LUGAR DA HISTÓRIA DIFÍCIL DO VALE DO RIBEIRA NOS CURRÍCULOS ESCOLARES DE SÃO PAULO E PARANÁ

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1 LUGAR DA HISTÓRIA DIFÍCIL DO VALE DO RIBEIRA NOS CURRÍCULOS ESCOLARES DE SÃO PAULO E PARANÁ Cristina Elena Taborda Ribas UFPR 1 Maria Auxiliadora Moreira dos Santos Schmidt - UFPR 2 Resumo: Esse trabalho faz parte da dissertação de Mestrado sob o título provisório As explicações históricas de estudantes a partir do uso de fontes históricas acerca de conteúdos difíceis que não fazem parte do currículo escolar: a história do Vale do Ribeira, tem por objetivo apresentar algumas reflexões sobre a História Difícil do Vale do Ribeira. Qual o lugar da história local nos currículos escolares das escolas paranaenses e paulistas que fazem parte do Vale do Ribeira? Há espaço para a diversidade histórica da região nos currículos locais? O trabalho está fundamentado nos referenciais teóricos e metodológicos da Educação Histórica, pautando-se também na filosofia da História, na didática da História. Palavras-chaves: Educação Histórica História Difícil Currículo Escolar. INTRODUÇÃO As populações que residem a região do Vale do Ribeira são marcados em suas memórias familiares com questões que envolvem disputas pela posse das terras herdadas, lutas pelo direito de reconhecimento a elas e o desejo de cumprimento ao direito de uso delas. Entre essas populações foram e ainda são recorrentes os conflitos armados, enfrentamentos territoriais e a busca pelo reconhecimento como sujeitos de direitos, ou seja, que sejam considerados cidadãos brasileiros contando com as responsabilidades também. Convivem com histórias traumáticas de seus antepassados, questões difíceis sobre um passado herdado que se faz tão presente na em suas vidas cotidianas. Em contrapartida, as comunidades quilombolas mantém muito viva a herança relacionada ao cunho religioso, voltada a fé e a crença católica com a interlocução das 1 Professora de História da Rede Estadual de Educação do Paraná, atualmente técnica de História da Secretaria de Estado da Educação do Paraná. Bolsista Mestrado CAPES - Programa Memórias Brasileiras: Conflitos Sociais Projeto - Indígenas, Quilombolas e Napalm: uma História da guerrilha do Vale do Ribeira desenvolvido pelo LAPEDUH-UFPR. Esse artigo faz parte da dissertação de mestrado que está em construção. Por isso, partes podem ser alteradas, suprimidas ou acrescidas de outros textos, argumentos e citações. 2 Professora do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Paraná. Doutora em História pela UFPR. Pesquisadora/coordenadora do LAPEDUH-UFPR. Currículo Lattes, disponível em: /visualizacv.do?id=k p7

2 religiões africanas em alguns locais como meio de recordar seus antepassados. Por isso, para Aleida Assmann O significado dos locais das gerações surge do vínculo duradouro que famílias ou grupos mantêm com um local determinado. Assim surge uma relação estreita entre as pessoas e o local geográfico: este determina as formas de vida e as experiências das pessoas, tal como estas impregnam o local com sua tradição e histórias. (ASSMANN, 2011, p. 328) Conforme a afirmação de Assmann é possível compreender que os grupos tradicionais mantém uma relação familiar e de amizade, a qual conta com vínculo que está diretamente relacionada ao ambiente escolhido e habitado pelas comunidades. Além disso, apresenta um conexão direta com as histórias de vida de cada um dos sujeitos ali existentes, no qual compartilham suas histórias, as dificuldades, os momentos das experiências, enfim, as relações passam a ter um vínculo mais estreito entre elas. Para compreender um pouco dessas visões e trabalhos relacionados com a memória, a identidade local, a tradição e, por fim, a articulação entre esses conhecimentos e saberes com o processo de ensino na especificidade da disciplina de História e o encaminhamento à cognição histórica. Para tanto, foi realizado uma pesquisa a respeito dos documentos que orientam e determinam o currículo tanto no país quanto nesses estados estudados Paraná e São Paulo, para analisar qual o lugar da História Difícil do Vale do Ribeira nos devidos documentos. CURRÍCULOS E DOCUMENTOS ORIENTADORES Nos documentos oficiais que versam sobre a natureza dos conceitos, encaminhamentos e teorias da História, são realizadas algumas seleções devido a natureza mais ampla do documento. As Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação Básica (2013) deixam em aberto para a instituição escolar a socialização do conhecimento, no qual uma das formas de fomentar o currículo é entendê-lo como constituído pelas experiências escolares que se desdobram em torno do conhecimento, permeadas pelas relações sociais, buscando articular vivências e saberes dos alunos com os conhecimentos

3 historicamente acumulados e contribuindo para construir as identidades dos estudantes. (BRASIL, 2013, p. 112). Conforme esse documento cabe aos professores das instituições escolares relacionar quais os conhecimentos que devem ser dadas aos estudantes, respeitando os conhecimentos historicamente acumulados ao longo da história, ou seja, o conhecimento sistematizado, sem se esquecer das histórias e saberes trazidas por eles, compreendendo suas carências para procedimentos de intervenções em busca do conhecimento científico. Além disso, as Diretrizes também afirma que Os conhecimentos escolares podem ser compreendidos como o conjunto de conhecimentos que a escola seleciona e transforma, [...] ao mesmo tempo em que servem de elementos para a formação ética, estética e política do aluno. As instâncias que mantêm, organizam, orientam e oferecem recursos à escola, como o próprio Ministério da Educação, as Secretarias de Educação, os Conselhos de Educação, assim como os autores de materiais e livros didáticos, [...] segmentando o de acordo com os anos de escolaridade, ordenando-o em unidades e tópicos [...]. Dessa forma, os conceitos substantivos são sistematizados nos manuais didáticos conforme o recorte, a compreensão e intenção dos autores desses documentos que têm sido o companheiro das(os) professoras(es) em sala de aula. Entretanto, como todo material didático, eles têm seus limites ao serem trabalhados como fonte única de desenvolvimento no processo de cognição histórica. Por isso, é essencial que haja autonomia desses profissionais para a seleção de outros materiais para que a discussão e a pesquisa ocorram de maneira plausível, uma vez que o documento tem o espaço para que sejam compreendidos esses conteúdos. Devido as múltiplas histórias existentes sobre e no Vale, surgiram algumas dúvidas a respeito de qual história ou histórias está sendo contemplada nos documentos oficias de ambos estados, para compreender a abertura que tem sido dada as instituições escolares dessas regiões do Vale. Para tanto, foi pesquisado os documentos legais que estão vigentes, pois há a intenção de identificar nesses documentos as possibilidades de abordagens teóricas e metodológicas a respeito do trabalho sobre a história local, contando com a disponibilidade e, contando com a possibilidade de trabalho com contextos locais, por meio do uso de fontes históricas sobre alguns aspectos e características pertencentes ao local.

4 As abordagens estabelecidas nos documentos oficiais de ambos os estados versam a legislação como meio de cumprimento ao processo de ensino sobre o conteúdo, mas no que se refere aos currículos locais, destacando-se uma cultura de educação sem grandes anseios a dar vozes aos remanescentes locais. Levando-se em consideração os estados do Paraná e São Paulo, os quais o Vale do Ribeira está inserido, destaca-se que ambos os estados fizeram a escolha pelo ensino disciplinar, tanto no Ensino fundamental quanto no Ensino Médio, até o momento, uma vez que a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) 3 modificará algumas características adotadas pelos estados. No ano de 2003, a Secretaria de Estado da Educação do Paraná fez uma opção pela elaboração de um documento orientador próprio para definir os caminhos voltados ao ensino de História, documento que passou por uma revisão em Na elaboração deste, foram contemplados além de estudos sobre a epistemologia e a filosofia da história, reflexões acerca da teoria da consciência histórica de Jörn Rüsen. Este trabalho estava no momento de início das pesquisas pela equipe, desenvolvido em parceria com o Laboratório de Pesquisas em Educação Histórica LAPEDUH, além de estudos que estavam ocorrendo sobre a educação histórica, cabendo algumas propostas teorias e possibilidades de encaminhamentos metodológicos. Foram desenvolvidas então as Diretrizes Orientadoras Curriculares do Paraná para o ensino de História (2008, p. 56), a qual define que a consciência histórica é inerente à condição humana em sua diversidade e diante disso, a capacidade dos sujeitos de se orientarem no tempo por meio de narrativas históricas sobre conceitos substantivos, por meio da categoria narrativística torna presente o passado, sempre em uma consciência de tempo na qual o passado, presente e futuro formam uma unidade integrada, mediante a qual, justamente, constitui-se a consciência histórica. (RÜSEN, 2001, p. 67). Dessa maneira, os conteúdos a serem trabalhados nesse estado seguiram rumos diferentes do documento que fora desenvolvido pelo Ministério da Educação MEC, os Parâmetros Curriculares Nacionais (1997) PCNs. Os parâmetros possuem uma linha teórica 3 A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento de caráter normativo que define o conjunto orgânico e progressivo de aprendizagens essenciais que todos os alunos devem desenvolver ao longo das etapas e modalidades da Educação Básica. a Base deve nortear os currículos dos sistemas e redes de ensino das Unidades Federativas, como também as propostas pedagógicas de todas as escolas públicas e privadas de Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio, em todo o Brasil. Texto retirado da página oficial da BNCC. Disponível em: < Acesso em 05 maio 2018.

5 pautada nas habilidades e competências adquiridas pelos estudantes, no qual justificam que a formação escolar deve possibilitar aos alunos condições para desenvolver competência e consciência profissional, mas não restringir-se ao ensino de habilidades imediatamente demandadas pelo mercado de trabalho. (BRASIL, 1997, p. 34). Assim, os PCNs deixavam claro o seu interesse ao determinar os conhecimento determinados pela forma de habilidades voltado a uma política neoliberal,com vistas a formação pedagógica dos estudantes com interesses ao mercado de trabalho. Contrário a essa perspectiva é que foram desenvolvidas o documento orientador de História do Paraná, que optou por um currículo pautado no materialismo histórico dialético, uma vez que eram contrários a visão posta, pois manter o currículo tal como estava era aceitar o status quo dos conhecimentos e saberes dominantes, o currículo cientificista/academicista enfraquece a possibilidade de constituir uma perspectiva crítica de educação (PARANÁ, 2008, p. 17). Dessa forma, o documento de História busca respeitar a autonomia do professor ao trabalhar algumas temáticas, considerando as perspectivas e encaminhamentos que se relacionam com conceitos do pensamento histórico-dialético, no qual visa a construção do pensamento histórico por meio de fatos objetivos do passado tornados subjetivos quando interiorizados pelos sujeitos como conhecimento histórico. (OLIVEIRA, 2012, p.6). Assim, abre-se espaço principalmente para discussões presentes no currículo prescrito estabelecendo relações com contextos locais, no qual respeitam uma orientação dos meios legais, que vem a contribuir para uma cognição histórica situada por meio de fontes históricas diversificadas, para trabalhar os conceitos substantivos e também a análise dos conceitos de segunda ordem. É nesse âmbito do currículo, que cabe a presença de alguns conceitos sobre a História do Paraná, abrindo espaço para pesquisas nas questões locais, com possibilidade de inserir fontes sobre a especificidade da Burdening History ou a História Difícil do Vale do Ribeira e suas relações com a história da Ditadura Civil-Militar, compreendendo a situação de guerrilha e a abrangência do próprio Vale e, principalmente, sobre a questão dos quilombolas e das nações indígenas que habitam a região e de suas histórias de enfrentamentos, violências e resistências. Por isso, BORRIES afirma que História só é aprendida de forma eficaz sob três condições dadas: se novas perspectivas podem ser ligados com as antigas, se ela estiver conectada a emoções negativas ou positivas- e se é relevante na vida. A aprendizagem de casos afirmativos de heroísmo e glória/orgulho parece mais fácil, mas

6 experiências negativas de danos e culpa/vergonha (ou ambos) são muito mais difíceis. [...] Lidar com os fardos da história é um problema de funcionamento mental, inclusive, das atividades intelectuais. (VON BORRIES, 2016, p. 32). Nesse viés, a aprendizagem histórica se faz com as articulações estabelecidas para aquilo que possa relacionar o contexto do estudante aos acontecimentos objetivos da história, reafirmando e trazendo novas perspectivas de abordagens sobre a sua própria história, conceitos que demonstrem a representatividade para que isso possa ter impactos na sua vida prática desses jovens estudantes. Na escola quilombola João Surá, local em que foi realizado o primeiro trabalho desta pesquisadora, foram estabelecidos alguns diálogos com professores, gestores e principalmente com estudantes da escola e notou-se que as discussões no âmbito das lutas, da resistência, ou seja, a história traumática são realizadas. Também foi possível perceber que essa história difícil desses povos são elementos de debate tanto na escola quanto em suas residências com suas famílias e amigos da comunidade. O próximo passo para o desenvolvimento dessa pesquisa serão realizadas as categorizações dos trabalhos realizados junto aos estudantes e também do questionário feito com os professores. Quanto ao estado de São Paulo, adotaram como currículo a proposta estabelecida pelas orientações dadas pelos Parâmetros Curriculares Nacionais, que estabelece a pedagogia das competências, forma que está adquirindo força pelo documento da Base Nacional Comum Curricular. O documento considera a história utilitarista, mas relacionando o ensino ao conhecimento analisado a partir de vestígios e fragmento das humanidades ao longo da história. Enfatiza-se os conteúdos presentes nos programas e currículos os conteúdos mais importantes, considerando a necessidade de conceber a arquitetura curricular a partir de escolhas e do encadeamento conceitual (SÃO PAULO, 2012, p. 29). Nessa perspectiva, o documento propõe habilidades mais fechadas quanto aos conteúdos, colocando ao longo do texto introdutório algumas explicitações sobre possibilidades da transversalidade, mas afirmando a proposta disciplinar. Dentre desse rol de habilidades expostas, algumas abordam sobre o Conteúdo da Ditadura Militar no Brasil e em outro ano formas de resistência (os quilombos), o fim do tráfico e da escravidão, sendo a proposta das habilidades do documento paulista a maneira de

7 Identificar as formas de resistência dos africanos e afrodescendentes visando à extinção do trabalho escravo, com ênfase para os quilombos [...]; Caracterizar os governos militares instalados no Brasil a partir de 1964, considerando especialmente a supressão das liberdades e a repressão à oposição [...]; Identificar os principais movimentos de resistência aos governos militares. Conforme excerto apontado, ainda é possível fazer uma análise da cognição histórica situada de conceitos mais amplos relacionados aos contextos da história local, com a possibilidade de fazê-lo no Plano de Trabalho do Docente, a partir de abordagens a respeito da história difícil ocorrida da região de Cajati, com caça aos militantes do grupo de Lamarca e tortura realizada com moradores locais, culminando com a ação truculenta do governo com a Operação Registro realizando bombardeios com Napalm na região. Mas nas escolas do Vale do Ribeira no estado de São Paulo ainda não foram realizadas entrevistas e pesquisas sobre as discussões dos conteúdos sobre essa realidade. Vale ressaltar ao final dessas análises algumas reflexões acerca das possibilidades de encaminhamentos e articulações aos conceitos já estabelecidos e reconhecidos historicamente com a chamada história difícil. Sobre essa concepção, Bodo Von Borries (2016) discute algumas questões para a compreensão da Burdening History, no qual cita que o termo história difícil cabem observações de questões sistemáticas e do uso desse termo. Dessa maneira BORRIES destaca que diferentes maneiras de expressar e desenvolver categorias centrais são possíveis, mas elas devem ser logicamente claras e moralmente convincentes (BORRIES, 2016, p. 33) ao que se refere na culpa enquanto sofrimento ou dano e se esta existe de maneira coletiva ou herdada ou se ainda esta pode ser uma noção equivocada. Ainda quanto a culpa, Borries ainda estabelece que qualquer atribuição de culpa a pessoas inocentes e não envolvidos ou gerações posteriores é uma reação ilógica, injusta e arcaica em si. (BORRIES, 2016, p. 33). Portanto, os conteúdos abordados sobre os descendentes das comunidades tradicionais, bem como aqueles que sofreram com ações violentas e truculentas de um governo autoritário, ditatorial que estão relacionados ao Vale do Ribeira são justificativas para que se consiga ultrapassar essa noção ilógica e passe a se perceber e conceber uma relação humanística. CONSIDERAÇÕES FINAIS

8 Até o presente momento dessa pesquisa, foi possível analisar que embora alguns documentos deixem um pouco mais livres ao trabalho autônomo do professor e outros fechem um pouco, ainda é passível em ambos estados as instituições realizarem inserções de temas controversos da história. Isso demonstra a viabilidade do trabalho com os conceitos traumáticos da História Local do Vale do Ribeira articulado aos conteúdos sobre a História do Brasil, tais como o conteúdo de Ditadura Militar no Brasil e a história dos povos afrodescendentes e as comunidades tradicionais quilombolas, com suas inúmeras memórias coletivas, histórias diversas de fatos em que demonstram os momentos truculentos e violentos da região, com seus sujeitos de lutas e resistências. Por isso, o projeto sobre o Vale do Ribeira e as questões controversas e também as pesquisas realizadas vêm contribuir com a construção de propostas invisibilizadas para trazer ao conhecimento as histórias dessas populações muitas vezes silenciadas e que ganham cada vez mais voz e amplitude ao relatarem as memórias vivenciadas nessas histórias controversas. Referências ASSMASNN, Aleida. Espaços da Recordação: formas e transformações da memória cultural. Tradução de: Paulo Soethe. Campinas, SP: Editora da Unicamp, BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado Federal: Centro Gráfico, 1988., Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Diretoria de Currículos e Educação Integral. Brasília, DF: 2017., Ministério da Educação. Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação Básica. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Diretoria de Currículos e Educação Integral. Brasília: MEC, SEB, DICEI, Lei 9394/96 Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Disponível em < >. Acesso em: 25 abr Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: introdução aos parâmetros curriculares nacionais. Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1997.

9 COOPER, Hilary. Ensino de História na Educação Infantil e Anos Iniciais: um guia para professores. Tradução de: Rita de Cássia K. Jankowski; Maria Auxiliadora M. S. Schmidt; Marcelo Fronza. Curitiba: Base Editorial, OLIVEIRA, Thiago Augusto Divardim. O Ensino e a Aprendizagem como Práxis: perspectivas da educação histórica na visão dos professores. XI ANPED SUL Seminário de Pesquisa em Educação da Região Sul, Disponível em: < Acesso em 12 abr PARANÁ, Secretaria de Estado da Educação. Superintendência da Educação. Diretrizes Curriculares Orientadoras da Educação Básica para a Rede Estadual de Ensino - História. Curitiba: SEED, SÃO PAULO, Secretaria da Educação. Currículo do Estado de São Paulo: Ciências Humanas e suas tecnologias. 1. ed. atual. São Paulo: SE, SCHMIDT, Maria Auxiliadora. Aprendizagem da burdening history : desafios para a educação histórica. MNEME Revista de Humanidades. Caicó, v. 16, n. 36, p , jan./jul Disponível em: < view/8094/6124>. Acesso em 20 jun Cognição Histórica Situada: que aprendizagem histórica é esta? ANPUH XXV Simpósio Nacional de História Fortaleza, Disponível em: < Acesso em 17 abr VON BORRIES, Bodo. Jovens e consciência histórica. (Orgs. e tradução) SCHMIDT, Maria Auxiliadora; FRONZA, Marcelo; NECHI, Lucas Pydd. Curitiba: W.A. Editores, 2016.