AULUS GIOVANI MOUZINHO FERRARO (UFF) ANDERSON AMÉRICO ALVES CANTARINO (UFF)

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1 ISSN O GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE NAVIOS DE APOIO À EMPRESAS PETROLÍFERAS COM BASE NA NT 08/08: ATENDIMENTO ÀS EXIGÊNCIAS DO PROJETO DE CONTROLE DA POLUIÇÃO (PCP) / IBAMA AULUS GIOVANI MOUZINHO FERRARO (UFF) ANDERSON AMÉRICO ALVES CANTARINO (UFF) Resumo Gerenciar um navio no ramo do petróleo no Brasil não é tarefa fácil, principalmente quando se trata de um navio estrangeiro prestando serviços em águas brasileiras. Um dos motivos são as inúmeras exigências do órgão ambiental federal do Braasil, o IBAMA, quando comparadas ao que é exigido em diversos países de primeiro mundo. Esta afirmação se ampara no fato de embarcações estrangeiras terem que se adequar àquelas exigências, incrementando estações de tratamento de esgoto, adaptando separadores de água e óleo, além do rigoroso cuidado no atendimento ao gerenciamento de resíduos e apresentação de todas as evidências cabíveis: certificados, manifestos de resíduo, relatórios, fotos etc. Particularmente à questão dos resíduos sólidos e líquidos gerados offshore, o IBAMA lançou no final do ano de 2008 a Nota Técnica 08/08, que consubstancia as diretrizes da Coordenação Geral de Petróleo e Gás para a implementação do Projeto de Controle da Poluição, exigido nos processos de licenciamento ambiental dos empreendimentos marítimos de exploração e produção de petróleo e gás, trazendo novas exigências à questão do gerenciamento de resíduos. Os navios de apoio ao segmento offshore, como os de lançamento de linha (PLSV s), que prestam serviço a empresas petrolíferas as quais mantêm estes empreendimentos, acabam, por sua vez, também se enquadrando nestes termos, devendo cumprir as diretrizes ambientais de seu cliente repassadas em contrato. O presente trabalho apresenta os desafios do atendimento às exigências do órgão ambiental, através da revisão da literatura, que auxilia o interessado a entender e aceitar as exigências ambientais a que é obrigado a se submeter no Brasil, da análise de casos ligados ao gerenciamento de resíduos e da gestão ambiental de

2 forma mais ampla. A auditoria prévia do navio no exterior, o destino nobre a ser dado aos resíduos e a restrição à incineração a bordo no Brasil foram temas discutidos neste estudo, que foi desenvolvido por meio de análise documental, entrevistas com profissionais de diversas áreas e verificações in loco, consolidado na experiência prévia do autor, fruto de sua atividade laboral. Os exemplos da aplicação prática das exigências da NT 08/08 e soluções para as dificuldades encontradas deram resultado a um trabalho que pode ser útil ao profissional de meio ambiente e demais interessados envolvidos nesta área. Palavras-chaves: Navios de apoio. Gerenciamento de resíduos. Nota Técnica 08/08. Projeto de Controle da Poluição. 2

3 1 FORMULAÇÃO DA SITUAÇÃO-PROBLEMA Navios estrangeiros prestando serviço em águas brasileiras ou prestadores de serviço nacionais, começando o gerenciamento ambiental de suas atividades ligadas à área de petróleo, podem encontrar, inicialmente, dificuldades em atender às exigências do IBAMA, diretamente ou através de exigências de Empresas de Petróleo e Gás no Brasil, como a adequação da estação de tratamento de esgoto sanitário, do separador de água e óleo, preparação e adequação a auditorias. Quanto ao gerenciamento de resíduos, o destino ambientalmente mais adequado ou nobre dado ao resíduo, como a reciclagem, por exemplo, muitas vezes não é realizado por algumas gerenciadoras de resíduos devido às pequenas quantidades geradas de determinado resíduo ou ao custo extra neste processo; ou simplesmente priorizando, de modo displicente, a disposição do mesmo em aterros sanitários, contribuindo para o acúmulo crescente de resíduos no Brasil e no mundo. Por este motivo, levando em conta a explosão demográfica e o consumo em demasia, as áreas destinadas a resíduos essencialmente não recicláveis tendem a extrapolar a sua capacidade em tempo cada vez mais curto, quando grande parte dos resíduos, por meio da coleta seletiva, poderia ser até 100% reaproveitada. A Situação-problema, que será objeto deste trabalho, está relacionada ao gerenciamento de resíduos gerados offshore e aos temas que o envolvem, incluindo aspectos sobre auditorias; coleta seletiva de resíduos e armazenamento a bordo; e equipamentos e arranjos adequados aos requisitos do IBAMA. 2 OBJETIVO O presente artigo visa apresentar alguns aspectos da Nota Técnica 08/08 ligados ao controle e gerenciamento da poluição causada por resíduos gerados em embarcações de apoio ao segmento do petróleo, desdobrados em situações práticas e equipamentos adequados, demonstrando a aplicação da NT 08/08, úteis ao profissional de meio ambiente e demais 3

4 interessados em atividade similar. 3 QUESTÕES As questões que podem ser levantadas sobre a problemática são: Questão 1) Incinerar resíduos longe da costa (offshore), quando não se tem a facilidade da realização da coleta dos mesmos em terra, devido ao tempo longo de permanência offshore, é uma solução adotada por diversos navios em todo o mundo para reduzir o volume de resíduos a bordo. Uma vez que os navios possuem incinerador, por que não incinerar os resíduos offshore, já que não há proibição formal, por parte do IBAMA, para a queima de resíduos a bordo? Questão 2) As embarcações de apoio nacionais e estrangeiras, a serem contratadas por empresas petrolíferas no Brasil sob processo de licença ambiental, devem passar por uma vistoria ambiental do IBAMA. Como minimizar as chances de ter o navio reprovado por não ser capaz de cumprir com os requisitos do IBAMA? 4 METODOLOGIA A revisão da literatura permite a fundamentação teórica do assunto a ser abordado, seja numa monografia, dissertação, tese ou num artigo, servindo como base para o leitor se ambientar e entender melhor o desenvolvimento do assunto. A pesquisa do referencial teórico foi realizada na literatura disponível, utilizando livros, sites ambientais, sites governamentais e legislações para dar embasamento teórico ao estudo de caso apresentado, com exemplos da aplicação prática da Nota Técnica 08/08, mencionada de forma sucinta na revisão da literatura deste artigo, obtidos por meio de análise de documentos, como certificados, registros, procedimentos, listas de verificação e manuais; além de entrevistas com profissionais e realização de visitas técnicas a navios de apoio, portos organizados e empresas de gerenciamento de resíduos. As entrevistas foram feitas com diversos tipos de profissionais, tais como: consultores do setor offshore, chefes de máquinas e capitães, que forneceram informações sobre a 4

5 eficiência da ETE e do SAO, documentação, entre outras ligadas diretamente às embarcações; gestores de empresas de gerenciamento de resíduos; analista ambiental do IBAMA; funcionários de portos organizados; profissionais ligados as questões relacionadas à Marinha do Brasil; e demais profissionais e colegas da área ambiental, que enriqueceram a pesquisa nas discussões e troca de experiências práticas, alicerçados em conhecimentos preexistentes do autor. 5

6 5 REVISÃO DA LITERATURA 5.1 Tipos de aterros De acordo com LIMA (2004), os aterros podem ser classificados pela forma de disposição final, definidos como Aterro Comum, Aterro Controlado e Aterro Sanitário. O Aterro Comum, também conhecido como vazadouro ou lixão é caracterizado pela simples deposição do resíduo no solo sem qualquer tratamento. Este método de disposição é o mais prejudicial ao homem e ao meio ambiente, pois, sem o devido tratamento, o chorume, um líquido viscoso de cheiro muito forte e desagradável, resultante do processo de putrefação de matérias orgânicas, pode atingir lençóis freáticos, rios e córregos, contaminando peixes e, na irrigação agrícola, chegar aos alimentos. Sem contar a grande quantidade de moscas, ratos e outros animais perniciosos ao homem que se desenvolvem neste ambiente. O Aterro Controlado, segundo a página eletrônica do Portal São Francisco, é um tipo de lixão reformado, antigo aterro comum que passa por um processo de remediação, recebendo uma cobertura diária de material inerte; isolamento do entorno para minimizar os efeitos do chorume gerado com canalização de parte deste para tratamento; remoção dos gases produzidos em diferentes profundidades; compactação e gerenciamento do recebimento de novos resíduos. Por não ter recebido camada impermeabilizante antes da deposição de lixo, causa poluição do solo e do lençol freático pelos efeitos do chorume, pois apenas parte consegue ser canalizada (o mesmo para os gases que emanam da decomposição do lixo). O objetivo do aterro controlado não é prevenir a poluição e, sim, minimizar os impactos ambientais. É uma forma de destinação de lixo inferior ao aterro sanitário, inadequado do ponto de vista ambiental, visto que o chorume continua sendo uma fonte de contaminação. O Aterro Sanitário é bem diferente. É previamente preparado ainda na fase de projeto e executado segundo critérios de engenharia e normas operacionais específicas. Antes de se projetar o aterro, são feitos estudos geológico e topográfico para selecionar a área a ser destinada. Para que sua instalação não comprometa o meio ambiente é inicialmente feita a impermeabilização do solo, através de combinação de argila e lona plástica para evitar infiltração dos líquidos percolados no solo, que são drenados por meio de tubulações e 6

7 escoados para lagoa de tratamento. Para evitar o excesso de águas de chuva, são colocados tubos ao redor do aterro, que permitem desvio dessas águas. O aterro industrial (que recebe resíduos como lodo galvânico, borra de tinta, resíduos contaminados com óleo, borracha, cinza de caldeiras, lodo de fosfatização e pó de polimento) segue o mesmo critério, porém é mais rigoroso quanto à impermeabilização do solo (lonas plásticas mais reforçadas). Geralmente é uma célula dentro do complexo do aterro sanitário. Inúmeras vantagens podem-se ter com o aterro sanitário, entre elas, o lucro com o reaproveitamento dos resíduos, reciclagem e como fonte energética na utilização do metano, também conhecido como biogás. Os aterros devem, ainda, ser considerados como elementos novos no planejamento e projeto da paisagem, sendo mais do que meros locais de depósito. Percebe-se a grande diferença entre o aterro sanitário e os demais tipos de aterro. Mas ainda hoje no Brasil, o aterro comum ou lixão continua sendo muito utilizado, principalmente pelas prefeituras, apesar das autuações do IBAMA. Segundo GRIPPI (2006), O IBAMA tem fiscalizado e autuado inúmeras prefeituras com relação à disposição do resíduo urbano em lixões. Tem encaminhado processos ao Ministério Público e denunciado prefeitos e até secretários municipais de meio ambiente por desídia e omissão à Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, que dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente. Mas, apesar disso, ainda verificamos situações irregulares em muitos municípios. Entretanto, nem todos os estados brasileiros enfrentam o problema dos lixões em seus municípios. É o caso do estado de São Paulo, que em atendimento à Lei Estadual nº , de 16 de março de 2006, que institui a Política Estadual de Resíduos Sólidos (PERS), vem melhorando muito seu índice de qualidade de aterro de resíduos, como pode ser observado no Quadro 02, a seguir, que apresenta o Índice de Qualidade de Aterro de Resíduos no Estado de São Paulo (IQR), através de um comparativo da situação em 1997 versus

8 IQR - Índice de Qualidade de Aterro de Resíduos no Estado de São Paulo Inadequado Controlado Adequado Quadro 01 Situação da destinação de resíduos urbanos no Estado de São Paulo Fonte: CETESB (2010) O artigo 3º, inciso III, da referida Lei paulista estabelece como objetivo da PERS, reduzir a quantidade e a nocividade dos resíduos sólidos, evitar os problemas ambientais e de saúde pública por eles gerados e erradicar os lixões, aterros controlados, bota-foras e demais destinações inadequadas. Finalmente, após 21 anos da elaboração do projeto de Lei, amadurecida pela aplicação das Políticas Estaduais de mesmo teor, foi sancionada pelo Presidente da República, em 2 de agosto de 2010, a Lei nº Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que dá diretrizes a estados e municípios, incluindo empresas privadas, e determina um tratamento ambientalmente correto aos resíduos sólidos gerados, pretendendo, igualmente, erradicar os lixões do território nacional. Conclui-se que os aterros sanitários são indispensáveis em um sistema de gerenciamento de resíduos, sendo ideal que, por meio de uma coleta seletiva eficaz e da segregação adequada no aterro sanitário, somente os resíduos, os quais não possam ser reaproveitados ou reciclados, sejam dispostos como lixo. Se, não só as iniciativas públicas e privadas, mas igualmente a população colaborasse com a coleta seletiva de resíduos, utilizando-se do conceito dos 4 R s Reduzir a produção de lixo e objetos desnecessários; Reutilizar o que se fabrica e evitar o uso de materiais descartáveis ; Reciclar os materiais usados para fabricação de novos produtos; Repensar sobre os hábitos de consumo e sobre as consequências que o consumo desenfreado gera neste planeta, se aumentaria muito a vida útil dos aterros. Tomando as palavras de GRIPPI (2006): se for possível reutilizar ou reciclar, não é lixo! 8

9 5.2 A Nota Técnica 08/08 Devido ao aumento constante do volume de resíduos gerados no Brasil e a difícil tarefa do controle ambiental, o IBAMA desenvolveu a NT 08/08, buscando um melhor controle dos resíduos industriais gerados. Entretanto, não é tão fácil a adequação às exigências contidas nesta nota técnica, que determina o que se deve fazer, mas não define claramente como ou em qual legislação se deve basear. A NT 08/08 consolida as diretrizes da CGPEG (Coordenação Geral de Petróleo e Gás do IBAMA) para a implementação do Projeto de Controle da Poluição (PCP), exigido nos processos de licenciamento ambiental dos empreendimentos marítimos de exploração e produção de petróleo e gás, trazendo novas exigências à questão do gerenciamento de resíduos. As embarcações de apoio ao segmento do petróleo, como os navios lançadores de linhas (oleodutos) conhecidos como PLSV (Pipe Laying Support Vessel), que prestam serviço a empresas petrolíferas brasileiras as quais mantêm estes empreendimentos, acabam, por sua vez, também se enquadrando nestes termos, devido aos requisitos contratuais de seu cliente. Os objetivos fundamentais e os resultados esperados do PCP em relação ao que é determinado para as embarcações de apoio estão descritos a seguir Objetivos Em relação ao que é determinado para embarcações, o PCP tem como objetivos fundamentais: Gerar a menor quantidade possível de resíduos sólidos e efluentes líquidos. Procurar meios para aplicar a reciclagem de forma mais abrangente possível nas coletas seletivas de resíduo. Adotar procedimentos para reduzir os níveis de poluição causados pelos resíduos sólidos e efluentes líquidos que podem ser descartados no mar. Buscar a melhoria contínua destes itens. 9

10 5.2.2 Resultados Esperados Os resultados que se espera do PCP, aplicáveis a embarcações, são: Através da disposição final adequada, diminuição da poluição que poderia ser causada em terra pelos resíduos oriundos dessas atividades. Gestão de longo prazo dos resíduos sólidos e efluentes líquidos das atividades da empresa localizados ou recorrentes em uma mesma região Diretrizes para Implementação do PCP A Nota Técnica 08/08 menciona que as embarcações devem estar munidas com os equipamentos necessários ao cumprimento das diretrizes presentes neste documento, entre os quais, aqueles que não poderão ser utilizados em águas brasileiras, como o incinerador de resíduos. Estão subentendidos em equipamentos, as Estações de Tratamento de Esgoto Sanitário, os Separadores de Água e Óleo, Trituradores de Resíduos de Alimentos a serem descartados no mar, entre outros. Outros itens são exigidos pela NT 08/08, como o acondicionamento e armazenamento a bordo de resíduos sólidos e efluentes líquidos; o descarte de resíduos sólidos e efluentes líquidos no mar; a coleta, transporte marítimo, desembarque e transporte terrestre de resíduos (enfatizando a necessidade de se dar um destino nobre ao resíduo); e a realização do PEAT Programa de Educação Ambiental dos Trabalhadores. 6 ESTUDO DE CASO EM NAVIOS de apoio AO SEGMENTO OFFSHORE O estudo de caso se propõe a analisar a forma como vem sendo desenvolvido o processo de gerenciamento de resíduos, equipamentos e situações adequadas ao que é exigido pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis IBAMA, aplicáveis às embarcações de apoio ao segmento offshore (que prestam serviço a empresas de Petróleo e Gás sob processo de licenciamento ambiental), em atendimento ao PCP da Nota Técnica 08/08 do IBAMA. 10

11 6.1 Gerenciamento de resíduos Conforme preconiza a Lei Federal 9605/98 e Lei Federal 6938/81, a responsabilidade sobre a correta destinação dos resíduos é do gerador. Vale observar que um contrato de coleta, transporte e destinação final dos resíduos gerados deve ser muito bem elaborado, no intuito de tornar o gerador e o gerenciador/transportador corresponsáveis pela correta destinação final de cada tipologia de resíduo a ser destinado. A NT 08/08 define uma escala de prioridades quanto ao destino nobre dos resíduos gerados nos navios de apoio, a saber: a devolução ao fabricante; reuso; reciclagem; recondicionamento; rerrefino, além do outras maneiras de disposição final, como coprocessamento; descontaminação; aterro sanitário; aterro industrial e incineração em terra. Este é um bom argumento junto às organizações responsáveis pelos navios para se optar pelo melhor tratamento aos resíduos. Quanto à empresa gerenciadora de resíduos, caso insista em não colaborar com esta questão, aterrando resíduos recicláveis, por exemplo, a alternativa é buscar outra gerenciadora que se digne a dar um destino nobre aos resíduos. 6.2 Auditorias A escolha do navio de apoio que se pretende apresentar à prestação de serviço em águas brasileiras é um ponto-chave para a aceitação do navio. A decisão de trazer um determinado navio pode ter sido feita pela sede da empresa contratante no exterior, não familiarizada com os critérios ambientais mais rigorosos adotados pelo órgão ambiental brasileiro, seguidos por Empresas de Petróleo e Gás no Brasil. A opção pode até não ter sido baseada em preço, prezando pela qualidade da embarcação, que estaria adequada a prestar serviços em diversos países, mas que ainda não está apta em relação ao Brasil. Para evitar o risco de se ter uma embarcação impedida de exercer suas atividades no Brasil, a empresa deve se antecipar à vistoria técnica do IBAMA, fazendo ela mesma uma auditoria prévia no navio. Para tal, o que não ocorre em muitas empresas, a escolha do navio de apoio (aí também são incluídos portos, estaleiros etc.) deve envolver seu departamento de HSE (Health, Safety & Environment), sigla em inglês para Saúde, Segurança e Meio Ambiente, que fará 11

12 uma auditoria minuciosa na embarcação, ainda no exterior. Geralmente, o auditor líder é um Engenheiro de Segurança do Trabalho. A embarcação deverá estar preparada para receber o auditor de HSE (ou auditores) e auxiliá-lo da melhor forma possível, disponibilizando previamente os documentos pertinentes (que devem ser solicitados com quinze dias de antecedência, juntamente com o envio da agenda da auditoria) e conduzindo-o prontamente nas áreas operacionais com seus respectivos responsáveis. Basicamente, a auditoria, interna ou externa, se divide em duas etapas: visita às áreas da embarcação (incluindo entrevistas com os responsáveis das áreas) e análise de documentos. Para auxiliá-lo(s) na auditoria, o(s) auditor(es) fará(ão) uso de listas de verificação ou checklists, termo mais usualmente usado, a fim de que se lembre(m) de itens importantes a serem verificados. O auditor líder também pode estar acompanhado de um especialista, que é um profissional não auditor, mas conhecedor das particularidades da unidade a ser auditada, como funcionamento de equipamentos, operações, procedimentos etc., e que estará a disposição do(s) auditor(es) para esclarecimento sobre termos técnicos e eventuais dúvidas. Para a verificação da situação do navio em relação às exigências da Marinha do Brasil, um profissional experiente nesta área deverá fazer uma inspeção no navio. Entretanto, esta inspeção não tem relação com a auditoria de HSE, que poderá ser realizada em dias distintos. De volta ao Brasil, geralmente no prazo de uma semana o auditor e o inspetor concluem seus respectivos relatórios. De posse dos relatórios, Gerência e Alta Direção da empresa contratante se reunirão com os auditores/inspetores para avaliar se o navio tem condições de ser contratado ou o que precisará adquirir/ modificar para tal. Estas medidas estarão descritas em um plano de ação elaborado pelo navio auditado, com a definição das ações a serem realizadas para corrigir os desvios apontados e evitar sua reincidência, constando responsáveis e prazos para cada ação. A vistoria técnica do IBAMA, vide registro fotográfico na Figura 01, não é diferente. Realização de entrevistas, análise documental e verificação das áreas do navio são normalmente seguidos pelos seus inspetores. 12

13 Figura 01 Vistoria Técnica do IBAMA offshore em um navio de apoio Fonte: Autor 6.3 Análise laboratorial do efluente da ETE Para cumprir com a NT 08/08, é necessário demonstrar conformidade com os níveis aceitáveis de DBO, DQO, ph, Cloro Livre, Coliformes Fecais, entre outros. Para tanto, faz-se necessário coletar uma amostra, encaminhar para um laboratório especializado e enviar o resultado ao cliente, que, por sua vez, apresenta ao IBAMA. A NT 08/08 não definiu uma legislação para servir de parâmetro às referidas análises. Os Valores Máximos Permitidos podem ser aqueles referentes à Resolução CONAMA 357, de 17/03/2005, que atende perfeitamente ao que se propõe. 13

14 6.4 Coleta seletiva de resíduos e armazenamento a bordo O tipo de caçamba, geralmente alugada, a ser escolhida para navios de apoio deverá ser resistente a impactos e ao material poluente. A tampa deve permitir seu travamento e fechamento completos, de modo que, nas operações de carregamento e descarregamento por meio de guindaste, não aconteça da mesma abrir acidentalmente e se espalharem os resíduos para o meio ambiente, conforme ilustrado na Figura 02. Uma caçamba poderá ser destinada aos resíduos recicláveis, outra para os não recicláveis e uma para resíduos perigosos. Em navios maiores, mais caçambas poderão ser disponibilizadas. Figura 02 - Caçambas vazias retornando ao navio. Caminhão, com os resíduos, preparado para o transporte à empresa de gerenciamento de resíduos. Fonte: Autor Os resíduos menores têm seu armazenamento temporário nas caçambas por meio de sacos plásticos transparentes ou na cor do resíduo, de acordo com o padrão de cores estabelecido na Resolução CONAMA 275/01, padrão que deve ser aplicado também para as cores dos coletores de resíduo distribuídos na embarcação (coleta seletiva). Pedaços grandes de resíduo, usualmente madeira e metal, podem ser depositados diretamente na caçamba. Tipos especiais de resíduo, devido às suas características próprias de contaminação, devem ser depositados separadamente em coletores específicos. É o caso de pilhas, aerossóis, cartuchos de impressora e lâmpadas fluorescentes, estas carregando o metal tóxico mercúrio, com alto risco de contaminação. Estes coletores, apesar de identificados com o nome do resíduo, devem ainda apresentar a cor característica do tipo do resíduo (pelo menos a tampa), no caso a cor laranja, que é aquela utilizada para resíduos perigosos, vide Figuras 03 e

15 Deve-se ter um cuidado especial no armazenamento de lâmpadas fluorescentes, para evitar a quebra pelo choque entre as mesmas, devido ao balanço do navio ou ao próprio transporte, ocasionando a liberação do mercúrio. Uma das maneiras é guardar as embalagens de papelão das lâmpadas novas, que servirão para abrigar as lâmpadas usadas. Mas nem sempre isto é seguido e quando se precisa das embalagens, verifica-se que já foram descartadas! Uma solução é encomendar a fabricação de uma caixa de madeira, dotada de uma colméia, como se fosse para o armazenamento de garrafas de vinho. Cada lâmpada ficaria protegida em seu próprio compartimento (em pé), como mostrado na Figura 05. Figura 03 Coletor para pilhas e baterias na cor laranja Fonte:Autor Figura 04 Coletor na cor específica para resíduos perigosos (laranja), utilizado para armazenamento de lâmpadas fluorescentes usadas. Fonte: Autor. Figura 05 Espaço interno do coletor com colméia, criada para o acondicionamento seguro das lâmpadas fluorescentes, evitando o risco de quebra devido ao choque entre as mesmas. Fonte: Autor. 6.5 Programa de educação ambiental dos trabalhadores PEAT A Nota Técnica 08/08 menciona o Projeto de Educação Ambiental dos Trabalhadores, mas depois de implementado, o PEAT passou a ser chamado de Programa de Educação Ambiental dos Trabalhadores. Faz parte de um conjunto de iniciativas solicitadas pelo IBAMA a empresas petrolíferas como medida mitigadora e deve atender às necessidades específicas de controle ambiental relacionada ao empreendimento a ser licenciado. As atividades desenvolvidas pelo PEAT têm como objetivo, além da construção e a difusão de conhecimentos e informações sobre a temática ambiental, sensibilizar e criar condições para a mudança de comportamentos, valores e atitudes que potencialize o atendimento às demandas de controle ambiental, a integração e o comprometimento dos 15

16 trabalhadores não só com as questões do ambiente marinho, mas refletindo-se, também, em sua prática profissional e pessoal. Os navios de apoio sob contrato com Empresas de Petróleo e Gás exercendo atividades em campos de produção de petróleo a serem licenciados pelo IBAMA, estão obrigadas a aplicar o treinamento PEAT a 100% da tripulação a cada semestre. Funcionários da área ambiental, ligados à embarcação, poderão ministrar os treinamentos, mas é recomendado que os mesmos sejam feitos por empresa de consultoria ambiental já com experiência em tal área, pelo menos no início, até observar como o treinamento é dado, que inclui dinâmicas de grupo e diversas atividades em equipes. 6.6 Equipamentos adequados às exigências do IBAMA Estação de Tratamento de Esgoto ETE Entre um serviço e outro há a necessidade de atracação do navio em algum momento, como para a realização de embarque de materiais e equipamentos, limpeza de tanques, instalação de estruturas metálicas com soldagem, operações de carregamento/ descarregamento de linhas, entre outros serviços. Em decorrência disto, o tempo de permanência da embarcação na costa pode variar de algumas horas a dias e, mesmo no porto, os tripulantes continuam a bordo, sobrecarregando a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE). A autonomia da ETE (Figura 06) varia de um navio para outro, a depender de suas características, mas de um modo geral, para embarcações de apoio de 70 a pouco mais de 100 tripulantes, os efluentes (águas negras e cinzas) podem permanecer no interior da ETE por um período máximo de 24 horas. Acima deste período, a ETE atinge sua capacidade máxima, sendo necessário fazer o descarte dos efluentes devidamente tratados. Todavia, de acordo com a NT 08/08, os efluentes líquidos, em hipótese alguma, podem ser descartados a menos de quatro milhas náuticas da costa, mesmo passando pelo sistema de tratamento. Portanto, faz-se necessária a retirada do esgoto destes equipamentos. Nem todos os navios de apoio recém-chegados do exterior possuem um tanque extra (Figura 07) para armazenar o esgoto enquanto estão no porto, pois a exigência do IBAMA é o não descarte do esgoto sanitário dentro de 4 milhas náuticas da costa, principalmente quando 16

17 atracados. Este item geralmente não é levado em consideração devido a não ser uma exigência em outros países. Figura 06 Painel de Controle da ETE Fonte: Autor A Figura 08 ilustra a válvula adaptada na ETE para a coleta de esgoto bruto, determinação feita pelo IBAMA em vistoria técnica em um navio PLSV. A Figura 09 mostra o tubo de coleta de esgoto tratado. As referidas coletas se destinam a análises laboratoriais periódicas, seguindo o que preconiza a NT 08/08. Figura 07 Tanque de armazenamento de esgoto no costado de um navio PLSV Fonte: Autor Entrada de esgoto bruto Homogeneização do esgoto bruto Figura 08 Válvula adaptada para a coleta de esgoto bruto Fonte: Autor. Figura 09 Tubo para coleta do esgoto na saída da ETE (já tratado) Fonte: Autor. 17

18 6.6.2 Separador de Água e Óleo SAO O tanque Separador de Água e Óleo (SAO), do inglês Oily Water Separator (OWS) tank, também conhecido como Bilge Water Separator tank ou Bilge Water Treatment tank é um equipamento utilizado na embarcação para realizar a separação, por decantação, do óleo presente nos efluentes oleosos (comumente chamados de águas oleosas) provenientes da praça de máquinas, convés ou outro ambiente que venha a gerar a mistura água e óleo. Como fruto da vistoria técnica do IBAMA em uma embarcação PLSV, foi identificada a necessidade da instalação de um alarme sonoro e visual na praça de máquinas, vide Figura 10 (além do alarme já instalado na sala de controle) para soar e emitir o sinal luminoso, no caso de a concentração de óleo no SAO atingir 15 ppm. A Figura 11 mostra um Separador de Água e Óleo (SAO). Figura 10 Alarme visual e sonoro na praça de máquinas do navio PLSV Fonte: Autor Figura 11 SAO do navio PLSV com dispositivo de monitoramento de óleo (sensor) evidenciando a concentração de 5 ppm. Fonte: Autor Incinerador de resíduos Conforme mencionado alhures, não há nenhuma legislação nacional que proíba a incineração de resíduos em águas brasileiras. O próprio texto da NT 08/08 diz que a CGPEG apenas não recomenda (não proíbe) o uso do incinerador de resíduos a bordo. Porém, a intenção do IBAMA é preservar o meio ambiente de uma operação que considera potencialmente poluidora, mesmo seguindo-se os critérios estabelecidos na Resolução CONAMA nº 316/02, motivo pelo qual é comum nas vistorias técnicas a determinação do 18

19 IBAMA de se lacrar o incinerador, afixando um cartaz do tipo equipamento fora de operação, como ocorreu no navio North Sea Prince (Figura 12). Figura 12 Incinerador lacrado e identificado com cartaz fora de operação Fonte: Autor Triturador de resíduos de alimentos O triturador de resíduos de alimentos, vide Figuras 13 a 15, deverá possuir uma malha de 25 mm, de forma que os resíduos de alimentos triturados não ultrapassem este diâmetro ao serem lançados no mar pelos navios de apoio a partir de 3 milhas náuticas da costa. Figura 13 Triturador de resíduos Fonte: alimentares Autor Fonte: Autor Figura 14 Triturador reserva (sem a parte externa) Fonte: Autor Figura 15 Disco de corte que reduz o tamanho das partículas orgânicas a diâmetro inferior a 25mm Fonte: Autor Um triturador reserva deverá estar disponibilizado na embarcação para ser imediatamente substituído no lugar do triturador principal, caso este apresente defeito. Uma 19

20 alternativa aceita pelo IBAMA é uma comprovação fisicamente ou por meio de uma lista, que evidencie que o navio dispõe de peças de reposição para conserto do triturador no próprio navio, não havendo necessidade de um triturador extra Compactador de resíduos Apesar de não ser um equipamento obrigatório em relação às exigências da NT 08/08, o compactador de resíduos, Figura 16, é visto com bons olhos pelo IBAMA. Na vistoria técnica deste órgão, realizada em um navio PLSV, foi elogiada a presença deste equipamento a bordo, constando, no relatório, como um ponto positivo da embarcação. Figura 16 Compactador Manual de Resíduos Fonte: Autor 7 DISCUSSÕES SOBRE AS QUESTÕES DA PESQUISA No decorrer da pesquisa se buscou respostas às questões estabelecidas na seção 3, dando origem as seguintes informações: Em relação à questão levantada de número 1, não há nenhuma legislação nacional que proíba a incineração de resíduos em águas brasileiras. O próprio texto da NT 08/08 diz que a CGPEG apenas não recomenda (não proíbe) o uso do incinerador de resíduos a bordo, devendo-se seguir os critérios estabelecidos na Resolução CONAMA 316/02 e submeter um relatório formal ao IBAMA para análise, caso o navio insista em continuar com a incineração de resíduos a bordo. Porém, a intenção do IBAMA é preservar o meio ambiente de uma operação que considera potencialmente poluidora, mesmo seguindo-se os critérios estabelecidos na referida Resolução, motivo pelo qual é comum nas vistorias técnicas a 20

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