LEVANTAMENTO DE INFORMAÇÃO PREVISTA NAS CONCLUSÕES DE GRUPOS DE TRABALHO DA SUBCOMISSÃO COMERCIAL MERCOSUL UNIÃO EUROPÉIA

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1 MERCOSUL/GMC/RES Nº 16/97 LEVANTAMENTO DE INFORMAÇÃO PREVISTA NAS CONCLUSÕES DE GRUPOS DE TRABALHO DA SUBCOMISSÃO COMERCIAL MERCOSUL UNIÃO EUROPÉIA TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto, o Acordo Marco de Cooperação Inter-regional entre o MERCOSUL e a UNIÃO EUROPÉIA e a Recomendação Nº 1/97 do Grupo Ad Hoc de Relacionamento Externo MERCOSUL - UE. CONSIDERANDO: As conclusões dos Grupos de Trabalho de Bens, Serviços e Normas e Disciplinas Comerciais no âmbito da Subcomissão Comercial Dependente da Comissão Mixta MERCOSUL UNIÃO EUROPÉIA. Os compromissos assumidos pelo MERCOSUL durante a II Reunião da Subcomissão Comercial MERCOSUL UNIÃO EUROPÉIA, realizada no passado 26 de maio de 1997 em Bruxelas, Bélgica. Que tais compromissos consistem, principalmente, em dar início aos trabalhos de recopilação e análise das informações, e em designar as contra-partes do MERCOSUL para os consultores da UE, a fim de cumprir com os prazos estabelecidos. O GRUPO MERCADO COMUM RESOLVE: Art. 1º - Determinar que as tarefas de levantamento de informação previstas nas Conclusões dos Grupos de Trabalho da Subcomissão Comercial MERCOSUL - UNIÃO EUROPÉIA, que constam em anexo I â presente Resolução, sejam distribuidos entre os seguintes foros técnicos do MERCOSUL: i) Grupo de Trabalho sobre Bens: Comissão de Comércio (CT-1 e CT-8) ii) Grupo de Trabalho sobre Serviços: Grupo Ad Hoc sobre Serviços iii) Grupo de Trabalho sobre Normas e Disciplinas Comerciais: SGT-3, SGT-8, CT-2, CT-3, CT-5, CT-6 e Grupo Ad Hoc sobre Políticas Públicas que Distorcem a Competitividade.

2 Art 2º - Instruir os foros mencionados no Artigo 1º para que, antes de 30 de setembro de 1997, finalizem suas respectivas tarefas e apresentem à Presidência Pro Tempore, junto à informação recopilada um informe contendo uma análise preliminar sobre a mesma. Esta documentação será entregada ao Grupo Ad Hoc de Relacionamento Externo MERCOSUL - UE. Art. 3º - Por intermédio da Presidência Pro Tempore, encomendar à Secretaria da ALADI a elaboração dos quadros estatísticos previstos nas Conclusões do Grupo de Trabalho sobre Bens, os quais se detalham no Anexo II à presente Resolução. Por este motivo, isenta-se ao CT-1 da elaboração de tais quadros, cuja análise será realizada pelo Grupo Ad Hoc de Relacionamento Externo MERCOSUL - UE. Art. 4º - Designa-se como contra-parte do MERCOSUL para os consultores da UE, os Foros Técnicos mencionados no artigo 1º desta Resolução. XXVI GMC - Assunção, 17/VI/97 2

3 ANEXO I CONCLUSÕES DOS GRUPOS DE TRABALHO DO MERCOSUL Durante os dias 18, 19 e 20 de março realizou-se em Bruxelas, Bélgica, a primeira reunião dos Grupos de Trabalho estabelecidos pela Comissão Mixta e Subcomissão Comercial do Acordo Marco Inter-regional de Cooperação UE - MERCOSUL. As reuniões se realizaram de acordo com o previsto nas Linhas Diretrizes aprovadas pela primeira reunião da Subcomissão Comercial para cada Grupo de Trabalho, bem como nas disposições gerais compiladas no projeto de ata da referida reunião relativas ao funcionamento dos Grupos de Trabalho. A inauguração da reunião esteve a cargo do Sr. Anacoreta Correia, Diretor para a América Latina da Comissão Européia e do Sr. Cáceres, Embaixador da Missão da República do Paraguai acreditadas perante a Comunidade Européia. As reuniões foram presididas por D. Damian Hernández, Chefe da Unidade Mercosul e Chile, por parte da Comissão Européia e por D. Emilio Gimenez, Ministro-Conselheiro da Missão da República do Paraguai acreditadas perante as Comunidades Européias, por parte do MERCOSUL. As reuniões se realizarom conforme o seguinte esquema: 18 de março - sessão inaugural - reunião do Grupo de Trabalho de Bens 19 de março - reunião do Grupo de Trabalho de Serviços 20 de março - reunião do Grupo de Trabalho de Normas e Disciplinas Comerciais Em anexo consta a lista de participantes nas diferentes reuniões. De forma geral os três Grupos de Trabalho acordaram que o conjunto das ações a empreender se realizará de maneira dinâmica e horizontal para levar em consideração os efeitos dos desenvolvimentos chaves, cobrindo bens, serviços, TRIMs, TRIPs, contratações públicas, entre outras disciplinas comerciais. As reuniões se realizaram em um ambiente altamente construtivo. De acordo com as linhas diretrizes dos Grupos de Trabalho, as conclusões obtidas pelos diferentes Grupos constam em anexo e se submetem à II Reunião da Subcomissão Comercial. Os efeitos de implementação dos trabalhos serão coordenados pelos canais diplomáticos usuais. Bruxelas, 20 de março de

4 CONCLUSÕES: GRUPO DE TRABALHO SOBRE BENS Março de 1997 ÁMBITO GERAL: O Grupo de Trabalho sobre Bens se reuniu-se em 18 de março em Bruxelas, com base nas disposições gerais do Acordo Marco Interregional de Cooperação UE - MERCOSUL, nas decisões que constam na Ata da I Reunião da Comissão Mixta, assim como nas linhas diretrizes estabelecidas para suas atividades (Anexo I). Tendo em vista a preparação da liberalização ulterior dos intercâmbios e segundo o artigo 4 do Acordo Marco de Cooperação, o Grupo de Trabalho chegou às seguintes conclusões: I. METODOLOGIA Considerações prévias O exame deve ser feito de uma maneira dinâmica e horizontal para levar em consideração os efeitos dos desenvolvimentos chaves. O exame deve incluir uma revisão da implementação do MERCOSUL e da UE no concernente aos mercados de bens para analisar ambos processos de integração; sua implementação e seus efeitos internos bem como seus efeitos sobre os intercâmbios recíprocos e o resto de seus sócios comerciais. Também serão examinados os acordos entre as partes e terceiros países ou grupos de países. Neste sentido resulta indispensável que as Partes ponham à disposição toda a documentação necessária, com o objetivo de melhorar o conhecimento recíproco dos respectivos processos de integração e dos regimes comerciais. O Grupo de Trabalho sobre Bens estudará as condições de acesso aos mercados, as medidas que distorcem o comércio e as barreiras não tarifárias no que concerne ao seu impacto sobre os fluxos de comércio (em estreita relação com o Grupo de Trabalho sobre Normase Disciplinas Comerciais). Dados Estatísticos Eurostat, base de dados da ALADI e toda e qualquer outra base de dados acordada entre as Partes em função de sua disponibilidade, consistência e credibilidade mútua para os diferentes exames a realizar. Em geral as análises se limitarão a 6 dígitos. Para os produtos de interesse particular de uma ou outra Parte se propõe a análise a 8 dígitos. Assuntos de Nomenclatura e Tarifa Anos de referência: Análise estática: 7 últimos anos (1990 a 1996) para os quais se disponham de estatísticas completas. O período concreto será previamente fixado e será o mesmo para todos os produtos. Análise dinâmica: as análises prospectivas de futuro devem ser feitas por projeção de cifras de intercâmbios comerciais atuais e potenciais, levando em consideração a integração do MERCOSUL e da CE, os regimes comerciais com terceiros países e os compromissos adquiridos no âmbito da OMC. 4

5 Legislação de referência: Regime tarifário aplicado pela UE.: - TDC (Tarifa Aduaneira Comum) - SPC - Tarifa consolidada na OMC - Redução tarifária prevista nos acordos da Rodada Uruguai e sob qualquer outra modalidade. Regime tarifário aplicado pelo MERCOSUL: - TDC (Tarifa Aduaneira Comum) - Tarifa do período transitório - Exceções ao TDC - Tarifa consolidada na OMC - Redução tarifária prevista nos acordos da Rodada Uruguai e sob qualquer outra modalidade. Igualmente: - Acordos comerciais das Partes com terceiros. - Regimes comerciais não tarifários das Partes (incluídos os regimes atualmente em vigor a nível bilateral durante o período de transição), em cooperação com o Grupo de Trabalho de Normas e Disciplinas Comerciais. Moeda de referência: ECUS e US Dólares Definição de medidas: toneladas, etc. Valores: CIF ou FOB II DESCRIÇÃO DAS AÇÕES A SEREM REALIZADAS EM Exame e análise atual, desenvolvimentos e impactos previstos dos regimes comerciais e de proteção comercial e não tarifários, incluindo as reduções tarifárias e modificações existentes e previstas tanto no âmbito dos acordos da Rodada Uruguai como sobre qualquer outra modalidade, tal como o SGP. 2. Exame e análise de intercâmbios comerciais UE - Mundo/ MERCOSUL /Mundo. Esta análise deverá compreender o exame dos intercâmbios interregionais em cada processo de integração (as bases estatísticas a utilizar serão definidas em um primeiro período). 3. Análise dos intercâmbios comerciais UE MERCOSUL no curso dos últimos sete anos. Tendências e perspectivas. 4. Análise de prospectiva dos intercâmbios comerciais partindo dos elementos descritos nos pontos 1, 2 e Análise mais detalhada dos produtos de interesse particular para cada Parte. 6. Detalhe de produtos sensíveis e de produtos prioritários (para a exportação e a importação) para a Comunidade.] 7. Detalhe de produtos sensíveis e de produtos prioritários (para a exportação e a importação) para o MERCOSUL.] 8. Identificação de pontos de convergência e de divergência.]¹ 5

6 III INFORME Ao plano de trabalho será submetido à II Reunião da Subcomissão Comercial. Em ocasião da III Reunião da Subcomissão Comercial um informe lhe será apresentado pelo Grupo de Trabalho. 1. Os pontos 6, 7 e 8 do ponto II serão considerados por ocasião da II Reunião da Subcomissão Comercial. IV INTERCÂMBIO DE INFORMAÇÃO Os membros do Grupo de Trabalho intercambiarão toda a informação necessária para a elaboração das análises mencionadas anteriormente. Entre outras: - Estatísticas de importação/exportação por cada região. - Regulamentos da Tarifa Aduaneira Comum e do SGP da U.E. -Tarifa Externa Comum do MERCOSUL e tarifas em aplicação por seus Estados Membros durante o período de transição. Exceções à TEC. - Acordos concluídos com terceiros. V APOIO TÉCNICO O apoio técnico será necessário sobre uma base contínua para as atividades do Grupo de Trabalho. CONCLUSÕES GRUPO DE TRABALHO SOBRE SERVIÇOS Março 1997 ÂMBITO GERAL: O Grupo de Trabalho de Serviços reuniu-se em 19 de março com base nas linhas diretrizes estipuladas para o Grupo de Trabalho sobre Serviços (Anexo I), nas disposições gerais do Acordo Marco de Cooperação Inter-regional entre a UNIÃO EUROPÉIA e o MERCOSUL e nas decisões que constam na Ata da primeira reunião da Comissão Mixta. Suas atividades serão realizadas dentro do âmbito da competência da Comunidade durante a aplicação interina do Acordo, considerando o progresso alcançado pelas Partes, e em linha com os empreendimentos realizados no âmbito de OMC (Organização Mundial de Comércio)/GATS (General Agreement on Trade-Services - Acordo Geral de Comércio sobre Serviços). De acordo com os termos dos Artigos 4 e 5 do Acordo Marco de Cooperação, e especialmente do Artigo 5 (e) as conclusões obtidas são as seguintes: 1. ANÁLISE CONCEPTUAL E METODOLOGIA: A análise dos intercâmbios entre a UE e o MERCOSUL deveria considerar os compromissos multilaterais que ambas Partes já haviam assumido no âmbito do GATS/OMC. Isto é importante com vistas à coerência legal. Mas também, dada a ausência de uma longa tradição na comercialização de serviços, a metodologia utilizada no sistema multilateral do GATS (ex.: em relação à classificação de serviços ou modos de abastecimento) pode ser particularmente útil às Partes Metodología sobre estadísticas: a) O trabalho inicial será realizado com base em quaisquer dados estatísticos disponíveis de ambas Partes nos diferentes setores e, b) haverá uma cooperação adicional para melhorar a 6

7 qualidade e disponibilidade dos dados estatísticos com vistas a permitir uma melhor análise comparativa no futuro Definisão de setores de serviços e modos de abastecimiento: O sistema multilateral já provê algumas respostas à classificação de serviços e modos de abastecimento. Em relação à classificação de setores, o CCP (Central de Classificação de Produtos) e o documento W/120 de GATS de julho de 91 que contém uma classificação reconhecida pela maioria dos sócios comerciais através do mundo. Desde que ambas Partes estejam familiarizadas com esta classificação, esta, e nenhuma outra nova proposta, deveria ser a base para a análise dos intercâmbios comerciais. Além disso, quatro modos de abastecimento foram identificados multilateralmente; fronteiras de passo, consumo externo, presença comercial e movimento de pessoas naturais. Essas quatro categorias são bem conhecidas das Partes e deveriam ser a base da análise Análise de intercâmbios comerciais por setor.: As Partes deveriam juntar todas as estatísticas disponíveis (multilaterais e bilaterais) em todos os diferentes setores de serviços e em todos os modos de abastecimento com o objetivo de obter uma indicação da importância dos intercâmbios comerciais durante os últimos cincoanos Inventário e análise dos compromissos multilaterais de ambas partes no GATS: Exame de setores cobertos e não cobertos pela atual lista do GATS das Partes; aqueles para os quais alguns dos modos de abastecimento são irrestritos sob o acordo do GATS, aqueles sob as isenções do GATS-MTN (Multilateral trade negotiations - Negociações Multilaterais de Comércio). Também cobrirão intercâmbio de informações sobre estruturas regulamentares domésticas e medidas restritivas das Partes para os serviços. Inicialmente isso será realizado com relação aos setores cobertos pela lista das Partes sob o acordo GATS/OMC. Com base nisto será formada uma lista. Isto de nenhuma maneira irá prejudicar a definição do que constitui uma restrição/barreira para comercializar serviços, nem a prioridade que será designada para setores específicos em fases futuras do trabalho do Grupo de Trabalho Análise do processo de integraçao em serviços para ambas partes: O nível de integração no setor de serviços na UE e no MERCOSUL varia. Na UNIÃO EUROPÉIA o processo está bem desenvolvido. No caso do MERCOSUL, tal processo ainda não foi definido. Para ambas Partes, entretanto, a análise dos processos de integração se focalizaria não só no atual estágio de integração como também nos planos para o futuro próximo, esquema de atividades, esfera de ação e técnicas a serem utilizadas (harmonização, reconhecimento mútuo, proteção do investimento, etc.) O intercâmbio de informação e análise da integração também se concentraria nas experiências de integração de diferentes sub-setores de serviços (definição de cobertura setorial, modos de abastecimento, mecanismos de liberalização, reconhecimento e harmonização, regulamentos de origem, estabelecimentos controvertidos, salvaguarda e outras disciplinas comerciais). 7

8 2. ATIVIDADES DURANTE 1997 (As atividades foram mencionadas nas seções a 1.5 previamente citadas). 3. INFORMES O plano de trabalho será apresentado na II reunião da Subcomissão Comercial. Na ocasião da III reunião da Sub-comissão Comercial um informe será apresentado pelo ao Grupo de Trabalho. 4. APOIO TÉCNICO EXTERNO (Apoio técnico será necessário sobre uma base contínua para as atividades do Grupo de Trabalho). CONCLUSÕES SOBRE O GRUPO DE TRABALHO SOBRE NORMAS E DISCIPLINAS COMERCIAIS MARÇO DE 1997 ÂMBITO GERAL: O Grupo de Trabalho sobre Normas e Disciplinas Comerciais reuniu-se em 20 de março, com base nas linhas diretrizes do Grupo de Trabalho sobre Normas e Disciplinas Comerciais (em anexo), nas disposições gerais do Acordo Marco de Cooperação entre o MERCOSUL e a UE e nas decisões que constam na Ata da I Reunião da Comissão Mixta. Com o objetivo de preparar a liberalização ulterior dos intercâmbios, conforme as disposições dos artigos 4 e 5 do Acordo Marco de Cooperação, o Grupo de Trabalho sobre Normas e Disciplinas Comerciais chegou às seguintes conclusões: Trabalhos Prévios: o Grupo chama a atenção sobre a necessidade e manter estreitas relações com os outros dois Grupos de Trabalho. O Grupo será o responsável de fornecer informação aos outros Grupos em função de seus progressos na análise dos mecanismos. A. REGULAMENTAÇÃO, NORMAS TÉCNICAS E AVALIAÇÃO DE CONFORMIDADE A.1. Objetivo: Com perspectiva à liberalização dos intercâmbios, as Partes estabelecerão os mecanismos de colaboração para diminuir, na medida do possível, as barreiras técnicas e melhorar o acesso aos mercados. Os trabalhos sobre este assunto serão guiados pelos princípios do Acordo de Obstáculos Técnicos ao Comércio da OMC (estado do início dos trabalhos, identificação de problemas). A.2. Atividades: Realizar-se-ão as seguintes atividades: A.2.1. Regulamentos e Normas Técnicas: Identificação dos setores nos quais existam produtos sujeitos a regulamentos técnicos. Análise comparativa dos critérios e procedimentos de elaboração de regulamentos e normas técnicas, especialmente no que se refere à sua compatibilidade com normas e recomendações internacionais. Intercâmbio de legislação pertinente entre as duas Partes. 8

9 A.2.2. Avaliação da Conformidade: Identificação dos setores onde existam produtos sujeitos à avaliação de conformidade obrigatória, por cada uma das Partes. Intercâmbio e análise de legislação entre as Partes. Intercâmbio de informação sobre critérios, agentes e procedimentos de avaliação de conformidade (credenciais, certificação, ensaios e inspeção). Estudo das possiblidades de evitar a repetição de procedimentos de avaliação da conformidade. A.2.3. Metrologia: Intercâmbio de informação sobre os sistemas de metrologia legal e científica. Elaboração de estudos comparativos de regulamentação no campo da metrologia legal tendo em vista as recomendações da Organização Internacional de Metrologia Legal (OIML). A.2.4. Normalização: Analisar o estado atual de cooperação entre os organismos nacionais e regionais de normalização das Partes. A.3. Cooperação: Analisar-se-á o estado atual da cooperação entre as Partes (nas áreas de regulamentação, avaliação, metrologia e normalização). B. INSTRUMENTOS DE DEFESA COMERCIAL, MECANISMOS DE SALVAGUARDA, LICENÇAS DE IMPORTAÇÃO. B.1. Metodologia Análise comparativa das legislações e procedimentos aplicados pela UE e pelos países do MERCOSUL, referidos a anti-dumping, direitos compensatórios, salvaguardas e licenças de importação. B.2. Intercâmbio de informação As Partes colocarão à disposição recíproca os textos pertinentes de suas legislações, bem como uma lista de medidas aplicadas recìprocamente no âmbito de seus instrumentos. Do mesmo modo, o MERCOSUL informará sobre o processo de elaboração de instrumentos de anti-dumping, direitos compensatórios, salvaguardas e licenças de importação. C. POLÍTICAS DE CONCORRÊNCIA C.1. Metodologia Análise das políticas de concorrência respectivas a nível comunitário ou regional e nacional, concorrências próprias a cada nível. Relações institucionais e lista de assuntos tratados. Seguir os assuntos ou a política e as regras de concorrência aplicadas, ou seja: 1. Antitrust. 2. Concentrações. 3. Controles de Ajudas do Estado. 4. Normas da Concorrência em setores regulados. 5. Acompanhamento da evolução dos assuntos da concorrência e Comércio Internacional nos foros multilaterais. Funcionamento das instituições que zelam por esta aplicação: 6. Os tribunais. 9

10 7. As autoridades de concorrência. C.2. Estudo Comparado das Normas de Concorrência Exame conceptual, de procedimento, de concessão de subsídios, estrutura dos mercados e mercados relevantes. Distribuição de concorrências entre os níveis regional e nacional. Meios de que dispõem as autoridades de concorrência para aplicar as normas. C.3. Intercâmbio de Informação. Ambas Partes intercambiarão informações relativas a legislações, normas de concorrência dos setores regulados e Ajudas do Estado. D. MECANISMOS DE CONTRATAÇÃO PÚBLICA D.1. Objetivo: Melhorar o conhecimento mútuo dos respectivos sistemas de contratação pública. D.2. Metodología: Intercâmbio de informação pertinente entre as Partes relativa a: O sistema geral europeu de contratação pública. Legislação européia para as entidades federais, subfederais e empresas que trabalham sob direitos especiais ou exclusivos. O sistema do MERCOSUL ou de seus Estados Membros de contratação pública. As principais legislações. Avanços no processo de integração desses sistemas. E. REGRAS DE ORIGEM E.1. Metodología Análise comparativa dos regimes de origem adotados pela UE e pelo MERCOSUL para o comércio preferencial inter-regional e para os acordos comerciais entre as partes e terceiros países. E.2. Ações a empreender em 1997 Análise comparativa geral dos regimes de origem preferencial adotados pela UE e pelo MERCOSUL(critérios técnicos, procedimentos e cooperação administrativa). E.3. Intercâmbio de Informações A UE e o MERCOSUL intercambiarão as regras de origem preferencial atualmente em vigor em cada uma das Partes. F. NORMAS SANITÁRIAS E FITOSANITÁRIAS F.1. Objetivos: As Partes examinarão as normas e regulamentos sanitários e fitosanitários que regulamentam o acesso aos mercados, com o fim de estabelecer mecanismos de cooperação na perspectiva geral de incrementar os intercâmbios. Nos trabalhos sobre este assunto serão consideradas as disposições do Acordo de Aplicação de Medidas Sanitárias e Fitosanitárias da OMC. F.2. Atividades: Intercâmbios de informação referente â legislação aplicada pelas Partes, campos de aplicação e organismos responsáveis. Análise comparativa e impacto sobre o comércio recíproco. 10

11 Estas análises deverão levar em conta os acordos concluídos que estão sendo considerados sobre a matéria entre a Comunidade e alguns Estados Partes do MERCOSUL. Exame dos procedimentos de autorização para importar. G. OUTROS CAMPOS Assuntos Aduaneiros: intercâmbio de informação concernente às normas em vigor (classificação, procedimentos, nomenclatura, valorização, certificação, regimes de bagagem, etc.). H. INFORMES O plano de trabalho será submetido à II Reunião da Subcomissão Comercial. Por ocasião da III Reunião da Subcomissão Comercial será apresentado um informe pelo Grupo de Trabalho. I. APOIO TÉCNICO Apoio técnico será necessário sobre uma base contínua, para as atividades do Grupo de Trabalho. ANEXO II PROPOSTA DO MERCOSUL Detalhe de quadros estatísticos a serem apresentados pelo Grupo de Trabalho sobre Bens MERCOSUL Mercosul/Mundo Mercosul/UE Mercosul/Países com Acordos Preferenciais (Chile, Bolívia) Comércio Intra-MERCOSUL UNIÃO EUROPÉIA UE/Mercosul UE/Mundo UE/Países com Acordos Preferenciais (Europa do Leste por país - Lomé, Israel) SGP global e aberto por país nos casos do Mercosul, países centroamericanos e Pacto Andino Comércio Intra-UE Estes quadros serão elaborados para os anos , a nível de 6 dígitos, exportações FOB, importações CIF. Além disso um quadro contendo cifras totais de comércio e balanças comerciais de ambos blocos, aberto por principais países. 11

12 MERCOSUL Aladi Chile Bolívia Estados Unidos UE Outros Total UNIÃO EUROPÉIA Europa do Leste (por país) Lomé 12

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