ABORDAGEM DE GÊNERO SOBRE AS MUDANÇAS NO TRABALHO E REQUISITOS DE QUALIFICAÇÃO NA ÁREA DE INFORMÁTICA EM UMA INSTITUIÇÃO PÚBLICA ESTADUAL EM SERGIPE.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ABORDAGEM DE GÊNERO SOBRE AS MUDANÇAS NO TRABALHO E REQUISITOS DE QUALIFICAÇÃO NA ÁREA DE INFORMÁTICA EM UMA INSTITUIÇÃO PÚBLICA ESTADUAL EM SERGIPE."

Transcrição

1 ABORDAGEM DE GÊNERO SOBRE AS MUDANÇAS NO TRABALHO E REQUISITOS DE QUALIFICAÇÃO NA ÁREA DE INFORMÁTICA EM UMA INSTITUIÇÃO PÚBLICA ESTADUAL EM SERGIPE. Susana Rezende Lima (DSS/UFS) bolsista COPES/UFS. Maria Helena Santana Cruz (Orientadora)- DSS/UFS. 1- INTRODUÇÃO E DEMARCAÇÃO DO TEMA Estamos vivenciando na atualidade um fenômeno social visível de interesse entre capital e trabalho, em conseqüência das novas constituições pelas quais as sociedades vêem passando e que são provocadas pelo processo de globalização, pelo ingresso de novas tecnologias, pelo processo de reforma do sistema produtivo, em que irá compreender todo um sistema social em suas mais diversas simbologias. Tais mudanças são representadas pelas novas configurações do sistema capitalista, em que a transposição do paradigma do modelo de produção fordista em detrimento do novo modelo de acumulação flexível que traz à tona novas caracterizações, como: aumento das inovações tecnológicas trazidas pela informática, e novas descobertas que proporcionam o aumento da produtividade e conseqüentemente da competitividade que irão desembocar numa flexibilidade dos processos de produção. Surgem para a sociedade novas requisições em termos de qualificação, competência e formação profissional, em que a nova dinâmica dos processos de trabalho compreende novas organizações sexuais no interior das empresas. Mudanças nos papéis femininos têm sido proporcionadas pelas TIC. A partir de tais evidencias tomar-se-á iniciativas para uma discussão crítica à cerca do processo de transformação das TICs, além de seu acesso para o sexo feminino. O estudo desenvolve-se com os seguintes objetivos: Investigar os valores referentes às questões de gênero entre Analista de Sistemas e Programadores da Secretaria de Estado da Fazenda de Sergipe (SEFAZ/SE); Caracterizar o perfil de trabalhadores e formas de organização do trabalho; Investigar se os trabalhadores percebem diferenças de gênero no 1 1

2 setor de informática; Conhecer a valorização de novas competências para o trabalho com novas tecnologias no setor de informática. A pretensão deste estudo é compreender como as tecnologias e normas constituem as relações de gênero feminino, enquanto sujeito de uma sociedade com a intervenção da ciência e da tecnologia. Pesquisar as relações de gênero a partir das transformações no trabalho e dos requisitos de qualificação necessários na área de informática da SEFAZ/SE expressa formas de interrogar a respeito da inserção da mulher em tal campo, como representante social e capaz de desempenhar qualquer atividade e não como um ser submisso ao sexo masculino. O presente estudo justifica-se pela necessidade de entender como a sociedade se organiza em torno das tecnologias, quais os seus significados, os impactos que provocam sob a cultura e o homem, enquanto ser social atuante. 2- REVISÃO DA LITERATURA Partimos do pressuposto de que o mundo atual vive transformações decorrentes do desenvolvimento econômico e tecnológico merecem estudos para compreender o que se passa nas diferentes sociedades e como as pessoas incorporam as modificações O CONCEITO DE GÊNERO Segundo Barros (2008), o conceito de gênero possui várias formas, mas pode ser visto como uma construção social irregular a partir da hierarquia entre os sexos.. Para Scoot, gênero diz respeito às relações de poder que constituem um campo onde este é articulado. (SCOOT, 1991).A palavra gênero é posta como conjunto de comportamentos masculinos e femininos em suas representações sociais, e que é colocada de forma ideológica baseada em diferenças sexuais. É importante perceber que sempre existiu uma divisão dual de gênero e que esta se expressa pela dominação do homem em relação à mulher e que apesar dos avanços obtidos principalmente pelo feminismo, ainda persiste a dominação que está dentro de todas as práticas e expressões da sociedade. Bourdieu (1999) coloca que as desigualdades de gênero se reproduzem conforme um sistema existente da 2 2

3 sociedade que ele chama de habitus, e que é adquirido desde a infância através de uma coletividade de agentes e instituições. Precisam-se propor políticas de mudanças, para mudar a realidade feminina, onde a submissão de gênero precisa ser percebida, dentro de uma nova visão de mundo, de modo que se tenha capacidade de argumentação, as políticas de igualdade de gênero são fundamentais para a construção da cidadania e dos direitos, os movimentos feministas lutam em prol desses avanços, da igualdade entre homens e mulheres, mas as diferenças estão em todas as partes da sociedade, o que gera desvantagem feminina nos campos sociais, econômicos, culturais e políticos, isso torna a mulher um indivíduo submetido e sem valor. Urge a necessidade de superar as diferenças de gênero, de derrubar o muro que separa homens e mulheres no alcance dos objetivos, de modo a dar possibilidade às mulheres para avançar a altos cargos, sendo que isso já está ocorrendo, ainda que em número reduzido TRABALHO E QUALIFICAÇÃO EM SUAS MÚLTIPLAS DIVISÕES. Segundo MARX (2003) é por meio do trabalho que o homem torna-se um ser social, distinguindo-se completamente dos outros animais, é através do trabalho que o homem atua na natureza, modificando-a, a si mesmo e aos outros homens, para satisfazer suas necessidades ao tempo em que cria novas necessidades. Com o processo de globalização as discussões em torno do trabalho têm aumentado, com as novas formações construídas pelo capitalismo, seus impactos e mudanças trazidas pela superação do paradigma fordista, em evidência do modelo flexível. A década de 70 e 80 foi um período para restabelecimento, e em meio a isso, novas formas de organização irão aparecendo para formar o sistema de acumulação flexível, caracterizado pela flexibilidade nos processos de trabalho, novas formas de produção, inovação e tecnologia. Envolve também a redução espaço/tempo através da comunicação, denominada de desencaixe e que causa um espaço vazio, mas necessário para sua dinamicidade, e pode ser representado por dois mecanismos: fichas simbólicas, ex: 3 3

4 dinheiro; sistemas peritos que são as competências técnica profissional, a qual através da flexibilidade traz um maior controle dos empregadores sobre a classe trabalhadora que sofre com o desemprego, devido às transformações das habilidades e a redução dos salários. (GIDDENS, 1991). Segundo Deluiz As mudanças no processo de produção, trazem como conseqüências, diminuição do operariado manual, fabril, além do aumento acentuado de formas de subproletarização ou precarização do trabalho (trabalhos contratados, subcontratados, terceirizados. Superexploração do trabalho. (DELUIZ, 1995). Nesse contexto, as novas organizações mostram-se extremamente seletivas para ocupação de postos significativos, conseqüências das práticas de contratação de força de trabalho que se mostra flexível, e é marcada pela precarização dos empregos. Se tratando do papel das mulheres no mercado de trabalho, têm ocorrido muitas mudanças, sua força de trabalho tem sido facilmente explorada, substituindo homens porque são mais mal pagas e mais fáceis de serem manipuladas. Então, para que ocorra uma transformação de fato nas desigualdades de gênero é preciso mudar os mecanismos utilizados pelas instituições que mantêm uma divisão sexual de gênero. A partir dos avanços tecnológicos percebe-se a evidência de que existe uma evocação masculina no mundo tecnológico a qual faz com que as mulheres fiquem à margem deste processo, onde são visualizadas como incompetentes incapazes de desempenhar serviços que exigem técnicas TIC E AS QUESTÕES DE GÊNERO Dramáticas transformações acarretadas pela tecnologia da informação e da comunicação (TIC) têm criado novas oportunidades econômicas e sociais no mundo inteiro, contudo, seu uso permanece sendo dirigido pelas relações de poder existentes nas sociedades. No caso da área de informática da SEFAZ/SE percebe-se alguns avanços em termos de igualdade gênero, indicando que essas relações que estão em processo de transformação e necessitam ser analisadas. As mulheres não foram imaginadas como integrantes dessa história de criação envolvendo a informática, principalmente em relação à tecnologia ser uma área das ciências tradicionalmente dominada por homens. Hirata 4 4

5 (2002, p. 198) considera que o controle masculino da tecnologia desqualifica as mulheres da mesma maneira que os técnicos e os cientistas do capital desqualificam os operários. A participação feminina nas TIC, segundo Sabanes (2008), é fator decisivo para resistência da dominação de gênero. As mulheres, como uma das classes discriminadas, necessitam de movimentos em mobilização para transformação de suas realidades em relação às TIC, e hoje já existem várias organizações no mundo inteiro que estão se utilizando de vários instrumentos das TIC, como rádio, internet, etc., para promover a igualdade entre as mulheres, e entre mulheres e homens em todo o mundo. Importantes mudanças tem se processado em todo o mundo a partir da chegada e avanço das TIC, em que tem conseqüências positivas e negativas com reflexo em toda a sociedade. Desse modo, para Sabanes, surge a necessidade de fazer uma análise das relações de gênero a partir do trabalho desenvolvido em áreas que se utiliza das tecnologias, para se poder conhecer seus impactos e seu significado à cerca do processo de trabalho. (SABANES, 2008) 3- METODOLOGIA Os procedimentos metodológicos foram adotados a partir da finalidade de uma pesquisa de cunho qualitativo, incidindo-se pelo estudo de caso organizacional, pela possibilidade de analisar situações concretas de trabalho na área tecnológica da SEFAZ/SE através da análise das relações de gênero. O universo da pesquisa compõe-se de um total de 84 trabalhadores, dos quais 58 são homens e 26 são mulheres, em que se apresentam distribuídos em quinze cargos diferentes, sendo que seis cargos são de chefia. O acesso a diferentes fontes e informações foi de suma importância para a apresentação do conhecimento sobre o objeto estudado. De início, foi feita revisão da literatura sobre o tema e objeto de pesquisa, empregando-se o material teórico embasado em referências bibliográficas voltadas às questões de gênero, a análise da categoria trabalho, qualificação, e, sobretudo as novas tecnologias, com destaque para as TIC; Foram consultados também, documentos sobre o histórico da instituição, arquivos com dados sobre variáveis para sistematização do perfil dos trabalhadores. Foram realizadas 10 entrevistas com trabalhadores da área de 5 5

6 Informática da SEFAZ/SE, sendo 6 analistas de sistemas(todas mulheres) e 4 gerentes(uma mulher e três homens). Os documentos que interessam a este estudo foram selecionados e analisados tomando-se como sustentação o conceito de corpus firmado por Bardin (1995, p. 45), entendido como um conjunto de documentos tidos em conta para serem submetidos aos procedimentos analíticos. Selecionados os documentos, foram revistas as categorias de análise. As entrevistas semi-estruturadas realizadas partiram de certos questionamentos básicos, apoiados em teorias e hipóteses que interessam à pesquisa, e que em seguida oferece amplo campo de interrogativas, fruto de novas hipóteses que vão surgindo à medida que se recebem as respostas do informante (TRIVIÑOS, 1990, p. 146). 4- RESULTADO E DISCUSSÃO 4.3- PERFIL DOS PROFISSIONAIS DA ÁREA TECNOLÓGICA DA SEFAZ- SERGIPE. A análise estatística do perfil dos trabalhadores/funcionários da SEFAZ descobre as possibilidades abertas pelo acesso de mulheres ao setor de informática tradicionalmente considerado um domínio masculino e informa sobre a divisão sexual/segmentação por sexo nas ocupações e setores de trabalho.os serviços são desenvolvidos por um total de 84 trabalhadores, representados por uma divisão sexual expressa por forte assimetria no número de trabalhadores de acordo com o sexo: 58 homens e 26 mulheres, distribuídos em 15 cargos diversos com lotação em variados sessões. Gráfico 1-Sexo dos Profissionais da Área de Informática da SEFAZ/SE. Fonte: Dados da SEFAZ/SE- (2008). No que diz respeito ao cargo de analista de sistemas, temos uma divisão de papéis representada por um total de 6 mulheres e 4 homens. Uma proporção diferente se percebe 6 6

7 ao se observar o cargo de programador, ou seja, temos uma pequena parcela de participação feminina onde os números apresentam 3 mulheres e um total de 22 homens. Os 43 profissionais restantes estão distribuídos de forma diversificada entre 13 cargos. Gráfico 2 - Cargos de Programador/ Analista de Sistemas e Divisão Sexual. Dados da SEFAZ/SE. (2008) 4.4- PERFIL DA AMOSTRA POR ANALISTAS DE SISTEMAS E GERENTES. Conforme informações obtidas através das entrevistas realizadas com seis analistas de sistemas mulheres, e quatro gerentes (sendo uma mulher e três homens), no quesito estado civil, prevalece os casados sobre os solteiros, a função de gerente, temos 100% de casados. as analistas de sistemas são mais jovens que os gerentes, elas se dividem nas fixas etárias de anos e anos, já no posto de gerente, verifica-se que não temos nenhum com faixa etária de 30 anos, apenas um deles está entre os anos e os outros três restantes estão entre os anos de idade. No quesito filhos, as analistas de sistemas estão equilibradas em que metade tem filhos e a outra metade não tem filhos. Os gerentes, verifica-se que a maioria tem filhos e um não tem filhos, talvez pela questão da faixa etária e do estado civil AS EXPERIÊNCIAS DOS ENTREVISTADOS Buscando-se aprofundar mais e obter um maior conhecimento à cerca da qualificação, da valorização de novas competências e a percepção de diferenciações com base em gênero, foi construído um roteiro de entrevista com questionamentos que nos leva a uma compreensão maior da profissão em suas particularidades. As motivações da escolha profissional quase que inexistiram, partindo-se na maioria dos casos pelas habilidades desenvolvidas em disciplinas consideradas pesos para inserção nos cursos de informática, ou até mesmo pela falta de oportunidades oferecidas no mercado de trabalho, em que profissionais com formação em outras áreas 7 7

8 acabaram se inserindo nas áreas de informática e tecnologia. Compreende-se que o mercado de trabalho é muito complexo, e que a cada dia, as possibilidades estão sendo limitadas, então, a maior parte dos profissionais estão em busca da realização financeira, mais que realização de sonho profissional. Portanto, faz-se necessário apreender o quanto a inserção no mercado de trabalho vem sendo dificultada ao longo dos últimos anos. O trabalho vem passando, desde então, por intensa fase de mudanças em que seu processo seletivo tem se intensificado duramente gerando a concorrência que é uma das maiores causas do desemprego estrutural que impõe novos desafios para a sociedade contemporânea e que acirra a busca desenfreada por emprego que traga a estabilidade financeira. Para Harvey (1994), o mercado de trabalho tem se modificado a partir da década de 70, em que a substituição do modelo fordista pelo modelo de acumulação flexível, tem produzido o aumento da concorrência, reduções dos lucros, mão-de-obra excessiva, em que surgiram os contratos de trabalho flexíveis em contrapartida da queda dos empregos regulares. Esse processo transformou o trabalhador em um nômade em termos de trabalho, até o momento em que este alcance o emprego estável. O acesso das mulheres no trabalho com tecnologia sempre foi dificultado, seja pelo preconceito em que a área impõe as mulheres, seja por elas próprias que às vezes se colocam como inferiores aos homens para o desenvolvimento de determinada função. Existem também situações muito raras em algumas instituições de ensino em que as mulheres predominam nos cursos de informática, o que proporciona a estas mulheres uma visão distorcida da realidade mundial da mulher com relação ao manejo de tecnologias. Assim, observa-se que o preconceito está imbuído dentro desses profissionais que, de certa forma, desenvolvem o preconceito com a inserção da mulher na área tecnológica, mas que não conseguem enxergar o visível no seu dia-a-dia, ou seja, o preconceito é naturalizado. Segundo Deluiz (1995), O impacto trazido pelo uso das tecnologias de base microeletrônica tem ocasionado nos ultimas anos, transformações significativas no processo de produção de bens e serviços, na organização do trabalho e nos processos de qualificações, atingindo a formação profissional que se vê impregnada a ajustar-se aos 8 8

9 novos papeis que o trabalho desempenha na sociedade contemporânea, que se tecnifica e se automatiza. Assim as oportunidades de qualificação são imprescindíveis no processo de formação do trabalhador, que mantem- se desprovido destas pela empresa. É interessante perceber competência como um conjunto de quatro saberes: saber; saber fazer; saber-ser; e saber-conviver. Então um indivíduo para ser considerado qualificado necessita desenvolver algumas habilidades de competências. O uso de novas tecnologias contribui com o surgimento de novos cargos, novos serviços, os quais demandam o surgimento de novos postos de direção que são considerados mais complexos e por isso são preenchidos pelos homens, restando assim os cargos menos privilegiados para as mulheres. Os gerentes acreditam na inexistência de barreiras a ascensão profissional feminina dentro da área tecnológica, o que de fato, entra em contradição com as respostas dadas pelas analistas quando se perguntou sobre a ocupação delas em postos de direção. Então, a não presença destas em cargos de comando, pode ser explicada pela dificuldade posta a estas a subirem em termos profissionais. Já que para elas, o cargo de coordenação de equipe não é considerado de direção. Na área tecnológica da SEFAZ/SE, mais conhecida como GERTEC, percebe-se uma dificuldade muito grande de promover os profissionais atuantes nesta área, devido ao fato de que esses trabalhadores são funcionários do Sergipe Parque Tecnológico que é uma empresa terceirizada que presta serviços à Secretaria da fazenda, então a secretaria tem limites financeiros que impedem a promoção dos trabalhadores, já que esta tem um orçamento considerado apertado para a quitação da folha de pagamento dos funcionários terceirizados, não podendo assim investir mais na parte promocional dos trabalhadores. A introdução feminina no trabalho com as novas tecnologias tem se processado recentemente, em que todos os entrevistados colocam que não existem diferenças entre os sexos no desenvolvimento das atividades. A maioria das analistas de sistemas tem preferência em comandar homens do que mulheres, pelo fato de que as mulheres são muito mais sensíveis as questões de trabalho e vida pessoal do que os homens, assim, elas não consegue separar as duas coisas e isso pode gerar conflitos no trabalho. Mas algumas acreditam que não existem diferenças, ou seja, independe de sexo. 9 9

10 A área tecnológica ainda permanece sob o predomínio masculino, em que Cruz (2005), afirma que mesmo superando as barreiras de acesso às esferas públicas, a participação da mulher ainda é vista como diferenciada, sobrepondo a ação do homem sobre a mulher. Nos espaços de trabalho com novas tecnologias o maior número de homens é fato que proporciona a maior ação tecnológica produzida por estes. Todos os entrevistados de modo geral colocam que o homem tem certo poder sob a ação tecnológica, visto que é maioria, e principalmente na gerência que é o maior posto da Área tecnológica da SEFAZ/SE, o que de fato evidencia a dominação masculina nestes espaços de trabalho. A aproximação das mulheres com as novas tecnologias é um processo de difícil elucidação, em que os indivíduos tanto do sexo masculino como do sexo feminino que estão inseridos nos espaços de trabalho que envolve tecnologias, não conseguem imaginar algo a ser realizado, capaz de trazer a mulher para dentro desses espaços, visto que para estes, a entrada da mulher nas áreas de tecnologias será possível a partir da iniciativa de cada indivíduo, mas, no entanto, percebe-se que quase inexistem políticas públicas capazes de concretizar essa maior aproximação. Percebe-se que as analistas de sistemas utilizam menos a internet no dia-a-dia que os gerentes, talvez pelo fato de que elas são todas mulheres e os gerentes maioria homens. A mulher ao sair do trabalho ela tem outra jornada de trabalho em casa, onde ela irá dispor de menos tempo que os homens para fazer outras coisas, assim o homem tem mais tempo que a mulher para ficar diante de um computador navegando na internet. A sociedade de hoje convive diariamente com os problemas contemporâneos, em que a separação de conflitos profissionais das questões pessoais é imprescindível para o bom desempenho dos indivíduos. De modo geral, a maioria dos entrevistados, tanto analistas como gerentes, são muito preocupados com a vida pessoal, e buscam ao máximo barrar os problemas do trabalho para que eles não influenciem na vida pessoal e nas questões familiares.a sociedade convive hoje com a insatisfação profissional, em que os indivíduos buscam constantemente o aperfeiçoamento e uma melhor remuneração, mas que às vezes existe entrave a estas conquistas, a exemplo das mulheres que tem seus projetos adiados por questões reprodutivas. As falas a seguir apontam: Diante dos fatos, 10 10

11 percebemos que as analistas de sistemas possuem perspectivas bastante divergentes dos gerentes, em que os gerentes por estarem no topo das funções da área tecnológica da SEFAZ/SE, se sentem realizados profissionalmente, já as analistas acreditam que ainda tem muito a avançar em termos profissionais. 5- CONSIDERAÇÕES FINAIS. O estudo objetivou analisar as diferenças de gênero e a valorização de novas competências no trabalho, tendo como pressuposto os processos de inovação tecnologia voltadas não só para os aspectos técnicos, mas, sobretudo, para formas de gestão de mãode-obra. Com relação às diferenças de gênero na instituição, essas são quase despercebidas pelos trabalhadores, uma vez que já existe a naturalização do predomínio masculino, e das relações de poder na área de informática. Faz parte dos padrões culturais as conepçoes de gênero que incluem desde os papéis que devem ser desempenhados por homens e mulheres, até a rigidez dos estereótipos de gênero que resultam quase sempre em preconceitos e discriminação. É diante desta realidade que se faz necessário a implementação de políticas públicas que foquem a questão cultural, enfatizando a educação sem preconceito, para poder evitar a discriminação de gênero no futuro, principalmente nas organizações de cunho mais masculino, como a aqui estudada. Precisase investir mais no potencial feminino em que a maior intervenção da mulher nestas questões são essenciais para o seu avanço. Assim, espera-se que os estudos de gênero e trabalho proporcionem a possibilidade de alargamento e compreensão do fenômeno com vistas a seu enfrentamento, ou seja, que permita a abertura para as mulheres em todos os espaços da sociedade, tendo em vista que é de direito, conquistado a partir de muita luta. Por fim, verificamos que existem avanços pontuais, mas, no entanto, sem a ruptura de mecanismos que historicamente inviabilizaram a democratização dos espaços tecnológicos, em que as mulheres têm o papel de buscar uma maior efetivação em tais espaços considerados masculinos

12 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANTUNES, Ricardo. Riqueza e Miséria do Trabalho no Brasil: A era da Informatização e a época da informatização. São Paulo. Boitempo, BARDIN, Laurence. Análise de Conteúdo. Lisboa: Edições 70, BARROS, Alice Monteiro. Cidadania, Relações de Gênero e Relações de Trabalho. Disponível em: AMBarros.pdf. Acesso dia 21/10/2008. BEVACQUA, Ana C. de Souza; SCHWARTZ, Juliana; MACHADO, Maria L. Buher; VOLPATO, Maricília; SILVA, Nanci S. Gênero e Tecnologia. Disponível em: tecnologia.pdf. Acesso em: 18/08/2008. BOURDIEU, Pierre. A Dominação Masculina; Tradução Maria Helena Kuhner. Rio de Janeiro. Bertrand Brasil, CARVALHO, Maria Eulina Pessoa de. Uma Agenda de Pesquisa, Formação Humana e Docente em gênero e educação. In: A formação do Pesquisador em Educação: Identidade, diversidade, inclusão e juventude. Maceió. EDUFAL, CASTELLS, Manuel. A Sociedade em Rede. 5ª Ed. São Paulo: Paz e terra, O Poder da Identidade. 2ª Ed. São Paulo: Paz e Terra, CASTRO, Nadya Araújo; GUIMARÃES, Iracema Brandão. Divisão Sexual do Trabalho, Produção e reprodução. In: Relações de trabalho, Relações de Poder. Brasília: Editora Universidade de Brasília, CRUZ, Maria Helena Santana. Trabalho, gênero, cidadania: Tradição e Modernidade. São Cristóvão: Editora UFS; Aracaju: Fundação Oviêdo Teixeira, Gênero, trabalho e Educação. In: A formação do Pesquisador em Educação: Identidade, diversidade, inclusão e juventude. Maceió. EDUFAL, COCCO, Giuseppe. Trabalho e Cidadania: Produção e Direitos na era da Globalização. Editora Cortez, São Paulo DEMO, Pedro. Pesquisa e Construção do Conhecimento: Metodologia Científica no Caminho de Habermas. Biblioteca tempo Brasileiro. 6ª edição. Rio de Janeiro, DELUIZ, Neize. Formação do Trabalhador: Produtividade e Cidadania. Rio de janeiro: Shape Editora,

13 GEERTZ, Clifford. Ethos, Visão de mundo, e a análise de símbolos sagrados. In, A interpretação das culturas. Rio de Janeiro, Zahar Editores, GIDDENS, Anthony. As Conseqüências da Modernidade; Tradução de Raul Fiker. São Paulo. Editora UNESP, HALL, Stuart. A Identidade Cultural na Pós-Modernidade. 11ª Edição. Rio de Janeiro, Editora DP&A, HARVEY, David. Transformação político-econômica do capitalismo do final do Século XX. In: Condição Pós-Moderna. São Paulo: Loyola, HIRATA, Helena. Tecnologia, Qualificação e Divisão Sexual do trabalho. In: Nova Divisão Sexual do Trabalho. Um Olhar Voltado para a empresa e a Sociedade. São Paulo; Boitempo Editorial, Novas Tecnologias, Qualificação e Divisão Sexual do trabalho. In: Nova Divisão Sexual do Trabalho. Um Olhar Voltado para a empresa e a Sociedade. São Paulo; Boitempo Editorial, MARX, Karl. O Capital: Crítica da Economia Política. Livro I, vol. i, o processo de produção do capital. 21ª edição, Rio de janeiro; Civilização Brasileira, MINAYO, Cecilia de Souza. Pesquisa Social: Teoria, método e criatividade. 25º ed. Revista e atualizada-petrópolis, RJ:vozes, 2007 RAMOS, Marise Nogueira. A Noção de Competência como ordenadora das Relações de trabalho. In: A Pedagogia das Competências: Autonomia ou adaptação? 3ª Ed. São Paulo: Cortez, SABANES, Dafne Plou. E as Questões de Gênero na Sociedade da informação? Disponível em: DF Sabanes.pdf. Acesso dia: 13/11/2008. SILVA, Elizabeth Bortolaia. Desconstruindo Gênero em Ciência e Tecnologia. Cadernos Pagu (10). Núcleo de Estudos de Gênero-Pagu/Unicamp. Campinas-SP, SECRETARIA DA FAZENDA. Disponível em: ico.htl. Acesso em Dia: 12/10/2008. KERGOAT, Daniele. Da divisão do Trabalho entre os Sexos. In: HIRATA, Helena (org.). Divisão capitalista do Trabalho. Tempo social; Ver. Social. USP, São Paulo

ESTABELECENDO DIFERENÇAS DE GÊNERO NO TRABALHO DOCENTE NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE/CAMPUS ITABAIANA.

ESTABELECENDO DIFERENÇAS DE GÊNERO NO TRABALHO DOCENTE NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE/CAMPUS ITABAIANA. ESTABELECENDO DIFERENÇAS DE GÊNERO NO TRABALHO DOCENTE NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE/CAMPUS ITABAIANA. Susana Rezende Lima (UFS) 1 Maria Helena Santana Cruz (UFS) 2 INTRODUÇÃO O estudo sob a perspectiva

Leia mais

A QUALIFICAÇÃO NO NOVO CONTEXTO DA AUTOMAÇÃO E FLEXIBILIZAÇÃO DO TRABALHO: UM ESTUDO NO SETOR BANCÁRIO

A QUALIFICAÇÃO NO NOVO CONTEXTO DA AUTOMAÇÃO E FLEXIBILIZAÇÃO DO TRABALHO: UM ESTUDO NO SETOR BANCÁRIO A QUALIFICAÇÃO NO NOVO CONTEXTO DA AUTOMAÇÃO E FLEXIBILIZAÇÃO DO TRABALHO: UM ESTUDO NO SETOR BANCÁRIO ALVES, Ana Elizabeth Santos (UESB/UFBA) GT: Trabalho e Educação 1 A Qualificação frente ao atual processo

Leia mais

No entanto, a efetividade desses dispositivos constitucionais está longe de alcançar sua plenitude.

No entanto, a efetividade desses dispositivos constitucionais está longe de alcançar sua plenitude. A MULHER NA ATIVIDADE AGRÍCOLA A Constituição Federal brasileira estabelece no caput do art. 5º, I, que homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações e reconhece no dispositivo 7º a igualdade de

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

DISCRIMINAÇÃO DO TRABALHO FEMININO E AS DESIGUALDADES SOCIAIS ENTRE HOMENS E MULERES

DISCRIMINAÇÃO DO TRABALHO FEMININO E AS DESIGUALDADES SOCIAIS ENTRE HOMENS E MULERES DISCRIMINAÇÃO DO TRABALHO FEMININO E AS DESIGUALDADES SOCIAIS ENTRE HOMENS E MULERES Werena de Oliveira Barbosa Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Cajazeiras FAFIC werena19@hotmail.com Juliana

Leia mais

O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável

O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável Sustentabilidade Socioambiental Resistência à pobreza Desenvolvimento Saúde/Segurança alimentar Saneamento básico Educação Habitação Lazer Trabalho/

Leia mais

O IMPACTO DAS MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO E OS TRABALHADORES DE ENFERMAGEM

O IMPACTO DAS MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO E OS TRABALHADORES DE ENFERMAGEM O IMPACTO DAS MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO E OS TRABALHADORES DE ENFERMAGEM Salete Beatriz Scheid 1 Neide Tiemi Murofuse 2 INTRODUÇÃO: Vivemos atualmente numa sociedade marcada pelas intensas e rápidas

Leia mais

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior.

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Josimar de Aparecido Vieira Nas últimas décadas, a educação superior brasileira teve um expressivo

Leia mais

OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO

OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO OS PROCESSOS DE TRABALHO DO SERVIÇO SOCIAL EM UM DESENHO CONTEMPORÂNEO Karen Ramos Camargo 1 Resumo O presente artigo visa suscitar a discussão acerca dos processos de trabalho do Serviço Social, relacionados

Leia mais

Universidade: Universo desigual

Universidade: Universo desigual 1 POLÍTICAS AFIRMATIVAS EM MATO GROSSO: EM QUESTÃO O PROJETO POLÍTICAS DA COR NA UFMT SOUZA, Elaine Martins da Silva UFMT ses_martins@yahoo.com.br GT-21: Afro-Brasileiros e Educação Agência Financiadora:

Leia mais

A TRAJETÓRIA DA FORMAÇÃO DO PEDAGOGO NA CONTEMPORANEIDADE: DILEMAS E INDEFINIÇÕES

A TRAJETÓRIA DA FORMAÇÃO DO PEDAGOGO NA CONTEMPORANEIDADE: DILEMAS E INDEFINIÇÕES A TRAJETÓRIA DA FORMAÇÃO DO PEDAGOGO NA CONTEMPORANEIDADE: DILEMAS E INDEFINIÇÕES Introdução Vilma Fernandes Neves Maria Auxiliadora Cavazotti Patrícia Andréia Fonseca de Carvalho Pitta Programa de Pós-Graduação

Leia mais

Gênero: Temas Transversais e o Ensino de História

Gênero: Temas Transversais e o Ensino de História Gênero: Temas Transversais e o Ensino de História Thayane Lopes Oliveira 1 Resumo: O tema Relações de gênero compõe o bloco de Orientação Sexual dos temas transversais apresentados nos parâmetros curriculares

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: maternidade, representação social da mulher, paradigma biológico. 1. Introdução

PALAVRAS-CHAVE: maternidade, representação social da mulher, paradigma biológico. 1. Introdução O SER MULHER, MÃE E TRABALHADORA: a maternidade sob a ótica da mulher atual Márcia Marrocos Aristides Barbiero Orientadora: Katia Fernanda Alves Moreira RESUMO: Esta pesquisa teve como objetivo estudar

Leia mais

PROFESSORES DO CURSO DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA: CONHECENDO A CONSTITUIÇÃO DE SEUS SABERES DOCENTES SILVA

PROFESSORES DO CURSO DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA: CONHECENDO A CONSTITUIÇÃO DE SEUS SABERES DOCENTES SILVA PROFESSORES DO CURSO DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA: CONHECENDO A CONSTITUIÇÃO DE SEUS SABERES DOCENTES SILVA, Daniela C. F. Barbieri Programa de Pós-Graduação em Educação Núcleo: Formação de professores UNIMEP

Leia mais

1 O texto da Constituição Federal de 1988 diz: Art. 7. São direitos dos trabalhadores urbanos e

1 O texto da Constituição Federal de 1988 diz: Art. 7. São direitos dos trabalhadores urbanos e 1 Introdução A presente pesquisa tem como objeto de estudo a inserção da pessoa com deficiência física no mercado de trabalho. Seu objetivo principal é o de compreender a visão que as mesmas constroem

Leia mais

PROFISSIONALIZAÇÃO E ESCOLARIZAÇÃO: A EXPERIÊNCIA DE ARTICULAÇÃO DO SENAI-PA CARNEIRO, Verônica Lima UFPA GT-09: Trabalho e Educação

PROFISSIONALIZAÇÃO E ESCOLARIZAÇÃO: A EXPERIÊNCIA DE ARTICULAÇÃO DO SENAI-PA CARNEIRO, Verônica Lima UFPA GT-09: Trabalho e Educação PROFISSIONALIZAÇÃO E ESCOLARIZAÇÃO: A EXPERIÊNCIA DE ARTICULAÇÃO DO SENAI-PA CARNEIRO, Verônica Lima UFPA GT-09: Trabalho e Educação Introdução A investigação e análise contidas neste trabalho tomam por

Leia mais

As relações de gênero entre os trabalhadores da área da saúde. Introdução

As relações de gênero entre os trabalhadores da área da saúde. Introdução A presença da mulher nos cuidados em saúde ST. 27 Elenice Pastore Luisa Dalla Rosa Universidade de Passo Fundo Palavras-Chave: Relações de gênero flexibilização do trabalho saúde As relações de gênero

Leia mais

HOMOAFETIVIDADE FEMININA NO BRASIL: REFLEXÕES INTERDISCIPLINARES ENTRE O DIREITO E A LITERATURA

HOMOAFETIVIDADE FEMININA NO BRASIL: REFLEXÕES INTERDISCIPLINARES ENTRE O DIREITO E A LITERATURA HOMOAFETIVIDADE FEMININA NO BRASIL: REFLEXÕES INTERDISCIPLINARES ENTRE O DIREITO E A LITERATURA Juliana Fabbron Marin Marin 1 Ana Maria Dietrich 2 Resumo: As transformações no cenário social que ocorreram

Leia mais

AÇÕES DE COMBATE A HOMOFOBIA NAS ESCOLAS DO PÓLO DO CEFAPRO (CENTRO DE FORMAÇÃO E ATUALIZAÇÃO DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO) DE TANGARÁ DA SERRA-MT

AÇÕES DE COMBATE A HOMOFOBIA NAS ESCOLAS DO PÓLO DO CEFAPRO (CENTRO DE FORMAÇÃO E ATUALIZAÇÃO DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO) DE TANGARÁ DA SERRA-MT AÇÕES DE COMBATE A HOMOFOBIA NAS ESCOLAS DO PÓLO DO CEFAPRO (CENTRO DE FORMAÇÃO E ATUALIZAÇÃO DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO) DE TANGARÁ DA SERRA-MT RELATO DE EXPERIÊNCIA Introdução Marcos Serafim Duarte

Leia mais

DA UNIVERSIDADE AO TRABALHO DOCENTE OU DO MUNDO FICCIONAL AO REAL: EXPECTATIVAS DE FUTUROS PROFISSIONAIS DOCENTES

DA UNIVERSIDADE AO TRABALHO DOCENTE OU DO MUNDO FICCIONAL AO REAL: EXPECTATIVAS DE FUTUROS PROFISSIONAIS DOCENTES DA UNIVERSIDADE AO TRABALHO DOCENTE OU DO MUNDO FICCIONAL AO REAL: EXPECTATIVAS DE FUTUROS PROFISSIONAIS DOCENTES Karem Nacostielle EUFRÁSIO Campus Jataí karemnacostielle@gmail.com Sílvio Ribeiro DA SILVA

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

AS PERSPECTIVAS DA ECONOMIA CRIATIVA NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA

AS PERSPECTIVAS DA ECONOMIA CRIATIVA NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA AS PERSPECTIVAS DA ECONOMIA CRIATIVA NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA Miranda Aparecida de Camargo luckcamargo@hotmail.com Acadêmico do Curso de Ciências Econômicas/UNICENTRO Luana Sokoloski sokoloski@outlook.com

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO FACULDADE DE EDUCAÇÃO Curso Pedagogia Departamento de Educação: Formação Docente, Gestão e Tecnologias.

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO FACULDADE DE EDUCAÇÃO Curso Pedagogia Departamento de Educação: Formação Docente, Gestão e Tecnologias. PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO FACULDADE DE EDUCAÇÃO Curso Pedagogia Departamento de Educação: Formação Docente, Gestão e Tecnologias. A INCLUSÃO DA CRIANÇA COM SINDROME DE DOWN E SEU PROCESSO

Leia mais

O PROCESSO GERENCIAR DA ENFERMAGEM NO CENTRO CIRÚRGICO EM UM HOSPITAL REGIONAL NO MUNÍCIPIO DE PAU DOS FERROS, RN, BRASIL.

O PROCESSO GERENCIAR DA ENFERMAGEM NO CENTRO CIRÚRGICO EM UM HOSPITAL REGIONAL NO MUNÍCIPIO DE PAU DOS FERROS, RN, BRASIL. ÁREA TEMÁTICA: Enfermagem O PROCESSO GERENCIAR DA ENFERMAGEM NO CENTRO CIRÚRGICO EM UM HOSPITAL REGIONAL NO MUNÍCIPIO DE PAU DOS FERROS, RN, BRASIL. CARVALHO, Sancherleny Bezerra de. Acadêmica do 6º período

Leia mais

CUIDAR, EDUCAR E BRINCAR: REFLETINDO SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

CUIDAR, EDUCAR E BRINCAR: REFLETINDO SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL CUIDAR, EDUCAR E BRINCAR: REFLETINDO SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Gislaine Franco de Moura (UEL) gislaine.franco.moura@gmail.com Gilmara Lupion Moreno (UEL) gilmaralupion@uel.br

Leia mais

RELAÇÕES DE GÊNERO NO TRABALHO DOMÉSTICO

RELAÇÕES DE GÊNERO NO TRABALHO DOMÉSTICO RELAÇÕES DE GÊNERO NO TRABALHO DOMÉSTICO Conceição Garcia Martins 1 Nanci Stancki da Luz 2 Marília Gomes de Carvalho 3 1 Introdução Na tradicional divisão sexual do trabalho, às mulheres sempre coube a

Leia mais

SECRETARIA EXECUTIVA DE DESENVOLVIMENTO E ASSISTÊNCIA SOCIAL - SEDAS GERÊNCIA DE PLANEJAMENTO, PROJETOS E CAPACITAÇÃO TEXTO I

SECRETARIA EXECUTIVA DE DESENVOLVIMENTO E ASSISTÊNCIA SOCIAL - SEDAS GERÊNCIA DE PLANEJAMENTO, PROJETOS E CAPACITAÇÃO TEXTO I TEXTO I Igualdade de Gênero no Enfrentamento à Violência Contra a Mulher As desigualdades são sentidas de formas diferentes pelas pessoas dependendo do seu envolvimento com a questão. As mulheres sentem

Leia mais

MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO E SEUS IMPACTOS NO TRABALHO MASCULINO E FEMININO

MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO E SEUS IMPACTOS NO TRABALHO MASCULINO E FEMININO MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO E SEUS IMPACTOS NO TRABALHO MASCULINO E FEMININO Watfa Abou Chami Pereira PPGTE-Universidade Tecnológica Federal do Paraná Nilson Marcos Dias Garcia PPGTE/DAFIS-Universidade

Leia mais

A atuação do pedagogo em espaços não escolares: desafios e possibilidades

A atuação do pedagogo em espaços não escolares: desafios e possibilidades A atuação do pedagogo em espaços não escolares: desafios e possibilidades Aretha Soares Nascimento 1 Fabíola Tunala Fernandes Marta Justo Ferreira Renata Aparecida Paiva Rosimar Rodrigues de Lisboa Rubiane

Leia mais

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Ensino Médio Elaborar uma proposta curricular para implica considerar as concepções anteriores que orientaram, em diferentes momentos, os

Leia mais

Produção de vídeos pelos Educandos da Educação Básica: um meio de relacionar o conhecimento matemático e o cotidiano

Produção de vídeos pelos Educandos da Educação Básica: um meio de relacionar o conhecimento matemático e o cotidiano Produção de vídeos pelos Educandos da Educação Básica: um meio de relacionar o conhecimento matemático e o cotidiano SANTANA, Ludmylla Siqueira 1 RIBEIRO, José Pedro Machado 2 SOUZA, Roberto Barcelos 2

Leia mais

O PERFIL DOS ALUNOS DO CURSO DE PEDAGOGIA DA FURG

O PERFIL DOS ALUNOS DO CURSO DE PEDAGOGIA DA FURG O PERFIL DOS ALUNOS DO CURSO DE PEDAGOGIA DA FURG Juliana Diniz Gutierres FURG Stephany Sieczka Ely FURG Maria Renata Alonso Mota FURG Suzane da Rocha Vieira FURG Resumo: Esse estudo apresenta parte dos

Leia mais

Escola, trabalho e cidadania: um estudo longitudinal com jovens egressos e não-ingressantes de um programa de inclusão de jovens UFBA UFMA UFMG

Escola, trabalho e cidadania: um estudo longitudinal com jovens egressos e não-ingressantes de um programa de inclusão de jovens UFBA UFMA UFMG Escola, trabalho e cidadania: um estudo longitudinal com jovens egressos e não-ingressantes de um programa de inclusão de jovens UFBA UFMA UFMG Instituição líder e Coordenação geral - Universidade Federal

Leia mais

MATERNIDADE NA ADOLESCÊNCIA

MATERNIDADE NA ADOLESCÊNCIA MATERNIDADE NA ADOLESCÊNCIA Autor: Marusa Fernandes da Silva marusafs@gmail.com Orientadora: Profª. Ms. Mônica Mª N. da Trindade Siqueira Universidade de Taubaté monica.mnts@uol.com.br Comunicação oral:

Leia mais

SEMANA 3 A CONTRIBUIÇAO DOS ESTUDOS DE GÊNERO

SEMANA 3 A CONTRIBUIÇAO DOS ESTUDOS DE GÊNERO SEMANA 3 A CONTRIBUIÇAO DOS ESTUDOS DE GÊNERO Autor (unidade 1 e 2): Prof. Dr. Emerson Izidoro dos Santos Colaboração: Paula Teixeira Araujo, Bernardo Gonzalez Cepeda Alvarez, Lívia Sousa Anjos Objetivos:

Leia mais

2 SIGNIFICADO DA ADMINISTRAÇÃO

2 SIGNIFICADO DA ADMINISTRAÇÃO 2 SIGNIFICADO DA ADMINISTRAÇÃO 2.1 IMPORTÂNCIA DA ADMINISTRAÇÃO Um ponto muito importante na administração é a sua fina relação com objetivos, decisões e recursos, como é ilustrado na Figura 2.1. Conforme

Leia mais

Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo

Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo Eliane Aparecida Toledo Pinto Docente da Faculdade Municipal de Filosofia,

Leia mais

O Papel da Mulher na Gestão Pública

O Papel da Mulher na Gestão Pública O Papel da Mulher na Gestão Pública A linha divisória entre o mundo particular da família onde ficavam as mulheres, e o mundo público do trabalho e sucesso profissional, onde estavam os homens, está cada

Leia mais

A pesquisa de campo foi realizada com questões para os núcleos administrativo, pessoal e acadêmico e procura explorar duas situações distintas:

A pesquisa de campo foi realizada com questões para os núcleos administrativo, pessoal e acadêmico e procura explorar duas situações distintas: 4 Pesquisa de campo Neste capitulo será apresentado o resultado dos questionários da pesquisa de campo que serviu para o estudo de caso. A coleta de dados será dividida em: Núcleo administrativo Núcleo

Leia mais

A FORMAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR

A FORMAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR A FORMAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR GLEICE PEREIRA (UFES). Resumo Com o objetivo de apresentar considerações sobre a formação do bibliotecário escolar, esta pesquisa analisa o perfil dos alunos do Curso

Leia mais

O PERFIL DO GESTOR ESCOLAR DO MUNICIPIO DE JUSSARA-BA: BREVES REFLEXÕES

O PERFIL DO GESTOR ESCOLAR DO MUNICIPIO DE JUSSARA-BA: BREVES REFLEXÕES O PERFIL DO GESTOR ESCOLAR DO MUNICIPIO DE JUSSARA-BA: BREVES REFLEXÕES RESUMO Cristiane Kuhn de Oliveira Universidade do Estado da Bahia UNEB cristiane-kuhn@hotmail.com O presente artigo expõe os resultados

Leia mais

II ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA A EDUCAÇÃO COMO MATRIZ DE TODAS AS RELAÇÕES HUMANAS E SOCIAIS SALVADOR, BA 2013

II ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA A EDUCAÇÃO COMO MATRIZ DE TODAS AS RELAÇÕES HUMANAS E SOCIAIS SALVADOR, BA 2013 II ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA A EDUCAÇÃO COMO MATRIZ DE TODAS AS RELAÇÕES HUMANAS E SOCIAIS SALVADOR, BA 2013 TEMÁTICA: EDUCAÇÃO, QUESTÃO DE GÊNERO E DIVERSIDADE EDUCAÇÃO

Leia mais

Formação docente e movimentos sociais: diálogos e tensões cotidianas

Formação docente e movimentos sociais: diálogos e tensões cotidianas A PRÁTICA PEDAGÓGICA E MOVIMENTOS SOCIAIS: DIÁLOGOS FORMATIVOS PARA O TRABALHO DOCENTE NA PEDAGOGIA DA ALTERNÂNCIA Eliziane Santana dos Santos 1 Ludmila Oliveira Holanda Cavalcante 2 ¹ Bolsista FAPESB,

Leia mais

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR.

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR. ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR. ÉTICA E SERVIÇO SOCIAL: Elementos para uma breve reflexão e debate. Perspectiva de Análise Teoria Social Crítica (Marx e alguns marxistas)

Leia mais

ESTÁGIO SUPERVISIONADO: UMA ANÁLISE DE SUA CONTRIBUIÇÃO PARA A FORMAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL

ESTÁGIO SUPERVISIONADO: UMA ANÁLISE DE SUA CONTRIBUIÇÃO PARA A FORMAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL ESTÁGIO SUPERVISIONADO: UMA ANÁLISE DE SUA CONTRIBUIÇÃO PARA A FORMAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL Jocelma Tossin Martins (UNICENTRO), Rosângela Bujokas de Siqueira (Orientadora), e-mail: janja.bujokas@uol.com.br

Leia mais

As crianças, a cultura. Lisandra Ogg Gomes

As crianças, a cultura. Lisandra Ogg Gomes As crianças, a cultura lúdica e a matemática Lisandra Ogg Gomes Aprendizagens significativas: Como as crianças pensam o cotidiano e buscam compreendê-lo? (Caderno de Apresentação, 2014, p. 33). O que as

Leia mais

O USO DA INTERNET E SUA INFLUÊNCIA NA APRENDIZAGEM COLABORATIVA DE ALUNOS E PROFESSORES NUMA ESCOLA PÚBLICA DE MACEIÓ

O USO DA INTERNET E SUA INFLUÊNCIA NA APRENDIZAGEM COLABORATIVA DE ALUNOS E PROFESSORES NUMA ESCOLA PÚBLICA DE MACEIÓ O USO DA INTERNET E SUA INFLUÊNCIA NA APRENDIZAGEM COLABORATIVA DE ALUNOS E PROFESSORES NUMA ESCOLA PÚBLICA DE MACEIÓ Rose Maria Bastos Farias (UFAL) rmbfarias@hotmail.com RESUMO: Trata-se de uma pesquisa

Leia mais

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES NO ENSINO SUPERIOR

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES NO ENSINO SUPERIOR FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES NO ENSINO SUPERIOR As transformações sociais no final do século passado e início desse século, ocorridas de forma vertiginosa no que diz respeito aos avanços tecnológicos

Leia mais

OS SIGNIFICADOS DA DOCÊNCIA NA FORMAÇÃO EM ALTERNÂNCIA - A PERSPECTIVA DOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS FAMILIA AGRÍCOLA

OS SIGNIFICADOS DA DOCÊNCIA NA FORMAÇÃO EM ALTERNÂNCIA - A PERSPECTIVA DOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS FAMILIA AGRÍCOLA OS SIGNIFICADOS DA DOCÊNCIA NA FORMAÇÃO EM ALTERNÂNCIA - A PERSPECTIVA DOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS FAMILIA AGRÍCOLA SILVA, Lourdes Helena da - UFV GT: Educação Fundamental /n.13 Agência Financiadora:

Leia mais

A EDUCAÇÃO SEXUAL NA PRIMEIRA INFÂNCIA: FORMAÇÃO CONTINUADA PARA PROFESSORES DE EDUCAÇÃO INFANTIL EM UMA PROPOSTA DE RESPEITO ÀS DIFERENÇAS.

A EDUCAÇÃO SEXUAL NA PRIMEIRA INFÂNCIA: FORMAÇÃO CONTINUADA PARA PROFESSORES DE EDUCAÇÃO INFANTIL EM UMA PROPOSTA DE RESPEITO ÀS DIFERENÇAS. A EDUCAÇÃO SEXUAL NA PRIMEIRA INFÂNCIA: FORMAÇÃO CONTINUADA PARA PROFESSORES DE EDUCAÇÃO INFANTIL EM UMA PROPOSTA DE RESPEITO ÀS DIFERENÇAS. Michele Ignacio Pires Orientadora: Profª Drª Aura Helena Ramos

Leia mais

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,

Leia mais

ESTÁGIO DOCENTE DICIONÁRIO

ESTÁGIO DOCENTE DICIONÁRIO ESTÁGIO DOCENTE Ato educativo supervisionado realizado no contexto do trabalho docente que objetiva a formação de educandos que estejam regularmente frequentando cursos e/ou programas de formação de professores

Leia mais

NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM PERNAMBUCO: 13 ANOS DE HISTÓRIA

NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM PERNAMBUCO: 13 ANOS DE HISTÓRIA NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM PERNAMBUCO: 13 ANOS DE HISTÓRIA Margarete Maria da Silva meghamburgo@yahoo.com.br Graduanda em Pedagogia e membro do NEPHEPE Universidade Federal de

Leia mais

1º ano. 1º Bimestre. 2º Bimestre. 3º Bimestre. Capítulo 26: Todos os itens O campo da Sociologia. Capítulo 26: Item 5 Senso Crítico e senso comum.

1º ano. 1º Bimestre. 2º Bimestre. 3º Bimestre. Capítulo 26: Todos os itens O campo da Sociologia. Capítulo 26: Item 5 Senso Crítico e senso comum. 1º ano A Filosofia e suas origens na Grécia Clássica: mito e logos, o pensamento filosófico -Quais as rupturas e continuidades entre mito e Filosofia? -Há algum tipo de raciocínio no mito? -Os mitos ainda

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA

FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA Fabiana de Jesus Oliveira União de Ensino do Sudoeste do Paraná fabiana@unisep.edu.br Diversas são as pesquisas que têm mostrado que o ensino encontra-se

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

PESQUISA SOBRE A MULHER NA COMUNICAÇÃO CORPORATIVA

PESQUISA SOBRE A MULHER NA COMUNICAÇÃO CORPORATIVA PESQUISA SOBRE A MULHER NA COMUNICAÇÃO CORPORATIVA O Instituto ABERJE de Pesquisas realizou uma pesquisa sobre a Mulher na Comunicação Corporativa, com o patrocínio da Natura e da Multibrás, e ouviu 6

Leia mais

A PRÁTICA PROFISSIONAL DO ASSISTENTE NA APAM-ASSOCIAÇÃO DE PROMOÇÃO A MENINA DE PONTA GROSSA.

A PRÁTICA PROFISSIONAL DO ASSISTENTE NA APAM-ASSOCIAÇÃO DE PROMOÇÃO A MENINA DE PONTA GROSSA. A PRÁTICA PROFISSIONAL DO ASSISTENTE NA APAM-ASSOCIAÇÃO DE PROMOÇÃO A MENINA DE PONTA GROSSA. SILVA, Jessica Da¹. NADAL, Isabela Martins². GOMES, R.C. Ana³. RESUMO: O presente trabalho é referente à prática

Leia mais

A DIVISÃO SEXUAL NO TRABALHO E A DESVALORIZAÇÃO DO TRABALHO FEMININO

A DIVISÃO SEXUAL NO TRABALHO E A DESVALORIZAÇÃO DO TRABALHO FEMININO A DIVISÃO SEXUAL NO TRABALHO E A DESVALORIZAÇÃO DO TRABALHO FEMININO Janaina Bezerra de Queiroz Universidade Estadual da Paraíba - UEPB Resumo No contexto histórico, a divisão sexual do trabalho é um fenômeno,

Leia mais

SENTIDOS E POSSIBILIDADES DA DANÇA NO CONTEXTO ESCOLAR

SENTIDOS E POSSIBILIDADES DA DANÇA NO CONTEXTO ESCOLAR SENTIDOS E POSSIBILIDADES DA DANÇA NO CONTEXTO ESCOLAR Rafaella Oliveira SILVA; Ananda Luiza Bezerra DESTRO; Cecilia Yade Nogueira ALVES; Marlini Dorneles de LIMA. FEF litlle_rafaella@hotmail.com Palavras-chaves:

Leia mais

A RELAÇÃO ENTRE INDIVÍDUO, NATUREZA E CULTURA: ELEMENTOS PARA PENSAR A RELAÇÃO INSTRUMENTAL COM O MEIO AMBIENTE.

A RELAÇÃO ENTRE INDIVÍDUO, NATUREZA E CULTURA: ELEMENTOS PARA PENSAR A RELAÇÃO INSTRUMENTAL COM O MEIO AMBIENTE. A RELAÇÃO ENTRE INDIVÍDUO, NATUREZA E CULTURA: ELEMENTOS PARA PENSAR A RELAÇÃO INSTRUMENTAL COM O MEIO AMBIENTE. Juliana de Castro Chaves 1 ; Zuzy dos Reis Pereira 2 1 Professora Doutora da UnUCSEH-UEG

Leia mais

FUNDAÇÃO CARMELITANA MÁRIO PALMÉRIO FACIHUS FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS Educação de qualidade ao seu alcance SUBPROJETO: PEDAGOGIA

FUNDAÇÃO CARMELITANA MÁRIO PALMÉRIO FACIHUS FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS Educação de qualidade ao seu alcance SUBPROJETO: PEDAGOGIA SUBPROJETO: PEDAGOGIA Alfabetizar letrando com as tecnologias INTRODUÇÃO A escola necessita formar seu aluno a aprender a ler o mundo, ter autonomia para buscar seu conhecimento, incentivá-lo a ser autor

Leia mais

18º Congresso de Iniciação Científica GESTÃO DE PESSOAS E SUAS RELAÇÕES COM A ESTRATÉGIA ORGANIZACIONAL: UM ESTUDO EXPLORATIVO

18º Congresso de Iniciação Científica GESTÃO DE PESSOAS E SUAS RELAÇÕES COM A ESTRATÉGIA ORGANIZACIONAL: UM ESTUDO EXPLORATIVO 18º Congresso de Iniciação Científica GESTÃO DE PESSOAS E SUAS RELAÇÕES COM A ESTRATÉGIA ORGANIZACIONAL: UM ESTUDO EXPLORATIVO Autor(es) ALINE MOREIRA Orientador(es) ARSÊNIO FIRMINO DE NOVAES NETTO Apoio

Leia mais

Projeto de Extensão. Título: Esporte e Inclusão Social no Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense

Projeto de Extensão. Título: Esporte e Inclusão Social no Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense Projeto de Extensão Título: Esporte e Inclusão Social no Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense 1.0 - JUSTIFICATIVA Considerando que a Extensão Universitária tem entre as suas

Leia mais

EDUCAÇÃO, ESCOLA E TECNOLOGIAS: SIGNIFICADOS E CAMINHOS

EDUCAÇÃO, ESCOLA E TECNOLOGIAS: SIGNIFICADOS E CAMINHOS 1 EDUCAÇÃO, ESCOLA E TECNOLOGIAS: SIGNIFICADOS E CAMINHOS Daniela da Costa Britto Pereira Lima UEG e UFG Juliana Guimarães Faria UFG SABER VI Ensinar a compreensão 5. Educação para uma cidadania planetária

Leia mais

TRABALHO, SAÚDE E EDUCAÇÃO: A PERCEPÇÃO DOS EGRESSOS DO ARCO OCUPACIONAL SAÚDE DO PROJOVEM TRABALHADOR

TRABALHO, SAÚDE E EDUCAÇÃO: A PERCEPÇÃO DOS EGRESSOS DO ARCO OCUPACIONAL SAÚDE DO PROJOVEM TRABALHADOR CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X TRABALHO, SAÚDE E EDUCAÇÃO: A PERCEPÇÃO DOS EGRESSOS DO

Leia mais

Aumento da participação de mulheres no mercado de trabalho: mudança ou reprodução da desigualdade?

Aumento da participação de mulheres no mercado de trabalho: mudança ou reprodução da desigualdade? Aumento da participação de mulheres no mercado de trabalho: mudança ou reprodução da desigualdade? Natália de Oliveira Fontoura * Roberto Gonzalez ** A taxa de participação mede a relação entre a população

Leia mais

Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues.

Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues. Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues. Ao longo da historia da Administração, desde seus primórdios, a partir dos trabalhos de Taylor e Fayol, muito se pensou em termos

Leia mais

Ana Lúcia Maciel Francisco Kern Maria da Graça Türck Regina Martins Rosa Maria Castilhos Fernandes

Ana Lúcia Maciel Francisco Kern Maria da Graça Türck Regina Martins Rosa Maria Castilhos Fernandes 1 A Graturck é uma empresa especializada nas áreas de consultoria, assessoria e cursos em Serviço Social. Contando com uma equipe técnica qualificada, está lançando uma oportunidade para aqueles alunos

Leia mais

Roteiro de Diretrizes para Pré-Conferências Regionais de Políticas para as Mulheres. 1. Autonomia econômica, Trabalho e Desenvolvimento;

Roteiro de Diretrizes para Pré-Conferências Regionais de Políticas para as Mulheres. 1. Autonomia econômica, Trabalho e Desenvolvimento; Roteiro de Diretrizes para Pré-Conferências Regionais de Políticas para as Mulheres 1. Autonomia econômica, Trabalho e Desenvolvimento; Objetivo geral Promover a igualdade no mundo do trabalho e a autonomia

Leia mais

A inclusão de alunos com necessidades educativas especiais no ensino superior

A inclusão de alunos com necessidades educativas especiais no ensino superior UNIrevista - Vol. 1, n 2: (abril 2006) ISSN 1809-4651 A inclusão de alunos com necessidades educativas especiais no ensino superior Marilú Mourão Pereira Resumo Fisioterapeuta especialista em neurofuncional

Leia mais

Melhora nos indicadores da presença feminina no mercado de trabalho não elimina desigualdades

Melhora nos indicadores da presença feminina no mercado de trabalho não elimina desigualdades A INSERÇÃO DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO DE PORTO ALEGRE NOS ANOS 2000 Boletim Especial: Dia Internacional das Mulheres MARÇO/2010 Melhora nos indicadores da presença feminina no mercado de trabalho

Leia mais

TÍTULO: PERCEPÇÃO DE MÃES EM RELAÇÃO À INCLUSÃO ESCOLAR DE SEUS FILHOS DIAGNOSTICADOS COM AUTISMO EM ESCOLA REGULAR

TÍTULO: PERCEPÇÃO DE MÃES EM RELAÇÃO À INCLUSÃO ESCOLAR DE SEUS FILHOS DIAGNOSTICADOS COM AUTISMO EM ESCOLA REGULAR TÍTULO: PERCEPÇÃO DE MÃES EM RELAÇÃO À INCLUSÃO ESCOLAR DE SEUS FILHOS DIAGNOSTICADOS COM AUTISMO EM ESCOLA REGULAR CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PSICOLOGIA INSTITUIÇÃO:

Leia mais

AS CONDICIONALIDADES DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA SOB UMA PERSPECTIVA DE GÊNERO.

AS CONDICIONALIDADES DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA SOB UMA PERSPECTIVA DE GÊNERO. AS CONDICIONALIDADES DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA SOB UMA PERSPECTIVA DE GÊNERO. Lina Penati Ferreira 1 - li.penati@hotmail.com Universidade Estadual de Londrina GT 8- As interface entre teoria democrática,

Leia mais

1 A sociedade dos indivíduos

1 A sociedade dos indivíduos Unidade 1 A sociedade dos indivíduos Nós, seres humanos, nascemos e vivemos em sociedade porque necessitamos uns dos outros. Thinkstock/Getty Images Akg-images/Latin Stock Akg-images/Latin Stock Album/akg

Leia mais

CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL. LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO

CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL. LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO A presente pesquisa aborda os conceitos de cultura e clima organizacional com o objetivo de destacar a relevância

Leia mais

PESQUISA QUALITATIVA

PESQUISA QUALITATIVA PESQUISA QUALITATIVA CONHECIMENTO É o processo pelo qual as pessoas intuem, apreendem e depois expressam. Qualquer ser humano que apreende o mundo (pensa) e exterioriza, produz conhecimento. PESQUISA É

Leia mais

VIVENCIANDO A CONJUNTURA SOCIOECONÔMICA DAS FAMÍLIAS EM ESTADO DE VULNERABILIDADE SOCIAL DO MUNICÍPIO DE MIRACEMA DO TOCANTINS.

VIVENCIANDO A CONJUNTURA SOCIOECONÔMICA DAS FAMÍLIAS EM ESTADO DE VULNERABILIDADE SOCIAL DO MUNICÍPIO DE MIRACEMA DO TOCANTINS. VIVENCIANDO A CONJUNTURA SOCIOECONÔMICA DAS FAMÍLIAS EM ESTADO DE VULNERABILIDADE SOCIAL DO MUNICÍPIO DE MIRACEMA DO TOCANTINS. Tainã Fernandes Doro¹, Profª Drª Célia Maria Grandini Albiero². 1 Aluna do

Leia mais

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES CENTRO DE PÓS-GRADUAÇÃO. Sumário I) OBJETIVO 02. 1) Público alvo 02. 2) Metodologia 02. 3) Monografia / Trabalho final 02

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES CENTRO DE PÓS-GRADUAÇÃO. Sumário I) OBJETIVO 02. 1) Público alvo 02. 2) Metodologia 02. 3) Monografia / Trabalho final 02 Sumário Pág. I) OBJETIVO 02 II) ESTRUTURA DO CURSO 1) Público alvo 02 2) Metodologia 02 3) Monografia / Trabalho final 02 4) Avaliação da aprendizagem 03 5) Dias e horários de aula 03 6) Distribuição de

Leia mais

O PEDAGOGO E O CONSELHO DE ESCOLA: UMA ARTICULAÇÃO NECESSÁRIA

O PEDAGOGO E O CONSELHO DE ESCOLA: UMA ARTICULAÇÃO NECESSÁRIA O PEDAGOGO E O CONSELHO DE ESCOLA: UMA ARTICULAÇÃO NECESSÁRIA SANTOS *, Josiane Gonçalves SME/CTBA josiane_2104@hotmail.com Resumo Os tempos mudaram, a escola mudou. Refletir sobre a escola na contemporaneidade

Leia mais

O TRABALHO DO WEB DESIGNER NA REVOLUÇÃO INFORMACIONAL

O TRABALHO DO WEB DESIGNER NA REVOLUÇÃO INFORMACIONAL VII CONGRESSO LATINO-AMERICANO DE ESTUDOS DO TRABALHO. O TRABALHO NO SÉCULO XXI - MUDANÇAS, IMPACTOS E PERSPECTIVAS. GT 13 - TRABALHO IMATERIAL E SUAS CONFIGURAÇÕES NA NOVA ECONOMIA O TRABALHO DO WEB DESIGNER

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO NA DISCIPLINA DE ARTE

A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO NA DISCIPLINA DE ARTE 1 UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA INSTITUTO DE ARTES VILZA DIAS DA COSTA A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO NA DISCIPLINA DE ARTE Trabalho de conclusão do curso de Graduação, habilitação

Leia mais

Pesquisa Semesp. A Força do Ensino Superior no Mercado de Trabalho

Pesquisa Semesp. A Força do Ensino Superior no Mercado de Trabalho Pesquisa Semesp A Força do Ensino Superior no Mercado de Trabalho 2008 Ensino superior é um forte alavancador da carreira profissional A terceira Pesquisa Semesp sobre a formação acadêmica dos profissionais

Leia mais

Desenvolvimento Sustentável: idéias sobre a perspectiva da integração 1

Desenvolvimento Sustentável: idéias sobre a perspectiva da integração 1 Desenvolvimento Sustentável: idéias sobre a perspectiva da integração 1 Juliano Varela de Oliveira 2 O Desenvolvimento Sustentável é uma proposta alternativa ao modelo de desenvolvimento com viés puramente

Leia mais

A INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NO MERCADO DE TRABALHO. Palavras-chave: Inclusão. Pessoas com deficiência. Mercado de trabalho.

A INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NO MERCADO DE TRABALHO. Palavras-chave: Inclusão. Pessoas com deficiência. Mercado de trabalho. 1 A INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NO MERCADO DE TRABALHO Marlene das Graças de Resende 1 RESUMO Este artigo científico de revisão objetiva analisar importância do trabalho na vida das pessoas portadoras

Leia mais

INTRODUÇÃO À GESTÃO DE PESSOAS Comparativo entre idéias

INTRODUÇÃO À GESTÃO DE PESSOAS Comparativo entre idéias FACULDADE GOVERNADOR OZANAM COELHO PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO DE PESSOAS INTRODUÇÃO À GESTÃO DE PESSOAS Comparativo entre idéias ALINE GUIDUCCI UBÁ MINAS GERAIS 2009 ALINE GUIDUCCI INTRODUÇÃO À GESTÃO DE

Leia mais

A EXPLORAÇÃO DO TRABALHO FEMININO: LIMITES E POSSIBILIDADES AO SEU ENFRENTAMENTO

A EXPLORAÇÃO DO TRABALHO FEMININO: LIMITES E POSSIBILIDADES AO SEU ENFRENTAMENTO A EXPLORAÇÃO DO TRABALHO FEMININO: LIMITES E POSSIBILIDADES AO SEU ENFRENTAMENTO Autor: Kennia Sybelle Silva Brandão 1, Orientadora: Marlene Helena de Oliveira 2 1 Graduada em Serviço Social pela Universidade

Leia mais

Modelos, Métodos e Técnicas de Planejamento

Modelos, Métodos e Técnicas de Planejamento UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Faculdade de Filosofia e Ciências Câmpus de Marília Departamento de Ciência da Informação Modelos, Métodos e Técnicas de Planejamento Profa. Marta Valentim Marília 2014 Modelos,

Leia mais

UNIP Universidade Paulista Estudos Políticos e Sociais

UNIP Universidade Paulista Estudos Políticos e Sociais SOCIEDADE E EDUCAÇÃO INTRODUÇÃO Citelli (2004) apresenta um ponto de vista acerca do momento vivido pela escola e, conseqüentemente, pela educação, bastante elucidativo: A escola está sendo pensada, assim,

Leia mais

INCLUSÃO DIGITAL NA EDUCAÇÃO DE PESSOAS ADULTAS: SUPERANDO EXCLUSÕES E CONTRIBUINDO PARA ALFABETIZAÇÃO E PÓS- ALFABETIZAÇÃO.

INCLUSÃO DIGITAL NA EDUCAÇÃO DE PESSOAS ADULTAS: SUPERANDO EXCLUSÕES E CONTRIBUINDO PARA ALFABETIZAÇÃO E PÓS- ALFABETIZAÇÃO. INCLUSÃO DIGITAL NA EDUCAÇÃO DE PESSOAS ADULTAS: SUPERANDO EXCLUSÕES E CONTRIBUINDO PARA ALFABETIZAÇÃO E PÓS- ALFABETIZAÇÃO 1. HENRIETTE GONÇALVES, Becky UFSCar. becky_hg@yahoo.com.br Categoria: Pôster

Leia mais

Colégio Estadual Juracy Rachel Saldanha Rocha Técnico em Administração Comportamento Organizacional Aílson José Senra Página 1

Colégio Estadual Juracy Rachel Saldanha Rocha Técnico em Administração Comportamento Organizacional Aílson José Senra Página 1 Página 1 COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL As pessoas que supervisionam as atividades das outras e que são responsáveis pelo alcance dos objetivos nessas organizações são os administradores. Eles tomam decisões,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS INSTITUTO DE FILOSOFIA, SOCIOLOGIA E POLÍTICA CURSO DE CIÊNCIAS SOCIAIS PLANO DE ENSINO. Semestre Letivo 2015 2º

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS INSTITUTO DE FILOSOFIA, SOCIOLOGIA E POLÍTICA CURSO DE CIÊNCIAS SOCIAIS PLANO DE ENSINO. Semestre Letivo 2015 2º Professor(es) UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS INSTITUTO DE FILOSOFIA, SOCIOLOGIA E POLÍTICA CURSO DE CIÊNCIAS SOCIAIS PLANO DE ENSINO Ano Semestre Letivo 2015 2º 1. IDENTIFICAÇÃO: Código: 1.1. Disciplina:

Leia mais

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 É comum hoje entre os educadores o desejo de, através da ação docente, contribuir para a construção

Leia mais

PESQUISA DE CLIMA ORGANIZACIONAL UTILIZANDO O MÉTODO SURVEY, COM OS COLABORADORES DE UMA EMPRESA DO RAMO DA CONTRUÇÃO CIVIL

PESQUISA DE CLIMA ORGANIZACIONAL UTILIZANDO O MÉTODO SURVEY, COM OS COLABORADORES DE UMA EMPRESA DO RAMO DA CONTRUÇÃO CIVIL PESQUISA DE CLIMA ORGANIZACIONAL UTILIZANDO O MÉTODO SURVEY, COM OS COLABORADORES DE UMA EMPRESA DO RAMO DA CONTRUÇÃO CIVIL Julia Ferreira de Moraes (EEL-USP) moraes.julia@hotmail.com Everton Azevedo Schirmer

Leia mais

PROMOVER A RACIONALIDADE CRÍTICA NA INTERVENÇÃO CURRICULAR DOS PROFESSORES

PROMOVER A RACIONALIDADE CRÍTICA NA INTERVENÇÃO CURRICULAR DOS PROFESSORES VI COLÓQUIO LUSO-BRASILEIRO SOBRE QUESTÕES CURRICULARES BH, 4-6 SET. 2012 PROMOVER A RACIONALIDADE CRÍTICA NA INTERVENÇÃO CURRICULAR DOS PROFESSORES MANUELA ESTEVES (mesteves@ie.ul.pt) INSTITUTO DE EDUCAÇÃO

Leia mais

CONTEÚDOS DE SOCIOLOGIA POR BIMESTRE PARA O ENSINO MÉDIO COM BASE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ESTADO DE PERNAMBUCO

CONTEÚDOS DE SOCIOLOGIA POR BIMESTRE PARA O ENSINO MÉDIO COM BASE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ESTADO DE PERNAMBUCO CONTEÚDOS DE SOCIOLOGIA POR BIMESTRE PARA O ENSINO MÉDIO COM BASE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ESTADO DE PERNAMBUCO GOVERNADOR DE PERNAMBUCO João Lyra Neto SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO E ESPORTES Ricardo Dantas

Leia mais

Gênero no processo. construindo cidadania

Gênero no processo. construindo cidadania Gênero no processo de educação: construindo cidadania Kátia Souto Jornalista e Executiva Nacional da União Brasileira de Mulheres A educação tem caráter permanente. Não há seres educados e não educados.

Leia mais

Mulher e trabalho: um debate necessário no contexto das políticas neoliberais

Mulher e trabalho: um debate necessário no contexto das políticas neoliberais Anais do I Simpósio sobre Estudos de Gênero e Políticas Públicas, ISSN 2177-8248 Universidade Estadual de Londrina, 24 e 25 de junho de 2010 GT 7. Gênero e Trabalho Coord. Anne Grace Gomes Mulher e trabalho:

Leia mais

O Mercado de Trabalho nas Atividades Culturais no Brasil, 1992-2001

O Mercado de Trabalho nas Atividades Culturais no Brasil, 1992-2001 1 Ministério da Cultura Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) Data de elaboração da ficha: Ago 2007 Dados das organizações: Nome: Ministério da Cultura (MinC) Endereço: Esplanada dos Ministérios,

Leia mais