CONFLITO DE USO DA TERRA - MICROBACIA HIDROGRÁFICA SERROTE DO CABELO NÃO TEM PB

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1 Revista Educação Agrícola Superior Associação Brasileira de Educação Agrícola Superior- ABEAS - v.23, n.1,p.32-36, 2008 CONFLITO DE USO DA TERRA - MICROBACIA HIDROGRÁFICA SERROTE DO CABELO NÃO TEM PB Silvana Fernandes Neto ; Bruno Soares Abreu ; Geraldo Moura Baracuhy Neto ; 4 José Geraldo de Vasconcelos Baracuhy 1 Geógrafa Mestranda em Rec. Nat. CTRN UFCG - 2 Economista Mestrando em Rec. Nat. CTRN UFCG 3 - Administrador Mestrando em Rec. Nat. CTRN UFCG 4 Prof. Centro Tecnologia e Rec. Nat. - Dr. Eng. Agron. - UFGC RESUMO Este estudo visou mapear o uso da terra, as áreas de preservação permanentes e as áreas de usos conflitantes encontrados na microbacia hidrográfica do Serrote do Cabelo Não Têm, levando em consideração a legislação vigente. Esta microbacia encontra-se localizada na porção Oeste do Estado da Paraíba, no município de São João do Rio do Peixe. Como ferramenta de estudo, utilizou-se imagem do satélite Spot datada de 2004, obtida a partir do Google Earth. Para processamento e manipulação dos dados, utilizou-se o Sistema de Informações Geográficas SIG Idrisi, onde a partir do mesmo foi possível processar e quantificar os dados, de forma segura e ágil. Quanto aos usos da terra, obteve-se sete classes, a saber: mata nativa, solo exposto, agricultura, drenagens, açudes, estradas e edificações. Com relação às áreas conflitantes, constatou-se que 8,94% dos usos na microbacia, encontram-se em desacordo com a legislação. As áreas de conflito, que localizam-se junto a rede de drenagem e nascentes, são ocupadas na sua grande maioria com agricultura e solo exposto. Palavras-chave: Uso do solo, Conflito, Preservação ambiental INTRODUÇÃO A questão ambiental, sob diferentes condições é, sem dúvida, o tema muito discutido e polêmico da atualidade, tendo ultrapassado os limites da comunidade científica. A forma predatória como ocorre a relação homem/natureza tem gerado profundos debates sob o ponto de vista da melhoria da qualidade de vida do planeta e chamado a atenção dos planejadores, que cada vem mais, incluem em seus planos políticos medidas de proteção ao meio ambiente. O planejamento é o trabalho de preparação de qualquer empreendimento humano, seja de previsão ou de solução de nossos problemas. Nele, estabelecem-se estratégias e metas para se alcançar, superar ou resolver determinada situação ou dificuldade (Lemos, 1999). Uma corrente do planejamento que tem tido sua importância aumentada com a intensificação das relações homem/meio é o planejamento ambiental. Um instrumento de planejamento muito utilizado para manter a qualidade ambiental como um todo, num contexto da valorização das áreas naturais, é a delimitação de unidades de conservação ambiental, baseando nas características físicas de uma determinada área. No Brasil a primeira tentativa de delimitar áreas de preservação surge no final do século XIX com a proposta de criação de parques nacionais. Em 1934, com a promulgação do Código Florestal criam-se também as Florestas Nacionais e as Florestas Protetoras. As unidades de preservação são propostas apenas em 1965 com a alteração do código florestal, que passa a legalizar as Áreas de Preservação Permanente. Em 2002 a Resolução nº 303 do CONAMA, em seu Art 2º e 3º dispõe sobre parâmetros, definições e limites de Áreas de Preservação Permanente: - ao longo dos rios ou de qualquer curso d'água, desde o seu nível mais alto em faixa marginal cuja largura seja: - de 30 metros para os cursos d'água de menos de 10 metros de largura; - de 50 metros para os cursos d'água que tenham de 10 a 50 metros de largura; - ao redor de nascente ou olho d`água, ainda que intermitente, com raio mínimo de50 metros de tal forma que proteja, em cada caso, a bacia hidrográfica contribuinte; - ao redor de lagos e lagoas naturais, em faixa com metragem mínima de: metros, para as que estejam em áreas rurais, exceto os corpos d`água com até 20 hectares de superfície, cuja faixa marginal será de 50 metros; Infelizmente, muitas vezes as leis não são cumpridas e os efeitos do uso e ocupação desordenados destas áreas delimitadas como sendo de preservação, causam a deterioração do meio, fazendo surgir os chamados conflitos de uso da terra. De acordo com Oliveira (2003), conflitos de uso da terra são todas as formas de uso em desacordo com sua real aptidão, fazendo com que ocorra alteração sensível no meio natural, causando prejuízo ao rendimento produtivo deste. Normalmente, as bibliografias especializadas no assunto costumam salientar que esses conflitos são provenientes do uso indevido da terra, gerado por problemas como: poluição, devastação das matas, uso de encostas íngremes, erosão e alteração do clima. O levantamento do uso da terra em determinado espaço é de interesse fundamental para a compreensão dos

2 33 padrões de organização espacial. Atualmente, há um interesse crescente com relação às informações sobre o uso da terra e do solo, para atender à necessidade de expansão e melhoria das obras de infra-estrutura e planejamento do meio sócio-espacial. Dessa forma, as informações para um planejamento do espaço requerem a atualização constante dos registros de uso da terra e suas tendências. O desenvolvimento tecnológico, relacionado com os avanços proporcionados pela informática, especialmente na cartografia, propicia a elaboração de documentos cartográficos e sensoriais, ampliando em ritmo acelerado a obtenção de dados referentes a fenômenos ocorrentes na superfície terrestre e à distribuição espacial dos elementos e variáveis de interesse para a análise ambiental (Lohmann & Cassol, 2002). Nesta perspectiva, o presente trabalho tem por objetivo realizar um mapeamento do uso e ocupação da terra, das Áreas de Preservação Permanente e a das áreas de conflitos de usos da microbacia hidrográfica Serrote do Cabelo Não Tem, que se localiza no município de São João do Rio do Peixe PB. Para tanto, será levado em consideração a resolução CONAMA nº. 303/2002, e o Código Florestal que estabelecem parâmetros, definições e limites referentes às APP's subsidiando dessa forma, posteriores ações que levem à fiscalização e o monitoramento ambiental dessas áreas. METODOLOGIA Caracterização Geral da área de estudo A microbacia hidrográfica Serrote do Cabelo Não Tem, objeto de estudo da pesquisa, encontra-se situada no município de São João do Rio do Peixe, a 485 km da capital João Pessoa, entre as coordenadas de 6º 39' 21 a 6º 41' 7 de lat. Sul e 38º 21' 23 a 38º 22' 49 long. Oeste de Greenwich, Figura 1. Limita-se ao Norte com os municípios de Uiraúna, Triunfo, Santa Helena e Poço de José de Moura, ao Sul com Cajazeiras e Nazarezinho, ao Leste com Sousa e Uiraúna e ao Oeste com Cajazeiras. Figura 1. Mapa de localização da Microbacia do Serrote do Cabelo Não Tem O município de São João do Rio do Peixe é um dos povoados mais antigos do oeste paraibano. Pertence a microrregião homogênea de Cajazeiras e faz parte dos 17 municípios que compõem a sub-bacia hidrográfica do Rio 2 Piranhas, área de aproximadamente km, com aproximadamente 270 mil habitantes. As expressões culturais de São João do Rio do Peixe estão relacionadas à sua própria posição geográfica, a histórica formação religiosa do seu povo e a eventos ligados às áreas de música, teatro e dança. No turismo, se destaca por ser mundialmente conhecido pela proximidade do Vale dos Dinossauros, possuindo várias localidades onde ainda podem ser encontradas pegadas desses animais. O relevo predominante no município, assim como na microbacia do Serrote,é plano e suavemente ondulado, porém com ocorrência de elevações. Os solos são bastante variados, com características particulares e em diferentes quantidades na região. Enquadrase em classes como litólicos eutróficos, podzólicos, aluvissolos eutróficos e vertissolos, onde na sua maioria se caracterizam por solos rasos, pedregosos, com fertilidade moderada e susceptível a processos erosivos. Estes solos adicionados a práticas de exploração de pecuária extensiva, como o desmatamento e queima da vegetação para a formação de pasto nativo, vêm confirmando o empobrecimento da sustentação do setor agrícola e pecuário do município. O clima dominante é quente e seco, podendo atingir mais de 35ºC em épocas de temperaturas mais elevadas, nos meses de setembro a novembro e temperaturas mais amenas, com valores pouco acima de 20 C, entre os meses de maio a agosto. A precipitação varia em torno de 800 mm/ano, porém o dado de evaporação chega próximo a 2.000mm/ano, identificando um déficit hídrico na região. Mapeamento do Uso da Terra Para execução deste estudo, primeiramente, delimitou-se a área da microbacia hidrográfica do Serrote do Cabelo Não Tem a partir dos pontos de maior elevação (divisores d'água), sendo os mesmos identificados e digitalizados sobre a carta topográfica Souza de escala 1: , no sistema de coordenadas Universal Transversa de Mercator (UTM) da zona 24, com a ferramenta de Sistema de Informações Geográficas IDRISI. A delimitação da microbacia foi realizada em tela, utilizando o módulo Digitize. Segundo Argento & Cruz (1996), a delimitação de uma bacia hidrográfica é dada pelas linhas divisoras de água que demarcam seu contorno. Estas linhas são definidas pela conformação das curvas de nível existentes e ligam os pontos mais elevados da área. Para obtenção do uso da terra foi utilizada imagem SPOT, obtida a partir do Google Earth, datada de Em seguida realizou-se o georreferenciamento da imagem SPOT com coordenadas provindas da carta topográfica, utilizando o módulo Reformate Resample. A partir da imagem referenciada e da microbacia delimitada, identificou-se e digitalizaram-se em tela, com posterior conferência a campo, as classes de usos: açudes, drenagens, áreas agricultáveis, mato nativo, solo exposto, estradas e edificações. Cada uso da terra foi delimitado separadamente por polígonos e atribuídos códigos identificadores, pois estes códigos permitiram a quantificação das áreas de cada uso.

3 34 Mapeamento das Áreas de Preservação Permanentes (APP's) Para determinar as áreas de Preservação Permanente na microbacia do Serrote, seguiu-se às determinações da legislação, já descritas neste estudo. Para a elaboração do mapa foi utilizado à rede de drenagem apenas, pois a área é relativamente plana, com relevo levemente ondulado. Em torno da rede hidrográfica foi delimitada uma faixa marginal contínua de 30 metros para ambos os lados da rede de drenagem e de 50 metros nas nascentes. Para a definição das áreas de preservação permanente ao longo dos cursos d'água e dos açudes, foi realizado um buffer de 30m para cada lado de toda rede de drenagem da microbacia, de 50 metros ao redor dos açudes e nascentes. Estes limites encontram-se fundamentados na resolução CONAMA nº 303/2002, Art.3º constitui Área de Preservação Permanente a área situada em faixa marginal, medida a partir do nível mais alto, em projeção horizontal, com largura mínima de trinta metros, para o curso d'água com menos de dez metros de largura, e no Código Florestal (Lei 4.771/1965), que considera essas áreas, cobertas ou não por vegetação nativa; com a função ambiental de preservar os recursos hídricos, a paisagem, a estabilidade geológica, a biodiversidade, o fluxo gênico da fauna e flora, proteger o solo e assegurar o bem estar das populações humanas Quadro 01. Uso da Terra na microbacia do Serrote do Cabelo Não Tem USO DA TERRA Área (ha) % Açudes/barragens 2,5815 0,52 Drenagens 1,0764 0,54 Agricultável 192, ,17 Solo exposto 2,7960 0,57 Estradas 8,6756 1,76 Edificações 0,3378 0,07 Mata nativa 283, ,36 TOTAL 491, A área coberta por mata corresponde aos fragmentos florestais nativos da região e ocupa 57,36%, ou seja, 283,7336 hectares da área total da microbacia, distribuídas predominantemente na porção centro-oeste da microbacia. Figura 02. A cobertura florestal tem um papel importantíssimo, pois ela permite a proteção do solo contra a ação dos processos erosivos, diminuindo o escoamento superficial e facilitando a infiltração das águas. Grande parte desta área coberta com vegetação nativa pode ser justificada por estar, na sua grande maioria, dentro de apenas uma propriedade rural particular, que praticamente utiliza sua terra para criação de gado extensivo. O restante das áreas, que se encontram ocupadas, principalmente com práticas de atividades agrícolas, pertencem a pequenos produtores rurais que utilizam suas terras para cultivos de subsistência Mapa das Áreas de Conflitos de Usos A partir do cruzamento das informações do mapa das Áreas de Preservação Permanente e do mapa de Uso da Terra obteve-se a definição das áreas de usos conflitantes de acordo com a legislação vigente. Os conflitos de uso da terra são provenientes da utilização em desacordo com a capacidade da área, ou seja, uso incorreto, conforme Legislação vigente. Para identificação das áreas de conflito de uso, realizou-se uma operação conhecida como classificação cruzada, disponível no SIG IDRISI. Para tanto, utilizando-se o módulo Overlay cruzou informações do mapa das Áreas de Preservação Permanente com as do mapa de Uso da Terra, obtendo-se assim as áreas que estão sendo utilizadas em desacordo com a legislação. As áreas ocupadas com mata nativa, açudes (lâmina d'água) e drenagens (córregos), foram considerados como área em de uso adequado. As áreas ocupadas com solo exposto, agricultáveis, estradas e edificações, foram consideradas com uso conflitante, ou seja, em desacordo com a legislação vigente. RESULTADOS E DISCUSSÕES Uso da Terra A microbacia hidrográfica do Serrote Cabelo Não Tem apresenta uma área total de 491,8463 hectares, distribuídos em sete classe de usos: açudes, drenagens, mata nativa, área agricultável, solo exposto, estradas e edificações, Quadro 01 Figura 02 - Mapa de Uso da Terra Áreas de Preservação Permanente (APPs) O mapa de Áreas de Preservação Permanente foi estabelecido a partir do código florestal, com o objetivo de identificar a existência de usos inadequados que podem estar causando danos às nascentes e as drenagens da microbacia. Esta categoria de APP, mesmo que ocupando uma área restrita da microbacia hidrográfica, apresenta significativa importância para a conservação do solo e da água da mesma, Pinto et al.(2005). Assim, temos a seguir no quadro 02, a distribuição espacial das áreas definidas e protegida por Lei, como sendo de Preservação Permanente na microbacia do Serrote Cabelo Não Tem.

4 35 Quadro 02. Quantificação das APPs APPs Área (ha) m Porcentage (%) 30m ao longo das drenagens 53, ,88 50m ao redor dos açudes 17,2551 3,51 50m ao redor de nascentes 19,7275 4,01 Total 90, ,40 Levando-se em consideração a legislação federal, 18,40% da área total da microbacia, ou seja, aproximadamente 91 ha, são considerados Área de Preservação Permanente. Destas áreas a maior parte, 10,88%, relaciona-se ao longo dos cursos d'água e 4,01%, ou seja, 19,73 hectares pertencem às áreas ao redor das nascentes. Figura 03 Conflitos de Uso da Terra As informações obtidas a partir do cruzamento dos dados referentes ao uso e ocupação da terra e das áreas de preservação permanente possibilitaram a identificação das áreas que estão sendo ocupadas inadequadamente sendo estas denominadas áreas de conflitos de uso conforme Quadro 03 É possível observar que a ocupação conflitante predomina ao longo dos cursos d'água, ou seja, em 21,46 hectares é constituído de solos expostos, agricultura, estradas e até mesmo edificações, 8,49% da área agricultável da microbacia, ou seja, 41,78 hectares ocupa áreas destinadas a preservação permanente. Sendo 23,61ha de área que deveriam ser áreas de preservação ao longo de nascentes e açudes foram desmatadas e ocupadas de forma inadequada, conforme Figura 04 Estas áreas de nascentes e ao longo das drenagens são de extrema importância para a manutenção da flora, da fauna. A presença de mata ciliar nessas localidades contribui de forma significativa para a contenção dos solos, evitando processos erosivos e assoreamentos de açudes e drenagens nos períodos chuvosos. Os resultados demonstram o não cumprimento da Legislação referente ao uso e ocupação do solo, evidenciando assim a necessidade de elaboração de um plano de recomposição da vegetação dessas áreas, uma vez que o uso incorreto do solo reflete diretamente na quantidade e qualidade de água encontrada na microbacia hidrográfica. CONSIDERAÇÕES FINAIS A ação do homem sobre o meio ambiente faz com que surjam problemas como o uso inadequado dos recursos, gerando conflitos, que representam problemas ao solo como perda de fertilidade, diminuição na capacidade de produção, entre outras, bem como aos recursos hídricos. As áreas que divergem da legislação em vigor, cada vez mais vêm atenuar os problemas de empobrecimento do solo e conservação de recursos hídricos afetando de forma progressiva a qualidade de vida do homem do campo. Em síntese, podemos concluir em relação à distribuição do uso do solo na microbacia do Serrote Cabelo Não Tem, que 57,4% da área é ocupada com mato nativo, 39,7% são de áreas agricultáveis e solo exposto e 2% encontrase ocupada com as aguadas, estradas e edificações. Destas áreas 43,99 hectares encontram-se em uso conflitante, ou seja, em desacordo com seu uso, estando sobre áreas destinadas, segundo CONAMA, como sendo de Preservação Permanente. Sendo assim, é evidente a importância de se realizar estudos que visem à identificação, recuperação e preservação Figura 03. Mapa das Áreas de Preservação Permanentes

5 36 dessas áreas, pois as mesmas são de suma importância para manutenção de espécies e preservação da vida.. Estas áreas deveriam ser respeitadas, pois são consideradas como áreas de recuperação para a manutenção dos ecossistemas. Salienta-se que estas áreas, devem continuar intactas, sem implantação de lavoura ou qualquer outro tipo de atividade REFERÊNCIAS BRASIL. Código Florestal Brasileiro. Brasília. Lei n 7.803, de 18 de julho CONAMA Conselho Nacional do Meio Ambiente. Resolução nº 303, de 20 de março de Dispõe sobre parâmetros, definições e limites de Áreas de Preservação P e r m a n e n t e. D i s p o n í v e l e m : <http://www.mma.gov.br/port/conama/res/res02/res30302.html>. Acesso em: 20 setembro LEMOS, A. P. N. Planejamento e Gerenciamento da Exploração dos Recursos Naturais. In: CHASSOT, A. & CAMPOS, H. (Orgs.). Ciências da Terra e Meio Ambiente: Diálogo para (inter) ações no Planeta. São Leopoldo: Ed. UNISINOS, 1999, p LOHMANN, M. & CASSOL, R. Mapeamento de Uso da Terra no Ano de 1964 no Município de Roca Sales, Efetuado Através de Fotografias Aéreas. In: Anais... In: XXII Encontro Estadual de Geografia. Rio Grande: AGB, OLIVEIRA, L. S. Análise do Uso da Terra na Microbacia do Lajeado Crissiumal em Função das Classes de Declividade Crissiumal/RS f. Trabalho de Graduação (Graduação em Geografia) Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, PINTO, L.V.A. et al. Caracterização física da bacia hidrográfica do Ribeirão Santa Cruz, Lavras, MG e uso conflitante da terra em suas áreas de preservação permanente. Cerne, Lavras, v.11, n.1, p , j a n. / m a r D i s p o n í v e l e m : < w w w. d c f. u f l a. b r / c e r n e / R e v i s t a v 1 1 n /06%20artigo%20012%20editorado.pdf>. Acesso em: 20 set Quadro 03 - Conflito do Uso das Terras Descrição do Uso da Terra Área Total (ha) Área com utilização adequada APP(30m) Drenag. APP(50m) Nasc. Área de Conflito APP(50m) Açudes Área Total (ha) Açúdes/Barragens 2,5815 2, Mato nativo 282, , Drenagens 2,6726 2, Agricultura 192, , , , , , Solo exposto 2,7960 2,4647 0,0942 0,1833 0,0538 0, Estradas 8,6756 6,8324 1,2512 0,4465 0,1455 1, Edificações 0,3378 0,2959 0,0277 0,0126 0,0016 0, Total 491, , , , , % do Total Figura 04. Mapa das Áreas de Conflito de Uso da Terra

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