Planilha de Supervisão do PAC no Canteiro de Obras da UHE Santo Antônio

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Planilha de Supervisão do PAC no Canteiro de Obras da UHE Santo Antônio"

Transcrição

1 s ultrapassam o Justificativas para não 1.0 Portaria 1.1 Limpeza da área 1.2 Destinação dos resíduos 1.3 Efluentes 2.0 Brigada de incêndio 2.1 Limpeza da área 2.2 Destinação dos resíduos

2 s ultrapassam o Justificativas para não 3.0 Estação de tratamento de esgoto - ETE 3.1 Tratamento preliminar - grade de retenção de sólidos grosseiros e desarenador. Pendente limpeza da grade de retenção de sóldios grosseiros. Pendente limpeza da grade de retenção de sóldios grosseiros. 3.2 Tratamento secundário - lagoa facultativa 3.3 Tratamento terceário - lagoa de maturação 3.4 Emissário 3.5 Área do entorno

3 s ultrapassam o Justificativas para não Implantação do sistema de drenagem da área do entorno, revegetação e conformação do talude do estoque de solo vegetal próximo às lagoas. Implantação do sistema de drenagem da área do entorno, revegetação e conformação do talude do estoque de solo vegetal próximo às lagoas. Implantação do sistema de drenagem da área do entorno, revegetação e conformação do talude do estoque de solo vegetal próximo às lagoas. Implantação do sistema de drenagem da área do entorno, revegetação e conformação do talude do estoque de solo vegetal próximo às lagoas. 3.6 Eficiência do sistema Pendente caracterização do efluente que está sendo lançado no corpo receptor. Pendente caracterização do efluente que está sendo lançado no corpo receptor. Pendente caracterização do efluente que está sendo lançado no corpo receptor. Pendente caracterização do efluente que está sendo lançado no corpo receptor. 4.0 Área de montagem eletromecânica 4.1 Limpeza da área 4.2 Destinação dos resíduos 5.0 Estação de tratamento de água - ETA 40m³/h /potável/captação Igarapé Mato Grosso. 5.1 Caracterização química, física e bacteriológica da água

4 s ultrapassam o Justificativas para não 5.2 Reservatórios 5.3 Tratamento do lodo O lodo gerado na ETA está sendo descartado diretamente no solo. ABR10 O lodo gerado na ETA está sendo descartado diretamente no solo. ABR10 O lodo gerado na ETA está sendo descartado diretamente no solo. ABR10 O lodo gerado na ETA está sendo descartado diretamente no solo. ABR Limpeza e organização da área 6.0 Estação de tratamento de água - ETA 100m³/h / industrial/captação Igarapé Mato Grosso 6.1 Caracterização química, física e bacteriológica da água

5 s ultrapassam o Justificativas para não 6.2 Reservatórios Sem tampa Sem tampa Sem tampa Sem tampa 6.3 Tratamento do lodo O lodo gerado na ETA está sendo descartado diretamente no solo. ABR10 O lodo gerado na ETA está sendo descartado diretamente no solo. ABR10 O lodo gerado na ETA está sendo descartado diretamente no solo. ABR10 O lodo gerado na ETA está sendo descartado diretamente no solo. ABR Limpeza e organização da área Foi feita o cercamento da área da ETA com mourões de madeira com cinco fios de arame liso e portões de metal. Pintura dos mourões e do portão. 7.0 Refeitório 7.1 Limpeza da área 7.2 Destinação dos resíduos

6 s ultrapassam o Justificativas para não 7.3 Climatização 8.0 Centro recreativo 8.1 Limpeza da área Copos plásticos espalhados pelo pátio. 8.2 Destinação dos resíduos 9.0 Ambulatório médico 9.1 Limpeza da área 9.2 Destinação dos resíduos

7 s ultrapassam o Justificativas para não 10.0 Posto de abastecimento provisório 10.1 Limpeza da área 10.2 Destinação dos resíduos 10.3 Canaletas 10.4 Caixa separadora de água e óleo Limpeza e manutenção da caixa separadora de água e óleo.

8 s ultrapassam o Justificativas para não 10.5 Efluente Pendente a caracterização do efluente que está sendo lançado diretamente no solo. Pendente a caracterização do efluente que está sendo lançado diretamente no solo. Pendente a caracterização do efluente que está sendo lançado diretamente no solo. Pendente a caracterização do efluente que está sendo lançado diretamente no solo Posto de abastecimento definitivo 11.1 Limpeza da área 11.2 Destinação dos resíduos 11.3 Canaletas 11.4 Caixa separadora de água e óleo

9 s ultrapassam o Justificativas para não 11.5 Efluente 12.0 Rampa de lavagem e lubrificação 12.1 Limpeza da área Estoque de tambores de óleos cheios acondicionados em área não delimitada por mureta de proteção. Estoque de tambores de óleos cheios acondicionados em área não delimitada por mureta de proteção. 19DEZ09 19DEZ09 Foi construída uma baia com bandeja de proteção para os tambores de óleos cheios Destinação dos resíduos 12.3 Caixa separadora de água e óleo No dia 13DEZ ocorreu uma chuva forte e por não possuir sistema de drenagem no pátio da área da rampa, grande parte da água da chuva, escoou para dentro da caixa separadora de água e óleo, fazendo com que a mesma transbordasse, ocorrendo um grande derramamento de óleo no solo.

10 s ultrapassam o Justificativas para não 12.4 Efluente Foi feita a caracterização do efluente da caixa de sedimentação de sólidos e das caixas separadoras de água e óleo Caixa de sedimentação de sólidos Pendente limpeza e manutenção da caixa de sedimentos de sólidos Oficina mecânica 13.1 Limpeza da área Manutenção de equipamento sendo feita fora de área imperemeabilizada da oficina Destinação dos resíduos 13.3 Caixa separadora de água e óleo

11 s ultrapassam o Justificativas para não Efluente 14.0 Oficina Elétrica 14.1 Limpeza da área 14.2 Destinação dos resíduos 15.0 Oficina Industrial 15.1 Limpeza da área

12 s ultrapassam o Justificativas para não 15.2 Destinação dos resíduos Carrinho cheio de resíduos (limalhas de ferro, estopa suja com óleo, papelão, plásticos) transbordando no solo. 23DEZ Central de britagem 16.1 Limpeza da área 16.2 Destinação dos resíduos 16.3 Tanque de decantação 16.4 Sistema de pulverização que ameniza a poeira gerada pela central.

13 s ultrapassam o Justificativas para não 17.0 Central de concreto 17.1 Limpeza da área 17.2 Destinação dos resíduos 17.3 Tanque de decantação 18.0 Laboratório de concreto e solo 18.1 Limpeza da área 18.2 Destinação dos resíduos

14 s ultrapassam o Justificativas para não 18.3 Câmara úmida para cura de corpo de prova 19.0 Central de armação 19.1 Limpeza da área Resíduos (pedaços de fios de arame) espalhados pelo pátio. Resíduos (pedaços de fios de arame) espalhados pelo pátio. 23DEZ Destinação dos resíduos 20.0 Almoxarifado provisório 20.1 Limpeza da área

15 s ultrapassam o Justificativas para não 20.2 Destinação dos resíduos 21.0 Oficina mecânica da subcontratada Engerocha 21.1 Limpeza da área Vários tipos de resíduos (estopa, plásticos, papelão) acondicionados no pátio da oficina. 16DEZ Destinação dos resíduos Pendente destinação dos estoques de tambores vazios de óleo e graxa que se encontram acondicionados na baia. 16DEZ Caixa separadora de água e óleo Pendente caracterização do eflunte. Pendente caracterização do eflunte. Pendente caracterização do eflunte Baia onde são acondicionados tambores de óleo cheios Pendente caracterização do eflunte.

16 s ultrapassam o Justificativas para não 22.0 Pátio de cimbramento/embutidos/solda 22.1 Limpeza da área 22.2 Destinação dos resíduos 23.0 Tenda de estocagem de tambores de óleo cheio 23.1 Limpeza da área 23.2 Destinação dos resíduos 23.3 Caixa separadora de água e óleo

17 s ultrapassam o Justificativas para não Foi retirada a caixa separadora de água e óleo dessa área. Continua pendente a implantação da caixa separadora de água e óleo essa área. DEZ09 DEZ Paiol 24.1 Limpeza da área 24.2 Destinação dos resíduos 25.0 Áreas de estoques 25.1 Drenagem 26.0 Escritórios 26.1 Limpeza da área

18 s ultrapassam o Justificativas para não 26.2 Destinação dos resíduos 27.0 Bebedouros em geral 27.1 Limpeza da área 27.2 Destinação dos resíduos 27.3 Limpeza dos bebedouros (filtros, área externa e interna) Limpeza, conservação e a instalação de dispositivos de proteção e segurança do bebedouro do pátio de cimbramento área de solda. Limpeza, conservação e a instalação de dispositivos de proteção e segurança do bebedouro do pátio de cimbramento área de solda. 20DEZ09 20DEZ09

19 s ultrapassam o Justificativas para não 27.4 Análises da água 28.0 Pátio de sucatas 28.1 Organização da área 28.2 Pátio de estoque 29.0 Sanitários 29.1 Limpeza da área 29.2 Destinação dos resíduos

20 s ultrapassam o Justificativas para não 29.3 Efuentes Transbordo da fossa do refeitório Acessos 30.1 Drenagem 30.2 Dispositivos de drenagem provisória 30.4 Proteção superficial 31.0 Cursos d água 31.2 Dispositivos contra assoreamento, áreas fontes de sedimentos.

21 s ultrapassam o Justificativas para não 31.3 Proteção superficial

Planilha de Supervisão do PAC no Canteiro de Obras da UHE Santo Antônio

Planilha de Supervisão do PAC no Canteiro de Obras da UHE Santo Antônio s 1.0 Portaria 1.1 Limpeza da área 1.2 Destinação dos resíduos 1.3 Efluentes 2.0 Brigada de incêndio 2.1 Limpeza da área s 2.2 Destinação dos resíduos 3.0 Estação de tratamento de esgoto - ETE Tratamento

Leia mais

Planilha de Supervisão do PAC no Canteiro de Obras da UHE Santo Antônio

Planilha de Supervisão do PAC no Canteiro de Obras da UHE Santo Antônio 1.0 Portaria 1.1 Limpeza da área 1.2 Destinação dos resíduos 1.3 Efluente 2.0 Paiol 2.1 Limpeza da área 2.2 Destinação dos resíduos 3.0 Aterro sanitário 3.1 Organização da área 3.2 Pátio de estoque Acúmulo

Leia mais

Anomalias Prazo para atendimento. Anomalias atendidas dentro do prazo. atendidas, fora do prazo de atendimento

Anomalias Prazo para atendimento. Anomalias atendidas dentro do prazo. atendidas, fora do prazo de atendimento do não, não que 1.0 Portaria 1.1 Limpeza da área A limpeza da área é realizda pela própria equipe de colaboradores do setor. 1.2 1.4 Bebedouro limpeza do filtro, área De acordo com o ET-A-EQ-04 a frequência

Leia mais

Gerenciamento de Resíduos Líquidos e Sólidos. Profa. Samara Monayna

Gerenciamento de Resíduos Líquidos e Sólidos. Profa. Samara Monayna Gerenciamento de Resíduos Líquidos e Sólidos Profa. Samara Monayna RESÍDUOS LÍQUIDOS Dejetos humanos podem ser veículos de várias doenças, por isso devem ficar longe de: Seres humanos; Vetores; Águas de

Leia mais

(VERSÃO ORIGINAL COM EXCLUSÃO DE NOMES E IMAGENS DE PESSOAS)

(VERSÃO ORIGINAL COM EXCLUSÃO DE NOMES E IMAGENS DE PESSOAS) PCAI Programa de Controle Ambiental Intrínseco SÍTIO BELO MONTE (VERSÃO ORIGINAL COM EXCLUSÃO DE NOMES E IMAGENS DE PESSOAS) Foto 01: Aterro do acesso interno (próximo à nova central de britagem): Neste

Leia mais

TRATAMENTO DE ESGOTO SANITÁRIO

TRATAMENTO DE ESGOTO SANITÁRIO TRATAMENTO DE ESGOTO SANITÁRIO Professor: André Luiz Montanheiro Rocha Disciplina: Gestão de Recursos Naturais 2ª COLÉGIO ESTADUAL PAULO LEMINSKI Com as mesmas seriedade e responsabilidade com que trata

Leia mais

(VERSÃO ORIGINAL COM EXCLUSÃO DE NOMES E IMAGENS DE PESSOAS)

(VERSÃO ORIGINAL COM EXCLUSÃO DE NOMES E IMAGENS DE PESSOAS) PCAI Programa de Controle Ambiental Intrínseco SÍTIO BELO MONTE (VERSÃO ORIGINAL COM EXCLUSÃO DE NOMES E IMAGENS DE PESSOAS) Foto 01: Casa de força de Belo / vista de montante para jusante. Situação atual

Leia mais

Introdução ao Tratamento de Resíduos Industriais

Introdução ao Tratamento de Resíduos Industriais Introdução ao Tratamento de Resíduos Industriais Disciplina : Tratamento de Resíduos Professor : Jean Carlo Alanis Peneiras : Utilizadas para remoção de sólidos finos e/ou fibrosos; Possuem abertura de

Leia mais

Vice-Presidência de Engenharia e Meio Ambiente Instrução de Trabalho de Meio Ambiente

Vice-Presidência de Engenharia e Meio Ambiente Instrução de Trabalho de Meio Ambiente VicePresidência de Engenharia e Meio Ambiente IGR 4.4.632 ÍNDICE 1. OBJETIVO 2. REFERÊNCIAS 3. DEFINIÇÕES 4. APLICAÇÃO 5. DESCRIÇÃO DO PROCESSO 6. FLUXO DO PROCESSO 7. RESPONSABILIDADES 8. ANEXOS 9. CONTROLE

Leia mais

Oficinas, serviços de reparação e manutenção, e similares com lavagem automotiva

Oficinas, serviços de reparação e manutenção, e similares com lavagem automotiva Oficinas, serviços de reparação e manutenção, e similares com lavagem automotiva 1. Identificação Empresa/Interessado: Endereço para correspondência: Bairro: Município: CEP: CNPJ/CPF: Telefone: Fax: E-mail:

Leia mais

canteiro de obras: compreendendo o conjunto de instalações dimensionadas e implantadas para o apoio às obras, podendo constar de:

canteiro de obras: compreendendo o conjunto de instalações dimensionadas e implantadas para o apoio às obras, podendo constar de: ES MA 04 CANTEIROS DE OBRAS, INSTALAÇÕES INDUSTRIAIS E EQUIPAMENTOS EM GERAL 1. Generalidades Esta Especificação estabelece os procedimentos a serem observados na instalação e na operação dos canteiros

Leia mais

IMPERMEABILIZAÇÃO DE LAGOAS PARA TRATAMENTO DO ESGOTO DE LAGOA DA PRATA COM GEOMEMBRANA DE PEAD NEOPLASTIC LAGOA DA PRATA - MG

IMPERMEABILIZAÇÃO DE LAGOAS PARA TRATAMENTO DO ESGOTO DE LAGOA DA PRATA COM GEOMEMBRANA DE PEAD NEOPLASTIC LAGOA DA PRATA - MG IMPERMEABILIZAÇÃO DE LAGOAS PARA TRATAMENTO DO ESGOTO DE LAGOA DA PRATA COM GEOMEMBRANA DE PEAD NEOPLASTIC LAGOA DA PRATA - MG AUTOR: Departamento Técnico de Geomembrana NeoPlastic Eng Daniel M. Meucci

Leia mais

Projeto de reuso na ETA Guandu

Projeto de reuso na ETA Guandu Baía de Sepetiba Projeto de reuso na ETA Guandu Captação Desarenadores SITUAÇÃO ATUAL NETA 16 m3/s Elevatória de água bruta 27 m3/s VETA Floculadores Cx. de Tranqüilização Floculadores Decantadores Decantadores

Leia mais

20/11/2013. Efluente Industrial. Efluente doméstico PROBLEMAS DA POLUIÇÃO EM AMBIENTES AQUÁTICOS A POLUIÇÃO EM AMBIENTES AQUÁTICOS

20/11/2013. Efluente Industrial. Efluente doméstico PROBLEMAS DA POLUIÇÃO EM AMBIENTES AQUÁTICOS A POLUIÇÃO EM AMBIENTES AQUÁTICOS Fontes de poluição Os principais poluentes da água são: Partículas do solo erodido Pesticidas e fertilizantes agrícolas Resíduos sólidos diversos Produtos usados em mineração Chorume lixo em decomposição

Leia mais

1. Canteiro de Obra Campo Grande 03

1. Canteiro de Obra Campo Grande 03 1. Canteiro de Obra Campo Grande 03 A cidade de Campo Grande, localizada no estado do Rio Grande do Norte (RN), é um dos municípios no qual dispõe de boa estrutura para implantação de um dos três canteiros

Leia mais

ENGENHARIA CIVIL INTEGRADA

ENGENHARIA CIVIL INTEGRADA ENGENHARIA CIVIL INTEGRADA ARAÇATUBA 2014 Nome Antônio Paulo da Silva Gama Bruno Roger Hoshino dos Santos Gustavo Chozi Izabela dos Santos Eduardo RA A424BG-5 A546BC-0 A395CC-0 A571BH-6 SISTEMA DE TRATAMENTO

Leia mais

LEVANTAMENTO DE ASPECTOS E IMPACTOS AMBIENTAIS

LEVANTAMENTO DE ASPECTOS E IMPACTOS AMBIENTAIS Setor: Operacional LEVANTAMENTO DE ASPECTOS E IMPACTOS AMBIENTAIS Data: 18/12/2015 Rev. 01 Procedimento: P-11 Seq. Atividade Aspecto Impacto Situação Incidência Abrangência A B C A+B+C Severidade Frequência

Leia mais

I DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA SOLICITAÇÃO DE LICENÇA PRÉVIA e/ou INSTALAÇÃO LAVA-JATO E SIMILARES

I DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA SOLICITAÇÃO DE LICENÇA PRÉVIA e/ou INSTALAÇÃO LAVA-JATO E SIMILARES I DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA SOLICITAÇÃO DE LICENÇA PRÉVIA e/ou INSTALAÇÃO LAVA-JATO E SIMILARES ( ) Este documento Requerimento padrão do empreendedor ou representante legal; deve ser preenchido e assinado

Leia mais

Diagnóstico dos Recursos Hídricos e Organização dos Agentes da Bacia do Rio Tubarão e Complexo Lagunar. Volume 2. Caracterização da Área

Diagnóstico dos Recursos Hídricos e Organização dos Agentes da Bacia do Rio Tubarão e Complexo Lagunar. Volume 2. Caracterização da Área Diagnóstico dos Recursos Hídricos e Organização dos Agentes da Bacia do Rio Tubarão e Complexo Lagunar Volume 2 Caracterização da Área 7.5.6 Metal-mecânica No presente trabalho a indústria metal-mecânica

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Desafios operacionais, reator UASB, Filtro Biológico Percolador, geração de odor.

PALAVRAS-CHAVE: Desafios operacionais, reator UASB, Filtro Biológico Percolador, geração de odor. II-151 - DESAFIOS OPERACIONAIS DE INÍCIO DE OPERAÇÃO DE UMA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ESGOTOS DO TIPO REATOR UASB SEGUIDO DE FILTRO BIOLÓGICO PERCOLADOR ETE NOVA CONTAGEM - MG Maria Letícia de Castro (1)

Leia mais

Custos Totais de Implantação do Empreendimento PLANILHA 01 AEROPORTO

Custos Totais de Implantação do Empreendimento PLANILHA 01 AEROPORTO Custos Totais de Implantação do PLANILHA 01 AEROPORTO 1. Custo de aquisição do terreno, reassentamentos (com toda infraestrutura) e outras ações de caráter indenizatório. 2. Estudos ambientais 3. Projetos

Leia mais

Empreendimento: UNIÃO COMÉRCIO IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO LTDA CNPJ: 25.630.575/0001-19 Município: Uberlândia

Empreendimento: UNIÃO COMÉRCIO IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO LTDA CNPJ: 25.630.575/0001-19 Município: Uberlândia PARECER ÚNICO PROTOCOLO Nº 082035/2009 Indexado ao(s) Processo(s) Licenciamento Ambiental Nº: 00272/2000/004/2003 Licença de Operação Corretiva Outorga Nº: 3165/2004 Empreendimento: UNIÃO COMÉRCIO IMPORTAÇÃO

Leia mais

ADEQUAÇÃO AO SISTEMA MUNICIPAL DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL DOCUMENTOS NECESSÁRIOS

ADEQUAÇÃO AO SISTEMA MUNICIPAL DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL DOCUMENTOS NECESSÁRIOS ADEQUAÇÃO AO SISTEMA MUNICIPAL DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL DOCUMENTOS NECESSÁRIOS Este documento. Requerimento padrão do empreendedor ou representante legal. Cadastro Descritivo da Atividade - Geral devidamente

Leia mais

Anexo 08: informações sobre os Resíduos de Empresas Divinopolitanas licenciadas no CODEMA

Anexo 08: informações sobre os Resíduos de Empresas Divinopolitanas licenciadas no CODEMA ORDEM GERA RESÍDUO? QUAL(IS) TEM PGRS 1 s/inf s/inf s/inf 2 s/inf s/inf s/inf 3 s/inf s/inf s/inf 4 s/inf s/inf s/inf 5 Sim Sólido ("torta de concreto seca" e lixo doméstico) e Líquidos (Esgoto sanitário

Leia mais

Leia estas instruções:

Leia estas instruções: Leia estas instruções: 1 Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso. Caso se identifique em qualquer outro local deste

Leia mais

Vice-Presidência de Engenharia e Meio Ambiente Instrução de Trabalho de Meio Ambiente. Histórico de Alterações

Vice-Presidência de Engenharia e Meio Ambiente Instrução de Trabalho de Meio Ambiente. Histórico de Alterações Histórico de Alterações Nº de Revisão Data de Revisão Alteração Efetuada 1-Foi alterado o texto do item 2, onde foram suprimidas as referências anteriores e referenciada a PGR-4.3.2 e várias PGR s. 2-No

Leia mais

CAPÍTULO 5 - Disposição de Resíduos Sólidos

CAPÍTULO 5 - Disposição de Resíduos Sólidos CAPÍTULO 5 - Disposição de Resíduos Sólidos Profa. Dra. Andréa Sell Dyminski, asdymi@ufpr.br Referência Bibliográfica Básica: Manual de Gerenciamento Integrado de resíduos sólidos / José Henrique Penido

Leia mais

REGISTRO DE ATIVIDADES DO PROCESSO (RAP)

REGISTRO DE ATIVIDADES DO PROCESSO (RAP) REGIONAIS 5.9.8.1 Executar rotina geral de manutenção da ETE REGIONAIS 5.9.8.2 Executar a manutenção geral das elevatórias das ETEs REGIONAIS 5.9.8.3 Executar a manutenção dos conjuntos motobombas Executar

Leia mais

RELATÓRIO ANUAL DO SISTEMA DE TRATAMENTO DE ESGOTOS - 2012

RELATÓRIO ANUAL DO SISTEMA DE TRATAMENTO DE ESGOTOS - 2012 RELATÓRIO ANUAL DO SISTEMA DE TRATAMENTO DE ESGOTOS - 2012 INTRODUÇÃO: O objetivo deste relatório é apresentar os resultados, do ano de 2012, de qualidade dos efluentes da estação de tratamento de esgotos

Leia mais

O processo de tratamento da ETE-CARIOBA é composto das seguintes unidades principais:

O processo de tratamento da ETE-CARIOBA é composto das seguintes unidades principais: 1.0 ETE CARIOBA A Estação de Tratamento de Esgotos Sanitários denominada ETE- CARIOBA é responsável pelo tratamento de esgotos coletados pelo sistema publico de esgotos sanitários na principal bacia da

Leia mais

Prêmio ANTP-ABRATI de Boas Práticas

Prêmio ANTP-ABRATI de Boas Práticas Prêmio ANTP-ABRATI de Boas Práticas Viação Garcia Ltda. Despoluir - Motores desligados para poupar o planeta Projeto iniciado em 2009, sem previsão de encerramento Categoria 03: Responsabilidade Sócio-ambiental

Leia mais

Gerenciamento e Tratamento de Águas Residuárias - GTAR

Gerenciamento e Tratamento de Águas Residuárias - GTAR Gerenciamento e Tratamento de Águas Residuárias - GTAR Segunda 15 às 17h IC III sala 16 Turma: 2015/1 Profª. Larissa Bertoldi larabertoldi@gmail.com Aula de hoje.. Tratamento Preliminar Gradeamento Desarenador

Leia mais

PARECER ÚNICO Nº 044 / 2010 PROTOCOLO Nº 067016/2010 Indexado ao(s) Processo(s) Processo de Licenciamento Ambiental Nº:

PARECER ÚNICO Nº 044 / 2010 PROTOCOLO Nº 067016/2010 Indexado ao(s) Processo(s) Processo de Licenciamento Ambiental Nº: PARECER ÚNICO Nº 044 / 2010 PROTOCOLO Nº 067016/2010 Indexado ao(s) Processo(s) Processo de Licenciamento Ambiental Nº: LO Licença de Operação Ampliação DEFERIMENTO Validade: 4 anos Empreendimento: ROTCEL

Leia mais

Produtos Devcon. Guia do Usuário. Kit Devcon para reparo de vazamentos em transformadores a óieo

Produtos Devcon. Guia do Usuário. Kit Devcon para reparo de vazamentos em transformadores a óieo 1 Produtos Devcon Guia do Usuário Kit Devcon para reparo de vazamentos em transformadores a óieo 2 Guia do Usuário Kit Devcon para reparo de vazamentos em transformadores a óieo Prefácio 3 Preparação da

Leia mais

Localização: margem esquerda do ribeirão Arrudas (região outrora conhecida como Marzagânia) Tratamento preliminar: perímetro urbano de Belo Horizonte

Localização: margem esquerda do ribeirão Arrudas (região outrora conhecida como Marzagânia) Tratamento preliminar: perímetro urbano de Belo Horizonte ETE ARRUDAS DADOS GERAIS Localização: margem esquerda do ribeirão Arrudas (região outrora conhecida como Marzagânia) Tratamento preliminar: perímetro urbano de Belo Horizonte Demais unidades: município

Leia mais

Apresentação Comercial Março/2013 TRATAMENTO DE ÁGUA E EFLUENTES

Apresentação Comercial Março/2013 TRATAMENTO DE ÁGUA E EFLUENTES Apresentação Comercial Março/2013 TRATAMENTO DE ÁGUA E EFLUENTES Atualmente, 1/3 da população mundial sofre escassez de água. Em 2050, mais de 2/3 da população mundial sofrerá deste problema! [ ] É consenso

Leia mais

RECICLAGEM DE ÁGUA. CENIBRA Belo Oriente Minas Gerais

RECICLAGEM DE ÁGUA. CENIBRA Belo Oriente Minas Gerais RECICLAGEM DE ÁGUA CENIBRA Belo Oriente Minas Gerais Junho/2014 PROCESSO PRODUTIVO Preparo do Cavaco Cozimento e Branqueamento Secagem e Enfardamento Gerador de Energia Evaporação Caldeira de Recuperação

Leia mais

NORMAS TÉCNICAS DE INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS PARA FÁBRICAS DE CONSERVAS DE OVOS

NORMAS TÉCNICAS DE INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS PARA FÁBRICAS DE CONSERVAS DE OVOS SECRETARIA DA AGRICULTURA E ABASTECIMENTO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO ANIMAL COORDENADORIA DE INSPEÇÃO SANITÁRIA DOS PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL - C I S P O A - NORMAS TÉCNICAS

Leia mais

II- 447 - IMPACTOS GERADOS EM UMA LAGOA FACULTATIVA PELO DERRAMAMENTO CLANDESTINO DE ÓLEOS E GRAXAS (ESTUDO DE CASO)

II- 447 - IMPACTOS GERADOS EM UMA LAGOA FACULTATIVA PELO DERRAMAMENTO CLANDESTINO DE ÓLEOS E GRAXAS (ESTUDO DE CASO) II- 447 - IMPACTOS GERADOS EM UMA LAGOA FACULTATIVA PELO DERRAMAMENTO CLANDESTINO DE ÓLEOS E GRAXAS (ESTUDO DE CASO) Sandra Parreiras Pereira Fonseca (1) Doutora em Recursos Hídricos e Ambientais e Mestre

Leia mais

TRATAMENTO DE ESGOTO EM OBRAS DE PEQUENO PORTE

TRATAMENTO DE ESGOTO EM OBRAS DE PEQUENO PORTE UNIVERSIDADE DO PLANALTO CATARINENSE DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL JEVERTON PAES DOS SANTOS MORAES TRATAMENTO DE ESGOTO EM OBRAS DE PEQUENO PORTE LAGES (SC) 2014 JEVERTON PAES DOS SANTOS MORAES TRATAMENTO

Leia mais

TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA. Nº. 016/ 2012 CREA/MG E FUNASA Setembro/2013

TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA. Nº. 016/ 2012 CREA/MG E FUNASA Setembro/2013 TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA Nº. 016/ 2012 CREA/MG E FUNASA Setembro/2013 S Capacitação de Técnicos e Gestores para Elaboração do Plano Municipal de Saneamento Básico Módulo I Sistema de Esgotamento Sanitário

Leia mais

Plano Básico Ambiental - PBA. Estrada Parque Visconde de Mauá - RJ-163 / RJ-151. Novembro de 2009. 4.2.5 Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos

Plano Básico Ambiental - PBA. Estrada Parque Visconde de Mauá - RJ-163 / RJ-151. Novembro de 2009. 4.2.5 Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos - PBA Estrada Parque Visconde de Mauá - RJ-163 / RJ-151 4.2.5 Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos Elaborado por: SEOBRAS Data: 18/11/2009 Revisão Emissão Inicial INDÍCE 4.2 Plano Ambiental de Construção

Leia mais

NR 16 - ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS (116.000-1)

NR 16 - ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS (116.000-1) NR 16 - ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS (116.000-1) 16.1. São consideradas atividades e operações perigosas as constantes dos Anexos números 1 e 2 desta Norma Regulamentadora-NR. 16.2. O exercício de

Leia mais

16.1. São consideradas atividades e operações perigosas as constantes dos Anexos números 1 e 2 desta Norma Regulamentadora-NR.

16.1. São consideradas atividades e operações perigosas as constantes dos Anexos números 1 e 2 desta Norma Regulamentadora-NR. NR 16 - Atividades e Operações Perigosas (116.000-1) 16.1. São consideradas s e operações perigosas as constantes dos Anexos números 1 e 2 desta Norma Regulamentadora-NR. 16.2. O exercício de trabalho

Leia mais

Licenciamento e Controle Ambiental em Abatedouros de Frangos

Licenciamento e Controle Ambiental em Abatedouros de Frangos Licenciamento e Controle Ambiental em Abatedouros de Frangos Luciano dos Santos Rodrigues Professor Adjunto - Controle Ambiental e Saneamento Escola de Veterinária UFMG e-mail: lsantosrodrigues@gmail.com

Leia mais

ANALÂNDIA RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO TÉCNICA DOS SISTEMAS DE ÁGUA E ESGOTO DO MUNICÍPIO DE. Relatório R4 Continuação Diagnóstico e Não Conformidades

ANALÂNDIA RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO TÉCNICA DOS SISTEMAS DE ÁGUA E ESGOTO DO MUNICÍPIO DE. Relatório R4 Continuação Diagnóstico e Não Conformidades RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO TÉCNICA DOS SISTEMAS DE ÁGUA E ESGOTO DO MUNICÍPIO DE ANALÂNDIA PRESTADOR: PREFEITURA MUNICIPAL DE ANALÂNDIA Relatório R4 Continuação Diagnóstico e Não Conformidades Americana,

Leia mais

ROTEIRO DE INSPEÇÃO CRECHES, BERÇÁRIOS E SIMILARES.

ROTEIRO DE INSPEÇÃO CRECHES, BERÇÁRIOS E SIMILARES. SUPERINTEDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE GERENCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE AMBIENTAL E SAÚDE DO TRABALHADOR COORDERNAÇÃO DE FISCALIZAÇÃO DE AMBIENTES E SAÚDE DO TRABALHADOR Av. Anhanguera, nº 5.195 Setor Coimbra

Leia mais

11º Relatório de Monitoramento Socioambiental

11º Relatório de Monitoramento Socioambiental Foto 01: A área de empréstimo teve a exploração de solo encerrada e passou a receber tratamento para encerramento e recuperação. A superfície do terreno foi reconformada, com a eliminação das cavas, pilhas

Leia mais

ARARAQUARA RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO TÉCNICA DOS SISTEMAS DE ÁGUA E ESGOTO DO MUNICÍPIO DE. Relatório R1 Diagnóstico

ARARAQUARA RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO TÉCNICA DOS SISTEMAS DE ÁGUA E ESGOTO DO MUNICÍPIO DE. Relatório R1 Diagnóstico RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO TÉCNICA DOS SISTEMAS DE ÁGUA E ESGOTO DO MUNICÍPIO DE ARARAQUARA PRESTADOR: DEPARTAMENTO AUTONOMO DE ÁGUA E ESGOTOS DAAE Relatório R1 Diagnóstico Americana, dezembro de 2014 SUMÁRIO

Leia mais

Manual de instalação e utilização da caixa separadora de água e óleo SULFILTROS

Manual de instalação e utilização da caixa separadora de água e óleo SULFILTROS Manual de instalação e utilização da caixa separadora de água e óleo SULFILTROS Atenta as necessidades de mercado a SULFILTROS desenvolveu a S A O que atende as exigências da NBR 14.605 Posto de Serviço

Leia mais

Normas Regulamentadoras

Normas Regulamentadoras 1 de 10 6/5/2013 08:39 CLT DINÂMICA Normas Regulamentadoras NR 16 - Atividades e Operações Perigosas (116.000-1) 16.1. São consideradas atividades e operações perigosas as constantes dos Anexos números

Leia mais

Manutenção da Ponte Tocantins Estrada de Ferro Carajás / Km 724 + 806 - Marabá / PA

Manutenção da Ponte Tocantins Estrada de Ferro Carajás / Km 724 + 806 - Marabá / PA Manutenção da Ponte Tocantins Estrada de Ferro Carajás / Km 724 + 806 - Marabá / PA Introdução A Vale é a empresa que mais investe em logística no Brasil. Ao longo dos anos, temos trabalhado para aprimorar

Leia mais

NR 16 ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS (116.000-1)

NR 16 ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS (116.000-1) NR 16 ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS (116.000-1) * NR aprovada pela Portaria MTb 3.214/1978. 16.1. São consideradas atividades e operações perigosas as constantes dos Anexos números 1 e 2 desta Norma

Leia mais

SECRETARIA ESPECIAL DE PORTOS COMPANHIA DAS DOCAS DO ESTADO DA BAHIA

SECRETARIA ESPECIAL DE PORTOS COMPANHIA DAS DOCAS DO ESTADO DA BAHIA CADERNO DE ENCARGOS E ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS REFERENTE À CONSTRUÇÃO DE MURO NA ÁREA DE LIMITE DA TAM - TERMI- NAL DE ÁGUA DE MENINOS E ANTIGA CONTE- NOR NO PORTO ORGANIZADO DE SALVADOR- BA. COORDENAÇÃO

Leia mais

NORMAS TÉCNICAS DE INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS PARA ENTREPOSTO DE CARNES E DERIVADOS:

NORMAS TÉCNICAS DE INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS PARA ENTREPOSTO DE CARNES E DERIVADOS: ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DA AGRICULTURA E ABASTECIMENTO DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO ANIMAL COORDENADORIA DE INSPEÇÃO SANITÁRIA DOS PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL - C I S P O A - NORMAS TÉCNICAS DE

Leia mais

RENOVAÇÃO DA LICENÇA DE OPERAÇÃO DOCUMENTOS NECESSÁRIOS Este documento;

RENOVAÇÃO DA LICENÇA DE OPERAÇÃO DOCUMENTOS NECESSÁRIOS Este documento; RENOVAÇÃO DA LICENÇA DE OPERAÇÃO DOCUMENTOS NECESSÁRIOS Este documento; Requerimento padrão do empreendedor ou representante legal; Cadastro Descritivo da Atividade ; Cópia da Outorga de Lavra do DNPM,

Leia mais

Instruções Técnicas para Apresentação de Projetos de Serviços de Lavagem, Lubrificação e Troca de Óleo de Veículos - Licença de Instalação (LI) -

Instruções Técnicas para Apresentação de Projetos de Serviços de Lavagem, Lubrificação e Troca de Óleo de Veículos - Licença de Instalação (LI) - Governo do Estado do Rio Grande do Norte Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos Instruções Técnicas para Apresentação de Projetos de Serviços de Lavagem, Lubrificação e Troca de

Leia mais

CERTIFICAÇÃO AMBIENTAL DE INSTALAÇÕES NÁUTICAS. Environmental Certification of Nautical Structures

CERTIFICAÇÃO AMBIENTAL DE INSTALAÇÕES NÁUTICAS. Environmental Certification of Nautical Structures CERTIFICAÇÃO AMBIENTAL DE INSTALAÇÕES NÁUTICAS Environmental Certification of Nautical Structures REFERENCIAL TÉCNICO Primeira Edição 24/01/2011 Válida a partir de 24/01/2011 Revisão Atualizada de 15/05/13

Leia mais

NORMA OPERACIONAL PARA O RELATÓRIO DE MONITORAMENTO DA LAVRA, REFERENTE ÀS ATIVIDADES DE EXTRAÇÃO GRANITO - MÁRMORE ARGILA E SAIBRO.

NORMA OPERACIONAL PARA O RELATÓRIO DE MONITORAMENTO DA LAVRA, REFERENTE ÀS ATIVIDADES DE EXTRAÇÃO GRANITO - MÁRMORE ARGILA E SAIBRO. 1 OBJETIVO Estabelecer parâmetros para orientar a elaboração do relatório trimestral de monitoramento da atividade de extração mineral, referente ao avanço de lavra, as medidas mitigadoras implantadas

Leia mais

PARECER ÚNICO Nº 009/2015 Protocolo SIAM nº 0477043/2015 INDEXADO AO PROCESSO: PA COPAM: SITUAÇÃO: Revalidação da Licença de Operação REVLO

PARECER ÚNICO Nº 009/2015 Protocolo SIAM nº 0477043/2015 INDEXADO AO PROCESSO: PA COPAM: SITUAÇÃO: Revalidação da Licença de Operação REVLO Pág. 1 de 12 PARECER ÚNICO Nº 009/2015 Protocolo SIAM nº INDEXADO AO PROCESSO: PA COPAM: SITUAÇÃO: Licenciamento Ambiental 06850/2007/004/2014 Sugestão pelo Deferimento FASE DO LICENCIAMENTO: Revalidação

Leia mais

Secretaria Municipal de meio Ambiente

Secretaria Municipal de meio Ambiente SISTEMA DE INFORMAÇÃO E DIAGNÓSTICO É expressamente proibido qualquer tipo de intervenção em Área de Preservação Permanente. Deverá ser observada rigorosamente a formatação deste formulário, não sendo

Leia mais

ÁGUA - SEDE URBANA. 2. O sistema de abastecimento de água atende toda a população urbana da sede? A. Sim. B. Parcialmente.

ÁGUA - SEDE URBANA. 2. O sistema de abastecimento de água atende toda a população urbana da sede? A. Sim. B. Parcialmente. ANEXO II FORMULÁRIO DE INFORMAÇÕES BÁSICAS DE SANEAMENTO DO MUNICÍPIO Dados do Município Município / UF: Nome do Prefeito(a): Endereço da Prefeitura: Data: / / Telefone: Email: População da Sede Urbana:

Leia mais

Secretaria Municipal de meio Ambiente

Secretaria Municipal de meio Ambiente SISTEMA DE INFORMAÇÃO E DIAGNÓSTICO É expressamente proibido qualquer tipo de intervenção em Área de Preservação Permanente. Deverá ser observada rigorosamente a formatação deste formulário, não sendo

Leia mais

CATÁLOGO DE PRODUTOS. SAC 0800 551796 www.idecar.com.br

CATÁLOGO DE PRODUTOS. SAC 0800 551796 www.idecar.com.br S O L U Ç Õ E S P A R A M O V I M E N T A Ç Ã O CATÁLOGO DE PRODUTOS SOLUÇÕES PARA MOVIMENTAÇÃO SAC 0800 551796 www.idecar.com.br Rua Américo Lucon,. B. Pedra Branca Sto. Antônio de Posse - SP. CEP 13830-000

Leia mais

NOÇÕES SOBRE SISTEMAS DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO

NOÇÕES SOBRE SISTEMAS DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO NOÇÕES SOBRE SISTEMAS DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO Equipe de Elaboração/Revisão Elaboração e Instrutores ALDEMÁRIO SILVA DE OLIVEIRA UCCT/GPR/DT ALVAMAR ROBERTO COELHO CIRNE GFO/DT EDUARDO NOGUEIRA CUNHA UMED/GDP/DT

Leia mais

Agenda Ambiental Case Industria

Agenda Ambiental Case Industria Agenda Ambiental Case Industria Disciplina : Gestão de água e gestão de resíduos Professora: Simone Cohen Data: 17-julho-2010 Grupo: Carlos Augusto S.S. Dias Juliana de Freitas Calomeni Lilian Marques

Leia mais

III-026 - MINIMIZAÇÃO DE RESÍDUOS EM INDÚSTRIA DE ACABAMENTO DE METAIS (ESTUDO DE CASO)

III-026 - MINIMIZAÇÃO DE RESÍDUOS EM INDÚSTRIA DE ACABAMENTO DE METAIS (ESTUDO DE CASO) III-026 - MINIMIZAÇÃO DE RESÍDUOS EM INDÚSTRIA DE ACABAMENTO DE METAIS (ESTUDO DE CASO) Márcia Capelini (1) Engenheira de Produção Mecânica formada pela Escola de Engenharia de São Carlos, Universidade

Leia mais

Secretaria Municipal de meio Ambiente

Secretaria Municipal de meio Ambiente SISTEMA DE INFORMAÇÃO E DIAGNÓSTICO É expressamente proibido qualquer tipo de intervenção em Área de Preservação Permanente. Deverá ser observada rigorosamente a formatação deste formulário, não sendo

Leia mais

SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE REGULARIZAÇÃO AMBIENTAL DA ZONA DA MATA. Adendo ao PARECER ÚNICO 0493331/2014

SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE REGULARIZAÇÃO AMBIENTAL DA ZONA DA MATA. Adendo ao PARECER ÚNICO 0493331/2014 Folha: 1/13 PARECER ÚNICO SUPRAM ZM N ADENDO AO PARECER ÚNICO SUPRAM-ZM Nº 0493331/2014 Indexado ao(s) Processo(s): Licenciamento Nº: 15411/2009/001/2013 FASE DO LICENCIAMENTO: Licença de Operação Corretiva

Leia mais

9 PROGRAMAS, AÇÕES E PROJETOS PARA ATENDIMENTO DAS METAS

9 PROGRAMAS, AÇÕES E PROJETOS PARA ATENDIMENTO DAS METAS 161 9 PROGRAMAS, AÇÕES E PROJETOS PARA ATENDIMENTO DAS METAS 162 A partir das projeções apresentadas no capítulo anterior e para se considerar os elementos indicados no diagnóstico, foram estabelecidos

Leia mais

Tema 15 Qualidade da água em rios e lagos urbanos

Tema 15 Qualidade da água em rios e lagos urbanos Tema 15 Qualidade da água em rios e lagos urbanos PHD2537 Introdução A poluição das águas é gerada por: - efluentes domésticos (poluentes orgânicos biodegradáveis, nutrientes e bactérias); - efluentes

Leia mais

Variável Ambiental Atingida. Atividades - Intervenção. Ítem. Unidade Geomorfológica. Impacto Ambiental Identificado

Variável Ambiental Atingida. Atividades - Intervenção. Ítem. Unidade Geomorfológica. Impacto Ambiental Identificado Atividades Urbanas MUNICÍPIO: MACAIBA QUADRO. - MATRIZ DE IDENTIFICAÇÃO DE INTERVENÇÕES / IMPACTOS AMBIENTAIS INTERVENÇÕES E ATIVIDADES ANALISADAS CONSIDERANDO A SITUAÇÃO DE MAIORES IMPACTOS AMBIENTAIS

Leia mais

Anexo 04 Descrição das Estruturas Permanentes e Provisórias previstas para a UTE Pampa Sul

Anexo 04 Descrição das Estruturas Permanentes e Provisórias previstas para a UTE Pampa Sul Anexo 04 Descrição das Estruturas Permanentes e Provisórias previstas para a UTE Pampa Sul Item Setor Instalações Descrição Área [m²] Permanente Casa de máquinas Casa de máquinas e edificações construídas

Leia mais

AEROTEC SANEAMENTO BÁSICO LTDA.

AEROTEC SANEAMENTO BÁSICO LTDA. INTRODUÇÃO Todo e qualquer sistema de captação e tratamento de efluente doméstico tem como destino final de descarte desse material, direta ou indiretamente, corpos d água como seus receptores. A qualidade

Leia mais

CONCORRENCIA INTERNACIONAL 001/2013 PPP SERRA

CONCORRENCIA INTERNACIONAL 001/2013 PPP SERRA CONCORRENCIA INTERNACIONAL 001/2013 PPP SERRA RELAÇÃO DOS PROCESSOS PROTOCOLADOS NO INSTITUTO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE ENCAMINHANDO OS FORMULÁRIOS INTEGRADOS DE CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO DAS SEGUINTES

Leia mais

PIRASSUNUNGA RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO TÉCNICA DOS SISTEMAS DE ÁGUA E ESGOTO DO MUNICÍPIO DE. Relatório R1 Diagnóstico

PIRASSUNUNGA RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO TÉCNICA DOS SISTEMAS DE ÁGUA E ESGOTO DO MUNICÍPIO DE. Relatório R1 Diagnóstico RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO TÉCNICA DOS SISTEMAS DE ÁGUA E ESGOTO DO MUNICÍPIO DE PIRASSUNUNGA PRESTADOR: SERVIÇO DE ÁGUA E ESGOTO DE PIRASSUNUNGA SAEP Relatório R1 Diagnóstico Americana, outubro de 2014

Leia mais

v1.8-060312 Separadores de Hidrocarbonetos, tipo ECODEPUR, Gama DEPUROIL Classe 1 de acordo com a Norma EN858

v1.8-060312 Separadores de Hidrocarbonetos, tipo ECODEPUR, Gama DEPUROIL Classe 1 de acordo com a Norma EN858 Separadores de Hidrocarbonetos, tipo ECODEPUR, Gama DEPUROIL Classe 1 de acordo com a Norma EN858 APRESENTAÇÃO Os Separadores de Hidrocarbonetos, tipo ECODEPUR, Gama DEPUROIL, são equipamentos destinados

Leia mais

ROTEIRO PARA SALÕES DE BELEZAS, INSTITUTO DE BELEZA, ESTETICA, BARBEARIAS E SIMILARES.

ROTEIRO PARA SALÕES DE BELEZAS, INSTITUTO DE BELEZA, ESTETICA, BARBEARIAS E SIMILARES. SUPERINTEDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE GERENCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE AMBIENTAL E SAÚDE DO TRABALHADOR COORDERNAÇÃO DE FISCALIZAÇÃO DE AMBIENTES E SAÚDE DO TRABALHADOR Av. Anhanguera, nº 5.195 Setor Coimbra

Leia mais

2.3. Projeto de Saneamento do Canteiro de Obras. Revisão 00 NOV/2013. PCH Dores de Guanhães Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS

2.3. Projeto de Saneamento do Canteiro de Obras. Revisão 00 NOV/2013. PCH Dores de Guanhães Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS PCH Dores de Guanhães PROGRAMAS AMBIENTAIS 2.3 Projeto de Saneamento do Canteiro de Obras CAPA PCH Dores de Guanhães ÍNDICE GERAL 1. Introdução... 1 1.1. Ações já Realizadas... 1 1.1.1. Efluentes Líquidos

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS Diretoria de Licenciamento Ambiental Coordenação Geral de Transporte, Mineração

Leia mais

3º Relatório de Monitoramento Socioambiental UHE Belo Monte

3º Relatório de Monitoramento Socioambiental UHE Belo Monte (VERSÃO ORIGINAL COM EXCLUSÃO DE NOMES E IMAGENS DE PESSOAS) Foto 1: Laboratório de Ictiologia Identificação da construção do laboratório, com local mantido limpo e organizado. Foto 2: Laboratório de Ictiologia

Leia mais

Departamento de Estradas e Rodagem de Minas Gerais

Departamento de Estradas e Rodagem de Minas Gerais Departamento de Estradas e Rodagem de Minas Gerais Diretoria de Infra-Estrutura Manual de Fiscalização de Obras e Vias Rurais Rodovia: Contrato: Lista de Verificação das Principais Atividades do Eng. Fiscal

Leia mais

Rev Modificação Data Autor Validação. Especialidades: Coordenadores das Especialidades CREA UF Matrícula Valido

Rev Modificação Data Autor Validação. Especialidades: Coordenadores das Especialidades CREA UF Matrícula Valido Rev Modificação Data Autor Validação Especialidades: Coordenadores das Especialidades CREA UF Matrícula Valido Especialidades: Autores do Documento CREA / UF Matrícula valido Sítio GERAL Área do sítio

Leia mais

AGÊNCIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE

AGÊNCIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE Conforme a Lei Estadual nº 1., de de embro de 200, FORMULÁRIO PARA EMPREENDIMENTOS POSTOS DE COMBUSTÍVEIS 1. IDENTIFICAÇÃO DO RESPONSÁVEL PELO EMPREENDIMENTO NOME: IDENTIDADE: ENDEREÇO: ÓRGÃO EXPEDIDOR:

Leia mais

ETAPAS DE UM TRATAMENTO DE EFLUENTE

ETAPAS DE UM TRATAMENTO DE EFLUENTE ETAPAS DE UM TRATAMENTO DE EFLUENTE Estação de Tratamento de Efluente (ETE) compreende basicamente as seguintes etapas: Pré-tratamento (gradeamento e desarenação), Tratamento primário (floculação e sedimentação),

Leia mais

6As áreas de abastecimento representam uma possível fonte de poluição ao meio

6As áreas de abastecimento representam uma possível fonte de poluição ao meio ÁREA DE ABASTECIMENTO E ARMAZENAMENTO DE COMBUSTÍVEL 6As áreas de abastecimento representam uma possível fonte de poluição ao meio ambiente e seu manuseio e armazenagem também apresentam considerável grau

Leia mais

DIRETORIA DE PRODUÇÃO DE ENERGIA - DP USINA:UHCB GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS

DIRETORIA DE PRODUÇÃO DE ENERGIA - DP USINA:UHCB GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS REVISÃO:12 GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS Código (1) Identificação do Resíduo * Cód. ONU ** Nº de Risco (2) Classe ABNT (3) Estado Físico (4) Área de Geração (5) Meio de Acondicionamento (6) Responsabilidade

Leia mais

Norma Técnica Interna SABESP NTS 027

Norma Técnica Interna SABESP NTS 027 Norma Técnica Interna SABESP NTS 027 ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ESGOTOS Elaboração de Projetos Procedimento Revisão 1 Outubro - 2014 São Paulo NTS 027: 2014 Norma Técnica Interna SABESP S U M Á R I O 1

Leia mais

MOBILIZAÇÃO, IMPLANTAÇÃO E DESMOBILIZAÇÃO DE CANTEIRO DE OBRAS (UNIDADES FÍSICAS) Unid 1,00 5.900,00 5.900,00

MOBILIZAÇÃO, IMPLANTAÇÃO E DESMOBILIZAÇÃO DE CANTEIRO DE OBRAS (UNIDADES FÍSICAS) Unid 1,00 5.900,00 5.900,00 UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI OBRA: CONSTRUÇÃO DA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ESGOTO - ETE CAMPUS PRESIDENTE JUSCELINO KUBITSCHEK - DIAMANTINA - MG ORÇAMENTO BÁSICO ITEM DESCRIÇÃO

Leia mais

DECRETO EXECUTIVO Nº 087/2015.

DECRETO EXECUTIVO Nº 087/2015. DECRETO EXECUTIVO Nº 087/2015. Regulamenta Política de Saneamento e estabelece as diretrizes técnicas para implantação de sistemas individuais e coletivos de tratamento de efluente sanitário no município

Leia mais

III - ANEXO I e ANEXO II (Conforme Resolução CONAMA n. 273/2000)

III - ANEXO I e ANEXO II (Conforme Resolução CONAMA n. 273/2000) III - ANEXO I e ANEXO II (Conforme Resolução CONAMA n. 273/2000) 1. IDENTIFICAÇÃO DO RESPONSÁVEL PELO EMPREENDIMENTO Nome: Endereço: CEP: CPF: RG: e-mail: 2. IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDIMENTO Nome Fantasia:

Leia mais

Engenharia Civil PROJETO MINAS-RIO: MINERODUTO

Engenharia Civil PROJETO MINAS-RIO: MINERODUTO Engenharia Civil PROJETO MINAS-RIO: MINERODUTO Campos dos Goytacazes, 14 de Outubro de 2014 Engenharia Civil PROJETO MINAS-RIO: MINERODUTO AUTORES: THAYS CRISTINE CORRÊA CAMINHA ARIANA ANDRADE SANTOS GISELE

Leia mais

Missão do Grupo Cervantes. Missão da GCBRASIL Ambiental / Igiene

Missão do Grupo Cervantes. Missão da GCBRASIL Ambiental / Igiene Missão do Grupo Cervantes Buscamos oferecer excelência em prestação de serviços, prezando sempre por um alto nível social e tecnológico, gerando emprego e melhor qualidade de vida para a comunidade. Missão

Leia mais

Normas Técnicas -RCD

Normas Técnicas -RCD Mestrado em Engenharia Civil NORMAS TÉCNICAS DE RCD Profa. Stela Fucale Normas Técnicas -RCD NBR15.112/04 Resíduosdeconstruçãoeresíduosvolumosos Áreasde transbordo e triagem Diretrizes para projeto, implantação

Leia mais

PORTARIA MA/CGCA Nº 001 DE 29 DE ABRIL DE 2013, (DOM 30/04/2013)*

PORTARIA MA/CGCA Nº 001 DE 29 DE ABRIL DE 2013, (DOM 30/04/2013)* PORTARIA MA/CGCA Nº 001 DE 29 DE ABRIL DE 2013, (DOM 30/04/2013)* Estabelece novos modelos de Formulário de Caracterização da Atividade (FCA) e do Termo de Responsabilidade Ambiental (TRA) e dá outras

Leia mais

Parágrafo único - As fontes estacionárias sujeitas ao monitoramento, semestral, serão aquelas integrantes dos:

Parágrafo único - As fontes estacionárias sujeitas ao monitoramento, semestral, serão aquelas integrantes dos: PORTARIA Nº 111 DE 29 DE DEZEMBRO DE 2008 O SECRETÁRIO DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE E RECURSOS NATURAIS, no uso das atribuições que lhe confere o inciso II do art. 69 da Constituição Estadual da Constituição

Leia mais

Gestão de resíduos urbanos. João Paulo Nardin Tavares

Gestão de resíduos urbanos. João Paulo Nardin Tavares Gestão de resíduos urbanos João Paulo Nardin Tavares POLUIÇÃO DO SOLO O Solo É a formação natural na porção superficial da crosta terrestre. Permite o desenvolvimento vegetal na superfície terrestre Compreende

Leia mais

APLICAÇÃO DO GEOTÊXTIL BIDIM NO SISTEMA DE DRENAGEM DA QUADRA DE TÊNIS DO GRANDE HOTEL CANELA

APLICAÇÃO DO GEOTÊXTIL BIDIM NO SISTEMA DE DRENAGEM DA QUADRA DE TÊNIS DO GRANDE HOTEL CANELA APLICAÇÃO DO GEOTÊXTIL BIDIM NO SISTEMA DE DRENAGEM DA QUADRA DE TÊNIS DO GRANDE HOTEL CANELA Autor: Departamento Técnico - Atividade Bidim Colaboração: Eng. Fernando S. Alves ABRIL 1992 Revisado JANEIRO

Leia mais

ETE Sustentável. Eugênio Álvares de Lima e Silva

ETE Sustentável. Eugênio Álvares de Lima e Silva ETE Sustentável Eugênio Álvares de Lima e Silva Áreas de atuação da Copasa Abastecimento de Água: Captação Adução Tratamento Preservação Distribuição Esgotamento Sanitário: Coleta Transporte Tratamento

Leia mais

Gestão de Águas: Garantia para as gerações atual e futura

Gestão de Águas: Garantia para as gerações atual e futura Conservação de Água e Energia Elétrica 14 de outubro de 2014 Gestão de Águas: Garantia para as gerações atual e futura Robert Bosch Ltda. Gestão de Águas: Garantia para as gerações atual e futura 2 Força

Leia mais