X Legislatura Número: 43 I Sessão Legislativa (2011/2012) Quarta-feira, 18 de Julho de 2012 REUNIÃO PLENÁRIA DE 18 DE JULHO

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1 Região Autónoma da Madeira Diário Assembleia Legislativa X Legislatura Número: 43 I Sessão Legislativa (2011/2012) Quarta-feira, 18 de Julho de 2012 REUNIÃO PLENÁRIA DE 18 DE JULHO Presidente: Exmo. Sr. José Miguel Jardim de Olival Mendonça Secretários: Exmos. Srs. Rui Miguel Moura Coelho Ana Mafalda Figueira da Costa Sumário O Sr. Presidente declarou aberta a Sessão às 9 horas e 20 minutos. PERÍODO DE ANTES DA ORDEM DO DIA:- Iniciaram-se os trabalhos com a continuação dos pedidos de esclarecimento à intervenção proferida pela Sra. Deputada Rafaela Fernandes (PSD) no passado dia 3 de Julho. Usaram da palavra para o efeito os Srs. Deputados Vânia Jesus (PSD), Gualberto Fernandes (PSD), Vicente Pestana (PSD), Agostinho Gouveia (PSD), Savino Correia (PSD), Maximiano Martins (PS) e Nivalda Gonçalves (PSD). - Ainda neste período foram aprovados, por unanimidade, três Votos de Pesar pelo Falecimento do livreiro Jorge Figueira de Sousa, apresentados pelos grupos parlamentares do PS, do PSD e do CDS/PP. Intervieram sobre os mesmos os Srs. Deputados Lopes da Fonseca (CDS/PP), Emanuel Gomes (PSD), Victor Freitas (PS) e Edgar Silva (PCP). PERÍODO DA ORDEM DO DIA:- Deu-se início à primeira parte com a leitura do parecer da Comissão de Regimento e Mandatos a propósito do pedido de levantamento da imunidade parlamentar do Deputado José Manuel Coelho, do PTP, no âmbito do processo n.º 2131/11.2PBFUN, conforme solicitação feita pelo Tribunal Judicial do Funchal Instrução Criminal, através do ofício n.º , de 28 de Maio de Votado por escrutínio secreto, foi o pedido aprovado com 27 votos Sim, 11 votos Não e 8 votos brancos. - Entrou-se na segunda parte com a apreciação, na generalidade, do projeto de proposta de lei à Assembleia da República, da autoria do Partido Socialista, intitulado Financiamento dos sobrecustos de transporte relativo aos combustíveis comercializados na Madeira, decorrente da obrigatoriedade de cumprimento do princípio da continuidade territorial, colocado em causa com o aumento do IVA e do ISP na Madeira. Usaram da palavra no debate os Srs. Deputados Carlos Pereira (PS), Agostinho Gouveia (PSD), José Manuel Coelho (PTP), Roberto Vieira (MPT), Lino Abreu (CDS/PP), Raquel Coelho (PTP), Jaime Filipe Ramos (PSD), Pedro Coelho (PSD), Edgar Silva (PCP), Teófilo Cunha (CDS/PP) e Roberto Rodrigues (CDS/PP). Submetido à votação, o projeto foi aprovado por unanimidade. - Seguiu-se a continuação da apreciação do projeto de decreto legislativo regional, da autoria do Partido Socialista que Obriga o Presidente do Governo Regional a comunicar à Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira, as suas ausências da RAM, bem como de outros Membros do Governo Regional que se deslocam para fora do território da RAM, na qual intervieram os Srs. Deputados Edgar Silva (PCP) e José Manuel Coelho (PTP). Entretanto, e ao abrigo do artigo 69.º, ponto 3, do Regimento, passou-se à IV Parte, com as seguintes votações: - Votação final global do Projeto de Resolução, da autoria do Partido Comunista Português, intitulado Reposição da taxa do IVA nos serviços de alimentação e bebidas, aprovado por unanimidade; /

2 / - Votação do Requerimento, subscrito pelo Partido Social Democrata, intitulado Agendamento potestativo do projeto de proposta de lei à Assembleia da República intitulado Procede à terceira alteração ao Decreto-lei n.º 66/2008, de 9 de abril, alterado pela Lei n.º 50/2008, de 27 de agosto e pela Lei n.º 21/2011, de 20 de maio que Regula a atribuição de um subsídio de mobilidade social aos cidadãos beneficiários no âmbito dos serviços aéreos entre o Continente e a Região Autónoma da Madeira, aprovado por unanimidade. - Votação final global do Projeto de Resolução, da autoria do Partido Social Democrata, intitulado Alteração da legislação em vigor em Portugal (Decreto-lei n.º 15/93, de 22 de janeiro), por um novo alinhamento político em matéria de estupefacientes e adubos, aprovado por unanimidade. - Por fim, a Câmara rejeitou um Recurso do CDS/PP pelo facto de a Mesa ter rejeitado o agendamento do seu Projeto de Decreto Legislativo Regional intitulado Compensação e dação em pagamento de dívidas fiscais. O Sr. Presidente declarou encerrada a Sessão às 12 horas e 40 minutos. Pág. 2 O SR. PRESIDENTE (Miguel Mendonça):- Muito bom dia a todos V. Excelências. Estavam presentes os seguintes Srs. Deputados: PARTIDO SOCIAL-DEMOCRATA (PSD) Agostinho Ramos de Gouveia Ana Mafalda Figueira da Costa Ana Maria de Gouveia Serralha Edgar Alexandre Garrido Gouveia Emanuel Sabino Vieira Gomes Jaime Ernesto Nunes Vieira Ramos Jaime Filipe Gil Ramos José António Coito Pita José Gualberto Mendonça Fernandes José Jardim Mendonça Prada José Lino Tranquada Gomes José Luís Medeiros Gaspar José Miguel Jardim Olival Mendonça José Paulo Baptista Fontes José Pedro Correia Pereira José Savino dos Santos Correia Maria João França Monte Maria Rafaela Rodrigues Fernandes Miguel José Luís de Sousa Nivalda Nunes Silva Gonçalves Pedro Emanuel Abreu Coelho Roberto Paulo Cardoso da Silva Rui Miguel Moura Coelho Vânia Andrea de Castro Jesus Vicente Estêvão Pestana CENTRO DEMOCRÁTICO SOCIAL/PP (CDS/PP) António Manuel Lopes da Fonseca Carlos Alberto Morgado Fernandes José Roberto Ribeiro Rodrigues Lino Ricardo Silva de Abreu Maria Isabel Vieira Carvalho de Melo Torres Mário Jorge de Sousa Pereira Martinho Gouveia da Câmara Rui Miguel da Silva Barreto Teófilo Alírio Reis Cunha PARTIDO SOCIALISTA (PS) Ana Carina Santos Ferro Fernandes Avelino Perestrelo da Conceição Carlos João Pereira Maria Luísa de Sousa Menezes Gonçalves Mendonça Maximiano Alberto Rodrigues Martins Vítor Sérgio Spínola de Freitas PARTIDO TRABALHISTA PORTUGUÊS (PTP) José Manuel da Mata Vieira Coelho

3 José Luís Gonçalves Rocha Raquel da Conceição Vieira Coelho PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS (PCP) Edgar Freitas Gomes Silva PARTIDO DA NOVA DEMOCRACIA (PND) Rubina Filipa Gouveia Jardim Sequeira PARTIDO PELOS ANIMAIS E PELA NATUREZA (PAN) Rui Manuel dos Santos Almeida MOVIMENTO PARTIDO DA TERRA (MPT) Roberto Paulo Ferreira Vieira Temos quórum, declaro aberta a Sessão. Eram 9 horas e 20 minutos. O SR. PRESIDENTE (Miguel Mendonça):- E prosseguimos na formulação de pedidos de esclarecimento à Sra. Deputada Rafaela Fernandes. Sra. Deputada Vânia Jesus, tem a palavra, para formular o pedido de esclarecimento. A SRA. VÂNIA JESUS (PSD):- Muito obrigado, Sr. Presidente. Sras. e Srs. Deputados, Sra. Deputada Rafaela, a Sra. Deputada na sua intervenção, disse, e bem, que existe uma anormalidade de comportamento e de episódios protagonizados por alguns parlamentares, referindo-se na sua intervenção ao momento solene do Dia da Região. E eu diria que, para não variar, assistimos todos a um circo de má qualidade e que foi um claro desrespeito, não só à história da Região, mas também porque aquela efeméride celebra a memória de todos aqueles que fizeram e fazem pela história da Região Autónoma da Madeira. Mas estes episódios, eu diria, Sra. Deputada, que são sistemáticos Aparte inaudível do Sr. José Manuel Coelho (PTP). e mais condenável quando têm a ajuda generosa e complacente da imprensa regional, que acompanha situação a situação, gesto a gesto, e, mais grave ainda, é que, se já não bastasse toda esta encenação, juntam-se alguns parlamentares desta Casa que se mostram indignados, mas depois são os primeiros a aplaudir estes ilustres parlamentares fora e dentro dos mesmos partidos. Mas eu diria isto, para perguntar à Sra. Deputada Rafaela, se são, ou não são, esses partidos da oposição, também eles, os partidos da situação? Porque eu gostaria, e seria importante que a Sra. Deputada Rafaela Fernandes voltasse a lembrar neste Parlamento qual foi o partido que aplaudiu a Lei das Finanças Regionais que, como sabem os senhores deputados, tirou verbas à Região Autónoma da Madeira, que não só nos eram devidas, mas que não só não nos foram transferidas, como também foram retiradas! Quais foram os partidos que olharam com preconceito político e ideológico para a questão do Centro Internacional de Negócios da Madeira e que fizeram um discurso que hoje trouxe prejuízos que não são reversíveis? E por último, quem são os partidos que sistematicamente, e perante as dificuldades das empresas e das famílias na Região Autónoma da Madeira, apresentam como se fossem O SR. PRESIDENTE (Miguel Mendonça):- Termino o tempo, Sra. Deputada. A ORADORA:- Já termino, Sr. Presidente. soluções milagrosas, apresentando soluções, como se não conhecessem os condicionalismos e as obrigações legais a que a Região está obrigada pelo Plano de Ajustamento? Obrigada. O SR. PRESIDENTE (Miguel Mendonça):- Muito obrigada, Sra. Deputada. Sra. Deputada Rafaela Fernandes para responder, tem a palavra. A SRA. RAFAELA FERNANDES (PSD):- Obrigada, Sr. Presidente. Sras. e Srs. Deputados, da sua intervenção, Dra. Vânia Jesus, temos três questões que me parecem pertinentes salientar na minha resposta. A primeira, relativamente àquilo que é o primeiro de Julho e que deve ser uma data que deve merecer, da parte de todos, sem exceção, o respeito pela mesma. Simboliza a afirmação de uma opção constitucional em termos de regime político-administrativo para a região insular, para a Região Autónoma da Madeira, e a mesma se calhar é aquela que tem permitido que ao longo destes anos muito desenvolvimento que se concretizou na Região tivesse sido possível. Mas mais do que isso, foi a porta aberta para que os portugueses da Região Autónoma da Madeira pudessem ser considerados como portugueses também, tal como os do restante País. Aparte inaudível do Sr. José Manuel Coelho (PTP). Pág. 3

4 E o que importa aqui salientar, é que não se entendeu, de facto tenho algumas dificuldades em perceber, nomeadamente quando se viu na imprensa a publicitação da realização de um pacto entre os vários partidos da oposição, quando os mesmos têm, desde logo, ideologias completamente distintas. E pese embora as razões de fundo da celebração desse pacto tivessem, na sua essência, algo que poderia tornálos mais fortes em torno de questões verdadeiramente pertinentes para a Região, quando vamos a ver que razões é que levaram à celebração deste pacto pasme-se!, porque essas razões não são nada que seja relevante para a vida do madeirense e do portosantense, para a melhoria da sua qualidade de vida, para a resolução dos seus problemas. É verdade que para nós, seguramente, é muito mais estranho percebermos como é que há partidos de ideologias diferentes que se juntam num pacto com objetivos pouco claros e completamente obscuros, mas mais do que isso, é nós percebermos e tentarmos perceber, que não conseguimos perceber, como é que há, da parte da oposição, dois partidos com especial responsabilidade, e eu terei que nomeá-los, porque é o CDS e o PS, o PS com grande peso naquilo que é o passado, naquilo que nós gravámos Pág. 4 O SR. PRESIDENTE (Miguel Mendonça):- Terminou o tempo, Sra. Deputada. A ORADORA:- em termos de governação do Partido Socialista, e que todos os momentos de intervenção são sempre, e termino já, Sr. Presidente, são sempre numa tentativa de nos fazer esquecer de tudo aquilo que está para trás! O SR. PRESIDENTE (Miguel Mendonça):- Muito obrigado, Sra. Deputada. Sr. Deputado Gualberto Fernandes para uma intervenção, tem a palavra. O SR. GUALBERTO FERNANDES (PSD):- Muito obrigado, Sr. Presidente. Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, amanhã faz anos que esta Assembleia foi instalada. É um símbolo da autonomia, é um símbolo da democracia, mas o que temos visto ao longo dos últimos anos, é perder autonomia, principalmente desde o Governo do Sr. Engenheiro Sócrates está a haver um retrocesso na autonomia da nossa terra. Sra. Deputada, ontem falava ali o Sr. Deputado Roberto acerca da lealdade do Sr. Presidente. Sr. Deputada, não acha que o Sr. Presidente tem sido leal aos madeirenses? Não acha que o Sr. Presidente do Governo tem feito muito pela nossa terra? Acha que alguém faria tanto pela nossa terra como o Sr. Presidente do Governo? Se há alguém que é leal a esta terra, é o Sr. Presidente do Governo, porque, primeiro está a Madeira, e depois estará o resto! Muito obrigado. Sra. Deputada Rafaela Fernandes para responder, tem a palavra. A SRA. RAFAELA FERNANDES (PSD):- Sr. Presidente, sabe, Deputado Gualberto, sabe que há aquela sabedoria popular que, as pessoas uma vez servidas, não olham a quem as ajudou!. E infelizmente eu vejo muitas pessoas que de repente passaram a ser especialistas em contabilidade pública, em finanças públicas, em obras públicas, sem sequer perceberem minimamente aquilo que fazem, porque vão a reboque de meia dúzia de críticas que passaram a ser feitas desde o ano passado, nomeadamente nas vésperas das eleições regionais. E o que é facto é que, quando eu pergunto a uma pessoa que vive no Porto do Moniz, e pergunto: Mas diga, o senhor, quando vai para casa, vai como? O SR. MARTINHO CÂMARA (CDS/PP):- De helicóptero! A ORADORA:- Vai pela estrada regional, ou vai pela via rápida? E a pessoa responde: Ah! Nós vamos pela via rápida, porque é muito mais rápido! Burburinho nas bancadas da oposição. E eu pergunto: Qual foi o investimento feito, se tivéssemos que fazer esta relação per capita em relação ao concelho do Porto do Moniz, pelas infraestruturas viárias que foram criadas? Burburinho nas bancadas da oposição. Perguntamos a uma pessoa de Machico: Qual é a qualidade de vida que hoje tem uma pessoa de Machico? O Dr. Emanuel Gomes está aqui presente e poderá testemunhar precisamente que hoje a qualidade de vida das pessoas de Machico evoluiu significativamente. E estamos a falar de uma terra que está a 15, 20 minutos do Funchal! E eu poderia continuar a dar exemplos por outras freguesias, por outros concelhos da Região Autónoma da Madeira, porque a verdade é que, passados estes 36 anos, foram criadas as infraestruturas que eram básicas para nós conseguirmos ter uma Região com capacidade de promover o desenvolvimento. É aquela sabedoria popular: Está servido, esqueceu-se de quem ajudou!. Uma voz do PSD:- Muito bem! A ORADORA:- E este é que é o raciocínio de muitos daqueles que são os críticos que às vezes apanhamos no exterior desta Assembleia e que acham que de repente são especialistas em contabilidade pública, mas que não pescam patavina de nada sobre concursos públicos. Às vezes eu ouço pessoas dizerem: Mas porque é que quem faz as obras são empresas do estrangeiro e não são empresas daqui da Madeira? Mas esquecem-se que há regras em termos de concursos públicos, por exemplo, em relação às obras públicas.

5 E há toda uma incompreensão, que depois, não sendo devidamente esclarecida, nomeadamente pelos partidos da oposição, que se aproveitam desta ignorância de alguma forma existente, acabam por de alguma forma minar aquilo que seria um bom ambiente na nossa sociedade. Relativamente às comemorações daquilo que é o funcionamento desta Assembleia. O SR. PRESIDENTE (Miguel Mendonça):- Terminou o tempo, Sra. Deputada. A ORADORA:- Eu gostaria de aproveitar o momento para louvar uma das iniciativas que têm sido feitas pelo Sr. Presidente desta Casa, que é o de, no fundo, levar a Assembleia até às escolas. Acho que essa iniciativa é muito positiva, o que faz com que de alguma forma, pelo menos esta geração de jovens, possam ter uma identificação com alguma coisa que já não lhes está no sangue, porque já nasceram muito depois do 25 de Abril, e que é uma forma destes jovens valorizarem esta Instituição! O SR. PRESIDENTE (Miguel Mendonça):- Muito obrigado, Sra. Deputada. Sr. Deputado Vicente Pestana para um pedido de esclarecimento, tem a palavra. O SR. VICENTE PESTANA (PSD):- Muito obrigado, Sr. Presidente. Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, Sra. Deputada Rafaela, em primeiro lugar, eu gostava de felicitá-la pela sua muito oportuna intervenção. Na realidade, a Sra. Deputada demonstrou aqui, com factos concretos, que, e bem a propósito das comemorações do Dia da Região, que tem sido vista e analisada esta questão ao nível regional e ao nível nacional com o mais profundo sectarismo. Na realidade, aquilo que nos Açores e no Continente é normal, aqui na Madeira é anormal; aquilo que nos Açores e no Continente, ou em qualquer parte do mundo, é pura democracia, aqui é antidemocrático; aquilo que constitui fatores de uma democracia plena nos Açores ou no Continente, aqui constitui défice democrático. E a Sra. Deputada, com factos concretos, demonstrou e pôs a nu que, quem faz esta análise, está a ser sectário e deve corrigir essa rota! E a pergunta que eu lhe colocava era a seguinte: será que esta posição não será uma falsa justificação para tentar justificar as limitações e as debilidades da oposição? Será que não será também isto um tique que já se começa a instalar e que se nota, por exemplo, nos debates? Ainda ontem assisti a um debate televisivo em que, desde que o representante do PSD comece a falar, já ninguém o deixa falar. A Sra. Deputada, própria, tem sido vítima dessa situação ao nível dos debates, em que ouve com atenção aquilo que os outros têm para dizer, mas quando começa a falar todos a querem interromper e não a deixam falar. Burburinho na bancada da oposição. E eu pergunto-lhe, se isto não serão tiques, de forma que O SR. PRESIDENTE (Miguel Mendonça):- Terminou o tempo, Sr. Deputado. O ORADOR:- Já termino, Sr. Presidente. já parece que a oposição entende que só tem direitos e o PSD já só tem deveres!? Sra. Deputada Rafaela Fernandes para responder, tem a palavra. A SRA. RAFAELA FERNANDES (PSD):- Bom, Sras. e Srs. Deputados, Deputado Vicente Pestana, as regras de boa educação ao nível do debate parlamentar fica à conta de cada um. E quando estamos em debates televisivos Apartes inaudíveis na bancada do PTP. a situação por vezes não é muito fácil, de facto. E eu gostaria, Sr. Deputado Vicente Pestana, de aproveitar a sua pergunta, só para dar aqui um exemplo muito interessante, que já foi aqui falado por vários colegas da comissão das finanças, e que é o seguinte: a propósito da dívida da Região Autónoma da Madeira quando comparada com aquilo que é o valor da dívida do BPN, quando comparada com aquilo que é o valor da dívida das empresas de transportes públicos, daquelas empresas que são empresas que recebem indeminizações compensatórias do Estado, que fazem greve e que boicotam o País, e o que é que tem acontecido da parte da oposição relativamente a estas situações, enquanto partidos com responsabilidade na Assembleia da República? Comparativamente ao que aconteceu em relação ao valor da dívida da Madeira, é que nem comparação possível tem! Agora, imagine-se que nós tivéssemos aqui comboios e tivéssemos aqui uma transportadora aérea semelhante àquilo que acontece com a TAP, que fosse nossa, e que tivesse a dívida que tem, o que não seria!? O que não seria! Uma voz do PSD:- A Casa da Música do Porto! A ORADORA:- Se tivéssemos a Casa da Música do Porto, com a dívida que tem! Quer dizer, há uma série de exemplos de dívidas de estruturas a nível nacional e de instituições a nível nacional que, sendo muito maiores do que a da Região Autónoma da Madeira, e não tendo um proveito para a comunidade, como tem a dívida feita no caso da Região Autónoma da Madeira, nunca mereceram da parte, nem do PS, nem do CDS, nem sequer do PCP, qualquer tipo de repúdio, que se esperaria, face ao esforço que tiveram relativamente à dívida da Madeira! Pág. 5

6 Pág. 6 Apartes inaudíveis nas bancadas da oposição. O SR. PRESIDENTE (Miguel Mendonça):- Muito obrigado, Sra. Deputada. Sr. Deputado Agostinho Gouveia para um pedido de esclarecimento, tem a palavra. O SR. AGOSTINHO GOUVEIA (PSD):- Obrigado, Sr. Presidente. Sras. e Srs. Deputados, Sra. Deputada Rafaela, também era esta a pergunta que eu ia fazer, mas já que tocou naquele assunto Risos na bancada do PSD. mas ainda bem que falou na questão das despesas, que até vou derivar até para essa, que me dá mais jeito (risos). Sra. Deputada, é muito comum ultimamente vermos o Partido Socialista e o CDS/PP O SR. VICTOR FREITAS (PS):- Dá para ver!? O ORADOR:- a fazerem as suas visitas pelos concelhos, a enumerar a quantidade de defeitos que encontram em cada concelho, mas a anunciar soluções, alternativas. Aparte inaudível do Sr. Victor Freitas (PS). Isso dá mais trabalho, é melhor virar para outros! E o que seria, pegando nas suas palavras de há pouco, o que diria esta oposição, se o nível de endividamento fosse para situações, como vemos, uma REFER, que tem uma dívida superior à de todas as câmaras do País juntas? É que todas as câmaras têm obra social, todas as câmaras têm obras para a população, e naturalmente tiveram que fazer dívida, mas só uma empresa nacional de transportes tem uma dívida superior a todas as câmaras do País, juntas. O que diria esta oposição, se tivéssemos este nível de endividamento na Região?! Mas mais! O País tem 36 contratos público-privados, até Só nesses contratos público-privados, tem uma dívida de 12 mil milhões de euros, o dobro do que toda a dívida da Região Autónoma da Madeira. Se a essas parcerias públicas-privadas juntarmos a concessão da saúde, vamos para 18 mil milhões de euros, três vezes a dívida da Região; e se juntarmos a Estradas de Portugal, que é uma concessão que vai até ao final deste século era um escândalo em qualquer parte do Mundo, uma concessão que vai até quase ao final do século! O SR. PRESIDENTE (Miguel Mendonça):- Terminou o tempo, Sr. Deputado. O ORADOR:- a dívida vai para 60 mil milhões. O que diria esta oposição, se na Região tivéssemos esta proporcionalidade?! Aparte inaudível do Sr. Teófilo Cunha (CDS/PP). Sra. Deputada Rafaela Fernandes para responder, tem a palavra. A SRA. RAFAELA FERNANDES (PSD):- Obrigada, Sr. Presidente. Sras. e Srs. Deputados, o Sr. Deputado de facto deu vários exemplos daquilo que são interesses para manter a Região Autónoma da Madeira na primeira linha da polémica em termos de comunicação social, porque dá jeito, na imprensa nacional, falar-se da Região Autónoma da Madeira e de questões que são nossas, ou de «episódios das palhaçadas», e para se distrair, neste caso concreto, a população portuguesa, em vez de se discutir os problemas sérios do País. Naturalmente, essas PPP a que fez referência são situações que movem muitos interesses e dá sempre muito jeito não expor na polémica e no assunto do dia e distraí-los com as «palhaçadas» e com outras coisas relativamente à Região Autónoma da Madeira. Aparte inaudível do Sr. Victor Freitas (PS). O SR. PRESIDENTE (Miguel Mendonça):- Muito obrigado, Sra. Deputada. Sr. Deputado Savino Correia para um pedido de esclarecimento, tem a palavra.

7 O SR. SAVINO CORREIA (PSD):- Sr. Presidente, Srs. Deputados, eu gostava de confrontar a Sra. Deputada Rafaela Fernandes com uma questão que tem sido ultimamente debatida muito na sociedade portuguesa, que tem sido as últimas greves, sobretudo em sectores como a CP, a TAP, os Controladores de Tráfego Aéreo (excluindo aqui os médicos, porque os médicos de facto têm um historial diferente, porque sempre secundarizaram a carreira, porque tinham outras formas de compensação salarial), mas o que eu lhe quero colocar aqui é que, no contexto em que, de crise, de dificuldades, estes sectores que auferem rendimentos, portanto, salários acima da média dos portugueses, e no momento de crise, essas corporações, que estão em contraste com o interesse do Estado, de facto têm direitos, têm o direito à greve, consagrado constitucionalmente, mas os direitos também têm que se compaginar com outros direitos, há direitos e direitos superiores, direitos do Estado, direitos da Nação, que devem ser aqui também equacionados. Aquilo que eu queria aqui lhe colocar muito diretamente, pese embora esta matéria seja muito contraditória e controvertida, e tem sido, mesmo no direito laboral, é saber a possibilidade de, mantendo os serviços mínimos, suspender ou impedir o direito de greve em momento de crise e de dificuldades nestes sectores, a funcionários que estão em áreas que provocam muitos prolemas económicos e financeiros ao País, e o País precisa dessa gente para poder alavancar a sua vida social e económica!? E a segunda questão, não sei se tem tempo, eu penso que não vai ter tempo, mas eu gostava que falasse um pouco de questões concretas. Sei que nós, quando não falamos aqui das questões sociais, não descemos à terra. E eu, ainda há tempos, tive a oportunidade de ir ao Campanário assistir a algo de muito importante que está a funcionar e até pode ser aperfeiçoado, que é a Congregação de São Bento da Ribeira Brava, o trabalho notável que faz no plano assistencial, no plano da distribuição de refeições à parte oeste da Ilha, mas também ao nível do apoio domiciliário. Eu penso que este exemplo deve ser do conhecimento O SR. PRESIDENTE (Miguel Mendonça):- Terminou o tempo, Sr. Deputado. O ORADOR:- dos Srs. Deputados, para falarmos do concreto, na prática e no terreno, o que é que se está a fazer nesta área, e acho que este exemplo é muito relevante e que devia ser aqui francamente apresentado. Muito obrigado. Sra. Deputada Rafaela Fernandes para responder, tem a palavra. A SRA. RAFAELA FERNANDES (PSD):- Sr. Presidente, Sr. Deputado Savino, relativamente à questão do direito à greve, nem precisamos de fazer a comparação entre aquilo que seria o direito à greve de determinados trabalhadores de determinadas áreas profissionais, com eventuais direitos superiores ou de interesse público nacional, porque aquilo que desde logo está em causa, é a comparação entre uns trabalhadores e outros, aqueles que boicotam o funcionamento da economia e aqueles que ficam sem trabalho porque não conseguem ter a economia a funcionar. É esta a comparação que nós devemos fazer. Estamos ao mesmo patamar de comparação, trabalhadores da hotelaria que deixaram de ser contratados porque os hotéis estiveram vazios, e trabalhadores de transportadoras ou, no caso concreto da Groundforce, que deixaram de permitir que o transporte aéreo funcionasse com consequências para a hotelaria. Portanto, é uma comparação ao mesmo nível, que é nós percebermos: mas será que todos estes trabalhadores não têm direito a trabalhar? Será que eles não têm direito a ter o seu trabalho? É que mais do que sequer compararmos, e essa comparação também é legítima com aquilo que são interesses superiores da Nação face ao nosso estado atual, é nós compararmos trabalhadores com trabalhadores e sabermos que uns prejudicam os outros quando têm estas situações de greve! Mas eu não posso deixar também de frisar algo que já tenho dito relativamente à questão da greve, é que aqueles que são os primeiros a incentivar a greve, são aqueles que depois vem exigir que o País funcione. E isto é que não pode ser, porque não é possível a mesma pessoa se sentar no sindicato para promover a greve, e depois se sentar no partido político para dizer: É preciso desenvolver, a economia está parada, isto não anda!. E, portanto, esta situação bipolar de algumas pessoas é uma situação que tem que ser revista, nomeadamente relativo àquilo que é o papel dos sindicatos, porque numa altura de crise são fundamentais como parceiros do Governo para ultrapassar determinado tipo de situações. Relativamente àquilo que O SR. EDGAR SILVA (PCP):- Bom, bom, era a escravatura! A ORADORA:- Não, Sr. Deputado Edgar, vamos, vamos centrar, até porque, Dr. Edgar, se não estivéssemos numa democracia, muita coisa poderia acontecer. A prova provada que estamos numa democracia, é que acontecessem muitas coisas muito estranhas! Aparte inaudível do Sr. Victor Freitas (PS) Relativamente ao trabalho social, e o Deputado Savino na sua intervenção fez referência ao Centro Social e Paroquial de São Bento. Efetivamente, nós tivemos oportunidade de conhecer o trabalho desta Instituição. Por acaso não sei se no périplo que ali o PS fez à Ribeira Brava, se teve oportunidade de conhecer O SR. PRESIDENTE (Miguel Mendonça):- Terminou o tempo, Sra. Deputada. Pág. 7

8 Pág. 8 A ORADORA:- localmente o trabalho do Centro Social e Paroquial de São Bento!? Se não teve, é pena! Eu desafio os senhores a conhecerem o trabalho desta Instituição, porque ela tem um trabalho social de mérito. E retomando aquilo que há pouco foi dito por um dos outros colegas, sabe que as visitas aos concelhos por parte dos partidos da oposição nem sequer servem para valorizar o trabalho social que é feito por muitas instituições em cada um dos concelhos! O SR. PRESIDENTE (Miguel Mendonça):- Muito obrigado, Sra. Deputada. Sr. Deputado Maximiano Martins para um pedido de esclarecimento, tem a palavra. O SR. MAXIMIANO MARTINS (PS):- Sr. Presidente, Sra. Deputada Rafaela Fernandes, a Sra. Deputada falou há duas semanas e um dia (que é algo do ponto de vista regimental que havemos de falar em tempo oportuno, porque me parece que as questões então suscitadas teriam outra atualidade, mas, enfim, é assim que está previsto, e a Sra. Deputada nesta Assembleia cumpre o Regimento), a Sra. Deputada falou da celebração do 1 de Julho, do 1.º de Julho, e bem, e certamente lamenta que as forças partidárias não tenham estado juntas nas celebrações do Dia da Região. O Dia da Região deveria ser um dia em que todos se reveem, e como tal, todos deveriam marcar a sua presença. É lamentável que não estivéssemos juntos, e é bom que pensemos nas responsabilidades por esse facto. E reconhecerá certamente que a maioria, sendo maioria, determinando as regras do jogo, tem responsabilidades por esse facto e deve assumi-las. E eu devo dizer que vejo com pena, vejo com pena, que a festa do 1.º de Julho seja em grande parte uma «festa laranja», desculpe a expressão, porque esta festa do 1.º de Julho, o Presidente é da maioria, mas isso decorre Aparte inaudível do Sr. Medeiros Gaspar (PSD). das regras do jogo, e muito bem, e eu respeito, como bem sabe; Burburinho na bancada do PSD. o anfitrião concilio, é um anfitrião autarca também do PSD, mas isso decorre da regra do jogo da democracia, mas o convidado palestrante, cuja responsabilidade não sei a quem se deve, não tem sentido nenhum! Protestos na bancada do PSD. Não tem sentido e se tivessem ouvido a oposição O SR. PRESIDENTE (Miguel Mendonça):- Terminou o tempo, Sr. Deputado. O ORADOR:- Eu termino. se se tivessem sentado com a oposição a discutir o formato do 1.º de Julho, saberia também que o Professor Bacelar Gouveia não era a pessoa indicada para tal facto. Ele tem certamente uma licenciatura respeitável, bem mais respeitável que outras licenciaturas que por aí se conhecem Protestos na bancada do PSD. mas basta, basta ouvirem o vosso colega líder do Algarve, o líder PSD do Algarve, Mendes Bota, para saber o que é que significa tal figura, quando foi o paraquedista, O SR. PRESIDENTE (Miguel Mendonça):- Sr. Deputado, eu agradecia O ORADOR:- Eu termino de imediato. o número um da candidatura pelo Algarve. E, portanto, peço que possa reconhecer publicamente, tem esta oportunidade de reconhecer, quão lamentável é tudo isto! Sra. Deputada Rafaela Fernandes para responder, tem a palavra. A SRA. RAFAELA FERNANDES (PSD):- Sr. Presidente, Dr. Maximiano, eu até me surpreende essa sua questão, quando põe em causa as comemorações do 1.º de Julho, porque necessariamente, eu quando fiz a minha intervenção, comparei com os Açores. E nos Açores, fala o Presidente da Assembleia Legislativa, que é do Partido Socialista, fala o Presidente do Governo, que é do Partido Socialista, fala o Presidente da Câmara local anfitrião, que é do Partido Socialista!

9 Mas, Dr. Maximiano, isto é normal, então? Esta é a normalidade? Imagine-se que na Região Autónoma da Madeira quem falava era, não havia convidado externo, e quem falava era o Presidente de Câmara local, aliás, como fez o cumprimento de boas-vindas, o Dr. Alberto João, Presidente do Governo, e o Sr. Presidente da Assembleia!? Era o fim do mundo! Portanto, Dr. Maximiano, eu não aceito a sua crítica, tendo em consideração que o Dia 1 de Julho deve ser um dia acima dos partidos políticos. E estamos a falar de uma representação institucional do Sr. Presidente duma Assembleia que nos representa a todos, independentemente da questão partidária, estamos a falar de um cumprimento de boasvindas da Câmara local, seja ela de que partido for, é uma regra, e estamos a falar da existência de uma pessoa, e neste caso concreto o Professor Bacelar Gouveia, que deve merecer o nosso respeito, pelo menos pela sua carreira académica. Portanto, Sr. Deputado Maximiano, não me parece que essa crítica seja plausível. E digo uma coisa, o Dr. Maximiano não me diga que o PS não foi às comemorações do 1.º de Julho porque não gosta do Dr. Bacelar Gouveia!? Não me diga que não foram, porque não queriam ouvir o Professor Bacelar Gouveia!? Vozes do PSD:- Muito bem! A ORADORA:- E por isso mesmo, essas desculpas que foram apresentadas por parte dos partidos da oposição para não participarem nas comemorações do 1.º de Julho, perante o eleitorado, perante os cidadãos que devem merecer o nosso maior respeito, têm que ser revistas. Se me permite a crítica construtiva, porque as pessoas merecem muito mais do que aquilo que os Srs. Deputados lhes proporcionam precisamente no 1.º de Julho. Batalhas partidárias à parte, é o 1.º de Julho, é o Dia da Autonomia, deveria ser gozado por todos os madeirenses, deveria ser aproveitado por todos os partidos políticos O SR. PRESIDENTE (Miguel Mendonça):- Termino o tempo, Sra. Deputada. A ORADORA:- para se unirem em torno de questões que são comuns às nossas preocupações! Burburinho geral. O SR. PRESIDENTE (Miguel Mendonça):- Muito obrigado, Sra. Deputada. Sra. Deputada Nivalda para um pedido de esclarecimento, tem a palavra. A SRA. NIVALDA GONÇALVES (PSD):- Sr. Presidente, Srs. Deputados, Sra. Deputada Rafaela Fernandes, eu gostaria de lhe colocar uma questão que está hoje agendada na ordem de trabalhos e que tem a ver com as propostas que enviámos à Assembleia da República. Recentemente, vimos a apresentação dum relatório de transportes aéreos, que o grupo de trabalho da Assembleia da República, depois de tanto tempo, conseguiu chegar a algumas conclusões, mas essas conclusões são considerandos, são solidariedades, são princípios, que quem estuda esses dossiers já conhecia praticamente todos, já eram assuntos batidos até nesta Casa, muitas vezes enviados para a Assembleia da República, enviados na forma de respostas a esse grupo de trabalho. E o que eu gostaria de perguntar à Sra. Deputada é que hoje nesta Casa vamos fazer a votação do pedido de agendamento potestativo para a Assembleia da República, e se aqueles que estiveram no grupo de trabalho e os partidos que incorporaram o grupo de trabalho, nomeadamente o CDS, estão disponíveis para aprovar a nossa proposta na Assembleia da República? Porque esta é uma situação urgente, de chegar a preços mais razoáveis para estudantes e doentes deslocados, e a proposta foi a proposta que os senhores aprovaram aqui nesta Casa, que nós apresentámos, e que faz parte nitidamente das conclusões do relatório. E agora eu gostaria, Sra. Deputada, de perceber qual vai ser a posição final em votação? E se vai ser possível os estudantes terem as viagens com um preço máximo de 200 euros em 3 viagens por ano? Eu gostaria de saber se essa posição do relatório vai passar a ser só demagogia, se na proposta vão aprovar essa proposta? Burburinho geral. O SR. PRESIDENTE (Miguel Mendonça):- Muito obrigada, Sra. Deputada. Sra. Deputada Rafaela Fernandes para responder, tem a palavra. A SRA. RAFAELA FERNANDES (PSD):- Sr. Presidente, Dra. Nivalda, Sra. Deputada, relativamente à questão que coloca, sabe que a matéria dos transportes aéreos é uma matéria que já tem concentrado muitas preocupações no âmbito da bancada do PSD. E era bom que todos os outros partidos se unissem em torno desta problemática, porque a necessidade que nós temos de salvaguardar, nomeadamente as pessoas que pelos motivos que referiu têm necessidade de viajar com grande frequência, os estudantes, os doentes, deve ser ultrapassada e deve ser resolvida, porque não é compatível, nomeadamente no contexto de crise em que nós vivemos e que na mesma as pessoas têm que se deslocar. Aliás, se fizermos o exercício durante este mês de Julho daquilo que é o custo da tarifa para o regresso dos estudantes que terminam os seus exames, ficamos logo alarmados com aquilo que de facto deve ser revisto em termos de transporte aéreo, no caso concreto até dos estudantes. Pág. 9

10 E eu aproveitaria, Sra. Deputada, também para lhe fazer referência ao seguinte: é que nós na Assembleia da República temos de facto essa prática da criação de grupos de trabalho, porque há pessoas que se esforçam, mais umas do que outras, não é relevante, o que interessa é que há um relatório para o qual também a 2.ª Comissão desta Assembleia contribuiu com um conjunto de respostas às questões que foram colocadas. E interessa que haja a sensibilidade por parte dos partidos políticos com assento parlamentar de, de uma vez por todas, se criar uma resposta mais adequada ao nível do transporte aéreo para a Madeira. E eu espero que de facto a votação neste agendamento potestativo, mais do que se garantir uma votação e uma aprovação por unanimidade, signifique um compromisso de todos em torno desta questão em sede do debate parlamentar na Assembleia da República! Pág. 10 Burburinho geral. O SR. PRESIDENTE (Miguel Mendonça):- Muito obrigada, Sra. Deputada. Srs. Deputados, passamos aos votos, que são três votos de pesar, um da autoria do CDS/PP, outro da autoria do PSD e outro da autoria do PS. Constam do seguinte: Votos de Pesar Falecimento do livreiro Jorge Figueira de Sousa Nas estantes os livros ficam (até se dispersarem ou desfazerem) Enquanto tudo Passa Pedro Mexia A cidade do Funchal e a Região Autónoma da Madeira perderam um dos seus maiores vultos culturais, o livreiro Jorge Figueira de Sousa. Proprietário da Livraria Esperança, negócio que herdou de família, soube, durante 60 anos, encher de livros e de vida um espaço que se tornou emblemático na cidade e na Região, 2011convertendo-o na segunda livraria do mundo, com metros quadrados. Este ano, fora agraciado com o prémio de livreiro do Ano, tendo-lhe sido atribuído o prémio LER/Booktailors referente a Homem de livros e de cultura, nunca se amedrontou perante as dificuldades que ciclicamente se abateram sobre o mercado do livro. Lutou sempre contra todas as adversidades de forma corajosa e pragmática, dando vida a um espaço que, mais do que uma livraria, é um ponto de encontro na cidade para todos aqueles que gostam de livros e de cultura. Numa época de crise profunda, quando todos precisamos de exemplos de dedicação, coragem, seriedade, trabalho e empenho, quando todos precisamos de referências, o falecimento de Jorge Figueira de Sousa não pode deixar de representar uma enorme perda para a sociedade Madeirense. Por tudo isto, a Assembleia Legislativa da Madeira, legítima representante de todos os cidadãos, aprova um voto de pesar pelo falecimento do livreiro Jorge Figueira de Sousa, desejando que a sua vida seja exemplo para muitos de nós. Funchal, 2 de julho de 2012 O Líder Parlamentar do CDS/PP Ass.: António Lopes da Fonseca.- Pelo falecimento do livreiro Jorge Figueira de Sousa O falecimento do livreiro Jorge Figueira de Sousa deixou-nos profundamente consternados e, naturalmente, também emocionados. Sentimos hoje que não só se perde parte do nosso coletivo e parte da nossa identidade, como também que estamos inevitavelmente mais pobres. Fica, contudo, a memória e a singular obra de uma vida totalmente dedicada a um projeto de nome Livraria Esperança, que ao longo de 60 anos Jorge Figueira de Sousa soube alimentar, fazer crescer e projetar muito para além das nossas fronteiras. Aliás, este seu espaço tornou-se numa referência cultural obrigatória não apenas no contexto regional como também no contexto nacional e internacional, quer pela sua dimensão 1200 metros quadrados espalhados por diversas salas -, quer pela quantidade de obras diferentes que exibia - qualquer coisa próxima dos 100 mil exemplares diferentes -, quer ainda pela sua original exibição quase todos expostos de capa. A Madeira vê-se assim privada de um dos grandes vultos da sua cultura, pessoa amável e dedicada, com uma experiência de vida única e um contador de histórias a todos os títulos notável. A sua paixão pelos livros era contagiante e o seu espírito de missão foi um exemplo inequívoco para todos os que com ele, direta e indiretamente, confraternizaram e socializaram. E apesar das dificuldades crescentes que a indústria livreira atravessou ao longo dos tempos, Jorge Figueira de Sousa nunca soube o que era desistir e procurou sempre, com mais ou menos dificuldades, as melhores soluções para manter vivo e dinâmico o seu projeto, resultado do trabalho iniciado no longínquo ano de 1886 e acumulado ao longo de três gerações inteiras de livreiros. O falecimento de Jorge Figueira de Sousa representa, então, um empobrecimento inequívoco da sociedade madeirense que se vê amputada de um dos seus cidadãos mais destacados e influentes no campo cultural e cuja vida foi um exemplo pelos valores que simbolizava, pelas experiências que contava, pelas paixões que emanava e pela alegria com que desenvolvia o seu projeto cultural. Neste sentido, a Assembleia Legislativa da Madeira, legítima representante do Povo da Madeira e do Porto Santo, aprova este voto de pesar pelo falecimento do livreiro Jorge Figueira de Sousa e apresenta à família enlutada as suas sentidas condolências. Funchal, 3 de julho de 2012 O Líder do Grupo Parlamentar do PSD/Madeira Ass.: Jaime Ernesto Nunes Vieira Ramos.-

11 Pela Morte de Jorge Figueira de Sousa O falecimento de Jorge Figueira de Sousa constitui uma perda irreparável para a sociedade madeirense. Jorge figueira de Sousa foi uma referência da vida cultural durante muitos anos. Foi inovador no negócio dos livros e pioneiro em muitos dos seus aspetos nucleares. A própria configuração da Livraria Esperança entre o organizado, o caótico, o labirinto e o espaço mágico é única em Portugal. É um dos maiores espaços bibliófilos do mundo e um tesouro naquilo que encerra e que representa. As livrarias como a Esperança dão identidade às cidades que as acolhem. São fatores de convivialidade, de civilização, de cultura e de progresso. A cidade do Funchal deve-lhe esse importantíssimo contributo. São figuras ilustres como Jorge Figueira de Sousa que marcam o seu tempo e que configuram a natureza da vida urbana no seu melhor. São também figuras como Jorge Figueira de Sousa que marcam a qualidade da vida citadina. Pela responsabilidade social que ele desenvolveu como empresário, como homem de cultura e como cidadão merece o respeito de todos nós. Por tudo isto, o Grupo Parlamentar do PS-Madeira junta-se às inúmeras vozes de pesar pela perda de Jorge Figueira de Sousa e endereça sentidas condolências aos seus familiares e amigos. Funchal, 18 de julho de 2012 O Grupo Parlamentar do PS-M Ass:. Carlos Pereira.- Estão à discussão. E penso que não haverá inconveniente em serem discutidos em conjunto e votados separadamente. Portanto, para uma intervenção, tem a palavra o Sr. Deputado Lopes da Fonseca. O SR. LOPES DA FONSECA (CDS/PP):- Obrigado, Sr. Presidente. Sras. e Srs. Deputados, o CDS/PP vai votar a favor dos três votos de pesar, porque hoje se presta aqui uma homenagem mais do que justa, não só a um homem, mas a uma instituição da cultura madeirense, portuguesa, internacional. Jorge Figueira de Sousa foi um visionário, sem dúvida, mas foi igualmente um bibliófilo, um amante do livro, fundou a Livraria Esperança, que é hoje uma referência, não só na Região, no País, mas também internacionalmente. É pena que as homenagens, sobretudo a figuras desta envergadura, que tanto dão à cultura, esta, sim, uma figura que do ponto de vista cultural tem levado o nome da Madeira para além fronteiras, só depois do seu falecimento, infelizmente, é que vai ser reconhecido pelas instituições públicas, uma pessoa, uma fundação que já merecia essa homenagem há muito tempo. O CDS associa-se aqui ao pesar de toda a família, à esposa sobretudo, que vai continuar esta obra fundamental e existencial para a nossa cultura, e neste sentido, o CDS espera e deseja que o Governo Regional, caso exista a necessidade de assumir este espólio, que é tão importante para a Região, o faça, e não deixe que no futuro ele se perca, porque sem dúvida este espólio da Livraria Esperança poderá passar a ser um roteiro quase obrigatório para todos aqueles que nos visitam, dada a especificidade e unicidade O SR. PRESIDENTE (Miguel Mendonça):- Terminou o tempo, Sr. Deputado. O ORADOR:- da obra que temos na Região e que devemos sem dúvida relevar! Sr. Deputado Emanuel Gomes para uma intervenção, tem a palavra. O SR. EMANUEL GOMES (PSD):- Obrigado, Sr. Presidente. Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, o falecimento do livreiro Jorge Figueira de Sousa deixou, como é óbvio, consternada e emocionada a sociedade madeirense. Fica contudo a memória e a singular obra de uma vida totalmente dedicada a um projeto que se chama Livraria Esperança, que ao longo de 60 anos o Sr. Jorge Figueira de Sousa soube alimentar, soube fazer crescer e projetar para além das nossas fronteiras. Aliás, este seu espaço tornou-se uma referência cultural obrigatória, não só no contexto regional, como também a nível nacional e internacional, sobretudo pela sua dimensão, mas também pela quantidade e pela qualidade das obras literárias ali expostas. A Madeira vê-se assim privada de um dos grandes vultos da sua cultura, uma pessoa amável, dedicada, com uma experiência de vida única e um contador de histórias a todos os títulos notável. A sua paixão pelos livros era contagiante e o seu espírito de missão foi um exemplo inequívoco para todos os que com ele, direta ou indiretamente, confraternizaram e socializaram. E apesar das dificuldades crescentes que a indústria livreira atravessou nos últimos tempos, nas últimas décadas, Jorge Figueira de Sousa nunca soube o que era desistir e procurou sempre, com mais ou menos dificuldades, as melhores soluções para manter vivo e dinâmico o seu projeto, resultado de um trabalho iniciado no longínquo ano de 1886 e acumulado ao longo de três gerações inteiras de livreiros. O falecimento do Sr. Jorge Figueira de Sousa representa um empobrecimento inequívoco da sociedade madeirense, que se vê privada de um dos seus cidadãos mais destacados e influentes no campo cultural, e cuja vida foi um exemplo pelos valores que simbolizava. Neste sentido, o PSD apresenta este voto de pesar nesta Assembleia, legítima representante do Povo da Madeira e do Porto Santo, e aprova este voto de pesar pelo falecimento do Sr. Jorge Figueira de Sousa, assim como também vai aprovar os outros votos de pesar, associando-se nesta ocasião, e apresenta à família enlutada as suas sentidas condolências. Muito obrigado. Pág. 11

12 Sr. Deputado Victor Freitas para uma intervenção, tem a palavra. O SR. VICTOR FREITAS (PS):- Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, o Sr. Jorge Figueira de Sousa era de facto um membro honrado do Funchal e da Madeira. Era um excelente conversador e aqueles que privaram com ele, como eu, quando visitavam a Livraria Esperança, sabiam que tinham que ter tempo para falar com o Sr. Jorge, porque o Sr. Jorge tinha muito para contar. Tinha uma alma grande e tinha uma vivência muito grande. Era um contador de facto de histórias, uma pessoa de uma sensibilidade a toda a prova, que sabia receber e sabia dialogar com todos. O Sr. Jorge construiu um projeto chamado Livraria Esperança, construiu um projeto que tornou a Livraria Esperança uma das livrarias maiores do mundo, e tornou a Livraria Esperança um ponto de passagem, não só pelo menos para a minha geração e para gerações passadas, mas também para milhares e milhares de turistas que passam na Livraria Esperança e que fazem daquele espaço também quase um espaço de museu. Mas a Livraria Esperança é muito mais do que isso, a Livraria Esperança é um passado de muitas e muitas memórias, de muitas e muitas pessoas que por ali passaram e conviveram com o Sr. Jorge. O Sr. Jorge fez do livro uma paixão e tentava sempre que aqueles que passavam na livraria passassem a ver o livro como uma paixão. O Sr. Jorge e o seu falecimento, é de facto uma perda para a Região, e graças a Deus deixou aquela que foi a sua companheira de viagem até aqui, a D. Maria de Lurdes, para continuar o projeto da Livraria Esperança. A todos aqueles que sempre privaram também na livraria, os seus trabalhadores, nós, Assembleia Regional, e no caso do Partido Socialista, deixa o sentimento de saudade em relação à partida do Sr. Jorge, e também solicitava ao Sr. Presidente da Assembleia que depois estes votos seguissem caminho até à Livraria Esperança, para a sua esposa, a D. Maria de Lurdes. Sr. Deputado Edgar Silva para uma intervenção, tem a palavra. O SR. EDGAR SILVA (PCP):- Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, gostaria de nesta oportunidade, em que estão três votos de pesar em votação incidindo sobre a referência à mesma pessoa, para além das notas aqui apontadas, sobretudo destacando o homem, Jorge Figueira, enquanto pessoa ligada à atividade livreira na Região, nós juntaríamos outras notas complementares que fazem deste cidadão alguém que se destacou, sobretudo pela sua característica versátil e interdisciplinar, intersectorial de intervenção, procurando sempre servir a sociedade, procurando sempre prestar serviço à comunidade. E não só como livreiro, mas noutras atividades empresariais. No Porto do Moniz, na área da hotelaria; para além da área hoteleira, no Funchal, a atividade livreira, mas também a atividade desenvolvida na área da impressão e tipografia; e depois com outras áreas de intervenção, nomeadamente ao nível da economia social, com intervenções nas instituições particulares de solidariedade social, e em particular no quadro da Santa Casa da Misericórdia do Funchal, onde, ao longo de anos, de forma abnegada, e agora, diríamos, como voluntariado ativo e quase militante, desenvolveu muita atividade no quadro das ações de solidariedade social. E era sobretudo esta componente, enquanto versátil nas várias opções e nas várias áreas de intervenção no serviço à comunidade, que nós gostaríamos de destacar enquanto homem e como cidadão que se destacou de facto nessas diferentes áreas de intervenção, para além daquela atividade que desenvolveu, também certamente notória, enquanto livreiro no Funchal. Vou colocar à votação o voto de pesar da autoria do CDS/PP. Pág. 12 Submetido à votação, foi aprovado por unanimidade. Vou colocar à votação o texto do voto de pesar, da autoria do Grupo Parlamentar do PSD. Submetido à votação, foi aprovado por unanimidade. Vou colocar à votação, finalmente, o voto de pesar da autoria do Grupo Parlamentar do PS. Submetido à votação, foi aprovado por unanimidade. Srs. Deputados, terminamos assim o período de antes da ordem do dia, vamos entrar na nossa ordem de trabalhos. ORDEM DO DIA E temos como ponto 1 da primeira parte, a leitura do parecer da Comissão de Regimentos e Mandatos e votação, nos termos estatutários e regimentais, do pedido de levantamento da imunidade parlamentar do deputado José Manuel Coelho, do Grupo Parlamentar PTP, solicitado pelo Tribunal Judicial do Funchal, Instrução Criminal, no âmbito do processo n.º 2131/11.2PBFUN. E à peço à Sra. Secretária o favor de proceder à leitura do parecer da Comissão de Regimentos e Mandatos. Foi lido. Consta do seguinte: Ofício n.º de 2012/05/28, Proc.º n.º 2131/11.2PFFUN do Tribunal Judicial do Funchal 2.º Juízo Criminal em que é solicitado que o deputado José Manuel da Mata Coelho seja constituído e interrogado como arguido PARECER Aos 03 dias do mês de Julho de 2012, pelas 14:30 h, reuniu a Comissão Regimentos e Mandatos da Assembleia Legislativa, a fim de emitir parecer sobre o assunto em epígrafe.

13 Nos termos do artigo 23.º do Estatuto Político-Administrativo da Região, os Deputados não respondem criminalmente pelos votos e opiniões que emitirem no exercício das suas funções, o que não é manifestamente o caso em apreciação. Nos termos do n.º 3, do artigo 5.º do Regimento, foi solicitado ao Senhor Deputado que se pronunciasse, querendo, sobre o assunto, o que até à data não o fez. Os factos terão ocorridos a 01 de Setembro de 2011, altura em que o visado não tinha a qualidade de deputado e tratando-se de eventual agressão física, não há imunidade, neste sentido a Comissão propõe por unanimidade ao Plenário que se autorize o levantamento da imunidade do Senhor Deputado José Manuel da Mata Vieira Coelho. A decisão de ser levantada a imunidade parlamentar tem de ser tomada pelo Plenário nos termos do n.º 6, do artigo 23.º do Estatuto Político-Administrativo da Região Autónima da Madeira, sendo o parecer desta Comissão meramente instrumental. Funchal, 03 de Julho de O Presidente Ass.: Tranquada Gomes.- O SR. PRESIDENTE (Miguel Mendonça):- Muito obrigado, Sra. Secretária. Pedia à Sra. Deputada Maria João Monte e ao Sr. Deputado Martinho Câmara o favor de ajudarem no escrutínio. Sra. Secretária, fazia o favor de proceder à chamada dos Srs. Deputados, para votação. Fez-se a chamada, à qual responderam 46 Srs. Deputados: PARTIDO SOCIAL-DEMOCRATA (PSD) Agostinho Ramos de Gouveia Ana Mafalda Figueira da Costa Ana Maria de Gouveia Serralha Edgar Alexandre Garrido Gouveia Emanuel Sabino Vieira Gomes Jaime Ernesto Nunes Vieira Ramos Jaime Filipe Gil Ramos José António Coito Pita José Gualberto Mendonça Fernandes José Jardim Mendonça Prada José Lino Tranquada Gomes José Luís Medeiros Gaspar José Miguel Jardim Olival Mendonça José Paulo Baptista Fontes José Pedro Correia Pereira José Savino dos Santos Correia Maria João França Monte Maria Rafaela Rodrigues Fernandes Miguel José Luís de Sousa Nivalda Nunes Silva Gonçalves Pedro Emanuel Abreu Coelho Roberto Paulo Cardoso da Silva Rui Miguel Moura Coelho Vânia Andrea de Castro Jesus Vicente Estêvão Pestana CENTRO DEMOCRÁTICO SOCIAL/PP (CDS/PP) António Manuel Lopes da Fonseca Carlos Alberto Morgado Fernandes José Roberto Ribeiro Rodrigues Lino Ricardo Silva de Abreu Maria Isabel Vieira Carvalho de Melo Torres Mário Jorge de Sousa Pereira Martinho Gouveia da Câmara Rui Miguel da Silva Barreto Teófilo Alírio Reis Cunha PARTIDO SOCIALISTA (PS) Ana Carina Santos Ferro Fernandes Avelino Perestrelo da Conceição Carlos João Pereira Maria Luísa de Sousa Menezes Gonçalves Mendonça Maximiano Alberto Rodrigues Martins Vítor Sérgio Spínola de Freitas PARTIDO TRABALHISTA PORTUGUÊS (PTP) José Manuel da Mata Vieira Coelho José Luís Gonçalves Rocha Raquel da Conceição Vieira Coelho Pág. 13

14 PARTIDO DA NOVA DEMOCRACIA (PND) Rubina Filipa Gouveia Jardim Sequeira PARTIDO PELOS ANIMAIS E PELA NATUREZA (PAN) Rui Manuel dos Santos Almeida MOVIMENTO PARTIDO DA TERRA (MPT) Roberto Paulo Ferreira Vieira O SR. PRESIDENTE (Miguel Mendonça):- Obrigado, Sra. Secretária. Foi o seguinte o resultado da votação: 27 votos Sim, 11 votos Não e 8 votos Branco. Muito obrigado à Sra. Deputada Maria João e ao Sr. Deputado Martinho, pela colaboração. Entramos na II.ª Parte da nossa ordem de trabalhos, ponto 1, com a leitura da parecer da 2.ª Comissão Especializada e a apreciação na generalidade do projeto de proposta de lei à Assembleia da República, da autoria do Partido Socialista, intitulado Financiamento dos sobrecustos de transporte relativo aos combustíveis comercializados na Madeira, decorrente da obrigatoriedade de cumprimento do princípio de continuidade territorial, colocado em causa com o aumento do IVA e do ISP na Madeira. Sra. Deputada, fazia o favor, procedia à leitura do parecer da 2.ª Comissão Especializada. Foi lido e consta do seguinte: Projeto de Proposta de Lei Financiamento dos sobrecustos de transporte relativo aos combustíveis comercializados na Madeira, decorrente da obrigatoriedade de cumprimento do princípio de continuidade territorial, colocado em causa com o aumento do IVA e do ISP na Madeira PARECER Nos termos e para os efeitos do artigo 136.º do Regimento da Assembleia Legislativa da Madeira, aplicável por força do disposto do artigo 171.º, reuniu no dia 10 de Julho de 2012, pelas 14 horas, a 2.ª Comissão Especializada Permanente de Economia, Finanças e Turismo para analisar o diploma em epígrafe. Após a verificação formal e material do diploma, a Comissão deliberou por unanimidade que o projeto de proposta de lei está em condições de subir a Plenário. Este parecer foi aprovado por unanimidade. Funchal, 10 de Julho de 2012 O Relator Ass.: Pedro Coelho.- O SR. PRESIDENTE (Miguel Mendonça):- Muito obrigado, Sra. Secretária. Está em discussão na generalidade. Sr. Deputado Carlos Pereira, tem a palavra para uma intervenção. O SR. CARLOS PEREIRA (PS):- Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, o Partido Socialista apresenta hoje um projeto de proposta de lei à Assembleia da República para garantir a ultrapassagem de um erro político feito por Alberto João Jardim. E gostaria de lembrar aquilo que Alberto João Jardim escreveu na sua Carta de Intenções ao Governo da República, a solicitar assistência financeira, aliás, uma carta que está no site da Presidência do Governo Regional, portanto, não é uma carta qualquer, está no site da Presidência do Governo Regional, e além de dizer que o Governo Regional da Madeira reconhece que a violação dos limites ao endividamento da Região Autónoma da Madeira, tal como estabelecido na Lei das Finanças das Regiões Autónomas, e a consequente deterioração da situação financeira da Região Autónoma da Madeira, impossibilita o pagamento dos compromissos do curto e médio prazo, Alberto João Jardim escreveu ainda que para ter ajuda financeira, assegurará um plano que garante um conjunto de premissas. Há um conjunto infinito de premissas que estão por aqui abaixo, julgo que algum de vós se deve lembrar, não tem muito tempo, a carta foi assinada em Dezembro de 2011, e a determinada altura, uma das premissas que Alberto João Jardim se compromete com o Governo da República é o aumento das taxas do IVA a partir de 1 de Abril de 2012, reduzindo o diferencial face às taxas aplicáveis em Portugal Continental de 1 ponto percentual. Além disso, Alberto João Jardim também se compromete, em alternativa à introdução das portagens, e isto já em Dezembro de 2011, em alternativa à introdução das portagens, o Governo Regional compromete-se a aumentar as taxas de ISP para valores superiores ao de Portugal Continental. Naturalmente que nós sabemos que Alberto João Jardim comprometeu-se com muitas outras coisas, não foi apenas com estas, mas estas são aquelas que, do ponto de vista do Grupo Parlamentar do Partido Socialista, acabam de uma forma abrupta com aquilo que são as vantagens que a Região tinha conquistado ao longo dos anos, da questão do Princípio da Continuidade Territorial. Digamos que Alberto João Jardim é o carrasco do Princípio da Continuidade Territorial Pág. 14 que estava assegurada pelo diferencial do IVA, mas também pelo diferencial que tínhamos em termos de ISP e, portanto, que garantia, que apoiava a diferença nos custos de transportes que os madeirenses, que ainda vivem numa ilha, que sofrem de insularidade, têm de suportar. E, portanto, o que o Partido Socialista propõe nesta proposta, é do mais elementar bom senso. Tendo em conta que Alberto João Jardim entregou de mão beijada esta conquista de 30 anos e, portanto, foi o carrasco desta questão da continuidade territorial e de certa forma das vantagens ou da discriminação positiva que os ilhéus que vivem a meio do Atlântico têm direito, um direito consagrado na Constituição e um direito consagrado nos tratados europeus e, portanto,

15 a única forma de o fazer é assegurar que a República faça aquilo que parece óbvio, que é suportar os custos de transporte dos combustíveis. Parece evidente que a Madeira hoje paga os combustíveis mais caros do País, todos nós sabemos disso, pagamos os combustíveis mais caros do País, temos uma situação insólita que é, cidadãos que vivem numa ilha que nem tem vias rápidas e, portanto, não tiveram, enfim, não têm, na prática, nenhum benefício com as vias rápidas, são obrigados a pagar os combustíveis mais caros do País também e, portanto, é do mais elementar bom senso que isto seja regularizado, que isto seja corrigido. E pareceu-nos que uma das formas mais adequadas de o fazer é assegurar que a República, tendo em conta que o IVA está ao nível de 22% e que o ISP subiu 15% face àquilo que se pratica na República, assegurar este diferencial dos transportes. Quero lembrar também que isto é muito importante, tendo em conta que os transportes na Madeira sofrem de um vício de mais de 15 anos, de um monopólio que não tem sido corrigido por Alberto João Jardim, nem pelo PSD, que transforma também os custos de transporte num dos custos mais elevados da Europa, como todos nós sabemos e, portanto, não há outra forma de alterar isto, que não seja corrigir esta matéria. E, portanto, consideramos que obviamente essa matéria deve ser corrigida no Plano Nacional, deve ser corrigida pela República, tendo em conta o erro grave que Alberto João Jardim cometeu e que nós estamos a pagar de forma muito dura. Muito obrigado. O SR. VICTOR FREITAS (PS):- Muito bem! Srs. Deputados, foi presente na Mesa um requerimento da autoria do PSD. Consta do seguinte: Requerimento Nos termos Regimentais o Grupo Parlamentar requer que os pontos n.ºs 56 e 57 da ordem de trabalhos da Sessão n.º 43 sejam agendados como os primeiros pontos da ordem de trabalhos da Sessão que se realiza a 25 de Julho de O Grupo Parlamentar do PSD Ass.: Jaime Ramos.- Vou colocar à votação o requerimento. Protestos do Sr. Edgar Silva (PCP). Srs. Deputados, desculpem, eu li o requerimento, eu li o requerimento Aparte inaudível do Sr. Edgar Silva (PCP). Mas o papel foi passado para, enfim, eu li o requerimento para reforçar até a entrega do papel. E os requerimentos, as fotocópias dos requerimentos são entregues aos Srs. Deputados únicos e aos grupos parlamentares, não são entregues individualmente a cada um dos Srs. Deputados. O SR. EDGAR SILVA (PCP):- Isso é batota! É batota! Passar os pontos 56.º e 57.º para primeiro, nem no totoloto! Aparte inaudível da Sra. Nivalda Gonçalves (PSD). O SR. PRESIDENTE (Miguel Mendonça):- Srs. Deputados, vou então colocar à votação. Submetido à votação, foi aprovado com 32 votos a favor, sendo 23 do PSD e 9 do CDS/PP e 13 votos contra, sendo 6 do PS, 3 do PTP, 1 do PCP, 1 do PND, e do PAN e 1 do MPT. Sr. Deputado Agostinho Gouveia tem a palavra, para uma intervenção. O SR. AGOSTINHO GOUVEIA (PSD):- Obrigado, Sr. Presidente. Sras. e Srs. Deputados, ora bem, temos aqui então a apresentação dum diploma à Assembleia da República, apresentado pelo Partido Socialista, o qual nós, PSD, concordamos com o princípio, aliás, outra coisa não era de esperar, porque vamos aqui debater um assunto que fala sobre a continuidade territorial, ou seja, que o Estado deve, assim como proporciona para o todo território nacional, também o deve fazer para a Região. E nós concordamos, aliás, o PSD sempre concordou com este princípio. Outra coisa não era de esperar! Agora, há aqui umas alterações a fazer em sede de especialidade. E não concordo com a intervenção do Sr. Deputado Carlos Pereira. Um diploma, que julgo que é de consenso, não deve haver um deputado aqui dentro que se opunha a que isto se concretize, o Sr. Deputado Carlos Pereira, tipo Pág. 15

16 incendiário, começa logo por atiçar lume nisto. E, portanto, um diploma que devia sair daqui com unanimidade e sem sequer reparos Pág. 16 Aparte inaudível do Sr. Edgar Silva (PCP). um ou outro retoque que nós vamos pôr em termos de especialidade, como já referi, vem o Sr. Carlos Pereira e diz: Alberto João Jardim, o carrasco que fez com que os custos ficassem os mais caros!. O SR. CARLOS PEREIRA (PS):- Então, quem é? Quem é? O ORADOR:- E diz mais, temos os combustíveis mais caros do País!. O SR. CARLOS PEREIRA (PS):- E é a verdade! Protestos nas bancadas da oposição. O ORADOR:- Ora, Sr. Deputado, esta frase os combustíveis mais caros do País! O SR. GUALBERTO FERNANDES (PSD):- Mentira! O ORADOR:- isto é mentira! O SR. CARLOS PEREIRA (PS):- É verdade! Protestos nas bancadas da oposição. O ORADOR:- Lá está a ingenuidade e a falta de conhecimento! Srs. Deputados, qualquer um dos senhores tem à vossa frente O SR. CARLOS PEREIRA (PS):- Onde é que está?! Prove! O ORADOR:- Provo-lhe já! Provo-lhe já! têm à vossa frente a internet Aparte inaudível da Sra. Rubina Sequeira (PND). Ah! Sra. Deputada, não diga asneiras, quando não sabe o que está a dizer. Ouça, que eu vou-lhe dizer onde é que vai ver! Vozes da oposição:- Aaaahhhh! O ORADOR:- Clique: Ao lado esquerdo, tem um quadrado que diz: Preço dos combustíveis online. Está lá. Tem todo o País, concelho a concelho. E eu tive o cuidado de ir a Lisboa, Porto, Coimbra, Faro, e fui a um sítio onde há o mais barato do País, que é em Monção, é o concelho mais barato do País! Risos nas bancadas da oposição. Mas eu chego, por exemplo O SR. EDGAR SILVA (PCP):- À Calheta! O ORADOR:- a Lisboa, por exemplo, vamos Aparte inaudível do Sr. Carlos Pereira (PS). Mas pode consultar aí, online! Aparte inaudível da Sra. Rubina Sequeira (PND). Oh! Sra. Deputada, não diga asneiras. A senhora está outra vez a dizer asneiras. Informe-se, porque a ignorância por vezes dá para fazer aqueles atrevimentos! Olhe! Ainda à semana passada, abasteci em Lisboa muito mais caro do que aqui, o gasóleo Aparte inaudível do Sr. Edgar Silva (PCP).

17 Burburinho nas bancadas da oposição. Oh! Sr. Deputado está a ver!? Nem sequer me disseram! Eu, pessoalmente, abasteci em Lisboa o gasóleo mais caro do que aqui! O SR. EDGAR SILVA (PCP):- É low cost! O ORADOR:- Oh! Sr. Deputado, então, vamos a factos! Mas já que não querem se dar ao trabalho de ir consultar no site da «dgeg», que está online, escolham um concelho ao calhas. Eu consultei aqui, por exemplo, em Lisboa Olhe! Comparei o gasóleo, por exemplo, da Madeira com o de Lisboa, e na Madeira estava a 1.355, mas encontro, por exemplo, no Jumbo, a 1.319, menos 4 cêntimos Mas também encontro, no mesmo concelho, em Alverca O SR. EDGAR SILVA (PCP):- Low cost! O ORADOR:- Encontro o low cost a 1.319, mas enquanto aqui é 1.355, encontro a 1.439, mais cerca de 2 cêntimos! Portanto, é mais caro do que na Madeira. Mas vamos a outro sítio, vamos ao Porto Mas podem consultar, está à vossa frente! Vamos ao Porto. Encontramos o gasóleo a 1.352, que é mais barato, mas também encontro a Portanto, é este disparate, enquanto aqui estava 1.355, mais 2 cêntimos! Ora bem, isto para justificar que, se nós deixarmos no diploma tal como ele está, que na Região são os combustíveis mais caros do País, esta frase, e quando digo corrigir isto «os mais caros», é substituir pela frase «mais elevados», ficaram mais elevados. Não se deve pôr «os mais caros do País», porque isso, qualquer pessoa que esteja a analisar este diploma, basta consultar o site e diz: Mas é uma pura asneira o que está aqui a dizer, porque efetivamente não é o mais caro do País!. O SR. TEÓFILO CUNHA (CDS/PP):- Onde é que isso está? O ORADOR:- Oh! Sr. Deputado, acabei de lhe dizer: «dgeg.pt». Do lado esquerdo, tem um quadro Aparte inaudível do Sr. Teófilo Cunha (CDS/PP). Oh! Sr. Deputado, não diga asneiras! Encontra-se mais Comentário de um Sr. Deputado. Risos da oposição. Foi o que eu acabei de dizer! Encontra-se mais baratos, mas também, nas mesmas bombas se encontra mais caro. Então, vamos a Coimbra, por exemplo. Encontro combustível a 1.354, mas também encontro a 1.439, quando o daqui está a Está a perceber onde é que eu quero chegar?! Existe mais barato, é verdade, mas também existe mais caro, logo, isto para justificar que não se deve colocar «é o mais caro do País», mas sim que se «tornaram os combustíveis mais elevados», derivado disto. Só isso! Portanto, e a única alteração que eu digo que vamos pedir para que se faça em sede de especialidade, é alterar esta frase, porque não corresponde à realidade. Só isso! Tirando essa situação, este é um diploma com três artigos, um a dizer que os combustíveis ficaram mais caros na Madeira, outro a dizer que deve ser a Assembleia da República a suportar esses custos de transportes, até porque efetivamente temos de analisar que nos custos do transporte, temos 4,6 cêntimos para o transporte e armazenamento da gasolina e 4,7 cêntimos para o gasóleo. Ou seja, se for o Estado a suportar este custo, ou este sobrecusto do transporte dos combustíveis, vai dar origem a que esses combustíveis fiquem mais baratos 4,6 cêntimos na gasolina e 4,7 cêntimos no gasóleo. Logo, é uma boa medida, que se deve apoiar, que deve sair por unanimidade, daí que eu digo Aparte inaudível do Sr. Carlos Pereira (PS). Pág. 17

18 Pág. 18 Mas aqui é que está a diferença dos nossos partidos! Aparte inaudível do Sr. Carlos Pereira (PS). Oh! Sr. Deputado, aqui é que está a diferença dos nossos partidos. É que quando o PS tinha Sócrates no Governo da República, quando se aprovava aqui, ou se tentava aprovar um diploma na Madeira para enviar à Assembleia da República, o PS nunca votou a favor. O SR. VICENTE PESTANA (PSD):- Muito bem! O ORADOR:- Agora, quando é o PSD que está no Governo da República, nós aprovamos esta proposta, até proposta pelo PS, porque consideramos que é importante para a Região. Aqui é que está a nossa diferença. É que para o PSD, primeiro está a Madeira e os madeirenses, e só depois é que vem o partido. Vozes do PSD:- Muito bem! O ORADOR:- Enquanto o PS, primeiro está o partido, e depois é que pensam nos madeirenses! O SR. VICENTE PESTANA (PSD):- Isso, muito bem! Essa é que é a grande verdade! O SR. PRESIDENTE (Miguel Mendonça):- Sr. Deputado Carlos Pereira para um pedido de esclarecimento, tem a palavra. O SR. CARLOS PEREIRA (PS):- Sr. Presidente, Sr. Deputado, eu ouvi atentamente a sua intervenção, e não deixei de achar graça, peço-lhe desculpa esta intervenção, que pareceu-me que a sua justificação para alguma crítica à proposta de lei que o PS apresenta, é que V. Exa. não gosta, o Sr. Deputado não gosta que na exposição de motivos, e nomeadamente naquilo que é o enquadramento do preâmbulo da proposta, o Partido Socialista refira a irresponsabilidade e a insensatez do Governo Regional em permitir que a Madeira perca um dos fatores principais que assegurava que a questão da continuidade territorial estava relativamente salvaguardada. O SR. EMANUEL GOMES (PSD):- Estava e está! O ORADOR:- Ora, é essa linha que nos separa, de facto, e de uma forma absolutamente estrondosa. É que nós temos perfeita consciência que a situação que estamos a viver, e que pela circunstância de termos os combustíveis tão caros como temos, decorre efetivamente da responsabilidade do Governo Regional. O Sr. Deputado e o Grupo Parlamentar do PSD não podem exigir à oposição que, perante este facto, perante esta circunstância, altere o preâmbulo e ponha uma coisa do género: Perante a responsabilidade exímia e o comportamento sensato e a forma doce e tolerante como Alberto João Jardim se comportou, nós queremos uma alteração dos combustíveis!. Ora, isto não faz sentido, Sr. Deputado, isto não faz sentido, e isto é ridículo, diga-se em abono da verdade! Todos em Portugal, e quiçá na Europa, sabem que Alberto João Jardim prevaricou e transformou a Madeira no estado em que está. Todos, Sr. Deputado, todos! E, portanto, colocar no preâmbulo duma proposta destas para ir à Assembleia da República, era colocar o Partido Socialista no ridículo, e nós não vamos fazer isso, como é óbvio, Sr. Deputado. A não ser que seja isso que queira. E se me disser, de forma clara, que o PSD só aprova esta proposta se o Partido Socialista colocar estes elogios absolutamente falsos, obviamente, pseudo elogios ao Sr. Dr. Alberto João Jardim, nós somos capazes de fazer isso, porque o que está em causa é a defesa do povo, a defesa da Madeira. Agora, que fique claro: nós temos perfeita consciência que a situação que vivemos decorre e tem origem naquilo que é a irresponsabilidade do seu Governo, na irresponsabilidade do Dr. Alberto João Jardim! E isso, nós não vamos nunca braquear, nunca vamos branquear isso, e é bom que o Sr. Deputado e a sua bancada parlamentar se habituem a este discurso, porque nós não vamos impedir, ou não vamos garantir O SR. PRESIDENTE (Miguel Mendonça):- Terminou o tempo, Sr. Deputado. O ORADOR:- Eu termino já. não vamos garantir que se branqueie uma situação feita por Alberto João Jardim, que nos está a condenar a uma situação económica e social absolutamente devastadora, por causa de uma irresponsabilidade de Alberto João Jardim! Portanto, a pergunta, Sr. Deputado, é precisamente se quer que isto aconteça, para poder aprovar este projeto? Muito obrigado. Sr. Deputado Agostinho Gouveia para responder, tem a palavra. O SR. AGOSTINHO GOUVEIA (PSD):- Obrigado, Sr. Presidente. Sr. Deputado Carlos Pereira, o Sr. Deputado põe a questão, se nós pomos em causa o facto de alterar esta palava, aprovamos ou não?!

19 Logicamente, e foi a primeira coisa que eu disse, é que nós estamos de acordo com o objeto e estamos de acordo com o global dos artigos 1.º, 2.º e 3.º, tudo ok, não temos qualquer referência a fazer, concordamos plenamente, porque, tal como referi, primeiro está a Madeira e os madeirenses. E se isto é uma proposta que vem beneficiar a Madeira e os madeirenses, logicamente que nós temos que estar de acordo e vamos aprovar. Mas fiz a referência que é necessário fazer esta correção, sob pena de que, se isto chega à República nestes termos, qualquer pessoa que consulta os preços dos combustíveis online, que está disponível, e quando diz os mais caros do País, efetivamente não são. E por isso é que eu disse que deve-se corrigir! Vozes do CDS/PP:- São, são! O SR. LINO ABREU (CDS/PP):- Eu acabei de ver! O ORADOR:- Oh! Sr. Deputado! Mas lá estão eles com esta asneira. Mas consulte, online. É verdade que existem mais baratos, é verdade que existem mais baratos, mas também é verdade que existem mais caros do que o nosso! Aparte inaudível do Sr. Lopes da Fonseca (CDS/PP). Mas foi o que eu disse! Ah! Meu Deus! Se eu estive a apresentar Aparte inaudível do Sr. Lopes da Fonseca (CDS/PP). Oh! Sr. Deputado, se eu estive a apresentar vários concelhos do País, e eu digo que há mais barato, mas também há mais caro, logo, não é justo dizer que o nosso é o mais caro. Não é. Os nossos tornaram-se mais elevados do que eram. Burburinho na bancada da oposição E também disse que, se a República suportar o sobrecusto de transporte, tornam-se mais baratos 4,6 e 4.7 cêntimos por litro. Eu acabei de dizer isto. E, portanto, o que eu estou a dizer é exatamente isso O SR. PRESIDENTE (Miguel Mendonça):- Terminou o tempo, Sr. Deputado. O ORADOR:- é que existem mais baratos, é verdade, mas também existem mais caros. É só isso! E que por isso se devem corrigir. Sr. Deputado Coelho para uma intervenção. O SR. JOSÉ MANUEL COELHO (PTP):- Obrigado, Sr. Presidente. Sras. e Srs. Deputados, eu ouvi atentamente as intervenções do Sr. Deputado Carlos Pereira e do Sr. Deputado Agostinho Gouveia. A determinada altura, o Sr. Deputado Agostinho Gouveia diz que o PSD coloca a Madeira em primeiro lugar, primeiro lugar a Madeira, e em segundo lugar o partido, ao contrário do Partido Socialista. Diz ele! Mas é preciso que os madeirenses e portosantenses saibam que, quando o Sr. Agostinho Gouveia se refere aos interesses da Madeira primeiro, isso é no sentido figurado, é como no livro do Apocalipse, o Sr. Deputado fala por símbolos. Risos. E ele com isso quer dizer, quer usar apenas o eufemismo, que primeiro estão os interesses dos empresários da Madeira Nova, dos empresários deputados, e depois é que estão os interesses da Madeira! A SRA. RAQUEL COELHO (PTP):- Muito bem! Muito bem! O ORADOR:- De acordo com o Diário de Notícias de 30 de julho de 2011, a família de Jaime Ramos, detentora de várias empresas em sectores estratégicos, como a construção, transportes, estradas, tem fortes ligações ao Governo Regional, consumindo grande parte do bolo do orçamento regional. O Universo empresarial de Jaime Ramos desde 2009 até 30 de Julho de 2011 beneficiou de mais 600 mil euros em ajustes diretos, em apenas 2 anos e meio. Segundo o mesmo Diário de Notícias, o senhor Tranquada Gomes tinha 25 empresas; O SR. TRANQUADA GOMES (PSD):- Dou-te todas! O ORADOR:- o senhor Coito Pita 9 empresas; o senhor José Prada tem Pág. 19

20 Pág. 20 Burburinho na bancada do PSD. A SRA. RAQUEL COELHO (PTP):- Não há dinheiro agora?! Mas já venderam! O ORADOR:- 5 empresas; o senhor Miguel Sousa 10 empresas; e o parceiro da coligação, A SRA. RAQUEL COELHO (PTP):- Agora, está falido! E antes? O ORADOR:- o Sr. Lino Abreu, que ainda há pouco estava a falar com o filhote do Sr. Jaime Ramos, O SR. JOSÉ ROCHA (PTP):- A verdade dói! O ORADOR:- esse senhor tem 15 empresas. Estes senhores, que comeram do orçamento regional durante estes anos todos, são financeiramente e politicamente responsáveis pela dívida. A eles o Plano de Ajustamento Financeiro não chegou, nem tocou nas suas fortunas. Este Plano de Ajustamento Financeiro prejudicou, isso sim, foram os mais pobres, os mais carenciados, os reformados e os pequenos empresários e os nossos emigrantes. Tenho dito. O SR. PRESIDENTE (Miguel Mendonça):- Sr. Deputado Roberto Vieira para uma intervenção, tem a palavra. O SR. ROBERTO VIEIRA (MPT):- Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, o Sr. Deputado Agostinho percebe de energias renováveis, mas de gasóleo e gasolina não percebe mesmo nada. Aqui na Madeira os combustíveis são os mais caros do País. Isto não há dúvidas. Não temos alternativa. Onde é que estão as companhias de baixo custo aqui na Região? Não existem, porque V. Exas já chumbaram Aparte inaudível do Sr. Medeiros Gaspar (PSD). Protestos na bancada do PSD. V. Exas. já chumbaram duas vezes nesta Casa para que haja companhias de baixo custo! O SR. JAIME FILIPE RAMOS (PSD):- Nós?! O ORADOR:- V. Exas., sim senhor, chumbaram já duas vezes! Não há alternativa na Madeira em relação aos preços dos combustíveis. O SR. EDGAR SILVA (PCP):- Propostas nossas! O ORADOR:- Sr. Deputado Gualberto, neste documento está aqui a falta de lealdade do PSD, Sr. Deputado, está aqui a falta de lealdade, a prova. Não havia aumento de IVA. Está aqui; não havia aumento dos impostos ou combustíveis. Está aqui. Está neste momento a restauração a fechar portas, a mandar mais gente para o desemprego, Sr. Deputado. Está aqui a falta de lealdade que V. Exa. diz não existir, está aqui neste documento, claro, clarinho, mais branco não há. É aqui que está a prova da falta de lealdade: os combustíveis na Madeira são mais caros. A comunicação social pode ir à internet (a sua internet deve ser diferente da nossa), a comunicação social Vozes do PSD:- Não é! Não é! O ORADOR:- pode ir à internet, e é a gasolina mais cara do País, é o gasóleo mais caro do País! Protestos na bancada do PSD. O SR. JAIME FILIPE RAMOS (PSD):- O gasóleo não é! O ORADOR:- Gasolina, gasolina! Vozes do PSD:- Aaaahhhh! Apartes inaudíveis entre as diversas bancadas. O ORADOR:- Não, a vossa internet é diferente, porque vocês estão comprometidos. Esta questão, este documento vai baixar à especialidade, porque é para a República, se fosse para o Governo Regional, V. Exas. não pensavam da mesma forma. Nós, madeirenses, não temos alternativa, a ir a um Jumbo, ou outra companhia qualquer, comprar mais barato

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