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1 CADERNO 3 Conselho Escolar e o respeito e a valorizaçã ção o do saber e da cultura do estudante e da comunidade. O caderno trata do sentido político e educacional que o conselho possui, da valorizaçã ção o e respeito ao saber e a cultura do estudante e da comunidade. Política: uma invençã ção o humana. Uma invençã ção o que torna o humano capaz de estabelecer o acordo para uma convivência ncia que o permite realizar sua vocaçã ção ontológica de ser mais. Educaçã ção: um processo de cuidar e provocar os movimentos do ser-aí sobre sua própria pria consciência. ncia. Um movimento em que o antropomorfo torna-se humano. Escola:Instituiçã ção o onde pessoas se encontram para realizar um ritual de humanizaçã ção ou coisificaçã ção. Conselho Escolar: espaço o que todos os segmentos da comunidade escolar e da comunidade local têm t m para estudar, pesquisar e elaborar um caminho para escola.

2 Escola e comunidade:respeito e valorizaçã ção o do saber e da cultura. Como o Conselho Escolar pode elaborar um Projeto Político de Educaçã ção o a partir do respeito e valorizaçã ção o das narrativas e práticas do lugar, atribuindo sentido aos 200 dias letivos? uma obra de arte que precisa ser explicada não n é uma obra de arte. Que escola é essa que não n é compreendida pelas pessoas que cuidam cotidianamente dos educandos?

3 Uma voz do outro lado do muro Eles não n o aprendem mais é [...] eu jáj não o sei ajudar a eles. Chegam em casa, às s vezes, com um assunto e eu não n o sei. Sou analfabeta [grifo nosso] e não n o sei ajudar. Eu, em quase nada sei ajudar, quase nada, eu não n o tenho. Converso com eles mesmo sem saber ler. [grifo nosso] É que eu tenho dód que eles tem dificuldade de fazer uma tarefa em casa, um trabalho em casa e eu não n o sei responder com os bichim. Ás s vezes, vão v o chorando e eu findo chorando também, m, que não n o sei ajudar a eles, como? Como? [...] Fico calada não o respondo nada. Às s vezes converso com a professora sobre isso [...] [lágrimas], às s vezes converso [...] [choro]. (MEDEIROS ARAÚJO, 2003 Informaçã ção o verbal).

4 Um outro sentido no ato de educar. Eu não percebia o que estava fazendo com minha filha não! Eu estava proibindo-a a de viver,, de ser criança. a. Na verdade, não era ela que não gostava de se sujar,, de brincar,, era eu que não permitia,, e não me dava conta disso. Agradeço muito a vocês,, a esta escola, que se preocupa realmente com as crianças as,, que olha, que tem coragem de chamar as mães m para conversar, para dizer o que vocês s estão o vendo, estão o sentindo. Tenho muito o que agradecer. Hoje minha filha é mais feliz, é mais viva, é mais criança. a.

5 Conflito faz emergir um sentido para o Conselho Escolar. Se constituir em um ambiente político de diálogo dos segmentos e comunidade local para pensar, elaborar e apontar um rumo, uma direçã ção o para a Escola. Superar a relaçã ção o de comunicado com a comunidade e estabelecer uma relaçã ção o de comunicaçã ção. Pensar o Conselho como um agrupamento de pessoas para estudar, compreender a relaçã ção o e apontar o rumo (direçã ção) fazendo uso dos elementos da pesquisa.

6 A ESCOLA ME PARECE UM MUNDO QUE ESTRANHEI, SE ENTRANHOU E EU DESCONHEÇO

7 Isaac Newton William Black

8 FEMINILIZAÇÃ ÇÃO O DO MAGISTÉRIO CONTRATO DE PROFESSORAS EM 1923 Este é um acordo entre a senhorita... mestra, e o Conselho de Educaçã ção o da Escola... pelo qual a senhorita... acorda em lecionar em classes durante um período de oito meses a partir de..... septiembro de O Conselho de Educaçã ção o acorda pagar à senhorita... a quantia de (*75) mensais. A senhorita concorda: 1.- Não o casar-se. se. Este contrato será automáticamente ticamente anulado e sem efeito se a professora se casar. 2.- Não o andar em companhia de homens Estar em sua casa entre às s 8 da noite e às s 6 da manhã,, a menos que seja para atender funçã ção o escolar. 4.- Não o passear por sorveterias do centro da cidade. 5.- Não o abandonar a cidade sob nenhum motivo sem permissão o do presidente do Conselho de Delegados.

9 Educar e escolarizar Educar humanizar: Não o pedimos para nascer, mas fomos postos no mundo; vivemos a tragédia de não n saber nem controlar o que vai acontecer no próximo segundo; vivemos condenados a conviver com o luto (perda de entes que amamos) e a maldade humana e vivemos condenados à morte. Escolarizar: Emergiu em um momento histórico que era preciso transformar as multidões perigosas em multiplicidades organizadas. Transformou em uma época, mas hoje aprisiona (cada um em um lugar e um lugar para cada um); não n é preciso saber quem são o os educadores e educandos como pessoas; o objetivo da escola é a escola (alfabetizar e vestibular).

10 A COMUNIDADE COM SEU MODO DE SER E DE VIVER EM UM TEMPO E ESPAÇO O DETERMINADO. O respeito e a valorizaçã ção do saber e da cultura do estudante (ser-aí)) e da comunidade (sendo), exige dos conselheiros uma pesquisa sobre o modo de ser e de viver dos educandos, educadores e da comunidade onde a escola se situa, O tempo de trabalho na escola não n o garante que eu conheço, o, respeito e valorizo o saber e a cultura do estudante e da comunidade, A escola que fundamenta seu P.P.P no conhecimento, respeito e integraçã ção do saber e da cultura do educando e da comunidade, assumiu para si o princípio pio político de educar como um ato amoroso de humanizaçã ção,

11 CUIDADOS E BELEZAS NA RELAÇÃ ÇÃO O ENTRE ESCOLA E COMUNIDADE A beleza maior da escola, reside no fato de ela ser um lugar, onde pessoas se encontram cotidianamente, O conselho ganha importância e visibilidade, quando se constitui no espaço o político de elaboraçã ção o de um projeto de educaçã ção o que objetiva não n o servir, mas interferir na vida política da comunidade com a qual trabalha e, (re)inventa-se com essa comunidade,

12 CONSELHO ESCOLAR E O ABRAÇO O ENTRE ESCOLA E COMUNIDADE. Uma pedagogia do encontro Um abraço o em que a escola deixa de substituir a palavra da comunidade por sua palavra e por sua cultura, (A educaçã ção bancária), Um abraço o com os braços de profissionais do posto de saúde, delegacia e ONGs,, entre outras instituiçõ ções que atuam na comunidade, Um encontro em que os conselheiros tomam, carinhosamente, para si a responsabilidade de pensar e elaborar um processo educativo, no qual se promove a vocaçã ção o ontológica do humano de ser mais, Um abraço o inspirado no ato amoroso dos que se amam.

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