s Margens do Rio Amazonas Por: Rabino Eliahu Birnbaum meos Sequerra Por: Nelson Menda O Objetivo Principal da Ora

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1 דף 1 מתוך 14 Tzivia Kusminsky From: Sent: To: CORREIO SHAVEI EM PORTUGUES יום שלישי 24 פברואר 21: Subject: Raizes 018 Raםzes oחדedi n. 18 Fevereiro, Segunda quinzena Descobrindo o Passado Judaico de Portugal Por: Michael Freund Primeiro Queijo Casher em Portugal apףs 500 anos Fonte: Iton Haaretz Estilo Judaico de Viver-Parte 2 חדEdi - בMorash Fonte: o 61 s Margens do Rio Amazonas Por: Rabino Eliahu Birnbaum ךG Irmדos Os meos Sequerra Por: Nelson Menda O Objetivo Principal da Ora se י oחד Aproximar de D-us Por: Rabbi Aryeh Kaplan zt"l Shevat Mishenichnas Adar Marbim!!! בbe-Simch Quando inicia o mךs de Adar, aumenta a alegria!! Descobrindo o Passado Judaico de Portugal Por: Michael Freund - : oחדtradu David Salgado No final de um estreito caminho de pedras, no cora oחד da cidade do Porto ao norte de Portugal, encontrase um antigo monumento que ensina o valor e a sagacidade judaica. curioso buraco na fachada. בH muitos anos atrבs, trabalhadores encarregados de renovar uma estrutura medieval na rua Sדo Miguel 9 no antigo bairro judaico, descobriram uma entrada secreta no piso. Quando a removeram, ingressaram num grande quarto todo empoeirado que tinha um oחדorganiza Shavei Israel

2 דף 2 מתוך 14 Historiadores locais e experientes foram rapidamente chamados, eles identificaram ali uma arca sagrada de uma sinagoga secreta utilizada por judeus escondidos portugueses apףs as conversץes forחadas ao cristianismo em Este foi o ano em que o monarca portuguךs, o rei Manoel I, ordenou cruelmente o batismo dos judeus de seu reino. Apesar do trauma vivido, muitos dos anussim (palavra em hebraico para aqueles que foram forחados ), como comeחaram a ser chamados os judeus convertidos א for pתblico judaםsmo secretamente enquanto em, aח continuaram praticando o professavam o cristianismo. Expondo sua famםlia e a si mesmos, lutaram para manter a יf de seus antecessores ao longo dos sיculos. King George 58, 4. andar Heichal Shlomo Jerusalיm 94262, Israel Tel: Fax: Para um visitante no Porto a arca י um sםmbolo palpבvel da presenחa judaica que, em seu momento, ali floresceu bem como em todo o paםs. De fato, enquanto observo a abertura na parede e toco com minhas prףprias mדos a suave pedra, penso maravilhado na coragem deles ao desobedecer a poderosa mדo de ferro da oחדinquisi e a seus seguidores. Entretanto, isso י o que incontבveis nתmeros de anussim (aos quais os historiadores apenas se referem com o nome pejorativo de marranos ) decidiram fazer em Portugal e outros paםses. Em 1506, milhares deles foram assassinados nas ruas da capital no que ficou conhecido como O Massacre de Lisboa. Depois, em 1536, a oחדinquisi portuguesa foi estabelecida, e continuou caחando יs quase o fim do יat aqueles suspeitos de judaizar, os cripto-judeus. Desde 1540 culo XVIII, milhares de anussim foram levados sא cortes eclesiבsticas, que nדo tardaram em queimar nas fogueiras quelesא sentenciados culpados de seguir a Lei de Moisיs. םjuda, oחדpersegui os anussim continuaram cumprindo o Porיm, mesmo perante tal smo. Uma oחדdetermina incrםvel, onde ousaram construir casas clandestinas de ora Israel. oחד mantendo-se leais ao Deus de Visite nosso site Nדo tenha dתvida em contatar-nos: Mas nדo apenas Sinagogas secretas sדo as relםquias palpבveis e visםveis do passado judaico de Portugal, o qual בest sendo descoberto hoje em dia. Mais intrigante e excitante י o processo de descobrimento que בest acontecendo א medida que mais e mais anussim portugueses desejam reconectar-se a sua heranחa judaica. Na semana passada, no ltimoת andar da Sinagoga Mekor Chaim do Porto, estive בj sentado juntamente com uns 60 anussim portugueses, dentro os quais alguns ךb esחץcan em hebraico, recitaram judaםsmo. Cantaram fizeram o retorno oficial ao osחדn tradicionais antes e depois de comer e relataram comoventes histףrias pessoais. Uma dessas pessoas, a qual chamarei Miriam, י uma pesquisadora na Universidade local. Ela comentou como sua mדe acendia velas a cada sexta-feira de forma clandestina, em um canto escondido de sua casa, longe dos olhos curiosos dos vizinhos. E apesar de acreditar em uma sociedade sumamente catףlica, nem ela nem seus irmדos foram batizados, mantendo assim uma oחדtradi familiar que data de vבrias esחץgera na famםlia de sua mדe. Aqui, na Sinagoga, me sinto sinceramente em casa me disse. בH alguns meses atrבs, a pequena comunidade judaica do Porto escolheu e elegeu um novo presidente. Enquanto tais esחץelei sדo comuns no mundo judaico, o resultado no Porto foi muito significativo. Pela primeira vez, um dos anussim residentes, o Professor יJos Felipe Ferrדo, foi eleito para liderar a comunidade. Desde pequeno, lembra, seus pais o advertiam para que nunca voltasse a contar as םjuda nדo suspeitassem que ele praticava o cיu, para que os vizinhos estrelas do smo. Deste modo, os cripto-judeus de Portugal determinavam quando o Shabat havia terminado. Quando era estudante em Paris, Ferrדo foi a uma Sinagoga para o serviחo de Kabalat Shabat e teve uma grande experiךncia: Nunca me esquecerei. Era como se eu conhecesse todas as esחץcan e as, esחץora como se fosse uma parte intrםnseca

3 דף 3 מתוך 14 de mim, disse. Passou as seguintes duas dיcadas estudando sobre judaםsmo e aproximando-se da יf que a oחדinquisi tentou, mesmo que em vדo, apagar. Faz dois anos, Ferrדo junto com outros 15 anussim do Porto, vieram a Jerusalיm e passaram por um processo formal de retorno ao judaםsmo diante de um tribunal rabםnico, com a ajuda da Shavei Israel, oחדorganiza que presido. Eles se encontram hoje em dia no centro do renascimento judaico no Porto. fato, que em todos os paםses de fala espanhola e portuguesa, existem centenas de milhares de anussim, e possivelmente muito mais, que ainda carregam a centelha do judaםsmo dentro deles e que buscam retornar. Israel e o mundo judaico devem, aos anussim e a seus ancestrais, pela angתstia e sofrimento que passaram, ao menos facilitar a possibilidade de seu retorno. Especificamente, existem alguns passos que podem e devem ser tomados para ajudar aos anussim, tais como publicar mais material em portuguךs e espanhol, mandar professores e rabinos para assisti-los e aumentar a consciךncia sobre sua existךncia tornando assim possםvel facilitar sua oחדreintegra a comunidade judaica. Desde a Espanha e Portugal ao Brasil e sudeste dos Estados Unidos, o nתmero de בest judaםsmo comeחar a busca pelo regresso ao anussim que decidem aumentando, inclusive e ainda que estejamos vendo tantos jovens judeus afastando-se de nosso povo. Agora, mais do que nunca, devemos abrir nossa porta coletiva e permitir-lhes regressar a casa. Retornar s Margens do Rio Amazonas Por: Rabino Eliahu Birnbaum - : oחדtradu David Salgado Parte 1 Neste artigo explicaremos o passado e o presente de talvez a nicaת comunidade judaica no mundo que ainda continuam falando a Haquitia. Eu nדo tenho י certeza se este dialeto conhecido da maioria dos leitores. Eu mesmo, nunca tinha escutado falar dele at א ltimaת visita a minha י cidade de Belיm, ou Belיm do בPar no norte do Brasil, sא margens do rio Amazonas, o rio mais largo e mais longo do mundo. A cidade de Belיm י a maior cidade do Estado do בPar no Brasil. A comunidade judaica de Belיm tem uma rica histףria de mais de 200 anos. a comunidade mais antiga do Brasil na era moderna, e a primeira comunidade יs oחדdura que existiu no paםs, excetuando a comunidade de curta organizada do culo XVII em Recife durante o domםnio holandךs, e que se desmanchou e se espalhou apףs a reconquista dos portugueses. As nicasת comunidades judaicas que restaram hoje em dia na regiדo amazפnica foram Belיm e Manaus. A primeira comunidade י a maior dentre as duas e י formada por cerca de 400 famםlias enquanto que a comunidade de Manaus י composta por תin famםlias judaicas, embora no passado tenham existido aproximadamente 180 meras comunidades que se espalharam ao longo do rio Amazonas, em pequenos municםpios como Mauיs, Itacoatiara, Alenquer,, bidos Santarיm e outros. Os nomes encontrados nas pedras das sepulturas nos cemitיrios israelitas ao longo de todo o rio Amazonas e no cemitיrio antigo de Belיm, nos ensinam sobre a presen sיculo XIX. Sobrenomes inםcio do regiדo a partir do א aח de judeus que chegaram

4 דף 4 מתוך 14 como Azulay, Assayag,,ףBenj Benzaken, Benchimol, Bendahan, Benarrףs, Medina,,בSabb Serruya, Zagury e outros inתmeros, sדo heranחas de um judaםsmo vivo que hoje בest muito reduzido e tenta preservar as chamas das primeiras esחץgera da comunidade. oחדsitua dos Judeus no Marrocos A histףria dos judeus marroquinos da Amazפnia inicia em 1492 na Penםnsula Ibיrica. Os judeus sefaradim, que foram perseguidos por sua religiדo pela, oחדinquisi foram obrigados a se converter e deixar para trבs centenas de anos da cultura judaicoespanhola. O rei espanhol decretou a expulsדo dos judeus no dia 31 de marחo de 1492, e passados outros quatro anos assim fez tambיm o Rei de Portugal. Os judeus iniciaram uma nova Diבspora e se espalharam pelos quatro cantos da terra. Muitos judeus espanhףis e portugueses foram para Holanda, Inglaterra, Egito, Turquia, Grיcia e Paםses Baixos, e outros muitos encontraram abrigo no norte da frica, principalmente no Marrocos, ali viveram 12. esחץgera No inםcio, a vida no Marrocos era boa e tranq ila, sem esחץpersegui como as que haviam sofrido na Penםnsula Ibיrica, mas passado algum tempo saםram para uma nova Diבspora. No ano 1810 os primeiros judeus comeחaram a abandonar o Marrocos em busca da nova terra prometida: Eretz Amazפnia no Brasil, e principalmente a cidade de Belיm. חamea oחדimigra espanhola para o Marrocos que econפmico, a O depressivo clima ava os poucos empregos existentes, a oחדmigra dos judeus do sul do Marrocos que fugiam das esחץcondi desיrticas e as epidemias nas grandes cidades, todos estes foram fortes motivos da oחדimigra em massa na metade do sיculo XIX de jovens judeus, principalmente das cidades apertadas do norte do paםs, que saiam em busca de uma melhor sorte na Bacia Amazפnica, na Amיrica do Sul. Eles viajavam com a oחדinten de ficar por algum tempo e enviar dinheiro de volta aos seus familiares que estavam sofrendo, י provבvel que tenham sonhado com aventuras pelo mundo, e principalmente num lugar tדo bonito, mםstico e tropical como a Bacia Amazפnica. O dinheiro foi realmente enviado, porיm o retorno demorou muito tempo. A comunidade de Belיm foi fundada por esses judeus que escolheram ficar na nova terra. preciso frisar que os judeus do Marrocos estavam acostumados com as viagens, devido a falta de estabilidade de vida no paםs. O objetivo dessas esחץmigra eram evitar as epidemias e doenחas (principalmente a Cףlera), fugir do Sultדo ou de reasב de conflito (como a oחדimigra de 1844, onde um terחo da oחדpopula judaica de Tanger fugiu para Cבdiz e Gibraltar, com receio de um ataque francךs), ou por motivos bem mais alegres casamentos entre famםlias de cidades distantes dentro ou fora do Marrocos. No ano 1862 a Alianחa Israelita Universal fundou uma escola no Marrocos que incentivava o estudo de profissץes criativas e lםnguas para os jovens judeus, na tentativa de conter a pobreza que se espalhava. Os professores da Alianחa Israelita incentivaram os jovens e famםlias a procurar o seu futuro no Novo Mundo, e muitos assim fizeram, principalmente indo a lugares onde as possibilidades de enriquecimento eram mais provבveis: Rio de Janeiro, Caracas, Inglaterra; porיm, os pioneiros a procurarem o seu futuro no Novo Mundo chegaram a Belיm sא margens do Amazonas. No inםcio, eles chegavam em viagens longas de trךs meses de oחדdura e em navios lentos. Quando passaram a atracar no Brasil os navios a vapor, a oחדdura das viagens diminuiu para trךs semanas apenas, e assim o volume da oחדimigra cresceu impressionantemente. Assim tambיm, as viagens de volta ao Marrocos, com a riqueza acumulada, passaram a ser prבticas. A riqueza trazida pelos jovens que retornavam demonstrava tamanha oחדcontradi com a pobreza reinante em casa, isso despertou o aumento do nתmero de jovens que buscavam o Eldorado do Amazonas, e deixava para trבs uma oחדpopula predominantemente feminina no Marrocos. O historiador judeu Samuel Benchimol, que escreveu e pesquisou sobre os judeus

5 דף 5 מתוך 14 na Amazפnia, afirma em seu livro Eretz Amazפnia que mais de 1000 famםlias chegaram do Marrocos א regiדo entre os anos 1810 e Parte desses imigrantes chegavam acompanhados de seus familiares, porיm, principalmente os pioneiros, chegavam sozinhos e muitos deles eram bem jovens. Assim como os imigrantes da Europa para o Norte da Amיrica, eles iam em busca de uma nova oportunidade de enriquecimento e somente apףs meses ou mesmo anos, seus familiares vinham se juntar a eles. דregi oחדimigra judaica para essa Uma das principais e mais interessantes provas da o do planeta, י o Sefer בTor antigo de mais de 400 anos que pode ser visitado na בTor amazפnica. O Sefer regiדo Sinagoga de Manaus, outra comunidade judaica da foi levado de Portugal para Tanger no Marrocos e de בl para Manaus no sיculo XIX. Os primeiros Regatץes Os primeiros judeus chegaram א Amazפnia no inםcio do sיculo XIX em pleno ciclo das chamadas drogas do sertדo e outros produtos extrativistas. Vindos na sua maioria do Norte do Marracos, saםram de um paםs ridoב e desיrtico, para a maior bacia hidrogrבfica do mundo, sob a paisagem de uma das regiץes mais belas do planeta. Eram jovens que se sustentavam principalmente do comיrcio no interior da floresta amazפnica. Eles passavam em pequenos barcos pelos vilarejos comprando produtos -ךvend gךneros para como peles e couros de animais, borracha, castanha e outros los na cidade ou mesmo exportב-los e vendiam para os mesmos ribeirinhos, produtos trazidos por ricos aviadores judeus do exterior ou produtos das cidades grandes, como panos, utensםlios e produtos alimentםcios. Depois deles, vieram as famםlias, entraram no oחדcora da Amazפnia financiadas pelos grandes aviadores judeus que viviam em Manaus e Belיm, e se fixaram em םfam algumas vilas ao longo do rio Amazonas e seus afluentes. A chegada dessas lias ao interior marca uma nova fase do judaםsmo na Amazפnia. Com o tempo foram sendo instaladas comunidades judaicas, as sinagogas funcionavam em casas particulares e eram fundados cemitיrios judeus por toda a Amazפnia. Essa consolida passou. judaםsmo no interior influenciou a cultura e a economia por onde oחד do Durante anos, os jovens e solteiros judeus que optaram por ficar nas pequenas cidades sא margens do rio Amazonas, perderam sua identidade e se assimilaram. possםvel encontrar יat hoje em dia, os descendentes biolףgicos desses pioneiros םcaracter judeus, que tiveram filhos com as mulheres locais e estes possuem as sticas fםsicas dos habitantes da regiדo amazפnica, ou seja os ndiosם caboclos, cor da pele morena, olhos escuros e cabelos bem pretos, mas com nomes judaicos, como Levi, Samuel, Jacob e David. Os judeus que escolheram viver em comunidade e preservar seu judaםsmo e sua identidade, se acumularam todos em Belיm e posteriormente em Manaus, para dar uma oחדeduca judaica aos seus filhos e preservar a cultura judaica em geral. Vבrias vezes os pais eram obrigados a se ausentar e viajar por muito tempo ao longo dos rios em busca de recursos para o sustento da famםlia. A partir de 1850, durante o perםodo ureoב da Borracha, teve inםcio uma nova onda imigratףria de judeus para a Amazפnia. Os judeus marroquinos comeחavam a receber cartas e pedidos de seus parentes, nas quais contavam as vantagens e as riquezas que estavam a favor de todos. Desta vez, ao invיs de jovens solteiros, chegavam famםlias inteiras para a Amazפnia. Retornar Continua na prףxima. oחדedi Primeiro Queijo Casher em Portugal Apףs 500 Anos Fonte: Haaretz - Por: Cnaan Liphshiz O Rabino Daniel Litvak, representante da oחדorganiza Shavei Israel na cidade do Porto no norte de Portugal, exercendo

6 דף 6 מתוך 14 tambיm a oחדfun de rabino da cidade, concedeu recentemente o selo de Casher בl o primeiro produto י para o queijo do tipo Serra da Estrela (veja a foto). Este cteo a receber o selo de Casher desde a Expulsדo dos Judeus de Portugal a cerca de 500 anos no paםs. Serra da Estrela י um queijo local, de qualidade, muito conhecido e bem vendido em Portugal. feito de leite de cabra vindo da reaב da cordilheira mais alta de Portugal: o monte Serra da Estrela, que atingem a altura de י at 2000 metros acima do nםvel do mar. O Rabino Daniel Litvak explica que בh um ano atrבs, o senhor Jose Braz, dono da ind procurou. oחדfabrica de queijos Braz Queijos do tipo Serra da Estrela o striaת de Sua industria בest localizada na cidade de דCovill em Portugal e o seu יJos veio pedir ao Rabino Litvak para conceder-lhe o selo de Casher para todos os queijos que ele produz. Quando ele veio falar comigo, יat me espantei, porque os queijos fabricados pelo seu יJos Braz, sדo vendidos muito bem e por isso mesmo ficou claro que seu objetivo nדo era melhorar suas vendas, explicou o Rabino. De minha conversa com ele, ficou claro que seu י יJos descendente de uma famםlia de Anussim, e que o seu nicoת interesse quando veio falar comigo era a sua vontade de restabelecer o contato com o judaםsmo e trazer sua identidade judaica para as embalagens de seu queijo tדo famoso, acrescentou o Rabino. Em Portugal vivem hoje cerca de 1000 judeus reconhecidos e centralizados em trךs comunidades: Lisboa, Porto e Belmonte. Alיm desses, outros 7000 cidadדos portugueses disseram no ltimoת senso nacional que sua religiדo era o judaםsmo, e de acordo ainda com estimativa realizada, em Portugal vivem ainda outros milhares ou centenas de milhares descendentes de Anussim que tem o pleno conhecimento de sua oחדliga histףrica com o judaםsmo. Vale frisar inclusive, que recentemente foi publicada uma nova pesquisa cientםfica, cujo resultado apresentou que 20% (cerca de 10 milhץes de pessoas) dos cidadדos espanhףis e portugueses sדo descendentes de famםlias judaicas. Michael Freund, Diretor e fundador da oחדorganiza Shavei Israel, afirma que conceder selo de Cashrut a produtos, י parte dos esforחos de sua oחדorganiza para fazer renascer a vida judaica em Portugal e fortalecer a pequena comunidade ףhist oחדrenova ltimosת anos somos testemunhas de uma existente. Nos םa judaica rica emocionante sem precedentes em Portugal, disse Freund. No mesmo lugar em que a oחדinquisi tentou no passado exterminar completamente a presenחa judaica, desperta novamente, uma comunidade judaica singular, na qual muitos bnei anussim de Portugal, clamam para ser parte integrante, conclui Michael Freund. Retornar Os Irmדos Gךmeos Sequerra Por: Nelson Menda No dia 24 de agosto de 1913, nasciam na cidade litorגnea do Faro, no ךg irmדos Algarves, sul de Portugal, os meos Samuel e Joel Sequerra, filhos de um prףspero empresבrio do ramo pesqueiro. Seu pai comandava com pulso firme uma frota de barcos especializados na captura de sardinhas, que eram enlatadas na unidade fabril da prףpria famםlia. Os Sequerra tinham chegado ao Algarves no sיculo XIX, provenientes da

7 דף 7 מתוך 14 Inglaterra, e se orgulhavam do seu passado judaico-portuguךs. Duzentos anos antes do retorno, um Sequeira havia sido queimado pela oחדinquisi em Portugal e seus trךs filhos tiveram de se refugiar na Inglaterra, passando a utilizar o sobrenome Sequerra. Em 1928, uma tragיdia se abateu sobre a famםlia. O pai de Samuel e Joel sofreu um grave acidente ferroviבrio em Portugal, vindo a falecer pouco tempo depois. Com a morte do patriarca, e tendo de enfrentar a crise mundial de 1929, a empresa dos Sequerra foi א falךncia. Em 1933, a viתva mudou-se para Lisboa com seus cinco filhos: Semtob, o mais velho, os gךmeos Samuel e Joel, entדo com 20 anos, Mazal, a nicaת mulher e Jacob, o caחula. Quem me relatou esses fatos foi o Salomדo Sequerra, um בconfort Informבtica, sentado em uma experiente consultor de vel poltrona na sala de seu apartamento no Leme, Rio de Janeiro, em marחo deste ano. Salomדo י um homem tranq ilo ךportugu de fala pausada que ainda conserva um forte sotaque s. דirm Nasceu em Lisboa em 1943 e mudou-se com os pais e os os para o Brasil em 1958, aos 15 anos de idade. Ele י filho de Joel e sobrinho de Samuel, dois herףis anפnimos do sיculo XX que ajudaram a salvar um nתmero significativo de refugiados do nazismo, judeus e nדo judeus. uma histףria comovente que somente agora, em pleno sיculo XXI, exatos 60 anos depois, comeחa a ser revelada. "A Espanha representou, durante os anos sombrios da II ף oחדsalva para os fugitivos do tבbua de Grande Guerra, uma dio nazista". Tudo comeחou em Barcelona, capital da Catalunha, Espanha, em Era uma pocaי conturbada em todo o territףrio א expansדo militar da Alemanha nazista, que europeu, com a quela altura בj tinha invadido e ocupado a ustria, Polפnia, Tcheco-Eslovבquia, Dinamarca, Noruega, Holanda, Bיlgica, Rom Franחa, pa Grיcia e, especialmente, a Iugoslבvia, Bulgבria,, niaך Espanha. א limםtrofe sם Legiץes de refugiados vagavam de um paםs ocupado para o outro, em busca desesperada da nicaת rota possםvel de fuga:,יp a fronteira franco-espanhola. A travessia dos Pirineus, a levava alguns dias e era realizada sob as piores esחץcondi clim refugiados, possםveis, debaixo de frio, vento e neve. Os ticasב alיm disso, precisavam driblar a vigilגncia da polםcia francesa de fronteiras, que colaborava abertamente com a gestapo na caחa aos fugitivos judeus, sem falar nos ladrץes e contrabandistas que perambulavam pela regiדo em busca de dinheiro fבcil. A Espanha nדo havia sido invadida pelas tropas de Hitler porque era considerada uma aliada fiel do regime nazista. O pa oחדinsurrei poucos anos, de uma sangrenta בh saםra, sם armada que representara, na verdade, uma avant-premiטre da II Guerra Mundial. O generalםssimo Franco tinha sido o vitorioso, com o apoio financeiro, militar e ideolףgico da Alemanha. Barcelona, importante reduto republicano e antifascista, foi uma das cidades mais castigadas pelas falanges franquistas. O dialeto catalדo estava proibido e יat mesmo a sardana, danחa folclףrica tradicional, era considerada subversiva e punida com prisדo. Apesar de toda a simpatia e gratidדo que Franco nutria por

8 דף 8 מתוך 14 Adolf Hitler, a Espanha representou, durante os anos sombrios da II Grande Guerra, uma tבbua de oחדsalva para os fugitivos do dioף nazista. O governo espanhol fazia vista grossa para os refugiados judeus que entravam no paםs, recusando-se a devolve-los א polםcia francesa ou א gestapo. Os irmדos Sequerra desempenharam um importante papel na oחדcria desse ambiente favorבvel junto sא autoridades תn oחדsalva de um expressivo espanholas, o que permitiu a mero de homens, mulheres e crianחas. Samuel e Joel portavam credenciais de voluntבrios da Cruz Vermelha Portuguesa e eram tambיm funcionבrios da JOINT, a American ךassist Jewish Joint Distribution Committee, uma entidade de ncia aos refugiados mantida por particulares e que havia sido fundada em 1914 pelo filantropo norte-americano Jacob Schiff. Assim que desembarcaram em Barcelona, vindos de Lisboa, os dois irmדos se hospedaram no Hotel Bristol, em plena Plaza de la Cataluסa, que se transformou, em muito pouco tempo, no א ponto de encontro dos refugiados que conseguiam chegar cidade. Samuel tinha se graduado em Economia e era um diplomata nato, com enorme capacidade de relacionamento. Sua missדo פc era contatar e fazer amizade com ministros, embaixadores, יat penitenciבrios e polםcia, superintendentes nsules, chefes de mesmo diretores de hospitais. Joel, um assistente social na completa oחדacep da palavra, executava o trabalho de bastidores, percorrendo com seu carro os postos de fronteira, as prisץes, as delegacias de polםcia e os diversos campos de prisioneiros onde pudesse encontrar e socorrer fugitivos da barbבrie nazista. "De 1942 a 1945 Samuel e Joel conseguiram salvar aproximadamente pessoas, entre as quais o Barדo de Rothschild". Os dois trabalhavam em total sintonia e contavam com o apoio de um eficiente grupo de voluntבrios que tinham ajudado a -בretir organizar. Uma vez localizado um refugiado, era preciso lo da prisדo e encontrar uma residךncia digna, roupas, alimentos, um emprego e, mais importante do que tudo, documentos e vistos para que pudesse sair do paםs em seguranחa. De 1942 a 1945 Samuel e Joel conseguiram salvar aproximadamente pessoas, entre as quais o Barדo de Rothschild, que, no impressionante relato da escritora Trudy Alexi no livro "A בMezuz nos Pיs da Madona" editado no Brasil pela Imago, "chegou com as roupas esfarrapadas, depois de cruzar os Pirineus andando junto com a famםlia". Trudy, na pocaי uma adolescente, conseguiu fugir do inferno hitlerista pela escarpada fronteira franco-espanhola na companhia de seus pais e um irmדo, tendo se radicado, posteriormente, nos EUA. A escritora dedicou parte de sua vida ףpr a entrevistar sobreviventes do Holocausto que, como sua pria famםlia, haviam utilizado a rota Pirineus-Barcelona para alcanחar a liberdade. ela quem menciona, pela primeira vez, o nome Seguerra, assim mesmo, com g, citado 14 vezes em sua obra. Um outro livro, de autoria do escritor Haim Avni, publicado em hebraico e inglךs, Spain, the Jews, and Franco, tambיm se refere ao trabalho herףico dos dois irmדos. Cada refugiado necessitava de uma oחדaten especםfica, pois nדo havia dois casos iguais. Para os homens solteiros, a oחדsalva estava, muitas vezes, nas "noivas" portuguesas e espanholas que os irmדos Sequerra, com ajuda da coletividade, tratavam de

9 דף 9 מתוך 14 arranjar. Como "maridos", tinham o direito de conseguir os יAm א necessבrios para a sonhada viagem do casal documentos rica, destino preferido da maioria dos perseguidos. Muitos desses casamentos fictםcios, por estranho que possa parecer, redundaram em uniץes reais e duradouras. א oחדsolu era menos complicada. Bastava ir Para outros, a respectiva oחדlega diplomבtica e conseguir passaportes e vistos para um paםs que os aceitasse. Com a progressדo da guerra, contudo, e a polםtica dתbia de muitas, esחץna estava ficando cada dia mais difםcil obter esses documentos, especialmente para os judeus poloneses, que nדo eram reconhecidos como cidadדos pelo consulado do seu paםs. Em alguns casos, quando havia risco iminente de, oחדdeporta o refugiado era internado sא pressas em um hospital, onde um cirurgiדo amigo constatava a necessidade urgente de uma cirurgia para retirada do apךndice. Extirpava-se, na maioria das vezes, um oדrgף saudבvel, mas em contrapartida salvavase uma vida. Quando se esgotavam as possibilidades de conseguir passaportes e salvo-condutos em territףrio espanhol, os Sequerra encaminhavam os refugiados para Portugal, paםs que tambיm ajudou muitos judeus a escapar do inferno nazista. Em Lisboa, a comunidade judaica havia montado uma estrutura para prestar-lhes auxםlio mיdico e financeiro, alיm de assistךncia para a oחדobten de passaporte portuguךs e um providencial visto para uma terra que os acolhesse. יM Alיm dos Estados Unidos, Marrocos, no norte da frica, Cuba, xico e Bolםvia foram alguns dos poucos paםses que aceitaram receber refugiados, em um perםodo em que as portas se fechavam para os judeus. Essa intensa atividade dos irmדos Sequerra em Barcelona nדo passou despercebida da Gestapo, que mantinha numerosos agentes na cidade. O escritףrio da Joint בj havia sido transferido do Hotel Bristol para uma sede maior, no Paseo de Grבcia. Uma noite, Samuel e Joel foram salvos pela prףpria oחדdedica ao trabalho. Com excesso de tarefas, tiveram de fazer serדo, tendo sido surpreendidos pelo ruםdo de uma violenta explosדo, que destruiu completamente seu carro, estacionado nas proximidades. Tivessem saםdo na hora habitual, provavelmente teriam sido mortos pela bomba-relףgio que os nazis colocaram sob o veםculo. A esse atentado seguiram-se outros dois, mas Samuel e Joel n יat meritףria atividade oד esmoreceram e levaram a cabo sua que tivessem retirado do territףrio espanhol todos os refugiados que assim o desejassem. Alguns decidiram, com o fim da guerra, permanecer na Espanha, dando origem a uma florescente comunidade judaica. Samuel e Joel continuaram suas atividades comunitבrias em Portugal, mudando-se para o Brasil nos final dos anos 50. Samuel, solteiro, foi para a iniciativa privada, sendo eleito e reeleito Presidente do Cemitיrio Comunal Israelita, no Rio, יat oחדdedica competךncia e cargo que exerceu com enorme sua morte, em Bem א entrada dessa necrףpole, no bairro do Caju, uma placa em bronze presta uma merecida homenagem ao herףi anפnimo que nunca aceitou, em vida, ףpr qualquer tipo de honraria e que se encontra sepultado na pria entidade que dirigiu com extremo zelo. Seu irmדo Joel, que veio com a esposa e os quatro filhos para o Rio de Janeiro em 1958, continuou desenvolvendo seu trabalho em entidades de auxםlio aos refugiados, participando

10 דף 10 מתוך 14 de projetos em prol dos judeus da Hungria, Egito, Romךnia e Bulgבria. Depois dessas campanhas, Joel atuou de forma decidida na oחדcoloca de bפnus de Israel junto א coletividade judaica no פecon papיis destinados a financiar o desenvolvimento Brasil, mico daquele paםs. Em 1979, aos 66 anos, Joel Sequerra se aposentou, transferindo-se para Haifa com a esposa Simy. Naquela aprazםvel cidade israelense בj vivia, בh vבrios anos, seu filho Arדo, um brilhante arquiteto com Mestrado e Doutorado no Technion. Arדo precisava de alguיm com coragem suficiente para enfrentar o caףtico trגnsito israelense e transportar em seguranחa יat a escola seus filhos pequenos e ninguיm melhor do que o פvov Joel para tדo arriscada tarefa. Depois de ter ajudado a salvar a vida de milhares de refugiados judeus nas perigosas estradas da fronteira espanhola, Joel Sequerra curtiu seus ltimosת anos como motorista particular dos seus dois netos, vindo a falecer em Haifa, onde בest enterrado, aos 74 anos, em Alיm do internauta Salomדo, que me relatou, emocionado, a maior parte dessa comovente histףria e do arquiteto Arדo, Joel e Simy Sequerra tiveram mais dois filhos: Moisיs, um virtuose do violino radicado em Lyon, Franחa e Thea, uma jornalista םautomobil que residia em Lisboa e faleceu em um acidente stico em Simy Sequerra, a viתva de Joel, mora com o filho Arדo e os netos em Haifa, Israel. Os gךmeos Samuel e Joel Sequerra nunca gostaram de conversar com a famםlia e os amigos sobre o que presenciaram durante os anos de chumbo da II Guerra e sempre recusaram receber qualquer tipo de homenagem, alegando, modestamente, que nדo haviam feito mais do que sua. oחדobriga Uma frase de Joel, todavia, merece ficar registrada para a posteridade, pois resume em poucas palavras o misto de esperanחa e amargura que o acompanhou por toda a vida: "eu gostaria de acreditar que esse tenha sido o ltimoת Holocausto". Retornar Estilo Judaico de Vestir Fonte: בMorash - oחדedi 61 Parte 2 Inםcio da Grande Diבspora A partir do ano 70 E.C, quando os judeus, expulsos por Roma da Terra de Israel, comeחam a se espalhar pelo mundo, suas vestimentas prontamente mudam, passando a refletir a vida no exםlio. Obrigados a viver como minoria no seio de uma sociedade maior, raramente acolhedora, eles desenvolveram formas diferentes de דcrist islגmicos ou se trajar, dependendo dos costumes circundantes - fossem estes

11 דף 11 מתוך 14 os - e das esחץrestri que freq entemente lhes impunham. Foi a partir do sיculo 9, nos paםses sob domםnio do,דisl e do sיculo 13, nos paםses cristדos, que os judeus foram obrigados ao uso de roupas e distintivos especiais. O objetivo era tornב-los facilmente reconhecםveis e, ademais, servir de "lembrete constante" de sua oחדposi de "inferioridade". Vבrias fontes, judaicas ou nדo, nos dדo uma idיia sobre o trajar judaico durante a Idade Mיdia e Moderna. Sדo fontes literבrias, documentos jurםdicos, decretos de autoridades civis e religiosas, regulamentos internos das comunidades, bem como relatos de viajantes.,בh tambיm, fontes visuais, principalmente as iluminuras encontradas em hagadot e sidurim, que sדo um retrato fiel da vida judaica na pocaי medieval. Nדo podemos descartar os trabalhos de artistas cristדos, pois apesar da forma extremamente negativa de nos retratar, eles reproduzem as vestimentas de nossos irmדos na Europa.דcrist Bastante, teisת tambיm, sדo os relatos e esחץilustra de viajantes e artistas que, a partir do sיculo 15, registraram os trajes usados por judeus da Europa, Norte da frica e Impיrio Otomano. דIsl domםnio do Sob o No sיculo 7, com a expansדo do,דisl a maior parte da oחדpopula judaica mundial passou a viver sob seu controle polםtico e influךncia cultural. O Estado islגmico lhes concedera estatuto de dhimmis. Isto permitia a judeus e cristדos viverem em terras muחulmanas mediante o pagamento de impostos especiais. Na realidade, os תin cidadדos de segunda classe, sobre quem podiam ser aplicadas dhimmis eram meras leis destinadas a rebaixב-los, social e economicamente. As esחץrestri e esחץimposi variavam muito, pois sua oחדaplica dependia da vontade de cada governante muחulmano. Estes podiam revogב-las ou aplicב-las, com maior יat ou menor severidade, dependendo de seus interesses e grau de fanatismo e, mesmo, de seu humor. Entre outras exigךncias, a lei islגmica determinava o uso de trajes diferenciados para os nדo-muחulmanos. Uma das primeiras medidas foi obrigar os judeus a usar uma tira de pano amarelo em suas roupas. Com o passar do tempo, as esחץrestri foram aumentando. As cores que judeus e outras minorias nדo-muחulmanas podiam usar em seus trajes eram tambיm determinadas pelos governantes muחulmanos. Era proibido usar roupas verdes, a cor do,דisl reservada aos nobres e dignitבrios. Em geral, os judeus eram obrigados a usar cores mais escuras. Por exemplo, na Turquia, Mesopotגmia e na entדo Palestina podiam usar violeta, vinho e marrom; no Marrocos, preto; e, na Tunםsia, alיm do preto, o azul. No sיculo 14, os mamelucos א cristדos a se vestir de azul e os judeus de amarelo, cor associada obrigaram os "vergonha" desde a Antig idade. ףc cristדos, sempre obedecendo o Era permitido o uso de turbantes aos judeus e digo de cores e tamanhos prescrito pelas autoridades. Peחa de indumentבria tםpica do Oriente, os turbantes revelavam a oחדposi social e a oחדcondi econפmica de quem os usava. Os dos judeus eram geralmente amarelos. Mas, o adorno de cabeחa mais comum era o qalansuwa, parecido com um fez, cuja cor tambיm era determinada. No sיculo 17, na Pיrsia, os judeus foram obrigados a usar um chapיu de feltro semelhante ao usado pelos escravos. Na Espanha islגmica, foram raras as esחץrestri adotadas contra os judeus, inclusive חmu vestuבrio. As classes espanholas mais privilegiadas, fossem oחדrela ao em ulmanas, judias ou cristדs, vestiam-se com igual elegגncia e riqueza, com roupas de seda e outros tecidos finos. Usavam mantos de cores diversas, como verde, laranja ou rosa. E os turbantes foram sendo gradativamente substituםdos por uma espיcie de gorro de,דl em verde ou vermelho. Os judeus geralmente os usavam em amarelo. Impיrio Otomano Do surgimento do Impיrio Otomano, no inםcio do sיculo 14, יat sua queda, no final do sיculo 19, era enorme a variedade de estilos utilizados pelos judeus que viviam em suas terras. Havia, porיm, algumas determinantes. Os Sultץes exigiam que houvesse uma clara oחדdiferencia nas roupas dos muחulmanos e nדo-muחulmanos.

12 דף 12 מתוך 14 Alיm de nדo poder usar verde e serem obrigados a usar cores escuras, os tecidos e enfeites usados por todos que nדo haviam aceito o דIsl tinham que ter qualidade inferior e menos luxuosa do que os dos muחulmanos. Os trajes deviam mostrar claramente sua qualidade inferior. O feitio e tamanho dos turbantes tambיm obedeciam regras especםficas. Na Turquia, o traje dos judeus se distinguia pelo turbante negro e pelo antari, uma דcintur tתnica aberta na frente, com mangas compridas e largas, com um espיcie de o que dava duas voltas na cintura. Por cima do antari, ainda usavam um redingote comprido, o,בjub forrado de pele de coelho. Feita em seda, esta peחa costumava ser bordada, para as cerimפnias festivas. Sob a tתnica, usavam calחas bufantes, ou chalouar. O fez, ou tarbush, um pequeno chapיu de feltro cפnico, tornou-se muito popular em todo o Impיrio Otomano, principalmente apףs ser incorporado ao traje oficial do governo. Os trajes para casamento, tanto masculinos quanto femininos, eram coloridos e bordados com fios de ouro e levavam sobreposta uma espיcie de tתnica redingote. Em Salפnica (Grיcia), o traje tםpico das noivas conseguiu resistir sא influךncias ocidentais יat o sיculo 20. Retornar O Objetivo Principal da י oחדora se Aproximar de D-us Por: Rabbi Aryeh Kaplan ZT"L Somos ordenados a servir a D us todos os dias, como afirma a Tor "E servireis ao Eterno, vosso :ב D us, e ele בoarחaben o teu pדo e a tua guaב ( xodo 23:25). Da דs guaב pדo e mesma forma que o necessidades diבrias, o serviחo.י tambיm de D us Embora possamos servir a D us de muitas formas, a principal maneira que uma pessoa tem para servir a D us בest no culto, onde pode conversar intimamente com D us com toda sua oחדaten e. oחדemo Com rela declara, "E se בTor oחד a isto a obedeceres aos meus mandamentos que hoje vos ordeno, de amar ao Eterno e Servi-Lo de todo o vosso oחדcora e com toda a vossa alma (Deuteronפmio 11:13). Portanto, estamos ordenados a adorar a D us todos os dias, e este mandamento se aplica tanto aos homens quanto para as mulheres da mesma forma. Porיm, nem o nתmero de, esחץora nem o tempo, e nem a.בtor sדo prescritos pela forma, A oחדadora pode tomar muitas formas desde que forneחa uma forte oחדrela entre homem e D us. Pode consistir em louvar a D us, do ato de pedir para que nossas necessidades bבsicas sejam cumpridas, ou de agradecך-lo por estar passando bem. A oחדtradi judaica ensina que devemos louvar a D us antes de pedir para que Ele satisfaחa nossas necessidades, da mesma maneira que uma pessoa ףneg agradבvel com um amigo antes de discutir oחדconversa inicia uma cios. O rei Salomדo entדo diz, "Atenta, pois para a oחדora de teu servo, meu D us, para ouvires o clamor e a oחדora que faz hoje o teu servo diante

13 דף 13 מתוך 14 de ti.(1 Reis 8:28). Portanto, somos ensinados a agradecer a D us por ter saתde depois de pedir por nossas necessidades, da mesma maneira que um empregado agradece seu patrדo depois de receber sua parte. apropriado pedir a D us coisas pequenas antes de pedir as maiores. Ainda que uma pessoa sinta que tem tudo o que precisa, esta deve sempre rezar a D us para o futuro. בTor oחדobriga particular de rezar em tempo de dificuldade, como a uma בH declara, "E quando estiverdes em guerra contra o adversבrio que vos oprime, tocareis retinindo as trombetas; e sereis recordados diante do Eterno, vosso Deus, e sereis salvos dos vossos inimigos (Nתmeros 10:9). Por essa razדo estava legislado que a comunidade jejue e reze sempre que alguma calamidade estivesse para acontecer... Razץes para rezar Nףs nדo rezamos, para lembrar a D us de nossas necessidades, e sim para lembrar a nףs mesmos de dependךncia que temos com Ele. Estamos entדo ordenados a rezar para D us por tudo, embora Ele saiba nossos pensamentos e necessidades mais profundas, pois o ato de rezar eleva a consciךncia da pessoa por D us e Sua providךncia, e deste modo faz com que a pessoa seja uma merecedora do bem que D us quer dar. Era por essa razדo que a oחדora era hבbito dos Patriarcas, como tambיm de todos os grandes homens e mulheres de Israel, desde os tempos mais antigos. Embora todos os mandamentos beneficiem uma pessoa neste mundo e no prףximo, a י oחדora o remיdio universal que ajuda em todas as coisas. Ajuda בl oחדora e vi as suas a curar o doente, como encontramos, "Ouvi a sua grimas. Eis que eu lhe curarei" ( 2 Reis 20:5). Semelhantemente, oחדora pode ajudar a favor das crianחas, a favor da chuva, para vitףria em guerra, e יat para se salvar de morte iminente. "A oחדora ajuda ao judeu e ao nדo judeu igualmente, como disse o Rei Solomדo, Tambיm ao estrangeiro, que nדo for do teu povo Israel, porיm vier de terras remotas, por amor de teu nome (porque ouvirדo do teu grande nome, e da tua mדo poderosa e do teu braחo estendido) e rezar, voltado para esta casa, ouve tu nos cיus, lugar da tua oחדhabita e faze tudo חconhe o que o estrangeiro te pedir, a fim de que todos os povos da terra am o teu nome, para te temerem como o teu povo Israel, e para saberem que esta casa, que edifiquei, י chamada pelo teu nome. ( 1 reis 8:41-43)." A oחדora tambיm pode levar uma pessoa aos mais altos nםveis de oחדperfei espiritual e dons divinos. assim que os tzadikim alcanחam grandeza. A י oחדora a maneira essencial de buscar a D us, como בest escrito nos salmos. A reza que vem do fundo do oחדcora humano e chama D us das profundidades de Seu esconderijo, como o salmista diz, "Das profundezas do abismo clamo a Ti, ע Eterno" (Salmos 130:1)., portanto atravיs da oחדora que literalmente nos conectamos a D us, como בest escrito, "Tende cuidado, porיm de guardar com diligencia o mandamento e a lei que Moisיs, vos ordenou, e O sirvais de todo o vosso oחדcora e de toda vossa alma" (Josu 22:5.(י Numa oחדora verdadeira, expomos nossas almas diante de D us, como בest escrito, "despejo minha alma diante de D us" (de 1 Samuel 1:15). Chegando mais ntimoם Sendo D us inerentemente perfeito, ninguיm pode fazer nada por Ele. Servir a D us entדo envolve cumprir o objetivo pelo qual fomos criados. Uma vez que este propףsito י se aproximar dele, qualquer coisa que traga o homem mais perto de D us י considerado Seu serviחo. Portanto, בj que rezar faz com que uma pessoa reconheחa sua dependךncia em oחדrela a Ele e por meio disso nos aproxima Dele, י o serviחo essencial de D us. A י oחדora o serviחo do. oחדcora Sem oחדinten sincera י como um corpo sem alma ou uma fruta

14 דף 14 מתוך 14 sem casca. םsacrif serviחo de D us de forma semelhante aos considerada o י oחדora A cios do Templo Sagrado. Deste modo, o salmista diz: "Como incenso chegue a Ti minha prece, e como uma oferenda vespertina sejam vistas minhas mדos que se elevam para Ti. (Salmos 141:2). Da mesma forma que um sacrifםcio une o espiritual e o material, utilizando-se de um humilde animal como objeto para servir a D us, entדo do mesmo jeito a oחדora une o espiritual e o material, fazendo do pedido de nossas necessidades materiais um serviחo de D us. por essa razדo que, quando י impossםvel trazer sacrifםcios, a oחדora pode ser oferecida em seu lugar, como o profeta exclama: "Perdoa toda a iniq idade, aceita o que י bom, e em vez de novilhos os sacrifםcios de nossos lבbios (Osיias 14:3). בdi sacrifםcios esחץora formais foram ordenadas no lugar dos Deste modo, rios efetuados no Templo em Jerusalיm, estes mesmos eram acompanhados por oחדora e. oחדcan Alיm disso, a oחדora de um oחדcora sincero י melhor do que qualquer sacrifםcio, como o salmista diz: Em cגnticos, entדo louvarei o nome do Eterno, e em meus agradecimentos O exaltarei. Serei mais prazeroso para o Eterno que a mais perfeita oferenda de todo o passado. (Salmos 69:31-32). O Mundo fםsico םf mudanחas no mundo faחa pedir a D us que י oחדora que o objetivo da בJ sico, esta tambיm serve para intensificar Sua oחדrela com o mundo e assim unificar os planos espirituais e materiais. Este י o significado do ensino que a oחדora deve ter e penetrar nos mundos espirituais a fim de causar a bondade de D us para fluir, unificar e nutrם-los. Cada oחדora tem o poder de desencadear cadeias de eventos que envolvem a oחדcria de muitos mundos espirituais, e יat esחץora semelhantes terדo efeitos diferentes devido sא circunstגncias em que sדo expressos. por essa razדo que a י oחדora tדo importante diante de D us, e parece permanecer nos mais altos reinos espirituais. por essa razדo tambיm que as rezas e louvores dos humanos tךm preferךncia diante das esחץora dos mais importantes seres celestiais... "Ainda que D us queira nosso bem, a oחדora ainda י necessבria, desde que todo bem י concedido para isto. Deste modo, por exemplo, mesmo que fosse para D us decretar que um determinado fazendeiro deva ter uma boa temporada, ele בter que arar e plantar a fim de possuir uma boa colheita. Da mesma forma, o esforחo que uma pessoa coloca em rezar י freq entemente o prי-requisito para compreender qualquer bem que D us decretou." Rezando reconhecemos nossa dependךncia absoluta por D us. Podemos ent oד chegar mais perto Dele e tirar todas as barreiras que poderiam ter nos prevenido de receber o bem que Ele deseja nos dar. O mal, por outro lado, exatamente o resultado de י a maior barreira entre homem e D us, e י oחדsepara do homem e D us. O mal, deste modo nos impede de receber o bem que D us deseja dar. A י oחדora o modo mais eficaz e significativo a nossa oחדdisposi para remover o mal e aliviar seus bens. Fonte: Retornar

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