MUDANÇA CLIMÁTICA NO CONTEXTO DE NEGÓCIOS CDP SUPPY CHAIN RISCOS E OPORTUNIDADES FRETE ÀS MUDANÇA CLIMÁTICAS

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1 MUDANÇA CLIMÁTICA NO CONTEXTO DE NEGÓCIOS CDP SUPPY CHAIN RISCOS E OPORTUNIDADES FRETE ÀS MUDANÇA CLIMÁTICAS

2 2 SUMÁRIO 1. MUDANÇA CLIMÁTICA Perfil das emissões Consequências 2. ESTRATÉGIA IMPACTO NOS NEGÓCIOS Conhecer riscos e opt Avaliar respostas Gerenciar ações 3. PERSPECTIVAS 4. EXERCÍCIO

3 MUDANÇA CLIMÁTICA

4 4 MUDANÇA CLIMÁTICA: NEXO DE CAUSALIDADE MITIGAÇÃO Emissão antropogênica da GEE Intensificação do Efeito Estufa Aquecimento Global Mudança Climática ADAPTAÇÃO Impacto no conjunto da sociedade

5 5 EMISSÕES GLOBAIS DE GASES DE EFEITO ESTUFA Global Greenhouse Gas Emissions by Gas Global Greenhouse Gas Emissions by Source Fonte: IPCC, 2007

6 6 PERFIL E PROJEÇÃO DAS EMISSÕES POR SETOR NO BRASIL Fonte: McKinsey, 2009.

7 7 Ciência da Mudança Climática Aumento da temperatura tem causas antrópicas Fonte: IPCC, 5AR WGI, 2014

8 8 Consequências do aquecimento global Fonte: IPCC, 5AR WGI, 2014

9 9 Probabilidade de aumento de temperatura em relação aos níveis de concentração de GEE Níveis de estabilização (em ppm CO 2 e) Período 2 o C 3 o C 4 o C 5 o C 6 o C 7 o C 280 Pré Revolução Industrial * * * * * * * Projeção considerando dados do IPCC de que as concentrações de GEE nos últimos anos aumentam a uma taxa de 2ppm / ano. Concentrações atualmente estimadas em 430ppm. Fonte: Elaboração própria a partir de Stern, 2010 e IPCC, 2014

10 ESTRATÉGIA - IMPACTOS NOS NEGÓCIOS

11 11 DEFINIÇÃO DE UMA ESTRATÉGIA EM MUDANÇA CLIMÁTICA FÍSICOS 1. CONHECER RISCOS E OPORTUNIDADES POTENCIAIS 2. AVALIAR AÇÕES NECESSÁRIS REGULATÓRIOS ECONÔMICO- FINANCEIROS COMPETITIVOS E REPUTACIONAIS 3. GERENCIA AÇÕES

12 12 DEFINIÇÃO DE UMA ESTRATÉGIA EM MUDANÇA CLIMÁTICA 1. CONHECER RISCOS E OPT POTENCIAIS FÍSICOS REGULATÓRIOS ECONÔMICOS- FINACEIROS COMPETITIVOS E REPUTACIONAIS

13 13 EVENTOS CLIMÁTICOS E CIDADES: FATORES DE RISCO DA URBANIZAÇÃO Frequência e intensidade das chuvas aumentará em regiões urbanas brasileiras neste século Processos de ordenamento e ocupação do território nas metrópoles brasileiras intensificarão os riscos associados às mudanças climáticas População exposta a riscos de enchente e deslizamentos, bem como perdas econômicas associadas a esses riscos aumentarão consideravelmente até Brasil: perdas econômicas associadas a enchentes ( ) (em milhões de US$) Brasil: população exposta a risco de enchentes ( ) (em milhões de habitantes) Fontes: Swiss Re (2011), Staying on top of flood risk in Brazil: prevention, adaptation and insurance. Intergovernmental Panel on Climate Change (2007), Industry, Settlement and Society. UN-Habitat (2011), Cities and Climate Change: Global Report on Human Settlements. INPE-UNICAMP-USP-IPT-UNESP (2009), Vulnerabilidade das Megacidades às Mudanças Climáticas: Região Metropolitana de São Paulo. TerraBrasis Re (2012), Brazilian Natural Catastrophes. Elaboração dos Gráficos: Gestão Origami

14 14 EVENTOS CLIMÁTICOS E O SETOR RURAL: ALTERAÇÕES NA DINÂMICA DA PRODUÇÃO AGRÍCOLA BRASILEIRA Impactos do aquecimento global causarão expansão das áreas expostas a riscos climáticos ao longo do século Produção de grãos (principalmente soja e milho) sofrerá perdas severas em decorrência do aquecimento global Cultivares tradicionais da agricultura familiar também serão afetados, principalmente na região nordeste Soja Brasil: evolução das perdas financeiras associadas às mudanças climáticas. Culturas selecionadas. Em milhões de reais Brasil: evolução da área plantada ( ). Culturas selecionadas. Em mil ha. Milho Feijão Café Arroz Algodão Fontes: IBGE (2006), Censo Agropecuário. Agricultura Familiar: primeiros resultados. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) (2012), Projeções do Agronegócio 2011/2012 a 2021/2022: projeções de longo prazo. EMBRAPA-UNICAMP (2008), Aquecimento Global e a Nova Geografia da Produção Agrícola no Brasil. IPEA (2011), Mudança do Clima no Brasil. Elaboração dos gráficos: Gestão Origami.

15 15 EVENTOS CLIMÁTICOS EXTREMOS Fonte: Jornal Valor Econômico, Janeiro 2012

16 16 DEFINIÇÃO DE UMA ESTRATÉGIA EM MUDANÇA CLIMÁTICA 1. CONHECER RISCOS E OPT POTENCIAIS FÍSICOS REGULATÓRIOS ECONÔMICOS- FINACEIROS COMPETITIVOS E REPUTACIONAIS Política Nacional de Mudança Climática e as Metas de Redução de Emissões Fonte:

17 17 PRESSÕES REGULATÓRIAS Planos Setoriais de Mitigação e Adaptação PPCDAM - Plano de Ação para a Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal PPCerrado - Plano de Ação para a Prevenção e Controle do Desmatamento no Cerrado PDE - Plano Decenal de Energia Plano ABC - Agricultura de Baixo Carbono Integração Lavoura-Pasto, Plantio Direto, etc Plano Indústria - Consolidação de uma Economia de Baixa Emissão de Carbono na Indústria de Transformação. 90% das emissões industrias -> Alumínio, Cal, Cimento, Ferro-gusa e aço, Papel e Celulose, Química, Vidro. PSTM - Plano Setorial de Transporte e de Mobilidade Urbana para Mitigação da Mudança do Clima

18 18 PRESSÕES REGULATÓRIAS Metas de Redução de Emissões Compulsórias - Políticas Estaduais Fonte: Fórum Clima, 2012.

19 19 DEFINIÇÃO DE UMA ESTRATÉGIA EM MUDANÇA CLIMÁTICA 1. CONHECER RISCOS E OPT POTENCIAIS FÍSICOS REGULATÓRIOS ECONÔMICOS- FINACEIROS COMPETITIVOS E REPUTACIONAIS

20 20 ACESSO A CAPITAL (RECURSOS REEMBOLSÁVEIS) OBJETIVO: Apoiar a implantação de empreendimentos, a aquisição de máquinas e equipamentos e o desenvolvimento tecnológico relacionados à redução de GEE e adaptação. Dotação orçamentária de R$ 560 milhões. Subprogramas Juros Participação BNDES Prazo Garantias Máquinas e Equipamentos Eficientes De 1,5% a 4,5% a.a. Até 90% do valor dos itens financiáveis Até 12 anos, carência de 3 meses a 2 anos Negociadas entre IF e cliente Energias Renováveis De 1,9% a 9% a.a. Até 90% do valor dos itens financiáveis Até 16 anos Negociadas entre IF e cliente e na análise de crédito Gestão e Serviços de Carbono De 1,9% a 9% a.a. Até 90% do valor dos itens financiáveis Até 12 anos, incluído período de carência de até dois anos Negociadas entre IF e cliente e na análise de crédito Fonte:

21 21 ACESSO A CAPITAL Empreendimentos apoiáveis Investimentos destinados a projetos de: recuperação de pastagens degradadas; implantação de sistemas orgânicos de produção agropecuária; implantação de sistemas de integração lavoura-pecuária adequação ou regularização das propriedades rurais implantação, manutenção e melhoramento de sistemas de tratamento de dejetos e resíduos oriundos de produção animal Taxa de juros - 4,5% a.a. para produtores que se enquadrem como beneficiários do Pronamp; e 5% a.a., para os demais casos. Participação máxima do BNDES - Até 100%. Limite do financiamento - Até R$ 1 milhão por cliente, por ano-safra.

22 22 ACESSO A CAPITAL LINHAS TEMÁTICAS RELACIONADAS A MUDANÇA CLIMÁTICA: Produção sustentável: Eficiência energética no setor industrial Prevenção e controle de emissões atmosféricas Dotação orçamentária de R$ 2 bilhões Monitoramento ambiental e prevenção de desastres naturais: Sistemas de sensores ambientais aplicáveis a monitoramento e prevenção de desastres naturais, especialmente para pluviometria e geotécnica Sistemas para monitoramento de áreas de risco a partir de sensores aerotransportados ou satelitários Fonte:

23 23 DEFINIÇÃO DE UMA ESTRATÉGIA EM MUDANÇA CLIMÁTICA 1. CONHECER RISCOS E OPT POTENCIAIS FÍSICOS REGULATÓRIOS ECONÔMICOS- FINACEIROS COMPETITIVOS E REPUTACIONAIS CAMPANHAS DE ONGs CADA VEZ MAIS CONECTADAS E ATIVAS NO MUNDO TODO

24 24 MERCADO FINANCEIRO CADA VEZ MAIS ATIVO Índices de Sustentabilidade em Bolsas de Valores; Resolução BACEN No de 25/04/2014 Política de Responsabilidade Socioambiental, Governança e Gerenciamento de Riscos em Instituições Financeiras.

25 Número de Signatários Ativos sob Gestão (US$ Trilhões) 25 INVESTIDORES BUSCANDO INFORMAÇÕES SOBRE ASPECTOS ESG CDP Signatários e Ativos sob Gestão: Climate change Relataram em 2013 Water 380 Relataram em 2013 Signatários Mudanças Climáticas Signatários Carbon Action Ativos Signatários Mudanças Climáticas Signatários Água Signatários Florestas Ativos Signatários Água Forests 138 Relataram em 2013 Total de empresas que relatam para o CDP representa cerca de 54% da capitalização de mercado global

26 26 DEFINIÇÃO DE UMA ESTRATÉGIA EM MUDANÇA CLIMÁTICA DESENVOLVER NOVOS PRODUTOS / SERVIÇOS? 1. CONHECER RISCOS E OPT POTENCIAIS 2. AVALIAR AÇÕES NECESSÁRIAS 3. GERENCIAR AÇÕES SUBSTITUIR TECNOLOGIA? MELHORAR EFICIÊNCIA? REAVALIAR APÓLICE DE SEGURO? DESENVOLVER FORNECEDOR? SUBSTITUIR MATÉRIAS PRIMAS? REALOCAR OPERAÇÃO? ETC

27 27 DESENVOLVIMENTO DE NOVOS PRODUTOS

28 28 SEGUROS CONTRA RISCOS CLIMÁTICOS Efeitos das mudanças climáticas são percebidos como o principal fator de risco na agricultura a longo prazo Alto grau de percepção das mudanças climáticas como fator de risco contrasta com a baixa confiança do produtor no seguro agrícola como mecanismo de proteção Brasil: percepção de riscos futuros. Principais riscos mencionados (em % das propriedades agrícolas consultadas) Disponibilidade de mão-de-obra no meio rural Volatilidade de preço das commodities Custos de produção Mudanças climáticas e fenômenos climáticos extremos % das propriedades 0,0% 20,0% 40,0% 60,0% 80,0% Melhor acesso ao mercado de crédito Seguro agrícola mais robusto Garantias de preço/proteção governamental Diversificação da produção Contratação de produtos de seguro Brasil: medidas de prevenção de riscos futuros adotadas no meio agrícola (em % das propriedades consultadas) % das propriedades 0,0% 10,0% 20,0% 30,0% 40,0% 50,0% Fontes: SwissRe (2009), Betting the Farm: Agricultural risks in Brazil. MBAgro (2012), Seguro Agrícola no Brasil. MAIA et. al. (2010), Seguros Agrícolas: experiências internacionais e reflexões para o caso brasileiro. Osgood et al World Bank (2008), Integrating Seasonal Forecasts and Insurance for Adaptation among Subsistence Farmers.

29 Milhões de US$ MtCO2e 29 NOVOS MERCADOS PROJETOS REDUÇÃO EMISSÕES Evolução do Mercado de Carbono por Tipo de Transação Permissão de Emissões Projetos Total O mercado de carbono em 2011 computava cerca de 10 GtCO2e, com valor de mais de US$ 170 bilhões Fonte gráficos: Elaboração própria a partir de World Bank, State & Trends of Carbon Market, 2006, 2007, 2008, 2009, 2010, 2011 e 2012 Permissão de Emissões Projetos Total

30 30 EFICIÊNCIA ENERGÉTICA Energia Elétrica, Térmica, Combustíveis, etc Fonte: CNI. Oportunidades de eficiência energética para a indústria: uma visão institucional. Brasília, 2010.

31 31 EFICIÊNCIA ENERGÉTICA Fonte: CNI. Oportunidades de eficiência energética para a indústria: uma visão institucional. Brasília, 2010.

32 32 DEFINIÇÃO DE UMA ESTRATÉGIA EM MUDANÇA CLIMÁTICA 1. CONHECER RISCOS E OPT POTENCIAIS 2. AVALIAR AÇÕES NECESSÁRIAS 3. GERENCIAR AÇÕES FERRAMENTAS - CDP, ISE, GHG, DJSI, ETC PROJETOS - MDL, OFFSETS, EFICIÊNCIA ENERGÉTICA, NOVAS FONTES DE ENERGIA, ETC.

33 33 GESTÃO DA MUDANÇA CLIMÁTICA CDP s 2014 questionário mudança climática Gestão CC1. Governança CC2. Estratégia CC3. Metas e Iniciativas CC4. Comunicação Riscos e Oportunidades CC5. Riscos mudança climática CC6. Oportunidades mudança climática Emissions CC7. Metodologia CC8. Dados de emissão CC9. Emissões de Escopo 1 CC10. Emissões de Escopo 2 Sair CC15. Sair do questionário CC11. Energia CC12. Desempenho das emissões CC13. Comércio de Emissões CC14. Escopo 3

34 34 GESTÃO DE EMISSÕES Metodologias de Inventário de Emissões de GEE GHG Protocol Metodologia mais usada mundialmente pelas empresas e governos para entender, quantificar, e gerenciar emissões de GEE Desenvolvida pelo WRI, em parceria com o WBCSD Estrutura para contabilização Modular e flexível Neutro em termos de políticas ou programas Baseado em um amplo processo de consulta pública ISO Organiza-se em três partes: Parte 1 especificação com orientação para a quantificação e a elaboração de relatórios de emissões e remoções de gases de efeito estufa; Parte 2 concentra-se em projetos ou em atividades baseadas em projetos de GEE especificamente concebidos para reduzir emissões ou aumentar a remoção de GEE. Parte 3 Especificação com orientação para a validação e verificação de declarações de gases de efeito estufa.

35 35 GESTÃO DE EMISSÕES Escopo de Mensuração - Metodologia GHG Protocol

36 36 DEFINIÇÃO DE UMA ESTRATÉGIA EM MUDANÇA CLIMÁTICA 1. CONHECER RISCOS E OPT POTENCIAIS FÍSICOS REGULATÓRIOS ECONÔMICO-FINANCEIROS COMPETITIVOS E REPUTACIONAIS 2. AVALIAR AÇÕES POTENCIAIS DESENVOLVER NOVOS PRODUTOS / SERVIÇOS? SUBSTITUIR TECNOLOGIA? MELHORAR EFICIÊNCIA? REAVALIAR APÓLICE DE SEGURO? DESENVOLVER FORNECEDOR? SUBSTITUIR MATÉRIAS PRIMAS? REALOCAR OPERAÇÃO? ESTRATÉGIA DE GERAÇÃO E PROTEÇÃO DE VALOR EM MUDANÇA CLIMÁTICA 3. GERENCIAR AÇÕES FERRAMENTAS - CDP, ISE, GHG, DJSI, ETC PROJETOS MERCADO DE CARBONO, EFICIÊNCIA ENERGÉTICA, NOVAS FONTES DE ENERGIA, ETC.

37 37 PERSPECTIVAS A regulação da mudança climática é uma realidade no Brasil (Politica Nacional e Estaduais) No médio prazo há uma perspectiva do setor de geração de energia elétrica intensificar o uso de combustíveis fósseis Gás Natural e Carvão Mineral para garantir a segurança energética do país. Isso trará impacto para diversos setores econômicos. Isso ocorrerá justamente por volta de 2020 quando há a perspectiva de entrada em vigor do 2º período de cumprimento do Protocolo de Quioto (PQ) com possibilidade de metas de redução mandatórias para países desenvolvidos e BRICS. Debate-se também em fóruns multilaterais a criação de uma taxa de carbono. Associado a isso, e a um possível mercado global permissão de emissões, discute-se também a remoção de subsídios a combustíveis fósseis como formas de incentivar uma economia de baixo carbono. As empresas e o governo brasileiro precisam estar atentas a esses movimentos que podem impactar a competitividade da indústria nacional.

38 EXERCÍCIO

39 39 EXERCÍCIO Quando sua empresa considera os 3 principais clientes fornecedores produtos/ serviços plantas: O setor de atuação está incluído em um dos Planos Setoriais de Mitigação e Adaptação, e, portanto sujeito à regulação governamental de curto prazo? Os produtos/ serviços produzidos são intensivo no uso de combustíveis fósseis ou no consumo de energia? A localização das, principais operações próprias, ou de fornecedores podem ser severamente afetadas por eventos climáticos extremos como enchentes, enxurradas, elevação do nível do mar, estiagens, etc. de forma a interromper as operações temporariamente? As tecnologias utilizadas na produção de bens e serviços são intensivas em emissões de GEE e não podem ser facilmente substituídas por tecnologias limpas? Existe uma demanda concreta dos clientes para endereçar o tema mudança climática? A reputação é sensível, ou está exposta diretamente a pressões de consumidores finais ou ONGs bem informados?

40 40 EXERCÍCIO Quando sua empresa considera os 3 principais clientes fornecedores produtos/ serviços plantas: CONHECE? S / N AVALIA? S / N MATERIAL? O setor de atuação está incluído em um dos Planos Setoriais de Mitigação e Adaptação, e, portanto sujeito à regulação governamental de curto prazo? Os produtos/ serviços produzidos são intensivo no uso de combustíveis fósseis ou no consumo de energia? A localização das, principais operações próprias, ou de fornecedores podem ser severamente afetadas por eventos climáticos extremos como enchentes, enxurradas, elevação do nível do mar, estiagens, etc. de forma a interromper as operações temporariamente? As tecnologias utilizadas na produção de bens e serviços são intensivas em emissões de GEE e não podem ser facilmente substituídas por tecnologias limpas? Existe uma demanda concreta dos clientes para endereçar o tema mudança climática? A reputação é sensível, ou está exposta diretamente a pressões de consumidores finais ou ONGs bem informados? 0 -> A relação com a realidade da minha empresa é nula ou próxima de zero. 1 -> Há uma relação fraca ou indireta com a realidade da minha empresa; tende a afetar a empresa. 2 -> Há uma relação direta com a realidade da minha empresa; pode de afetar a empresa marginalmente. 3 -> Há uma relação muito forte com a realidade da minha empresa; há grande chance de afetar a empresa criticamente.

41 ATIVIDADE EM GRUPO CDP SUPPY CHAIN RISCOS E OPORTUNIDADES FRETE ÀS MUDANÇA CLIMÁTICAS

42 42 DINÂMICA Objetivo da atividade Dinâmica Por meio de cases fictícios, alinhar conceitos, solucionar dúvidas, garantir a compreensão do questionário CDP 1. Divisão dos participantes em 2 oficinas: Indústria e Serviços 2. Cada oficina contará com 4 grupos, com foco em um segmento específico do questionário Governança e estratégia Metas, iniciativas e comunicação Riscos e oportunidades e módulo SC Emissões 3. Leitura dos cases e resposta as questões do segmento específico do grupo (1h30) 4. Apresentação e debate em plenária (2h00) 10 minutos + 5 minutos de debate por grupo

43 43 DINÂMICA Objetivo da atividade Por meio de cases fictícios, alinhar conceitos, solucionar dúvidas, garantir a compreensão do questionário CDP 1. Ficha com o case fictício (indústria ou serviço) Ferramentas 2. Gabarito para resposta

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