SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO MANUAL DE CONVÊNIOS INFORMAÇÕES E ORIENTAÇÕES AOS GESTORES E AOS CONVENENTES

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1 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO MANUAL DE CONVÊNIOS INFORMAÇÕES E ORIENTAÇÕES AOS GESTORES E AOS CONVENENTES 2004

2 MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO Manual aprovado pela Portaria MDA N 003, de 04 de janeiro de 2001 O presente Manual tem o caráter preventivo e pedagógico e visa a auxiliar e dar esclarecimentos metodológicos aos gestores e interessados para que, nas melhores condições, formalizem e executem os convênios no âmbito do Ministério do Desenvolvimento Agrário, resguardando os princípios gerais da Administração Pública e a legislação vigente. Recomenda-se, portanto, aos proponentes interessados e aos gestores em geral a rigorosa observância às normas e aos procedimentos estabelecidos neste compêndio para que se alcance com esforço comum, de forma regular e com eficiência os planos e projetos colimados. Assessoria Especial de Controle Interno SBN Ed. Palácio do Desenvolvimento, 8 andar Brasília DF CEP: INTERNET: Missão do MDA: Criar oportunidades para que as populações rurais alcancem plena cidadania Visão do MDA: Ser referência internacional de soluções de inclusão social 2

3 SUMÁRIO CAPÍTULO I Objetivo, Definições e Conceitos... 4 Fluxo de Transferências Voluntárias... 9 CAPÍTULO II Condições Básicas para a Solicitação de Recursos CAPÍTULO III Plano de Trabalho e Plano de Atendimento CAPÍTULO IV Outras Exigências para a Celebração do Convênio CAPÍTULO V Formalização do Convênio CAPÍTULO VI Procedimentos a Serem Adotados após o Recebimento dos Recursos CAPÍTULO VII Cuidados a serem Tomados Durante a Execução do Convênio CAPÍTULO VIII Prestação de Contas Parcial CAPÍTULO IX Prestação de Contas Final CAPÍTULO X Tomada de Contas Especial ANEXOS..MODELOS ANEXO I Legislação Correlata Decreto-lei n 200/ art Lei n 8.666/1993 art Decreto n /1986 arts. 48 a Instrução Normativa STN/MF n 01/1997. Atualizada até a edição da IN STN/MF 32 N 01, de 14/01/04 Instrução Normativa STN/MF n 01/ Disposições para Transferências Voluntárias na LDO 2004 Lei N / Decisões do TCU ANEXO II Plano de Atendimento/Trabalho ANEXO III Relatório de Execução Físico-Financeira ANEXO IV Execução da Receita e da Despesa ANEXO V Relação de Pagamentos ANEXO VI Relação de Bens ANEXO VII Conciliação Bancária ANEXO VIII Termo de Aceitação Definitiva de Obra e/ou Serviço ANEXO IX Relatório de Atendimento

4 Capítulo I Objetivo, Definições e Conceitos OBJETIVO Nos convênios a serem celebrados, no âmbito do Ministério do Desenvolvimento Agrário-MDA, os proponentes interessados deverão observar os procedimentos e dispositivos normativos, aderindo às condições que impliquem em direitos e obrigações. Somente nos casos de acordos internacionais ou de legislação específica, por expressa estipulação nos instrumentos, deixarão de prevalecer, no que couber, às normas enunciadas neste Manual. O QUE É DESCENTRALIZAÇÃO DE RECURSOS FEDERAIS? A descentralização ocorre quando o Governo Federal, por meio de seus órgãos ou entidades, visando à melhor gestão de seus programas de governo, transfere recursos alocados a programas de trabalho aprovados na Lei Orçamentária para entidades públicas ou privadas situadas proximamente às populações assistidas ou atendidas pelo programa, como, por exemplo, secretarias estaduais, prefeituras, conselhos municipais, entidades civis, com o propósito de realizar ações públicas de interesse comum. A descentralização é um princípio administrativo consagrado pelo art. 10 do Decreto-lei n 200, de 1967, que firmou, como uma das práticas principais, descentralizar ações e programas da Administração Federal para as unidades federadas, quando estejam devidamente aparelhadas e mediante convênio. A obrigatoriedade de celebração de convênio não se aplica aos casos em que lei específica discipline a transferência de recursos para execução de programas em parceria do Governo Federal com governos estaduais e municipais, nos termos do art. 1 o, 4 o, da IN 01/97-STN. O QUE É TRANSFERÊNCIA VOLUNTÁRIA? A Lei Complementar N 101, de 04 de maio de 2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal) estabelece critérios para as transferências voluntárias, assim definidos: CAPÍTULO V DAS TRANSFERÊNCIAS VOLUNTÁRIAS Art. 25. Para efeito desta Lei Complementar, entende-se por transferência voluntária a entrega de recursos correntes ou de capital a outro ente da Federação, a título de cooperação, auxílio ou assistência financeira, que não decorra de determinação constitucional, legal ou os destinados ao Sistema Único de Saúde. 4

5 A regulamentação do artigo 25 da Lei Complementar N 101/2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal) encontra-se disposta na Instrução Normativa STN/MF N 05, de 08/06/2000. E outras regulamentações relativas à mesma Lei encontram-se dispostas na Instrução Normativa STN/MF N 01, de 04 de maio de Não se consideram como transferências voluntárias as descentralizações de recursos a Estados, Distrito Federal e Municípios que se destinem à realização de ações cuja competência seja exclusiva da União ou que tenham sido delegadas aos referidos entes da Federação com ônus para a União. Não são tratadas aqui as transferências constitucionais, que correspondem a parcelas de recursos arrecadados pelo Governo Federal e repassados às unidades federadas por força de dispositivos constitucionais e também as transferências legais, que são regulamentadas em leis específicas. As transferências destas modalidades não são efetivadas via convênio. O QUE É CONVÊNIO? Instrumento firmado que pactua a transferência de recursos públicos visando a execução de programas de trabalho ou ações de interesse recíproco, em regime de mútua cooperação que tenha como partícipes órgãos da administração pública direta, autárquica ou fundacional, empresa pública, sociedade de economia mista, de qualquer esfera de governo, ou entidades civis devidamente organizadas. O QUE É CONCEDENTE E O QUE É CONVENENTE? A Lei n , de 30/07/2003 Lei de Diretrizes Orçamentárias LDO para 2004, assim define estes conceitos em seu art. 41: Concedente, o órgão ou a entidade da administração pública direta ou indireta responsável pela transferência de recursos financeiros ou descentralização de créditos orçamentários destinados a transferência voluntária; e Convenente, o órgão ou a entidade da administração pública direta ou indireta dos governos estaduais, municipais ou do Distrito Federal, com o qual a administração federal pactue a execução de programa, projeto, atividade ou evento de duração certa com recursos provenientes de transferência voluntária. QUAL A DISTINÇÃO ENTRE O CONVÊNIO E O CONTRATO? 5

6 Quando os partícipes têm interesses diversos e opostos, isto é, quando se desejar, de um lado, o objeto do acordo ou ajuste, e de outro lado a contraprestação correspondente, ou seja, o preço, o acordo ou ajuste constitui contrato (Parágrafo único, art. 48 do Decreto n /86) CONTRATO DE REPASSE Além do termo de convênio, o Contrato de Repasse é um instrumento que está sendo muito utilizado para transferência de recursos financeiros da União para Estados, Distrito Federal ou Municípios, por intermédio de instituição ou agência financeira oficial federal, destinados à execução de programas governamentais. Essa modalidade encontra-se disciplinada pelo Decreto n 1.819, de 16/02/1996. O órgão federal competente para a execução de determinado programa ou projeto firma termo de cooperação com instituição ou agência financeira oficial federal, que passa a atuar como mandatária da União, e que por sua vez, celebra o contrato de repasse com o Estado, Distrito Federal ou Município. Esta modalidade de instrumento é firmado entre as instituições financeiras federais, na qualidade de mandatárias da União (Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal) e o órgão ou entidade estadual ou municipal. Uma das atribuições dessas instituições financeiras é realizar o acompanhamento da aplicação dos recursos previamente à liberação das parcelas e informar ao gestor do programa governamental sobre a efetividade da aplicação dos recursos. TERMO DE PARCERIA Instituído pela Lei n 9.790, de 23 de março de 1999, e regulamentado pelo Decreto n 3.100, de junho de 1999, o Termo de Parceria é o instrumento firmado entre o Poder Público (Órgão estatal responsável) e as entidades qualificadas como Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público - OSCIP, destinado à formação de vínculo de cooperação entre as partes, para o fomento e a execução das atividades de interesse público previstas no art. 3º da Lei nº 9.790/99. O órgão estatal a firmar o Termo de Parceria adotará modelo padrão próprio, do qual constarão os direitos, as responsabilidades e as obrigações das partes e as cláusulas essenciais descritas no art. 10, 2º da Lei nº 9.790/99, e será responsável pela prévia verificação do regular funcionamento da organização. O QUE É CONTRAPARTIDA? É a parcela de recursos próprios que o Estado/Município/Entidade convenente aplica na execução do objeto do convênio. A contrapartida é obrigatória para os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, que poderá ser fixada por meio de recursos financeiros ou bens e serviços economicamente mensuráveis e será estabelecida de modo compatível com a capacidade financeira da respectiva unidade beneficiada, tendo como limite mínimo e máximo, segundo o art. 42, da Lei n /2003 (Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2004): Art 42. A contrapartida será estabelecida em termos percentuais do valor previsto no instrumento de transferência voluntária de modo compatível com a capacidade financeira da respectiva unidade beneficiada e considerando o seu Índice de Desenvolvimento Humano, tendo como limite mínimo e máximo: 6

7 I - no caso dos Municípios: a) 3 (três) e 8 (oito) por cento, para Municípios com até (vinte e cinco mil) habitantes; b) 5 (cinco) e 10 (dez) por cento, para os demais Municípios localizados nas áreas da Agência de Desenvolvimento do Nordeste - Adene e da Agência de Desenvolvimento da Amazônia - ADA e na Região Centro-Oeste; c) 20 (vinte) e 40 (quarenta) por cento, para os demais; II - no caso dos Estados e do Distrito Federal: a) 10 (dez) e 20 (vinte) por cento, se localizados nas áreas da Adene e da ADA e na Região Centro-Oeste; e b) 20 (vinte) e 40 (quarenta) por cento, para os demais. 2 o Os limites mínimos de contrapartida fixados no 1 o, incisos I e II, deste artigo, poderão ser reduzidos por ato do titular do órgão concedente, quando os recursos transferidos pela União: I - forem oriundos de doações de organismos internacionais ou de governos estrangeiros, ou de programas de conversão da dívida externa doada para fins ambientais, sociais, culturais ou de segurança pública; II - beneficiarem os Municípios, incluídos nos bolsões de pobreza, identificados como áreas prioritárias no "Comunidade Solidária", no Programa "Comunidade Ativa" e na Lei Complementar no 94, de 19 de fevereiro de 1998; III - se destinarem: a) a ações de segurança alimentar e combate à fome ou financiadas com recursos do Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza; b) a Municípios que se encontrem em situação de emergência ou estado de calamidade pública formalmente reconhecidos por ato do Governo Federal, durante o período em que essas situações subsistirem; c) ao atendimento dos programas de educação fundamental; d) ao atendimento de despesas relativas à segurança pública. 3 o Os limites máximos de contrapartida, fixados no 1 o, incisos I e II, deste artigo, poderão ser ampliados para atender a condições estabelecidas em contratos de financiamento ou acordos internacionais. O QUE É PROGRAMA DE GOVERNO? Para atingir a sua finalidade, o Governo Federal divide toda a ação governamental em várias funções, denominadas funções de governo, como reforma agrária, saúde, educação, segurança, transporte e agricultura, entre outras. Na elaboração do Orçamento Geral da União, cada uma dessas funções é dividida em programas de governo, tais como agricultura familiar, merenda escolar, transporte escolar, programa do leite, saúde da família, programa da AIDS e defesa civil, entre tantos outros. O QUE SÃO AÇÕES DE GOVERNO? São todas as operações desenvolvidas no sentido de se atingir as finalidades dos programas de governo. As ações finalísticas de governo devem proporcionar bens ou serviços para atendimento direto às demandas da sociedade 7

8 O QUE É POPULAÇÃO ASSISTIDA OU POPULAÇÃO ATENDIDA OU CLIENTES MEDIATOS? É o segmento da sociedade beneficiária das ações de governo. Os entes destinatários finais e justificadores da existência do Estado moderno. O QUE SÃO PROJETO, ATIVIDADE E EVENTO DE DURAÇÃO CERTA? Quando um conjunto de operações é desenvolvido em um período de tempo limitado e resulta em um produto final que contribui para o aumento ou o aperfeiçoamento da ação governamental, trata-se de projeto. Exemplos: construção de uma ponte (que deve facilitar a atividade de transporte), de uma escola (que deve aumentar a atividade de ensino), de um posto de saúde (que deve ampliar a atividade de assistência médica), etc. Quando as ações de governo são realizadas continuamente e o produto final resulta apenas na manutenção da ação governamental já existente, trata-se de atividade. Exemplos: a manutenção de uma ponte, a manutenção de uma escola, a manutenção de um posto de saúde, o fornecimento de merenda escolar, etc. Uma ação de governo que tenha sua duração em um período de tempo determinado e resulte em um evento concreto é denominada evento de duração certa. Exemplos: um seminário, um simpósio, um encontro de líderes ou de representantes regionais etc. 8

9 FLUXO DE TRANSFERÊNCIAS VOLUNTÁRIAS Órgão/entidade estadual ou municipal ou organização particular Inclui no orçamento o projeto/atividade Prevê verba no orçamento para contrapartida Avalia a área de necessidade local Verifica qual o projeto ou atividade que se enquadra Identifica o órgão federal que descentraliza os recursos Elabora o plano de trabalho ou atendimento Apresenta solicitação ao órgão federal Instituição Financeira CEF ou BB Órgão Federal Analisa o plano de trabalho ou atendimento Verifica o cumprimento das condições estabelecidas na LRF e LDO Solicita as comprovações das exigências da LRF e LDO Celebra contrato de repasse Celebra termo de convênio A UG concedente transfere os recursos e Fiscaliza a sua aplicação Presta contas Órgão/entidade Estadual ou Municipal ou organização particular Aplica os recursos Não presta contas: Tomada de Contas 9

10 CAPÍTULO II Condições Básicas para a Solicitação de Recursos COMO PROCEDER PARA SER CONTEMPLADO COM RECURSOS FEDERAIS? Há duas situações: 1) quando a secretaria estadual ou prefeitura municipal é incluída no Orçamento Geral da União por proposta do Poder Executivo Federal ou em decorrência de emendas de parlamentares ao projeto da Lei Orçamentária; 2) não ocorrendo nenhuma das duas situações, o interessado deverá solicitar a celebração de convênio junto ao órgão público federal que administra os recursos pretendidos. No primeiro caso, para receber os recursos, o favorecido deverá apenas elaborar o Plano de Trabalho ou de Atendimento e apresentá-lo na sede do órgão federal descentralizador dos recursos. No segundo caso, para conseguir celebrar convênio, o interessado deverá proceder da seguinte forma: avaliar as necessidades do estado ou do município nas diversas áreas, tais como desenvolvimento agrário, saúde, educação, desporto e saneamento básico, entre outras; verificar quais atividades, projetos ou eventos podem ser desenvolvidos ou implementados no estado ou no município; identificar os órgãos federais que descentralizam recursos para o custeio das atividades ou financiamento dos projetos ou eventos, no âmbito das necessidades avaliadas; verificar se o orçamento do município prevê verba suficiente para a contrapartida, nos percentuais detalhados no Capítulo II desta publicação; elaborar a solicitação do convênio, mediante elaboração do Plano de Trabalho ou Plano de Atendimento (art. 116, 1º, da Lei 8.666/93; art. 2º, caput, da IN STN 01/97). Quando se tratar de assistência social, médica ou educacional, deverá ser apresentado Plano de Atendimento; quando se tratar de projeto ou eventos de duração certa, deverá ser apresentado Plano de Trabalho. É indispensável observar a elaboração e apresentação, junto ao Plano de Trabalho, do Projeto Básico e Projeto Executivo, principalmente para objetos que resultem em obras e serviços, na forma definida nos incisos IX e X, art. 6, da Lei n 8.666/93. 10

11 CAPÍTULO III Plano de Trabalho e Plano de Atendimento O QUE SÃO OS PLANOS DE TRABALHO E DE ATENDIMENTO? São instrumentos que integram as solicitações de convênios, contendo todo o detalhamento das responsabilidades assumidas por cada um dos participantes. Normalmente, o modelo de Plano de Trabalho/Atendimento, aprovado pela IN STN 01/97, encontra-se disponível nos órgãos concedentes. Os modelos e instruções detalhadas para o preenchimento do Plano de Trabalho e Plano de Atendimento constituem o Anexo II do presente manual. O QUE DEVE CONTER O PLANO DE TRABALHO OU PLANO DE ATENDIMENTO? COMO DEVE SER PREENCHIDO? Conforme dispõe o art. 116 da Lei nº 8.666/93 (Lei das Licitações), a celebração de convênio por órgãos ou entidades públicas depende da aprovação prévia do Plano de Trabalho, que deve conter, no mínimo, as seguintes informações: identificação do objeto a ser executado. Os Planos de Trabalho ou de Atendimento não podem ser elaborados de forma genérica, devendo trazer, de forma clara e sucinta, todas as informações suficientes para a identificação do projeto, atividade ou evento de duração certa. A IN-STN 01/97, em seu art. 2 o, inciso II, prevê como um dos requisitos para a celebração do convênio a descrição completa do objeto a ser executado ; metas a serem atingidas (qualitativa e quantitativamente); etapas ou fases da execução; plano de aplicação dos recursos financeiros; cronograma de desembolso; previsão do início e do fim da execução do objeto, bem assim da conclusão das etapas ou fases programadas; comprovação de que os recursos próprios (contrapartida) estão assegurados, salvo se o custo total do empreendimento recair sobre a entidade ou órgão descentralizador; projeto básico, elaborado conforme definido no inciso IX, art. 6, da Lei N 8.666/93. (chamamos especial atenção para o cumprimento deste item) Conforme salientado, o Plano de Atendimento deve ser apresentado em solicitações referentes à assistência social, médica ou educacional; já o Plano de Trabalho deve ser apresentado em propostas referentes à realização de projetos ou eventos de duração certa. 11

12 CAPÍTULO IV Outras Exigências para a Celebração do Convênio COMPROVAÇÕES O solicitante deverá comprovar ao órgão repassador dos recursos que: 1) instituiu, regulamentou e arrecada todos os tributos previstos nos arts. 155 e 156 da Constituição, ressalvado o imposto previsto no art. 156, inciso III, com a redação dada pela Emenda Constitucional n o 3, de 1993, quando comprovada a ausência do fato gerador (art. 35, I, da Lei nº 9.995/2000); 2) existe previsão da contrapartida estabelecida dentro dos percentuais mínimo e máximo do valor total do objeto (ver Capítulo I deste Manual), compatível com a capacidade financeira da respectiva unidade beneficiada; 3) não está em mora nem em débito com a União, inclusive no tocante às contribuições de que tratam os arts. 195 (INSS), 239 (PIS) e 7º, inc. III (FGTS), da CF, ou, no caso de dívidas parceladas, que as parcelas estão sendo honradas (IN STN 01/97, art. 3 o, VII), mediante declaração expressa do proponente; 5) não está em falta com relação às prestações de contas relativas a recursos anteriormente recebidos da Administração Pública Federal mediante convênios, acordos, ajustes, subvenções sociais, contribuições, auxílios ou similares (Lei 9.293/96, art. 18, III, c ); 6) exerce plenos poderes inerentes à propriedade do imóvel, mediante certidão emitida pelo cartório de registro de imóveis competente, quando o convênio tiver por objeto a execução de obras ou benfeitorias no imóvel (IN STN 01/97, art. 3 o, VII); e 7) atende as disposições previstas no art. 25 da Lei Complementar n 101, de 2000: 1 o São exigências para a realização de transferência voluntária, além das estabelecidas na lei de diretrizes orçamentárias: I - existência de dotação específica; II - (VETADO) III - observância do disposto no inciso X do art. 167 da Constituição; 1 IV - comprovação, por parte do beneficiário, de: a) que se acha em dia quanto ao pagamento de tributos, empréstimos e financiamentos devidos ao ente transferidor, bem como quanto à prestação de contas de recursos anteriormente dele recebidos; b) cumprimento dos limites constitucionais relativos à educação e à saúde; 1 CF - Art São vedados: "X - a transferência voluntária de recursos e a concessão de empréstimos, inclusive por antecipação de receita, pelos Governos Federal e Estaduais e suas instituições financeiras, para pagamento de despesas com pessoal ativo, inativo e pensionista, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios." 12

13 c) observância dos limites das dívidas consolidada e mobiliária, de operações de crédito, inclusive por antecipação de receita, de inscrição em Restos a Pagar e de despesa total com pessoal; d) previsão orçamentária de contrapartida. 2 o É vedada a utilização de recursos transferidos em finalidade diversa da pactuada. 3 o Para fins da aplicação das sanções de suspensão de transferências voluntárias constantes desta Lei Complementar, excetuam-se aquelas relativas a ações de educação, saúde e assistência social. CERTIDÕES O solicitante deverá apresentar, dentro dos respectivos prazos de validade, as seguintes certidões: DE REGULARIDADE, fornecida pela Secretaria da Receita Federal (SRF), pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) do Ministério da Fazenda e pelos correspondentes órgãos estaduais e municipais (art. 3º, inc. I, da IN 01/97); CERTIDÃO NEGATIVA DE DÉBITO (CND), atualizada, ou comprovante de inexistência de débito junto ao Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), referente aos 3 meses anteriores, no caso de o convenente estar pagando ao INSS parcelas de débito renegociados, deve comprovar a regularidade quanto ao pagamento das parcelas (art. 18, III, a, da Lei 9.293/96, e art. 3º, inc. II, da IN STN 01/97); DE REGULARIDADE DO FGTS, fornecida pela Caixa Econômica Federal (CEF) (art. 18, III, b, da Lei nº 9.293/96, e art. 3º, III, da IN 01/97); DE REGULARIDADE DO PIS/PASEP (art. 239 da CF e art. 3º, inc. IV, da IN 01/97). CADASTROS DO GOVERNO FEDERAL O solicitante não pode estar inscrito nos sistemas de cadastro de inadimplentes do Governo Federal, a seguir: como inadimplente no Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal - SIAFI (art. 3º, inc. V, da IN STN 01/97); ou há mais de 30 (trinta) dias no Cadastro Informativo de Créditos não Quitados - CADIN (art. 3º, inc.vi, da IN 01/97). O órgão federal repassador do recurso deverá verificar se o solicitante está inscrito ou que tenha restrições nesses sistemas. A comprovação da entrega dos documentos exigidos dos Estados, Distrito Federal e Municípios pelos órgãos concedentes, para a celebração de transferência voluntária, poderá ser feita por meio de extrato emitido pelo subsistema Cadastro Único de Exigências para Transferências Voluntárias para Estados e Municípios - CAUC do Siafi, instituído pela Instrução Normativa MF/STN no 01, de 4 de maio de 2001 (Art. 44 da Lei n , de 30/07/2003 LDO para 2004) 13

14 A Secretaria do Tesouro Nacional manterá na internet relação atualizada dos entes que apresentarem motivos de suspensão ou impedimento de transferências voluntárias. ( 2 do art. 44 da Lei n , de 30/07/2003 LDO para 2004) Nenhuma liberação de recursos transferidos nos termos desta Subseção poderá ser efetuada sem o prévio registro no subsistema CAUC do Siafi. (Art. 45 da Lei n , de 30/07/2003 LDO para 2004) 14

15 CAPÍTULO V Formalização do Convênio O QUE É TERMO DE CONVÊNIO? É um instrumento, no qual o órgão da Administração Pública se compromete a repassar um determinado valor e o ente beneficiário se compromete a executar o objeto pactuado de acordo com as obrigações estipuladas. QUAIS SÃO OS ELEMENTOS DO TERMO DE CONVÊNIO? O preâmbulo, as cláusulas, as assinaturas e os anexos. O QUE SIGNIFICA TERMO SIMPLIFICADO DE CONVÊNIO? É o termo de convênio com cláusulas simplificadas, no qual um modelo é preenchido com os dados do concedente, do convenente, do objeto e da execução do objeto. Embora a elaboração do termo de convênio seja de responsabilidade do órgão concedente, é importante que o convenente conheça as informações e cláusulas que necessariamente devem constar desse termo. O termo simplificado de convênio poderá ser formalizado quando o valor da transferência for igual ou inferior ao previsto na alínea a do inciso II do art. 23 da lei n o 8.666/93, corrigido na forma do art. 120 do mesmo diploma legal. O QUE DEVE CONSTAR NO PREÂMBULO DE UM CONVÊNIO? O preâmbulo do convênio deve conter: numeração seqüencial; nome e CNPJ do órgão concedente e do solicitante; nome, endereço, número e órgão expedidor da carteira de identidade e CPF do titular do órgão concedente e do responsável pelo ente solicitante; a finalidade; a sujeição do convênio e sua execução às normas da Lei n o 8.666/93, no que couber, bem como do Decreto /86 e à IN STN 01/97 (art. 6º da IN STN 01/97) O QUE NECESSARIAMENTE DEVEM CONTER AS CLÁUSULAS DE UM CONVÊNIO? Conforme o art. 7º da IN STN 01/97 e o art 8º da IN STN 03/93, os convênios devem conter, expressa e obrigatoriamente, cláusulas que estabeleçam: I. o objeto do convênio e seus elementos característicos, com descrição sucinta, clara e precisa do que se pretende realizar ou obter; II. as obrigações de cada um dos partícipes, inclusive quanto à contrapartida; 15

16 III. a vigência, que deverá ser fixada de acordo com o prazo previsto para a consecução do objeto e em função das metas estabelecidas; IV. a prerrogativa da União, exercida pelo órgão ou entidade responsável pelo programa, de conservar a autoridade normativa e de exercer controle e fiscalização sobre a execução; V. a classificação funcional-programática e econômica da despesa, mencionandose o número, a data e o valor da Nota de Empenho ou Nota de Movimentação de Crédito; VI. a liberação de recursos, obedecendo ao cronograma de desembolso constante do Plano de Trabalho/Atendimento; VII. a faculdade dos partícipes de denunciar ou rescindir o convênio, a qualquer tempo, imputando-se-lhes as responsabilidades das obrigações decorrentes do prazo em que tenha vigido e creditando-se-lhes, igualmente, os benefícios adquiridos no mesmo período; VIII. o compromisso do convenente de restituir ao concedente os valores transferidos, atualizados monetariamente a partir da data do recebimento, acrescidos dos juros legais, na forma da legislação aplicável aos débitos para com a Fazenda Nacional, quando não for executado o objeto, quando não for apresentada devidamente a prestação de contas, ou comprovação de atendimento, ou quando os recursos forem utilizados em finalidade diversa daquela acordada; IX. a indicação de cada parcela da despesa a ser executada em exercícios futuros, com a declaração de que serão indicados, em Termos Aditivos, os créditos e empenhos ou Notas de Movimentação de Crédito para sua cobertura; X. as obrigações do interveniente e do executor, quando houver; e XI. a indicação do foro para dirimir dúvidas. CONVÊNIOS REFERENTES A PROJETOS E EVENTOS DE DURAÇÃO CERTA Além das cláusulas indispensáveis em quaisquer convênios, já enumeradas, os instrumentos celebrados para a execução de projeto ou a realização de eventos de duração certa devem, consoante o art. 7º da IN STN 01/97, conter outras, que estabeleçam: I. a obrigação de o concedente prorrogar de ofício a vigência do convênio quando houver atraso na liberação dos recursos, limitada a prorrogação ao exato período do atraso verificado; II. a obrigatoriedade de o convenente apresentar relatórios de execução físicofinanceira e prestar contas dos recursos recebidos, no prazo máximo de sessenta dias, contados da data do término da vigência, observada a forma prevista nesta Instrução Normativa e salvaguardada a obrigação de prestação parcial de contas; III. a definição do direito de propriedade dos bens remanescentes na data da conclusão ou extinção do instrumento, e que, em razão deste, tenham sido adquiridos, produzidos, transformados ou construídos, respeitado o disposto na legislação pertinente; IV. a obrigatoriedade de restituição de eventual saldo de recursos, inclusive os rendimentos de aplicação financeira, ao concedente ou Tesouro Nacional, conforme o caso, na data da sua conclusão ou extinção; V. o compromisso de o convenente recolher à conta do concedente o valor, atualizado monetariamente, correspondente ao percentual da contrapartida pactuada, não aplicada na consecução do objeto do convênio; 16

17 VI. o compromisso de o convenente recolher à conta do concedente o valor correspondente a rendimentos de aplicação no mercado financeiro, referente ao período compreendido entre a liberação do recurso e a sua utilização, quando não comprovar o seu emprego na consecução do objeto do convênio; VII. a indicação de que os recursos para atender às despesas em exercícios futuros, no caso de investimentos, estão consignados no Plano Plurianual ou em lei que autorize e fixe o montante das dotações constantes dos orçamentos anuais durante o prazo da execução do convênio; VIII. o livre acesso de servidores do órgão de controle interno ao qual esteja subordinado o concedente, a qualquer tempo e lugar, a todos os atos e fatos relacionados, direta ou indiretamente, com o objeto pactuado, quando em missão de fiscalização ou auditoria; IX. o compromisso de o convenente movimentar os recursos em conta bancária específica, quando não integrante da conta única do Governo Federal. CLÁUSULAS INADMISSÍVEIS EM UM CONVÊNIO Nos convênios, não podem existir cláusulas que permitam: a realização de despesa a título de taxa de administração, de gerência ou similar (art. 8º, inc. I, da IN STN 01/97 e Decisão TCU nº 706/94-Plenário-Ata 54/94); pagamento, a qualquer título, a servidor ou em pregado público, integrante de quadro de pessoal de órgão ou entidade pública da administração direta ou indireta, por serviços de consultoria ou assistência técnica (art. 8º, inc. II, da IN STN 01/97); a assinatura de termo aditivo com alteração do objeto (art. 8º, inc. III, da IN STN 01/97); a alteração de metas constantes do Plano de Trabalho/Atendimento sem a anuência do concedente (art. 15, 2 o, da IN STN 01/97). a utilização de recursos em finalidade diversa ou distoante da estabelecida no instrumento, ainda que em caráter de emergência (art. 8º, inc. IV, da IN STN 01/97); a realização de despesas antes ou depois do período de vigência do convênio (art. 8º, inc. V, da IN STN 01/97); a atribuição de vigência ou de efeitos retroativos (art. 8º, inc. VI, da IN STN 01/97); a realização de despesas com taxas bancárias, multas, juros ou correção monetária, inclusive referentes a pagamentos ou recolhimentos fora do prazo (art. 8º, inc. VII, da IN STN 01/97); transferência de recursos para clubes, associações de servidores ou quaisquer entidades congêneres, excetuadas creches e escolas para o atendimento pré-escolar (art. 8º, inc. VIII, da IN STN 01/97); e realização de despesas com publicidade, salvo as de caráter educativo, informativo ou de orientação social, desde que não constem nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos (art. 8º, inc. IX, da IN STN 01/97). CONDIÇÕES PARA QUE UM CONVÊNIO TENHA VALIDADE 17

18 Para que o convênio tenha validade, além dos requisitos até aqui levantados, é imprescindível o cumprimento dos seguintes pressupostos: emissão do empenho pelo órgão concedente até a data assinatura do convênio; assinatura do termo de convênio pelos participantes, por duas testemunhas devidamente qualificadas e pelo interveniente, se houver (art. 10 da IN 01/97); publicação do extrato do convênio no Diário Oficial da União (essa publicação é providenciada pelo órgão repassador). 18

19 CAPÍTULO VI Procedimentos a Serem Adotados Após o Recebimento dos Recursos Neste Capítulo, indicamos a forma correta como o beneficiário deve proceder após receber os recursos: manter os recursos em conta bancária específica; comunicar o recebimento aos partidos políticos, sindicatos de trabalhadores e entidades empresariais com sede no município em até dois dias úteis a contar da data do recebimento dos recursos (conforme o art. 2º da Lei nº 9.452/97); aplicar os recursos em caderneta de poupança, caso os mesmos não sejam imediatamente aplicados na finalidade a que se destinam e a previsão de seu uso seja em período igual ou superior a um mês ou em fundo de aplicação financeira de curto prazo ou operações de mercado aberto lastreadas em títulos da dívida pública federal (conforme o art. 20, 1º, e incisos IN STN 01/97); aplicar os rendimentos das aplicações exclusivamente no objeto do convênio (art. 20, 2º, da IN STN 01/97). não considerar tais rendimentos como contrapartida (art. 20, 3º, da IN STN 01/97); não aplicar os recursos, nem possíveis rendimentos desses, em finalidade diferente daquelas do convênio (arts. 20, 2 o, e 21, 4 o, II da IN STN 01/97); realizar os procedimentos para licitação e contratos de acordo com a Lei nº 8.666/93 (art. 27 da IN STN 01/97). O QUE SIGNIFICA EXECUÇÃO DO CONVÊNIO? É a fase que se inicia após o recebimento dos recursos, quando começam a se desenvolver as atividades previstas para a consecução do objeto do convênio. A função gerencial fiscalizadora será exercida pelo concedente, dentro do prazo regulamentar de execução/prestação de contas do convênio, ficando assegurado a seus agentes qualificados o poder discricionário de reorientar ações e de acatar, ou não, justificativas com relação às disfunções porventura havidas na execução 19

20 CAPÍTULO VII Cuidados a Serem Adotados Durante a Execução do Convênio Relacionamos, neste Capítulo, alguns cuidados importantes para que não haja falhas durante a execução do convênio: não se desviar da finalidade original do convênio; não celebrar convênio com mais de uma instituição para o cumprimento do mesmo objeto, exceto quando se tratar de ações complementares, o que deverá ficar consignado no respectivo convênio, delimitando-se as parcelas referentes de disponibilidade deste e as que devam ser executadas à conta do outro instrumento (art. 25, Parágrafo único, da IN STN 01/97); não incorrer em atraso não justificado no cumprimento de etapas ou fases programadas; não admitir práticas atentatórias aos princípios fundamentais da Administração Pública (art. 37, caput e inc. XXI, da CF) nas contratações e demais atos praticados, sob pena de suspensão das parcelas (art. 21, 4º, II, da IN STN 01/97); cumprir fielmente as cláusulas ou condições estabelecidas no convênio (art. 22 da IN 01/97); em caso de denúncia, conclusão, rescisão ou extinção do instrumento, devolver os saldos, em no máximo 30 dias, sob pena de instauração de Tomada de Contas Especial (art. 116, 6º, da Lei nº 8.666/93 e art. 21, 6º, da IN 01/97); não utilizar recurso em desacordo com o Plano de Trabalho/Atendimento, sob pena de rescisão do convênio e de instauração de Tomada de Contas Especial (arts. 36, I, e 37 da IN 01/97); apresentar a prestação de contas parcial, quando se tratar de convênio de três ou mais parcelas, sob pena de suspensão das parcelas e, até, de rescisão do convênio (arts. 21, 2 o, e 36, III, da IN 01/97). COMO PROCEDER PARA SOLICITAR ALTERAÇÃO NO PLANO DE TRABALHO? Apresentar a proposta de repactuação, com as devidas justificativas, no prazo mínimo a ser apresentada em prazo mínimo, antes do término de sua vigência, que vier a ser fixado pelo ordenador de despesa do concedente, levando-se em conta o tempo necessário para análise e decisão.. O ordenador da despesa deverá dar a anuência do órgão concedente para a validade da alteração (art. 15, caput, da IN 01/97). Observar que a alteração não pode modificar o objeto do convênio (art. 15, 1º, da IN 01/97) e que alterações no plano de trabalho são procedimentos excepcionais, só devendo ser adotadas em casos estritamente necessários. 20

21 CAPÍTULO VIII Prestação de Contas Parcial O QUE SIGNIFICA PRESTAÇÃO DE CONTAS PARCIAL? É a documentação apresentada para comprovar a execução de uma parcela recebida (em caso de convênios com três ou mais parcelas) ou sobre a execução dos recursos recebidos ao longo do ano (em caso de convênios plurianuais, como, por exemplo, os da merenda escolar). QUANDO DEVE SER APRESENTADA A PRESTAÇÃO DE CONTAS PARCIAL? Quando a liberação dos recursos ocorrer em três ou mais parcelas, a prestação de contas parcial referente à primeira parcela é condição para a liberação da terceira; a prestação referente à segunda, para a liberação da quarta, e assim sucessivamente (art. 21, 2º, da IN 01/97); O QUE DEVE CONTER A PRESTAÇÃO DE CONTAS PARCIAL? conter: Conforme o art. 32 da IN STN nº 01/97, a prestação de contas parcial deverá Relatório de Execução Físico-Financeira (art. 28, inc. III, da IN 01/97 - vide Anexo III); Demonstrativo da Execução da Receita e da Despesa, evidenciando os recursos recebidos em transferência, a contrapartida, os rendimentos auferidos da aplicação dos recursos no mercado financeiro, quando for o caso, e os saldos de recursos não aplicados (art. 28, inc. IV, da IN STN 01/97 - vide Anexo IV); relação de pagamentos (art. 28, inc. V, da IN 01/97 - vide Anexo V); relação dos bens adquiridos, produzidos ou construídos com recursos da União (art. 28, inc. VI, da IN STN 01/97 - vide Anexo VI); extrato da conta bancária específica do período que se estende do recebimento da primeira parcela até o último pagamento e, se for o caso, a conciliação bancária (inc. VII, art. 28, da IN STN 01/97 - vide Anexo VII); cópia do termo de aceitação definitiva da obra, quando o objeto do convênio for a realização de obras ou serviços de engenharia (art. 28, inc. VIII, da IN STN 01/97 - vide Anexo VIII); cópia do despacho adjudicatório e homologação das licitações realizadas ou justificativa para a sua dispensa ou a sua inexigibilidade, conforme o caso, com o respectivo embasamento legal quando o convenente pertencer à Administração Pública (art. 28, inc. X, da IN STN 01/97). 21

22 CAPÍTULO IX Prestação de Contas Final O QUE SIGNIFICA PRESTAÇÃO DE CONTAS FINAL? É a documentação comprobatória da despesa, apresentada ao final da execução do objeto do convênio. QUANDO SE DEVE APRESENTAR A PRESTAÇÃO DE CONTAS FINAL? A prestação de contas final será apresentada ao concedente até sessenta dias após o término da vigência do convênio, definida conforme disposto no inciso III do art. 7 da IN STN 01/97 Caso o convenente (beneficiário) não a apresente, será concedido um prazo de 30 dias para a apresentação ou recolhimento dos saldos, incluídos rendimentos da aplicação no mercado financeiro, à conta da entidade repassadora. Após esse prazo, se não cumprida as exigências ou se existirem evidências de irregularidade de que resulte prejuízo ao erário, será instaurada a competente Tomada de Contas Especial (art. 31, 4 o, 7º e 8º, da IN STN 01/97). O QUE DEVE CONTER A PRESTAÇÃO DE CONTAS FINAL? Conforme o artigo 28 da IN STN nº 01/97, a prestação de contas final deve conter: o Plano de Trabalho/Atendimento (inc. I - vide Anexo II); cópia do Termo de Convênio ou do Termo Simplificado de Convênio, com indicação da data de sua publicação (inc. II); Relatório de Execução Físico-Financeira (inc. III - vide Anexo III); Demonstrativo da Execução da Receita e da Despesa, evidenciando os recursos recebidos em transferência, a contrapartida, os rendimentos auferidos na aplicação dos recursos no mercado financeiro, quando for o caso, e os saldos (inc. IV - vide Anexo IV); relação de pagamentos (inc. V - vide Anexo V); relação dos bens adquiridos, produzidos ou construídos com recursos da União (inc. VI - vide Anexo VI); extrato da conta bancária específica do período que se estende do recebimento da primeira parcela até o último pagamento e, se for o caso, a conciliação bancária (inc. VII - vide Anexo VII); cópia do termo de aceitação definitiva da obra ou serviço, quando o objeto do convênio visar à realização de obra ou serviço de engenharia (inc. VIII - vide Anexo VIII); comprovante de recolhimento do saldo de recursos à conta indicada pelo concedente ou DARF, quando recolhido ao Tesouro Nacional (inc. IX); cópia dos despachos adjudicatório e homologatório das licitações realizadas ou justificativas para a sua dispensa ou a sua inexigibilidade, com o respectivo 22

23 embasamento legal, quando o convenente pertencer à Administração Pública (inc. X). O órgão concedente tem, a partir da data do recebimento da prestação de contas, 60 dias para se pronunciar sobre a aprovação ou não da prestação de contas apresentada, sendo 45 dias para o pronunciamento da unidade técnica responsável pelo programa e 15 dias para o pronunciamento do ordenador da despesa (art. 31, caput, da IN 01/97). QUAL A IMPORTÂNCIA DE SE APRESENTAR A PRESTAÇÃO DE CONTAS DE FORMA CORRETA E NO PRAZO REGULAR? A não apresentação da prestação de contas no prazo regulamentar vem causando sérios transtornos à Administração Pública, resultando, com freqüência, na instauração de Tomada de Contas Especial. A Tomada de Contas Especial, por sua vez, é um procedimento que demanda mão-de-obra e, por conseguinte, resulta num alto custo para o Governo Federal. Além do mais, prejudica a população do ente federado, na hipótese de omissão ou irregularidade, ao impossibilitá-lo de receber novos recursos federais e resulta em sérias sanções contra o responsável pela aplicação dos recursos 23

24 CAPÍTULO X Tomada de Contas Especial O QUE É TOMADA DE CONTAS ESPECIAL? É um procedimento administrativo realizado pelo Governo Federal, que tem por finalidade a apuração dos fatos, a identificação dos responsáveis e a quantificação do débito. É também um procedimento de exceção, porquanto o gestor público concedente dos recursos, no intuito de alcançar o objetivo maior de satisfazer o interesse público, deve buscar em primeira instância, junto ao convenente, a regularização dos fatos inquinados na execução do convênio, podendo conceder-lhe um prazo mínimo necessário à regularização, conforme prevê a IN TCU n 13/96. QUEM É RESPONSÁVEL EM UMA TOMADA DE CONTAS ESPECIAL E COMO É IDENTIFICADO? É o agente que assinou o convênio, responsabilizando-se pelas obrigações assumidas pela convenente. Por exemplo, quando o convenente é uma prefeitura, o responsável é o prefeito ou seu substituto legal. O QUE É DÉBITO E COMO É QUANTIFICADO? É o valor do prejuízo causado à Administração Pública Federal pela má aplicação dos recursos descentralizados por meio de convênio. O valor do débito, em se tratando de convênio, é o valor repassado, corrigido monetariamente a partir da data da sua liberação. QUAIS AS HIPÓTESES EM QUE A TOMADA DE CONTAS ESPECIAL É INSTAURADA? Será instaurada Tomada de Contas Especial quando: Omissão no dever de prestar contas; não aprovada a prestação de contas em decorrência de não execução total do objeto, de atingimento parcial dos objetivos avençados, de desvio de finalidade, de impugnação de despesas, de não cumprimento dos recursos da contrapartida e/ou de não aplicação dos rendimentos decorrentes de aplicações financeiras no objeto do convênio (art. 38, inc. II, da IN STN 01/97); verificado qualquer fato que resulte em dano ao Erário (art. 38, inc. III, da IN STN 01/97); houver determinação do TCU a respeito, adotada pelo Plenário, 1 a ou 2 a Câmaras, ao entender que há fato suficientemente relevante para ensejar a instauração de TCE (art. 9º da IN TCU nº 13/96). QUAIS AS CONSEQÜÊNCIAS DO JULGAMENTO PELA IRREGULARIDADE EM UMA TCE? 24

25 Os responsáveis pela aplicação dos recursos transferidos pela União que tiverem suas contas julgadas irregulares pelo Tribunal de Contas da União poderão sofrer várias sanções, tais como: Devolução dos valores, com atualização monetária e juros de mora. Multa que pode alcançar 100% do valor atualizado do dano causado ao Erário. Inscrição no Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal CADIN, o que implica impossibilidade de realizar transações bancárias. Declaração, pela Justiça Eleitoral, de inelegibilidade para cargos eletivos. Inabilitação para o exercício de cargo em comissão ou função de confiança na Administração Pública Federal, por um período de cinco a oito anos. Ajuizamento de ação penal pelo Ministério Público Federal. Além dessas sanções, o órgão convenente poderá receber a chancela de inadimplente no Sistema Integrado de Administração Financeira da União SIAFI, impedindo-o de receber novas transferências. 25

26 Anexos 26

27 ANEXO I Legislação Correlata Disponibilizamos, a seguir, o conjunto de legislação concernente a Convênios : Decreto-Lei N 200/1967 Art. 10 (Descentralização) Art. 10. A execução das atividades da Administração Federal deverá ser amplamente descentralizada. 1º A descentralização será posta em prática em três planos principais: a) dentro dos quadros da Administração Federal, distinguindo-se claramente o nível de direção do de execução; b) da Administração Federal para a das unidades federadas, quando estejam devidamente aparelhadas e mediante convênio; c) da Administração Federal para a órbita privada, mediante contratos ou concessões. 2 Em cada órgão da Administração Federal, os serviços que compõem a estrutura central de direção devem permanecer liberados das rotinas de execução e das tarefas de mera formalização de atos administrativos, para que possam concentrar-se nas atividades de planejamento, supervisão, coordenação e controle. 3º A Administração casuística, assim entendida a decisão de casos individuais, compete, em princípio, ao nível de execução, especialmente aos serviços de natureza local, que estão em contato com os fatos e com o público. 4º Compete à estrutura central de direção o estabelecimento das normas, critérios, programas e princípios, que os serviços responsáveis pela execução são obrigados a respeitar na solução dos casos individuais e no desempenho de suas atribuições. 5º Ressalvados os casos de manifesta impraticabilidade ou inconveniência, a execução de programas federais de caráter nitidamente local deverá ser delegada, no todo ou em parte, mediante convênio, aos órgãos estaduais ou municipais incumbidos de serviços correspondentes. 6º Os órgãos federais responsáveis pelos programas conservarão a autoridade normativa e exercerão controle e fiscalização indispensáveis sobre a execução local, condicionando-se a liberação dos recursos ao fiel cumprimento dos programas e convênios. 27

28 Lei N 8.666/1993 Art. 116 (CONVÊNIOS) Art Aplicam-se as disposições desta Lei, no que couber, aos convênios, acordos, ajustes e outros instrumentos congêneres celebrados por órgãos e entidades da Administração. 1 o A celebração de convênio, acordo ou ajuste pelos órgãos ou entidades da Administração Pública depende de prévia aprovação de competente plano de trabalho proposto pela organização interessada, o qual deverá conter, no mínimo, as seguintes informações: I - identificação do objeto a ser executado; II - metas a serem atingidas; III - etapas ou fases de execução; IV - plano de aplicação dos recursos financeiros; V - cronograma de desembolso; VI - previsão de início e fim da execução do objeto, bem assim da conclusão das etapas ou fases programadas; VII - se o ajuste compreender obra ou serviço de engenharia, comprovação de que os recursos próprios para complementar a execução do objeto estão devidamente assegurados, salvo se o custo total do empreendimento recair sobre a entidade ou órgão descentralizador. 2 o Assinado o convênio, a entidade ou órgão repassador dará ciência do mesmo à Assembléia Legislativa ou à Câmara Municipal respectiva. 3 o As parcelas do convênio serão liberadas em estrita conformidade com o plano de aplicação aprovado, exceto nos casos a seguir, em que as mesmas ficarão retidas até o saneamento das impropriedades ocorrentes: I - quando não tiver havido comprovação da boa e regular aplicação da parcela anteriormente recebida, na forma da legislação aplicável, inclusive mediante procedimentos de fiscalização local, realizados periodicamente pela entidade ou órgão descentralizador dos recursos ou pelo órgão competente do sistema de controle interno da Administração Pública; II - quando verificado desvio de finalidade na aplicação dos recursos, atrasos não justificados no cumprimento das etapas ou fases programadas, práticas atentatórias aos princípios fundamentais de Administração Pública nas contratações e demais atos praticados na execução do convênio, ou o inadimplemento do executor com relação a outras cláusulas conveniais básicas; III - quando o executor deixar de adotar as medidas saneadoras apontadas pelo partícipe repassador dos recursos ou por integrantes do respectivo sistema de controle interno. 4 o Os saldos de convênio, enquanto não utilizados, serão obrigatoriamente aplicados em cadernetas de poupança de instituição financeira oficial se a previsão de seu uso for igual ou superior a um mês, ou em fundo de aplicação financeira de curto prazo ou operação de mercado aberto lastreada em títulos da dívida pública, quando a utilização dos mesmos verificar-se em prazos menores que um mês. 5 o As receitas financeiras auferidas na forma do parágrafo anterior serão obrigatoriamente computadas a crédito do convênio e aplicadas, exclusivamente, no objeto de sua finalidade, devendo constar de demonstrativo específico que integrará as prestações de contas do ajuste. 28

29 6 o Quando da conclusão, denúncia, rescisão ou extinção do convênio, acordo ou ajuste, os saldos financeiros remanescentes, inclusive os provenientes das receitas obtidas das aplicações financeiras realizadas, serão devolvidos à entidade ou órgão repassador dos recursos, no prazo improrrogável de 30 (trinta) dias do evento, sob pena da imediata instauração de tomada de contas especial do responsável, providenciada pela autoridade competente do órgão ou entidade titular dos recursos. 29

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