RADIO OBSERVATÓRIO DO ITAPETINGA, ATIBAIA, SP ZONA DE SILÊNCIO ELÉTRICO.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "RADIO OBSERVATÓRIO DO ITAPETINGA, ATIBAIA, SP ZONA DE SILÊNCIO ELÉTRICO."

Transcrição

1 RADIO OBSERVATÓRIO DO ITAPETINGA, ATIBAIA, SP ZONA DE SILÊNCIO ELÉTRICO. PROTEÇÃO DO RÁDIO-OBSERVATÓRIO DO ITAPETINGA CONTRA INTERFERÊNCIAS ELETROMAGNÉTICAS INDESEJÁVEIS.

2 PROTEÇÃO ZONA DOS DE RADIOTELESCÓPIOS SILÊNCIO ELÉTRICO INTERFERÊNCIAS INDESEJÁVEIS. CONTRA século, 1 A - Radioastronomia Introdução. Universo, variedade nosso formação entendimento é de uma sistemas ciência do universo. solares, jovem que quasares, Explorações transformou, pulsares sobre em e a apenas uma origem grande meio frutos das pesquisas de questões usando importantes, radiotelescópios. inclusive Além sobre dessas a origem questões da vida, mais são do profunda comunicação enviados está apenas relevância ao espaço engatinhando entre para os satélites a explorar humanidade, e muita artificiais o sistema pesquisa é através criados solar. precisa O pelo uso ser técnica da próprio feita radioastronomia usando homem é feita essa e a técnica, devido envolvidos radiotelescópios à para grande explorar quantidade o sistema de solar satélites e o artificiais próprio universo. em torno Atualmente, monitorar em atividades ou sistemas de de telecomunicações, recepção sensibilidade faz necessário equivalente, da utilizar terra, segundo serviços em as os operação. condições parâmetros aprovadas transmissões pela ITU/ONU e verificar para manutenção se estão operando desses para Para necessário diversas, diferentes continuar localizados bandas operar com de observatórios essas freqüência. em pesquisas diferentes Países em e partes todo obter como o os do a mundo Austrália, benefícios planeta com Alemanha, e dessa características operando técnica Brasil, em é Canadá, além desenvolver devem China, uma a série radioastronomia Coréia, de Estados outros países, e Unidos, mantê-la fizeram França, atualizada. investimentos Índia, Itália, Esses Japão, investimentos vultosos Rússia, esses recursos continuar tecnológicos. e vários países, Todo unidos o progresso em consórcios, científico devem e compartilhar tecnológico para advindo em interferências sinais que dessa operam indesejáveis. instrumentação esses radiotelescópios Mesmo só será o uso possível desses não instrumentos se forem as bandas contaminadas para de freqüência locais de satélites em torno da Terra, só será possível se eles estiverem monitorar por O uso livres dessas sinais interferências. de rádio transformou-se em um negócio rentável em despertando levou invasão radioastronomia. a uma das grande bandas Da interesse demanda usadas mesma dos nas pelo forma, setores pesquisas uso o de uso radiofreqüências telecomunicações. espaciais de recursos em resultando particular Esse tecnológicos cenário na

3 transformou de alta interferência rádio, tensão, devido os telefonia núcleos principalmente urbanos móvel etc. numa aos Por aparelhos fonte esse de interferência motivo, eletrodomésticos, tanto para maior as redes bandas população numa gerada determinada pelos núcleos área. urbanos, quanto maior a concentração é de da a Em o quanto esse uso função de instrumentos das interferências de alta que sensibilidade, produzem, essas tanto para atividades estudar impossibilitam critérios motivo, para monitorar se faz necessário sinais de satélites definir artificiais Zonas de que Silêncio orbitam e a estabelecer o Terra. universo, é possível rigorosos proteger de as compartilhamento pesquisas espaciais entre e os serviços. sistemas Apenas de monitoração dessa forma Por satélites atividades. artificiais, das interferências que possam comprometer essas de 2 Radioastronomia interferências História indesejáveis. da e alocação proteção de das freqüência áreas dos para Observatórios as pesquisas contra em Em alocadas Conferência patrocinada 1959 para é que Mundial Radioastronomia. propôs (World pela primeira Essa Adminstrative proposta vez proteger foi Radio apresentada as bandas Conference, em de uma freqüência em pela União Internacional de Telecomunicações, ITU. Dessa WARC) Radio Nações para diante, Unidas sob (ONU), os auspícios as recomendações ITU, único para órgão proteção técnico das Organização bandas alocadas data continuamente. Radioastronomia Por recomendação e pesquisas espaciais, ultima passaram Conferência a ser Mundial atualizadas Radiocomunicação Zonas da ONU, estão em andamento estudos de definições O Radio de Observatório Silêncio. do Itapetinga, Atibaia, SP, foi um dos pioneiros a ter de assegurado quilômetros Elétrico. criadas no Regiões por Observatório em lei torno similares, (lei municipal do de observatório, utilizando Haystack, 1275 critérios de Massachussets, definido 19/03/1972) proteção, como um EUA, Zona também círculo Canárias de Silêncio de foram dois Espanha, países. Green Bank nos EUA alem de outros Observatórios em vários na Tendo o assegurar suas primeiro pesquisas em vista aos mundo, países a futuras grande em definições e diferença desenvolvimento também tecnológica assegurar Zonas o de direito entre aos Silêncio países os países têm uso desenvolvidos do como emergentes espaço objetivo em o e direito Acatando proteger de uso as do recomendações espaço livre da interferências ONU, os países indesejáveis. como elaborando país as membro medidas atividades internas dessa pesquisas organização, que protejam espaciais acata esses e suas radioastronomia. serviços estão recomendações das empenhados interferências O e Brasil, está em

4 indesejáveis. (ANATEL), Distribuição que de Essa Faixas é a tarefa responsável de Freqüência cabe à pelo Agência no Brasil Plano Nacional (www.anatel.gov.br). de Atribuição, de Telecomunicações Destinação e O Rádio Escolha Observatório do local. do Itapetinga. O Itapetininga, circundada o Radio-Observatório por Atibaia, morros em com do uma Itapetinga altitude região média (ROI) de altitude 960 está metros. média localizado Nessas de 815 no condições, bairro metros do com observatório altitude de se 100 encontra metros acima em um do pequeno nível médio vale do circundado Observatório. por elevações e A vizinhos. radiotelescópio concentração imagem No a centro, seguir de 14 mostra encontra-se m de o diâmetro. Observatório a redoma Ao de visto fundo 25 de m é cima possível de altura de um identificar que dos encobre morros Zona de Silêncio urbana Elétrico. formada por um condomínio localizado na borda uma da o

5 Essa coisas, pela montanhas Prefeitura região a suas foi escolhida relativo características à para proteção instalação geográficas, contra do interferências Observatório cobertura vegetal eletromagnéticas. devido, e entre apoio outras funcionam próximas e a cobertura vegetal são de extrema importância, dado geradas pelos como serviços escudo de para radiodifusão proteger o e Observatório de uma infinidade de interferências de outras pois As atividades mais montanhas consideravelmente, dois originárias e quilômetros a cobertura na das absorção concentrações de vegetal, distância de sinais de indesejáveis. do urbanas porte observatório. médio que estão a A alto, presença localizadas ajudam, das a 3.2 Atualmente, Instrumentação o Radio Observatório utilizada do no Itapetinga ROI um freqüência rádio telescópio de 14 metros diâmetro, esta equipado operando com: proveniente instrumento de de 2 fontes GHz a de 100 nossa GHz, Galáxia dedicado e de a pesquisa outras galáxias. de na emissões faixa Esse de dedicado radiopolarímetro também é solar usado operando para o estudo na faixa da atividade de 7GHz solar. a 8 GHz, emissões 13 polarizadas ao estudo de explosões Sol. solares através monitoração de um GHz, telescópio dedicado patrulhamento ao estudo de explosões solar operando solares. na faixa de 11 GHz a pode para sistema estudar operar para na efeitos banda detectar propagação sinais 11 KHz de a freqüências das 15 KHz. ondas Esse muito VLF sistema baixas sob é a (VLF) utilizado ação que de Os perturbações uma série de outros externas fenômenos. como a atividade solar, tempestades elétricas e para relacionar: chuvas dados explorar fornecidos mecanismos uma série por de de esses produção fenômenos instrumentos de naturais energia são dentre no sol, extrema os a interação quais importância e de partículas carregadas e a ionosfera terrestre, origem das podemos quasares sistemas planetários, nascimento e morte estrelas, a dinâmica estrelas entre muita dessas e galáxias fontes, etc. bem como os processos de produção de energia em de 3.3 Está atualizar prevista Novos a instrumentos. novos equipamentos. e aperfeiçoar instalação Dentre os de equipamentos novos novos instrumentos instrumentos, que já estão no observatório, está em prevista: operação, tanto quanto para a rastrear instalação satélites de um artificiais radiotelescópio, geo e não de geoestacionários, diâmetro a ser definido, tendo como para

6 objetivo por atividade instalação esses principal satélites. de verificar um novo as espectrógrafo características das solar, transmissões para monitorar geradas tendo construção como solar objetivo de em novos diferentes principal receptores comprimentos aplicações criogênicos em Clima de onda de Espacial. alta (1GHz sensibilidade, a 30 GHz) a Todos cobrindo moleculares esses instrumentos a banda e emissão de instalados 30 continua a 40 GHz e de a serem tendo fontes como construídos, galácticas objetivo e extragalácticas. são estudar de altíssima linhas sensibilidade idéia, capaz localizada a de antena detectar e capazes parabólica o sinal de equivalente detectar radiotelescópio sinais ao de muito de uma 14 fracos. metros lâmpada Para de de se diâmetro 10 ter watts uma ruído de fornos a 140 milhões microondas, de quilômetros walk talk, da Terra. lâmpadas Portanto, elétricas, a presença controles de é remoto continuidade. Ainda se etc, encontra podem no impedir Radio observatório que essas atividades do Itapetinga, de pesquisa um dos tenham radiotelescópios freqüências devido de 18 milimétricos a 90 GHz. A do impossibilidade hemisfério sul de operar da Terra esses operando instrumentos poucos repercussão a interferências nacional e internacional. indesejáveis, certamente terá uma péssima nas 4 A 1275 criação Zona de Silêncio uma Zona Elétrico. Observatório de 19/03/1972, foi de uma Silêncio das condições Elétrico, fundamentais estabelecida pela para lei que municipal Um círculo de fosse dois montado quilômetros no bairro de do raio Itapetininga (em linha em Atibaia, reta), entorno São o Paulo. Rádio Observatório, Silêncio atividade foi criada foi estabelecido tendo como como objetivo Zona proteger de Silêncio essa Elétrico. área de A qualquer Zona do conduzidas que no gerasse Observatório. interferência Um círculo eletromagnética de dois quilômetros prejudicial de às raio pesquisas não é de condição com manter a cobertura em ideal níveis de vegetal aceitáveis proteção. e a No as definição interferências entanto, da a Zona combinação geradas de Silêncio pelos do relevo Elétrico, núcleos da urbanos permite região, a próximos. A eletromagnéticas ao microondas, concentração longo dos anos. urbana e Dentre sua capacidade sempre as maiores foi de fontes uma gerar grande interferências fonte de tem estão interferências de lâmpadas controles fluorescentes, remotos, computadores, redes de alta telefonia tensão, móvel walk etc. talk, acionadores aumentado fornos de a a

7 Na redoma aproximadamente imagem do abaixo, radiotelescópio 2,0 obtida km, corresponde do Google e o Earth, à circulo Zona o de ponto amarelo, Silêncio branco Elétrico. com no centro raio é de a No concentração parte casas lado inferior esquerdo, à urbana esquerda parte na borda e superior na parte da Zona superior da figura, de Silêncio. à direita, é possível O onde mesmo identificar a densidade acontece uma Elétrico, é mais são baixa. regiões Os círculos que sugerem amarelos menores, degradação dentro do da meio área ambiente, Silêncio de na principalmente Para expansão manter a por Zona estarem de em Silêncio áreas preservada de vegetação é densa. eletromagnéticas Silêncio é assegurar urbana nesta que e as região. qualquer atividades Preservar atividade de pesquisa a área que que de fundamental tiveram gere mata e início interferências a impedir Zona há mais de a de poucos 30 anos pontos possam do planeta ter continuidade, que abriga um colocando Observatório. Atibaia na posição de um dos

8 4.1 Atualmente, segurança, Interferências diversas geradas atividades por humanas serviços importantes, ativos no espaço. são variando feitas usando-se observações comunicação e estudos da entre terra a e Terra do clima, e satélites telecomunicações relacionadas altitudes como transmitindo de sinais 300 km para a a 35 Terra, 000 de km, modo e vice-versa. que podem Esses gerar satélites interferências estão etc. nos criada exemplo, instrumentos por aviões, vários frotas usados serviços de nos carro móveis radio (táxi, observatórios. de caminhões) telecomunicações Situação etc. similar envolvendo, também por é Por estabelecidos uso prejudicadas. esse espaço motivo, critérios de tal e forma tentando rigorosos que preservar as de pesquisas compartilhamento em atividades radioastronomia e de gerenciamento pesquisa, não fossem foram desprezível Para extensão proteger territorial os Observatórios, de um país que e estão ocupam em locais uma área com do características àquelas recomendações, Zonas atividades muito regulamentos que peculiares, geram e interferências estudos restrições específicos rigorosas prejudiciais. relativos têm Por sido à esse definição aplicadas Telecomunicações de Silencio estão sendo propostos pela União Internacional motivo, planeta. (ITU-ONU), a fim de que sejam aplicados em todo de federações, locais que Além em protegem dessa função iniciativa de essas suas áreas necessidades Organização assegurando mais das especificas, Nações assim Unidas têm atividades (ONU), criado leis de as o pesquisa No Anexo espacial B encontram-se e monitoração as Recomendações de satélite. radioastronomia R/index.asp?category=information&rlink=rhome&lang=en). Telecomunicações (ITU-ONU) relativas à (Rec) proteção da União dos Internacional Rec (http://www.itu.int/itu- Dentre serviços elas, de radioastronomia, às ITU-R RA.314 a Rec descreve ITU-R RA.517 bandas descreve freqüências os serviços alocadas ativos próximos para prejudiciais, bandas alocadas a Rec ITU-R para a RA.769 radioastronomia estabelece que os podem critérios gerar de proteção interferências para a observações as superfície TH e características 1000 para TH. em estudos radioastronomia técnicas de compartilhamento e operacionais e, finalmente, dos com a sistemas os Rec serviços ITU-R astronômicos RA.1630 ativos entre define 10 Tendo-se contaminação, exclusivamente ITU-ONU em vista (Rec por para a ITU-R interferência, expansão pesquisas RA.479) dos em de serviços astronomia, que várias propõe de bandas telecomunicação já que existe de essas uma freqüência bandas recomendação e o perigo usadas sejam de protegidas Terra importância mesmo (Shielded tempo interferências aponta preservar Zone para of the as indesejáveis áreas dificuldades Moon- onde SZM). até que essas mesmo Essa teremos pesquisas recomendação no lado no futuro são Lua feitas decorrente mostra oposta e ao a à

9 das pelos Portanto, pressões serviços preservar de consumo telecomunicações. as áreas da ao sociedade redor dos e Observatórios, de uso das facilidades definindo oferecidas Silêncio, terão essas é um condições. passo para o futuro e, certamente, poucos lugares no Zonas planeta de 4.2 Medir necessidade - Medidas interferências de Interferência em um determinado no local local do não Observatório. procedimentos dados. de de equipamentos medições em sofisticados, microondas conhecimento além é tarefa de processamento fácil das em técnicas função de da e Com (ETE) estudos o e apoio do Laboratório interferências da do Coordenação Itapetininga, Integração faixa de Atibaia. Engenharia de e 30 Testes Esses MHz e estudos a de Tecnologias 8000 Satélites MHz, tinham (LIT), Espaciais no como local foram do do objetivo Radio feitos INPE determinar Observatório, Silêncio instrumentação Elétrico. o pela nível Essas atividade utilizada de medidas interferência bem urbana foram como de eletromagnética realizadas Atibaia uma análise e regiões em preliminar produzida 2005 vizinhas e uma dos no à descrição Zona local dados do mostrada foram que ocorreu apresentados no em Apêndice Atibaia, na A. Reunião São Resultados Paulo, Anual em preliminares da Sociedade dessas Astronômica, medidas brasileira, também é Para pela realizado de atividade estimar um experimento o urbana nível de de interferência Atibaia para medir e das no a áreas freqüência Observatório vizinhas e a à do intensidade Zona Itapetinga, de Silêncio, dos gerado medidas radio no no próprio intervalo observatório, de 30 MHz em até um 8000 local a MHz. 813 Primeiro, metros acima foram do sinais feitas nível foi do (coordenadas possível dentro mar, ver e em a cidade no seguida anexo de em Atibaia A), um cerca e outro regiões de local, 140m vizinhas. no mais topo Por alto. de outro um Desse lado, morro na local, próximo concentração do próprio urbana. observatório Apenas em uma não direção, havia visada era possível direta identificar para qualquer posição duas era antenas A apêndice descrição celulares do experimento que estão e os situadas resultados a mais preliminares de 2,5 km estão do observatório. trabalho, identificar, A. os por Em dados exemplo, função ainda da transitórios não grande foram massa (emissões analisados de dados detalhadamente curta acumulada mostrados duração nesse para que no ocorrem também normalmente mais aleatoriamente) não utilizadas foram convertidos pelos e identificar instrumentos para suas do respectivas escalas Observatório. de origens. densidade Todavia, Esses de o dados milhão baixo de vezes de sinal mais obtidos intenso nessas do que medidas sinais de campo mais intensos é pelo menos detectados fluxo nível um

10 pelos trabalho explorados das interferências instrumentos de com campo maior geradas usados deve profundidade ser no no local entendido observatório. do para observatório. como Dessa ter preliminar uma forma, avaliação e o que resultado mais precisa correta desse ser 4.3 As intensidades figuras Principais abaixo, resultados Observatório. dos sinais, extraídas no intervalo do Apêndice de 30 MHz A, mostram até 8000 as MHz, amplitudes medidos no ou No dbm. 80 eixo A linha horizontal horizontal está a freqüência base da figura e no mostra vertical o a nível amplitude mínimo do de sinal sinal em No dbm) gráfico medido do lado pelo esquerdo, analisador aparecem de espectros. 4 picos de emissão dos quais dois são (- atribuídos outros sinal MHz) mais a dois 8 GHz a intenso são sinais (8000 de origem do gerados MHz). que desconhecidas. -70 por dbm torres foi medido de No celulares gráfico no intervalo do (telefonia lado de direito, 3 móvel) GHz nenhum (3000 e os As intervalos Observatório. duas imagens de freqüências, abaixo mostram medidos a no amplitude topo dos dos morros sinais, nos ao lado mesmos do

11 Chama faixa praticamente Esse de atenção 80,00 impossível a MHz presença até separar 3,00 de uma GHz os sinais grande (3000 para MHz). quantidade tentar Abaixo identificar interferência 1,50 sua origem. GHz na pesquisa nível realizada de interferência na faixa de inviabiliza 80,00 MHz completamente a 1, 20 GHz qualquer (1200 MHz) atividade e impede é também 1,00 Esses GHz sinais pesquisas e 2,00 são GHz. produzidos em freqüências pela atividade próximas urbana aos picos de uma isolados cidade. vistos Eles entre gerados dados lâmpadas via pelos frias, sinais sistemas atividades de rádio, de industriais comunicação radiodifusão, etc. entre telefonia veículos, móvel, controles transferência remotos, são de Comparando 1,00 local portadoras GHz, Observatório. identificada as sinais medidas, de no celulares, Nessa vê-se topo da posição, claramente mais montanha dois aparecem que outros não a aparece interferência, picos apenas que nas os devem medidas picos abaixo estar das no de sendo identificados. Um outro gerados aspecto relevante vizinhança dos resultados, do Observatório até o nível e que de sensibilidade precisam ser analisador, interferências identificados é transitórios que permanentes durante sendo o acima período alguns de das gerados 3,00 medidas GHz. por um não Por forno foram outro de identificadas lado, microondas foram do utilizado chegar ainda precisam a em uma um conclusão ser local analisados a mais definitiva cuidadosamente. 300 sobre m essa de distância. faixa de Dessa freqüências, forma, os para dados se Quanto possível direta de Telecomunicações às propor o interferências Observatório, que elas e as sejam operados produzidas através deslocadas desses pelas negociações serviços. para antenas outras entre de posições a celulares, Agência sem Nacional ainda visada é

12 Como maior campo, para estudar do a os sensibilidade que próprios essas a dos interferências instrumentos analisadores dos equipamentos com do de maior Observatório espectros usados sensibilidade. usados no também Observatório nesse serão trabalho utilizados é muito de De de que importância interferência modo vem geral, sendo baixo os realizadas resultados e ainda nos apropriado obtidos últimos no 30 local para anos. dar do Observatório continuidade Eles também indicam às mostram pesquisas nível vegetal uma mais área densa Observatório silêncio (área elétrico de estar proteção em localizado sua ambiental vizinhança. em permanente) um Portanto, vale com e preservar cobertura protegido Zona fundamental radiopropagação de Silêncio para que Elétrico as atividades e as características de pesquisas ambientais em radioastronomia da região e a local, um serviço tenham de monitoração continuidade de e satélites para que geoestacionários, seja implantado, que nesse é atividade relacionada com segurança nacional.

13 MEDIDAS DE RADIO-INTERFERÊNCIA APÊNDICE A OBSERVATÓRIO DE ITAPETINGA, ATIBAIA, NO SP. LOCAL DO RADIO- A.1 Dois locais Locais foram das escolhidos Medidas de para interferência. 1 prédio - Na dependência da estação os testes terrena na do área INPE de em silêncio Atibaia, elétrico: Latitude do radiotelescópio de 7 GHz S com as seguintes coordenadas: SP, no 2 - Em Longitude Altura m W Latitude um morro próximo a estação, com as seguintes coordenadas: Longitude S Fotografias Altura dos locais 965 m onde W mostradas A.2 Instrumentação abaixo. utilizada. foram realizadas as medidas estão O diagrama abaixo mostra um esquema da instrumentação utilizada. Antenas Amplificadores LNA Satellink 011 G=25,2 db 15m coax cable N-Male N-Male Spectrum Analyzer Laptop computer G= 37,9 db 15m coax cable N-Male N-Male LNA JCA 102 Spectrum Analyzer Laptop computer

14 Nele logo aquisição em estão As seguida de especificações mostradas dados. respectivos as antenas, técnicas analisadores os das amplificadores cornetas, de espectro amplificadores de radio e computadores freqüências e cabos de e coaxiais Antena de 15 metros Ganho estão da fornecidas na tabela abaixo: Scientific Atlanta Antena (db) LNA do Ganho (db) LNA Perda Cabo (db) no Discone AMF-3D P WJ S/N S/N MITEQ A imagem abaixo Tabela mostra 1 Configuração o sistema de dos dispositivos de de teste analisadores de espectro computadores cobrindo para a banda aquisição de 80 de MHz dados. até formado 8000 MHz por e dois

15 A.3 Simultaneamente, realizadas Estratégia para com realizar duas antenas as medidas. 80MHz observações a 3GHz, nas bandas a antena de: instaladas discone e no mesmo mastro, foram A HP8595E análise 3GHz dos a 8GHz espectros utilizando foi feita a corneta utilizando-se retangular. ao INPE. Estes (9KHz-6.5GHz) equipamentos e um foram HP8592B configurados (9KHz-22GHz), um da seguinte analisador ambos forma: pertencentes de espectro Freq. Resolução Analisador de Final. Início BW Espectral (MHz) (KHz) (MHz). HP8595E (discone) HP8592B (corneta) Vídeo Tempo Nivel (dbm) BW de de (KHz) Varredura Referência (s) 30 Atenuação 0 30 Escala (db/div) (db) Obs. corrente A corneta Para 0.22A. foi alimentação colocada no dos plano LNA s horizontal foi utilizado (elevação uma 00) fonte e a discone DC com no 15V plano e vertical horas altura. na direção Para (elevação do iniciar norte as 900). geográfico medidas, Ambas a (azimute foram corneta fixadas foi 00). orientada Nessa em um posição, de mastro tal forma foram de a 5 apontar feitas m de banda em azimute, de observação, freqüência. no sentido Transcorrido coletando horário e um novos 4 espectro horas, espectros o mastro a cada foram foi 30 obtidos girado segundos de e assim 60 em graus cada por 4 horizonte.. recebe diante até radiação chegar Por de outro no todas azimute lado, as direções. a discone, Desse por forma suas foi próprias possível características, varrer todo o As um no dois observações dia útil locais e um de foram observação. fim de realizadas semana foram de quinta-feira incluídos nos a terça-feira, estudos de de interferência modo que A.4 Na do figura Resultado abaixo são das mostrados Medidas. MHz radio a 3 GHz) observatório e no topo alguns da montanha, resultados usando das medidas a antena feitas discone no local (80

16 OBSERVATÓRIO 22/07/2005 H:16:40 MONTANHA 26/07/2005 e a corneta retangular com polarização linear vertical (3 GHz a 8 GHz). OBSERVATÓRIO 22/07/2005 MONTANHA 26/07/2005 Os detectados observatório 1GHz, dois primeiros na banda gráficos de 80 mostram MHz a o 3 nível GHz. dos Observe sinais que (interferências) mostram 1.5 GHz sinais e 2 fortes GHz. e Por de outro bandas lado, estreita as medidas são detectados no topo no próximos local morro do é superior que a 55 essa db. banda Note esta que bem o sinal contaminada próximo com de 2.5 sinais GHz, cujo observado nível médio a local no mesmo muito dia do intensa, 26/07. dia Radio e local Observatório a Esse interferência em sinal horas também no diferentes. tem dia componentes 22/07, não aparece Esse não aparece resultado que nos variam medidas nas mostra medidas no tempo. realizadas que além morro no de

17 Um em sensibilidade direções. resultado Atibaia, Tudo dos ainda relevante isso receptores. foi não obtido derivado gera para Resultado interferências das um duas único similar imagens modo mensuráveis foi de obtido é polarização. que em a até atividade todas o limite as urbana outras de

18 APÊNDICE B (ITU/ONU RECOMENDAÇÕES Radiocommunication: TELECOMUNICAÇÕES DA UNIÃO INTERNACIONAL DE R/index.asp?category=information&rlink=rhome&lang=en ou Documento José Membro Williams Elaborado S. Vilas Boas por Internacional do GGR4 de Telecomunicações da ANATEL e (ITU/ONU). do Grupo de Estudos SG7 da União

Antenas Parabólicas. - Tela de alumínio; - Fibra de vidro; - Alumínio.

Antenas Parabólicas. - Tela de alumínio; - Fibra de vidro; - Alumínio. Antenas Parabólicas Possuem uma alta diretividade o que nos leva a perceber que possui um alto ganho. Uma antena receptora de satélites de 3 metros de diâmetro, por exemplo, tem um ganho de 33dB, ou seja,

Leia mais

Atividades vinculadas à Linha Radiofísica e ao Radio Observatório do Itapetinga

Atividades vinculadas à Linha Radiofísica e ao Radio Observatório do Itapetinga WORKSHOP da DAS (25/04/2013) Atividades vinculadas à Linha Radiofísica e ao Radio Observatório do Itapetinga Por que radioastronomia? Grandes Vantagens da Radio Astronomia: Observar dia e noite Interferometria

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Prof. Macêdo Firmino Meios de Transmissão Macêdo Firmino (IFRN) Redes de Computadores Abril de 2012 1 / 34 Pilha TCP/IP A B M 1 Aplicação Aplicação M 1 Cab M T 1 Transporte Transporte

Leia mais

COMUNICAÇÕES VIA SATÉLITE. Prof. MSc. Sandro M Malta

COMUNICAÇÕES VIA SATÉLITE. Prof. MSc. Sandro M Malta COMUNICAÇÕES VIA SATÉLITE Prof. MSc. Sandro M Malta Satélite Definição É chamado de satélite todo objeto que gira em torno de outro objeto. Ele é classificado em dois tipos: satélite natural satélite artificial.

Leia mais

ITelefonia celular CONHEÇA BEM ESSA TECNOLOGIA

ITelefonia celular CONHEÇA BEM ESSA TECNOLOGIA I CONHEÇA BEM ESSA TECNOLOGIA e Apresentação O Brasil tem hoje duas vezes mais telefones celulares do que fixos. Essa preferência do consumidor pela telefonia móvel tem boas razões: o preço dos aparelhos,

Leia mais

Transmissão das Ondas Eletromagnéticas. Prof. Luiz Claudio

Transmissão das Ondas Eletromagnéticas. Prof. Luiz Claudio Transmissão das Ondas Eletromagnéticas Prof. Luiz Claudio Transmissão/Recebimento das ondas As antenas são dispositivos destinados a transmitir ou receber ondas de rádio. Quando ligadas a um transmissor

Leia mais

Luiz Bertini. Antenas Parabólicas

Luiz Bertini. Antenas Parabólicas Antenas Parabólicas Possuem uma alta diretividade o que nos leva a perceber que possui um alto ganho. Uma antena receptora de satélites de 3 metros de diâmetro, por exemplo, tem um ganho de 33dB, ou seja,

Leia mais

Engenheiro Eletrônico pela Unicamp e Mestre em Engenharia Eletrônica pelo INPE.

Engenheiro Eletrônico pela Unicamp e Mestre em Engenharia Eletrônica pelo INPE. Antena Coletiva: Projeto e Cuidados para Receber a TV Digital Este tutorial apresenta considerações para projeto de sistemas de antena coletiva para distribuir sinais de TV digital de alta definição, HD,

Leia mais

Antenas Parabólicas -- Apostila Básica

Antenas Parabólicas -- Apostila Básica Antenas Parabólicas -- Apostila Básica Antenas parabólicas são usadas em UHF e Microondas. Possuem uma alta diretividade o que nos leva a perceber que possuem um alto ganho. Uma antena receptora de satélites

Leia mais

Teste de interferência de equipamentos WiMax em recepção de satélite banda C

Teste de interferência de equipamentos WiMax em recepção de satélite banda C Teste de interferência de equipamentos WiMax em recepção de satélite banda C Antonio Vivaldi Rodrigues Diretor de Engenharia CelPlan 2/32 Í N D I C E 1. SUMÁRIO EXECUTIVO... 5 2. INTRODUÇÃO... 6 3. SETUP

Leia mais

Telecomunicações. Prof. André Y. Kusumoto andre_unip@kusumoto.com.br

Telecomunicações. Prof. André Y. Kusumoto andre_unip@kusumoto.com.br Telecomunicações Prof. André Y. Kusumoto andre_unip@kusumoto.com.br Satélites Satélite é o elemento comum de interligação das estações terrenas, atuando como estação repetidora. Devido a sua altitude,

Leia mais

ENLACE DE MICRO-ONDAS RELACIONADO A ATENUAÇÃO DEVIDO À CHUVA

ENLACE DE MICRO-ONDAS RELACIONADO A ATENUAÇÃO DEVIDO À CHUVA ENLACE DE MICRO-ONDAS RELACIONADO A ATENUAÇÃO DEVIDO À CHUVA Caio Matheus Pereira Braga, Diego de Brito Piau, Heitor Ferreira Camargos Silva, Rafael Resende Moraes Dias, Yago Gomes Dos Santos Universidade

Leia mais

Comunicação sem fio - antenas

Comunicação sem fio - antenas Comunicação sem fio - antenas Antena é um condutor elétrico ou um sistema de condutores Necessário para a transmissão e a recepção de sinais através do ar Na transmissão Antena converte energia elétrica

Leia mais

Celular e Saúde: Os efeitos das ondas eletromagnéticas na saúde humana

Celular e Saúde: Os efeitos das ondas eletromagnéticas na saúde humana Celular e Saúde: Os efeitos das ondas eletromagnéticas na saúde humana Com o crescimento dos usuários de telefones celulares, é natural que surjam dúvidas sobre saúde e segurança no uso diário de tais

Leia mais

Modelo de um Sistema de Transmissão

Modelo de um Sistema de Transmissão Modelo de um Sistema de Transmissão A finalidade dos sistemas de telecomunicações é a de transformar um ou mais pontos as informações provenientes de uma ou mais fontes. uma configuração típica temos:

Leia mais

Introdução a Propagação Prof. Nilton Cesar de Oliveira Borges

Introdução a Propagação Prof. Nilton Cesar de Oliveira Borges Introdução a Propagação Prof. Nilton Cesar de Oliveira Borges Como a luz, uma onda de rádio, perderia-se no espaço, fora do nosso planeta, se não houvesse um fenômeno que provocasse sua curvatura para

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES

AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES RESOLUÇÃO N o 527, DE 8 DE ABRIL DE 2009 Aprova o Regulamento sobre Condições de Uso de Radiofreqüências por Sistemas de Banda Larga por meio de Redes de Energia Elétrica.

Leia mais

PROJETO DE DIMENSIONAMENTO DE ENLACE DE RÁDIO

PROJETO DE DIMENSIONAMENTO DE ENLACE DE RÁDIO PROJETO DE DIMENSIONAMENTO DE ENLACE DE RÁDIO Diego de Brito Piau, Gilberto Arantes Carrijo Universidade Federal de Uberlândia, Faculdade de Engenharia Elétrica, Uberlândia-MG diegopiau@yahoo.com.br, gilberto@ufu.br

Leia mais

4 Descrição do Sistema e Campanha de Medição

4 Descrição do Sistema e Campanha de Medição 4 Descrição do Sistema e Campanha de Medição Neste capítulo são descritos o sistema de transmissão, recepção e aquisição de dados utilizados no experimento. São descritas, ainda, a metodologia utilizada

Leia mais

Sistemas Wireless: Comunicação via satélite. Prof. Armando Martins de Souza E-mail: armandomartins.souza@gmail.com

Sistemas Wireless: Comunicação via satélite. Prof. Armando Martins de Souza E-mail: armandomartins.souza@gmail.com Sistemas Wireless: satélite. Prof. Armando Martins de Souza E-mail: armandomartins.souza@gmail.com Satélite Aspectos Gerais Os satélites de comunicação: Surgiram na década de 60. Contendo características

Leia mais

Esta cartilha responde a questões comuns sobre a emissão das ondas eletromagnéticas e sua relação com a saúde humana. Após sua leitura, você

Esta cartilha responde a questões comuns sobre a emissão das ondas eletromagnéticas e sua relação com a saúde humana. Após sua leitura, você Esta cartilha responde a questões comuns sobre a emissão das ondas eletromagnéticas e sua relação com a saúde humana. Após sua leitura, você conhecerá mais sobre a regulamentação que trata da exposição

Leia mais

Redes de Computadores sem Fio

Redes de Computadores sem Fio Redes de Computadores sem Fio Prof. Marcelo Gonçalves Rubinstein Programa de Pós-Graduação em Engenharia Eletrônica Faculdade de Engenharia Universidade do Estado do Rio de Janeiro Programa Introdução

Leia mais

Lista de Exercícios A1

Lista de Exercícios A1 1 a QUESTÃO: A figura abaixo mostra simplificadamente um sistema de televisão inter-oceânico utilizando um satélite banda C como repetidor. O satélite tem órbita geoestacionária e está aproximadamente

Leia mais

5 Setup de Medidas. 5.1. Introdução

5 Setup de Medidas. 5.1. Introdução 5 Setup de Medidas 5.1. Introdução Para realização desse trabalho foi montada uma configuração de setup de medidas em UHF, mais precisamente no canal 42, freqüência central de 641 MHz em acordo com o Plano

Leia mais

FÍSICA - 3 o ANO MÓDULO 31 ONDULATÓRIA

FÍSICA - 3 o ANO MÓDULO 31 ONDULATÓRIA FÍSICA - 3 o ANO MÓDULO 31 ONDULATÓRIA x = Como pode cair no enem (ENEM) Os radares comuns transmitem micro-ondas que refletem na água, gelo e outras partículas na atmosfera. Podem, assim,

Leia mais

Camada Física: Meios de transmissão não guiados

Camada Física: Meios de transmissão não guiados Alan Menk Santos alanmenk@hotmail.com www.sistemasul.com.br/menk Camada Física: Meios de transmissão não guiados Transmissão sem Fio Pessoas cada vez mais dependente das redes; Alguns especialistas afirmam

Leia mais

Decisão ECC (09)02. Harmonização das faixas 1610-1626,5 MHz e 2483,5-2500 MHz para utilização por sistemas do Serviço Móvel por Satélite

Decisão ECC (09)02. Harmonização das faixas 1610-1626,5 MHz e 2483,5-2500 MHz para utilização por sistemas do Serviço Móvel por Satélite Decisão ECC (09)02 Harmonização das faixas 1610-1626,5 MHz e 2483,5-2500 MHz para utilização por sistemas do Serviço Móvel por Satélite aprovada em 26 de junho de 2009 alterada em 02 de novembro de 2012

Leia mais

SENSORES REMOTOS. Daniel C. Zanotta 28/03/2015

SENSORES REMOTOS. Daniel C. Zanotta 28/03/2015 SENSORES REMOTOS Daniel C. Zanotta 28/03/2015 ESTRUTURA DE UM SATÉLITE Exemplo: Landsat 5 COMPONENTES DE UM SATÉLITE Exemplo: Landsat 5 LANÇAMENTO FOGUETES DE LANÇAMENTO SISTEMA SENSOR TIPOS DE SENSORES

Leia mais

Camada Física. Bruno Silvério Costa

Camada Física. Bruno Silvério Costa Camada Física Bruno Silvério Costa Sinais Limitados por Largura de Banda (a) Um sinal digital e suas principais frequências de harmônicas. (b) (c) Sucessivas aproximações do sinal original. Sinais Limitados

Leia mais

Local Multipoint Distribuition Service (LMDS)

Local Multipoint Distribuition Service (LMDS) Local Multipoint Distribuition Service (LMDS) Este tutorial apresenta a tecnologia LMDS (Local Multipoint Distribuition Service), acesso em banda larga para última milha por meio de rádios microondas.

Leia mais

Uso do Espectro em 3,5GHz e Recepção Satélite na Banda C

Uso do Espectro em 3,5GHz e Recepção Satélite na Banda C Uso do Espectro em 3,5GHz e Recepção Satélite na Banda C Agosto de 2012 1 Agenda Testes da Star One A Questão afeta toda a Banda C e não somente a Banda Estendida Tanto a Transmissão Digital quanto a Analógica

Leia mais

SENSORIAMENTO REMOTO. Revisão de conteúdo. Prof. Marckleuber

SENSORIAMENTO REMOTO. Revisão de conteúdo. Prof. Marckleuber SENSORIAMENTO REMOTO Revisão de conteúdo Prof. Marckleuber Engenharia de Agrimensura - 2013 SENSORIAMENTO REMOTO - Conceitos De um modo geral, o Sensoriamento Remoto pode ser definido como: O conjunto

Leia mais

UFSM-CTISM. Comunicação de Dados Meios de transmissão - Exemplos práticos Aula-05. Professor: Andrei Piccinini Legg.

UFSM-CTISM. Comunicação de Dados Meios de transmissão - Exemplos práticos Aula-05. Professor: Andrei Piccinini Legg. UFSM-CTISM Comunicação de Dados - Exemplos práticos Aula-05 Professor: Andrei Piccinini Legg Santa Maria, 2012 Meio de é o caminho físico entre o transmissor e o receptor. Como visto numa aula anterior

Leia mais

Comunicação da informação a longas distâncias

Comunicação da informação a longas distâncias Comunicação da informação a longas distâncias População mundial versus sistema de comunicação Comunicação, informação e mensagem Comunicação - é o ato de enviar informação, mensagens, sinais de um local

Leia mais

Sistemas de redes sem fio são classificadas nas categorias de móveis ou fixas:

Sistemas de redes sem fio são classificadas nas categorias de móveis ou fixas: Redes Sem Fio Sistemas de redes sem fio são classificadas nas categorias de móveis ou fixas: Redes sem fio fixa são extremamente bem adequado para implantar rapidamente uma conexão de banda larga, para

Leia mais

Relatório de Teste de Diferentes Antenas e Equipamentos para o Protocolo NOVUS IEEE 802.15.4

Relatório de Teste de Diferentes Antenas e Equipamentos para o Protocolo NOVUS IEEE 802.15.4 Relatório de Teste de Diferentes Antenas e Equipamentos para o Protocolo NOVUS IEEE 802.15.4 ÍNDICE Índice 1 Introdução 2 Equipamentos Utilizados 3 Modelo de Propagação do Sinal 5 Zona de Fresnel 6 Link

Leia mais

MÓDULO 4 Meios físicos de transmissão

MÓDULO 4 Meios físicos de transmissão MÓDULO 4 Meios físicos de transmissão Os meios físicos de transmissão são compostos pelos cabos coaxiais, par trançado, fibra óptica, transmissão a rádio, transmissão via satélite e são divididos em duas

Leia mais

Aula 1 Professor Waterloo Pereira Filho Docentes orientados: Daniela Barbieri Felipe Correa

Aula 1 Professor Waterloo Pereira Filho Docentes orientados: Daniela Barbieri Felipe Correa Princípios Físicos do Sensoriamento Remoto Aula 1 Professor Waterloo Pereira Filho Docentes orientados: Daniela Barbieri Felipe Correa O que é Sensoriamento Remoto? Utilização conjunta de sensores, equipamentos

Leia mais

COMUNICAÇÃO DE INFORMAÇÃO A LONGAS DISTÂNCIAS ONDAS ELETROMAGNÉTICAS E COMUNICAÇÃO

COMUNICAÇÃO DE INFORMAÇÃO A LONGAS DISTÂNCIAS ONDAS ELETROMAGNÉTICAS E COMUNICAÇÃO COMUNICAÇÃO DE INFORMAÇÃO A LONGAS DISTÂNCIAS À medida que uma onda se propaga, por mais intensa que seja a perturbação que lhe dá origem, uma parte da sua energia será absorvida pelo meio de propagação,

Leia mais

Emissão de Radiação Eletromagnética na Faixa de VHF e UHF em Cadeia de Isoladores de Alta Tensão Vazados

Emissão de Radiação Eletromagnética na Faixa de VHF e UHF em Cadeia de Isoladores de Alta Tensão Vazados Emissão de Radiação Eletromagnética na Faixa de VHF e UHF em Cadeia de Isoladores de Alta Tensão Vazados José Kleber da Cunha Pinto Escola Politécnica da USP- Lab. de Microeletrônica- Grupo de Microondas

Leia mais

Modelo de um Sistema de Transmissão

Modelo de um Sistema de Transmissão Modelo de um Sistema de Transmissão A finalidade dos sistemas de telecomunicações é a de transformar um ou mais pontos as informações provenientes de uma ou mais fontes. uma configuração típica temos:

Leia mais

RADIOCOMUNIÇÃO EM VHF NOVA CANALIZAÇÃO

RADIOCOMUNIÇÃO EM VHF NOVA CANALIZAÇÃO RADIOCOMUNIÇÃO EM VHF NOVA CANALIZAÇÃO 1. ESPECTRO DE RADIOFREQUÊNCIAS O espectro radioelétrico ou de radiofrequências é uma riqueza da humanidade. Sua exploração de forma disciplinada permite o estabelecimento

Leia mais

Satélite artificial e Satélite Natural

Satélite artificial e Satélite Natural Satélite artificial Satélite artificial e Satélite Natural Até à pouco tempo atrás, os satélites eram dispositivos exóticos e ultra-secretos. Foram usados primeiramente para fins militares, para actividades

Leia mais

044.ASR.SRE.16 - Princípios Físicos do Sensoriamento Remoto

044.ASR.SRE.16 - Princípios Físicos do Sensoriamento Remoto Texto: PRODUTOS DE SENSORIAMENTO REMOTO Autor: BERNARDO F. T. RUDORFF Divisão de Sensoriamento Remoto - Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais São José dos Campos-SP - bernardo@ltid.inpe.br Sensoriamento

Leia mais

COMUNICAÇÕES A LONGAS DISTÂNCIAS

COMUNICAÇÕES A LONGAS DISTÂNCIAS Física 11º Ano COMUNICAÇÕES A LONGAS DISTÂNCIAS MARÍLIA PERES TRANSMISSÃO DE INFORMAÇÃO Produziu p pela p primeira vez ondas eletromagnéticas em laboratório (1887) utilizando um circuito para produzir

Leia mais

GT PERSONAL GPS RASTREAMENTO PESSOAL

GT PERSONAL GPS RASTREAMENTO PESSOAL GT PERSONAL GPS RASTREAMENTO PESSOAL Baseados em nossa experiência em aplicações de GPS e Telemetria, e devido às pequenas dimensões (70x40x20 mm) do GT PERSONAL GPS este dispositivo portátil executa o

Leia mais

Ondas Eletromagnéticas Física - Algo Sobre INTRODUÇÃO

Ondas Eletromagnéticas Física - Algo Sobre INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO É importante tomarmos consciência de como estamos imersos em ondas eletromagnéticas. Iniciando pelos Sol, a maior e mais importante fonte para os seres terrestres, cuja vida depende do calor

Leia mais

Manual de proteção contra raios DPS STAL ENGENHARIA ELÉTRICA. Saiba como proteger você, seus aparelhos eletroeletrônicos e o seu imóvel.

Manual de proteção contra raios DPS STAL ENGENHARIA ELÉTRICA. Saiba como proteger você, seus aparelhos eletroeletrônicos e o seu imóvel. Manual de proteção contra raios DPS Saiba como proteger você, seus aparelhos eletroeletrônicos e o seu imóvel. Nuvens carregadas e muita chuva em todo o pais A posição geográfica situa o Brasil entre os

Leia mais

Antenas, Cabos e Rádio-Enlace

Antenas, Cabos e Rádio-Enlace Alan Menk Santos alanmenk@hotmail.com www.sistemasul.com.br/menk Camada Física: Redes Sem Fio Antenas, Cabos e Rádio-Enlace Rádio Transmissor (Tx) Linha de Transmissão (LT) Antena Transmissora Meio de

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES

AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES CONSULTA PÚBLICA Nº 54, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2013 Atribuir a faixa de radiofrequências de 4.910 MHz a 4.940 MHz também ao Serviço Móvel, manter a atribuição da faixa

Leia mais

Como utilizar o Router-OS na elaboração do laudo radiométrico. Por: Kleber de Albuquerque Brasil Beleza Network Provedor de Internet

Como utilizar o Router-OS na elaboração do laudo radiométrico. Por: Kleber de Albuquerque Brasil Beleza Network Provedor de Internet Como utilizar o Router-OS na elaboração do laudo radiométrico Por: Kleber de Albuquerque Brasil Beleza Network Provedor de Internet 1 Palestrante: Kleber de Albuquerque Brasil Mini Curriculum 1997 E.T.F.

Leia mais

SOBRE O FUTURO DA FÍSICA SOLAR NO BRASIL

SOBRE O FUTURO DA FÍSICA SOLAR NO BRASIL SOBRE O FUTURO DA FÍSICA SOLAR NO BRASIL Joaquim E. R. Costa (INPE), Adriana Válio (CRAAM/UPM), C. Guillermo Giménez de Castro (CRAAM/UPM), Paulo J. A. Simões (CRAAM-FAPESP), Fernando Bertoni(CRAAM/UPM),

Leia mais

ANÁLISE DA PROPAGAÇÃO DE SINAIS DE TV DIGITAL NA CIDADE DE UBERLÂNDIA - MG

ANÁLISE DA PROPAGAÇÃO DE SINAIS DE TV DIGITAL NA CIDADE DE UBERLÂNDIA - MG ANÁLISE DA PROPAGAÇÃO DE SINAIS DE TV DIGITAL NA CIDADE DE UBERLÂNDIA - MG Tiago Nunes Santos, Gilberto Arantes Carrijo Universidade Federal de Uberlândia, Faculdade de Engenharia Elétrica, Uberlândia-MG.

Leia mais

UFSM-CTISM. Comunicação de Dados Meios de Transmissão Aula-03

UFSM-CTISM. Comunicação de Dados Meios de Transmissão Aula-03 UFSM-CTISM Comunicação de Dados Meios de Transmissão Aula-03 Professor: Andrei Piccinini Legg Santa Maria, 2012 Par trançado Cabo coaxial Fibra óptica Meios Não-guiados Transmissão por rádio Microondas

Leia mais

SBTVD x 4G LTE. Regulamento de Convivência. Conselheiro Rodrigo Zerbone Loureiro

SBTVD x 4G LTE. Regulamento de Convivência. Conselheiro Rodrigo Zerbone Loureiro Regulamento de Convivência SBTVD x 4G LTE Conselheiro Rodrigo Zerbone Loureiro Agência Nacional de Telecomunicações 737ª Reunião do Conselho Diretor Brasília, 09/04/2014 Atribuição e Destinação Condições

Leia mais

Antena Escrito por André

Antena Escrito por André Antena Escrito por André Antenas A antena é um dispositivo passivo que emite ou recebe energia eletromagnéticas irradiada. Em comunicações radioelétricas é um dispositivo fundamental. Alcance de uma Antena

Leia mais

Introdução ao Sensoriamento Remoto

Introdução ao Sensoriamento Remoto Introdução ao Sensoriamento Remoto Cachoeira Paulista, 24 a 28 novembro de 2008 Bernardo Rudorff Pesquisador da Divisão de Sensoriamento Remoto Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - INPE Sensoriamento

Leia mais

6 Cálculo de cobertura de sistemas de TV Digital

6 Cálculo de cobertura de sistemas de TV Digital 6 Cálculo de cobertura de sistemas de TV Digital Neste capítulo, os modelos desenvolvidos serão utilizados para a avaliação da cobertura de sistemas de TV digital na cidade de São Paulo. Partindo dos limiares

Leia mais

RDT Radiotransmissão

RDT Radiotransmissão MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CAMPUS SÃO JOSÉ SANTA CATARINA RDT Radiotransmissão Prof. Ramon Mayor Martins,

Leia mais

O Radar Meteorológico

O Radar Meteorológico O Radar Meteorológico Demilson Quintão PY2UEP Bauru, 2014 1 Previsão Meteorológica 1-Climática: indica tendência das estações em escalas regionais, continentais, globais. 2-Previsão Meteorológica comum

Leia mais

CBC2 COMISSÃO BRASILEIRA DE COMUNICAÇÕES 2 RADIOCOMUNICAÇÕES. Conferência Mundial de Radiocomunicações WRC-15

CBC2 COMISSÃO BRASILEIRA DE COMUNICAÇÕES 2 RADIOCOMUNICAÇÕES. Conferência Mundial de Radiocomunicações WRC-15 CBC 2 COMISSÃO BRASILEIRA DE COMUNICAÇÕES 2 RADIOCOMUNICAÇÕES Conferência Mundial de Radiocomunicações WRC-15 Agostinho Linhares Gerente de Espectro, Órbita e Radiodifusão Setembro de 2015 Coordenador

Leia mais

INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS (INPE)

INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS (INPE) INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS (INPE) Concurso Público - NÍVEL SUPERIOR CARGO: Tecnologista da Carreira de Desenvolvimento Tecnológico Classe: Tecnologista Sênior Padrão I TEMA: CADERNO DE PROVAS

Leia mais

NORMA Nº 15/96. CANALIZAÇÃO E CONDIÇÕES DE USO DE FREQÜÊNCIAS PARA SISTEMAS DIGITAIS DE RADIOCOMUNICAÇÃO NA FAIXA DE 18 GHz.

NORMA Nº 15/96. CANALIZAÇÃO E CONDIÇÕES DE USO DE FREQÜÊNCIAS PARA SISTEMAS DIGITAIS DE RADIOCOMUNICAÇÃO NA FAIXA DE 18 GHz. NORMA Nº 15/96 CANALIZAÇÃO E CONDIÇÕES DE USO DE FREQÜÊNCIAS PARA SISTEMAS DIGITAIS DE RADIOCOMUNICAÇÃO NA FAIXA DE 18 GHz. 1-OBJETIVO Esta norma tem por objetivo estabelecer a canalização e as condições

Leia mais

A TV Digital no Brasil

A TV Digital no Brasil Agência Nacional de Telecomunicações Superintendência de Serviços de Comunicação de Massa A TV Digital no Brasil 30 de março de 2007 Ara Apkar Minassian Superintendente SET- São Paulo/SP 30 de março e

Leia mais

Relatório Técnico PD.33.10.91A.0040A/RT-02-AA. Análise de convivência entre os sistemas FWA e TVRO.

Relatório Técnico PD.33.10.91A.0040A/RT-02-AA. Análise de convivência entre os sistemas FWA e TVRO. Relatório Técnico PD.33.10.91A.0040A/RT-02-AA Análise de convivência entre os sistemas FWA e TVRO. Comparação entre módulos LNB comerciais e modificados para a situação de convivência entre sistemas terrestres

Leia mais

Teste de Avaliação 3 A - 06/02/2013

Teste de Avaliação 3 A - 06/02/2013 E s c o l a S e c u n d á r i a d e A l c á c e r d o S a l Ano letivo 201 2/2013 Física e Química A Bloco II (11ºano) Teste de Avaliação 3 A - 06/02/2013 1. Suponha que um balão de observação está em

Leia mais

SIMULADO ABERTO ENEM 2015

SIMULADO ABERTO ENEM 2015 SIMULADO ABERTO ENEM 2015 1) A figura mostra a bela imagem de um gato ampliada pela água de um aquário esférico. Trata-se de uma imagem virtual direita e maior. A cerca do fenômeno óptico em questão, é

Leia mais

5 - Antenas LINHAS DE TRANSMISSÃO. Antenas, Cabos e Rádio-Enlace. Componentes essenciais para uma comunicação Wireless ONDAS ELETROMAGNÉTICAS -OEM-

5 - Antenas LINHAS DE TRANSMISSÃO. Antenas, Cabos e Rádio-Enlace. Componentes essenciais para uma comunicação Wireless ONDAS ELETROMAGNÉTICAS -OEM- Antenas, Cabos e Rádio-Enlace Componentes essenciais para uma comunicação Wireless Uso permitido por Luciano Valente Franz luciano@computech.com.br Rádio Transmissor (Tx) Linha de Transmissão (LT) Antena

Leia mais

defi departamento de física www.defi.isep.ipp.pt

defi departamento de física www.defi.isep.ipp.pt defi departamento de física Laboratórios de Física www.defi.isep.ipp.pt Estudo de micro-ondas I Instituto Superior de Engenharia do Porto Departamento de Física Rua Dr. António Bernardino de Almeida, 431

Leia mais

Introdução aos Sistemas de Comunicação

Introdução aos Sistemas de Comunicação Introdução aos Sistemas de Comunicação Edmar José do Nascimento (Princípios de Comunicação) http://www.univasf.edu.br/ edmar.nascimento Universidade Federal do Vale do São Francisco Colegiado de Engenharia

Leia mais

Multiplexação. Multiplexação. Multiplexação - FDM. Multiplexação - FDM. Multiplexação - FDM. Sistema FDM

Multiplexação. Multiplexação. Multiplexação - FDM. Multiplexação - FDM. Multiplexação - FDM. Sistema FDM Multiplexação É a técnica que permite a transmissão de mais de um sinal em um mesmo meio físico. A capacidade de transmissão do meio físico é dividida em fatias (canais), com a finalidade de transportar

Leia mais

Técnicas de Geodésia Espacial: Princípios e Aplicações. Antonio Macilio Pereira de Lucena

Técnicas de Geodésia Espacial: Princípios e Aplicações. Antonio Macilio Pereira de Lucena Técnicas de Geodésia Espacial: Princípios e Aplicações Antonio Macilio Pereira de Lucena VLBI Very Long Baseline Interferometry; GNSS- Global Navegation Satellite System; SLR- Satellite Laser Range; DORIS-

Leia mais

Sensores Ultrasônicos

Sensores Ultrasônicos Sensores Ultrasônicos Introdução A maioria dos transdutores de ultra-som utiliza materiais piezelétricos para converter energia elétrica em mecânica e vice-versa. Um transdutor de Ultra-som é basicamente

Leia mais

Teste da eficiencia da película protetora (insulfilm) em veículos automotores

Teste da eficiencia da película protetora (insulfilm) em veículos automotores F 609A Tópicos de Ensino de Física Teste da eficiencia da película protetora (insulfilm) em veículos automotores Aluno: Bruno Gomes Ribeiro RA: 059341 onurbrj@hotmail.com Orientador: Professor Doutor Flavio

Leia mais

Estado de Mato Grosso do Sul A Pequena Cativante LEI N.º 1.265/2003 CAPÍTULO I

Estado de Mato Grosso do Sul A Pequena Cativante LEI N.º 1.265/2003 CAPÍTULO I LEI N.º 1.265/2003 Dispõe sobre a instalação de estações transmissoras de rádio, televisão, telefonia celular, telecomunicações em geral e outras antenas transmissoras de radiação eletromagnética no Município

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Introdução Redes de Computadores Marco Antonio Montebello Júnior marco.antonio@aes.edu.br Rede É um conjunto de computadores chamados de estações de trabalho que compartilham recursos de hardware (HD,

Leia mais

Conhecer meios de transmissão que utilizam cabos e fios. Componentes do processo de comunicação.

Conhecer meios de transmissão que utilizam cabos e fios. Componentes do processo de comunicação. Meios de transmissão Conhecer meios de transmissão que utilizam cabos e fios. Quando enviamos uma informação para um destino, ela vai por um canal de comunicação. Esse canal de comunicação tem um limite

Leia mais

C A P Í T U L O 1 F U N D A M E N T O S S E N S O R I A M E N T O

C A P Í T U L O 1 F U N D A M E N T O S S E N S O R I A M E N T O C A P Í T U L O 1 F U N D A M E N T O S D E S E N S O R I A M E N T O R E M O T O E l i s a b e t e C a r i a d e M o r a e s 1 INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS-INPE 1 e.mail : bete@ltid.inpe.br

Leia mais

MODELAGEM DE CANAL DE UMA REDE SEM FIO 802.16 APLICAÇÃO PARA A AVENIDA ENTRE ENTRADAS 2 E 3 DO CAMPUS I DA PUC-CAMPINAS

MODELAGEM DE CANAL DE UMA REDE SEM FIO 802.16 APLICAÇÃO PARA A AVENIDA ENTRE ENTRADAS 2 E 3 DO CAMPUS I DA PUC-CAMPINAS MODELAGEM DE CANAL DE UMA EDE SEM FIO 8.16 APLICAÇÃO PAA A AVENIDA ENE ENADAS E 3 DO CAMPUS I DA PUC-CAMPINAS Guilherme Cezarini eieira PUC-Campinas CEAEC gui_cezarini@puc-campinas.edu.br Norma eggiani

Leia mais

1º - O projeto apresentado para análise incluirá os seguintes itens:

1º - O projeto apresentado para análise incluirá os seguintes itens: Lei nº 2.409, de 26 março de 2003. Estabelece critérios para instalação de Estações de Rádio-Base ERB, de microcélulas de Telefonia e equipamentos afins, dando outras providências. (Lei alterada em função

Leia mais

Figura 2.1: Coordenadas esféricas

Figura 2.1: Coordenadas esféricas 2 Conceitos Radar Neste capítulo serão tratados os conceitos necessários para se entender um sistema radar. É preciso entender quais são as principais medidas que um radar detecta, quais são os componentes

Leia mais

Imagens de Satélite (características):

Imagens de Satélite (características): Imagens de Satélite (características): São captadas por sensores electro ópticos que registam a radiação electromagnética reflectida e emitida pelos objectos que se encontram à superfície da terra através

Leia mais

Comunicações móveis por Satélite. slide 1

Comunicações móveis por Satélite. slide 1 Comunicações móveis por Satélite slide 1 Satélite de Comunicações São satélites colocados em órbita da terra com a missão de transportarem repetidores de sinais de telecomunicações. Os satélites podem

Leia mais

Sistemas de Distribuição de CATV e Antenas Coletivas

Sistemas de Distribuição de CATV e Antenas Coletivas Sistemas de Distribuição de CATV e Antenas Coletivas O objetivo deste tutorial é conhecer os componentes utilizados em sistemas de distribuição de CATV (TV à cabo) e antenas coletivas, usadas para a recepção

Leia mais

Posicionamento por Satélite. Tecnologia em Mecanização em Agricultura de Precisão Prof. Esp. Fernando Nicolau Mendonça

Posicionamento por Satélite. Tecnologia em Mecanização em Agricultura de Precisão Prof. Esp. Fernando Nicolau Mendonça Posicionamento por Satélite Tecnologia em Mecanização em Agricultura de Precisão Prof. Esp. Fernando Nicolau Mendonça O Sistema GPS - Características Básicas O sistema GPS é composto por três segmentos:

Leia mais

Camada Física: Meios de transmissão não guiados

Camada Física: Meios de transmissão não guiados Alan Menk Santos alanmenk@hotmail.com www.sistemasul.com.br/menk Camada Física: Meios de transmissão não guiados Em 1945 o escritor Arthur Clarke calculou que um satélite em 35.800 km em órbita circular

Leia mais

São necessários três componentes, simultaneamente, para existir a EMI:

São necessários três componentes, simultaneamente, para existir a EMI: AInterferência Eletromagnética nas Redes de Computadores Prof. José Maurício dos Santos Pinheiro Centro Universitário de Volta Redonda - UniFOA 28 de maio de 2007 EMI Electromagnetic Interference O ambiente

Leia mais

OBA Conteúdos das Avaliações Data: 15/5/2015 (6ª feira)

OBA Conteúdos das Avaliações Data: 15/5/2015 (6ª feira) OBA Conteúdos das Avaliações Data: 15/5/2015 (6ª feira) Constituição da Avaliação 5 perguntas de Astronomia; 3 perguntas de Astronáutica; 2 perguntas sobre Energia. Perguntas Práticas e/ou Observacionais

Leia mais

PLATAFORMA DE TESTES - PROPOSTA. JOSÉ EDUARDO MARTI CAPPIA Comitê Técnico AESP

PLATAFORMA DE TESTES - PROPOSTA. JOSÉ EDUARDO MARTI CAPPIA Comitê Técnico AESP PLATAFORMA DE TESTES - PROPOSTA JOSÉ EDUARDO MARTI CAPPIA Comitê Técnico AESP - O RÁDIO DIGITAL NÃO RESOLVE O PROBLEMA DA ONDA MÉDIA. - O AUMENTO DO RUÍDO ELÉTRICO URBANO MUNDIAL - - A PRESERVAÇÃO DO CONTEÚDO

Leia mais

(Versão revista e atualizada do tutorial original publicado em 15/03/2004)

(Versão revista e atualizada do tutorial original publicado em 15/03/2004) Sistemas de Distribuição de CATV e Antenas Coletivas O objetivo deste tutorial é conhecer os componentes utilizados em sistemas de distribuição de CATV (TV à cabo) e antenas coletivas, usadas para a recepção

Leia mais

Fundamentos de Rede e Cabeamento Estruturado. A camada Física

Fundamentos de Rede e Cabeamento Estruturado. A camada Física Fundamentos de Rede e Cabeamento Estruturado A camada Física Largura de banda Compartilhada ou shared bandwidth Comutada ou switched bandwidth Banda base e banda larga Banda base existe a possibilidade

Leia mais

SpinCom Telecom & Informática

SpinCom Telecom & Informática Rastreador GPS/GSM modelo Com as fortes demandas por segurança e gestão de frota, a SpinCom, acaba de lançar o rastreador GPS/GSM modelo. O rastreador é indicado para aplicações de rastreamento de automóveis,

Leia mais

Transmissor EXT-240 de áudio e vídeo sem fio

Transmissor EXT-240 de áudio e vídeo sem fio Transmissor de áudio e vídeo sem fio Manual de operação Índice I. Introdução... 1 II. Informações de segurança... 1 III. Especificações... 1 IV. Instruções de instalação... 2 1. Opções de posicionamento...

Leia mais

Informativo de Segurança e Saúde

Informativo de Segurança e Saúde Introdução: A Fundação COGE está dando início às ações relativas ao planejamento do 7º SENSE - Seminário Nacional de Segurança e saúde no Setor Elétrico Brasileiro. Nesta edição estamos lançando uma pesquisa

Leia mais

3B SCIENTIFIC PHYSICS

3B SCIENTIFIC PHYSICS 3B SCIENTIFIC PHYSICS Conjunto para microondas 9,4 GHz (230 V, 50/60 Hz) Conjunto para microondas 10,5 GHz (115 V, 50/60 Hz) 1009950 (115 V, 50/60 Hz) 1009951 (230 V, 50/60 Hz) Instruções de operação 10/15

Leia mais

8ª série / 9º ano U. E. 16

8ª série / 9º ano U. E. 16 8ª série / 9º ano U. E. 16 Radiação O dicionário de física descreve radiação como: Designação genérica da energia que se propaga de um ponto a outro do espaço, no vácuo ou em um meio material, mediante

Leia mais

Distribuição de antenas de telefonia móvel pessoal na cidade do Rio de Janeiro

Distribuição de antenas de telefonia móvel pessoal na cidade do Rio de Janeiro ISSN 1984-7203 C O L E Ç Ã O E S T U D O S C A R I O C A S Distribuição de antenas de telefonia móvel pessoal na cidade do Rio de Janeiro Nº 20091101 Novembro - 2009 Fabiana Mota da Silva, Lúcia Helena

Leia mais

DH 406A SISTEMA DE TREINAMENTO EM MICROONDAS. Descrição de componentes

DH 406A SISTEMA DE TREINAMENTO EM MICROONDAS. Descrição de componentes DH 406A SISTEMA DE TREINAMENTO EM MICROONDAS Descrição de componentes 2 1 INTRODUÇÃO O sistema de treinamento em microondas DH-0406A foi desenvolvido para permitir explorar experimentalmente alguns conceitos

Leia mais

5 VIATURA DE MEDIDAS, PLANEJAMENTO E OS TESTES DE CAMPO

5 VIATURA DE MEDIDAS, PLANEJAMENTO E OS TESTES DE CAMPO 5 VIATURA DE MEDIDAS, PLANEJAMENTO E OS TESTES DE CAMPO A viatura de medidas é equipada para o levantamento com mastro retrátil de até 10 m de altura, um conjunto de instrumentos de medida e de armazenamento

Leia mais

www.philips.com/welcome

www.philips.com/welcome Register your product and get support at www.philips.com/welcome SDV1225T/55 PT Manual do Usuário Sumário 1 Importante 4 Segurança 4 Aviso para os EUA 4 Aviso para o Canadá 4 Reciclagem 4 Português 2

Leia mais