REGULAMENTO DOS SERVIÇOS DE ÁGUA E ESGOTO DA CORSAN R.S.A.E.

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1 REGULAMENTO DOS SERVIÇOS DE ÁGUA E ESGOTO DA CORSAN (Publicado no DOE em 01/07/2009) (Resolução 1093 AGERGS, publicada no DOE em 23/04/2009) R.S.A.E. 2009

2 REGULAMENTO DOS SERVIÇOS DE ÁGUA E ESGOTO DA CORSAN... 5 DO OBJETIVO... 5 CAPÍTULO I... 5 DOS TERMOS, SIGLAS E DEFINIÇÕES DO REGULAMENTO... 5 PARTE I DAS CONDIÇÕES GERAIS DOS SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E ESGOTAMENTO SANITÁRIO CAPÍTULO II DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES CAPÍTULO III DAS CARACTERÍSTICAS GERAIS DO ATENDIMENTO SEÇÃO I DA REDE PÚBLICA SEÇÃO II DOS PARCELAMENTOS DO SOLO SEÇÃO III DOS CONDOMÍNIOS SEÇÃO IV DAS PISCINAS SEÇÃO V DOS HIDRANTES CAPÍTULO IV DOS IMÓVEIS SEÇÃO I DAS INSTALAÇÕES

3 SEÇÃO II DOS RAMAIS PREDIAIS DE ÁGUA E DE ESGOTO SEÇÃO III DOS RESERVATÓRIOS PARTE II DAS CONDIÇÕES DE PRESTAÇÃO DOS SERVIÇOS CAPÍTULO V DA CLASSIFICAÇÃO DAS ECONOMIAS CAPÍTULO VI DO CADASTRO CAPÍTULO VII DAS LIGAÇÕES SEÇÃO I DAS LIGAÇÕES DEFINITIVAS SEÇÃO II DAS LIGAÇÕES DE USO TEMPORÁRIO SEÇÃO III DAS RELAÇÕES CONTRATUAIS CAPÍTULO VIII DA APURAÇÃO DO CONSUMO, DO FATURAMENTO E DOS PROCESSOS ADMINISTRATIVOS SEÇÃO I DOS MEDIDORES SEÇÃO II DA MEDIÇÃO, DO FATURAMENTO E RECUPERAÇÕES SEÇÃO II DA APURAÇÃO DE IRREGULARIDADE E DA REVISÃO DO FATURAMENTO

4 CAPÍTULO IX DA SUSPENSÃO, DA SUPRESSÃO DO FORNECIMENTO E DA RELIGAÇÃO CAPÍTULO X DO PAGAMENTO SEÇÃO I DA COBRANÇA DOS SERVIÇOS SEÇÃO II DA COBRANÇA DOS SERVIÇOS DIVERSOS SEÇÃO III DO PARCELAMENTO E DA REDUÇÃO DE DÍVIDAS CAPÍTULO XI DOS DEVERES, DAS OBRIGAÇÕES E PENALIDADES CAPÍTULO XII DAS DISPOSIÇÕES GERAIS ANEXO I LEGISLAÇÕES

5 REGULAMENTO DOS SERVIÇOS DE ÁGUA E ESGOTO DA CORSAN DO OBJETIVO Art. 1 Este Regulamento disciplina a prestação dos serviços públicos de abastecimento de água e esgotamento sanitário nas localidades cujos sistemas sejam de responsabilidade da Companhia Riograndense de Saneamento - CORSAN, e sob a regulação da Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Rio Grande do Sul - AGERGS. CAPÍTULO I DOS TERMOS, SIGLAS E DEFINIÇÕES DO REGULAMENTO Adotam-se neste Regulamento os seguintes termos e definições: 1 PARA OS SERVIÇOS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA: 1.1 ABASTECIMENTO ATIVO Prestação regular dos serviços de abastecimento de água. 1.2 ABASTECIMENTO CENTRALIZADO Abastecimento de água através de um único ramal predial para o condomínio. 1.3 ABASTECIMENTO DESCENTRALIZADO Abastecimento de água através de ramais individuais para cada imóvel constituinte do condomínio. 1.4 ABASTECIMENTO SUPRIMIDO Interrupção do abastecimento de água a um imóvel pela desconexão do ramal predial e consequente baixa do cadastro de imóveis ativos. 1.5 ABASTECIMENTO SUSPENSO Interrupção temporária do abastecimento de água a um imóvel, mantido seu ramal predial. 1.6 AFERIÇÃO É o processo utilizado para verificar a precisão de registro do hidrômetro ou do sistema de medição correspondente, de acordo com os padrões estabelecidos pelo INMETRO. 5

6 1.7 COLAR DE TOMADA OU PEÇA DE DERIVAÇÃO Dispositivo aplicado à canalização distribuidora de água para conexão do ramal predial de água. 1.8 CONSUMO Volume de água utilizado em um imóvel, num determinado período e fornecido pelo sistema público de abastecimento de água, através de sua ligação com a rede pública. 1.9 CONSUMO ESTIMADO Volume mensal de água atribuído a uma economia conforme sua categoria de uso, utilizado como base para faturamento em imóvel não-hidrometrado CONSUMO FATURADO Consumo medido ou estimado utilizado como base mensal para o faturamento do imóvel CONSUMO LIMITADO Consumo cujo volume de utilização em um imóvel é atribuído e fornecido através de ligação dotada de limitador de vazão CONSUMO MEDIDO Volume de água utilizado em um imóvel e registrado através do hidrômetro instalado na ligação CONSUMO MÉDIO Média de consumos medidos, relativa a ciclos de venda consecutivos para um imóvel DESPERDÍCIO Água perdida numa instalação predial em decorrência de uso inadequado FONTE ALTERNATIVA DE ABASTECIMENTO Suprimento de água não-proveniente do sistema público de abastecimento de água HIDRANTE Elemento da rede de distribuição, cuja finalidade principal é a de fornecer água para o combate de incêndio HIDRÔMETRO Aparelho destinado a medir e registrar, cumulativamente, o volume de água utilizado INSTALAÇÃO PREDIAL DE ÁGUA Conjunto de canalizações, aparelhos, equipamentos e dispositivos prediais localizados a partir da última conexão do quadro do hidrômetro e empregados no abastecimento e na distribuição de água do imóvel, sob responsabilidade do usuário LIMITADOR DE VAZÃO Dispositivo instalado no ramal predial de água destinado a restringir consumos acima de um limite determinado PONTO DE ÁGUA Derivação da instalação predial que permite a utilização da água RAMAL PREDIAL DE ÁGUA Canalização compreendida entre o colar de tomada ou peça de derivação até a última conexão do quadro do hidrômetro, sob responsabilidade da CORSAN. 6

7 1.22 REGISTRO DE DERIVAÇÃO (FERRULE) Registro aplicado na rede de abastecimento para a tomada de água RELIGAÇÃO DO ABASTECIMENTO Procedimento efetuado pela CORSAN com o objetivo de restabelecer o fornecimento do abastecimento à ligação, por solicitação do usuário ou titular do imóvel, cessado o fato que motivou a suspensão RESERVATÓRIO DE DISTRIBUIÇÃO Elemento do sistema de abastecimento de água destinado a acumular água para regularizar as diferenças entre o abastecimento e o consumo, os quais se verificam em um dia, promovendo as condições de abastecimento contínuo SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DOMICILIAR: a) Sistema de Distribuição Direto Alimentação da edificação diretamente da rede pública; b) Sistema de Distribuição Indireto Alimentação da edificação a partir de reservatório elevado domiciliar; c) Sistema de Distribuição Misto Alimentação da edificação diretamente pela rede pública e também a partir de reservatório elevado domiciliar SISTEMA DE MACROMEDIÇÃO Conjunto de instrumentos de medição, permanentes ou portáteis, usados para a obtenção de dados de vazões e pressões em pontos significativos de um sistema de abastecimento de água SISTEMA DE MICROMEDIÇÃO Conjunto de atividades relacionadas com a instalação, operação e manutenção de hidrômetros, o qual tem por finalidade a medição do fornecimento de água demandada pelas instalações prediais SISTEMA PÚBLICO DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA Conjunto de instalações e equipamentos, que tem por finalidade captar, aduzir, tratar, reservar e distribuir água potável TARIFA DE ÁGUA Valor cobrado pela prestação do serviço de abastecimento de água ao imóvel VOLUME DISPONIBILIZADO Volume medido ou estimado na saída da estação de tratamento de água e/ou na saída do sistema de captação subterrânea. 2 PARA OS SERVIÇOS DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO: 7

8 2.1 BOMBA DE ESGOTAMENTO Equipamento destinado a bombear o esgoto doméstico quando se tratar de instalação sanitária situada abaixo do nível da rede coletora de esgoto. 2.2 CAIXA DE INSPEÇÃO DE CALÇADA Dispositivo no qual é feita a conexão do ramal predial de esgoto com a instalação predial de esgoto, servindo para inspeção, limpeza e desobstrução das canalizações. 2.3 COLETOR PÚBLICO Canalização destinada à recepção de esgoto sanitário em qualquer ponto ao longo de sua extensão. 2.4 ESGOTAMENTO DOMÉSTICO OU SANITÁRIO É a descarga líquida decorrente da água utilizada em residências e escritórios para atividades de lavagem de louças e roupas, banho, descarga de vasos sanitários, e outros. 2.5 ESGOTAMENTO HOSPITALAR Descarga líquida decorrente de atividades hospitalares. 2.6 ESGOTAMENTO INDUSTRIAL É a descarga líquida decorrente da água utilizada em processos de produção industrial. De acordo com o tipo de indústria o efluente apresentará características específicas havendo a necessidade de se efetuar estudos para cada tipo de despejo. 2.7 INSTALAÇÃO PREDIAL DE ESGOTO Conjunto de canalizações, aparelhos, equipamentos e dispositivos, localizados internamente no imóvel, até a caixa de inspeção de calçada, sob responsabilidade do usuário. 2.8 RAMAL PREDIAL DE ESGOTO Canalização compreendida entre a caixa de inspeção de calçada e o coletor público, sob responsabilidade da CORSAN. 2.9 SISTEMA PÚBLICO DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO Conjunto de obras, instalações e equipamentos, que tem por finalidade coletar, afastar e dar destino final adequado às águas residuais ou servidas TARIFA DE ESGOTO Valor cobrado pelo serviço de esgotamento sanitário prestado. 3 TERMOS, SIGLAS E DEFINIÇÕES GERAIS: 3.1 ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas 3.2 CADASTRO COMERCIAL Conjunto de registros atualizados, necessários à comercialização, ao faturamento e à cobrança dos serviços. 3.3 CATEGORIA DE USO Classificação da economia em função de sua ocupação ou sua finalidade. 8

9 3.4 CICLO DE FATURAMENTO Período compreendido entre a data de leitura do hidrômetro ou determinação do consumo estimado e a data de vencimento da respectiva fatura de serviços. 3.5 CICLO DE LEITURA Período compreendido entre duas leituras de hidrômetro ou estimativas consecutivas de consumo. 3.6 CONTRATO DE ADESÃO Instrumento contratual com cláusulas vinculadas às normas e regulamentos da prestação dos serviços de água e/ou esgotamento sanitário, não podendo o conteúdo das mesmas ser modificado pela CORSAN ou pelo titular, a ser aceito ou rejeitado de forma integral. 3.7 CONTRATO ESPECIAL DE FORNECIMENTO instrumento contratual em que a CORSAN e o responsável pela ligação ajustam as características técnicas e as condições comerciais do abastecimento de água e serviço de esgotamento sanitário. 3.8 CREA Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia. 3.9 DÍVIDA Valor em moeda corrente devido pelo consumidor, resultante dos serviços prestados e eventuais acréscimos e/ou sanções não quitados ECONOMIA Unidade autônoma cadastrada ESTRUTURA TARIFÁRIA Conjunto de tarifas aplicáveis às componentes de consumo de água e /ou esgotamento sanitário de acordo com a categoria de uso da ligação EXPONENCIAL Índice matemático que compõe a fórmula de cálculo da tarifa de água e/ou esgoto FAIXA DE CONSUMO Intervalo de volume de consumo, componente da estrutura tarifária FATURA DE SERVIÇOS Documento hábil para cobrança e pagamento de dívida contraída pelo consumidor IMÓVEL Unidade predial ou territorial IMOVEL DE USO SAZONAL É o imóvel localizado em área de interesse turístico ou balneário, conforme relação de localidades disponibilizada no site da CORSAN, utilizado esporadicamente, não se caracterizando como de uso permanente IMÓVEL FACTÍVEL DE LIGAÇÃO Imóvel não conectado ao sistema público e situado em logradouro provido de rede de distribuição de água e/ou esgotamento sanitário. 9

10 3.18 IMÓVEL LIGADO Imóvel conectado ao sistema público e registrado no cadastro comercial IMÓVEL POTENCIAL DE LIGAÇÃO Imóvel situado em logradouro desprovido de rede de distribuição de água e/ou esgotamento sanitário INMETRO Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial 3.21 LOCALIDADE Comunidade atendida pelos serviços da Companhia MULTA Penalidade pecuniária imposta ao consumidor do imóvel pela inobservância de condições específicas previstas neste Regulamento PEDIDO DE FORNECIMENTO ato voluntário do interessado que solicita ser atendido pela CORSAN no que tange à prestação de serviço público de fornecimento água e/ou esgotamento sanitário, vinculando-se às condições regulamentares dos contratos respectivos PERDA Diferença entre o volume disponibilizado e o volume efetivamente fornecido ao imóvel PREÇO-BASE Valor do metro cúbico identificado com a categoria de uso SERVIÇO BÁSICO Valor cobrado por economia, oriundo da composição das despesas operacionais indiretas, relativas à disponibilidade e à prestação dos serviços de abastecimento de água e/ou esgotamento sanitário SERVIÇO ESPECIAL Serviço que, em função de suas características, é prestado mediante tarifas especiais, definidas de comum acordo entre a Companhia e o usuário SERVIÇO NORMAL Serviço prestado e cobrado de acordo com a estrutura tarifária da Companhia USUÁRIO Pessoa física ou jurídica, ou comunhão de fato ou de direito, legalmente representada que utiliza os serviços da CORSAN TABELA DE INFRAÇÕES Tabela de serviços sancionários imputados às transgressões ao Regulamento dos Serviços de Água e Esgoto da CORSAN TARIFA COMPOSTA MÍNIMA É a estrutura tarifária definida pelo valor do serviço básico adicionado do valor relativo ao consumo presumido para a categoria TARIFA CONSUMO É a estrutura tarifária definida pelo valor do serviço básico adicionado da razão entre o consumo elevado a exponencial específico e o preço-base do metro cúbico da categoria de uso. 10

11 3.33 TARIFA ESPECIAL Tarifa cobrada pela Companhia para fornecimento de água em caráter de exceção, autorizada pela Diretoria TARIFA MÉDIA Quociente entre a receita operacional direta do serviço e o volume faturado, referente à água e ao esgotamento sanitário TERCEIROS Pessoas físicas ou jurídicas que, em caráter temporário, utilizam os serviços da Companhia TITULAR Proprietário do imóvel. Em se tratando de condomínio, este será o titular UNIDADE AUTÔNOMA Imóvel de uma única ocupação ou subdivisão de um imóvel, com ocupação independente dos demais, perfeitamente identificável e/ou comprovável em função da finalidade de sua ocupação legal, dotado de instalação privativa ou comum, para uso dos serviços de abastecimento de água e/ou esgotamento sanitário VOLUME EXCEDENTE Volume fornecido em determinado período de tempo, além do consumo mínimo presumido da categoria ou da demanda contratada VOLUME FATURADO Volume medido ou estimado para a categoria de uso VOLUME FATURADO UNITÁRIO É o índice correspondente ao quociente entre o volume faturado total da unidade de saneamento e o número de economias ligadas da mesma. 11

12 PARTE I DAS CONDIÇÕES GERAIS DOS SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E ESGOTAMENTO SANITÁRIO 12

13 CAPÍTULO II DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 2 A Companhia Riograndense de Saneamento CORSAN, sociedade de economia mista, criada pela Lei n 5167, de 21 de dezembro de 1965, com sede em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, tem por finalidade implantar, ampliar, manter, conservar e explorar os serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário, através de delegação municipal. Art. 3 Os serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário são prestados de acordo com as disposições deste Regulamento, amparados na Lei Federal n 8.987, de 13 de fevereiro de 1995, e Lei Estadual n 5.167, de 21 de dezembro de 1965, regulamentada pelo Decreto Estadual n , de 4 de fevereiro de 1966, Lei Federal 8.078, de 11 de setembro de 1990, Lei Federal , de 5 de janeiro de 2007 e Lei Estadual , de 7 de janeiro de 1997 e demais legislações aplicáveis. Art. 4 Os sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário serão mantidos, renovados e/ou ampliados, visando à prestação adequada dos serviços, considerados os aspectos sociais, sanitários, ambientais e legais, assim como a viabilidade técnica, econômica e financeira de tais medidas. Art. 5 O imóvel situado em logradouro dotado de rede pública de abastecimento de água potável e/ou de rede coletora de esgoto sanitário deverá ter suas instalações ligadas às respectivas redes, de acordo com os dispositivos contidos na Lei Federal n 8.080, de 19 de setembro de 1990, Lei Estadual n 6.503, de 22 de dezembro de 1972, regulamentada pelo Decreto Estadual n , de 24 de outubro de 1974, Lei Estadual n.º , de 3 de agosto de 2000, Lei Federal , de 5 de janeiro de 2007 e normas da CORSAN. 13

14 CAPÍTULO III DAS CARACTERÍSTICAS GERAIS DO ATENDIMENTO SEÇÃO I DA REDE PÚBLICA Art. 6 Os componentes dos sistemas públicos de água ou de esgotamento sanitário, somente poderão ser implantados se os respectivos projetos forem pela CORSAN executados ou aprovados, devendo, no segundo caso, a CORSAN fiscalizar a execução dos serviços. Art. 7º Os coletores públicos implantados nas divisas laterais ou de fundos de terrenos, somente serão assentados em áreas devidamente legalizadas e com averbação no Cartório de Registro de Imóveis. Parágrafo Único Os custos de indenização e averbação decorrentes da passagem dos coletores públicos indicados no caput deste artigo serão arcados pela CORSAN em obras de sua responsabilidade, ou pelo loteador no caso de parcelamentos de solo. Art. 8º À exceção dos casos de parcelamento de solo, as despesas com execução de obras para ampliação da rede de distribuição de água ou esgotamento sanitário, serão custeadas pela CORSAN. 1º - Para fins de viabilidade da implantação de novas ligações de água e/ou esgotamento sanitário a execução das obras definidas no caput deste artigo, e/ou serviços e instalações de equipamentos poderão ser custeados pelo interessado, na forma da legislação e regulamentos aplicáveis; 2º As obras, bem como os equipamentos instalados e custeados pelos interessados serão transferidos ao sistema, sem qualquer ônus à CORSAN. Art. 9º Compete privativamente à CORSAN operar e executar reparos e modificações nas canalizações e instalações do serviço público de abastecimento de água e esgotamento sanitário, ressalvado o disposto no artigo

15 SEÇÃO II DOS PARCELAMENTOS DO SOLO Art. 10 A CORSAN deverá se manifestar sobre a viabilidade técnica dos sistemas de abastecimento de água e de esgotamento sanitário, para atender a qualquer tipo de parcelamento do solo, nos municípios por ela atendidos. Parágrafo Único O prazo para a CORSAN informar as Diretrizes Técnicas de aprovação de projetos de parcelamento de solo será de 30 (trinta) dias a contar da data do protocolo de recebimento do pedido por parte do interessado/loteador. Art. 11 Os projetos dos sistemas de abastecimento de água e de esgotamento sanitário, para atender a qualquer tipo de parcelamento do solo, devem ser examinados e aprovados de acordo com as normas da CORSAN. 1º As obras executadas e os equipamentos previstos nos projetos de abastecimento de água e esgotamento sanitário, de que trata o artigo, bem como as áreas destinadas à implantação dos mesmos serão incorporados ao sistema da CORSAN, sem ônus, através de termo de transferência. 2º - O prazo para análise e aprovação dos projetos referentes às obras de extensão de rede de água ou esgoto sanitário, referidos no parágrafo anterior, é de 30 (trinta) dias, contados da data do protocolo de entrega do projeto na CORSAN. Art. 12 Quando, por interesse da CORSAN, as estações de bombeamento, reservatórios e outros elementos constitutivos do sistema se destinarem a atender também a áreas não pertencentes ao parcelamento do solo, caberá ao loteador custear apenas a parte da despesa correspondente às obras e instalações necessárias ao suprimento de água e esgotamento sanitário do seu parcelamento do solo. Art. 13 A implantação dos sistemas de abastecimento de água e de esgotamento sanitário do parcelamento do solo será custeada pelo interessado, de acordo com os projetos previamente aprovados pela CORSAN. 1º Para fins de aprovação, os projetos dos sistemas de abastecimento de água e de esgotamento sanitário deverão obedecer às normas da ABNT e da CORSAN, devendo o interessado apresentar o projeto urbanístico ou anteprojeto referendado pela Prefeitura Municipal, as respectivas Anotações de Responsabilidade Técnica junto ao CREA, bem como quaisquer outros elementos técnicos que venham a ser exigidos pela CORSAN. 15

16 2º Os projetos deverão ser entregues para análise e aprovação, acompanhados simultaneamente do licenciamento do Órgão Ambiental do Estado, com as exigências específicas para o parcelamento do solo. 3º Os projetos não poderão ser alterados no decurso da execução das obras, sem a prévia aprovação da CORSAN. Art. 14 Para dar início às obras, o interessado deverá comunicar à CORSAN, apresentando o ato administrativo de licenciamento emitido pela Prefeitura Municipal. Parágrafo Único Concluídas as obras, o interessado solicitará à CORSAN a conexão do sistema à rede pública, anexando documentos cadastrais do serviço executado. Art. 15 A conexão dos sistemas do parcelamento do solo aos da CORSAN será executada na forma do disposto no artigo 9º, após totalmente concluídas e aceitas as obras relativas aos projetos aprovados e, quando for o caso, efetivadas as respectivas transferências. 1º Poderão ser feitas ligações parciais de água e esgoto dos trechos já concluídos, desde que os mesmos lotes sejam atendidos simultaneamente e estejam de acordo com os projetos gerais, devidamente aprovados pela CORSAN. 2º Após a conexão dos sistemas do parcelamento do solo aos da CORSAN, o proprietário fica responsável pela manutenção e conservação dos mesmos, até a emissão do termo de recebimento definitivo e da respectiva transferência. SEÇÃO III DOS CONDOMÍNIOS Art. 16 O abastecimento de água e o serviço de esgotamento sanitário dos condomínios poderão ser centralizados ou descentralizados. 1º Quando se tratar de abastecimento de água e esgotamento sanitário centralizados, o hidrômetro será instalado na entrada do condomínio, observado ainda que os sistemas internos de abastecimento de água e esgotamento sanitário permanecerão de propriedade e responsabilidade dos mesmos. 2º Nos condomínios horizontais, quando o abastecimento de água for descentralizado, com ligação individual para cada imóvel, os procedimentos de aprovação e implantação serão à 16

17 semelhança dos Parcelamentos do Solo, conforme SEÇÃO II deste CAPÍTULO, sendo transferidos, inclusive, o sistema para o patrimônio da CORSAN. 3º Os condomínios verticais poderão ter medição individualizada, desde que os ramais prediais que abastecerão as unidades autônomas, com seus respectivos hidrômetros, estejam instalados na testada do imóvel, em local de fácil acesso, conforme determina a norma específica. SEÇÃO IV DAS PISCINAS Art. 17 A ligação de água para piscina somente será autorizada se não acarretar prejuízo ao abastecimento público. Parágrafo Único No caso de ligação já existente, a CORSAN poderá suspender o fornecimento de água quando este comprometer o abastecimento. Art. 18 Por necessidade técnica, poderá ser exigido que o enchimento das piscinas seja feito em horário predeterminado. Art. 19 O sistema de suprimento, através de recirculação de água da piscina, não poderá ter conexão com a rede pública de abastecimento. Art. 20 As instalações de esgotamento da piscina não poderão ter conexão com a rede pública de esgotamento sanitário. SEÇÃO V DOS HIDRANTES Art. 21 Os hidrantes, em caso de incêndio, serão utilizados pelo Corpo de Bombeiros da Brigada Militar do Estado ou Órgão devidamente autorizado pela CORSAN. Parágrafo Único Excluindo-se os casos previstos neste artigo, a utilização do hidrante acarretará ao infrator a multa prevista na Tabela de Infrações. 17

18 Art. 22 Os hidrantes deverão constar nos projetos e ser distribuídos ao longo da rede, obedecendo a critérios adotados pela CORSAN e de acordo com os equipamentos utilizados pelo Corpo de Bombeiros da Brigada Militar do Estado. Art. 23 Em casos especiais e atendidos os critérios técnicos, poderão os usuários, às suas expensas, requerer à CORSAN a instalação de hidrantes situados obrigatoriamente no passeio público. Art. 24 Por solicitação do Corpo de Bombeiros da Brigada Militar do Estado ou Órgão devidamente credenciado, a CORSAN fornecerá a planta de localização dos hidrantes existentes e seu tipo. Art. 25 A manutenção dos hidrantes será de responsabilidade da CORSAN, cabendo ao Corpo de Bombeiros comunicar à mesma qualquer irregularidade por ele constatada. Art. 26 O Corpo de Bombeiros ou o Órgão autorizado comunicará, no prazo de 72 (setenta e duas) horas, o volume de água consumido no hidrante, medido ou estimado, bem como o local e o motivo do consumo. CAPÍTULO IV DOS IMÓVEIS SEÇÃO I DAS INSTALAÇÕES Art. 27 A instalação de água compreende: a) Ramal predial de água; b) Instalação predial de água. Art. 28 A instalação de esgoto sanitário compreende: a) Ramal predial de esgoto; b) Instalação predial de esgoto. 18

19 Art. 29 A CORSAN inspecionará as instalações prediais de água e esgoto, antes de efetuar a ligação dos respectivos serviços e, posteriormente, a qualquer tempo, quando julgar necessário. Art. 30 As instalações prediais de água deverão ser projetadas de modo que o abastecimento predial se realize através do sistema de distribuição direto, indireto ou misto. Art. 31 A CORSAN fornecerá o serviço de abastecimento de água com intervalo entre 10 (dez) m.c.a de pressão dinâmica mínima e 40 (quarenta) m.c.a de pressão estática máxima, medidas no quadro do hidrômetro, cabendo ao interessado a definição quanto ao tipo de abastecimento do imóvel. Art. 32 Nos sistema de esgoto do tipo separador absoluto, é vedada ao usuário a introdução de águas pluviais na instalação predial de esgoto, ficando o infrator sujeito a multa prevista na Tabela de Infrações. Art. 33 Os despejos industriais e hospitalares que, por sua natureza, não puderem ser coletados diretamente pela rede de esgotamento sanitário deverão ser tratados previamente pelo usuário, às suas expensas, de acordo com a legislação vigente e as normas da CORSAN. 1 Para tanto, os respectivos projetos deverão ser aprovados pelo Órgão Ambiental competente e pela CORSAN, quanto às condições de lançamento destes efluentes tratados. 2 Sempre que necessário, a CORSAN fiscalizará o ponto de lançamento para verificar o atendimento das condições preestabelecidas. Art. 34 Serão de responsabilidade do interessado as obras, instalações e operações necessárias ao esgotamento dos imóveis situados abaixo do nível da via pública e daqueles que não puderem ser esgotados diretamente pela rede da CORSAN, em virtude das limitações impostas pelas características da construção, conforme legislação em vigor. Art. 35 Os prazos estabelecidos e/ou pactuados, para início e conclusão das obras a cargo da CORSAN, serão suspensos, quando: I - o interessado não apresentar as informações sob sua responsabilidade; II - cumpridas todas as exigências legais, não for obtida licença, autorização ou aprovação de autoridade competente; III - não for conseguida a servidão de passagem ou via de acesso necessária à execução dos trabalhos; e, IV - em casos fortuitos e/ou de força maior. 19

20 Parágrafo Único. Os prazos continuarão a fluir logo depois de removido o impedimento. SEÇÃO II DOS RAMAIS PREDIAIS DE ÁGUA E DE ESGOTO Art. 36 Os ramais prediais de água e ramais prediais de esgoto são partes integrantes dos sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário, e serão executados pela CORSAN ou por terceiros, com autorização expressa da mesma, de acordo com as normas técnicas aplicáveis. 1º Nos ramais prediais de água, a responsabilidade da CORSAN limita-se à última conexão do quadro do hidrômetro com a instalação predial de água do imóvel. Nos ramais prediais de esgoto, a responsabilidade da CORSAN limita-se à última conexão da caixa de inspeção da calçada com a instalação predial de esgoto do imóvel. 2 A instalação predial de esgoto será executada pelo usuário ou proprietário, sendo a sua conexão ao sistema público executada ou fiscalizada pela CORSAN. 3 Quando o ramal predial de água ou o ramal predial de esgoto for executado com material adquirido pelo usuário ou proprietário, deverá, no ato da ligação, ser transferido à CORSAN. Art. 37 O ramal predial de água e/ou ramal predial de esgoto deverão ser dimensionados de modo a garantir o atendimento satisfatório ao imóvel. Art. 38 Não é permitida qualquer intervenção no ramal predial de água antes do hidrômetro, ficando o infrator sujeito a multa prevista na Tabela de Infrações. Art. 39 É vedada a intervenção do usuário no ramal predial de esgoto estando sujeito a multa prevista na Tabela de Infrações. Art. 40 A ligação cuja instalação predial necessitar passagem da canalização através de imóveis de terceiros somente será atendida pela CORSAN mediante apresentação, por parte do interessado, da autorização do proprietário do imóvel com reconhecimento de firma em cartório. Art. 41 A modificação ou substituição do ramal predial de água ou do ramal predial de esgoto, a pedido do usuário, será custeada pelo mesmo, salvo nos casos previstos no Parágrafo Único deste artigo. 20

21 Parágrafo Único Quando houver necessidade de renovação parcial ou total do ramal predial de água e/ou ramal predial de esgoto, por motivos técnicos ou de deterioração, a despesa correspondente será às expensas da CORSAN. Art. 42 O abastecimento predial será feito por meio de um só ramal, derivado da rede de abastecimento de água existente na testada do imóvel, mesmo abrangendo economias de categorias de uso distintas. Parágrafo Único - Por solicitação do titular, existindo condições técnicas, estas definidas em norma própria, poderá o abastecimento ser feito por mais de um ramal predial, para um mesmo prédio, ou para mais de um prédio situado em um mesmo lote, desde que esses ramais abasteçam economias distintas e não estejam interligadas; havendo interligações posteriores não autorizadas, às ligações efetivadas nessas condições, estarão os respectivos imóveis sujeitos à suspensão do abastecimento e aplicação de multa prevista na Tabela de Infrações. Art. 43 A cada imóvel corresponderá um único ramal predial de esgoto, ligado à rede pública existente. Parágrafo Único No caso de haver duas ou mais edificações construídas no mesmo terreno, estas poderão ser esgotadas pelo mesmo ramal predial de esgoto. SEÇÃO III DOS RESERVATÓRIOS Art. 44 Por motivo de ordem técnica, a CORSAN poderá exigir a instalação de reservatório domiciliar com o objetivo de regular o abastecimento, devendo o mesmo ser projetado e instalado de acordo com as normas técnicas vigentes e aplicáveis. 21

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