XML. 1. XML: Conceitos Básicos. 2. Aplicação XML: XHTML 3. Folhas de Estilo em Cascata XML

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "XML. 1. XML: Conceitos Básicos. 2. Aplicação XML: XHTML 3. Folhas de Estilo em Cascata XML"

Transcrição

1 1 1. : Conceitos Básicos 2. Aplicação : XHTML 3. Folhas de Estilo em Cascata 2 é um acrônimo para EXtensible Markup Language é uma linguagem de marcação muito parecida com HTML foi designada para descrever dados não tem marcadores definidos Pode-se definir marcadores próprios utiliza um Document Type Definition (DTD) ou um Schema para descrever os dados com um DTD ou um Schema é definida como sendo auto-descritiva é uma recomendação W3C Nome da linguagem já apresenta sua característica: ser uma linguagem extensível Pode-se definir os marcadores que serão utilizados ou mesmo utilizar marcadores já definidos por outras pessoas. Marcadores que são criados descrevem o conteúdo do elemento.

2 3 <?xml version="1.0" encoding = "utf-8"?> <books> <book> <title>beginning XHTML</title> <ISBN> </ISBN> <authors> <author_name>frank Boumphrey </author_name> <author_name>ted Wugofski </author_name> <author_name>sebastian Schnitzenbaumer </author_name> <author_name>jenny Raggett</author_name> <author_name>dave Raggett </author_name> </authors> Prólogo Marcadores próprios para os quais uma formatação apropriada pode ser definida <description> XHTML is a powerful technology for creating web site content. Learn how to create exciting pages using a technology that combines the benefits of with the existing wide coverage of HTML.</description> <price US="$39.99"/> </book> </books> Características de Documento como uma estrutura em árvore. Combina a potência de sua linguagem mãe SGML (Standardized Generalized Markup Language ) com a simplicidade exigida nas aplicações Web. Separação do conteúdo e de sua apresentação. torna os documentos legíveis pelas pessoas e manipuláveis por computadores. Como um documento descreve dados ele pode ser processado por um aplicativo. Ausência de instruções de formatação facilita a realização de análise sintática: Estrutura de referência que pode ser utilizada para intercâmbio de dados. Linguagem preferencial para a implementação da camada intermediária em interfaces de aplicações cliente/servidor. 4

3 5 Características de Principais diferenças entre e HTML: foi projetada para transportar dados. não um substituto de HTML. e HTML forma projetados com objetivos diferentes: foi projetada para descrever dados e está focada no que o dado é. HTML foi projetada para apresentar dados e está focada em como o dado é apresentado. HTML trata com a apresentação de informação enquanto trata com a descrição da informação. é um complemento para HTML: não é um substituto de HTML. No desenvolvimento Web é usado para descrever dados enquanto HTML é utilizado para apresentar e formatar dados. é uma ferramenta para transmitir informação que é independente de plataforma de software ou hardware. não faz nada: não foi projetada para fazer algo foi criada para estruturar, armazenar e enviar informação. 6 Características de é livre e extensível: Marcadores não são pré-definidos Pode-se inventar marcadores próprios. Os marcadores usados em um documento HTML são pré-definidos O autor de um documento HTML pode unicamente usar os marcadores. permite que o autor defina seus próprios marcadores e a estrutura de seus documentos. pode ser usada para criar outras linguagens: é a mãe das linguagens WAP e WML. A linguagem Wireless Markup Language (WML) utilizada para definir aplicações de Internet para dispositivos móveis (PDAs) é escrita em.

4 7 Características de pode ser usada para compartilhar dados: Com arquivos texto podem ser usados para compartilhar dados. Com dados são armazenados como arquivos texto e deste modo tem-se uma maneira independente de plataforma de software ou hardware para compartilhar dados. É muito fácil criar dados com os quais diferentes aplicações podem trabalhar É fácil também expandir ou atualizar um sistema para novos sistemas operacionais, servidores, aplicações e navegadores. pode ser usado para armazenar dados: Com arquivos texto podem ser usados para armazenar dados. pode ser usado para armazenar dados em arquivos ou bancos de dados Aplicações podem ser criadas para armazenar e recuperar informações de depósitos de dados e outras aplicações podem ser criadas para apresentar os dados. pode tornar os dados mais úteis: Com os dados ficam disponíveis a mais usuários. Como é independente de hardware, software e aplicação, os dados podem ser disponibilizados a um maior número de aplicações. Outros clientes e aplicações podem acessar os arquivos como uma fonte de dados como se eles tivessem acessando bancos de dados Os dados podem ser disponibilizados a diferentes tipos de agentes de leitura Disponibilizar dados para acesso por cegos. 8 Características de é usado para Intercambiar dados: Com, dados podem ser trocados entre sistemas incompatíveis. No mundo real diferentes sistemas de computadores e bancos de dados contém dados em formatos incompatíveis Um dos grandes desafios da informática é trocar dados entre sistemas diferentes utilizando a Internet. Converter dados para pode reduzir enormemente sua complexidade e criar dados que podem ser lidos por diferentes tipos de aplicações em diferentes sistemas. e B2B: Com, informações financeiras podem ser intercambiadas através da Internet. é utilizado em quase toda aplicação B2B (Business To Business). se tornou a principal linguagem para a troca de informações financeiras entre instituições usando a Internet.

5 9 Criação de Documentos 1.0 apresenta dois tipos de documentos: Documentos bem formados: documentos que estão de acordo com as regras de Documentos válidos, documentos que além de bem formados estão de acordo com alguma DTD. 10 Documentos Bem Formados Um documento bem formado deve respeitar a sintaxe definida pela especificação 1.0 Ele deve utilizar termos corretos da linguagem da maneira definida na linguagem (http://www.w3.org/tr/rec-xml). Três regras que definem um documento bem formado: O documento deve conter um ou mais elementos. O documento deve conter um elemento cujo nome seja único; além disso, esse elemento não deve fazer parte de nenhum outro elemento do documento Elemento raiz. Todos os outros elementos do documento devem estar incluídos no elemento raiz e devem ser aninhados corretamente. Componentes de um documento bem formado: Declaração Elementos Atributos Entidades Seções CDATA Comentários Instruções de Processamento

6 Componentes de um documento bem formado Declaração 11 Alguns componentes de um documento são opcionais e outros obrigatórios. A Declaração é um dos componentes opcionais. Sua utilização entretanto é fortemente recomendada, pois ela irá informar ao agente que este estará tratando com um documento qual a versão da linguagem utilizada. <?xml version= 1.0 encoding= iso ?> Linguagem na qual os dados são escritos Componentes de um documento bem formado Elementos 12 Elementos são componentes obrigatórios de um documento consistindo basicamente de dados marcados com marcadores. Cada marcador de abertura/fechamento com seu conteúdo consiste de um elemento do documento. O nome dos marcadores de abertura e fechamento deve ser exatamente o mesmo Maiúsculas e minúsculas são diferenciadas. Marcadores podem começar com uma letra, um underscore ( _ ) ou dois pontos ( : ), seguido de qualquer combinação de letras, dígitos hífens, underscores, dois pontos ou ponto. A única exceção é que não se pode começar um marcador com uma seqüência ou qualquer combinação dessas letras em maiúsculas ou minúsculas O nome de um marcador não deve também se iniciar por dois pontos, pois nesse caso ele será tratado como um espaço de nomes. O conteúdo entre os marcadores é denominado Dados do Tipo Caráter. Os dados do tipo caráter podem ser compostos de qualquer dos caracteres definidos na linguagem unicode, exceto o elemento de início de marcador < Quando sua utilização é indispensável deve-se utilizar < e > para >.

7 Componentes de um documento bem formado 13 Atributos Atributos são valores que são passados à aplicação, mas que não constituem uma parte do conteúdo do elemento. Atributos em são utilizados da mesma maneira que em XHTML Dentro dos marcadores de abertura eles obrigatoriamente devem ter seus valores apresentados entre aspas. Os elementos em um documento podem ter quantos atributos forem necessários Para que o documento seja bem formado, atributos não podem ser repetidos em uma mesma declaração e os caracteres <, &, ou não podem aparecer dentro das aspas <price US= /> Atributos com um elemento vazio Componentes de um documento bem formado 14 Entidades Entidades são utilizadas em documentos como uma maneira de se associar um nome a uma grande quantidade de texto Quando se deseja utilizar esse texto basta simplesmente utilizar o nome da entidade. Facilidade nas modificações no documento, pois basta modificar uma única vez o conteúdo da entidade para que todas as partes do documento nas quais a entidade é utilizada sejam modificadas.

8 Componentes de um documento bem formado Seções CDATA 15 Seções CDATA são utilizadas para delimitar blocos de texto que podem ser confundidos com marcadores: <to_be_seen>usar roupa brilhante quando no escuro.</to_be_seen> como conteúdo de um elemento, se deve escrever: <elemento> <! [CDATA[ <to_be_seen>usar roupa brilhante quando no escuro.</to_be_seen> ]]> </elemento> A totalidade do conteúdo de elemento não será tratada como se contivesse marcadores. Atualmente scripts e folhas de estilo embutidas devem ser apresentados em seções CDATA. Componentes de um documento bem formado 16 Comentários Embora os elementos de documentos devam ter nomes auto-explicativos, sempre é uma boa política comentar documentos. Em a sintaxe utilizada para comentários é a mesma de XHTML Comentários são iniciados pela seqüência <!-- e finalizados por -->. <!-- Um comentário é sempre útil em um documento -->

9 Componentes de um documento bem formado 17 Instruções de Processamento Esses componentes permitem que um documento contenha instruções para aplicações que utilizam os dados. O único detalhe que deve ser levado em consideração é que o nome da aplicação destino não deve conter nenhuma combinação das letras, em maiúsculas ou minúsculas <?NomedaAplicaçãoDestino Instruções para a Aplicação> 18 Documentos Válidos Documentos válidos são documentos bem formados que estão de acordo com uma DTD. Para que se possa verificar se um documento está de acordo com uma DTD é necessário que um analisador seja utilizado. Analisadores capazes de verificar um documento contra uma DTD são denominados Analisadores de Validação (Validating Parsers). Após a análise, se o documento não estiver de acordo com as especificações da DTD o analisador informa um erro.

10 DTDs Document Type Definitions 1 19 DTDs são parte da especificação original de 1.0. A partir de DTDs se pode normalizar uma apresentação Se diversas pessoas escrevem documentos sobre livros e todas elas respeitam a DTD para a qual o documento foi escrito, os documentos que essas pessoas escreverem, após terem sido analisados e validados, poderão ser vistos em qualquer agente. DTDs são escritas utilizando uma linguagem denominada Forma Estendida de Backus-Naur (Extended Backus-Naur Form) ou EBNF. A DTD necessita declarar as regras dos marcadores da linguagem, ou seja, ele necessita efetivamente declarar o que constitui o marcador e o que o marcador significa. Uma DTD deve fornecer detalhes de cada elemento, sua ordem e dizer quais atributos eles podem ter. Uma DTD pode ser declarada, na seção de Declaração do Tipo de Documento (Document Type Declaration), internamente ou externamente a um documento. A declaração interna pode ser um pouco confusa, pois o documento deverá ser validado contra uma parte dele mesmo. DTDs Document Type Definitions 2 20 DTDs externas devem ser referenciadas no documento <DOCTYPE books SYSTEM books.dtd > books é o nome do elemento raiz do documento e também o nome da DTD. A palavra chave SYSTEM foi utilizada para indicar a localização da DTD para que se o sistema precise ele possa validar o documento contra a DTD Nesse caso no mesmo diretório do documento. books.dtd <!DOCTYPE books [ <!ELEMENT books (book+)> <!ELEMENT book (title, ISBN, authors, description?, price+)> <!ELEMENT title (#PCDATA)> <!ELEMENT authors (author+)> <!ELEMENT author (#PCDATA)> <!ELEMENT description (#PCDATA)> <!ELEMENT price EMPTY> <!ATTLIST price > ]> US CDATA #REQUIRED

11 DTDs Document Type Definitions 2 21 DTDs externas devem ser referenciadas no documento <DOCTYPE books SYSTEM books.dtd > books é o nome do elemento raiz do documento e também o nome da DTD. A palavra chave SYSTEM foi utilizada para indicar a localização da DTD para que se o sistema precise ele possa validar o documento contra a DTD nesse caso no mesmo diretório do documento. Atributos com um elemento vazio books.dtd <!DOCTYPE books [ <!ELEMENT books (book+)> <!ELEMENT book (title, ISBN, authors, description?, Declarações elementos price+)> são do tipo: <!ELEMENT title (#PCDATA)> <!ELEMENT nome (conteúdo)> <!ELEMENT authors (author+)> <!ELEMENT author (#PCDATA)> Elementos que podem ser usados no documento <!ELEMENT description (#PCDATA)> <!ELEMENT price EMPTY> <!ATTLIST price > ]> US CDATA #REQUIRED DTDs Document Type Definitions 2 22 DTDs externas devem ser referenciadas no documento <DOCTYPE books SYSTEM books.dtd > books é o nome do elemento raiz do documento e também o nome da DTD. A palavra chave SYSTEM foi utilizada para indicar a localização da DTD para que se o sistema precise ele possa validar o documento contra a DTD nesse caso no mesmo diretório do documento. books.dtd <!DOCTYPE books [ <!ELEMENT books (book+)> <!ELEMENT book (title, ISBN, authors, description?, price+)> <!ELEMENT title (#PCDATA)> <!ELEMENT authors (author+)> <!ELEMENT author (#PCDATA)> <!ELEMENT description (#PCDATA)> <!ELEMENT price EMPTY> <!ATTLIST price > ]> US CDATA O elemento raiz, books, deve conter ao menos um elemento book. O elemento book deve conter, na ordem estabelecida, um elemento title, um elemento ISBN, um elemento authors, opcionalmente #REQUIRED um elemento description e ao menos um elemento price.

12 DTDs Document Type Definitions 2 23 DTDs externas devem ser referenciadas no documento <DOCTYPE books SYSTEM books.dtd > books é o nome do elemento raiz do documento e também o nome da DTD. A palavra chave SYSTEM foi utilizada para indicar a localização da DTD para que se o sistema precise ele possa validar o documento contra a DTD nesse caso no mesmo diretório do documento. books.dtd <!DOCTYPE books [ <!ELEMENT books (book+)> <!ELEMENT book (title, ISBN, authors, description?, price+)> <!ELEMENT title (#PCDATA)> <!ELEMENT authors (author+)> <!ELEMENT author (#PCDATA)> <!ELEMENT description (#PCDATA)> <!ELEMENT price EMPTY> <!ATTLIST price > ]> US CDATA O elemento title deve conter dados caractere, sendo que isso é indicado por #PCDATA. #REQUIRED Declaração individual dos elementos DTDs Document Type Definitions 2 24 DTDs externas devem ser referenciadas no documento <DOCTYPE books SYSTEM books.dtd > books é o nome do elemento raiz do documento e também o nome da DTD. A palavra chave SYSTEM foi utilizada para indicar a localização da DTD para que se o sistema precise ele possa validar o documento contra a DTD nesse caso no mesmo diretório do documento. books.dtd <!DOCTYPE books [ <!ELEMENT books (book+)> <!ELEMENT book (title, ISBN, authors, description?, price+)> <!ELEMENT title (#PCDATA)> <!ELEMENT authors (author+)> Elemento vazio <!ELEMENT author (#PCDATA)> <!ELEMENT description (#PCDATA)> <!ELEMENT price EMPTY> <!ATTLIST price > ]> US CDATA #REQUIRED Definição do atributo do elemento

13 DTDs Document Type Definitions 2 25 DTDs externas devem ser referenciadas no documento <DOCTYPE books SYSTEM books.dtd > books é o nome do elemento raiz do documento e também o nome da DTD. A palavra chave SYSTEM foi utilizada para indicar a localização da DTD para que se o sistema precise ele possa validar o documento contra a DTD nesse caso no mesmo diretório do documento. books.dtd <!DOCTYPE books [ <!ELEMENT books (book+)> <!ELEMENT book (title, ISBN, authors, description?, price+)> <!ELEMENT title (#PCDATA)> <!ELEMENT authors (author+)> <!ELEMENT author (#PCDATA)> <!ELEMENT description (#PCDATA)> <!ELEMENT price EMPTY> <!ATTLIST price > ]> US CDATA #REQUIRED Se o elemento existir o atributo Nome do atributo Tipo de informação que o atributo é obrigatório aceita DTDs Document Type Definitions 3 26 Mesmo que se tenha um documento bem formado para que o mesmo seja validado é necessário que todos os elementos utilizados no documento estejam presentes na DTD. O tipo dos dados utilizados no elemento do documento deve respeitar a definição feita na DTD.

14 27 Aplicações em Chemical Markup Language (CML): aplicação desenvolvida por Peter Murray-Rust para a publicação no Web de moléculas Através de CML se pode exibir em agentes a estrutura de moléculas complexas É necessário um navegador especial Mathematical Markup Language (MathML): especificação W3C utilizada para representar fórmulas matemáticas Navegador atuais podem apresentar as fórmulas mas pode ser necessário instalar fontes Synchronized Multimedia Integration Language (SMIL): padrão W3C utilizada para a definição de apresentações multimídia XHTML: + HTML

Um documento XML possui Unidade lógica - os elementos Usuário "inventa" as marcas através de DTDs

Um documento XML possui Unidade lógica - os elementos Usuário inventa as marcas através de DTDs XML Um documento XML possui Unidade lógica - os elementos Usuário "inventa" as marcas através de DTDs Unidade física - as entidades Armazenamento separado dos dados Como toda linguagem de marcação: XML

Leia mais

XML Básico. Murillo Vasconcelos Henriques B. Castro. 17 de maio de 2011

XML Básico. Murillo Vasconcelos Henriques B. Castro. 17 de maio de 2011 XML Básico Murillo Vasconcelos Henriques B. Castro 17 de maio de 2011 O QUE É? Sigla para extensible Markable Language É uma linguagem de marcação, assim como HTML Desenvolvida para ser auto explicativa

Leia mais

Este relatório tem por objetivo, abordar a sintaxe XML.

Este relatório tem por objetivo, abordar a sintaxe XML. Relatório do GPES Este relatório tem por objetivo, abordar a sintaxe XML. XML Estrutura do documento Um documento XML é uma árvore rotulada onde um nó externo consiste de: [1] Dados de caracteres (uma

Leia mais

XML XML. XML extensible Markup Language HTML. Motivação. W3C: World Wide Web Consortium XML 1.0. Mário Meireles Teixeira DEINF-UFMA

XML XML. XML extensible Markup Language HTML. Motivação. W3C: World Wide Web Consortium XML 1.0. Mário Meireles Teixeira DEINF-UFMA Mário Meireles Teixeira DEINF-UFMA Motivação extensible Markup Language W3C: World Wide Web Consortium http://www.w3.org 1.0 W3C Recommendation, 10/Fev/1998 (inicial) W3C Recommendation, 04/Fev/2004, 3

Leia mais

GERÊNCIA DE DADOS SEMIESTRUTURADOS -XML. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza

GERÊNCIA DE DADOS SEMIESTRUTURADOS -XML. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza GERÊNCIA DE DADOS SEMIESTRUTURADOS -XML Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza O QUE É XML? Tecnologia desenvolvida pelo W3C http://www.w3c.org W3C: World Wide Web Consortium consórcio

Leia mais

XML e Banco de Dados de Internet. Tópicos Especiais em Tecnologia da Informação Profa. Késsia R. C. Marchi

XML e Banco de Dados de Internet. Tópicos Especiais em Tecnologia da Informação Profa. Késsia R. C. Marchi XML e Banco de Dados de Internet Tópicos Especiais em Tecnologia da Informação Profa. Késsia R. C. Marchi Motivação Diversas aplicações Web utilizam Fontes de Dados (BD); Arquitetura Cliente-Servidor (2

Leia mais

XHTML 1.0 DTDs e Validação

XHTML 1.0 DTDs e Validação XHTML 1.0 DTDs e Validação PRnet/2012 Ferramentas para Web Design 1 HTML 4.0 X XHTML 1.0 Quais são os três principais componentes ou instrumentos mais utilizados na internet? PRnet/2012 Ferramentas para

Leia mais

Sintaxe XML. César Vittori cvittori@inf.ufrgs.br. Outubro de 2000. Resumo Introdução à sintaxe XML. Marcação tradicional x marcação de documentos

Sintaxe XML. César Vittori cvittori@inf.ufrgs.br. Outubro de 2000. Resumo Introdução à sintaxe XML. Marcação tradicional x marcação de documentos Sintaxe XML César Vittori cvittori@inf.ufrgs.br Outubro de 2000 Resumo Introdução à sintaxe XML. Marcação tradicional x marcação de documentos XML. Sintaxe XML Marcação de documentos eletrônicos XML é

Leia mais

GERÊNCIA DE DADOS SEMIESTRUTURADOS -XML. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza

GERÊNCIA DE DADOS SEMIESTRUTURADOS -XML. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza GERÊNCIA DE DADOS SEMIESTRUTURADOS -XML Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza O QUE É XML? Tecnologia desenvolvida pelo W3C http://www.w3c.org W3C: World Wide Web Consortium consórcio

Leia mais

XML (extensible Markup Language)

XML (extensible Markup Language) Sumário 1. Introdução a Aplicações Não-Convencionais 2. Revisão de Modelagem Conceitual 3. BD Orientado a Objetos (BDOO) 4. BD Objeto-Relacional (BDOR) 5. BD Temporal (BDT) 6. BD Geográfico (BDG) 7. BD

Leia mais

XML extensible Markup Language. Prof. Fellipe Aleixo fellipe.aleixo@ifrn.edu.br

XML extensible Markup Language. Prof. Fellipe Aleixo fellipe.aleixo@ifrn.edu.br XML extensible Markup Language Prof. Fellipe Aleixo fellipe.aleixo@ifrn.edu.br XML Projetada para transportar e armazenar dados (estruturados) Importante conhecer e fácil de entender Exemplo de documento

Leia mais

Sistemas Distribuídos na WEB (Plataformas para Aplicações Distribuídas) XML Origens. HTML Problemas

Sistemas Distribuídos na WEB (Plataformas para Aplicações Distribuídas) XML Origens. HTML Problemas Sistemas Distribuídos na WEB (Plataformas para Aplicações Distribuídas) (extensible( Markup Language ) Origens (extensible Markup Language linguagem de marcação extensível) Criada em 1996 pelo W3C (World

Leia mais

GERÊNCIA DE DADOS SEMI ESTRUTURADOS -XML. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc.

GERÊNCIA DE DADOS SEMI ESTRUTURADOS -XML. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. GERÊNCIA DE DADOS SEMI ESTRUTURADOS -XML Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. O QUE É XML? Tecnologia desenvolvida pelo W3C http://www.w3c.org W3C: World Wide Web Consortium consórcio formado por acadêmicos

Leia mais

extensible Markup Language (XML) XML é uma linguagem de anotação. XML utiliza tags para descrever informação.

extensible Markup Language (XML) XML é uma linguagem de anotação. XML utiliza tags para descrever informação. extensible Markup Language (XML) XML é uma linguagem de anotação. XML utiliza tags para descrever informação. Em XML, os tags não são pré-definidos. Temos de definir os nossos tags. XML utiliza um Document

Leia mais

Guia de Consulta Rápida XHTML. Juliano Niederauer. Novatec Editora. www.novateceditora.com.br

Guia de Consulta Rápida XHTML. Juliano Niederauer. Novatec Editora. www.novateceditora.com.br Guia de Consulta Rápida XHTML Juliano Niederauer Novatec Editora www.novateceditora.com.br Guia de Consulta Rápida XHTML de Juliano Niederauer Copyright 2002 da Novatec Editora Ltda. Todos os direitos

Leia mais

XML. Introdução Ferramentas para Internet Marx Gomes Van der Linden. ( Material baseado no original de Marcelo José Siqueira Coutinho de Almeida )

XML. Introdução Ferramentas para Internet Marx Gomes Van der Linden. ( Material baseado no original de Marcelo José Siqueira Coutinho de Almeida ) XML Introdução Ferramentas para Internet Marx Gomes Van der Linden ( Material baseado no original de Marcelo José Siqueira Coutinho de Almeida ) Objetivos Apresentar a linguagem de marcação XML bem como

Leia mais

GERÊNCIA DE DADOS SEMIESTRUTURADOS -DTD. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://www.about.me/tilfrozza

GERÊNCIA DE DADOS SEMIESTRUTURADOS -DTD. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://www.about.me/tilfrozza GERÊNCIA DE DADOS SEMIESTRUTURADOS -DTD Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://www.about.me/tilfrozza ROTEIRO Introdução ao DTD Elementos Atributos Entidades Validando um documento XML DTD (DOCUMENT

Leia mais

Introdução. Definição. Validação. Universo XML. Apresentação. Processamento. Prof. Enzo Seraphim. Banco de Dados

Introdução. Definição. Validação. Universo XML. Apresentação. Processamento. Prof. Enzo Seraphim. Banco de Dados Introdução Definição Validação Apresentação Processamento Banco de Dados Universo XML Prof. Enzo Seraphim Popularidade do HTML Extremamente simples Estilo próprio para formatação de documentos Ligações

Leia mais

O que é XML? A Linguagem de Marcação Extensível (Extensible Markup Language - XML) é:

O que é XML? A Linguagem de Marcação Extensível (Extensible Markup Language - XML) é: 1.264 Aula 13 XML O que é XML? A Linguagem de Marcação Extensível (Extensible Markup Language - XML) é: Uma recomendação proposta pelo World Wide Web Consortium (W3C) Um formato de arquivo Documentos eletrônicos

Leia mais

Programação Web Prof. Wladimir

Programação Web Prof. Wladimir Programação Web Prof. Wladimir Linguagem de Script e PHP @wre2008 1 Sumário Introdução; PHP: Introdução. Enviando dados para o servidor HTTP; PHP: Instalação; Formato básico de um programa PHP; Manipulação

Leia mais

Técnicas e processos de produção. Profº Ritielle Souza

Técnicas e processos de produção. Profº Ritielle Souza Técnicas e processos de produção Profº Ritielle Souza INTRODUÇÃO HTML Sigla em inglês para Hyper Text Markup Language, traduzindo daria algo como Linguagem para marcação de Hipertexto. E o que seria o

Leia mais

Características do PHP. Começando a programar

Características do PHP. Começando a programar PHP Introdução Olá pessoal. Desculpe o atraso na publicação da aula. Pude perceber pelas respostas (poucas) ao fórum que a realização da atividade do módulo I foi relativamente tranquila. Assistam ao vídeo

Leia mais

Bem-vindo ao XML. Apostila de XML

Bem-vindo ao XML. Apostila de XML Bem-vindo ao XML Bem-vindo a Extensible Markup Language, XML, a linguagem para tratamento de dados em uma forma compacta, fácil de gerenciar sem mencionar o mais poderoso avanço visto na Internet nos últimos

Leia mais

XML e Banco de Dados. Prof. Daniela Barreiro Claro DCC/IM/UFBA

XML e Banco de Dados. Prof. Daniela Barreiro Claro DCC/IM/UFBA XML e Banco de Dados DCC/IM/UFBA Banco de Dados na Web Armazenamento de dados na Web HTML muito utilizada para formatar e estruturar documentos na Web Não é adequada para especificar dados estruturados

Leia mais

Desenvolvimento Web Introdução a XHTML. Prof. Bruno Gomes

Desenvolvimento Web Introdução a XHTML. Prof. Bruno Gomes Desenvolvimento Web Introdução a XHTML Prof. Bruno Gomes 2014 Introdução HTML e XHTML Estrutura básica do documento DTDs Validação do documento Exercícios HTML e XHTML HTML (Hipertext Markup Language)

Leia mais

Boas Práticas de Desenvolvimento Seguro

Boas Práticas de Desenvolvimento Seguro Boas Práticas de Desenvolvimento Seguro Julho / 2.012 Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autor 29/07/2012 1.0 Versão inicial Ricardo Kiyoshi Página 2 de 11 Conteúdo 1. SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

Leia mais

BREVE INTRODUÇÃO À LINGUAGEM XML

BREVE INTRODUÇÃO À LINGUAGEM XML BREVE INTRODUÇÃO À LINGUAGEM XML Por Carlos H. Marcondes marcon@vm.uff.br Rio de Janeiro Abril 2008 PROGRAMA 1.Problema, motivações e conceitos 2.Estrutura de um documento XML 1.DTDs, Schemas 2.Folhas

Leia mais

Guia de Consulta Rápida XML. Otávio C. Décio. Novatec Editora

Guia de Consulta Rápida XML. Otávio C. Décio. Novatec Editora Guia de Consulta Rápida XML Otávio C. Décio Novatec Editora Guia de Consulta Rápida XML de Otávio C. Décio Copyright@2000 da Novatec Editora Ltda. Todos os direitos reservados e protegidos pela Lei 9.610

Leia mais

Apostila de XHTML Curso de Internet Professor Rinaldo Demétrio

Apostila de XHTML Curso de Internet Professor Rinaldo Demétrio Conteúdo XHTML - Por quê?... 2 Porque XHTML?... 2 Diferenças Entre XHTML e HTML... 3 Como Preparar-se para a XHTML... 3 As Diferenças Mais Importantes:... 3 Os Elementos Devem Estar Devidamente Aninhados...

Leia mais

Desenvolvimento em Ambiente Web. HTML - Introdução

Desenvolvimento em Ambiente Web. HTML - Introdução Desenvolvimento em Ambiente Web HTML - Introdução O que é HTML? HTML é uma linguagem para descrever a estrutura de uma página WEB. Ela permite: Publicar documentos online com cabeçalhos, texto, tabelas,

Leia mais

L A C Laboratory for Advanced Collaboration

L A C Laboratory for Advanced Collaboration Publicação de Dados Governamentais no Padrão Linked Data 2.1 Conceitos Básicos Karin Breitman José Viterbo Edgard Marx Percy Salas L A C Laboratory for Advanced Collaboration Objetivo deste módulo 1.Discutir

Leia mais

XML (extensible Markup Language) por. Rafael Port da Rocha. (Notas de Aula)

XML (extensible Markup Language) por. Rafael Port da Rocha. (Notas de Aula) XML (extensible Markup Language) por Rafael Port da Rocha (Notas de Aula) 2007 Introcução Componentes de um Documento Eletrônico Digital Conteúdo: formado pelas informações que o documento transmite aos

Leia mais

DESENVOLVIMENTO WEB DENTRO DOS PARADIGMAS DO HTML5 E CSS3

DESENVOLVIMENTO WEB DENTRO DOS PARADIGMAS DO HTML5 E CSS3 DESENVOLVIMENTO WEB DENTRO DOS PARADIGMAS DO HTML5 E CSS3 Eduardo Laguna Rubai, Tiago Piperno Bonetti Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR- Brasil eduardorubay@gmail.com, bonetti@unipar.br Resumo.

Leia mais

INTRODUÇÃO AO DESENVOLVIMENTO WEB. PROFª. M.Sc. JULIANA H Q BENACCHIO

INTRODUÇÃO AO DESENVOLVIMENTO WEB. PROFª. M.Sc. JULIANA H Q BENACCHIO INTRODUÇÃO AO DESENVOLVIMENTO WEB PROFª. M.Sc. JULIANA H Q BENACCHIO Internet Internet é o conjunto de diversas redes de computadores que se comunicam entre si Internet não é sinônimo de WWW (World Wide

Leia mais

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Aula 2 Computação em Nuvem Desafios e Oportunidades A Computação em Nuvem

Leia mais

Análise da Nova Linguagem HTML5 para o Desenvolvimento Web

Análise da Nova Linguagem HTML5 para o Desenvolvimento Web Análise da Nova Linguagem HTML5 para o Desenvolvimento Web Sergio N. Ikeno¹, Késsia Rita da Costa Marchi¹ ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil sergioikn@gmail.com, kessia@unipar.br Resumo.

Leia mais

ESTUDO TÉCNICO N.º 14/2012

ESTUDO TÉCNICO N.º 14/2012 ESTUDO TÉCNICO N.º 14/2012 MANUAL DE INSTRUÇÕES PARA UTILIZAÇÃO DO ARQUIVO EM FORMATO XML PARA IMPORTAÇÃO DOS DADOS DO REGISTRO MENSAL DE ATENDIMENTOS DOS CRAS MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE

Leia mais

Criando um script simples

Criando um script simples Criando um script simples As ferramentas de script Diferente de muitas linguagens de programação, você não precisará de quaisquer softwares especiais para criar scripts de JavaScript. A primeira coisa

Leia mais

PADRÕES PARA O DESENVOLVIMENTO NA WEB

PADRÕES PARA O DESENVOLVIMENTO NA WEB PADRÕES PARA O DESENVOLVIMENTO NA WEB Ederson dos Santos Cordeiro de Oliveira 1,Tiago Bonetti Piperno 1, Ricardo Germano 1 1 Universidade Paranaense (UNIPAR) Paranavaí PR- Brasil edersonlikers@gmail.com,

Leia mais

Aula 1 Desenvolvimento Web. Curso: Técnico em Informática / 2º módulo Disciplina: Desenvolvimento Web Professora: Luciana Balieiro Cosme

Aula 1 Desenvolvimento Web. Curso: Técnico em Informática / 2º módulo Disciplina: Desenvolvimento Web Professora: Luciana Balieiro Cosme Aula 1 Desenvolvimento Web Curso: Técnico em Informática / 2º módulo Disciplina: Desenvolvimento Web Professora: Luciana Balieiro Cosme Plano de Aula Ementa Avaliação Ementa Noções sobre Internet. HTML

Leia mais

Introdução à Tecnologia Web. Ferramentas e Tecnologias de Desenvolvimento Web. Profª MSc. Elizabete Munzlinger www.elizabete.com.

Introdução à Tecnologia Web. Ferramentas e Tecnologias de Desenvolvimento Web. Profª MSc. Elizabete Munzlinger www.elizabete.com. IntroduçãoàTecnologiaWeb FerramentaseTecnologiasde DesenvolvimentoWeb ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger www.elizabete.com.br ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger www.elizabete.com.br FerramentaseTecnologiasde DesenvolvimentoWeb

Leia mais

Introdução à Tecnologia Web HTML HyperText Markup Language XHTML extensible HyperText Markup Language Declaração DOCTYPE e Tag Raiz html

Introdução à Tecnologia Web HTML HyperText Markup Language XHTML extensible HyperText Markup Language Declaração DOCTYPE e Tag Raiz html IntroduçãoàTecnologiaWeb HTML HyperTextMarkupLanguage XHTML extensiblehypertextmarkuplanguage DeclaraçãoDOCTYPEeTagRaizhtml ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger www.elizabete.com.br ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger

Leia mais

Afinal o que é HTML?

Afinal o que é HTML? Aluno : Jakson Nunes Tavares Gestão e tecnologia da informacão Afinal o que é HTML? HTML é a sigla de HyperText Markup Language, expressão inglesa que significa "Linguagem de Marcação de Hipertexto". Consiste

Leia mais

Algoritmos e Programação (Prática) Profa. Andreza Leite andreza.leite@univasf.edu.br

Algoritmos e Programação (Prática) Profa. Andreza Leite andreza.leite@univasf.edu.br (Prática) Profa. Andreza Leite andreza.leite@univasf.edu.br Introdução O computador como ferramenta indispensável: Faz parte das nossas vidas; Por si só não faz nada de útil; Grande capacidade de resolução

Leia mais

Web Design. Prof. Felippe

Web Design. Prof. Felippe Web Design Prof. Felippe 2015 Sobre a disciplina Fornecer ao aluno subsídios para o projeto e desenvolvimento de interfaces de sistemas Web eficientes, amigáveis e intuitivas. Conceitos fundamentais sobre

Leia mais

Introdução à Tecnologia Web

Introdução à Tecnologia Web Introdução à Tecnologia Web JavaScript Sintaxe da Linguagem: Delimitadores e etc Profª MSc. Elizabete Munzlinger JavaScript Sintaxe da Linguagem Índice 1 SINTAXE DA LINGUAGEM... 2 1.1 Delimitadores de

Leia mais

Introdução e motivação SGBD XML Nativo Consultas em SGBDs XML Prática. Bancos de dados XML. Conceitos e linguagens de consulta

Introdução e motivação SGBD XML Nativo Consultas em SGBDs XML Prática. Bancos de dados XML. Conceitos e linguagens de consulta Bancos de dados XML Conceitos e linguagens de consulta Sidney Roberto de Sousa MC536 - Bancos de Dados: Teoria e prática Material base: W3Schools XPath and XQuery Tutorial http://www.w3schools.com/xpath/

Leia mais

Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Prof. Felippe Scheidt IFPR Campus Foz do Iguaçu 2014/2

Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Prof. Felippe Scheidt IFPR Campus Foz do Iguaçu 2014/2 Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Prof. Felippe Scheidt IFPR Campus Foz do Iguaçu 2014/2 Objetivo. O objetivo da disciplina é conhecer os princípios da programação de

Leia mais

Aplicativos para Internet Aula 01

Aplicativos para Internet Aula 01 Aplicativos para Internet Aula 01 Arquitetura cliente/servidor Introdução ao HTML, CSS e JavaScript Prof. Erika Miranda Universidade de Mogi das Cruzes Uso da Internet http://www.ibope.com.br/pt-br/noticias/paginas/world-wide-web-ou-www-completa-22-anos-nesta-terca-feira.aspx

Leia mais

XML - Extensible Markup Language

XML - Extensible Markup Language XML - Extensible Markup Language Introdução O que é XML? Extensible Markup Language (XML) é linguagem de marcação de dados (metamarkup language) que provê um formato para descrever dados estruturados.

Leia mais

Introdução à Tecnologia Web 2010 HTML HyperText Markup Language XHTML extensible HyperText Markup Language Elementos da Seção do Cabeçalho

Introdução à Tecnologia Web 2010 HTML HyperText Markup Language XHTML extensible HyperText Markup Language Elementos da Seção do Cabeçalho IntroduçãoàTecnologiaWeb2010 HTML HyperTextMarkupLanguage XHTML extensiblehypertextmarkuplanguage ElementosdaSeçãodoCabeçalho ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger www.elizabete.com.br ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger

Leia mais

Guia de Consulta Rápida. PHP com XML. Juliano Niederauer. Terceira Edição. Novatec

Guia de Consulta Rápida. PHP com XML. Juliano Niederauer. Terceira Edição. Novatec Guia de Consulta Rápida PHP com XML Juliano Niederauer Terceira Edição Novatec Copyright 2002 da Novatec Editora Ltda. Todos os direitos reservados e protegidos pela Lei 9.610 de 19/02/1998. É proibida

Leia mais

Bases de dados semi-estruturadas, XML

Bases de dados semi-estruturadas, XML Bases de dados semi-estruturadas, XML Fernando Lobo Base de Dados, Universidade do Algarve 1 / 40 Modelo de informação semi-estruturado Esquema está impĺıcito nos dados. Ao invés do modelo relacional,

Leia mais

Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP)

Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP) Hardware (Nível 0) Organização O AS/400 isola os usuários das características do hardware através de uma arquitetura de camadas. Vários modelos da família AS/400 de computadores de médio porte estão disponíveis,

Leia mais

DOCUMENTAÇÃO DO FRAMEWORK - versão 2.0

DOCUMENTAÇÃO DO FRAMEWORK - versão 2.0 DOCUMENTAÇÃO DO FRAMEWORK - versão 2.0 Índice 1 - Objetivo 2 - Descrição do ambiente 2.1. Tecnologias utilizadas 2.2. Estrutura de pastas 2.3. Bibliotecas já incluídas 3 - Características gerais 4 - Criando

Leia mais

Java Como Programar, 8/E

Java Como Programar, 8/E Capítulo 2 Introdução aos aplicativos Java Java Como Programar, 8/E (C) 2010 Pearson Education, Inc. Todos os 2.1 Introdução Programação de aplicativo Java. Utilize as ferramentas do JDK para compilar

Leia mais

Desenvolvimento em Ambiente Web. Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com

Desenvolvimento em Ambiente Web. Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com Desenvolvimento em Ambiente Web Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com No início A Web é criada em 1989, para ser um padrão de publicação e distribuição de textos científicos e acadêmicos.

Leia mais

Desenvolvimento de um CMS 1 para a criação e publicação de web sites acessíveis por deficientes visuais.

Desenvolvimento de um CMS 1 para a criação e publicação de web sites acessíveis por deficientes visuais. Desenvolvimento de um CMS 1 para a criação e publicação de web sites acessíveis por deficientes visuais. Tales Henrique José MOREIRA 1 ; Gabriel da SILVA 2 ; 1 Estudante de Tecnologia em Sistemas para

Leia mais

Introdução à Tecnologia Web HTML HyperText Markup Language XHTML extensible HyperText Markup Language Estrutura Básica do Documento HTML

Introdução à Tecnologia Web HTML HyperText Markup Language XHTML extensible HyperText Markup Language Estrutura Básica do Documento HTML IntroduçãoàTecnologiaWeb HTML HyperTextMarkupLanguage XHTML extensiblehypertextmarkuplanguage EstruturaBásicadoDocumentoHTML ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger www.elizabete.com.br ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger

Leia mais

Introdução ao HTML 5 e Implementação de Documentos

Introdução ao HTML 5 e Implementação de Documentos Linguagem de Programação para Web Introdução ao HTML 5 e Implementação de Documentos Prof. Mauro Lopes 1-31 20 Objetivo Iremos aqui apresentar a estrutura básica de um documento HTML e iremos também apresentar

Leia mais

Desenvolvendo Websites com PHP

Desenvolvendo Websites com PHP Desenvolvendo Websites com PHP Aprenda a criar Websites dinâmicos e interativos com PHP e bancos de dados Juliano Niederauer 19 Capítulo 1 O que é o PHP? O PHP é uma das linguagens mais utilizadas na Web.

Leia mais

Programação para Internet I 4. XML. Nuno Miguel Gil Fonseca nuno.fonseca@estgoh.ipc.pt

Programação para Internet I 4. XML. Nuno Miguel Gil Fonseca nuno.fonseca@estgoh.ipc.pt Programação para Internet I 4. XML Nuno Miguel Gil Fonseca nuno.fonseca@estgoh.ipc.pt Standard do W3C (www.w3c.org) Formato de ficheiros de texto derivado de SGML (Standard Generalized Markup Language)

Leia mais

Introdução à Tecnologia Web 2010 HTML HyperText Markup Language XHTML extensible HyperText Markup Language Seção do Corpo Listas

Introdução à Tecnologia Web 2010 HTML HyperText Markup Language XHTML extensible HyperText Markup Language Seção do Corpo Listas IntroduçãoàTecnologiaWeb2010 HTML HyperTextMarkupLanguage XHTML extensiblehypertextmarkuplanguage SeçãodoCorpo Listas ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger SeçãodoCorpo Listas Índice

Leia mais

CONCEITOS INICIAIS. Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web;

CONCEITOS INICIAIS. Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web; CONCEITOS INICIAIS Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web; O que é necessário para se criar páginas para a Web; Navegadores; O que é site, Host, Provedor e Servidor Web; Protocolos.

Leia mais

Introdução à Tecnologia Web

Introdução à Tecnologia Web Introdução à Tecnologia Web JavaScript Histórico e Características Índice 1 JAVASCRIPT... 2 1.1 Histórico... 2 1.2 Aplicações de JavaScript... 2 a) Interatividade... 2 b) Validação de formulários... 2

Leia mais

Introdução. http://www.youtube.com/watch?v=6gmp4nk0eoe

Introdução. http://www.youtube.com/watch?v=6gmp4nk0eoe Introdução http://www.youtube.com/watch?v=6gmp4nk0eoe Treinamento básico em software I Código HTML - Concebido por Tim Berners-Lee Berners-Lee atualmente mantém um blog que discute questões atuais sobre

Leia mais

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Sistemas Distribuídos Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Sistemas Distribuídos Basedos na Web Capítulo 12 Agenda Arquitetura Processos Comunicação Nomeação Sincronização Consistência e Replicação Introdução

Leia mais

Processamento de dados XML

Processamento de dados XML Processamento de dados XML César Vittori cvittori@inf.ufrgs.br Outubro de 2000 Resumo Considerações no desenvolvimento de software para processar dados XML. Processamento de uma DTD para interpretar marcação

Leia mais

Minicurso introdutório de desenvolvimento para dispositivos Android. Cristiano Costa

Minicurso introdutório de desenvolvimento para dispositivos Android. Cristiano Costa Minicurso introdutório de desenvolvimento para dispositivos Android Cristiano Costa Desenvolvimento da interface estática Sobre mim Graduando em Engenharia Eletrônica - UNIFEI Trabalhou em desenvolvimento

Leia mais

Introdução à Tecnologia Web HTML HyperText Markup Language XHTML extensible HyperText Markup Language Seção do Corpo Estrutura da Página

Introdução à Tecnologia Web HTML HyperText Markup Language XHTML extensible HyperText Markup Language Seção do Corpo Estrutura da Página IntroduçãoàTecnologiaWeb HTML HyperTextMarkupLanguage XHTML extensiblehypertextmarkuplanguage SeçãodoCorpo EstruturadaPágina ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger SeçãodoCorpo EstruturadaPágina

Leia mais

UFG - Instituto de Informática

UFG - Instituto de Informática UFG - Instituto de Informática Especialização em Desenvolvimento de Aplicações Web com Interfaces Ricas EJB 3.0 Prof.: Fabrízzio A A M N Soares professor.fabrizzio@gmail.com Aula 13 Web Services Web Services

Leia mais

MAPEAMENTO DE CONSULTAS SQL EM XML ENTRE SISTEMAS GERENCIADORES DE BANCO DE DADOS RELACIONAIS

MAPEAMENTO DE CONSULTAS SQL EM XML ENTRE SISTEMAS GERENCIADORES DE BANCO DE DADOS RELACIONAIS Universidade Federal de Santa Catarina Centro Tecnológico Departamento de Informática e Estatística Curso de Sistemas de Informação RENATO SULZBACH MAPEAMENTO DE CONSULTAS SQL EM XML ENTRE SISTEMAS GERENCIADORES

Leia mais

Projeto de Arquitetura

Projeto de Arquitetura Projeto de Arquitetura Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 1 Objetivos Apresentar projeto de arquitetura e discutir sua importância Explicar as decisões de projeto

Leia mais

Novell. Novell Teaming 1.0. novdocx (pt-br) 6 April 2007 EXPLORAR O PORTLET BEM-VINDO DESCUBRA SEU CAMINHO USANDO O NOVELL TEAMING NAVIGATOR

Novell. Novell Teaming 1.0. novdocx (pt-br) 6 April 2007 EXPLORAR O PORTLET BEM-VINDO DESCUBRA SEU CAMINHO USANDO O NOVELL TEAMING NAVIGATOR Novell Teaming - Guia de início rápido Novell Teaming 1.0 Julho de 2007 INTRODUÇÃO RÁPIDA www.novell.com Novell Teaming O termo Novell Teaming neste documento se aplica a todas as versões do Novell Teaming,

Leia mais

2. O AMBIENTE DE PROGRAMAÇÃO EM C

2. O AMBIENTE DE PROGRAMAÇÃO EM C 2. O AMBIENTE DE PROGRAMAÇÃO EM C Este capítulo trata de colocar a linguagem C para funcionar em um ambiente de programação, concentrando-se no compilador GNU Compiler Collection (gcc). Mas qualquer outro

Leia mais

Sumário. HTML CSS JQuery Referências IHC AULA 6 5-09-2011 1

Sumário. HTML CSS JQuery Referências IHC AULA 6 5-09-2011 1 Sumário HTML CSS JQuery Referências IHC AULA 6 5-09-2011 1 Linguagem HTML HTML é a abreviação de HyperText Markup Language, que pode ser traduzido como Linguagem de Marcação de Hipertexto. Não é uma linguagem

Leia mais

VPAT (Voluntary Product Accessibility Template, Modelo de Acessibilidade de Produto) do eportfolio da Desire2Learn Maio de 2013 Conteúdo

VPAT (Voluntary Product Accessibility Template, Modelo de Acessibilidade de Produto) do eportfolio da Desire2Learn Maio de 2013 Conteúdo VPAT (Voluntary Product Accessibility Template, Modelo de Acessibilidade de Produto) do eportfolio da Desire2Learn Maio de 2013 Conteúdo Introdução Recursos de acessibilidade principais Navegação usando

Leia mais

Web Design Aula 11: XHTML

Web Design Aula 11: XHTML Web Design Aula 11: XHTML Professora: Priscilla Suene priscilla.silverio@ifrn.edu.br Motivação HTML 1.0-2.0: Havia hipertextos, não havia preocupação com a apresentação HTML 3: Guerra dos Browser (Microsoft

Leia mais

Núcleo de Pós Graduação Pitágoras

Núcleo de Pós Graduação Pitágoras Núcleo de Pós Graduação Pitágoras Professor: Fernando Zaidan Disciplina: Arquitetura da Informática e Automação MBA Gestão em Tecnologia 1 da Informaçao 2 Figura: Tela do IBM Mainframe Fonte: Arquivo próprio

Leia mais

MÓDULO 1 - xhtml Básico

MÓDULO 1 - xhtml Básico MÓDULO 1 - xhtml Básico 1. Introdução xhtml significa Extensible Hypertext Markup Language (Linguagem de Marcação Hipertextual Extensível) e é a linguagem de descrição de documentos usada na World Wide

Leia mais

Ginga-NCL com objetos de mídia SSML embutidos Relatório Técnico: Requisitos

Ginga-NCL com objetos de mídia SSML embutidos Relatório Técnico: Requisitos PUC-Rio - Departamento de Informática Ginga-NCL com objetos de mídia SSML embutidos Relatório Técnico: Requisitos Rafael Diniz Matrícula: 1312398 5 de agosto de 2014 Sumário 1 Introdução 2 1.1 Propósito...........................................

Leia mais

PROGRAMAÇÃO PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS -ARQUITETURAS DE APLICAÇÃO MÓVEL. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.

PROGRAMAÇÃO PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS -ARQUITETURAS DE APLICAÇÃO MÓVEL. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about. PROGRAMAÇÃO PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS -ARQUITETURAS DE APLICAÇÃO MÓVEL Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza ROTEIRO Introdução Cliente-Servidor Cliente Servidor Tipos de conexão

Leia mais

Documento apresentado para discussão. II Encontro Nacional de Produtores e Usuários de Informações Sociais, Econômicas e Territoriais

Documento apresentado para discussão. II Encontro Nacional de Produtores e Usuários de Informações Sociais, Econômicas e Territoriais Documento apresentado para discussão II Encontro Nacional de Produtores e Usuários de Informações Sociais, Econômicas e Territoriais Rio de Janeiro, 21 a 25 de agosto de 2006 PID - Projeto de Interoperabilidade

Leia mais

FundamentosemInformática

FundamentosemInformática FundamentosemInformática 04 Software Conteúdo Conceito de Software Classificação de Softwares Conceito de Sistema Operacional(S.O.) FunçõesBásicasdeumS.O. um Arquivos Atributos Diretórios 1 -Conceitos

Leia mais

Desenvolvimento de Aplicações Web

Desenvolvimento de Aplicações Web Desenvolvimento de Aplicações Web André Tavares da Silva andre.silva@udesc.br Método de Avaliação Serão realizadas duas provas teóricas e dois trabalhos práticos. MF = 0,1*E + 0,2*P 1 + 0,2*T 1 + 0,2*P

Leia mais

UM NOVO CONCEITO EM AUTOMAÇÃO. Série Ponto

UM NOVO CONCEITO EM AUTOMAÇÃO. Série Ponto UM NOVO CONCEITO EM AUTOMAÇÃO Série Ponto POR QUE NOVO CONCEITO? O que é um WEBPLC? Um CP na WEB Por que usar INTERNET? Controle do processo de qualquer lugar WEBGATE = conexão INTERNET/ALNETII WEBPLC

Leia mais

Introdução à Tecnologia Web. Tipos de Sites. Profª MSc. Elizabete Munzlinger www.elizabete.com.br

Introdução à Tecnologia Web. Tipos de Sites. Profª MSc. Elizabete Munzlinger www.elizabete.com.br IntroduçãoàTecnologiaWeb TiposdeSites ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger www.elizabete.com.br ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger www.elizabete.com.br TiposdeSites Índice 1 Sites... 2 2 Tipos de Sites... 2 a) Site

Leia mais

Roteiro 2 Conceitos Gerais

Roteiro 2 Conceitos Gerais Roteiro 2 Conceitos Gerais Objetivos: UC Projeto de Banco de Dados Explorar conceitos gerais de bancos de dados; o Arquitetura de bancos de dados: esquemas, categorias de modelos de dados, linguagens e

Leia mais

APOSTILA BÁSICA INFORMÁTICA: 1. PROCESSADOR DE TEXTOS 1.1 Conhecendo o aplicativo Word 2007 2.EDITOR DE PLANILHAS

APOSTILA BÁSICA INFORMÁTICA: 1. PROCESSADOR DE TEXTOS 1.1 Conhecendo o aplicativo Word 2007 2.EDITOR DE PLANILHAS APOSTILA BÁSICA INFORMÁTICA: 1. PROCESSADOR DE TEXTOS 1.1 Conhecendo o aplicativo Word 2007 2.EDITOR DE PLANILHAS 3.INTERNET 3.1. Internet: recursos e pesquisas 3.2. Conhecendo a Web 3.3. O que é um navegador?

Leia mais

Linguagem de Estruturação e Apresentação de Conteúdos

Linguagem de Estruturação e Apresentação de Conteúdos UNIVERSIDADE TECNOLOGICA FEDERAL DO PARANA MINISTERIO DA EDUCAÇÃO Câmpus Santa Helena Curso de Bacharelado em Ciência da Computação Linguagem de Estruturação e Apresentação de Conteúdos Prof. Me. Arlete

Leia mais

Componentes da linguagem C++

Componentes da linguagem C++ Componentes da linguagem C++ C++ é uma linguagem de programação orientada a objetos (OO) que oferece suporte às características OO, além de permitir você realizar outras tarefas, similarmente a outras

Leia mais

Consumindo um Web Service através de uma Aplicação Comercial em Android. Alex Malmann Becker www.alex.porthal.com.br alex@porthal.com.

Consumindo um Web Service através de uma Aplicação Comercial em Android. Alex Malmann Becker www.alex.porthal.com.br alex@porthal.com. Consumindo um Web Service através de uma Aplicação Comercial em Android Alex Malmann Becker www.alex.porthal.com.br alex@porthal.com.br 08/2014 Agenda Introdução Conceitos Web Service Por que utilizar

Leia mais

Internet e Programação Web

Internet e Programação Web COLÉGIO ESTADUAL PEDRO MACEDO Ensino Profissionalizante Internet e Programação Web 3 Técnico Prof. Cesar 2014 1 SUMÁRIO Criar sites dinâmicos em PHP --------------------------------------------------------

Leia mais

RSS no desenvolvimento de uma Central de Notícias

RSS no desenvolvimento de uma Central de Notícias RSS no desenvolvimento de uma Central de Notícias Darley Passarin 1, Parcilene Fernandes de Brito 1 1 Sistemas de Informação Centro Universitário Luterano de Palmas (CEULP/ULBRA) Palmas TO Brasil darley@centralrss.com.br,

Leia mais

Ferramenta: Spider-CL. Manual do Usuário. Versão da Ferramenta: 1.1. www.ufpa.br/spider

Ferramenta: Spider-CL. Manual do Usuário. Versão da Ferramenta: 1.1. www.ufpa.br/spider Ferramenta: Spider-CL Manual do Usuário Versão da Ferramenta: 1.1 www.ufpa.br/spider Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autor 14/07/2009 1.0 15/07/2009 1.1 16/07/2009 1.2 20/05/2010 1.3 Preenchimento

Leia mais

Webdesign A tag HEAD e as Meta tags

Webdesign A tag HEAD e as Meta tags Webdesign A tag HEAD e as Meta tags Conteúdos Os materiais de aula, apostilas e outras informações estarão disponíveis em: www.thiagomiranda.net HEAD Como vimos anteriormente, o nosso documento HTML é

Leia mais

Acessibilidade no SIEP (Sistema de Informações da Educação Profissional e Tecnológica) Módulo de Acessibilidade Virtual CEFET Bento Gonçalves RS Maio 2008 ACESSIBILIDADE À WEB De acordo com Cifuentes (2000),

Leia mais

02 - Usando o SiteMaster - Informações importantes

02 - Usando o SiteMaster - Informações importantes 01 - Apresentação do SiteMaster - News Edition O SiteMaster foi desenvolvido para ser um sistema simples de gerenciamento de notícias, instalado em seu próprio computador e com configuração simplificada,

Leia mais

INTEGRAÇÃO DE APLICAÇÕES UTILIZANDO WEB SERVICE 1. Kellen Kristine Perazzoli 2 ; Manassés Ribeiro 3

INTEGRAÇÃO DE APLICAÇÕES UTILIZANDO WEB SERVICE 1. Kellen Kristine Perazzoli 2 ; Manassés Ribeiro 3 INTEGRAÇÃO DE APLICAÇÕES UTILIZANDO WEB SERVICE 1 Kellen Kristine Perazzoli 2 ; Manassés Ribeiro 3 INTRODUÇÃO Atualmente empresas de diversos portes estão encontrando nos web services soluções para seus

Leia mais