DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA DE VENDAS NA WEB UTILIZANDO JSP

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1 UNIÃO EDUCACIONAL MINAS GERAIS S/C LTDA FACULDADE DE CIÊNCIAS APLICADAS DE MINAS Autorizada pela Portaria no 577/2000 MEC, de 03/05/2000 BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA DE VENDAS NA WEB UTILIZANDO JSP RAFAEL FERREIRA BARALE Uberlândia 2007

2 RAFAEL FERREIRA BARALE DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA DE VENDAS NA WEB UTILIZANDO JSP Trabalho de Final de curso submetido à UNIMINAS como parte dos requisitos para a obtenção do grau de Bacharel em Sistemas de Informação. Orientador: Prof. Msc. Silvio Bacalá Jr Uberlândia 2007

3 RAFAEL FERREIRA BARALE DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA DE VENDAS NA WEB UTILIZANDO JSP Trabalho de Final de curso submetido à UNIMINAS como parte dos requisitos para a obtenção do grau de Bacharel em Sistemas de Informação. Orientador: Prof. Msc. Silvio Bacalá Jr Banca Examinadora: Uberlândia, 17 de Dezembro de Prof. MSc. Silvio Bacalá Jr. Profa. Dra. Kátia Lopes da Silva. Prof. Esp. Carlos Henrique de Barros Uberlândia 2007

4 Dedico a todas as pessoas que me incentivaram para a realização deste trabalho, como amigos, parentes, mestres e principalmente aos meus pais que acreditaram na minha capacidade de desenvolvimento e sucesso.

5 AGRADECIMENTOS Primeiramente a Deus, por estar ao meu lado iluminando os caminhos que passei até hoje. A minha família, meus pais, irmãos e minha namorada, por sempre estarem junto a mim, me apoiando e incentivando para que eu pudesse concluir o curso de Sistemas de Informação. A UNIMINAS, pela oportunidade de fazer o curso, conhecer tantos profissionais qualificados, e principalmente ao meu orientador, Prof. Silvio Bacalá Jr., pela paciência e dedicação de um mestre.

6 RESUMO Este trabalho apresenta uma importante evolução na criação de web sites, a tecnologia JSP (Java Server Pages). É uma tecnologia utilizada para desenvolver sites com conteúdos dinâmicos, dentre as diversas tecnologias disponíveis atualmente no mercado, como: PHP, ASP, ColdFusion, Perl, entre outras. JSP possui suas principais características herdadas da própria linguagem Java, como: portabilidade, facilidade de programação, flexibilidade, eficiência e, não podendo esquecer, o fato de ser uma tecnologia gratuita, o que permite ao desenvolvedor usufruir todos os recursos disponíveis por ela. Antes de iniciar o estudo sobre JSP, são apresentadas algumas características e conceitos sobre a tecnologia Servlet. Entendendo o funcionamento da tecnologia Servlet fica mais prático estudar JSP. Também são apresentadas ferramentas necessárias na utilização da tecnologia JSP, alguns detalhes de suas instalações e configurações básicas para o desenvolvimento de projetos. Este trabalho é finalizado com o desenvolvimento de um projeto em JSP, um site que demonstra o funcionamento de uma loja virtual, contemplando o diagrama de casos de uso do projeto, as páginas que compõem o projeto e os códigos que implementam as funcionalidades do projeto. Palavras Chave: Internet, Servidor, Web, Servlet, Java Server Pages.

7 ABSTRACT This work presents important tool on web sites creation, the JSP (Java Server Pages). Among several tools disposable us to PHP, ASP, ColdFusion and Perl, JSP technology is useful to aim sites development what have dynamics contents. The main JSP features are legacy of property Java language: portability, fixture feasible, flexibility and efficient. By the principal fact watch is free technology, JSP enable to use all disposable resources. Previously in the study, some features about the Servlet technology and concepts are presents, because the understanding about Servlet operation allow easy in JSP study. Subsequently, are presents require tools on JSP technology utilization us to anyhow installation and basic configuration to projects development. Finally, this work shows one project development by use JSP. The created site demonstrates e-commerce operation, by visualizing some diagram about project use event, its compound pages and implementer s codes to functionality. Key word: Internet, Server, Web, Servlet, Java Server Pages.

8 LISTA DE FIGURAS Figura 01: Arquitetura Servlet...18 Figura 02: Hierarquia Servlet...18 Figura 03: Ciclo de vida de um Servlet...21 Figura 04: Exemplo de tempo de sessão...22 Figura 05: Funcionamento JSP...24 Figura 06: Classe Java Bean...30 Figura 07: Estrutura de diretórios Apache Tomcat...41 Figura 08: Estrutura de diretórios do Eclipse...42 Figura 09: Ícone Apache Tomcat...42 Figura 10: Tela de apresentação do Apache Tomcat...43 Figura 11: Tela de seleção de workspace...43 Figura 12: Alterando a workspace...44 Figura 13: Configurando Tomcat no Eclipse...44 Figura 14: Tela Preferences...45 Figura 15: Configurando JSP no Eclipse...45 Figura 16: Arquitetura do Projeto...47 Figura 17: Diagrama de Casos de Uso...48 Figura 18: Diagrama Entidade Relacionamento...53 Figura 19: Diagrama de Classes...53 Figura 20: Diagrama de Navegação...54 Figura 21: Interface Efetuar Login...55 Figura 22: Código Interface Login...55 Figura 23: Diagrama de Seqüência Efetuar Login...56 Figura 24: Código Efetuar Login...57 Figura 25: Interface Cadastrar Usuário...57 Figura 26: Código Interface Cadastrar Cliente...58 Figura 27: Código Cadastrar Cliente...59 Figura 28: Diagrama de Seqüência Cadastrar Cliente...60 Figura 29: Interface Lista Produtos...61 Figura 30: Código Interface Lista Produtos...62 Figura 31: Código Adicionar Carrinho...62

9 Figura 32: Diagrama de Seqüência Adicionar Carrinho...63 Figura 33: Interface Visualizar Carrinho...64 Figura 34: Código Interface Visualizar Carrinho...64 Figura 35: Diagrama de Seqüência Visualizar Carrinho...65 Figura 36: Código Remover do Carrinho...65 Figura 37: Código Fechar Pedido...66 Figura 38: Diagrama de Seqüência Fechar Pedido...67 Figura 39: Interface Visualizar Endereço...68 Figura 40: Código Interface Visualizar Endereço...68 Figura 41: Interface Alterar Endereço...69 Figura 42: Código Interface Cadastrar Endereço...70 Figura 43: Código Alterar Endereço...70 Figura 44: Diagrama de Seqüência Confirmar Entrega...72 Figura 45: Interface Forma de Pagamento...72 Figura 46: Código Interface Forma de Pagamento...72 Figura 47: Código Sair...73

10 LISTA DE QUADROS Quadro 01: Diferença de Linguagens...25 Quadro 02: Objetos Implícitos...34 Quadro 03: Métodos Objeto Config...35 Quadro 04: Diretório do Apache Tomcat...41

11 LISTA DE ABREVIATURAS E SÍMBOLOS API Application Program Interface ASP Active Server Pages CGI Common Gateway Interface DER Diagrama Entidade Relacionamento EJB Enterprise JavaBean HTML HyperText Markup Language HTTP HyperText Transfer Protocol IDE Integrate Development Environment J2EE Java 2 Enterprise Edition J2SDK Java 2 Standard Development Kit JDBC Java Data Base Connectivity JSP Java Server Pages JVM Java Virtual Machine PHP HyperText Preprocessor SGBD Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados SQL Structure Query Language URL Universal Resource Locater WAR Web Application Archive WWW Word Wide Web

12 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO CENÁRIO ATUAL IDENTIFICAÇÃO DO PROBLEMA OBJETIVOS DO TRABALHO JUSTIFICATIVA PARA A PESQUISA ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO SERVLET ARQUITETURA DE UM SERVLET HIERARQUIA SERVLET Http Servlet Http Servlet Request Http Servlet Response CICLO DE VIDA DE UM SERVLET GERENCIAMENTO DE SESSÃO JAVA SERVER PAGES FUNCIONAMENTO DIFERENÇA ENTRE LINGUAGENS SCRIPTS AÇÕES JSP <jsp:param> <jsp:forward> <jsp:include> <jsp:plugin> <jsp:getproperty> <jsp:setproperty> <jsp:usebean> JAVA BEANS PROPRIEDADES DE UM JAVA BEAN Propriedades indexadas Propriedades booleanas DIRETIVAS Include Page DECLARAÇÕES EXPRESSÕES SCRIPTLETS OBJETOS IMPLÍCITOS Objeto Page Objeto Config Objeto Request Objeto Response Objeto Out Objeto Session Objeto Application Objeto pagecontext Objeto Exception FERRAMENTAS PARA O DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES WEB UTILIZANDO JSP PRÉ- REQUISITOS INSTALAÇÃO DO J2SDK INSTALAÇÃO E CONFIGURAÇÃO DO APACHE TOMCAT INSTALAÇÃO DO ECLIPSE INICIANDO O APACHE TOMCAT INICIANDO O ECLIPSE...43

13 4.7 CONFIGURANDO O AMBIENTE DO ECLIPSE DESENVOLVIMENTO DE PROJETO WEB UTILIZANDO JSP CASO DE USO MODELAGEM DE DADOS DIAGRAMA DE CLASSES DIAGRAMA DE NAVEGABILIDADE IMPLEMENTAÇÃO DO CÓDIGO JSP Fazer login no sistema Cadastrar novo cliente Fazer Pedido CONCLUSÃO CONSIDERAÇÕES FINAIS PROPOSTA DE TRABALHOS FUTUROS...76 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...77

14 13 1 INTRODUÇÃO 1.1 Cenário atual A informática tornou-se uma realidade no século XX, principalmente em meados de 1995, com a introdução da Internet para usuários domésticos. A Internet é um dos maiores meios de comunicação desenvolvidos pelo homem e a cada dia, mais usuários utilizam esta grande rede. Por meio da Internet é possível comunicar-se com qualquer parte do mundo, de forma prática e rápida. Um conjunto de páginas contendo informações disponíveis na Internet é chamado de site. No começo, em função da tecnologia existente, os sites eram denominados estáticos, apresentando uma série de páginas pré-definidas, cujo conteúdo não era modificado. Quando um endereço é digitado no navegador para acessar alguma página da Internet, é feita uma solicitação para um determinado arquivo localizado em um computador em especial. O computador no qual o arquivo está armazenado é chamado de web server (servidor web). A principal função deste computador é servir a qualquer um na Internet que solicite arquivos que ele hospeda. Como nunca se sabe quando um usuário usará o um aplicativo web, o servidor precisa estar ativo e em execução o tempo todo. Se, no início, a Internet era composta, principalmente, de páginas estáticas com conteúdo institucional, hoje ela oferece uma infinidade de aplicações com conteúdo dinâmico e personalizado.

15 Identificação do problema Com o aumento expressivo na quantidade de usuários da Internet nos últimos anos, percebeu-se a necessidade de uma interação mais ágil e flexível com estes usuários. Por este motivo surgiram os chamados sites dinâmicos. Os sites dinâmicos possuem capacidade de receber e processar as informações de seus usuários, reagindo às mesmas em tempo real. A fundamental diferença entre um site estático e um dinâmico é a capacidade adicional que o site dinâmico tem de interatividade. No site estático, o fluxo de informação segue apenas no sentido do servidor ao usuário; já no site dinâmico, o fluxo de informação ocorre em ambos sentidos. Se, no início, a Internet era composta, principalmente, de páginas estáticas com conteúdo institucional, hoje ela oferece uma infinidade de aplicações com conteúdo dinâmico e personalizado. 1.3 Objetivos do trabalho O objetivo deste trabalho é apresentar um estudo sobre a tecnologia Java Server Pages (JSP), que é utilizada para a criação de sites dinâmicos. Este trabalho também irá monstrar como utilizar ferramentas necessárias para o desenvolvimento de projetos em JSP, finalizando com o desenvolvimento de um projeto simples e eficaz, de um sistemas de vendas na web utilizando o Java Server Pages. 1.4 Justificativa para a pesquisa Atualmente existem diversas tecnologias no mercado que possibilitam o

16 15 desenvolvimento de sites dinâmicos, seja para construir um simples site com conteúdo dinâmico, ou mesmo um complexo sistema de comercialização, que utiliza ferramentas que possibilitam consulta a bancos de dados, integração com sistemas corporativos, entre outras inúmeras funcionalidades. Dentre estas tecnologias, o Java Server Pages oferece diversas vantagens em relação ao uso de outras tecnologias (como PHP, ASP e CGI). As principais vantagens são herdadas da própria linguagem Java, que tem como característica: Portabilidade: a aplicação desenvolvida pode ser implantada em diversas plataformas, como por exemplo, Windows, Unix e Macintosh; Facilidade de programação: a programação é orientada a objetos, simplificando o desenvolvimento de sistemas complexos. Flexibilidade: o Java já se encontra bastante difundido, contando com uma enorme comunidade de desenvolvedores, ampla documentação e diversas bibliotecas e códigos prontos, dos quais o desenvolvedor pode usufruir. Além dessas vantagens, pode-se destacar também, a licença gratuita da tecnologia JSP, permitindo ao desenvolvedor usufruir todas as ferramentas e recursos necessários e disponíveis pela tecnologia. 1.5 Organização do Trabalho Este trabalho está dividido em seis capítulos: Os capítulos 2 e 3 apresentam a fundamentação teórica do trabalho, utilizando-se da pesquisa bibliográfica onde são abordados conceitos sobre as tecnologias Servlet e Java Server Pages. O capítulo 4 descreve quais ferramentas necessárias para desenvolver aplicações web utilizando a tecnologia Java Server Pages.

17 16 O capítulo 5 demonstra o desenvolvimento de um projeto web, apresentado os resultados obtidos. No capítulo 6 são apresentadas as conclusões do trabalho.

18 17 2 SERVLET Antes de falar em JSP, é aconselhável primeiro entender os Servlets. Entre os diversos protocolos disponíveis nas web, um dos mais utilizados é o protocolo HTTP (HyperText Transfer Protocol). Este protocolo serve para estabelecer comunicação entre usuários da Internet e os servidores Web. O modelo desta comunicação é conhecido como solicitação/resposta (request/response), e funciona da seguinte forma: o usuário envia uma solicitação de alguma ação ao servidor (request), o servidor realiza a ação e envia uma resposta ao usuário (response). Segundo Neto (2002, p.22), Servlets são programas simples feitos em Java os quais rodam em um Servlet Container. Um recipiente (Container) Servlet é como um servidor Web que trata requisições do usuário e gera resposta. 2.1 Arquitetura de um Servlet. Os servlets utilizam o modelo request/response que interagem dinamicamente com usuários da Internet, por isso, é uma ferramenta bastante utilizada no desenvolvimento de aplicações web. Os servlets funcionam da seguinte maneira: o usuário faz uma requisição ao servidor (o endereço de uma página, documentários, arquivos), que, por sua vez, carrega os servlets, somente uma vez na memória, onde ficam armazenados até que sejam modificados, e dá início à execução do servlet gerando uma resposta à solicitação do usuário, como mostra a figura 01.

19 18 Figura 01 - Arquitetura Servlet A cada solicitação de um servlet já existente na memória, o servidor envia a resposta ao usuário, sem que seja tratado como um novo processo para se gerenciar. 2.2 Hierarquia Servlet Um Servlet nada mais é que uma classe Java. Em especial, essa classe deve implementar a interface javax.servlet.servlet. Existem duas classes, na biblioteca de Servlets, que implementam essa interface, que são: javax.servlet.genericservlet e sua sub-classe, javax.servlet.http.httpservlet, como mostra a figura 02. A classe GenericServlet, serve para atender requisições genéricas, utilizando quaisquer protocolos, e a classe HttpServlet para atender exclusivamente requisições cujo protocolo seja HTTP. Figura 02 - Hierarquia Servlet

20 Http Servlet Esta classe estende a classe javax.servlet.genericservlet, possuindo basicamente seis métodos que são chamados automaticamente conforme as requisições HTTP. Se o browser (navegador) faz uma solicitação através do método get, no Servlet irá ser chamado o método doget(). Os seis métodos são: dopost(); utilizado para envio de dados ao servidor, uma única vez. doget();utilizado para envio de dados ao servidor, repetidas vezes. doput(); permite enviar um arquivo ao servidor. dodelete(); permite remover um documento ou uma página do servidor. dooption(); determina quais opções do HTTP são suportadas. dotrace(); fornece resposta com todos cabeçalhos enviados. Os métodos mais usados são: doget() e dopost() Http Servlet Request As solicitações que o navegador envia através do usuário ao servidor, sendo informações importantes, tais como cookies 1 e referenciador, são tratadas a partir do objeto HttpServletRequest passado a um método doget ou dopost. Assim, são recuperados cabeçalhos e parâmetros passados ao servidor, entre outros. Seus principais métodos são: getheadernames(); - busca todos os nomes do cabeçalho. getheader(); - busca todos os valores do cabeçalho. 1 Cookie é um arquivo texto (.txt) contendo informações pertinentes ao usuário enviados pelo servidor.

21 20 getquerystring(); - busca a Query String completa. getparametername(); - busca todos os nomes dos parâmetros getparametervalues(); - recuperação de parâmetros de múltiplos valores getparameter(); recuperação de parâmetros simples Http Servlet Response A interface HttpServletResponse oferece diversos métodos específicos de protocolo. Sempre há necessidade de especificar a saída para o browser, através dos métodos setcontenttype, usado para definir o tipo de informação passada, e getwriter, utilizado para escrever textos. Abaixo segue um exemplo de código de utilização dos métodos setcontenttype e getwriter. Exemplo: response.setcontenttype( text/html ); PrintWrite out = response.getwriter(); Com os métodos aplicados a essa interface, pode-se enviar cookies ao browser, manipular URLs 2 enviados ao browser e até mesmo gerenciar sessões. 2.3 Ciclo de Vida de um Servlet. Em qualquer Servlet é preciso implementar direta ou indiretamente a interface javax.servlet.servlet. O ciclo de vida de um servlet é determinado por três de seus métodos: init, service e destroy. Os servidores carregam e executam o servlet, que, por sua vez, aceita uma ou mais requisições de clientes e retornam dados para o mesmo. Os servidores podem também remover os servlets. A figura 03 ilustra o ciclo de vida de um servlet. 2 URL (Universal Resource Locator) Código para Localização Universal, permite acessar um serviço na rede web.

22 21 Figura 03 - Ciclo de vida de um Servlet Carregar: Quando um servidor carrega um servlet, ele invoca o método init() do mesmo. Como a maioria dos servlets roda em servidores multi-thread 3, não há concorrência durante a inicialização dos mesmos. Isto ocorre devido ao fato do servidor chamar somente uma vez o método init() quando carrega o servlet, e não o chamará de novo a não ser que o servlet seja recarregado. O servidor não pode recarregar um servlet até que o mesmo seja removido pelo método destroy(). Executar: Após o servidor carregar e inicializar o servlet, o mesmo está apto a receber requisições do usuário. Cada requisição possui uma chamada ao método run() em sua própria thread 4 do servlet. O método recebe a requisição do usuário e envia a resposta. Os servlets podem executar vários métodos de serviços de uma vez. Remover: Os servlets permanecem em execução até que sejam removidos. Quando um servidor remove um servlet, ele executa o método destroy() do mesmo. O método é executado somente uma vez. O servidor não executará o método destroy() novamente até que o servlet seja recarregado e reinicializado. 2.4 Gerenciamento de Sessão O protocolo de rede que os servidores web e browsers cliente usam para se comunicar é o HTTP. Os servidores HTTP não mantêm qualquer informação a respeito dos navegadores que estão conectados a eles. As conexões HTTP são iniciadas por um browser 3 Servidores com mais de um fluxo de controle seqüencial. 4 Fluxo de controle seqüencial dentro de um programa.

23 22 cliente que envia uma solicitação e recebe uma resposta. No final do processo, o servidor não possui nenhuma informação a respeito do computador no qual aquele navegador está rodando. Se o navegador fizer outra solicitação, a mesma será tratada, pelo servidor como se fosse a primeira. Atualmente, grande parte de sites web usa algum tipo de login (usuário/senha) para realizar operações durante o decorrer do processamento da página. Se várias páginas forem solicitadas, é necessário um mecanismo para manter o controle de usuários, caso contrário o usuário terá que confirmar o login a cada operação realizada. Este mecanismo de tentar manter a informação de login é chamado de gerenciamento de sessão. A idéia do gerenciamento de sessão é fazer com que todas as solicitações feitas por um único usuário, durante um determinado período, façam parte de uma única sessão. Das técnicas de gerenciamento de sessão, o objeto Session é muito utilizado por ser fácil de usar, além de muito poderoso. Por padrão, o objeto session, quando é criado, envia ao browser do cliente e ao servidor um identificador de sessão, que fica ativo até que se destrua a mesma ou o tempo expire. O arquivo web.xml é um arquivo de configuração de aplicações web. Nesse arquivo, são especificadas as servlets que compõe a aplicação web. arquivo web.xml: O arquivo WEB-INF/web.xml é o descritor do contexto de aplicação web, segundo a especificação Java Servlet/J2EE. As informações nele contidas são as configurações específicas da aplicação. (d'ávila,2003) A figura 04 ilustra um exemplo de configuração de tempo de sessão através do Figura 04 - Exemplo de tempo de sessão

24 23 3 JAVA SERVER PAGES junto com html. Segundo Neto (2002, p.22), JSP é uma página da Web que contém código Java Em termos funcionais, a tecnologia JSP (Java Server Pages) não oferece nada que não possa conseguir com Servlets. O JSP, entretanto, oferece vantagem de ser facilmente codificado, facilitando assim a elaboração e manutenção da página dinâmica. Além disso, permite separar a programação lógica (parte dinâmica) da programação visual (parte estática), facilitando o desenvolvimento de aplicações mais robustas, seguras, portáteis e eficientes, em que o programador e designer podem trabalhar em um mesmo projeto de forma independente. A tecnologia JSP é usada para servir conteúdo dinâmico para o usuário, usando lógica de dados no lado do servidor. JSP possui a vantagem da portabilidade de plataforma, e da compilação das páginas permitindo que elas rodem mais rapidamente. Possibilita também que o desenvolvedor de sites possa produzir aplicações que acessa aos mais diversos bancos de dados utilizando a tecnologia JDBC (Java Database Connectivity), acesso a arquivos texto, captação de informações sobre visitante e sobre o servidor, entre diversas outras. 3.1 Funcionamento Inicialmente o usuário faz uma requisição de uma página JSP, por meio de um browser. Esta página, então, será processada pelo servidor; se for a primeira vez, a página JSP é transformada em um Servlet, que é compilado, e gerando um bytecode (conhecido por.class), a partir da qual é gerada uma página HTML 5 (HyperText Markup Language) que é enviada ao browser do cliente. A partir da segunda vez que esta página for acessada é 5 HTML - trata-se de uma linguagem de marcação utilizada para produzir páginas na Internet.

25 verificado apenas se ocorreram ou não quaisquer mudanças; caso negativo, apenas o bytecode é chamado para gerar a página HTML. A figura 05 ilustra esse funcionamento. 24 Figura 05 Funcionamento JSP Vale lembrar que existe uma pequena lentidão no primeiro acesso a página JSP devido à compilação do JSP em Servlets (bytecode.class). A partir do segundo acesso, as páginas JSP executam com maior rapidez. JSP usa a linguagem Java como base para a sua linguagem de Scripts, aproveitando todo seu potencial, motivo pelo qual JSP apresenta-se muito mais flexível e robusto. 3.2 Diferença entre linguagens scripts. Existem várias linguagens scripts usadas para criar aplicações Web. Entre elas ASP, PHP, ColdFusion e Perl. O quadro 01 apresenta as principais diferenças entre essas linguagens. Sistemas Operaciona is JSP ASP ColdFusion Perl PHP Windows, Windows Windows, Windows, Windows, Linux, Unix Linux, Unix Linux, Unix, Linux, Unix Mac OS PWS, IIS Apache, IIS, Apache, IIS Apache, IIS Sun One, Netscape Servidores Apache, Sun One, Netscape Banco de Dados Oracle, DB2, Sybase, Informix Access, SQL Server, Oracle, DB2, Informix Access, SQL Server, Sybase, DB2, Oracle, Informix Access, MySQL, Oracle, DB2, Sybase, Informix Access, MySQL, Oracle, DB2, Sybase, Informix

26 25 JSP ASP ColdFusion Perl PHP - Grande - Gratuito base no - Expansivo mercado por meio de - Fácil módulos aprendizad o Prós - Portabilidad e - Todos os recursos da linguagem Java - Gratuito Contras - Exige conhecimen to Java - Só roda nativamen te no Windows - Sintaxe simples, parecida com HTML - Integração com produtos Macrome dia - Base instalada pequena - Custo adicional com servidor - Sintaxe complexa - Não há suporte oficial, mas comunidade atuante presta ajuda Quadro 01 Diferença entre linguagens - Gratuito - Sintaxe simples - Não há suporte oficial, mas comunidad e atuante presta ajuda O quadro 01 apresenta também os prós e contras na utilização das linguagens. Devese levar em consideração que a linguagem JSP necessita de um único componente para que execute suas aplicações em diversas plataformas: a Máquina Virtual Java (JVM). A Máquina Virtual Java é responsável por traduzir o bytecode em código nativo, independente do sistema operacional utilizado. 3.3 Ações JSP As ações JSP executam diversas funções que estendem a capacidade de JSP. Na maioria das vezes são usadas para manipular JavaBeans (em 3.5 será visto). Existem sete tipos de ações, a seguir apresentadas <jsp:param> Esta ação, como o próprio nome diz, define um parâmetro. Sintaxe: <jsp:param name="nomeparâmetro" value="valor />

27 26 Exemplo: <jsp:param name= total value= <%total%> /> <jsp:forward> A ação forward transfere os dados de uma solicitação contendo informações da requisição do usuário de uma página JSP para outro arquivo JSP, HTML ou Servlet, desde que façam parte de uma mesma aplicação. Sintaxe: ou Exemplo: <jsp:forward page = (URL relativa <%= expressão %>) /> <jsp:forward page = (URL relativa <%= expressão %>) /> <jsp:param name = nome do parâmetro value = (valor do parâmetro <%= expressão %>) /> </jsp:forward> <jsp:forward page = selecimg.jsp > <jsp:param name = totalimg value = <%=totalimg%> /> </jsp:forward> <jsp:include> Este elemento permite incluir um arquivo estático ou dinâmico numa página JSP. O resultado de incluir um ou outro são diferentes. Se o arquivo é estático, seu conteúdo é incluído quando a página é compilada num servlet. Se for dinâmico, funciona como uma requisição para o arquivo e manda o resultado de volta para a página. Quando estiver terminada a ação do include continua-se processando o restante da página. Sintaxe: <jsp:include page = ( URL relativa <%=expressão %>) flush= true />

28 27 ou Exemplo: <jsp:include page = ( URL relativa <%=expressão %>) flush= true /> <jsp:param name= nome do parâmetro value = (nome do parâmetro <%=expressão%>) /> </jsp:include> <html> <body> Olá! <jsp:include page = conteudo.jsp /> </body> </html> <jsp:plugin> Executa ou mostra um objeto (precisamente um applet** ou um JavaBean) no navegador do cliente, usando o plug-in Java que está embutido no navegador ou instalado na máquina. Sintaxe: Exemplo: <jsp:plugin type="bean applet" code="classfilename" codebase="classfiledirectoryname" [ name="instancename" ] [ archive="uritoarchive,..." ] [ align="bottom top middle left right" ] [ height="displaypixels" ] [ width="displaypixels" ] [ hspace="leftrightpixels" ] [ vspace="topbottompixels" ] [ jreversion="jreversionnumber 1.1" ] [ nspluginurl="urltoplugin" ] [ iepluginurl="urltoplugin" ] > </jsp:plugin> <jsp:plugin type= applet code = MyApplet.class width = 475 height = 350 > </jsp:plugin>

29 <jsp:getproperty> O elemento <jsp:getproperty> captura o valor da propriedade de um JavaBean usando o método get da propriedade, e mostra o valor na página JSP. É necessário criar ou localizar o bean com <jsp:usebean> antes de usar <jsp:getproperty>. Sintaxe: <jsp:getproperty name= nome do objeto(javabean) property= nome da propriedade/> Exemplo: <jsp:getproperty name = livro1 property = titulo /> <jsp:setproperty> Este elemento ajusta o valor de uma ou mais propriedades em um JavaBean, usando o método de ajuste (set) dele. É necessário declarar o JavaBean com <jsp:usebean> antes de ajustar uma propriedade. Estas duas ações trabalham juntas, portanto o nome de instancia usada nas duas deve ser igual. Sintaxe: <jsp:setproperty name= nome da instancia de bean property= * property= nome da propriedade param= nome do parâmetro property= nome da propriedade value= (string <%expressão%>) /> Exemplo: <jsp:setproperty name = clients property = telefone value = >

30 <jsp:usebean> A ação jsp:usebean é responsável por localizar ou criar uma nova instância de um JavaBean. Esta ação possui as propriedades: id, scope e class, onde id é uma variável que identifica o bean, scope é o escopo no qual o bean existe e no qual a variável definida por id estará disponível, os valores da propriedade scope podem ser: page, request, session e application, a propriedade class cria uma instância de um bean a partir de uma class. Quando o valor da propriedade scope for page, o bean poderá ser usado dentro de uma página JSP que contenha o elemento jsp:usebean, caso o valor seja request o bean pode ser usado a partir de qualquer página JSP processando a mesma requisição, com o valor igual a session o bean existirá durante toda a sessão do usuário, já com o valor sendo application, o bean poderá ser usado a partir de qualquer página na mesma aplicação web da página que o criou. Sintaxe: Exemplo: <jsp: usebean id= nome scope= page request session application class= nome completo da classe >... </jsp:usebean> <jsp:usebean id = clientes class = Clientes scope = page > <jsp:setproperty name = clientes property = nome value = Jose > <jsp:setproperty name = clientes property = telefone value= /> </jsp:usebean>

31 Java Beans JavaBeans são, na verdade, classes Java reutilizáveis que seguem algumas regras bem definidas para nomeação de seus métodos e variáveis. A idéia por trás do uso desses JavaBeans em páginas JSP é que eles encapsulem a lógica da aplicação, separando-a do restante da página. Para efeitos de uso dessas classes em páginas JSP, é necessário seguir algumas regras básicas no desenvolvimento: 1- O construtor da classe, se declarado, não deve receber nenhum argumento. 2- Podem existir um ou mais métodos públicos para a definição de valores de propriedades do JavaBean; esses métodos são chamados de métodos setter. 3- Podem existir um ou mais métodos públicos para a obtenção de valores de propriedades do JavaBean; esses métodos são chamados de métodos getter. A figura 06 mostra um exemplo de classe JavaBean que implementa uma lógica básica. Figura 06 Classe JavaBean

32 Propriedades de um Java Bean Os atributos são definidos como privados, com métodos get e set para acessá-los, que então serão públicos, conforme a sintaxe abaixo. Sintaxe: private String nome; public String getnome() {return nome;} public void setnome(string novo) {nome = novo;} Uma boa convenção de nome de propriedades é começar com letra minúscula e colocar em maiúscula a primeira letra de cada palavra subseqüente. Assim como nos métodos de ajuste, a palavra set ou get começa em minúscula e a primeira letra da propriedade será maiúscula. Exemplo: private String corcarro; public String getcorcarro( ); Propriedades indexadas. É a propriedade que possui um conjunto de valores, por meio de métodos pode-se acessar o conjunto completo de valores ou mesmo acessar um elemento especifico. private String[ ] telefone; public String[ ] gettelefone(); public void settelefone (int index); Propriedades booleanas A propriedade booleana possui dois valores: verdadeiro e falso. Para as propriedades booleanas, pode-se substituir a palavra get por is. private boolean enabled; public Boolean isenabled();

33 Diretivas São instruções processadas quando a página JSP é compilada em um servlet. Diretivas são usadas para ajustar instrução no nível da página, inserir dados de arquivos externos e especificar bibliotecas. Diretivas são definidas entre e %>". Existem três tipos de diretivas: Include A diretiva include inclui arquivo estático em uma pagina JSP. Sintaxe: include file= URL relativa %> Exemplo include file= Reverso.jsp %> Page Esta diretiva define atributos que são aplicados a todo o arquivo JSP e a todos os seus arquivos incluídos estaticamente. sintaxe page attributelist %> exemplo: page language=java %> 3.7 Declarações São similares às declarações de variáveis de Java e definem variáveis para uso

34 33 subseqüente em expressões ou scriptlets. São definidas entre <%! e %> Sintaxe: Exemplo: <%! Declaração %> <%! private int id = 0; Public String parsedate(date dt) { } %> 3.8 Expressões. Possui um conteúdo da linguagem Java que é validado, convertido para uma String, e inserido onde a expressão aparece no arquivo JSP. Não é usado ponto e vírgula para terminar a expressão e só pode haver uma entre <%= e %>. Sintaxe: <%= expressão %> Exemplo: <% = new java.util.date()%> 3.9 Scriptlets. Scriptlets são blocos de código Java embutidos em uma página JSP. O código do scriptlet é inserido literalmente no servlet gerado pela máquina. É definido entre <% e %>. Sintaxe: Exemplo: <% scriptlet %> <% if(calendar.getinstance().get(calendar.am_pm)== Calendar.AM) {%>Está de manhã!<%} else {%>Que horas são <%} %>

35 Objetos Implícitos Como uma característica conveniente, o container JSP deixa disponíveis objetos implícitos que podem ser usados nos scriptlets e expressões, sem que o autor tenha que criálos. Estes objetos instanciam classes definidas na API (Application Progam Interface) de Servlets. A seguir o quadro 02 mostra os principais objetos implícitos, suas classes e descrição destes objetos. Objeto Classe ou Interface Descrição Page javax.servlet.jsp.httpjsppage Instância de servlet da pagina Config Request javax.servlet.servletconfig javax.servlet.http.httpservletrequest Dados de configuração do servlet Dados de solicitação incluindo parâmetros Response javax.servlet.http.httpservletresponse Dados da resposta Out javax.servlet.jsp.jspwriter Fluxo de saída para o conteúdo da página Session javax.servlet.http.httpsession Dados de sessão específicos de usuário application javax.servlet.servletcontext Dados compartilhados por todas as páginas de aplicação pagecontext javax.servlet.jsp.pagecontext Dados de contexto para execução da página Exception javax.lang.throwable Quadro 02 Objetos Implícitos Erros não capturados ou de execução Objeto Page. O objeto page representa a própria página JSP ou, mais especificamente uma instância da classe de servlet na qual a página foi traduzida. Abaixo segue um exemplo utilizando o objeto implícito page: page info="página de Teste" %>... <%= ((javax.servlet.jsp.httpjsppage)page).getservletinfo() %>

36 Objeto Config. O objeto config armazena dados de configuração do servlet na forma de parâmetros de inicialização - para a qual uma página JSP é compilada. O objeto config é uma intância da interface javax.servlet.servletconfig. Estão listados abaixo os métodos fornecidos por esta interface. Métodos Descrição EnumerationgetInitParameterNames() String getinitparameter(string name) Recupera o nome de todos os parâmetros de inicilização Recupera o valor do parâmetro de inicilização a partir de um nome Quadro - 03 Métodos do objeto config. As páginas JSP raramente são escritas para interagir com parâmetros de inicialização, por isso, este objeto é pouco utilizado na prática Objeto Request O objeto request representa a solicitação que acionou o processamento da página atual. Para solicitações de protocolo HTTP, este objeto fornece acesso a todas as informações associadas à página, incluindo sua fonte, a URL solicitada e quaisquer cabeçalhos, cookies ou parâmetros associados com a solicitação. Exemplo: // Retorna o endereço de rede (IP) do host que enviou a solicitação. Seu IP é :<%= request.getremoteaddr() %> // Retorna o nome totalmente qualificado do host que enviou a solicitação. Seu Host é :<%= request.getremotehost() %> Objeto Response O objeto response representa a resposta que será enviada de volta para o usuário como resultado do processamento da página JSP.

37 36 Exemplo... // Atribui o valor definido pela variável "value" ao cabeçalho especificado por "name" response.setheader (String name, String value); Objeto Out Este objeto implícito representa o fluxo da saída para a página, cujo conteúdo será enviado para o navegador como o corpo de sua resposta. Exemplo:... //retorna à página a palavra UNIMINAS out.println( UNIMINAS ); Objeto Session. Este objeto implícito representa a sessão atual de um usuário individual. Todas as solicitações feitas por um usuário são partes de uma única série de interações com o servidor web, ou seja, parte de uma sessão. Desde que novas solicitações por aquele usuário continuem sendo recebidas pelo servidor, a sessão persiste. Se, no entanto, um período de tempo passar sem que qualquer nova solicitação do usuário seja recebida, a sessão expira. O objeto session, então, armazena informações a respeito da sessão. Os dados específicos de aplicação são tipicamente adicionados à sessão através de atributos, usando os métodos de interface javax.servlet.http.httpsession. O objeto session não está disponível para todas as páginas JSP. Seu uso é restrito às páginas que participam do gerenciamento da sessão, o que é indicado através do atributo session da diretiva page. O padrão é que todas as páginas participem do gerenciamento de sessão. Se o atributo estiver definido para false, o objeto não estará disponível e seu uso resultará em um erro de compilação quando o container JSP tentar traduzir a página para um servlet.

38 37 Exemplo:... Usuario u = new Usuario(nome, senha); //associa o valor da senha u ao nome usuario" session.setattribute("usuario", u); Objeto Application. Este objeto implícito representa a aplicação à qual a página JSP pertence. As páginas JSP estão agrupadas em aplicações de acordo com suas URLs. Este objeto permite acessar informações do container, interagir com o servidor e fornecer suporte para logs. Todas páginas JSP no mesmo contexto (aplicação) podem acessar as mesmas informações embutidas neste objeto. Exemplo:... Date d = new Date(); application.setattribute("hoje", d);... Date d = (Date) application.getattribute("hoje"); Objeto pagecontext O objeto pagecontext é uma instância da classe javax.servlet.jsp.pagecontext, e fornece acesso programático a todos os outros objetos implícitos. Para os objetos implícitos que aceitam atributos, o objeto pagecontext também fornece métodos para acessar aqueles atributos. Além disso, o objeto pagecontext implementa métodos para transferir controle da página atual para outra página, temporariamente, para gerar um output a ser incluído no output da página atual, ou para transferir todo o controle.

39 38 Exemplo:... // Recupera o objeto "usuario" do escopo pagecontext User upag = (User)pageContext.getAttibute ("user", pagecontext.page_scope) Objeto Exception O objeto exception é uma instância da classe Java.lang.Throwable. O objeto exception não está automaticamente disponível em todas as páginas JSP. Ao invés disso, este objeto está disponível apenas nas páginas que tenham sido designadas como páginas de erro, usando o atributo iserrorpage da diretiva page. Exemplo:... // Imprime a pilha de execução em funcionamento quando a exceção foi lançada para o fluxo de saída //especificado pelo parâmetro out. exception.printstacktrace(out); Após a apresentação de algumas características e funcionalidades da tecnologia JSP, já é possível criar um ambiente de desenvolvimento de aplicações web. No capitulo 4 serão apresentados pré-requisitos necessários para o desenvolvimento de aplicações web baseado em JSP.

40 39 4 FERRAMENTAS PARA O DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES WEB UTILIZANDO JSP Atualmente existem ferramentas que auxiliam o desenvolvedor na criação de aplicações web e estas ferramentas têm o objetivo de agilizar o processo de desenvolvimento de uma aplicação, evitando que grandes trechos de códigos sejam implementados. As ferramentas utilizadas nos exemplos aqui mostrados possuem código livre, podendo ser utilizadas sem nenhum custo para o desenvolvedor. 4.1 Pré- requisitos O primeiro passo para desenvolver aplicações Web com Servlets e páginas JSP é a configuração de um ambiente básico para a implantação e execução dessas aplicações. Esse ambiente básico pressupõe a instalação de dois componentes principais: o Java 2 Standard Development Kit (J2SDK), utilizado para compilar aplicações Java, e um Servlet Container, que irá executar os Servlets e páginas JSP desenvolvidas. o container é o componente responsável por dar suporte para as APIs de servlet e JSP. (Caleum,2006) Alguns sistemas operacionais já possuem um J2SDK instalado. Caso ainda não se encontre instalado, é possível obtê-lo no site oficial do Java (http://java.sun.com). Neste site é possível selecionar entre as versões de J2SDK para as diversas plataformas de mercado tais como Windows, Linux, Solaris e outros. O Servlet Container será responsável por prover um framework básico para as diversas aplicações desenvolvidas, inicializando as, distribuindo as requisições entre elas e tratando os resultados do processamento de cada aplicação. Existem diversos servidores disponíveis no mercado, como: IIS, Sun One, Netscape,

41 40 Apache, dentre outros. Nos exemplos aqui mostrados será usado o Apache Tomcat, disponível no site Esse servidor de aplicações atende às especificações mencionadas anteriormente e pode ser utilizado sem nenhum custo para o desenvolvedor. Um último componente utilizado para desenvolver Servlets e páginas JSP é um ambiente gráfico de desenvolvimento (IDE). Nos exemplos a seguir será utilizado o Eclipse 3.2 que pode ser encontrado no site oficial (http://www.eclipse.org). O Eclipse é um dos ambientes gráficos mais utilizados atualmente e não gera nenhum custo aos usuários. O Eclipse traz em sua instalação alguns plugins básicos para desenvolvimento, mas existem outros que facilitam muito o trabalho do desenvolvedor, como o Lomboz para trabalhar com JSP e Servlets, e o Sysdeo para interação com o Tomcat. Para desenvolvimento de aplicações Web com Servlets e páginas JSP, utilizando o Eclipse, serão utilizados dois plugin s, um para interação do Eclipse com o Container que é o plugin Sysdeo, disponível no site e o outro para gerar Servlets e JSP s (Lomboz), disponível no site Para a utilização correta dos plugins, é necessário que possuam versão correspondente a do Eclipse. 4.2 Instalação do J2SDK A versão do J2SDK utilizada nos exemplos a seguir é a 5.0, para plataformas Windows XP e, como visto anteriormente, pode ser encontrada no site oficial do Java (http://java.sun.com). O processo de instalação do J2SDK é típico, uma vez iniciado, basta seguir corretamente as instruções do assistente de ajuda. O processo é simples e rápido.

42 Instalação e configuração do Apache Tomcat No site oficial do Apache Tomcat estão disponíveis versões do software com instaladores para os diversos sistemas operacionais. O processo de instalação é simples e um tutorial deste processo está disponível no site Uma vez finalizado, tem-se um servidor de aplicações pronto para produção. Para entender um pouco mais a fundo o funcionamento do Tomcat, deve-se examinar os diretórios criados durante o processo de instalação. Os principais diretórios criados podem ser vistos no quadro 04: Quadro 04 Diretório do Apache Tomcat A figura 07 ilustra a estrutura de diretórios do Apache Tomcat. Figura 07 Estrutura de diretórios do Apache Tomcat

43 Instalação do Eclipse 3.2 Conforme visto, existe um diretório no Apache Tomcat chamado webapps onde devem ser instaladas as diversas aplicações desenvolvidas. O Eclipse 3.2 gera um arquivo de extensão WAR (Web Application Archive), que serve para empacotar toda a aplicação web. Através do arquivo war, pode-se instalar aplicações web junto ao Apache Tomcat. Para isto, o arquivo.war deve ficar localizado dentro do diretório webapps do Tomcat. Para instalar o Eclipse 3.2, basta descompactar o conteúdo do arquivo no diretório raíz da máquina, como na figura mostrada abaixo. Figura 08 - Estrutura de diretórios do Eclipse A instalação do tomcatplugin é praticamente igual a do Eclipse, bastando descompactar todo o arquivo dentro da pasta C:\eclipse\plugins. No caso do Lomboz, é necessário descompactar as pastas plugins e features dentro de suas respectivas pastas. 4.5 Iniciando o Apache Tomcat Para iniciar o Apache Tomcat, basta executar o Monitor Tomcat. Aparece um ícone do Apache Tomcat na área de notioficação, como na figura 09. Figura 09 - Ícone Apache Tomcat

44 Basta clicar com o botão direito do mouse na figura e selecionar a opção start 43 service. Para testar se o Tomcat está funcionando corretamente, abra o navegador e digite o seguinte endereço onde 8080 é a porta selecionada durante a instalação do Apache. A figura 10 mostra a tela de apresentação do Apache Tomcat. Figura 10 - Tela de apresentação de Apache Tomat 4.6 Iniciando o Eclipse Para iniciar o uso do Eclipse, execute o arquivo eclipse.exe. Durante o processo de inicialização do Eclipse deve-se configurar o diretório padrão das Workspaces, que será o local onde ficarão armazenados os projetos. Figura 11 - Tela de seleção de workspace A figura 11 mostra a seleção do workspace, que pode ser alterado posteriormente, no menu File, na opção Switch workspace, como mostra a figura 12.

45 44 Figura 12 - Alterando a workspace 4.7 Configurando o Ambiente do Eclipse Ao iniciar o desenvolvimento de um novo projeto no Eclipse, é necessário configurar o ambiente do mesmo, para possibilitar a comunicação do projeto com o Tomcat e desenvolver páginas JSP e Servlets. Para configurar o projeto com o Tomcat, deve-se acessar no menu Window, a opção Preferences (Figura 13). Figura 13 - Configurando o Tomcat no Eclipse Na tela Preferences, selecionar a opção Tomcat. Em Tomcat version selecionar a versão instalada do Tomcat, neste caso a 5.X. Em Tomcat home selecionar o diretório do Tomcat ( C:\Arquivos de programas\apache Software Foundation\Tomcat 5.5 ). A tela Preferences deve ficar da mesma forma como é mostrado na figura 14.

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