Anexo Plano de Ação Educação Ambiental

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Anexo 13.5.3-6 Plano de Ação Educação Ambiental"

Transcrição

1 4 RELATÓRIO CONSOLIDADO DE ANDAMENTO DO PBA E DO ATENDIMENTO DE CONDICIONANTES CAPÍTULO 2 ANDAMENTO DO PROJETO BÁSICO AMBIENTAL Anexo Plano de Ação Educação Ambiental

2 PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL UHE BELO MONTE; PROJETO ESTUDOS BIOECOLÓGICOS (CAPACIDADE ADAPTATIVA DOS QUELÔNIOS NA COLONIZAÇÃO DE NOVAS ÁREAS); PROJETO PESQUISA SOBRE ECOLOGIA DE QUELÔNIOS; PROJETO DE MANEJO DE QUELÔNIOS. PLANO DE AÇÃO: EXPEDIÇÃO MANEJO SUSTENTÁVEL E CONSERVAÇÃO DE QUELÔNIOS NOVEMBRO DE 2012

3 1 INTRODUÇÃO É hábito comum na região Amazônica a caça e pesca de quelônios, especialmente da Podocnemi sexpansa(tartaruga-da-amazônia) e Podocnemis unifilis(tracajá). Além de largamente empregados na culinária local e subsistência de povos ribeirinhos, a banha de quelônios é utilizada na indústria de cosméticos e os cascos dos mesmos podem ser aproveitados para decoração. Com relação à Podocnemis sextuberculata.(pitiu) a predação é voltada, principalmente,aos ovos dessa espécie. Porém, durante a década de 1976, durante o regime militar, todo este sistema de produção foi modificado, sendo imposta a proibição de qualquer nível de consumo, exceto o fornecimento de filhotes a criadouros registrados (IBAMA, 1989). A apropriação dos recursos pelo Estado e por instituições privadas contribuiu para o empobrecimento das populações rurais da Amazônia, além do aumento do conflito entre Estado e populações tradicionais (REBELO, G e PEZZUTI, J.). Foram também consequências desta política a intensificação da caça e da pesca clandestinas, desinteresse da população local em manejar estoques que já não lhe pertenciam, contrabando de ovos e adultos para os mercados locais, entre outras. A Lei de Crimes Ambientais de 1998 em seu Artigo 37 preconiza que matar animais silvestres para saciar a fome deixa de ser crime, desde que não sejam animais em extinção. No entanto no Artigo 34 manteve-se a proibição sobre o comércio, transporte e beneficiamento de animais selvagens provenientes da coleta. Sem a alternativa do manejo sustentável, o uso extrativista de quelônios da Amazônia se tornou uma questão de difícil solução, cujos sinais mais evidentes são a injustiça social, visto que o contrabando dos quelônios fortalece os grandes comerciantes, e o desastre ambiental, provocado pela diminuição considerável de populações de quelônios interferindo no equilíbrio natural. Faz-se urgente a necessidade de projetos promovidos pelas mais diversas esferas sociais, criar estratégias para envolver as vivências da população local, aliadas aos conhecimentos científicos, visando, assim, a conservação das espécies de quelônios da Amazônia. Uma das ferramentas para sua concretização é o manejo sustentável, que viabiliza a utilização dos recursos naturais de maneira a não comprometer o equilíbrio do ecossistema, além de oferecer uma alternativa à renda das populações locais. É imprescindível, sobretudo, a discussão e a reflexão sobre os hábitos locais referentes aos quelônios e das dimensões social, econômica, política que interferem diretamente e indiretamente sobre os mesmos. Cabe à Educação Ambiental o papel de intermediar este processo investigativo, de forma a garantir a sustentabilidade local.

4 2 PÚBLICOS ALVO Comunidade escolar e rural, ribeirinho (beiradeiros) e população local. 3 OBJETIVOS 3.1 Objetivo Geral Disseminar conhecimentos sobre a ecologia dos quelônios aquáticos, em especial, aspectos reprodutivos e padrões de comportamento, bem como técnicas de manejo e conservação sustentável dos quelônios e sua relação com a biodiversidade local. 3.2 Objetivos Específicos Envolver comunidades escolar e rural, e ribeirinhos da área de influência direta do empreendimento sobre os aspectos inerentes a biologia e ecologia dos quelônios; Sensibilizar o público sobre a importância do manejo sustentável dos quelônios; Realizar expedição para conhecimento das práticas de manejo sustentável e conservação de quelônios. 4. PARCERIAS / INTERFACES Para o desenvolvimento das ações de Educação Ambiental sobre ecologia e manejo de quelônios, verifica-se a necessidade de interface entre os três Projetos que compõem o Programa de Manejo e Conservação de Quelônios: Projeto Estudos Bioecológicos (Capacidade Adaptativa dos Quelônios na Colonização de Novas Áreas; Projeto Pesquisa sobre Ecologia de Quelônios; Projeto de Manejo de Quelônios. Faz-se necessário ainda, a consolidação de parcerias entre instituições públicas SEMED e SEMAT dos municípios de Senador José Porfírio e Vitória do Xingu, e do órgão fiscalizador IBAMA, que será efetivada através de reuniões, planejamento integrado e execução com os referidos parceiros (SEMAT, SEMED e IBAMA), programas envolvidos (PEA, BIOTA e NATURAE), coordenadora LEME e Norte Energia.

5 5. Cronograma de atividades DATA ATIVIDADE METODOLOGIA RECURSOS RESPONSÁVEL 20/11 Reunião Apresentar plano de ação Notebook PEA integrado e formalizar parcerias Data show BIOTA NATURAE LEME 20/11 Solicitação do Solicitar junto a SEMED Ofício emitido PEA Barco Escola Autorização para disponibilização do Barco Escola para o tráfego dos participantes na Expedição que ocorrerá nos dias 04, 05 e 06 de dezembro. pela NE 26 a Mobilização A mobilização se realizará através Convite PEA 27/11 para os de convites. Para o público Autorização públicos escolar (alunos menores de escolar e idade) será enviada Solicitação de ribeirinhos. Autorização pelos responsáveis. A presença dos alunos se confirmará somente mediante assinatura dos responsáveis. 03/12* Palestra Será realizada uma palestra Notebook PEA informativa sobre a relação entre Data show BIOTA - palestra a Educação Ambiental e a NATURAE Ecologia dos Quelônios. LEME 04, 05 e 06/12* Expedição Biologia, ecologia, ações de manejo e EA Tenda Guia de bolso Camiseta Boné PEA BIOTA NATURAE LEME Lanche Água Protetor solar Combustível Barco * Datas sugeridas

6 6. AVALIAÇÕES 6.1 Palestra A avaliação da palestra será por meio de ficha avaliativa. 6.2 Expedição A expedição será avaliada através de um painel interativo, com as seguintes questões: a) Você gostou de participar da expedição para conhecer melhor os quelônios: SIM NÃO b) Esta atividade lhe ajudou a entender a importância de conservar os quelônios: SIM NÃO Cada participante receberá duas tartarugas impressas para fixarem no painel, nos itens correspondentes à sua resposta. 7.EQUIPE TÉCNICA PEA Vida Ser Patrícia Elias Sahium Clésio Pereira Romero Barbosa Ferdinando Marinho Firmino Ednalva Aquilini Isis Furtado Mantovanelli Vinícius Barros Jobson Lobato Mayara Almeida Suelena Reis Thaiana Barros Biota Célia Barros Anderson Lemos Naturae Carlos Cintra Lilian Pinheiro Norte Energia Maria Aparecida Oliveira Sandro Emoto Leme Luís Vasconcellos Vivianne Silva

7 ANEXOS

8 1.1 Layout de Camiseta Frente: Costas:

9 1.2 Layout de boné Frente: Lateral: Atrás:

10 1.3 Convite Expedição Manejo Sustentável e Conservação de Quelônios CONVITE Prezado, A empresa NORTE ENERGIA S.A., responsável pela implantação da Usina Hidrelétrica Belo Monte, tem em seu escopo de ações o cumprimento do Projeto Básico Ambiental PBA para mitigar os impactos decorrentes da instalação do empreendimento, bem como potencializar seus feitos positivos. Os Programas de Conservação e Manejo de Quelônios e Educação Ambiental, integrantes do PBA, em suas ações de interface promoverão visitas orientadas a uma das áreas de desova da tartaruga-da-amazônia. O objetivo dessa ação é sensibilizar os atores sociais locais para a importância da conservação dos quelônios da região. Por meio deste a Norte Energia convida XXXX a participar da I Expedição de Manejo Sustentável e Conservação de Quelônios que se realizará: Local: Data: / 12/12 Horário: Certos de que nossos objetivos se convergem para a proteção e conservação do Meio Ambiente, agradecemos antecipadamente o apoio e a presença nesta ação. Atenciosamente, Equipe da Campanha

11 1.4 Termo de Autorização para Assinatura dos Pais Expedição Manejo Sustentável e Conservação de Quelônios TERMO DE AUTORIZAÇÃO DE PAIS OU RESPONSÁVEIS Eu, Carteira de Identidade nº - SSP/ CPF nº responsável legal, na qualidade de (pai, mãe ou tutor),menor do estudante da Escola, na série. AUTORIZO a participação da mesma na Expedição que acontecerá no dia de dezembro, no Rio Xingu das às horas, assumindo toda a responsabilidade pela presente autorização e participação do menor. A presente declaração tem por objetivo permitir à participação do menor a cima citada, nas atividades que envolvem a Expedição. Senador José Porfírio, de novembro de 2012 Assinatura do Responsável

12 1.5 Ofício Expedição Manejo Sustentável e Conservação de Quelônios Exma. Senhora Maria Saloma Mendes de Oliveira Secretária de Meio Ambiente e Turismo Rua 13 de Maio S/NI CEP: Senador José Porfírio PA A empresa NORTE ENERGIA S.A., responsável pela implantação da Usina Hidrelétrica Belo Monte, tem em seu escopo de ações o cumprimento do Projeto Básico Ambiental PBA para mitigar os impactos decorrentes da instalação do empreendimento, bem como potencializar seus feitos positivos. Os Programas de Conservação e Manejo de Quelônios e Educação Ambiental, integrantes do PBA, em suas ações de interface promoverão visitas orientadas a uma das áreas de desova da tartaruga-da-amazônia. O objetivo dessa ação é sensibilizar os atores sociais locais para a importância da conservação dos quelônios da região. A Norte Energia por meio deste solicita a disponibilização do barco escola para realizar o transporte dos alunos participantes de Senador José Porfírio até nos dias 04, 05 e 06 de dezembro das às para da I Expedição de Manejo Sustentável e Conservação de Quelônios. Certos de que nossos objetivos se convergem para a proteção e conservação do Meio Ambiente, agradecemos antecipadamente o apoio a esta ação. Atenciosamente, Norte Energia

13 1.6. Avaliação "A realização da Expedição Manejo Sustentável e conservação de Quelônios é uma medida de mitigação e de compensação exigida pelo licenciamento ambiental federal, conduzido pelo IBAMA. AVALIAÇÃO - PALESTRA Marque um X na figura que representa sua resposta a respeito: 1. Do conteúdo e informações da palestra ÓTIMO BOM RUIM 2. Do tempo de duração ÓTIMO BOM RUIM 3. Do conhecimento sobre o assunto do palestrante ÓTIMO BOM RUIM 4. A palestra lhe ajudou a entender a importância de conservar os quelônios. ÓTIMO BOM RUIM Justificativa e ou sugestões:

14 BIBLIOGRAFIA REBELO, G. e PEZZUTI, J., Percepções sobre o consumo de quelônios da Amazônia. Sustentabilidade e alternativas ao manejo atual. Ambiente e Sociedade. Nº 6/7 1º semestre de 2000/2º semestre de IBAMA, Lei de Crimes Ambientais ou Lei da Natureza Lei nº 9.605/1998. PBA, Projeto Básico Ambiental da Usina Hidrelétrica de Belo Monte

Dúvidas e Esclarecimentos sobre a Proposta de Criação da RDS do Mato Verdinho/MT

Dúvidas e Esclarecimentos sobre a Proposta de Criação da RDS do Mato Verdinho/MT Dúvidas e Esclarecimentos sobre a Proposta de Criação da RDS do Mato Verdinho/MT Setembro/2013 PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A CRIAÇÃO DE UNIDADE DE CONSERVAÇÃO 1. O que são unidades de conservação (UC)?

Leia mais

Termo de Referência. Contexto. Objetivo. Atividades

Termo de Referência. Contexto. Objetivo. Atividades Contexto Termo de Referência Consultor de Monitoramento Socioeconômico para Projeto de Conservação da Biodiversidade Wildlife Conservation Society, Programa Brasil (WCS Brasil), Manaus, Amazonas, Brasil

Leia mais

ICKBio MMA MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE

ICKBio MMA MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE ICKBio INSTRUÇÃO NORMATIVA No- 11, DE 8 DE JUNHO DE 2010 Disciplina as diretrizes, normas e procedimentos para a formação e funcionamento de Conselhos Consultivos em unidades de conservação federais. O

Leia mais

1. Objetivos da Chamada de Projetos para esta Linha de Ação Temática

1. Objetivos da Chamada de Projetos para esta Linha de Ação Temática ANEXO TEMÁTICO 5: Tema Prioritário V - Projetos Comunitários Linha de Ação Temática 5.1 Projetos Comunitários (comunidades tradicionais e povos indígenas) 1. Objetivos da Chamada de Projetos para esta

Leia mais

Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção

Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção Programa 0508 Biodiversidade e Recursos Genéticos - BIOVIDA Objetivo Promover o conhecimento, a conservação e o uso sustentável da biodiversidade e dos recursos genéticos e a repartição justa e eqüitativa

Leia mais

5.1. Programa de Gerenciamento Ambiental. Revisão 00 NOV/2013. PCH Fortuna II Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS

5.1. Programa de Gerenciamento Ambiental. Revisão 00 NOV/2013. PCH Fortuna II Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS PROGRAMAS AMBIENTAIS 5.1 Programa de Gerenciamento Ambiental NOV/2013 CAPA ÍNDICE GERAL 1. Introdução... 1 1.1. Ações já Realizadas... 2 2. Justificativa... 4 3. Objetivos... 4 4. Área de Abrangência...

Leia mais

RELATÓRIO CONSOLIDADO SEMESTRAL RCS PROGRAMA DE COMUNICAÇÃO PARA NÃO INDÍGENAS - PCNI

RELATÓRIO CONSOLIDADO SEMESTRAL RCS PROGRAMA DE COMUNICAÇÃO PARA NÃO INDÍGENAS - PCNI Diretoria Socioambiental Brasília, Distrito Federal RELATÓRIO CONSOLIDADO SEMESTRAL RCS PROGRAMA DE COMUNICAÇÃO PARA NÃO INDÍGENAS - PCNI UHE BELO MONTE EMPRESA NORTE ENERGIA SA NÚMERO/CÓDIGO DO DOCUMENTO

Leia mais

5.1. Programa de Gerenciamento Ambiental. Revisão 00 NOV/2013. PCH Jacaré Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS

5.1. Programa de Gerenciamento Ambiental. Revisão 00 NOV/2013. PCH Jacaré Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS PROGRAMAS AMBIENTAIS 5.1 Programa de Gerenciamento Ambiental NOV/2013 CAPA ÍNDICE GERAL 1. Introdução... 1 1.1. Ações já Realizadas... 2 2. Justificativa... 4 3. Objetivos... 5 4. Área de Abrangência...

Leia mais

9.2. Projeto de Monitoramento da Biota Marinha (PMBM)... 1/9. 9.2.1. Justificativa... 1/9. 9.2.2. Objetivos... 1/9. 9.2.3. Metas...

9.2. Projeto de Monitoramento da Biota Marinha (PMBM)... 1/9. 9.2.1. Justificativa... 1/9. 9.2.2. Objetivos... 1/9. 9.2.3. Metas... SUMÁRIO 9.2. Projeto de Monitoramento da Biota Marinha (PMBM)... 1/9 9.2.1. Justificativa... 1/9 9.2.2. Objetivos... 1/9 9.2.3. Metas... 2/9 9.2.4. Indicadores... 2/9 9.2.5. Público-alvo... 3/9 9.2.6.

Leia mais

PROGRAMA ESTRUTURANTE NOSSAS CIDADES PREFEITURA PARCEIRA AÇÃO EDUCAÇÃO AMBIENTAL INTEGRADA PROJETO: EQUIPAMENTAÇÃO DE SALAS VERDES NOS MUNICÍPIOS

PROGRAMA ESTRUTURANTE NOSSAS CIDADES PREFEITURA PARCEIRA AÇÃO EDUCAÇÃO AMBIENTAL INTEGRADA PROJETO: EQUIPAMENTAÇÃO DE SALAS VERDES NOS MUNICÍPIOS PROGRAMA ESTRUTURANTE NOSSAS CIDADES PREFEITURA PARCEIRA AÇÃO EDUCAÇÃO AMBIENTAL INTEGRADA PROJETO: EQUIPAMENTAÇÃO DE SALAS VERDES NOS MUNICÍPIOS PROPONENTE Secretaria Estadual do Meio Ambiente INTRODUÇÃO

Leia mais

Diagnóstico de oportunidades de quebra de barreiras para acesso às políticas públicas da Agricultura Familiar em São Félix do Xingu, Pará.

Diagnóstico de oportunidades de quebra de barreiras para acesso às políticas públicas da Agricultura Familiar em São Félix do Xingu, Pará. TERMO DE REFERÊNCIA Diagnóstico de oportunidades de quebra de barreiras para acesso às políticas públicas da Agricultura Familiar em São Félix do Xingu, Pará. 1. Título: Diagnóstico de oportunidades para

Leia mais

UHE SANTO ANTÔNIO DE JARI

UHE SANTO ANTÔNIO DE JARI UHE SANTO ANTÔNIO DE JARI PLANO DE TRABALHO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PCS Plano de Trabalho ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 1 2. OBJETIVO... 1 2.1. Objetivos Específicos... 1 3. PÚBLICO ALVO... 2 4. METAS... 2 5.

Leia mais

XXI Conferência Nacional dos Advogados

XXI Conferência Nacional dos Advogados DIFICULDADES RELACIONADAS AO E À AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS. XXI Conferência Nacional dos Advogados Eng. Florestal MSc. Dr. Joesio D. P. Siqueira Vice-Presidente da STCP Engenharia de Projetos Ltda.

Leia mais

EXO ANEXO TEMÁTICO 2: Tema Prioritário II Manejo de Paisagem Linha de Ação Temática 2.1 Manejo Florestal Sustentável

EXO ANEXO TEMÁTICO 2: Tema Prioritário II Manejo de Paisagem Linha de Ação Temática 2.1 Manejo Florestal Sustentável EXO ANEXO TEMÁTICO 2: Tema Prioritário II Manejo de Paisagem Linha de Ação Temática 2.1 Manejo Florestal Sustentável 1. Objetivos da Chamada de Projetos para esta Linha de Ação Temática O objetivo da chamada

Leia mais

Curso Agenda 21. Resumo da Agenda 21. Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS

Curso Agenda 21. Resumo da Agenda 21. Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS Resumo da Agenda 21 CAPÍTULO 1 - Preâmbulo Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS CAPÍTULO 2 - Cooperação internacional para acelerar o desenvolvimento sustentável dos países em desenvolvimento e políticas

Leia mais

II Fórum Técnico - "Matriz Energética Brasileira" Altamira - 21/nov/2007 Categorias para Sistematização de Questões. Bloco Categoria Subcategoria

II Fórum Técnico - Matriz Energética Brasileira Altamira - 21/nov/2007 Categorias para Sistematização de Questões. Bloco Categoria Subcategoria Bloco Categoria Subcategoria II Fórum Técnico - "Matriz Energética Brasileira" Altamira - 21/nov/2007 Categorias para Sistematização de Questões 1. O empreendimento em geral 1.1. Materialização do empreendimento

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO - SNUC

SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO - SNUC - SNUC PREVISÃO LEGAL Art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e àcoletividade

Leia mais

Condicionantes do componente indígena do processo de licenciamento ambiental da Usina Hidrelétrica de Belo Monte1.

Condicionantes do componente indígena do processo de licenciamento ambiental da Usina Hidrelétrica de Belo Monte1. Condicionantes do componente indígena do processo de licenciamento ambiental da Usina Hidrelétrica de Belo Monte1. Condicionante Responsável Condicionantes de viabilidade do empreendimento sem prazo explicito

Leia mais

Apoio a Programas de Conservação

Apoio a Programas de Conservação Apoio a Programas de Conservação OBJETIVOS Apoiar instituições para que desenvolvam ações de conservação em médio e longo prazo, na forma de programa, que resultem em medidas efetivas de conservação. As

Leia mais

FUNDAÇÃO TOYOTA DO BRASIL

FUNDAÇÃO TOYOTA DO BRASIL FUNDAÇÃO TOYOTA DO BRASIL Criada em 2009 Unificação dos esforços sociais da Toyota do Brasil Respeito pelo meio ambiente Contribuir com o desenvolvimento sustentável Promover a sustentabilidade, por meio

Leia mais

Convenção sobre Diversidade Biológica: O Plano de Ação de São Paulo 2011/2020. São Paulo, 06 de março de 2.012 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

Convenção sobre Diversidade Biológica: O Plano de Ação de São Paulo 2011/2020. São Paulo, 06 de março de 2.012 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO Convenção sobre Diversidade Biológica: O Plano de Ação de São Paulo 2011/2020 SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE São Paulo, 06 de março de 2.012 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO Contexto Convenção sobre Diversidade

Leia mais

Secretaria Municipal de meio Ambiente

Secretaria Municipal de meio Ambiente PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL O presente Programa é um instrumento que visa à minimização de resíduos sólidos, tendo como escopo para tanto a educação ambiental voltada

Leia mais

a Resolução CONAMA nº 422/2010 de 23 de março de 2010, que estabelece diretrizes para as campanhas, ações e projetos de educação ambiental;

a Resolução CONAMA nº 422/2010 de 23 de março de 2010, que estabelece diretrizes para as campanhas, ações e projetos de educação ambiental; Portaria Normativa FF/DE N 156/2011 Assunto: Estabelece roteiros para elaboração de Plano Emergencial de Educação Ambiental e de Plano de Ação de Educação Ambiental para as Unidades de Conservação de Proteção

Leia mais

6. PLANO DE ARTICULAÇÃO INSTITUCIONAL

6. PLANO DE ARTICULAÇÃO INSTITUCIONAL 6. PLANO DE ARTICULAÇÃO INSTITUCIONAL O processo de implantação do Plano de Articulação Institucional (PAI) foi objeto de releitura, a partir da emissão do Ofício 02001.009795/2013-60 GABIN/PRESI/IBAMA,

Leia mais

DCF 2ª CIRCULAR. Prezados Senhores,

DCF 2ª CIRCULAR. Prezados Senhores, Organização: III Reunião de Investigação e Conservação de Tartarugas Marinhas do Atlântico Sul Ocidental (ASO) e II Jornada de Conservação e Pesquisa de Tartarugas Marinhas no Atlântico Sul Ocidental 2ª

Leia mais

Estratégia Nacional de Biodiversidade BRASIL. Braulio Dias DCBio/MMA

Estratégia Nacional de Biodiversidade BRASIL. Braulio Dias DCBio/MMA Estratégia Nacional de Biodiversidade BRASIL Braulio Dias DCBio/MMA 1. Realização de estudos estratégicos; 2. Definição de áreas e ações prioritárias para a conservação da biodiversidade brasileira; 3.

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL TARTARUGAS MARINHAS VIVENDO LIVRE NO MAR

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL TARTARUGAS MARINHAS VIVENDO LIVRE NO MAR PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL TARTARUGAS MARINHAS VIVENDO LIVRE NO MAR RESUMO O Programa de Educação Ambiental Tartarugas Vivendo Livres no Mar foi criado pelo Projeto Tamar/ICMBio Regional São Paulo

Leia mais

PROJETO PLANETA NA MENTE, CONSUMO CONSCIENTE!

PROJETO PLANETA NA MENTE, CONSUMO CONSCIENTE! PROJETO PLANETA NA MENTE, CONSUMO CONSCIENTE! ENFOQUE De acordo com o dia mundial sem compras, 27 de novembro de 2012, criamos o PLANETA NA MENTE, CONSUMO CONSCIENTE!. Trata-se de uma Campanha que tem

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTANHA ES SECRETARIA DE MEIO AMBIENTE

PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTANHA ES SECRETARIA DE MEIO AMBIENTE 0 PREFEITURA MUNICIPAL DE MONTANHA ES SECRETARIA DE MEIO AMBIENTE PRORAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL PEA PLANO DE AÇÃO Montanha ES 2014 1 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO... 02 2. JUSTIFICATIVA... 03 3. OBJETIVO GERAL...

Leia mais

Política Estadual de Governança Climática e Gestão da Produção Ecossistêmica

Política Estadual de Governança Climática e Gestão da Produção Ecossistêmica Política Estadual de Governança Climática e Gestão da Produção Ecossistêmica R E A L I Z A Ç Ã O : A P O I O : A Razão Diversos estados e municípios também estão avançando com suas políticas de mudanças

Leia mais

Código de Conduta Voluntários sobre Animais Exóticos Invasores

Código de Conduta Voluntários sobre Animais Exóticos Invasores Código de Conduta Voluntários sobre Animais Exóticos Invasores INTRODUÇÃO Um código de conduta voluntário é um conjunto de regras e recomendações que visa orientar seus signatários sobre práticas éticas

Leia mais

Política Ambiental das Empresas Eletrobras

Política Ambiental das Empresas Eletrobras Política Ambiental das Empresas Eletrobras Versão 2.0 16/05/2013 Sumário 1 Objetivo... 3 2 Princípios... 3 3 Diretrizes... 3 3.1 Diretrizes Gerais... 3 3.1.1 Articulação Interna... 3 3.1.2 Articulação

Leia mais

APÊNDICE C DIRETRIZES VOLUNTÁRIAS PARA A INTEGRAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NAS POLÍTICAS, PROGRAMAS E PLANOS DE AÇÃO NACIONAIS E REGIONAIS DE NUTRIÇÃO

APÊNDICE C DIRETRIZES VOLUNTÁRIAS PARA A INTEGRAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NAS POLÍTICAS, PROGRAMAS E PLANOS DE AÇÃO NACIONAIS E REGIONAIS DE NUTRIÇÃO APÊNDICE C DIRETRIZES VOLUNTÁRIAS PARA A INTEGRAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NAS POLÍTICAS, PROGRAMAS E PLANOS DE AÇÃO NACIONAIS E REGIONAIS DE NUTRIÇÃO Objetivo O objetivo das Diretrizes é apoiar os países a

Leia mais

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL COSTA DOS CORAIS APACC

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL COSTA DOS CORAIS APACC TAMANDARÉ - 2013 - CONTEXTUALIZAÇÃO; - PRINCIPAIS ESTRATÉGIAS; - PROBLEMAS; - AVANÇOS RESULTADOS; - DESAFIOSEMETAS2013. CONTEXTUALIZAÇÃO - Área de Proteção Ambiental: Fragilidade Legislação; Ordenamento,

Leia mais

Congresso Mundial da Natureza/IUCN Barcelona 2008. Coordenação. Marta de Azevedo Irving. Apoio:

Congresso Mundial da Natureza/IUCN Barcelona 2008. Coordenação. Marta de Azevedo Irving. Apoio: Congresso Mundial da Natureza/IUCN Barcelona 2008 Coordenação Marta de Azevedo Irving Apoio: Objetivo Promover a discussão sobre o turismo em áreas protegidas como alternativa potencial para a conservação

Leia mais

Grupo Votorantim inicia aquisições de terras na região em 1927

Grupo Votorantim inicia aquisições de terras na região em 1927 1927 1950 2011 2012 2013 2014 Grupo Votorantim inicia aquisições de terras na região em 1927 1927 1950 2011 2012 2013 2014 Nas décadas de 40, 50 e 60 (entre 1947 e 1963) a Votorantim adquire 245 títulos

Leia mais

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1.374, DE 08 DE ABRIL DE 2003. Publicado no Diário Oficial nº 1.425. Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental e adota outras providências. O Governador do Estado do Tocantins Faço

Leia mais

As Questões Ambientais do Brasil

As Questões Ambientais do Brasil As Questões Ambientais do Brasil Unidades de conservação de proteção integral Existem cinco tipos de unidades de conservação de proteção integral. As unidades de proteção integral não podem ser habitadas

Leia mais

Contribuir para a implantação de programas de gestão e de educação ambiental em comunidades e em instituições públicas e privadas.

Contribuir para a implantação de programas de gestão e de educação ambiental em comunidades e em instituições públicas e privadas. TÍTULO: EDUCAÇÃO AMBIENTAL: ESTRATÉGIA PARA O CONHECIMENTO E A INCLUSÃO SOCIAL AUTORES: Chateaubriand, A. D.; Andrade, E. B. de; Mello, P. P. de; Roque, W. V.; Costa, R. C. da; Guimarães, E. L. e-mail:

Leia mais

Termo de Referência nº 2014.0918.00043-7. 1. Antecedentes

Termo de Referência nº 2014.0918.00043-7. 1. Antecedentes Termo de Referência nº 2014.0918.00043-7 Ref: Contratação de consultoria pessoa física para desenvolver o Plano de Uso Público para a visitação do Jardim Botânico do Rio de Janeiro concentrando na análise

Leia mais

04 Despertar a ideologia sócio-econômicaambiental na população global, Mobilização política para os desafios ambientais

04 Despertar a ideologia sócio-econômicaambiental na população global, Mobilização política para os desafios ambientais TRATADO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA SOCIEDADES SUSTENTÁVEIS E RESPONSABILIDADE GLOBAL CIRCULO DE ESTUDOS IPOG - INSTITUTO DE PÓSGRADUAÇÃO MBA AUDITORIA, PERÍCIA E GA 2011 Princípios Desafios Sugestões 01

Leia mais

5.4. Programa de Comunicação Social. Revisão 00 NOV/2013. PCH Dores de Guanhães Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS

5.4. Programa de Comunicação Social. Revisão 00 NOV/2013. PCH Dores de Guanhães Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS PCH Dores de Guanhães Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS 5.4 Programa de Comunicação Social Revisão 00 NOV/2013 Coordenador da Equipe Carlos Eduardo Alencar Carvalho CRBio 37538/4-D

Leia mais

PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS PARA RECURSOS CULTURAIS FÍSICOS

PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS PARA RECURSOS CULTURAIS FÍSICOS PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS PARA RECURSOS CULTURAIS FÍSICOS PO-05/2013 Unidade Responsável: Gestão de Programas OBJETIVO: Fornecer a metodologia e ferramentas para implementação da Política de Salvaguardas

Leia mais

UHE PCH. LICENCIAMENTO AMBIENTAL Federal. Roberto Huet de Salvo Souza

UHE PCH. LICENCIAMENTO AMBIENTAL Federal. Roberto Huet de Salvo Souza LICENCIAMENTO AMBIENTAL Federal UHE PCH Roberto Huet de Salvo Souza - I B A M A N Ú C L E O D E L I C E N C I A M E N T O A M B I E N T A L NLA/SUPES- RJ O que é licenciamento ambiental? Para que serve?

Leia mais

ORIENTAÇÕES: NORMAS E PRAZOS PARA INSCRIÇÃO DE PROJETOS PARA A IV MOSTRA REGIONAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA REDE ESTADUAL DE ENSINO

ORIENTAÇÕES: NORMAS E PRAZOS PARA INSCRIÇÃO DE PROJETOS PARA A IV MOSTRA REGIONAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA REDE ESTADUAL DE ENSINO ORIENTAÇÕES: NORMAS E PRAZOS PARA INSCRIÇÃO DE PROJETOS PARA A IV MOSTRA REGIONAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA REDE ESTADUAL DE ENSINO 1 INTRODUÇÃO A Política Estadual de Educação Ambiental tem como princípios

Leia mais

Termo de Referência nº 2014.0918.00040-2. 1. Antecedentes

Termo de Referência nº 2014.0918.00040-2. 1. Antecedentes Termo de Referência nº 2014.0918.00040-2 Ref: Contratação de consultoria pessoa física para realização de um plano de sustentabilidade financeira para o Jardim Botânico do Rio de Janeiro, no âmbito da

Leia mais

RECURSOS HUMANOS. Técnico ambiental Analista ambiental. Estagiário 2. Contrato temporário (brigadista)

RECURSOS HUMANOS. Técnico ambiental Analista ambiental. Estagiário 2. Contrato temporário (brigadista) RECURSOS HUMANOS Cargo Quantidade Técnico ambiental Analista ambiental 3 4* Estagiário 2 Contrato temporário (brigadista) 14 Ameaças Criação de gado no entorno (Centro-sul da Ilha do Bananal); Ameaças

Leia mais

O Guia de Boas Práticas em Licenciamento Ambiental e Meio Ambiente Vale

O Guia de Boas Práticas em Licenciamento Ambiental e Meio Ambiente Vale O Guia de Boas Práticas em Licenciamento e Meio Ambiente Vale CONTEXTO E OBJETOS DO GUIA Guia de Boas Práticas em Licenciamento e Meio Ambiente Vale Contexto e Objetos do Guia O Guia de Boas Práticas em

Leia mais

Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento

Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento Marcelo de Paula Neves Lelis Gerente de Projetos Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental Ministério das Cidades Planejamento

Leia mais

Política Ambiental janeiro 2010

Política Ambiental janeiro 2010 janeiro 2010 5 Objetivo Orientar o tratamento das questões ambientais nas empresas Eletrobras em consonância com os princípios da sustentabilidade. A Política Ambiental deve: estar em conformidade com

Leia mais

Promover um ambiente de trabalho inclusivo que ofereça igualdade de oportunidades;

Promover um ambiente de trabalho inclusivo que ofereça igualdade de oportunidades; POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE OBJETIVO Esta Política tem como objetivos: - Apresentar as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente as inovações

Leia mais

RELATÓRIO DESCRITIVO E AVALIATIVO DAS ATIVIDADES REALIZADAS

RELATÓRIO DESCRITIVO E AVALIATIVO DAS ATIVIDADES REALIZADAS 1. PERÍODO: de _02_/_03_/2009_ a _15_/_08_/2009 2. RESUMO DAS AÇÕES DESENVOLVIDAS PELA INSTITUIÇÃO, DURANTE O PERÍODO, NO AMBITO DO PROJETO CRIANÇA ESPERANÇA: Por meio das ações do Projeto foi possível

Leia mais

PROJETO DE LEI N o, DE 2006

PROJETO DE LEI N o, DE 2006 PROJETO DE LEI N o, DE 2006 (Do Sr. Antônio Carlos Biffi) Altera dispositivos da Lei nº 5.197, de 03 de janeiro de 1967. O Congresso Nacional decreta: janeiro de 1967. Art. 1 o Fica revogado o art. 2º

Leia mais

Bioindicadores Ambientais (BAM36AM) Sistema Nacional de Unidades de Conservação

Bioindicadores Ambientais (BAM36AM) Sistema Nacional de Unidades de Conservação Bioindicadores Ambientais (BAM36AM) Sistema Nacional de Unidades de Conservação Unidades de Conservação SNUC Sistema Nacional de Unidades de Conservação Sistema Nacional de Unidades de Conservação Lei

Leia mais

PNPCT Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais

PNPCT Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais Políticas Públicas PNPCT Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais A PNPCT reafirma a importância do conhecimento, da valorização e do respeito à diversidade

Leia mais

REVISTA JUVENTUDE E MEIO AMBIENTE

REVISTA JUVENTUDE E MEIO AMBIENTE CHAMADA PÚBLICA 1ª EDIÇÃO DA REVISTA JUVENTUDE E MEIO AMBIENTE CONSELHO NACIONAL DE JUVENTUDE SECRETARIA NACIONAL DE JUVENTUDE MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE 1. Apresentação da Chamada: A Revista Juventude

Leia mais

Grupo Temático: Áreas de Proteção. Ambiental Natural. Coordenador: Walter Koch. Facilitador: Karla. Relator:Eloísa

Grupo Temático: Áreas de Proteção. Ambiental Natural. Coordenador: Walter Koch. Facilitador: Karla. Relator:Eloísa Grupo Temático: Áreas de Proteção Coordenador: Walter Koch Facilitador: Karla Ass.: Ass.: Ass.: Relator:Eloísa Porto Alegre, 06 e 07 de maio de 2006. No. Grupo Temático 58 Áreas de Proteção Rejeitado Proposta

Leia mais

PROJETO DE RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

PROJETO DE RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO PROJETO DE RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO Secretaria do Meio Ambiente Secretaria da Agricultura e Abastecimento Dezembro de 2005 COBERTURA FLORESTAL (Inventário Florestal,

Leia mais

ANEXO CHAMADA III DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES PARA GESTÃO E AVALIAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO ESTADUAIS

ANEXO CHAMADA III DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES PARA GESTÃO E AVALIAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO ESTADUAIS ANEXO CHAMADA III DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES PARA GESTÃO E AVALIAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO ESTADUAIS OBJETIVO Esta chamada tem por objetivo financiar projetos relacionados a ações de gestão e avaliação

Leia mais

NOÇÕES DE LEGISLAÇÃO AMBIENTAL CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: CIÊNCIA DO AMBIENTE PROFESSOR: RAMON LAMAR PARTE III 05/11/2015

NOÇÕES DE LEGISLAÇÃO AMBIENTAL CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: CIÊNCIA DO AMBIENTE PROFESSOR: RAMON LAMAR PARTE III 05/11/2015 CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: CIÊNCIA DO AMBIENTE PROFESSOR: RAMON LAMAR PARTE III LEGISLAÇÃO AMBIENTAL NOÇÕES DE LEGISLAÇÃO AMBIENTAL Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981, conhecida como Política

Leia mais

Licenciamento Ambiental de UHEs. Núcleo de Licenciamento Ambiental IBAMA/MG

Licenciamento Ambiental de UHEs. Núcleo de Licenciamento Ambiental IBAMA/MG Licenciamento Ambiental de UHEs Núcleo de Licenciamento Ambiental IBAMA/MG Conceitos O Licenciamento Ambiental Federal é um processo administrativo estabelecido pela Política Nacional do Meio Ambiente

Leia mais

6.4 PROGRAMA DE INCENTIVO À CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL E AO DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES PRODUTIVAS

6.4 PROGRAMA DE INCENTIVO À CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL E AO DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES PRODUTIVAS 6.4 PROGRAMA DE INCENTIVO À CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL E AO DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES PRODUTIVAS Constantes do PBA 1 - Garantir a capacitação de prestadores de serviço e produtores inscritos no Cadastro

Leia mais

PERFIL DOS ESTADOS E DOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS: INCLUSÃO PRODUTIVA.

PERFIL DOS ESTADOS E DOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS: INCLUSÃO PRODUTIVA. PERFIL DOS ESTADOS E DOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS: INCLUSÃO PRODUTIVA. FICHA TÉCNICA Coordenação de População e Indicadores Sociais: Bárbara Cobo Soares Gerente de Pesquisas e Estudos Federativos: Antônio

Leia mais

PLANO DE AÇÃO NACIONAL DO PATO MERGULHÃO

PLANO DE AÇÃO NACIONAL DO PATO MERGULHÃO OBJETIVO GERAL O objetivo deste plano de ação é assegurar permanentemente a manutenção das populações e da distribuição geográfica de Mergus octosetaceus, no médio e longo prazo; promover o aumento do

Leia mais

I Fórum Sustentabilidade da Cadeia do Cacau

I Fórum Sustentabilidade da Cadeia do Cacau I Fórum Sustentabilidade da Cadeia do Cacau Produção e Mercado de Cacau com Responsabilidade Socioambiental: Criação de Capacidades em Boas Práticas e Certificação na Cadeia do Cacau do Brasil. Missão:

Leia mais

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE. Reserva Extrativista Chico Mendes

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE. Reserva Extrativista Chico Mendes MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE Reserva Extrativista Chico Mendes Termo de Referência 2013.0729.00042-4 1 - Identificação Contratação de Serviço Pessoa

Leia mais

EDITAL CHAMADA DE NEGÓCIOS FIAM2009 SELEÇÃO DE PROPOSTAS SALÃO DE NEGÓCIOS E EMPREENDEDORISMO INOVADOR

EDITAL CHAMADA DE NEGÓCIOS FIAM2009 SELEÇÃO DE PROPOSTAS SALÃO DE NEGÓCIOS E EMPREENDEDORISMO INOVADOR EDITAL CHAMADA DE NEGÓCIOS FIAM2009 SELEÇÃO DE PROPOSTAS SALÃO DE NEGÓCIOS E EMPREENDEDORISMO INOVADOR A Superintendência da Zona Franca de Manaus SUFRAMA e o Centro de Biotecnologia da Amazônia CBA selecionarão

Leia mais

PROJETO DE RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES

PROJETO DE RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA PARA MONITORAMENTO DE PROJETOS DE RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES DESENVOLVIDOS POR MEIO DE TÉCNICAS DE NUCLEAÇÃO 1. IDENTIFICAÇÃO DOS TERMOS

Leia mais

Especialização em Gestão Estratégica de Projetos Sociais

Especialização em Gestão Estratégica de Projetos Sociais Especialização em Gestão Estratégica de Apresentação CAMPUS COMÉRCIO Inscrições Abertas Turma 02 --> Início Confirmado: 07/06/2013 últimas vagas até o dia: 05/07/2013 O curso de Especialização em Gestão

Leia mais

REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO. por. Fábio Zschornack Clarissa Tarragô Candotti CONCEPÇÃO E COMPOSIÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR

REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO. por. Fábio Zschornack Clarissa Tarragô Candotti CONCEPÇÃO E COMPOSIÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS por Fábio Zschornack Clarissa Tarragô Candotti CONCEPÇÃO E COMPOSIÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR Conforme

Leia mais

REUNIÃO DIA 15/07. Coletivo Educador da Bacia do Itajaí e Litoral Centro Norte Catarinense

REUNIÃO DIA 15/07. Coletivo Educador da Bacia do Itajaí e Litoral Centro Norte Catarinense REUNIÃO DIA 15/07 Coletivo Educador da Bacia do Itajaí e Litoral Centro Norte Catarinense Instituição O que quero O que posso O que necessito O que devo Agenda 21/GTEd Queremos compartilhar e agregar experiências

Leia mais

POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE

POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE 1) OBJETIVOS - Apresentar de forma transparente as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente

Leia mais

Relatório de Sustentabilidade 2014

Relatório de Sustentabilidade 2014 1 Relatório de Sustentabilidade 2014 2 Linha do Tempo TAM VIAGENS 3 Política de Sustentabilidade A TAM Viagens uma Operadora de Turismo preocupada com a sustentabilidade, visa fortalecer o mercado e prover

Leia mais

Secretaria de Estado de Saúde Pública UHE BELO MONTE AÇÕES MITIGADORAS NA REGIÃO DE SÁUDE DO XINGU

Secretaria de Estado de Saúde Pública UHE BELO MONTE AÇÕES MITIGADORAS NA REGIÃO DE SÁUDE DO XINGU Secretaria de Estado de Saúde Pública UHE BELO MONTE AÇÕES MITIGADORAS NA REGIÃO DE SÁUDE DO XINGU PLANO BÁSICO AMBIENTAL Saúde Equipamentos de saúde Controle da malária Saúde indígena O Plano de Saúde

Leia mais

PROJETO TÉCNICO SAF/ATER 120/2010. PROJETO ATER - DESENVOLVIMENTO Rural Inclusivo e Sustentável Região da Grande Dourados, MS

PROJETO TÉCNICO SAF/ATER 120/2010. PROJETO ATER - DESENVOLVIMENTO Rural Inclusivo e Sustentável Região da Grande Dourados, MS PROJETO TÉCNICO SAF/ATER 120/2010 PROJETO ATER - DESENVOLVIMENTO Rural Inclusivo e Sustentável Região da Grande Dourados, MS Propósito da Coopaer Identificar problemas oriundos da Cadeia produtiva leite;

Leia mais

Desenvolvimento e Meio Ambiente: As Estratégias de Mudanças da Agenda 21

Desenvolvimento e Meio Ambiente: As Estratégias de Mudanças da Agenda 21 Desenvolvimento e Meio Ambiente: As Estratégias de Mudanças da Agenda 21 Resenha Desenvolvimento Raíssa Daher 02 de Junho de 2010 Desenvolvimento e Meio Ambiente: As Estratégias de Mudanças da Agenda 21

Leia mais

Rede de Produção de Plantas Medicinais, Aromáticas e Fitoterápicos

Rede de Produção de Plantas Medicinais, Aromáticas e Fitoterápicos Rede de Produção de Plantas Medicinais, Aromáticas e Fitoterápicos Atores envolvidos Movimentos Sociais Agricultura Familiar Governos Universidades Comunidade Científica em Geral Parceiros Internacionais,

Leia mais

Diálogo com a Comunidade. Um balanço das ações sustentáveis

Diálogo com a Comunidade. Um balanço das ações sustentáveis Diálogo com a Comunidade Um balanço das ações sustentáveis Veracel Celulose É uma empresa 100% baiana, presente em dez municípios do Extremo Sul do estado: Eunápolis, Porto Seguro, Santa Cruz Cabrália,

Leia mais

Aula 19 Conteúdo O homem e o meio ambiente. Principais problemas ambientais do mundo.

Aula 19 Conteúdo O homem e o meio ambiente. Principais problemas ambientais do mundo. CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Unidade IV Natureza sociedade: questões ambientais. Aula 19 Conteúdo O homem e o meio ambiente. Principais problemas ambientais do mundo. 2 CONTEÚDO

Leia mais

Mosaicos de áreas protegidas. Gestão integrada - o desafio da articulação interinstitucional

Mosaicos de áreas protegidas. Gestão integrada - o desafio da articulação interinstitucional Mosaicos de áreas protegidas Gestão integrada - o desafio da articulação interinstitucional Curso Introdução a Gestão de UCs Rio Branco, junho 2008 SNUC Art. 26. Quando existir um conjunto de unidades

Leia mais

ANEXO III Resolução 1 da Comissão Interministerial de Mudança Global do Clima. Contribuição da Atividade de Projeto para o Desenvolvimento Sustentável

ANEXO III Resolução 1 da Comissão Interministerial de Mudança Global do Clima. Contribuição da Atividade de Projeto para o Desenvolvimento Sustentável ANEXO III Resolução 1 da Comissão Interministerial de Mudança Global do Clima Contribuição da Atividade de Projeto para o Desenvolvimento Sustentável Projeto: Geração de eletricidade a partir de fontes

Leia mais

Visão integrada. da conservação

Visão integrada. da conservação para sempre Em busca do equilíbrio entre a produção econômica e a conservação do Pantanal, o WWF-Brasil atua na Bacia Hidrográfica do Alto Paraguai em uma perspectiva transfronteiriça e em articulação

Leia mais

REGULAMENTO PRÉMIO PRESTÍGIO DE SUSTENTABILIDADE

REGULAMENTO PRÉMIO PRESTÍGIO DE SUSTENTABILIDADE REGULAMENTO PRÉMIO PRESTÍGIO DE SUSTENTABILIDADE Os Amigos do Cáster em parceria com a Câmara Municipal de Ovar criam o PRÉMIO PRESTÍGIO DE SUSTENTABILIDADE, inserido no âmbito do Programa Integrado de

Leia mais

PROGRAMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL E MOBILIZAÇÃO SOCIAL EM SANEAMENTO - PEAMSS

PROGRAMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL E MOBILIZAÇÃO SOCIAL EM SANEAMENTO - PEAMSS PROGRAMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL E MOBILIZAÇÃO SOCIAL EM SANEAMENTO - PEAMSS Anja Meder Steinbach Bióloga Mestre em Desenvolvimento Regional Fundação Agência de água do Vale do Itajaí Camila Schreiber

Leia mais

DA INSERÇÃO REGIONAL A RESPONSABILIDADE SOCIAL UM CASE DE SUCESSO

DA INSERÇÃO REGIONAL A RESPONSABILIDADE SOCIAL UM CASE DE SUCESSO DA INSERÇÃO REGIONAL A RESPONSABILIDADE SOCIAL UM CASE DE SUCESSO A GENESE DA INSERÇÃO REGIONAL DE EMPREENDIMENTOS HIDRELÉTRICOS A GENESE DA INSERÇÃO REGIONAL DE EMPRENDIMENTOS HIDRELÉTRICOS DÉCADA DE

Leia mais

SUSTENTABILIDADE: estratégia de geração de valor para a MMX. Agosto 2013

SUSTENTABILIDADE: estratégia de geração de valor para a MMX. Agosto 2013 SUSTENTABILIDADE: estratégia de geração de valor para a MMX Agosto 2013 ESTRATÉGIA EM SUSTENTABILIDADE Visão Uma estratégia de sustentabilidade eficiente deve estar alinhada com o core business da empresa

Leia mais

Prefeitura Municipal de Jaboticabal

Prefeitura Municipal de Jaboticabal LEI Nº 4.715, DE 22 DE SETEMBRO DE 2015 Institui a Política Municipal de estímulo à produção e ao consumo sustentáveis. RAUL JOSÉ SILVA GIRIO, Prefeito Municipal de Jaboticabal, Estado de São Paulo, no

Leia mais

5.3 - Plano de Gestão Ambiental - PGA... 1/9. 5.3.1 - Objetivos... 1/9. 5.3.2 - Justificativas... 1/9. 5.3.3 - Metas... 1/9

5.3 - Plano de Gestão Ambiental - PGA... 1/9. 5.3.1 - Objetivos... 1/9. 5.3.2 - Justificativas... 1/9. 5.3.3 - Metas... 1/9 2818-00-EIA-RL-0001-00 LT 500 KV ESTREITO FERNÃO DIAS ÍNDICE... 1/9 5.3.1 - Objetivos... 1/9 5.3.2 - Justificativas... 1/9 5.3.3 - Metas... 1/9 5.3.4 - Metodologia... 2/9 5.3.5 - Público-alvo... 5/9 5.3.6

Leia mais

1. Apresentação. 2. Pontos Fixos de Comercialização Solidária

1. Apresentação. 2. Pontos Fixos de Comercialização Solidária Edital de Seleção de Pontos Fixos de Comercialização Solidária Candidatos para Participar da Rede Brasileira de Comercialização Solidária - Rede Comsol (Edital - Ubee/Ims N. 01/2014) 1. Apresentação A

Leia mais

APRESENTAÇÃO. O presente manual tem por finalidade principal orientar técnicos sociais dos

APRESENTAÇÃO. O presente manual tem por finalidade principal orientar técnicos sociais dos APRESENTAÇÃO O presente manual tem por finalidade principal orientar técnicos sociais dos municípios no processo de seleção de demanda, na elaboração e na execução do Projeto de Trabalho Social - PTS junto

Leia mais

Povos Indígenas e Serviços Ambientais Considerações Gerais e Recomendações da Funai

Povos Indígenas e Serviços Ambientais Considerações Gerais e Recomendações da Funai Fundação Nacional do Índio Diretoria de Proteção Territorial Coordenação Geral de Monitoramento Territorial Povos Indígenas e Serviços Ambientais Considerações Gerais e Recomendações da Funai Mudanças

Leia mais

PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO. Programa de Educação Ambiental Interno

PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO. Programa de Educação Ambiental Interno PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO Programa de Educação Ambiental Interno Condicionante 57 LO 417/2010 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO 04 2. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA 05 3. REGULAMENTO APLICÁVEL 06 3.1. FEDERAL

Leia mais

CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA CRIAÇÃO DE MATERIAL GRÁFICO DOS CONTEÚDOS TEXTUAIS DE CONSERVAÇÃO DA THE NATURE CONSERVANCY,

CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA CRIAÇÃO DE MATERIAL GRÁFICO DOS CONTEÚDOS TEXTUAIS DE CONSERVAÇÃO DA THE NATURE CONSERVANCY, Termo de Referência CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA CRIAÇÃO DE MATERIAL GRÁFICO DOS CONTEÚDOS TEXTUAIS DE CONSERVAÇÃO DA THE NATURE CONSERVANCY, NO ESTADO DO PARÁ. INTRODUÇÃO E CONTEXTO A The Nature Conservancy

Leia mais

SEPARAR PRA QUÊ? Idealizadoras. Eduarda Ramires Silveira. Evelyn Victória Cardoso Lopes. Mel Suzane Santos Marques. Voluntários

SEPARAR PRA QUÊ? Idealizadoras. Eduarda Ramires Silveira. Evelyn Victória Cardoso Lopes. Mel Suzane Santos Marques. Voluntários SEPARAR PRA QUÊ? Idealizadoras Eduarda Ramires Silveira Evelyn Victória Cardoso Lopes Mel Suzane Santos Marques Voluntários Joyce Thaís Mendes Alves Sílvia Rocha Pena Rodrigues Luíza Almeida Dias de Carvalho

Leia mais

PRESERVAÇÃO DO PATRIMONIO NATURAL NO SUL MERIDIONAL DA SERRA DO ESPINHAÇO

PRESERVAÇÃO DO PATRIMONIO NATURAL NO SUL MERIDIONAL DA SERRA DO ESPINHAÇO PRESERVAÇÃO DO PATRIMONIO NATURAL NO SUL MERIDIONAL DA SERRA DO ESPINHAÇO Ronald Carvalho Guerra Diretor de Meio Ambiente Prefeitura Municipal de Ouro Preto Gerente da APA da Cachoeira das Andorinhas -

Leia mais

5.2. Programa de Mobilização e Desmobilização da Mão de Obra. Revisão 00 NOV/2013

5.2. Programa de Mobilização e Desmobilização da Mão de Obra. Revisão 00 NOV/2013 PROGRAMAS AMBIENTAIS 5.2 Programa de Mobilização e Desmobilização da Mão de Obra CAPA ÍNDICE GERAL 1. Introdução... 1 1.1. Ações já realizadas... 2 2. Justificativa... 6 3. Objetivos... 8 4. Área de abrangência...

Leia mais

EDUCAÇÃO EM SAÚDE AMBIENTAL:

EDUCAÇÃO EM SAÚDE AMBIENTAL: EDUCAÇÃO EM SAÚDE AMBIENTAL: AÇÃO TRANSFORMADORA IV Seminário Internacional de Engenharia de Saúde Pública Belo Horizonte Março de 2013 Quem sou eu? A que grupos pertenço? Marcia Faria Westphal Faculdade

Leia mais

RESERVA DA BIOSFERA DO CINTURÃO VERDE DA CIDADE DE SÃO PAULO

RESERVA DA BIOSFERA DO CINTURÃO VERDE DA CIDADE DE SÃO PAULO RESERVA DA BIOSFERA DO CINTURÃO VERDE DA CIDADE DE SÃO PAULO O QUE SÃO Reservas da Biosfera? - Reservas da Biosfera são áreas de ecossistemas terrestres ou aquáticos estabelecidas para promoverem soluções

Leia mais

CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA PRODUZIR VÍDEOS PARA AS INICITAIVAS DE CONSERVAÇÃO DA THE NATURE CONSERVANCY,

CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA PRODUZIR VÍDEOS PARA AS INICITAIVAS DE CONSERVAÇÃO DA THE NATURE CONSERVANCY, Termo de Referência CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA PRODUZIR VÍDEOS PARA AS INICITAIVAS DE CONSERVAÇÃO DA THE NATURE CONSERVANCY, EM SÃO FÉLIX DO XINGU, NO ESTADO DO PARÁ. INTRODUÇÃO E CONTEXTO A The Nature

Leia mais

Pólos da Paz e Praças da Paz SulAmérica

Pólos da Paz e Praças da Paz SulAmérica A iniciativa O projeto Praças é uma iniciativa do Instituto Sou da Paz, em parceria com a SulAmérica, que promove a revitalização de praças públicas da periferia de São Paulo com a participação da comunidade

Leia mais