos das zonas de pesca;

6 VII - entregar anualmente ao MPA relatórios de produção contendo informações sobre o total capturado, em quilos, por espécie e por embarcação estrangeira arrendada, responsabilizando-se pela veracidade das informações neles registradas; VIII - encaminhar ao MPA cópia do Passe de Saída da embarcação, sempre que emitido pela Autoridade Marítima, quando a embarcação deixar temporariamente ou permanentemente as águas sob jurisdição brasileiras; e IX - apresentar declaração de anuência da Autoridade Pesqueira do país de bandeira da embarcação em relação ao seu arrendamento. Art. 4º A emissão ou renovação do certificado de Registro da embarcação e respectiva Autorização de Pesca, nos moldes previstos em legislação específica, fica condicionada ao cumprimento das exigências estabelecidas nesta Portaria e na Instrução Normativa nº 10, de 12 de julho de 2010, do Ministério da Pesca e Aquicultura. Art. 5 Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. ELOY DE SOUSA ARAUJO

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