ISSN 1677-7042 Ano CXLVI N o - Brsíli - DF, quint-feir, 15 de jneiro de 09 Sumário. PÁGINA Atos do Poder Legisltivo... 1 Atos do Poder Executivo... 4 Presidênci d Repúblic... 8 Ministério d Agricultur, Pecuári e Abstecimento... Ministério d Ciênci e Tecnologi... 18 Ministério d Cultur... Ministério d Defes... 24 Ministério d Educção... 24 Ministério d Fzend... 25 Ministério d Justiç... 35 Ministério d Previdênci Socil... 47 Ministério d Súde... 47 Ministério ds Ciddes... 51 Ministério ds Comunicções... 51 Ministério de Mins e Energi... 57 Ministério do Desenvolvimento Agrário... 61 Ministério do Desenvolvimento, Indústri e Comércio Exterior... 61 Ministério do Esporte... 67 Ministério do Meio Ambiente... 67 Ministério do Plnejmento, Orçmento e Gestão... 67 Ministério dos Trnsportes... 74 Ministério Público d União... 75 Poder Judiciário... 80 Entiddes de Fisclizção do Exercício ds Profissões Liberis... 80. Atos do Poder Legisltivo LEI N o -.903, DE 14 DE JANEIRO DE 09 Dispõe sobre o rstremento d produção e do consumo de medicmentos por meio de tecnologi de cptur, rmzenmento e trnsmissão eletrônic de ddos. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Fço sber que o Congresso Ncionl decret e eu snciono seguinte Lei: Art. 1 o É crido o Sistem Ncionl de Controle de Medicmentos, envolvendo produção, comercilizção, dispensção e prescrição médic, odontológic e veterinári, ssim como os demis tipos de movimentção previstos pelos controles snitários. Art. 2 o Todo e qulquer medicmento produzido, dispensdo ou vendido no território ncionl será controldo por meio do Sistem Ncionl de Controle de Medicmentos. Prágrfo único. O controle plic-se igulmente às prescrições médics, odontológics e veterináris. Art. 3 o O controle será relizdo por meio de sistem de identificção exclusivo dos produtos, prestdores de serviços e usuários, com o emprego de tecnologis de cptur, rmzenmento e trnsmissão eletrônic de ddos. 1 o Os produtos e seus distribuidores receberão identificção específic bsed em sistem de cptur de ddos por vi eletrônic, pr os seguintes componentes do Sistem Ncionl de Controle de Medicmentos: I - fbricnte (utorizção de funcionmento, licenç estdul e lvrá snitário municipl dos estbelecimentos fbricntes); II - fornecedor (tcdists, vrejists, exportdores e importdores de medicmentos); III - comprdor (inclusive estbelecimentos requisitntes de produtos não vidos em receits com múltiplos produtos); IV - produto (produto vido ou dispensdo e su quntidde); V - uniddes de trnsporte/logístics; VI - consumidor/pciente; VII - prescrição (inclusive produtos não vidos num receit com múltiplos produtos); VIII - médico, odontólogo e veterinário (inscrição no conselho de clsse dos profissionis prescritores). 2 o Além dos listdos nos incisos do 1 o deste rtigo, poderão ser incluídos pelo órgão de vigilânci snitári federl outros componentes ligdos à produção, distribuição, importção, exportção, comercilizção, prescrição e uso de medicmentos. Art. 4 o O órgão de vigilânci snitári federl competente implntrá e coordenrá o Sistem Ncionl de Controle de Medicmentos. Prágrfo único. O órgão definirá o conteúdo, periodicidde e responsbilidde pelo recebimento e uditori dos blnços ds trnsções comerciis necessários pr o controle de que trt o rt. 3 o dest Lei. Art. 5 o O órgão de vigilânci snitári federl competente implntrá o sistem no przo grdul de 3 (três) nos, sendo inclusão dos componentes referentes o rt. 3 o dest Lei feit d seguinte form: I - no primeiro no, os referentes os incisos I e II do 1 o ; II - no segundo no, os referentes os incisos III, IV e V do 1 o ; III - no terceiro no, os referentes os incisos VI, VII e VIII do 1 o. Art. 6 o O órgão de vigilânci snitári federl competente estbelecerá s lists de medicmentos de vend livre, de vend sob prescrição e retenção de receit e de vend sob responsbilidde do frmcêutico, sem retenção de receit. Art. 7 o Est Lei entr em vigor n dt de su publicção. Brsíli, 14 de jneiro de 09; 188 o d Independênci e 1 o d Repúblic. LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA Reinhold Stephnes Márci Bssit Lmeiro Cost Mzzoli Miguel Jorge LEI N o -.904, DE 14 DE JANEIRO DE 09 Institui o Esttuto de Museus e dá outrs providêncis. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Fço sber que o Congresso Ncionl decret e eu snciono seguinte Lei: CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1 o Considerm-se museus, pr os efeitos dest Lei, s instituições sem fins lucrtivos que conservm, investigm, comunicm, interpretm e expõem, pr fins de preservção, estudo, pesquis, educção, contemplção e turismo, conjuntos e coleções de vlor histórico, rtístico, científico, técnico ou de qulquer outr nturez culturl, berts o público, serviço d sociedde e de seu desenvolvimento. Prágrfo único. Enqudrr-se-ão nest Lei s instituições e os processos museológicos voltdos pr o trblho com o ptrimônio culturl e o território visndo o desenvolvimento culturl e socioeconômico e à prticipção ds comuniddes. Art. 2 o São princípios fundmentis dos museus: I - vlorizção d dignidde humn; II - promoção d ciddni; III - o cumprimento d função socil; IV - vlorizção e preservção do ptrimônio culturl e mbientl; V - universlidde do cesso, o respeito e vlorizção à diversidde culturl; VI - o intercâmbio institucionl. Prágrfo único. A plicção deste rtigo está vinculd os princípios bsilres do Plno Ncionl de Cultur e do regime de proteção e vlorizção do ptrimônio culturl. Art. 3 o Conforme s crcterístics e o desenvolvimento de cd museu, poderão existir filiis, seccionis e núcleos ou nexos ds instituições.
2 ISSN 1677-7042 1 Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 Prágrfo único. Pr fins de plicção dest Lei, são definidos: I - como filil os museus dependentes de outros qunto à su direção e gestão, inclusive finnceir, ms que possuem plno museológico utônomo; II - como seccionl prte diferencid de um museu que, com finlidde de executr seu plno museológico, ocup um imóvel independente d sede principl; III - como núcleo ou nexo os espços móveis ou imóveis que, por orientções museológics específics, fzem prte de um projeto de museu. Art. 4 o O poder público estbelecerá mecnismos de fomento e incentivo visndo à sustentbilidde dos museus brsileiros. Art. 5 o Os bens culturis dos museus, em sus diverss mnifestções, podem ser declrdos como de interesse público, no todo ou em prte. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS 1 o Considerm-se bens culturis pssíveis de muselizção os bens móveis e imóveis de interesse público, de nturez mteril ou imteril, tomdos individulmente ou em conjunto, portdores de referênci o mbiente nturl, à identidde, à cultur e à memóri dos diferentes grupos formdores d sociedde brsileir. 2 o Será declrdo como de interesse público o cervo dos museus cuj proteção e vlorizção, pesquis e cesso à sociedde representr um vlor culturl de destcd importânci pr Nção, respeitd diversidde culturl, regionl, étnic e lingüístic do Pís. 3 o ( V E TA D O ) Art. 6 o Est Lei não se plic às bibliotecs, os rquivos, os centros de documentção e às coleções visitáveis. Prágrfo único. São considerds coleções visitáveis os conjuntos de bens culturis conservdos por um pesso físic ou jurídic, que não presentem s crcterístics prevists no rt. 1 o dest Lei, e que sejm bertos à visitção, ind que espordicmente. CAPÍTULO II DO REGIME APLICÁVEL AOS MUSEUS Art. 7 o A crição de museus por qulquer entidde é livre, independentemente do regime jurídico, nos termos estbelecidos nest Lei. Art. 8 o A crição, fusão e extinção de museus serão efetivds por meio de documento público. 1 o A elborção de plnos, progrms e projetos museológicos, visndo à crição, à fusão ou à mnutenção dos museus, deve estr em consonânci com Lei n o 7.287, de 18 de dezembro de 1984. 2 o A crição, fusão ou extinção de museus deverá ser registrd no órgão competente do poder público. Art. 9 o Os museus poderão estimulr constituição de ssocições de migos dos museus, grupos de interesse especilizdo, voluntrido ou outrs forms de colborção e prticipção sistemátic d comunidde e do público. 1 o Os museus, à medid ds sus possibiliddes, fcultrão espços pr instlção de estruturs ssocitivs ou de voluntrido que tenhm por fim contribuição pr o desempenho ds funções e finliddes dos museus. 2 o Os museus poderão crir um serviço de colhimento, formção e gestão de voluntrido, dotndo-se de um regulmento específico, ssegurndo e estbelecendo o benefício mútuo d instituição e dos voluntários. Art.. (VETADO) Art.. A denominção de museu estdul, regionl ou distritl só pode ser utilizd por museu vinculdo Unidde d Federção ou por museus quem o Estdo utorize utilizção dest denominção. Art. 12. A denominção de museu municipl só pode ser utilizd por museu vinculdo Município ou por museus quem o Município utorize utilizção dest denominção. Seção I Dos Museus Públicos Art. 13. São considerdos museus públicos s instituições museológics vinculds o poder público, situds no território ncionl. Art. 14. O poder público firmrá um plno nul prévio, de modo grntir o funcionmento dos museus públicos e permitir o cumprimento de sus finliddes. Art. 15. Os museus públicos serão regidos por to normtivo específico. Prágrfo único. Sem prejuízo do disposto neste rtigo, o museu público poderá estbelecer convênios pr su gestão. Art. 16. É vedd prticipção diret ou indiret de pessol técnico dos museus públicos em tividdes ligds à comercilizção de bens culturis. Prágrfo único. Atividdes de vlição pr fins comerciis serão permitids os funcionários em serviço nos museus, nos csos de uso interno, de interesse científico, ou pedido de órgão do Poder Público, medinte procedimento dministrtivo cbível. Art. 17. Os museus mnterão funcionários devidmente qulificdos, observd legislção vigente. Prágrfo único. A entidde gestor do museu público grntirá disponibilidde de funcionários qulificdos e em número suficiente pr o cumprimento de sus finliddes. Seção II Do Regimento e ds Áres Básics dos Museus Art. 18. As entiddes públics e privds de que dependm os museus deverão definir clrmente seu enqudrmento orgânico e provr o respectivo regimento. Art. 19. Todo museu deverá dispor de instlções dequds o cumprimento ds funções necessáris, bem como o bem-estr dos usuários e funcionários. Art.. Compete à direção dos museus ssegurr o seu bom funcionmento, o cumprimento do plno museológico por meio de funções especilizds, bem como plnejr e coordenr execução do plno nul de tividdes. Subseção I D Preservção, d Conservção, d Resturção e d Segurnç Art.. Os museus grntirão conservção e segurnç de seus cervos. Prágrfo único. Os progrms, s norms e os procedimentos de preservção, conservção e resturção serão elbordos por cd museu em conformidde com legislção vigente. Art. 22. Aplicr-se-á o regime de responsbilidde solidári às ções de preservção, conservção ou resturção que impliquem dno irreprável ou destruição de bens culturis dos museus, sendo punível negligênci. Art. 23. Os museus devem dispor ds condições de segurnç indispensáveis pr grntir proteção e integridde dos bens culturis sob su gurd, bem como dos usuários, dos respectivos funcionários e ds instlções. Prágrfo único. Cd museu deve dispor de um Progrm de Segurnç periodicmente testdo pr prevenir e neutrlizr perigos. Art. 24. É fcultdo os museus estbelecer restrições à entrd de objetos e, excepcionlmente, pessos, desde que devidmente justificds. Art. 25. As entiddes de segurnç públic poderão cooperr com os museus, por meio d definição conjunt do Progrm de Segurnç e d provção dos equipmentos de prevenção e neutrlizção de perigos. Art. 26. Os museus colborrão com s entiddes de segurnç públic no combte os crimes contr propriedde e tráfico de bens culturis. Art. 27. O Progrm e s regrs de segurnç de cd museu têm nturez confidencil. Prágrfo único. (VETADO) Subseção II Do Estudo, d Pesquis e d Ação Eductiv Art. 28. O estudo e pesquis fundmentm s ções desenvolvids em tods s áres dos museus, no cumprimento ds sus múltipls competêncis. 1 o O estudo e pesquis norterão polític de quisições e descrtes, identificção e crcterizção dos bens culturis incorpordos ou incorporáveis e s tividdes com fins de documentção, de conservção, de interpretção e exposição e de educção. 2 o Os museus deverão promover estudos de público, dignóstico de prticipção e vlições periódics objetivndo progressiv melhori d qulidde de seu funcionmento e o tendimento às necessiddes dos visitntes. Art. 29. Os museus deverão promover ções eductivs, fundmentds no respeito à diversidde culturl e n prticipção comunitári, contribuindo pr mplir o cesso d sociedde às mnifestções culturis e o ptrimônio mteril e imteril d Nção. Art. 30. Os museus deverão disponibilizr oportuniddes de prátic profissionl os estbelecimentos de ensino que ministrem cursos de museologi e fins, nos cmpos disciplinres relciondos às funções museológics e à su vocção. Subseção III D Difusão Culturl e Do Acesso os Museus Art.. As ções de comunicção constituem forms de se fzer conhecer os bens culturis incorpordos ou depositdos no museu, de form propicir o cesso público. Prágrfo único. O museu regulmentrá o cesso público os bens culturis, levndo em considerção s condições de conservção e segurnç. Art. 32. Os museus deverão elborr e implementr progrms de exposições dequdos à su vocção e tipologi, com finlidde de promover cesso os bens culturis e estimulr reflexão e o reconhecimento do seu vlor simbólico. Art. 33. Os museus poderão utorizr ou produzir publicções sobre tems vinculdos seus bens culturis e peçs publicitáris sobre seu cervo e sus tividdes. 1 o Serão grntidos qulidde, fidelidde e os propósitos científicos e eductivos do mteril produzido, sem prejuízo dos direitos de utor e conexos. 2 o Tods s réplics e demis cópis serão ssinlds como tis, de modo evitr que sejm confundids com os objetos ou espécimes originis. Art. 34. A polític de grtuidde ou onerosidde do ingresso o museu será estbelecid por ele ou pel entidde de que depend, pr diferentes públicos, conforme dispositivos brigdos pelo sistem legisltivo ncionl.
Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 1 3 ISSN 1677-7042 Art. 35. Os museus crcterizr-se-ão pel cessibilidde universl dos diferentes públicos, n form d legislção vigente. Art. 36. As esttístics de visitntes dos museus serão envids o órgão ou entidde competente do poder público, n form fixd pel respectiv entidde, qundo solicitds. Art. 37. Os museus deverão disponibilizr um livro de sugestões e reclmções disposto de form visível n áre de colhimento dos visitntes. Subseção IV Dos Acervos dos Museus Art. 38. Os museus deverão formulr, provr ou, qundo cbível, propor, pr provção d entidde de que depend, um polític de quisições e descrtes de bens culturis, tulizd periodicmente. Prágrfo único. Os museus vinculdos o poder público drão publicidde os termos de descrtes serem efetudos pel instituição, por meio de publicção no respectivo Diário Oficil. Art. 39. É obrigção dos museus mnter documentção sistemticmente tulizd sobre os bens culturis que integrm seus cervos, n form de registros e inventários. 1 o O registro e o inventário dos bens culturis dos museus devem estruturr-se de form ssegurr comptibilizção com o inventário ncionl dos bens culturis. 2 o Os bens inventridos ou registrdos gozm de proteção com vists em evitr o seu perecimento ou degrdção, promover su preservção e segurnç e divulgr respectiv existênci. Art. 40. Os inventários museológicos e outros registros que identifiquem bens culturis, elbordos por museus públicos e privdos, são considerdos ptrimônio rquivístico de interesse ncionl e devem ser conservdos ns respectivs instlções dos museus, de modo evitr destruição, perd ou deteriorção. Prágrfo único. No cso de extinção dos museus, os seus inventários e registros serão conservdos pelo órgão ou entidde sucessor. Art. 41. A proteção dos bens culturis dos museus se complet pelo inventário ncionl, sem prejuízo de outrs forms de proteção concorrentes. 1 o Entende-se por inventário ncionl inserção de ddos sistemtizd e tulizd periodicmente sobre os bens culturis existentes em cd museu, objetivndo su identificção e proteção. 2 o O inventário ncionl dos bens dos museus não terá implicções n propriedde, posse ou outro direito rel. 3 o O inventário ncionl dos bens culturis dos museus será coordendo pel União. 4 o Pr efeito d integridde do inventário ncionl, os museus responsbilizr-se-ão pel inserção dos ddos sobre seus bens culturis. Subseção V Do Uso ds Imgens e Reproduções dos Bens Culturis dos Museus Art. 42. Os museus fcilitrão o cesso à imgem e à reprodução de seus bens culturis e documentos conforme os procedimentos estbelecidos n legislção vigente e nos regimentos internos de cd museu. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL Prágrfo único. A disponibilizção de que trt este rtigo será fundmentd nos princípios d conservção dos bens culturis, do interesse público, d não interferênci n tividde dos museus e d grnti dos direitos de propriedde intelectul, inclusive imgem, n form d legislção vigente. Art. 43. Os museus grntirão proteção dos bens culturis que constituem seus cervos, tnto em relção à qulidde ds imgens e reproduções qunto à fidelidde os sentidos educcionl e de divulgção que lhes são próprios, n form d legislção vigente. Seção III Do Plno Museológico Art. 44. É dever dos museus elborr e implementr o Plno Museológico. Art. 45. O Plno Museológico é compreendido como ferrment básic de plnejmento estrtégico, de sentido globl e integrdor, indispensável pr identificção d vocção d instituição museológic pr definição, o ordenmento e priorizção dos objetivos e ds ções de cd um de sus áres de funcionmento, bem como fundment crição ou fusão de museus, constituindo instrumento fundmentl pr sistemtizção do trblho interno e pr tução dos museus n sociedde. Art. 46. O Plno Museológico do museu definirá su missão básic e su função específic n sociedde e poderá contemplr os seguintes itens, dentre outros: I - o dignóstico prticiptivo d instituição, podendo ser relizdo com o concurso de colbordores externos; II - identificção dos espços, bem como dos conjuntos ptrimoniis sob gurd dos museus; III - identificção dos públicos quem se destin o trblho dos museus; IV - detlhmento dos Progrms: ) Institucionl; b) de Gestão de Pessos; c) de Acervos; d) de Exposições; e) Eductivo e Culturl; f) de Pesquis; g) Arquitetônico-urbnístico; h) de Segurnç; i) de Finncimento e Fomento; j) de Comunicção. 1 o N consolidção do Plno Museológico, deve-se levr em cont o cráter interdisciplinr dos Progrms. 2 o O Plno Museológico será elbordo, preferencilmente, de form prticiptiv, envolvendo o conjunto dos funcionários dos museus, lém de especilists, prceiros sociis, usuários e consultores externos, levds em cont sus especificiddes. 3 o O Plno Museológico deverá ser vlido permnentemente e revisdo pel instituição com periodicidde definid em seu regimento. Art. 47. Os projetos componentes dos Progrms do Plno Museológico crcterizr-se-ão pel exeqüibilidde, dequção às especificções dos distintos Progrms, presentção de cronogrm de execução, explicitção d metodologi dotd, descrição ds ções plnejds e implntção de um sistem de vlição permnente. CAPÍTULO III A SOCIEDADE E OS MUSEUS Seção I Disposições Geris Art. 48. Em consonânci com o propósito de serviço à sociedde estbelecido nest Lei, poderão ser promovidos mecnismos de colborção com outrs entiddes. Art. 49. As tividdes decorrentes dos mecnismos previstos no rt. 48 dest Lei serão utorizds e supervisionds pel direção do museu, que poderá suspendê-ls cso seu desenvolvimento entre em conflito com o funcionmento norml do museu. Art. 50. Serão entendids como ssocições de migos de museus s socieddes civis, sem fins lucrtivos, constituíds n form d lei civil, que preenchm, o menos, os seguintes requisitos: I - constr em seu instrumento cridor, como finlidde exclusiv, o poio, mnutenção e o incentivo às tividdes dos museus que se refirm, especilmente quels destinds o público em gerl; II - não restringir desão de novos membros, sejm pessos físics ou jurídics; III - ser vedd remunerção d diretori. Prágrfo único. O reconhecimento d ssocição de migos dos museus será relizdo em fich cdstrl elbord pelo órgão mntenedor ou entidde competente. Art. 51. (VETADO) Art. 52. As ssocições de migos deverão tornr públicos seus blnços periodicmente. Prágrfo único. As ssocições de migos de museus deverão permitir quisquer verificções determinds pelos órgãos de controle competentes, prestndo os esclrecimentos que lhes forem solicitdos, lém de serem obrigds remeter-lhes nulmente cópis de blnços e dos reltórios do exercício socil. Art. 53. As ssocições de migos, no exercício de sus funções, submeter-se-ão à provção prévi e express d instituição que se vinculem, dos plnos, dos projetos e ds ções. Art. 54. As ssocições poderão reservr té dez por cento d totlidde dos recursos por els recebidos e gerdos pr su própri dministrção e mnutenção, sendo o restnte revertido pr instituição museológic. Seção II Dos Sistems de Museus Art. 55. O Sistem de Museus é um rede orgnizd de instituições museológics, bsedo n desão voluntári, configurdo de form progressiv e que vis à coordenção, rticulção, à medição, à qulificção e à cooperção entre os museus. Art. 56. Os entes federdos estbelecerão em lei, denomind Esttuto Estdul, Regionl, Municipl ou Distritl dos Museus, norms específics de orgnizção, rticulção e tribuições ds instituições museológics em sistems de museus, de cordo com os princípios dispostos neste Esttuto. 1 o A instlção dos sistems estduis ou regionis, distritis e municipis de museus será feit de form grdtiv, sempre visndo à qulificção dos respectivos museus. 2 o Os sistems de museus têm por finlidde: I - poir tecnicmente os museus d áre disciplinr e temátic ou geográfic com eles relciond; II - promover cooperção e rticulção entre os museus d áre disciplinr e temátic ou geográfic com eles relciond, em especil com os museus municipis; III - contribuir pr vitlidde e o dinmismo culturl dos locis de instlção dos museus; IV - elborr preceres e reltórios sobre questões reltivs à museologi no contexto de tução eles dstrito; V - colborr com o órgão ou entidde do poder público competente no tocnte à precição ds cndidturs o Sistem Brsileiro de Museus, n promoção de progrms e de tividde e no compnhmento d respectiv execução. Art. 57. O Sistem Brsileiro de Museus disporá de um Comitê Gestor, com finlidde de propor diretrizes e ções, bem como poir e compnhr o desenvolvimento do setor museológico brsileiro. Prágrfo único. O Comitê Gestor do Sistem Brsileiro de Museus será composto por representntes de órgãos e entiddes com representtividde n áre d museologi ncionl. Art. 58. O Sistem Brsileiro de Museus tem finlidde de promover: I - interção entre os museus, instituições fins e profissionis ligdos o setor, visndo o constnte perfeiçomento d utilizção de recursos mteriis e culturis; II - vlorizção, registro e disseminção de conhecimentos específicos no cmpo museológico; III - gestão integrd e o desenvolvimento ds instituições, cervos e processos museológicos; IV - o desenvolvimento ds ções voltds pr s áres de quisição de bens, cpcitção de recursos humnos, documentção, pesquis, conservção, resturção, comunicção e difusão entre os órgãos e entiddes públics, entiddes privds e uniddes museológics que integrem o Sistem; V - promoção d qulidde do desempenho dos museus por meio d implementção de procedimentos de vlição. Art. 59. Constituem objetivos específicos do Sistem Brsileiro de Museus: I - promover rticulção entre s instituições museológics, respeitndo su utonomi jurídico-dministrtiv, culturl e técnicocientífic; II - estimulr o desenvolvimento de progrms, projetos e tividdes museológics que respeitem e vlorizem o ptrimônio culturl de comuniddes populres e trdicionis, de cordo com s sus especificiddes; III - divulgr pdrões e procedimentos técnico-científicos que orientem s tividdes desenvolvids ns instituições museológics; IV - estimulr e poir os progrms e projetos de incremento e qulificção profissionl de equipes que tuem em instituições museológics; V - estimulr prticipção e o interesse dos diversos segmentos d sociedde no setor museológico; VI - estimulr o desenvolvimento de progrms, projetos e tividdes eductivs e culturis ns instituições museológics;
4 ISSN 1677-7042 1 Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 VII - incentivr e promover crição e rticulção de redes e sistems estduis, municipis e interncionis de museus, bem como seu intercâmbio e integrção o Sistem Brsileiro de Museus; VIII - contribuir pr implementção, mnutenção e tulizção de um Cdstro Ncionl de Museus; IX - propor crição e perfeiçomento de instrumentos legis pr o melhor desempenho e desenvolvimento ds instituições museológics no Pís; X - propor medids pr polític de segurnç e proteção de cervos, instlções e edificções; XI - incentivr formção, tulizção e vlorizção dos profissionis de instituições museológics; e XII - estimulr prátics voltds pr permut, quisição, documentção, investigção, preservção, conservção, resturção e difusão de cervos museológicos. Art. 60. Poderão fzer prte do Sistem Brsileiro de Museus, medinte formlizção de instrumento hábil ser firmdo com o órgão competente, os museus públicos e privdos, instituições educcionis relcionds à áre d museologi e s entiddes fins, n form d legislção específic. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS Art. 61. Terão prioridde, qunto o beneficimento por polítics especificmente desenvolvids, os museus integrntes do Sistem Brsileiro de Museus. Prágrfo único. Os museus em processo de desão podem ser beneficidos por polítics de qulificção específics. Art. 62. Os museus integrntes do Sistem Brsileiro de Museus colborm entre si e rticulm os respectivos recursos com vists em melhorr e potencilizr prestção de serviços o público. Prágrfo único. A colborção suprcitd trduz-se no estbelecimento de contrtos, cordos, convênios e protocolos de cooperção entre museus ou com entiddes públics ou privds. Art. 63. Os museus integrdos o Sistem Brsileiro de Museus gozm do direito de preferênci em cso de vend judicil ou leilão de bens culturis, respeitd legislção em vigor. 1 o O przo pr o exercício do direito de preferênci é de quinze dis, e, em cso de concorrênci entre os museus do Sistem, cbe o Comitê Gestor determinr qul o museu que se drá primzi. 2 o A preferênci só poderá ser exercid se o bem culturl objeto d preferênci se integrr n polític de quisições dos museus, sob pen de nulidde do to. Art. 64. (VETADO) Art. 65. (VETADO) CAPÍTULO IV DAS PENALIDADES Art. 66. Sem prejuízo ds penliddes definids pel legislção federl, estdul e municipl, em especil os rts. 62, 63 e 64 d Lei n o 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, o não cumprimento ds medids necessáris à preservção ou correção dos inconvenientes e dnos cusdos pel degrdção, inutilizção e destruição de bens dos museus sujeitrá os trnsgressores: I - à mult simples ou diári, nos vlores correspondentes, no mínimo, dez e, no máximo, mil dis-mult, grvd em csos de reincidênci, conforme regulmentção específic, vedd su cobrnç pel União se já tiver sido plicd pelo Estdo, pelo Distrito Federl, pelos Territórios ou pelos Municípios; II - à perd ou restrição de incentivos e benefícios fiscis concedidos pelo poder público, pelo przo de cinco nos; III - à perd ou suspensão de prticipção em linhs de finncimento em estbelecimentos oficiis de crédito, pelo przo de cinco nos; IV - o impedimento de contrtr com o poder público, pelo przo de cinco nos; V - à suspensão prcil de su tividde. 1 o Sem obstr plicção ds penliddes prevists neste rtigo, é o trnsgressor obrigdo indenizr ou reprr os dnos cusdos os bens muselizdos e terceiros prejudicdos. 2 o No cso de omissão d utoridde, cberá à entidde competente, em âmbito federl, plicção ds penliddes pecuniáris prevists neste rtigo. 3 o Nos csos previstos nos incisos II e III do cput deste rtigo, o to declrtório d perd, restrição ou suspensão será tribuição d utoridde dministrtiv ou finnceir que concedeu os benefícios, incentivos ou finncimento. 4 o Verificd reincidênci, pen de mult será grvd. CAPÍTULO V DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS Art. 67. Os museus dequrão sus estruturs, recursos e ordenmentos o disposto nest Lei no przo de cinco nos, contdos d su publicção. Prágrfo único. Os museus federis já em funcionmento deverão proceder à dptção de sus tividdes os preceitos dest Lei no przo de dois nos. Art. 68. Resgurddos soberni ncionl, ordem públic e os bons costumes, o governo brsileiro prestrá, no que concerne o combte do tráfico de bens culturis dos museus, necessári cooperção outro pís, sem qulquer ônus, qundo solicitdo pr: I - produção de prov; II - exme de objetos e lugres; III - informções sobre pessos e coiss; IV - presenç temporári de pesso pres, cujs declrções tenhm relevânci pr decisão de um cus; V - outrs forms de ssistênci permitids pel legislção em vigor pelos trtdos de que o Brsil sej prte. Art. 69. Pr consecução dos fins visdos nest Lei e especilmente pr reciprocidde d cooperção interncionl, deverá ser mntido sistem de comunicções pto fcilitr o intercâmbio interncionl, rápido e seguro, de informções sobre bens culturis dos museus. Art. 70. Est Lei entr em vigor cento e vinte dis pós dt de su publicção. Brsíli, 14 de jneiro de 09; 188 o d Independênci e 1 o d Repúblic. LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA Trso Genro Roberto Gomes do Nscimento. Atos do Poder Executivo DECRETO N o 6.739, DE 14 DE JANEIRO DE 09 Fix o número de vgs pr promoção obrigtóri, referentes o no-bse 08, pr os diversos postos dos Qudros do Corpo de Oficiis d Ativ d Aeronáutic. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso d tribuição que lhe confere o rt. 84, inciso IV, d Constituição, e de cordo com o 1 o do rt. 61 e o 1 o do rt. 3 d Lei n o 6.880, de 9 de dezembro de 1980, DECRETA: Art. 1 o Ficm estbelecids, referentes o no-bse 08, s seguintes proporções, do efetivo de cd posto, serem observds no cálculo do número de vgs pr promoção obrigtóri nos diversos postos dos Qudros de Oficiis d Ativ d Aeronáutic: I-QUADRO DE OFICIAIS AVIADORES: Coronel - 1/8 do efetivo do posto (equivlente 30 vgs); Tenente-Coronel - 1/15 do efetivo do posto (equivlente 28 vgs); e Mjor - 1/ do efetivo do posto (equivlente 23 vgs); II - QUADRO DE OFICIAIS ENGENHEIROS: Coronel - 1/8 do efetivo do posto (equivlente 3 vgs); Tenente-Coronel - 1/15 do efetivo do posto (equivlente 1 vg); e Mjor - 1/ do efetivo do posto (equivlente 2 vgs); III - QUADRO DE OFICIAIS INTENDENTES: Coronel - 1/8 do efetivo do posto (equivlente 13 vgs); Tenente-Coronel - 1/15 do efetivo do posto (equivlente vgs); e Mjor - 1/ do efetivo do posto (equivlente 7 vgs); IV - QUADRO DE OFICIAIS MÉDICOS: Coronel - 1/8 do efetivo do posto (equivlente 3 vgs); Tenente-Coronel - 1/15 do efetivo do posto (equivlente 4 vgs); e Mjor - 1/ do efetivo do posto (equivlente 4 vgs); V-QUADRO DE OFICIAIS DE INFANTARIA DA AERONÁU- TICA: Coronel - 1/8 do efetivo do posto (equivlente 2 vgs); Tenente-Coronel - 1/15 do efetivo do posto (equivlente 4 vgs); e Mjor - 1/ do efetivo do posto (equivlente 4 vgs); VI - QUADRO DE OFICIAIS DENTISTAS: Tenente-Coronel - 1/ do efetivo do posto (equivlente 5 vgs); e Mjor - 1/15 do efetivo do posto (equivlente 4 vgs); VII - QUADRO DE OFICIAIS FARMACÊUTICOS: Tenente-Coronel - 1/ do efetivo do posto (equivlente 1 vg); e Mjor - 1/15 do efetivo do posto (equivlente 2 vgs); VIII - QUADRO DE OFICIAIS ESPECIALISTAS EM AV I Õ E S : Mjor - 1/ do efetivo do posto (equivlente 2 vgs); e Cpitão - 1/15 do efetivo do posto (equivlente 4 vgs); IX - QUADRO DE OFICIAIS ESPECIALISTAS EM COMU- NICAÇÕES: Mjor - 1/ do efetivo do posto (equivlente 2 vgs); e Cpitão - 1/15 do efetivo do posto (equivlente 4 vgs); X - QUADRO DE OFICIAIS ESPECIALISTAS EM ARMA- M E N TO : Mjor - 1/ do efetivo do posto (equivlente 2 vgs); e Cpitão - 1/15 do efetivo do posto (equivlente 1 vg); XI - QUADRO DE OFICIAIS ESPECIALISTAS EM FOTO- GRAFIA: Mjor - 1/ do efetivo do posto (equivlente 0 vg); e Cpitão - 1/15 do efetivo do posto (equivlente 1 vg); XII - QUADRO DE OFICIAIS ESPECIALISTAS EM METEO- ROLOGIA: Mjor - 1/ do efetivo do posto (equivlente 1 vg); e Cpitão - 1/15 do efetivo do posto (equivlente 2 vgs); XIII - QUADRO DE OFICIAIS ESPECIALISTAS EM CON- TROLE DE TRÁFEGO AÉREO: Mjor - 1/ do efetivo do posto (equivlente 0 vg); e Cpitão - 1/15 do efetivo do posto (equivlente 7 vgs); XIV - QUADRO DE OFICIAIS ESPECIALISTAS EM SUPRI- MENTO TÉCNICO: Cpitão - 1/15 do efetivo do posto (equivlente 2 vgs); XV - QUADRO DE OFICIAIS ESPECIALISTAS DA AERO- NÁUTICA: Cpitão - 1/ do efetivo do posto (equivlente 15 vgs); e Primeiro-Tenente - 1/ do efetivo do posto (equivlente 19 vgs); XVI - QUADRO DE OFICIAIS CAPELÃES: Coronel - 1/8 do efetivo do posto (equivlente 0 vg); Tenente-Coronel - 1/15 do efetivo do posto (equivlente 0 vg); e Mjor - 1/ do efetivo do posto (equivlente 0 vg); XVII - QUADRO FEMININO DE OFICIAIS DA RESERVA DA AERONÁUTICA: Tenente-Coronel - 1/15 do efetivo do posto (equivlente 9 vgs); e Mjor - 1/ do efetivo do posto (equivlente 9 vgs). Art. 2 o Não será plicdo, pr o no-bse 08, o dispositivo de Quot Compulsóri nos efetivos de Oficiis não-numerdos. Art. 3 o Este Decreto entr em vigor n dt de su publicção. Brsíli, 14 de jneiro de 09; 188º d Independênci e d Repúblic. LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA Nelson Jobim
Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 1 5 ISSN 1677-7042 ANEXO DECRETO N o - 6.740, DE 14 DE JANEIRO DE 09 Fix os quntittivos, referentes o no-bse 08, serem observdos pr promoção obrigtóri de Oficiis ds Arms, Qudros e Serviços do Exército. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso d tribuição que lhe confere o rt. 84, inciso IV, d Constituição, e tendo em vist o disposto no 1 o do rt. 61 d Lei n o 6.880, de 9 de dezembro de 1980, DECRETA: Art. 1 o Ficm fixdos n form do Anexo este Decreto, pr o no-bse 08, os quntittivos de vgs pr s promoções obrigtóris no Exército. Art. 2 o Este Decreto entr em vigor n dt de su publicção. Brsíli, 14 de jneiro de 09; 188 o d Independênci e 1 o d Repúblic. LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA Nelson Jobim ARMAS, QUADROS E SE RV I - PO S TO S ÇOS CORONEL TENENTE-CO- RONEL MAJOR CAPITÃO TENENTE ARMAS e QMB 6 69 95 - - INTENDÊNCIA 9 5 13 - - QEM 5 5 9 - - SAU (MÉDICO) 18 - - SAU (DENTISTA) 7 5 5 - - SAU (FARMACÊUTICO) 4 4 5 - - QCM 0 1 0 - - QCO - 0 26 56 - QAO - - - 30 36 DECRETO Nº 6.741, DE 14 DE JANEIRO DE 09 Fix pr Mrinh do Brsil o número de vgs pr promoção obrigtóri de oficiis nos Corpos e Qudros que mencion, no no-bse de 08. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso d tribuição que lhe confere o rt. 84, inciso IV, d Constituição, e tendo em vist o disposto no 1 o do rt. 61 d Lei n o 6.880, de 9 de dezembro de 1980, DECRETA: Art. 1 o São fixdos pr o no-bse de 08 os seguintes quntittivos de vgs pr promoção obrigtóri nos Corpos e Qudros de oficiis d Mrinh do Brsil: I-CORPO DA ARMADA: - Qudro de Oficiis d Armd (CA): Cpitães-de-Mr-e-Guerr 26 Cpitães-de-Frgt 28 Cpitães-de-Corvet 26 II - CORPO DE FUZILEIROS NAVAIS: - Qudro de Oficiis Fuzileiros Nvis (FN): Cpitães-de-Mr-e-Guerr 7 Cpitães-de-Frgt 8 Cpitães-de-Corvet 7 DECRETO N o - 6.742, DE 14 DE JANEIRO DE 09 III - CORPO DE INTENDENTES DA MARINHA: - Qudro de Oficiis Intendentes d Mrinh (IM): Cpitães-de-Mr-e-Guerr 7 Cpitães-de-Frgt 8 Cpitães-de-Corvet 7 IV - CORPO DE ENGENHEIROS DA MARINHA (EN): Cpitães-de-Mr-e-Guerr 5 Cpitães-de-Frgt 7 Cpitães-de-Corvet 6 V-CORPO DE SAÚDE DA MARINHA: ) Qudro de Médicos (Md): Cpitães-de-Mr-e-Guerr 5 Cpitães-de-Frgt 7 Cpitães-de-Corvet 6 b) Qudro de Cirurgiões-Dentists (CD): Cpitães-de-Mr-e-Guerr 4 Cpitães-de-Frgt 7 Cpitães-de-Corvet 5 c) Qudro de Apoio à Súde (S): Cpitães-de-Mr-e-Guerr 3 Cpitães-de-Frgt 6 Cpitães-de-Corvet 6 Dispõe sobre o sldo remnescente ds utorizções pr crição ou provimento de crgos, empregos e funções constntes do Anexo V d Lei n o.647, de 24 de mrço de 08 - Lei Orçmentári Anul de 08. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso d tribuição que lhe confere o rt. 84, inciso IV, d Constituição, e tendo em vist o disposto no 4 o do rt. 84 d Lei n o.768, de 14 de gosto de 08, DECRETA: Art. 1 o O sldo remnescente ds utorizções pr crição ou provimentos de crgos, empregos e funções, constntes do Anexo V d Lei n o.647, de 24 de mrço de 08 - Lei Orçmentári Anul de 08 - no âmbito do Poder Executivo Federl, é o constnte do Anexo este Decreto. VI - CORPO AUXILIAR DA MARINHA: ) Qudro Técnico (T): Cpitães-de-Mr-e-Guerr 13 Cpitães-de-Frgt 15 Cpitães-de-Corvet b) Qudro de Cpelães Nvis (CN): Cpitão-de-Mr-e-Guerr 0 Cpitão-de-Frgt 0 Cpitão-de-Corvet 0 c) Qudro Auxilir d Armd (AA): Cpitães-Tenentes 17 Primeiros-Tenentes 7 d) Qudro Auxilir de Fuzileiros Nvis (AFN): Cpitães-Tenentes 7 Primeiros-Tenentes 3 Art. 2 o Este Decreto entr em vigor n dt de su publicção. Brsíli, 14 de jneiro de 09; 188 o d Independênci e 1 o d Repúblic. LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA Nelson Jobim EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL Art. 2 o O sldo remnescente de que trt o rt. 1 o poderá ser utilizdo no exercício de 09, condiciondo os limites orçmentários constntes do Anexo V d Lei n o.897, de 30 de dezembro de 08, Lei Orçmentári Anul de 09 - LOA 09. Art. 3 o Este Decreto entr em vigor n dt de su publicção. Brsíli, 14 de jneiro de 09; 188 o d Independênci e 1 o d Repúblic. ANEXO LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA João Bernrdo de Azevedo Bringel Sldo remnescente pr crição e/ou provimentos de crgos, empregos e funções, constntes do Anexo V d Lei n o.647, de 24 de mrço de 08 - Lei Orçmentári Anul de 08. Áre Sldo remnescente de crição de crgos Sldo remnescente de provimentos de crgos efetivos Sldo remnescente de provimentos de crgos efetivos pr substituição de pessol terceirizdo Auditori e Fisclizção 1.735 2.700 0 Gestão e Diplomci 4537 3.451 89 Jurídic 0 1.364 0 Defes e Segurnç Públic 5.942 4.025 144 Cultur, Meio Ambiente e Ciênci e Tecnologi Seguridde Socil, Educção e Esportes 0 269 1.872.743 0 4.365 Regulção do Mercdo, dos 75 164 0 Serviços Públicos e do Sistem Finnceiro Indústri e Comércio, Infr- 1.077 450 945 Estrutur, Agricultur e Reform Agrári To t l 24.9 12.423 7.415 DECRETO DE 14 DE JANEIRO DE 09 Rebre, em fvor d Presidênci d Repúblic e dos Ministérios d Súde, dos Trnsportes, d Defes e d Integrção Ncionl, créditos extrordinário e especil, no vlor globl de R$ 1.2.990.576,00, bertos pel Medid Provisóri e Lei que especific. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso d tribuição que lhe confere o rt. 84, inciso IV, combindo com o rt. 167, 2 o, d Constituição, e tendo em vist o disposto no rt. 64 d Lei n o. 7 6 8, de 14 de gosto de 08, DECRETA: Art. 1 o Fic reberto em fvor d Presidênci d Repúblic e dos Ministérios d Súde, dos Trnsportes, d Defes e d Integrção Ncionl, pelos sldos purdos em de dezembro de 08, no vlor globl de R$ 1.2.990.576,00 (um bilhão, duzentos e dois milhões, novecentos e novent mil, quinhentos e setent e seis reis), os créditos extrordinário e especil bertos pel Medid Provisóri n o 448, de 26 de novembro de 08, convertid n Lei n o.893, de 29 de dezembro de 08, e pel Lei n o.886, de 23 de dezembro de 08, pr tender à progrmção constnte do Anexo deste Decreto. Art. 2 o Este Decreto entr em vigor n dt de su publicção. Brsíli, 14 de jneiro de 09; 188 o d Independênci e 1 o d Repúblic. LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA João Bernrdo de Azevedo Bringel
6 ISSN 1677-7042 1 Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 ORGAO : 000 - PRESIDENCIA DA REPUBLICA UNIDADE : 128 - SECRETARIA ESPECIAL DE PORTOS ORGAO : 39000 - MINISTERIO DOS TRANSPORTES UNIDADE : 39252 - DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES - DNIT ANEXO REABERTURA DE CREDITOS EXTRAORDINÁRIO E ESPECIAL ANEXO REABERTURA DE CREDITOS EXTRAORDINÁRIO E ESPECIAL PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 E G R M I F FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T VALOR F D D E E G R M I F FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T VALOR F D D E 1459 VETOR LOGISTICO NORDESTE SETENTRIONAL 4 3. 1. 0 0 0 0663 SEGURANCA PUBLICA NAS RODOVIAS FEDERAIS 132.601.258 P R O J E TO S P R O J E TO S COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS 26 784 1459 1A CONCLUSAO DAS OBRAS DE CONSTRUCAO DO CAIS V NO PORTO DE SUAPE 26 784 1459 1A 01 CONCLUSAO DAS OBRAS DE CONSTRUCAO DO CAIS V NO PORTO DE SUAPE - NO ESTADO DE PERNAMBUCO 26 784 1459 1E DUPLICACAO DA AVENIDA PRINCIPAL DE ACESSO E DO TRONCO DISTRIBUIDOR SUL NO COMPLEXO PORTUA- RIO DE SUAPE 26 784 1459 1E 01 DUPLICACAO DA AVENIDA PRINCIPAL DE ACESSO E DO TRONCO DISTRIBUIDOR SUL NO COMPLEXO PORTUARIO DE SUAPE - NO ESTADO DE PERNAMBUCO 2 3. 1. 0 0 0 2 3. 1. 0 0 0 F 4 2 30 0 300 2 3. 1. 0 0 0.000.000.000.000 F 4 2 30 0 300.000.000 26 782 0663 1F40 OBRAS RODOVIARIAS EMERGENCIAIS 132.601.258 26 782 0663 1F40 01 OBRAS RODOVIARIAS EMERGENCIAIS - NACIONAL (CREDITO EXTRAORDINARIO) TOTAL - FISCAL 132.601.258 TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL 132.601.258 132.601.258 F 4 2 90 0 300 132.601.258 1462 VETOR LOGISTICO SUL 332.457.918 P R O J E TO S 26 784 1462 1B RECONSTRUCAO EMERGENCIAL DO PORTO DE ITAJAI 332.457.918 26 784 1462 1B 01 RECONSTRUCAO EMERGENCIAL DO PORTO DE ITAJAI - EM SANTA CATARINA - SC (CREDITO EXTRAORDINARIO) TOTAL - FISCAL 375.568.918 332.457.918 F 4 2 90 0 300 332.457.918 DECRETO DE 14 DE JANEIRO DE 09 Rebre, em fvor d Presidênci d Repúblic e dos Ministérios d Súde, dos Trnsportes, d Defes e d Integrção Ncionl, créditos extrordinário e especil, no vlor globl de R$ 1.2.990.576,00, bertos pel Medid Provisóri e Lei que especific. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso d tribuição que lhe confere o rt. 84, inciso IV, combindo com o rt. 167, 2 o, d Constituição, e tendo em vist o disposto no rt. 64 d Lei n o. 7 6 8, de 14 de gosto de 08, DECRETA: TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL 375.568.918 ORGAO : 36000 - MINISTERIO DA SAUDE UNIDADE : 36901 - FUNDO NACIONAL DE SAUDE Art. 1 o Fic reberto em fvor d Presidênci d Repúblic e dos Ministérios d Súde, dos Trnsportes, d Defes e d Integrção Ncionl, pelos sldos purdos em de dezembro de 08, no vlor globl de R$ 1.2.990.576,00 (um bilhão, duzentos e dois milhões, novecentos e novent mil, quinhentos e setent e seis reis), os créditos extrordinário e especil bertos pel Medid Provisóri n o 448, de 26 de novembro de 08, convertid n Lei n o.893, de 29 de dezembro de 08, e pel Lei n o.886, de 23 de dezembro de 08, pr tender à progrmção constnte do Anexo deste Decreto. Art. 2 o Este Decreto entr em vigor n dt de su publicção. ANEXO REABERTURA DE CREDITOS EXTRAORDINÁRIO E ESPECIAL Brsíli, 14 de jneiro de 09; 188 o d Independênci e 1 o d Repúblic. PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA João Bernrdo de Azevedo Bringel E G R M I F FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T VALOR F D D E 1444 VIGILANCIA, PREVENCAO E CONTROLE DE DOENCAS E AGRAVOS 30.000.000 ORGAO : 000 - PRESIDENCIA DA REPUBLICA UNIDADE : 128 - SECRETARIA ESPECIAL DE PORTOS ANEXO REABERTURA DE CREDITOS EXTRAORDINÁRIO E ESPECIAL PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 AT I V I D A D E S 305 1444 6160 VIGILANCIA, PREVENCAO E CONTROLE DE SURTOS, EPIDEMIAS, CALAMIDADES PUBLICAS E EMERGENCIAS EM SAUDE 305 1444 6160 01 VIGILANCIA, PREVENCAO E CONTROLE DE SURTOS, EPI- DEMIAS, CALAMIDADES PUBLICAS E EMERGENCIAS EM SAUDE - NACIONAL (CREDITO EXTRAORDINARIO) TOTAL - FISCAL 0 30.000.000 30.000.000 S 4 2 90 0 300 30.000.000 E G R M I F FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T VALOR F D D E 1459 VETOR LOGISTICO NORDESTE SETENTRIONAL 4 3. 1. 0 0 0 P R O J E TO S TOTAL - SEGURIDADE 30.000.000 TOTAL - GERAL 30.000.000 26 784 1459 1A CONCLUSAO DAS OBRAS DE CONSTRUCAO DO CAIS V NO PORTO DE SUAPE 26 784 1459 1A 01 CONCLUSAO DAS OBRAS DE CONSTRUCAO DO CAIS V NO PORTO DE SUAPE - NO ESTADO DE PERNAMBUCO 2 3. 1. 0 0 0 2 3. 1. 0 0 0 F 4 2 30 0 300 2 3. 1. 0 0 0
Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 1 7 ISSN 1677-7042 26 784 1459 1E DUPLICACAO DA AVENIDA PRINCIPAL DE ACESSO E DO TRONCO DISTRIBUIDOR SUL NO COMPLEXO PORTUA- RIO DE SUAPE 26 784 1459 1E 01 DUPLICACAO DA AVENIDA PRINCIPAL DE ACESSO E DO TRONCO DISTRIBUIDOR SUL NO COMPLEXO PORTUARIO DE SUAPE - NO ESTADO DE PERNAMBUCO.000.000.000.000 F 4 2 30 0 300.000.000 1462 VETOR LOGISTICO SUL 332.457.918 ORGAO : 500 - MINISTERIO DA DEFESA UNIDADE : 501 - MINISTERIO DA DEFESA ANEXO REABERTURA DE CREDITOS EXTRAORDINÁRIO E ESPECIAL PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 P R O J E TO S 26 784 1462 1B RECONSTRUCAO EMERGENCIAL DO PORTO DE ITAJAI 332.457.918 26 784 1462 1B 01 RECONSTRUCAO EMERGENCIAL DO PORTO DE ITAJAI - 332.457.918 EM SANTA CATARINA - SC (CREDITO EXTRAORDINARIO) F 4 2 90 0 300 332.457.918 E G R M I F FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T VALOR F D D E 29 RESPOSTA AOS DESASTRES E RECONSTRUCAO 7.771.474 TOTAL - FISCAL 375.568.918 TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL 375.568.918 ORGAO : 36000 - MINISTERIO DA SAUDE UNIDADE : 36901 - FUNDO NACIONAL DE SAUDE ANEXO REABERTURA DE CREDITOS EXTRAORDINÁRIO E ESPECIAL PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 E G R M I F FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T VALOR F D D E 1444 VIGILANCIA, PREVENCAO E CONTROLE DE DOENCAS E AGRAVOS 30.000.000 AT I V I D A D E S 305 1444 6160 VIGILANCIA, PREVENCAO E CONTROLE DE SURTOS, 30.000.000 EPIDEMIAS, CALAMIDADES PUBLICAS E EMERGENCIAS EM SAUDE 305 1444 6160 01 VIGILANCIA, PREVENCAO E CONTROLE DE SURTOS, EPI- 30.000.000 DEMIAS, CALAMIDADES PUBLICAS E EMERGENCIAS EM SAUDE - NACIONAL (CREDITO EXTRAORDINARIO) S 4 2 90 0 300 30.000.000 TOTAL - FISCAL 0 TOTAL - SEGURIDADE 30.000.000 TOTAL - GERAL 30.000.000 ORGAO : 39000 - MINISTERIO DOS TRANSPORTES UNIDADE : 39252 - DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES - DNIT ANEXO REABERTURA DE CREDITOS EXTRAORDINÁRIO E ESPECIAL EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 E G R M I F FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T VALOR F D D E AT I V I D A D E S 05 182 29 4564 SOCORRO E ASSISTENCIA AS PESSOAS ATINGIDAS POR DESASTRES 05 182 29 4564 05 SOCORRO E ASSISTENCIA AS PESSOAS ATINGIDAS POR DESASTRES - NACIONAL (CREDITO EXTRAORDINARIO) TOTAL - FISCAL 7.771.474 TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL 7.771.474 ORGAO : 53000 - MINISTERIO DA INTEGRACAO NACIONAL UNIDADE : 5 - MINISTERIO DA INTEGRACAO NACIONAL ANEXO 7.771.474 7.771.474 F 3 2 90 0 300 7.771.474 REABERTURA DE CREDITOS EXTRAORDINÁRIO E ESPECIAL PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 E G R M I F FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T VALOR F D D E 27 PREVENCAO E PREPARACAO PARA DESASTRES 240.000.000 AT I V I D A D E S 06 182 27 8348 APOIO A OBRAS PREVENTIVAS DE DESASTRES 240.000.000 06 182 27 8348 0098 APOIO A OBRAS PREVENTIVAS DE DESASTRES - NO ES- TADO DE SANTA CATARINA 06 182 27 8348 4003 APOIO A OBRAS PREVENTIVAS DE DESASTRES - NACIO- NAL (CREDITO EXTRAORDINARIO) 1.000.000 F 4 2 90 0 3001.000.000 1.000.000 F 4 2 90 0 3001.000.000 29 RESPOSTA AOS DESASTRES E RECONSTRUCAO 417.048.926 0663 SEGURANCA PUBLICA NAS RODOVIAS FEDERAIS 132.601.258 P R O J E TO S AT I V I D A D E S 26 782 0663 1F40 OBRAS RODOVIARIAS EMERGENCIAIS 132.601.258 26 782 0663 1F40 01 OBRAS RODOVIARIAS EMERGENCIAIS - NACIONAL 132.601.258 (CREDITO EXTRAORDINARIO) F 4 2 90 0 300 132.601.258 TOTAL - FISCAL 132.601.258 TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL 132.601.258 06 182 29 4564 SOCORRO E ASSISTENCIA AS PESSOAS ATINGIDAS POR DESASTRES 06 182 29 4564 0098 SOCORRO E ASSISTENCIA AS PESSOAS ATINGIDAS POR DESASTRES - NO ESTADO DE SANTA CATARINA 06 182 29 4564 03 SOCORRO E ASSISTENCIA AS PESSOAS ATINGIDAS POR DESASTRES - NACIONAL (CREDITO EXTRAORDINARIO) 187.048.926 5.000.000 F 4 2 90 0 3005.000.000 82.048.926 F 3 2 90 0 30062.052.676 F 4 2 90 0 30019.996.250
8 ISSN 1677-7042 1 Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 06 182 29 4570 RESTABELECIMENTO DA NORMALIDADE NO CENARIO 230.000.000 DE DESASTRES 06 182 29 4570 0098 RESTABELECIMENTO DA NORMALIDADE NO CENARIO DE 135.000.000 DESASTRES - NO ESTADO DE SANTA CATARINA F 3 2 90 0 300.000.000 F 4 2 90 0 300125.000.000 06 182 29 4570 03 RESTABELECIMENTO DA NORMALIDADE NO CENARIO DE 95.000.000 DESASTRES - RECUPERACAO DE DANOS CAUSADOS POR DESASTRES (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NACIONAL F 3 2 90 0 300.000.000 F 4 2 90 0 30085.000.000 ORGAO : 53000 - MINISTERIO DA INTEGRACAO NACIONAL UNIDADE : 5 - MINISTERIO DA INTEGRACAO NACIONAL ANEXO REABERTURA DE CREDITOS EXTRAORDINÁRIO E ESPECIAL PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 E G R M I F FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T VALOR F D D E 27 PREVENCAO E PREPARACAO PARA DESASTRES 240.000.000 TOTAL - FISCAL 657.048.926 AT I V I D A D E S COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL 657.048.926 06 182 27 8348 APOIO A OBRAS PREVENTIVAS DE DESASTRES 240.000.000 06 182 27 8348 0098 APOIO A OBRAS PREVENTIVAS DE DESASTRES - NO ES- 1.000.000 TADO DE SANTA CATARINA F 4 2 90 0 300 1.000.000 06 182 27 8348 4003 APOIO A OBRAS PREVENTIVAS DE DESASTRES - NACIO- 1.000.000 NAL (CREDITO EXTRAORDINARIO) F 4 2 90 0 300 1.000.000 29 RESPOSTA AOS DESASTRES E RECONSTRUCAO 417.048.926 ORGAO : 500 - MINISTERIO DA DEFESA UNIDADE : 501 - MINISTERIO DA DEFESA AT I V I D A D E S ANEXO REABERTURA DE CREDITOS EXTRAORDINÁRIO E ESPECIAL PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 E G R M I F FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T VALOR F D D E 29 RESPOSTA AOS DESASTRES E RECONSTRUCAO 7.771.474 AT I V I D A D E S 05 182 29 4564 SOCORRO E ASSISTENCIA AS PESSOAS ATINGIDAS POR DESASTRES 05 182 29 4564 05 SOCORRO E ASSISTENCIA AS PESSOAS ATINGIDAS POR DESASTRES - NACIONAL (CREDITO EXTRAORDINARIO) TOTAL - FISCAL 7.771.474 7.771.474 7.771.474 F 3 2 90 0 300 7.771.474 06 182 29 4564 SOCORRO E ASSISTENCIA AS PESSOAS ATINGIDAS POR DESASTRES 06 182 29 4564 0098 SOCORRO E ASSISTENCIA AS PESSOAS ATINGIDAS POR DESASTRES - NO ESTADO DE SANTA CATARINA 06 182 29 4564 03 SOCORRO E ASSISTENCIA AS PESSOAS ATINGIDAS POR DESASTRES - NACIONAL (CREDITO EXTRAORDINARIO) 06 182 29 4570 RESTABELECIMENTO DA NORMALIDADE NO CENARIO DE DESASTRES 06 182 29 4570 0098 RESTABELECIMENTO DA NORMALIDADE NO CENARIO DE DESASTRES - NO ESTADO DE SANTA CATARINA 06 182 29 4570 03 RESTABELECIMENTO DA NORMALIDADE NO CENARIO DE DESASTRES - RECUPERACAO DE DANOS CAUSADOS POR DESASTRES (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NACIO- NAL TOTAL - FISCAL 657.048.926 187.048.926 5.000.000 F 4 2 90 0 300 5.000.000 82.048.926 F 3 2 90 0 300 62.052.676 F 4 2 90 0 300 19.996.250 230.000.000 135.000.000 F 3 2 90 0 300.000.000 F 4 2 90 0 300 125.000.000 95.000.000 F 3 2 90 0 300.000.000 F 4 2 90 0 300 85.000.000 TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL 7.771.474 TOTAL - GERAL 657.048.926 DECRETO DE 14 DE JANEIRO DE 09 Outorg à SE NARANDIBA S.A. concessão pr explorção do serviço público de trnsmissão de energi elétric, reltiv à Subestção Nrndib, no Estdo d Bhi. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso d tribuição que lhe confere o rt. 84, inciso IV, d Constituição, tendo em vist o disposto ns Leis n os 8.987, de 13 de fevereiro de 1995, 9.074, de 7 de julho de 1995, 9.491, de 9 de setembro de 1997, e 9.648, de 27 de mio de 1998, e o que const do Processo n o 48500.003686/08-41, D E C R E TA : Art. 1 o Fic outorgd à SE NARANDIBA S.A. concessão pr explorção do serviço público de trnsmissão de energi elétric medinte construção, operção, mnutenção e demis instlções ssocids necessáris às funções de medição, supervisão, proteção, comndo, controle, telecomunicção, dministrção e poio do empreendimento Subestção Nrndib, em 230 kv, no Estdo d Bhi. Art. 2 o A concessão de que trt este Decreto vigorrá pelo przo de trint nos, contdo prtir d dt de ssintur do respectivo Contrto de Concessão de Serviço Público de Trnsmissão de Energi Elétric. 1 o O Contrto deverá ser ssindo no przo de trint dis, contdo prtir d convocção feit pel Agênci Ncionl de Energi Elétric - ANEEL, sob pen de ineficáci d concessão or out o rg d. 2 o Medinte requerimento d SE NARANDIBA S.A. à ANEEL, presentdo té trint e seis meses ntes do término do przo constnte do cput deste rtigo, concessão poderá ser prorrogd ns condições que forem estipulds. Art. 3 o Os bens e instlções existentes em função do serviço de trnsmissão de energi elétric são vinculdos os serviços públicos concedidos, vedds lienção, cessão, trnsferênci ou dção em grnti, sem prévi e express utorizção d ANEEL. Prágrfo único. Findo o przo d concessão, os bens e instlções vinculdos à prestção do serviço concedido reverterão à União, n form previst em lei e no Contrto de Concessão. Art. 4 o Este Decreto entr em vigor n dt de su publicção. Brsíli, 14 de jneiro de 09; 188º d Independênci e d Repúblic. LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA Edison Lobão. DESPACHOS DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA MENSAGEM Presidênci d Repúblic Nº 19, de 14 de jneiro de 09. Restituição o Congresso Ncionl de utógrfos do projeto de lei que, snciondo, se trnsform n Lei nº.903, de 14 de jneiro 09. Nº, de 14 de jneiro de 09. Senhor Presidente do Sendo Federl, Comunico Voss Excelênci que, nos termos do 1 o do rt. 66 d Constituição, decidi vetr prcilmente, por contrriedde o interesse público e inconstitucionlidde, o Projeto de Lei n o 5, de 08 (n o 7.568/06 n Câmr dos Deputdos), que "Institui o Esttuto de Museus e dá outrs providêncis". Ouvidos, os Ministérios d Justiç e d Cultur mnifestrm-se pelo veto os seguintes dispositivos: 3º do rt. 5º "Art. 5 o.........
Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 1 9 ISSN 1677-7042 3 o A lei estbelecerá procedimento declrtório dequdo medinte órgão competente." Rzões do veto "O 3 o do rt. 5 o do Projeto de Lei, o delegr um legislção especil instituição do procedimento declrtório de interesse público dequdo, tribui à lei regulmentção de procedimentos serem dotdos pel dministrção, mtéri de cráter orgnizcionl e cujo trtmento deve se dr por meio de regulmentção infrlegl." Art. "Art.. A denominção de museu ncionl será vinculd à prévi provção pelo Ministério d Cultur, observd relevânci de su finlidde e objetivos ou importânci dos cervos conservdos, por meio de portri interministeril, medinte inicitiv do órgão ou entidde competente, de cordo com o disposto nest Lei." Rzões do veto "O rt. do Projeto de Lei, o determinr expressmente o órgão público responsável pel provção d denominção 'museu ncionl' e seu respectivo instrumento forml, portri interministeril, viol o disposto no rt. 84, VI, líne '', d Constituição d Repúblic, bem como o princípio d seprção dos Poderes (rt. 2 o d Constituição), já que compete, privtivmente, o Chefe do Poder Executivo dispor, medinte decreto, sobre orgnizção e funcionmento d Administrção Públic federl." Prágrfo único do rt. 27 "Art. 27.... Prágrfo único. A violção do dever de sigilo sobre o Progrm ou ds regrs de segurnç constitui infrção disciplinr grve, sem prejuízo ds penliddes prevists em legislção vigente, sendo o sigilo objeto, inclusive, de contrtos relizdos com empress privds de segurnç." Rzões do veto "O Projeto de Lei vers sobre museus públicos e privdos, dinte disso, o instituir como infrção disciplinr grve violção do dever de sigilo sobre regrs de segurnç, o dispositivo viol o 1 o do rt. 61 d Constituição, que dispõe que são de inicitiv privtiv do Presidente d Repúblic s leis que disponhm sobre servidores públicos d União, inclusive seu regime jurídico. Ademis, no rt. 132, IX, d Lei n o 8.2, de de dezembro de 1990, que dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis federis, já se encontr previst penlidde de demissão pr o servidor público que revele segredo do qul se propriou em rzão do crgo." Art. 51 "Art. 51. A utilizção de áres de museus, título precário ou oneroso, sob o regime de permissão ou concessão de uso, será reguld no regimento do museu." Rzões do veto "O rt. 51 o possibilitr o uso de bem público nos termos do regimento interno de cd museu, desrespeit o princípio constitucionl d leglidde e pode dr ensejo que prticulres possm se utilizr de áres interns dos museus sem indispensável relizção do procedimento licittório. Com efeito, concessão de uso de bem público deve ser concretizd medinte contrto dministrtivo e exige licitção prévi pr seleção do concessionário que presentr s melhores condições pr o uso do bem público, fim de que sej resgurddo o interesse público e os princípios constitucionis d impessolidde e morlidde dministrtiv (rt. 37, cput, d Constituição d Repúblic)." EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL Arts. 64 e 65 "Art. 64. Quem, de qulquer form, concorrer pr prátic lesiv ou omissiv em relção os bens culturis dos museus incide ns penliddes els cominds, bem como o dirigente, o dministrdor, o membro do conselho e de órgão técnico, o uditor, o gerente, o preposto ou mndtário de pesso jurídic que, sbendo dess condut de outrem, deixr de impedir su prátic, qundo podi gir pr evitál." "Art. 65. As pessos jurídics serão responsbilizds, individul ou solidrimente, dministrtiv, civil e penlmente nos csos de infrção cometid por decisão de seu representnte legl ou contrtul, ou de seu órgão colegido, no interesse ou benefício d su entidde, de cordo com legislção vigente. 1 o A responsbilidde ds pessos jurídics não exclui ds pessos físics, utor, co-utor ou prtícipes do mesmo fto. 2 o Dentre s penliddes existentes preferir-se-á s de prestção de serviços à comunidde por pesso jurídic e físic bem como s de mult, cujo vlor será revertido em fvor d conservção, preservção ou resturção do bem lesiondo." Rzões dos vetos "Os dispositivos ofendem mterilmente Constituição Federl, n medid em que se postul responsbilizção criminl de pessos jurídics por forç de violção às norms estipulds pelo Projeto de Lei. Não há respldo constitucionl pr tnto, um vez que s hipóteses de responsbilizção d pesso jurídic n esfer criminl são limitds, cingindo-se os tos prticdos contr ordem econômic e finnceir e contr economi populr (rt. 173, 5 o ), bem como os delitos mbientis (rt. 225, 3 o, d Constituição d Repúblic). Ademis, os dispositivos desrespeitm o princípio constitucionl d estrit leglidde em mtéri penl (rt. 5 o, XXXIX, d Constituição), o qul não permite tipificção de conduts criminoss sem clr e precis definição d ção ou omissão vedd leglmente." Esss, Senhor Presidente, s rzões que me levrm vetr os dispositivos cim menciondos do projeto em cus, s quis or submeto à elevd precição dos Senhores Membros do Congresso Ncionl. Nº, de 14 de jneiro de 09. Encminhmento o Congresso Ncionl do texto do projeto de lei que "Alter o Decreto-Lei n o 2.848, de 7 de dezembro de 1940 - Código Penl, e s Leis n os 9.472, de 16 de julho de 1997, e 9.612, de 19 de fevereiro de 1998, pr dispor sobre norms penis e dministrtivs referentes à rdiodifusão e às telecomunicções, e dá outrs providêncis". MINISTÉRIO DA DEFESA Exposição de Motivos N o 07, de 13 de jneiro de 09. Sobrevôo no território ncionl de eronves pertencentes o píses bixo relciondos: 1) Repúblic Bolivrin d Venezuel: - eronve tipo C-130H, pertencente à Forç Aére dquele Pís, em missão de jud humnitári, com seguinte progrmção, no mês de jneiro de 09: di - procedente de Miqueti, Venezuel, pouso em Fortlez; di 12 - decolgem de Fortlez e destino Dkr, Senegl; di 16 - procedente de Dkr, pouso em Fortlez; e di 17 - decolgem de Fortlez e destino Mrci, Venezuel; 2) Repúblic d Bolívi: - eronve tipo C-130, pertencente à Forç Aére dquele Pís, em missão de jud humnitári, com seguinte progrmção, no mês de jneiro de 09: di 13 - procedente de L Pz, Bolívi, e destino Mrci, Venezuel; e di 14 - procedente de Mrci e destino L Pz; 3) Estdos Unidos d Améric: - eronve tipo C-12, pertencente à Forç Aére dquele Pís, em missão de trnsporte do Embixdor dos Estdos Unidos, com seguinte progrmção, no mês de jneiro de 09: di 15 - decolgem de Brsíli, pouso em Belo Horizonte e retorno Brsíli; - eronve tipo C-17, pertencente à Forç Aére dquele Pís, em missão de trnsporte de crg, com seguinte progrmção, no mês de jneiro de 09: di 22 - procedente de St Croix, Ilhs Virgens, pouso em Brsíli; e di 23 - decolgem de Brsíli e destino Assunção, Prgui; 4) Repúblic Frnces: - eronve tipo C-160, pertencente à Forç Aére dquele Pís, em missão de trnsporte de mteril, com seguinte progrmção, em 09: 14 de fevereiro - procedente de Cien, Guin Frnces, pouso em Fortlez; e 1 o de mrço - decolgem de Fortlez e destino Cien; 5) Repúblic Federl d Alemnh: - eronve tipo CL-60, pertencente à Forç Aére dquele Pís, em missão de trnsporte de crg e treinmento de tripulção, com seguinte progrmção, no mês de jneiro de 09: di 25 - procedente de Bnjur, Gâmbi, pouso em Ntl; e di 26 - decolgem de Ntl e destino St Johns Bird, Antígu e Brbud. Homologo e utorizo. Em 14 de jneiro de 09. ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO PROCURADORIA-GERAL FEDERAL PORTARIA Nº 32, DE 14 DE JANEIRO DE 09 O SUBPROCURADOR-GERAL FEDERAL, no uso d tribuição que lhe foi delegd pelo Procurdor-Gerl Federl, nos termos d Portri PGF nº 0, de 25 de fevereiro de 08, resolve: Art. A Procurdori Federl junto à Universidde Federl do Recôncvo d Bhi, sem prejuízo de sus tribuições, prestrá colborção à Procurdori Federl no Estdo d Bhi, sob coordenção do responsável pel últim. Art. 2º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. MARCELO DA SILVA FREITAS CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA EXECUTIVA DIRETORIA DE GESTÃO INTERNA PORTARIA N o - 78, DE 7 DE JANEIRO DE 09 O DIRETOR DE GESTÃO INTERNA DA CONTRO- LADORIA-GERAL DA UNIÃO, Substituto, no uso d competênci que lhe confere Portri nº 570, inciso VI do rtigo 68, de /05/07, do Ministro de Estdo do Controle e d Trnsprênci e observds s disposições do Decreto-Lei nº 0, de 25/02/1967, d Lei nº 8.666, de /06/1993, d Lei Complementr nº 1, de 04/05/00, do Decreto nº 93.872, de 23/12/1986 e d Instrução Normtiv nº 01/1997, de 15/01/1997, d Secretri do Tesouro Ncionl, no que couber, resolve: Art. Aprovr descentrlizção de recursos constntes d progrmção do Órgão 125- Controldori-Gerl d União, UG 170940, locdos n funcionl progrmátic 04.122.73.2272.0001 - Gestão e Administrção do Progrm, no vlor de R$ 61.576,70, com o objetivo de custer 49,6757% ds despess referentes o Curso de Formção de AFC - Grupo 2, conforme Projeto Interno/ESAF código nº 07.07.04.07026.08.09, Processo nº 00190.0624/08-44. Art. 2º Fic Coordenção-Gerl de Recursos Humnos responsável pelo compnhmento d plicção dos recursos nos moldes or utorizdos, inclusive pr fins de provção do Reltório Finnceiro do projeto. Art. 3º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. GIOVANNI CANDIDO DEMATTE
ISSN 1677-7042 1 Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09. Ministério d Agricultur, Pecuári e Abstecimento SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA PORTARIA Nº 2, DE 13 DE JANEIRO DE 09 O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA, DO MI- NISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMEN- TO, no uso d tribuição que lhe conferem os rts. 9º e 42, do Anexo I, do Decreto nº 5.351, de de jneiro de 05, e o que const do Processo nº 000.0446/08-03, resolve: Art. Submeter à consult públic, pelo przo de 60 (sessent) dis, contr d dt de publicção dest Portri, o Projeto de Instrução Normtiv e seu respectivo Anexo, que vis provr o REGULAMENTO TÉCNICO DE IDENTIDADE E QUALIDADE DA ÁGUA-DE-COCO. Art. 2º As resposts d consult públic de que trt o rt., um vez tecnicmente fundmentds, deverão ser encminhds por escrito pr o seguinte endereço: Ministério d Agricultur, Pecuári e Abstecimento - MAPA, Secretri de Defes Agropecuári - SDA, Deprtmento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetl - DIPOV, Coordenção-Gerl de Vinhos e Bebids - CGVB, DBEB - Divisão de Bebids, Esplnd dos Ministérios, Bloco D, Anexo B, 3º ndr, sl nº 341 - CEP: 70.043-900 - Brsíli-DF - Fx: (0XX61)3224-8961 - Endereço eletrônico: dbeb@gricultur.gov.br. Art. 3º Findo o przo estbelecido no rt., DBEB - Divisão de Bebids d Coordenção-Gerl de Vinhos e Bebids do Deprtmento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetl rticulrse-á com os órgãos e entiddes que presentrem sugestões, visndo à consolidção do texto finl. Art. 4º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS INÁCIO AFONSO KROETZ ANEXO PROJETO DE INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº, DE DE DE 09 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁ- RIA E ABASTECIMENTO, no uso d tribuição que lhe confere o rt. 87, inciso II, d Constituição, tendo em vist o disposto nos incisos I, líne "" e II do rt. 159 e rts. 40 e 41 do Regulmento d Lei nº 8.918, de 14 de julho de 1994, provdo pelo Decreto nº 2.4, de 4 de setembro de 1997, e o que const do Processo nº 000.0446/08-03, resolve: Art. Aprovr o Regulmento Técnico Gerl pr fixção dos Pdrões de Identidde e Qulidde pr águ-de-coco conforme const do Anexo I dest Instrução Normtiv. Art. 2º Est Instrução Normtiv entr em vigor n dt de su publicção, revogd Instrução Normtiv nº 39, de 29 de mio de 02. REINHOLD STEPHANES ANEXO I REGULAMENTO TÉCNICO GERAL PARA FIXAÇÃO DOS PADRÕES DE IDENTIDADE E QUALIDADE PARA ÁGUA-DE-COCO Art. A presente Norm tem o objetivo de estbelecer procedimentos mínimos de controle higiênico-snitário, os pdrões de identidde e s crcterístics mínims de qulidde que deverá observr o produto águ-de-coco, destindo o consumo como bebid. Est Norm não se plic à águ-de-coco destind pr outros fins. CAPÍTULO I DEFINIÇÃO, CLASSIFICAÇÃO E DESIGNAÇÕES Seção I Definição Art. 2º Águ-de-coco é bebid obtid d prte líquid do fruto do coqueiro (Cocus nucifer L.), por meio de processo tecnológico dequdo, não diluíd e não fermentd. Seção II Clssificção Art. 3º As águs-de-coco são clssificds em: I. Águ-de-coco resfrid; II. Águ-de-coco psteurizd; III. Águ-de-coco congeld; IV. Águ-de-coco esterilizd; V. Águ-de-coco concentrd; VI. Águ-de-coco desidrtd; VII. Águ-de-coco reconstituíd. Seção III Designções Art. 4º Águ-de-coco resfrid é o produto definido no rt. 2º e que foi envsdo logo depois de ser extrído e sem descontinuidde foi submetido um processo dequdo de resfrimento. Art. 5º Águ-de-coco psteurizd é o produto definido no rt. 2º e que foi submetido um processo dequdo de psteurizção. Art. 6º Águ-de-coco congeld é o produto definido no rt. 2º e que foi submetido um processo dequdo de congelmento, podendo ou não ser psteurizdo. Art. 7º Águ-de-coco esterilizd é o produto definido no rt. 2º e que foi submetido um processo dequdo de esterilizção. Art. 8º Águ-de-coco concentrd é o produto definido no rt. 2º e que foi submetido um processo dequdo de concentrção, cujo teor de sólidos solúveis, medidos em Brix, sej igul ou superior o dobro d concentrção nturl. Art. 9º Águ-de-coco desidrtd é o produto definido no rt. 2º e que foi submetido um processo dequdo de desidrtção, cujo teor de umidde sej igul ou inferior três por cento. Art. Águ-de-coco reconstituíd é o produto definido no rt. 2º e que foi submetido, prtir do produto designdo no rt. 8º, um processo dequdo de reidrtção, tendendo os pdrões de identidde e qulidde previstos pr o produto águ-de-coco, observdo o previsto nos prágrfos 3º e 4º do rt.. CAPÍTULO II CARACTERÍSTICAS DA ÁGUA-DE-COCO Seção I Composição Art.. A águ-de-coco possui seguinte composição: O ingrediente obrigtório é o endosperm líquido do fruto do coqueiro (Cocus nucifer L.). 2º Qunto os ingredientes opcionis, s águs-de-coco: I. Podem ser dicionds de çúcres exclusivmente pr correção e pdronizção do Brix do produto, em quntidde nãosuperior dois grms por cem mililitros II. Podem ser diciondos de vitmins, conforme legislção específic. III. Com exceção do produto designdo no Art. 7º, e em cráter opcionl pr o do Art. 8º, deverão ser obrigtorimente diciondos de conservdores e cidulntes, respeitndo-se os limites de dição previstos ns norms específics vigentes, com o propósito de grntir inocuidde e segurnç de consumo destes produtos. 3º Só o produto previsto no Art. poderá ter como ingrediente águ potável, e pens n quntidde suficiente pr tingir s crcterístics originis do produto prevists neste regulmento. 4º Pr obtenção do produto previsto no Art. deverá ser dotdo o procedimento tecnológico de um ds seguintes clsses de produto: resfrid, psteurizd, congeld ou esterilizd. Seção II Crcterístics Sensoriis, Físico-químics, Mcroscópics, Microscópics e Microbiológics Art. 12. Qunto às crcterístics sensoriis, águ-de-coco, exceção ds águs-de-coco Concentrd e Desidrtd, deve possuir cor crcterístic, sbor levemente docicdo, rom próprio e com prênci vrindo de trnslúcido opco. Prágrfo único. A presenç de pequen quntidde de prtículs sobrendntes d polp do coco não desqulific o produto. Art. 13. As águs de coco resfrid, psteurizd, congeld e reconstituíd deverão possuir s seguintes crcterístics físicoquímics: Prâmetros Mínimo Máximo Acidez totl em ácido 0,06 0,18 cítrico em g/0 ml ph 4,3 4,5 Sólidos solúveis em 4,5 7,0 ºBrix, ºC Potássio em mg/0 140 230 ml Sódio em mg/0 ml 4,5 30 Art. 14. A águ-de-coco esterilizd deverá possuir s seguintes crcterístics físico-químics: Prâmetros Mínimo Máximo Acidez totl em ácido 0,06 0,18 cítrico em g/0 ml ph 4,8 5,2 Sólidos solúveis em 4,5 7,0 ºBrix, ºC Potássio em mg/0 140 230 ml Sódio em mg/0 ml 4,5 30 Art. 15. A águ-de-coco concentrd deverá possuir s seguintes crcterístics físico-químics: Prâmetros Mínimo Máximo Acidez totl em ácido 0,1 - cítrico em g/0 ml ph 3,7 - Sólidos solúveis em 9,0 - ºBrix, ºC Potássio em mg/0 280 - ml Sódio em mg/0 ml - Art. 16. A águ-de-coco desidrtd deverá possuir s seguintes crcterístics físico-químics no produto reconstituído pr consumo: Prâmetros Mínimo Máximo ph 4,8 5,2 Sólidos solúveis em 4,5 7,0 ºBrix, ºC Potássio em mg/0 140 280 mg Sódio em mg/0 mg 4,5 30 Art. 17. As crcterístics mcroscópics d águ-de-coco devem obedecer à legislção específic. Art. 18. Qunto às crcterístics microscópics, águ-decoco não deverá conter terr, ou sujidde, ou prsits, ou frgmentos de insetos ou pedços ds prtes não comestíveis do fruto e d plnt, ou mtéris estrnhs composição do produto, em conjunto ou seprdmente. Art. 19. A águ-de-coco resfrid deve ser envsd, mntid e comercilizd sob condições de resfrimento, à tempertur máxim de sete grus Celsius positivos. Art.. A águ-de-coco congeld deve ser mntid e comercilizd sob condições de congelmento, à tempertur máxim de dez grus Celsius negtivos. Art.. A águ-de-coco esterilizd pode ser comercilizd à tempertur mbiente. Art. 22. As águs-de-coco definids neste regulmento poderão ser dicionds de gás crbônico, ficndo obrigtóri inclusão n rotulgem d expressão "gseificd". Dióxido de crbono (gás crbônico): O gás crbônico deverá ser industrilmente puro e n quntidde mínim dissolvid de um volume de dióxido de crbono. 2º O volume de dióxido de crbono é definido como quntidde de gás dissolvid em ddo volume de águ sob pressão tmosféric (setecentos e sessent milimetros de mercúrio) e quinze grus Celsius e cinco décimos positivos. Seção III Aditivos e Codjuvntes Art. 23. As águs-de-coco podem ser dicionds de conservdores, ntioxidntes e cidulntes químicos, conforme provdos pr suco de fruts. Art. 24. Os codjuvntes de tecnologi podem ser utilizdos conforme legislção específic. Seção IV Resíduos e Contminntes Art. 25. Os resíduos de grotóxicos e outros gentes utilizdos nos trtos culturis deverão observr os limites estbelecidos em legislção específic. Art. 26. Os contminntes devem estr em consonânci com os níveis toleráveis n mtéri-prim empregd, conforme legislção específic. CAPÍTULO III PROCEDIMENTOS DE HIGIENE OPERACIONAL Seção I Gerencimento ds Bos Prátics de Fbricção Art. 27. O produto deve ser processdo, condiciondo, rmzendo, conservdo e trnsportdo conforme s determinções do plno de gerencimento ds bos prátics de fbricção, tendendo à legislção específic. O plno de gerencimento ds bos prátics de fbricção que se refere o cput deste rtigo deverá ser elbordo pelo responsável técnico d produção. Este deverá responsbilizr-se pel provção do mesmo junto o Ministério d Agricultur, Pecuári e Abstecimento; pelo gerencimento do mesmo, controlndo execução ds recomendções nele contids, bem como pelos registros obrigtórios em plnilhs. 2º O plno de gerencimento ds bos prátics de fbricção deve contemplr os princípios exigidos n legislção específic vigente, dndo especil tenção pr os itens seguir, descritos neste Cpítulo. Seção II Procedimentos Opercionis Art. 28.Qunto à estocgem e à seleção d mteril-prim, o estbelecimento mnipuldor de águ-de-coco deverá dotr, de form complementr às demis exigêncis legis, os seguintes procedimentos: I. Os frutos deverão ser exmindos qunto su integridde e snidde, e deverão ser descrtdos queles que presentrem injúris, mnchs ou perfurções cusds por insetos ou utensílios. II. Os frutos deverão ser lvdos com águ potável com bo pressão, fim de retirr s sujiddes provenientes d lvour. Em seguid deverão ser snitizdos conforme preconiz s bos prátics de fbricção. III. Os frutos, depois de seleciondos e snitizdos, deverão ser estocdos em mbiente com controle higiênico-snitário, mntido permnentemente limpo, seco e ventildo, fim de se evitr contminção cruzd dos mesmos, conforme s bos prátics de fbricção Ȧrt. 29. Qunto os pisos e o sistem de drengem, o estbelecimento mnipuldor de águ-de-coco deverá obedecer, de form complementr às demis exigêncis legis, s seguintes crcterístics: I. Os pisos devem ser resistentes, impermeáveis, não bsorventes, lváveis, ntiderrpntes e sem flhs ou rchdurs. Estrem permnentemente limpos e livres de restos de frutos ou outros resíduos. Devem possuir declividde suficiente pr um perfeit drengem ds águs de lvgem. II. O sistem de drengem ds águs de lvgem, s cnlets e os rlos, devem ser de fácil limpez e estrem permnentemente limpos. Art. 30. Qunto os equipmentos e os utensílios, o estbelecimento mnipuldor de águ-de-coco deverá obedecer, de form complementr às demis exigêncis legis, s seguintes crcterístics: I. Os equipmentos e tnques utilizdos n estocgem e processmento dos frutos e d águ-de-coco devem ser construídos de mteril que não ofereç perigo à inocuidde d mtéri prim e do produto em processmento.
Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 1 ISSN 1677-7042 II. Todos os equipmentos e utensílios utilizdos no processmento devem ser limpos e desinfetdos ntes do início d produção, conforme s bos prátics de fbricção. III. Os Equipmentos utilizdos pr perfurr ou cortr o fruto devem ser constituídos de mteril que não ofereç perigo à inocuidde do produto ser extrído, e ser construído de form que permit um perfeit e constnte ssepsi do mesmo. IV. Os equipmentos fixos devem ser instldos de form permitir fácil cesso pr que sejm relizds limpezs complets. Art.. No envsmento d águ-de-coco, tods s etps devem ser relizds sem trsos e sob condições higiênico-snitáris que impeçm possibilidde de contminções, deteriorções ou o desenvolvimento de microrgnismos ptogênicos. Art. 32. As crcterístics microbiológics dmitids pr águ-de-coco são s seguintes: Prâmetros Mínimo Máximo Som de bolores e levedurs - UFC/mL Escherichi coli ou coliformes termotolerntes - 1UFC/mL Slmonell sp. Ausente em 25 ml - CAPÍTULO IV FINALIZAÇÃO DO PRODUTO Seção I Rotulgem Art. 33 A rotulgem d águ-de-coco deve tender o Regulmento d Lei nº 8.918, de 14 de julho de 1994, provdo pelo Decreto nº 2.4, de 4 de setembro de 1997, e demis norms complementres. A rotulgem d águ-de-coco deve conter orientções visíveis e legíveis sobre conservção, rmzenmento e consumo do produto, ssim como informções sobre o perigo à súde cso não sejm observds s orientções. 2º Qundo qulquer informção nutricionl complementr for utilizd, deve tender o regulmento técnico específico. 3º As expressões referentes proprieddes nutricionis ou funcionis deverão estr prevists em legislção específic. 4º É proibido o uso de legções de proprieddes medicmentoss ou terpêutics. 5º É obrigtóri declrção d expressão: "Após berto, consumir em té um hor", em destque, sempre ssocid o termo vlidde do produto. 6º É obrigtóri declrção d respectiv clssificção previst no Art.3º deste regulmento técnico, exceto pr águ-decoco Reconstituíd, qul deverá ser substituíd pel clsse correspondente o procedimento tecnológico dotdo qundo d reconstituição 7º Não é obrigtóri declrção d expressão: doçdo, ns condições prevists no inciso I, do Art., mntendo-se obrigtoriedde d declrção dos çúcres diciondos à list de ingredientes. 8º É vedd utilizção de recipientes e emblgens tipo flconetes, schês, cont-gots, spry, mpols, copos-medids ou outros que crcterizem produtos similres àqueles de uso frmcêutico, medicmentoso ou terpêutico. Seção II Pesos e Medids Art. 34. Deve ser observd legislção específic de pesos e medids. Seção III Métodos de Análise e Amostrgem Art. 35. Devem ser dotdos os métodos oficiis de nálise estbelecidos pelo Ministério d Agricultur, Pecuári e Abstecimento. Art. 36. A mostrgem deve obedecer os procedimentos previstos no Regulmento d Lei nº 8.918, de 14 de julho de 1994, provdos pelo Decreto nº 2.4, de 4 de setembro de 1997. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL SECRETARIA DE POLÍTICA AGRÍCOLA DEPARTAMENTO DE GESTÃO DE RISCO RURAL COORDENAÇÃO-GERAL DE ZONEAMENTO AGROPECUÁRIO PORTARIA Nº 1, DE 14 DE JANEIRO DE 09 O COORDENADOR-GERAL DE ZONEAMENTO AGRO- PECUÁRIO, no uso de sus tribuições e competêncis estbelecids pels Portris n 440, de 24 de outubro de 05, publicd no Diário Oficil d União de 25 de outubro de 05, e nº 17, de 6 de jneiro de 06, publicd no Diário Oficil d União de 9 de jneiro de 06, e observdo, no que couber, o contido n Instrução Normtiv nº 1, de 29 de gosto de 06, d Secretri de Polític Agrícol, publicd no Diário Oficil d União de 6 de setembro de 06, resolve: Art. Aprovr o Zonemento Agrícol pr cultur de feijão 2ª sfr no Estdo de Rondôni, no-sfr 08/09, conforme nexo. Art. 2º Est Portri tem vigênci específic pr o no-sfr definido no rt. e entr em vigor n dt de su publicção. GUSTAVO BRACALE ANEXO 1. NOTA TÉCNICA No Brsil, o feijão (Phseolus vulgris L.) é cultivdo em diferentes épocs do no, em diversificdos sistems de produção. No Estdo de Rondôni o feijão é cultivdo por pequenos produtores, com um produção médi de 44,5 mil tonelds n 2ª sfr (CONAB, 08). A cultur do feijoeiro é pouco tolernte à deficiênci hídric, principlmente nos períodos de florescimento e início de formção ds vgens. Já ocorrênci de excesso de chuvs durnte colheit é prejudicil à qulidde dos grãos, podendo cusr perds elevds dependendo d durção do período chuvoso. Temperturs do r extrems durnte s fses vegettiv e reprodutiv são prejudiciis à cultur. Temperturs cim de 30ºC, no período de três dis ntes d bertur d primeir flor té florção plen, provocm o bortmento ds flores e botões floris, ocsionndo redução no rendimento d cultur. Objetivou-se, com o zonemento grícol, identificr s áres pts e os períodos de semedur com menor risco climático pr o cultivo do feijão 2ª sfr no Estdo de Rondôni. Pr ess identificção foi relizdo o blnço hídrico d cultur pr períodos de dez dis, considerndo-se s seguintes vriáveis: ) precipitção pluvil: utilizds séries com, no mínimo, 15 nos de ddos diários registrdos nos 19 postos pluviométricos disponíveis no Estdo; b) evpotrnspirção potencil: estimds médis decendiis pr cd estção climtológic, plicndo-se o método de Penmn- Monteith; c) ciclo e fses fenológics: nlisdos os comportmentos de cultivres de ciclos precoce, intermediário e trdio; Pr efeito de simulção, form considerds s seguintes fses do ciclo: germinção/emergênci, crescimento/desenvolvimento, florção e enchimento de grãos e mturção fisiológic; d) coeficiente de cultur (Kc): utilizdos vlores médios pr períodos decendiis, determindos em experimentção do cmpo pr cd região de dptção, e por meio de consult litertur específic; e) reserv útil de águ dos solos: estimd em função d profundidde efetiv ds rízes e d Cpcidde de Águ Disponível (CAD) dos solos. Considerrm-se os solos Tipo 1, Tipo 2 e Tipo 3, com cpcidde de rmzenr 30 mm, 40 mm e 50 mm, respectivmente. Pr crcterizção d ofert hídric form estimdos os vlores do índice de stisfção d necessidde de águ (ISNA), expresso pel relção entre evpotrnspirção rel (ETr) e evpotrnspirção máxim d cultur (ETm). Form clculdos os vlores médios do ISNA, n fse de florção e enchimento de grãos, pr cd período de semedur, Foi considerd ocorrênci dos seguintes ftores de risco: deficiênci hídric no período de florescimento/enchimento dos grãos, excesso de chuvs no período de colheit e temperturs inferiores º C e superiores 30º C durnte o ciclo d cultur. Considerou-se pto pr o cultivo o município que presentou em, pelo menos, % de su áre, vlor de ISNA igul ou mior que 0,60, n fse de florescimento/enchimento de grãos com, no mínimo, 80% de freqüênci observd, usênci de excessos hídricos no período de colheit e condições de tempertur dentro do critério dotdo. 2. TIPOS DE SOLOS APTOS AO CULTIVO O Zonemento Agrícol de Risco Climático pr o Estdo de Rondôni contempl como ptos o cultivo de feijão 2ª sfr os solos Tipos 1, 2 e 3, especificdos n Instrução Normtiv nº 2, de 9 de outubro de 08, publicd no DOU de 13 de outubro de 08, Seção I, págin 5, que presentm s seguintes crcterístics: Tipo 1: Solos de textur renos, com teor mínimo de % de rgil e menor do que 15% ou com teor de rgil igul ou mior do que 15%, nos quis diferenç entre o percentul de rei e o percentul de rgil sej mior ou igul 50. Tipo 2: Solos de textur médi, com teor mínimo de 15% de rgil e menor do que 35%, nos quis diferenç entre o percentul de rei e o percentul de rgil sej menor do que 50. Tipo 3: Solos de textur rgilos, com teor de rgil mior ou igul 35%. A nálise grnulométric é que determin s quntiddes de rgil, de rei e de silte existentes no solo, constituindo-se em etp fundmentl pr o seu enqudrmento nos diferentes tipos previstos no Zonemento Agrícol de Risco Climático. Pr que tipificção sej relizd de modo seguro, recomend-se dotr os seguintes procedimentos: ) s áres de mostrgem devem ser escolhids de cordo com s vrições prentes de cor, vegetção, textur e topogrfi do terreno; b) quntidde de pontos de colet, em cd áre de mostrgem, deve resultr em mostr representtiv dess áre; c) mostr deve ser retird n cmd de 0 50 cm de profundidde, em cd ponto de colet; e d) d mostr coletd em cd ponto de um mesm áre de mostrgem, pós destorrod e homogeneizd, deve ser retird um prte (submostr). Esss submostrs devem ser misturds pr formr um mostr compost representtiv d áre sob mostrgem. Hvendo mis de um áre de mostrgem, idêntico procedimento deve ser relizdo. Cd mostr compost, com identificção d áre de mostrgem que pertence, deve ser encminhd o lbortório de solos pr nálise. Not: não são indicds pr cultivo: - áres de preservção obrigtóri, de cordo com Lei 4.771/65 (código florestl); - áres com solos que presentm profundidde inferior 50 cm ou com solos muito pedregosos, isto é, solos nos quis clhus e mtcões, de diâmetro superior 22 mm, ocupem mis de 15% d mss e/ou d superfície do terreno. 3. TABELA DE PERÍODOS DE SEMEADURA Períodos 1 2 3 4 5 6 7 8 9 12 Dts 28 30 Meses Jneiro Fevereiro Mrço Abril Períodos 13 14 15 16 17 18 19 22 23 24 Dts 30 Meses Mio Junho Julho Agosto Períodos 25 26 27 28 29 30 32 33 34 35 36 Dts 30 30 Meses Setembro Outubro Novembro Dezembro 4. CULTIVARES INDICADAS PELOS OBTENTO- RES/MANTENEDORES CICLO INTERMEDIÁRIO EMBRAPA: Pérol, Aporé e Rudá. Nots: 1) Informções complementres sobre s crcterístics gronômics, região de dptção e reção ftores dversos ds cultivres de feijão 2ª sfr indicds, estão especificds e disponibilizds n Coordenção-Gerl de Zonemento Agropecuário, loclizd n Esplnd dos Ministérios, Bloco D, 6º ndr, sl 644, CEP 70043-900 - Brsíli - DF e no endereço eletrônico www.gricultur.gov.br /Serviços/Zonemento Agrícol/ Cultivres de Zonemento por Sfr. 2) Informções específics sobre s cultivres indicds devem ser obtids junto os respectivos obtentores/mntenedores. 3) Devem ser utilizds, no plntio, sementes produzids em conformidde com legislção brsileir sobre sementes e muds (Lei nº.7, de 5 de gosto de 03, e Decreto nº 5.153, de 23 de gosto de 04). 5. RELAÇÃO DOS MUNICÍPIOS APTOS AO CULTIVO E PERÍODOS INDICADOS PARA SEMEADURA A relção de municípios do Estdo de Rondôni ptos o cultivo de feijão 2ª sfr foi clcd em ddos disponíveis por ocsião d su elborção. Se lgum município mudou de nome ou foi crido um novo, em rzão de emncipção de um dqueles d listgem bixo, tods s indicções são idêntics às do município de origem, té que nov relção o inclu formlmente. O período de semedur indicdo pr cd município não será prorrogdo ou ntecipdo. No cso de ocorrer lgum evento típico que impeç semedur ns épocs indicds, recomend-se os produtores não efetivrem implntção d lvour nest sfr. As áres de cultivo de cd município deverão obedecer o ZONEAMENTO SÓCIO - ECONÔMICO - ECOLÓGICO DO ES- TADO DE RONDÔNIA - ZSEE, provdo pel Comissão do Zonemento Ecológico-Econômico do Território Ncionl e pelo Conselho Ncionl do Meio Ambiente, que definiu zon 1, Áres de Usos Consoliddos como prioritáris pr gropecuári, Lei Complementr Estdul nº 2/05 e Decreto nº 5875 de 15 de gosto de 06. MUNICÍPIOS CICLO PRECOCE SOLO TIPO 1 SOLO TIPO 2 SOLO TIPO 3 PERÍODOS Alt Florest d'oeste 5 7 5 7 5 8 Alto Alegre dos Precis 5 8 5 8 5 9 Alto Príso 5 7 5 7 5 8 Alvord d'oeste 5 7 5 7 5 8 Ariquemes 5 7 5 8 5 9 Buritis 5 7 5 7 5 8 Cbixi 5 6 5 6 Cculândi 5 7 5 7 5 8 Ccol 5 8 5 8 5 9 Cmpo Novo de Rondôni 5 7 5 8 Cndeis do Jmri 5 7 5 7 5 8 Cstnheirs 5 7 5 7 5 8 Cerejeirs 5 7 5 8 5 9 Chupingui 5 7 5 7 5 8 Colordo do Oeste 5 7 5 7 5 8 Corumbir 5 8 5 8 5 9 Cost Mrques 5 7 5 7 5 8 Cujubim 5 7 5 7 5 8 Espigão d'oeste 5 7 5 8 Governdor Jorge Teixeir 5 8 5 8 5 9 Gujrá-Mirim 5 7 5 7 5 8 Itpuã do Oeste 5 7 5 7 5 8 Jru 5 8 5 8 5 9 Ji-Prná 5 7 5 7 Mchdinho d'oeste 5 7 5 7 5 8 Ministro Andrezz 5 7 5 7 5 8 Mirnte d Serr 5 7 5 7 5 8 Monte Negro 5 7 5 8 Nov Brsilândi d'oeste 5 7 5 7 5 8 Nov Mmoré 5 7 5 8 Nov União 5 7 5 7 5 8 Novo Horizonte do Oeste 5 7 5 7 5 8 Ouro Preto do Oeste 5 7 5 7 5 8 Precis 5 8 5 8 5 9 Piment Bueno 5 7 5 7 5 8 Pimenteirs do Oeste 5 6 5 7 5 7 Porto Velho 5 7 5 8 5 9 Presidente Médici 5 7 5 7 5 8 Primver de Rondôni 5 7 5 7 5 8
12 ISSN 1677-7042 1 Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 Rio Crespo 5 7 5 8 Rolim de Mour 5 7 5 7 5 8 Snt Luzi d'oeste 5 7 5 8 5 8 São Felipe d'oeste 5 7 5 7 5 8 São Frncisco do Guporé 5 7 5 7 5 8 São Miguel do Guporé 5 7 5 7 5 8 Seringueirs 5 7 5 7 5 8 Te i x e i r ó p o l i s 5 7 5 7 5 8 Theobrom 5 8 5 8 5 9 Urupá 5 7 5 7 5 8 Vle do Anri 5 7 5 8 5 9 Vle do Príso 5 7 5 8 5 8 Vi l h e n 5 7 5 7 5 8 MUNICÍPIOS CICLO INTERMEDIÁRIO SOLO TIPO 1 SOLO TIPO 2 SOLO TIPO 3 PERÍODOS Alt Florest d'oeste 5 6 5 7 5 8 Alto Alegre dos Precis 5 7 5 7 5 8 Alto Príso 5 7 5 7 5 8 Alvord d'oeste 5 7 5 7 5 8 Ariquemes 5 7 5 7 5 8 Buritis 5 6 5 7 5 7 Cbixi 5 6 5 7 Cculândi 5 7 5 7 5 8 Ccol 5 7 5 8 5 9 Cmpo Novo de Rondôni 5 6 5 7 Cndeis do Jmri 5 7 5 7 5 8 Cstnheirs 5 7 5 7 5 8 Cerejeirs 5 7 5 8 5 8 Chupingui 5 7 5 7 5 8 Colordo do Oeste 5 6 5 7 5 7 Corumbir 5 7 5 8 5 8 Cost Mrques 5 6 5 7 Cujubim 5 6 5 7 5 7 Espigão d'oeste 5 6 5 7 5 7 Governdor Jorge Teixeir 5 7 5 8 5 9 Gujrá-Mirim 5 6 5 7 5 7 Itpuã do Oeste 5 6 5 7 5 7 Jru 5 7 5 8 5 8 Ji-Prná 5 6 5 7 Mchdinho d'oeste 5 6 5 7 5 7 Ministro Andrezz 5 7 5 7 5 8 Mirnte d Serr 5 6 5 7 5 7 Monte Negro 5 6 5 7 5 7 Nov Brsilândi d'oeste 5 6 5 7 5 7 Nov Mmoré 5 6 5 7 Nov União 5 6 5 7 5 7 Novo Horizonte do Oeste 5 6 5 7 5 8 Ouro Preto do Oeste 5 6 5 7 5 7 Precis 5 7 5 8 5 9 Piment Bueno 5 6 5 7 Pimenteirs do Oeste 5 6 5 7 Porto Velho 5 7 5 7 5 8 Presidente Médici 5 6 5 7 Primver de Rondôni 5 6 5 7 Rio Crespo 5 6 5 7 5 7 Rolim de Mour 5 6 5 7 5 7 Snt Luzi d'oeste 5 7 5 8 5 9 São Felipe d'oeste 5 6 5 7 5 8 São Frncisco do Guporé 5 6 5 7 5 7 São Miguel do Guporé 5 6 5 7 5 7 Seringueirs 5 6 5 7 5 8 Te i x e i r ó p o l i s 5 6 5 7 5 7 Theobrom 5 7 5 8 5 8 Urupá 5 6 5 7 5 7 Vle do Anri 5 7 5 7 5 8 Vle do Príso 5 7 5 7 5 8 Vi l h e n 5 7 5 7 5 8 COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS MUNICÍPIOS CICLO TARDIO SOLO TIPO 2 SOLO TIPO 3 PERÍODOS Cndeis do Jmri 5 6 5 7 Colordo do Oeste 5 6 5 7 Cujubim 5 6 5 7 Itpuã do Oeste 5 6 5 7 Mchdinho D'oeste 5 6 5 7 Porto Velho 5 6 5 7 Vi l h e n 5 6 5 7 PORTARIA Nº 2, DE 14 DE JANEIRO DE 09 O COORDENADOR-GERAL DE ZONEAMENTO AGRO- PECUÁRIO, no uso de sus tribuições e competêncis estbelecids pels Portris n 440, de 24 de outubro de 05, publicd no Diário Oficil d União de 25 de outubro de 05, e nº 17, de 6 de jneiro de 06, publicd no Diário Oficil d União de 9 de jneiro de 06, e observdo, no que couber, o contido n Instrução Normtiv nº 1, de 29 de gosto de 06, d Secretri de Polític Agrícol, publicd no Diário Oficil d União de 6 de setembro de 06, resolve: Art. Aprovr o Zonemento Agrícol pr cultur de mmon no Estdo de Algos, no-sfr 08/09, conforme nexo. Art. 2º Est Portri tem vigênci específic pr o no-sfr definido no rt. e entr em vigor n dt de su publicção. GUSTAVO BRACALE ANEXO 1. NOTA TÉCNICA A cultur d mmon (Ricinus communis L.) tem grnde importânci socioeconômic n Região Nordeste do Pís. No Brsil áre plntd no no-sfr 07/08, foi de 162,7 mil h, sendo o Nordeste, com um áre plntd de 155,9 mil hectres, mior região produtor, segundo levntmento d Conb. A mmoneir é exigente em clor e luminosidde, necessitndo de 500 700 mm de precipitção pluvil pr seu crescimento e desenvolvimento. Temperturs muito elevds provocm borto ds flores, reversão sexul ds flores e redução substncil do teor de óleo ds sementes. Bixs temperturs retrdm germinção, fvorecendo o tque de prgs. Umidde excessiv n fse inicil pode provocr mortes ds plnts e má formção dos frutos. Objetivou-se, com o zonemento grícol, identificr os municípios ptos e os períodos de semedur com menor risco climático pr o cultivo d mmon no Estdo de Algos. Pr ess identificção foi relizdo o blnço hídrico d cultur com o uso ds seguintes vriáveis: ) precipitção pluviométric: utilizds séries histórics com, no mínimo, 15 nos de ddos diários registrdos nos 53 postos pluviométricos disponíveis no Estdo; b) evpotrnspirção potencil: estimds médis decendiis com plicção do método de Penmn-Monteith/Thorntwit; c) ciclo: considerrm-se cultivres de ciclos precoce, médio e trdio d) fses fenológic: considerds s fses de: germinção/emergênci, crescimento/desenvolvimento, florção e enchimento de bgs e mturção fisiológic; e) coeficiente de cultur (Kc): utilizdos vlores médios pr períodos decendiis, constntes d bibliogrfi específic reconhecid pel comunidde científic; e f) reserv útil de águ no solo: estimd em função d profundidde efetiv ds rízes e d cpcidde de águ disponível dos solos. Form considerdos os solos Tipo 1, Tipo 2 e Tipo 3, com cpcidde de rmzenmento de águ de 30 mm, 50 mm e 70 mm, respectivmente. Form relizds simulções pr períodos decendiis de semedur. Pr cd período, fse fenológic e locl d estção climtológic, form estimdos os vlores do índice de stisfção d necessidde de águ (ISNA), expresso pel relção ETr/ETm (evpotrnspirção rel/evpotrnspirção máxim). Form dotdos os seguintes critérios de ptidão: ) tempertur médi do r vrindo entre C 30 C; b) precipitção igul ou superior 500 mm no período chuvoso; c) ltitude entre 300 m e 1500 m; e d) ISNA mior ou igul 0,50 n fse de florção e enchimento de bgs. Considerou-se como pto pr o cultivo o município que presentou vlor de ISNA n fse de florção/enchimento de bgs igul ou mior que 0,50 com, no mínimo, 80% de freqüênci observd e, condições de tempertur e ltitude dentro dos critérios de ptidão dotdos. 2. TIPOS DE SOLOS APTOS AO CULTIVO O Zonemento Agrícol de Risco Climático pr o Estdo de Algos contempl como ptos o cultivo de mmon os solos Tipos 2 e 3, especificdos n Instrução Normtiv nº 2, de 9 de outubro de 08, publicd no DOU de 13 de outubro de 08, Seção I, págin 5, que presentm s seguintes crcterístics: Tipo 2: Solos de textur médi, com teor mínimo de 15% de rgil e menor do que 35%, nos quis diferenç entre o percentul de rei e o percentul de rgil sej menor do que 50. Tipo 3: Solos de textur rgilos, com teor de rgil mior ou igul 35%. A nálise grnulométric é que determin s quntiddes de rgil, de rei e de silte existentes no solo, constituindo-se em etp fundmentl pr o seu enqudrmento nos diferentes tipos previstos no Zonemento Agrícol de Risco Climático. Pr que tipificção sej relizd de modo seguro, recomend-se dotr os seguintes procedimentos: ) s áres de mostrgem devem ser escolhids de cordo com s vrições prentes de cor, vegetção, textur e topogrfi do terreno; b) quntidde de pontos de colet, em cd áre de mostrgem, deve resultr em mostr representtiv dess áre; c) mostr deve ser retird n cmd de 0 50 cm de profundidde, em cd ponto de colet; e d) d mostr coletd em cd ponto de um mesm áre de mostrgem, pós destorrod e homogeneizd, deve ser retird um prte (submostr). Esss submostrs devem ser misturds pr formr um mostr compost representtiv d áre sob mostrgem. Hvendo mis de um áre de mostrgem, idêntico procedimento deve ser relizdo. Cd mostr compost, com identificção d áre de mostrgem que pertence, deve ser encminhd o lbortório de solos pr nálise. Not: não são indicds pr cultivo: - áres de preservção obrigtóri, de cordo com Lei 4.771/65 (código florestl); - áres com solos que presentm profundidde inferior 50 cm ou com solos muito pedregosos, isto é, solos nos quis clhus e mtcões, de diâmetro superior 22 mm, ocupem mis de 15% d mss e/ou d superfície do terreno. 3. TABELA DE PERÍODOS DE SEMEADURA Períodos 1 2 3 4 5 6 7 8 9 12 Dts 28 30 Meses Jneiro Fevereiro Mrço Abril Períodos 13 14 15 16 17 18 19 22 23 24 Dts Meses Mio Junho Julho Agosto Períodos 25 26 27 28 29 30 32 33 34 35 36 Dts 30 30 Meses Setembro Outubro Novembro Dezembro 4. CULTIVARES INDICADAS PELOS OBTENTO- RES/MANTENEDORES CICLO PRECOCE EMBRAPA: BRS Energi. CICLO MÉDIO CATI: AL Gurny 02. EMBRAPA: BRS Nordestin e BRS Prguçu. Nots: 1) Informções complementres sobre s crcterístics gronômics, região de dptção e reção ftores dversos ds cultivres de mmon indicds, estão especificds e disponibilizds n Coordenção-Gerl de Zonemento Agropecuário, loclizd n Esplnd dos Ministérios, Bloco D, 6º ndr, sl 646, CEP 70043-900 - Brsíli - DF e no endereço eletrônico www.gricultur.gov.br /Serviços/Zonemento Agrícol/ Cultivres de Zonemento por Sfr. 2) Informções específics sobre s cultivres indicds devem ser obtids junto os respectivos obtentores/mntenedores. 3) Devem ser utilizds, no plntio, sementes produzids em conformidde com legislção brsileir sobre sementes e muds (Lei nº.7, de 5 de gosto de 03, e Decreto nº 5.153, de 23 de gosto de 04). 5. RELAÇÃO DOS MUNICÍPIOS APTOS AO CULTIVO E PERÍODOS INDICADOS PARA SEMEADURA A relção de municípios do Estdo de Algos ptos o cultivo de mmon foi clcd em ddos disponíveis por ocsião d su elborção. Se lgum município mudou de nome ou foi crido um novo, em rzão de emncipção de um dqueles d listgem bixo, tods s indicções são idêntics às do município de origem, té que nov relção o inclu formlmente. O período de semedur indicdo pr cd município não será prorrogdo ou ntecipdo. No cso de ocorrer lgum evento típico que impeç semedur ns épocs indicds, recomend-se os produtores não efetivrem implntção d lvour nest sfr. MUNICÍPIOS CICLO PRECOCE SOLO TIPO 2 SOLO TIPO 3 PERÍODOS Águ Brnc 9 12 9 13 Andi 07 14 07 14 Arpirc 12 12 Belém 07 14 07 14 Brnquinh 07 14 07 14 Cjueiro 07 14 07 14 Cnpi 9 12 9 13 Cmpo Grnde 12 Cpel 07 14 07 14 Chã Pret 07 14 07 14 Coité do Nói 12 Colôni Leopoldin 07 14 07 14 Estrel de Algos 12 12 Flexeirs 07 14 07 14 Giru do Poncino 12 12 Ibtegur 07 14 07 14 Igci 12 Inhpi 9 9 12 Joquim Gomes 7 13 7 14 Lgo d Cno Limoeiro de Andi 7 12 7 13 Mr Vermelho 7 12 7 13 Mribondo 07 14 07 14 Mt Grnde 7 7 Mindor do Negrão 12 12 Murici 07 14 07 14 Plmeir dos Índios 7 12 7 13 Pulo Jcinto 07 14 07 14 Pindob 07 14 07 14 Poço ds Trincheirs 9 12 9 12 Quebrngulo 07 14 07 14 Sntn do Mundú 07 14 07 14 São José d Lje 07 14 07 14 Tnque d'arc 07 14 07 14 T q u r n 07 14 07 14 União dos Plmres 07 14 07 14 Vi ç o s 07 14 07 14 MUNICÍPIOS CICLOS MÉDIO / TARDIO SOLO TIPO 2 SOLO TIPO 3 PERÍODOS Águ Brnc 9 9 12 Andi 7 12 7 13 Arpirc Belém 7 12 7 13 Brnquinh 7 12 7 13 Cnpi 9 9 12 Chã Pret 7 12 7 13 Coité do Nói Colôni Leopoldin 7 13 7 14 Estrel de Algos Flexeirs 7 13 7 14 30
Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 1 13 ISSN 1677-7042 Giru do Poncino Ibtegur 7 13 7 14 Igci Inhpi 9 9 12 Joquim Gomes 7 13 7 14 Lgo d Cno Limoeiro de Andi 7 12 7 13 Mr Vermelho 7 12 7 13 Mribondo 7 12 7 13 Mt Grnde 7 7 Mindor do Negrão Plmeir dos Índios 7 12 7 13 Pulo Jcinto 7 12 7 13 Pindob 7 12 7 13 Poço ds Trincheirs 9 9 Quebrngulo 7 12 7 13 Sntn do Mundú 7 13 7 14 São José d Lje 7 13 7 14 Tnque d'arc 7 12 7 13 T q u r n 7 12 7 13 União dos Plmres 7 13 7 14 Vi ç o s 7 12 7 13 PORTARIA Nº 3, DE 14 DE JANEIRO DE 09 O COORDENADOR-GERAL DE ZONEAMENTO AGRO- PECUÁRIO, no uso de sus tribuições e competêncis estbelecids pels Portris n 440, de 24 de outubro de 05, publicd no Diário Oficil d União de 25 de outubro de 05, e nº 17, de 6 de jneiro de 06, publicd no Diário Oficil d União de 9 de jneiro de 06, e observdo, no que couber, o contido n Instrução Normtiv nº 1, de 29 de gosto de 06, d Secretri de Polític Agrícol, publicd no Diário Oficil d União de 6 de setembro de 06, resolve: Art. Aprovr o Zonemento Agrícol pr cultur de mmon no Estdo de Sergipe, no-sfr 08/09, conforme nexo. Art. 2º Est Portri tem vigênci específic pr o no-sfr definido no rt. e entr em vigor n dt de su publicção. GUSTAVO BRACALE ANEXO 1. NOTA TÉCNICA A cultur d mmon (Ricinus communis L.) tem grnde importânci socioeconômic n Região Nordeste do Pís. No Brsil áre plntd no no-sfr 07/08, foi de 162,7 mil h, sendo o Nordeste, com um áre plntd de 155,9 mil hectres, mior região produtor, segundo levntmento d Conb. No Estdo de Sergipe o cultivo d mmoneir é desenvolvido por pequenos produtores. A mmoneir é exigente em clor e luminosidde, necessitndo de 500 700 mm de precipitção pluvil pr seu crescimento e desenvolvimento. Temperturs muito elevds provocm borto ds flores, reversão sexul ds flores e redução substncil do teor de óleo ds sementes. Bixs temperturs retrdm germinção, fvorecendo o tque de prgs. Umidde excessiv n fse inicil pode provocr mortes ds plnts e má formção dos frutos. Objetivou-se, com o zonemento grícol, identificr os municípios ptos e os períodos de semedur com menor risco climático pr o cultivo d mmon no Estdo de Sergipe. Pr ess identificção foi relizdo o blnço hídrico d cultur com o uso ds seguintes vriáveis: ) precipitção pluviométric: utilizds séries histórics com, no mínimo, 15 nos de ddos diários registrdos nos 58 postos pluviométricos disponíveis no Estdo; b) evpotrnspirção potencil: estimds médis decendiis com plicção do método de Penmn-Monteith/Thorntwit; c) ciclo: considerrm-se cultivres de ciclos precoce, médio e trdio d) fses fenológic: considerds s fses de: germinção/emergênci, crescimento/desenvolvimento, florção e enchimento de bgs e mturção fisiológic; e) coeficiente de cultur (Kc): utilizdos vlores médios pr períodos decendiis, constntes d bibliogrfi específic reconhecid pel comunidde científic; e f) reserv útil de águ no solo: estimd em função d profundidde efetiv ds rízes e d cpcidde de águ disponível dos solos. Form considerdos os solos Tipo 1, Tipo 2 e Tipo 3, com cpcidde de rmzenmento de águ de 30 mm, 50 mm e 70 mm, respectivmente. Form relizds simulções pr períodos decendiis de semedur. Pr cd período, fse fenológic e locl d estção climtológic, form estimdos os vlores do índice de stisfção d necessidde de águ (ISNA), expresso pel relção ETr/ETm (evpotrnspirção rel/evpotrnspirção máxim). Form dotdos os seguintes critérios de ptidão: ) tempertur médi do r vrindo entre C 30 C; b) precipitção igul ou superior 500 mm no período chuvoso; c) ltitude entre 300 m e 1500 m; e d) ISNA mior ou igul 0,50 n fse de florção e enchimento de bgs. Considerou-se como pto pr o cultivo o município que presentou vlor de ISNA n fse de florção/enchimento de bgs igul ou mior que 0,50 com, no mínimo, 80% de freqüênci observd e, condições de tempertur e ltitude dentro dos critérios de ptidão dotdos. 2. TIPOS DE SOLOS APTOS AO CULTIVO O Zonemento Agrícol de Risco Climático pr o Estdo de Sergipe contempl como ptos o cultivo de mmon os solos Tipos 2 e 3, especificdos n Instrução Normtiv nº 2, de 9 de outubro de 08, publicd no DOU de 13 de outubro de 08, Seção I, págin 5, que presentm s seguintes crcterístics: Tipo 2: Solos de textur médi, com teor mínimo de 15% de rgil e menor do que 35%, nos quis diferenç entre o percentul de rei e o percentul de rgil sej menor do que 50. Tipo 3: Solos de textur rgilos, com teor de rgil mior ou igul 35%. A nálise grnulométric é que determin s quntiddes de rgil, de rei e de silte existentes no solo, constituindo-se em etp fundmentl pr o seu enqudrmento nos diferentes tipos previstos no Zonemento Agrícol de Risco Climático. Pr que tipificção sej relizd de modo seguro, recomend-se dotr os seguintes procedimentos: ) s áres de mostrgem devem ser escolhids de cordo com s vrições prentes de cor, vegetção, textur e topogrfi do terreno; b) quntidde de pontos de colet, em cd áre de mostrgem, deve resultr em mostr representtiv dess áre; c) mostr deve ser retird n cmd de 0 50 cm de profundidde, em cd ponto de colet; e d) d mostr coletd em cd ponto de um mesm áre de mostrgem, pós destorrod e homogeneizd, deve ser retird um prte (submostr). Esss submostrs devem ser misturds pr formr um mostr compost representtiv d áre sob mostrgem. Hvendo mis de um áre de mostrgem, idêntico procedimento deve ser relizdo. Cd mostr compost, com identificção d áre de mostrgem que pertence, deve ser encminhd o lbortório de solos pr nálise. Not: não são indicds pr cultivo: - áres de preservção obrigtóri, de cordo com Lei 4.771/65 (código florestl); - áres com solos que presentm profundidde inferior 50 cm ou com solos muito pedregosos, isto é, solos nos quis clhus e mtcões, de diâmetro superior 22 mm, ocupem mis de 15% d mss e/ou d superfície do terreno. 3. TABELA DE PERÍODOS DE SEMEADURA Períodos 1 2 3 4 5 6 7 8 9 12 Dts 28 30 Meses Jneiro Fevereiro Mrço Abril Períodos 13 14 15 16 17 18 19 22 23 24 Dts 30 Meses Mio Junho Julho Agosto Períodos 25 26 27 28 29 30 32 33 34 35 36 Dts 30 30 Meses Setembro Outubro Novembro Dezembro 4. CULTIVARES INDICADAS PELOS OBTENTO- RES/MANTENEDORES CICLO PRECOCE EMBRAPA: BRS Energi. CICLO MÉDIO CATI: AL Gurny 02. EMBRAPA: BRS Nordestin e BRS Prguçu. Nots: 1) Informções complementres sobre s crcterístics gronômics, região de dptção e reção ftores dversos ds cultivres de mmon indicds, estão especificds e disponibilizds n Coordenção-Gerl de Zonemento Agropecuário, loclizd n Esplnd dos Ministérios, Bloco D, 6º ndr, sl 644, CEP 70043-900 - Brsíli - DF e no endereço eletrônico www.gricultur.gov.br /Serviços/Zonemento Agrícol/ Cultivres de Zonemento por Sfr. 2) Informções específics sobre s cultivres indicds devem ser obtids junto os respectivos obtentores/mntenedores. 3) Devem ser utilizds, no plntio, sementes produzids em conformidde com legislção brsileir sobre sementes e muds (Lei nº.7, de 5 de gosto de 03, e Decreto nº 5.153, de 23 de gosto de 04). 5. RELAÇÃO DOS MUNICÍPIOS APTOS AO CULTIVO E PERÍODOS INDICADOS PARA SEMEADURA A relção de municípios do Estdo de Sergipe ptos o cultivo de mmon foi clcd em ddos disponíveis por ocsião d su elborção. Se lgum município mudou de nome ou foi crido um novo, em rzão de emncipção de um dqueles d listgem bixo, tods s indicções são idêntics às do município de origem, té que nov relção o inclu formlmente. O período de semedur indicdo pr cd município não será prorrogdo ou ntecipdo. No cso de ocorrer lgum evento típico que impeç semedur ns épocs indicds, recomend-se os produtores não efetivrem implntção d lvour nest sfr. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL MUNICÍPIOS CICLO PRECOCE SOLO TIPO 2 SOLO TIPO 3 PERÍODOS Cmpo do Brito 7 7 Crir 7 7 Frei Pulo 7 7 Mcmbir 7 7 Monte Alegre de Sergipe 7 7 Noss Senhor Aprecid 7 9 7 Noss Senhor d Glóri 7 7 Poço Verde 7 9 7 Richão do Dnts 7 7 Ribeirópolis 7 7 Simão Dis 7 7 Tobis Brreto 7 7 MUNICÍPIOS CICLOS MÉDIO / TARDIO SOLO TIPO 2 SOLO TIPO 3 PERÍODOS Crir 7 9 7 9 Frei Pulo 7 7 Mcmbir 7 7 Monte Alegre de Sergipe 7 9 7 Noss Senhor Aprecid 7 8 7 8 Noss Senhor d Glóri 7 9 7 Poço Verde 7 8 7 9 Richão do Dnts 7 7 Ribeirópolis 7 9 7 Simão Dis 7 7 Tobis Brreto 7 9 7 PORTARIA Nº 4, DE 14 DE JANEIRO DE 09 O COORDENADOR-GERAL DE ZONEAMENTO AGRO- PECUÁRIO, no uso de sus tribuições e competêncis estbelecids pels Portris n 440, de 24 de outubro de 05, publicd no Diário Oficil d União de 25 de outubro de 05, e nº 17, de 6 de jneiro de 06, publicd no Diário Oficil d União de 9 de jneiro de 06, e observdo, no que couber, o contido n Instrução Normtiv nº 1, de 29 de gosto de 06, d Secretri de Polític Agrícol, publicd no Diário Oficil d União de 6 de setembro de 06, resolve: Art. Aprovr o Zonemento Agrícol pr cultur de sorgo grnífero no Estdo de Algos, no-sfr 08/09, conforme nexo. Art. 2º Est Portri tem vigênci específic pr o no-sfr definido no rt. e entr em vigor n dt de su publicção. GUSTAVO BRACALE ANEXO 1. NOTA TÉCNICA A cultur do sorgo grnífero (Sorghum bicolor L. Moench) é ind pouco difundid no Estdo de Algos, podendo, no entnto, constituir-se num bo lterntiv de cultivo pr os produtores ruris. O sorgo é um plnt de origem tropicl, de dis curtos e com lts txs fotossintétics, exigindo, por isso, um clim quente pr poder expressr seu potencil de produção. A grnde miori dos mteriis genéticos de sorgo requer temperturs superiores C pr um bom crescimento e desenvolvimento, não suportndo, normlmente, temperturs bixo de 16 C, sendo que temperturs superiores 38 C tmbém reduzem produtividde. Apesr de resistente à sec, o sorgo sofre com déficits hídricos, principlmente qundo ocorrem em fses fenológics crítics, como o florescimento e o enchimento de grãos, com reduções drástics n produção finl. Objetivou-se, com o zonemento grícol, identificr s áres pts e os períodos de semedur, com menor risco climático, pr cultur do sorgo grnífero no Estdo de Algos. A identificção ds áres pts e dos períodos de semedur foi relizd com bse no blnço hídrico d cultur, com o uso ds seguintes vráveis: ) precipitção pluvil: utilizds séries pluviométrics com, no mínimo, 15 nos de ddos diários registrdos nos 53 postos pluviométricos disponíveis no Estdo; b) evpotrnspirção potencil: estimds médis decendiis pr cd estção climtológic, plicndo-se o método de Penmn- Monteith; c) ciclo e fses fenológics: considerrm-se cultivres de ciclos precoce, médio e trdio. Pr efeito de simulção, form considerds s seguintes fses do ciclo: germinção/emergênci, crescimento/desenvolvimento, florção/enchimento de grãos e mturção fisiológic; d) coeficiente de cultur (Kc): utilizdos vlores médios pr períodos decendiis, obtidos trvés de consult à bibliogrfi específic; e) disponibilidde máxim de águ no solo: estimd em função d profundidde efetiv ds rízes e d cpcidde de águ disponível dos solos. Form considerdos os solos Tipo 1, Tipo 2 e Tipo 3, com cpcidde de rmzenmento de águ de 30 mm, 50 mm e 70 mm, respectivmente. Form relizds simulções pr períodos decendiis de semedur. Pr cd período, fse fenológic e locl d estção climtológic, form estimdos os vlores do índice de stisfção d necessidde de águ (ISNA), expresso pel relção ETr/ETm (evpotrnspirção rel/evpotrnspirção máxim). Considerou-se como pto pr o cultivo o município que presentou vlor de ISNA n fse de florção/enchimento de grãos igul ou mior que 0,50 com, no mínimo, 80% de freqüênci observd. 2. TIPOS DE SOLOS APTOS AO CULTIVO O Zonemento Agrícol de Risco Climático pr o Estdo de Algos contempl como ptos o cultivo de sorgo grnífero os solos Tipos 2 e 3, especificdos n Instrução Normtiv nº 2, de 9 de outubro de 08, publicd no DOU de 13 de outubro de 08, Seção
14 ISSN 1677-7042 1 Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 I, págin 5, que presentm s seguintes crcterístics: Tipo 2: Solos de textur médi, com teor mínimo de 15% de rgil e menor do que 35%, nos quis diferenç entre o percentul de rei e o percentul de rgil sej menor do que 50. Tipo 3: Solos de textur rgilos, com teor de rgil mior ou igul 35%. A nálise grnulométric é que determin s quntiddes de rgil, de rei e de silte existentes no solo, constituindo-se em etp fundmentl pr o seu enqudrmento nos diferentes tipos previstos no Zonemento Agrícol de Risco Climático. Pr que tipificção sej relizd de modo seguro, recomend-se dotr os seguintes procedimentos: ) s áres de mostrgem devem ser escolhids de cordo com s vrições prentes de cor, vegetção, textur e topogrfi do terreno; b) quntidde de pontos de colet, em cd áre de mostrgem, deve resultr em mostr representtiv dess áre; c) mostr deve ser retird n cmd de 0 50 cm de profundidde, em cd ponto de colet; e d) d mostr coletd em cd ponto de um mesm áre de mostrgem, pós destorrod e homogeneizd, deve ser retird um prte (submostr). Esss submostrs devem ser misturds pr formr um mostr compost representtiv d áre sob mostrgem. Hvendo mis de um áre de mostrgem, idêntico procedimento deve ser relizdo. Cd mostr compost, com identificção d áre de mostrgem que pertence, deve ser encminhd o lbortório de solos pr nálise. Not: não são indicds pr cultivo: - áres de preservção obrigtóri, de cordo com Lei 4.771/65 (código florestl); - áres com solos que presentm profundidde inferior 50 cm ou com solos muito pedregosos, isto é, solos nos quis clhus e mtcões, de diâmetro superior 22 mm, ocupem mis de 15% d mss e/ou d superfície do terreno. 3. TABELA DE PERÍODOS DE SEMEADURA COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS Períodos 1 2 3 4 5 6 7 8 9 12 Dts 28 30 Meses Jneiro Fevereiro Mrço Abril Períodos 13 14 15 16 17 18 19 22 23 24 Dts 30 Meses Mio Junho Julho Agosto Períodos 25 26 27 28 29 30 32 33 34 35 36 Dts 30 30 Meses Setembro Outubro Novembro Dezembro 4. CULTIVARES INDICADAS PELOS OBTENTO- RES/MANTENEDORES CICLO PRECOCE ATLÂNTICA: BUSTER, CATUY e MR-43; DOW: Dow 1G0, Dow 822, Dow 740, Dow 1G150 e Dow 1G2; EMBRAPA: BR 304; PIONEER: 85G79 e P8419; SANTA HELENA: SHS 400 e SHS 4; SEMEALI: A 9904, A 6304, RANCHERO, ESMERALDA, XB 6022 e A 9902. CICLO MÉDIO AGROMEN: AGN 8040; CATI: Ctissorgo; DOW: Dow 1G282, Dow 741 e Dow 1G0; EMBRAPA: BRS 3; IPA: IPA 730 e IPA 8602502. Nots: 1) Informções complementres sobre s crcterístics gronômics, região de dptção e reção ftores dversos ds cultivres de sorgo grnífero indicds, estão especificds e disponibilizds n Coordenção-Gerl de Zonemento Agropecuário, loclizd n Esplnd dos Ministérios, Bloco D, 6º ndr, sl 644, CEP 70043-900 - Brsíli - DF e no endereço eletrônico www.gricultur.gov.br /Serviços/Zonemento Agrícol/ Cultivres de Zonemento por Sfr. 2) Informções específics sobre s cultivres indicds devem ser obtids junto os respectivos obtentores/mntenedores. 3) Devem ser utilizds, no plntio, sementes produzids em conformidde com legislção brsileir sobre sementes e muds (Lei nº.7, de 5 de gosto de 03, e Decreto nº 5.153, de 23 de gosto de 04). 5. RELAÇÃO DOS MUNICÍPIOS APTOS AO CULTIVO E PERÍODOS INDICADOS PARA SEMEADURA A relção de municípios do Estdo de Algos ptos o cultivo de sorgo grnífero foi clcd em ddos disponíveis por ocsião d su elborção. Se lgum município mudou de nome ou foi crido um novo, em rzão de emncipção de um dqueles d listgem bixo, tods s indicções são idêntics às do município de origem, té que nov relção o inclu formlmente. O período de semedur indicdo pr cd município não será prorrogdo ou ntecipdo. No cso de ocorrer lgum evento típico que impeç semedur ns épocs indicds, recomend-se os produtores não efetivrem implntção d lvour nest sfr. MUNICÍPIOS CICLOS PRECOCE / MÉDIO / TARDIO SOLO TIPO 2 SOLO TIPO 3 PERÍODOS Águ Brnc 08 12 14 Andi 07 17 07 18 Arpirc 07 13 07 13 Atli 07 18 07 18 Brr de Snto Antônio 07 18 07 18 Brr de São Miguel 07 18 07 18 Btlh 12 13 Belém 07 18 07 18 Boc d Mt 07 18 07 18 Brnquinh 07 18 07 18 Ccimbinhs 07 07 13 Cjueiro 07 18 07 18 Cmpestre 07 18 07 18 Cmpo Alegre 07 16 07 17 Cnpi 07 13 07 13 Cmpo Grnde 17 17 Cpel 07 18 07 18 Chã Pret 07 17 07 17 Coité do Nói 07 14 07 15 Colôni Leopoldin 07 18 07 18 Críbs 17 17 Dois Richos 07 07 13 Estrel de Algos 07 12 13 Feir Grnde 07 15 07 15 Flexeirs 07 18 07 18 Giru do Poncino 12 15 12 15 Ibtegur 07 18 07 18 Igci 07 14 07 14 Igrej Nov 07 18 07 18 Jcré dos Homens 12 13 Jcuípe 07 18 07 18 Jprting 07 18 07 18 Jrmti 12 13 Joquim Gomes 07 12 07 12 Jundiá 07 18 07 18 Junqueiro 07 16 07 16 Lgo d Cno 07 16 07 16 Limoeiro de Andi 07 15 07 15 Mjor Isidoro 07 07 13 Mr Vermelho 07 17 07 18 Mrgogi 07 18 07 18 Mrvilh 07 13 07 13 Mrechl Deodoro 07 18 07 18 Mribondo 07 17 07 17 Mt Grnde 07 13 07 13 Mtriz de Cmrgibe 07 18 07 18 Messis 07 18 07 18 Mindor do Negrão 07 07 Monteirópolis 13 Murici 07 18 07 18 Novo Lino 07 18 07 18 Olho d'águ ds Flores 12 13 Olho d'águ Grnde 07 14 07 14 Olivenç 12 13 Plestin 12 13 Plmeir dos Índios 18 18 Pão de Açúcr 12 13 Pripueir 07 18 07 18 Psso de Cmrgibe 07 18 07 18 Pulo Jcinto 07 18 07 18 Penedo 07 18 07 18 Piçbuçu 07 16 07 16 Pilr 07 18 07 18 Pindob 07 18 07 18 Porto Clvo 07 18 07 18 Porto Rel do Colégio 07 17 07 17 Quebrngulo 07 18 07 18 Rio Lrgo 07 18 07 18 Snt Luzi do Norte 07 18 07 18 Sntn do Ipnem 07 07 13 Sntn do Mundú 07 16 07 16 São Brás 07 13 07 13 São José d Lje 07 18 07 18 São José d Tper 12 13 São Luís do Quitunde 07 18 07 18 São Miguel dos Cmpos 07 18 07 18 São Sebstião 07 16 07 16 Stub 07 18 07 18 Sendor Rui Plmeir 12 13 Tnque d'arc 07 18 07 18 T q u r n 07 18 07 18 Teotônio Vilel 07 16 07 16 Tr i p u 12 15 12 15 União dos Plmres 07 18 07 18 Vi ç o s 07 18 07 18 PORTARIA Nº 5, DE 14 DE JANEIRO DE 09 O COORDENADOR-GERAL DE ZONEAMENTO AGRO- PECUÁRIO, no uso de sus tribuições e competêncis estbelecids pels Portris n 440, de 24 de outubro de 05, publicd no Diário Oficil d União de 25 de outubro de 05, e nº 17, de 6 de jneiro de 06, publicd no Diário Oficil d União de 9 de jneiro de 06, e observdo, no que couber, o contido n Instrução Normtiv nº 1, de 29 de gosto de 06, d Secretri de Polític Agrícol, publicd no Diário Oficil d União de 6 de setembro de 06, resolve: Art. Aprovr o Zonemento Agrícol pr cultur de feijão cupi no Estdo de Algos, sfr 08, conforme nexo. Art. 2º Est Portri tem vigênci específic pr sfr definid no rt. e entr em vigor n dt de su publicção. GUSTAVO BRACALE ANEXO 1. NOTA TÉCNICA O feijão cupi (Vign unguicult (L.) Wlp), tmbém conhecido n Região Nordeste do Brsil como feijão-de-cord ou feijão mcssr, é mplmente cultivdo por pequenos produtores, constituindo-se em um ds principis culturs de subsistênci n miori dos Estdos d Região, sendo cultivdo, predominntemente, n região semi-árid do nordeste e em pequens áres d Amzôni. As temperturs ótims pr o bom desenvolvimento d cultur estão n fix de o C 30 o C. Temperturs elevds, cim de 35ºC, prejudicm o crescimento e o desenvolvimento d cultur, exercendo influênci sobre o bortmento de flores, o vingmento e retenção finl de vgens, fetndo, tmbém, o número de sementes por vgem. Além disso, temperturs elevds podem contribuir pr ocorrênci de váris doençs, principlmente quels ssocids às lts umiddes reltivs do r. O Cupi exige um mínimo de 300 mm de precipitção o longo do ciclo. As limitções hídrics estão mis relcionds à distribuição pluvil do que à quntidde totl de chuvs ocorrids durnte o ciclo. Ocorrêncis de ligeiros déficits hídricos no início do desenvolvimento d cultur podem concorrer pr estimulr um mior desenvolvimento rdiculr ds plnts, porém déficit hídrico, próximo e nterior o florescimento, pode ocsionr sever retrção do crescimento vegettivo, limitndo produção. Objetivou-se, com o zonemento grícol, identificr s áres pts e os períodos de semedur com menor risco climático pr o cultivo do feijão cupi no Estdo de Algos. A identificção ds áres pts e dos períodos de semedur foi relizd com bse no blnço hídrico d cultur, com o uso ds seguintes vráveis: ) precipitção pluvil: utilizds séries pluviométrics com, no mínimo, 15 nos de ddos diários registrdos nos 53 postos pluviométricos disponíveis no Estdo; b) evpotrnspirção potencil: estimds médis decendiis pr s locliddes ds estções climtológics pelo o método de Penmn-Monteith; c) ciclo e fses fenológics: considerrm-se cultivres de ciclos precoce, médio e trdio. Pr efeito de simulção, form considerds s seguintes fses do ciclo: emergênci, crescimento/desenvolvimento, florção/enchimento de grãos e mturção; d) coeficiente de cultur (Kc): utilizdos vlores médios pr períodos decendiis, obtidos trvés de consult à bibliogrfi específic; e) disponibilidde máxim de águ no solo: estimd em função d profundidde efetiv ds rízes e d cpcidde de águ disponível dos solos. Form considerdos os solos Tipo 1, Tipo 2 e Tipo 3, com cpcidde de rmzenmento de águ de mm, 40 mm e 60 mm, respectivmente. Form efetuds simulções pr períodos decendiis de semedur Ṗr crcterizção d ofert hídric form estimdos os vlores do índice de stisfção d necessidde de águ (ISNA), expresso pel relção entre evpotrnspirção rel (ETr) e evpotrnspirção máxim d cultur (ETm). Considerou-se pto pr o plntio o município que presentou em, pelo menos, % de su áre, vlor do ISNA igul ou mior que 0,50, n fse de florescimento/ enchimento de grãos com, no mínimo, 80% de freqüênci observd; 2. TIPOS DE SOLOS APTOS AO CULTIVO O Zonemento Agrícol de Risco Climático pr o Estdo de Algos contempl como ptos o cultivo de feijão cupi os solos Tipos 2 e 3, especificdos n Instrução Normtiv nº 2, de 9 de outubro de 08, publicd no DOU de 13 de outubro de 08, Seção I, págin 5, que presentm s seguintes crcterístics: Tipo 2: Solos de textur médi, com teor mínimo de 15% de rgil e menor do que 35%, nos quis diferenç entre o percentul de rei e o percentul de rgil sej menor do que 50. Tipo 3: Solos de textur rgilos, com teor de rgil mior ou igul 35%. A nálise grnulométric é que determin s quntiddes de rgil, de rei e de silte existentes no solo, constituindo-se em etp fundmentl pr o seu enqudrmento nos diferentes tipos previstos no Zonemento Agrícol de Risco Climático. Pr que tipificção sej relizd de modo seguro, recomend-se dotr os seguintes procedimentos: ) s áres de mostrgem devem ser escolhids de cordo com s vrições prentes de cor, vegetção, textur e topogrfi do terreno; b) quntidde de pontos de colet, em cd áre de mostrgem, deve resultr em mostr representtiv dess áre; c) mostr deve ser retird n cmd de 0 50 cm de profundidde, em cd ponto de colet; e
Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 1 15 ISSN 1677-7042 d) d mostr coletd em cd ponto de um mesm áre de mostrgem, pós destorrod e homogeneizd, deve ser retird um prte (submostr). Esss submostrs devem ser misturds pr formr um mostr compost representtiv d áre sob mostrgem. Hvendo mis de um áre de mostrgem, idêntico procedimento deve ser relizdo. Cd mostr compost, com identificção d áre de mostrgem que pertence, deve ser encminhd o lbortório de solos pr nálise. Not: não são indicds pr cultivo: - áres de preservção obrigtóri, de cordo com Lei 4.771/65 (código florestl); - áres com solos que presentm profundidde inferior 50 cm ou com solos muito pedregosos, isto é, solos nos quis clhus e mtcões, de diâmetro superior 22 mm, ocupem mis de 15% d mss e/ou d superfície do terreno. 3. TABELA DE PERÍODOS DE SEMEADURA Períodos 1 2 3 4 5 6 7 8 9 12 Dts 28 30 Meses Jneiro Fevereiro Mrço Abril Períodos 13 14 15 16 17 18 19 22 23 24 Dts 30 Meses Mio Junho Julho Agosto Períodos 25 26 27 28 29 30 32 33 34 35 36 Dts 30 30 Meses Setembro Outubro Novembro Dezembro 4. CULTIVARES INDICADAS PELOS OBTENTO- RES/MANTENEDORES CICLO PRECOCE EMBRAPA: BRS Tumucumque e BRS Cumé. CICLO MÉDIO EMBRAPA: BRS Xiquexique e BRS Pjeu. Nots: 1) Informções complementres sobre s crcterístics gronômics, região de dptção e reção ftores dversos ds cultivres de feijão cupi indicds, estão especificds e disponibilizds n Coordenção-Gerl de Zonemento Agropecuário, loclizd n Esplnd dos Ministérios, Bloco D, 6º ndr, sl 644, CEP 70043-900 - Brsíli - DF e no endereço eletrônico www.gricultur.gov.br /Serviços/Zonemento Agrícol/ Cultivres de Zonemento por Sfr. 2) Informções específics sobre s cultivres indicds devem ser obtids junto os respectivos obtentores/mntenedores. 3) Devem ser utilizds, no plntio, sementes produzids em conformidde com legislção brsileir sobre sementes e muds (Lei nº.7, de 5 de gosto de 03, e Decreto nº 5.153, de 23 de gosto de 04). 5. RELAÇÃO DOS MUNICÍPIOS APTOS AO CULTIVO E PERÍODOS INDICADOS PARA SEMEADURA A relção de municípios do Estdo de Algos ptos o cultivo de feijão cupi foi clcd em ddos disponíveis por ocsião d su elborção. Se lgum município mudou de nome ou foi crido um novo, em rzão de emncipção de um dqueles d listgem bixo, tods s indicções são idêntics às do município de origem, té que nov relção o inclu formlmente. O período de semedur indicdo pr cd município não será prorrogdo ou ntecipdo. No cso de ocorrer lgum evento típico que impeç semedur ns épocs indicds, recomend-se os produtores não efetivrem implntção d lvour nest sfr. MUNICÍPIOS CICLO PRECOCE SOLO TIPO 2 SOLO TIPO 3 PERÍODOS Águ Brnc 12 18 12 19 Andi 08 18 07 18 Arpirc 12 18 19 Atli 07 18 07 18 Brr de Snto Antônio 07 18 07 18 Brr de São Miguel 07 18 07 18 Belém 07 18 07 18 Boc D Mt 08 18 07 18 Brnquinh 08 18 07 18 Ccimbinhs 15 17 12 17 Cjueiro 07 18 07 18 Cmpestre 07 18 07 18 Cmpo Alegre 09 18 08 18 Cmpo Grnde 19 09 18 Cnpi 12 15 12 17 Cpel 08 18 07 18 Crneiros 12 17 12 18 Chã Pret 07 18 07 18 Coité Do Nói 19 18 Colôni Leopoldin 07 18 07 18 Críbs 15 15 Delmiro Gouvei 14 14 Dois Richos 12 17 12 18 Estrel De Algos 12 14 12 17 Feir Grnde 18 18 Flexeirs 07 18 07 18 Giru do Poncino 19 18 Ibtegur 07 18 07 18 Igci 18 18 Igrej Nov 09 18 07 18 Inhpi 19 18 Jcré dos Homens Jcuípe 07 18 07 18 Jprting 07 18 07 18 Joquim Gomes 19 08 19 Jundiá 07 18 07 18 Junqueiro 19 18 Lgo D Cno 18 08 18 Limoeiro De Andi 19 09 19 Mjor Isidoro 12 17 12 18 Mceió 07 18 07 18 Mrgogi 07 18 07 18 Mrvilh 14 17 14 18 Mr Vermelho 07 18 07 18 Mrechl Deodoro 07 18 07 18 Mribondo 07 18 07 18 Mt Grnde 18 18 Mtriz de Cmrgibe 07 18 07 18 Messis 07 18 07 18 Mindor do Negrão 17 19 Monteirópolis Murici 08 18 07 18 Novo Lino 07 18 07 18 Olho D'Águ Ds Flores 12 17 12 18 Olho D'águ Grnde 14 07 14 Olivenç Plestin Plmeir dos Índios 08 18 07 18 Pão de Açúcr 12 16 12 17 Pripueir 07 18 07 18 Priconh 13 17 12 18 Psso de Cmrgibe 07 18 07 18 Pulo Jcinto 07 18 07 18 Penedo 07 18 07 18 Piçbuçu 08 15 08 17 Pilr 07 18 07 18 Pindob 07 18 07 18 Poço ds Trincheirs Porto Clvo 07 18 07 18 Porto Rel Do Colégio 08 19 08 19 Quebrngulo 07 18 07 18 Rio Lrgo 07 18 07 18 Snt Luzi Do Norte 07 18 07 18 Sntn do Ipnem Sntn Do Mundú 07 18 07 18 São Brás 08 19 08 19 São José D Lje 07 18 07 18 São José d Tper 13 13 São Luís Do Quitunde 07 18 07 18 São Miguel Dos Cmpos 07 18 07 18 São Miguel dos Milgres 07 18 07 18 São Sebstião 19 09 18 Stub 07 18 07 18 Sendor Rui Plmeir 12 12 Tnque D'Arc 07 18 07 18 T q u r n 08 18 07 18 Teotônio Vilel 09 19 08 18 Tr i p u 17 18 União Dos Plmres 07 18 07 18 Vi ç o s 07 18 07 18 MUNICÍPIOS CICLOS MÉDIO / TARDIO SOLO TIPO 2 SOLO TIPO 3 PERÍODOS Águ Brnc 17 18 Andi 07 18 07 18 Arpirc 17 18 Atli 07 18 07 18 Brr de Snto Antônio 07 18 07 18 Brr de São Miguel 07 18 07 18 Belém 07 18 07 18 Boc D Mt 07 18 07 18 Brnquinh 07 18 07 18 Ccimbinhs 15 15 Cjueiro 07 18 07 18 Cmpestre 07 18 07 18 Cmpo Alegre 08 18 07 18 Cmpo Grnde 18 08 19 Cnpi 12 15 15 Cpel 07 18 07 18 Crneiros 13 13 Chã Pret 07 18 07 18 Coité Do Nói 18 09 19 Colôni Leopoldin 07 18 07 18 Críbs 15 15 Delmiro Gouvei 14 14 Dois Richos 15 15 Estrel de Algos 12 15 15 Feir Grnde 18 19 Flexeirs 07 18 07 18 Giru do Poncino 17 19 Ibtegur 07 18 07 18 Igci 17 19 Igrej Nov 08 18 07 18 Inhpi 18 19 Jcré dos Homens Jcuípe 07 18 07 18 Jprting 07 18 07 18 Joquim Gomes 17 07 19 Jundiá 07 18 07 18 Junqueiro 18 19 Lgo D Cno 18 18 Limoeiro De Andi 09 18 08 19 Mjor Isidoro 15 15 Mceió 07 18 07 18 Mrgogi 07 18 07 18 Mrvilh 14 15 14 15 Mr Vermelho 07 18 07 18 Mrechl Deodoro 07 18 07 18 Mribondo 07 18 07 18 Mt Grnde 18 18 Mtriz De Cmrgibe 07 18 07 18 Messis 07 18 07 18 Mindor Do Negrão 16 18 Monteirópolis Murici 07 18 07 18 Novo Lino 07 18 07 18 Olho D'Águ Ds Flores 16 16 Olho D'águ Grnde 07 15 07 15 Olivenç Plestin Plmeir dos Índios 07 18 07 18 Pão de Açúcr 12 15 12 16 Pripueir 07 18 07 18 Psso de Cmrgibe 07 18 07 18 Priconh 12 16 12 16 Pulo Jcinto 07 18 07 18 Penedo 07 18 07 18 Pilr 07 18 07 18 Pindob 07 18 07 18 Poço ds Trincheirs Porto Clvo 07 18 07 18 Porto Rel do Colégio 07 18 07 18 Quebrngulo 07 18 07 18 Rio Lrgo 07 18 07 18 Snt Luzi do Norte 07 18 07 18 Sntn do Ipnem Sntn do Mundú 07 18 07 18 São Brás 07 17 07 19 São José d Lje 07 18 07 18 São Luís do Quitunde 07 18 07 18 São Miguel dos Cmpos 07 18 07 18 São Miguel dos Milgres 07 18 07 18 São Sebstião 18 08 18 Stub 07 18 07 18 Sendor Rui Plmeir 12 12 Tnque D'Arc 07 18 07 18 T q u r n 07 18 07 18 Teotônio Vilel 08 18 07 18 Tr i p u 16 16 União Dos Plmres 07 18 07 18 Vi ç o s 07 18 07 18 PORTARIA Nº 6, DE 14 DE JANEIRO DE 09 O COORDENADOR-GERAL DE ZONEAMENTO AGRO- PECUÁRIO, no uso de sus tribuições e competêncis estbelecids pels Portris n 440, de 24 de outubro de 05, publicd no Diário Oficil d União de 25 de outubro de 05, e nº 17, de 6 de jneiro de 06, publicd no Diário Oficil d União de 9 de jneiro de 06, e observdo, no que couber, o contido n Instrução Normtiv nº 1, de 29 de gosto de 06, d Secretri de Polític Agrícol, publicd no Diário Oficil d União de 6 de setembro de 06, resolve: Art. Aprovr o Zonemento Agrícol pr cultur de milho no Estdo de Algos, no-sfr 08/09, conforme nexo. Art. 2º Est Portri tem vigênci específic pr o no-sfr definido no rt. e entr em vigor n dt de su publicção. GUSTAVO BRACALE EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL ANEXO 1. NOTA TÉCNICA O Estdo de Algos cultivou n sfr 07/08, um áre 72,6 mil hectres de milho (Ze mys L.) com um produção de 44,4 mil tonelds, conforme ddos d Conb. Vários ftores contribuem pr produtividde do milho, sendo os mis importntes disponibilidde de águ, interceptção de rdição solr pelo dossel, eficiênci metbólic e de trnslocção de fotossinttos pr os grãos. Em cultivos não irrigdos, disponibilidde de águ pr lvour vri segundo distribuição d precipitção n região époc de semedur e quntidde de águ disponível no solo. A fse mis crític pr cultur, em relção o déficit hídrico, é de enchimento de grãos Ȧ quntidde de águ disponível tmbém vri pr cd tipo de solo. Os solos mis renosos, pouco profundos ou com bixo teor de mtéri orgânic, gerlmente presentm menor cpcidde de fornecimento de águ pr s plnts. Pr obtenção de bos produtividdes cultur do milho necessit de precipitção pluvil cim de 500 mm durnte o ciclo, tempertur médi diári cim de 19 ºC e tempertur médi noturn cim de 12,8 ºC e bixo de 25 ºC; tempertur do solo cim de ºC no período de germinção; temperturs, no período, próximo e durnte o florescimento, entre 15ºC 30º C e usênci de déficit hídrico. Objetivou-se, com o zonemento grícol, identificr os municípios ptos e os períodos de semedur, com menor risco climático, pr cultur do milho no Estdo. Ess identificção foi relizd com bse no blnço hídrico, considerndo interção entre clim, ciclos d cultur, período de semedur e tipos de solos, com utilizção ds seguintes vriáveis: ) precipitção pluviométric: utilizds séries histórics com, no mínimo, 15 nos de ddos diários, registrdos nos 53 postos pluviométricos disponíveis no Estdo; b) evpotrnspirção potencil: estimd pr períodos decendiis prtir ds estções climtológics, plicndo o método de Penmn-Monteith;
16 ISSN 1677-7042 1 Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 c) ciclo e fses fenológics: considerrm-se cultivres de ciclos superprecoce, precoce, semiprecoce, médio, semitrdio e trdio; Pr efeito de simulção, form considerds s fses de germinção/emergênci, crescimento/desenvolvimento, florção/enchimento de grãos e mturção fisiológic; d) coeficientes culturis: utilizdos vlores médios pr períodos decendiis, obtidos trvés de consult bibliogrfi especific reconhecid pel comunidde cientific; e) disponibilidde máxim de águ no solo: estimd em função d profundidde efetiv ds rízes e d cpcidde de águ disponível dos solos. Considerrm-se os solos Tipo 1, Tipo 2 e Tipo 3, com cpcidde de rmzenmento de águ de mm, 40 mm e 60 mm, respectivmente. Form relizds simulções pr períodos decendiis de semedur. Pr cd período, fse fenológic e locl d estção climtológic, form estimdos os vlores do índice de stisfção d necessidde de águ (ISNA), expresso pel relção ETr/ETm (evpotrnspirção rel/evpotrnspirção máxim). Considerou-se pto pr o cultivo, o município que presentou, no mínimo, em % de su áre vlor de ISNA igul ou superior 0,55 n fse de florescimento/enchimento de grãos (fse crític) com, no mínimo, 80% de freqüênci observd. Em virtude d lt vribilidde espço-temporl ds chuvs n região, o cultivo só deve ser relizdo se, n dt indicd pelo zonemento, o solo presentr umidde suficiente pr germinção e o desenvolvimento inicil ds plnts. 2. TIPOS DE SOLOS APTOS AO CULTIVO O Zonemento Agrícol de Risco Climático pr o Estdo de Algos contempl como ptos o cultivo de milho os solos Tipos 2 e 3, especificdos n Instrução Normtiv nº 2, de 9 de outubro de 08, publicd no DOU de 13 de outubro de 08, Seção I, págin 5, que presentm s seguintes crcterístics: Tipo 2: Solos de textur médi, com teor mínimo de 15% de rgil e menor do que 35%, nos quis diferenç entre o percentul de rei e o percentul de rgil sej menor do que 50. Tipo 3: Solos de textur rgilos, com teor de rgil mior ou igul 35%. A nálise grnulométric é que determin s quntiddes de rgil, de rei e de silte existentes no solo, constituindo-se em etp fundmentl pr o seu enqudrmento nos diferentes tipos previstos no Zonemento Agrícol de Risco Climático. Pr que tipificção sej relizd de modo seguro, recomend-se dotr os seguintes procedimentos: ) s áres de mostrgem devem ser escolhids de cordo com s vrições prentes de cor, vegetção, textur e topogrfi do terreno; b) quntidde de pontos de colet, em cd áre de mostrgem, deve resultr em mostr representtiv dess áre; c) mostr deve ser retird n cmd de 0 50 cm de profundidde, em cd ponto de colet; e d) d mostr coletd em cd ponto de um mesm áre de mostrgem, pós destorrod e homogeneizd, deve ser retird um prte (submostr). Esss submostrs devem ser misturds pr formr um mostr compost representtiv d áre sob mostrgem. Hvendo mis de um áre de mostrgem, idêntico procedimento deve ser relizdo. Cd mostr compost, com identificção d áre de mostrgem que pertence, deve ser encminhd o lbortório de solos pr nálise. Not: não são indicds pr cultivo: - áres de preservção obrigtóri, de cordo com Lei 4.771/65 (código florestl); - áres com solos que presentm profundidde inferior 50 cm ou com solos muito pedregosos, isto é, solos nos quis clhus e mtcões, de diâmetro superior 22 mm, ocupem mis de 15% d mss e/ou d superfície do terreno. 3. TABELA DE PERÍODOS DE SEMEADURA COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS Períodos 1 2 3 4 5 6 7 8 9 12 Dts 28 30 Meses Jneiro Fevereiro Mrço Abril Períodos 13 14 15 16 17 18 19 22 23 24 Dts 30 Meses Mio Junho Julho Agosto Períodos 25 26 27 28 29 30 32 33 34 35 36 Dts 30 30 Meses Setembro Outubro Novembro Dezembro 4. CULTIVARES INDICADAS PELOS OBTENTO- RES/MANTENEDORES CICLO SUPERPRECOCE AGROMEN: AGN 30A00, AGN 3050, AGN 50, AGN 34A, AGN 12, AGN 35A42, AGN 34A12, AGN 30A06, AGN 30A03 e AGN A06; BIOMATRIX: BM 15 e BM ; DOW: 2B433; EMBRAPA: BRS 3035 e BRS 2223; GENEZE: GNZ 05; MONSANTO: DKB 979, AG 60, DKB 615, AG 9040, AG 90, AG 6040, DKB 330, DKB 979, AG 60, DKB 615 e AG 9040; PIONEER: 30P70, 30R32 e 30P70Y; SANTA HELENA: SHS 4050, SHS 5050, SHS 5070 e SHS 7090; SYNGENTA: Sprint TL, Formul, Speed TL, Formul TL, Speed, Sprint e Advnce. CICLO PRECOCE AGROMEN: AGN A, AGN A, AGN 30A09, 30A91, 30A70 e A55; BIOMATRIX: BM 22, BM 3061, BM 8, BM 502 e BM 7; DOW: Dow 2B604, CD 384, 2B707, 2B7, 2B7CL, Dow 8480, Dow 766, Dow 2C599, Dow Co32, 2A525, Dow 2B655, 2B688, Dow 2B587, Dow 2C5, Dow SwB585 e Dow WxA504; SYNGENTA: Pent TL, Mximus TL, Impcto TL, Premium Flex TL, Polto 183, Murno, SYN 85, SYN 75, Tropicl-Plus, RB 6324, Blu 580, KOMPRESSOR, SG 6015, SG 6301, Tork TL, Somm TL, Crgo TL, Grr TL, SYN 85TL, SYN 75TL, Pent, Mximus, Somm, Tork, Attck, Mster, Exceler, Trktor, Blu 178, Blu 184, SG 150, Svn 133, Svn 185, SG 6418, Frroupilh 25, Polto 2602, Grr, Blu 551, Blu 761, Impcto, NB 7443 e Premium Flex; EMBRAPA: BRS 3025, BRS 22, BRS 24, BRS 01, BRS, BRS 30, BRS, BRS 35, BR 1, BR 5, BR 6, BRS, BRS 20, BRS 3003, BR 23, BRS 50, BRS 51, BRS Sol d Mnhã, BRS 4154 (Srcur) e BRS 43; GENEZE: GNZ 04, GNZ 2500 e GNZ 1671; GENESEEDS: BRASMILHO 50 e BRASMILHO 30; PIONEER: 30F33, 30F34, P3041, 30A04, 30K75, 30K75Y, P30, 30F90, 30F90Y, 30S40, 30S40Y, P4260, 30S, 30K73, 30K73Y, 30F98, 30F87, 30Y, P3027, 30F80, 30F80Y, 30F35, P3862, P3646, BG 7049 e BG 7055; SANTA HELENA: SHS 4060, SHS 4080, SHS 5080, SHS 5090, SHS 7070, SHS 7080 e SHS 30; MONSANTO: AS 1592, AS 1596, DKB 175, DKB 399, GNZ 9501, RB 98, RB 9308, RB 99, AS 34, CD 397, AG 50, AG 122, DKB 455, DKB 350, DKB 747, AG 50, AG 40, DKB 499, DKB 191, DKB 390, AG 7000, AS 1592, DKB 177, AG 7088, AG 5055 e DKB 370. CICLO SEMIPRECOCE AGROMEN: AGN 25A23. CATI: AL 25, AL 34, AL Bndeirnte, AL Mnduri, AL Binco e Ctiverde 02; EMBRAPA: BRS 40 e BR 6; SANTA HELENA: SHS 4070 e SHS 3035. CICLO MÉDIO MONSANTO: DKB 393, AG 70 e DKB 393. CICLO TARDIO MONSANTO: AG 51 e AG 4051. Nots: 1) Informções complementres sobre s crcterístics gronômics, região de dptção e reção ftores dversos ds cultivres de milho indicds, estão especificds e disponibilizds n Coordenção-Gerl de Zonemento Agropecuário, loclizd n Esplnd dos Ministérios, Bloco D, 6º ndr, sl 644, CEP 70043-900 - Brsíli - DF e no endereço eletrônico www.gricultur.gov.br /Serviços/Zonemento Agrícol/ Cultivres de Zonemento por Sfr. 2) Informções específics sobre s cultivres indicds devem ser obtids junto os respectivos obtentores/mntenedores. 3) Devem ser utilizds, no plntio, sementes produzids em conformidde com legislção brsileir sobre sementes e muds (Lei nº.7, de 5 de gosto de 03, e Decreto nº 5.153, de 23 de gosto de 04). 5. RELAÇÃO DOS MUNICÍPIOS APTOS AO CULTIVO E PERÍODOS INDICADOS PARA SEMEADURA A relção de municípios do Estdo de Algos ptos o cultivo de milho foi clcd em ddos disponíveis por ocsião d su elborção. Se lgum município mudou de nome ou foi crido um novo, em rzão de emncipção de um dqueles d listgem bixo, tods s indicções são idêntics às do município de origem, té que nov relção o inclu formlmente. O período de semedur indicdo pr cd município não será prorrogdo ou ntecipdo. No cso de ocorrer lgum evento típico que impeç semedur ns épocs indicds, recomend-se os produtores não efetivrem implntção d lvour nest sfr. MUNICÍPIOS CICLOS SUPERPRECOCE / PRECOCE / SEMI- PRECOCE PERÍODOS DE SEMEADURA SOLOS TIPO 2 SOLOS TIPO 3 Águ Brnc 08 08 13 Andi 07 17 07 17 Arpirc 07 16 07 18 Atli 07 17 07 17 Btlh 12 18 Brr de São Miguel 18 18 Brr de Snto Antônio 07 18 07 18 Belém 18 18 Belo Monte 12 14 18 Boc d Mt 07 14 07 17 Brnquinh 07 17 07 17 Ccimbinhs 14 14 Cjueiro 07 17 07 17 Cmpestre 07 17 07 17 Cmpo Alegre 07 17 07 17 Cmpo Grnde 07 17 07 17 Cnpi 13 15 12 18 Cpel 07 17 07 17 Crneiros 14 16 Chã Pret 07 17 07 17 Coité do Nói 07 17 07 18 Colôni Leopoldin 07 17 07 17 Coqueiro Seco 07 17 07 17 Coruripe 07 17 07 17 Críbs 12 14 12 15 Dois Richos 14 18 Estrel de Algos 12 16 12 17 Feir Grnde 07 18 07 18 Feliz Deserto 07 17 07 17 Flexeirs 07 18 07 18 Giru do Poncino 16 18 Ibtegur 07 18 07 18 Igci 07 15 07 15 Igrej Nov 07 17 07 17 Inhpi 17 18 Jcré dos Homens 13 15 18 Jcuípe 07 18 07 18 Jprting 07 18 07 18 Jrmti 14 18 Jequiá d Pri 14 14 Joquim Gomes 15 18 Jundiá 07 18 07 18 Junqueiro 07 15 07 15 Lgo d Cno 07 15 07 17 Limoeiro de Andi 07 15 07 15 Mceió 07 18 07 18 Mjor Isidoro 14 18 Mr Vermelho 18 18 Mrgogi 07 18 07 18 Mrvilh 15 16 14 18 Mrechl Deodoro 18 18 Mribondo 07 18 08 18 Mt Grnde 18 18 Mtriz de Cmrgibe 07 18 07 18 Messis 07 18 07 18 Mindor do Negrão 15 18 Monteirópolis 14 15 14 18 Murici 07 17 07 17 Novo Lino 07 18 07 18 Olho d'águ ds Flores 15 18 Olho d'águ Grnde 17 18 Olivenç 14 18 Ouro Brnco 13 16 13 16 Plestin 13 15 13 18 Plmeir dos Índios 07 18 07 18 Pão de Açúcr 12 14 12 16 Pripueir 07 18 07 18 Psso de Cmrgibe 17 18 07 18 Pulo Jcinto 07 18 07 18 Penedo 07 18 07 18 Piçbuçu 07 18 07 18 Pilr 07 18 07 18 Pindob 07 18 07 18 Poço ds Trincheirs 15 16 14 18 Porto Clvo 07 18 07 18 Porto Rel do Colégio 07 18 07 18 Quebrngulo 07 18 07 18 Rio Lrgo 07 18 07 18 Roteiro 07 18 07 18 Snt Luzi do Norte 07 18 07 18 Sntn do Ipnem 14 18 Sntn do Mundú 18 18 São Brás 16 18 São José d Lje 07 18 07 18 São José d Tper 14 16 São Luís do Quitunde 07 18 07 18 São Miguel dos Cmpos 07 18 07 18 São Miguel dos Milgres 07 18 07 18 São Sebstião 18 18 Stub 07 18 07 18 Sendor Rui Plmeir 14 16 14 16 Tnque d'arc 18 18 T q u r n 18 18 Teotônio Vilel 07 18 07 18 Tr i p u 07 17 07 18 União dos Plmres 07 18 18 Vi ç o s 07 18 07 18 MUNICÍPIOS CICLOS MÉDIO / SEMITARDIO / TARDIO PERÍODOS DE SEMEADURA SOLOS TIPO 2 SOLOS TIPO 3 Águ Brnc 08 08 Arpirc 07 12 07 12 Atli 07 16 07 17 Boc d Mt 07 14 07 17 Brnquinh 07 14 07 16 Ccimbinhs 12 12 Cjueiro 07 14 07 17 Cpel 07 16 17 17 Cmpo Grnde 14 15 Coité do Nói 07 13 07 13 Coruripe 07 14 07 15 Críbs 12 17 12 17 Feir Grnde 07 13 07 13 Giru do Poncino 14 15 Igci 07 13 07 17 Jcuípe 07 17 07 18 Jrmti 12 Junqueiro 14 15 Lgo d Cno 07 15 07 17 Limoeiro de Andi 07 13 07 14 Mjor Isidoro 12 12 Olho d'águ Grnde 15 15 Plmeir dos Índios 07 16 07 16 São Brás 14 15 São Miguel dos Cmpos 07 17 07 17 São Sebstião 15 15 Snt Luzi do Norte 07 18 07 18 T q u r n 15 16 Teotônio Vilel 15 15 Tr i p u 07 16 07 17 União dos Plmres 07 17 07 17
Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 1 17 ISSN 1677-7042 PORTARIA Nº 7, DE 14 DE JANEIRO DE 09 O COORDENADOR-GERAL DE ZONEAMENTO AGRO- PECUÁRIO, no uso de sus tribuições e competêncis estbelecids pels Portris n 440, de 24 de outubro de 05, publicd no Diário Oficil d União de 25 de outubro de 05, e nº 17, de 6 de jneiro de 06, publicd no Diário Oficil d União de 9 de jneiro de 06, e observdo, no que couber, o contido n Instrução Normtiv nº 1, de 29 de gosto de 06, d Secretri de Polític Agrícol, publicd no Diário Oficil d União de 6 de setembro de 06, resolve: Art. Aprovr o Zonemento Agrícol pr cultur de milho no Estdo de Sergipe, no-sfr 08/09, conforme nexo. Art. 2º Est Portri tem vigênci específic pr o no-sfr definido no rt. e entr em vigor n dt de su publicção. GUSTAVO BRACALE ANEXO 1. NOTA TÉCNICA O Estdo de Sergipe cultivou n sfr 07/08, um áre 164 mil hectres de milho (Ze mys L.) com um produção de 399,3 mil tonelds, conforme ddos d Conb. Vários ftores contribuem pr produtividde do milho, sendo os mis importntes disponibilidde de águ, interceptção de rdição solr pelo dossel, eficiênci metbólic e de trnslocção de fotossinttos pr os grãos. Em cultivos não irrigdos, disponibilidde de águ pr lvour vri segundo distribuição d precipitção n região époc de semedur e quntidde de águ disponível no solo. A fse mis crític pr cultur, em relção o déficit hídrico, é de enchimento de grãos. A quntidde de águ disponível tmbém vri pr cd tipo de solo. Os solos mis renosos, pouco profundos ou com bixo teor de mtéri orgânic, gerlmente presentm menor cpcidde de fornecimento de águ pr s plnts. Pr obtenção de bos produtividdes cultur do milho necessit de precipitção pluvil cim de 500 mm durnte o ciclo, tempertur médi diári cim de 19 ºC e tempertur médi noturn cim de 12,8 ºC e bixo de 25 ºC; tempertur do solo cim de ºC no período de germinção; temperturs, no período, próximo e durnte o florescimento, entre 15ºC 30º C e usênci de déficit hídrico. Objetivou-se, com o zonemento grícol, identificr os municípios ptos e os períodos de semedur, com menor risco climático, pr cultur do milho no Estdo. Ess identificção foi relizd com bse no blnço hídrico, considerndo interção entre clim, ciclos d cultur, período de semedur e tipos de solos, com utilizção ds seguintes vriáveis: ) precipitção pluviométric: utilizds séries histórics com, no mínimo, 15 nos de ddos diários, registrdos nos 58 postos pluviométricos disponíveis no Estdo; b) evpotrnspirção potencil: estimd pr períodos decendiis prtir ds estções climtológics, plicndo o método de Penmn-Monteith; c) ciclo e fses fenológics: considerrm-se cultivres de ciclos superprecoce, precoce, semiprecoce, médio, semitrdio e trdio; Pr efeito de simulção, form considerds s fses de germinção/emergênci, crescimento/desenvolvimento, florção/enchimento de grãos e mturção fisiológic; d) coeficientes culturis: utilizdos vlores médios pr períodos decendiis, obtidos trvés de consult bibliogrfi especific reconhecid pel comunidde cientific; e) disponibilidde máxim de águ no solo: estimd em função d profundidde efetiv ds rízes e d cpcidde de águ disponível dos solos. Considerrm-se os solos Tipo 1, Tipo 2 e Tipo 3, com cpcidde de rmzenmento de águ de mm, 40 mm e 60 mm, respectivmente. Form relizds simulções pr períodos decendiis de semedur. Pr cd período, fse fenológic e locl d estção climtológic, form estimdos os vlores do índice de stisfção d necessidde de águ (ISNA), expresso pel relção ETr/ETm (evpotrnspirção rel/evpotrnspirção máxim). Considerou-se pto pr o cultivo, o município que presentou, no mínimo, em % de su áre vlor de ISNA igul ou superior 0,55 n fse de florescimento/enchimento de grãos (fse crític) com, no mínimo, 80% de freqüênci observd. Em virtude d lt vribilidde espço-temporl ds chuvs n região, o cultivo só deve ser relizdo se, n dt indicd pelo zonemento, o solo presentr umidde suficiente pr germinção e o desenvolvimento inicil ds plnts. 2. TIPOS DE SOLOS APTOS AO CULTIVO O Zonemento Agrícol de Risco Climático pr o Estdo de Sergipe contempl como ptos o cultivo de milho os solos Tipos 2 e 3, especificdos n Instrução Normtiv nº 2, de 9 de outubro de 08, publicd no DOU de 13 de outubro de 08, Seção I, págin 5, que presentm s seguintes crcterístics: Tipo 2: Solos de textur médi, com teor mínimo de 15% de rgil e menor do que 35%, nos quis diferenç entre o percentul de rei e o percentul de rgil sej menor do que 50. Tipo 3: Solos de textur rgilos, com teor de rgil mior ou igul 35%. A nálise grnulométric é que determin s quntiddes de rgil, de rei e de silte existentes no solo, constituindo-se em etp fundmentl pr o seu enqudrmento nos diferentes tipos previstos no Zonemento Agrícol de Risco Climático. Pr que tipificção sej relizd de modo seguro, recomend-se dotr os seguintes procedimentos: ) s áres de mostrgem devem ser escolhids de cordo com s vrições prentes de cor, vegetção, textur e topogrfi do terreno; b) quntidde de pontos de colet, em cd áre de mostrgem, deve resultr em mostr representtiv dess áre; c) mostr deve ser retird n cmd de 0 50 cm de profundidde, em cd ponto de colet; e d) d mostr coletd em cd ponto de um mesm áre de mostrgem, pós destorrod e homogeneizd, deve ser retird um prte (submostr). Esss submostrs devem ser misturds pr formr um mostr compost representtiv d áre sob mostrgem. Hvendo mis de um áre de mostrgem, idêntico procedimento deve ser relizdo. Cd mostr compost, com identificção d áre de mostrgem que pertence, deve ser encminhd o lbortório de solos pr nálise. Not: não são indicds pr cultivo: - áres de preservção obrigtóri, de cordo com Lei 4.771/65 (código florestl); - áres com solos que presentm profundidde inferior 50 cm ou com solos muito pedregosos, isto é, solos nos quis clhus e mtcões, de diâmetro superior 22 mm, ocupem mis de 15% d mss e/ou d superfície do terreno. 3. TABELA DE PERÍODOS DE SEMEADURA Períodos 1 2 3 4 5 6 7 8 9 12 Dts 28 30 Meses Jneiro Fevereiro Mrço Abril Períodos 13 14 15 16 17 18 19 22 23 24 Dts 30 Meses Mio Junho Julho Agosto Períodos 25 26 27 28 29 30 32 33 34 35 36 Dts 30 30 Meses Setembro Outubro Novembro Dezembro 4. CULTIVARES INDICADAS PELOS OBTENTO- RES/MANTENEDORES CICLO SUPERPRECOCE AGROMEN: AGN 30A00, AGN 3050, AGN 50, AGN 34A, AGN 12, AGN 35A42, AGN 34A12, AGN 30A06, AGN 30A03 e AGN A06; BIOMATRIX: BM 15 e BM ; DOW: 2B433; EMBRAPA: BRS 3035 e BRS 2223; GENEZE: GNZ 05; MONSANTO: DKB 979, AG 60, DKB 615, AG 9040, AG 90, AG 6040, DKB 330, DKB 979, AG 60, DKB 615 e AG 9040; PIONEER: 30P70, 30R32 e 30P70Y; SANTA HELENA: SHS 4050, SHS 5050, SHS 5070 e SHS 7090; SYNGENTA: Sprint TL, Formul, Speed TL, Formul TL, Speed, Sprint e Advnce. CICLO SEMIPRECOCE AGROMEN: AGN 25A23; BIOMATRIX: BM 709; CATI: AL 25, AL 34, AL Bndeirnte, AL Mnduri, AL Binco e Ctiverde 02; EMBRAPA: BRS 40 e BR 6; SANTA HELENA: SHS 4070 e SHS 3035. CICLO PRECOCE AGROMEN: AGN A, AGN A, AGN 30A09, 30A91, 30A70 e A55; BIOMATRIX: BM 22, BM 3061, BM 8, BM 502 e BM 7; DOW: Dow 2B604, CD 384, 2B707, 2B7, 2B7CL, Dow 8480, Dow 766, Dow 2C599, Dow Co32, 2A525, Dow 2B655, 2B688, Dow 2B587, Dow 2C5, Dow SwB585 e Dow WxA504; EMBRAPA: BRS 3025, BRS 22, BRS 24, BRS 01, BRS, BRS 30, BRS, BRS 35, BR 1, BR 5, BR 6, BRS, BRS 20, BRS 3003, BR 23, BRS 50, BRS 51, BRS Sol d Mnhã, BRS 4154 (Srcur) e BRS 43; GENEZE: GNZ 04, GNZ 2500 e GNZ 1671; GENESEEDS: BRASMILHO 50 e BRASMILHO 30; NSANTO: AS 1592, AS 1596, DKB 175, DKB 399, GNZ 9501, RB 98, RB 9308, RB 99, AS 34, CD 397, AG 50, AG 122, DKB 455, DKB 350, DKB 747, AG 50, AG 40, DKB 499, DKB 191, DKB 390, AG 7000, AS 1592, DKB 177, DKB 370, AG 7088 e AG 5055; PIONEER: 30F33, 30F34, P3041, 30A04, 30K75, 30K75Y, P30, 30F90, 30F90Y, 30S40, 30S40Y, P4260, 30S, 30K73, 30K73Y, 30F98, 30F87, 30Y, P3027, 30F80, 30F80Y, 30F35, P3862, P3646, BG 7049 e BG 7055; SANTA HELENA: SHS 4060, SHS 4080, SHS 5080, SHS 5090, SHS 7070, SHS 7080 e SHS 30. SYNGENTA: Pent TL, Mximus TL, Impcto TL, Premium Flex TL, Polto 183, Murno, SYN 85, SYN 75, Blu 580, KOMPRESSOR, SG 6015, SG 6301, Tork TL, Somm TL, Crgo TL, Grr TL, SYN 85TL, SYN 75TL, Pent, Mximus, Somm, Tork, Attck, Mster, Exceler, Trktor, Blu 178, Blu 184, SG 150, Svn 133, Svn 185, SG 6418, Frroupilh 25, Polto 2602, Grr, Blu 551, Blu 761, Impcto, NB 7443 e Premium Flex. CICLO MÉDIO MONSANTO: DKB 393, AG 70 e DKB 393. CICLO TARDIO MONSANTO: AG 51 e AG 4051. Nots: 1) Informções complementres sobre s crcterístics gronômics, região de dptção e reção ftores dversos ds cultivres de milho indicds, estão especificds e disponibilizds n Coordenção-Gerl de Zonemento Agropecuário, loclizd n Esplnd dos Ministérios, Bloco D, 6º ndr, sl 644, CEP 70043-900 - Brsíli - DF e no endereço eletrônico www.gricultur.gov.br /Serviços/Zonemento Agrícol/ Cultivres de Zonemento por Sfr. 2) Informções específics sobre s cultivres indicds devem ser obtids junto os respectivos obtentores/mntenedores. 3) Devem ser utilizds, no plntio, sementes produzids em conformidde com legislção brsileir sobre sementes e muds (Lei nº.7, de 5 de gosto de 03, e Decreto nº 5.153, de 23 de gosto de 04). 5. RELAÇÃO DOS MUNICÍPIOS APTOS AO CULTIVO E PERÍODOS INDICADOS PARA SEMEADURA A relção de municípios do Estdo de Sergipe ptos o cultivo de milho foi clcd em ddos disponíveis por ocsião d su elborção. Se lgum município mudou de nome ou foi crido um novo, em rzão de emncipção de um dqueles d listgem bixo, tods s indicções são idêntics às do município de origem, té que nov relção o inclu formlmente. O período de semedur indicdo pr cd município não será prorrogdo ou ntecipdo. No cso de ocorrer lgum evento típico que impeç semedur ns épocs indicds, recomend-se os produtores não efetivrem implntção d lvour nest sfr. MUNICÍPIOS CICLOS SUPERPRECOCE / PRECOCE / SEMIPRE- COCE PERÍODOS DE SEMEADURA SOLO TIPO 2 SOLO TIPO 3 Ampro de São Frncisco 15 16 Aquidbã 15 16 Arcju 17 17 Aruá 16 18 Arei Brnc 16 17 Brr dos Coqueiros 16 17 Boquim 16 17 Brejo Grnde 14 17 14 17 Cmpo do Brito 16 17 Cnhob 15 16 Cnindé de São Frncisco 14 15 Cpel 16 17 Crir 17 17 Crmópolis 15 17 Cedro de São João 15 16 Cristinápolis 16 18 Cumbe 17 18 Divin Pstor 16 17 Estânci 13 17 13 17 Feir Nov 16 18 Frei Pulo 16 18 Grru 15 17 Generl Mynrd 15 17 Grcho Crdoso 16 17 Ilh ds Flores 16 18 Indirob 13 17 13 17 Itbin 16 17 Itbininh 16 17 Itbi 15 16 Itporng d'ajud 13 16 13 16 Jprtub 15 17 Jpotã 15 17 Lgrto 16 17 Lrnjeirs 16 17 Mcmbir 16 17 Mlhd dos Bois 15 18 Mlhdor 16 17 Mruim 15 17 Moit Bonit 16 17 Monte Alegre de Sergipe 15 16 Muribec 16 17 Neópolis 12 14 16 Noss Senhor Aprecid 17 18 Noss Senhor d Glóri 18 18 Noss Senhor ds Dores 16 18 Noss Senhor de Lourdes 16 16 Noss Senhor do Socorro 16 18 Pctub 14 16 14 16 Pedr Mole 16 17 Pedrinhs 16 17 Pinhão 16 17 Pirmbu 14 16 14 17 Poço Redondo 15 16 Poço Verde 12 15 16 Porto d Folh 14 15 Propriá 15 16 Richão do Dnts 15 17 Richuelo 16 17 Ribeirópolis 17 18 Rosário do Ctete 15 17 EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL
18 ISSN 1677-7042 1 Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 Slgdo 16 17 Snt Luzi do Itnhy 16 17 Snt Ros de Lim 16 17 Sntn do São Frncisco 13 14 12 15 Snto Amro ds Brots 15 17 São Cristóvão 16 17 São Domingos 16 17 São Frncisco 15 17 São Miguel do Aleixo 17 18 Simão Dis 15 17 Siriri 16 17 Te l h 15 16 Tobis Brreto 13 15 13 15 Tomr do Geru 12 16 17 Umbúb 16 17 MUNICÍPIOS CICLOS MÉDIO / SEMITARDIO / TARDIO PERÍODOS DE SEMEADURA SOLO TIPO 2 SOLO TIPO 3 Aquidbã 14 15 Cpel 15 16 Crir 16 16 Cumbe 16 17 Divin Pstor 15 16 Frei Pulo 15 17 Grcho Crdoso 15 16 Itbin 15 16 Lgrto 15 16 Noss Senhor Aprecid 16 17 Noss Senhor ds Dores 15 17 Pedr Mole 15 16 Pinhão 15 16 Poço Verde 12 14 15 Richão do Dnts 14 16 Ribeirópolis 16 17 Rosário do Ctete 14 16 Simão Dis 12 14 16 Tobis Brreto 13 14 13 14 COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS PORTARIA Nº 8, DE 14 DE JANEIRO DE 09 O COORDENADOR-GERAL DE ZONEAMENTO AGRO- PECUÁRIO, no uso de sus tribuições e competêncis estbelecids pels Portris n 440, de 24 de outubro de 05, publicd no Diário Oficil d União de 25 de outubro de 05, e nº 17, de 6 de jneiro de 06, publicd no Diário Oficil d União, de 9 de jneiro de 06, e observdo, no que couber, o contido n Instrução Normtiv nº 1, de 29 de gosto de 06, d Secretri de Polític Agrícol, publicd no Diário Oficil d União, de 6 de setembro de 06, e nº 3, de de outubro de 08, d Secretri de Polític Agrícol, publicd no Diário Oficil d União, de 15 de outubro de 08, resolve: Art. Aprovr o Zonemento Agrícol pr cultur de trigo irrigdo no Estdo de Mto Grosso do Sul, no-sfr 08/09, conforme nexo. Art. 2º Est Portri tem vigênci específic pr o no-sfr definido no rt. e entr em vigor n dt de su publicção. GUSTAVO BRACALE ANEXO 1. NOTA TÉCNICA O Estdo de Mto Grosso do Sul cultivou, n sfr 07/08, um áre 42,2 mil hectres de trigo (Triticum estivum) com um produção de 87,9 mil tonelds, conforme ddos d Conb. O cultivo do trigo, sob condições controlds de irrigção e mnejo dequdo, present grnde potencil de produção, lto rendimento de grãos e estbilidde de produção Objetivou-se com o zonemento grícol, identificr s áres pts e os períodos de semedur com menor risco climático pr cultur do trigo irrigdo nos diversos municípios do Estdo de Mto Grosso do Sul. Pr ess identificção, form dotdos os seguintes critérios: ) Tempertur médi mensl inferior 25º C durnte fse de perfilhmento; b) ltitude igul ou superior 600 m; c) Precipitção médi mensl no período de colheit inferior 50 mm; d) ltitude sul superior 13 grus e 30 minutos e leste do meridino 56 grus. Form considerdos ptos os municípios que tenderm os critérios dotdos de tempertur, ltitude, pluviosidde e loclizção geográfic. 2. TIPOS DE SOLOS APTOS AO CULTIVO São considerdos ptos pr o plntio, todos os tipos de solos especificdos n Instrução Normtiv nº 2, de 9 de outubro de 08, publicd no DOU de 13 de outubro de 08. Not: não são indicds pr cultivo s áres de preservção obrigtóri, de cordo com Lei 4.771/65 (código florestl); 3. TABELA DE PERÍODOS DE SEMEADURA Períodos 1 2 3 4 5 6 7 8 9 12 Dts 28 30 Meses Jneiro Fevereiro Mrço Abril Períodos 13 14 15 16 17 18 19 22 23 24 Dts Meses Mio Junho Julho Agosto Períodos 25 26 27 28 29 30 32 33 34 35 36 Dts 30 30 Meses Setembro Outubro Novembro Dezembro 4. CULTIVARES INDICADAS PELOS OBTENTO- RES/MANTENEDORES CICLO SUPERPRECOCE COODETEC:CD 8. CICLO MÉDIO EMBRAPA: BRS 0. Nots: 1) Informções complementres sobre s crcterístics gronômics, região de dptção e reção ftores dversos ds cultivres de trigo irrigdo indicds, estão especificds e disponibilizds n Coordenção-Gerl de Zonemento Agropecuário, loclizd n Esplnd dos Ministérios, Bloco D, 6º ndr, sl 644, CEP 70043-900 - Brsíli - DF e no endereço eletrônico www.gricultur.gov.br /Serviços/Zonemento Agrícol/ Cultivres de Zonemento por Sfr. 2) Informções específics sobre s cultivres indicds devem ser obtids junto os respectivos obtentores/mntenedores. 3) Devem ser utilizds, no plntio, sementes produzids em conformidde com legislção brsileir sobre sementes e muds (Lei nº.7, de 5 de gosto de 03, e Decreto nº 5.153, de 23 de gosto de 04). 5. RELAÇÃO DOS MUNICÍPIOS APTOS AO CULTIVO E PERÍODOS INDICADOS PARA SEMEADURA A relção de municípios do Estdo de Mto Grosso do Sul ptos o cultivo de trigo irrigdo foi clcd em ddos disponíveis por ocsião d su elborção. Se lgum município mudou de nome ou foi crido um novo, em rzão de emncipção de um dqueles d listgem bixo, tods s indicções são idêntics às do município de origem, té que nov relção o inclu formlmente. MUNICÍPIOS CICLOS SUPERPRECOCE, PRECOCE, MÉDIO e TA R D I O PERÍODOS Alcinópolis* 5 12 5 12 Ammbi 9 13 9 13 Anstácio 9 14 9 14 Anurilândi 9 13 9 13 Angélic 9 13 9 13 Antônio João 9 13 9 13 Aquidun 9 14 9 14 Arl Moreir 9 13 9 13 Bndeirntes 9 14 9 14 Btgussu 9 13 9 13 Btyporã 9 13 9 13 Bel Vist 9 13 9 13 Bodoquen 9 14 9 14 Bonito 9 14 9 14 Brsilândi 9 13 9 13 Crpó 9 13 9 13 Cmpo Grnde 9 13 9 13 Crcol 9 13 9 13 Chpdão do Sul* 5 12 5 12 C o rg u i n h o 9 14 9 14 Coronel Spuci 9 13 9 13 Cost Ric* 5 12 5 12 Deodápolis 9 13 9 13 Dois Irmãos do Buriti 9 14 9 14 Dourdin 9 13 9 13 Dourdos 9 13 9 13 Eldordo 9 13 9 13 Fátim do Sul 9 13 9 13 Glóri de Dourdos 9 13 9 13 Gui Lopes d Lgun 9 13 9 13 Igutemi 9 13 9 13 Itporã 9 13 9 13 Itquirí 9 13 9 13 Ivinhem 9 13 9 13 Jporã 9 13 9 13 Jrguri 9 14 9 14 Jrdim 9 14 9 14 Jteí 9 13 9 13 Juti 9 13 9 13 Lgun Crpã 9 13 9 13 Mrcju 9 13 9 13 Mirnd 9 14 9 14 Mundo Novo 9 13 9 13 Nvirí 9 13 9 13 Nioque 9 14 9 14 Nov Alvord do Sul 9 13 9 13 Nov Andrdin 9 13 9 13 Novo Horizonte do Sul 9 13 9 13 Prnhos 9 13 9 13 Pont Porã 9 13 9 13 Rio Brilhnte 9 13 9 13 Rio Negro 9 14 9 14 Rochedo 9 14 9 14 São Gbriel do Oeste 9 14 9 14 Sete Queds 9 13 9 13 Sidrolândi 9 13 9 13 T c u r u 9 13 9 13 T q u r u s s u 9 13 9 13 Te r e n o s 9 14 9 14 Vi c e n t i n 9 13 9 13 (*) Cultivo indicdo pens pr locis com ltitude cim de 600m. 30. Ministério d Ciênci e Tecnologi COMISSÃO NACIONAL DE ENERGIA NUCLEAR INDÚSTRIAS NUCLEARES DO BRASIL S/A DESPACHO DO PRESIDENTE Em 8 de jneiro de 09 O Presidente d Indústris Nucleres do Brsil S.A - INB, utoriz em cumprimento o Art.º 4º do Decreto nº 908, de de gosto de 1993, publicção do Acordo Coletivo de Trblho 08/09, bixo discrimindo: ALFREDO TRANJAN FILHO ANEXO ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 08/09 Acordo Coletivo de Trblho que entre si fzem de um ldo Indústris Nucleres do Brsil S.A - INB., dorvnte denomind Empres e, de outro ldo, Sindicto dos Trblhdores ns Indústris Químics, Frmcêutics e Similres do Sul Fluminense - QUIMSULF; Sindicto dos Trblhdores ns Indústris Extrtivs de Poços de Clds, Clds e Andrds - METABASE; Sindicto dos Trblhdores ns Indústris de Prospecção, Pesquis e Extrção de Minérios no Estdo do Rio de Jneiro - SINDIMINA; Sindicto dos Engenheiros no Estdo do Rio de Jneiro - SENGE; Sindicto dos Economists no Estdo do Rio de Jneiro - SINDECON; Sindicto ds Secretáris no Estdo do Rio de Jneiro - SINSERJ e Sindicto dos Administrdores no Estdo no Rio de Jneiro - SINTAERJ, dorvnte denomindos Sindictos. I - DISPOSIÇÕES INICIAIS CLÁUSULA 1ª - VIGÊNCIA O presente Acordo terá vigênci de 12 (doze) meses prtir de de novembro de 08. CLÁUSULA 2ª - ABRANGÊNCIA O presente Acordo brnge todos os empregdos d Indústris Nucleres do Brsil S.A. - INB. II - DA REMUNERAÇÃO CLÁUSULA 3ª - PISO SALARIAL O vlor do Piso Slril será fixdo em R$ 918,00 (novecentos e dezoito reis) que corresponde o nível 3.13 d Tbel Slril referente o Plno de Crgos e Slários vigente n Empres, prtir de de novembro de 08. CLÁUSULA 4ª - REAJUSTE SALARIAL Os slários vigentes em de outubro de 08, serão rejustdos pelo índice de 8,41% (oito inteiros e qurent e um centésimos por cento) prtir de novembro de 08. Prágrfo Único - A INB pgrá de um únic vez n folh de pgmento do mês de jneiro de 09, o vlor correspondente o somtório dos vlores resultntes d plicção do percentul de 8,41% (oito inteiros e qurent e um centésimos por cento) sobre remunerção brut recebid no período de novembro e dezembro de 08. CLÁUSULA 5ª - ADICIONAL POR TEMPO DE SERVIÇO - ATS A Empres pgrá, incidente sobre o slário bse e, qundo for o cso, d Grtificção de Função, o dicionl por tempo de serviço, té o limite de 35% (trint e cinco por cento), de cordo com s norms interns d Empres. CLÁUSULA 6ª - PAGAMENTO DE SALÁRIOS O pgmento dos slários dos empregdos será efetudo nos przos progrmdos pel Secretri de Estdo de Administrção e Ptrimônio, processdo pelo Sistem Integrdo de Administrção de Recursos Humnos - SIAPE. CLÁUSULA 7ª - PARTICIPAÇÃO NOS LUCROS / RE- S U LTA D O S A Empres se compromete, obedecendo legislção vigente, inicir juntmente com s Entiddes Signtáris em um przo máximo de té 30 (trint) dis d ssintur deste Acordo, s negocições prevists em lei sobre prticipção dos empregdos(s) nos lucros ou resultdos do último exercício purdo. CLÁUSULA 8ª - ADIANTAMENTO DO 13º SALÁRIO A Empres se compromete dintr 50% (cinqüent por cento) do 13º slário (grtificção de Ntl) té mrço, n dependênci de disponibilidde de recursos ou por ocsião ds féris, prevlecendo o que ocorrer primeiro, observds s norms interns d Empres Ṗrágrfo Único - O empregdo, que se refere o cput dest cláusul, que não desejr receber o dintmento do 13º Slário deverá se mnifestr por escrito CLÁUSULA 9ª - PERICULOSIDADE O Adicionl de Periculosidde pssrá ser pgo exclusivmente os trblhdores que prestm serviço em condições de risco. CLÁUSULA - SALÁRIO DO EMPREGADO NO EX- TERIOR A Empres remeterá menslmente pr o exterior o slário do empregdo, em missão for do pís, que ssim o desejr, observd legislção em vigor. III - DOS BENEFÍCIOS SOCIAIS CLÁUSULA - PLANO MÉDICO ASSISTENCIAL A Empres continurá mntendo os benefícios constntes de seu Plno de Assistênci Médic. Prágrfo - A necessidde eventul de justes no Plno de Assistênci Médic durnte vigênci do presente Acordo Coletivo de Trblho, com finlidde de mnter o seu equilíbrio finnceiro e qulidde, será precedid de presentção às entiddes representtivs, seguid de mpl divulgção todos os empregdos.
Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 1 19 ISSN 1677-7042 Prágrfo 2º - O empregdo concorrerá no custo pel utilizção do Plno Médico de cordo com tbel de prticipção por fix slril, observds s norms interns d Empres. Prágrfo 3º - A Empres grntirá prticipção dos empregdos demitidos por interesse d Empres no Plno Médico Assistencil, de cordo com o prágrfo, dos rtigos 30 e, d Lei nº 9.656/98, de 03/06/1998, sber: rtigo 30 - prágrfo - o período de mnutenção d condição de beneficiário que se refere o cput será de um terço do tempo de permnênci no plno ou seguro ou sucessor, com o mínimo ssegurdo de seis meses e um máximo de vinte e qutro meses. rtigo - prágrfo - o posentdo que contribuir pr o plno ou seguro coletivo de ssistênci à súde por período inferior o estbelecido no cput é ssegurdo o direito de mnutenção como beneficiário, rzão de um no pr cd no de contribuição desde que ssum o pgmento integrl do mesmo, não cbendo nenhum ônus pr INB. Prágrfo 4º - O Fundo de Apoio o Plno Médico Assistencil pr custeio do grnde risco é exclusivo pr os empregdos em tividde, impossibilitndo utilizção do mesmo pr custer despess médics de ex-empregdo. CLÁUSULA 12 - PLANO MÉDICO ASSISTENCIAL "POST MORTEM" A Empres ssegur utilizção do Plno Médico Assistencil por credencimento, o dependente direto do empregdo flecido, conforme definido no Mnul de Recursos Humnos - dependente do Plno Médico Assistencil - té 24 (vinte e qutro) meses pós o óbito. CLÁUSULA 13 - REEMBOLSO DE TRANSPORTE EM EMERGÊNCIA/URGÊNCIA Em cso de emergênci/urgênci médico-hospitlr comprovd do empregdo ou de seu dependente cdstrdo no Plno Médico Assistencil, Empres se compromete fzer o reembolso dos vlores gstos com trnsporte, medinte provção de su áre competente, no przo máximo de sete dis, contr d dt d entrd do pedido de reembolso, dentro dos limites cobertos pelo Plno Médico Assistencil, estbelecidos ns norms interns d Empres. CLÁUSULA 14 - TRATAMENTO DE EXCEPCIONAIS E A U T I S TA S A Empres reembolsrá 0% (cem por cento) dos vlores previstos ns tbels AMB e/ou Unids, ds despess com médicos, clínics e entiddes especilizds, pr o filho excepcionl e/ou utist do empregdo, sendo observds s norms interns d Empres. CLÁUSULA 15 - COMPLEMENTAÇÃO DE SALÁRIO EM AUXÍLIO-DOENÇA A Empres se compromete complementr remunerção, inclusive 13º Slário, nos csos de fstmento em decorrênci de doenç profissionl, cidente do trblho ou por doenç, pelo período de té 06 (seis) meses contdos do início do pgmento do uxílio pel Previdênci Socil. O vlor d complementção corresponderá diferenç entre remunerção do empregdo, como se em tividde estivesse, inclusive Adicionl por Tempo de Serviço e o que lhe estiver sendo pgo pel Previdênci Socil e Nucleos, se for o cso. Prágrfo - Esse przo poderá ser diltdo por mis 6 (seis) meses, critério d Empres em cráter excepcionl, pós precer de su áre médic. Prágrfo 2º - Até que Previdênci Socil processe o primeiro pgmento do Auxílio-Doenç, Empres grnte um complementção de té 70% (setent por cento) d remunerção do empregdo fstdo, fzendo-se os certos no primeiro mês que for expedido o crnê do Auxílio-Doenç. CLÁUSULA 16 - LICENÇA PARA ADOTANTE A Empres mplirá licenç remunerd previst no rtigo 392-A, d CLT, por mis 1 (um) mês empregd que dotr crinç, com idde té 8 (oito) nos completos. Prágrfo - No cso do dotnte ser do sexo msculino, Empres concederá licenç remunerd por 1 (um) mês, pr doção de crinç, com idde de té 5 (cinco) nos completos. Prágrfo 2º - A licenç será concedid prtir do primeiro di em que mãe/pi dotivo receber o menor sob su responsbilidde, conforme termo legl. CLÁUSULA 17 - AUXÍLIO CRECHE/PRÉ-ESCOLAR A Empres mnterá o Auxílio Creche n form de reembolso pr os filhos de seus empregdos, com idde de té 7 (sete) nos incompletos, dentro dos seguintes critérios: ) A Creche será de livre escolh do empregdo; b) A Empres reembolsrá s despess comprovds com creches té o limite de R$ 186,50 (cento e oitent e seis reis e cinquent centvos); c) É fcultdo o empregdo de qulquer fix slril optr pelo vlor mínimo de R$ 87,60 (oitent e sete reis e sessent centvos) por filho, ficndo neste cso isento d comprovção d despes; d) É fcultdo o empregdo substituir creche por gurdiã, fzendo jus neste cso o vlor mínimo do Auxílio Creche, por filho, independente de comprovção de despes; e) Fic pré-escol equiprd creche, pr os efeitos do Auxílio Creche. Prágrfo Único - Os benefícios dest cláusul poderão ser estendidos o empregdo que dotr filho e o empregdo que tiver posse, gurd ou tutel de menor té 7(sete) nos incompletos critério d Empres CLÁUSULA 18 - AUXÍLIO ALIMENTAÇÃO A Empres mnterá seu tul sistem de concessão do Auxílio Alimentção, durnte todos os 12 (doze) meses do no. Prágrfo - O vlor do Auxílio Alimentção em 01..08 é de R$,00 (vinte reis) prticipndo o empregdo no referido vlor, de cordo com s norms interns d Empres. Prágrfo 2º - Ns uniddes industriis que possuírem serviço de limentção (próprios ou terceirizdos), prticipção dos empregdos fr-se-á nos mesmos percentuis incidentes sobre o vlor d refeição diári do mês considerdo, observds s norms interns d Empres. Prágrfo 3º - É fcultdo o empregdo lotdo ns Uniddes de Brsíli, Buen, São Pulo e Rio de Jneiro (Sede), solicitr que o benefício sej concedido rzão de 50% (cinquent por cento), de vle limentção (crtão mgnético) e vle refeição (ppel). A referid opção será dotd n vigênci do Acordo Coletivo de Trblho. CLÁUSULA 19 - HORÁRIO FLEXÍVEL A Empres grnte mnter o seu sistem de horário flexível, plicdo ns ciddes do Rio de Jneiro, Brsíli e São Pulo, ssegurndo que compensção se estend té às 18:30 hors, podendo o empregdo compensr s usêncis durnte o mês. CLÁUSULA - LIBERAÇÃO DO PONTO NA HORA DO ALMOÇO A Empres, com bse n Portri MTPS/GM nº 3.626, de 13//1991, e no prágrfo do rtigo 74 d CLT, liberrá o ponto no horário de lmoço, inclusive ds equipes de turno, ns instlções loclizds em Resende (RJ), Clds (MG), Buen (RJ) e Cetité (BA), mntendo-se rigorosmente o intervlo legl do repouso limentção, vedd possibilidde de pgmento de hor-extr durnte esse período. CLÁUSULA - CALENDÁRIO ANUAL A Empres estudrá form de compensção nul de di útil próximo ferido ncionl, que reci n terç ou quint-feir, com critérios discutidos em comum cordo com os Sindictos. Prágrfo - O horário de compensção, qundo compreender o período do início do expediente dministrtivo, não poderá ser superior (dez) minutos. Prágrfo 2º - A compensção do di útil próximo ferido municipl ou estdul será discutido em époc oportun pelo responsável locl d Unidde d INB com o representnte do Sindicto, levndo em considerção s condições opercionis. Prágrfo 3º - Cso INB, por necessidde opercionl, necessite trblhr no di que estej sendo compensdo, remunerrá com hors extrs s hors compensds, com dicionl de 0%. CLÁUSULA 22 - FÉRIAS N époc d provção do Plno de Féris, o empregdo poderá optr pelo prcelmento de sus féris em té dois períodos, desde que nenhum sej inferior (dez) dis, com intervlo mínimo de 30 (trint) dis. Prágrfo - O di de início ds féris do empregdo em regime de escl coincidirá com o di posterior o término d folg. Prágrfo 2º - O dintmento de féris será de 30 (trint) dis. Prágrfo 3º - O empregdo poderá receber integrlmente Grtificção de Féris, previst em Lei, por ocsião do gozo do primeiro período de féris, se for o cso. CLÁUSULA 23 - HORAS EXTRAS A Empres concederá 1 (hum) cupom de lmoço ou vle refeição (tiquete) conforme o cso, o empregdo que trblhr no mínimo de 3 (três) hors extrs e um lnche ou vle refeição (tiquete) cd 4 (qutro) hors seguintes, lém do estbelecido pel legislção. Prágrfo - A Empres pgrá, título de compensção, um hor extr, lém ds efetivmente trblhds, pr o empregdo que for convocdo em regime de urgênci e estiver for do locl de trblho, no to d convocção, excetundo-se qundo o empregdo já estiver escldo em sobreviso. Prágrfo 2º - Ns uniddes industriis, que possuírem serviços de limentção (próprios ou terceirizdos), concessão feit nos csos de prorrogção de jornd título de limentção, será com os recursos dos serviços locis de resturnte. CLÁUSULA 24 - JORNADA DE TURNO A Empres pgrá o empregdo que trblhr em regime de turno ininterrupto de revezmento, dicionl de 7% (sete por cento) sobre o seu slário bse. Prágrfo - Nenhum empregdo poderá trblhr mis de 2 (dois) turnos consecutivos. Qundo trblhr 2 (dois) turnos remunerção pelo trblho no segundo turno pss ser pg n bse de 0% (cem por cento) sobre o vlor d hor norml. Prágrfo 2º - Em todos os sistems previstos de tividdes cim citdos, com jornd diári cim ds 6 (seis) hors, obrigtorimente será obedecido o intervlo pr repouso limentção conforme definido em lei. CLÁUSULA 25 - PROGRESSÕES E PROMOÇÕES A Empres mnterá o compromisso de dr continuidde os processos de movimentção de pessol conforme os procedimentos instituídos nos seus instrumentos internos, de cordo com disponibilidde de recursos orçmentários. CLÁUSULA 26 - SOBREAVISO A Empres se compromete o pgmento ds hors de sobreviso o empregdo que ficr à su disposição for do horário de trblho, pr tender emergêncis, plicndo-se, no cso, o prágrfo segundo do Art. 244 d CLT, desde que tendidos os requisitos d norm intern d Empres sobre o ssunto. CLÁUSULA 27 - LICENÇA NÃO REMUNERADA A Empres concord em mnter concessão de licenç não remunerd o() empregdo(), dentro do tul critério de concilir s necessiddes do serviço com os interesses deste(). CLÁUSULA 28 - SUBSTITUIÇÃO A Empres concord em pgr, temporrimente, o empregdo substituto, oficilmente designdo de cordo com s norms d Empres, mesm grtificção recebid pelo titulr d função de confinç, qundo substituição ocorrer por um período igul ou superior (dez) dis corridos e enqunto durr substituição. CLÁUSULA 29 - EMPREGADO CEDIDO Ao empregdo à disposição de outrs entiddes, fic ssegurdo o retorno à Empres, no mesmo órgão de origem, desde que ind hj tividdes ou trefs correlts à su função no órgão de origem ou em outros órgãos d Empres. Prágrfo Único - Todos os eventos de pessol serão extensivos o empregdo de que trt o cput dest cláusul. CLÁUSULA 30 - BRIGADA DE INCÊNDIO A Empres mnterá o Seguro de Acidentes Pessois pr os membros d Brigd de Incêndio e Brigd de Apoio. Prágrfo Único - O empregdo que prticip voluntrimente d Brigd de Incêndio ns áres industriis, qundo submetido treinmento prático ou simuldo, será recompensdo com 1 (um) di de folg por mês, não cumultivo. CLÁUSULA - TREINAMENTO A Empres mnterá polític de treinmento e de desenvolvimento de seus recursos humnos, prontificndo-se vlir sugestões encminhds pelos representntes dos empregdos e informá-los dos treinmentos serem relizdos, com ntecedênci. Prágrfo - Serão destindos recursos pr Treinmento e Desenvolvimento de Recursos Humnos, no decorrer do presente Acordo. Prágrfo 2º - A Empres de comum cordo com os Sindictos representtivos dos empregdos relizrá cursos, plestrs e seminários sobre os gentes com crcterístics rdiotivs de sus mtéris prims e produtos, bem como sobre os seus riscos mbientis que eventulmente, poss estr sujeito o empregdo. Prágrfo 3º - Atendendo Lei nº 7.377, de 30/09/85, Empres se compromete possibilitr obtenção do registro profissionl de Secretári junto o Ministério do Trblho e Emprego e o órgão de clsse, empregd que venh tur n referid função. CLÁUSULA 32 - COMITÊ DE RECURSOS HUMANOS - CRH A Empres encminhrá os critérios ds lterções funcionis e s minuts de norm de cráter coletivo, pr nálise e precer do Comitê de Recursos Humnos - CRH com o objetivo de subsidir decisão do Diretor que se reportr Áre de Recursos Humnos. Prágrfo - A Empres grnte prticipção no Comitê de Recursos Humnos - CRH, de um mínimo de 1 (um) empregdo() por unidde, indicdos pelos Sindictos ns Uniddes do Rio de Jneiro, Resende, Buen, Clds e Cetité, permitid indicção de eventuis substitutos desses representntes ns reuniões. Prágrfo 2º - A Empres designrá um máximo 5 (cinco) representntes, permitid indicção de eventuis substitutos desses representntes ns reuniões. Prágrfo 3º - O Comitê sempre se pronuncirá ns mtéris encminhds. Nos csos em que não hj consenso, s mtéris serão encminhds à Diretori que se reportr Áre de Recursos Humnos com indicção dos votos de cd membro. CLÁUSULA 33 - ACESSO AS INFORMAÇÕES DO EM- PREGADO A Empres colocrá à disposição do empregdo, que ssim o desejr, tods s informções reltivs o próprio, contids em su fich de registro e/ou outros registros que Empres mntenh respeito do empregdo, inclusive resultdos de exmes médicos e demis informções e ddos que constem n fich médic. Prágrfo Único - A Empres se compromete entregr o empregdo exmindo, pericido ou rdiogrfdo em exmes periódicos obrigtórios, um cópi de cd ludo de exme, medinte solicitção do mesmo. CLÁUSULA 34 - APOSENTADOS E PENSIONISTAS A Empres se compromete colborr com o empregdo no encminhmento de documentção e gilizção do recebimento de su posentdori. Prágrfo Único - A empres promoverá n vigênci deste Acordo plestrs de cunho informtivo o empregdo em condições de se posentr ou posentdo em tividde. CLÁUSULA 35 - EXAMES EM CASO DE DISPENSA A Empres grnte relizr exmes médicos/odontológicos em todo empregdo, por ocsião de seu desligmento d Empres. Prágrfo - Crcterizd doenç profissionl, nos termos d Lei nº 8.3, de 24/07/91, dquirid enqunto empregdo, s despess com o trtmento d doenç correrão por cont d Empres, nos moldes do seu Plno Médico Assistencil, té que lt venh se verificr. Prágrfo 2º - Ao() empregdo() que, o posentr, se encontrr trblhndo ns instlções industriis d Empres terá compnhmento d áre socil por um período de 5 nos, de modo incentivr ções referentes prevenção à súde do mesmo. CLÁUSULA 36 - ABONO DE FALTAS O empregdo poderá deixr de comprecer o serviço, sem prejuízo de seu slário, pr prestr exmes escolres de curso regulr ou comptível com su áre de tução e tividde, qundo comprovdmente coincidirem com o horário norml de trblho, dispensndo-o do trblho pelo tempo necessário àquele fim, desde que presente comprovção com ntecedênci mínim de 48 (qurent e oito) hors e obtenh nuênci d chefi imedit. Prágrfo Único - O comprovnte que se refere o cput dest cláusul deverá ser emitido pel Escol com indicção do di e horário ds provs. CLÁUSULA 37 - CRITÉRIO DE ASCENSÃO FUNCIONAL A Empres se compromete informr o() empregdo() su perspectiv de scensão funcionl e crreir, conforme prescrição no Sistem de Gestão de Crgos e Remunerção - SGCR. CLÁUSULA 38 - CONTRATAÇÃO DE NOVO EMPREGADO A contrtção de novos(s) empregdos(s) dr-se-á somente por exme de seleção públic, mplmente divulgdo pel imprens, cujs norms constrão no Mnul de Recursos Humnos. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL
ISSN 1677-7042 1 Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 CLÁUSULA 39 - ACIDENTE DE TRABALHO, HIGIENE, MEDICINA E SEGURANÇA DO TRABALHO A Empres grnte complementr os trtmentos d Previdênci Socil com o empregdo cidentdo no trblho, inclusive os decorrentes de trtmento psicológico e de redptção de conformidde com o seu Plno Médico Assistencil, inclusive rcndo com os custos finnceiros qundo for o cso. Prágrfo - A Empres ssegur o empregdo cidentdo no trblho, grnti de emprego nos termos d lei 8.3, de 24/07/91 e su regulmentção. Prágrfo 2º - A Empres se compromete observr os dispositivos d Portri nº 03, de 07/02/88, d Secretri de Segurnç e Medicin do Trblho. Prágrfo 3º - A Empres ssegur o cesso o locl do Acidente de Trblho, de um Médico ou Engenheiro de Segurnç, indicdo pelos Sindictos, medinte entendimentos prévios. Prágrfo 4º - Durnte vigênci deste Acordo Empres constituirá um Comissão Mist, com prticipção ssegurd de 4 (qutro) empregdos, sendo 2 (dois) indicdos pelos representntes sindicis e 2 (dois) pel Empres, com finlidde de estudr, nlisr e sugerir, à Diretori Executiv d Empres, medids cpzes de ssegurr o bem-estr e preservção d súde do empregdo. Prágrfo 5º - A Empres se compromete observr os dispositivos d Instrução Normtiv / INSS/DC nº 99 de 05/12/03 PPP - Perfil Profissiográfico Previdênciário. O PPP será elbordo pel Comissão Permnente de Avlição e Concessão do PPP, instituíd pel Portri n.º 008/05, de /03/05. Prágrfo 6º - A Empres se compromete dequr s sus norms interns, qunto inclusão de exmes odontológicos no PCMSO (Progrm de Controle Médico de Súde Ocupcionl). Prágrfo 7º - A Empres ssegurrá o direito do empregdo às informções sobre os riscos presentes nos locis de trblho ssim como s medids dotds pr prevenir e limitr estes riscos. Prágrfo 8º - A Empres comunicrá os Sindictos com 30 (trint) dis de ntecedênci s norms eleitoris e dt de eleição pr membros d CIPA, grntindo livre cndidtur. A SIPAT d INB deverá envolver s CIPAS ds empress terceirizds. CLÁUSULA 40 - PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVI- DENCIÁRIO - PPP A Empres se compromete observr os dispositivos d Instrução Normtiv INSS/DC n.º 99, de 05/12/03 que instituiu o PPP - Perfil Profissiográfico Previdênciário. O PPP será elbordo pel Comissão Permnente de Avlição e Concessão do PPP, instituíd pel Portri n.º 008/05, de /03/05, com trnsprênci e ssegurndo incorporção de informções sobre o cotidino do trblho. Prágrfo Único - Qundo solicitdo pelo empregdo, pr efeito de instruir processo de posentdori, o PPP será fornecido o mesmo em té 30 (trint) dis do ingresso do seu pedido. CLÁUSULA 41 - DOENÇAS PROFISSIONAIS A Empres grnte o emprego, ns mesms condições nteriores o Acidente do Trblho, pós su lt, o portdor de doenç profissionl contríd no exercício de sus tividdes profissionis, nos termos d Lei nº 8.3, de 24/07/91, e su regulmentção. CLÁUSULA 42 - UNIFORMES E EQUIPAMENTOS ES- PECIAIS Qundo Empres exigir que o empregdo utilize uniforme e equipmento especil pr prestção de serviços, deverá fornecê-los sem ônus pr o mesmo. CLÁUSULA 43 - FATORES PSICOSSOCIAIS NO TRA- BALHO A Empres concord em desenvolver, no âmbito de Recursos Humnos, vlendo-se pr tnto, e se necessário, de consultori especilizd, estudos reltivos os ftores psicossociis inerentes à orgnizção, que podem influir, considervelmente, no bem estr físico e mentl dos(s) trblhdores(s), bem como mnter relizção dos progrms de preprção pr posentdori e informções sobre "stress". Prágrfo Único - Pr o desenvolvimento dos estudos cim referidos, Empres dotrá, em princípio, definição do comitê misto OIT/OMS: "Os ftores psicossociis no trblho consistem em interções entre o trblho, seu meio mbiente, stisfção no trblho e s condições de sus necessiddes, su cultur e su situção pessol for do trblho, tudo em conjunto, trvés de percepções e experiêncis, que podem influir n súde, no rendimento e n stisfção do trblho. IV - DO RELACIONAMENTO SINDICAL E ASSOCIATIVO CLÁUSULA 44 - MENSALIDADE ASSOCIATIVA DE EMPREGADO A Empres mnterá o procedimento de desconto em Folh de Pgmento, d menslidde ssocitiv e de débitos junto os Sindictos signtários, desde que utorizd pelo empregdo, n form d legislção em vigor. Prágrfo Único - A Empres mnterá os descontos d CO- ORPEQUIM, desde que citd Coopertiv estej de cordo com tods s exigêncis legis, estbelecids pelo SIAPE pr desconto em folh de pgmento d INB. Todo e qulquer desconto ser incluído n Folh de Pgmento esse título, deverá ser precedido de consult prévi Gerênci de Recursos Humnos d INB, pr verificção de mrgem consignável. CLÁUSULA 45 - CONTRIBUIÇÃO ASSISTENCIAL A Empres procederá o desconto d Contribuição Assistencil desde que não hj mnifestção do empregdo à Gerênci de Recursos Humnos d INB qunto o desconto em folh e que os Sindictos cumprm s formliddes d legislção em vigor. CLÁUSULA 46 - QUADRO DE AVISOS A Empres concord com permnênci de qudros de visos em sus dependêncis pr os Sindictos divulgrem ssuntos de seus interesses, segundo pdrões técnicos d Empres. Prágrfo - Os Sindictos se comprometem usr tis qudros pens pr divulgção de mensgens ou notícis de interesse do empregdo, ssumindo inteir responsbilidde pelo teor dos documentos neles fixdos. Prágrfo 2º - A mensgem divulgd em folh onde não conste o timbre do Sindicto, deverá conter crimbo e ssintur d entidde responsável pel divulgção. Prágrfo 3º - Cópi de tods s divulgções deverão ser encminhds à áre de Recursos Humnos locl. CLÁUSULA 47 - LIBERAÇÃO PARA ASSEMBLÉIAS Por solicitção forml dos Sindictos, Empres poderá utorizr prticipção de empregdos em té 4 (qutro) Assembléis Geris, liberndo-os, ns locliddes onde for possível, 60 (sessent) minutos no início ou ntes do término do expediente. Prágrfo - Assembléis Geris dos Sindictos poderão ser relizds ns instlções d INB, somente medinte prévi utorizção forml d Direção d Empres. Prágrfo 2º - Cso Assembléi sej relizd em uniddes servids por trnsporte contrtdo, os ônibus poderão ficr à disposição té 60 (sessent) minutos pós o encerrmento do expediente norml. Prágrfo 3º - Não será liberdo o empregdo escldo pr serviço necessário às tividdes essenciis d Empres. CLÁUSULA 48 - DIRIGENTES SINDICAIS Tendo em vist necessidde permnente de tução de dirigentes sindicis pr trtr de ssuntos de interesse d representção, ficrão liberdos sem prejuízo de su remunerção mensl, té 5 (cinco) diretores dos Sindictos signtários do presente Acordo Coletivo, indicdos té trint dis pós ssintur deste, com direito possíveis substituições indicds pelos mesmos Sindictos. Prágrfo - Fic estbelecido que ns Uniddes de Cetité, Buen e Poços de Clds terão direito 1 (um) dirigente sindicl liberdo e n Unidde de Resende 2 (dois) dirigentes, em função do número de empregdos existentes e ds prticulriddes de cd Unidde. Prágrfo 2º - N eventulidde de que o número totl de dirigentes liberdos, em lgum momento durnte vigênci deste Acordo Coletivo, não correspond o número de 5 (cinco), isto não crcterizrá modificção n quntidde de dirigentes que poderão ser liberdos Ṗrágrfo 3º - Os dirigentes sindicis poderão ter cesso os locis de trblho medinte prévio entendimento com Superintendênci de Administrção. V - DAS DISPOSIÇÕES FINAIS CLÁUSULA 49 - ACOMPANHAMENTO DO ACORDO A Empres relizrá reuniões trimestris com s entiddes representtivs dos empregdos, qundo solicitd, pr compnhmento do presente Acordo. CLÁUSULA 50 - MANUTENÇÃO DE CONQUISTAS Ficm mntidos todos os benefícios e vntgens concedidos em Acordos e Dissídios nteriores n form em vigor nest dt. Prágrfo Único - O disposto nest cláusul não implic n mnutenção de estbilidde e grnti de emprego ntes e eventulmente concedidos. CLÁUSULA 51 - PRORROGAÇÃO, REVISÃO, DENÚN- CIA, RENÚNCIA OU REVOGAÇÃO O processo de prorrogção, revisão, denúnci, renúnci ou revogção totl ou prcil do presente Acordo ficrá subordindo cordo entre s prtes, slvo disposição legl em contrto. CLÁUSULA 52 - RELAÇÕES HUMANAS NO TRABA- LHO A Empres grnte s relções no trblho onde predomine dignidde e respeito pelo outro e o respeito os direitos de ciddão, cbendo o empregdo por meio d Gerênci de Recursos Humnos, encminhr sus reivindicções à Comissão de Étic d INB, sempre que entender que tis condições form violds. Prágrfo - A Empres se compromete relizr plestrs, proferids por especilist d áre, sobre ssédio morl ns orgnizções empresriis. Prágrfo 2º- Ns uniddes que empregm mão-de-obr feminin, Empres grntirá instlção snitári pr o qudro funcionl feminino, respeitndo privcidde. Prágrfo 3º - A Empres fcilitrá liberção do empregdo pr outro setor, qundo o mesmo solicitr, desde que hj possibilidde de remnejmento e concordânci ds chefis envolvids, cedente e cessionário CLÁUSULA 53 - ASSÉDIO MORAL A Empres se compromete coibir prátic de ssédio morl em sus dependêncis, utilizndo pr isto de váris ferrments de gestão. Prágrfo - A Empres registrrá proibição dests prátics busivs trvés de documentos de mpl divulgção entres seus gestores e empregdos. Prágrfo 2º - O Sindicto receberá cópi desses documentos, que testrão s inicitivs e prátic responsável d Empres contr o ssédio morl. Prágrfo 3º - A Empres relizrá plestrs sobre o tem pr todos os empregdos, com objetivo de esclrecer e coibir forms de ssédio morl no trblho. Prágrfo 4º - A Empres se compromete vibilizr, sempre que solicitdo pelo Sindicto, relizção de plestr sobre ssédio morl dentro de sus instlções, podendo receber indicções do Sindicto de plestrntes pr precição do currículo, do conteúdo d presentção e custos envolvidos. CLÁUSULA 54 - REVISÃO DE ADVERTÊNCIAS OU PUNIÇÕES A Empres se compromete, durnte vigênci deste Acordo Coletivo de Trblho, medinte mnifestção do empregdo com contrto de trblho em vigor, nlisr s solicitções de revisão de dvertêncis ou punições, registrds em su fich funcionl, de cráter exclusivmente disciplinres, oriunds de decisões dministrtivs que possm ter ou não ensejdo ções trblhists. No entnto revisão dos tos só poderão ser efetivds desde que não produzm efeitos de cráter pecuniários contr INB, pós provção e homologção d Diretori Executiv. CLÁUSULA 55- AÇÃO DE CUMPRIMENTO A Empres concord que s divergêncis em relção s Cláusuls do presente Acordo sejm dirimids pernte Justiç do Trblho, trvés de Ação de Cumprimento, em que os Sindictos tuem n condição de substitutos processuis dos empregdos, independentemente de outorg de procurção individul dos mesmos. Rio de Jneiro, 07 de jneiro de 09. p/ Indústris Nucleres do Brsil S/A - INB, Alfredo Trnjn Filho, Presidente; p/sindicto dos Trblhdores ns Indústris Químics, Frmcêutics e Similres do Sul Fluminense - QUIM- SULF, Neildo de Souz Jorge, Diretor Coordendor Gerl; p/sindicto dos Trblhdores ns Indústris Extrtivs de Poços de Clds, Clds e Andrds - METABASE, Antonio Anézio d Silv Filho, Diretor Presidente; p/sindicto dos Trblhdores ns Indústris de Prospecção, Pesquis e Extrção de Minérios no Estdo do Rio de Jneiro - SINDIMINA - RJ, Celso Emílio Vinn d Fonsec, Diretor Finnceiro; p/sindicto dos Engenheiros no Estdo do Rio de Jneiro - SENGE, Luiz Antônio Cosenz, Presidente; p/sindicto dos Economists no Estdo do Rio de Jneiro - SINDECON, João Mnoel Gonçlves Brbos, Coordendor Relções Sindicis; p/sindicto ds Secretáris no Estdo do Rio de Jneiro - SINSERJ, Gerrd Ribeiro de Freits, Presidente; p/sindicto dos Administrdores no Estdo do Rio de Jneiro - SINTAERJ, Julio Souz Reis, Diretor. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS DEMONSTRATIVO DA DISTRIBUIÇÃO DA REMUNERAÇÃO Empres Nível REMUNERAÇÃO - R$ Mior Menor Médi INB Superior Médio Apoio Empres 12.532,80 5.124,52 2.408,76 12.532,80 2.393,00 1.387,00 1.004,00 1.004,00 5.408,62 2.550,03 1.529,64 3.190,75 Os vlores pgos observm os limites do Decreto-Lei nº 2.355/87. Vigênci prtir de novembro de 08. COMISSÃO TÉCNICA NACIONAL DE BIOSSEGURANÇA EXTRATO DE PARECER TÉCNICO Nº 1.701/09 O Presidente d Comissão Técnic Ncionl de Biossegurnç - CTNBio, no uso de sus tribuições e de cordo com o rtigo 14, inciso XIX, d Lei.5/05 e do Art. 5º, inciso XIX do Decreto 5.591/05, torn público que n 9ª Reunião Ordinári, ocorrid em de dezembro de 09, CTNBio preciou e emitiu precer técnico pr o seguinte processo: Processo nº: 0.003297/08-37 Requerente: Dow Agrosciences Industril Ltd. CNPJ: 47.180.625/0001-46 Endereço Ru Alexndre Dums, 1671, Andr Al A, São Pulo-SP Assunto: Liberção plnejd no meio mbiente de milho geneticmente modificdo. Extrto Prévio: 1.5/08 Decisão: Deferido A CTNBio, pós precição do processo de pedido de Precer Técnico pr solicitção de liberção plnejd no meio mbiente de milho geneticmente modificdo, concluiu pelo DEFERI- MENTO nos termos deste precer. A Dow Agrosciences Industril Ltd., detentor do Certificdo de Qulidde em Biossegurnç, CQB 7/99, solicit à CTNBio Precer Técnico pr solicitção de liberção plnejd no meio mbiente de milho geneticmente modificdo com genes pr resistênci insetos e com genes pr tolerânci herbicids. A propost intituld "estudos de vlições gronômics, de eficáci, de produção de tecidos pr nálises, expressão, composição e degrdção em milho geneticmente modificdo com genes pr resistênci insetos e com genes pr tolerânci herbicids" tem como objetivo vlir cmpo o efeito de milho geneticmente modificdo em crcterístics gronômics, eficáci à lgrt do crtucho do milho, produção tecidos pr nálises, nálises de expressão d proteín em tecidos vegetl, composição centesiml proximd e degrdção d proteín no solo e tecido de riz de milho. Os experimentos serão relizdos ns Uniddes Opertivs d Dow Agrosciences Industril de Crvinhos-SP, Cstro-PR, Mogi Mirim-SP e Indinópolis-MG. A áre totl do experimento será de 25.752 m 2 e áre com OGM será de 4.669 m 2. A CTNBio esclrece que este extrto não exime requerente do cumprimento ds demis legislções vigentes no pís, plicáveis o objeto do requerimento. A íntegr deste Precer Técnico const do processo rquivdo n CTNBio. Informções complementres ou solicitções de miores informções sobre o processo cim listdo deverão ser encminhds por escrito à Secretri Executiv d CTNBio. WALTER COLLI
Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 1 ISSN 1677-7042 CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO DESPACHO DO DIRETOR Em 14 de jneiro de 09 326ª Relção de Revlidção de Credencimento - Lei 8.0/90. ENTIDADE Incubdor de Empress de Bse Tecnológic TecVitóri C R E D E N C I A M E N TO 900.0744/1998 CNPJ 01.158.755/0001-81. Ministério d Cultur SECRETARIA EXECUTIVA PORTARIA Nº 12, DE 14 DE JANEIRO DE 09 O SECRETÁRIO EXECUTIVO DO MINISTÉRIO DA CULTURA, Substituto no uso de sus tribuições legis, e em cumprimento o disposto no rtigo 27, inciso I, do Decreto n.º 1494, de 17 de mio de 1995, resolve: Art. 1.o - Aprovr projetos culturis, relciondos nos nexos I e II à est Portri, pr os quis os proponentes ficm utorizdos cptr recursos, medinte doções ou ptrocínios, n form previst, respectivmente, no do rtigo 18 e no rtigo 26 d Lei n.º 8.3, de 23 de dezembro de 1991, lterd pel Lei n.º 9.874, de 23 de novembro de 1999. Art. 2.o - Est portri entr em vigor n dt de su publicção. GUSTAVO CARNEIRO VIDGAL CAVALCANTI ANEXO I ÁREA: 1 ARTE CÊNICAS - (ART.18, ) 08 6840 - Ao Meu Rio - Declrções de Amor Lúdico Produções Artístics Ltd. CNPJ/CPF: 00.756.404/0001-00 Processo: 01405.000452/08-67 RJ - Rio de Jneiro Vlor do Apoio R$: 368.382,30 Przo de Cptção: 15/01/09 /12/09 Resumo do Projeto: Espetáculo tetrl, por um periodo de qutro meses, no Rio de Jneiro, com um exltção musicl, que no contexto do tetro reúne textos tetris e musics, presentndo obrs prims de utores, compositores e poets que tiverm n cidde do Rio de Jneiro, su grnde fonte de inspirção. 08 9536 - Cminho Pr Mec (O)- Circulção 09 Signorinimkt Produções Culturis Ltd. CNPJ/CPF: 07.590.040/0001-80 Processo: 01545.001433/08-53 SP - São Pulo Vlor do Apoio R$: 525.4,00 Przo de Cptção: 15/01/09 /12/09 Resumo do Projeto: Relizr um espetáculo em 09, pr qutro grndes prçs do pís, como Rio de Jneiro, Porto Alegre, Curitib e Brsíli. 08 6019 - Ci Dnçndo pr não Dnçr 09 Associção Dnçndo Pr Não Dnçr CNPJ/CPF: 02.859.970/0001-72 Processo: 01400.005395/08-52 RJ - Rio de Jneiro Vlor do Apoio R$: 463.538,00 Przo de Cptção: 15/01/09 /12/09 Resumo do Projeto: Mnutenção d Compnhi de Dnç Dnçndo pr não Dnçr, formd por pessos oriunds de comuniddes populres, incluindo sus despess fixs, figurinos, divulgção, montgem de espetáculos e turnês. 08 6648 - Asn Compnhi Swsthy de Artes CNPJ/CPF: 08.424.023/0001-35 Processo: 01400.005683/08-15 PR - Curitib Vlor do Apoio R$: 341.781,00 Przo de Cptção: 15/01/09 30/06/09 Resumo do Projeto: Mostrr o público um form diferente de expressão corporl, trvés de um espetáculo, que se bsei nos conceitos ntigos d dnç e movimento corporl pr o uto- conhecimento utilizd n Índi há milhres de nos. 08 8998 - Cultur FIT - O Homem e o Mundo Stretto Eventos e Serviços Artísticos Ltd. CNPJ/CPF: 01.594.9/0001-92 Processo: 01400.008156/08-54 RJ - Rio Bonito Vlor do Apoio R$: 1.772.500,00 Przo de Cptção: 15/01/09 /12/09 Resumo do Projeto: Montgem do espetáculo, d Compnhi espnhol L Fur Dels Bus com o objetivo de simbolizr o diálogo culturl proposto pel FIT, pretedendo chmr tenção pr contribuição ds diferentes culturs sociis que se formm no universo espnhol e brsileiro. GILBERTO PEREIRA XAVIER ÁREA: 3 MÚSICA INSTRUMENTAL/ERUDITA - (ART.18, ) 08 0597 - Prêmio de Músic Independente Associção Culturl Dynmite CNPJ/CPF: 07.157.970/0001-44 Processo: 01400.000603/08-27 SP - São Pulo Vlor do Apoio R$: 275.583,00 Przo de Cptção: 15/01/09 /12/09 Resumo do Projeto: Prêmio Toddy de Músic edição 08 consiste em três dis de diverss tividdes e eventos que buscrão prioritrimente mper tul cen musicl independente brsileir. Serão três dis com presentção de 17 rtists (grnde, médio porte e inicintes/revelção); plestrs workshops e feir culturl. 08 7351 - Florip Instrumentl - 09 Freguesi Produção Culturl Ltd. CNPJ/CPF: 04.142.370/0001-14 Processo: 01400.006548/08-89 SC - Itjí Vlor do Apoio R$: 156.640,00 Przo de Cptção: 15/01/09 /12/09 Resumo do Projeto: Relizção d qurt edição de um mostr de músic instrumentl brsileir n cidde de Florip em Snt Ctrin. 08 51 - Festivl Ncionl de Músic Itlin (3º) Ptrício Eventos Ltd. CNPJ/CPF: 78.519.9/0001-98 Processo: 01400.000957/08-71 SC - Indil Vlor do Apoio R$: 374.843,97 Przo de Cptção: 15/01/09 /12/09 Resumo do Projeto: Relizr o " 3º Festivl Ncionl de Músic Itlin", n cidde de Indil/SC, visndo estimulr crição d rte musicl instrumentl e erudit, lém de váris outrs tividdes ligds cultur. 08 3556 - Tempord Culturl Ecológic 08 Fundção L Hermitge CNPJ/CPF: 01.444.385/0001-49 Processo: 01412.0006/08-16 MG - Belo Horizonte Vlor do Apoio R$: 1.491.539,56 Przo de Cptção: 15/01/09 /12/09 Resumo do Projeto: O objetivo do projeto é relizção de presentções de grupos rtísticos e solists, levndo o melhor d músic instrumentl e erudit que se cri e execut tulmente no Brsil, em três diferentes espços brsileiros de conservção d nturez, ns locliddes de Belo Horizonte, Cubtão e Ipting, cuj crcterístic comum é de serem prques ecológicos. Serão nove presentções em Belo Horizonte, nove em Ipting e qutro em Cubtão. 08 6841 - Projeto Músic ns Escol de Brr Mns - 09 Fundção de Cultur, Esporte e Lzer de Brr Mns CNPJ/CPF: 30.658.272/0001-44 Processo: 01400.006052/08-13 RJ - Brr Mns Vlor do Apoio R$: 1.638.342,00 Przo de Cptção: 15/01/09 /12/09 Resumo do Projeto: Assegurr formção, difusão e vlorizção culturl, pelo tendimento de crinçs e jovens, em tividdes sistemátic de music instrumentl clássic e erudit, gerndo em celeiro de tlentos e firmndo identidde culturl de Brr Mns n músic. 07 137 - Testmentos Musicis - O Encontro entre Místic e Rzão Luiz Henrique Fimmenghi - ME CNPJ/CPF: 05.937.457/0001-40 Processo: 01545.0051/07-49 SP - Cmpins Vlor do Apoio R$: 294.349,00 Przo de Cptção: 15/01/09 /12/09 Resumo do Projeto: Relizr um série de presentções musicis, um totl de, em qutro ciddes do estdo de São Pulo: Ribeirão Preto, Cmpins, São Pulo e Sntos com 5 grupos de músic de câmr ncionis e interncionis. 08 4155 - Postis Pulistnos- Suíte de Edmundo Villni- Côrtes pr o coro e orquestr Editor Mndrim Ltd. CNPJ/CPF: 00.269.162/0001- Processo: 01545.000536/08-04 SP - São Pulo Vlor do Apoio R$: 274.463, Przo de Cptção: 15/01/09 /12/09 Resumo do Projeto: Apresentr obr musicl Postis Pulistnos, um série de oito peçs composts por Edmundo Villni-Côrtes pr homenger cidde de São Pulo, em São Pulo, com grvção de CD o vivo. 08 6075 - Concertos Didáticos pr Juventude Associção Culturl de Mnus CNPJ/CPF: 09.583.791/0001-02 Processo: 01400.005430/08-33 AM - Mnus Vlor do Apoio R$: 1.136.491,00 Przo de Cptção: 15/01/09 /12/09 Resumo do Projeto: Relizr concertos de músic erudit, de form grtuit, pr lunos d rede estdul de ensino público. ÁREA: 7 ARTES INTEGRADAS - (ART. 18) 07 38 - Projeto Arte e Educção n Periferi Asp - Ação Socil e Polític Arquidiocesn CNPJ/CPF: 17.272.998/0001-86 Processo: 01412.000062/07-17 MG - Belo Horizonte Vlor do Apoio R$: 238.895,18 Przo de Cptção: 15/01/09 /12/09 Resumo do Projeto: Desenvolver educção rtístic de crinçs e dolescentes que se encontrm em situção de risco, visndo inclusão socil pel rte. 08 4046 - Arte e Ptrimônio Histórico-Trechos Urbnos Editor M.A.S. Ltd. CNPJ/CPF: 67.404.673/0001-88 Processo: 01545.000519/08-69 SP - São Pulo Vlor do Apoio R$: 366.0,90 Przo de Cptção: 15/01/09 /12/09 Resumo do Projeto: Elborção e publicção de livro de desenhos de Teres Sriv de "trechos urbnos" d Cidde de São Pulo, em comemorção o niversário de São Pulo (455) propost é mobilizr s pessos à um reflexão sobre os espços d cidde. 08 7837 - Cultur Solidári Associção Rolndense de Cultur e Esporte CNPJ/CPF:.298.946/0001-30 Processo: 01400.006907/08-06 PR - Rolândi Vlor do Apoio R$: 228.369,90 Przo de Cptção: 15/01/09 /12/09 Resumo do Projeto: Prestr tendimento 400 lunos do município de Rolândi, entre crinçs, jovens e dultos, oferecendo oficins culturis ns áres de Artes Cênics (dnç e circo), inicição à músic instrumentl, trvés de flut doce e músic plicds à informátic. ANEXO II ÁREA: 3 MÚSICA EM GERAL - (ART. 26) 08 8453 - Três Menins do Brsil Mnxic Produções Ltd. CNPJ/CPF: 02.886.632/0001- Processo: 01405.000579/08-86 RJ - Rio de Jneiro Vlor do Apoio R$: 637.969, Przo de Cptção: 15/01/09 /12/09 Resumo do Projeto: O projeto reunirá o tlento de três cntors brsileirs: Rit Ribeiro, Teres Cristin e Jussr Silveir, que se encontrrão pr relizr um série de shows musicis em cim d pesquis d diversidde musicl brsileir que envolve o estdo ntl de cd um. A propost prevê shows, ns ciddes de São Pulo, Rio de Jneiro, Brsíli, São Luiz, Slvdor, Recife, Arcju, Belo Horizonte, Vitóri e Mcé. 07 3 - DVD de Pret Gil () Cco Disco Produção Ltd CNPJ/CPF: 07.442.094/0001-06 Processo: 01400.012981/07-72 BA - Slvdor Vlor do Apoio R$: 814.441, Przo de Cptção: 15/01/09 /12/09 Resumo do Projeto: Grvção de um DVD, com durção de proximdmente 90 minutos, com músics grvds em show pel cntor Pret Gil, contendo extrs de depoimentos d cntor e de pessos que form importntes n su crreir. 08 0465 - Mostr Brsil de Músic e Cultur Independente Dynmite Pub Ltd. CNPJ/CPF: 05.685.395/0001-27 Processo: 01400.000350/08-91 SP - São Pulo Vlor do Apoio R$: 2.341,00 Przo de Cptção: 15/01/09 /12/09 Resumo do Projeto: A Mostr Brsil de Músic Independente promoverá um encontro d músic ncionl com o público em um di inteiro de eventos diversos todos relciondos à músic independente com ingressos grtuitos. Relizção de plestrs, workshops e oficins. 08 36 - Projeto Lubn - Grvção de CD e Shows de Lnçmento Jnin Ferreir Linhres CNPJ/CPF: 076.948.027-66 Processo: 01400.0042/08-18 RJ - Rio de Jneiro Vlor do Apoio R$: 8.175,00 Przo de Cptção: 15/01/09 /12/09 EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL
22 ISSN 1677-7042 1 Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 Resumo do Projeto: Grvção de CD e dois shows de lnçmento, um no Rio de Jneiro e São Pulo. 08 8568 - Os Compromissdos Avnte Produções - Produção Musicl, Sonorizção e Iluminção CNPJ/CPF:.288.054/0001-58 Processo: 01400.007565/08-33 BA - Slvdor Vlor do Apoio R$: 1.022.0,00 Przo de Cptção: 15/01/09 /12/09 Resumo do Projeto: Relizr um turnê contendo treze shows, onde serão em váris cpitis brsileirs e três serão relizdos no período do crnvl n cidde de Slvdor - BA. 08 8835 - Reviver Mys - O Show Uh Tererê Diversão e Arte Ltd CNPJ/CPF: 03.760.075/0001-69 Processo: 01405.000608/08-18 RJ - Rio de Jneiro Vlor do Apoio R$: 2.615.770,00 Przo de Cptção: 15/01/09 /12/09 Resumo do Projeto: Espetáculo multímidi de músic e imgem, voltdo pr celebrção e recuperção d memóri e d obr d cntor Mys Mtrzzo. O projeto compreende seis shows em São Pulo e Rio de Jneiro, com presenç de grndes nomes contemporâneos d músic brsileri, compnhdos por um orquestr populr formd especilmente pr ocsião. Um exposição de fotos e imgens tmbém frá prte do projeto. ÁREA : 6 HUMANIDADES - (ART26) 08 48 - Históri dos Qudrinhos no Brsil - Oficin (A) M4 Produções Artístics Ltd - ME CNPJ/CPF: 09.042.650/0001-74 Processo: 01405.000294/08-45 RJ - Rio de Jneiro Vlor do Apoio R$: 259.978,40 Przo de Cptção: 15/01/09 /12/09 Resumo do Projeto: Oficins grtuits de qudrinhos ministrds por profissionis experientes d áre do crtum, com cpcidde pr tender té 480 prticipntes entre crinçs e dolescentes. As oficins serão relizds em dois períodos, sendo o último mês de cd etp dedicdo produção editoril de um livro com s melhores históris produzids pelos prticipntes, que serão distribuídos grtuitmente. ÁREA: 7 ARTES INTEGRADAS - (ART. 26) 08 4854 - Trnsgredindo nrrtiv: cidde sob um trçdo literário Priscil Gyer CNPJ/CPF: 003.264.3-12 Processo: 01413.000133/08-52 RS - Porto Alegre Vlor do Apoio R$: 26.8,43 Przo de Cptção: 15/01/09 /12/09 Resumo do Projeto: Relizr Oficin Nrrtivs em Movimento pr o público joven e democrtizr os resultdos d Oficin relizndo Psseios Nrrdos - Cminhds Orientds. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS PORTARIA Nº 13, DE 14 DE JANEIRO DE 09 O SECRETÁRIO EXECUTIVO DO MINISTÉRIO DA CULTURA, Substituto no uso de sus tribuições legis, e em cumprimento o disposto no rtigo 27, inciso I, do Decreto n.º 1494, de 17 de mio de 1995, resolve: Art. 1.o - Aprovr Redução de Vlor em fvor dos projetos culturis relciondos no nexo est Portri, pr os quis os proponentes ficm utorizdos cptr recursos, medinte doções ou ptrocínios, n form previst, respectivmente, no do rtigo 18 e no rtigo 26 d Lei n.º 8.3, de 23 de dezembro de 1991, lterd pel Lei n.º 9.874, de 23 de novembro de 1999. Art. 2º - Est portri entr em vigor n dt de su publicção. GUSTAVO CARNEIRO VIDGAL CAVALCANTI ANEXO ÁREA: 4 ARTES PLÁSTICAS - (ART. 18) 06 9329 - Trsil do Amrl - 1 nos Bse Sete Projetos Culturis Ltd CNPJ/CPF: 05.155.740/0001- SP - São Pulo Vlor reduzido em R$: 134.901,50 ÁREA: 7 ARTES INTEGRADAS - (ART. 18) 07 7560 - Projeto Conexão Felipe Cmrão Associção Compnhi Terrmr CNPJ/CPF: 03.917.322/0001-98 RN - Ntl Vlor reduzido em R$: 584.127,50 RETIFICAÇÕES No vlor do projeto n Portri de provção nº 629, de 14 de dezembro de 06, publicd no DOU nº 240, de 15 de dezembro de 06, Seção 1, referente o Processo: 01400.000356/06-05, Projeto "Moby Dick - Um livre dptção em dnç e vídeo" - Pronc: 06-2983. Onde se lê: Vlor de Apoio: R$ 29.600,00. Lei-se: Vlor de Apoio: R$ 28.600,00. Retificr o vlor do projeto n portri de provção n. 843 de 15 de dezembro de 08, publicd no D.O.U. n.º 244 de 16 de dezembro de 08, Seção 1, referente o Processo: 01400.002259/08-19, Projeto "Progrm Eductivo Artes Visuis 08" - Pronc: 08-2771. Onde se lê: Vlor de Apoio: R$ 370.855,24. Lei-se: Vlor de Apoio: R$ 132.016,00. Retificr o vlor do projeto n portri de retificção publicd no DOU nº251 de 26 de dezembro de 08, Seção 1, referente o Processo: 01400.425/02-57, Projeto "Instlção do Museu Ncionl d Cultur Afro Brsileir - Pronc: 02-8732. Onde se lê: Vlor de Apoio: R$ 2.286.795,81 Lei-se: Vlor de Apoio: R$ 2.786.795,81 AGÊNCIA NACIONAL DO CINEMA SUPERINTENDÊNCIA DE FOMENTO DELIBERAÇÃO Nº 7, DE 14 DE JANEIRO DE 09 A SUPERINTENDENTE DE FOMENTO SUBSTITUTA d ANCINE, no uso ds tribuições legis conferids pel Portri nº 1, de 17 de mrço de 08, e em cumprimento o disposto n Lei nº 8.3, de 23 de dezembro de 1991, Lei nº 8.685, de de julho de 1993, Medid Provisóri nº 2.228-1, de 06 de setembro de 01, e Decreto nº 4.456, de 04 de novembro de 02, deliber: Art. Tornr sem efeito os termos d Deliberção nº. 296, de /12/08, publicd no DOU de 05/01/09 n pág. 05, seção 01, no que se refere à prorrogção do projeto "Mlu de Biciclet", d proponente Tmbellini Filmes e Produções Audiovisuis Ltd. e os termos d Deliberção nº. 01, de 06/01/09, publicd no DOU de 07/01/09 n pág. 130, seção 01, no que se refere à prorrogção do projeto "Froeste Cboclo", d proponente De Felippes Filmes e Produções Ltd. Art. 2º Prorrogr o przo de cptção dos projetos udiovisuis bixo relciondos, pr os quis s proponentes ficm utorizds cptr recursos trvés d comercilizção de certificdos de investimento, medinte ptrocínio e trvés d formlizção de contrtos de co-produção nos termos dos rts., -A e 3º d Lei nº. 8.685, de /07/1993, respectivmente. 07-0055 - Froeste Cboclo Processo: 01580.007260/07-70 Proponente: De Felippes Filmes e Produções Ltd. Cidde/UF: Rio de Jneiro/RJ CNPJ: 08.427.088/0001-34 Przo de cptção: de 01/01/09 té /12/09. 07-0456 - A Suprem Felicidde Processo: 01580.041998/07-66 Proponente: Frncisco Rmlho Junior Filmes Ltd. Cidde/UF: São Pulo/SP CNPJ: 52.308.558/0001-32 Przo de cptção: de 01/01/09 té /12/09 Art. 3º Prorrogr o przo de cptção dos projetos udiovisuis bixo relciondos, pr os quis s proponentes ficm utorizds cptr recursos medinte ptrocínio nos termos do rt. - A d Lei nº. 8.685, de /07/1993. 06-04 - O Auto do Lmpião no Além Processo: 01580.01380/06-88 Proponente: Criri Produções Artístics Ltd. Cidde/UF: Fortlez/CE CNPJ:.505.568/0001-18 Przo de cptção: de 01/01/09 té /12/09. 07-0161 - Exército de Reserv Processo: 01580.0179/07- Proponente: Leão Filmes Ltd - ME. Cidde/UF: São Pulo/SP CNPJ: 55.3.961/0001-70 Przo de cptção: de 01/01/09 té /12/09 08-0161 - Meu Ldo Dqui, Seu Ldo de Lá Processo: 01580.015366/08-28 Proponente: Leão Filmes Ltd - ME. Cidde/UF: São Pulo/SP CNPJ: 55.3.961/0001-70 Przo de cptção: de 01/01/09 té /12/09 06-01 - A Árvore d Músic Processo: 01580.0147/06-44 Proponente: North Sports Empreendimentos e Produções Ltd. Cidde/UF: São Pulo/SP CNPJ: 02.7.042/0001-51 Przo de cptção: de 01/01/09 té /12/09. 07-0470 - Brsil Orgânico Processo: 01580.043043/07-43 Proponente: Contrponto Produções Ltd. Cidde/UF: São Pulo/SP CNPJ: 05.6.867/0001-40 Przo de cptção: de 01/01/09 té /12/09. 07-0494 - As Históris que Mngueir Dá Processo: 01580.045399/07- Proponente: Yes Filmes Ltd. Cidde/UF: Rio de Jneiro/RJ CNPJ: 05.254.150/0001-45 Przo de cptção: de 01/01/09 té /12/09. 07-0514 - Cores Processo: 01580.047516/07-81 Proponente: Kinoosfer Filmes e Produções Artístics Ltd. Cidde/UF: São Pulo/SP CNPJ: 08.465.974/0001-52 Przo de cptção: de 01/01/09 té /12/09. Art. 4º Prorrogr o przo de cptção do projeto udiovisul relciondo bixo, pr o qul proponente fic utorizd cptr recursos trvés do rt. 39, inciso X, Medid Provisóri nº. 2.228-1, de 06/09/01. 06-0466 - Bicho Ppão Processo: 01580.049184/06-99 Proponente: Oficin Produções Cinemtográfics Ltd. Cidde/UF: São Pulo/SP CNPJ: 04.077.508/0001-49 Przo de cptção: de 01/01/09 té /12/09 Art. 5º Prorrogr o przo de cptção do projeto udiovisul relciondo bixo, pr o qul proponente fic utorizd cptr recursos trvés do RB Cinem I - Fundo de Finncimento d Indústri Cinemtográfic Ncionl - FUNCINE, nos termos do inciso III do rt. 43 d Medid Provisóri nº. 2.228-1, de 06/09/01. 08-0076 - Vered Filmes S.A. Processo: 01580.007758/08-13 Proponente: Vered Filmes S.A. Cidde/UF: Rio de Jneiro/RJ CNPJ: 08.741.983/0001-29 Przo de cptção: de 01/01/09 té /12/09 Art. 6º Prorrogr o przo de cptção dos projetos udiovisuis bixo relciondos, pr os quis s proponentes ficm utorizds cptr recursos trvés d comercilizção de certificdos de investimento e medinte ptrocínio nos termos dos rts. e -A d Lei nº. 8.685, de /07/1993, respectivmente. 05-0244 - Povos Selvgens Processo: 01580.0330/05-41 Proponente: Zzen Produções Audiovisuis Ltd. Cidde/UF: Rio de Jneiro/RJ CNPJ: 01.803.185/0001-35 Przo de cptção: de 01/01/09 té /12/09. 07-0446 - Projeto de Difusão do Conteúdo Audiovisul Processo: 01580.040862/07-39 Proponente: Elo Audiovisul Serviços Ltd. Cidde/UF: São Pulo/SP CNPJ: 07.700.630/0001-18 Przo de cptção: de 01/01/09 té /12/09 06-00 - Os Irresponsáveis II Processo: 01580.002423/06-47 Proponente: Reginldo Fris Produções Artístics Ltd. Cidde/UF: Rio de Jneiro/RJ CNPJ: 39.527.494/0001-00 Przo de cptção: de 01/01/09 té /12/09 07-0301 - Pelo Sertão Processo: 01580.028474/07-80 Proponente: Nofoco Filmes Produções Cinemtográfics Ltd. Cidde/UF: Rio de Jneiro/RJ CNPJ: 08.184.185/0001-43 Przo de cptção: de 01/01/09 té /12/09 08-0123 - Trblhr Cns Processo: 01580.0170/08-55 Proponente: Dezenove Som e Imgens Produções Ltd. Cidde/UF: São Pulo/SP CNPJ: 66.876.707/0001-74 Przo de cptção: de 01/01/09 té /12/09 04-0227 - A Primeir Vez de Priscil Processo: 01580.0092/04- Proponente: Rccord Produções Artístics e Cinemtográfics Ltd. Cidde/UF: Rio de Jneiro/RJ CNPJ: 72.062.029/0001-09 Przo de cptção: de 01/01/09 té /12/09 Art. 7º Prorrogr o przo de cptção do projeto udiovisul bixo relciondo, pr o qul proponente fic utorizd cptr trvés d comercilizção de certificdos de investimento nos termos do rt. d Lei nº. 8.685, de /07/1993. 07-05 - Não Estmos Sós Processo: 01580.047346/07-35 Proponente: Mttos Publiciddes Produções e Editorções Ltd. Cidde/UF: Rio de Jneiro/RJ CNPJ: 06.029.956/0001-00 Przo de cptção: de 01/01/09 té /12/09. Art. 8º Autorizr substituição do título do projeto udiovisul, "Olhos Azuis - O Filme" pr "Olhos Azuis". 05-0412 - Olhos Azuis Processo: 01580.048357/05-71 Proponente: Coevos Filmes Ltd Cidde/UF: Rio de Jneiro/RJ CNPJ: 27.527.464/0001-07 Art. 9º Est Deliberção entr em vigor n dt de su publicção. RENATA DEL GIUDICE Substitut
Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 1 23 ISSN 1677-7042 DELIBERAÇÃO Nº 8, DE 14 DE JANEIRO DE 09 A SUPERINTENDENTE DE FOMENTO SUBSTITUTA d ANCINE, no uso ds tribuições legis conferids pel Portri nº 1, de 17 de mrço de 08, e em cumprimento o disposto n Lei nº 8.3, de 23 de dezembro de 1991, Lei nº 8.685, de de julho de 1993, Medid Provisóri nº 2.228-1, de 06 de setembro de 01, e Decreto nº 4.456, de 04 de novembro de 02, deliber: Art. Prorrogr o przo de cptção dos projetos udiovisuis bixo relciondos, pr os quis s proponentes ficm utorizds cptr recursos trvés d comercilizção de certificdos de investimento, medinte ptrocínio e trvés d formlizção de contrtos de co-produção nos termos dos rts., -A e 3º d Lei nº. 8.685, de /07/1993, respectivmente. 08-0180 - Cide e Alice Processo: 01580.016794/08-78 Proponente: H.L.Produtor de Filmes Ltd. Cidde/UF: Sntn de Prníb/SP CNPJ: 07.5.568/0001-05 Przo de cptção: de 01/01/09 té /12/09. 07-0091 - O Doce Veneno do Escorpião Processo: 01580.0557/07-12 Proponente: TV Zero Cinem Ltd. Cidde/UF: Rio de Jneiro/RJ CNPJ: 03.360.3/0001-40 Przo de cptção: de 01/01/09 té /12/09 07-0333 - Cbeç à Prêmio Processo: 01580.0322/07-93 Proponente: Filmes Mis Ltd. Cidde/UF: São Pulo/ SP CNPJ: 03.435.290/0001-94 Przo de cptção: de 01/01/09 té /12/09 08-01 - Amnhã Nunc Mis Processo: 01580.0572/08-69 Proponente: Filmes Mis Ltd. Cidde/UF: São Pulo/ SP CNPJ: 03.435.290/0001-94 Przo de cptção: de 01/01/09 té /12/09 Art. 2º Prorrogr o przo de cptção dos projetos udiovisuis bixo relciondos, pr os quis s proponentes ficm utorizds cptr recursos medinte ptrocínio nos termos do rt. - A d Lei nº. 8.685, de /07/1993. 08-0366 - Fiel Processo: 01580.036681/08-99 Proponente: G7 Cinem Ltd. Cidde/UF: São Pulo/SP CNPJ: 07.139.247/0001-32 Przo de cptção: de 01/01/09 té /12/09 05-0364 - O Rei d Mungng Processo: 01580.046196/05-81 Proponente: Flor Filmes e Vídeos Produções Artístics Ltd. Cidde/UF: Rio de Jneiro/RJ CNPJ: 02.759.786/0001-50 Przo de cptção: de 01/01/09 té /12/09. 08-03 - Destino Brsil Cinem Processo: 01580.0496/08-16 Proponente: Girs Filmes Comunicção Ltd. Cidde/UF: São Pulo/SP CNPJ: 05.643.8/0001-03 Przo de cptção: de 01/01/09 té /12/09. Art. 3º Prorrogr o przo de cptção do projeto udiovisul relciondo bixo, pr o qul proponente fic utorizd cptr recursos trvés d formlizção de contrtos de co-produção, nos termos do rt. 3º d Lei nº. 8.685, de /07/1993. 07-01 - Religião Urbn - Desenvolvimento Processo: 01580.013096/07-30 Proponente: Cnto Clro Produções Artístics Ltd. Cidde/UF: Rio de Jneiro/RJ CNPJ: 39.507.140/0001-96 Przo de cptção: de 01/01/09 té /12/09 Art. 4º Prorrogr o przo de cptção do projeto udiovisul bixo relciondo, pr o qul proponente fic utorizd cptr recursos trvés d comercilizção de certificdos de investimento e medinte ptrocínio nos termos dos rts. e -A d Lei nº. 8.685, de /07/1993. 05-0162 - Meu Pís - O Filme Processo: 01580.018465/05-19 Proponente: Sombumbo Filmes Ltd. ME Cidde/UF: São Pulo/SP CNPJ: 04.687.576/0001- Przo de cptção: de 01/01/09 té /12/09. Art. 5º Prorrogr o przo de cptção dos projetos udiovisuis bixo relciondos, pr os quis s proponentes ficm utorizds cptr trvés d comercilizção de certificdos de investimento nos termos do rt. d Lei nº. 8.685, de /07/1993. 07-0132 - N Ribeir do Rio Processo: 01580.014070/07-17 Proponente: Andluz Produções Cinemtográfics Ltd. Cidde/UF: Rio de Jneiro/RJ CNPJ: 28.330.561/0001-78 Przo de cptção: de 01/01/09 té /12/09. 08-0234 - Confissões de um Velho Adolescente Processo: 01580.0229/08-97 Proponente: Reginldo Fris Produções Artístics Ltd. Cidde/UF: Rio de Jneiro/RJ CNPJ: 39.527.494/0001-00 Przo de cptção: de 01/01/09 té /12/09 06-0032 - O Tempo e o Lugr Processo: 01580.005149/06-68 Proponente: Cinefilmes Ltd. Cidde/UF: Rio de Jneiro/RJ CNPJ: 30.713.390/0001-08 Przo de cptção: de 01/01/09 té /12/09 Art. 6º Est Deliberção entr em vigor n dt de su publicção. RENATA DEL GIUDICE Substitut RETIFICAÇÃO N Deliberção nº. 298 de /12/08, publicd no DOU nº 2, de 05/01/09, Seção 1, págin 6, em relção o projeto "Amzôni: Rots Cruzds", pr considerr o seguinte: ONDE SE LÊ: Cnl Azul Produções Culturis Ltd. LEIA-SE: Cnl Azul Consultori Audiovisul S/C Ltd. INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL DEPARTAMENTO DO PATRIMÔNIO MATERIAL E FISCALIZAÇÃO GERÊNCIA DO PATRIMÔNIO ARQUEOLÓGICO E NATURAL PORTARIA Nº 2, DE 14 DE JANEIRO DE 09 O GERENTE DO PATRIMÔNIO ARQUEOLÓGICO E NA- TURAL DO DEPARTAMENTO DO PATRIMÔNIO MATERIAL E FISCALIZAÇÃO DO INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL - IPHAN, nos termos d Portri IPHAN nº 7, de 13.09.04, publicd no D.O.U., Seção 2, de 15.09.04 e de cordo com o disposto no Anexo I, do Decreto nº 5.040, de 07.04.04, n Lei nº 3.924, de 26.07.61 e n Portri SPHAN nº 7, de 01.12.88 e ind do que const dos processos dministrtivos relciondos nos nexos est Portri, resolve: I -Expedir PERMISSÕES, sem prejuízo ds demis licençs exigíveis por diferentes órgãos e entiddes d Administrção Públic, os rqueólogos coordendores dos projetos de pesquis rqueológic relciondos no nexo I est Portri. II -Expedir AUTORIZAÇÕES, sem prejuízo ds demis licençs exigíveis por diferentes órgãos e entiddes d Administrção Públic, às instituições executors dos projetos de pesquis rqueológic relciondos no nexo II est Portri. III -Expedir RENOVAÇÕES DE PERMISSÃO, sem prejuízo ds demis licençs exigíveis por diferentes órgãos e entiddes d Administrção Públic, os rqueólogos coordendores dos projetos de pesquis rqueológic relciondos no nexo III est Portri. IV -Expedir RENOVAÇÃO DE AUTORIZAÇÃO, sem prejuízo ds demis licençs exigíveis por diferentes órgãos e entiddes d Administrção Públic, à instituição executor do projeto de pesquis rqueológic relciondo no nexo IV est Portri. V -Reconhecer os rqueólogos designdos coordendores dos trblhos como fiéis depositários, durnte relizção ds etps de cmpo, do eventul mteril rqueológico recolhido ou de estudo que lhes tenh sido confido. VI -Determinr às Superintendêncis Regionis do IPHAN d áre de brngênci dos projetos, o compnhmento e fisclizção d execução dos trblhos, inclusive no que diz respeito à destinção e à gurd do mteril coletdo, ssim como ds ções de preservção e vlorizção dos remnescentes. VII -Condicionr eficáci ds presentes permissões, utorizções e renovções de permissão à presentção, por prte dos rqueólogos coordendores, de reltórios prciis e finl o término dos przos fixdos nos projetos de pesquis nexos est Portri, contendo tods s informções prevists nos rtigos e 12 d Portri SPHAN nº 7, de 01.12.88. VIII -Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL ROGÉRIO JOSÉ DIAS ANEXO I 01 - Processo IPHAN nº 01450.017847/09-34 Projeto: Prospecção Arqueológic n Áre d PCH Snt Ros I Arqueólogo Coordendor: Fbino Lopes de Pul Apoio Institucionl: Centro de Arqueologi Annette Lming Emperire Áre de Abrngênci: Município de Rio ds Flores, no Estdo do Rio de Jneiro e Município de Belmiro Brg, no Estdo de Mins Geris. Przo de Vlidde: 06 (seis) meses 02 - Processo IPHAN nº 01502.003399/08-58 Projeto: Levntmento Arqueológico n Áre de Implntção de Residênci n Pri de Itpororoc - Sítio Pont do Ptimirim. Arqueólogo Coordendor: Dorivl Tdeu Crdoso Apoio Institucionl: Núcleo de Estudos e Pesquiss Arqueológics d Bhi, d Universidde Estdul de Snt Cruz Áre de Abrngênci: Município de Trncoso, no Estdo d Bhi. Przo de Vlidde: 01 (um) mês 03 - Processo IPHAN nº 01502.003588/08- Projeto: Investigções Arqueológics ns Áres ds Obrs de Implntção do Sistem de Esgotmento Snitário de Muritib. Arqueólogo Coordendor: Ivn Dore Cncio Sores Apoio Institucionl: Centro de Estudos ds Ciêncis Humns Áre de Abrngênci: Município de Muritib, no Estdo d Bhi. Przo de Vlidde: (dez) meses 04 - Processo IPHAN nº 01502.002283/07- Projeto: Levntmento Arqueológico n Áre do Empreendimento Imobiliário Fzend Rel Residence Arqueólogo Coordendor: Mrco Aurélio Ndl De Msi Apoio Institucionl: Museu Universitário Wlter Zumblick d Universidde do Sul de Snt Ctrin Áre de Abrngênci: Município de Simões Filho, no Estdo d Bhi. Przo de Vlidde: 01 (um) mês 05 - Processo IPHAN nº 01506.0027/08-47 Projeto: Levntmento Arqueológico Interventivo em Áre d Equipv/Biopv S.A. - Açúcr e Álcool Arqueólog Coordendor: Eliete Pythgors Britto Mximino Apoio Institucionl: Instituto de Pesquiss Científics d Universidde Ctólic de Sntos Áre de Abrngênci: Município de Brejo Alegre, no Estdo de São Pulo. Przo de Vlidde: 03 (três) meses 06 - Processo IPHAN nº 01506.002848/08-19 Projeto: Prospecção Arqueológic ns Áres Afetds pels Obrs do Terminl Mrítimo de Sl d Empres Crbocloro Arqueólogo Coordendor: Plácido Cli Apoio Institucionl: Museu Histórico e Arqueológico de Peruíbe Áre de Abrngênci: Município de Cubtão, no Estdo de São Pulo. Przo de Vlidde: 06 (seis) meses 07 - Processo IPHAN nº 01506.002849/08-55 Projeto: Progrm de Mnejo do Prque Estdul Juruprá - Etp Dignóstico Arqueólog Coordendor: Erik Mrion Robrhn-González Apoio Institucionl: Núcleo de Estudos Estrtégicos d Universidde de Cmpins Áre de Abrngênci: Municípios de Ibiún e Piedde, no Estdo de São Pulo. Przo de Vlidde: 12 (doze) meses 08 - Processo IPHAN nº 01506.002847/08-66 Projeto: Prospecção Arqueológic no Brrmento do Córrego Ti b ú r c i o Arqueólogo Coordendor: Plácido Cli Apoio Institucionl: Museu Histórico e Arqueológico de Peruíbe Áre de Abrngênci: Município de Elis Fusto, no Estdo de São Pulo. Przo de Vlidde: 06 (seis) meses 09 - Processo IPHAN nº 015.0047/08-69 Projeto: Levntmento Arqueológico Dow Brsil S.A. Arqueólogo Coordendor: Mrco Aurélio Ndl de Msi Apoio Institucionl: Museu Universitário Wlter Zumblick, d Universidde do Sul de Snt Ctrin Áre de Abrngênci: Município de Itjí, no Estdo de Snt Ctrin. Przo de Vlidde: 01 (um) mês - Processo IPHAN nº 015.0071/08-06 Projeto: Dignóstico Arqueológico pr Empres Mrítim e Comercil Ltd. Arqueólogo Coordendor: Mri Cristin Alves Apoio Institucionl: Museu Arqueológico de Smbqui de Joinville Áre de Abrngênci: Município de São Frncisco do Sul, no Estdo de Snt Ctrin. Przo de Vlidde: 02 (dois) meses
24 ISSN 1677-7042 1 Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 - Processo IPHAN nº 01514.004005/08-40 Projeto: Gestão do Ptrimônio Arqueológico, Histórico e Culturl n Áre d PCH Tquri - Etp Dignóstico Arqueólog Coordendor: Erik Mrion Robrhn-González Apoio Institucionl: Núcleo de Estudos Estrtégicos d Universidde de Cmpins Áre de Abrngênci: Municípios de João Molevde e Itbir, no Estdo de Mins Geris. Przo de Vlidde: 06 (seis) meses 12 - Processo IPHAN nº 01516.002679/08-90 Projeto: Gestão do Ptrimônio Arqueológico n Áre d LT Entre Subestção Nhndu e Subestção Alt Florest - Etp Dignóstico e Prospecção Arqueólog Coordendor: Erik Mrion Robrhn-González Apoio Institucionl: Núcleo de Estudos Estrtégicos d Universidde de Cmpins Áre de Abrngênci: Municípios de Novo Mundo e Alt Florest, no Estdo do Mto Grosso. Przo de Vlidde: 06 (seis) meses 13 - Processo IPHAN nº 01516.0028/08-07 Projeto: Resgte do Ptrimônio Culturl e Arqueológico n Áre de Implntção d Energétic São Simão S/A Arqueólogo Coordendor: Márcio Antônio Telles Apoio Institucionl: Instituto Homem Brsileiro Áre de Abrngênci: Município de São Simão, no Estdo de Goiás. Przo de Vlidde: 04 (qutro) meses 14 - Processo IPHAN nº 01516.003017/08-37 Projeto: Levntmento e Prospecção Arqueológic d LT 230 kv Itpci Arqueólog Coordendor: Rute de Lim Pontim Apoio Institucionl: Museu Ângelo Ros de Mour d Secretri Municipl de Cultur de Porngtu Áre de Abrngênci: Município de Brro Alto, no Estdo de Goiás. Przo de Vlidde: 03 (três) meses 15 - Processo IPHAN nº 01512.000499/08- Projeto: Monitormento Arqueológico n LT 138kV Arqueólogo Coordendor: Fbino Aiub Brnchelli Apoio Institucionl: Museu Municipl Honório Veloso de Linhres, Município de Nonoi Áre de Abrngênci: Município de Nonoi e Entre Rios do Sul, no Estdo do Rio Grnde do Sul. Przo de Vlidde: 03 (três) meses 16 - Processo IPHAN nº 01514.003589/08-36 Projeto: Monitormento Arqueológico d Amplição do Sistem de Esgotmento Snitário do Serro Arqueólogo Coordendor: Jir Pzzini Lobo de Freits Apoio Institucionl: Escritório Técnico II - Serro/IPHAN Áre de Abrngênci: Município de Serro, no Estdo de Mins Geris. Przo de Vlidde: 03 (três) meses COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS ANEXO II 01 - Processo IPHAN nº 01492.000369/08-56 Projeto: Slvmento do Ptrimônio Arqueológico n Áre de Acesso o Projeto Slobo Instituição Executor: Fundção Cs de Cultur de Mrbá Arqueólogos Coordendores: Lucino Pereir d Silv e Mozrt Mrtins de Arújo Júnior Áre de Abrngênci: Municípios de Mrbá, Prupebs, Cnã dos Crjás, Curionópolis e São Félix do Xingu, no Estdo do Prá. Przo de Vlidde: 07 (sete) meses 02 - Processo IPHAN nº 01516.003274/08-79 Projeto: Gestão Estrtégic do Ptrimônio Arqueológico n Áre de Influênci d Ferronorte - Resgte, Curdori e Inclusão Socil do Ptrimônio Arqueológico Instituição Executor: Museu de Arqueologi e Etnologi d Universidde de São Pulo Arqueólog Coordendor: José Luiz de Moris Áre de Abrngênci: Municípios de Alto Argui e Itiquir, no Estdo do Mto Grosso. Przo de Vlidde: 06 (três) meses 03 - Processo IPHAN nº 01516.002796/08-53 Projeto: Dignóstico Arqueológico n Áre d PCH Slto do Spo dos Precis Instituição Executor: Museu de Arqueologi e Etnologi Americn d Universidde Federl de Juiz de For Arqueólog Coordendor: An Pul de Pul Loures de Oliveir Áre de Abrngênci: Município de Tngrá d Serr, no Estdo de Mto Grosso. Przo de Vlidde: 03 (três) meses ANEXO III 01 - Processo IPHAN nº 01492.000078/05-15 Projeto: Progrm de Arqueologi Preventiv n Áre de Influênci dos Projetos Alumin do Norte do Brsil S.A. - Alunorte, Alumin Brsil S.A. e Alumin Brsil Chin Arqueólogo Coordendor: Pulo Roberto do Cnto Lopes Apoio Institucionl: Setor de Arqueologi do Museu do Estdo do Prá, d Secretri de Estdo de Cultur do Governo do Estdo do Prá. Áre de Abrngênci: Município de Brcren, no Estdo do Prá. Przo de Vlidde: 12 (doze) meses 02 - Processo IPHAN nº 01506.001505/08-29 Projeto: Prospecção Arqueológic ns Áres d Primeir Etp ds Obrs do Sistem de Esgotmento Snitário de Itobi Arqueólogo Coordendor: Plácido Cli Apoio Institucionl: Museu Histórico e Arqueológico de Peruíbe Áre de Abrngênci: Município de Itobi, no Estdo de São Pulo. Przo de Vlidde: 12 (doze) meses ANEXO IV 01 - Processo IPHAN nº 015.000135/06-81 Projeto: Culturs e Meio Ambiente Pré-Coloniis d Bí de Bbitong: I Etp: Conjunto de Smbquis d Foz do Rio Cubtão Instituição Executor: Museu Arqueológico de Smbqui de Joinville, d Fundção Culturl de Joinville Arqueólog Coordendor: Dione d Roch Bndeir Áre de Abrngênci: Município de Joinville, no Estdo de Snt Ctrin. Przo de Vlidde: 12 (doze) meses SECRETARIA DE INCENTIVO E FOMENTO À CULTURA PORTARIA Nº 1, DE 12 DE JANEIRO DE 09 O Secretário de Incentivo e Fomento à Cultur, no uso d delegção de competênci estipuld n Portri GM-MinC n. 13/07, constnte no Diário Oficil d União de 9 de bril de 07, e n qulidde de Presidente d Comissão de Avlição do Progrm de Intercâmbio e Difusão Culturl, em observânci o subitem 4.13 do Editl de Intercâmbio n. 2/08, deliber: Art. - Reconsiderr e ctr, em observânci o subitem.6 do Editl de Intercâmbio n. 2/08 d Secretri de Incentivo e Fomento à Cultur, o recurso interposto pelo Instituto Jer, processo n. 01400./08-77, Pronc 08046, seleciondo com 19 pontos, concedendo premição de R$.432,00 (onze mil qutrocentos e trint e dois reis), pr vibilizr su prticipção no evento intituldo "Encontro de Tetro n Escol". Art. 2º - A concessão do benefício estrá condiciond o cumprimento ds obrigtorieddes legis, fiscis e documentis incidentes. Art. 3º - Est portri entr em vigor n dt de su publicção.. ROBERTO NASCIMENTO Ministério d Defes AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL SUPERINTENDÊNCIA DE INFRA-ESTRUTURA A E R O P O RT U Á R I A PORTARIA ANAC Nº 13/SIE, DE 8 DE JANEIRO DE 09 Aprov o Progrm de Segurnç de Empres Aére (PSEA) d MEXICANA DE AV I A C I O N. O SUPERINTENDENTE DE INFRA-ESTRUTURA AERO- PORTUARIA DA AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL, no uso de sus tribuições outorgds pelo Art. 47, inciso XXVI do Anexo à Resolução N o 38, de 07 de gosto de 08, que prov o Regimento Interno d ANAC, nos termos do disposto n Instrução de Avição Civil - IAC 8-01 - Progrm de Segurnç de Empres Aére, de 28 de bril de 04, com fundmento n Lei n o 7.565, de 19 de dezembro de 1986, que dispõe sobre o Código Brsileiro de Aeronáutic e conforme s responsbiliddes estbelecids no Progrm Ncionl de Segurnç d Avição Civil (PNAVSEC) - ICA 58-53, de 30 de setembro de 03, resolve: Art. Aprovr o Progrm de Segurnç de Empres Aére (PSEA) d MEXICANA DE AVIACION. Art. 2º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção.. ANDERSON RIBEIRO CORREIA Ministério d Educção SECRETARIA EXECUTIVA PORTARIA Nº 38, DE 14 DE JANEIRO DE 09 O Secretário Executivo do Ministério d Educção, Substituto, no uso ds tribuições subdelegds pel Portri nº 1.572, publicd no DOU de 02 de jneiro de 09, pel Portri nº 1.508, Art. 2º, publicd no DOU de 17 de junho de 03, de conformidde com delegção de competênci outorgd pel Portri MP nº 79, de 28 de fevereiro de 02, e considerndo o disposto no rt. 37 d Lei nº 8.2, de de dezembro de 1990, com redção dd pel Lei nº 9.527, de de dezembro de 1997, resolve redistribuir: Servidor: Crgo Vgo Crgo: Assistente em Administrção Código d vg: 05362 Do: Instituto Federl de Educção, Ciênci e Tecnologi de São Pulo Pr: Universidde Federl do Rio de Jneiro Processo: 23079.014397/08-74 DENIO MENEZES DA SILVA ESCOLA AGROTÉCNICA FEDERAL DE SALINAS PORTARIA Nº 13, DE 5 DE JANEIRO DE 09 O DIRETOR GERAL DA ESCOLA AGROTÉCNICA FE- DERAL DE SALINAS-MG, no uso de sus tribuições legis, e considerndo o disposto no item 8.6 do Editl nº. 001/07, resolve: I - Prorrogr por mis 01 (um) no vlidde do Concurso Público pr provimento de crgos efetivo de Técnico-Administrtivos, objeto do Editl de nº. 001/07, homologdo pel Portri nº. 01/08, de 2 de jneiro de 08, publicd no DOU de 3 de jneiro de 08. II - Est portri entr em vigor nest dt. ADALCINO FRANÇA JÚNIOR SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA PORTARIA Nº 2, DE 7 DE JANEIRO DE 09 O SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA, usndo d competênci que lhe foi outorgd pelo Decreto nº 5.773, de 09/05/06, lterdo pelo Decreto nº 6.303, de 12/12/07, tendo em vist Portri Normtiv n 40, de 12/12/07, considerndo regulridde d instrução e o mérito do pedido, conforme const no Processo e-mec nº 0725, do Ministério d Educção, resolve: Art - Reconhecer, pr fins exclusivos de emissão e registro dos diploms dos lunos nteriormente mtriculdos, nos termos do Art. 44, inc. IV, do referido Decreto nº 5.773, o Curso Superior de Tecnologi em Turismo Receptivo, ofertdo pelo Instituto Ensino Superior de Teresin, estbelecido à Ru Goiás, 0, Ilhots, município de Teresin, Estdo do Piuí, mntido pel Associção de Ensino Superior do Piuí. Prágrfo único - Encerr-se ofert do curso novos lunos. Art 2º - Est portri entr em vigor n dt de su publicção. ELIEZER PACHECO RETIFICAÇÕES No rtigo 1 d Portri nº 560, de 3012/08, publicd no Diário Oficil d União de /12/08, Seção 1, págin 94, onde se lê: "nos períodos diurno e noturno", lei-se: "com duzents e qurent vgs totis nuis, nos períodos diurnos e noturnos". No rtigo 1 d Portri nº 561, de 30/12/08, publicd no Diário Oficil d União de /12/08, Seção 1, págin 94, onde se lê: "no período noturno", lei-se: "com cento e vinte vgs totis nuis, no período noturno"..
Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 1 25 ISSN 1677-7042 SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR PORTARIA Nº 1.193, DE DE DEZEMBRO DE 08 A SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, nomed pel Portri nº 712/08, de de outubro de 08, publicd no Diário Oficil d União de 22 de outubro de 08, Seção 02, Págin 02, no uso de sus tribuições legis e observdo o disposto nos seguintes fundmentos legis: o rt. 4 d Constituição Federl, Lei Complementr nº. 1, de 04 de mio de 00, o Decreto nº 6.170, de 25 de julho de 07 e lterções posteriores, Lei nº.514 de 13 de gosto de 07, Portri Interministeril nº 127 e 165/08, o rt. 12 d IN nº 01 /STN/MF, Lei nº.647, de 24 de mrço de 08, o Decreto nº 6.439, de 22 de bril de 08, o rt. 12 d IN nº 01 d Secretri do Tesouro Ncionl /STN/MF, de 15 de jneiro de 1997 e Súmul n 4/04 d Coordenção Gerl de Norms, Avlição e Execução de Despes - CONED n 04/04/ STN/MF, resolve: Art. - - Descentrlizr, por destque, crédito orçmentário d ção 2E14 -Reform e Modernizção de Infr-Estrutur Físic ds Instituições Federis de Ensino Superior, pr fins de poio às Instituições relcionds no nexo I, obedecendo à seguinte clssificção orçmentári: Funcionl Progrmátic: 12.364.73.2E14.0140- Reform e Modernizção de Infr-Estrutur Físic ds Instituições Federis de Ensino Superior PTRES: 5649 Art. 2º - A trnsferênci orçmentári será efetud em prcel únic e o recurso finnceiro repssdo, de form condiciond, no momento d trnsferênci, á liquidção d despes no SIAFI pel Instituição, de cordo com o estbelecido no Decreto Nº 6.439, de 22 de bril de 08. Prágrfo Único - o sldo dos créditos orçmentários descentrlizdos e não empenhdos, deverá ser devolvido Secretri de Educção Superior, no exercício finnceiro de 08, com bse no rt. 27 do Decreto 93.872/86. Art. 3º - O monitormento d execução, referente à ção 8551 - Complementção pr o Funcionmento ds Instituições Federis de Ensino Superior, será relizdo pel Diretori de Desenvolvimento d Rede de Instituições Federis de Ensino Superior -DIFES/SESu. Art. 4º - Os créditos descentrlizdos por destque integrrão s prestções de conts nuis ds IFES, serem presentds os órgãos de controle interno e externo nos termos d legislção vigente. Art. 5º - Est Portri entr em vigor n dt de su ssintur. ANEXO I MARIA PAULA DALLARI BUCCI Processo nº Instituição Fonte Not PI Vlor Totl R$ Beneficid de Crédito 23000.0256/08-01 Universidde Federl do Tringulo Mineiro - UFTM 00915004 08NC001400 2 E 14 O E 1 R$ 90.000,00 23000.025633/08-91 Universidde Federl de Viços - UFV 00915004 08NC1427 2 E 14 O E 1 R$ 90.000,00 23000.0937/08-80 Universidde Federl de Lvrs - UFLA 00915004 08NC001392 2 E 14 O E 1 R$ 90.000,00 PORTARIA Nº 1.194, DE DE DEZEMBRO DE 08 A SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, nomed pel Portri nº 712/08, de de outubro de 08, publicd no Diário Oficil d União de 22 de outubro de 08, Seção 02, Págin 02, no uso de sus tribuições legis e observdo o disposto nos seguintes fundmentos legis: o rt. 4 d Constituição Federl, Lei Complementr nº. 1, de 04 de mio de 00, o Decreto nº 6.170, de 25 de julho de 07 e lterções posteriores, Lei nº.514 de 13 de gosto de 07, Portri Interministeril nº 127 e 165/08, o rt. 12 d IN nº 01 /STN/MF, Lei nº.647, de 24 de mrço de 08, o Decreto nº 6.439, de 22 de bril de 08, o rt. 12 d IN nº 01 d Secretri do Tesouro Ncionl /STN/MF, de 15 de jneiro de 1997 e Súmul n 4/04 d Coordenção Gerl de Norms, Avlição e Execução de Despes - CONED n 04/04/ STN/MF, resolve: Art. - Descentrlizr, por destque, crédito orçmentário d ção 8551 - Complementção pr o Funcionmento ds Instituições Federis de Ensino Superior, pr fins de poio às Instituições relcionds no nexo I, obedecendo à seguinte clssificção orçmentári: Funcionl Progrmátic: 12.364.73.8551.0001 - Complementção pr o Funcionmento ds Instituições Federis de Ensino Superior - Ncionl PTRES: 001753 Funcionl Progrmátic: 12.364.73.8282.0001 - Reestruturção e Expnsão ds Universiddes Federis - REUNI PTRES: 0888 Art. 2º - A trnsferênci orçmentári será efetud em prcel únic e o recurso finnceiro repssdo, de form condiciond, no momento d trnsferênci, á liquidção d despes no SIAFI pel Instituição, de cordo com o estbelecido no Decreto Nº 6.439, de 22 de bril de 08. Prágrfo Único - o sldo dos créditos orçmentários descentrlizdos e não empenhdos, deverá ser devolvido Secretri de Educção Superior, no exercício finnceiro de 08, com bse no rt. 27 do Decreto 93.872/86. Art. 3º - O monitormento d execução, referente à ção 8551 - Complementção pr o Funcionmento ds Instituições Federis de Ensino Superior, será relizdo pel Diretori de Desenvolvimento d Rede de Instituições Federis de Ensino Superior -DIFES/SESu. Art. 4º - Os créditos descentrlizdos por destque integrrão s prestções de conts nuis ds IFES, serem presentds os órgãos de controle interno e externo nos termos d legislção vigente. Art. 5º - Est Portri entr em vigor n dt de su ssintur. ANEXO I MARIA PAULA DALLARI BUCCI Processo nº Instituição Fonte Not PI Vlor Totl R$ Beneficid de Crédito 23000.024735/08-90 Universidde Federl do Fluminense - UFF 02915004 08NC001376 8282 G 1 R$ 8.190.334,41 02915030 08NC0014 08NC001433 8551 G 901 23000.025541/08- Universidde Federl do Rio Grnde do Sul - UFRS 02915030 08NC001403 8282 G 1 R$ 1.125.000,00 23000.022515/08- Universidde Federl do Estdo do Rio de Jneiro - UNIRIO 02915030 08NC001374 8282 G 1 R$ 3.878.2,09 23000.014284/08-82 Universidde Federl de Pelots - UFPEL 02915002 08NC001418 8551 G 901 R$ 550.053,40 23000.0252/08-97 Universidde Federl de Juiz de For - UFJF 02915004 08NC001419 8551 G 901 R$ 2.663.874,62 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO DE POTENCIALIZAÇÃO DE PESSOAS EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL PORTARIA Nº 52, DE 14 DE JANEIRO DE 09 A Diretor do Deprtmento de Desenvolvimento de Potencilizção de Pessos d Universidde Federl de Snt Ctrin, no uso de sus tribuições legis e tendo em vist o que const do processo n 23080.054091/08- resolve: Homologr o resultdo do Processo Seletivo Simplificdo do Colégio de Aplicção - CA, instituído pelo Editl n 082/DDPP/08, de 04 de dezembro de 08, publicdo no Diário Oficil d União de 05/12/08. Cmpo de Conhecimento: Históri. Regime de Trblho: 40 (qurent) hors semnis. N de Vgs: 02 (dus). Clssificção Cndidto Médi Finl 1 Dniel Fernnd Sbrvti 9,26 2 Fernndo Leoncino d Silv 9,12 3º Mrlen Btist de Mrtino 9,00 4º Liline Moreir Brignol 8,90 5º Mrilne Mchdo 8,75 6º Edurdo Gomes Silv 8,62 7º Flávi Gomes d Silv Riger 8,39 8º Eloísio Lopes Felipe 8,37 9º Fernnd C. Sores 8,00 º Edurdo Guilherme de Mour Pegle 7,98 º Crl Cristin Ncke Conrdi 7,85 12º Victóri Gmbett d Silv 7,75 13º Nilze Pereir de Azevêdo Pzin 7,70 14º Crlos Edurdo Millen Grosso 7,64 15º Josine Schweitzer 7,60 16º Cio Grco Vlle Cobério 7,59 17º Line Rose Chipollino Aseff 7,55 18º Hylor Delmbre Jcques Dis 7,54 19º Mrcos Antonio d Silv 7,50 º Mri do Crmo Oliveir dos Sntos 7,40 º Leil Cristin Znotto 7,35 22º João Crlos B. Grci 7,25 23º Clrice Binchezzi 7, 24º Bruno Zilotto 7, 25º Chrles Rimundo d Silv 7,16 26º Brígid d Cruz Sntos 7,15 27º Antero Mximilino Dis dos Reis 7,13 28º Julin Brocc Pres 7, 29º José Henrique d' Ávil Mciel Monteiro 7, 30º Fbrício Brus Mchdo 7,02 3 Vness Amorim M. Bitencourt 7,0 ELZA MARIA MEINERT UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE RETIFICAÇÃO N Resolução nº 175, publicd no DOU nº 253, de 30 de dezembro de 08, onde torn públic homologção de resultdo de concurso público. Exclui-se: Deprtmento de Educção- Áre: Orgnizção do Trblho Pedgógico e os respectivos cndidtos clssificdos.. Ministério d Fzend GABINETE DO MINISTRO DESPACHOS DO MINISTRO Em 14 de jneiro de 09 Processo n º : 951.0018/08-16. Interessdo: Bnco Ncionl de Desenvolvimento Econômico e Socil - BNDES. Assunto: Contrto de Finncimento celebrdo entre União e o BN- DES, no vlor totl de R$ 5.000.000.000,00 (cinco bilhões de reis), com fundmento n Lei nº.805, de 6 de novembro de 08. Tendo em vist s mnifestções d Secretri do Tesouro Ncionl e d Procurdori-Gerl d Fzend Ncionl, utorizo contrtção medinte presentção ds certidões negtivs de débito pertinentes, n form d legislção em vigor.
26 ISSN 1677-7042 1 Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 Processo n º : 951.000705/96-93. Interessdo: Bnco Sntnder Bnesp S.A. Assunto: Termo Aditivo o Contrto de Alongmento e Equlizção ds dívids origináris do Crédito Rurl, de que trt Lei nº 9.138, de 29 de novembro de 1995, e ds demis norms legis e regulmentres em vigor, firmdo originlmente entre União e o Bnco do Estdo de São Pulo S.A., de nº 298A3/TN. Tendo em vist s mnifestções d Secretri do Tesouro Ncionl e d Procurdori-Gerl d Fzend Ncionl, utorizo celebrção, observds s formliddes de prxe. NELSON MACHADO CONSELHO NACIONAL DE POLÍTICA FA Z E N D Á R I A SECRETARIA EXECUTIVA ATO DECLARATÓRIO Nº 2, DE 14 DE JANEIRO DE 09 Rtific o Convênio ICMS 160/08, de 23 de dezembro de 08. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS O Secretário Executivo do Conselho Ncionl de Polític Fzendári - CONFAZ, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo inciso X, do rt. 5, e pelo prágrfo único do rt. 37 do Regimento desse Conselho, declr rtificdo o Convênio ICMS 160/08, que prorrog s disposições do Convênio ICMS 133/02, que reduz bse de cálculo do ICMS ns operções interestduis relizds por estbelecimento fbricnte ou importdor, sujeitos o regime de cobrnç monofásic ds contribuições pr o PIS/PASEP e d COFINS, que se refere Lei Federl nº.485, de 03.07.02, celebrdo n 133ª reunião extrordinári do Conselho Ncionl de Polític Fzendári - CONFAZ, relizd no di 23 de dezembro de 08, e publicdo no Diário Oficil d União de 29 de dezembro de 08. MANUEL DOS ANJOS MARQUES TEIXEIRA DESPACHO DO SECRETÁRIO EXECUTIVO Em 14 de jneiro de 09 PAF - ECF Ludo Nº. POL016/09 - Avnço Informátic Ltd. Nº 4 - O Secretário Executivo do Conselho Ncionl de Polític Fzendári - CONFAZ, em conformidde com o disposto n cláusul décim do Convênio ICMS 15/08, de 4 de bril de 08, comunic que empres desenvolvedor de Progrm Aplictivo Fiscl (PAF- ECF), Avnço Informátic Ltd, CNPJ: 42.790.097/0001-23, registrou nest Secretri Executiv o Ludo de Análise Funcionl de PAF- ECF número POL016/09, reltivo o PAF-ECF nome: FRENTE AVANÇO, versão: 1.0.12, código MD-5: 5F700099F7C58A5BDC05147675CB12C4, emitido pelo órgão técnico credencido: POLIMIG - Escol Politécnic de Mins Geris, no qul não const "não conformidde". MANUEL DOS ANJOS MARQUES TEIXEIRA PRIMEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES 7ª CÂMARA PAUTA DE JULGAMENTO DE RECURSOS Put de julgmento dos recursos ds sessões ordináris serem relizds ns dts seguir mencionds, no Setor Comercil Sul, Qudr 01, Edifício Alvord, 3º Andr, em Brsíli - Distrito Federl. Serão julgdos n primeir sessão ordinári subseqüente, independente de nov publicção, os recursos cuj decisão tenh sido did, em rzão de pedido de vist de Conselheiro, não-comprecimento do Conselheiro-Reltor, flt de tempo n sessão mrcd, ser ferido ou ponto fculttivo ou por outro motivo objeto de decisão do Colegido. DIA 2 DE FEVEREIRO DE 09, ÁS 08:30 HORAS Reltor(): SELENE FERREIRA DE MORAES 01 - Recurso: 150726 - Processo: 15374.000693/01-59 - Recorrente: SATA SERVIÇOS AUXILIARES DE TRANSPORTES AÉREOS S.A. Recorrid: 8ª TURMA/DRJ-RIO DE JANEIRO/RJ I - Mtéri: IRPJ - Ex(s): 1998. - Vist pr o() Conselheiro() Leonrdo Lobo de Almeid 02 - Recurso: 1603 - Processo: 13851.000076/02-36 - Recorrente: FMC TECHNOLOGIES DO BRASIL S.A. Recorrid: 4ª TURMA/DRJ-RIO DE JANEIRO/RJ I - Mtéri: IRF - Ano(s): 1997 e 1999. 03 - Recurso: 161372 - Processo: 13808.001700/00-88 - Recorrente: VIAÇÃO NAÇÕES UNIDAS LTDA. Recorrid: 7ª TUR- MA/DRJ-SÃO PAULO/SP I - Mtéri: CONTRIBUIÇÃO SOCIAL - Ex(s): 1997. 04 - Recurso: 1632 - Processo: 13974.000059/06-36 - Recorrente: DIMENSÃO REPRESENTAÇÕES LTDA. - ME Recorrid: 1ª TURMA/DRJ-CURITIBA/PR - Mtéri: IRPJ - Ex(s): 03 e 04. 05 - Recurso: 162240 - Processo: 13502.000397/05-43 - Recorrente: POLITEX COMERCIAL LTDA. Recorrid: 4ª TUR- MA/DRJ-SALVADOR/BA - Mtéri: SIMPLES - Ex(s): 00, 01. 06 - Recurso: 162497 - Processo: 930.003638/05-78 - Recorrente: GRILL LANCHES LTDA. Recorrid: 2ª TURMA/DRJ- CURITIBA/PR - Mtéri: SIMPLES - Ex(s): 02 e 03. 07 - Recurso: 162927 - Processo: 280.002629/05-61 - Recorrente: REMA AUTO CAR COMERCIAL LTDA. Recorrid: 1ª TURMA/DRJ-BELÉM/PA - Mtéri: IRPJ E OUTRO - Ex(s): 04. Reltor(): LEONARDO LOBO DE ALMEIDA 08 - Recurso: 160938 - Processo: 13884.002386/02-16 - Recorrente: MINOICA GLOBAL LOGÍSTICA LTDA. Recorrid: 5ª TURMA/DRJ-CAMPINAS/SP - Mtéri: IRPJ - Ex(s): 1998. 09 - Recurso: 161541 - Processo: 073.001437/04-01 - Recorrente: AUTO POSTO PATI LTDA. Recorrid: 1ª TURMA/DRJ- RIO DE JANEIRO/RJ I - Mtéri: IRPJ E OUTROS - Ex(s): 01. - Recurso: 161630 - Processo: 1.000786/05-75 Recorrente: CARAMURU ALIMENTOS DE MILHO LTDA. Recorrid: 2ª TURMA/DRJ-BRASÍLIA/DF - Mtéri: IRPJ - Ex(s): 01, 02. - Recurso: 1616 - Processo: 1.005558/05-91 Recorrente: CARAMURU ARMAZÉNS GERAIS LTDA. Recorrid: 2ª TURMA/DRJ-BRASÍLIA/DF - Mtéri: IRPJ - Ex(s): 02. 12 - Recurso: 161681 - Processo: 580.00/03- Recorrente: LATAPACK-BALL EMBALAGENS LTDA. Recorrid: 1ª TURMA/DRJ-SALVADOR/BA - Mtéri: IRPJ - Ex(s): 04. 13 - Recurso: 162756 - Processo: 18471.000624/04-88 Recorrente: NOVECAR LEGRAND COMÉRCIO AUTOMOTIVO LTDA. Recorrid: 5ª TURMA/DRJ-RIO DE JANEIRO/RJ I - Mtéri: IRPJ E OUTROS - Ex(s): 01. 14 - Recurso: 161737 - Processo: 13804.004039/02-62 Recorrente: MEGBENS ADMINISTRAÇÃO DE BENS LTDA. Recorrid: 2ª TURMA/DRJ-SÃO PAULO/SP I - Mtéri: IRPJ - Ex(s): 1999. 15 - Recurso: 161647 - Processo: 13334.0007/04-60 Recorrente: DMV-COMÉRCIO, E REPRESENTAÇÕES E SERVI- ÇOS LTDA. - Recorrid: 4ª TURMA/DRJ-FORTALEZA/CE - Mtéri: SIMPLES - Ex(s): 1999 03. Reltor(): LAVÍNIA MORAES DE ALMEIDA NOGUEI- RA JUNQUEIRA 16 - Recurso: 158097 - Processo: 980.004878/00-09 Recorrente: METROPOLITANA VIGILÂNCIA COMERCIAL E IN- DUSTRIAL LTDA. Recorrid: 1ª TURMA/DRJ-CURITIBA/PR - Mtéri: IRPJ - Ex(s): 00. 17 - Recurso: 159090 - Processo: 675.000854/07-91 Recorrente: VELOSO CAFÉ DO CERRADO EXPORTAÇÃO E IM- PORTAÇÃO LTDA. Recorrid: DRJ-JUIZ DE FORA/MG - Mtéri: IRPJ E OUTRO - Ex(s): 02. 18 - Recurso: 159662 - Processo: 735.003048/04-71 Recorrente: HOTÉL PORTOBELLO S.A. Recorrid: 7ª TUR- MA/DRJ-SÃO PAULO/SP I - Mtéri: CONTRIBUIÇÃO SO- CIAL/LL - Ex(s): 00 e 01. 19 - Recurso: 159875 - Processo: 830.002873/04-70 Recorrente: SUPRE MAIS PRODUTOS BIOQUÍMICOS LTDA. Recorrid: 2ª TURMA/DRJ-CAMPINAS/SP - Mtéri: CONTRIBUI- ÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO LÍQUIDO - Ex(s): 00. - Recurso: 1603 - Processo: 140.000823/02-64 Recorrente: COMERCIAL SOLANO PRODUTOS VETERINÁRIOS LTDA. Recorrid: 2ªTURMA/DRJ-CAMPO GRANDE/MS - Mtéri: IRPJ E OUTROS - Ex(s): 1998 00. - Recurso: 160946 - Processo: 19647.0895/05-36 Recorrente: H. FORTE COMÉRCIO E REPRESENTAÇÕES LTDA. Recorrid: 2ª TURMA/DRJ-RECIFE/PE - Mtéri: PIS/PASEP - Ex(s): 04. 22 - Recurso: 161824 - Processo: 855.003041/06-54 Recorrente: JADANGIL PARTICIPAÇÕES E REPRESENTAÇÕES LTDA. Recorrid: 1ª TURMA/DRJ-RIBEIRÃO PRETO/SP - Mtéri: CONTRIBUIÇÃO SOCIAL/LL - Ex(s): 05. DIA 2 DE FEVEREIRO DE 09, ÁS 14:00 HORAS Reltor(): SELENE FERREIRA DE MORAES 23 - Recurso: 154478 - Processo: 3.004824/99- Recorrente: MARDISA VEÍCULOS LTDA. Recorrid: 4ª TUR- MA/DRJ-SALVADOR/BA - Mtéri: IRPJ E OUTRO - Ex(s): 1992 1998. 24 - Recurso: 159664 - Processo: 132.000129/05-69 Recorrente: M.M. MORAIS FURTADO FROTA - ME Recorrid: 3ª TURMA/DRJ-FORTALEZA/CE - Mtéri: SIMPLES - Ex(s): 01. 25 - Recurso: 160017 - Processo: 384.0050/03-88 Recorrente: IPEC INDÚSTRIA DE PREMOLDADOS E CONSTRU- ÇÕES LTDA. Recorrid: 3ª TURMA/DRJ-FORTALEZA/CE - Mtéri: CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO LÍQUIDO - Ex(s): 03. 26 - Recurso: 1654 - Processo: 13805.004617/95-89 Recorrente: BECCARO S/C LTDA.- ME Recorrid: 2ª TURMA/DRJ- SALVADOR/BA - Mtéri: IRPJ E OUTROS - Ex(s): 1994. 27 - Recurso: 161796 - Processo: 18471.000549/05-36 Recorrente: COGETEC ENGENHARIA LTDA. Recorrid: 5ª TUR- MA/DRJ-RIO DE JANEIRO/RJ II - Mtéri: COFINS - Ex(s): 01, 04. 28 - Recurso: 1636 - Processo: 980.0042/01-49 Recorrente: WALESEG EMPRESA DE SEGURANÇA E VIGILÂN- CIA LTDA. Recorrid: 1ª TURMA/DRJ-CURITIBA/PR - Mtéri: IRPJ E OUTRO - Ex(s): 1997. 29 - Recurso: 162355 - Processo: 18471.002945/03-36 Recorrente: E. ALMEIDA COMÉRCIO E INDÚSTRIA S.A. Recorrid: 4ª TURMA/DRJ-RIO DE JANEIRO/RJ I - Mtéri: IRPJ E OUTROS - Ex(s): 00. Reltor(): LEONARDO LOBO DE ALMEIDA 30 - Recurso: 159667 - Processo: 580.007856/06-80 Recorrente: EMMANUEL VARGAS LEAL FILHO - ME Recorrid: 4ª TURMA/DRJ-SALVADOR/BA - Mtéri: SIMPLES - Ex(s): 04. - Recurso: 160149 - Processo: 18471.0083/04-22 Recorrente: CENTURY MEDICAL LTDA. Recorrid: 2ª TUR- MA/DRJ-RIO DE JANEIRO/RJ I - Mtéri: IRPJ E OUTROS - Ex(s): 00 03. 32 - Recurso: 160680 - Processo: 13603.900485/06-90 Recorrente: EME - EMPRESA DE MANUTENÇÃO E EQUIPA- MENTOS LTDA. Recorrid: 4ª TURMA/DRJ-BELO HORIZON- TE/MG - Mtéri: CONTRIBUIÇÃO SOCIAL/LL - Ex(s): 03. 33 - Recurso: 160683 - Processo: 13603.900484/06-45 Recorrente: EME - EMPRESA DE MANUTENÇÃO E EQUIPA- MENTOS LTDA. Recorrid: 4ª TURMA/DRJ-BELO HORIZON- TE/MG - Mtéri: IRPJ - Ex(s): 03. 34 - Recurso: 161337 - Processo: 805.000345/04-93 Recorrente: WIRE TECH E COMÉRCIO ELETRO ELETRÔNICO LTDA. Recorrid: 2ª TURMA/DRJ-CAMPINAS/SP - Mtéri: IRPJ E OUTROS - Ex(s): 1999. 35 - Recurso: 161557 - Processo: 19515.0020/05-83 Recorrente: CENTRO ÓTICO ZONA NORTE LTDA. EPP Recorrid: 1ª TURMA/DRJ-SÃO PAULO/SP I - Mtéri: SIMPLES - Ex(s): 04. Reltor(): LAVÍNIA MORAES DE ALMEIDA NOGUEI- RA JUNQUEIRA 36 - Recurso: 161592 - Processo: 13855.000779/05-77 Recorrente: AGROPECUÁRIA VILELA DE QUEIROZ LTDA. Recorrid: 3ª TURMA/DRJ-RIBEIRÃO PRETO/SP - Mtéri: IRPJ - Ex(s): 01,02. 37 - Recurso: 161646 - Processo: 18471.0022/04-91 Recorrente: BRAMI METALÚRGICA LTDA. Recorrid: 7ª TUR- MA/DRJ-RIO DE JANEIRO/RJ I - Mtéri: CONTRIBUIÇÃO SO- CIAL/LL - Ex(s): 00 03. 38 - Recurso: 161648 - Processo: 0.000527/02-92 Recorrente: INDÚSTRIA DE MATRIZES BELGA LTDA. Recorrid: 5ª TURMA/DRJ-PORTO ALEGRE/RS - Mtéri: CONTRIBUIÇÃO SOCIAL/LL - Ex(s): 01 e 02. 39 - Recurso: 161696 - Processo: 13639.000403/04-36 Recorrente: COMPANHIA INDUSTRIAL CATAGUASES Recorrid: 2ª TURMA/DRJ-JUIZ DE FORA/MG - Mtéri: CONTRIBUIÇÃO SOCIAL/LL - Ex(s): 1991. 40 - Recurso: 161701 - Processo: 618.0086/02-43 Recorrente: EDÍSIO LOPES LEITE -ME Recorrid: 3ª TURMA/DRJ- RECIFE/PE - Mtéri: IRPJ - Ex(s): 1998. 41 - Recurso: 161781 - Processo: 18471.001815/02-03 Recorrente: COLÉGIO REPUBLICANO LTDA. Recorrid: 8ª TUR- MA/DRJ-RIO DE JANEIRO/RJ I - Mtéri: IRPJ E OUTRO - Ex(s): 1999. 42 - Recurso: 161895 - Processo: 070.000532/07-14 Recorrente: J.B.DE ALMEIDA FILHO Recorrid: 2ª TURMA/DRJ- SANTA MARIA/RS - Mtéri: IRPJ E OUTROS - Ex(s): 02. DIA 3 DE FEVEREIRO DE 09, ÁS 08:30 HORAS Reltor(): SELENE FERREIRA DE MORAES 43 - Recurso: 160740 - Processo: 235.7047/04-25 Recorrente: A.R.FILHO & CIA. LTDA. Recorrid: 1ª TURMA/DRJ- BELÉM/PA - Mtéri: COFINS - Ex(s): 04. 44 - Recurso: 1687 - Processo: 13727.0005/04-19 Recorrente: GREEN BRASIL CORRETORA DE SEGUROS LTDA. Recorrid: 5ª TURMA/DRJ-RIO DE JANEIRO/RJ I - Mtéri: CON- TRIBUIÇÃO SOCIAL/LL - Ex(s): 01,02,04,05. 45 - Recurso: 161742 - Processo: 13802.000730/97-87 Recorrente: DUMAFER INDÚSTRIA DE AUTOPEÇAS LTDA. Recorrid: 1ª TURMA/DRJ-SÃO PAULO/SP I - Mtéri: IRPJ - Ex(s): 1993. 46 - Recurso: 161842 - Processo: 13657.000075/04-50 Recorrente: RHODES S.A. Recorrid: 2ª TURMA/DRJ-JUIZ DE FO- RA/MG - Mtéri: IRPJ - Ex(s): 1996 1999. 47 - Recurso: 161860 - Processo: 19515.003232/03-07 Recorrente: CONSTRUTORA MORAIS FERRARI LTDA. Recorrid: 7ª TURMA/DRJ-SÃO PAULO/SP I - Mtéri: IRPJ E OUTRO - Ex(s): 00. 48 - Recurso: 162794 - Processo: 18471.001977/04-03 Recorrente: POSTO DE GASOLINA CENTRAL DA ABOLIÇÃO LTDA. Recorrid: 7ª TURMA/DRJ-RIO DE JANEIRO/RJ I - Mtéri: CONTRIBUIÇÃO SOCIAL/LL - Ex(s): 02, 03. Reltor(): LEONARDO LOBO DE ALMEIDA 49 - Recurso: 159897 - Processo: 8.0023/00-66 Recorrente: SOLUTIA BRASIL LTDA. Recorrid: 4ª TURMA/DRJ- SÃO PAULO/SP I - Mtéri: IRPJ - Ex(s): 00. 50 - Recurso: 160225 - Processo: 030.000045/02-13 Recorrente: COOPERATIVA DE ENERGIA E DESENVOLVIMENTO RURAIS FONTOURA XAVIER LTDA. Recorrid: 1ª TURMA/DRJ- SANTA MARIA/RS - Mtéri: IRPJ - Ex(s): 1998. 51 - Recurso: 160706 - Processo: 480.0182/02-95 Recorrente: LASTRO PLANEJAMENTO E ENGENHARIA LTDA. Recorrid: 5ª TURMA/DRJ-RECIFE/PE - Mtéri: CONTRIBUI- ÇÃO SOCIAL - Ex(s): 1998. 52 - Recurso: 160889 - Processo: 13851.000360/99-19 Recorrente: AGRO PECUÁRIA BOA VISTA S.A. Recorrid: 1ª TUR- MA/DRJ-RIBEIRÃO PRETO/SP - Mtéri: IRPJ E OUTRO - Ex(s): 00. 53 - Recurso: 161561 - Processo: 13808.0009/98-80 Recorrente: PROMEDIM HOSPITAL INFANTIL LTDA. Recorrid: 7ª TURMA/DRJ-SÃO PAULO/SP I - Mtéri: IRPJ - Ex(s): 1994. 54 - Recurso: 161613 - Processo: 13808.001385/00-52 Recorrente: LUPORINI ROLAMENTOS LTDA. ATUAL DENOMINA- ÇÃO LUPORINI DISTRIBUIDORA DE AUTO PEÇAS LTDA. Recorrid: 7ª TURMA/DRJ-SÃO PAULO/SP I - Mtéri: IRPJ E OU- TROS - Ex(s): 1997. 55 - Recurso: 162402 - Processo: 13808.0001/99-22 Recorrente: SERRANA S.A. Recorrid: 5ª TURMA/DRJ-SÃO PAU- LO/SP I - Mtéri: IRPJ - Ex(s): 1990.
Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 1 27 ISSN 1677-7042 56 - Recurso: 162464 - Processo: 15374.000583/00-53 Recorrente: BARRA CLÍNICA PRONTO SOCORRO CLÍNICO E CARDIOLÓGICO LTDA. Recorrid: 4ª TURMA/DRJ-RIO DE JA- NEIRO/RJ I - Mtéri: IRPJ E OUTROS - Ex(s): 1997. Reltor(): LAVÍNIA MORAES DE ALMEIDA NOGUEI- RA JUNQUEIRA 57 - Recurso: 160747 - Processo: 235.7045/04-36 Recorrente: A.R.FILHO & CIA. LTDA. Recorrid: 1ª TURMA/DRJ- BELÉM/PA - Mtéri: COFINS - Ex(s): 04. 58 - Recurso: 161729 - Processo: 4.003037/02-91 Recorrente: TRANSPORTADORA DANTAS LTDA. Recorrid: 3ª TURMA/DRJ-RECIFE/PE - Mtéri: CONTRIBUIÇÃO SOCIAL/LL - Ex(s): 01. 59 - Recurso: 161795 - Processo: 18471.000548/05-91 Recorrente: COGETEC ENGENHARIA LTDA. Recorrid: 5ª TUR- MA/DRJ-RIO DE JANEIRO/RJ II - Mtéri: PIS/PASEP - Ex(s): 01, 04. 60 - Recurso: 161862 - Processo: 13805.004368/98-29 Recorrente: SUPLAN CONSTRUTORA LTDA. Recorrid: 2ª TUR- MA/DRJ-SÃO PAULO/SP I - Mtéri: IRPJ - Ex(s): 1994. 61 - Recurso: 162795 - Processo: 18471.001976/04-51 Recorrente: POSTO DE GASOLINA CENTRAL DA ABOLIÇÃO LTDA. Recorrid: 7ª TURMA/DRJ-RIO DE JANEIRO/RJ I - Mtéri: IRPJ - Ex(s): 02, 03. Put de julgmento dos recursos ds sessões ordináris serem relizds ns dts seguir mencionds, no Setor Comercil Sul, Qudr 01, Bloco "J", Sl 305, Edifício Alvord, Brsíl i / D F. Serão julgdos n primeir sessão ordinári subseqüente, independente de nov publicção, os recursos cuj decisão tenh sido did, em rzão de pedido de vist de Conselheiro, não-comprecimento do Conselheiro-Reltor, flt de tempo n sessão mrcd, ser ferido ou ponto fculttivo ou por outro motivo objeto de decisão do Colegido. DIA 4 DE FEVEREIRO DE 09, ÁS 08:30 HORAS Reltor(): HUGO CORREIA SOTERO 01 - Recurso: 163718 - Processo: 16327.001430/06-08 - Recorrente: FISCHER S.A. COMÉRCIO, INDÚSTRIA E AGRI- CULTURA Recorrid: 1ª TURMA/DRJ-RIBEIRÃO PRETO/SP - Mtéri: IRPJ E OUTRO - Ex(s): 02 e 03. - Vist pr o() Conselheiro() Luiz Mrtins Vlero - Vist pr o() Conselheiro() Mrcos Vinicius Neder de Lim Reltor(): ALBERTINA SILVA SANTOS DE LIMA 02 - Recurso: 159352 - Processo: 707.001578/06-83 - Recorrente: CHEBABE CEREAIS S.A. Recorrid: 3ª TURMA/DRJ- RIO DE JANEIRO/RJ I - Mtéri: IRPJ E OUTROS - Ex(s): 02 04. 03 - Recurso: 161956 - Processo: 13819.0036/01-27 - Recorrente: VOLKSWAGEN DO BRASIL LTDA. Recorrid: 2ª TURMA/DRJ-CAMPINAS/SP - Mtéri: IRPJ - Ex(s): 01. 04 - Recurso: 162344 - Processo: 380.002727/07-32 - Recorrente: SANTANA TEXTIL S.A. Recorrid: 3ª TURMA/DRJ- FORTALEZA/CE - Mtéri: IRPJ E OUTRO - Ex(s): 06. - Vist pr o() Conselheiro() Mrcos Vinicius Neder de Lim Reltor(): MARCOS SHIGUEO TAKATA 05 - Recurso: 154304 - Processo: 18471.000723/05-41 - Recorrentes: 2ª TURMA/DRJ-RIO DE JANEIRO/RJ I e VICINVEST S.A. - Mtéri: IRPJ E OUTRO - Ex(s): 01. 06 - Recurso: 1547 - Processo: 680.002995/00-13 - Recorrente: TERCAM ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS LT- DA. Recorrid: 3ª TURMA/DRJ-BELO HORIZONTE/MG - Mtéri: IRPJ - Ex(s): 00 04. - Vist pr o() Conselheiro() Albertin Silv Sntos de Lim 07 - Recurso: 163372 - Processo: 283.7062/06-60 - Recorrente: TECHNOS DA AMAZÔNIA INDÚSTRIA E COMÉR- CIO Recorrid: 1ª TURMA/DRJ-BELÉM/PA - Mtéri: IRPJ - Ex(s): 02 04. Reltor(): CARLOS ALBERTO GONÇALVES NUNES 08 - Recurso: 1524 - Processo: 325.000808/05-09 - Recorrente: GUSA NORDESTE S.A. Recorrid: 4ª TURMA/DRJ- FORTALEZA/CE - Mtéri: IRPJ - Ex(s): 01, 04, 05. Reltor(): MARCOS VINICIUS NEDER DE LIMA 09 - Recurso: 1573 - Processo: 543.001667/01-06 - Recorrente: SOCIEDADE CAPIXABA DE EDUCAÇÃO LTDA. Recorrid: 4ª TURMA/DRJ-RIO DE JANEIRO/RJ I - Mtéri: PIS/PA- SEP - Ex(s): 1997 01. DIA 04 DE FEVEREIRO DE 09, ÁS 14:00 HORAS EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL Reltor(): HUGO CORREIA SOTERO - Recurso: 154722 - Processo: 19515.000054/04-35 Recorrente: VINATEX DISTRIBUIDORA DE TECIDOS LTDA. Recorrid: 3ª TURMA/DRJ-FORTALEZA/CE - Mtéri: IRPJ E OU- TROS - Ex(s): 00. - Recurso: 154802 - Processo: 13808.002264/01-43 Recorrente: LPPA COMÉRCIO E REPRESENTAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTIVOS LTDA. Recorrid: 2ª TURMA/DRJ-CAMPI- NAS/SP - Mtéri: IRPJ E OUTRO - Ex(s): 1998. 12 - Recurso: 159527 - Processo: 19740.000481/05- Recorrente: LETRA S.A. CRÉDITO IMOBILIÁRIO Recorrid: 9ª TURMA/DRJ-RIO DE JANEIRO/RJ I - Mtéri: IRPJ - Ex(s): 01, 02. Reltor(): ALBERTINA SILVA SANTOS DE LIMA 13 - Recurso: 158016 - Processo: 8.0008/99-01 Recorrente: CHASE MANHATTAN HOLDINGS LTDA. Recorrid: 4ª TURMA/DRJ-SÃO PAULO/SP I - Mtéri: IRPJ - Ex(s): 1999. 14 - Recurso: 159085 - Processo: 13971.001825/06-18 Recorrente: CLOVIS MARCO - ME Recorrid: 3ª TURMA/DRJ- FLORIANÓPOLIS/SC - Mtéri: SIMPLES - Ex(s): 06. 15 - Recurso: 160371 - Processo: 19515.004705/03-85 Recorrente: 5ª TURMA/DRJ-SÃO PAULO/SP I Interessdo: PARI- ZOTTO ADMINISTRAÇÕES E COMÉRCIO LTDA. - Mtéri: IRPJ E OUTRO - Ex(s): 1999. 16 - Recurso: 1657 - Processo: 13502.000867/06-50 Recorrente: SANSUY S.A. INDÚSTRIA DE PLÁSTICOS Recorrid: 2ª TURMA/DRJ-SALVADOR/BA - Mtéri: IRPJ E OUTRO - Ex(s): 02 05. Reltor(): SILVANA RESCIGNO GUERRA BARRETO 17 - Recurso: 151497 - Processo: 680.004816/05-77 Recorrente: INSTITUTO HERMES PARDINI LTDA. Recorrid: 4ª TURMA/DRJ-BELO HORIZONTE/MG - Mtéri: CONTRIBUI- ÇÃO SOCIAL/LL - Ex(s): 01. 18 - Recurso: 156758 - Processo: 19515.001907/05-37 Recorrente: ENGEPAR ENGENHARIA LTDA. Recorrid: 5ª TUR- MA/DRJ-SÃO PAULO/SP I - Mtéri: IRPJ E OUTRO - Ex(s): 02. Reltor(): MARCOS SHIGUEO TAKATA 19 - Recurso: 154566 - Processo: 13808.0059/96-13 Recorrente: CONSTRUTORA AUGUSTO VELOSO S.A. Recorrid: DRJ-SÃO PAULO/SP - Mtéri: IRPJ E OUTROS - Ex(s): 1992 1993. - Recurso: 160579 - Processo: 15374.0003/01-98 Recorrente: 2ª TURMA/DRJ-RIO DE JANEIRO/RJ I Interessdo: GRÁFICAS BLOCH S.A. - Mtéri: IRPJ E OUTROS - Ex(s): 1998. - Recurso: 162729 - Processo: 13819.0077/00-06 Recorrente: VOLKSWAGEN DO BRASIL S.A. Recorrid: 2ª TUR- MA/DRJ-CAMPINAS/SP - Mtéri: IRPJ - Ex(s): 00. 22 - Recurso: 164768 - Processo: 18471.0064/07- Recorrente: 2ª TURMA/DRJ-RIO DE JANEIRO/RJ I Interessdo: SHELL DO BRASIL LTDA. - Mtéri: IRPJ E OUTROS - Ex(s): 04 08. Reltor(): CARLOS ALBERTO GONÇALVES NUNES 23 - Recurso: 130364 - Processo: 880.038405/89-01 Recorrente: IMOBILIÁRIA SANTOS DINIZ LTDA. (SUC. COMPA- NHIA BRASILEIRA DE DISTRIBUIÇÃO) Recorrid: DRJ-SÃO PAULO/SP - Mtéri: IRPJ E OUTROS - Ex(s): 1986. 24 - Recurso: 151884 - Processo: 13899.000162/03-83 Recorrente: ABA - MOTORS, COMERCIAL, IMPORTADORA DE PEÇAS E SERVIÇOS LTDA. Recorrid: 5ª TURMA/DRJ-CAMPI- NAS/SP - Mtéri: PIS/PASEP - Ex(s): 00. DIA 5 DE FEVEREIRO DE 09, ÁS 08:30 HORAS Reltor(): HUGO CORREIA SOTERO 25 - Recurso: 1540 - Processo: 16327.000247/99-51 Recorrente: XL INSURANCE (BRAZIL) SEGURADORA S.A. (NOVA RAZÃO SOCIAL DE ITAÚ WINTERTHUR SEGURADORA S.A.) Recorrid: ª TURMA/DRJ-SÃO PAULO/SP I - Mtéri: CON- TRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO LÍQUIDO - Ex(s): 1996. 26 - Recurso: 154123 - Processo: 516.001944/05-23 Recorrentes: 3ª TURMA/DRJ-FLORIANÓPOLIS/SC e PLASZOM ZO- MER INDÚSTRIA DE PLÁSTICOS LTDA. - Mtéri: IRPJ E OU- TROS - Ex(s): 03. Reltor(): ALBERTINA SILVA SANTOS DE LIMA 27 - Recurso: 154660 - Processo: 1.006347/05-76 Recorrente: JAL COMÉRCIO ATACADISTA DE PRODUTOS VE- TERINÁRIOS LTDA. Recorrid: 2ª TURMA/DRJ-BRASÍLIA/DF - Mtéri: IRPJ E OUTRO - Ex(s): 03 04. 28 - Recurso: 157515 - Processo: 13867.000042/01-91 Recorrente: COMERCIO DE BEBIDAS DIMAR LTDA. Recorrid: 5ª TURMA/DRJ-RIBEIRÃO PRETO/SP - Mtéri: IRPJ - Ex(s): 1997 00. 29 - Recurso: 163477 - Processo: 13804.002778/02- Recorrente: PEUGEOT-CITROEN DO BRASIL AUTOMÓVEIS LT- DA. (NOVA DENOMINAÇÃO DE PEUGEOT DO BRASIL AU- TOMÓVEIS LTDA.) Recorrid: 1ª TURMA/DRJ-RIO DE JANEI- RO/RJ I - Mtéri: IRPJ - Ex(s): 1996 03. Reltor(): SILVANA RESCIGNO GUERRA BARRETO 30 - Recurso: 152458 - Processo: 950.004352/05-71 Recorrente: INTERCOMPRAS LTDA. - ME Recorrid: 2ª TUR- MA/DRJ-CURITIBA/PR - Mtéri: IRPJ E OUTROS - Ex(s): 03. - Recurso: 1540 - Processo: 19515.00/02-22 Recorrente: AGROPECUÁRIA E REFLORESTADORA SÃO LUIZ LTDA. Recorrid: 3ª TURMA/DRJ-SÃO PAULO/SP I - Mtéri: CONTRIBUIÇÃO SOCIAL/LL - Ex(s): 1998. 32 - Recurso: 156158 - Processo: 543.00/00-95 Recorrente: ESTEVE IRMÃOS SOCIEDADE ANÔNIMA COMÉRCIO E INDÚSTRIA Recorrid: 4ª TURMA/DRJ-RIO DE JANEIRO/RJ I - Mtéri: IRPJ - Ex(s): 01,02. Reltor(): MARCOS SHIGUEO TAKATA 33 - Recurso: 154732 - Processo: 1.007844/05-91 Recorrente: ASSUNÇÃO QUEIROZ COMÉRCIO DE COMPUTA- DORES LTDA. Recorrid: 2ª TURMA/DRJ-BRASÍLIA/DF - Mtéri: IRPJ E OUTROS/SIMPLES - Ex(s): 01 02. 34 - Recurso: 163962 - Processo: 280.7075/07-40 Recorrente: UNIMED DE BELÉM COOPERATIVA DE TRABA- LHO Recorrid: 1ª TURMA/DRJ-BELÉM/PA - Mtéri: CONTRI- BUIÇÃO SOCIAL/LL - Ex(s): 05 07. Reltor(): CARLOS ALBERTO GONÇALVES NUNES 35 - Recurso: 142455 - Processo: 13708.0085/96-15 Recorrente: ELETRO FORMA LTDA. Recorrid: 3ª TURMA/DRJ- FORTALEZA/CE - Mtéri: IRPJ E OUTROS - Ex(s): 1993. 36 - Recurso: 143778 - Processo: 13894.000167/98-19 Recorrente: COMERCIAL E AGRÍCOLA PAINEIRAS LTDA. Recorrid: 4ª TURMA/DRJ-CAMPINAS/SP - Mtéri: IRF - Ano(s): 1992 e 1993. DIA 5 DE FEVEREIRO DE 09, ÁS 14:00 HORAS Reltor(): CARLOS ALBERTO GONÇALVES NUNES 37 - Recurso: 150284 - Processo: 13804.003543/99-24 Recorrente: S.A. "O ESTADO DE SÃO PAULO Recorrid: 2ª TUR- MA/DRJ-SÃO PAULO/SP I - Mtéri: CONTRIBUIÇÃO SO- CIAL/LL - Ex(s): 1998. DIA 6 DE FEVEREIRO DE 09, ÁS 08:30 HORAS Reltor(): CARLOS ALBERTO GONÇALVES NUNES 38 - Recurso: 145009 - Processo: 830.006886/00-12 Recorrente: MAGNETTI MARELLI DO BRASIL INDÚSTRIA E CO- MÉRCIO S.A. Recorrid: 4ª TURMA/DRJ-CAMPINAS/SP - Mtéri: IRPJ - Ex(s): 1995 00. MARCOS VINICIUS NEDER DE LIMA Presidente d Câmr AUZÔNIA EVANGELISTA DE SOUZA Chefe d Secretri SEGUNDO CONSELHO DE CONTRIBUINTES 2ª CÂMARA PAUTA DE JULGAMENTO Put de julgmento dos recursos ds sessões ordináris serem relizds ns dts seguir mencionds, no Setor Comercil Sul, Qudr 01, Edifício Alvord, 2º ndr, em Brsíli - Distrito Federl. Serão julgdos n primeir sessão ordinári subseqüente, independente de nov publicção, os recursos cuj decisão tenh sido did, em rzão de pedido de vist de Conselheiro, não-comprecimento do Conselheiro-Reltor, flt de tempo n sessão mrcd, ser ferido ou ponto fculttivo ou por outro motivo objeto de decisão do Colegido. Di 3 de fevereiro de 09, às 09:00 hors Reltor(): Ndj Rodrigues Romero 1 - Recurso: 127851 Tipo: RV Processo: 945.006884/04- Recorrente: UNIMED DE FOZ DO IGUAÇU - COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO Recorrid: DRJ-CU- RITIBA/PR Mtéri: PIS 2 - Recurso: 135452 Tipo: RV Processo: 950.000703/06-56 Recorrente: CIAX COMÉRCIO DE PETRÓ- LEO LTDA. Recorrid: DRJ-CURITIBA/PR Mtéri: COFINS E PIS 3 - Recurso: 137919 Tipo: RO Processo: 13819.000222/05-72 Recorrente: DRJ-CAMPINAS/SP Interessdo: HL ELETRO METAL LTDA. Mtéri: COFINS 4 - Recurso: 150505 Tipo: RV Processo: 16045.0009/07-45 Recorrente: CONFAB INDUSTRIAL S/A Recorrid: DRJ-RIBEIRÃO PRETO/SP Mtéri: IPI Reltor(): Gustvo Kelly Alencr 5 - Recurso: 134591 Tipo: RV Processo: 280.0045/03-14 Recorrente: UNIMED DE BELÉM - COO- PERATIVA DE TRABALHO MÉDICO Recorrid: DRJ-BELÉM/PA Mtéri: PIS 6 - Recurso: 154871 Tipo: RV Processo: 13502.000617/02-96 Recorrente: ACRINOR ACRILONITRILA DO NORDESTE S/A Recorrid: DRJ-SALVADOR/BA Mtéri: RESSARCIMENTO DE IPI - Vist pr o() Conselheiro() Antonio Zomer 7 - Recurso: 155496 Tipo: RV Processo: 283.007961/07-54 Recorrente: SONOPRESS RIMO DA AMA- ZÔNIA INDÚSTRIA E COMÉRCIO FONOGRÁFICA LTDA. Recorrid: DRJ-BELÉM/PA Mtéri: IPI Reltor(): Antonio Zomer 8 - Recurso: 139371 Tipo: RV Processo: 18471.000486/06-07 Recorrente: UNIMED - RIO COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO DO RIO DE JANEIRO LTDA Recorrid: DRJ-RIO DE JANEIRO II/RJ Mtéri: PIS 9 - Recurso: 139546 Tipo: RV Processo: 18471.000485/06-54 Recorrente: UNIMED-RIO COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO DO RIO DE JANEIRO Recorrid: DRJ- RIO DE JANEIRO II/RJ Mtéri: COFINS - Recurso: 143385 Tipo: RO/RV Processo: 16095.000414/06-61 Recorrente: DRJ-CAMPINAS/SP Interessdo: PANDURATA ALIMENTOS LTDA. Recorrente: PANDURATA ALI- MENTOS LTDA. Recorrid: DRJ-CAMPINAS/SP Mtéri: PIS - Recurso: 143451 Tipo: RO/RV Processo: 16095.000413/06-16 Recorrente: DRJ-CAMPINAS/SP Interessdo: PANDURATA ALIMENTOS LTDA. Recorrente: PANDURATA ALI- MENTOS LTDA. Recorrid: DRJ-CAMPINAS/SP Mtéri: CO- FINS - Vist pr o() Conselheiro() Mri Teres Mrtínez López
28 ISSN 1677-7042 1 Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 12 - Recurso: 154128 Tipo: RO/RV Processo: 580.003559/05-84 Recorrente: DRJ-SALVADOR/BA Interessdo: NOVELIS DO BRASIL LTDA. Recorrente: NOVELIS DO BRA- SIL LTDA. Recorrid: DRJ-SALVADOR/BA Mtéri: IPI - Vist pr o() Conselheiro() Antonio Crlos Atulim Reltor(): Antônio Lisbo Crdoso 13 - Recurso: 148752 Tipo: RV Processo: 13603.000464/99-55 Recorrente: POLIMETAL LIGAS E METAIS LTDA. Recorrid: DRJ-BELO HORIZONTE/MG Mtéri: RESTITUIÇÃO/COMP PIS - Vist pr o() Conselheiro() Antonio Crlos Atulim - Vist pr o() Conselheiro() Ndj Rodrigues Romero - Vist pr o() Conselheiro() Antonio Zomer 14 - Recurso: 148754 Tipo: RV Processo: 13603.000465/99-18 Recorrente: POLIMETAL LIGAS E METAIS LTDA. Recorrid: DRJ-BELO HORIZONTE/MG Mtéri: RESTITUIÇÃO/COMP PIS - Vist pr o() Conselheiro() Antonio Crlos Atulim - Vist pr o() Conselheiro() Ndj Rodrigues Romero - Vist pr o() Conselheiro() Antonio Zomer 15 - Recurso: 155694 Tipo: RV Processo: 080.009435/05-14 Recorrente: ELEVA ALIMENTOS S/A Recorrid: DRJ-PORTO ALEGRE/RS Mtéri: COFINS 16 - Recurso: 155695 Tipo: RV Processo: 080.009434/05-61 Recorrente: ELEVA ALIMENTOS S/A Recorrid: DRJ-PORTO ALEGRE/RS Mtéri: PIS 17 - Recurso: 158256 Tipo: RV Processo: 18471.001848/07-50 Recorrente: TRANSPORTADORA BRASI- LEIRA GASODUTO BOLÍVIA BRASIL S/A TGB Recorrid: DRJ- RIO DE JANEIRO II/RJ Mtéri: COFINS - Vist pr o() Conselheiro() Antonio Zomer Reltor(): Domingos de Sá Filho 18 - Recurso: 133253 Tipo: RV Processo: 768.017518/02-34 Recorrente: COOPERATIVA DE ECONO- MIA E CRÉDITO MÚTUO DOS EMPREGADOS DE FURNAS LTDA. Recorrid: DRJ-BELO HORIZONTE/MG Mtéri: PIS - Vist pr o() Conselheiro() Mri Teres Mrtínez López 19 - Recurso: 153759 Tipo: RV Processo: 13502.000064/01-91 Recorrente: ACRINOR ACRILONITRILA DO NORDESTE S/A Recorrid: DRJ-SALVADOR/BA Mtéri: RESSARCIMENTO DE IPI - Recurso: 153853 Tipo: RO/RV Processo: 882.0026/96-73 Recorrente: DRJ-CAMPINAS/SP Interessdo: BRASIMAC S/A ELETRODOMÉSTICOS (MASSA FALIDA) Recorrente: BRASIMAC S/A ELETRODOMÉSTICOS (MASSA FA- LIDA) Recorrid: DRJ-CAMPINAS/SP Mtéri: COFINS COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS Di 3 de fevereiro de 09, às 14:00 hors Reltor(): Ndj Rodrigues Romero - Recurso: 133844 Tipo: RO Processo: 19515.000536/02-23 Recorrente: DRJ-CAMPINAS/SP Interessdo: LUMINA SAÚDE S/A (NOVA DENOMINAÇÃO DE COOPERA- TIVA DE USUÁRIOS DE ASSISTÊNCIA MÉDICA DE SÃO PAU- LO) Mtéri: COFINS 22 - Recurso: 134348 Tipo: RV Processo: 065.0025/04-41 Recorrente: H. KUNTZLER & CIA. LTDA. Recorrid: DRJ-PORTO ALEGRE/RS Mtéri: COFINS NÃO-CU- M U L AT I VA 23 - Recurso: 134349 Tipo: RV Processo: 065.003282/04-09 Recorrente: H. KUNTZLER & CIA. LTDA. Recorrid: DRJ-PORTO ALEGRE/RS Mtéri: COFINS NÃO-CU- M U L AT I VA 24 - Recurso: 1456 Tipo: RV Processo: 19515.002450/04-05 Recorrente: COMPONEL INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA. Recorrid: DRJ-SÃO PAULO/SP Mtéri: CO- FINS E PIS - Vist pr o() Conselheiro() Antônio Lisbo Crdoso Reltor(): Gustvo Kelly Alencr 25 - Recurso: 146244 Tipo: RV Processo: 384.0003/01-63 Recorrente: GUADALAJARA S/A INDÚS- TRIA DE ROUPAS Recorrid: DRJ-RECIFE/PE Mtéri: RESSAR- CIMENTO DE IPI 26 - Recurso: 147429 Tipo: RV Processo: 840.003047/02-67 Recorrente: VILLIMPRESS INDÚSTRIA E COMÉRCIO GRÁFICOS LTDA. Recorrid: DRJ-RIBEIRÃO PRE- TO/SP Mtéri: RESSARCIMENTO DE IPI 27 - Recurso: 152885 Tipo: RV Processo: 660.000438/04-18 Recorrente: WALDEMAR MIGUEL TECI- DOS LTDA. Recorrid: DRJ-RIO DE JANEIRO/RJ Mtéri: PIS Reltor(): Antonio Zomer 28 - Recurso: 153486 Tipo: RV Processo: 13502.000795/04-89 Recorrente: BRASKEM S/A Recorrid: DRJ- PORTO ALEGRE/RS Mtéri: COMPENSAÇÃO DE IPI - Vist pr o() Conselheiro() Gustvo Kelly Alencr - Vist pr o() Conselheiro() Domingos de Sá Filho - Vist pr o() Conselheiro() Antonio Crlos Atulim 29 - Recurso: 153489 Tipo: RV Processo: 13502.7001/06-69 Recorrente: BRASKEM S/A Recorrid: DRJ- PORTO ALEGRE/RS Mtéri: COMPENSAÇÃO DE IPI - Vist pr o() Conselheiro() Gustvo Kelly Alencr - Vist pr o() Conselheiro() Domingos de Sá Filho - Vist pr o() Conselheiro() Antonio Crlos Atulim 30 - Recurso: 154096 Tipo: RV Processo: 13502.000796/04-23 Recorrente: BRASKEM S/A Recorrid: DRJ- PORTO ALEGRE/RS Mtéri: COMPENSAÇÃO DE IPI - Recurso: 159436 Tipo: RV Processo: 080.0003/07-45 Recorrente: BRASKEM S/A Recorrid: DRJ- PORTO ALEGRE/RS Mtéri: COMPENSAÇÃO DE IPI Reltor(): Antônio Lisbo Crdoso 32 - Recurso: 134507 Tipo: RV Processo: 13893.000878/03- Recorrente: BEHR BRASIL S/A Recorrid: DRJ-CAMPINAS/SP Mtéri: COFINS E PIS 33 - Recurso: 139753 Tipo: RV Processo: 945.012940/03-96 Recorrente: COOPERATIVA AGRÍCOLA MISTA RONDON - COPAGRIL Recorrid: DRJ-CURITIBA/PR Mtéri: RESTITUIÇÃO/COMP PIS 34 - Recurso: 139801 Tipo: RV Processo: 138.002363/01-76 Recorrente: PROFESSORES ASSOCIADOS LTDA. Recorrid: DRJ-SÃO PAULO/SP Mtéri: RESTITUI- ÇÃO/COMP COFINS 35 - Recurso: 153997 Tipo: RV Processo: 630.0000/99-69 Recorrente: CENIBRA - CELULOSE NIPO BRASILEIRA S/A Recorrid: DRJ-SANTA MARIA/RS Mtéri: RESSARCIMENTO DE IPI Reltor(): Domingos de Sá Filho 36 - Recurso: 153487 Tipo: RV Processo: 13007.000168/03-58 Recorrente: BRASKEM S/A Recorrid: DRJ- PORTO ALEGRE/RS Mtéri: COMPENSAÇÃO DE IPI 37 - Recurso: 153488 Tipo: RV Processo: 13007.000165/03-14 Recorrente: BRASKEM S/A Recorrid: DRJ- PORTO ALEGRE/RS Mtéri: COMPENSAÇÃO DE IPI 38 - Recurso: 153492 Tipo: RV Processo: 13007.0006/03-16 Recorrente: BRASKEM S/A Recorrid: DRJ- PORTO ALEGRE/RS Mtéri: COMPENSAÇÃO DE IPI 39 - Recurso: 153493 Tipo: RV Processo: 13007.000169/03-01 Recorrente: BRASKEM S/A Recorrid: DRJ- PORTO ALEGRE/RS Mtéri: COMPENSAÇÃO DE IPI 40 - Recurso: 153494 Tipo: RV Processo: 13007.000187/03-84 Recorrente: BRASKEM S/A Recorrid: DRJ- PORTO ALEGRE/RS Mtéri: COMPENSAÇÃO DE IPI 41 - Recurso: 153497 Tipo: RV Processo: 13007.000153/03-90 Recorrente: BRASKEM S/A Recorrid: DRJ- PORTO ALEGRE/RS Mtéri: COMPENSAÇÃO DE IPI 42 - Recurso: 153498 Tipo: RV Processo: 13007.000146/03-98 Recorrente: BRASKEM S/A Recorrid: DRJ- PORTO ALEGRE/RS Mtéri: COMPENSAÇÃO DE IPI Reltor(): Mri Teres Mrtínez López 43 - Recurso: 156094 Tipo: RV Processo: 13007.000071/03-45 Recorrente: BRASKEM S/A Recorrid: DRJ- PORTO ALEGRE/RS Mtéri: COMPENSAÇÃO DE IPI 44 - Recurso: 156096 Tipo: RV Processo: 13007.000077/03-12 Recorrente: BRASKEM S/A Recorrid: DRJ- PORTO ALEGRE/RS Mtéri: COMPENSAÇÃO DE IPI 45 - Recurso: 156133 Tipo: RV Processo: 13007.000323/02-55 Recorrente: BRASKEM S/A Recorrid: DRJ- PORTO ALEGRE/RS Mtéri: COMPENSAÇÃO DE IPI 46 - Recurso: 156135 Tipo: RV Processo: 13007.000262/02-26 Recorrente: BRASKEM S/A Recorrid: DRJ- PORTO ALEGRE/RS Mtéri: COMPENSAÇÃO DE IPI 47 - Recurso: 156138 Tipo: RV Processo: 13007.000049/03-03 Recorrente: BRASKEM S/A Recorrid: DRJ- PORTO ALEGRE/RS Mtéri: COMPENSAÇÃO DE IPI Di 4 de fevereiro de 09, às 09:00 hors Reltor(): Ndj Rodrigues Romero 48 - Recurso: 1337 Tipo: RV Processo: 830.004198/05-02 Recorrente: COLÉGIO DOM BARRETO Recorrid: DRJ-CAMPINAS/SP Mtéri: PIS - Vist pr o() Conselheiro() Crlos Alberto Donssolo 49 - Recurso: 138842 Tipo: RV Processo: 880.043036/93-73 Recorrente: BANCO SOFISA S/A Recorrid: DRJ-BRASÍLIA/DF Mtéri: PIS 50 - Recurso: 140332 Tipo: RO Processo: 14041.000667/06-34 Recorrente: DRJ-BRASÍLIA/DF Interessdo: BANCO DO BRASIL S/A Mtéri: COFINS E PIS 51 - Recurso: 154866 Tipo: RV Processo: 932.000508/07-25 Recorrente: PEMATEC - TRIANGEL DO BRASIL LTDA. Recorrid: DRJ-CAMPINAS/SP Mtéri: PIS Reltor(): Gustvo Kelly Alencr 52 - Recurso: 1220 Tipo: RV Processo: 925.000427/02-18 Recorrente: IMPRIMAX LTDA Recorrid: DRJ-PORTO ALEGRE/RS Mtéri: IPI 53 - Recurso: 125814 Tipo: RV Processo: 680.006078/03- Recorrente: FIAT AUTOMÓVEIS S/A Recorrid: DRJ-BELO HORIZONTE/MG Mtéri: PIS 54 - Recurso: 1345 Tipo: RV Processo: 16327.000626/05-96 Recorrente: COMPANHIA DE SEGUROS GRALHA AZUL Recorrid: DRJ-SALVADOR/BA Mtéri: CO- FINS 55 - Recurso: 135099 Tipo: RV Processo: 13851.000087/00-47 Recorrente: FISCHER S/A AGROINDÚSTRIA ( NOVA RAZÃO SOCIAL DE CITROSUCO PAULISTA S/A) Recorrid: DRJ-RIBEI- RÃO PRETO/SP Mtéri: RESSARCIMENTO DE IPI Reltor(): Antonio Zomer 56 - Recurso: 135643 Tipo: RV Processo: 16327.000766/03-01 Recorrente: BANCO BMC S/A Recorrid: DRJ-CAMPINAS/SP Mtéri: IOF 57 - Recurso: 154005 Tipo: RV Processo: 480.0836/01-27 Recorrente: ALVORADA AGROPECUÁRIA LTDA. Recorrid: DRJ-SALVADOR/BA Mtéri: RESSARCIMEN- TO DE IPI 58 - Recurso: 155426 Tipo: RO/RV Processo: 8.0052/02-33 Recorrente: DRJ-SÃO PAULO/SP Interessdo: CARREFOUR COMÉRCIO E INDÚSTRIA LTDA. Recorrente: CARREFOUR COMÉRCIO E INDÚSTRIA LTDA. Recorrid: DRJ- SÃO PAULO/SP Mtéri: PIS 59 - Recurso: 1555 Tipo: RV Processo: 16327.001937/07-34 Recorrente: SANTANDER BRASIL ARREN- DAMENTO MERCANTIL S/A Recorrid: DRJ-CAMPINAS/SP Mtéri: CPMF Reltor(): Antônio Lisbo Crdoso 60 - Recurso: 134074 Tipo: RV Processo: 13726.000651/02-36 Recorrente: COMPANHIA FLUMINENSE DE REFRIGERANTES Recorrid: DRJ-RIO DE JANEIRO/RJ Mtéri: COFINS 61 - Recurso: 134493 Tipo: RV Processo: 13401.000737/01-41 Recorrente: JOSÉ FAUSTINO & CIA LTDA. Recorrid: DRJ-RECIFE/PE Mtéri: PIS 62 - Recurso: 150581 Tipo: RV Processo: 880.004712/02-63 Recorrente: COPAP DO BRASIL FOMENTO COMERCIAL LTDA. Recorrid: DRJ-SÃO PAULO/SP Mtéri: COFINS 63 - Recurso: 154781 Tipo: RV Processo: 065.003961/03-99 Recorrente: ARTECOLA INDÚSTRIAS QUÍMICAS LTDA. Recorrid: DRJ-SANTA MARIA/RS Mtéri: IPI 64 - Recurso: 1586 Tipo: RV Processo: 5.0025/06-62 Recorrente: BANCO DO ESTADO DE SER- GIPE S/A BANESE Recorrid: DRJ-SALVADOR/BA Mtéri: RES- TITUIÇÃO/COMP PIS Reltor(): Domingos de Sá Filho 65 - Recurso: 135482 Tipo: RV Processo: 618.003077/00-19 Recorrente: EDISIO LOPES LEITE ME Recorrid: DRJ-RECI- FE/PE Mtéri: PIS 66 - Recurso: 137470 Tipo: RV Processo: 618.003076/00-56 Recorrente: EDÍSIO LOPES LEITE - ME Recorrid: DRJ-RE- CIFE/PE Mtéri: COFINS 67 - Recurso: 151338 Tipo: RV Processo: 13832.0006/00-53 Recorrente: PRODUTOS ALIMENTÍCIOS FLEISCHMANN & ROYAL LTDA. Recorrid: DRJ-RIBEIRÃO PRETO/SP Mtéri: RESSARCIMENTO DE IPI 68 - Recurso: 151341 Tipo: RV Processo: 13832.0003/00-65 Recorrente: PRODUTOS ALIMENTÍCIOS FLEISCHMANN & ROYAL LTDA. Recorrid: DRJ-RIBEIRÃO PRETO/SP Mtéri: RESSARCIMENTO DE IPI 69 - Recurso: 151349 Tipo: RV Processo: 13832.0004/00-28 Recorrente: PRODUTOS ALIMENTÍCIOS FLEISCHMANN & ROYAL LTDA. Recorrid: DRJ-RIBEIRÃO PRETO/SP Mtéri: RESSARCIMENTO DE IPI 70 - Recurso: 151350 Tipo: RV Processo: 13832.0005/00-91 Recorrente: PRODUTOS ALIMENTÍCIOS FLEISCHMANN & ROYAL LTDA. Recorrid: DRJ-RIBEIRÃO PRETO/SP Mtéri: RESSARCIMENTO DE IPI 71 - Recurso: 151351 Tipo: RV Processo: 13832.000130/00-84 Recorrente: PRODUTOS ALIMENTÍCIOS FLEISCHMANN & ROYAL LTDA. Recorrid: DRJ-RIBEIRÃO PRETO/SP Mtéri: RESSARCIMENTO DE IPI Reltor(): Mri Teres Mrtínez López 72 - Recurso: 137378 Tipo: RV Processo: 845.0057/03-07 Recorrente: PSP - MEDICAL CARE ASSIS- TÊNCIA MÉDICA LTDA. Recorrid: DRJ-SÃO PAULO/SP Mtéri: RESTITUIÇÃO/COMP COFINS 73 - Recurso: 138617 Tipo: RV Processo: 16327.001941/03-79 Recorrente: BANCO DIBENS S/A (INCOR- PORADORA DE DIBENS S/A DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS) Recorrid: DRJ-SÃO PAULO/SP Mtéri: PIS 74 - Recurso: 151869 Tipo: RV Processo: 909.000637/07-19 Recorrente: FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO VALE DO ITA- JAÍ Recorrid: DRJ-FLORIANÓPOLIS/SC Mtéri: PIS - Vist pr o() Conselheiro() Antonio Crlos Atulim - Vist pr o() Conselheiro() Ndj Rodrigues Romero Di 4 de fevereiro de 09, às 14:00 hors Reltor(): Ndj Rodrigues Romero 75 - Recurso: 150148 Tipo: RV Processo: 140.003440/04-18 Recorrente: SOTEF SOCIEDADE TÉCNICA DE ENGENHARIA E FUNDAÇÕES LTDA. Recorrid: DRJ-JUIZ DE FORA/MG Mtéri: RESSARCIMENTO DE IPI 76 - Recurso: 150149 Tipo: RV Processo: 140.003439/04-85 Recorrente: SOTEF SOCIEDADE TÉCNICA DE ENGENHARIA E FUNDAÇÕES LTDA. Recorrid: DRJ-JUIZ DE FORA/MG Mtéri: RESSARCIMENTO DE IPI 77 - Recurso: 150151 Tipo: RV Processo: 140.003437/04-96 Recorrente: SOTEF SOCIEDADE TÉCNICA DE ENGENHARIA E FUNDAÇÕES LTDA. Recorrid: DRJ-JUIZ DE FORA/MG Mtéri: RESSARCIMENTO DE IPI 78 - Recurso: 150152 Tipo: RV Processo: 140.0068/02-04 Recorrente: SOTEF SOCIEDADE TÉCNICA DE ENGENHARIA E FUNDAÇÕES LTDA. Recorrid: DRJ-JUIZ DE FORA/MG Mtéri: RESSARCIMENTO DE IPI 79 - Recurso: 150154 Tipo: RV Processo: 140.000888/03-91 Recorrente: SOTEF SOCIEDADE TÉCNICA DE ENGENHARIA E FUNDAÇÕES LTDA. Recorrid: DRJ-JUIZ DE FORA/MG Mtéri: RESSARCIMENTO DE IPI 80 - Recurso: 150155 Tipo: RV Processo: 140.000093/03-82 Recorrente: SOTEF SOCIEDADE TÉCNICA DE ENGENHARIA E FUNDAÇÕES LTDA. Recorrid: DRJ-JUIZ DE FORA/MG Mtéri: RESSARCIMENTO DE IPI 81 - Recurso: 151702 Tipo: RV Processo: 138.0002/99-81 Recorrente: COMPO DO BRASIL PARTICIPAÇÕES E EMPE- ENDIMENTOS LTDA. Recorrid: DRJ-RIBEIRÃO PRETO/SP Mtéri: RESSARCIMENTO DE IPI - Vist pr o() Conselheiro() Mri Teres Mrtínez López - Vist pr o() Conselheiro() Antonio Zomer
Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 1 29 ISSN 1677-7042 82 - Recurso: 153735 Tipo: RV Processo: 13660.000052/03-13 Recorrente: G.A. PEDRAS LTDA. Recorrid: DRJ-SANTA MARIA/RS Mtéri: RESSARCIMENTO DE IPI Reltor(): Gustvo Kelly Alencr 83 - Recurso: 8670 Tipo: RV Processo: 675.000482/98-23 Recorrente: PEIXOTO COMÉRCIO E IMPORTAÇÃO LTDA Recorrid: DRJ-JUIZ DE FORA/MG Mtéri: RESTITUIÇÃO/COMP PIS 84 - Recurso: 9561 Tipo: RV Processo: 675.001740/98-52 Recorrente: PEIXOTO COMÉRCIO E IMPORTAÇÃO LTDA Recorrid: DRJ-JUIZ DE FORA/MG Mtéri: RESTITUIÇÃO/COMP PIS 85 - Recurso: 1393 Tipo: RV Processo: 13819.0013/01-49 Recorrente: METAGAL INDÚSTRIA E CO- MÉRCIO LTDA Recorrid: DRJ-RIBEIRÃO PRETO/SP Mtéri: IPI 86 - Recurso: 1661 Tipo: RV Processo: 480.0135/00-91 Recorrente: ESPOSENDE CALÇADOS LTDA Recorrid: DRJ- RECIFE/PE Mtéri: COFINS 87 - Recurso: 137189 Tipo: RV Processo: 830.000450/01-72 Recorrente: MABE CAMPINAS ELETRO- DOMÉSTICOS S/A Recorrid: DRJ-RIBEIRÃO PRETO/SP Mtéri: RESSARCIMENTO DE IPI 88 - Recurso: 137190 Tipo: RV Processo: 830.0027/01-99 Recorrente: MABE CAMPINAS ELETRO- DOMÉSTICOS S/A Recorrid: DRJ-RIBEIRÃO PRETO/SP Mtéri: RESSARCIMENTO DE IPI Reltor(): Antonio Zomer 89 - Recurso: 1296 Tipo: RV Processo: 240.000061/01-97 Recorrente: CATARINENSE COMÉRCIO DE MATERIAIS PARA CONSTRUÇÃO LTDA. Recorrid: DRJ- BELÉM/PA Mtéri: PIS 90 - Recurso: 132693 Tipo: RV Processo: 145.000590/07-18 Recorrente: BICAL - BIRIGUI CALÇADOS INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA Recorrid: DRJ-RIBEIRÃO PRETO/SP Mtéri: RESSARCIMENTO DE IPI 91 - Recurso: 152784 Tipo: RV Processo: 138.000565/98-44 Recorrente: COMPO DO BRASIL PARTICIPAÇÕES E EMPRE- ENDIMENTOS LTDA. Recorrid: DRJ-RIBEIRÃO PRETO/SP Mtéri: RESSARCIMENTO DE IPI 92 - Recurso: 152785 Tipo: RV Processo: 138.0026/98- Recorrente: COMPO DO BRASIL PARTICIPAÇÕES E EMPRE- ENDIMENTOS LTDA. Recorrid: DRJ-RIBEIRÃO PRETO/SP Mtéri: RESSARCIMENTO DE IPI Reltor(): Antônio Lisbo Crdoso 93 - Recurso: 139023 Tipo: RV Processo: 840.0096/01-45 Recorrente: VILLIMPRESS INDÚSTRIA E COMÉRCIO GRÁFICOS LTDA. Recorrid: DRJ-RIBEIRÃO PRE- TO/SP Mtéri: RESSARCIMENTO DE IPI 94 - Recurso: 139024 Tipo: RV Processo: 840.001852/02-56 Recorrente: VILLIMPRESS INDÚSTRIA E COMÉRCIO GRÁFICOS LTDA. Recorrid: DRJ-RIBEIRÃO PRE- TO/SP Mtéri: RESSARCIMENTO DE IPI 95 - Recurso: 139066 Tipo: RV Processo: 840.000253/02-15 Recorrente: VILLIMPRESS INDÚSTRIA E COMÉRCIO GRÁFICOS LTDA. Recorrid: DRJ-RIBEIRÃO PRE- TO/SP Mtéri: RESSARCIMENTO DE IPI 96 - Recurso: 1505 Tipo: RV Processo: 280.005458/02-80 Recorrente: ROSA MADEIREIRA LTDA. Recorrid: DRJ-BELÉM/PA Mtéri: RESSARCIMENTO DE IPI 97 - Recurso: 1506 Tipo: RV Processo: 280.005459/02-24 Recorrente: ROSA MADEIREIRA LTDA. Recorrid: DRJ-BELÉM/PA Mtéri: RESSARCIMENTO DE IPI 98 - Recurso: 1507 Tipo: RV Processo: 280.005456/02-91 Recorrente: ROSA MADEIREIRA LTDA. Recorrid: DRJ-BELÉM/PA Mtéri: RESSARCIMENTO DE IPI 99 - Recurso: 1508 Tipo: RV Processo: 280.005457/02-35 Recorrente: ROSA MADEIREIRA LTDA. Recorrid: DRJ-BELÉM/PA Mtéri: RESSARCIMENTO DE IPI 0 - Recurso: 1509 Tipo: RV Processo: 280.005460/02-59 Recorrente: ROSA MADEIREIRA LTDA. Recorrid: DRJ-BELÉM/PA Mtéri: RESSARCIMENTO DE IPI Reltor(): Domingos de Sá Filho 1 - Recurso: 135167 Tipo: RV Processo: 140.0007/03-65 Recorrente: REMOTOR'S LTDA. - ME Recorrid: DRJ-CAMPO GRANDE/MS Mtéri: COFINS E PIS 2 - Recurso: 1355 Tipo: RV Processo: 13882.000038/02-16 Recorrente: GUARAUTO GUÁRA AUTO PEÇAS LTDA. Recorrid: DRJ-CAMPINAS/SP Mtéri: PIS - Vist pr o() Conselheiro() Ndj Rodrigues Romero 3 - Recurso: 1403 Tipo: RV Processo: 13558.000528/01-13 Recorrente: ITABUNA TÊXTIL S/A Recorrid: DRJ-RECIFE/PE Mtéri: RESSARCIMENTO DE IPI 4 - Recurso: 1498 Tipo: RV Processo: 13558.000526/01-24 Recorrente: ITABUNA TÊXTIL S/A Recorrid: DRJ-RECIFE/PE Mtéri: RESSARCIMENTO DE IPI 5 - Recurso: 151813 Tipo: RV Processo: 13839.001539/00-30 Recorrente: LINDOYANA DE ÁGUAS MINE- RAIS LTDA. Recorrid: DRJ-RIBEIRÃO PRETO/SP Mtéri: RES- SARCIMENTO DE IPI 6 - Recurso: 153581 Tipo: RV Processo: 13973.000447/02-01 Recorrente: MARISOL S/A Recorrid: DRJ- CURITIBA/PR Mtéri: PIS Di 5 de fevereiro de 09, às 09:00 hors Reltor(): Antonio Crlos Atulim 7 - Recurso: 137308 Tipo: RV Processo: 13819.0001/00-07 Recorrente: BOAINAIN INDÚSTRIA E CO- MÉRCIO LTDA. Recorrid: DRJ-CAMPINAS/SP Mtéri: RESTI- TUIÇÃO/COMP COFINS Reltor(): Ndj Rodrigues Romero 8 - Recurso: 8877 Tipo: RV Processo: 13063.000013/00-04 Recorrente: RADIAL RADIODIAGNÓSTICOS LTDA Recorrid: DRJ-SANTA MARIA/RS Mtéri: RESTITUI- ÇÃO/COMP PIS 9 - Recurso: 149502 Tipo: RV Processo: 280.001367/02-75 Recorrente: PLÁSTICOS KOURY LTDA. Recorrid: DRJ-BELÉM/PA Mtéri: RESSARCIMENTO DE IPI 0 - Recurso: 150578 Tipo: RV Processo: 882.0002/97-60 Recorrente: PIMENTA TERRAPLENAGEM E CONSTRUÇÃO LTDA. Recorrid: DRJ-CAMPINAS/SP Mtéri: COFINS Reltor(): Gustvo Kelly Alencr 1 - Recurso: 1275 Tipo: RV Processo: 13891.000050/97-66 Recorrente: IMPORPEL INDÚSTRIA E CO- MÉRCIO DE PAPÉIS LTDA. Recorrid: DRJ-RIBEIRÃO PRE- TO/SP Mtéri: IPI 2 - Recurso: 122516 Tipo: RV Processo: 980.0073/00-02 Recorrente: POSTO VIEIRA E BIANCO & CIA. LTDA. Recorrid: DRJ-CURITIBA/PR Mtéri: RESTITUI- ÇÃO/COMP PIS 3 - Recurso: 123236 Tipo: RV Processo: 13889.000051/97-03 Recorrente: COMPANHIA MÜLLER DE BE- BIDAS Recorrid: DRJ-RIBEIRÃO PRETO/SP Mtéri: RESTITUI- ÇÃO/COMP PIS 4 - Recurso: 125029 Tipo: RV Processo: 850.002401/99-14 Recorrente: STERGIOS GRIGORIOS TSILOU- FAS & CIA LTDA Recorrid: DRJ-RIBEIRÃO PRETO/SP Mtéri: PIS 5 - Recurso: 126417 Tipo: RV Processo: 1.00/99-23 Recorrente: LABORATÓRIO ATALAIA S/C LTDA Recorrid: DRJ-BRASÍLIA/DF Mtéri: RESTITUI- ÇÃO/COMP PIS Reltor(): Antonio Zomer 6 - Recurso: 147863 Tipo: RV Processo: 13808.003866/01-18 Recorrente: MEDRAL ENGENHARIA LT- DA. Recorrid: DRJ-CAMPINAS/SP Mtéri: COFINS 7 - Recurso: 147864 Tipo: RV Processo: 13808.003868/01-15 Recorrente: MEDRAL ENGENHARIA LT- DA. Recorrid: DRJ-CAMPINAS/SP Mtéri: PIS 8 - Recurso: 152797 Tipo: RV Processo: 13609.000364/05-13 Recorrente: PEPSICO DO BRASIL LTDA. Recorrid: DRJ-JUIZ DE FORA/MG Mtéri: RESSARCIMENTO DE IPI 9 - Recurso: 152798 Tipo: RV Processo: 13609.000630/05-08 Recorrente: PEPSICO DO BRASIL LTDA. Recorrid: DRJ-JUIZ DE FORA/MG Mtéri: RESSARCIMENTO DE IPI 1 - Recurso: 152799 Tipo: RV Processo: 13609.0009/04-42 Recorrente: PEPSICO DO BRASIL LTDA. Recorrid: DRJ-JUIZ DE FORA/MG Mtéri: RESSARCIMENTO DE IPI 1 - Recurso: 152800 Tipo: RV Processo: 13609.000977/05-42 Recorrente: PEPSICO DO BRASIL LTDA. Recorrid: DRJ-JUIZ DE FORA/MG Mtéri: RESSARCIMENTO DE IPI 122 - Recurso: 152801 Tipo: RV Processo: 13609.000068/05-12 Recorrente: PEPSICO DO BRASIL LTDA. Recorrid: DRJ-JUIZ DE FORA/MG Mtéri: RESSARCIMENTO DE IPI 123 - Recurso: 152806 Tipo: RV Processo: 13609.7009/06-37 Recorrente: PEPSICO DO BRASIL LTDA. Recorrid: DRJ-JUIZ DE FORA/MG Mtéri: RESSARCIMENTO DE IPI Reltor(): Antônio Lisbo Crdoso 124 - Recurso: 138507 Tipo: RV Processo: 0.005190/02-18 Recorrente: RAM DO BRASIL LTDA. Recorrid: DRJ-SANTA MARIA/RS Mtéri: RESSARCIMENTO DE IPI 125 - Recurso: 149918 Tipo: RV Processo: 830.006190/04-91 Recorrente: RAVAGE CONFECÇÕES LTDA. Recorrid: DRJ-CAMPINAS/SP Mtéri: COFINS 126 - Recurso: 149919 Tipo: RV Processo: 830.006188/04-12 Recorrente: RAVAGE CONFECÇÕES LTDA. Recorrid: DRJ-CAMPINAS/SP Mtéri: PIS Reltor(): Domingos de Sá Filho 127 - Recurso: 1777 Tipo: RV Processo: 882.0041/03-67 Recorrente: MOLICAR SERVIÇOS TÉCNI- COS DE SEGUROS LTDA Recorrid: DRJ-CAMPINAS/SP Mtéri: PIS 128 - Recurso: 133496 Tipo: RV Processo: 930.001255/02-12 Recorrente: LEÃO DIESEL LTDA. Recorrid: DRJ-CURITIBA/PR Mtéri: COFINS 129 - Recurso: 137001 Tipo: RV Processo: 830.006584/98-59 Recorrente: LORD EMPRESA DE TRANS- PORTES LTDA. Recorrid: DRJ-CAMPINAS/SP Mtéri: COFINS - Vist pr o() Conselheiro() Antonio Crlos Atulim 130 - Recurso: 153795 Tipo: RV Processo: 950.0093/07-99 Recorrente: DROGARIA DROGASUPER LTDA. - EPP Recorrid: DRJ-RIBEIRÃO PRETO/SP Mtéri: COMPENSAÇÃO DE IPI 1 - Recurso: 153849 Tipo: RV Processo: 950.0098/07- Recorrente: CENTERFARMA DROGARIA E PERFUMARIA LT- DA. Recorrid: DRJ-RIBEIRÃO PRETO/SP Mtéri: IPI Di 5 de fevereiro de 09, às 14:00 hors Reltor(): Mri Teres Mrtínez López 132 - Recurso: 146857 Tipo: RV Processo: 080.2408/04- Recorrente: ARAUPEL S/A Recorrid: DRJ- PORTO ALEGRE/RS Mtéri: COFINS NÃO-CUMULATIVA 133 - Recurso: 146858 Tipo: RV Processo: 080.2409/04-75 Recorrente: ARAUPEL S/A Recorrid: DRJ- PORTO ALEGRE/RS Mtéri: COFINS NÃO-CUMULATIVA 134 - Recurso: 146859 Tipo: RV Processo: 080.24/04-08 Recorrente: ARAUPEL S/A Recorrid: DRJ- PORTO ALEGRE/RS Mtéri: COFINS NÃO-CUMULATIVA 135 - Recurso: 146860 Tipo: RV Processo: 080.005258/06-70 Recorrente: ARAUPEL S/A Recorrid: DRJ- PORTO ALEGRE/RS Mtéri: PIS NÃO-CUMULATIVO 136 - Recurso: 146861 Tipo: RV Processo: 080.4781/04-16 Recorrente: ARAUPEL S/A Recorrid: DRJ- PORTO ALEGRE/RS Mtéri: PIS NÃO-CUMULATIVO 137 - Recurso: 146862 Tipo: RV Processo: 080.4782/04-61 Recorrente: ARAUPEL S/A Recorrid: DRJ- PORTO ALEGRE/RS Mtéri: COFINS NÃO-CUMULATIVA 138 - Recurso: 146863 Tipo: RV Processo: 080.007013/04-15 Recorrente: ARAUPEL S/A Recorrid: DRJ- PORTO ALEGRE/RS Mtéri: PIS NÃO-CUMULATIVO 139 - Recurso: 146864 Tipo: RV Processo: 080.007015/04-12 Recorrente: ARAUPEL S/A Recorrid: DRJ- PORTO ALEGRE/RS Mtéri: COFINS NÃO-CUMULATIVA 140 - Recurso: 146865 Tipo: RV Processo: 080.007016/04-59 Recorrente: ARAUPEL S/A Recorrid: DRJ- PORTO ALEGRE/RS Mtéri: PIS NÃO-CUMULATIVO 141 - Recurso: 146866 Tipo: RV Processo: 080.008008/04- Recorrente: ARAUPEL S/A Recorrid: DRJ- PORTO ALEGRE/RS Mtéri: COFINS NÃO-CUMULATIVA 142 - Recurso: 146867 Tipo: RV Processo: 080.008009/04-74 Recorrente: ARAUPEL S/A Recorrid: DRJ- PORTO ALEGRE/RS Mtéri: PIS NÃO-CUMULATIVO 143 - Recurso: 146868 Tipo: RV Processo: 080.0066/04-22 Recorrente: ARAUPEL S/A Recorrid: DRJ- PORTO ALEGRE/RS Mtéri: PIS NÃO-CUMULATIVO 144 - Recurso: 146869 Tipo: RV Processo: 080.0068/04- Recorrente: ARAUPEL S/A Recorrid: DRJ- PORTO ALEGRE/RS Mtéri: COFINS NÃO-CUMULATIVA 145 - Recurso: 146870 Tipo: RV Processo: 080.4239/04-63 Recorrente: ARAUPEL S/A Recorrid: DRJ- PORTO ALEGRE/RS Mtéri: PIS NÃO-CUMULATIVO 146 - Recurso: 146871 Tipo: RV Processo: 080.4240/04-98 Recorrente: ARAUPEL S/A Recorrid: DRJ- PORTO ALEGRE/RS Mtéri: COFINS NÃO-CUMULATIVA 147 - Recurso: 146872 Tipo: RV Processo: 080.004278/04-61 Recorrente: ARAUPEL S/A Recorrid: DRJ- PORTO ALEGRE/RS Mtéri: PIS NÃO-CUMULATIVO 148 - Recurso: 146873 Tipo: RV Processo: 080.003425/04-86 Recorrente: ARAUPEL S/A Recorrid: DRJ- PORTO ALEGRE/RS Mtéri: COFINS NÃO-CUMULATIVA 149 - Recurso: 146874 Tipo: RV Processo: 080.003427/04-75 Recorrente: ARAUPEL S/A Recorrid: DRJ- PORTO ALEGRE/RS Mtéri: COFINS NÃO-CUMULATIVA 150 - Recurso: 146875 Tipo: RV Processo: 080.005291/04-38 Recorrente: ARAUPEL S/A Recorrid: DRJ- PORTO ALEGRE/RS Mtéri: PIS NÃO-CUMULATIVO 151 - Recurso: 146876 Tipo: RV Processo: 080.006099/04-69 Recorrente: ARAUPEL S/A Recorrid: DRJ- PORTO ALEGRE/RS Mtéri: PIS NÃO-CUMULATIVO 152 - Recurso: 146877 Tipo: RV Processo: 080.0060/04-55 Recorrente: ARAUPEL S/A Recorrid: DRJ- PORTO ALEGRE/RS Mtéri: PIS NÃO-CUMULATIVO 153 - Recurso: 146878 Tipo: RV Processo: 080.0061/04-08 Recorrente: ARAUPEL S/A Recorrid: DRJ- PORTO ALEGRE/RS Mtéri: PIS NÃO-CUMULATIVO 154 - Recurso: 146879 Tipo: RV Processo: 080.0062/04-44 Recorrente: ARAUPEL S/A Recorrid: DRJ- PORTO ALEGRE/RS Mtéri: PIS NÃO-CUMULATIVO 155 - Recurso: 146880 Tipo: RV Processo: 080.0063/04-99 Recorrente: ARAUPEL S/A Recorrid: DRJ- PORTO ALEGRE/RS Mtéri: PIS NÃO-CUMULATIVO 156 - Recurso: 146881 Tipo: RV Processo: 080.0065/04-88 Recorrente: ARAUPEL S/A Recorrid: DRJ- PORTO ALEGRE/RS Mtéri: PIS NÃO-CUMULATIVO 157 - Recurso: 146882 Tipo: RV Processo: 080.004148/05-18 Recorrente: ARAUPEL S/A Recorrid: DRJ- PORTO ALEGRE/RS Mtéri: COFINS NÃO-CUMULATIVA ANTONIO CARLOS ATULIM Presidente d Câmr SUELI TOLENTINO MENDES DA CRUZ Chefe d Secretri EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL PROCURADORIA-GERAL DA FAZENDA NACIONAL DESPACHO DO PROCURADOR-GERAL Em 13 de jneiro de 09 Processo nº: 04905.006264/05-57 Assunto nº : Aceitção de Doção de Bem Imóvel, sem encrgos Interessd: União DESPACHO: No uso ds tribuições prevists no inciso XIX do rt. do Decreto- Lei nº 147, de 3 de fevereiro de 1967, e tendo em vist o constnte do processo em epígrfe, ACEITO, em nome d UNIÃO, doção sem encrgos que fz TERRACAP, do imóvel registrdo no 2º Ofício de Registro de Imóveis do Distrito Federl sob o n o 64.165, Livro 2. ADRIANA QUEIROZ DE CARVALHO Substitut
30 ISSN 1677-7042 1 Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 909, DE 14 DE JANEIRO DE 09 Alter Instrução Normtiv MPS/SRP nº 15, de 12 de setembro de 06, que dispõe sobre devolução de vlores rrecddos pel Previdênci Socil com bse n líne "h" do inciso I do rt. 12 d Lei nº 8.2, de 24 de julho de 1991, crescentd pelo do rt. 13 d Lei nº 9.506, de 30 de outubro de 1997, sobre procedimentos reltivos créditos constituídos com bse no referido dispositivo e dá outrs providêncis. O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL SUBSTITUTO, no uso d tribuição que lhe confere o inciso III do rt. 224 do Regimento Interno d Secretri d Receit Federl do Brsil, provdo pel Portri MF nº 95, de 30 de bril de 07, e tendo em vist o disposto n Resolução do Sendo Federl nº 26, de de junho de 05, n Portri MPS n 133, de 2 de mio de 06, e n Portri Conjunt RFB/INSS n 2.517, de 22 de dezembro de 08, resolve: Art. Os rts. 5º, 6º, 9º 15, 18 e d Instrução Normtiv MPS/SRP nº 15, de 12 de setembro de 06, pssm vigorr com seguinte redção: "Art. 5º Fic vedd constituição de créditos com fundmento n líne "h" do inciso I do rt. 12 d Lei nº 8.2, de 1991, crescentd pelo do rt. 13 d Lei nº 9.506, de 1997...." (NR) "Art. 6º...... II - deverá ser relizd com contribuições previdenciáris declrds em GFIP; III - o ente federtivo deverá estr em situção regulr, considerndo todos os seus órgãos e obrs de construção civil executds com pessol próprio, em relção às contribuições sociis prevists ns línes "", "b" e "c" do prágrfo único do rt. d Lei nº 8.2, de 1991, e ds contribuições instituíds título de substituição;..." (NR) "Art. 9º...... 2º É veddo o deferimento de pedido de restituição dos vlores descontdos dos exercentes de mndto eletivo que tenhm optdo pel mnutenção d filição o Regime Gerl de Previdênci Socil (RGPS) n qulidde de segurdo fculttivo...." (NR) "Art.. O pedido de restituição será formlizdo com protocolizção do Requerimento de Restituição de Vlores Indevidos - Ente Federtivo (RRVI - EF), conforme modelo constnte do Anexo III, em unidde d Secretri d Receit Federl do Brsil (RFB)." (NR) "Art........ VI - resumo d folh de pgmento, reltivo cd competênci incluíd no pedido de restituição. Prágrfo único....... IV -...... b) não optou por pleiter mnutenção d filição n qulidde de segurdo fculttivo; e..." (NR) "Art. 12....... 2º Deverão ser indeferidos os pedidos de restituição qundo: I - o exercente de mndto eletivo tenh optdo pel mnutenção d filição n qulidde de segurdo fculttivo; II - não reste comprovdo o recolhimento ou o prcelmento dos vlores retidos por prte do ente federtivo; III - o ente federtivo já tenh compensdo ou solicitdo restituição d prte descontd; IV - o exercente de mndto eletivo tenh Certidão de Tempo de Contribuição envolvendo o período solicitdo no pedido de restituição; e V - o período tenh sido utilizdo pr concessão de benefício.... 4º No cso dos incisos IV e V do 2º, RFB informrá o INSS sobre o indeferimento do pedido de restituição." (NR) "Art. 13. O pedido de restituição será formlizdo com protocolizção do Requerimento de Restituição de Vlores Indevidos - Exercente de Mndto Eletivo (RRVI - EME), conforme modelo constnte do Anexo VII, em unidde d RFB." (NR) "Art. 14....... VII - declrção do exercente de mndto eletivo, com firm reconhecid em crtório, de que não optou por pleiter filição n qulidde de segurdo fculttivo e de que está ciente que esse período não será computdo no seu tempo de contribuição pr efeito d concessão de benefícios do RGPS, conforme modelo constnte do Anexo V; e..." (NR) "Art. 15. A decisão sobre requerimento de restituição compete o titulr d Delegci d Receit Federl do Brsil (DRF) ou d Delegci d Receit Federl do Brsil de Administrção Tributári (Dert) que, à dt do reconhecimento do direito creditório, tenh jurisdição sobre o domicílio tributário do sujeito pssivo." (NR) "Art. 18. D decisão que indeferir restituição pleited, cberá recurso pr o Segundo Conselho de Contribuintes, no przo de 30 (trint) dis, contdos d dt d ciênci d decisão." (NR) "Art.. N hipótese de não presentção de recurso no przo previsto, o processo será rquivdo." (NR) Art. 2º A Instrução Normtiv MPS/SRP nº 15, de 06, pss vigorr crescid do rt. 17-A: "Art. 17-A. No cso de deferimento, ind que prcil, d restituição pleited pelo exercente de mndto eletivo, se verificd existênci de débito em nome do sujeito pssivo, o vlor d restituição será utilizdo pr quitr o débito, em operção concomitnte relizd de ofício, conforme estbelece o rt. 6 d Instrução Normtiv MPS/SRP nº 3, de 05, pós o que será dd ciênci o requerente do vlor d restituição deferid e dos débitos com el quitdos." Art. 3º A opção de que trt o rt. 5º d Portri MPS nº 133, de 2 de mio de 06, observrá o disposto no rt. 2º d Portri Conjunt RFB/INSS nº 2.517, de 22 de dezembro de 08. Art. 4º Est Instrução Normtiv entr em vigor n dt de su publicção. Art. 5º Ficm revogdos o inciso VII do rt. 6º, os incisos III V do rt. 9º, o inciso III do rt., o rt. 16, o rt. 19, os rts. 30 e o Anexo IX d Instrução Normtiv MPS/SRP nº 15, de 12 de setembro de 06. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS OTACÍLIO DANTAS CARTAXO COORDENAÇÃO-GERAL DE FISCALIZAÇÃO ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 1, DE 13 DE JANEIRO DE 09 Concede registro especil de produtor de biodiesel o estbelecimento d empres Tuá Biodiesel Ltd, CNPJ nº 08.079.290/0001-12. O COORDENADOR-GERAL DE FISCALIZAÇÃO, no uso d tribuição que lhe confere o rt. 2º d Instrução Normtiv SRF nº 516, de 22 de fevereiro de 05, e tendo em vist o despcho exrdo no Processo nº 167.001851/08-96, declr: Art. Fic o estbelecimento d empres Tuá Biodiesel Ltd, CNPJ 08.079.290/0001-12, loclizdo n Rodovi BR 163, Km 660, mis 66 Km esquerd, município de Nov Mutum, Estdo do Mto Grosso, inscrito como produtor de biodiesel, sob o nº BP- 00044-001/09, no registro especil de que trt o rt. d Lei nº.6, de 05. Art. 2º Este to entr em vigor n dt de su publicção no Diário Oficil d União. MARCELO FISCH DE BERREDO MENEZES ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 2, DE 13 DE JANEIRO DE 09 Cncel registro especil de produtor de biodiesel do estbelecimento d empres Petróleo Brsileiro S.A - Petrobrás, CNPJ 33.000.167/05-05. O COORDENADOR-GERAL DE FISCALIZAÇÃO, no uso d tribuição que lhe confere o rt. 7º d Instrução Normtiv SRF nº 516, de 22 de fevereiro de 05, e tendo em vist o despcho exrdo no Processo nº 168.004040/08-37, declr: Art. Fic cnceldo o registro especil de produtor de biodiesel nº BP-00035-001/08 do estbelecimento d empres Petróleo Brsileiro S.A - Petrobrás, CNPJ 33.000.167/05-05, loclizdo n Rodovi BA-522, km, Zon Rurl, Jbequr ds Flores, Município de Cndeis, Estdo d Bhi, concedido por intermédio do Ato Declrtório Executivo Cofis nº, de 28 de julho de 08. Art. 2º Este to entr em vigor n dt de su publicção no Diário Oficil d União. MARCELO FISCH DE BERREDO MENEZES ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 3, DE 13 DE JANEIRO DE 09 Cncel registro especil de produtor de biodiesel do estbelecimento d empres Petróleo Brsileiro S.A - Petrobrás, CNPJ 33.000.167/0097-53. O COORDENADOR-GERAL DE FISCALIZAÇÃO, no uso d tribuição que lhe confere o rt. 7º d Instrução Normtiv SRF nº 516, de 22 de fevereiro de 05, e tendo em vist o despcho exrdo no Processo nº 168.004039/08-, declr: Art. Fic cnceldo o registro especil de produtor de biodiesel nº BP-00035-002/08 do estbelecimento d empres Petróleo Brsileiro S.A - Petrobrás, CNPJ 33.000.167/0097-53, loclizdo n Rodovi Quixdá-Bnbuiu, CE-122, s/n, Jutm, no Município de Quixdá, Estdo do Cerá, concedido por intermédio do Ato Declrtório Executivo Cofis nº 25, de 14 de gosto de 08. Art. 2º Este to entr em vigor n dt de su publicção no Diário Oficil d União. MARCELO FISCH DE BERREDO MENEZES ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 4, DE 13 DE JANEIRO DE 09 Cncel registro especil de produtor de biodiesel do estbelecimento d empres Petróleo Brsileiro S.A - Petrobrás, CNPJ 33.000.167/0098-34. O COORDENADOR-GERAL DE FISCALIZAÇÃO, no uso d tribuição que lhe confere o rt. 7º d Instrução Normtiv SRF nº 516, de 22 de fevereiro de 05, e tendo em vist o despcho exrdo no Processo nº 168.004038/08-68, declr: Art. Fic cnceldo o registro especil de produtor de biodiesel nº BP-00035-003/08 do estbelecimento d empres Petróleo Brsileiro S.A - Petrobrás, CNPJ 33.000.167/0098-34, loclizdo à Avenid ds Industris, s/n, Qudr 2, lotes 8,9 e, Birro Industril, Município de Montes Clros, Estdo de Mins Geris, concedido por intermédio do Ato Declrtório Executivo Cofis nº 29, de 13 de outubro de 08. Art. 2º Este to entr em vigor n dt de su publicção no Diário Oficil d União. MARCELO FISCH DE BERREDO MENEZES ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 5, DE 13 DE JANEIRO DE 09 Concede registro especil de produtor de biodiesel o estbelecimento d empres Petrobrás Biocombustível S.A., CNPJ.144.628/0003-86. O COORDENADOR-GERAL DE FISCALIZAÇÃO, no uso d tribuição que lhe confere o rt. 2º d Instrução Normtiv SRF nº 516, de 22 de fevereiro de 05, e tendo em vist o despcho exrdo no Processo nº 168.004040/08-37, declr: Art. Fic o estbelecimento d empres Petrobrás Biocombustível S.A., CNPJ.144.628/0003-86, loclizdo à Rodovi BA 522, S/Nº - Km - prte, Zon Rurl de Cndeis - Birro Jbequer ds Flores, Município de Cndeis, Estdo d Bhi, inscrito como produtor de biodiesel, sob o nº BP-00043-001/09, no registro especil de que trt o rt. d Lei nº.6, de 05. Art. 2º Este to entr em vigor n dt de su publicção no Diário Oficil d União. MARCELO FISCH DE BERREDO MENEZES ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 6, DE 13 DE JANEIRO DE 09. Concede registro especil de produtor de biodiesel o estbelecimento d empres Petrobrás Biocombustível S.A., CNPJ.144.628/0002-03. O COORDENADOR-GERAL DE FISCALIZAÇÃO, no uso d tribuição que lhe confere o rt. 2º d Instrução Normtiv SRF nº 516, de 22 de fevereiro de 05, e tendo em vist o despcho exrdo no Processo nº 168.004039/08-, declr: Art. Fic o estbelecimento d empres Petrobrás Biocombustível S.A., CNPJ.144.628/0002-03, loclizdo à Rodovi Quixdá-Bnbuiu - BR 122, S/Nº - prte, Birro Jutm, Município de Quixdá, Estdo do Cerá, inscrito como produtor de biodiesel, sob o nº BP-00043-002/09, no registro especil de que trt o rt. d Lei nº.6, de 05. Art. 2º Este to entr em vigor n dt de su publicção no Diário Oficil d União. MARCELO FISCH DE BERREDO MENEZES ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 7, DE 13 DE JANEIRO DE 09 Concede registro especil de produtor de biodiesel o estbelecimento d empres Petrobrás Biocombustível S.A., CNPJ.144.628/0004-67. O COORDENADOR-GERAL DE FISCALIZAÇÃO, no uso d tribuição que lhe confere o rt. 2º d Instrução Normtiv SRF nº 516, de 22 de fevereiro de 05, e tendo em vist o despcho exrdo no Processo nº 168.004038/08-68, declr: Art. Fic o estbelecimento d empres Petrobrás Biocombustível S.A., CNPJ.144.628/0004-67, loclizdo à Avenid ds Indústris, S/Nº - Qudr 2, lotes 8, 9 e, Birro Industril, Município de Montes Clros, Estdo de Mins Geris, inscrito como produtor de biodiesel, sob o nº BP-00043-003/09, no registro especil de que trt o rt. d Lei nº.6, de 05. Art. 2º Este to entr em vigor n dt de su publicção no Diário Oficil d União. MARCELO FISCH DE BERREDO MENEZES
Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 1 ISSN 1677-7042 SUPERINTENDÊNCIAS REGIONAIS 2ª REGIÃO FISCAL DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM MANAUS ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 1, DE 14 DE JANEIRO DE 09 Declr inpt inscrição no Cdstro Ncionl de Pesso Jurídic do Ministério d Fzend d pesso jurídic que mencion, por inexistênci de fto. O DELEGADO-ADJUNTO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM MANAUS-AM, no uso de sus tribuições que lhe confere o Regimento Interno d Secretri d Receit Federl do Brsil, provdo pel Portri MF n.º 095, de 30 de bril de 07, publicd no DOU em 02 de mio de 07; nos termos dos rtigos: 81 d Lei nº 9.430, de 27 de dezembro de 1996;, inciso III; 34, inciso III; 41, inciso III; 42; 43; e 48 d Instrução Normtiv RFB nº 748, de 28 de junho de 07, e de cordo, ind, com o que ficou purdo no processo dministrtivo nº 283.7067/08-71, declr: Art.. INAPTA inscrição no Cdstro Ncionl de Pessos Jurídics do Ministério d Fzend, d pesso jurídic R N CONSTRUÇÕES LTDA, CNPJ nº 04.839.075/0001-, por não possuir existênci de fto. Art. 2º. INIDÔNEOS e não produzindo efeitos tributários em fvor de terceiros interessdos, os documentos emitidos por ess pesso jurídic prtir de /01/02, dt de su bertur. ALZEMIR ALVES DE VASCONCELOS ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 2, DE 14 DE JANEIRO DE 09 Declr inpt inscrição no Cdstro Ncionl de Pesso Jurídic do Ministério d Fzend d pesso jurídic que mencion, por inexistênci de fto. O DELEGADO-ADJUNTO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM MANAUS-AM, no uso de sus tribuições que lhe confere o Regimento Interno d Secretri d Receit Federl do Brsil, provdo pel Portri MF n.º 095, de 30 de bril de 07, publicd no DOU em 02 de mio de 07; nos termos dos rtigos: 81 d Lei nº 9.430, de 27 de dezembro de 1996;, inciso III; 34, inciso III; 41, inciso III; 42; 43; e 48 d Instrução Normtiv RFB nº 748, de 28 de junho de 07, e de cordo, ind, com o que ficou purdo no processo dministrtivo nº 283. 7076/08-62, declr: Art.. INAPTA inscrição no Cdstro Ncionl de Pessos Jurídics do Ministério d Fzend, d pesso jurídic SUED COMÉRCIO LTDA, CNPJ nº 05.2.540/0001-38, por não possuir existênci de fto. Art. 2º. INIDÔNEOS e não produzindo efeitos tributários em fvor de terceiros interessdos, os documentos emitidos por ess pesso jurídic prtir de 12/08/02, dt de su bertur. ALZEMIR ALVES DE VASCONCELOS ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 3, DE 14 DE JANEIRO DE 09 Declr excluíd do Sistem Integrdo de Pgmento de Impostos e Contribuições ds Microempress e ds Empress de Pequeno Porte (Simples) o contribuinte que mencion. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL O DELEGADO-ADJUNTO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM MANAUS-AM, no uso ds tribuições regimentis e de cordo com o disposto nos rtigos 13, 14 e 15 d Lei nº 9.7, de 05 de Dezembro de 1996, com sus lterções posteriores, considerndo ind, o que const do processo nº 283.7292/08-16, declr: Art. - Excluíd do Simples o contribuinte CASA DA CARNE SOUZA LTDA, CNPJ Nº 03.449.490/0001-04 em virtude de ter sido consttd situção excludente previst no rt. 14, inciso I d Lei nº 9.7/96. Art.2º - A exclusão or declrd surtirá efeitos prtir de primeiro de jneiro de 05, em consonânci com o disposto no inciso IV do rt. 15d Lei nº 9.7/96. Art. 3º - Com relção à est exclusão, é fcultdo o contribuinte, por meio de seu representnte legl ou procurdor, no przo de trint dis, contdos d publicção deste to, mnifestr por escrito su inconformidde à Delegci d Receit Federl de Julgmento em Belém-PA, nos termos do Decreto nº 70.235, de 7 de mrço de 1972, de cordo com o rtigo 23, prágrfo único, d Instrução Normtiv SRF nº 355 de 03, ssegurdos o contrditório e mpl defes. Art. 4º - Não hvendo mnifestção no przo indicdo no rtigo nterior, exclusão do Simples tornr-se-á definitiv. ALZEMIR ALVES VASCONCELOS DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM MARABÁ ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 1, DE 12 DE JANEIRO DE 09 Anul inscrição no Cdstro de Pesso Físic. O Delegdo Adjunto d Receit Federl do Brsil em Mrbá, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo Regimento Interno d Secretri d Receit Federl do Brsil RFB nº 95 de 30/04/07, publicd no DOU Edição Extr de 02/05/07 e de cordo com o disposto nos rts. 51 e 52 d IN/SRF nº 461/04, declr: - NULA, por vício, inscrição no Cdstro de Pesso Físic (CPF) nº 256.245.472-34 concedid o contribuinte WALDI- NEY LOBO SILVA, considerndo o que const no processo dministrtivo nº 325.000400/07-91. 2º - Este Ato Declrtório Executivo entre em vigor n dt de su publicção no Diário Oficil d União. MARCO SERGIO ALMEIDA VELUDO GOUVEIA 4ª REGIÃO FISCAL DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM JOÃO PESSOA ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 4, DE 14 DE JANEIRO DE 09 Declr Inptidão d inscrição no CNPJ d empres que mencion. O DELEGADO SUBSTITUTO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM JOÃO PESSOA, no uso ds tribuições que lhe confere o inciso VIII do rt. 249 do Regimento Interno d Secretári d Receit Federl do Brsil, provdo pel Portri MF nº 95, de 30 de bril de 07, publicdo no DOU de 02/05/07 e tendo em vist o disposto nos rtigos 81 e 82 d Lei nº 9.430/96 e Art. 41 d Instrução Normtiv d RFB nº 748 de 28 de junho de 07, considerndo ind, o que const do processo n.º 14751.002995/08-, resolve declrr: Art. Inpt à inscrição no Cdstro Ncionl de Pessos Jurídics - CNPJ, d empres LISSIA FERNANDES DE MELO SANTANA, CNPJ nº 40.982.928/0001-33 por inexistênci de fto, conforme rtigos 41,42 e 43 d IN/SRFB nº 748/07 e registros constntes no processo cim citdo; Art. 2º Inidôneos, não produzindo efeitos tributários em fvor de terceiros, os documentos emitidos por ess pesso jurídic, prtir de 01/09/07. LICÍNIO ALVES DE OLIVEIRA 5ª REGIÃO FISCAL DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM FEIRA DE SANTANA ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 1, DE 13 DE JANEIRO DE 09 Declr excluíd do Sistem Integrdo de Pgmento de Impostos e Contribuições ds Microempress e ds Empress de Pequeno Porte (Simples), empres que mencion. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM FEIRA DE SANTANA - BA, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelos rtigos 238, 242, 243 e 249 do Regimento Interno d Secretri d Receit Federl do Brsil, provdo pel Portri MF nº 95, de 30 de bril de 07, com fundmento no rt. 14, I, e rt. 15, 3º, d Lei nº 9.7, de 05 de dezembro de 1996, declr: Art. - Excluído do Sistem Integrdo de Pgmento de Impostos e Contribuições ds Microempress e ds Empress de Pequeno Porte (Simples) o contribuinte TRANSPORTADORA GRÃO DE OURO LTDA., CNPJ nº 03.413.3/0001-61, em virtude de ter sido consttd situção excludente previst no rt. 9º, II, d Lei nº 9.7, de 5 de dezembro de 1996, considerndo o que const do processo dministrtivo nº 530.000065/09-67. Art. 2º - Os efeitos dest exclusão serão prtir de 1 de jneiro de 06, nos termos do previsto no rt. 15, IV, d lei nº 9.7, de 5 de dezembro de 1996, c/c o rt. 24, VI, d Instrução Normtiv SRF nº 608, de 9 de jneiro de 06. Art. 3º - A pesso jurídic poderá mnifestr su inconformidde qunto est exclusão, no przo de 30 (trint) dis contdos prtir d dt de recebimento deste ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO, observd legislção reltiv o processo tributário dministrtivo e, não hvendo mnifestção pós o decurso deste przo, exclusão tornr-se-á definitiv. OBEDE ROCHA FONTES 6ª REGIÃO FISCAL DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM CONTAGEM ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 1, DE 12 DE JANEIRO DE 09 Declr inptidão de empres pernte o Cdstro Ncionl de Pessos Jurídics e inidoneidde dos documentos fiscis por el emitidos. O DELEGADO SUBSTITUTO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM CONTAGEM-MG, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo inciso IV do rt. 243 do Regimento Interno d Secretri d Receit Federl do Brsil, provdo pel Portri MF nº 95, de 30 de bril de 07, e considerndo o que const do processo dministrtivo n.º 976.000301/08-25, declr: Art. Inpt inscrição no CNPJ d pesso jurídic Imgem Serviços de Microfilmgem Ltd., CNPJ 00.602.135/0001-27, por ser inexistente de fto. A empres se enqudr no disposto no inciso III do rtigo 34 d IN RFB nº 748/07. Art. 2º Ineficzes pr efeitos tributários todos os documentos emitidos pel pesso jurídic prtir de 17/05/00. Art. 3 o Este Ato Declrtório Executivo entr em vigor n dt de su publicção. ADRIANO DE PINHO TAVARES ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 2, DE 12 DE JANEIRO DE 09 Declr inptidão de empres pernte o Cdstro Ncionl de Pessos Jurídics e inidoneidde dos documentos fiscis por el emitidos. O DELEGADO SUBSTITUTO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM CONTAGEM-MG, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo inciso IV do rt. 243 do Regimento Interno d Secretri d Receit Federl do Brsil, provdo pel Portri MF nº 95, de 30 de bril de 07, e considerndo o que const do processo dministrtivo n.º 976.000371/08-83, declr: Art. Inpt inscrição no CNPJ d pesso jurídic Crdoso & Crdoso Indústri de Bebids Ltd., CNPJ 07.1.637/0001-66, por ser inexistente de fto. A empres se enqudr no disposto no inciso III do rtigo 34 d IN RFB nº 748/07. Art. 2º Ineficzes pr efeitos tributários todos os documentos emitidos pel pesso jurídic prtir de 15/12/04. Art. 3 o Este Ato Declrtório Executivo entr em vigor n dt de su publicção. ADRIANO DE PINHO TAVARES DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM JUIZ DE FORA ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 4, DE 13 DE JANEIRO DE 09 Exclusão, de ofício, de pesso jurídic do Simples. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM JUIZ DE FORA, Estdo de Mins Geris, no uso ds sus tribuições regimentis, declr: Art.. Excluíd d opção pel sistemátic de pgmento dos impostos e contribuições de que trt o rtigo 3º d Lei 9.7/96, denomind Simples, pesso jurídic COMÉRCIO CARANGOLA LTDA, CNPJ 04.533.984/0001-27, por ter infringido os incisos I, II e IX do rtigo 9º, incisos I, II, IV e V do rtigo 14 d Lei nº 9.7/1996 e Leis Complementres 123/06 e 127/07, com efeitos prtir de de jneiro de 03, nos termos do inciso V do rtigo 15 d mesm Lei, com s lterções posteriores. Art. 2º. Poderá ser presentd, no przo de 30 (trint) dis d ciênci deste, impugnção à Delegci d Receit Federl do Brsil de Julgmento em Juiz de For, nos termos do rtigo 224 d Portri MF nº 30/05. Não hvendo mnifestção neste przo, exclusão tornr-se-á definitiv. Art. 3º. Este Ato Declrtório Executivo entr em vigor n dt de su publicção. MARCUS VINICIUS DADALTI BARROSO ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 5, DE 13 DE JANEIRO DE 09 Exclusão, de ofício, de pesso jurídic do Simples. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM JUIZ DE FORA, Estdo de Mins Geris, no uso ds sus tribuições regimentis, declr: Art.. Excluíd d opção pel sistemátic de pgmento dos impostos e contribuições de que trt o rtigo 3º d Lei 9.7/96, denomind Simples, pesso jurídic OTICAS MANTIQUEIRA LTDA, CNPJ 03.922.590/0001-06, por ter infringido os incisos I, II e IX do rtigo 9º, incisos I, II, IV e V do rtigo 14 d Lei nº 9.7/1996 e Leis Complementres 123/06 e 127/07, com efeitos prtir de de jneiro de 03, nos termos do inciso V do rtigo 15 d mesm Lei, com s lterções posteriores.
32 ISSN 1677-7042 1 Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 Art. 2º. Poderá ser presentd, no przo de 30 (trint) dis d ciênci deste, impugnção à Delegci d Receit Federl do Brsil de Julgmento em Juiz de For, nos termos do rtigo 224 d Portri MF nº 30/05. Não hvendo mnifestção neste przo, exclusão tornr-se-á definitiv. Art. 3º. Este Ato Declrtório Executivo entr em vigor n dt de su publicção. MARCUS VINICIUS DADALTI BARROSO ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 6, DE 13 DE JANEIRO DE 09 Exclusão, de ofício, de pesso jurídic do Simples. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM JUIZ DE FORA, Estdo de Mins Geris, no uso ds sus tribuições regimentis, declr: Art.. Excluíd d opção pel sistemátic de pgmento dos impostos e contribuições de que trt o rtigo 3º d Lei 9.7/96, denomind Simples, pesso jurídic CENTRO ÓPTICO REI DOS ÓCULOS LTDA, CNPJ 02.084.651/0001-32, por ter infringido os incisos I, II e IX do rtigo 9º, incisos I, II, IV e V do rtigo 14 d Lei nº 9.7/1996 e Leis Complementres 123/06 e 127/07, com efeitos prtir de de jneiro de 03, nos termos do inciso V do rtigo 15 d mesm Lei, com s lterções posteriores. Art. 2º. Poderá ser presentd, no przo de 30 (trint) dis d ciênci deste, impugnção à Delegci d Receit Federl do Brsil de Julgmento em Juiz de For, nos termos do rtigo 224 d Portri MF nº 30/05. Não hvendo mnifestção neste przo, exclusão tornr-se-á definitiv. Art. 3º. Este Ato Declrtório Executivo entr em vigor n dt de su publicção. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS MARCUS VINICIUS DADALTI BARROSO ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 7, DE 13 DE JANEIRO DE 09 Exclusão, de ofício, de pesso jurídic do Simples. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM JUIZ DE FORA, Estdo de Mins Geris, no uso ds sus tribuições regimentis, declr: Art.. Excluíd d opção pel sistemátic de pgmento dos impostos e contribuições de que trt o rtigo 3º d Lei 9.7/96, denomind Simples, pesso jurídic ÓTICAS MISTER MOORE LTDA, CNPJ 02.162.0/0001-01, por ter infringido os incisos I, II e IX do rtigo 9º, incisos I, II, IV e V do rtigo 14 d Lei nº 9.7/1996 e Leis Complementres 123/06 e 127/07, com efeitos prtir de de jneiro de 03, nos termos do inciso V do rtigo 15 d mesm Lei, com s lterções posteriores. Art. 2º. Poderá ser presentd, no przo de 30 (trint) dis d ciênci deste, impugnção à Delegci d Receit Federl do Brsil de Julgmento em Juiz de For, nos termos do rtigo 224 d Portri MF nº 30/05. Não hvendo mnifestção neste przo, exclusão tornr-se-á definitiv. Art. 3º. Este Ato Declrtório Executivo entr em vigor n dt de su publicção. MARCUS VINICIUS DADALTI BARROSO ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 8, DE 13 DE JANEIRO DE 09 Exclusão, de ofício, de pesso jurídic do Simples. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM JUIZ DE FORA, Estdo de Mins Geris, no uso ds sus tribuições regimentis, declr: Art.. Excluíd d opção pel sistemátic de pgmento dos impostos e contribuições de que trt o rtigo 3º d Lei 9.7/96, denomind Simples, pesso jurídic REI DA HALFELD LTDA, CNPJ 02.803.429/0001-42, por ter infringido os incisos I, II e IX do rtigo 9º, incisos I, II, IV e V do rtigo 14 d Lei nº 9.7/1996 e Leis Complementres 123/06 e 127/07, com efeitos prtir de de jneiro de 03, nos termos do inciso V do rtigo 15 d mesm Lei, com s lterções posteriores. Art. 2º. Poderá ser presentd, no przo de 30 (trint) dis d ciênci deste, impugnção à Delegci d Receit Federl do Brsil de Julgmento em Juiz de For, nos termos do rtigo 224 d Portri MF nº 30/05. Não hvendo mnifestção neste przo, exclusão tornr-se-á definitiv. Art. 3º. Este Ato Declrtório Executivo entr em vigor n dt de su publicção. MARCUS VINICIUS DADALTI BARROSO ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 9, DE 13 DE JANEIRO DE 09 Exclusão, de ofício, de pesso jurídic do Simples. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM JUIZ DE FORA, Estdo de Mins Geris, no uso ds sus tribuições regimentis, declr: Art.. Excluíd d opção pel sistemátic de pgmento dos impostos e contribuições de que trt o rtigo 3º d Lei 9.7/96, denomind Simples, pesso jurídic COMERCIO MARECHAL DEODORO LTDA, CNPJ 04.341.162/0001-44, por ter infringido os incisos I, II e IX do rtigo 9º, incisos I, II, IV e V do rtigo 14 d Lei nº 9.7/1996 e Leis Complementres 123/06 e 127/07, com efeitos prtir de de jneiro de 03, nos termos do inciso V do rtigo 15 d mesm Lei, com s lterções posteriores. Art. 2º. Poderá ser presentd, no przo de 30 (trint) dis d ciênci deste, impugnção à Delegci d Receit Federl do Brsil de Julgmento em Juiz de For, nos termos do rtigo 224 d Portri MF nº 30/05. Não hvendo mnifestção neste przo, exclusão tornr-se-á definitiv. Art. 3º. Este Ato Declrtório Executivo entr em vigor n dt de su publicção. MARCUS VINICIUS DADALTI BARROSO ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº, DE 13 DE JANEIRO DE 09 Exclusão, de ofício, de pesso jurídic do Simples. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM JUIZ DE FORA, Estdo de Mins Geris, no uso ds sus tribuições regimentis, declr: Art.. Excluíd d opção pel sistemátic de pgmento dos impostos e contribuições de que trt o rtigo 3º d Lei 9.7/96, denomind Simples, pesso jurídic REI DA PHOTO LTDA, CNPJ 04.684.374/0001-24, por ter infringido os incisos I, II e IX do rtigo 9º, incisos I, II, IV e V do rtigo 14 d Lei nº 9.7/1996 e Leis Complementres 123/06 e 127/07, com efeitos prtir de de jneiro de 03, nos termos do inciso V do rtigo 15 d mesm Lei, com s lterções posteriores. Art. 2º. Poderá ser presentd, no przo de 30 (trint) dis d ciênci deste, impugnção à Delegci d Receit Federl do Brsil de Julgmento em Juiz de For, nos termos do rtigo 224 d Portri MF nº 30/05. Não hvendo mnifestção neste przo, exclusão tornr-se-á definitiv. Art. 3º. Este Ato Declrtório Executivo entr em vigor n dt de su publicção. MARCUS VINICIUS DADALTI BARROSO ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº, DE 13 DE JANEIRO DE 09 Exclusão, de ofício, de pesso jurídic do Simples. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM JUIZ DE FORA, Estdo de Mins Geris, no uso ds sus tribuições regimentis, declr: Art.. Excluíd d opção pel sistemátic de pgmento dos impostos e contribuições de que trt o rtigo 3º d Lei 9.7/96, denomind Simples, pesso jurídic ÓTICA PLACE LTDA, CNPJ 05.409.140/0001-, por ter infringido os incisos I, II e IX do rtigo 9º, incisos I, II, IV e V do rtigo 14 d Lei nº 9.7/1996 e Leis Complementres 123/06 e 127/07, com efeitos prtir de de jneiro de 03, nos termos do inciso V do rtigo 15 d mesm Lei, com s lterções posteriores. Art. 2º. Poderá ser presentd, no przo de 30 (trint) dis d ciênci deste, impugnção à Delegci d Receit Federl do Brsil de Julgmento em Juiz de For, nos termos do rtigo 224 d Portri MF nº 30/05. Não hvendo mnifestção neste przo, exclusão tornr-se-á definitiv. Art. 3º. Este Ato Declrtório Executivo entr em vigor n dt de su publicção. MARCUS VINICIUS DADALTI BARROSO ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 12, DE 13 DE JANEIRO DE 09 Exclusão, de ofício, de pesso jurídic do Simples. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM JUIZ DE FORA, Estdo de Mins Geris, no uso ds sus tribuições regimentis, declr: Art.. Excluíd d opção pel sistemátic de pgmento dos impostos e contribuições de que trt o rtigo 3º d Lei 9.7/96, denomind Simples, pesso jurídic ÓTICA FLORIANO PEI- XOTO LTDA, CNPJ 41.849.4/0001-04, por ter infringido os incisos I, II e IX do rtigo 9º, incisos I, II, IV e V do rtigo 14 d Lei nº 9.7/1996 e Leis Complementres 123/06 e 127/07, com efeitos prtir de de jneiro de 03, nos termos do inciso V do rtigo 15 d mesm Lei, com s lterções posteriores. Art. 2º. Poderá ser presentd, no przo de 30 (trint) dis d ciênci deste, impugnção à Delegci d Receit Federl do Brsil de Julgmento em Juiz de For, nos termos do rtigo 224 d Portri MF nº 30/05. Não hvendo mnifestção neste przo, exclusão tornr-se-á definitiv. Art. 3º. Este Ato Declrtório Executivo entr em vigor n dt de su publicção. MARCUS VINICIUS DADALTI BARROSO ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 13, DE 13 DE JANEIRO DE 09 Exclusão, de ofício, de pesso jurídic do Simples. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM JUIZ DE FORA, Estdo de Mins Geris, no uso ds sus tribuições regimentis, declr: Art.. Excluíd d opção pel sistemátic de pgmento dos impostos e contribuições de que trt o rtigo 3º d Lei 9.7/96, denomind Simples, pesso jurídic CENTRO ÓTICO PIO X LTDA, CNPJ 42.868.398/0001-22, por ter infringido os incisos I, II e IX do rtigo 9º, incisos I, II, IV e V do rtigo 14 d Lei nº 9.7/1996 e Leis Complementres 123/06 e 127/07, com efeitos prtir de de jneiro de 03, nos termos do inciso V do rtigo 15 d mesm Lei, com s lterções posteriores. Art. 2º. Poderá ser presentd, no przo de 30 (trint) dis d ciênci deste, impugnção à Delegci d Receit Federl do Brsil de Julgmento em Juiz de For, nos termos do rtigo 224 d Portri MF nº 30/05. Não hvendo mnifestção neste przo, exclusão tornr-se-á definitiv. Art. 3º. Este Ato Declrtório Executivo entr em vigor n dt de su publicção. MARCUS VINICIUS DADALTI BARROSO ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 14, DE 13 DE JANEIRO DE 09 Exclusão, de ofício, de pesso jurídic do Simples. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM JUIZ DE FORA, Estdo de Mins Geris, no uso ds sus tribuições regimentis, declr: Art.. Excluíd d opção pel sistemátic de pgmento dos impostos e contribuições de que trt o rtigo 3º d Lei 9.7/96, denomind Simples, pesso jurídic VISÃO TÉCNICA LTDA, CNPJ 71.055.503/0001-02, por ter infringido os incisos I, II e IX do rtigo 9º, incisos I, II, IV e V do rtigo 14 d Lei nº 9.7/1996 e Leis Complementres 123/06 e 127/07, com efeitos prtir de de jneiro de 03, nos termos do inciso V do rtigo 15 d mesm Lei, com s lterções posteriores. Art. 2º. Poderá ser presentd, no przo de 30 (trint) dis d ciênci deste, impugnção à Delegci d Receit Federl do Brsil de Julgmento em Juiz de For, nos termos do rtigo 224 d Portri MF nº 30/05. Não hvendo mnifestção neste przo, exclusão tornr-se-á definitiv. Art. 3º. Este Ato Declrtório Executivo entr em vigor n dt de su publicção. MARCUS VINICIUS DADALTI BARROSO 7ª REGIÃO FISCAL ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 494, DE 15 DE DEZEMBRO DE 08 Alfndegmento de Bse Militr d Mrinh do Brsil. A SUPERINTENDENTE DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL NA 7ª REGIÃO FISCAL, considerndo o disposto no Decreto nº 4.543, de 26 de dezembro de 02, no uso d competênci outorgd pel Portri SRF nº 969, de 22 de setembro de 06, e tendo em vist o que const do processo nº 730.009671/08-19, declr: Art. 1 o - Alfndegd, em cráter precário, pr s operções duneirs prevists nos incisos I, IX e XII, do rtigo 26º d Portri SRF nº 969, de 22 de setembro de 06, Bse Militr d Mrinh do Brsil identificd como Bse de Hidrogrfi d Mrinh em Niterói (BHMN), crid pel Portri Ministeril nº 361, de 17 de dezembro de 1998, situd à Ru Brão de Jcegui S/Nº - Pont d Armção - Centro - Município de Niterói, Estdo do Rio de Jneiro, compreendendo o Píer Almirnte Pulo Irineu Roxo Freits. Art. 2 o - Ao recinto or lfndegdo tribui-se o código 7..35.04-8. Art. 3 o - A referid bse militr ficrá sob jurisdição d Delegci d Receit Federl em Niterói/RJ, que poderá estbelecer s rotins opercionis necessáris o controle fiscl. Art. 4 o - Este to entr em vigor n dt de su publicção no Diário Oficil d União. ELIANA POLO PEREIRA
Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 1 33 ISSN 1677-7042 ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 1, DE 7 DE JANEIRO DE 09 Credencimento de regime especil de entreposto duneiro. A SUPERINTENDENTE DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL NA 7ª REGIÃO FISCAL, no uso de sus tribuições, considerndo o disposto n Instrução Normtiv SRF nº 241, de 6 de novembro de 02, lterd pels Instruções Normtivs SRF nº s 289, de 27 de jneiro de 03, 356, de 4 de setembro de 03, 463, de 19 de outubro de 04, e 548, de 16 de junho de 05, e tendo ind em vist o que const do processo MF nº 684.000776/08-60, declr: Art. Credencid, título precário, instlção portuári de uso privtivo misto, loclizd n estrd Rio - Sntos, km 81 - s/nº, distrito de Jcuecng, município de Angr dos Reis, estdo do Rio de Jneiro, lfndegd originrimente pelo Ato Declrtório Executivo SRRF07 nº 192, de 13 de junho de 06, lterdo pelo Ato Declrtório Executivo SRRF07 nº 443, de 5 de novembro de 08, dministrd pel empres BRASELS S.A., inscrit no CNPJ sob o nº 03.669.753/0001-82, operr o regime especil de entreposto duneiro, n importção e n exportção, n modlidde de regime comum, em um áre medindo 1 m², em conformidde com s indicções constntes d plnt de situção que integr o processo cim menciondo, destind operções de industrilizção pr o fornecimento e construção dos blocos estruturis, pontões e coluns, d pltform de pesquis e lvr de jzids de petróleo e gás nturl denomind P 56, constituindo-se em um pltform portuári industril, de responsbilidde d beneficiári Nuclebrs Equipmentos Pesdos S.A. - NUCLEP, inscrit no CNPJ sob o nº 42.515.882/0004-. Art. 2º O controle d operção do regime de que se trt será efetudo pel Alfândeg d Receit Federl do Brsil no Porto de Itguí -ALF/IGI, que poderá estbelecer s rotins opercionis necessáris o controle fiscl. Art. 3º Este to entr em vigor n dt de su publicção no Diário Oficil d União. ELIANA POLO PEREIRA DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL DE FISCALIZAÇÃO EM SÃO PAULO DIVISÃO DE PROGRAMAÇÃO, AVALIAÇÃO E CONTROLE DA ATIVIDADE FISCAL ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 9, DE 13 DE JANEIRO DE 09 Declr inptidão do contribuinte que mencion pernte o Cdstro Ncionl de Pesso Jurídic e inidoneidde dos documentos fiscis por ele emitidos. O CHEFE DA DIVISÃO DE PROGRAMAÇÃO, AVALIAÇÃO E CONTROLE DA ATI- VIDADE FISCAL DA DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL DE FISCALIZAÇÃO EM SÃO PAULO, no uso ds tribuições que lhe confere o rtigo 5º d Portri Defis/SPO nº 140, de 15 de setembro de 08, publicd no Diário Oficil d União de 18 de setembro de 08, resolve: Declrr inpt inscrição no Cdstro Ncionl de Pesso Jurídic - CNPJ relciond bixo, sujeitndo-se o contribuinte os efeitos previstos nos rtigos 47 e 48 d Instrução Normtiv RFB nº 748, de 28/06/07, sendo considerdos inidôneos os documentos por ele emitidos. A declrção de inptidão bsei-se n usênci d regulrizção cdstrl e pelo não tendimento d intimção do editl publicdo no DOU, sendo consttd inexistênci de fto do contribuinte de cordo com o inciso III do rtigo 34 c/c o inciso II do rtigo 41 d IN RFB cim citd. Empres: CNPJ nº: Processo: Efeitos d inptidão prtir de: FABRIKA 1 - DISTRIBUIDORA DE LIVROS, 05.8.766/0001-19515.006334/08-81 03//08 REVISTAS E CATALOGOS LTDA. DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM VITÓRIA ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 1, DE 6 DE JANEIRO DE 09 Processo nº 13770.000645/06-77 O Delegdo Adjunto d Receit Federl do Brsil em Vitóri- ES, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo Regimento Interno d Secretri d Receit Federl do Brsil, provdo pel Portri do Ministério d Fzend nº 95, de 30 de bril de 07, publicd no DOU de 2 de mio de 07, e de cordo com o que const no item II e e 2º do rtigo 30 d Instrução Normtiv RFB nº 748, de 28 de junho de 07, declr ANULADA inscrição no CNPJ nº 32.400.7/0001-, pertencente à empres CAPS CONSTRUÇÕES E ACABAMENTOS, PINTURAS E SERRALHERIA LTDA. CARLOS ROBERTO DE FRANÇA LYRA 8ª REGIÃO FISCAL ALFÂNDEGA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL DO AEROPORTO INTERNACIONAL DE SÃO PAULO/GUARULHOS - GOVERNADOR ANDRÉ FRANCO MONTORO ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 1, DE 13 DE JANEIRO DE 09 Hbilitção no Regime Aduneiro Especil de Depósito Afinçdo. O INSPETOR-CHEFE SUBSTITUTO DA ALFÂNDEGA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL DO AEROPORTO INTER- NACIONAL DE SÃO PAULO/GUARULHOS - GOVERNADOR ANDRÉ FRANCO MONTORO, no uso d competênci previst no rt. 7º d Instrução Normtiv SRF nº 409, de 19 de mrço de 04 e em vist do constnte nos utos do Processo MF nº 814.002323/04-59, declr: Art. - Fic hbilitd empres COPA - COMPANIA PANAMENA DE AVIACION S.A., inscrit no CNPJ/MF sob o nº 03.834.757/0001-79, operr, em cráter precário, o regime duneiro especil de depósito finçdo. Art. 2º - O regime será operdo no Setor 1, Áre de Apoio C, lotes 4 e 5, entre os eixos (H'-J') e (7-8), denomindo Recinto nº 22 d empres de ctering SERVCATER INTERNACIONAL LTDA. e no Terminl de Pssgeiros nº 1, Finger, Módulo III, entre os eixos 228/229 e 147/148, mbos sob o CNPJ/MF nº 03.834.757/0002-50. Art. 3º - Fic revogdo o Ato Declrtório Executivo nº 22, de 15 de junho de 04, sem interrupção d su forç normtiv. Art. 4º - Este Ato entr em vigor n dt de su publicção no Diário Oficil d União. SEIKEN TASOKO DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA EM SÃO PAULO ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 85, DE 8 DE JANEIRO DE 09 O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DE ADMINIS- TRAÇÃO TRIBUTÁRIA EM SÃO PAULO, no uso d tribuição que lhe confere o rtigo 250 do Regimento Interno d Secretri d Receit Federl, provdo pel Portri MF nº 30/05, publicd no Diário Oficil d União de 04/03/05, e tendo em vist o disposto no rtigo d Instrução Normtiv d SRF nº 605 de 04/01/06, publicd no Diário Oficil d União de 06/01/06 e de cordo com o constnte do processo dministrtivo nº 6.003304/06-61, resolve: Art. Conceder Hbilitção o RECAP - Regime Especil de Aquisição de Bens de Cpitl pr Empress Exportdors à SUCDEN DO BRASIL LTDA., inscrit sob o CNPJ nº 00.308.337/0001-60. Art. 2º O RECAP formlizdo com publicção do presente Ato Declrtório Executivo será plicdo todos os estbelecimentos d pesso jurídic hbilitd, conforme, rt. d IN SRF nº 605/06, lembrndo que o przo pr fruição do benefício de suspensão d exigibilidde ds contribuições extingue-se pós decorridos 3 (nos) contdos d dt d publicção do presente, conforme determin o rt. 13, 2º d IN SRF nº 605/06. Art. 3º Este Ato Declrtório entrrá em vigor n dt de su publicção no DOU. ANTÔNIO CARLOS LESSA SENE EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL JORGE ALBERTO PEREIRA DA SILVA ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº, DE 13 DE JANEIRO DE 09 Declr inptidão do contribuinte que mencion pernte o Cdstro Ncionl de Pesso Jurídic e inidoneidde dos documentos fiscis por ele emitidos. O CHEFE DA DIVISÃO DE PROGRAMAÇÃO, AVALIAÇÃO E CONTROLE DA ATI- VIDADE FISCAL DA DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL DE FISCALIZAÇÃO EM SÃO PAULO, no uso ds tribuições que lhe confere o rtigo 5º d Portri Defis/SPO nº 140, de 15 de setembro de 08, publicd no Diário Oficil d União de 18 de setembro de 08, resolve: Declrr inpt inscrição no Cdstro Ncionl de Pesso Jurídic - CNPJ relciond bixo, sujeitndo-se o contribuinte os efeitos previstos nos rtigos 47 e 48 d Instrução Normtiv RFB nº 748, de 28/06/07, sendo considerdos inidôneos os documentos por ele emitidos. A declrção de inptidão bsei-se n usênci d regulrizção cdstrl e pelo não tendimento d intimção do editl publicdo no DOU, sendo consttd inexistênci de fto do contribuinte de cordo com o inciso III do rtigo 34 c/c o inciso II do rtigo 41 d IN RFB cim citd. Empres: CNPJ nº: Processo: Efeitos d inptidão prtir de: GRH ADMINISTRACAO DE RECURSOS HU- 73.003.790/0001-32 19515.006160/08-56 16//08 MANOS S/C LTDA ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº, DE 13 DE JANEIRO DE 09 Declr inptidão do contribuinte que mencion pernte o Cdstro Ncionl de Pesso Jurídic e inidoneidde dos documentos fiscis por ele emitidos. O CHEFE DA DIVISÃO DE PROGRAMAÇÃO, AVALIAÇÃO E CONTROLE DA ATI- VIDADE FISCAL DA DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL DE FISCALIZAÇÃO EM SÃO PAULO, no uso ds tribuições que lhe confere o rtigo 5º d Portri Defis/SPO nº 140, de 15 de setembro de 08, publicd no Diário Oficil d União de 18 de setembro de 08, resolve: Declrr inpt inscrição no Cdstro Ncionl de Pesso Jurídic - CNPJ relciond bixo, sujeitndo-se o contribuinte os efeitos previstos nos rtigos 47 e 48 d Instrução Normtiv RFB nº 748, de 28/06/07, sendo considerdos inidôneos os documentos por ele emitidos. A declrção de inptidão bsei-se n usênci d regulrizção cdstrl e pelo não tendimento d intimção do editl publicdo no DOU, sendo consttd inexistênci de fto do contribuinte de cordo com o inciso III do rtigo 34 c/c o inciso II do rtigo 41 d IN RFB cim citd. Empres: CNPJ nº: Processo: Efeitos d inptidão prtir de: TEMPLO ASSESSORIA EMPRESARIAL LTDA 03.526.545/0001-24 19515. 004846 / 08 - /06/08 JORGE ALBERTO PEREIRA DA SILVA ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 12, DE 13 DE JANEIRO DE 09 Declr inptidão do contribuinte que mencion pernte o Cdstro Ncionl de Pesso Jurídic e inidoneidde dos documentos fiscis por ele emitidos. O CHEFE DA DIVISÃO DE PROGRAMAÇÃO, AVALIAÇÃO E CONTROLE DA ATI- VIDADE FISCAL DA DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL DE FISCALIZAÇÃO EM SÃO PAULO, no uso ds tribuições que lhe confere o rtigo 5º d Portri Defis/SPO nº 140, de 15 de setembro de 08, publicd no Diário Oficil d União de 18 de setembro de 08, resolve: Declrr inpt inscrição no Cdstro Ncionl de Pesso Jurídic - CNPJ relciond bixo, sujeitndo-se o contribuinte os efeitos previstos nos rtigos 47 e 48 d Instrução Normtiv RFB nº 748, de 28/06/07, sendo considerdos inidôneos os documentos por ele emitidos. A declrção de inptidão bsei-se n usênci d regulrizção cdstrl e pelo não tendimento d intimção do editl publicdo no DOU, sendo consttd inexistênci de fto do contribuinte de cordo com o inciso III do rtigo 34 c/c o inciso II do rtigo 41 d IN RFB cim citd. Empres: CNPJ nº: Processo: Efeitos d inptidão prtir de: OLENE FERREIRA VILELA - CENTRAL DE 02.8.442/0001-29 19515.006327/08-89 02//08 COMPRAS - ME JORGE ALBERTO PEREIRA DA SILVA JORGE ALBERTO PEREIRA DA SILVA
34 ISSN 1677-7042 1 Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 13, DE 13 DE JANEIRO DE 09 Declr inptidão do contribuinte que mencion pernte o Cdstro Ncionl de Pesso Jurídic e inidoneidde dos documentos fiscis por ele emitidos. O CHEFE DA DIVISÃO DE PROGRAMAÇÃO, AVALIAÇÃO E CONTROLE DA ATI- VIDADE FISCAL DA DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL DE FISCALIZAÇÃO EM SÃO PAULO, no uso ds tribuições que lhe confere o rtigo 5º d Portri Defis/SPO nº 140, de 15 de setembro de 08, publicd no Diário Oficil d União de 18 de setembro de 08, resolve: Declrr inpt inscrição no Cdstro Ncionl de Pesso Jurídic - CNPJ relciond bixo, sujeitndo-se o contribuinte os efeitos previstos nos rtigos 47 e 48 d Instrução Normtiv RFB nº 748, de 28/06/07, sendo considerdos inidôneos os documentos por ele emitidos. A declrção de inptidão bsei-se n usênci d regulrizção cdstrl e pelo não tendimento d intimção do editl publicdo no DOU, sendo consttd inexistênci de fto do contribuinte de cordo com o inciso III do rtigo 34 c/c o inciso II do rtigo 41 d IN RFB cim citd. Empres: CNPJ nº: Processo: Efeitos d inptidão prtir de: SHOW BUS VIAGENS E TURISMO LTDA. 00.245.989/0001-01 19515.004847/08-57 /06/08 EPP JORGE ALBERTO PEREIRA DA SILVA ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 14, DE 13 DE JANEIRO DE 09 Declr inptidão do contribuinte que mencion pernte o Cdstro Ncionl de Pesso Jurídic e inidoneidde dos documentos fiscis por ele emitidos. O CHEFE DA DIVISÃO DE PROGRAMAÇÃO, AVALIAÇÃO E CONTROLE DA ATI- VIDADE FISCAL DA DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL DE FISCALIZAÇÃO EM SÃO PAULO, no uso ds tribuições que lhe confere o rtigo 5º d Portri Defis/SPO nº 140, de 15 de setembro de 08, publicd no Diário Oficil d União de 18 de setembro de 08, resolve: Declrr inpt inscrição no Cdstro Ncionl de Pesso Jurídic - CNPJ relciond bixo, sujeitndo-se o contribuinte os efeitos previstos nos rtigos 47 e 48 d Instrução Normtiv RFB nº 748, de 28/06/07, sendo considerdos inidôneos os documentos por ele emitidos. A declrção de inptidão bsei-se n usênci d regulrizção cdstrl e pelo não tendimento d intimção do editl publicdo no DOU, sendo consttd inexistênci de fto do contribuinte de cordo com o inciso III do rtigo 34 c/c o inciso II do rtigo 41 d IN RFB cim citd. Empres: CNPJ nº: Processo: Efeitos d inptidão prtir de: MULT POWER COMERCIO E SERVICOS LT- 02.485.607/0001-34 19515.007140/08-01 //08 DA JORGE ALBERTO PEREIRA DA SILVA DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM CAMPINAS SERVIÇO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 4, DE 13 DE JANEIRO DE 09 O CHEFE SUBSTITUTO DO SERVIÇO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO - SETEC, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo inciso II do rt. 7º d Portri nº 257, de 23/12/08, publicd no D.O.U. de 26/12/08, c/c o rt. 30 (inciso I) d IN RFB nº 748/07, de 28.06.07 declr NULA POR MOTIVO DE DUPLICIDADE seguinte inscrição no Cdstro Ncionl ds Pessos Jurídics: CNPJ: 03.000.971/0001- EMPRESA: COMERCIAL CALONGA ENGEL LTDA - ME E são considerdos tributrimente ineficzes os documentos emitidos com utilizção do CNPJ menciondo desde 05-02-1999 (Processo 830.0060/00-77). ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 5, DE 14 DE JANEIRO DE 09 O CHEFE SUBSTITUTO DO SERVIÇO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO - SETEC, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo inciso II do rt. 7º d Portri nº 257, de 23/12/08, publicd no D.O.U. de 26/12/08, c/c o rt. 30 (inciso II) d IN RFB nº 748/07, de 28.06.07 declr NULA POR MOTIVO DE VÍCIO seguinte inscrição no Cdstro Ncionl ds Pessos Jurídics: CNPJ: 59.223.644/0001-91 EMPRESA: ALICE RIBEIRO DE JESUS SUMARÉ - ME E são considerdos tributrimente ineficzes os documentos emitidos com utilizção do CNPJ menciondo desde 04-07-1988 (PROCESSO 830.002973/04-04). MÁRCIO BRANDÃO FERRAZ DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM JUNDIAÍ ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 1, DE 14 DE JANEIRO DE 09 Declr inscrit no Registro Especil pr Atividde de Engrrfdor de bebids lcoólics. O DELEGADO ADJUNTO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM JUNDIAÍ - SP, usndo d tribuição que lhe confere o inciso IX do rtigo 238, combindo com o inciso VII do rtigo 160, mbos pertencentes o Regimento Interno d Secretri d Receit Federl do Brsil, provdo pel Portri MF nº 95, de 30 de bril de 07, publicd no Diário Oficil d União de 02 de mio de 07, e tendo em vist o disposto n IN SRF nº 504 de 03 de fevereiro de 05, publicd no Diário Oficil d União de 09 de fevereiro de 05, e considerndo o que const no processo nº 13839.004425/08-42, declr: Artigo Inscrit no Registro Especil sob nº 08124/047 pr Atividde de Engrrfdor, de bebids lcoólics, empres FAVILLA & HEGER LTDA ME, CNPJ nº 01.223.587/0001-60, estbelecid Estrd Cnedos Pedr Ric, S/Nº, Km 2,5, Birro Cnedos, Município de Pirci - SP - CEP-12.970-000. Artigo 2º O estbelecimento supr citdo está utorizdo produzir, engrrfr e comercilizr o produto relciondo bixo: Produto Mrc Comercil Tipo de Recipiente Cpcidde do Recipiente Agurdente de Rpdur APURADA Vidro não retornável 500ml Artigo 3º A empres fic obrigd comunicr produção ou o engrrfmento de novos produtos, de nov mrc comercil ou utilizção de recipientes com cpciddes diferentes dquels utorizds por este Ato; bem como informr sobre destivção de unidde industril, quisição ou lienção de máquins e equipmentos industriis que impliquem n lterção d cpcidde de produção do estbelecimento, fzendo constr nos documentos fiscis que emitir o número de inscrição no Registro Especil, devendo ind tender todos os requisitos que condicionrm concessão do Registro Especil, sob pen de cncelmento do mesmo nos termos dos rtigos 6º o 9º d referid Instrução Normtiv. Artigo 4º A flt de comunicção de que trt o rtigo nterior sujeitrá empres à penlidde previst no rtigo 57 d Medid Provisóri nº 58-35 de 01. Artigo 5º O presente Ato Declrtório entr em vigor n dt de su publicção. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS MÁRCIO BRANDÃO FERRAZ GILBERTO CAMARGO RIBEIRO DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM SÃO BERNARDO DO CAMPO ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 2, DE 13 DE JANEIRO DE 09 Exclui pessos físics e jurídics do Prcelmento Especil (Pes), de que trt o rt. d Lei nº.684, de 30 de mio de 03. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM SÃO BERNARDO DO CAMPO, no uso de sus tribuições, conforme rt. 238, inciso VI do Regimento Interno d RFB provdo pel Portri MF nº 95/07, e tendo em vist o disposto nos rts. e 7º d Lei nº.684, de 30 de mio de 03, e no rt. 12 d Lei nº.033, de de dezembro de 04, declr: Art. Ficm excluídos do Prcelmento Especil (Pes) de que trt o rt. d Lei nº.684, de 30 de mio de 03, de cordo com seu rt. 7º, s pessos físics e jurídics relcionds no Anexo Único este Ato Declrtório (ADE), tendo em vist que foi consttd existênci de sldo devedor equivlente, pelo menos, três prcels consecutivs do Pes. Art. 2º O detlhmento do motivo d exclusão poderá ser obtido n págin d Secretri d Receit Federl do Brsil (RFB) n Internet, no endereço <www.receit.fzend.gov.br>, com utilizção d Senh Pes. Art. 3º É fcultdo o sujeito pssivo, no przo de dis, contdo d dt de publicção deste ADE, presentr recurso dministrtivo dirigido o Delegdo d Receit Federl do Brsil em São Bernrdo do Cmpo (de cordo com o do rtigo 14 d Portri Conjunt PGFN/SRF nº 03, de 04), n Ru Mrechl Deodoro, 480 - Centro, São Bernrdo do Cmpo (SP). Art. 4º Não hvendo presentção de recurso no przo previsto no rt. 3º, exclusão do Pes será definitiv. Art. 5º Este ADE entr em vigor n dt de su publicção. CARMINE RULLO ANEXO ÚNICO Relção ds pessos excluíds do Prcelmento Especil (Pes). Sldo devedor equivlente, pelo menos, três prcels consecutivs do Pes. Relção dos CPF ds pessos físics excluíds 050.329.418-75 126.368.828-47 615.847.038-49 054.808.338-04 297.685.868-34 Relção dos CNPJ ds pessos jurídics excluíds 00.525.884/0001-06 55.019.566/0001-57 67.858.902/0001-34 ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 3, DE 13 DE JANEIRO DE 09 Exclui pessos físics e jurídics do Prcelmento Especil (Pes), de que trt o rt. d Lei nº.684, de 30 de mio de 03. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM SÃO BERNARDO DO CAMPO, no uso de sus tribuições, conforme rt. 238, inciso VI do Regimento Interno d RFB provdo pel Portri MF nº 95/07, e tendo em vist o disposto nos rts. e 7º d Lei nº.684, de 30 de mio de 03, e no rt. 12 d Lei nº.033, de de dezembro de 04, declr: Art. Ficm excluídos do Prcelmento Especil (Pes) de que trt o rt. d Lei nº.684, de 30 de mio de 03, de cordo com seu rt. 7º, s pessos físics e jurídics relcionds no Anexo Único este Ato Declrtório Executivo (ADE), tendo em vist que foi consttd ocorrênci de três meses consecutivos ou seis lterndos sem recolhimento ds prcels do Pes ou que este tenh sido efetudo em vlor inferior o fixdo nos incisos II e III do 3º, incisos I e II do 4º e 6º do rt. d Lei nº.684, de 03. Art. 2º O detlhmento do motivo d exclusão poderá ser obtido n págin d Secretri d Receit Federl do Brsil (RFB) n Internet, no endereço <www.receit.fzend.gov.br>, com utilizção d Senh Pes.
Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 1 35 ISSN 1677-7042 Art. 3º É fcultdo o sujeito pssivo, no przo de dis, contdo d dt de publicção deste ADE, presentr recurso dministrtivo dirigido o Delegdo d Receit Federl do Brsil em São Bernrdo do Cmpo (de cordo com o do rtigo 14 d Portri Conjunt PGFN/SRF nº 03, de 04), n Ru Mrechl Deodoro, 480 - Centro, São Bernrdo do Cmpo (SP). Art. 4º Não hvendo presentção de recurso no przo previsto no rt. 3º, exclusão do Pes será definitiv. Art. 5º Este ADE entr em vigor n dt de su publicção. CARMINE RULLO ANEXO ÚNICO Relção ds pessos excluíds do Prcelmento Especil (Pes). Três prcels consecutivs ou seis lternds sem recolhimento ou com recolhimento inferior o fixdo nos incisos II e III do 3º, incisos I e II do 4º e 6º do rt. d Lei nº.684, de 03. Relção dos CPF ds pessos físics excluíds 0.867.728-14 082.805.778-82 936.238.608-91 065.964.018-04 160.3.714-53 066.977.708-05 696.615.458-04 Relção dos CNPJ ds pessos jurídics excluíds 00.499.035/0001-17 45.967.403/0001-42 64.996.853/0001-08 00.612.066/0001-32 53.717.666/0001-65.878.688/0001-52 01.498.439/0001-59 61.051.280/0001-51 69.071.025/0001-82 DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS RETIFICAÇÃO No Ato Declrtório Executivo nº 1, publicdo no DOU de 13/01/09, Seção 1, págin 53, onde se lê "Ato Declrtório Executivo nº 1, de 9 de jneiro de 08" lei-se "Ato Declrtório Executivo nº 1, de 9 de jneiro de 09". INSPETORIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM SÃO PAULO ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 134, DE 18 DE DEZEMBRO DE 08 Hbilit empres operr regime duneiro de Despcho Aduneiro Expresso - Linh Azul. O Auditor Fiscl d Receit Federl do Brsil JOÃO DE FIGUEIREDO CRUZ, no uso ds tribuições conferids pel Portri nº0 de 4 de Julho de 08, publicd no DOU em 7 de Julho de 08 e tendo em vist o disposto no rt. 5º e 8º d Instrução Normtiv SRF 476 de 13 de Dezembro de 04; e considerndo ind o que const do processo dministrtivo nº 4.006479/08-73 declr: Art. 1 o. Fic empres Du Pont do Brsil S/A, CNPJ 61.064.929/0001-79, com endereço à Almed Itpicuru, 506, Alphville, Brueri/SP, hbilitd em cráter precário e por przo indetermindo, operr o regime duneiro de Despcho Aduneiro Expresso - Linh Azul. Art. 2º. Este ADE é extensivo todos os estbelecimentos d hbilitd. Art. 3º. Est hbilitção tem vlidde pr os despchos duneiros de importção, exportção e trânsito duneiro relizdos pel hbilitd em qulquer locl lfndegdo do território ncionl. Art. 4º. Este Ato entr em vigor n dt de su publicção. JOÃO DE FIGUEIREDO CRUZ 9ª REGIÃO FISCAL DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM CURITIBA EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 4, DE 13 DE JANEIRO DE 09 Cncel inscrição no CPF. O DELEGADO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM CURITIBA - PR, no uso d tribuição que lhe é conferid pelo rtigo 25, inciso I e rtigo 26 d Instrução Normtiv d Secretri d Receit Federl nº 864, de 25 de julho de 08, declr: Artigo único. Cnceld s inscrições no Cdstro de Pesso Físic (CPF) bixo identificd, tendo em vist consttção de multiplicidde de inscrição, conforme purdo no respectivo processo dministrtivo fiscl. CONTRIBUINTE CPF PROCESSO ANTONIO CARLOS DOS SANTOS ME- 022.664.259-35 980.012881/08-34 DEIROS ANTONIO CARLOS DOS SANTOS ME- DEIROS 038.836.549-81 980.012881/08-34 VERGÍLIO CONCETTA SECRETARIA DO TESOURO NACIONAL PORTARIA Nº 2, DE 2 DE JANEIRO DE 09 O SECRETÁRIO ADJUNTO DO TESOURO NACIONAL, no uso d competênci que lhe confere Portri STN nº 143, de 12 de mrço de 04, tendo em vist o disposto n Portri MF nº 183, de de julho de 03, e em conformidde com o rt. 7º d Lei nº.260, de 12 de julho de 01, e com o Decreto nº 3.859, de 4 de julho de 01, resolve: Art. Autorizr emissão de 22.889.3 (vinte e dois milhões, oitocentos e oitent e nove mil, trezentos e vinte) Certificdos Finnceiros do Tesouro, Série E, Sub-série 1 - CFT-E1, no vlor de R$ 51.270.337, (cinqüent e um milhões, duzentos e setent mil, trezentos e trint e sete reis e vinte e um centvos), serem colocdos em fvor do Fundo de Finncimento o Estudnte do Ensino Superior - FIES, observds s seguintes condições: I - dt de emissão: de jneiro de 08; II - dt-bse: de julho de 00; III - dt de vencimento: de jneiro de 38; IV - form de colocção: diret, em fvor do interessdo; V - modlidde: nomintiv; VI - vlor nominl n dt-bse: R$ 1,00; VII - vlor nominl em de jneiro de 09: R$ 2,239924; VIII - tx de juros: não há; IX - tulizção do vlor nominl: menslmente, pel vrição do Índice Gerl de Preços - Mercdo - IGP-M do mês nterior, divulgdo pel Fundção Getúlio Vrgs - FGV; X - resgte do principl: em prcel únic, n dt do seu vencimento, sem prejuízo de resgte ntecipdo. Art. 2º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. PAULO FONTOURA VALLE COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS SUPERINTENDÊNCIA DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES INSTITUCIONAIS ATO DECLARATÓRIO Nº.2, DE 14 DE JANEIRO DE 09 O de Relções com Investidores Institucionis d Comissão de Vlores Mobiliários, no uso d competênci que lhe foi delegd pel Deliberção CVM nº 158, de /07/93, utoriz o Sr. GUSTAVO VIEIRA DE CASTRO, C.P.F. nº 012.134.357-06, prestr os serviços de Administrdor de Crteir de Vlores Mobiliários previstos n Instrução CVM nº 306, de 05 de mio de 1999. CARLOS ALBERTO REBELLO SOBRINHO ATO DECLARATÓRIO Nº.222, DE 14 DE JANEIRO DE 09 O de Relções com Investidores Institucionis d Comissão de Vlores Mobiliários, no uso d competênci que lhe foi delegd pel Deliberção CVM nº 158, de /07/93, cncel pedido utorizção concedid (s) pesso(s) físic(s) relciond(s) bixo prestr o serviço de Anlist de Vlores Mobiliários previsto n Instrução CVM nº 388, 30 de bril de 03: ANA PAULA DANTAS FERREIRA DA ROCHA - C.P.F. nº 3.071.018-00 CARLOS ALBERTO REBELLO SOBRINHO ATO DECLARATÓRIO Nº.223, DE 14 DE JANEIRO DE 09 O de Relções com Investidores Institucionis d Comissão de Vlores Mobiliários, no uso d competênci que lhe foi delegd pel Deliberção CVM nº 158, de /07/93, cncel pedido utorizção concedid (s) pesso(s) físic(s) relciond(s) bixo prestr o serviço de Anlist de Vlores Mobiliários previsto n Instrução CVM nº 388, 30 de bril de 03: MARIA DE FÁTIMA CAVALCANTE PINHEIRO - C.P.F. nº 2.181.303-68 CARLOS ALBERTO REBELLO SOBRINHO ATO DECLARATÓRIO Nº.224, DE 14 DE JANEIRO DE 09 O de Relções com Investidores Institucionis d Comissão de Vlores Mobiliários, no uso d competênci que lhe foi delegd pel Deliberção CVM nº 158, de /07/93, cncel pedido utorizção concedid (s) pesso(s) físic(s) relciond(s) bixo prestr o serviço de Anlist de Vlores Mobiliários previsto n Instrução CVM nº 388, 30 de bril de 03: RICARDO RAVACHE - C.P.F. nº 056.863.788-78 CARLOS ALBERTO REBELLO SOBRINHO ATO DECLARATÓRIO Nº.225, DE 14 DE JANEIRO DE 09 O de Relções com Investidores Institucionis d Comissão de Vlores Mobiliários, no uso d competênci que lhe foi delegd pel Deliberção CVM nº 158, de /07/93, utoriz (s) pesso(s) físic(s) relciond(s) bixo prestr o serviço de Anlist de Vlores Mobiliários previsto n Instrução CVM nº 388, de 30 de bril de 03: ANDRE PARIZE MORAES - C.P.F. nº 247.850.808-76, CAIO NAPOLI GALVÃO - C.P.F. nº 224.468.298-64, CAIO RUBENS LYRA FARME D'AMOED - C.P.F. nº 098.5.157-07, CAROLINE CANAPINI DALAGO - C.P.F. nº 005.897.399-05, EDUARDO GARBELINI HORTA - C.P.F. nº 334.057.628-98, FABIO ZACHARIAS BEVILAQUA - C.P.F. nº 332.099.948-62, GUSTAVO BAHIA GAMA SECHIN - C.P.F. nº 085.073.477-03, HUGO CESAR SMOCKING ROSA - C.P.F. nº 2.290.998-75, JOÃO RICARDO ARRUDA FERREIRA SANTOS - C.P.F. nº 347.159.538-46, LAURA LYRA SCHUCH - C.P.F. nº 026.089.937-29, LUCIANA DORIA WILSON - C.P.F. nº 268.475.448-99, MARCELO GARALDI MOTTA - C.P.F. nº 345.174.948-37 e MARCELO VERSIANI GONÇALVES - C.P.F. nº 053.282.376-17.. CARLOS ALBERTO REBELLO SOBRINHO Ministério d Justiç GABINETE DO MINISTRO DECISÃO Nº 1, DE 13 DE JANEIRO DE 09 Autos do processo dministrtivo n. 08000.0373/08-83 - Interessdo: CESARE BATTISTI. Recurso interposto em fce de decisão do CONARE, que negou o recorrente refúgio no Brsil. 1. Com fundmento no rt. 1, inc. I d Lei 9.474 de 22 de julho de 1997, conheço do recurso interposto em fce d decisão do CONARE pr, no mérito, dr-lhe provimento, reconhecendo condição de refugido Cesre Bttisti, considerndo existênci de funddo temor de perseguição. TARSO GENRO Ministro PORTARIAS DE 14 DE JANEIRO DE 09 O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pelo Plenário d Comissão de Anisti, n 146ª Sessão, relizd no di 24 de setembro de 08, no Requerimento de Anisti nº 02.01.06260, resolve: Nº - Indeferir o Recurso interposto por MARCIO JORGE JACY MONTEIRO portdor do CPF nº 262.768.607-00. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pelo Plenário d Comissão de Anisti, n 126ª Sessão, relizd no di 28 de gosto de 08, no Requerimento de Anisti nº 06.01.53971, resolve: Nº - Indeferir o Recurso interposto por AILTON MANTOVANI portdor do CPF nº 686.978.568-68. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pelo Plenário d Comissão de Anisti, n 177ª Sessão, relizd no di 05 de novembro de 08, no Requerimento de Anisti nº 01.01.05569, resolve: Nº 22 - Indeferir o Recurso interposto por WILY RAINOLDO SPRINGER portdor do CPF nº 034.381.1-00. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pelo Plenário d Comissão de Anisti, n 146ª Sessão, relizd no di 24 de setembro de 08, no Requerimento de Anisti nº 02.01.08990, resolve: Nº 23 - Indeferir o Recurso interposto por OSWALDO DOMINGUES DA SILVA portdor do CPF nº 017.765.688-34.
36 ISSN 1677-7042 1 Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pelo Plenário d Comissão de Anisti, n 146ª Sessão, relizd no di 24 de setembro de 08, no Requerimento de Anisti nº 07.01.59907, resolve: Nº 24 - Indeferir o Recurso interposto por NILSON PORFIRIO DE SOUSA portdor do CPF nº 624.903.461-72. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pelo Plenário d Comissão de Anisti, n 146ª Sessão, relizd no di 24 de setembro de 08, no Requerimento de Anisti nº 07.01.59924, resolve: Nº 25 - Indeferir o Recurso interposto por MERIDIANO PORFIRIO DE SOUZA portdor do CPF nº 029.7.971-07. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pelo Plenário d Comissão de Anisti, n 177ª Sessão relizd no di 05 de novembro de 08, no Requerimento de Anisti nº 02.01.06469, resolve: Nº 26 - Indeferir o Recurso interposto por MARIA JACINTHA SAUERBRONN DE MELLO portdor do CPF nº 094.178.857-15, declrndo- nistid polític, e negndo reprção econômic, conforme decisão proferid pel Comissão de Anisti n 61ª Sessão relizd no di 22 de gosto de 07, nos termos do rtigo, inciso I, d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pelo Plenário d Comissão de Anisti, n 146ª Sessão relizd no di 24 de setembro de 08, no Requerimento de Anisti n.º 06.01.52585, resolve: Nº 27 - Dr provimento o recurso interposto por NAIR AVILA portdor do CPF nº 557.636.427-91, rtificr condição de nistido político "post mortem" de TOGO MACHADO DE MIRANDA filho de ELIZIA DE MIRANDA AUGUSTA MACHADO, e indeferir os demis pedidos nos termos do rtigo, inciso I, d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pelo Plenário d Comissão de Anisti, n 146ª Sessão, relizd no di 24 de setembro de 08, no Requerimento de Anisti nº 07.01.59923, resolve: Nº 28 - Indeferir o Recurso interposto por IRACI DE SOUZA CU- NHA portdor do CPF nº 868.805.271-91. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pelo Plenário d Comissão de Anisti, n 146ª Sessão, relizd no di 24 de setembro de 08, no Requerimento de Anisti nº 07.01.59929, resolve: Nº 29 - Indeferir o Recurso interposto por GENTILA DE SOUZA portdor do CPF nº 027.369.391-. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pelo Plenário d Comissão de Anisti, n 155ª Sessão relizd no di 08 de outubro de 08, no Requerimento de Anisti nº 02.01.09149, resolve: Nº 30 - Indeferir o Recurso interposto por ELDONOR DE AL- MEIDA PIMENTEL portdor do CPF nº 004.848.901-82, rtificr condição de nistido político, conforme decisão proferid pel Comissão de Anisti n 43ª Sessão relizd no di 26 de julho de 07, nos termos do rtigo, inciso I e II, d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pelo Plenário d Comissão de Anisti, n 146ª Sessão, relizd no di 24 de setembro de 08, no Requerimento de Anisti nº 07.01.59914, resolve: Nº - Indeferir o Recurso interposto por CREUSA DE SOUZA DIAS portdor do CPF nº 659.861.1-87. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pelo Plenário d Comissão de Anisti, n 146ª Sessão, relizd no di 24 de setembro de 08, no Requerimento de Anisti nº 07.01.59912, resolve: Nº 32 - Indeferir o Recurso interposto por ALVINO DE SOUZA GIL portdor do CPF nº 307.961.301-59. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pelo Plenário d Comissão de Anisti, n 177ª Sessão relizd no di 05 de novembro de 08, no Requerimento de Anisti nº 02.01.13058, resolve: Nº 33 - Indeferir o Recurso interposto por ABELARDO SANTOS HORTA portdor do CPF nº 236.966.058-91, declrndo-o nistido político, conforme decisão proferid pel Comissão de Anisti n 32ª Sessão relizd no di 12 de julho de 07, nos termos do rtigo, inciso I, d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pelo Plenário d Comissão de Anisti n 87ª Sessão relizd no di de setembro de 07, no Requerimento de Anisti n 02.01.380, resolve: Nº 34 - Dr provimento o recurso interposto por JUAREZ AL- BERTO DE SOUZA MOREIRA portdor do CPF nº 060.995.057-68, nistido político, reconhecendo o direito o posto de Generl-de- Brigd com os proventos e s respectivs vntgens, concedendo-lhe reprção econômic, em prestção mensl, permnente e continud, no vlor de R$.885,06 (onze mil, oitocentos e oitent e cinco reis e seis centvos). Os efeitos finnceiros retrotivos somente incidirão sobre diferenç dos proventos concedidos e os que o nistido já percebe no vlor de R$.706,96 (dez mil, setecentos e seis reis e novent e seis centvos), o que perfz diferenç de R$ 1.178, (um mil, cento e setent e oito reis e dez centvos), com efeitos retrotivos d dt do julgmento em.09.07 05..1988, completndo 227 (duzentos e vinte e sete) meses e 15 (quinze) dis, totlizndo o vlor líquido de R$ 290.303,48 (duzentos e novent mil, trezentos e três reis e qurent e oito centvos), e conceder cesso todos os benefícios indiretos mntidos pelo Exército Brsileiro, em conformidde com o rt. 14 d suprcitd lei, nos termos do rtigo 1, incisos I e II, Prágrfo Único d Lei nº.559 de 13 de novembro de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pelo Plenário d Comissão de Anisti, n 146ª Sessão relizd no di 24 de setembro de 08, no Requerimento de Anisti n.º 03.01.15369, resolve: Nº 35 - Dr provimento o recurso interposto por OZEAS DUARTE DE OLIVEIRA portdor do CPF nº 000.536.348-96, declrndo-o nistido político, e conceder-lhe reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção mensl, permnente e continud, no vlor de R$ 3.169,34 (três mil, cento e sessent e nove reis e trint e qutro centvos), com efeitos retrotivos prtir de 04.12.1997 té dt do julgmento em 24.09.08, perfzendo um totl retrotivo de R$ 445.292,27 (qutrocentos e qurent e cinco mil, duzentos e novent e dois reis e vinte e sete centvos), contgem do tempo, pr todos os efeitos, do período compreendido entre..1966 e 04.07.1976, e isenção do Imposto de Rend nos termos do rtigo, incisos I, II e III, e rtigo 9º d Lei nº.559, de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 52ª Sessão relizd no di 14 de mio de 08, no Requerimento de Anisti nº 05.01.540, resolve: Nº 36 - Indeferir o Requerimento de Anisti "post mortem", em fvor de GUTEMBERG COELHO TRAVESSA filho de FRANCISCA BE- ZERRA TRAVESSA, formuldo por NAIR PINTO TRAVESSA portdor do CPF nº 494.045.392-87. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 30ª Sessão relizd no di 09 de bril de 08 no Requerimento de Anisti nº 05.01.508, resolve: Nº 37 - Indeferir o Requerimento de Anisti formuldo por MIGUEL OLSZEWSKI portdor do CPF nº 250.1.889-72. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 54ª Sessão relizd no di 15 de mio de 08, no Requerimento de Anisti nº 03.01.34842, resolve: Nº 38 - Rtificr condição de nistido político "post mortem" de MANOEL PEDRO DE FONTES filho de TERTULIANA PEREIRA DE MORAIS, e indeferir os demis pedidos formuldos por MARIA EUNICE DE FONTES portdor do CPF nº 536.512.784-68, nos termos do rtigo, inciso I, d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 30ª Sessão relizd no di 09 de bril de 08 no Requerimento de Anisti nº 05.01.51998, resolve: Nº 39 - Indeferir o Requerimento de Anisti formuldo por ORELHO JOSE MOCELIN portdor do CPF nº 093.443.490-53. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 52ª Sessão relizd no di 14 de mio de 08, no Requerimento de Anisti nº 03.01.569, resolve: Nº 40 - Indeferir o Requerimento de Anisti formuldo por WAL- DEMIR BRASIL portdor do CPF nº 357.483.7-04. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 51ª Sessão relizd no di 14 de mio de 08, no Requerimento de Anisti nº 02.01.605, resolve: Nº 41 - Indeferir o Requerimento de Anisti formuldo por SUSANA DE CARVALHO VITORETI portdor do CPF nº 528.5.749-00. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 30ª Sessão relizd no di 09 de bril de 08 no Requerimento de Anisti nº 05.01.529, resolve: Nº 42 - Indeferir o Requerimento de Anisti formuldo por JOSE DALLA ROSA portdor do CPF nº 053.685.0-04. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pelo Plenário d Comissão de Anisti, n 6ª Sessão, relizd no di de gosto de 08, no Requerimento de Anisti nº 03.14.18905, resolve: Nº 43 - Indeferir o Recurso interposto por JOSÉ INÁCIO DINIZ portdor do CPF nº 047.124.552-68. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 25ª Sessão relizd no di 03 de bril de 08, no Requerimento de Anisti nº 01.03.092, resolve: Nº 44 - Declrr JOSÉ NOVAES portdor do CPF nº 054.149.7-, nistido político, e indeferir os demis pedidos nos termos do rtigo, inciso I, d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 55ª Sessão relizd no di 15 de mio de 08 no Requerimento de Anisti nº 03.01.26516, resolve: Nº 45 - Indeferir o Requerimento de Anisti formuldo por JOA- QUIM ALVES FERREIRA portdor do CPF nº 073.028.437-91. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 61ª Sessão relizd no di 29 de mio de 08, no Requerimento de Anisti nº 03.02.29225, resolve: Nº 46 - Indeferir o Requerimento de Anisti formuldo por LYDIO ALBINO portdor do CPF nº 301.353.8-44.
Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 1 37 ISSN 1677-7042 O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 25ª Sessão relizd no di 03 de bril de 08, no Requerimento de Anisti nº 01.03.068, resolve: Nº 47 - Declrr JANE QUINTANILHA NOBRE DE MELLO portdor do CPF nº 025.168.707-44, nistid polític, e indeferir os demis pedidos nos termos do rtigo, inciso I, d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 52ª Sessão relizd no di 14 de mio de 08 no Requerimento de Anisti nº 03.01.26622, resolve: Nº 48 - Indeferir o Requerimento de Anisti formuldo por AN- NIBAL ROGERIO portdor do CPF nº 173.829.637-72. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 26ª Sessão relizd no di 03 de bril de 08, no Requerimento de Anisti nº 01.03.056, resolve: Nº 49 - Rtificr condição de nistido político de MUNIS KES- TENBERG portdor do CPF nº 247.659.297-87, e indeferir os demis pedidos nos termos do rtigo, inciso I, d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 8ª Sessão relizd no di 06 de gosto de 08, no Requerimento de Anisti nº 03.01.28398, resolve: Nº 50 - Indeferir o Requerimento de Anisti formuldo por ZE- NOBIA DE CARVALHO VAZ portdor do CPF nº 122.058.855-53. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 89ª Sessão relizd no di de julho de 08, no Requerimento de Anisti nº 01.02.01897, resolve: Nº 51 - Indeferir o Requerimento de Anisti formuldo por SILVIO VICENTE DA SILVA portdor do CPF nº 054.1.8-57. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 8ª Sessão relizd no di 06 de gosto de 08, no Requerimento de Anisti nº 02.01.857, resolve: Nº 52 - Rtificr condição de nistido político de RENATO LEO- NARDO MARTINELLI portdor do CPF nº 014.186.978-00, e indeferir os demis pedidos nos termos do rtigo, inciso I, d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 14ª Sessão relizd no di 19 de mrço de 08, no Requerimento de Anisti nº 04.01.37915, resolve: EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL Nº 53 - Declrr PEDRO LOPES DE SÁ filho de VICENTINA SAVOIA DE SÁ, nistido político "post mortem", e indeferir os demis pedidos formuldos por IBERE LOPES DE SA portdor do CPF nº 615.192.868-72, nos termos do rtigo, inciso I, d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 7ª Sessão relizd no di 16 de fevereiro de 06, no Requerimento de Anisti nº 03.01.15913, resolve: Nº 54 - Indeferir o Requerimento de Anisti formuldo por OLIVIER CHRISTIANO DE SOUZA portdor do CPF nº 047.572.977-34. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 59ª Sessão relizd no di 29 de mio de 08, no Requerimento de Anisti nº 03.01.27178, resolve: Nº 55 - Indeferir o Requerimento de Anisti formuldo por MARIA LUISA PRIOLLI DOS SANTOS FONSECA portdor do CPF nº 9.609.767-53. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 89ª Sessão relizd no di de julho de 08, no Requerimento de Anisti nº 01.01.00181, resolve: Nº 56 - Indeferir o Requerimento de Anisti "post mortem", em fvor de JOSE VALENÇA MARINHO filho de JULIETA VALENÇA MA- RINHO, formuldo por ARACY VILLAR PIRES portdor do CPF nº 030.345.257-96. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 57ª Sessão relizd no di 26 de junho de 06, no Requerimento de Anisti nº 02.01.07724, resolve: Nº 57 - Indeferir o Requerimento de Anisti formuldo por EVAN- DRO DE CARVALHO RABELLO portdor do CPF nº 014.304.834-15. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 7ª Sessão relizd no di 16 de fevereiro de 06, no Requerimento de Anisti nº 03.01.15930, resolve: Nº 58 - Indeferir o Requerimento de Anisti formuldo por DIRA DIAS portdor do CPF nº 027.564.7-00. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 19ª Sessão relizd no di 27 de mrço de 08, no Requerimento de Anisti nº 02.01.605, resolve: Nº 59 - Indeferir o Requerimento de Anisti formuldo por DALTON CLEOFAS SAMPAIO GUEIROS portdor do CPF nº 092.622.7-87. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 55ª Sessão relizd no di 15 de mio de 08 no Requerimento de Anisti nº 03.01.29286, resolve: Nº 60 - Indeferir o Requerimento de Anisti formuldo por GILNEI TORREÃO DE MELO portdor do CPF nº 045.892.4-82. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 52ª Sessão relizd no di 14 de mio de 08, no Requerimento de Anisti nº 03.01.27648, resolve: Nº 61 - Indeferir o Requerimento de Anisti formuldo por FRAN- CISCO OLIVEIRA DE QUEIROZ portdor do CPF nº 023.065.224-72. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 50ª Sessão relizd no di 14 de mio de 08, no Requerimento de Anisti nº 02.01.13781, resolve: Nº 62 - Indeferir o Requerimento de Anisti formuldo por EDSON HANG portdor do CPF nº 225.477.977-04. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 30ª Sessão relizd no di 09 de bril de 08, no Requerimento de Anisti nº 06.01.539, resolve: Nº 63 - Indeferir o Requerimento de Anisti formuldo por DOU- RALINO PETRONILIO SOBRINHO portdor do CPF nº 249.965.809-68. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 22ª Sessão relizd no di 02 de bril de 08, no Requerimento de Anisti nº 01.03.027, resolve: Nº 64 - Declrr ARY LISBÔA DE ARAÚJO portdor do CPF nº 289.827.707-04, nistid polític, e indeferir os demis pedidos nos termos do rtigo, inciso I, d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 127º Sessão Especil relizd no di 29 de gosto de 08, no Requerimento de Anisti nº 04.01.48596, resolve: Nº 65 - Declrr ISMAEL ANTONIO DE SOUZA portdor do CPF nº 023.627.638-70, nistido político, concedendo-lhe reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção mensl, permnente e continud, correspondente o crgo de corretor de imóveis, no vlor de R$ 3.015,00 (três mil, quinze reis), com efeitos retrotivos d dt do julgmento em 29.08.08 25..1999, perfzendo um totl retrotivo de R$ 343.358,25 (trezentos e qurent e três mil, trezentos e cinqüent e oito reis e vinte e cinco centvos), e contgem do tempo, pr todos os efeitos, do período compreendido entre 25.01.1968 e 28.08.1979, nos termos do rtigo, incisos I, II e III d Lei nº.559, de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 154ª Sessão relizd no di 02 de outubro de 08, no Requerimento de Anisti nº 03.01.284, resolve: Nº 66 - Declrr FABIO DE ANDRADE portdor do CPF nº 036.800.418-02, nistido político, concedendo-lhe reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção mensl, permnente e continud, correspondente o crgo de Anlist de Sistems Junior, no vlor de R$ 3.765,00 (três mil, setecentos e sessent e cinco reis), com efeitos retrotivos d dt do julgmento em 02..08 26.08.1998, perfzendo um totl retrotivo de R$ 494.281,75 (qutrocentos e novent e qutro mil, duzentos e oitent e um reis e setent e cinco centvos), e contgem do tempo, pr todos os efeitos, do período compreendido entre 30.12.1987 e 01.03.1988, nos termos do rtigo, incisos I, II e III d Lei nº.559, de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 26ª Sessão relizd no di 03 de bril de 08, no Requerimento de Anisti nº 01.03.037, resolve: Nº 67 - Rtificr condição de nistido político de ALOYSIO GONÇALVES DA COSTA portdor do CPF nº 063.905.874-49, e indeferir os demis pedidos nos termos do rtigo, inciso I, d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei n.º.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 153ª Sessão relizd no di 02 de outubro de 08, no Requerimento de Anisti n.º 03.01.34922, resolve: Nº 68 - Declrr NILSON SIQUEIRA filho de MARIA VIEIRA SIQUEIRA, nistido político "post mortem", sendo que reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção mensl, permnente e continud, cberá à MARIA CLARA DE OLIVEIRA SI- QUEIRA portdor do CPF nº 739.0.8-, no vlor de R$ 1.146,00 (um mil, cento e qurent e seis reis), com efeitos retrotivos prtir de 17..1998 té dt do julgmento em 02..08, perfzendo um totl retrotivo de R$ 147.070,00 (cento e qurent e sete mil e setent reis), contgem do tempo, pr todos os efeitos, contr-se-á de 29.04.1985 02.04.1987, nos termos do rtigo, incisos I, II e III d Lei n.º.559, de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 153ª Sessão relizd no di 02 de outubro de 08, no Requerimento de Anisti nº 03.01.33333, resolve: Nº 69 - Declrr JOSE TEIXEIRA CHAGAS portdor do CPF nº 604.892.278-72, nistido político, concedendo-lhe reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção mensl, permnente e continud, no vlor de R$ 1.2,00 (um mil, duzentos e doze reis), com efeitos retrotivos d dt do julgmento em 02..08 28..1998, perfzendo um totl retrotivo de R$ 156.408,60 (cento e cinqüent e seis mil, qutrocentos e oito reis e sessent centvos), e contgem do tempo, pr todos os efeitos, do período compreendido entre 29.04.1985 e 05..1988, nos termos do rtigo, incisos I, II e III d Lei nº.559, de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 154ª Sessão relizd no di 02 de outubro de 08, no Requerimento de Anisti nº 04.01.445, resolve: Nº 70 - Declrr NELSON EDMUNDO SARPI portdor do CPF nº 005.089.878-73, nistido político, concedendo-lhe reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção mensl, permnente e continud, no vlor de R$ 3.765,00 (três mil, setecentos e sessent e cinco reis), com efeitos retrotivos d dt do julgmento em
38 ISSN 1677-7042 1 Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 02..08.06.1999, perfzendo um totl retrotivo de R$ 454.1,75 (qutrocentos e cinqüent e qutro mil, cento e vinte e um reis e setent e cinco centvos), e contgem do tempo, pr todos os efeitos, do período compreendido entre 30.12.1987 e 25.01.1988, nos termos do rtigo, incisos I, II e III d Lei nº.559, de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 89ª Sessão relizd no di de julho de 08, no Requerimento de Anisti nº 03.01.301, resolve: Nº 71 - Declrr IVAN DA SILVA CANAVARRO portdor do CPF nº 330.535.457-72, nistido político, concedendo-lhe reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção mensl, permnente e continud, no vlor de R$ 1.008,00 (um mil e oito reis), com efeitos retrotivos d dt do julgmento em.07.08 25.09.1998, perfzendo um totl retrotivo de R$ 128.268,00 (cento e vinte e oito mil, duzentos e sessent e oito reis), nos termos do rtigo, incisos I e II d Lei nº.559, de 02. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 153ª Sessão, relizd no di 02 de outubro de 08, no Requerimento de Anisti nº 03.02.289, resolve: Nº 72 - Declrr ALFREDO PEREIRA DE BRITO portdor do CPF nº 094.6.818-15, nistido político, concedendo-lhe reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção mensl, permnente e continud, no vlor de R$ 3.332,00 (três mil, trezentos e trint e dois reis), com efeitos retrotivos d dt do julgmento em 02..08 05..1988, perfzendo um totl retrotivo de R$ 865.986,80 (oitocentos e sessent e cinco mil, novecentos e oitent e seis reis e oitent centvos), e contgem do tempo, pr todos os efeitos, do período compreendido entre 25.04.1985 e 05..1988, nos termos do rtigo, incisos I, II e III d Lei nº.559, de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 153ª Sessão relizd no di 02 de outubro de 08, no Requerimento de Anisti nº 04.01.44635, resolve: Nº 73 - Declrr ELISEU DOMINGUES PEREIRA portdor do CPF nº 739.280.628-91, nistido político, concedendo-lhe reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção mensl, permnente e continud, no vlor de R$ 3.332,00 (três mil, trezentos e trint e dois reis), com efeitos retrotivos d dt do julgmento em 02..08 28.06.1999, perfzendo um totl retrotivo de R$ 401.7,27 (qutrocentos e um mil, cento e dezessete reis e vinte e sete centvos), e contgem do tempo, pr todos os efeitos, do período compreendido entre 29.04.1985 e 05..1988, nos termos do rtigo, incisos I, II e III d Lei nº.559, de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 153ª Sessão relizd no di 02 de outubro de 08, no Requerimento de Anisti nº 02.01.6, resolve: Nº 74 - Declrr IVAN TREVISAN portdor do CPF nº 867.088.308-25, nistido político, concedendo-lhe reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção mensl, permnente e continud, no vlor de R$ 2.193,00 (dois mil, cento e novent e três reis), com efeitos retrotivos d dt do julgmento em 02..08 24.07.1997, perfzendo um totl retrotivo de R$ 8.935,30 (trezentos e dezoito mil, novecentos e trint e cinco reis e trint centvos), e contgem do tempo, pr todos os efeitos, do período compreendido entre 29.04.1985 e 05..1988, nos termos do rtigo, incisos I, II e III d Lei nº.559, de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 143ª Sessão relizd no di 18 de setembro de 08, no Requerimento de Anisti n.º 03.02.28295, resolve: Nº 75 - Declrr GUILHERME CALDEIRA filho de ANGÉLICA OLINDA DE SOUZA, nistido político "post mortem", sendo que reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção mensl, permnente e continud, cberá à MARIA INOCENCIA SOARES portdor do CPF nº 024.735.396-50, no vlor de R$ 1.5,00 (um mil, duzentos e quinze reis), com efeitos retrotivos prtir de 05..1988 té dt do julgmento em 18.09.08, perfzendo um totl retrotivo de R$ 5.0,25 (trezentos e quinze mil, cento e dez reis e vinte e cinco centvos), e isenção do Imposto de Rend nos termos do rtigo, incisos I e II e rtigo 9º d Lei nº.559, de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 175ª Sessão relizd no di 30 de outubro de 08, no Requerimento de Anisti nº 03.01.24806, resolve: N o 76 - Declrr JOSE VENTURA DE OLIVEIRA portdor do CPF nº 303.376.747-87, nistido político, concedendo-lhe reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção mensl, permnente e continud, no vlor de R$ 1.798,00 (um mil, setecentos e novent e oito reis), com efeitos retrotivos d dt do julgmento em 30..08 14.05.1998, perfzendo um totl retrotivo de R$ 244.587,93 (duzentos e qurent e qutro mil, quinhentos e oitent e sete reis e novent e três centvos), e contgem do tempo, pr todos os efeitos, do período compreendido entre 12.01.1971 e.05.1978, nos termos do rtigo, incisos I, II e III d Lei nº.559, de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 154ª Sessão relizd no di 02 de outubro de 08, no Requerimento de Anisti nº 04.01.39297, resolve: N o 77 - Declrr JOSE ROBERTO NUNES GAMBERO portdor do CPF nº 033.712.268-75, nistido político, concedendo-lhe reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção mensl, permnente e continud, no vlor de R$ 2.360,00 (dois mil, trezentos e sessent reis), com efeitos retrotivos d dt do julgmento em 02..08.01.1999, perfzendo um totl retrotivo de R$ 297.517,33 (duzentos e novent e sete mil, quinhentos e dezessete reis e trint e três centvos), e contgem do tempo, pr todos os efeitos, do período compreendido entre 30.12.1987 e 28.02.1988, nos termos do rtigo, incisos I, II e III d Lei nº.559, de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 153ª Sessão relizd no di 02 de outubro de 08, no Requerimento de Anisti nº 01.02.00571, resolve: N o 78 - Declrr ANTÔNIO DE FÁTIMA BORGES portdor do CPF nº 976.461.058-72, nistido político, concedendo-lhe reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção mensl, permnente e continud, no vlor de R$ 2.193,00 (dois mil, cento e novent e três reis), com efeitos retrotivos d dt do julgmento em 02..08 13.01.1993, perfzendo um totl retrotivo de R$ 448.2,65 (qutrocentos e qurent e oito mil, duzentos e doze reis e sessent e cinco centvos), e contgem do tempo, pr todos os efeitos, do período compreendido entre 25.04.1985 e 05..1988, nos termos do rtigo, incisos I, II e III d Lei nº.559, de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 153ª Sessão relizd no di 02 de outubro de 08, no Requerimento de Anisti nº 03.01.33582, resolve: N o 79 - Declrr EDILBERTO JOSÉ ROMANCINI portdor do CPF nº 581.485.8-, nistido político, concedendo-lhe reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção mensl, permnente e continud, no vlor de R$ 3.332,00 (três mil, trezentos e trint e dois reis), com efeitos retrotivos d dt do julgmento em 02..08..1998, perfzendo um totl retrotivo de R$ 429.661,40 (qutrocentos e vinte e nove mil, seiscentos e sessent e um reis e qurent centvos), e contgem do tempo, pr todos os efeitos, do período compreendido entre 25.04.1985 e 05..1988, nos termos do rtigo, incisos I, II e III d Lei nº.559, de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 153ª Sessão relizd no di 02 de outubro de 08, no Requerimento de Anisti nº 02.01.128, resolve: N o 80 - Declrr CÉLIO CUSTODIO DE SIQUEIRA portdor do CPF nº 547.785.148-15, nistido político, concedendo-lhe reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção mensl, permnente e continud, no vlor de R$ 1.708,00 (um mil, setecentos e oito reis), com efeitos retrotivos d dt do julgmento em 02..08 24.07.1997, perfzendo um totl retrotivo de R$ 248.400,13 (duzentos e qurent e oito mil, qutrocentos reis e treze centvos), e contgem do tempo, pr todos os efeitos, do período compreendido entre 29.04.1985 e 12..1985, nos termos do rtigo, incisos I, II e III d Lei nº.559, de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 153ª Sessão relizd no di 02 de outubro de 08, no Requerimento de Anisti nº 04.01.40575, resolve: N o 81 - Declrr FRANCISCO CARLOS PILACIAUSKAS portdor do CPF nº 0.260.398-02, nistido político, concedendo-lhe reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção mensl, permnente e continud, no vlor de R$ 3.332,00 (três mil, trezentos e trint e dois reis), com efeitos retrotivos d dt do julgmento em 02..08 03.03.1999, perfzendo um totl retrotivo de R$ 415.000,60 (qutrocentos e quinze mil e sessent centvos), e contgem do tempo, pr todos os efeitos, do período compreendido entre 25.04.1985 e 02.07.1987, nos termos do rtigo, incisos I, II e III d Lei nº.559, de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 153ª Sessão relizd no di 02 de outubro de 08, no Requerimento de Anisti nº 03.01.33589, resolve: N o 82 - Declrr LUPERCIO RODRIGUES DE MORAES portdor do CPF nº 738.719.588-91, nistido político, concedendo-lhe reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção mensl, permnente e continud, no vlor de R$ 1.137,00 (um mil, cento e trint e sete reis), com efeitos retrotivos d dt do julgmento em 02..08..1998, perfzendo um totl retrotivo de R$ 146.616,15 (cento e qurent e seis mil, seiscentos e dezesseis reis e quinze centvos), e contgem do tempo, pr todos os efeitos, do período compreendido entre 29.04.1985 e 01.08.1985, nos termos do rtigo, incisos I, II e III d Lei nº.559, de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 153ª Sessão relizd no di 02 de outubro de 08, no Requerimento de Anisti nº 01.02.00647, resolve: N o 83 - Declrr MARCOS ANTONIO PEREIRA DE CASTRO portdor do CPF nº 269.0.968-49, nistido político, concedendolhe reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção mensl, permnente e continud, no vlor de R$ 3.332,00 (três mil, trezentos e trint e dois reis), com efeitos retrotivos d dt do julgmento em 02..08 13.01.1993, perfzendo um totl retrotivo de R$ 681.005,27 (seiscentos e oitent e um mil, cinco reis e vinte e sete centvos), e contgem do tempo, pr todos os efeitos, do período compreendido entre 25.04.1985 e 05..1988, nos termos do rtigo, incisos I, II e III d Lei nº.559, de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 47ª Sessão relizd no di 07 de mio de 08, no Requerimento de Anisti nº 04.01.39294, resolve: N o 84 - Declrr IRAPUAN FERNANDES ROCHA portdor do CPF nº 071.095.984-, nistido político, concedendo-lhe reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção mensl, permnente e continud, no vlor de R$ 3.444,52 (três mil, qutrocentos e qurent e qutro reis e cinqüent e dois centvos), com efeitos retrotivos d dt do julgmento em 07.05.08.01.1999, perfzendo um totl retrotivo de R$ 416.442,47 (qutrocentos e dezesseis mil, qutrocentos e qurent e dois reis e qurent e sete centvos), e contgem do tempo, pr todos os efeitos, do período compreendido entre 16.09.1969 e 28.08.1979, nos termos do rtigo, incisos I, II e III d Lei nº.559, de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 153ª Sessão relizd no di 02 de outubro de 08, no Requerimento de Anisti nº 03.01.33579, resolve: N o 85 - Declrr GERALDO RIBEIRO DE DEUS portdor do CPF nº 025.545.156-38, nistido político, concedendo-lhe reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção mensl, permnente e continud, no vlor de R$ 1.680,00 (um mil, seiscentos e oitent reis), com efeitos retrotivos d dt do julgmento em 02..08..1998, perfzendo um totl retrotivo de R$ 6.636,00 (duzentos e dezesseis mil, seiscentos e trint e seis reis), e contgem do tempo, pr todos os efeitos, do período compreendido entre.05.1985 e 01.08.1988, nos termos do rtigo, incisos I, II e III d Lei nº.559, de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 129ª Sessão relizd no di 03 de setembro de 08, no Requerimento de Anisti nº 04.01.37819, resolve: N o 86 - Declrr MANOEL OCTAVIANO DA FONSECA portdor do CPF nº 3.989.066-, nistido político, concedendo-lhe reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção mensl, permnente e continud, no vlor de R$ 1.922,00 (um mil, novecentos e vinte e dois reis), com efeitos retrotivos d dt do julgmento em 03.09.08 13.01.1999, perfzendo um totl retrotivo de R$ 240.954,73 (duzentos e qurent mil, novecentos e cinqüent e qutro reis e setent e três centvos), e contgem do tempo, pr todos os efeitos, do período compreendido entre 30.06.1967 e 22..1994, nos termos do rtigo, incisos I, II e III d Lei nº.559, de 02.
Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 1 39 ISSN 1677-7042 O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 143ª Sessão relizd no di 18 de setembro de 08, no Requerimento de Anisti n.º 01.02.00943, resolve: N o 87 - Declrr JOSE RAMOS filho de IZALTINA MARTINS DA SILVA, nistido político "post mortem", sendo que reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção mensl, permnente e continud, cberá à MARIA DA CONCEIÇAO RAMOS portdor do CPF nº 360.067.006-97, no vlor de R$ 1.044,00 (um mil, qurent e qutro reis ), com efeitos retrotivos prtir de.08.1990 té dt do julgmento em 18.09.08, perfzendo um totl retrotivo de R$ 245.009,40 (duzentos e qurent e cinco mil, nove reis e qurent centvos), e isenção do Imposto de Rend nos termos do rtigo, incisos I e II e rtigo 9º d Lei nº.559, de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 128ª Sessão relizd no di 03 de setembro de 08, no Requerimento de Anisti nº 03.02.19180, resolve: N o 88 - Rtificr condição de nistido político de JOSÉ EDUAR- DO DA SILVA MOLINA portdor do CPF nº 0.7.718-98, concedendo-lhe reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção mensl, permnente e continud, no vlor de R$ 2.764,47 (dois mil, setecentos e sessent e qutro reis e qurent e sete centvos), com efeitos retrotivos d dt do julgmento em 03.09.08 04.12.1997, perfzendo um totl retrotivo de R$ 386.334,68 (trezentos e oitent e seis mil, trezentos e trint e qutro reis e sessent e oito centvos), contgem do tempo, pr todos os efeitos, do período compreendido entre..1983 e 01.06.1985, e isenção do Imposto de Rend nos termos do rtigo, incisos I, II e III, e rtigo 9º d Lei nº.559, de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 44ª Sessão relizd no di 30 de bril de 08, no Requerimento de Anisti nº 01.02.00802, resolve: N o 89 - Declrr JOÃO BELMIRO DE ARAUJO DUARTE portdor do CPF nº 028.775.248-84, nistido político, concedendo-lhe reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção mensl, permnente e continud, correspondente o crgo Montdor de Autos, conforme informdo pelo Dt Folh, no vlor de R$ 1.680,00 (um mil, seiscentos e oitent reis), com efeitos retrotivos d dt do julgmento em 30.04.08.07.1993, perfzendo um totl retrotivo de R$ 322.644,00 (trezentos e vinte e dois mil, seiscentos e qurent e qutro reis), contgem do tempo, pr todos os efeitos, do período compreendido entre.03.1971 e 13.12.1979, e isenção do Imposto de Rend nos termos do rtigo, incisos I, II e III, e rtigo 9º d Lei nº.559, de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 153ª Sessão relizd no di 02 de outubro de 08, no Requerimento de Anisti nº 03.01.33584, resolve: N o 90 - Declrr ONOFRE NOGUEIRA DE OLIVEIRA portdor do CPF nº 977.900.958-, nistido político, concedendo-lhe reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção mensl, permnente e continud, no vlor de R$ 1.767,00 (um mil, setecentos e sessent e sete reis), com efeitos retrotivos d dt do julgmento em 02..08..1998, perfzendo um totl retrotivo de R$ 227.854,65 (duzentos e vinte e sete mil, oitocentos e cinqüent e qutro reis e sessent e cinco centvos), e contgem do tempo, pr todos os efeitos, do período compreendido entre 29.04.1985 e 05..1988, nos termos do rtigo, incisos I, II e III d Lei nº.559, de 02. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 154ª Sessão relizd no di 02 de outubro de 08, no Requerimento de Anisti nº 04.01.44545, resolve: N o 91 - Declrr RENATO DE JESUS portdor do CPF nº 971.0.688-68, nistido político, concedendo-lhe reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção mensl, permnente e continud, no vlor de R$ 1.986,00 (um mil, novecentos e oitent e seis reis), com efeitos retrotivos d dt do julgmento em 02..08 22.06.1999, perfzendo um totl retrotivo de R$ 239.478,50 (duzentos e trint e nove mil, qutrocentos e setent e oito reis e cinqüent centvos), e contgem do tempo, pr todos os efeitos, do período compreendido entre 04.01.1988 e 01.06.1989, nos termos do rtigo, incisos I, II e III d Lei nº.559, de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 154ª Sessão relizd no di 02 de outubro de 08, no Requerimento de Anisti nº 08.01.60942, resolve: N o 92 - Declrr SERGIO LUIS PINTO portdor do CPF nº 334.462.701-59, nistido político, concedendo-lhe reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção mensl, permnente e continud, no vlor de R$ 3.328,00 (três mil, trezentos e vinte e oito reis), com efeitos retrotivos d dt do julgmento em 02..08 07.04.03, perfzendo um totl retrotivo de R$ 237.397,33 (duzentos e trint e sete mil, trezentos e novent e sete reis e trint e três centvos), e contgem do tempo, pr todos os efeitos, do período compreendido entre 30.12.1987 e.02.1988, nos termos do rtigo, incisos I, II e III d Lei nº.559, de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 128ª Sessão relizd no di 03 de setembro de 08, no Requerimento de Anisti nº 03.02.243, resolve: N o 93 - Declrr WASHINGTON LUIZ MOURA LIMA portdor do CPF nº 032.625.598-22, nistido político, concedendo-lhe reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção mensl, permnente e continud, no vlor de R$ 1.926,06 (um mil, novecentos e vinte e seis reis e seis centvos), com efeitos retrotivos d dt do julgmento em 03.09.08 08.05.1998, perfzendo um totl retrotivo de R$ 258.477,25 (duzentos e cinqüent e oito mil, qutrocentos e setent e sete reis e vinte e cinco centvos), contgem do tempo, pr todos os efeitos, do período compreendido entre 26..1984 e 01.04.1985, e isenção do Imposto de Rend nos termos do rtigo, incisos I, II e III, e rtigo 9º d Lei nº.559, de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 132ª Sessão relizd no di 04 de setembro de 08, no Requerimento de Anisti nº 05.01.51879, resolve: N o 94 - Declrr RODOLPHO CARNEIRO DE FREITAS filho de ALEXANDRINA CARNEIRO DE FREITAS, nistido político "post mortem", concedendo em fvor de CARMELITA OLIVEIRA DE FREITAS portdor do CPF nº 638.696.247-87, reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção únic, no vlor correspondente 30 (trint) slários mínimos, equivlente nest dt R$ 12.450,00 (doze mil, qutrocentos e cinqüent reis), nos termos do rtigo, incisos I e II c/c rtigo 4º,, d Lei n.º.559, de 13 de novembro de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 129ª Sessão relizd no di 03 de setembro de 08, no Requerimento de Anisti nº 03.02.25308, resolve: N o 95 - Rtificr condição de nistid polític de AKIKO SAN- TOS portdor do CPF nº 244.709.701-82, concedendo-lhe reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção mensl, permnente e continud, no vlor de R$ 3.566,44 (três mil, quinhentos e sessent e seis reis e qurent e qutro centvos), com efeitos retrotivos d dt do julgmento em 03.09.08 05..1988, perfzendo um totl retrotivo de R$ 923.291,88 (novecentos e vinte e três mil, duzentos e novent e um reis e oitent e oito centvos), e contgem do tempo, pr todos os efeitos, do período compreendido entre 01.04.1971 e 01.12.1979, nos termos do rtigo, incisos I, II e III d Lei nº.559, de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 153ª Sessão relizd no di 02 de outubro de 08, no Requerimento de Anisti nº 03.01.33334, resolve: N o 96 - Declrr CARMELITO DOS SANTOS portdor do CPF nº 887.352.148-72, nistido político, concedendo-lhe reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção mensl, permnente e continud, no vlor de R$ 1.680,00 (um mil, seiscentos e oitent reis), com efeitos retrotivos d dt do julgmento em 02..08 28..1998, perfzendo um totl retrotivo de R$ 6.804,00 (duzentos e dezesseis mil, oitocentos e qutro reis), e contgem do tempo, pr todos os efeitos, do período compreendido entre 29.04.1985 e 01.08.1988, nos termos do rtigo, incisos I, II e III d Lei nº.559, de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 88ª Sessão relizd no di 09 de julho de 08, no Requerimento de Anisti nº 01.01.02469, resolve: N o 97 - Declrr HENRIQUE DAURO MARTIGNAGO portdor do CPF nº 003.508.859-15, nistido político, concedendo-lhe reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção mensl, permnente e continud, no vlor de R$ 3.436,47 (três mil, qutrocentos e trint e seis reis e qurent e sete centvos), com efeitos retrotivos d dt do julgmento em 09.07.08 24..1996, perfzendo um totl retrotivo de R$ 522.916,19 (quinhentos e vinte e dois mil, novecentos e dezesseis reis e dezenove centvos), e contgem do tempo, pr todos os efeitos, do período compreendido entre 12..1964 e 28.08.1979, nos termos do rtigo, incisos I, II e III d Lei nº.559, de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 154ª Sessão relizd no di 02 de outubro de 08, no Requerimento de Anisti nº 01.04.017, resolve: N o 98 - Declrr REGINA MOREIRA COUTINHO portdor do CPF nº 460.5.468-72, nistid polític, concedendo-lhe reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção mensl, permnente e continud, no vlor de R$ 1.430,00 (um mil, qutrocentos e trint reis), com efeitos retrotivos d dt do julgmento em 02..08 14.02.1990, perfzendo um totl retrotivo de R$ 346.441,33 (trezentos e qurent e seis mil, qutrocentos e qurent e um reis e trint e três centvos), e contgem do tempo, pr todos os efeitos, do período compreendido entre 30.12.1987 e 01.06.1989, nos termos do rtigo, incisos I, II e III d Lei nº.559, de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 153ª Sessão relizd no di 02 de outubro de 08, no Requerimento de Anisti nº 03.01.33563, resolve: N o 99 - Declrr JURANDIR JOSE PEREIRA portdor do CPF nº 9.396.438-00, nistido político, concedendo-lhe reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção mensl, permnente e continud, no vlor de R$ 1.142,00 (um mil, cento e qurent e dois reis), com efeitos retrotivos d dt do julgmento em 02..08..1998, perfzendo um totl retrotivo de R$ 147.260,90 (cento e qurent e sete mil, duzentos e sessent reis e novent centvos), e contgem do tempo, pr todos os efeitos, do período compreendido entre 25.04.1985 e 05..1988, nos termos do rtigo, incisos I, II e III d Lei nº.559, de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 7ª Sessão relizd no di 06 de gosto de 08, no Requerimento de Anisti nº 03.01.29483, resolve: N o 0 - Declrr CLÁUDIO GALENO DE MAGALHAES LI- NHARES portdor do CPF nº 359.7.0-87, nistido político, concedendo-lhe reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção mensl, permnente e continud, no vlor de R$ 3.281,90 (três mil, duzentos e oitent e um reis e novent centvos), com efeitos retrotivos d dt do julgmento em 06.08.08 29.08.1998, perfzendo um totl retrotivo de R$ 423.966,78 (qutrocentos e vinte e três mil, novecentos e sessent e seis reis e setent e oito centvos), contgem do tempo, pr todos os efeitos, do período compreendido entre.08.1964 e 28.08.1979, e isenção do Imposto de Rend nos termos do rtigo, incisos I, II e III, e rtigo 9º d Lei nº.559, de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti - Crvn de São Bernrdo do Cmpo, n 145ª Sessão relizd no di 23 de setembro de 08, no Requerimento de Anisti nº 02.01.13762, resolve: N o 1 - Declrr ANTENOR BIOLCATTI portdor do CPF nº 050.433.878-15, nistido político, concedendo-lhe reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção mensl, permnente e continud, no vlor de R$ 2.8,75 (dois mil, duzentos e oito reis e setent e cinco centvos), com efeitos retrotivos d dt do julgmento em 23.09.08 05..1997, perfzendo um totl retrotivo de R$ 2.574,94 (trezentos e doze mil, quinhentos e setent e qutro reis e novent e qutro centvos), e contgem do tempo, pr todos os efeitos, do período compreendido entre 25.04.1978 e 05..1988, nos termos do rtigo, incisos I, II e III d Lei nº.559, de 02.
40 ISSN 1677-7042 1 Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti - Crvn de São Bernrdo do Cmpo, n 145ª Sessão relizd no di 23 de setembro de 08, no Requerimento de Anisti nº 03.01.289, resolve: N o 2 - Declrr ANGELO ANTONIO ANACLETO portdor do CPF nº 761.007.908-15, nistido político, concedendo-lhe reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção mensl, permnente e continud, no vlor de R$ 1.4,25 (um mil, qutrocentos e vinte e um reis e vinte e cinco centvos), com efeitos retrotivos d dt do julgmento em 23.09.08 15.07.1998, perfzendo um totl retrotivo de R$ 188.2,88 (cento e oitent e oito mil, duzentos e vinte reis e oitent e oito centvos), e contgem do tempo, pr todos os efeitos, do período compreendido entre 12.05.1980 e 05.01.1981, nos termos do rtigo, incisos I, II e III d Lei nº.559, de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti - Crvn de São Bernrdo do Cmpo, n 145ª Sessão relizd no di 23 de setembro de 08, no Requerimento de Anisti nº 02.01.06987, resolve: COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS N o 3 - Declrr RAUL RODRIGUES DA SILVA portdor do CPF nº 260.849.028-04, nistido político, concedendo-lhe reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção mensl, permnente e continud, no vlor de R$ 2.723,75 (dois mil, setecentos e vinte e três reis e setent e cinco centvos), com efeitos retrotivos d dt do julgmento em 23.09.08 22.04.1997, perfzendo um totl retrotivo de R$ 404.340,69 (qutrocentos e qutro mil, trezentos e qurent reis e sessent e nove centvos), nos termos do rtigo, incisos I e II d Lei nº.559, de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei n.º.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti - Crvn de São Bernrdo do Cmpo, n 145ª Sessão relizd no di 23 de setembro de 08, no Requerimento de Anisti n.º 04.01.438, resolve: N o 4 - Declrr ANTONIO PEREIRA COUTINHO filho de MA- RIA FERRAZ DE BRITTO, nistido político "post mortem", sendo que reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção mensl, permnente e continud, cberá à ANA PEREIRA LEITE COUTINHO portdor do CPF nº 061.048.768-03, no vlor de R$ 2.8,75 (dois mil, duzentos e oito reis e setent e cinco centvos), com efeitos retrotivos prtir de.05.1999 té dt do julgmento em 23.09.08, perfzendo um totl retrotivo de R$ 268.5,88 (duzentos e sessent e oito mil, duzentos e quinze reis e oitent e oito centvos), contgem do tempo, pr todos os efeitos, contr-se-á de 12.05.1980 23.06.1980, nos termos do rtigo, incisos I, II e III d Lei n.º.559, de 02 O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 145ª Sessão - Crvn de São Bernrdo do Cmpo, relizd no di 23 de setembro de 08, no Requerimento de Anisti nº 02.01.08769, resolve: N o 5 - Declrr JAIME VICENTE DA SILVA FERREIRA portdor do CPF nº 000.846.428-66, nistido político, concedendo-lhe reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção mensl, permnente e continud, no vlor de R$ 2.723,75 (dois mil, setecentos e vinte e três reis e setent e cinco centvos), com efeitos retrotivos d dt do julgmento em 23.09.08 08.05.1997, perfzendo um totl retrotivo de R$ 402.661,04 (qutrocentos e dois mil, seiscentos e sessent e um reis e qutro centvos), contgem do tempo, pr todos os efeitos, do período compreendido entre..1983 e 19.09.1984, e isenção do Imposto de Rend nos termos do rtigo, incisos I, II e III, e rtigo 9º d Lei nº.559, de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 145ª Sessão - Crvn de São Bernrdo do Cmpo, relizd no di 23 de setembro de 08, no Requerimento de Anisti nº 03.02.293, resolve: N o 6 - Declrr ORIVALDO BARBAROTO portdor do CPF nº 648.970.8-, nistido político, concedendo-lhe reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção mensl, permnente e continud, no vlor de R$ 2.723,75 (dois mil, setecentos e vinte e três reis e setent e cinco centvos), com efeitos retrotivos d dt do julgmento em 23.09.08..1998, perfzendo um totl retrotivo de R$ 348.367,63 (trezentos e qurent e oito mil, trezentos e sessent e sete reis e sessent e três centvos), e contgem do tempo, pr todos os efeitos, do período compreendido entre 05.12.1972 e 05..1988, nos termos do rtigo, incisos I, II e III d Lei nº.559, de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti - Crvn d CNBB, n 149ª Sessão relizd no di 26 de setembro de 08, no Requerimento de Anisti nº 02.01.07159, resolve: N o 7 - Declrr ALIPIO CRISTIANO DE FREITAS portdor do CPF nº 628.433.707-87, nistido político, concedendo-lhe reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção mensl, permnente e continud, no vlor de R$ 4.333,00 (qutro mil, trezentos e trint e três reis), com efeitos retrotivos d dt do julgmento em 26.09.08 04.03.1997, perfzendo um totl retrotivo de R$ 651.322,12 (seiscentos e cinqüent e um mil, trezentos e vinte e dois reis e doze centvos), contgem do tempo, pr todos os efeitos, o que refere-se o impedimento d condição de ciddão brsileiro, nos termos d legislção competente, e o direito revogção do to que retirou su ciddni, recomendndo que sej oficido os órgãos competentes pr que poss recompor o direito Ciddni brsileir, nos termos d legislção competente, nos termos do rtigo, incisos I, II e III d Lei nº.559, de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti - Crvn d CNBB, n 149ª Sessão relizd no di 26 de setembro de 08, no Requerimento de Anisti nº 08.01.60671, resolve: N o 8 - Declrr ALANIR CARDOSO portdor do CPF nº 4.055.874-53, nistido político, concedendo-lhe reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção mensl, permnente e continud, no vlor de R$ 2.000,00 (dois mil reis), com efeitos retrotivos d dt do julgmento em 26.09.08 22.09.1990, perfzendo um totl retrotivo de R$ 468.266,67 (qutrocentos e sessent e oito mil, duzentos e sessent e seis reis e sessent e sete centvos), e contgem do tempo, pr todos os efeitos, do período compreendido entre 01.07.1968 e 05..1988, nos termos do rtigo, incisos I, II e III d Lei nº.559, de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 136ª Sessão - Crvn de Slvdor, relizd no di de setembro de 08, no Requerimento de Anisti nº 06.02.52341, resolve: N o 9 - Declrr ALEINALDO BATISTA DA SILVA portdor do CPF nº 3.967.135-72, nistido político, concedendo-lhe reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção mensl, permnente e continud, no vlor de R$ 1.305,00 (um mil, trezentos e cinco reis), com efeitos retrotivos d dt do julgmento em.09.08 05..1988, perfzendo um totl retrotivo de R$ 338.147,25 (trezentos e trint e oito mil, cento e qurent e sete reis e vinte e cinco centvos), e contgem do tempo, pr todos os efeitos, do período compreendido entre 04.09.1985 e.09.08, nos termos do rtigo, incisos I, II e III d Lei nº.559, de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti - Crvn de Slvdor, n sessão relizd no di de setembro de 08, no Requerimento de Anisti nº 01.02.00725, resolve: N o 0 - Declrr LUIZ HENRIQUE DE SOUZA OLIVEIRA portdor do CPF nº 085.056.755-68, nistido político, concedendo-lhe reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção mensl, permnente e continud, rbitrd no vlor de R$ 2.285,00 (dois mil, duzentos e oitent e cinco reis), com efeitos retrotivos d dt do julgmento em.09.08.06.1991, perfzendo um totl retrotivo de R$ 5.801,92 (quinhentos e onze mil, oitocentos e um reis e novent e dois centvos), e contgem do tempo, pr todos os efeitos, do período compreendido entre 04.09.1985 e 05..1988, nos termos do rtigo, incisos I, II e III d Lei nº.559, de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti n Sessão Extrordinári de Julgmento d Crvn d Anisti, integrnte do Projeto Eductivo, relizd no di 04 de bril de 08, no Requerimento de Anisti nº 02.01.07961, resolve: N o 1 - Declrr MARIA REGINA PEDROSA DE SENNA FI- GUEIREDO portdor do CPF nº 005.956.827-58, nistid polític, concedendo-lhe reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção mensl, permnente e continud, no vlor de R$ 3.281,91 (três mil, duzentos e oitent e um reis e novent e um centvos), com efeitos retrotivos d dt do julgmento em 04.04.08 08.04.1997, perfzendo um totl retrotivo de R$ 468.984,94 (qutrocentos e sessent e oito mil, novecentos e oitent e qutro reis e novent e qutro centvos), e contgem do tempo, pr todos os efeitos, do período compreendido entre 29.07.1970 e 28.08.1979, nos termos do rtigo, incisos I, II e III d Lei nº.559, de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n Sessão Extrordinári d Crvn de Anisti, Integrnte do Projeto Eductivo, relizd no di 04 de bril de 08, no Requerimento de Anisti nº 03..29136, resolve: N o 2 - Rtificr condição de nistido político NILSON NOBRE DE ALMEIDA portdor do CPF nº 0.074.347-87, concedendo-lhe reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção mensl, permnente e continud, no vlor de R$ 4.375,88 (qutro mil, trezentos e setent e cinco reis e oitent e oito centvos), com efeitos retrotivos d dt do julgmento em 04.04.08 27.03.1993, perfzendo um totl retrotivo de R$ 854.463,50 (oitocentos e cinqüent e qutro mil, qutrocentos e sessent e três reis e cinqüent centvos), e contgem do tempo, pr todos os efeitos, do período compreendido entre 06..1964 e 28.08.1979, e isenção do Imposto de Rend nos termos do rtigo, incisos I, II e III, e rtigo 9º d Lei nº.559, de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, o uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti - Crvn Porto Alegre/RS, n 163ª Sessão relizd no di 17 de outubro de 08, no Requerimento de Anisti nº 03.01.26962, resolve: N o 3 - Declrr RAUL JORGE ANGLADA PONT portdor do CPF nº 184.350.840-00, nistido político, concedendo-lhe reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção mensl, permnente e continud, rbitrd no vlor de R$ 2.000,00 (dois mil reis), com efeitos retrotivos d dt do julgmento em 17..08 01.07.1998, perfzendo um totl retrotivo de R$ 267.733,33 (duzentos e sessent e sete mil, setecentos e trint e três reis e trint e três centvos), e contgem do tempo, pr todos os efeitos, do período compreendido entre 01.07.1968 e 01.03.1977, nos termos do rtigo, incisos I, II e III d Lei nº.559, de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti - Crvn de Porto Alegre/RS, n 163ª Sessão relizd no di 17 de outubro de 08, no Requerimento de Anisti nº 03..368, resolve: N o 4 - Rtificr condição de nistid polític de SUZANA KENIGER LISBOA portdor do CPF nº 030.448.648-52, concedendo-lhe reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção mensl, permnente e continud, no vlor de R$ 2.860,80 (dois mil, oitocentos e sessent reis e oitent centvos), em substituição Aposentdori Excepcionl de Anistido, que recebe no vlor de R$ 1.449,47 (um mil, qutrocentos e qurent e nove reis e qurent e sete centvos), referente o benefício do INSS nº 58/1.2.853-6, o que perfz diferenç de R$ 1.4,33 (um mil, qutrocentos e onze reis e trint e três centvos), com efeitos finnceiros retrotivos d dt do julgmento em 17..08.06.1989, totlizndo 232 (duzentos e trint e dois) meses e 7 (sete) dis, perfzendo um totl líquido de R$ 355.043,58 (trezentos e cinqüent e cinco mil, qurent e três reis e cinqüent e oito centvos), contgem do tempo, pr todos os efeitos, do período compreendido entre 30.05.1969 e 28.08.1979, e isenção do Imposto de Rend nos termos do rtigo, incisos I, II e III c/c rt. 19 e rtigo 9º d Lei nº.559, de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei n.º.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti - Crvn de Porto Alegre/RS, n 163ª Sessão relizd no di 17 de outubro de 08, no Requerimento de Anisti n.º 05.01.52237, resolve: N o 5 - Declrr LUIZ EURICO TEJERA LISBOA filho de CLÉ- LIA TEJERA LISBOA, nistido político "post mortem", e conceder SUZANA KENIGER LISBOA portdor do CPF nº 030.448.648-52, conversão d posentdori excepcionl proveniente do INSS nº 59/086.167.6-6, no vlor de R$ 415,00 (qutrocentos e quinze reis), em prestção mensl, permnente e continud, no vlor de R$ 1.458,75 (um mil, qutrocentos e cinqüent e oito reis e setent e cinco centvos).os efeitos finnceiros retrotivos incidirão sobre o vlor or concedido, contr de 05..1988 té dt do julgmento em 17..08, perfzendo um totl de R$ 379.858,50 (trezentos e setent e nove mil, oitocentos e cinqüent e oito reis e cinqüent centvos), devendo ser descontdo deste vlor qunti de R$ 78.884,58 (setent e oito mil, oitocentos e oitent e qutro reis e cinqüent e oito centvos) referente os vlores já recebidos título de posentdori, devendo ser pgo requerente qunti de R$ 300.973,92 (trezentos mil, novecentos e setent e três reis e novent e dois centvos) e isenção de imposto de rend, nos termos do rt., inciso I c/c rt. 19 e rt. 9º d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02.
Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 1 41 ISSN 1677-7042 O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti, n 64ª Sessão - Crvn d Anisti no Auditório d Fculdde de Direito d Universidde Federl de Goiâni, relizd no di 04 de junho de 08, no Requerimento de Anisti nº 05.01.51387, resolve: N o 6 - Declrr NELSON REMY GILLET portdor do CPF nº 235.570.017-68, nistido político, concedendo-lhe reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção mensl, permnente e continud, no vlor de R$ 4.576,14 (qutro mil, quinhentos e setent e seis reis e qutorze centvos), com efeitos retrotivos d dt do julgmento em 04.06.08 22.06.00, perfzendo um totl retrotivo de R$ 472.944,07 (qutrocentos e setent e dois mil, novecentos e qurent e qutro reis e sete centvos), nos termos do rtigo, incisos I e II d Lei nº.559, de 02. PORTARIA Nº 8, DE 14 DE JANEIRO DE 09 O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil d União em 14 de novembro de 02, resolve, nos termos dos rtigos 1, I e 2º, XIII e, d referid lei, conceder declrção de nistido político e contgem de tempo de serviço, os ex-veredores constntes d listgem integrnte dest portri, compelidos por forç de Ato Institucionl exercerem grtuitmente seus mndtos, correspondente o período bixo menciondo, pr efeito de posentdori no serviço público e de previdênci socil, nos termos do despcho exrdo pelo Presidente d Comissão de Anisti. QTD. NÚMERO ANISTIANDO PERÍODO 1. 06.01.54912 Adilson Moreir Vsconcelos 01/02/1973 à 04/07/1975 2. 04.01.48026 Alberto Correi de Souz 27//1965 04/07/1975 3. 04.01.48457 Álvro Gyer 27//1965 30/01/1967 4. 03.01.303 Amro Mores d Silv "Post Mortem" /01/1969 /01/1973 5. 07.01.604 Antenor Luz "Post Mortem" 01/01/1973 04/07/1975 6. 03.01.28887 Antônio Frzão de Mendonç /01/1969 /01/1973 7. 07.01.59701 Antônio Gspr Rodrigues /01/1973 04/07/1975 8. 03.01.35071 Antonio José d Silv "Post Mortem" /01/1970 /12/1973 9. 07.01.56455 Antonio Oneil Gori /01/1967 à /12/1970. 07.01.59151 Antônio Sriv Mi /01/1973 04/07/1975. 04.01.46879 Brsileiro José d Silveir Filho 27//1965 04/07/1975 12. 07.01.60065 Crlos Giuponi 27//1965 /12/1968 /01/1973 04/07/1975 13. 04.01.38771 Dolirio Rodrigues dos Sntos 05/12/1970 à /01/1973 14. 04.01.37736 Domingos Mrtins do Rêgo 27//1965 04/07/1975 15. 03.01.37008 Edgr Leite Serr /01/1967 à /12/1970 16. 03.01.29815 Edgr Pinheiro Peixoto 27//1965 à 25/03/1967 17. 02. 01. 297 Edurdo Alves de Siqueir "Post Mortem" 27//1965 15/05/1967 /01/1969 /01/1971 18. 03.01.23926 Eginldes Gomes de Andrde "Post Mortem" /01/1973 à 04/07/1975 19. 08.01.63017 Ely Roch d Silv /01/1967 /01/1971. 03.01.768 Frncisco Alves Grngeiro "Post Mortem" /01/1967 30/01/1970. 07.01.59772 Frncisco de Assis Ferreir 01/01/1973 04/07/1975 22. 04.01.44279 Frncisco de Pul Arújo "Post Mortem" /01/1973 04/07/1975 23. 06.01.533 Gerldo Albuquerque Teixeir 01/01/1971 à /12/1972 24. 04.01.44723 Herondino Pereir Silv 12/04/1971 à 26/12/1972 25. 04.01.44565 Hymerio Teixeir Cvlcnti "Post Mortem" /01/1967 04/07/1975 26. 04.01.48365 Irny Cost Sntos /01/1970 04/07/1975 27. 03.01.24225 Isís Frncisco de Mtos "Post Mortem" /01/1970 à /01/1973 28. 06.01.52839 Itn de Lemos Mrques 14/02/1967 /12/1970 29. 03.01.25387 João de Sous Crvlho 22//1969 à 18/05/1970 30. 03.01.25377 João Quresm Trigueiro 25//1971 04/07/1975. 05.01.51806 Job Anicio Pereir /01/1973 à 04/07/1975 32. 08.01.62812 José Abílio Fris /01/1973 04/07/1975 33. 07.01.57862 José Arimtei de Mour 02/01/1973 04/07/1975 34. 06.01.56369 José Benedito Pstor 01/01/1971 à /12/1972 35. 07.01.59274 José Cláudio Dis Osório /01/1967 /12/1970 36. 04.01.39526 José Rodrigues dos Sntos /01/1973 04/07/1975 37. 04.01.41755 José Wgner /01/1967 à /01/1970 38. 08.01.62909 Kleber Bucr Brreir /01/1967 16/07/1970 39. 05.01.51799 Ludo Ferreir d Cunh /01/1971 à /12/1972 40. 04.01.41589 Mrio Césr Deggu "Post Mortem" 03/02/1970 /01/1973 41. 04.01.38632 Odorico Reis /01/1973 04/07/1975 42. 07.01.567 Omr Lignier de Souz /01/1967 /01/1970 43. 03.01.32626 Rimundo Pinheiro Sobrinho /01/1967 à /01/1973 44. 03.01.36939 Rimundo Rodrigues de Freits 01/02/1973 04/07/1975 45. 04.01.38343 Ros Vz dos Sntos /01/1973 04/07/1975 46. 04.01.41786 Silvestre Prt "Post Mortem" 01/06/1972 30/08/1972 47. 04.01.41878 Terez Tbos Flcão 01/02/1971 /01/1973 48. 04.01.43452 Vlmor Beduschi /01/1967 à /01/1970 49. 04.01.39744 Virgilio Dis Eldi 27//1965 à 04/07/1975 50. 04.01.39080 Vivldo Brito Leite "Post Mortem" 27//1965 /01/1971 O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti - Crvn de Ntl, n 185ª Sessão relizd no di 13 de novembro de 08, no Requerimento de Anisti nº 02.02.06550, resolve: N o 7 - Rtificr condição de nistido político de HENRIQUE D'ARAGONA BUZZONI portdor do CPF nº 332.449.8-82, concedendo-lhe reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção mensl, permnente e continud, no vlor de R$ 4.052,00 (qutro mil, cinqüent e dois reis), com efeitos retrotivos d dt do julgmento em 13..08 26.07.1991, perfzendo um totl retrotivo de R$ 9.429,87 (novecentos e onze mil, qutrocentos e vinte e nove reis e oitent e sete centvos), contgem do tempo, pr todos os efeitos, do período compreendido entre 06..1975 e 17..1980, e isenção do Imposto de Rend nos termos do rtigo, incisos I, II e III, e rtigo 9º d Lei nº.559, de 02. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil de 14 de novembro de 02 e considerndo o resultdo do julgmento proferido pel Comissão de Anisti - Crvn de São Pulo, n 157ª Sessão relizd no di de outubro de 08, no Requerimento de Anisti nº 06.01.54003, resolve: N o 1 - Declrr JOAO MAURO BOSCHIERO portdor do CPF nº 071.602.678-34, nistido político, concedendo-lhe reprção econômic, de cráter indeniztório, em prestção mensl, permnente e continud, no vlor de R$ 2.000,00 (dois mil reis), com efeitos retrotivos d dt do julgmento em..08 06.06.01, perfzendo um totl retrotivo de R$ 190.933,33 (cento e novent mil, novecentos e trint e três reis e trint e três centvos), e contgem do tempo, pr todos os efeitos, do período compreendido entre 12..1968 e 06.09.1985, nos termos do rtigo, incisos I, II e III d Lei nº.559, de 02. TARSO GENRO PORTARIA Nº 9, DE 14 DE JANEIRO DE 09 O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de sus tribuições legis, com fulcro no rtigo d Lei nº.559, de 13 de novembro de 02, publicd no Diário Oficil d União em 14 de novembro de 02, resolve, nos termos dos rtigos 1, I e 2º, XIII e, d referid lei, conceder declrção de nistido político e contgem de tempo de serviço, os ex-veredores constntes d listgem integrnte dest portri, compelidos por forç de Ato Institucionl exercerem grtuitmente seus mndtos, correspondente o período bixo menciondo, pr efeito de posentdori no serviço público e de previdênci socil, nos termos do despcho exrdo pelo Presidente d Comissão de Anisti. QTD. NÚMERO ANISTIANDO PERÍODO 01. 03.01.37068 Alíde Menezes de Resende /01/1973 04/07/1975 02. 08.01.60604 Alfeu Gbriel Rodrigues /01/1973 04/07/1975 03. 03.01.33016 Amndo Alves d Silv "Post Mortem" 27//1965 /12/1970 01/01/1974 04/07/1975 04. 04.01.44135 Antonio Bondde de Lim 01/01/1969 04/07/1975 05. 07.01.59544 Antônio Cost Diniz "Post Mortem" 27//1965 30/01/1967 06. 03.01.34015 Antonio Frncisco Dis 27//1965 /12/1973 07. 08.01.60818 Antônio Jerônimo de Melo /01/1971 29/01/1973 08. 08.01.61236 Argentl Ferreir d Silv /01/1971 04/07/1975 09. 07.01.58954 Arlindo Btist de Aguir "Post Mortem" /01/1967 18/05/1968 12/04/1969 30/01/1971. 07.01.59385 Atgildo Gonçlves Mrinho "Post Mortem" 27//1965 /12/1966 01/01/1970 /12/1972. 07.01.58632 Célio Aprecido de Pul /01/1967 30/01/1971 12. 08.01.60541 Cícero Btist "Post Mortem" /01/1967 30/01/1971 /01/1973 04/07/1975 13. 03.01.34032 Cícero Mrques de Medeiros 01/01/1972 04/07/1975 14. 07.01.59417 Domingos Ipolito Gonçlves 27//1965 30/01/1967 15. 08.01.60813 Durvl Mendes de Souz 27//1965 30/01/1967 16. 04.01.39305 Elizeu Furtdo de Lim 27//1965 30/01/1971 17. 03. 01. 339 Elvir Mrtins Tvres Silv 01/01/1969 /12/1973 18. 04.01.46904 Emidio Snt Ann de Mores "Post Mortem" 01/02/1973 04/07/1975 19. 04.01.44133 Estácio Vrel 01/01/1967 04/07/1975. 07.01.59268 Frncisco Osvldo Gomes "Post Mortem" /01/1967 /01/1971. 07.01.56792 Helio Fernndes Pereir /01/1973 04/07/1975 22. 03.01.301 Inácio José de Andrde "Post Mortem" 27//1965 30/01/1973 23. 08.01.608 Irisbelo José Ferreir /01/1967 30/01/1971 30/01/1973 04/07/1975 24. 07.01.59428 José Andrde Leão 27//1965 30/01/1967 25. 07.01.58970 José Aristóteles Clente "Post Mortem" /01/1973 04/07/1975 26. 07.01.58265 José Crlos Penedo 01/02/1973 06/06/1974 27. 04.01.44134 José Inácio Coutinho 27//1965 04/07/1975 28. 07.01.58607 José Isis dos Sntos 16/01/1967 30/01/1971 29. 03.01.336 José Lourenço Brbos /01/1971 04/07/1975 30. 08.01.60548 José Rodrigues dos Sntos "Post Mortem" /01/1967 30/01/1971. 07.01.58272 José Turini Stellet /01/1967 30/01/1971 32. 07.01.59522 Lázro Frncisco Neto 01/02/1973 04/07/1975 33. 07.01.581 Lzro Moizes de Freits /01/1967 /12/1970 34. 07.01.59412 Luiz do Prdo 01/01/1971 04/07/1975 35. 07.01.58942 Luiz Pulo Clnzini "Post Mortem" /01/1971 04/07/1975 36. 05.01.51392 Mfld Mri Michelon Neis 27//1965 29/01/1968 37. 03.01.34019 Mri Pulino de Souz e Silv 01/02/1972 04/07/1975 38. 08.01.60602 Odilon Vilel Sores /01/1971 04/07/1975 39. 07.01.58882 Otcílio Severino d Silv "Post Mortem" 27//1965 30/01/1967 40. 07.01.58366 Pulo Augusto Osterno 24/03/1971 /01/1973 41. 07.01.59426 Pedro Btist d Silv 01/02/1973 04/07/1975 42. 07.01.58149 Pedro Ivo d Cost 27//1965 30/01/1971 43. 08.01.60803 Pedro Moreir d Cruz 30/01/1973 04/07/1975 44. 07.01.58191 Rfel Nogueir dos Sntos 27//1965 01/03/1966 45. 07.01.59091 Roberto Monte Mor /01/1967 30/01/1971 46. 07.01.58914 Romeu Rios "Post Mortem" 27//1965 30/01/1971 47. 07.01.58285 Rubens Ribeiro de Souz 01/02/1973 04/07/1975 48. 08.01.619 Ruy Mnoel Moreir Fontes "Post Mortem" 15//1968 /12/1968 01/04/1969 30/03/1971 49. 08.01.60839 Sebstião Ferreir d Silv 27//1965 30/01/1967 50. 03.01.34024 Wldemr Rodrigues d Silv 01/01/1973 04/07/1975 EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL TARSO GENRO TARSO GENRO
42 ISSN 1677-7042 1 Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 PORTARIAS DE 14 DE JANEIRO DE 09 O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, com bse no disposto n Lei n o 91, de 28 de gosto de 1935, regulmentd pelo Decreto n o 50.517, de 2 de mio de 1961, usndo d competênci que lhe foi delegd pelo rt. 1 o, do Decreto n o 3.415, de 19 de bril de 00, resolve: Nº 1 - Art. 1 o Cncelr o título de Utilidde Públic Federl ds seguintes instituições: I - NOSSO LAR - INSTITUIÇÃO FILANTRÓPICA DE AMPARO À CRIANÇA, com sede n cidde de São Bernrdo do Cmpo, Estdo de São Pulo, registrdo no CNPJ n o 48.5.470/0001-18 (Processo MJ n o 08071. 0276 / 08 - ); II - SOCIEDADE DE AMIGOS DOS MUSEUS - SAM NACIO- NAL, com sede n cidde de São Pulo, Estdo de São Pulo, registrd no CNPJ n o 50.856.400/0001-71 (Processo MJ n o 08071.008699/08-90). Art. 2 o Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, usndo d competênci que lhe foi delegd pelo rt. do Decreto n o 3.415, de 19 de bril de 00, e com bse no disposto n Lei n o 91, de 28 de gosto de 1935, regulmentd pelo Decreto n o 50.517, de 2 de mio de 1961, resolve: COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS Nº 122 - Art. 1 o Declrr de Utilidde Públic Federl s seguintes instituições: I - FUNDAÇÃO MAÇÔNICA DE ARAGUARI, com sede n cidde de Arguri, Estdo de Mins Geris, registrd no CNPJ n o 02.667.792/0001-88 (Processo MJ n o 08001.0150/08-05); II - MOVIMENTO DE SAÚDE MENTAL COMUNITÁRIA DO BOM JARDIM - MSMCBJ, com sede n cidde de Fortlez, Estdo do Cerá, registrdo no CNPJ n o 03.918.813/0001-53 (Processo MJ n o 08071.026703/08-00); III - OBRA MISSIONÁRIA REOBOTE - "CASA REO- BOTE", com sede n cidde de Augusto Pestn, Estdo do Rio Grnde do Sul, registrd no CNPJ n o 94.7.842/0001-86 (Processo MJ n o 08071. 0192 / 08-50 ); IV - OFICINA DO PARQUE, com sede n cidde de Niterói, Estdo do o Rio de Jneiro, registrd no CNPJ n o 05.583.5/0001-60 (Processo MJ n o 08071.019729/08-93). Art. 2 o As entiddes de que trt est Portri ficm obrigds presentr o Ministério d Justiç, té o di 30 de bril de cd no, reltório circunstncido dos serviços que houverem prestdo à coletividde no no nterior, devidmente compnhdo do demonstrtivo d receit e despes relizd no período, ind que não tenhm sido subvencionds, conforme preceitum os rtigos 5 o do Decreto n o 50.517, de 1961, e 4 o d Lei n o 91, de 1935. Art. 3 o Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, usndo d tribuição conferid pelo rt. 1 o do Decreto n o 3.453, de 9 de mio de 00, publicdo no Diário Oficil d União, Seção I, do di de mio do mesmo no, e tendo em vist o constnte dos respectivos processos do Ministério d Justiç, resolve: Nº 123 - Declrr que voluntrimente perderm ncionlidde brsileir, por terem inequivocmente expressdo-se nesse sentido, s seguintes pessos, nos termos do rt. 12, 4 o Inciso II, d Constituição, com redção dd pel Emend Constitucionl de Revisão n o 3, de 7 de junho de 1994 e do rt. 22, Inciso I, d Lei n o 818, de 18 de setembro de 1949: ALEXANDRE CANELLAS DA SILVA, nscido em 14 de fevereiro de 1968, filho de Jorge Clil d Silv e de Soni Cnells Clil d Silv, dquirindo ncionlidde mericn (Processo nº 08018.0188/08-91); LETICIA PISTORI DE ATAIDE, que pssou ssinr-se LETICIA PISTORE ATAIDE, nturl do Estdo do Rio de Jneiro, nscid em 30 de bril de 1982, filh de Rubens Snches de Atide e de Mrgreth de Ftim Pistori de Atide, dquirindo ncionlidde mericn (Processo nº 08018.012278/08-16); MAGNUS RAFAEL RICHARDSEN, nturl do Estdo de São Pulo, nscido em de gosto de 1990, filho de Knut Geir Mgne Richrdsen e de Rgnhild Richrdsen, dquirindo ncionlidde noruegues (Processo nº 08018.0184/08-); NELSON ILISEU CELLARIUS, nturl do Estdo do Prná, nscido em de novembro de 1964, filho de Ilm Cellrius, dquirindo ncionlidde mericn (Processo nº 08018.004871/08-81); PEDRO HENRIQUE FONTOURA ALVES MENDES, que pssou ssinr-se PEDRO HENRIQUE FONTOURA ALVES CONCOLINO, nturl do Estdo do Rio de Jneiro, nscido em 23 de julho de 1986, filho de Robson de Oliveir Mendes e de Vâni Fontour Alves, dquirindo ncionlidde mericn (Processo nº 08018.012283/08-) e TAURINO FERREIRA SOBRINHO, nturl do Estdo de Pernmbuco, nscido em 2 de junho de 1955, filho de Hhylton Ferreir de Mélo e de Creuz Rodrigues de Mello, dquirindo ncionlidde ndorrn (Processo nº 08018.0196/08-37). O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, usndo d competênci que lhe foi delegd pelo rt. do Decreto n o 3.415, de 19 de bril de 00, e com bse no disposto n Lei n o 91, de 28 de gosto de 1935, regulmentd pelo Decreto n o 50.517, de 2 de mio de 1961, resolve: Nº 124 - Art. 1 o Declrr de Utilidde Públic Federl s seguintes instituições: I - ASILO SÃO VICENTE DE PAULO DE TERRA BOA, com sede n cidde de Terr Bo, Estdo do Prná, registrdo no CNPJ n o 75.793.646/0001-72 (Processo MJ n o 08071.0198/08-06); II - ASSOCIAÇÃO AMIGOS DO CASULO, com sede n cidde de Nov Odess, Estdo de São Pulo, registrdo no CNPJ n o 06.164.247/0001- (Processo MJ n o 08071.000785/08-54); III - ASSOCIAÇÃO BENEFICENTE CURITIBANA, com sede n cidde de Curitib, Estdo do Prná, registrd no CNPJ n o 72.258.395/0001-38 (Processo MJ n o 08071.027823/08-16); IV - ASSOCIAÇÃO DE ASSISTÊNCIA AOS APOSEN- TADOS E PENSIONISTAS E ALBERG DE BELA VISTA DE GOIÁS, com sede n cidde de Bel Vist de Goiás, Estdo de Goiás, registrdo no CNPJ n o 00.133.547/0001-65 (Processo MJ n o 08071.002477/08-63); V - ASSOCIAÇÃO JUNIOR ACHIEVEMENT DO ESTA- DO DO ESPÍRITO SANTO, com sede n cidde de Vitóri, Estdo do Espírito Snto, registrdo no CNPJ n o 04.759.925/0001-71 (Processo MJ n o 08071.0300/08-93); VI - ASSOCIAÇÃO PARA A INTEGRAÇÃO SOCIAL DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES ESPECIAIS, com sede n cidde de Joinville, Estdo de Snt Ctrin, registrd no CNPJ n o 03.4.767/0001-30 (Processo MJ n o 08071.008493/07-89); VII - CENTRO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NOSSA SE- NHORA DA PIEDADE, com sede n cidde de São Pulo, Estdo de São Pulo, registrd no CNPJ n o 07.494.715/0001-97 (Processo MJ n o 08001. 0497 / 08-59 ); VIII - CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL PINGO DE LUZ, com sede n cidde de Viços, Estdo de Mins Geris, registrdo no CNPJ n o 04.637.750/0001- (Processo MJ n o 08071.005048/08-48); IX - CEPASA - CENTRO POLIVALENTE DE ATIVIDA- DES SOCIAIS CULTURAIS E AMBIENTAIS, com sede n cidde de Uní, Estdo de Mins Geris, registrdo no CNPJ n o 07.530.649/0001-63 (Processo MJ n o 08001.0441/08-87); X - COLÔNIA ESPIRÍTA FRATERNIDADE, com sede n cidde de Avré, Estdo de São Pulo, registrdo no CNPJ n o 54.708.144/0001-26 (Processo MJ n o 08071.026688/08-91); XI - COMUNIDADE DE RENOVAÇÃO ESPERANÇA E VIDA NOVA, com sede n cidde de Brsíli, Estdo do Distrito Federl, registrd no CNPJ n o 01.600.253/0001-69 (Processo MJ n o 08071.026475/08-60). Art. 2 o As entiddes de que trt est Portri ficm obrigds presentr o Ministério d Justiç, té o di 30 de bril de cd no, reltório circunstncido dos serviços que houverem prestdo à coletividde no no nterior, devidmente compnhdo do demonstrtivo d receit e despes relizd no período, ind que não tenhm sido subvencionds, conforme preceitum os rtigos 5 o do Decreto n o 50.517, de 1961, e 4 o d Lei n o 91, de 1935. Art. 3 o Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, com bse no disposto n Lei n o 91, de 28 de gosto de 1935, regulmentd pelo Decreto n o 50.517, de 2 de mio de 1961, e usndo d competênci que lhe foi delegd pelo rt. 1 o do Decreto n o 3.415, de 19 de bril de 00, resolve: Nº 125 - Art. 1 o Indeferir os pedidos do título de Utilidde Públic Federl ds seguintes instituições: I - ASSOCIAÇÃO BRASILIENSE DE PACIENTES REU- MÁTICOS, com sede n cidde de Brsíli, Distrito Federl, registrd no CNPJ n o 37.160.512/0001-25 (Processo MJ n o 08071.019289/08-74); II - ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA URBANA DE MO- RADORES DO BAIRRO ANÁLIA LOPES, com sede n cidde de Montes Clros, Estdo de Mins Geris, registrd no CNPJ n o 01.773.224/0001-07 (Processo MJ n o 08071.0258/08-49); III - ASSOCIAÇÃO DE PAIS E AMIGOS DOS EXCEP- CIONAIS DE RINÓPOLIS - APAE DE RINÓPOLIS, com sede n cidde de Rinópolis, Estdo de São Pulo, registrd no CNPJ n o 53.300.265/0001-71 (Processo MJ n o 08071.0302/08-38); IV - ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL DIMENSÃO, com sede n cidde de Cerejeirs, Estdo de Rondôni, registrd no CNPJ n o 05.759.244/0001-76 (Processo MJ n o 08071.030016/08-81); V - ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA AMADORA DE ALTI- NÓPOLIS, com sede n cidde de Altinópolis, Estdo de São Pulo, registrd no CNPJ n o 05.455.047/0001-63 (Processo MJ n o 08071.029963/08-29); VI - ASSOCIAÇÃO RURAL DOS PEQUENOS PRODU- TORES DE PATROCÍNIO PAULISTA, com sede n cidde de Ptrocínio Pulist, Estdo de São Pulo, registrd no CNPJ n o 66.997.776/0001-36 (Processo MJ n o 08071.030014/08-91); VII - CÍRCULO DE AMIGOS DO MENOR PATRULHEI- RO DO JARDIM RIO BRANCO, com sede n cidde de São Vicente, Estdo de São Pulo, registrdo no CNPJ n o 07.6.927/0001- (Processo MJ n o 08071.008912/08-63); VIII - COMUNIDADE TERAPÊUTICA NOVA VIDA, com sede n cidde de Rio Verde, Estdo de Goiás, registrd no CNPJ n o 04.227.536/0001-03 (Processo MJ n o 08071.030007/08-90); IX - FUNDAÇÃO CARL E DURGA SPIRO, com sede n cidde do Rio de Jneiro, Estdo do Rio de Jneiro, registrd no CNPJ n o 30.0.136/0001-43 (Processo MJ n o 08071.009047/06-19); X - INSTITUTO ALFREDO KAEFER, com sede n cidde de Cscvel, Estdo do Prná, registrdo no CNPJ n o 07.428.187/0001-78 (Processo MJ n o 08071.029959/08-61); XI - INSTITUTO OLHOS, com sede n cidde de Brsíli, Distrito Federl, registrdo no CNPJ n o 07.136.841/0001-70 (Processo MJ n o 08071.018934/08-); XII - LOJA MAÇÔNICA ESPERANÇA DO NORTE Nº 6, com sede n cidde de Montes Clros, Estdo de Mins Geris, registrd no CNPJ n o.358.734/0001-17 (Processo MJ n o 08071. 0193 / 08-86 ); XIII - S.O.S. DE MUZAMBINHO, com sede n cidde de Muzmbinho, Estdo de Mins Geris, registrdo no CNPJ n o 17.909.375/0001-71 (Processo MJ n o 08071.0267/08-39); XIV - UNIÃO COMUNITÁRIA ATIVA - UNICA, com sede n cidde de Pulist, Estdo d Príb, registrd no CNPJ n o 05.9.3/0001-30 (Processo MJ n o 08071.019653/08-04). Art. 2 o Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. TARSO GENRO CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA ACÓRDÃOS REQUERIMENTO Nº 08700.004992/07-43 (REFERENTE AO PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº 08012.0142/06-79) Requerente: CCB - Cimpor Cimentos do Brsil Ltd. Advogdos: Fernndo de Oliveir Mrques, An Crolin Lopes de Crvlho e outros. Reltor: Conselheiro Pulo Furquim de Azevedo EMENTA: Requerimento pr celebrção de Termo de Cessção de Condut (TCC). Processo Administrtivo referente à investigção sobre legd condut concertd nos mercdos de cimento e concreto, no Brsil. Preceres d SDE, MPF e ProCADE pel rejeição d propost. Análise de experiênci interncionl comprd sobre cordos pr encerrmento de investigções em csos de crtel e su possível plicção pr o mrco legl brsileiro. Critérios mínimos pr o ceite de TCC em csos de crtel. Propost insuficiente pr ssegur dissusão d condut nticompetitiv. Rejeição d propost. ACÓRDÃO: Vistos, reltdos e discutidos os presentes utos, cordm o Presidente Substituto do CADE e os Conselheiros do Conselho Administrtivo de Defes Econômic - CADE, por unnimidde, considerr que propost objeto do presente Requerimento não é conveniente e oportun pr Administrção Públic, nos termos do voto do Reltor, que fic fzendo prte integrnte deste córdão. O Presidente Arthur Bdin e o Conselheiro Crlos Rgzzo declrrm-se impedidos. Prticiprm do julgmento o Presidente Substituto do CADE, Pulo Furquim de Azevedo e os Conselheiros Fernndo de Mglhães Furln, Vinícius Mrques de Crvlho, Olvo Zgo Chingli e Césr Cost Alves de Mttos. Presente o Procurdor-Gerl em exercício, Gilvndro Vsconcelos Coelho de Arújo. Ausente o representnte do Ministério Público Federl, Dr. José Eleres Mrques Teixeir. Brsíli, DF, 17 de dezembro de 08, dt d 436ª Sessão Ordinári de Julgmento. PAULO FURQUIM DE AZEVEDO Conselheiro-Reltor e Substituto ATO DE CONCENTRAÇÃO Nº 08012.0164/08-83 Requerentes: J.A.N.S.P.E. Empreendimentos e Prticipções S.A. e JB Bioenergy Inc. Advogdos: José Inácio Gonzg Frnceschini, Ginni Nunes de Arújo, Bruno Grec Consentino e outros. Reltor: Conselheiro Fernndo de Mglhães Furln EMENTA: Ato de concentrção. Mercdo de produção de çúcr e lcóol. Hipótese previst no rt. 54, 3º d Lei 8.884/94. Apresentção tempestiv. Ingresso de um novo gente econômico no mercdo. Inexistênci de prejuízos à concorrênci. Aprovção sem restrições. ACÓRDÃO: Vistos, reltdos e discutidos os presentes utos, cordm o Presidente e os Conselheiros do Conselho Administrtivo de Defes Econômic - CADE, por unnimidde, provr presente operção sem restrições, nos termos do voto do Conselheiro- Reltor, que fic fzendo prte integrnte deste córdão. Prticiprm do julgmento o Presidente Arthur Bdin e os Conselheiros Pulo Furquim de Azevedo, Fernndo de Mglhães Furln, Vinícius Mrques de Crvlho, Olvo Zgo Chingli, Crlos Emmnuel Joppert Rgzzo e Césr Cost Alves de Mttos. Presentes o Procurdor- Gerl Substituto, Gilvndro Vsconcelos Coelho de Arújo. Ausente o representnte do Ministério Público Federl, Dr. José Eleres Mrques Teixeir. Brsíli - DF, 17 de dezembro de 08, dt do julgmento d 436ª Sessão Ordinári de Julgmento. ARTHUR BADIN FERNANDO DE MAGALHÃES FURLAN Conselheiro-Reltor ATO DE CONCENTRAÇÃO Nº 08012.0748/08-59 Requerente: Estácio Prticipções S.A. Advogdos: Pedro Brretto Vsconcelos, René Mostrdeiro Brunet, Plinio Pinheiro Guimrães Neto e outros Interessd: Sociedde de Ensino Superior do Sergipe Ltd. Reltor: Conselheiro Fernndo de Mglhães Furln EMENTA: Ato de concentrção. Prestção de serviços de ensino superior privdo no Estdo de Sergipe. Hipótese previst no rt. 54, 3º d Lei 8.884/94. Apresentção tempestiv. Inexistênci de concentrção horizontl ou integrção verticl. Inexistênci de prejuízos à concorrênci. Aprovção incondicionl ACÓRDÃO: Vistos, reltdos e discutidos os presentes utos, cordm o Presidente e os Conselheiros do Conselho Administrtivo de Defes Econômic - CADE, por unnimidde, provr operção sem restrições, nos termos do voto do Conselheiro-Reltor,
Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 1 43 ISSN 1677-7042 que fic fzendo prte integrnte deste córdão. Prticiprm do julgmento o Presidente Arthur Bdin e os Conselheiros Pulo Furquim de Azevedo, Fernndo de Mglhães Furln, Vinícius Mrques de Crvlho, Olvo Zgo Chingli, Crlos Emmnuel Joppert Rgzzo e Césr Cost Alves de Mttos. Presentes o Procurdor-Gerl Substituto, Gilvndro Vsconcelos Coelho de Arújo. Ausente o representnte do Ministério Público Federl, Dr. José Eleres Mrques Teixeir. Brsíli - DF, 17 de dezembro de 08, dt do julgmento d 436ª Sessão Ordinári de Julgmento. ARTHUR BADIN FERNANDO DE MAGALHÃES FURLAN Conselheiro-Reltor AVERIGUAÇÃO PRELIMINAR Nº 08012.009543/1999-32 Representnte: Procon do Município de Vil Velh - ES. Representd: Postos Revendedores de Derivdos de Petróleo d Grnde Vitóri - ES. Reltor: Conselheiro Fernndo de Mglhães Furln EMENTA: Averigução Preliminr. Verificção de prescrição intercorrente nos termos do do rt. d Lei n.º 9.873/99. Ausênci de indícios de infrção econômic. Preceres d SDE, MPF e ProCADE pelo rquivmento. Arquivmento. ACÓRDÃO: Vistos, reltdos e discutidos os presentes utos, cordm o Presidente e os Conselheiros do Conselho Administrtivo de Defes Econômic - CADE, por unnimidde, conhecer do Recurso de Ofício n presente Averigução Preliminr, negndolhe provimento e mntendo o rquivmento do processo, nos termos do voto do Conselheiro-Reltor, que fic fzendo prte integrnte deste córdão. Prticiprm do julgmento o Presidente Arthur Bdin e os Conselheiros Pulo Furquim de Azevedo, Fernndo de Mglhães Furln, Vinícius Mrques de Crvlho, Olvo Zgo Chingli, Crlos Emmnuel Joppert Rgzzo e Césr Cost Alves de Mttos. Presentes o Procurdor-Gerl Substituto, Gilvndro Vsconcelos Coelho de Arújo. Ausente o representnte do Ministério Público Federl, Dr. José Eleres Mrques Teixeir. Brsíli - DF, 17 de dezembro de 08, dt do julgmento d 436ª Sessão Ordinári de Julgmento. ARTHUR BADIN FERNANDO DE MAGALHÃES FURLAN Conselheiro-Reltor ATO DE CONCENTRAÇÃO Nº 08012.0271/08- Requerentes: Hmilton Robinson LLC e Sequ Corportion Advogdos: Tulio do Egito Coelho, Alessndro Mrius Mrtins e Mrcelo Mciel Torres Filho e outros Reltor: Conselheiro Crlos Emmnuel Joppert Rgzzo EMENTA: Ato de concentrção. Aquisição de ções e tivos pertencentes o Grupo MEGTEC Systems, d Sequ Corportion, Sequ GmbH e Csco Products Corportion, integrntes do The Crlyle Group pel Hmilton Robinson LLC. Fturmento do Grupo vendedor, no Brsil, superior R$ 400 milhões. Setor de tividdes: mercdo de mquinário industril, n produção de secdores r de tipo flutunte (ir flottion dryers), desivos (splicers), equipmentos de oxidção (oxidizers) e outros equipmentos utilizdos em plicções gráfics e em outrs plicções industriis. Apresentção tempestiv. Operção relizd no Brsil. Preceres fvoráveis d SEAE, d SDE e d ProCADE. Aprovção sem restrições. ACÓRDÃO: Vistos, reltdos e discutidos os presentes utos, cordm o Presidente e os Conselheiros do Conselho Administrtivo de Defes Econômic - CADE, por unnimidde, prová-l sem restrições, nos termos do voto do Reltor, que fic fzendo prte integrnte deste córdão. Prticiprm do julgmento os Conselheiros Pulo Furquim de Azevedo, Fernndo de Mglhães Furln, Vinícius Mrques de Crvlho, Olvo Zgo Chingli, Crlos Emmnuel Joppert Rgzzo e Césr Cost Alves de Mttos. Presentes o Procurdor- Gerl em exercício, Gilvndro Vsconcelos Coelho de Arújo. Ausente o representnte do Ministério Público Federl, Dr. José Eleres Mrques Teixeir. Brsíli - DF, 17 de dezembro de 08, dt do julgmento, 436ª Sessão Ordinári de Julgmento. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL ARTHUR BADIN CARLOS EMMANUEL JOPPERT RAGAZZO Conselheiro ATO DE CONCENTRAÇÃO N.º 08012.009422/08-89 Requerentes: Compnhi Brsileir de Estireno (CBE) e DOW Brsil S.A. Advogdo(s): José Inácio Gonzg Frnceschini, Muro Grinberg e outros. Reltor: Conselheiro Crlos Emmnuel Joppert Rgzzo EMENTA: Ato de concentrção. Aquisição pel CBE d totlidde dos tivos d filir d DOW. Mercdo Relevnte: Produção de Estireno. Fturmento de pelo menos um ds Requerentes, no Brsil, superior R$ 400 milhões. Hipótese previst no 3º do rtigo 54 d Lei 8.884/94. Apresentção tempestiv. Preceres fvoráveis d SEAE, d SDE e d ProCADE. Aprovção sem restrições. ACÓRDÃO: Vistos, reltdos e discutidos os presentes utos, cordm o Presidente e os Conselheiros do Conselho Administrtivo de Defes Econômic - CADE, por unnimidde, prová-l sem restrições, nos termos do voto do Reltor, que fic fzendo prte integrnte deste córdão. Prticiprm do julgmento os Conselheiros Pulo Furquim de Azevedo, Fernndo de Mglhães Furln, Vinícius Mrques de Crvlho, Olvo Zgo Chingli, Crlos Emmnuel Joppert Rgzzo e Césr Cost Alves de Mttos. Presentes o Procurdor- Gerl em exercício, Gilvndro Vsconcelos Coelho de Arújo. Ausente o representnte do Ministério Público Federl, Dr. José Eleres Mrques Teixeir. Brsíli - DF, 17 de dezembro de 08, dt do julgmento, 436ª Sessão Ordinári de Julgmento. ARTHUR BADIN CARLOS EMMANUEL JOPPERT RAGAZZO Conselheiro ATO DE CONCENTRAÇÃO Nº 08012.009540/08-97 Requerentes: 3M Compny e Meguir's Inc. Advogdos: Muro Grinberg, André Mrques Gilberto, Ntáli Oliveir Felix e outros. Reltor: Conselheiro Crlos Emmnuel Joppert Rgzzo. EMENTA: Ato de concentrção. Operção de quisição, pel 3M Compny, de tods s ções d Meguir's Inc., em âmbito mundil. Subsunção o rtigo 54, 3, d Lei n 8.884/1994 em função do fturmento de um ds Requerentes. Mercdo ncionl de trtmentos pr superfícies utomotivs. Concentrção horizontl insignificnte. Preceres fvoráveis d SEAE, d SDE e d ProCADE. Operção tempestiv. Procedimento Sumário. Aprovção sem restrições. ACÓRDÃO: Vistos, reltdos e discutidos os presentes utos, cordm o Presidente e os Conselheiros do Conselho Administrtivo de Defes Econômic - CADE, por unnimidde, prová-l sem restrições, nos termos do voto do Reltor, que fic fzendo prte integrnte deste córdão. Prticiprm do julgmento os Conselheiros Pulo Furquim de Azevedo, Fernndo de Mglhães Furln, Vinícius Mrques de Crvlho, Olvo Zgo Chingli, Crlos Emmnuel Joppert Rgzzo e Césr Cost Alves de Mttos. Presentes o Procurdor- Gerl em exercício, Gilvndro Vsconcelos Coelho de Arújo. Ausente o representnte do Ministério Público Federl, Dr. José Eleres Mrques Teixeir. Brsíli - DF, 17 de dezembro de 08, dt do julgmento, 436ª Sessão Ordinári de Julgmento. ARTHUR BADIN CARLOS EMMANUEL JOPPERT RAGAZZO Conselheiro ATO DE CONCENTRAÇÃO Nº 08012.006940/07-60 Requerentes: Korkul Prticipções Ltd. e Atcdão Distribuição, Comércio e Indústri Ltd. Advogdos: Lilin Brreir e Fbíol Cmmrot de Abreu Reltor: Conselheiro Crlos Emmnuel Joppert Rgzzo EMENTA: Ato de concentrção. Aquisição d totlidde ds quots representtivs do cpitl socil do Atcdão Distribuição, Comércio e Indústri Ltd. ("Atcdão") pel Korkul Prticipções Ltd. ("Korkul"). Setor de tividde: comércio tcdist e vrejist. Mercdo relevnte: uto-serviço em supermercdos e hipermercdos (i) n dministrção regionl de Tguting (DF); (ii) nos municípios de Luro de Freits (BA), Slvdor (BA), Cuibá (MT), Rondonópolis (MT), Várze Grnde (MT), Cmpo Grnde (MS), Dourdos (MS), Londrin (PR), Mringá (PR), Cruru (PE), Jbotão dos Gurrpes (PE), Olind (PE), Recife (PE), Ntl (RN), Cmpins (SP), Crpicuíb (SP), Coti (SP), Gurujá (SP), Limeir (SP), Pri Grnde (SP), Sntos (SP), Snto André (SP), São José do Rio Preto (SP) e Suzno (SP); (iii) ns subprefeiturs Vil Mri, Mooc, Penh, Piritub, Snto Amro, São Miguel Pulist, Ermelino Mtrzzo e Itquer n cidde de São Pulo (SP); e (iv) nos birros de Bel Vist, Morros, Monte Crmelo, Vil Brros, Fátim, Bom Clim, Coci, Vil Rio, Prventi e Mcedo, em Gurulhos (SP), regiões em que tu empres dquirid. Submercdo de "tcrejo" ou hipermercdo populr. Competição n frnj. Fturmento, no Brsil, de pelo menos um ds requerentes superior R$ 400 milhões no último exercício. Hipótese previst no 3º do rtigo 54 d Lei 8.884/94. Apresentção tempestiv. Cláusul de não concorrênci. Aprovção condiciond à lterção d dimensão geográfic pr brnger, estritmente, os mercdos de tução d empres dquirid. ACÓRDÃO: Vistos, reltdos e discutidos os presentes utos, cordm o Presidente-Substituto Pulo Furquim de Azevedo e os Conselheiros do Conselho Administrtivo de Defes Econômic - CADE, por unnimidde, provr operção, nos termos do voto do Reltor, condiciond à restrição geográfic d cláusul de não-concorrênci, concedendo o przo de 30 (trint) dis pr presentção d lterção contrtul à CAD/CADE, nos termos do rt. 157 do Regimento Interno do CADE, que fic fzendo prte integrnte deste córdão. Prticiprm do julgmento os Conselheiros Fernndo de Mglhães Furln, Vinícius Mrques de Crvlho, Olvo Zgo Chingli, Crlos Emmnuel Joppert Rgzzo e Césr Cost Alves de Mttos. Presentes o Procurdor-Gerl em exercício, Gilvndro Vsconcelos Coelho de Arújo. Ausente o representnte do Ministério Público Federl, Dr. José Eleres Mrques Teixeir. Impedido o Presidente Arthur Bdin. Brsíli - DF, 17 de dezembro de 08, dt do julgmento, 436ª Sessão Ordinári de Julgmento. PAULO FURQUIM DE AZEVEDO Substituto CARLOS EMMANUEL JOPPERT RAGAZZO Conselheiro AVERIGUAÇÃO PRELIMINAR Nº 08012.000340/02-83 Representnte: Crlos de Góes. Representd: Postos de Combustíveis de Juzeir (BA) e Petrolin (PE). Advogdo: não const nos utos Reltor: Conselheiro Olvo Zgo Chingli EMENTA: Averigução Preliminr. Denúnci de formção de crtel entre os postos de combustíveis de Juzeir (BA) e Petrolin (PE). Preceres convergentes d SEAE/MF, SDE/MJ, ProCADE e MPF cerc d inocorrênci d prátic. Ausênci de indícios de prátic nticompetitiv. Condut não crcterizd. Pelo rquivmento. ACÓRDÃO: Vistos, reltdos e discutidos os presentes utos, cordm o Presidente Substituto e os Conselheiros do Conselho Administrtivo de Defes Econômic - CADE, por unnimidde, conhecer do recurso de ofício n presente Averigução Preliminr, negndo-lhe provimento, mntendo o rquivmento do processo, nos termos do voto do Reltor, que fic fzendo prte integrnte deste córdão. Prticiprm do julgmento o Presidente Substituto, Pulo Furquim de Azevedo e os Conselheiros Fernndo de Mglhães Furln, Vinícius Mrques de Crvlho, Olvo Zgo Chingli e Césr Cost Alves de Mttos. O Presidente Arthur Bdin e o Conselheiro Crlos Rgzzo declrrm-se impedidos. Presente o Procurdor-Gerl em exercício, Gilvndro Vsconcelos Coelho de Arújo. Ausente o representnte do Ministério Público Federl, José Eleres Mrques Teixeir. Brsíli - DF, 17 de dezembro de 08, dt d 436ª Sessão Ordinári de Julgmento. PAULO FURQUIM DE AZEVEDO Substituto OLAVO ZAGO CHINAGLIA Reltor AVERIGUAÇÃO PRELIMINAR Nº. 08012.0009/1999-88 Representnte: Ministério Público do Estdo do Rio de Jneiro Representdo: Postos de Combustíveis dos municípios de Arrum, Cbo Frio, São Pedro d Aldei, Igub Grnde, Armção de Búzios, Arril do Cbo. Reltor: Olvo Zgo Chingli EMENTA: Averigução Preliminr. Denúnci de formção de crtel entre os postos de combustíveis de Cbo Frio, Arrum, São Pedro d Aldei, Igub Grnde, Armção de Búzios e Arril do Cbo - RJ. Preceres convergentes d SEAE/MF, SDE/MJ, ProCADE e MPF cerc d inocorrênci d prátic. Ausênci de indícios de prátic nticompetitiv. Pelo rquivmento. ACÓRDÃO: Vistos, reltdos e discutidos os presentes utos, cordm o Presidente Substituto e os Conselheiros do Conselho Administrtivo de Defes Econômic - CADE, por unnimidde, conhecer do recurso de ofício n presente Averigução Preliminr, negndo-lhe provimento, mntendo o rquivmento do processo, nos termos do voto do Reltor, que fic fzendo prte integrnte deste córdão. Prticiprm do julgmento o Presidente Substituto, Pulo Furquim de Azevedo e os Conselheiros Fernndo de Mglhães Furln, Vinícius Mrques de Crvlho, Olvo Zgo Chingli e Césr Cost Alves de Mttos. O Presidente Arthur Bdin e o Conselheiro Crlos Rgzzo declrrm-se impedidos. Presente o Procurdor-Gerl em exercício, Gilvndro Vsconcelos Coelho de Arújo. Ausente o representnte do Ministério Público Federl, José Eleres Mrques Teixeir. Brsíli - DF, 17 de dezembro de 08, dt d 436ª Sessão Ordinári de Julgmento. PAULO FURQUIM DE AZEVEDO Substituto OLAVO ZAGO CHINAGLIA Reltor AVERIGUAÇÃO PRELIMINAR Nº. 08012.007692/1999- Representnte: Auto Posto Esmerlds Ltd. Representdo: Esso Brsileir de Petróleo Ltd. Advogdos: Décio Freire, Gustvo André Cruz, Myko de Gomes Sntos e outros. Reltor: Olvo Zgo Chingli EMENTA: Averigução preliminr. Denúnci de prátic de preços diferencidos pel Esso Brsileir de Petróleo Ltd. n vend de combustíveis o Auto Posto Esmerlds Ltd. Preceres pelo rquivmento. Ausênci de posição dominnte e de potencil nticompetitivo d condut. Pelo rquivmento. ACÓRDÃO: Vistos, reltdos e discutidos os presentes utos, cordm o Presidente Substituto e os Conselheiros do Conselho Administrtivo de Defes Econômic - CADE, por unnimidde, conhecer do recurso de ofício n presente Averigução Preliminr, negndo-lhe provimento, mntendo o rquivmento do processo, nos termos do voto do Reltor, que fic fzendo prte integrnte deste córdão. Prticiprm do julgmento o Presidente Substituto, Pulo Furquim de Azevedo e os Conselheiros Fernndo de Mglhães Furln, Vinícius Mrques de Crvlho, Olvo Zgo Chingli e Césr Cost Alves de Mttos. O Presidente Arthur Bdin e o Conselheiro Crlos Rgzzo declrrm-se impedidos. Presente o Procurdor-Gerl em exercício, Gilvndro Vsconcelos Coelho de Arújo. Ausente o representnte do Ministério Público Federl, José Eleres Mrques Teixeir. Brsíli - DF, 17 de dezembro de 08, dt d 436ª Sessão Ordinári de Julgmento. PAULO FURQUIM DE AZEVEDO Substituto OLAVO ZAGO CHINAGLIA Reltor
44 ISSN 1677-7042 1 Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 ATO DE CONCENTRAÇÃO Nº 08012.0196/05-53 Requerentes: Air Liquide Brsil Ltd. e White Mrtins Gses Industriis Ltd. Advogdos: Aurélio Mrchini Sntos, José del Chiro Ferreir d Ros e outros Reltor: Conselheiro Pulo Furquim de Azevedo EMENTA: Ato de Concentrção. Constituição de joint venture, entre Air Liquide e White Mrtins, pr fornecimento de gses industriis à Compnhi Siderúrgic do Atlântico. Hipóteses de subsunção prevists no rt. 54, 3º, d Lei nº 8.884/94 - prticipção e fturmento. Apresentção tempestiv. Tx processul recolhid. Mercdo relevnte de oxigênio, nitrogênio e rgônio fornecidos on site; mercdo relevnte regionl de oxigênio, nitrogênio e rgônio fornecidos grnel; mercdo relevnte regionl de oxigênio, nitrogênio e rgônio fornecidos em cilindros. Ausênci de prejuízos à concorrênci no mercdo de fornecimento de gses industriis on site. Existênci de nexo cusl entre operção e s condições de coordenção horizontl no mercdo relevnte regionl de oxigênio, nitrogênio e rgônio fornecidos grnel ou cilindros. Eficiêncis insuficientes pr justificr o comprtilhmento de gestão do empreendimento. Necessidde de fstmento de um ds requerentes d gestão. Aprovção com restrições conforme Termo de Compromisso de Desempenho. ACÓRDÃO: Vistos, reltdos e discutidos os presentes utos, cordm o Presidente do CADE e os Conselheiros do Conselho Administrtivo de Defes Econômic - CADE, por unnimidde, conhecer d presente operção, provndo-, nos termos do voto do Conselheiro Reltor, condiciond à ssintur, pels Requerentes, de Termo de Compromisso de Desempenho. O Conselheiro Olvo Chingli declrou-se impedido. Prticiprm os Conselheiros Pulo Furquim de Azevedo, Fernndo de Mglhães Furln, Vinícius Mrques de Crvlho, Olvo Zgo Chingli, Crlos Emmnuel Joppert Rgzzo e Césr Cost Alves de Mttos. Presentes o Procurdor-Gerl em exercício, Gilvndro Vsconcelos Coelho de Arújo. Ausente o representnte do Ministério Público Federl, Dr. José Eleres Mrques Teixeir. Brsíli, DF, 17 de dezembro de 08, dt d 436ª Sessão Ordinári de Julgmento. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS ARTHUR BADIN PAULO FURQUIM DE AZEVEDO Conselheiro-Reltor ATO DE CONCENTRAÇÃO Nº 08012.0028/07-93 Requerentes: Petróleo Brsileiro S.A. e Refinri de Petróleo Ipirng S.A. Advogdos: Aurélio Mrchini Sntos, An Báti Glenk Ferreir, Frederico Crrilho Dons e outros. Reltor: Conselheiro Vinícius Mrques de Crvlho EMENTA: Ato de concentrção. Aquisição, pel Petróleo Brsileiro S.A., dos tivos do Grupo Ipirng reltivos (i) distribuição de combustíveis líquidos e lubrificntes ns Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste; (ii) lojs de conveniênci loclizds nesss regiões; e (iii) comercilizção e distribuição de mteriis betuminosos (Ipirng Asfltos S.A). Subsunção do to o 3 do rtigo 54 d Lei nº 8.884/1994, em função do fturmento e d prticipção de mercdo ds requerentes. Apresentção tempestiv. Aprovção com s restrições de cumprimento do Termo de Compromisso de Desempenho. ACÓRDÃO: Vistos, reltdos e discutidos os presentes utos, cordm o Presidente Substituto e os Conselheiros do Conselho Administrtivo de Defes Econômic - CADE, por unnimidde, provr operção com s restrições estruturis e comportmentis prevists no Termo de Compromisso de Desempenho, nos termos do voto do Reltor, que fic fzendo prte integrnte deste córdão. Prticiprm do julgmento o Presidente Substituto Pulo Furquim de Azevedo e os Conselheiros Fernndo de Mglhães Furln, Vinícius Mrques de Crvlho, Olvo Zgo Chingli e Césr Cost Alves de Mttos. Presente à sessão o Procurdor-Gerl Substituto, Fernndo Antônio Alves de Oliveir Júnior. Ausente o representnte do Ministério Público Federl, José Eleres Mrques Teixeir e o Procurdor-Gerl, Gilvndro Vsconcelos Coelho de Arújo. O Presidente Arthur Bdin e o Conselheiro Crlos Emmnuel Joppert Rgzzo declrrm-se impedidos. Brsíli, DF, 17 de dezembro de 08, dt d 436ª Sessão Ordinári de Julgmento. PAULO FURQUIM DE AZEVEDO Substituto VINÍCIUS MARQUES DE CARVALHO Conselheiro-Reltor ATA DE DISTRIBUIÇÃO ORDINÁRIA Nº 528 Di: 14/01/09 Hor: h Presidente: Arthur Bdin Secretário do Plenário: José Antonio Btist de Mour Ziebrth Form distribuídos pelo sistem de sorteio os seguintes feitos: Ato de Concentrção nº 08012.000037/09-57 Requerentes: BHP Billiton PLC. Blue Horison Investments 41 (Proprietry) Limited, Richrds By Minerls, Rio Tinto Plc Advogdo(s): Mrin Villel Corrê, Djenne Lim Coutinho Reltor: Conselheiro Crlos Emmnuel Joppert Rgzzo Ato de Concentrção nº 08012.000058/09-72 Requerentes: Dekr do Brsil Prticipções Ltd., Volchi Prticipções Ltd. Advogdo(s): Fernndo Hirt Murmtsu, Vicente Cêr Junir, Rfel de Figueiredo Silv Pinheiro Reltor: Conselheiro Fernndo de Mglhães Furln Ato de Concentrção nº 08012.000068/09-16 Requerentes: Lubrizol Advnced Mterils, Inc, The Dow Chemicl Compny Advogdo(s): Tito Amrl de Andrde, Gustvo Lge Nomn, Leonrdo Pimentel Bueno Reltor: Conselheiro Olvo Zgo Chingli Ato de Concentrção nº 08012.000069/09-52 Requerentes: Merck S.A, Quercegen Agronegócios I Ltd. Advogdo(s): Altmiro Boscoli, Rogério Cruz Themudo Less, Ricrdo Noronh Inglez de Sous Reltor: Conselheiro Vinícius Mrques de Crvlho Ato de Concentrção nº 08012.000079/09-98 Requerentes: Alioth S.A., Rpidão Comet Logístic e Trnsporte S.A. Advogdo(s): Diego Herrer Alves de Mores, Fbíol Crolin Lisbo Cmmrot de Abreu, Joyce Midori Hond, Rfel Fbbri DAvil, Ricrdo Lr Gillrd, Lidine Neiv Mrtins Lgo Reltor: Conselheiro Césr Cost Alves de Mttos Ato de Concentrção nº 08012.000097/09-70 Requerentes: Amrntin Prticipções S.A., Holdinbrás Prticipções Ltd., Recofrm Indústri do Amzons Ltd Advogdo(s): José Orlndo A. Arrochel Lobo, Vldo Cestri de Rizzo, Edurdo Teixeir d Silveir, An Pul Hubinger Arújo, Sérgio Vrell Brun Reltor: Conselheiro Pulo Furquim de Azevedo Ato de Concentrção nº 08012.0008/09-57 Requerentes: Mn AG, Volkswgen AG Advogdo(s): Tito Amrl de Andrde, Gustvo Lge Nomn, Leonrdo Pimentel Bueno Reltor: Conselheiro Fernndo de Mglhães Furln Ato de Concentrção nº 08012.000151/09-87 Requerentes: Grndiflorum Prticipções S.A, Refinri de Petróleos de Mnguinhos S.A. Advogdo(s): Brbr Rosenberg, Rodrigo Zingles Oller do Nscimento, Mrin Durte Grci de Lcerd Reltor: Conselheiro Pulo Furquim de Azevedo Ato de Concentrção nº 08012.000167/09-90 Requerentes: Columbin Chemicls (Cymn) Holdings, Ltd., Columbin Chemicls Holding LLC, One Equity Prtners, II, LP. Advogdo(s): Gustvo Lge Nomn, Tito Amrl de Andrde, Leonrdo Pimentel Bueno Reltor: Conselheiro Crlos Emmnuel Joppert Rgzzo Ato de Concentrção nº 08012.000168/09-34 Requerentes: Merck Shrp & Dohme Frmcêutic Ltd, Zodic Produtos Frmcêuticos S/A Advogdo(s): André Mrques Gilberto, Ntáli Oliveir Felix Reltor: Conselheiro Césr Cost Alves de Mttos Ato de Concentrção nº 08012.000177/09-25 Requerentes: BVI Television (Ltin Americ) INC., TWE Ltin Americn Holdings, LLC. Advogdo(s): Frncisco Ribeiro Todorov, Roberto Lim Pesso Reltor: Conselheiro Olvo Zgo Chingli Ato de Concentrção nº 08012.000178/09-70 Requerentes: Akzo Nobel N.V., LII Europe GmbH Advogdo(s): Cmil Cstnho Girrdi, José Inácio Gonzg Frnceschini, Mri Eugeni Del Nero Poletti Reltor: Conselheiro Vinícius Mrques de Crvlho Ato de Concentrção nº 08012.000180/09-49 Requerentes: Usin Siderúrgic de Mins Geris S.A. - USI- MINAS, Zmprogn S.A - Importção, Comércio e Indústri Advogdo(s): Fbíol Crolin Lisbo Cmmrot de Abreu, Ricrdo Lr Gillrd, Joyce Midori Hond Reltor: Conselheiro Crlos Emmnuel Joppert Rgzzo Ato de Concentrção nº 08012.0946/08-30 Requerentes: Dow Brsil S.A., United Sttes And Petrochemicl Industries Compny K.S.C. Of Kuwit Advogdo(s): Ginni Nunes de Arújo, José Inácio Gonzg Frnceschini, Mri Eugeni Del Nero Poletti Reltor: Conselheiro Vinícius Mrques de Crvlho Ato de Concentrção nº 08012.0148/08-07 Requerentes: Ecopur Indústri e Comércio de Produtos Químicos Ltd., Gurdin Cpitl Ventures Ltd Advogdo(s): Helen de Sá, Gustvo Lge Nomn, Bruno Alves Durte, Tito Amrl de Andrde Reltor: Conselheiro Olvo Zgo Chingli Ato de Concentrção nº 08012.0127/08-18 Requerentes: Isgro S.p.A., Syngent Proteção de Cultivos Ltd Advogdo(s): Bruno Alves Durte, Tito Amrl de Andrde, Helois Helen Monteiro de Lim Reltor: Conselheiro Fernndo de Mglhães Furln Ato de Concentrção nº 08012.0143/08-01 Requerentes: Gurdin Cpitl Ventures Ltd, Unimoulds Mtrizes Ltd Advogdo(s): Tito Amrl de Andrde, Gustvo Lge Nomn, Bruno Alves Durte, Helen de Sá Reltor: Conselheiro Pulo Furquim de Azevedo ARTHUR BADIN JOSÉ ANTONIO BATISTA DE MOURA Z I E B A RT H Secretário do Plenário PAUTA DA 437ª SESSÃO ORDINÁRIA Di:.01.09 Início: h Ato de Concentrção nº 08012.0098/08- Requerentes: Sond Supermercdos Exportção e Importção Ltd. e Comercil Zimbreir Ltd. Advogdos: João Crlos de Figueiredo Neto, Breno Apio Bezerr Filho, Jerônimo Romnello Neto e outros Reltor: Conselheiro Pulo Furquim de Azevedo Ato de Concentrção nº 08012.009901/08-03 Requerentes: Brscn Residentil Properties S.A. e Compny S.A. Advogdos: Túlio Freits do Egito Coelho, Alessndro Mrtins, Fbíol C.L. Cmrot de Abreu, Joyce Midori Hond e outros Reltor: Conselheiro Pulo Furquim de Azevedo Ato de Concentrção nº 08012.0376/08-61 Requerentes: Gurdin Cpitl Ventures Ltd. e Mercure Prticipções Ltd. Advogdos: Tito Amrl de Andrde, Helen de Sá, Leonrdo Pimentel Bueno, Gustvo Lge Nomn e outros Reltor: Conselheiro Pulo Furquim de Azevedo Ato de Concentrção nº 08012.0422/08-49 Requerentes: Ecosteel Gestão de Águs Industriis Ltd.; Ecogu Soluções S.A. e ThyssenKrupp CSA Siderúrgic do Atlântico Ltd. Advogdos: Ewld Possólo Corrê d Veig, Rosn Roch, Sérgio Vrell Brun e Cio de Queiroz Reltor: Conselheiro Pulo Furquim de Azevedo Ato de Concentrção nº 08012.008902/08-22 Requerentes: Wetherford Interntionl Limited ("Wetherford") e ILI Acquisition Corp ("ILI") Advogdos: Túlio Coelho, Frncisco Ribeiro Todorov, Milen Mundim e outros Reltor: Conselheiro Fernndo de Mglhães Furln Ato de Concentrção nº 08012.009549/08-06 Requerentes: Commerzbnk AG e Dresdner Bnk AG Advogdos: Tito Amrl de Andrde, Gustvo Lge Normn e Bruno Alves Durte Reltor: Conselheiro Fernndo de Mglhães Furln Ato de Concentrção nº 08012.009968/08-30 Requerente: Mstercrd Brsil Soluções de Pgmento Ltd. Advogdos: Mrcelo Clliri, Dniel Oliveir Andreoli, Lucin Abbte Féres e outros Interessd: Cetelem Brsil S.A. - Crédito, Finncimento e Investimento Reltor: Conselheiro Fernndo de Mglhães Furln Ato de Concentrção nº 08012.0455/08-71 Requerentes: São Pedro Energétic S.A. e Itiquir Energétic S.A. Advogdos: Amnd Arntes Moreir, Leopoldo Fid d Cunh, Cio Bstos Pschol e outros Reltor: Conselheiro Fernndo de Mglhães Furln Ato de Concentrção nº 08012.002543/08-08 Requerentes: ArcelorMittl Brsil SSC Prticipções S.A., Gonvrri Corporción Finncier S.L. e Gonvrri Brsil Produtos Siderúrgicos S.A. Advogdos: Brbr Rosenberg, Gbriel Ribeiro Nolsco e outros Reltor: Conselheiro Olvo Zgo Chingli Ato de Concentrção nº 08012.007074/08-13 Requerentes: Hztec Tecnologi e Plnejmento Ambientl S.A. e Tribel Trtmento de Resíduos Industriis de Belford Roxo Ltd. Advogdos: Bárbr Rosenberg, Gbriel Ribeiro Nolsco e outros Reltor: Conselheiro Olvo Zgo Chingli Ato de Concentrção nº 08012.007389/08-52 Requerentes: Bunge Alimentos S.A. e Corn Products Brsil - Ingredientes Industriis Ltd. Advogdos: José Inácio Gonzg Frnceschini, Rodrigo M. Crneiro de Oliveir, Mrili Zulini d Cost Loosli Reltor: Conselheiro Olvo Zgo Chingli Ato de Concentrção nº 08012.0456/08-16 Requerentes: Compnhi Vle do Rio Doce e Compnhi Ítlo-Brsileir de Pelotizção Advogdos: Aurélio Mrchini Sntos, Frederico Crrilho Dons e outros Reltor: Conselheiro Olvo Zgo Chingli Embrgos de Declrção no Ato de Concentrção nº 08012.002534/07-28 Embrgnte: Petrobrás Distribuidor S.A. Advogdos: Aurélio Mrchini Sntos, Mri Eugêni Novis, Michelle Mrques Mchdo, Frederico Crrilho Dons e outros Reltor: Conselheiro Fernndo de Mglhães Furln Averigução Preliminr nº 08012.006505/01-40 Representnte: Mdson Eletrometlúrgic Ltd. Advogdos: Hildebrndo Pontes Neto, Edurdo M. de C. Csssnt e outros Representd: BSH Continentl Eletrodomésticos Ltd. Advogdos: Flávio Csces de Brros Brreto, Luiz Arthur Cselli Guimrães, Mário Sérgio Durte Grci e outros Reltor: Conselheiro Fernndo de Mglhães Furln Averigução Preliminr nº 08012.0189/06-32 Representnte: Itutec S.A. Advogdos: José Ignácio Gonzg Frnceschini, Cmil Pimentel Porto Dori e outros. Representd: Associção Brsileir de Bncos Estduis e Regionis (ASBACE) e Diebold Procomp Advogdos: Bolívr Mour Roch, Pedro Dutr e outros Reltor: Conselheiro Fernndo de Mglhães Furln
Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 1 45 ISSN 1677-7042 Averigução Preliminr nº 08012.000804/01-71 Representntes: Sindicto do Comércio Vrejist de Produtos Frmcêuticos do Estdo de Goiás e outros Representds: Associção dos Consumidores de Medicmentos - ACOM e outros Advogdos: Wrley Mores Grci, Mrcelo de Oliveir Mtis e Roberto de Mello Severo Reltor: Conselheiro Olvo Zgo Chingli Processo Administrtivo nº 08012.009862/1999- Representnte: Antônio Crlos Morndini e Drcy Ver Representds: Auto Posto do Blão Ltd., Hssin Kssem Sllom 7 Ci Ltd., Sociedde, Pulist de Distribuição Ltd., Lips - Auto Posto de Serviços Ltd., Centro, Automotivo São João Ltd., Viduto Avenid Auto Posto Ltd., J.W. Schivon e Ci Ltd., Lr e Ci Ltd., Posto Sumré de Ribeirão Preto Ltd., Posto Bndeirntes Ltd., Posto do Dito Ltd., Posto Independênci Ltd., Posto Ipirng Sul Ltd., Posto Jot Ltd., Posto Lgoinh Ltd., Posto de Serviços Mrvilh Ltd., Posto Trevinho Ltd., Posto do Trevo Ltd., Schivon Júnior & Ci Ltd., Free Auto Posto Ltd., Posto de Serviços 61 Ltd., Triângulo Serviços Automotivos Ltd., Auto Posto Comercil Ltd., Auto Posto Funchl Ltd., Auto Posto Ribeirão Preto Ltd., Comércio de Combustíveis Mogin Ltd., D.J. Pessini e Filhos Ltd., Riberjet Combustíveis e Lubrificntes pr Aeronves Ltd., Alvord Produtos de Petróleo Ltd., J.L.R. Posto de Serviços Ltd., Auto Posto Blundi Ltd., Mrtinez & Ci Ltd., Educndário Comércio de Combustíveis Ltd., Ittii Auto Posto Ltd., Crmuru Serviços Automotivos Ltd., Jói Auto Posto Ltd., Nosso Posto Comércio de Combustíveis Ltd., Brãozinho Auto Posto Ltd., Auto Posto Isk Ltd., Suv Auto Posto de Serviços Ltd., Auto Posto Portmoio Ltd., Posto Clifórni Ribeirão Preto Ltd., Posto de Serviços Cobr Ltd., Scorsolini Anzloni e Alexndre Ltd., Petronorte Comércio de Derivdos de Petróleo Ltd., Auto Posto Brsil Ribeirão Preto Ltd., Auto Posto Comefogo Ltd., Luiz Antônio S. Souz Pinto & Ci Ltd., Posto Cerri Ltd., Comercil Vieir Clil, Jgur Serviços Automotivos Ltd., Alcides Cost - Ribeirão Preto, Posto Auto Service Ltd., Auto Posto Cstelo Brnco Ribeirão Preto Ltd., Posto de Combustível Deliberto Ltd., Ts Auto Posto Ltd., Auto Posto Crneiro de Ribeirão Preto Ltd., Meg Auto Posto Ltd., Clr Lúci dos Sntos Bertgnolle, Cnto do Ypê Serviços Automotivos Ltd., Auto Posto Frncisco Junqueir Ltd., Auto Posto Pollynn Ltd., Auto Posto Sldnh Mrinho Ltd., Auto Posto Buriti Ltd., Serv-Port Empreendimentos Comerciis Ltd., Akio Tnk & Ci Ltd., João Guião Auto Posto Ltd., Auto Posto Crneiro Mendes Ltd., S. Corre & Ci Ltd., Posto Mosteiro de Ribeirão Preto Ltd., G.T. Ven & Ci Ltd., Moriyh Auto Center Ltd., Diederichsen Posto de Serviços Monesi Alves, Silvério e Esteves Ltd., José Cândido de Andrde Borges & Ci Ltd., Posto Entre Rios Ltd., Aristrocrt's Auto Posto Ltd., Riw Auto Posto Ltd., Ymki e Quinhone Ltd., Auto Posto João Mello Ltd., João Bim Auto Posto Ltd., Posto Villge de Ribeirão Preto Ltd., Augusto Mrmo Morles Blnco Ltd., Auto Posto Lbor Ltd., João do Posto - Posto de Serviços Ltd., Auto Posto Dmsco Ltd., Auto Posto Blundi Ltd., Posto Tll Com., de Combustíveis e Lubrificntes Ltd., Auto Posto Pérol Ribeirão Preto Ltd., Posto do Cfé Ltd., Donizete d Cost & Ci Ltd., L. Roselli Comércio e Serviços Ltd., Mssi & Vigno Ltd., Auto Posto Presidente Cost e Silv Ltd., Rio Auto Posto Ltd., Posto Federl - Com. de Derivdos de Petróleo Ltd., Posto Mrtines Ltd., Shopping Auto Posto Ltd., Coopertiv dos Motorists de Ribeirão Preto, Auto Posto Primver de Ribeirão Preto Ltd., Posto D. Pedro de Ribeirão Preto Ltd., Auto Posto Chin Ltd., Auto Posto Pjub Ltd., e Sindicdo do Comércio Vrejist dos Derivdos de Petróleo do Estdo de São Pulo - Regionl de Ribeirão Preto Advogdos: Fusi Henrique Pintão, Roseli Gubnitsky, Betriz Quintn Noves, Ricrdo Hsson Syeg, Antonio Frncé Junior, Joverci Fernndes de Souz, An Pul de Souz Veig Sores, Pulo Humberto d Silv Gonçlves, Adnn Sb, Wgner Mrcelo Srti e outros Reltor: Conselheiro Fernndo de Mglhães Furln Processo Administrtivo nº 08012.006952/1997-33 Representnte: Secretri de Acompnhmento Econômico do Ministério d Fzend- SEAE/MF Representd: Allergn Lok Produtos Frmcêuticos Ltd. Advogdos: Túlio do Egito Coelho, Alessndro Mrius Mrtins, Milen Fernndes Mundim e outros Reltor: Conselheiro Olvo Zgo Chingli Requerimento nº 08700.0053/08-81 Requerente: Mnuli Hidráulic do Brsil Ltd. Advogdos: Lucc Coccioli, Tito Amrl de Andrde e Gustvo Lge Nomn Reltor: Conselheiro Fernndo de Mglhães Furln EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL ARTHUR BADIN DEFENSORIA PÚBLICA DA UNIÃO CONSELHO SUPERIOR DA DEFENSORIA PÚBLICA DA UNIÃO PORTARIA Nº 9, DE 14 DE JANEIRO DE 09 O Defensor Público-Gerl d União e Superior d Defensori Públic d União, usndo ds tribuições que lhe são conferids pelo rtigo 8º, inciso XIV, d Lei Complementr nº 80 de 12 de jneiro de 1994, resolve: I - Convocr pr reunião d 98ª Sessão Ordinári do Conselho Superior d Defensori Públic d União, que será relizd em de jneiro de 09. II - Publicr Put d Reunião suprcitd. EDUARDO FLORES VIEIRA ANEXO Put d 98ª Sessão Ordinári do Conselho Superior d Defensori Públic d União. Grupo: Reltórios funcionis Item 1 Processos: 08038.022454/08-81, 08038.022453/08-37, 08038.022345/08-17, 08038.022289/08-68, 08038.0822/08-74, 08038.08/08-85, 08038.0894/08-, 08038.0782/08-61, 08038.0972/08-88, 08038.0563/08-64, 08038.0241/08-32, 08038.0503/08-69, 08038.0599/08-65, 08038.0907/08-35, 08038.022270/08-, 08038.000123/09-71, 08038.0238/08-18 e 08038.0664/08-52. Reltor: Conselheiro João Alberto Simões Pires Frnco. Assunto: Reltório de tividdes funcionis dos Defensores Públicos d União: Douglimr d Silv Moris, Ricrdo Kifer Amorim, Fbino Schutz Ferrro, Lucino Borges dos Sntos, Leonrdo Crdoso de Mglhães, Fernndo Ribeiro Pcheco, Mrcos José Brito Ribeiro, Érico Lim de Oliveir, Adrino Henrique de Oliveir Afonso, Oséis Pereir Filho, Frncisco Nogueir Mchdo, Oscr Giorgi Ribeiro Btist, Pedro Alves Dims Júnior, Tôni Lúci Reges Dourdo, Ttin Mkit Kiyn Frnco, Isbell Kren Arújo Simões, An Lúci Mrcondes Fri de Oliveir e Fernnd Theodoro Benfic, respectivmente. Item 2 Processos: 08038.0539/08-25, 08038.0932/08-36, 08038.0724/08-, 08038.000123/09-71, 08038.0749/08-, 08038.0267/08-71, 08038.0559/08-13, 08038.0818/08-14, 08038.0906/08-16, 08038.0854/08-70, 08038.0905/08-63, 08038.0974/08-77 e 08038.0781/08-16. Reltor: Conselheiro André do Nscimento Del Fico. Assunto: Reltório de tividdes funcionis dos Defensores Públicos d União: Tigo Vieir Silv, José Arrud de Mirnd Pinheiro, Mrcus Vinicius Rodrigues Lim, Edurdo Duílio Lopes Pirgibe, Lúcio Ferreir Guedes, Gerldo Vilr Correi Lim Filho, Felicino de Crvlho, Leonrdo José d Silv Brldo, Fábio Clmon de Amorim, Sbrin Piccoli Mrques, Mri Alnely d Silv Tvres, Aline Felippe Pcheco, Pul de Melo Fonsec, respectivmente. Item 3 Processos: 08038.0783/08-13, 08038.0674/08-98, 08038.0301/08-08, 08038.07/08-0, 08038.022229/08-45, 08038.0767/08-12, 08038.0957/08-30, 08038.022382/08-72, 08038.0555/08-35, 08038.0687/08-67, 08038.0958/08-84, 08038.022639/08-96 e 08038.022379/08-59. Reltor: Conselheiro Alessndro Tertulino d Cost Pinto. Assunto: Reltório de tividdes funcionis dos Defensores Públicos d União: André Gustvo Piccolo, Bruno Vinícius Btist Arrud, Edurdo José Teixeir de Oliveir, João Roberto de Toledo, Vlter Srro de Lim, Luiz Henrique de Vsconcelos Qugliett Corre, Lucino Antonio Fiorot, Luiz Henrique Pvn, Lr Spen de Souz, Fernnd Ayl Binchi, Lyci Kmed, Mír de Crvlho Pereir e Fbrízi d Fonsec Pssos Bittencourt, respectivmente. Item 4 Processos: 08038.018057/08-13, 08038.018197/08-83, 08038.0193/08-48, 08038.019515/08-23, 08038.019486/08-08, 08038.019350/08-19, 08038.0396/08-51, 08038.0237/08-65, 08038.019876/08-70, 08038.0473/08-91, 08038.0819/08-51, 08038.0750/08-65, 08038.0909/08-41, 08038.0249/08-63, 08038.022639/08-96, 08038.0267/08-54, 08038.0472/08-46, 08038.0973/08-22, 08038.0853/08-25, 08038.0704/08-66. Reltor: Conselheiro Leonrdo Lore Mttr. Assunto: Reltório de tividdes funcionis dos Defensores Públicos d União: André Silv Gomes, Heverton Giscln Neves d Silv, Gbriel Fri Oliveir, Dniel de Mcedo Alves Pereir, Pulo de Trso Cvlcnte Asfor Júnior, Mrcos Mzzotti, Jime de Crvlho Leite Filho, João Márcio Simões, Mtheus Rodrigues Mrques, Edurdo Levin, Vinícius Diniz Monteiro de Brros, Rodrigo Luiz Cpric Módolo, Christin Plhrini Mrtins, Crlos Edurdo Cls de Vsconcelos, Lucs Aguilr Sette, Adrin Ribeiro Brbto, Adrin Ribeiro Brbto, Lidine d Penh Segl, Lílin Alves Ackermnn, Flávi Serizw e Silv, respectivmente. 2º Grupo: Julgmentos ind não inicidos Item 5 Processo: 08038.0672/07-09. Reltor: Conselheiro João Alberto Simões Pires Frnco. Assunto: Consult relizd pel DPU no Cerá cerc ds disposições d Resolução nº 25 do CSDPU e Portri nº 648. Item 6 Processos: 08038.003599/08-83. Reltor: Conselheiro João Alberto Simões Pires Frnco. Assunto: Propost de crição d Ouvidori Gerl d DPU. Item 7 Processo: 08038.017379/08-37. Reltor: Conselheiro João Alberto Simões Pires Frnco. Assunto: Propost de lterção do Regimento Interno do CSDPU. Item 8 Processos: 08038.0225/08-96, 08038.022261/08-, 08038.0585/08-41, 08038.0242/08-78, 08038.022260/08-86, 08038.0223/08-14, 08038.0988/08-91, 08038.022403/08-50, 08038.0815/08-72, 08038.0220/08-07, 08038.0223/08-32, 08038.0222/08-43, 08038.0801/08-59, 08038.09/08-91, 08038.0816/08-17, 08038.0814/08-28, 08038.0583/08-52, 08038.0732/08-83, 08038.022276/08-99, 08038.022298/08-59, 08038.0584/08-05, 08038.022274/08-08, 08038.022590/08-71, 08038.022589/08-47, 08038.0586/08-96, 08038.0706/08-55, 08038.022464/08-17, 08038.022268/08-42, 08038.0227/08-85, 08038.0708/08-44, 08038.0688/08-, 08038.0226/08-, 08038.0866/08-02, 08038.0405/08-19, 08038.0707/08-08, 08038.0703/08-, 08038.0222/08-98, 08038.0445/08-73, 08038.0587/08-. Reltor: Conselheiro João Alberto Simões Pires Frnco. Assunto: Inscrição pr o º Concurso de remoção pr Defensor Público d União de 2ª Ctegori dos Drs. Leonrdo Crdoso de Mglhães, Phelipe Vicente de Pul Crdoso, Pedro Pulo Gndr Torres, An Lúci Mrcondes Fri de Oliveir, Fernnd Ayl Binchi, Pulo Rogério Cirino de Oliveir, Lílin dos Sntos Lins, Guilherme Augusto Junqueir de Andrde, Gustvo Henrique Armbrust Virginelli, Fernndo Ribeiro Pcheco, Lucino Antonio Fiorot, Lyci Kmed, Victor Hugo Brsil, Croline de Pulo Oliveir Piloni, Pedro Alves Dims Júnior, Lr Spen de Souz, Gbriel Fri de Oliveir, Óscr Giorgi Ribeiro Btist, Felicino de Crvlho, Pblo Luiz Amrl, Luiz Henrique Pvn, Fbin Bndeir de Fri, Mrin Cost Guimrães, Rodrigo Gonçlves de Souz, Fbrício d Silv Pires, Emerson dos Sntos Júnior, Jime de Crvlho Leite Filho, Mtheus Rodrigues Mrques, Gerldo Vilr Correi Lim Filho, Pul de Melo Fonsec, Vinicíus Diniz Monteiro de Brros, Krine de Crvlho Guimrães, Adrino Henrique de Oliveir Afonso, Fernnd Theodoro Benfic, André Silv Gomes, André Crneiro Leão, Roberto Pereir Del Grossi, Isbell Kren Arújo Simões e Ivn Rchel Mendes Silv Sntos. Item 9 Processo: 08038.016537/08-. Reltor: Conselheiro André do Nscimento Del Fico. Assunto: Solicitção do Dr. Gbriel Fri de Oliveir pr clssificção d unidde d Defensori Públic de União em Umurm como de difícil provimento. Item Processo: 08038.013822/08-09. Reltor: Conselheiro Alessndro Tertulino d Cost Pinto. Assunto: Requerimento do Dr. André Silv Gomes de cópi de processo sigiloso. Item Processos: 08038.0199/08-32 e 08038.0746/08-80. Reltor: Conselheiro Alessndro Tertulino d Cost Pinto. Assunto: Impugnção à list de ntiguidde formuld pelos Drs. Celso Gbriel de Resende e Pulo Rogério Cirino de Oliveir, respectivmente. Item 12 Processos: 08038.0945/08-13, 08038.0956/08-95, 08038.0702/08-77, 08038.0404/08-87, 08038.022399/08-, 08038.022389/08-94, 08038.022259/08-51, 08038.02813/08-83. Reltor: Conselheiro Leonrdo Lore Mttr. Assunto: Inscrição pr o 9º concurso de Promoção pr Ctegori Especil dos Drs. Rômulo Coelho d Silv, Edson Rodrigues Mrques, Julino Mrtins de Godoy, Sérgio d Cost Moreir, Isbell Kren Arújo Simões, Pulo Rogério Cirino de Oliveir, Lucino Borges dos Sntos, Tôni Lúci Reges Dourdo e Lriss Mrtins. Item 13 Processo: 08038.017789/08-88. Reltor: Conselheiro Leonrdo Lore Mttr. Assunto: solicitção de lterção d Resolução nº do CSDPU. Item 14 Processo: 08038.014572/08-16. Reltor: Conselheiro Leonrdo Lore Mttr. Assunto: Propost de resolução presentd pelo Exmo. Sr. Conselheiro Alessndro Tertulino d Cost Pinto. Item 15 Processo: 08038.014394/08-23. Reltor: Conselheiro Leonrdo Lore Mttr. Assunto: Propost do Dr Edurdo Vldres de Brito pr lterção d resolução 17 do CSDPU. 3º Grupo: Processo com pedido de vist
46 ISSN 1677-7042 1 Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 Item 16 Processo: 08038.014938/08-57. Vist: Conselheiro João Alberto Simões Pires Frnco. Assunto: Mtéri Sigilos. 4º Grupo: Mtéri sigilos Item 17 Processo: 08038.012298/07-60. Reltor: Conselheiro João Alberto Simões Pires Frnco. Item 18 Processo: 08038.014549/08-. Reltor: Conselheiro João Alberto Simões Pires Frnco. Item 19 Processo: 08038.003474/07-72. Reltor: Conselheiro Leonrdo Lore Mttr. Item Processo: 08038.009759/08-06. Reltor: Conselheiro Leonrdo Lore Mttr. Item Processo: 08038.014883/08-85. Reltor: Conselheiro Leonrdo Lore Mttr. Item 22 Processo: 08038.012966/08-30. Reltor: Conselheiro Leonrdo Lore Mttr. Item 23 Processo: 08038.014584/08-41. Reltor: Conselheiro Leonrdo Lore Mttr. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL DIRETORIA EXECUTIVA COORDENAÇÃO-GERAL DE CONTROLE DE SEGURANÇA PRIVADA ALVARÁ Nº 6.081, DE DE DEZEMBRO DE 08 O COORDENADOR-GERAL DE SEGURANÇA PRIVA- DA DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo rt. d Lei 7.2, de de junho de 1983, lterd pel Lei nº 9.017, de 30 de mrço de 1995, regulmentd pelo Decreto nº 89.056, de 24 de novembro de 1983, lterdo pelo Decreto nº 1.592, de de gosto de 1995, tendendo requerimento d prte interessd, bem como decisão proltd no Processo nº 08270.018188/08-30-SR/DPF/CE, declr revist utorizção pr funcionmento de serviços especilizdos de CURSO DE FORMAÇÃO, válid por 01(um) no d dt d publicção no D.O.U., concedid à empres CENTRO DE FORMAÇÃO E APER- FEIÇOAMENTO DE VIGILANTES - CMACK, inscrit no CNPJ/MF sob o nº 07.386.675/0001-60, tendo como sócios FRAN- CISCO AUTRAN MARTINS COSTA e FRANCISCO EURIDES MARTINS COSTA, pr efeito de exercer sus tividdes no Estdo do CEARÁ. ADELAR ANDERLE ALVARÁ Nº 18, DE 8 DE JANEIRO DE 09 O COORDENADOR-GERAL DE CONTROLE DE SEGU- RANÇA PRIVADA DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDE- RAL, SUBSTITUTO, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo rt. d Lei 7.2, de de junho de 1983, lterd pel Lei nº 9.017, de 30 de mrço de 1995, regulmentd pelo Decreto nº 89.056, de 24 de novembro de 1983, lterdo pelo Decreto nº 1.592, de de gosto de 1995, tendendo requerimento d prte interessd, bem como decisão proltd no Processo nº 085.009522/08-75-SR/DPF/SE, declr revist utorizção pr funcionmento de serviços especilizdos de VIGILÂNCIA, válid por 01(um) no d dt d publicção no D.O.U., concedid à empres FRANCA SERVIÇOS DE VIGILÂNCIA E SEGURANÇA PA- TRIMONIAL LTDA, inscrit no CNPJ/MF sob o nº 32.834.491/0001-62, tendo como sócios LUIS FONTES DE OLI- VEIRA e ALEXANDRE OLIVEIRA SANTANA, pr efeito de exercer sus tividdes no Estdo de SERGIPE. RODRIGO DE ANDRADE OLIVEIRA ALVARÁ Nº.008, DE 9 DE JANEIRO DE 09 O COORDENADOR-GERAL DE SEGURANÇA PRIVA- DA DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL SUBSTITU- TO, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo rt. d Lei nº 7.2/83, lterd pel Lei nº 9.017/95, e pelo rt. 45 do Decreto nº 89.056/83, lterdo pelo Decreto nº 1.592/95, tendendo solicitção do interessdo, bem como decisão proltd no Processo nº 08/0001599/DPF/BRU/SP, resolve: CONCEDER utorizção à empres STAFF - CENTRO DE FORMAÇÃO E APERFEIÇOAMEN- TO DE PROFISSIONAI, CNPJ/MF: 02.577.491/0001-63, sedid em SÃO PAULO, pr dquirir: Em Estbelecimento Comercil utorizdo pelo Deprtmento Logístico do Comndo do Exército: -1(UMA) PISTOLA CALIBRE.380; -1(UMA) ESPINGARDA CALIBRE 12; -5.834(CENTO E CINCO MIL OITOCENTOS E TRIN- TA E QUATRO) ESPOLETAS CALIBRE 38; -99.769(NOVENTA E NOVE MIL SETECENTOS E SES- SENTA E NOVE) PROJETEIS CALIBRE 38; -.000(DEZ MIL) ESTOJOS CALIBRE 38; -27.432(VINTE E SETE MIL QUATROCENTAS E TRIN- TA E DUAS) GRAMAS DE POLVORA ; -6.065(SEIS MIL E SESSENTA E CINCO) PROJETEIS CALIBRE.380; -2.000(DOIS MIL) ESTOJOS CALIBRE.380; -1.832(HUM MIL OITOCENTOS E TRINTA E DOIS) CARTUCHOS DE MUNIÇÃO CALIBRE 12. O przo pr inicir o processo de compr expirrá em 60 dis prtir d publicção dest utorizção. RODRIGO DE ANDRADE OLIVEIRA ALVARÁ Nº.0, DE 9 DE JANEIRO DE 09 O COORDENADOR-GERAL DE SEGURANÇA PRIVADA DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL SUBSTITUTO, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo rt. d Lei nº 7.2/83, lterd pel Lei nº 9.017/95, e pelo rt. 45 do Decreto nº 89.056/83, lterdo pelo Decreto nº 1.592/95, tendendo solicitção do interessdo, bem como decisão proltd no Processo nº 08/0001428/DE- LESP/DREX/SR/DPF/DF, resolve: CONCEDER utorizção à empres BRASFORT EMPRESA DE SEGURANÇA LTDA, CNPJ/MF: 03.497.401/0001-97, sedid no DISTRITO FEDERAL, pr dquirir: Em Estbelecimento Comercil utorizdo pelo Deprtmento Logístico do Comndo do Exército: -8000 Crtuchos de Munição CALIBRE 38,-180 Crtuchos de Munição CALIBRE.380. O przo pr inicir o processo de compr expirrá em 60 dis prtir d publicção dest utorizção. RODRIGO DE ANDRADE OLIVEIRA ALVARÁ Nº.013, DE 9 DE JANEIRO DE 09 O COORDENADOR-GERAL DE SEGURANÇA PRIVA- DA DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL SUBSTITU- TO, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo rt. d Lei nº 7.2/83, lterd pel Lei nº 9.017/95, e pelo rt. 32 do Decreto nº 89.056/83, lterdo pelo Decreto nº 1.592/95, tendendo solicitção do interessdo, bem como decisão proltd no Processo nº 08/00072/DPF/SCS/RS; resolve: CONCEDER utorizção pr funcionmento, válid por 01(um) no prtir d dt d publicção no D.O.U., à empres SEGURANÇA KESSLER LTDA, CNPJ/MF: 09.604.149/0001-54, com sede n RUA ARMANDO RUSCHEL, tendo como Sócio(s): CARLOS ROBERTO KESSLER, WUNIBALDO KESSLER, especilizd n prestção de serviços de Vigilânci Ptrimonil, pr exercer sus tividdes no RIO GRANDE DO SUL, com Certificdo de Segurnç nº000003, expedido pel SR/DPF/RS. RODRIGO DE ANDRADE OLIVEIRA ALVARÁ Nº.014, DE 9 DE JANEIRO DE 09 O COORDENADOR-GERAL DE SEGURANÇA PRIVADA DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL SUBSTITUTO, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo rt. d Lei nº 7.2/83, lterd pel Lei nº 9.017/95, e pelo rt. 45 do Decreto nº 89.056/83, lterdo pelo Decreto nº 1.592/95, tendendo solicitção do interessdo, bem como decisão proltd no Processo nº 08/00018/DE- LESP/DREX/SR/DPF/PA, resolve: CONCEDER utorizção à empres MAX FORCE CURSO DE FORMAÇÃO DE VIGILANTES LTDA, CNPJ/MF: 01.566.333/0001-45, sedid no PARÁ, pr dquirir: Em Estbelecimento Comercil utorizdo pelo Deprtmento Logístico do Comndo do Exército: -8 (OITO) Revolveres CALIBRE 38, -5 (CINCO) Pistols CALIBRE.380, -5 (CINCO) Espingrds CALIBRE 12, -35500 (TRINTA E CINCO MIL E QUINHENTOS) Crtuchos de Munição CALIBRE 38, -38980 (TRINTA E OITO MIL NOVESCENTAS E OITEN- TA) Espolets pr Munição CALIBRE 38, -38980 (TRINTA E OITO MIL NOVESCENTOS E OITEN- TA) Projéteis pr Munição CALIBRE 38, -8700 (OITO MIL E SETECENTOAS) Grms de Pólvor, -1300 (MIL E TREZENTOS) Crtuchos de Munição CA- LIBRE.380, -750 (SETECENTOS E CINQUENTA) Crtuchos de Munição CALIBRE 12. O przo pr inicir o processo de compr expirrá em 60 dis prtir d publicção dest utorizção. RODRIGO DE ANDRADE OLIVEIRA ALVARÁ Nº.015, DE 9 DE JANEIRO DE 09 O COORDENADOR-GERAL DE SEGURANÇA PRIVA- DA DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL SUBSTITU- TO, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo rt. d Lei nº 7.2/83, lterd pel Lei nº 9.017/95, e pelo rt. 45 do Decreto nº 89.056/83, lterdo pelo Decreto nº 1.592/95, tendendo solicitção do interessdo, bem como decisão proltd no Processo nº 08/0001527/DELESP/DREX/SR/DPF/RO, resolve: CONCEDER utorizção à empres Rom Segurnç Ltd, CNPJ/MF: 04.578.144/0001-80, sedid em RONDÔNIA, pr dquirir: Em Estbelecimento Comercil utorizdo pelo Deprtmento Logístico do Comndo do Exército: -19 (DEZENOVE) Revolver(s) CALIBRE 38, -342 (TREZENTOS E QUARENTA E DOIS) Crtuchos de Munição CALIBRE 38. O przo pr inicir o processo de compr expirrá em 60 dis prtir d publicção dest utorizção. RODRIGO DE ANDRADE OLIVEIRA ALVARÁ Nº.016, DE 9 DE JANEIRO DE 09 O COORDENADOR-GERAL DE SEGURANÇA PRIVA- DA DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL SUBSTITU- TO, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo rt. d Lei nº 7.2/83, lterd pel Lei nº 9.017/95, e pelo rt. 32 do Decreto nº 89.056/83, lterdo pelo Decreto nº 1.592/95, tendendo solicitção do interessdo, bem como decisão proltd no Processo nº 08/0001607/DELESP/DREX/SR/DPF/MG; resolve: CONCEDER utorizção pr funcionmento, válid por 01(um) no prtir d dt d publicção no D.O.U., à empres GP - GUARDA PATRI- MONIAL DE MINAS GERAIS LTDA, CNPJ/MF:.403.744/0001-00, com sede n RUA MONTE CASSINO 363, tendo como Sócio(s): BERARDINO ANTONIO FANGANIELLO, FABIO FANGANIEL- LO, JOSE JACOBSON NETO, especilizd n prestção de serviços de Vigilânci Ptrimonil, pr exercer sus tividdes em MI- NAS GERAIS, com Certificdo de Segurnç nº000003, expedido pel SR/DPF/MG. RODRIGO DE ANDRADE OLIVEIRA ALVARÁ Nº.017, DE 9 DE JANEIRO DE 09 O COORDENADOR-GERAL DE SEGURANÇA PRIVA- DA DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL SUBSTITU- TO, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo rt. d Lei 7.2/83, lterd pel Lei nº 9.017/95, e pelo rt. 32 Decreto nº 89.056/83, lterdo pelo Decreto nº 1.592/95, tendendo solicitção do interessdo, bem como decisão proltd no Processo nº 08/0001396/DELESP/DREX/SR/DPF/DF; resolve: DECLARAR revist utorizção pr funcionmento, válid por 01(um) no prtir d dt d publicção no D.O.U., concedid à empres IPA- NEMA SEGURANCA LTDA, inscrit no CNPJ/MF sob o nº 03.601.036/0001-19, especilizd n prestção de serviços de Vigilânci Ptrimonil tendo como Sócio(s): SILVIO CARVALHO DE ARAÚJO, JOSÉ CARVALHO DE ARAÚJO, pr efeito de exercer sus tividdes no DISTRITO FEDERAL, com Certificdo de Segurnç nº 000004, expedido pel SR/DPF/DF. RODRIGO DE ANDRADE OLIVEIRA ALVARÁ Nº.018, DE 9 DE JANEIRO DE 09 O COORDENADOR-GERAL DE SEGURANÇA PRIVA- DA DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo rt. d Lei 7.2/83, lterd pel Lei nº 9.017/95, e pelo rt. 32 Decreto nº 89.056/83, lterdo pelo Decreto nº 1.592/95, tendendo solicitção do interessdo, bem como decisão proltd no Processo nº 08/00068/DPF/CAS/SP; resolve: DECLARAR revist utorizção pr funcionmento, válid por 01(um) no prtir d dt d publicção no D.O.U., concedid à empres Iron Segurnç Especilizd Ltd, inscrit no CNPJ/MF sob o nº 67.992.990/0001-62, especilizd n prestção de serviços de Vigilânci Ptrimonil tendo como Sócio(s): JOSE EVALDO VIEIRA, LOURDES CORREIA VIEIRA, pr efeito de exercer sus tividdes em SÃO PAULO, com Certificdo de Segurnç nº 000005, expedido pel S R / D P F / S P. RODRIGO DE ANDRADE OLIVEIRA SECRETARIA DE DIREITO ECONÔMICO DESPACHOS DA SECRETÁRIA Em 14 de jneiro de 09 Nº - Ref: Ato de Concentrção nº 08012.0002/08-62. Requerentes: Big Jump Energy Prticipções S.A. e Compnhi Siderúrgic Ncionl - CSN. Advs: Tito Amrl de Andrde, Julino Souz de Albuquerque Mrnhão e Outros. Pelos princípios d economi processul e d eficiênci d Administrção Públic, nos termos do do rtigo 50 d Lei 9.784/99, e tendo em vist o Termo de Cooperção Técnico-Opercionl firmdo entre Procurdori do Conselho Administrtivo de Defes Econômic e Secretri de Direito Econômico e publicdo no D.O.U. em de gosto de 07, concordo com o teor do precer d Secretri de Acompnhmento Econômico, do Ministério d Fzend, cujos termos pssm integrr est decisão, como su motivção. Opino, conseqüentemente, pel provção do to, devendo este processo ser encminhdo o Conselho Administrtivo de Defes Econômic - CADE, em cumprimento o disposto no 6º do rt. 54 d Lei 8.884/94. Nº 12 - Ref: Ato de Concentrção nº 08012.0138/08-72. Requerentes: BPK S.A. Comércio do Vestuário e Mrisol Prticipções Ltd. Advs: Fábi Regin Freits e Outros. Pelos princípios d economi processul e d eficiênci d Administrção Públic, nos termos do do rtigo 50 d Lei 9.784/99, e tendo em vist o Termo de Cooperção Técnico-Opercionl firmdo entre Procurdori do Conselho Administrtivo de Defes Econômic e Secretri de Direito Econômico e publicdo no D.O.U. em de gosto de 07, concordo com o teor do precer d Secretri de Acompnhmento Econômico, do Ministério d Fzend, cujos termos pssm integrr est decisão, como su motivção. Opino, conseqüentemente, pel provção do to, devendo este processo ser encminhdo o Conselho Administrtivo de Defes Econômic - CADE, em cumprimento o disposto no 6º do rt. 54 d Lei 8.884/94. MARIANA TAVARES DE ARAUJO
Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 1 47 ISSN 1677-7042 DESPACHO DO CHEFE DE GABINETE Em 14 de jneiro de 09 Nº 24 - Determino divulgção dos seguintes tos de concentrção econômic protocoldos nos termos do rt. 54, d Lei nº 8.884/94 e do rt. 13, d Portri nº 5/96/SDE: AC nº 08012.0002/09-32. Rqtes: DASSAULT AVIA- TION S.A. ("DASSAULT AVIATION"), ALCATEL-LUCENT ("AL- CATEL-LUCENT") e THALES S.A. ("THALES"). Operção: quisição, pel DASSAULT AVIATION, de,78% d ALCATEL-LU- CENT n THALES e de 5,18% d GROUPE INDUSTRIEL MAR- CEL DASSAULT S.A. ("GIMD") n THALES. Os setores de tividde envolvidos n operção são os de Aeronáutic Civil e Militr, Espço e de Simulção Aeronáutic Militr. AC nº 08012.000233/09-. Rqtes: TAPIN PARTICIPA- ÇÕES S.A. ("TAPIN") e REGINA INDÚSTRIA E COMÉRCIO S.A. ("REGINA FESTAS"). Operção: quisição, pelo EMPREENDEDOR BRASIL (um subsidiári integrl TAPIN) de 27,84% do cpitl socil d REGINA FESTAS. O setor de tividde envolvido n operção é o de Produção e Comercilizção de Artigos Pr Fests e Emblgens Pr Food Service. AC nº 08012.000236/09-65. Rqtes: ALESAT COMBUS- TÍVEIS S.A. ("ALESAT") e REPSOL YPF DISTRIBUIDORA S.A. ("REPSOL"). Operção: quisição, pel ALESAT e pel ALECRED PROMOTORA DE NEGÓCIOS DE CRÉDITO LTDA. (empres controld por cionists d ALESAT), d totlidde ds ções de emissão d REPSOL. Os setores de tividde envolvidos n operção são os de Comércio Atcdist e de Comércio Vrejist. AC nº 08012.000238/09-54. Rqtes: RECOFARMA IN- DÚSTRIA DO AMAZONAS LTDA. ("RECOFARMA"), COCA-CO- LA INDÚSTRIA LTDA. ("CCIL") e SPAIPA S.A. - INDÚSTRIA BRASILEIRA DE BEBIDAS ("SPAIPA"). Operção: constituição de um joint venture entre CCIL e SPAIPA pr envse e comercilizção de águ minerl d mrc vittlev n áre onde SPAIPA tu como engrrfdor "frnqued" do sistem Coc-Col. O setor de tividde envolvido n operção é o de Indústri de Bebids. DIEGO FALECK DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA ECONÔMICA COORDENAÇÃO-GERAL DE CONTROLE DE MERCADO DESPACHOS DO COORDENADOR-GERAL Em 13 de jneiro de 09 Nº - Ref: Ato de Concentrção nº 08012.000037/09-57. Requerentes: BHP Billiton Plc; Rio Tinto Plc; Richrd By Minerls e Blue Horison Investments 41 Limited. Advs: Fábio Figueir e Outros. Em conformidde com Lei nº 8.884/94 e o Cpítulo VIII d Portri/MJ nº. 4, de 06 de jneiro de 06, defiro, prcilmente, o pedido de trtmento confidencil solicitdo. Intimem-se s Requerentes cumprirem à diligênci solicitd, no przo de 05 (cinco) dis, nos termos d not técnic de fls. Nº - Ref: Ato de Concentrção nº 08012.000079/09-98. Requerentes: Alioth S/A e Rpidão Comet Logístic e Trnsportes S/A. Advs: Rfel Fbbri D'Avil; Fbíol C. L. Cmmrot de Abreu e Outros. Em conformidde com Lei nº 8.884/94 e o Cpítulo VIII d Portri/MJ nº. 4, de 06 de jneiro de 06, defiro o pedido de trtmento confidencil solicitdo. Nº 12 - Ref: Ato de Concentrção nº 08012.000097/09-70. Requerentes: Amrntin Prticipsções S/A e Holdinbrás Prticipções Ltd. Advs: Sérgio Vrell Brun e Outros. Em conformidde com Lei nº 8.884/94 e o Cpítulo VIII d Portri/MJ nº. 4, de 06 de jneiro de 06, defiro o pedido de trtmento confidencil solicitdo. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL Nº 13 - Ref: Ato de Concentrção nº 08012.000058/09-72. Requerentes: Volchi Prticipções Ltd. e Dekr do Brsil Prticipções Ltd. Advs: Fernndo Hirt Murmtsu e Outros. Em conformidde com Lei nº 8.884/94 e o Cpítulo VIII d Portri/MJ nº. 4, de 06 de jneiro de 06, defiro o pedido de trtmento confidencil solicitdo. Nº 14 - Ref: Ato de Concentrção nº 08012.000068/09-16. Requerentes: Lubrizol Advnced Mteriis, Inc e The Dow Chemicl Compny. Advs: Tito Amrl de Andrde e Outros. Em conformidde com Lei nº 8.884/94 e o Cpítulo VIII d Portri/MJ nº. 4, de 06 de jneiro de 06, defiro o pedido de trtmento confidencil solicitdo. Nº 15 - Ref: Ato de Concentrção nº 08012.0008/09-57. Requerentes: Mn AG e Volkswgen AG. Advs: Tito Amrl de Andrde e Outros. Em conformidde com Lei nº 8.884/94 e o Cpítulo VIII d Portri/MJ nº. 4, de 06 de jneiro de 06, defiro o pedido de trtmento confidencil solicitdo. LUIS CLAUDIO LIMA PINHEIRO Substituto SECRETARIA NACIONAL DE JUSTIÇA DEPARTAMENTO DE ESTRANGEIROS DIVISÃO DE PERMANÊNCIA DE ESTRANGEIROS DESPACHOS DO CHEFE Nos termos do Precer CJ nº 066/85, constnte do Processo MJ n º 0339/83, determino REPUBLICAÇÃO do despcho deferitório, pr que surt seus jurídicos e legis efeitos nos termos d legislção vigente. Processo Nº 084.0063/03-93 - Fbrizio Ruggeri FERNANDA R. SALDANHA DE AZEVEDO DEFIRO o presente pedido de trnsformção de residênci temporári em permnente nos termos do Acordo entre Brsil e Argentin, por troc de Nots, pr Implementção entre si do Acordo sobre Residênci pr Ncionis dos Estdos Prtes do Mercosul. Processo Nº 08495.002556/08-93 - Sntigo Pich Nos termos do Precer CJ nº 066/85, constnte do Processo MJ n º 0339/83, determino REPUBLICAÇÃO do despcho deferitório, pr que surt seus jurídicos e legis efeitos nos termos d legislção vigente. Processo Nº 08296.001713/06-28 - Ling Yi INDEFIRO o presente pedido por flt de mpro legl nos termos d Resolução Normtiv nº 65/05 do Conselho Ncionl de Imigrção. Processo nº 08001.0087/08-16 - Dominique Pscl Benoit Pquereu INDEFIRO o presente pedido, por flt de mpro legl, considerndo que s tividdes exercids pelo(s) requerente(s) não se codunm com clssificção consulr que port(m). Processo Nº 08260.0038/08-40 - Mry Alejndr Lussinchi de L Veg INDEFIRO o presente pedido de prorrogção de przo por flt de mpro legl, um vez que houve mudnç de instituição de ensino, bem como de curso. Processo nº 08507.0089/07-17 - Fernnd Kuv INDEFIRO o presente pedido por flt de mpro legl, nos termos d Resolução Normtiv nº 42/99 do Conselho Ncionl de Imigrção. Processo nº 08097.002607/08-70 - Mj Nock À vist dos novos elementos constntes dos utos, TORNO INSUBSISTENTE o despcho concessório de permnênci, publicdo no Diário Oficil de /07/02, págin 224, por se encontrr o estrngeiro seprdo d cônjuge brsileir de fto. Processo nº 08460.000453/02-09 - Pym Ghsedi MARIA OLÍVIA S. DE MIRANDA ALVES Substitut Fce às diligêncis procedids pelo Deprtmento de Políci Federl, DEFIRO o presente pedido de permnênci, vez que restou provdo que o() estrngeiro() mntém prole brsileir sob su gurd e dependênci econômic, ssistindo- socil e morlmente. Processo Nº 082.006894/07-43 - Mrtin Tllchu Mquer Processo Nº 082.0545/07-26 - Polo Snn Processo Nº 082.0553/07-72 - Miguel Angel Gutierrez Ascrz Processo Nº 082.0002/07-26 - Elói Biquer Silv Ros Gomes Processo Nº 08256.0001/05-30 - Oliver Mnuel Melchior Husmnn Processo Nº 08256.000341/08-51 - Jinbo M e Yumei Pn Processo Nº 08260.001894/04-38 - Simon Hubertus Mrtinus Vn Den Heuvel Processo Nº 08377.0018/07-64 - Erich Wlk Processo Nº 08444.00/05-78 - Kostyntyn Mkrkin Processo Nº 08505.008581/08-14 - Angel Quispe Mmni e Silvi Pco Mendoz Processo Nº 08505.0891/08-16 - Ping Ln e Yifng Ye Processo Nº 08505.0894/08-50 - Julio Cesr Sldn Pumric e Yolnd Alici Chirinos Reyes Processo Nº 08505.0962/08-81 - Rolndo Hector Bonifácio Colque e Mrin Mrcelin Vrgs Mmni Processo Nº 08505.013826/08-25 - Yinhi Xiong e Lin Hung Processo Nº 08505.055392/07-50 - Julio Edurdo Mchdo Arms e Moir Coromoto Romero Rmos Processo Nº 08505.066355/07-77 - Pulo Jose do Vle Monteiro Cldeir Ptrão Processo Nº 08505.067325/07-88 - Efrin Acrpi Mmni e Christin Acrpi Vrgs Processo Nº 08505.073937/07-18 - Richr Dvid Alrcon Quispe e Luis Quispe Lizrrg Processo Nº 08505.073954/07-47 - Jun Chmbi Yn, Jorge Luis Chmbi Ynp e Mrth Ynp Pco MÍRIAN CÉLIA ÁLVARES DE ANDRADE p/delegção de Competênci. Ministério d Previdênci Socil SECRETARIA DE PREVIDÊNCIA C O M P L E M E N TA R DEPARTAMENTO DE ANÁLISE TÉCNICA PORTARIA Nº 2.704, DE 14 DE JANEIRO DE 09 A DIRETORA DE ANÁLISE TÉCNICA-SUBSTITUTA, no uso ds tribuições que lhe confere o inciso I do rt. 33, combindo com o rt.74, mbos d Lei Complementr nº 9, de 29 de mio de 01 e inciso I do rt. 12 do Anexo I o Decreto nº 6.417, de de mrço de 08, considerndo s mnifestções técnics exrds no Processo MPAS nº 301.840/79, às fls. sob o comndo nº 3388982 e juntd nº 332962924, resolve: Art. Aprovr o novo texto proposto pr o Esttuto do FUNBEP - Fundo de Pensão Multiptrocindo. Art. 2º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. MARIA ÍRIS BARBOSA PORTARIA Nº 2.705, DE 14 DE JANEIRO DE 09 A DIRETORA DE ANÁLISE TÉCNICA - SUBSTITUTA, no uso ds tribuições que lhe confere o rt. 13 combindo com o rt. 74, mbos d Lei Complementr nº 9, de 29 de mio de 01 e inciso IV, do rt. 12 do Anexo I o Decreto nº 6.417, de de mrço de 08, considerndo s mnifestções técnics exrds no Processo MPS nº 44000.001645/04-77 sob comndo nº 332962359, resolve: Art. Aprovr o Convênio de Adesão celebrdo entre o Fundo de Pensão Multiptrocindo d Ordem dos Advogdos do Brsil, Seccionl Mins Geris - OABPrev-MG e Ordem dos Advogdos do Brsil, seccionl Distrito Federl, n condição de Instituidor do Plno de Benefícios Previdenciários do Advogdo, CNPB nº 04.0030-65. Art. 2º Aprovr o Convênio de Adesão celebrdo entre o Fundo de Pensão Multiptrocindo d Ordem dos Advogdos do Brsil, Seccionl Mins Geris - OABPrev-MG e Cix de Assistênci dos Advogdos do Distrito Federl, n condição de Instituidor do Plno de Benefícios Previdenciários do Advogdo, CNPB nº 04.0030-65. Art. 3º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção.. MARIA IRIS BARBOSA Ministério d Súde AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE S U P L E M E N TA R DIRETORIA COLEGIADA RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 186, DE 14 DE JANEIRO DE 09 Dispõe sobre regulmentção d portbilidde ds crêncis prevists no inciso V do rt. 12 d Lei n.º 9.656, de 3 de junho de 1998, e sem imposição de cobertur prcil temporári. A Diretori Colegid d Agênci Ncionl de Súde Suplementr - ANS, em vist do que dispõem os rts. 1 o, 3 o, incisos XXIV, XXVIII e XXXII do rt. 4 o e inciso II do rt. d Lei n.º 9.961, de 28 de jneiro de 00, em conformidde com líne "" do inciso II do rt. 64, do nexo I, d Resolução Normtiv - RN nº 81, de 2 de setembro de 04, em reunião relizd no di 13 de jneiro de 09, dotou seguinte Resolução Normtiv e eu, Diretor-Presidente, determino su publicção: CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. Est Resolução dispõe sobre portbilidde de crêncis e sem imposição de cobertur prcil temporári pr beneficiários de plnos privdos de ssistênci à súde individuis e fmilires contrtdos pós de jneiro de 1999 ou dptdos à Lei n.º 9.656, de 3 de junho de 1998. Art. 2º Pr efeito dest Resolução, considerm-se: I - plno de origem: é o plno privdo de ssistênci à súde contrtdo pelo beneficiário no período imeditmente nterior à portbilidde de crêncis; II - plno de destino: é o plno privdo de ssistênci à súde ser contrtdo pelo beneficiário por ocsião d portbilidde de crêncis; III - crênci: é o período ininterrupto, contdo prtir d dt de início d vigênci do contrto do plno de súde, durnte o qul o contrtnte pg s mensliddes, ms ind não tem cesso determinds coberturs prevists no contrto, conforme previsto no inciso V do rt. 12 d Lei n.º 9.656, de 3 de junho de 1998, nos termos dest Resolução;
48 ISSN 1677-7042 1 Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 IV - przo de permnênci: é o período ininterrupto em que o beneficiário deve mnter o contrto de plno de origem em vigor pr se tornr elegível pr portbilidde de crêncis com bse n regr de portbilidde de crêncis previst no rt. 3º; V - tipo: é clssificção de um plno privdo de ssistênci à súde com bse n brngênci geográfic e segmentção ssistencil, conforme disposto no Anexo dest Resolução; VI - tipo comptível: é o tipo que permite o beneficiário o exercício d portbilidde pr um outro tipo por preencher os requisitos de brngênci geográfic, segmentção ssistencil, tipo de contrtção e fix de preço, nos termos dest Resolução; e VII - portbilidde de crêncis: é contrtção de um plno privdo de ssistênci à súde com registro de produto n ANS n mesm ou em outr operdor, concomitntemente à rescisão do contrto referente um plno privdo de ssistênci à súde, contrtdo pós de jneiro de 1999 ou dptdo à Lei n.º 9.656, de 1998, em tipo comptível, observdo o przo de permnênci, n qul o beneficiário está dispensdo do cumprimento de novos períodos de crênci ou cobertur prcil temporári. CAPÍTULO II DAS REGRAS GERAIS SOBRE A PORTABILIDADE DE CARÊNCIAS Art. 3º O beneficiário de plno de contrtção individul ou fmilir, contrtdo pós de jneiro de 1999 ou dptdo à Lei n.º 9.656, de 1998, fic dispensdo do cumprimento de novos períodos de crênci e de cobertur prcil temporári n contrtção de novo plno de contrtção individul ou fmilir, n mesm ou em outr operdor de plno de ssistênci à súde, desde que sejm tendidos simultnemente os seguintes requisitos: I - estr dimplente junto à operdor do plno de origem, conforme inciso I do rt. 8º; II - possuir przo de permnênci: ) n primeir portbilidde de crêncis, no mínimo dois nos no plno de origem ou no mínimo três nos n hipótese de o beneficiário ter cumprido cobertur prcil temporári; ou b) ns posteriores, no mínimo dois nos de permnênci no plno de origem. III - o plno de destino estr em tipo comptível com o do plno de origem, conforme disposto no Anexo dest Resolução; IV - fix de preço do plno de destino ser igul ou inferior à que se enqudr o seu plno de origem, considerd dt d ssintur d propost de desão; e V - o plno de destino não estr com registro em situção "tivo com comercilizção suspens", ou "cnceldo". As fixs de preço prevists no inciso IV deste rtigo serão definids em Instrução Normtiv ser expedid pel Diretori de Norms e Hbilitção dos Produtos - DIPRO e serão bseds n Not Técnic de Registro de Produto - NTRP e/ou em outros instrumentos serem definidos pel referid Diretori. 2º A portbilidde de crêncis deve ser requerid pelo beneficiário no período compreendido entre o primeiro di do mês de niversário do contrto e o último di útil do mês subseqüente. Art. 4º Não poderá hver cobrnç de custs dicionis em virtude do exercício do direito previsto nest Resolução, sej pel operdor de plno de origem ou pel operdor de plno de destino. Art. 5º Não poderá hver discriminção de preços de plnos em virtude d utilizção d regr de portbilidde de crêncis. Art. 6º Em plnos de contrtção fmilir, portbilidde de crêncis poderá ser exercid individulmente por cd beneficiário ou por todo o grupo fmilir. Pr portbilidde de crêncis de todo o grupo fmilir, é necessário o cumprimento dos requisitos dest Resolução por todos os beneficiários cobertos pelo contrto. 2º N hipótese de contrtção fmilir em que o direito à portbilidde de crêncis não sej exercido por todos os membros do grupo, o contrto será mntido, extinguindo-se o vínculo pens dqueles que exercerm o referido direito. Art. 7º Pr efeitos de portbilidde de crêncis, operdor do plno de destino não poderá estr submetid : I - lienção compulsóri de su crteir; II - ofert públic do cdstro de beneficiários; ou III - liquidção extrjudicil. CAPÍTULO III DOS ASPECTOS OPERACIONAIS Art. 8º O beneficiário que pretender exercer portbilidde de crêncis deverá entregr os seguintes documentos à operdor do plno de destino, ocsião em que est deverá disponibilizr propost de desão pr ssintur, fornecendo segund vi, dtd e ssind. I - cópi dos comprovntes de pgmento dos três últimos boletos vencidos; e II - comprovnte de tendimento o requisito previsto no inciso II do rt. 3º. Art. 9º A operdor do plno de destino deverá concluir nálise d propost e envir respost conclusiv e, devidmente justificd, no przo máximo de (vinte) dis, informndo se o beneficiário tende os requisitos previstos nest Resolução. Prágrfo único. O não envio de respost o beneficiário no przo estbelecido no cput implic ceitção d portbilidde de crêncis. Art.. Cso o beneficiário não tend os requisitos previstos nest Resolução, operdor do plno de destino poderá recusr propost de desão pel regr de portbilidde de crêncis. Prágrfo único. N hipótese de recus, o beneficiário frá jus à devolução de vlores eventulmente dintdos. Art.. O termo finl do contrto do plno de origem deverá coincidir com o termo inicil do contrto do plno de destino. O contrto do plno de destino entrrá em vigor dez dis pós ceitção previst no cput e no prágrfo único do rt. 9º. 2º A operdor do plno de destino deverá comunicr operdor do plno de origem e o beneficiário dt de início d vigênci do contrto do plno de destino, ntes d su ocorrênci. CAPÍTULO IV DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 12. A possibilidde de exigênci de períodos de crênci e de cobertur prcil temporári segue o disposto em normtivo específico, resslvdo o disposto nest Resolução. Art. 13. Est Resolução não exclui o disposto no rt. 14 d Resolução Normtiv n.º 162, de 17 de outubro de 07. Art. 14 A Diretori de Norms e Hbilitção dos Produtos - DIPRO disporá por Instrução Normtiv cerc dos tipos comptíveis pr fins de portbilidde de crêncis, clssificndo os plnos de cordo com brngênci geográfic, segmentção ssistencil, o tipo de contrtção e fix de preços previst no inciso IV do rt. 3º. Prágrfo único. A Diretori de Norms e Hbilitção de Produtos - DIPRO poderá publicr Instruções Normtivs pr detlhr o conteúdo dest Resolução. Art. 15. A Resolução Normtiv - RN n.º 124, de 30 de mrço de 06, pss vigorr crescid dos seguintes dispositivos: "Art. 62-A. Impedir ou restringir prticipção de consumidor em plno privdo de ssistênci à súde, por ocsião d portbilidde de crêncis": Mult de R$ 50.000,00. Art. 62-B. Condicionr o exercício do direito à portbilidde de crêncis à desão de todo o grupo fmilir, em plnos de contrtção fmilir: Mult de R$ 40.000,00. Art. 62-C. Exigir ou tentr impor crêncis ou cobertur prcil temporári beneficiário que fz jus à portbilidde de crêncis: Mult de R$ 50.000,00. Art. 62-D. Cobrr vlores superiores às condições normis de vend pr os beneficiários que utilizrem regr de portbilidde de crêncis: Mult de R$ 30.000,00. Art. 62-E. Cobrr custs dicionis em virtude do exercício do direito à portbilidde de crêncis: Snção - dvertênci; Mult de R$ 30.000,00. Art. 62-F. Deixr de cumprir s regrs estbelecids pel legislção pr portbilidde de crêncis, não enqudrds nos rtigos nteriores: Snção - dvertênci; Mult de R$ 30.000,00." Art. 16. Est Resolução entr em vigor novent dis pós dt de su publicção. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS FAUSTO PEREIRA DOS SANTOS Diretor-Presidente ANEXO 1. O presente Anexo clssific os plnos privdos de ssistênci à súde pr fins de portbilidde de crêncis. 2. Pr formção dos tipos, os plnos privdos de ssistênci de súde ficm grupdos, com bse n brngênci geográfic, d seguinte form: I - Municipl: englob os plnos de brngênci geográfic municipl e grupo de municípios; II - Estdul: englob os plnos de brngênci geográfic estdul e grupo de estdos; e III - Ncionl: englob os plnos de brngênci geográfic ncionl. 3. Pr formção dos tipos, os plnos de súde ficm grupdos, com bse n segmentção ssistencil, d seguinte form: I - Sem internção: englob os plnos de segmentção ssistencil mbultoril e mbultoril + odontológico; II - Internção sem obstetríci: englob os plnos que possum segmentção ssistencil hospitlr sem obstetríci, hospitlr sem obstetríci + odontológico, mbultoril + hospitlr sem obstetríci e mbultoril + hospitlr sem obstetríci + odontológico; e III - Internção com obstetríci: englob os plnos que possum segmentção ssistencil hospitlr com obstetríci, hospitlr com obstetríci + odontológico, mbultoril + hospitlr com obstetríci, mbultoril + hospitlr com obstetríci + odontológico, e referênci. 4. Os plnos privdos de ssistênci à súde se clssificm, pr fins de portbilidde de crêncis, nos seguintes tipos: I - sem internção - municipl; II - sem internção - estdul; III - sem internção - ncionl; IV - internção sem obstetríci - municipl; V - internção sem obstetríci - estdul; VI - internção sem obstetríci - ncionl; VII - internção com obstetríci - municipl; VIII - internção com obstetríci - estdul; e IX - internção com obstetríci - ncionl. 5. Observd fix de preço trtd no inciso IV do rt. 3º dest Resolução, pr fins de portbilidde de crêncis, considermse comptíveis os tipos trtdos seguir: I - do tipo sem internção municipl pr o tipo sem internção municipl; II - do tipo sem internção estdul pr os tipos sem internção municipl e sem internção estdul; III - do tipo sem internção ncionl pr os tipos sem internção municipl, sem internção estdul e sem internção ncionl; IV - do tipo internção sem obstetríci municipl pr os tipos sem internção municipl, sem internção estdul, sem internção ncionl, e internção sem obstetríci municipl; V - do tipo internção sem obstetríci estdul pr os tipos sem internção municipl, sem internção estdul, sem internção ncionl, internção sem obstetríci municipl, e internção sem obstetríci estdul; VI - do tipo internção sem obstetríci ncionl pr os tipos sem internção municipl, sem internção estdul, sem internção ncionl, internção sem obstetríci municipl, internção sem obstetríci estdul e internção sem obstetríci ncionl; VII - do tipo internção com obstetríci municipl pr os tipos sem internção municipl, sem internção estdul, sem internção ncionl, internção sem obstetríci municipl, internção sem obstetríci estdul, internção sem obstetríci ncionl e internção com obstetríci municipl; VIII - do tipo internção com obstetríci estdul pr os tipos sem internção municipl, sem internção estdul, sem internção ncionl, internção sem obstetríci municipl, internção sem obstetríci estdul, internção sem obstetríci ncionl, internção com obstetríci municipl e internção com obstetríci estdul; e IX - do tipo internção com obstetríci ncionl pr os tipos sem internção municipl, sem internção estdul, sem internção ncionl, internção sem obstetríci municipl, internção sem obstetríci estdul, internção sem obstetríci ncionl, internção com obstetríci municipl, internção com obstetríci estdul e internção com obstetríci ncionl. 6. A comptibilidde de tipos entre plnos exclusivmente odontológicos, independe d brngênci geográfic. DIRETORIA DE FISCALIZAÇÃO NÚCLEO REGIONAL DE ATENDIMENTO E FISCALIZAÇÃO NA BAHIA DECISÃO DE 13 DE JANEIRO DE 09 O Chefe do Núcleo Regionl de Atendimento e Fisclizção d Bhi, no uso ds tribuições que lhe form delegds trvés d Portri nº 4, de 04/07/07, publicd no DOU de /07/07, seção 2, fl. 24, pelo Diretor de Fisclizção d Agênci Ncionl de Súde Suplementr - ANS e d portri nº 40, de 9/8/08, publicd no DOU de /9/08, Seção 2, págin 34 e tendo em vist o disposto no rt. 65, III, 5º d Resolução Normtiv - RN nº 81/04, e no prágrfo único do rt. 22, no rt.15, inc. V c/c rt. 25, todos d RN nº 48, de 19/09/03, lterd pel RN nº 155, de 5/6/07, vem por meio deste dr ciênci às Operdors, relcionds no nexo, d decisão proferid em processos dministrtivos. ANS Número do Processo n Nome d Operdor Número do Registro Provisório ANS Número do CNPJ Tipo de Infrção (rtigos infringidos pel Operdor) Vlor d Mult (R$) 25772.0016/06-86 GOLDEN CROSS ASSISTEN- 4039 01. 518. 2 / 0001-83 Deixr de gr. o cons. C.S.A. ben. de cesso ou cob. 50.000,00 (cinquent mil reis) CIA INTERNACIONAL DE prev. em lei, sob justif. do prof. solicit. não pert. à SAUDE LTDA rede créd. d op., no que se ref. o proced. Artroscopi do joelho pr cir. Art. 12, II, d Lei 9.656/98. OLAVO MONTEIRO GOMES
Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 1 49 ISSN 1677-7042 NÚCLEO REGIONAL DE ATENDIMENTO E FISCALIZAÇÃO NO CEARÁ RETIFICAÇÃO No DOU de 13 de jneiro de 09, Seção 1, págin 63, processo: 33902.0198/05-46 d operdor ASSIM - Assistênci Médic Integrd: Onde const "Decisões de 9 de jneiro de 09". Lei-se "Decisão de 6 de jneiro de 09". NÚCLEO REGIONAL DE ATENDIMENTO E FISCALIZAÇÃO EM RIBEIRÃO PRETO DECISÕES DE 13 DE JANEIRO DE 09 O Chefe de Núcleo - Núcleo Regionl de Atendimento e Fisclizção de Ribeirão Preto, no uso ds tribuições que lhe form delegds trvés d Portri nº 16, publicd no DOU de 19/05/08, seção 2, fl. 40, pelo Diretor de Fisclizção d Agênci Ncionl de Súde Suplementr - ANS e d portri nº 48, de 9/8/08, publicd no DOU de /9/08, Seção 2, págin 35 e tendo em vist o disposto no rt. 65, III, 5º d Resolução Normtiv - RN nº 81/04, e no prágrfo único do rt. 22, no rt.15, inc. V c/c rt. 25, todos d RN nº 48, de 19/09/03, lterd pel RN nº 155, de 5/6/07, vem por meio deste dr ciênci às Operdors, relcionds no nexo, d decisão proferid em processos dministrtivos. ANS Número do Processo n Nome d Operdor Número do Registro Provisório Número do CNPJ Tipo de Infrção (rtigos infringidos pel Operdor) Vlor d Mult (R$) ANS 25789.004624/06-19 AMICO SAÚDE LTDA 306622. 51.722.957/0001-82 Não grntir cirurgi de vrizes pr F.V.F. Art. 12, II, 50.000,00 (CINQUENTA MIL REAIS) "", d Lei 9656/98. 25789.003403/06-15 ASSISTÊNCIA MÉDICA SÃO 304662. 52.639.572/0001-19 Deixr de gr., em 13/04/04 cob. do proced. denomindo cupuntur, à us. E. B. C., ben. do contrto Arquivmento PAULO S/A firmdo em 06//00, Exec. MHO. Art. 12, I, "b", d Lei 9.656/98. Reprção voluntári e eficz. 25789.003370/05-22 ASSOCIAÇÃO ASSIST. DE 4752. 03.849.449/0001-17 Não grntir cobertur de quimioterpi mbultoril 48.000,00 (QUARENTA E OITO MIL SAÚDE SUPLEMENTAR pr A.A.P. Art. 12, I, d Lei 9656/98. REAIS) CRUZ AZUL SAÚDE 25789.013427/05-00 MICROMED ASSISTÊNCIA 303364. 59.018.945/0001-83 Não gr., ntes d deflgrção d ção fiscliztóri Arquivmento MÉDICA LTDA (16/01/06), rel. do exme fibro nso fringo lringospi pr ben. C.H., solic. pelo Dr. F.J.B, em 06/08/05. Art. 12, I, d Lei nº 9656/98. Reprção voluntári e eficz. 25789.0056/06-12 SÃO LUIZ PLANOS DE SAÚ- 335657. 02.041.808/0001-42 Não cumprir obrig. contrtul, por não grntir exmes 13.800,00 (TREZE MIL, OITOCEN- DE LTDA pr H.G. Art. 25 d Lei 9656/98. TOS REAIS) 25789.024644/08-60 UNIMED DE RIBEIRAO 3512. 45.232.246/0001-27 Rej. por fix etári pr benef. O. B., em 28.000,00 (VINTE E OITO PRETO - COOPERATIVA DE go/05 Art. 15, pr. único, d Lei 9.656/98. MIL REAIS) TRABALHO MÉDICO 25789.000424/06-89 UNIMED PAULISTANA - 301337. 43.2.472/0001-30 Não grntir proced. solicitdos em 16//05 pr 50.000,00 (CINQUENTA MIL REAIS) SOC. COOP. TRABALHO benef. S.P. Art. 1o 1o, "d" d Lei 9656/98 c/c rt. 2º, MÉDICO VI, d CONSU 8. NÚCLEO REGIONAL DE ATENDIMENTO E FISCALIZAÇÃO NO RIO GRANDE DO SUL DECISÕES DE 13 DE JANEIRO DE 09 HÉLITON MILIAN SILVEIRA O Chefe de Núcleo - Núcleo Regionl de Atendimento e Fisclizção do Rio Grnde do Sul, no uso ds tribuições que lhe form delegds trvés d Portri nº 12, de 04/07/07, publicd no DOU de /07/07, seção 2, fl. 25, pelo Diretor de Fisclizção d Agênci Ncionl de Súde Suplementr - ANS e d portri nº 49, de 9/8/08, publicd no DOU de /9/08, Seção 2, págin 35 e tendo em vist o disposto no rt. 65, III, 5º d Resolução Normtiv - RN nº 81/04, e no prágrfo único do rt. 22, no rt.15, inc. V c/c rt. 25, todos d RN nº 48, de 19/09/03, lterd pel RN nº 155, de 5/6/07, vem por meio deste dr ciênci às Operdors, relcionds no nexo, d decisão proferid em processos dministrtivos. ANS Número do Processo n Nome d Operdor Número do Registro Provisório Número do CNPJ Tipo de Infrção (rtigos infringidos pel Operdor) Vlor d Mult (R$) ANS 25785.0080/05-45 UNIMED PORTO ALEGRE 352501. 87.096.616/0001-96 Suspender ssist. à súde o cons., fce doençs ou 50.000,00 (CINQUENTA MIL REAIS) SOCIEDADE COOP.DE lesões preexistentes, em descumprimento o prágrfo TRAB.MÉDICO LTDA único do rt. d Lei 9656/98 e su regul. post. Art. único d Lei 9656/98. 25772.001342/05-50 UNIMED SALVADOR COO- 3013. 13.130.299/0001-40 Apl. em 30/05/05, 43,35% de rej. n contrprestção 33.075,00 (TRINTA E TRES MIL, SE- PERATIVA DE TRABALHO pec. d ben.t.a.a., contrtnte do prod. "Crtão Unimed Plno 6 Enfermri", por mud. de fix et. sem TENTA E CINCO REAIS) MÉDICO previsão contrtul. Art. 4, XVII, d Lei n 9961/00 e rt. 25, d Lei 9656/98. 25772.001638/05-71 UNIMED SALVADOR COO- 3013. 13.130.299/0001-40 Apl. em 12/04, o perc. de 64,16% de rej. n contrprestção pecuniári d cons. O.R.S., por mud. de NHENTOS E CINCO REAIS) 29.505,00 (VINTE E NOVE MIL, QUI- PERATIVA DE TRABALHO MÉDICO fix et. sem previsão contrtul. Art. 4, XVII, d Lei 9961/00 e rt. 25, d Lei 9.656/98. NÚCLEO REGIONAL DE ATENDIMENTO E FISCALIZAÇÃO NO RIO DE JANEIRO ANDRÉ LUIS PEREIRA DUARTE Substituto EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL DECISÕES DE 7 DE JANEIRO DE 09 O Chefe do Núcleo Regionl de Atendimento e Fisclizção do Rio de Jneiro, no uso ds tribuições que lhe form delegds trvés d Portri nº, de 04/07/07, publicd no DOU de /07/07, seção 2, fl. 25, pelo Diretor de Fisclizção d Agênci Ncionl de Súde Suplementr - ANS e d portri nº 47, de 9/8/08, publicd no DOU de /9/08, Seção 2, págin 35 e tendo em vist o disposto no rt. 65, III, 5º d Resolução Normtiv - RN nº 81/04, e no prágrfo único do rt. 22, no rt.15, inc. V c/c rt. 25, todos d RN nº 48, de 19/09/03, lterd pel RN nº 155, de 5/6/07, vem por meio deste dr ciênci às Operdors, relcionds no nexo, d decisão proferid em processos dministrtivos. ANS Número do Processo n Nome d Operdor 33902.161283/07-35 BRASILSAUDE COMPA- NHIA DE SEGUROS 33902.8034/08-01 GOLDEN CROSS ASSISTEN- CIA INTERNACIONAL DE SAUDE LTDA 33902.066525/08-69 UNIMED-RIO COOPERATI- VA DE TRABALHO MEDICO DO RIO DE JANEIRO 33902.130672/08-08 UNIMED-RIO COOPERATI- VA DE TRABALHO MEDICO DO RIO DE JANEIRO Número do Registro Provisório Número do CNPJ ANS 005622. 60.8.427/0001-63 Operr produtos de form divers d registrd n ANS. (Art.9º, II, d Lei 9.656/98, c/c rt., d RN 85/04 lterd pel RN 0/05 c/c rt.3º d CONSU 14/98) Tipo de Infrção (rtigos infringidos pel Operdor) Vlor d Mult (R$) 4039. 01. 518. 2 / 0001-83 Apl. rej. por mudnç de fix etári à usuári M.N.P.S., em descumpr. o disp. no Ofício SU- SEP/GABIN/nº 042/99, exped. pel SUSEP em 12/03/99. (Art. 25 d Lei 9656/98) 3933. 42.163.881/0001-01 Deixr de cumprir cláusul 19ª do contr. firm. com usuári O.J.F., o plicr, em br/08, rej. por mudnç de fix etári em perc. não prev. em contrto. (Art. 25 d Lei 9656/98) 3933. 42.163.881/0001-01 Aplicr rej. por mudnç de fix etári com bse em cláus. nul do contrto do usuário H.S.M., em out/08. (Art.35-G d Lei 9656/98 c/c rt.51, IV e X, d Lei 8078/90 c/c rt.25 d Lei 9656/98) 418.024,02 (QUATROCENTOS E DE- ZOITO MIL, VINTE E QUATRO REAIS E DOIS CENTAVOS) 35.000,00 (TRINTA E CINCO MIL REAIS) 45.000,00 (QUARENTA E CINCO MIL REAIS) Anulção do AI nº 28536. Arquivmento. WLADMIR VENTURA DE SOUZA
50 ISSN 1677-7042 1 Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 DECISÕES DE 8 DE JANEIRO DE 09 O Chefe do Núcleo Regionl de Atendimento e Fisclizção do Rio de Jneiro, no uso ds tribuições que lhe form delegds trvés d Portri nº, de 04/07/07, publicd no DOU de /07/07, seção 2, fl. 25, pelo Diretor de Fisclizção d Agênci Ncionl de Súde Suplementr - ANS e d portri nº 47, de 9/8/08, publicd no DOU de /9/08, Seção 2, págin 35 e tendo em vist o disposto no rt. 65, III, 5º d Resolução Normtiv - RN nº 81/04, e no prágrfo único do rt. 22, no rt.15, inc. V c/c rt. 25, todos d RN nº 48, de 19/09/03, lterd pel RN nº 155, de 5/6/07, vem por meio deste dr ciênci às Operdors, relcionds no nexo, d decisão proferid em processos dministrtivos. ANS Número do Processo n Nome d Operdor 3 3 9 0 2. 2 5 2 7 / 2 0 0 5-7 6 GOLDEN CROSS ASSISTEN- CIA INTERNACIONAL DE SAUDE LTDA 33902.167412/08-80 GOLDEN CROSS ASSISTEN- CIA INTERNACIONAL DE SAUDE LTDA Número do Registro Provisório Número do CNPJ ANS 4039. 01. 518. 2 / 0001-83 Rescindir o contr. indiv. d benef. S.R.O., em nov/04, de mneir unilterl, for ds hipóteses prev. n legislção. Art. 13, prágrfo único, II d Lei 9656/98. Tipo de Infrção (rtigos infringidos pel Operdor) Vlor d Mult (R$) 4 0 3 9. 0 1. 5 1 8. 2 / 0 0 0 1-8 3 Deixr de grntir, à benef. D.V.S., cobert. pr os "stents" utiliz. n cirurgi de ngioplsti reliz. no di 01/04/08, descumpr. cláusul do contrto. Art. 25 d Lei 9656/98. 35.000,00 (TRINTA E CINCO MIL REAIS) 60.000,00 (SESSENTA MIL REAIS) WLADMIR VENTURA DE SOUZA COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS DECISÃO DE 12 DE JANEIRO DE 09 O Chefe do Núcleo Regionl de Atendimento e Fisclizção do Rio de Jneiro, no uso ds tribuições que lhe form delegds trvés d Portri nº, de 04/07/07, publicd no DOU de /07/07, seção 2, fl. 25, pelo Diretor de Fisclizção d Agênci Ncionl de Súde Suplementr - ANS e d portri nº 47, de 9/8/08, publicd no DOU de /9/08, Seção 2, págin 35 e tendo em vist o disposto no rt. 65, III, 5º d Resolução Normtiv - RN nº 81/04, e no prágrfo único do rt. 22, no rt.15, inc. V c/c rt. 25, todos d RN nº 48, de 19/09/03, lterd pel RN nº 155, de 5/6/07, vem por meio deste dr ciênci às Operdors, relcionds no nexo, d decisão proferid em processos dministrtivos. ANS Número do Processo n Nome d Operdor Número do Registro Provisório Número do CNPJ Tipo de Infrção (rtigos infringidos pel Operdor) Vlor d Mult (R$) ANS 33902.174439/08-29 UNIMED RESENDE COOPE- 330566. 68. 709. 2 / 0001 - Deixr de grntir cobert. obrigt. pr consult médic à benef. recém nscid C.O.R., em 14/08/08. REAIS) 32.000,00 (TRINTA E DOIS MIL RATIVA DE TRABALHO MÉ- DICO (Art. 12, III, "" d Lei 9656/98) WLADMIR VENTURA DE SOUZA DECISÕES DE 13 DE JANEIRO DE 09 O Chefe do Núcleo Regionl de Atendimento e Fisclizção do Rio de Jneiro, no uso ds tribuições que lhe form delegds trvés d Portri nº, de 04/07/07, publicd no DOU de /07/07, seção 2, fl. 25, pelo Diretor de Fisclizção d Agênci Ncionl de Súde Suplementr - ANS e d portri nº 47, de 9/8/08, publicd no DOU de /9/08, Seção 2, págin 35 e tendo em vist o disposto no rt. 65, III, 5º d Resolução Normtiv - RN nº 81/04, e no prágrfo único do rt. 22, no rt.15, inc. V c/c rt. 25, todos d RN nº 48, de 19/09/03, lterd pel RN nº 155, de 5/6/07, vem por meio deste dr ciênci às Operdors, relcionds no nexo, d decisão proferid em processos dministrtivos. ANS Número do Processo n Nome d Operdor Número do Registro Provisório Número do CNPJ Tipo de Infrção (rtigos infringidos pel Operdor) Vlor d Mult (R$) ANS 33902.0665/08-17 FUNDAÇÃO ASSISTENCIAL 346926. 00.628.7/0001-89 Apl. rej. por mud. de fix et. o contr. d ben. 27.000,00 (VINTE E SETE MIL DOS SERVIDORES DO MI- M.O.M., em jn/08, de prod. contr. ntes d vig. d REAIS) NISTÉRIO DA FAZENDA Lei 9656/98, qundo cláus. é omiss qunto o crit. de pur. e demonstr. ds vr. Art.25 d Lei 9.656/98. 33902.009578/08-82 GEAP FUNDAÇÃO DE SE- 323080. 03.658.432/0001-82 Deixr de grntir, à benef. L.R., cobert. pr proced. 80.000,00 (OITENTA MIL REAIS) GURIDADE SOCIAL cirúrg. solic. pelo méd. tendente, em set/07. (Art. 12, II d Lei 9656/98) 33902.179852/08-80 GRUPO HOSPITALAR DO 309222..925.548/0001-76 Deixr de cumprir s obrigções prevists nos contrtos celebrdos qulquer tempo. (Art. 25 d Lei 60.000,00 (SESSENTA MIL REAIS) RIO DE JANEIRO LTDA 9656/98) WLADMIR VENTURA DE SOUZA DESPACHO DO CHEFE Em 12 de jneiro de 09 Nº 14 - O Chefe do Núcleo Regionl de Atendimento e Fisclizção - RJ, no uso ds tribuições que lhe form delegds trvés d Portri nº, de 04/07/07, publicd no DO de /07/07, seção 2, fl. 25, pelo Diretor de Fisclizção d Agênci Ncionl de Súde Suplementr - ANS, e tendo em vist o disposto no rt. 65, III, 5º, do Anexo I, d Resolução Normtiv - RN nº 81, de 02/09/04, e no prágrfo único do rt. 22, no rt. 15, inciso V c/c rt. 25, todos d RN 48, de 19/09/03, lterd pel RN nº 155, de 05/06/07, vem por meio dest DAR CIÊNCIA: Processo nº 33902.271522/06-83 Ao representnte legl d empres PRIME SERVIÇOS ODONTOLÓGICOS LTDA, inscrit no CNPJ sob o nº 07.906.650/0001-40, com último endereço conhecido n ANS n Ru Uruguin, 55 - sls 519 524 - Centro - Rio de Jneiro - RJ, d lvrtur do uto de infrção nº 30.140 n dt de 12/01/09, pel consttção d condut: Previst no rt. 18, d RN nº 124/06, o Previst no rt. 18, d RN 124/06, o exercer tividde de operdor de plno de súde sem utorizção de funcionmento concedid pel ANS, no período proximdo de fevereiro/06 mrço/07, de cordo com os utos do Processo Administrtivo em epígrfe, infringindo os seguintes dispositivos legis: Art. 8º, d Lei nº 9656/98 c/c rt. 2º d RN 85/04, lterd pel RN 0/05, podendo utud presentr defes dministrtiv o uto de infrção lvrdo, nos termos dos rtigos 16, IV e 18 d RN 48/03, no przo de (dez) dis, ser protocolizd no Núcleo Regionl de Atendimento e Fisclizção do Rio de Jneiro - NURAF-RJ situdo n Ru Teixeir de Freits, - 5º ndr - Lp - Rio de Jneiro - RJ - CEP: 0-350. NÚCLEO REGIONAL DE ATENDIMENTO E FISCALIZAÇÃO EM SÃO PAULO DECISÕES DE 13 DE JANEIRO DE 09 WLADMIR VENTURA DE SOUZA O Chefe de Núcleo - Núcleo Regionl de Atendimento e Fisclizção de São Pulo, no uso ds tribuições que lhe form delegds trvés d Portri nº 13, de 04/07/07, publicd no DOU de /07/07, seção 2, fl. 25, pelo Diretor de Fisclizção d Agênci Ncionl de Súde Suplementr - ANS e d portri nº 50, de 9/8/08, publicd no DOU de /9/08, Seção 2, págin 35 e tendo em vist o disposto no rt. 65, III, 5º d Resolução Normtiv - RN nº 81/04, e no prágrfo único do rt. 22, no rt.15, inc. V c/c rt. 25, todos d RN nº 48, de 19/09/03, lterd pel RN nº 155, de 5/6/07, vem por meio deste dr ciênci às Operdors, relcionds no nexo, d decisão proferid em processos dministrtivos. ANS Número do Processo n Nome d Operdor 25789.0068/06-64 AMERICLÍNICAS ASSIS- TÊNCIA MÉDICA HOSPITA- LAR LTDA. 2 5 7 8 9. 0 0 6 6 8 5 / 2 0 0 6 - AMERICLÍNICAS ASSIS- TÊNCIA MÉDICA HOSPITA- LAR LTDA. Número do Registro Provisório Número do CNPJ Tipo de Infrção (rtigos infringidos pel Operdor) Vlor d Mult (R$) ANS 375268. 60.723.236/0001-88 Aplic. rej. prod. Empres 302 - Plno Stndrd Dibético percent. cim ut. e div. ANS. Art. 25, Lei 9656/98 c/c Art. 4º, XVII, Lei 9961/00 c/ Art. 3º, RN 99/05. 375268. 60.723.236/0001-88 Aplic. rej. prod. Empres 503 - Plno Mster percent. cim ut. e div. ANS. Art. 25, Lei 9656/98, c/c Art. 4º, XVII, Lei 9961/00 c/ Art. 3º, RN 99/05. 14.028,00 (CATORZE MIL, VINTE E OITO REAIS) 14.896,00 (CATORZE MIL, OITO- CENTOS E NOVENTA E SEIS REAIS)
Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 1 51 ISSN 1677-7042 25789.006684/06-68 AMERICLÍNICAS ASSIS- TÊNCIA MÉDICA HOSPITA- LAR LTDA. 25789.006683/06-13 AMERICLÍNICAS ASSIS- TÊNCIA MÉDICA HOSPITA- LAR LTDA. 25789.006682/06-79 AMERICLÍNICAS ASSIS- TÊNCIA MÉDICA HOSPITA- LAR LTDA. 25789.006679/06-55 AMERICLÍNICAS ASSIS- TÊNCIA MÉDICA HOSPITA- LAR LTDA. 25789.004738/07- AVICCENA ASSISTÊNCIA MÉDICA LTDA 25789.001578/06-98 PRO-SAUDE ASSISTENCIA MEDICA S/C LTDA. 375268. 60.723.236/0001-88 Aplic. rej. prod. Empres 608 percent. cim utoriz e div. ANS. Art. 25, Lei 9656/98 c/c Art. 4º, XVII, Lei 9961/00 c/ Art. 3º, RN 99/05. 375268. 60.723.236/0001-88 Aplic. rej. prod. Empres 002 Plno `Stndrd percent. cim ut. e div. ANS. Art. 25, Lei 9656/98 c/c Art. 4º, XVII, Lei 9.961/00 c/ Art. 3º, RN 99/05. 375268. 60.723.236/0001-88 Aplic. rej. prod. Empres 303 Plno Especil Dibético percent. cim utoriz./div. ANS. Art 25, d Lei nº 9.656/98, combindo com rt. 4º, inciso XVII d Lei nº 9.961/00 e com rt. 3º d RN nº 99/05. 375268. 60.723.236/0001-88 Aplic. rej. prod. Empres 003 - Plno Especil percent. cim utoriz. e div. ANS. Art. 25, Lei 9656/98 c/c Art. 4º, XVII, Lei 9961/00 c/ Art. 3º, RN 99/05. 394009. 66.866.146/0001-22 Aplic. rej. percent. cim div. ANS. Art. 25, Lei 9656/98 c/c Art. 4º, XVII, Lei 9.961/00 c/c Art. 4º, RN 128/06 c/c Art. 12, RN 156/07 c/c Art. 12, RN 171/08. 29. 02.613.026/0001-30 Deixr grnt. cob. Mmogrfi. Art. 12, I, líne b, Lei 9.656/98. 15.442,00 (QUINZE MIL, QUATRO- CENTOS E QUARENTA E DOIS REAIS) 15.148,00 (QUINZE MIL, CENTO E QUARENTA E OITO REAIS) 14.014,00 (CATORZE MIL, CATORZE REAIS) 25.886,00 (VINTE E CINCO MIL, OI- TOCENTOS E OITENTA E SEIS REAIS) 138.5,00 (CENTO E TRINTA E OI- TO MIL, QUINHENTOS E DEZ REAIS) 50.000,00 (CINQUENTA MIL REAIS) LUIZ PAULO CICOGNA FAGGIONI AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA PORTARIA Nº, DE 14 DE JANEIRO DE 09 Institui o Comitê Gestor do Projeto de Fortlecimento d Cpcidde Técnic pr Prticipção Socil n Regulção no âmbito d Anvis. O Diretor-Presidente Substituto d Agênci Ncionl de Vigilânci Snitári, no uso ds tribuições que lhe conferem o Decreto de nomeção de de oututbro de 08, do Presidente d Repúblic e Portri GM/MS n 3.177, de 29 de dezembro de 09, tendo em vist o disposto no inciso XI, do rt. 13, do Regulmento d ANVISA, provdo pelo Decreto n 3.029, de 16 de bril de 1999, lido o que dispõem o rt. 53, inciso I c/c rt. 55, inciso IV, 3º do Regimento Interno d ANVISA, provdo nos termos do Anexo I d Portri n.º 354, de de gosto de 06, republicd no DOU de de gosto de 06, considerndo necessidde permnente de profundmento d democrtizção d gestão públic; considerndo necessidde do fortlecimento d prticipção d sociedde nos processos de regulção; considerndo provção do Protocolo de Cooperção Técnic firmdo entre Anvis e o Instituto Brsileiro de Defes do Consumidor - Idec, em 13 de novembro de 08, o qul determin que deverá ser crido um Comitê Gestor pr execução técnic e opercionl ds tividdes objeto do referido protocolo; considerndo que o Comitê Gestor será formdo por representntes designdos pelo Idec e pel Anvis, em pridde de número, sob coordenção do primeiro, resolve: Art. Crir o Comitê Gestor do Projeto de Fortlecimento d Cpcidde Técnic pr Prticipção Socil n Regulção no âmbito d Anvis. Art. 2º O Comitê Gestor tem como objetivo gerl progrmr e coordenr s tividdes objeto do Protocolo de Cooperção Técnic firmdo entre Anvis e o Idec, bem como zelr pelo fluxo de informções entre s instituições prtícipes, e como objetivos específicos os seguintes: I - mper os mecnismos e espços formis de prticipção, bem como s demis inicitivs de proximção dos consumidores no processo de regulção no cmpo de tução do Sistem Ncionl de Vigilânci Snitári; II - propor melhoris ns inicitivs em curso, com vists à superção dos desfios de fortlecimento d prticipção socil n regulção; III - plnejr o progrm de cpcitção mútu entre o Sistem Ncionl de Defes do Consumidor - SNDC e o Sistem Ncionl de Vigilânci Snitári - SNVS; IV - plnejr e orgnizr produção de mteriis pr cmpnhs de comunicção e educção pr consumo relciondos à súde públic e, especificmente, à vigilânci snitári; V - monitorr evolução ds etps de execução do Projeto de Fortlecimento d Cpcidde Técnic pr Prticipção Socil n Regulção no âmbito do SNVS. Prágrfo único. Outros objetivos específicos poderão ser incorpordos pelo Comitê, identificdos e linhdos o objetivo gerl do Protocolo de Cooperção Técnic firmdo entre Anvis e o Idec, provdo pel miori de seus membros. Art. 3º O Comitê de que trt est portri será constituído por: I - 5 (cinco) representntes titulres e suplentes, indicdos pelo Idec; e II - 5 (cinco) representntes titulres e suplentes, indicdos pel Anvis. Prágrfo único. A representção d Anvis será constituíd por um titulr e um suplente, indicdos por cd um dos qutro Diretores, lém de um titulr e um suplente, indicdo pel Ouvidori. Art. 4º O tempo de durção do Comitê de que trt est Portri será idêntico o przo de vigênci do referido Protocolo de Cooperção Técnic e poderá ser prorrogdo por deliberção d Diretori Colegid d Anvis, de comum cordo com o Idec. Prágrfo único. No encerrmento ds tividdes do Comitê Gestor, que se drá o finl do Protocolo, deverá ser elbordo um reltório finl contemplndo s tividdes desenvolvids e os resultdos lcnçdos. Art. 5º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL DIRCEU BRÁS APARECIDO BARBANO DIRETORIA COLEGIADA DESPACHO DO DIRETOR Em 14 de jneiro de 09 Nº 4 - O Diretor d Diretori Colegid d Agênci Ncionl de Vigilânci Snitári, no uso ds tribuições que lhe conferem o Decreto de nomeção de 24 de outubro de 07 do Presidente d Repúblic, os incisos I, V e VII do rt. 12 do Regulmento d ANVISA provdo pelo Decreto n.º 3.029, de 16 de bril de 1999 e Portri nº 4 d ANVISA, de 6 de jneiro de 09, com fundmento no inciso VI do rt. 15 d Lei n.º 9.782, de 26 de jneiro de 1999, no rt. 52 e no rt. 63 d Lei n.º 9.784, de 29 de jneiro de 1999, lido o disposto no inciso VI do rt. 54 do Regimento Interno provdo nos termos do Anexo I d Portri n.º 354 d ANVISA, de de gosto de 06, republicd no DOU de de gosto de 06, e em conformidde com Resolução RDC n.º 25, de 4 de bril de 08, não conhece dos recursos seguir especificdos, determinndo extinção do recurso, sem julgmento do mérito, mntendo os termos d decisão recorrid. AGNELO SANTOS QUEIROZ FILHO ANEXO Empres: INDÚSTRIA E COMÉRCIO QUIMETAL S/A CNPJ: 27.240.464/0001- Número do Processo: 25351.301901/08-22 Expediente: 051998/08-7 Empres: INDÚSTRIA E COMÉRCIO QUIMETAL S/A CNPJ: 27.240.464/0001- Número do Processo: 25351.301833/08-00 Expediente: 051518/08-3. Ministério ds Ciddes SECRETARIA EXECUTIVA DEPARTAMENTO NACIONAL DE TRÂNSITO PORTARIA Nº 133, DE DE DEZEMBRO DE 08 Autoriz descentrlizção extern de crédito orçmentário e repsse finnceiro à Diretori Executiv do Fundo Ncionl de Súde e dá outrs providêncis. O DIRETOR SUBSTITUTO DO DEPARTAMENTO NA- CIONAL DE TRÂNSITO - DENATRAN, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo rt. 19, inciso I, d Lei n.º 9.503, de 23 de setembro de 1997, que institui o Código de Trânsito Brsileiro, e por delegção de competênci conferid pel Portri nº. 155, de 29 de mrço de 06, do Ministério ds Ciddes, publicd no Diário Oficil d União de 30 de mrço de 06, e com bse ns condições estbelecids pelo Decreto nº 825, de 28-5-1993, com s lterções subseqüentes, observds s disposições do rtigo 5º d Lei n.º 9.602, de -1-1998, do Decreto-Lei nº 0, de 25-2-1967, d Lei nº 8.666, de -6-1993, d Lei nº.514, de 13-8-07, d Lei nº.647, de 24-3-08, d Lei Complementr nº 1, de 4-5-00, do Decreto nº 93.872, de 23-12-1986, do Decreto nº 6.170, de 25-7-07 e sus lterções e Portri Interministeril 127 de 29-5-08 e sus lterções, no que couber, resolve: Art. Autorizr descentrlizção extern de créditos e o repsse de recursos finnceiros d UG 03 (Fundo Ncionl de Segurnç e Educção do Trânsito) pr Diretori Executiv do Fundo Ncionl de Súde, pr cmpnhs de educção no trânsito. Órgão Concedente: Ministério ds Ciddes. Órgão Executor: Ministério d Súde. Unidde Gestor: 257001 - Gestão: 00001 - Diretori Executiv do Fundo Ncionl de Súde.. Progrm de Trblho: 56901.15.1.0660.4641.0001 - Publicidde de Utilidde Públic. Nturez d Despes Fonte Vlor (R$) 3.3.90.39 - Outros Serviços de 0150.000.000,00 Terceiros - Pesso Jurídic To t l.000.000,00 Art. 2º Cberá o Deprtmento Ncionl de Trânsito - Dentrn - exercer o compnhmento ds ções prevists pr execução do objeto dess descentrlizção de modo evidencir bo e regulr plicção dos recursos trnsferidos. Art. 3º A Diretori Executiv do Fundo Ncionl de Súde deverá restituir o Deprtmento Ncionl de Trânsito, té o finl do exercício de 08, os créditos não empenhdos e os sldos finnceiros, com bse no que dispõe o rtigo 27, do Decreto 93.872, de 23 de dezembro de 1986, observdo o Plno de Trblho provdo e Norm de Encerrmento do Exercício Finnceiro expedid pel Secretri do Tesouro Ncionl (STN/MF). Art. 4º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção.. ORLANDO MOREIRA DA SILVA Ministério ds Comunicções GABINETE DO MINISTRO PORTARIA N o - 1.245, DE DE DEZEMBRO DE 08 O MINISTRO DE ESTADO DAS COMUNICAÇÕES, no uso de sus tribuições, em conformidde com o rtigo 32 do Regulmento dos Serviços de Rdiodifusão, provdo pelo Decreto nº 52.795, de de outubro de 1963, com redção que lhe foi dd pelo Decreto nº 1.7, de 28 de novembro de 1995, e tendo em vist o que const do Processo n.º 537.000790/00, Concorrênci nº 067/00-SSR/MC, resolve: Outorgr permissão à Rádio e TV Desn Telecomunicções Ltd. pr explorr, pelo przo de dez nos, o serviço de rdiodifusão sonor em freqüênci moduld, no município de Guxupé, Estdo de Mins Geris. A permissão or outorgd somente produzirá efeitos legis pós deliberção do Congresso Ncionl, nos termos do rtigo 223, 3º, d Constituição. HELIO COSTA PORTARIA N o - 1.246, DE DE DEZEMBRO DE 08 O MINISTRO DE ESTADO DAS COMUNICAÇÕES, no uso de sus tribuições, em conformidde com o rtigo 32 do Regulmento dos Serviços de Rdiodifusão, provdo pelo Decreto nº 52.795, de de outubro de 1963, com redção que lhe foi dd pelo Decreto nº 1.7, de 28 de novembro de 1995, e tendo em vist o que const do Processo n.º 53670.001428/01, Concorrênci nº 049/01-SSR/MC, resolve: Outorgr permissão à Rádio Som Argui de Plms Ltd. pr explorr, pelo przo de dez nos, o serviço de rdiodifusão sonor em freqüênci moduld, no município de Xmbioá, Estdo do Tocntins. A permissão or outorgd somente produzirá efeitos legis pós deliberção do Congresso Ncionl, nos termos do rtigo 223, 3º, d Constituição. HELIO COSTA PORTARIA N o - 1.247, DE DE DEZEMBRO DE 08 O MINISTRO DE ESTADO DAS COMUNICAÇÕES, no uso de sus tribuições, em conformidde com o rtigo 32 do Regulmento dos Serviços de Rdiodifusão, provdo pelo Decreto nº 52.795, de de outubro de 1963, com redção que lhe foi dd pelo Decreto nº 1.7, de 28 de novembro de 1995, e tendo em vist o que const do Processo n.º 533.000269/01, Concorrênci nº 015/01-SSR/MC, resolve: Outorgr permissão à Rede Tmndré de Rádio e Televisão Ltd. pr explorr, pelo przo de dez nos, o serviço de rdiodifusão sonor em freqüênci moduld, no município de Umbuzeiro, Estdo d Príb. A permissão or outorgd somente produzirá efeitos legis pós deliberção do Congresso Ncionl, nos termos do rtigo 223, 3º, d Constituição. HELIO COSTA
52 ISSN 1677-7042 1 Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 PORTARIA Nº 3, DE 14 DE JANEIRO DE 09 O MINISTRO DE ESTADO DAS COMUNICAÇÕES, no uso de sus tribuições, resolve: Art. 1 o Excluir d Consult Públic constnte d Portri SSR/MC n.º 13, de de jneiro de 02, publicd no Diário Oficil d União 22 de jneiro de 02, e seu nexo o seguinte cnl do Plno Básico de Distribuição de Cnis de Retrnsmissão de Televisão: UF LOCALIDADE CANAL MG UBERLÂNDIA 47+ Art. 2 o Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. HÉLIO COSTA PORTARIA Nº 4, DE 14 DE JANEIRO DE 09 O MINISTRO DE ESTADO DAS COMUNICAÇÕES,, no uso de sus tribuições, e tendo em vist o que const dos Processos discrimindos no nexo dest Portri, resolve: Consignr, nos termos do Decreto nº 5.371, de 17 de fevereiro de 05, à EMPRESA BRASIL DE COMUNICAÇÃO S.A. - EBC, consigntári do Serviço de Rdiodifusão de Sons e Imgens, cnl 2+ (dois decldo pr mis) em Brsíli, Distrito Federl, objetivndo execução do Serviço de Retrnsmissão de Televisão, ncilr o Serviço de Rdiodifusão de Sons e Imgens, em cráter primário, utilizndo os sinis de televisão repetidos vi stélite, visndo retrnsmissão dos seus próprios sinis, os cnis ns respectivs locliddes constntes do nexo. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS FERNANDO R. LOPES DE OLIVEIRA ANEXO PROCESSO Nº UF LOCALIDADE CANAL 53000.045923/08 BA Ilhéus 49 53000.045924/08 BA Itbun 27 53000.045930/08 MG Governdor Vldres 52+ 53000.0459/08 MG Ipting 12 53000.045936/08 MG Uberlândi 47+ 53000.049685/08 RS Sntn do Livrmento 45 AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES CONSELHO DIRETOR 7.892, DE 23 DE DEZEMBRO DE 08 Processo n.º 29740.000785/1992 - Declr extint, por renúnci, prtir de 9 de dezembro de 08, permissão outorgd à ARAUCÁRIA TELECOMUNICAÇÕES LTDA, inscrit no CNPJ sob o n.º 00.4.195/0001-72, pr explorr o Serviço Móvel Especilizdo n loclidde de Foz do Iguçu/PR e, como conseqüênci, declr extinto o direito de uso d rdiofreqüênci ssocid. A renúnci não desoner empres de sus obrigções com terceiros, inclusive s firmds pernte Antel. RONALDO MOTA SARDENBERG 83, DE 12 DE JANEIRO DE 09 Processo n.º 53500.0417/08. Expede utorizção à OVER ALL INTERNET LTDA.- ME, CNPJ n o 09.245.167/0001-97, pr explorr o Serviço de Comunicção Multimídi, por przo indetermindo, sem cráter de exclusividde, em âmbito ncionl e interncionl e tendo como áre de prestção de serviço todo o território ncionl. RONALDO MOTA SARDENBERG 85, DE 12 DE JANEIRO DE 09 Processo n.º 53500.022625/08. Expede utorizção à D.H. ON LI- NE INTERNET LTDA. - ME, CNPJ nº 07.293.927/0001-06, pr explorr o Serviço de Comunicção Multimídi, por przo indetermindo, sem cráter de exclusividde, em âmbito ncionl e interncionl e tendo como áre de prestção de serviço todo o território ncionl. RONALDO MOTA SARDENBERG 87, DE 12 DE JANEIRO DE 09 Processo n.º 53500.003768/08. Expede utorizção à LINHA LI- VRE INTERNET LTDA-ME., CNPJ n o 04.324.565/0001-85, pr explorr o Serviço de Comunicção Multimídi, por przo indetermindo, sem cráter de exclusividde, em âmbito ncionl e interncionl e tendo como áre de prestção de serviço todo o território ncionl. RONALDO MOTA SARDENBERG 88, DE 12 DE JANEIRO DE 09 Processo n.º 53500.0529/08. Expede utorizção à R H M NET LTDA ME., CNPJ n o 09.3.402/0001-, pr explorr o Serviço de Comunicção Multimídi, por przo indetermindo, sem cráter de exclusividde, em âmbito ncionl e interncionl e tendo como áre de prestção de serviço todo o território ncionl. RONALDO MOTA SARDENBERG 89, DE 12 DE JANEIRO DE 09 Processo n.º 53500.015962/08. Expede utorizção à S M C RE- DES E INFORMÁTICA LTDA ME, CNPJ n o 05.884.160/0001-64, pr explorr o Serviço de Comunicção Multimídi, por przo indetermindo, sem cráter de exclusividde, em âmbito ncionl e interncionl e tendo como áre de prestção de serviço todo o território ncionl RONALDO MOTA SARDENBERG 90, DE 12 DE JANEIRO DE 09 Processo n.º 53500.019055/08. Expede utorizção à TELECLEAR MONITORAMENTO ECOLÓGICO LTDA., CNPJ n o 01.789.6/0001-77, pr explorr o Serviço de Comunicção Multimídi, por przo indetermindo, sem cráter de exclusividde, em âmbito ncionl e interncionl e tendo como áre de prestção de serviço todo o território ncionl. RONALDO MOTA SARDENBERG 91, DE 12 DE JANEIRO DE 09 Processo n.º 53500.014092/08. Expede utorizção à PLUMIUM COMUNICAÇÃO E MARKETING LTDA - EPP, CNPJ n o 09.265.362/0001-89, pr explorr o Serviço de Comunicção Multimídi, por przo indetermindo, sem cráter de exclusividde, em âmbito ncionl e interncionl e tendo como áre de prestção de serviço todo o território ncionl RONALDO MOTA SARDENBERG 92, DE 12 DE JANEIRO DE 09 Processo n o 53500.003632/03 - Adpt Autorizção pr explorção do Serviço de Rede de Trnsporte de Telecomunicções, em âmbito interior e interncionl, de interesse coletivo, expedid à COMPANHIA DE TELECOMUNICAÇÕES DO BRASIL CEN- TRAL - CTBC, por meio do Termo n o PVSS/SPV n o 38/98-Antel, pr o Serviço de Comunicção Multimídi, por przo indetermindo, sem cráter de exclusividde, em âmbito ncionl e interncionl e tendo como áre de prestção de serviço os setores 03, 22, 25 e 33 do Plno Gerl de Outorgs. RONALDO MOTA SARDENBERG 93, DE 12 DE JANEIRO DE 09 Processo n.º 53500.0148/07. Expede utorizção à EVEREST RADIOCOMUNICAÇÕES LTDA-EPP., CNPJ n o 03.967.0/0001-24, pr explorr o Serviço de Comunicção Multimídi, por przo indetermindo, sem cráter de exclusividde, em âmbito ncionl e interncionl e tendo como áre de prestção de serviço todo o território ncionl. RONALDO MOTA SARDENBERG 94, DE 12 DE JANEIRO DE 09 Processo n.º 53500.016406/08. Expede utorizção à VCNET PROVEDORA DE INTERNET LTDA - EPP., CNPJ n o 07.888.091/0001-92, pr explorr o Serviço de Comunicção Multimídi, por przo indetermindo, sem cráter de exclusividde, em âmbito ncionl e interncionl e tendo como áre de prestção de serviço todo o território ncionl. RONALDO MOTA SARDENBERG 95, DE 12 DE JANEIRO DE 09 Processo n.º 53500.02/08 - Expede utorizção à INFORTE- CLINE - COM. TELECOMUNICAÇÃO, IMPORTAÇÃO E EX- PORTAÇÃO LTDA., CNPJ n o 04.169.343/0001-35, pr explorr o Serviço de Comunicção Multimídi, por przo indetermindo, sem cráter de exclusividde, em âmbito ncionl e interncionl e tendo como áre de prestção de serviço todo o território ncionl. RONALDO MOTA SARDENBERG 96, DE 12 DE JANEIRO DE 09 Processo n.º 53500.017487/08. Expede utorizção à RADIUN SERVIÇOS DE PROVEDOR DE INTERNET LTDA., CNPJ n o 08.736.858/0001-, pr explorr o Serviço de Comunicção Multimídi, por przo indetermindo, sem cráter de exclusividde, em âmbito ncionl e interncionl e tendo como áre de prestção de serviço todo o território ncionl. RONALDO MOTA SARDENBERG 97, DE 12 DE JANEIRO DE 09 Processo n.º 53500.0901/08. Expede utorizção à COME- TA.NET LTDA., CNPJ n o 09.648.857/0001-97, pr explorr o Serviço de Comunicção Multimídi, por przo indetermindo, sem cráter de exclusividde, em âmbito ncionl e interncionl e tendo como áre de prestção de serviço todo o território ncionl. RONALDO MOTA SARDENBERG 98, DE 12 DE JANEIRO DE 09 Processo n.º 53500.0925/08. Expede utorizção à WNETSIS- TEM COMÉRCIO E SERVIÇOS DE INFORMÁTICA LTDA., CNPJ nº 07.354.618/0001-07, pr explorr o Serviço de Comunicção Multimídi, por przo indetermindo, sem cráter de exclusividde, em âmbito ncionl e interncionl e tendo como áre de prestção de serviço todo o território ncionl. RONALDO MOTA SARDENBERG 1, DE 12 DE JANEIRO DE 09 Processo n.º 53500.018870/08. Expede utorizção à PONTO TELECOM LTDA., CNPJ n o 09.580.7/0001-28, pr explorr o Serviço de Comunicção Multimídi, por przo indetermindo, sem cráter de exclusividde, em âmbito ncionl e interncionl e tendo como áre de prestção de serviço todo o território ncionl. RONALDO MOTA SARDENBERG 2, DE 12 DE JANEIRO DE 09 Processo n.º 53500.014569/08. Expede utorizção à ALIAS - TELEINFORMÁTICA LTDA., CNPJ n o 00.745.812/0001-66, pr explorr o Serviço de Comunicção Multimídi, por przo indetermindo, sem cráter de exclusividde, em âmbito ncionl e interncionl e tendo como áre de prestção de serviço todo o território ncionl. RONALDO MOTA SARDENBERG 3, DE 12 DE JANEIRO DE 09 Processo n.º 53500.0150/08. Expede utorizção à JOÃO M. S. DE ALMEIDA JUNIOR & CIA LTDA., CNPJ n o 05.263.612/0001-90, pr explorr o Serviço de Comunicção Multimídi, por przo indetermindo, sem cráter de exclusividde, em âmbito ncionl e interncionl e tendo como áre de prestção de serviço todo o território ncionl. RONALDO MOTA SARDENBERG 4, DE 12 DE JANEIRO DE 09 Processo n.º 53500.017146/08. Expede utorizção à TEC- MIDIAWEB LTDA., CNPJ n o 09.049.228/0001-40, pr explorr o Serviço de Comunicção Multimídi, por przo indetermindo, sem cráter de exclusividde, em âmbito ncionl e interncionl e tendo como áre de prestção de serviço todo o território ncionl RONALDO MOTA SARDENBERG 4, DE 12 DE JANEIRO DE 09 Processo n.º 53500.016262/08. Expede utorizção à LIGHT TE- LECOM SERVIÇOS EM TELECOMUNICAÇÕES LTDA., CNPJ n o 00.437.180/0001-73, pr explorr o Serviço de Comunicção Multimídi, por przo indetermindo, sem cráter de exclusividde, em âmbito ncionl e interncionl e tendo como áre de prestção de serviço todo o território ncionl. RONALDO MOTA SARDENBERG
Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 1 53 ISSN 1677-7042 5, DE 12 DE JANEIRO DE 09 Processo n.º 53500.018871/08. Expede utorizção à BUGBUG ON LINE LTDA., CNPJ n o 09.140.755/0001-66, pr explorr o Serviço de Comunicção Multimídi, por przo indetermindo, sem cráter de exclusividde, em âmbito ncionl e interncionl e tendo como áre de prestção de serviço todo o território ncionl. RONALDO MOTA SARDENBERG 7, DE 12 DE JANEIRO DE 09 Processo n.º 53500.0188/08. Expede utorizção à AUE PRO- VEDOR DE INTERNET LTDA., CNPJ n o 09.177.971/0001-86, pr explorr o Serviço de Comunicção Multimídi, por przo indetermindo, sem cráter de exclusividde, em âmbito ncionl e interncionl e tendo como áre de prestção de serviço todo o território ncionl. RONALDO MOTA SARDENBERG 8, DE 12 DE JANEIRO DE 09 Processo n.º 53500.0707/08. Expede utorizção à HARDONLINE LTDA., CNPJ n o 06.7.384/0001-37, pr explorr o Serviço de Comunicção Multimídi, por przo indetermindo, sem cráter de exclusividde, em âmbito ncionl e interncionl e tendo como áre de prestção de serviço todo o território ncionl. RONALDO MOTA SARDENBERG 9, DE 12 DE JANEIRO DE 09 Procedimento Administrtivo n o 53500.0554/07. Expedir Autorizção à SCIENTIA INFORMÁTICA LTDA. - ME, CNPJ: 02.152.243/0001-70, pr prestr o Serviço Telefônico Fixo Comutdo destindo o uso do público em gerl - STFC, ns modliddes de serviço Locl, Long Distânci Ncionl - LDN e Long Distânci Interncionl - LDI, ns Áres de Prestção equivlente às Regiões I, II e III do Plno Gerl de Outorgs - PGO. RONALDO MOTA SARDENBERG 1, DE 12 DE JANEIRO DE 09 Processo n.º 53500.009091/08. Expede utorizção à B2TI EMPREENDIMENTOS LTDA., CNPJ n o 08.666.365/0001-61, pr explorr o Serviço de Comunicção Multimídi, por przo indetermindo, sem cráter de exclusividde, em âmbito ncionl e interncionl e tendo como áre de prestção de serviço todo o território ncionl. RONALDO MOTA SARDENBERG 1, DE 12 DE JANEIRO DE 09 Processo n o 53500.717/05. Declr extint, por renúnci, prtir de 19 de setembro de 08, utorizção outorgd à BRASIL IN- TERNET SEM FIO B LTDA., CNPJ/MF n o 07.681.423/0001-63, por intermédio do Ato n o 57.394, de 6 de bril de 06, publicdo no Diário Oficil d União do di 12 de bril de 06, pr explorr o Serviço de Comunicção Multimídi, interesse coletivo, por przo indetermindo, sem cráter de exclusividde e tendo como áre de prestção de serviço todo o território ncionl. A renúnci não desoner empres de sus obrigções com terceiros, inclusive s firmds com Antel. RONALDO MOTA SARDENBERG EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL 122, DE 12 DE JANEIRO DE 09 Processo n.º 53528.0008/03. Declr extint, por renúnci, prtir de 29 de jneiro de 07, utorizção outorgd à CAF INDÚSTRIA ELETRÔNICA LTDA., CNPJ/MF n.º 91.179.192/0001-09, por intermédio do Ato n.º 42.763, de 26 de fevereiro de 04, publicdo no Diário Oficil d União do di 5 de mrço de 04, pr explorr o Serviço Especil de Supervisão e Controle, interesse coletivo, por przo indetermindo, sem cráter de exclusividde e tendo como áre de prestção de serviço todo o território ncionl. RONALDO MOTA SARDENBERG 153, DE 13 DE JANEIRO DE 09 Processo n.º 53500.0267/08- Expede utorizção à SP TELECOMUNICAÇÕES LTDA., CNPJ n o.271.457/0001-94, pr explorr o Serviço de Comunicção Multimídi, por przo indetermindo, sem cráter de exclusividde, em âmbito ncionl e interncionl e tendo como áre de prestção de serviço todo o território ncionl. RONALDO MOTA SARDENBERG DESPACHOS DO PRESIDENTE Em 30 de outubro de 08 N o - 4.422 - Processo nº 53500.006400/03. O CONSELHO DIRETOR DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES, no uso de sus tribuições legis, regulmentres e regimentis, exminndo o Recurso Administrtivo interposto pel TELEMAR NORTE LESTE S/A - TELEMAR/PA, CNPJ nº 33.000.8/0009-26, Concessionári do Serviço Telefônico Fixo Comutdo - STFC, Setor 14, Região 1, do Plno Gerl de Outorgs - PGO, contr decisão de plicção de snção proferid pelo de Serviços Públicos Substituto por meio do Despcho nº 7/08/PBQI/SPB, dtdo de 17 de jneiro de 08, nos utos do Processo em epígrfe, que tem por objetivo verigução do cumprimento ds mets estbelecids no Plno Gerl de Mets de Qulidde - PGMQ, provdo pel Resolução nº 30, de 29 de junho de 1998, especificmente com relção o indicdor "Número de conts com reclmção de erro, n modlidde locl, em cd 00 (mil) conts emitids", no mês de setembro de 03; "Tx de tendimento de solicitções de repro de telefones de uso público em té 8 hors", nos meses de julho e gosto de 03; "Tx de tendimento de solicitções de repros de usuários não residenciis em té 8 hors" nos meses de julho e setembro de 03; "Tx de tendimento de solicitções de repros de usuários residenciis em té 24 hors" nos meses de julho e setembro de 03; "Tx de solicitções de repro por 0 (cem) cessos de serviço" nos meses de julho, gosto e setembro de 03; "Tx de chmds de long distânci ncionl originds não completds por congestionmento - consoliddo - Mtutino" no mês de julho de 03; "Tx de chmds de long distânci ncionl originds completds - consoliddo - Mtutino" no meses de julho, gosto e setembro de 03; "Tx de chmds de long distânci ncionl originds não completds por congestionmento - consoliddo - Noturno" no mês de julho de 03; e "Tx de chmds de long distânci ncionl originds completds - consoliddo - Noturno" no mês de gosto de 03, decidiu, por meio do Circuito Delibertivo nº 1653, relizdo em 2 de outubro de 08, conhecer do Recurso e, no mérito, negr ele provimento, mntendo integrlmente os termos d decisão recorrid, pels rzões e fundmentos constntes d Análise nº 422/08-GCAB, de 24 de setembro de 08. Em de novembro de 08 N o - 4.550 - Processo nº 53500.019092/04. O CONSELHO DIRETOR DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES, no uso de sus tribuições legis, regulmentres e regimentis, exminndo o Recurso Administrtivo interposto pel EMPRESA BRASILEIRA DE TELECOMUNICA- ÇÃOES S.A. - EMBRATEL, CNPJ/MF nº 33.530.486/0001-29, sucessor d empres VÉSPER S.A., Autorizd do Serviço Telefônico Fixo Comutdo - STFC, n Região I do Plno Gerl de Outorgs - PGO, provdo pelo Decreto nº 2.534, de 2 de bril de 1998, contr decisão de plicção de snção proferid pelo de Serviços Públicos, por meio do Despcho nº 1552/07/PBQI/SPB, de 3 de dezembro de 07, nos utos do processo em epígrfe, que tem por objetivo verigução do cumprimento ds mets estbelecids no Plno Gerl de Mets de Qulidde - PGMQ, provdo pel Resolução nº 30, de 29 de junho de 1998, especificmente com relção os indicdores "Tx de chmds de long distânci ncionl originds completds - vlor consoliddo - noturno", no mês de novembro de 03; "Tx de chmds de long distânci ncionl originds não completds por congestionmento - vlor consoliddo - mtutino", no mês de novembro de 03; "Tx de chmds de long distânci ncionl originds não completds por congestionmento - vlor consoliddo - vespertino", no mês de novembro de 03; "Tx de chmds de long distânci ncionl originds não completds por congestionmento - vlor consoliddo - noturno", no mês de novembro de 03; "Tx de tendimento por telefone o usuário do STFC em té segundos - mtutino", no mês de dezembro de 03; "Tx de tendimento por telefone o usuário do STFC em té segundos - mtutino", no mês de outubro de 03; "Tx de tendimento por telefone o usuário do STFC em té segundos - vespertino", no mês de outubro de 03; "Tx de tendimento por telefone o usuário do STFC em té segundos - noturno", no mês de outubro de 03, decidiu, por meio do Circuito Delibertivo nº 1623, de de setembro de 08, conhecer do Recurso e, no mérito, negr ele provimento, mntendo os termos d decisão recorrid, pels rzões e fundmentos constntes d Análise nº 389/08-GCAB, de 8 de setembro de 08. Em 13 de novembro de 08 N o - 4.638/08 - Processo nº 53500.006402/03. O CONSELHO DIRETOR DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES, no uso de sus tribuições legis, regulmentres e regimentis, exminndo o Recurso Administrtivo interposto pel Empres Brsileir de Telecomunicções S/A, CNPJ nº 33.530.486/0001-29, Autorizd do Serviço Telefônico Fixo Comutdo - STFC, Nos setores 01 17 d Região I do Plno Gerl de Outorgs - PGO, contr decisão de plicção de snção proferid pelo de Serviços Públicos por meio do Despcho nº 8/08/PBQI/SPB, dtdo de 14 de jneiro de 08, nos utos do Processo em epígrfe, que tem por objeto verigução do descumprimento ds mets estbelecids no Plno Gerl de Mets de Qulidde - PGMQ, provdo pel Resolução no 30, de 29 de junho de 1998, decidiu, por meio do Circuito Delibertivo no 1670, de 15 de outubro de 08, conhecer do Recurso e, no mérito, negr ele provimento, mntendo os termos d decisão recorrid pels rzões e justifictivs constntes d Análise n.º 430/08-GCPA, de de outubro de 08. Em 18 de dezembro de 08 N o - 5.370 - Processo nº 53512.0003/03. O CONSELHO DIRETOR DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES, no uso de sus tribuições legis, regulmentres e regimentis, exminndo o Pedido de Reconsiderção interposto pel TELEMAR NORTE LESTE S/A - TELEMAR ES, CNPJ/MF nº 33.000.8/0002-50, Concessionári do Serviço Telefônico Fixo Comutdo - STFC no setor 4 do Plno Gerl de Outorg - PGO, contr decisão proferid pelo Conselho Diretor por meio do Despcho n.º 1.267/08-CD, de 8 de mio de 08, nos utos do processo em epígrfe, decidiu, em su 497.ª Reunião, relizd em 7 de outubro de 08, conhecer do Pedido de Reconsiderção, pr, no mérito, negr ele provimento, mntendo integrlmente os termos d decisão exrd no Despcho contestdo, pels rzões e fundmentos constntes d Análise nº 240/08 - GCPJ, de 18 de julho de 08. RONALDO MOTA SARDENBERG SUPERINTENDÊNCIA DE SERVIÇOS PRIVADOS ATO Nº 2, DE 12 DE JANEIRO DE 09 Processo n. 53770.000953/1994. Prorrog utorizção pr uso de rdiofreqüênci à(o) VER- TIX EQUIPAMENTOS E SERVICOS DE AUDIO LTDA, CNPJ nº 32.304.6/0001-00, ssocid à utorizção pr explorção do Serviço Limitdo Especilizdo. DIRCEU BARAVIERA Substituto SUPERINTENDÊNCIA DE SERVIÇOS PÚBLICOS ATO Nº 7.7, DE 15 DE DEZEMBRO DE 08 Homolog, com respeito os itens exigidos no Regulmento Gerl de Interconexão, o Termo Aditivo n.º 3, protocolizdo sob o nº 53504.0834.08, nexo o Contrto de Interconexão Clsse I, protocolizdo sob o n.º 53504.006002.06, celebrdo entre rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d TELECOMU- NICAÇÕES DE SÃO PAULO S.A, n modlidde Locl e rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d NEXUS TE- LECOMUNICAÇÕES LTDA, n modlidde Locl; d rede de suporte à prestção do STFC d NEXUS TELECOMUNICAÇÕES LT- DA, n modlidde Locl e rede de suporte à prestção do STFC d TELECOMUNICAÇÕES DE SÃO PAULO S.A, ns modliddes Long Distânci Ncionl e Long Distânci Interncionl; e d rede de suporte prestção do STFC d TELECOMUNICAÇÕES DE SÃO PAULO S.A, n modlidde Locl e rede de suporte à prestção do STFC NEXUS TELECOMUNICAÇÕES LTDA, ns modliddes Long Distânci Ncionl e Long Distânci Interncionl. 7.7, DE 15 DE DEZEMBRO DE 08 Homolog, com respeito os itens exigidos no Regulmento Gerl de Interconexão, o Termo Aditivo n.º 3, protocolizdo sob o nº 53504.015567.08, nexo o Processo de Interconexão Clsse I, protocolizdo sob o n.º 53500.025172.06, celebrdo entre rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d TELECOMU- NICAÇÕES DE SÃO PAULO S.A, n modlidde Locl e rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d TMAIS S.A, n modlidde Locl; d rede de suporte à prestção do STFC d TMAIS S.A, n modlidde Locl e rede de suporte à prestção do STFC d TELECOMUNICAÇÕES DE SÃO PAULO S.A, ns modliddes Long Distânci Ncionl e Long Distânci Interncionl; e d rede de suporte prestção do STFC d TELECOMUNICA- ÇÕES DE SÃO PAULO S.A, n modlidde Locl e rede de suporte à prestção do STFC TMAIS S.A, ns modliddes Long Distânci Ncionl e Long Distânci Interncionl. 7.712, DE 15 DE DEZEMBRO DE 08 Homolog, prcilmente, com respeito os itens exigidos no Regulmento Gerl de Interconexão, o Contrto de Interconexão Clsse I, protocolizdo sob o n.º 53504.009064.07, e o Primeiro Termo Aditivo o Contrto, protocolizdo sob o nº 53504.015572.08, nexo o processo de interconexão nº 53500.0351.07, e celebrdo entre rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d TELECOMUNICAÇÕES DE SÃO PAULO S.A., n modlidde Locl e rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d AEROTECH TELECOMUNICA- ÇÕES LTDA, n modlidde Locl.
54 ISSN 1677-7042 1 Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 No que tnge os itens 4.9.1, 4.9.2 e subitens e 4..4 e seu subitem d cláusul qurt,.1,.2,.3,.4,.5 e.6 d cláusul vigésim primeir do contrto e o Anexo 9, dotr-se-á o disposto n decisão do processo de rbitrgem nº 53500.017804.07. 7.713, DE 15 DE DEZEMBRO DE 08 Homolog, com respeito os itens exigidos no Regulmento Gerl de Interconexão, o Termo Aditivo n.º 1, protocolizdo sob o nº 53504.015579.08, e o Termo Aditivo nº 2, protocolizdo sob o nº 53504.015578.08, nexo o Contrto de Interconexão Clsse I, protocolizdo sob o n.º 53500.019450.06, celebrdo entre rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d TELECOMU- NICAÇÕES DE SÃO PAULO S.A, n modlidde Locl e rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d TELEFREE DO BRASIL COM. IMP. EXP. REP. LTDA, n modlidde Locl. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS 7.714, DE 15 DE DEZEMBRO DE 08 Homolog, com respeito os itens exigidos no Regulmento Gerl de Interconexão, o Termo Aditivo n.º 1, Protocolizdo sob o nº 53500.030273.08, nexo o Contrto de Interconexão Clsse I, protocolizdo sob o n.º 53500.0043.08, celebrdo entre rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d RN BRASIL - SERVIÇOS DE PROVEDORES LTDA, n modlidde Locl, e rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d BRA- SIL TELECOM S.A, n modlidde Locl. 7.715, DE 15 DE DEZEMBRO DE 08 Homolog, com respeito os itens exigidos no Regulmento Gerl de Interconexão, o Termo Aditivo n.º 2, protocolizdo sob o nº 53504.015580.08, nexo o Processo de Interconexão Clsse I, protocolizdo sob o n.º 53504.0082.06, celebrdo entre rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d TELECOMU- NICAÇÕES DE SÃO PAULO S.A, n modlidde Locl e rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d IDT BRASIL TELECOMUNICAÇÕES LTDA, n modlidde Locl; d rede de suporte à prestção do STFC d IDT BRASIL TELECOMUNICA- ÇÕES LTDA, n modlidde Locl e rede de suporte à prestção do STFC d TELECOMUNICAÇÕES DE SÃO PAULO S.A, ns modliddes Long Distânci Ncionl e Long Distânci Interncionl; e d rede de suporte prestção do STFC d TELECOMUNICA- ÇÕES DE SÃO PAULO S.A, n modlidde Locl e rede de suporte à prestção do STFC IDT BRASIL TELECOMUNICAÇÕES LTDA, ns modliddes Long Distânci Ncionl e Long Distânci Interncionl. 7.716, DE 15 DE DEZEMBRO DE 08 Homolog, com respeito os itens exigidos no Regulmento Gerl de Interconexão, o Termo Aditivo n.º 2, protocolizdo sob o nº 53504.015568.08, nexo o Processo de Interconexão Clsse I, protocolizdo sob o n.º 53504.000467.06, celebrdo entre rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d TELECOMU- NICAÇÕES DE SÃO PAULO S.A, n modlidde Locl e rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d PRIMEIRA ESCOLHA EMPREENDIMENTOS LTDA, n modlidde Locl; d rede de suporte à prestção do STFC d PRIMEIRA ESCOLHA EMPREENDIMENTOS LTDA, n modlidde Locl e rede de suporte à prestção do STFC d TELECOMUNICAÇÕES DE SÃO PAULO S.A, ns modliddes Long Distânci Ncionl e Long Distânci Interncionl; e d rede de suporte prestção do STFC d TELECOMUNICAÇÕES DE SÃO PAULO S.A, n modlidde Locl e rede de suporte à prestção do STFC PRIMEIRA ESCOLHA EMPREENDIMENTOS LTDA, ns modliddes Long Distânci Ncionl e Long Distânci Interncionl. 7.717, DE 15 DE DEZEMBRO DE 08 Homolog, com respeito os itens exigidos no Regulmento Gerl de Interconexão, o Contrto de Interconexão Clsse II, protocolizdo sob o n.º 53504.009869.07, o Primeiro Termo Aditivo, protocolizdo sob o nº 53504.017750.07, o Segundo Termo Aditivo, protocolizdo sob o nº 53504.016794.08, e o Terceiro Termo Aditivo, protocolizdo sob o nº 53504.028764.08, nexo o processo de interconexão nº 53500.012454.07, entre rede de telecomunicções de suporte à prestção do Serviço Telefônico Fixo Comutdo d TELECOMUNICAÇÕES DE SÃO PAULO S.A - TE- LESP, ns modliddes Long Distânci Ncionl e Long Distânci Interncionl, e rede de telecomunicções de suporte à prestção do Serviço Móvel Globl por Stélite d GLOBALSTAR DO BRASIL S.A. - GLOBALSTAR. 7.718, DE 15 DE DEZEMBRO DE 08 Homolog, com respeito os itens exigidos no Regulmento Gerl de Interconexão, o Termo Aditivo n.º 2, protocolizdo sob o nº 53500.0224.08, nexo o Contrto de Interconexão Clsse I, protocolizdo sob o n.º 53500.013893.05, celebrdo entre rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d BRASIL TE- LECOM S.A, ns modliddes Long Distânci Ncionl e Long Distânci Interncionl, e rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d DSLI VOX3 BRASIL COMUNICAÇÕES LTDA, n modlidde Locl. 7.723, DE 15 DE DEZEMBRO DE 08 Homolog, com respeito os itens exigidos no Regulmento Gerl de Interconexão, o Termo Aditivo n.º 2, protocolizdo sob o nº 53500.03.08, nexo o Contrto de Interconexão Clsse I, protocolizdo sob o n.º 53500.013892.05, celebrdo entre rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d BRASIL TE- LECOM S.A, n modlidde Locl, e rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d DSLI VOX3 BRASIL COMU- NICAÇÕES LTDA, n modlidde Locl. 7.724, DE 15 DE DEZEMBRO DE 08 Homolog, com respeito os itens exigidos no Regulmento Gerl de Interconexão, o Termo Aditivo n.º 2, protocolizdo sob o nº 53504.015581.08, nexo o Processo de Interconexão Clsse I, protocolizdo sob o n.º 53500.000459.08, celebrdo entre rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d TELECOMU- NICAÇÕES DE SÃO PAULO S.A, n modlidde Locl e rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d HELLO BRA- ZIL TELECOMUNICAÇÕES LTDA, n modlidde Locl; d rede de suporte à prestção do STFC d HELLO BRAZIL TELECO- MUNICAÇÕES LTDA, n modlidde Locl e rede de suporte à prestção do STFC d TELECOMUNICAÇÕES DE SÃO PAULO S.A, n modlidde Long Distânci Ncionl; e d rede de suporte prestção do STFC d TELECOMUNICAÇÕES DE SÃO PAULO S.A, n modlidde Locl e rede de suporte à prestção do STFC HELLO BRAZIL TELECOMUNICAÇÕES LTDA, n modlidde Long Distânci Ncionl. 7.725, DE 15 DE DEZEMBRO DE 08 Homolog, com respeito os itens exigidos no Regulmento Gerl de Interconexão, o Termo Aditivo n.º 2, protocolizdo sob o nº 53504.012786.06, e o Termo Aditivo nº 4, protocolizdo sob o nº 53504.015573.08, nexo o Contrto de Interconexão Clsse I, protocolizdo sob o n.º 53500.02.05, celebrdo entre rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d TELECOMU- NICAÇÕES DE SÃO PAULO S.A, n modlidde Locl e rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d ALPAMAYO TELECOMUNICAÇÕES E PARTICIPAÇÕES LTDA, n modlidde Locl. 7.726, DE 15 DE DEZEMBRO DE 08 Homolog, com respeito os itens exigidos no Regulmento Gerl de Interconexão, o Termo Aditivo n.º 2, Protocolizdo sob o nº 53504.019153.08, nexo o Contrto de Interconexão Clsse I, protocolizdo sob o n.º 53504.004257.06, celebrdo entre rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d SERCOMTEL S.A - TELECOMUNICAÇÕES, n modlidde Locl, e rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d TRANSIT DO BRASIL LTDA, n modlidde Long Distânci Ncionl, e entre rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d TRAN- SIT DO BRASIL LTDA, n modlidde Locl, e rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC SERCOMTEL S.A - TELECOMUNICAÇÕES, n modlidde Long Distânci Intr-regionl. 7.727, DE 15 DE DEZEMBRO DE 08 Homolog, com respeito os itens exigidos no Regulmento Gerl de Interconexão, o Contrto de Interconexão Clsse I, protocolizdo sob o n.º 53500.0340.08, nexo o Processo n.º 53500.025072.08, celebrdo entre rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d BRASIL TELECOM S.A., n modlidde Locl, e rede de telecomunicções do STFC d HELLO BRAZIL TELECOMUNICAÇÕES LTDA, n modlidde Locl. 7.728, DE 15 DE DEZEMBRO DE 08 Homolog, com respeito os itens exigidos no Regulmento Gerl de Interconexão, o Termo Aditivo n.º 1, protocolizdo sob o nº 53508.04.08, nexo o Processo de Interconexão Clsse I, protocolizdo sob o n.º 53500.002874.08, celebrdo entre rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d EMPRESA BRA- SILEIRA DE TELECOMUNICAÇÕES S.A. - EMBRATEL, n modlidde Locl, e rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d TELECOMDADOS SERVIÇOS LTDA, n modlidde Locl. 7.729, DE 15 DE DEZEMBRO DE 08 Homolog, com respeito os itens exigidos no Regulmento Gerl de Interconexão, o Termo Aditivo n.º 1, protocolizdo sob o nº 53508.01.08, nexo o Processo de Interconexão Clsse I, protocolizdo sob o n.º 53500.026375.06, celebrdo entre rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d EMPRESA BRASILEIRA DE TELECOMUNICAÇÕES S.A. - EMBRATEL, n modlidde Locl, e rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d SUPORTE TECNOLOGIA E INSTALAÇÕES LTDA, n modlidde Locl. 7.730, DE 15 DE DEZEMBRO DE 08 Homolog, com respeito os itens exigidos no Regulmento Gerl de Interconexão, o Termo Aditivo n.º 1, protocolizdo sob o nº 53508.06.08, nexo o Processo de Interconexão Clsse I, protocolizdo sob o n.º 53500.02.07, celebrdo entre rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d EMPRESA BRASILEIRA DE TELECOMUNICAÇÕES S.A. - EMBRATEL, n modlidde Locl, e rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d ALPAMAYO TELECOMUNICAÇÕES E PAR- TICIPAÇÕES S.A, n modlidde Locl. 7.7, DE 15 DE DEZEMBRO DE 08 Homolog, com respeito os itens exigidos no Regulmento Gerl de Interconexão, o Termo Aditivo n.º 1, protocolizdo sob o nº 53504.016795.08, nexo o Processo de Interconexão Clsse I, protocolizdo sob o n.º 53500.0285.07, entre rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d TELECOMUNICAÇÕES DE SÃO PAULO S.A, n modlidde Locl e rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d EMPRESA DE TE- LEFONIA MULTIUSUÁRIO LTDA - ETML, n modlidde Locl; d rede de suporte à prestção do STFC d EMPRESA DE TE- LEFONIA MULTIUSUÁRIO LTDA - ETML, n modlidde Locl e rede de suporte à prestção do STFC d TELECOMUNICAÇÕES DE SÃO PAULO S.A, ns modliddes Long Distânci Ncionl e Long Distânci Interncionl; e d rede de suporte prestção do STFC d TELECOMUNICAÇÕES DE SÃO PAULO S.A, n modlidde Locl e rede de suporte à prestção do STFC EMPRESA DE TELEFONIA MULTIUSUÁRIO LTDA - ETML, ns modliddes Long Distânci Ncionl e Long Distânci Interncionl. 7.732, DE 15 DE DEZEMBRO DE 08 Homolog, com respeito os itens exigidos no Regulmento Gerl de Interconexão, o Contrto de Interconexão Clsse II, protocolizdo sob o n.º 53500.019323.08, e o Termo Aditivo nº 1, protocolizdo sob o nº 53500.026653.08, nexos o Processo n.º 53500.019637.08, celebrdo entre rede de telecomunicções de suporte à prestção do Serviço Telefônico Fixo Comutdo d RN BRASIL SERVIÇOS DE PROVEDO- RES LTDA., n modlidde Locl, e rede de telecomunicções de suporte à prestção do Serviço Móvel Pessol d SERCOMTEL CELULAR S.A. Neg o pedido de confidencilidde exposto no item.1.2 d cláusul vigésim do Contrto.
Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 1 55 ISSN 1677-7042 7.733, DE 15 DE DEZEMBRO DE 08 Homolog, com respeito os itens exigidos no Regulmento Gerl de Interconexão, o Termo Aditivo n.º 1, protocolizdo sob o nº 53508.02.08, nexo o Processo de Interconexão Clsse I, protocolizdo sob o n.º 53500.002706.07, celebrdo entre rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d EMPRESA BRASILEIRA DE TELECOMUNICAÇÕES S.A. - EMBRATEL, n modlidde Locl, e rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d CONVERGIA TELECOMUNICAÇÕES DO BRASIL LTDA, n modlidde Locl. 7.736, DE 15 DE DEZEMBRO DE 08 Homolog, com respeito os itens exigidos no Regulmento Gerl de Interconexão, o Termo Aditivo n.º 1, protocolizdo sob o nº 53508.08.08, nexo o Processo de Interconexão Clsse I, protocolizdo sob o n.º 53500.030244.07, celebrdo entre rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d EMPRESA BRASILEIRA DE TELECOMUNICAÇÕES S.A. - EMBRATEL, n modlidde Locl, e rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d FONAR TELECOMUNICAÇÃO BRASILEIRA LTDA, n modlidde Locl. ATO Nº 7.946, DE 29 DE DEZEMBRO DE 08 Homolog, com respeito os itens exigidos no Regulmento Gerl de Interconexão, o Termo Aditivo nº 2, protocolizdo sob o n.º 53508.0148.08, nexo o Contrto de interconexão nº 53500.0764.06, entre rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d ALPHA NOBILIS CONSULTORIA E SER- VIÇOS LTDA., n modlidde Long Distânci Ncionl e Long Distânci Interncionl e rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d TELEMAR NORTE LESTE S.A., n modlidde Locl. 7.947, DE 29 DE DEZEMBRO DE 08 Homolog, com respeito os itens exigidos no Regulmento Gerl de Interconexão, o Termo Aditivo nº 1, protocolizdo sob o n.º 53500.019698.08, nexo o Processo de interconexão nº 53500.023690.07, entre rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d Sercomtel S.A., n modlidde Locl e rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d RN Brsil Serviços de Provedores LTDA., n modlidde Locl. 7.950, DE 29 DE DEZEMBRO DE 08 Homolog, com respeito os itens exigidos no Regulmento Gerl de Interconexão, o Termo Aditivo nº 2, protocolizdo sob o n.º 53504.015575.08, nexo o Contrto de interconexão nº 53500.016876.05, entre rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d TELECOMUNICAÇÕES DE SÃO PAULO S.A., n modlidde Locl e rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d BRASIL TELECOM S.A., n modlidde Locl, n Região III do P.G.O.. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL 7.951, DE 29 DE DEZEMBRO DE 08 Homolog, com respeito os itens exigidos no Regulmento Gerl de Interconexão, o Termo Aditivo nº 3, protocolizdo sob o n.º 53508.0150.08, nexo o Processo de interconexão nº 53500.0246.07, entre rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d TELEMAR NORTE LESTE S.A., n modlidde Locl e rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d TELECOMDADOS SERVIÇOS LTDA., n modlidde Locl. 7.952, DE 29 DE DEZEMBRO DE 08 Homolog, com respeito os itens exigidos no Regulmento Gerl de Interconexão, o Termo Aditivo nº 3, protocolizdo sob o n.º 53504.015576.08, nexo o Contrto de interconexão nº 03.9007.0650, entre rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d TELECOMUNICAÇÕES DE SÃO PAULO S.A., n modlidde Locl e rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d BRASIL TELECOM S.A., n modlidde Locl, n Região II do P.G.O.. 7.965, DE 29 DE DEZEMBRO DE 08 Homolog, com respeito os itens exigidos no Regulmento Gerl de Interconexão, o Termo Aditivo nº 4, protocolizdo sob o n.º 53500.023402.08, nexo o Contrto de interconexão nº 02.9001.2544, celebrdo entre rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d BRASIL TELECOM S.A, n modlidde Locl e rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d TRANSIT DO BRASIL LTDA, n modlidde Locl. 7.966, DE 29 DE DEZEMBRO DE 08 Homolog, com respeito os itens exigidos no Regulmento Gerl de Interconexão, o Termo Aditivo nº 3, protocolizdo sob o n.º 53500.0833.08, nexo o Contrto de interconexão nº 53500.022819.05, celebrdo entre rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d BRASIL TELECOM S.A, n modlidde n modlidde Locl e rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d TELEMAR NORTE LESTE S/A, n modlidde Locl. 7.967, DE 29 DE DEZEMBRO DE 08 Homolog, com respeito os itens exigidos no Regulmento Gerl de Interconexão, o Termo Aditivo nº 3, protocolizdo sob o n.º 53500.023403.08, nexo o Contrto de interconexão nº 53500.012555.04, celebrdo entre rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d BRASIL TELECOM S.A, n modlidde Long Distânci Ncionl e Long Distânci Interncionl e rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d GLOBALNOVA COMUNICAÇÕES LTDA, n modlidde Locl. 7.969, DE 29 DE DEZEMBRO DE 08 Homolog, com respeito os itens exigidos no Regulmento Gerl de Interconexão, o Termo Aditivo nº 1, protocolizdo sob o n.º 53500.0812.08, nexo o Processo de interconexão nº 53500.027419.07, celebrdo entre rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d BRASIL TELECOM S.A, n modlidde Locl e rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d REMOTA TELECOMUNICAÇÕES S/A., n modlidde Locl. 7.970, DE 29 DE DEZEMBRO DE 08 Homolog, com respeito os itens exigidos no Regulmento Gerl de Interconexão, o Termo Aditivo nº 1, protocolizdo sob o n.º 53500.030286.08, nexo o Processo de interconexão nº 53500.0235.07, celebrdo entre rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d BRASIL TELECOM S.A, n modlidde Locl e rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d AEROTECH TELECOMUNICAÇÕES LTDA, n modlidde Locl. 7.997, DE 30 DE DEZEMBRO DE 08 Homolog, com respeito os itens exigidos no Regulmento Gerl de Interconexão, o Termo Aditivo nº 4, protocolizdo sob o n.º 53500.030280.08, nexo o Contrto de interconexão nº 02.9001.2544, celebrdo entre rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d BRASIL TELECOM S.A, n modlidde Long Distânci Ncionl e rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d TRANSIT DO BRASIL LTDA, n modlidde Locl. 7.998, DE 30 DE DEZEMBRO DE 08 Homolog, com respeito os itens exigidos no Regulmento Gerl de Interconexão, o Termo Aditivo nº 1, protocolizdo sob o n.º 53508.017735.08, nexo o Processo de interconexão nº 53500.017451.07, entre rede de telecomunicções de suporte à prestção do Serviço Telefônico Fixo Comutdo - STFC - d IN- TELIG TELECOMUNICAÇÕES LTDA, n modlidde Locl e rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d GOL- DEN LINE TELECOM LTDA, ns modliddes Long Distânci Ncionl e Long Distânci Interncionl; entre rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d GOLDEN LINE TELECOM LTDA, n modlidde Locl, e rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d INTELIG TELECO- MUNICAÇÕES LTDA, ns modliddes Long Distânci Ncionl e Long Distânci Interncionl; e entre rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d INTELIG TELECOMUNICAÇÕES LTDA, n modlidde Locl e rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d GOLDEN LINE TELECOM LTDA, n modlidde Locl. 7.999, DE 30 DE DEZEMBRO DE 08 Homolog, com respeito os itens exigidos no Regulmento Gerl de Interconexão, o Termo Aditivo nº 2, protocolizdo sob o n.º 53500.0613.08, nexo o Contrto de interconexão nº 03.9022.9292, entre rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d GLOBAL VILLAGE TELECOM LTDA., n modlidde Locl e rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d TELEMAR NORTE LESTE S.A., n modlidde Locl, n Região II e III do PGO. ATO Nº 7.948, DE 29 DE DEZEMBRO DE 08 Homolog, com respeito os itens exigidos no Regulmento Gerl de Interconexão, o Contrto de Interconexão Clsse I, protocolizdo sob o n.º 53500.0254.08, nexo o Processo n.º 53500.025337.08, celebrdo entre rede de telecomunicções de suporte à prestção do Serviço Telefônico Fixo Comutdo - STFC - d BRASIL TELECOM S.A, n modlidde Locl e rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d HELLO BRAZIL TELECOMUNICAÇÕES LTDA, ns modliddes Long Distânci Ncionl e Long Distânci Interncionl; entre rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d HELLO BRAZIL TELECOMUNICAÇÕES LTDA, n modlidde Locl, e rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d BRASIL TE- LECOM S.A, ns modliddes Long Distânci Ncionl e Long Distânci Interncionl. 7.949, DE 29 DE DEZEMBRO DE 08 Homolog, com respeito os itens exigidos no Regulmento Gerl de Interconexão, o Contrto de Interconexão Clsse II, protocolizdo sob o n.º 53508.012746.08, nexo o Processo n.º 53500.023463.08, celebrdo entre rede de telecomunicções de suporte à prestção do Serviço Telefônico Fixo Comutdo d EN- GEVOX TELECOMUNICAÇÕES LTDA, n modlidde Locl, e rede de telecomunicções de suporte à prestção do Serviço Móvel Pessol d TIM CELULAR S.A. e TIM NORDESTE S.A. 7.963, DE 29 DE DEZEMBRO DE 08 Homolog, com respeito os itens exigidos no Regulmento Gerl de Interconexão, o Termo Aditivo nº 1 o Contrto de Interconexão Clsse I, protocolizdo sob o n.º 53500.030281.08, nexo o processo de interconexão nº 53500.0044.08, e celebrdo entre rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d RN BRASIL - SERVIÇOS DE PROVEDORES LTDA, n modlidde Locl e rede de suporte à prestção do STFC d BRASIL TELECOM S.A, ns modliddes Long Distânci Ncionl e Long Distânci Interncionl; e d rede de suporte prestção do STFC d BRASIL TELECOM S.A, n modlidde Locl e rede de suporte à prestção do STFC d RN BRASIL - SERVIÇOS DE PROVEDO- RES LTDA, ns modliddes Long Distânci Ncionl e Long Distânci Interncionl.
56 ISSN 1677-7042 1 Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 7.964, DE 29 DE DEZEMBRO DE 08 Homolog, com respeito os itens exigidos no Regulmento Gerl de Interconexão, o Termo Aditivo nº 1, protocolizdo sob o n.º 53500.023362.08, nexo o processo de interconexão nº 53500.009942.08, e celebrdo entre rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d FALKLAND TECNOLOGIA EM TELECOMUNICAÇÕES LTDA - IP CORP, n modlidde Locl e rede de suporte à prestção do STFC d BRASIL TELECOM S.A, ns modliddes Long Distânci Ncionl e Long Distânci Interncionl; e d rede de suporte prestção do STFC d BRASIL TELECOM S.A, n modlidde Locl e rede de suporte à prestção do STFC d FALKLAND TECNOLOGIA EM TELECOMUNICA- ÇÕES LTDA - IP CORP, ns modliddes Long Distânci Ncionl e Long Distânci Interncionl. 7.968, DE 29 DE DEZEMBRO DE 08 COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS Homolog, com respeito os itens exigidos no Regulmento Gerl de Interconexão, o Termo Aditivo n.º 1, Protocolizdo sob o nº 53500.030146.08, nexo o Contrto de Interconexão Clsse I, protocolizdo sob o n.º 53500.009971.08, celebrdo entre rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d FALKLAND TECNOLOGIA EM TELECOMUNICAÇÕES LTDA - IP CORP, n modlidde Locl, e rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d BRASIL TELECOM S.A, n modlidde Locl. 7.971, DE 29 DE DEZEMBRO DE 08 Homolog, com respeito os itens exigidos no Regulmento Gerl de Interconexão, o Termo Aditivo nº 1, protocolizdo sob o n.º 53500.030274.08, nexo o processo de interconexão nº 53500.027418.07, e celebrdo entre rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d REMOTA COMUNICAÇÕES LT- DA, n modlidde Locl e rede de suporte à prestção do STFC d BRASIL TELECOM S.A, ns modliddes Long Distânci Ncionl e Long Distânci Interncionl; e d rede de suporte prestção do STFC d BRASIL TELECOM S.A, n modlidde Locl e rede de suporte à prestção do STFC d REMOTA COMUNICAÇÕES LT- DA, ns modliddes Long Distânci Ncionl e Long Distânci Interncionl. 7.995, DE 30 DE DEZEMBRO DE 08 Homolog, com respeito os itens exigidos no Regulmento Gerl de Interconexão, o Termo Aditivo n.º 1, Protocolizdo sob o nº 53500.030279.08, nexo o Contrto de Interconexão Clsse I, protocolizdo sob o n.º 53500.018458.06, celebrdo entre rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d IDT BRASIL TELECOMUNICAÇÕES LTDA, n modlidde Locl, e rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d BRASIL TE- LECOM S.A, n modlidde Locl. 1, DE 2 DE JANEIRO DE 09 Homolog, com respeito os itens exigidos no Regulmento Gerl de Interconexão, o Termo Aditivo n.º 2, protocolizdo sob o nº 53508.0142.08, nexo o Processo de Interconexão Clsse I, protocolizdo sob o n.º 53500.009815.07, entre rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d GOLDEN LINE TELECOM LTDA, n modlidde Locl, e rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d TELEMAR NORTE LESTE S.A, n modlidde Locl. 2, DE 2 DE JANEIRO DE 09 Homolog, com respeito os itens exigidos no Regulmento Gerl de Interconexão, o Termo Aditivo n.º 1, Protocolizdo sob o nº 53508.014050.08, nexo o Processo de Interconexão Clsse I, protocolizdo sob o n.º 53500.028978.07, entre rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d SERCOMTEL S.A - TELECOMUNICAÇÕES, n modlidde Locl, e rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d TIM CELULAR S.A, n modlidde Locl. 3, DE 2 DE JANEIRO DE 09 Homolog, com respeito os itens exigidos no Regulmento Gerl de Interconexão, o Termo Aditivo n.º 2, protocolizdo sob o nº 53508.0147.08, nexo o Processo de Interconexão Clsse I, protocolizdo sob o n.º 53500.018263.06, entre rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d FONAR TELE- COMUNICAÇÃO BRASILEIRA LTDA, n modlidde Locl, e rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d TE- LEMAR NORTE LESTE S.A, n modlidde Locl. 4, DE 2 DE JANEIRO DE 09 Homolog, com respeito os itens exigidos no Regulmento Gerl de Interconexão, o Termo Aditivo n.º 2, protocolizdo sob o nº 53504.0323.08, nexo o Processo de Interconexão Clsse I, protocolizdo sob o n.º 53500.0625.07, entre rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d TELECOMU- NICAÇÕES DE SÃO PAULO S.A, n modlidde Locl e rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d AMIGO TE- LECOMUNICAÇÕES LTDA, n modlidde Locl; d rede de suporte à prestção do STFC d AMIGO TELECOMUNICAÇÕES LTDA, n modlidde Locl e rede de suporte à prestção do STFC d TELECOMUNICAÇÕES DE SÃO PAULO S.A, ns modliddes Long Distânci Ncionl e Long Distânci Interncionl; e d rede de suporte prestção do STFC d TELECOMUNICAÇÕES DE SÃO PAULO S.A, n modlidde Locl e rede de suporte à prestção do STFC AMIGO TELECOMUNICAÇÕES LTDA, ns modliddes Long Distânci Ncionl e Long Distânci Interncionl. 5, DE 2 DE JANEIRO DE 09 Homolog, com respeito os itens exigidos no Regulmento Gerl de Interconexão, o Termo Aditivo n.º 1, protocolizdo sob o nº 53504.0324.08, nexo o Processo de Interconexão Clsse I, protocolizdo sob o n.º 53500.001419.08, entre rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d TELECOMU- NICAÇÕES DE SÃO PAULO S.A, n modlidde Locl e rede de telecomunicções de suporte à prestção do STFC d MUNDIVOX TELECOMUNICAÇÕES LTDA, n modlidde Locl; d rede de suporte à prestção do STFC d MUNDIVOX TELECOMUNICA- ÇÕES LTDA, n modlidde Locl e rede de suporte à prestção do STFC d TELECOMUNICAÇÕES DE SÃO PAULO S.A, ns modliddes Long Distânci Ncionl e Long Distânci Interncionl; e d rede de suporte prestção do STFC d TELECOMUNICA- ÇÕES DE SÃO PAULO S.A, n modlidde Locl e rede de suporte à prestção do STFC MUNDIVOX TELECOMUNICAÇÕES LTDA, ns modliddes Long Distânci Ncionl e Long Distânci Interncionl. DECISÃO DE 7 DE FEVEREIRO DE 01 Ref.: PADO n.º 53500.0042/00 Resolve determinr o rquivmento do PADO n.º 53500.0042/00, nos termos do rt. 41, do Regimento Interno d Antel, provdo pel Resolução n.º 197, de 16 de dezembro de 1999. EDMUNDO ANTÔNIO MATARAZZO DESPACHOS DO SUPERINTENDENTE Em 17 de fevereiro de 06 N o - 55/06/PBCPD/PBCP/SPB - Ref.: PADO n.º 53500.007443/00 Resolve determinr o rquivmento do PADO n.º 53500.007443/00, nos termos do rt. 41, do Regimento Interno d Antel, provdo pel Resolução n.º 270, de 19 de julho de 01. Em 22 de fevereiro de 06 N o - 59 - PBCPD/PBCP/SPB - Ref.: PADO n.º 53500.004192/00 Resolve determinr o rquivmento do PADO n.º 53500.004192/00, nos termos do rt. 41, do Regimento Interno d Antel, provdo pel Resolução n.º 270, de 19 de julho de 01. MARCOS BAFUTTO Em 9 de gosto de 06 N o - 236/06/PBCPD/PBCP/SPB - Ref.: PADO n.º 53516.007594/04 Resolve plicr snção de ADVERTÊNCIA à Globl Villge Telecom Ltd. - GVT, em virtude do descumprimento d Cláusul 9.1, inciso XII, do Termo de Autorizção do Serviço Telefônico Comutdo, destindo o público em gerl - STFC. Em 30 de gosto de 06 N o - 250/06/PBCPD/PBCP/SPB - Ref.: PADO n.º 53524.000274/05 Resolve determinr o rquivmento do PADO n.º 53524.000274/05, nos termos do rt. 41, do Regimento Interno d Antel, provdo pel Resolução n.º 270, de 19 de julho de 01. Em 17 de setembro de 07 N o - 93/07/PBCPD/PBCP/SPB - Ref.: PADO n.º 53563.001446/04 Resolve determinr o rquivmento do PADO n.º 53563.001446/04, nos termos do rt. 41, do Regimento Interno d Antel, provdo pel Resolução n.º 270, de 19 de julho de 01. Em de dezembro de 07 N o - 1760/07/PBCPD/PBCP/SPB - Ref.: PADO n.º 53504.023053/05 Resolve determinr o rquivmento do PADO n.º 53504.023053/05, nos termos do rt. 41, do Regimento Interno d Antel, provdo pel Resolução n.º 270, de 19 de julho de 01. Em de junho de 08 N o - 1667/08 - PBCPD/PBCP/SPB - Ref.: PADO n.º 53500.018357/07 Resolve plicr snção de ADVERTÊNCIA à FALKLAND TECNOLOGIA EM TELECOMUNICAÇÕES LTDA. pelo descumprimento do disposto no inciso XII, d Cláusul 9.1., do Termo de Autorizção do STFC JOSE GONÇALVES NETO Substituto Em 7 de julho de 08 N o - 87/08/PBCPD/PBCP/SPB - Ref.: PADO n.º 53554.002875/07 Resolve determinr o rquivmento do PADO n.º 53554.002875/07, nos termos do rt. 41, do Regimento Interno d Antel, provdo pel Resolução n.º 270, de 19 de julho de 01. Em 18 de setembro de 08 N o - 3554/08/PBCPD/PBCP/SPB - Ref.: PADO n.º 53524.008165/07 Resolve determinr o rquivmento do PADO n.º 53524.008165/07, nos termos do rt. 41, do Regimento Interno d Antel, provdo pel Resolução n.º 270, de 19 de julho de 01. Em 2 de dezembro de 08 Nº 4.978/08 - PBOAC/PBOA/SPB - Ref.: PADO nº 53500.013984/06 Resolve plicr snção de MULTA, no vlor de R$ 1.500,00 (mil e quinhentos reis) à Embrtel, concessionári do Serviço Telefônico Fixo Comutdo -STFC, n região IV do PGO, em rzão de violção de direitos de usuários, o infringir os rts. 12, inciso XI, e 53, único, do Regulmento do STFC, provdo pel Res. Antel nº 85, de 30/12/1998; bem como às cláusuls 6.1, 6.º, e 14.1, inciso X, dos Contrtos de Concessão PBOG/SPB n.º 89/98 e 90/98 - Antel, mbos de 02/06/1998. SECRETARIA DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA PORTARIA N o - 516, DE 30 DE DEZEMBRO DE 08 A SECRETÁRIA DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA, DO MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES, no uso ds tribuições que lhe confere o rt. 187, inciso XXVI, e cumprindo o que estbelece o Prágrfo Único do mesmo rtigo, do Regimento Interno do Ministério ds Comunicções, provdo pel Portri nº 401 de 22/08/06, lterd pel Portri nº 591, de 18/09/06, publicd no Diário Oficil d União de /09/06, resolve homologr trnsferênci do locl do estúdio. Nº do Processo Nome d Entidde Loclidde/UF Novo Locl de Instlção Novs Coordends Geográfics 533.000803/98 Associção Livre Comunitári de Cpoeirs Cpoeirs/PE Prç Agmenon Mglhães, 50 - Centro 08S4427 de ltitude e 36W3727 de longitude ZILDA BEATRIZ S. DE CAMPOS AREU
Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 1 57 ISSN 1677-7042 PORTARIA Nº 468, DE 9 DE DEZEMBRO DE 08 A SECRETÁRIA DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo Art. 187, inciso XVIII do Regimento Interno do Ministério ds Comunicções, e tendo em vist o que const do Processo nº 53000.0275/08, resolve: Art. 1 o Autorizr SISTEMA TROPICAL DE COMUNI- CAÇÃO LTDA, com sede no Município do Rio de Jneiro, Estdo do Rio de Jneiro, utilizr, ns trnsmissões de su estção de rdiodifusão sonor em ond médi, no Município de Miguel Pereir, Estdo do Rio de Jneiro, denominção de fntsi "RÁDIO CAN- ÇÃO NOVA DO ESPIRÍTO SANTO". Art.3º Revogr denominção de fntsi "RÁDIO HA- ROLDO DE ANDRADE-AM", provdo pel Portri n 3, de 25 de junho de 03. Art. 3 o Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. ZILDA BEATRIZ S. DE CAMPOS ABREU PORTARIA Nº 481, DE 15 DE DEZEMBRO DE 08 A SECRETÁRIA DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo Art. 187, inciso XIX, do Regimento Interno do Ministério ds Comunicções, e tendo em vist o que const do Processo nº 53000.039876/06, resolve: Art. 1 o Autorizr, nos termos do rtigo 1 do Decreto nº 52.795/1963, que provou o Regulmento dos Serviços de Rdiodifusão, RÁDIO OURO BRANCO LTDA., executnte do Serviço de Rdiodifusão Sonor em Ond Médi, n loclidde de Curris Novos, Estdo do Rio Grnde do Norte, efetur lterção do seu contrto socil, pr dmissão, como sóci, de Débor Glvão Bezerr Zmbom, em lugr de José Bezerr de Arújo Júnior, que se retir d Sociedde. Art. 2 o Eleger Débor Glvão Bezerr Zmbom como Administrdor d sociedde. Art. 3 o Determinr, nos termos do rtigo 2 do citdo Regulmento, que entidde presente lterção contendo s modificções utorizds, registrd n reprtição competente. Art. 4 o Est Portri entr em vigor n dt de su publicção.. ZILDA BEATRIZ S. DE CAMPOS ABREU Ministério de Mins e Energi AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA RESOLUÇÃO NORMATIVA N o - 349, DE 13 DE JANEIRO DE 09 Estbelece os critérios pr o cálculo loccionl d Trif de Uso dos Sistems de Distribuição plicável às centris gerdors - TUSDg conectds no nível de tensão de 138 kv ou 88 kv, e dá outrs providêncis. O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso de sus tribuições regimentis, de cordo com deliberção d Diretori, tendo em vist o disposto nos rts. 13 e 23 d Lei nº 8.987, de 13 de fevereiro de 1995, nos rts. 15 e 17 d Lei nº 9.074, de 7 de julho de 1995, com redção dd pelo rt. 3º d Lei nº 9.648, de 27 de mio de 1998, no rt. 3º, inciso XVIII, d Lei nº 9.427, de 26 de dezembro de 1996, com redção dd pelo rt. 9º d Lei nº.848, de 15 de mrço de 04, nos rts. 9º e 13 d Lei nº 9.648, de 27 de mio de 1998, nos rts. 13 e 14 do Decreto nº 2.003, de de setembro de 1996, nos rts. 2º, 6º, 7º do Decreto nº 2.655 de 2 de julho de 1998, nos rts., 2º e 3º do Decreto nº 5.081 de 14 de mio de 04, com bse no rt. 4º, inciso IV, Anexo I, do Decreto nº 2.335, de 6 de outubro de 1997, o que const do Processo nº 48500.004425/06-51, e considerndo que: no cálculo do ressrcimento do custo de trnsporte de energi elétric é proprido o uso do sinl loccionl pr o mbiente competitivo d gerção; no âmbito d Audiênci Públic nº 26/08, com sessão o vivo-presencil relizd no di 15 de mio de 08, form recebids sugestões de diversos gentes do setor elétrico e d sociedde em gerl, s quis contribuírm pr o perfeiçomento deste to regulmentr, resolve: Art. Estbelecer os critérios pr o cálculo loccionl d Trif de Uso dos Sistems de Distribuição plicável às centris gerdors - TUSDg conectds no nível de tensão de 138 kv ou 88 k V. CAPÍTULO I DAS DEFINIÇÕES Art. 2º Pr os fins e efeitos dest Resolução, são dotdos os seguintes critérios e conceitos: I - Redes Unificds - RU: conjuntos de instlções de trnsmissão e distribuição, n tensão de 138 kv ou 88 kv, que possum pelo menos um centrl gerdor conectd, incluindo trnsformdores de potênci clssificdos como Rede Básic com tensão secundári de 138 kv ou 88 kv, Demis Instlções de Trnsmissão - DIT comprtilhds ou de uso exclusivo de concessionáris ou permissionáris de distribuição e instlções de propriedde ds concessionáris ou permissionáris de distribuição, seprds entre si segundo critérios técnicos; II - fluxo de potênci de referênci: clculdo com bse n topologi d rede e nos montntes de crg e gerção projetdos no período de cálculo, pr o Sistem Interligdo Ncionl - SIN, diciondo dos ddos ds concessionáris e permissionáris de distribuição e concessionáris de trnsmissão, necessários pr modelgem ds RU. CAPÍTULO II DA COMPOSIÇÃO DA TUSDg Art. 3º A TUSDg será formd por três componentes trifáris como segue: I - TUSDg-D/DIT: prcel reltiv à receit d Rede Unificd - RU; II - TUSDg - T: prcel reltiv o fluxo de exportção pr rede básic; e III - TUSDg - ONS: prcel reltiv o custeio do ONS. CAPÍTULO III DO CÁLCULO DA COMPONENTE TUSDg-D/DIT Seção I DA RECEITA DA REDE UNIFICADA Art. 4º A receit de referênci de um RU será estbelecid pelo somtório ds seguintes prcels: I - Receits Anuis Permitids dos trnsformdores de potênci clssificdos como Rede Básic, com tensão secundári de 138 kv ou 88 kv; II - Receits Anuis Permitids ds DIT comprtilhds ou de uso exclusivo de concessionáris ou permissionáris de distribuição, no nível de tensão de 138 kv ou 88 kv; e III - Receit nul purd pel ANEEL pr s instlções em 138 kv ou 88 kv, incluídos os trnsformdores de potênci com tensão secundári nestes níveis de tensão, de propriedde de concessionáris ou permissionáris de distribuição, compost pel som dos vlores dos seguintes itens: ) Remunerção ds instlções de distribuição em serviço; b) Quot de reintegrção regultóri; c) Custos opercionis ssocidos o tivo em serviço; d) Quot de Reserv Globl de Reversão - RGR; e) Tx de Fisclizção de Serviços de Energi Elétric - TFSEE; e f) Pesquis e Desenvolvimento - P&D e Eficiênci Energétic. Seção II DOS CRITÉRIOS DE CÁLCULO Art. 5º A componente TUSDg-D/DIT de que trt o inciso I do rt. 3º será estbelecid com bse n metodologi nodl, dispost no Anexo d Resolução nº 281, de de outubro de 1999, e deverá observr os seguintes critérios: I - rteio d receit de referênci d RU de form proporcionl às crgs e os Montntes de Uso do Sistem de Distribuição - MUSD contrtdos por centris de gerção representdos n RU, considerndo diferenç de montntes como gerção ou crg fictíci, de cordo com equção seguir: Onde: = Prcel d receit de referênci locd o segmento gerção; EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL = Receit de referênci d RU; = Gerção rel d RU despchd conforme fluxo de potênci de referênci; = Gerção fictíci em relção à Rede Básic, purd pelo déficit de Crg em relção à Gerção rel; e = Crg fictíci em relção à Rede Básic, purd pelo déficit de Gerção rel em relção à Crg. II - limite mínimo de zero e máximo de cem por cento pr o ftor de ponderção de crregmento ds linhs de trnsmissão e trnsformdores de potênci; III - considerção do despcho de tods s centris gerdors de form proporcionl às sus potêncis instlds, com bse no fluxo de potênci de referênci pr tendimento às crgs dos submercdos que estiverem conectds s referids centris; IV - uso ds cpciddes nominis de long durção constntes dos Contrtos de Prestção de Serviços de Trnsmissão - CPST, pr os trnsformdores de potênci integrntes d Rede Básic; V - uso de vlores pdronizdos pr s cpciddes nominis de long durção ds linhs de trnsmissão e trnsformdores de potênci pertencentes às concessionáris ou permissionáris de distribuição ou integrntes ds DIT, segundo critérios definidos pel ANEEL; VI - uso de vlores pdronizdos de custos de reposição de equipmentos pr s linhs de trnsmissão e trnsformdores de potênci, pr fins de cálculo dos custos unitários dos equipmentos, segundo critérios definidos pel ANEEL; e VII - vlor mínimo d trif igul zero. Prágrfo único. Qundo não existir déficit de crg ou gerção, correspondente componente fictíci d equção descrit no inciso I será nul. Art. 6º A componente TUSDg-D/DIT de um centrl gerdor será decompost proporcionlmente às prcels d receit de referênci d distribuidor com qul possui Contrto de Uso dos Sistems de Distribuição - CUSD celebrdo. Prágrfo único. A receit de referênci d distribuidor é compost pels prcels discriminds no rt. 4º. CAPÍTULO IV DO CÁLCULO DA COMPONENTE TUSDg-T Art. 7º Qundo o fluxo de potênci de referênci resultr em exportção de gerção d RU pr Rede Básic, será clculd componente trifári TUSDg-T, destind remunerr o uso do sistem de trnsmissão, purd com bse nos seguintes critérios: I - cálculo de encrgo de uso do sistem de trnsmissão devido o fluxo de exportção por ponto de conexão à Rede Básic; e II - rteio do somtório dos encrgos de uso do sistem de trnsmissão proporcionlmente o sinl loccionl e o MUSD de cd centrl gerdor d RU. CAPÍTULO V DO CÁLCULO DA COMPONENTE TUSDg-ONS Art. 8º A componente trifári TUSDg-ONS será clculd com bse no orçmento nul do Operdor Ncionl do Sistem Elétrico - ONS, homologdo pel ANEEL, de form proporcionl os Montntes de Uso dos Sistems de Trnsmissão - MUST e de Distribuição -MUSD contrtdos pels centris gerdors. CAPÍTULO VI DA VIGÊNCIA E REAJUSTE DA TUSDg Art. 9º Anulmente, té o di de julho, serão homologds s TUSDg de referênci, clculds de cordo com o disposto nos rts. 3º, 4º, 5º, 6º e 7º, pr s novs centris gerdors e pr s centris gerdors que possum CUSD celebrdos com distribuidor cuj revisão trifári ocorrer nos 12 meses seguintes o di 1 de julho. As TUSDg de referênci servirão de bse pr o cálculo d TUSDg n dt contrtul de revisão ou rejuste trifário de cd distribuidor. 2º A centrl gerdor que tiver o MUSD lterdo será considerd como nov centrl gerdor, pr efeitos de cálculo d TUSDg. Art. N revisão trifári d distribuidor serão homologds s TUSDg, prtir d tulizção d TUSDg de referênci de de julho precedente, medinte plicção do Índice Gerl de Preços do Mercdo - IGP-M d Fundção Getúlio Vrgs - FGV cumuldo no período. Art. Nos rejustes trifários ds distribuidors, s TUSDg vigentes serão tulizds de cordo com cd componente específic de custo, como segue: I - Componente TUSDg-D/DIT: ) Prcel B, formd pel receit correspondente às prcels descrits ns línes, b e c do inciso III do rt. 4º: corrigid pelo índice de rejuste trifário (IRT FIO), purdo conforme o rt. 26 d Resolução Normtiv nº 166, de de outubro de 05; b) Prcel A, formd pels receits referids nos incisos I, II e pels prcels de receit descrits ns línes d, e e f do inciso III, todos do rt. 4º: rejustd pelo índice de vrição de preços (IVI), purdo conforme o rt. 26 d Resolução Normtiv nº 166, de de outubro de 05. II - Componente TUSDg-T: rejustd pelo índice de vrição de preços (IVI), purdo conforme o rt. 26 d Resolução Normtiv nº 166, de de outubro de 05. III- Componente TUSDg-ONS: rejustd pelo índice de vrição de preços (IVI), purdo conforme o rt. 26 d Resolução Normtiv nº 166, de de outubro de 05. CAPÍTULO VII DA RECEITA FATURADA PELA DISTRIBUIDORA Art. 12 As receits ssocids às componentes TUSDg-T e TUSDg-ONS serão repssds respectivmente às trnsmissors e o ONS, pels distribuidors, por meio docontrto de Uso dos Sistems de Trnsmissão - CUST. Prágrfo único. Pr s distribuidors que não possum CUST com o ONS, o repsse d receit deverá ser feito por meio do CUSD celebrdo entre distribuidor suprid e respectiv supridor. CAPÍTULO VIII DA MONTAGEM DA BASE DE CÁLCULO Art. 13 As distribuidors que possum instlções no nível de tensão de 138 kv ou 88 kv deverão encminhr à ANEEL, té o di de mrço de cd no, bse de ddos tulizd pr fins de cálculo d TUSDg, contendo s seguintes informções: I - representção de su crg n RU; II - ddos físicos ds linhs de trnsmissão e trnsformdores de potênci; e III - ddos ds centris gerdors conectds no nível de tensão de 138 kv e 88 kv.
58 ISSN 1677-7042 1 Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 Art. 14 As trnsmissors deverão encminhr à ANEEL os ddos físicos ds linhs de trnsmissão no nível de tensão de 138 kv ou 88 kv e dos trnsformdores de potênci com tensão secundári igul 138 kv ou 88 kv, té o di de mrço de cd no. Art. 15 O detlhmento e form de envio dos ddos e informções referids nos rts. 13 e 14 serão regulmentdos nos Procedimentos de Distribuição - PRODIST. Art. 16 As distribuidors deverão encminhr à ANEEL, em té 60 dis pós su ssintur, cópi dos CUSD e ditivos celebrdos com centris gerdors. Art. 17 O ONS deverá consolidr bse de ddos pr o cálculo do fluxo de potênci de referênci. CAPÍTULO IX DO CUST DAS CENTRAIS GERADORAS Art. 18 Nos CUST ds centris gerdors, serão nulos os vlores de MUST contrtdos nos pontos não pertencentes à Rede Básic. Pr tender o disposto no cput, os tuis CUST celebrdos serão ditdos no przo de 90 dis, contdos d publicção dest Resolução, devendo o novo MUST ter vigênci prtir de de julho de 09. 2º As centris gerdors que venhm lterr o MUST contrtdo devido o disposto no cput, não sofrerão os efeitos do inciso II do rt. 4º d Resolução Normtiv nº 7, de 03 de dezembro de 04. CAPÍTULO X DO CÁLCULO DA TUST Art. 19 No cálculo d Trif de Uso dos Sistems de Trnsmissão - TUST do segmento consumo, do ciclo trifário 09/ o ciclo 12/13, será considerd receit purd no ciclo 08/09 com bse no MUST dos gerdores lcnçdos pelo rt. 18, subtríd d receit referente à componente TUSDg-T. Prágrfo único. A receit purd no ciclo 08/09 com bse no MUST dos gerdores lcnçdos pelo rt. 18 será rejustd cd novo ciclo trifário e subtríd d receit recuperd do segmento gerção. Art. O cálculo d TUST ds centris gerdors deverá considerr: I - prtir do ciclo trifário 09/, receit recuperd pel TUSDg-ONS; II - prtir do ciclo trifário 13/14, receit recuperd pel TUSDg-T. CAPÍTULO XI DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS Seção I DO CÁLCULO INICIAL Art. Em de julho de 09, serão homologds s TUSDg de referênci pr tods s centris gerdors conectds no nível de tensão de 138 kv ou 88 kv, que servirão de bse pr o cálculo d TUSDg n dt contrtul de rejuste e revisão trifári de cd distribuidor. Prágrfo único. O procedimento disposto no cput será estendido às distribuidors cujo rejuste trifário ocorr entre de julho de 09 e 30 de junho de. Art. 22 Pr s centris gerdors conectds no nível de tensão de 138 ou 88 kv, cujs trifs vigentes form homologds pel Resolução Homologtóri nº 671, de 24 de junho de 08, s TUSDg clculds em de julho de 09 terão vigênci imedit, e somente serão lterds no rejuste ou revisão trifári d distribuidor posterior de julho de. CAPÍTULO XII DAS ALTERAÇÕES EM RESOLUÇÕES VIGENTES Art. 23 Os rts. 16, 17 e 19 d Resolução nº 281, de 1999, pssm vigorr com seguinte redção: "Art. 16. As trifs de uso dos sistems de trnsmissão, em bse mensl, serão determinds em conformidde com metodologi estbelecid no Anexo dest Resolução e ns norms complementres expedids pel ANEEL... "Art. 17 As trifs de uso dos sistems de distribuição serão determinds em conformidde com metodologis estbelecids ns norms complementres expedids pel ANEEL." "Art. 19...... II - pels concessionáris de trnsmissão e pelo ONS contr s centris gerdors que tenhm celebrdo Contrto de Uso dos Sistems de Trnsmissão, n proporção ds sus receits permitids;... IV - pels concessionáris ou permissionáris de distribuição contr s centris gerdors com s quis tenhm celebrdo Contrto de Uso dos Sistems de Distribuição." Art. 24 O rt. 22 d Resolução Normtiv nº 166, de de outubro de 05, pss vigorr com seguinte redção: "Art. 22 O cálculo d TUSDg, ser plicd no fturmento dos encrgos de uso de centris gerdors, observrá s seguintes condições: I - pr centris gerdors conectds o SIN em nível de tensão igul ou inferior 69 kv, ou não conectds o SIN, em qulquer tensão: ) será o menor vlor d trif resultnte d plicção dos procedimentos estbelecidos nos rts. 13 e 14, pr concessionári ou permissionári de distribuição que opere em níveis de tensão cim de 44 kv; e b) será estbelecid com bse em vlores médios regionis pr concessionári ou permissionári de distribuição que somente opere em níveis de tensão iguis ou inferiores 44 kv; II - pr centris gerdors conectds o SIN em níveis de tensão de 138 kv ou 88 kv, TUSDg será purd com bse em metodologi loccionl, estbelecid em resolução específic." Art. 25 Revogm-se o 5º do rt. 14, o 2º do rt. 16 e o Prágrfo único do rt. 17 d Resolução nº 281, de 1999. Art. 26 Est Resolução entr em vigor n dt de su publicção. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS JERSON KELMAN SUPERINTENDÊNCIA DE CONCESSÕES E AUTORIZAÇÕES DE TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO DESPACHO DO SUPERINTENDENTE Em 14 de jneiro de 09 Nº 94 - O SUPERINTENDENTE DE CONCESSÕES E AUTORI- ZAÇÕES DE TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso ds tribuições delegds pel Resolução ANEEL nº 228, de de julho de 05, e considerndo o que const do Processo nº 48500.000264/04-19 resolve: I - Aprovr o projeto executivo, em fvor d Compnhi Energétic Rio ds Ants S.A., d conexão d usin Hidroelétric Csto Alves à Rede Básic, por meio de um linh de trnsmissão, em 230 kv, circuito simples, que prtirá d SE Elevdor d UHE Cstro Alves à SE Interligdor Monte Clro, se loclizr nos Municípios de Nov Rom do Sul e Vernópolis, no Estdo do Rio Grnde do Sul, de cordo com plnt de cminhmento LT004CA-EDCC-080, inserid no Anexo I do Processo nº 48500.000264/04-19. ADILSON SINCOTTO RUFATO SUPERINTENDÊNCIA DE GESTÃO E ESTUDOS HIDROENERGÉTICOS DESPACHOS DO SUPERINTENDENTE Em 14 de jneiro de 09 Nº 95 - O SUPERINTENDENTE DE GESTÃO E ESTUDOS HI- DROENERGÉTICOS DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL no uso ds tribuições estbelecids no rt. 23, V, d Portri MME nº 349, de 28 de novembro de 1997, com redção conferid pel Resolução Normtiv ANEEL nº 6, de 29 de novembro de 04, bem como n Portri nº 963, de 24 de junho de 08, em cumprimento o disposto no rt. 5º d Lei nº 9.074, de 7 de julho de 1995, nos rts. 3º, 3º-A, 26 e 28 d Lei nº 9.427, de 26 de dezembro de 1996, e no Decreto nº 4.932, de 23 de dezembro de 03, com sus tulizções posteriores, bem como n Resolução nº 393, de 04 de dezembro de 1998, tendo em vist o que const do Processo n o 48500.003978/08-84, resolve: I - Efetivr como tivo o registro pr relizção dos Estudos de Inventário Hidrelétrico do rio ds Mortes no trecho limitdo montnte pel su nscente e jusnte pelo remnso do AHE Águ Limp e seu fluente o rio Cumbuco, loclizdos n subbci 26, bci hidrográfic do rio Tocntins, no Estdo do Mto Grosso,, cuj solicitção foi protocold n ANEEL no di /06/08 pel empres BE - Empres de Estudos Energéticos Ltd., inscrit no CNPJ sob o nº 09.144.378/0001-33, tendo em vist o preenchimento dos requisitos do rtigo 9º d Resolução ANEEL nº 393/98. II - Estbelecer que os estudos deverão ser entregues o protocolo d ANEEL té dt de /01/, conforme cronogrm presentdo pelo interessdo. III - Informr que o registro tivo não ger direito de exclusividde pr o desenvolvimento dos referidos estudos. IV - Comunicr que n hipótese de recebimento de mis de um pedido de relizção dos estudos de inventário, seleção pr provção destes estudos será relizd nos termos d Resolução nº 398, de de setembro de 01. Nº 96 - O SUPERINTENDENTE DE GESTÃO E ESTUDOS HI- DROENERGÉTICOS DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL no uso ds tribuições estbelecids no rt. 23, V, d Portri MME nº 349, de 28 de novembro de 1997, com redção conferid pel Resolução Normtiv ANEEL nº 6, de 29 de novembro de 04, bem como n Portri nº 963, de 24 de junho de 08, em cumprimento o disposto no rt. 5º d Lei nº 9.074, de 7 de julho de 1995, nos rts. 3º, 3º-A, 26 e 28 d Lei nº 9.427, de 26 de dezembro de 1996, e no Decreto nº 4.932, de 23 de dezembro de 03, com sus tulizções posteriores, bem como n Resolução nº 393, de 04 de dezembro de 1998, tendo em vist o que const do Processo n o 48500.0069/08-47, resolve: I - Efetivr como tivo o registro pr relizção dos Estudos de Inventário Hidrelétrico do rio ds Mortes no trecho limitdo montnte pel su nscente e jusnte pelo remnso do AHE Águ Limp e seu fluente o rio Cumbuco, loclizdos n sub-bci 26, bci hidrográfic do rio Tocntins, no Estdo do Mto Grosso, cuj solicitção foi protocold n ANEEL no di 29/08/08 pel empres Mins PCH S.A., inscrit no CNPJ sob o nº 07.895.905/0001-16, tendo em vist o preenchimento dos requisitos do rtigo 9º d Resolução ANEEL nº 393/98. II - Estbelecer que os estudos deverão ser entregues o protocolo d ANEEL té dt de /01/, conforme cronogrm presentdo pelo interessdo. III - Informr que o registro tivo não ger direito de exclusividde pr o desenvolvimento dos referidos estudos. IV - Comunicr que n hipótese de recebimento de mis de um pedido de relizção dos estudos de inventário, seleção pr provção destes estudos será relizd nos termos d Resolução nº 398, de de setembro de 01. Nº 97 - O SUPERINTENDENTE DE GESTÃO E ESTUDOS HI- DROENERGÉTICOS DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL no uso ds tribuições estbelecids no rt. 23, V, d Portri MME nº 349, de 28 de novembro de 1997, com redção conferid pel Resolução Normtiv ANEEL nº 6, de 29 de novembro de 04, bem como n Portri nº 963, de 24 de junho de 08, em cumprimento o disposto no rt. 5º d Lei nº 9.074, de 7 de julho de 1995, nos rts. 3º, 3º-A, 26 e 28 d Lei nº 9.427, de 26 de dezembro de 1996, e no Decreto nº 4.932, de 23 de dezembro de 03, com sus tulizções posteriores, bem como n Resolução nº 393, de 04 de dezembro de 1998, tendo em vist o que const do Processo n o 48500.000769/08-89, resolve: I - Efetivr como tivo o registro pr relizção dos Estudos de Inventário Hidrelétrico do rio ds Mortes no trecho limitdo montnte pel su nscente e jusnte pelo remnso d UHE Águ Limp e todos os seus fluentes, exceto o rio Cumbuco, loclizdos n sub-bci 26, bci hidrográfic do rio Tocntins, no Estdo do Mto Grosso, cuj solicitção foi protocold n ANEEL no di 30/01/08 pel empres Bom Futuro Energi Ltd., inscrit no CNPJ sob o nº 09.151.6/0001-59, tendo em vist o preenchimento dos requisitos do rtigo 9º d Resolução ANEEL nº 393/98. II - Estbelecer que os estudos deverão ser entregues o protocolo d ANEEL té dt de /01/, conforme cronogrm presentdo pelo interessdo. III - Informr que o registro tivo não ger direito de exclusividde pr o desenvolvimento dos referidos estudos. IV - Comunicr que n hipótese de recebimento de mis de um pedido de relizção dos estudos de inventário, seleção pr provção destes estudos será relizd nos termos d Resolução nº 398, de de setembro de 01. Nº 98 - O SUPERINTENDENTE DE GESTÃO E ESTUDOS HI- DROENERGÉTICOS DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso ds tribuições estbelecids no rt. 23, V, d Portri MME nº 349, de 28 de novembro de 1997, com redção conferid pel Resolução Normtiv ANEEL nº 6, de 29 de novembro de 04, bem como n Portri nº 963, de 24 de junho de 08, em cumprimento o disposto no rt. 5º d Lei nº 9.074, de 7 de julho de 1995, nos rts. 3º, 3º-A, 26 e 28 d Lei nº 9.427, de 26 de dezembro de 1996, e no Decreto nº 4.932, de 23 de dezembro de 03, com sus tulizções posteriores, bem como n Resolução ANEEL nº 395, de 4 de dezembro de 1998, tendo em vist o que const do Processo n o 48500.008340/08-30, resolve: I - Efetivr como tivo o registro pr relizção dos Estudos de Vibilidde d UHE Tboc, com potênci estimd de 35,8 MW, às coordends 19 '06" de Ltitude Sul e 45 48'18" de Longitude Oeste, situd no rio Indiá, sub-bci 40, bci hidrográfic do rio São Frncisco, no Estdo de Mins Geris, solicitdo pel empres Avir Gerção de Energi Ltd., inscrit no CNPJ sob o nº 08.594.034/0001-63, tendo em vist o preenchimento dos requisitos do rtigo 7º d Resolução ANEEL nº 395/98. II - Estbelecer que os estudos deverão ser entregues o protocolo d ANEEL té dt de /07/, conforme cronogrm presentdo pelo interessdo. III - Informr que o registro não ger direito de preferênci pr obtenção de concessão pr serviço público ou uso de bem público. JAMIL ABID AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS D I R E TO R I A SUPERINTENDÊNCIA DE PLANEJAMENTO E PESQUISA COORDENADORIA DE TECNOLOGIA E FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS AUTORIZAÇÃO Nº 29, DE 14 DE JANEIRO DE 09 A CHEFE DA COORDENADORIA DE TECNOLOGIA E FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS DA AGÊNCIA NA- CIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍ- VEIS - ANP, no uso ds tribuições que lhe form conferids pel Portri ANP nº 181, de 22 de gosto de 06, Considerndo Resolução ANP nº 33/05 e o Regulmento Técnico ANP nº 05/05, que dispõem sobre dmissibilidde de despess qulificds como Pesquis e Desenvolvimento, visndo o cumprimento d Cláusul de Investimento em Pesquis e Desenvolvimento constnte dos Contrtos de Concessão pr Explorção, Desenvolvimento e Produção de Petróleo e Gás Nturl; e Considerndo o que const dos processos de nº 486.007935/08-, 486.008762/08-68, 486.0739/08-51 e 486.0814/08-83, torn público o seguinte to: Art. Conceder utorizção prévi pr o concessionário Petróleo Brsileiro S.A, CNPJ 33.000.167/0001-01, relizr investimentos n implntção de infr-estrutur lbortoril pr execução de tividdes de pesquis e desenvolvimento tecnológico de interesse do setor de petróleo e seus derivdos e gás nturl, bem como relizr investimentos em tividdes de Pesquis e Desenvolvimento em Tecnologi Industril Básic, nos projetos, Instituições e respectivos vlores, conforme relção em nexo. Art 2º A presente utorizção prévi é concedid com bse em vlores estimdos, cbendo o concessionário verificr coerênci dos custos efetivmente incorridos com queles usulmente prticdos em serviços de mesm nturez, o que será vlido pel ANP, por ocsião d nálise técnic pr efeito d provção ou não ds despess relizds. Art 3º Compete o concessionário compnhr, no desenvolvimento dos projetos, s condições contids nos Plnos de Trblho, em especil no que se refere os objetivos, resultdos esperdos, przos e vlores totis estimdos. Art 4º O concessionário deverá presentr, qundo do encminhmento do Reltório Demonstrtivo Anul, os Plnos de Trblho detlhdos dos projetos, com os ddos reis sobre su execução. Art. 5º Nos termos do item do Regulmento Técnico ANP n.º 5/05, s despess prevists nest utorizção, pr efeito de cumprimento d Cláusul de Pesquis e Desenvolvimento, estão sujeits à nálise técnic d ANP, qundo d presentção dos Reltórios Demonstrtivos Anuis e d documentção de comprovção dos resultdos obtidos. Art. 6º O concessionário deverá usr logomrc d ANP, compnhd d expressão "Compromisso com Investimentos em Pesquis e Desenvolvimento", em todo o mteril de divulgção relciondo os projetos, objeto d presente utorizção prévi. Art 7º Est utorizção prévi de dmissibilidde entr em vigor n dt de su publicção. ANÁLIA FRANCISCA FERREIRA MARTINS
Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 1 59 ISSN 1677-7042 DEPARTAMENTO NACIONAL DE PRODUÇÃO MINERAL DESPACHOS DO DIRETOR-GERAL ADJUNTO RELAÇÃO Nº 8/09 Fse de Autorizção de Pesquis Aprov o reltório de Pesquis(7) 896.124/1999-BIBOM MINERAÇÃO LTDA-Jzid 848.268/06-CBE COMPANHIA BRASILEIRA DE E Q U I PA M E N TO - A r e n i t o 800.229/04-CEARÁ STONES INDÚSTRIA EXTRATI- VA LTDA-Grnito RELAÇÃO Nº 12/09 FASE DE AUTORIZAÇÃO PESQUISA Aprovo o reltório de pesquis/inciso I, do rt. 30 do C.M.(3.17) 830.003/04 - Nov Auror Mármore e Grnitos Ltd - Iting - MG - Grnito JOÃO CÉSAR DE FREITAS PINHEIRO 3º DISTRITO DESPACHOS DO CHEFE RELAÇÃO Nº 4/09 Ficm NOTIFICADOS pr pgr ou prcelr débito(tah)/przo (dez) dis (1.78) Alexndre Levi - 8360/95 - Not.134/09 - R$ 2.835,00 Álvro Antônio Teixeir Dis - 832233/01 - Not.15/09 - R$ 1.9,17 Antônio Gonçlves Correi - 8302/98 - Not.151/09 - R$ 2.3,37 Antônio Vitorino Neto - 8764/03 - Not.92/09 - R$ 2.704,08 Blduino Hélio Grci - 85/03 - Not.84/09 - R$ 2.075,05, 85/03 - Not.88/09 - R$ 2.618,69 Bruno Crvlho Félix - 830483/01 - Not.1/09 - R$ 2.549,48 Crlos Eugênio Gomes Fris - 832974/94 - Not.56/09 - R$ 571,02, 833265/94 - Not.58/09 - R$ 674,71, 833265/94 - Not.60/09 - R$ 594,57 Crmem Lúci Westin Borges Derom - 8414/98 - Not.132/09 - R$ 1.980,85 Centrovel Empresril LTDA. - 832590/03 - Not.8/09 - R$ 2.750,34 Cláudio Cnçdo Mscrenhs - 8359/90 - Not.147/09 - R$ 3.7,50, 8359/90 - Not.149/09 - R$ 3.429,70 Dimntes do Triângulo Mineiro Ltd - 8378/01 - Not./09 - R$ 2.932,, 8378/01 - Not.12/09 - R$ 2.346,35 Elz Pereir - 8300/03 - Not.8/09 - R$ 2.049,16 Esperidião Ferreir de Mtos - Firm Individul - 8426/99 - Not.136/09 - R$ 3.561,75, 8426/99 - Not.138/09 - R$ 3.027,65, 8426/99 - Not.140/09 - R$ 2.596,72 Gerldo Antonio Ferreir - 8775/03 - Not.98/09 - R$ 960,93 Gerldo Frncisco de Oliveir - 8773/03 - Not.94/09 - R$ 2.0,27 Gerldo Isc Filho - 833363/96 - Not.8/09 - R$ 454,42 Herildo Pedros Mlvccini - 832657/01 - Not.25/09 - R$ 559,51 João Roberto Slomon Btist - 832614/03 - Not.1/09 - R$ 2.750,34 José Btist Coutinho - 8326/94 - Not.73/09 - R$ 8,92 José Ds Grçs Gonçlves - 8255/03 - Not./09 - R$ 2.137,16, 8255/03 - Not.33/09 - R$ 2.688,15, 8783/03 - Not.2/09 - R$ 2.750,34, 8760/03 - Not.77/09 - R$ 2.750,34, 8761/03 - Not.79/09 - R$ 2.561,86, 8762/03 - Not.81/09 - R$ 1.636,54 José Henrique Fernndes - 832225/03 - Not.4/09 - R$ 1.0,14 José Márcio Rezende Brbos - 830826/02 - Not.143/09 - R$ 491,99 José Mário Chves Rêgo - 832671/03 - Not.122/09 - R$ 2.7,98 Leonrdo Nogueir Penido - 8397/03 - Not.0/09 - R$ 2.486,91, 8398/03 - Not.2/09 - R$ 4.964,03, 830858/03 - Not.154/09 - R$ 3.647,63 Mrldo Miguel Piment de Figueredo - 832556/01 - Not.19/09 - R$ 1.950,68 Mrcelo Cponi - 830364/00 - Not.5/09 - R$ 1.936,91 Mellu s Trnsporte e Indústri LTDA. - 8338/03 - Not.36/09 - R$ 2.185,74, 8338/03 - Not.38/09 - R$ 2.749,24 ANEXO Nº do Título Rede / Áre / Progrm / Núcleo Instituição Vlor (R$) Item de Enqudrmento Projeto 539 Implntção de infr-estrutur lbortoril pr estudos de misturs Rede Temátic "Tecnologi em UFPA/ Fculdde de Enge- 0.000,00 8.2.3 sfáltics n UFPA Asflto" nhri Civil 566 Concepção dos projetos pr construção de lbortórios pr ensios Rede Temátic "Metrologi" INMETRO 609.900,00 8.2.3 de precição técnic de modelos e clibrção/verificção metrológic de diferentes tipos de mediodres de vzão de hidrocrbonetos líquidos e gás nturl 619 Estudo de vibilidde pr pesquis em tomogrfi computdorizd Áre Tecnológic: Distribuição, Fundção CERTI - Centro de 232.700,60 8.2.6 pr medição de vzão em escomentos multifásicos (TC-VEM) Logístic e Trnsporte Referênci em Tecnologis Inovdors 628 LAME: Desenvolvimento de metodologi de clibrção e vlição de desempenho de medidores ultr-sônicos de vzão de líquido e gás nturl Rede Temátic "Metrologi" PUC-Rio 965.697,60 8.2.6 Neves Qurtzo LTDA. - 833493/93 - Not.52/09 - R$ 1.455,, 833493/93 - Not.54/09 - R$ 1.267,30, 833482/93 - Not.62/09 - R$ 1.308,72, 833482/93 - Not.64/09 - R$ 1.139,65, 833489/93 - Not.66/09 - R$ 1.292,81, 833489/93 - Not.68/09 - R$ 1.125,79 Nostrdmus Amrl Júnior - 8735/03 - Not.75/09 - R$ 2.159,02 Osmr Ferreir Leite - 836591/94 - Not.27/09 - R$ 1.1,24 Ozés Vieir de Oliveir - 8340/03 - Not.44/09 - R$ 4,96, 8340/03 - Not.46/09 - R$ 132,02 Pedro Alcântr Corrê - 8424/03 - Not.48/09 - R$ 2.186,61, 8424/03 - Not.50/09 - R$ 2.750,34 Roberto Cmpos Mrques - 832553/03 - Not.6/09 - R$ 73,00 Sbrin Sndr Sntos - 86/03 - Not.40/09 - R$ 4.884,26, 86/03 - Not.42/09 - R$ 3.870, Sebstião Polydoro Mourão - 8671/03 - Not.3/09 - R$ 2.1,94 Sergio Henrique Ferreir Neto Menes - 830409/89 - Not.126/09 - R$ 3.835,57, 830409/89 - Not.128/09 - R$ 3.7,08, 830409/89 - Not.130/09 - R$ 3.604,59 Serr do Espinhço - Minerção Comércio e Indústri LT- DA. - 833238/95 - Not.17/09 - R$ 2.755,35, 833238/95 - Not./09 - R$ 2.342,18, 833238/95 - Not.23/09 - R$ 2.008,81 Silvio de Souz Filho - 830765/03 - Not.29/09 - R$ 540,77 Vle Ds Cncels Indústri e Comércio LTDA. me - 8529/03 - Not.71/09 - R$ 2.750,34, 8526/03 - Not.90/09 - R$ 2.750,34, 8527/03 - Not.0/09 - R$ 1.684,81, 8528/03 - Not.6/09 - R$ 2.750,34, 8526/03 - Not.86/09 - R$ 2.186,61, 8527/03 - Not.96/09 - R$ 1.339,46, 8528/03 - Not.4/09 - R$ 2.186,61 RELAÇÃO Nº 5/09 Ficm NOTIFICADOS pr pgr ou prcelr débito(mul- TAS)/przo (dez) dis (6.62) Alexndre Levi - 8360/95 - Not.135/09 - R$ 3.175,40 Álvro Antônio Teixeir Dis - 832233/01 - Not.16/09 - R$ 3.175,40 Antônio Gonçlves Correi - 8302/98 - Not.152/09 - R$ 1.572,14 Antônio Vitorino Neto - 8764/03 - Not.93/09 - R$ 3.175,40 Arrs Gems LTDA. - 830134/96 - Not.14/09 - R$ 1.587,70 Blduino Hélio Grci - 85/03 - Not.85/09 - R$ 2.545,44, 85/03 - Not.89/09 - R$ 3.175,40 Bruno Crvlho Félix - 830483/01 - Not.2/09 - R$ 1. 652, Crlos Eugênio Gomes Fris - 832974/94 - Not.57/09 - R$ 1.587,70, 833265/94 - Not.59/09 - R$ 1.587,70, 833265/94 - Not.61/09 - R$ 1.587,70 Crmem Lúci Westin Borges Derom - 8414/98 - Not.133/09 - R$ 3.175,40 Centrovel Empresril LTDA. - 832590/03 - Not.9/09 - R$ 3.175,40 Cláudio Cnçdo Mscrenhs - 8359/90 - Not.146/09 - R$ 1.587,70, 8359/90 - Not.148/09 - R$ 3.175,40, 8359/90 - Not.150/09 - R$ 3.144,27 Dimntes do Triângulo Mineiro Ltd - 8378/01 - Not./09 - R$ 1.587,70, 8378/01 - Not.13/09 - R$ 3.175,40 Elz Pereir - 8300/03 - Not.9/09 - R$ 3.175,40 Esperidião Ferreir de Mtos - Firm Individul - 8426/99 - Not.139/09 - R$ 3.5,83, 8426/99 - Not.137/09 - R$ 2.0,34, 8426/99 - Not.141/09 - R$ 3.5,83 Gerldo Antonio Ferreir - 8775/03 - Not.99/09 - R$ 3.175,40 Gerldo Frncisco de Oliveir - 8773/03 - Not.95/09 - R$ 3.175,40 Gerldo Isc Filho - 833363/96 - Not.9/09 - R$ 3.175,40 Hélio de Freits Amrl - 830385/00 - Not.153/09 - R$ EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL 1.572,14 Herildo Pedros Mlvccini - 832657/01 - Not.26/09 - R$ 3.175,40 João Roberto Slomon Btist - 832614/03 - Not.1/09 - R$ 3.175,40 José Arnldo Villmrim - 8518/03 - Not.83/09 - R$ 1.587,70 José Btist Coutinho - 8326/94 - Not.74/09 - R$ 1.351,80 José Ds Grçs Gonçlves - 8255/03 - Not.32/09 - R$ 1.828,97, 8255/03 - Not.34/09 - R$ 3.175,40, 8760/03 - Not.78/09 - R$ 3.175,40, 8761/03 - Not.80/09 - R$ 3.175,40, 8762/03 - Not.82/09 - R$ 3.175,40, 8783/03 - Not.3/09 - R$ 3.175,40 José Henrique Fernndes - 832225/03 - Not.5/09 - R$ 3.175,40 José Márcio Rezende Brbos - 830826/02 - Not.144/09 - R$ 1.828,97, 830826/02 - Not.145/09 - R$ 3.175,40, 830826/02 - Not.142/09 - R$ 1.828,97 José Mário Chves Rêgo - 832671/03 - Not.123/09 - R$ 3.175,40 Leonrdo Nogueir Penido - 8398/03 - Not.3/09 - R$ 3.175,40, 8397/03 - Not.1/09 - R$ 3.175,40, 830858/03 - Not.155/09 - R$ 1.900,91 Mnuel Procópio Júnior - 832334/02 - Not.70/09 - R$ 1.085,38 Mrldo Miguel Piment de Figueredo - 832556/01 - Not./09 - R$ 3.175,40 Mrcelo Cponi - 830364/00 - Not.6/09 - R$ 1.587,70 Mellu s Trnsporte e Indústri LTDA. - 8338/03 - Not.37/09 - R$ 1.786,93, 8338/03 - Not.39/09 - R$ 3.175,40 Neves Qurtzo LTDA. - 833493/93 - Not.53/09 - R$ 2.000,59, 833493/93 - Not.55/09 - R$ 3.175,40, 833482/93 - Not.63/09 - R$ 2.000,59, 833482/93 - Not.65/09 - R$ 3.175,40, 833489/93 - Not.67/09 - R$ 2.000,59, 833489/93 - Not.69/09 - R$ 3.175,40 Nilson Cmilo - 8772/01 - Not.7/09 - R$ 3.175,40 Nostrdmus Amrl Júnior - 8735/03 - Not.76/09 - R$ 3.175,40 Osmr Ferreir Leite - 836591/94 - Not.28/09 - R$ 3.175,40 Ozés Vieir de Oliveir - 8340/03 - Not.45/09 - R$ 1.786,93, 8340/03 - Not.47/09 - R$ 3.175,40 Pedro Alcântr Corrê - 8424/03 - Not.49/09 - R$ 1.786,93, 8424/03 - Not.51/09 - R$ 3.175,40 Roberto Cmpos Mrques - 832553/03 - Not.7/09 - R$ 3.175,40 Ronldo Vieir Mglhães - 8272/03 - Not.35/09 - R$ 1.587,70 Sbrin Sndr Sntos - 86/03 - Not.41/09 - R$ 3.175,40, 86/03 - Not.43/09 - R$ 2.545,44 Sebstião Polydoro Mourão - 8671/03 - Not.4/09 - R$ 1.786,93 Sergio Henrique Ferreir Neto Menes - 830409/89 - Not.127/09 - R$ 1.345,32, 830409/89 - Not.129/09 - R$ 3.175,40, 830409/89 - Not.1/09 - R$ 3.175,40 Serr do Espinhço - Minerção Comércio e Indústri LT- DA. - 833238/95 - Not.22/09 - R$ 1.6,48, 833238/95 - Not.24/09 - R$ 3.175,40, 833238/95 - Not.18/09 - R$ 1.446,88 Silvio de Souz Filho - 830765/03 - Not.30/09 - R$ 3.175,40 Vle Ds Cncels Indústri e Comércio LTDA. me - 8528/03 - Not.7/09 - R$ 3.175,40, 8528/03 - Not.5/09 - R$ 1.786,93, 8527/03 - Not.97/09 - R$ 1.786,93, 8527/03 - Not.1/09 - R$ 3.175,40, 8526/03 - Not.87/09 - R$ 1.786,93, 8526/03 - Not.91/09 - R$ 3.175,40, 8529/03 - Not.72/09 - R$ 3.175,40 SÉRGIO AUGUSTO DÂMASO DE SOUSA 5º DISTRITO DESPACHOS DO CHEFE RELAÇÃO Nº 176/08 FASE DE AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA Auto de Infrção lvrdo (Não comunicou início de pesquis)/przo pr defes ou pgmento: 30 dis. (2.24) João Fernndes d Silv - 850037/02 - A.I. 1455/08 João Lindoso Brg - 850027/02 - A.I. 1453/08 Rio Curuá Minérios LTDA. - 850332/05 - A.I. 1451/08, 850333/05 - A.I. 1452/08 RELAÇÃO Nº 1/09 FASE DE AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA Declr nulidde do Alvrá de Pesquis-(TAH)/(6.50) Isrel Pezzini Dos Sntos - 850854/06 José Vlderi de Oliveir - 850864/07 Pedro Tvres e Silv - 850778/07 Rodrigo Milni - 850561/07 RELAÇÃO Nº 2/09 FASE DE AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA Mult plicd-(tah)/przo pr pgmento: 30 dis. (6.41) Luiz Crlos d Silv Sntos - 850005/93, 850005/93, 850005/93, 850007/93, 850007/93, 850007/93, 851559/96, 851559/96 RELAÇÃO Nº 5/09 Ficm NOTIFICADOS pr pgr ou prcelr débito(tah)/przo (dez) dis (1.78) Luiz Crlos d Silv Sntos - 8596/96 - Not.1/09 - R$ 794,80, 8596/96 - Not.3/09 - R$ 700,42, 8596/96 - Not.5/09 - R$ 630,16, 8587/96 - Not.7/09 - R$ 3.604,59, 8587/96 - Not.9/09 - R$ 3.176,49, 8587/96 - Not./09 - R$ 2.857,86, 8585/96 - Not.13/09 - R$ 3.604,59, 8585/96 - Not.15/09 - R$ 3.176,49, 8585/96 - Not.17/09 - R$ 2.857,86, 8584/96 - Not.19/09 - R$ 3.604,59, 8584/96 - Not./09 - R$ 3.176,49, 8584/96 - Not.23/09 - R$ 2.857,86, 8581/96 - Not.25/09 - R$ 3.604,59, 8581/96 - Not.27/09 - R$ 3.176,49, 8581/96 - Not.29/09 - R$ 2.857,86, 8579/96 - Not./09 - R$ 3.604,59, 8579/96 - Not.33/09 - R$ 3.176,49, 8579/96 - Not.35/09 -
60 ISSN 1677-7042 1 Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 R$ 2.857,86, 8582/96 - Not.37/09 - R$ 3.662,34, 8582/96 - Not.39/09 - R$ 3.332,74, 8582/96 - Not.41/09 - R$ 2.999,23, 8583/96 - Not.43/09 - R$ 3.662,34, 8583/96 - Not.45/09 - R$ 3.332,74, 8583/96 - Not.47/09 - R$ 2.999,23, 8586/96 - Not.49/09 - R$ 3.662,34, 8586/96 - Not.51/09 - R$ 3.332,74, 8586/96 - Not.53/09 - R$ 2.999,23, 8556/96 - Not.55/09 - R$ 3.176,49, 8568/96 - Not.57/09 - R$ 2.727,01, 8556/96 - Not.59/09 - R$ 2.857,86, 8568/96 - Not.61/09 - R$ 2.453,48, 8569/96 - Not.63/09 - R$ 2.726,36, 8569/96 - Not.65/09 - R$ 2.452,88, 8570/96 - Not.67/09 - R$ 2.725,97, 8570/96 - Not.69/09 - R$ 2.452,53, 8571/96 - Not.71/09 - R$ 2.727,91, 8589/96 - Not.77/09 - R$ 3.332,74, 8589/96 - Not.79/09 - R$ 2.999,23, 8571/96 - Not.73/09 - R$ 2.454,28, 8589/96 - Not.75/09 - R$ 3.662,34 RELAÇÃO Nº 6/09 Ficm NOTIFICADOS pr pgr ou prcelr débito(mul- TAS)/przo (dez) dis (6.62) Luiz Crlos d Silv Sntos - 8596/96 - Not.2/09 - R$ 1.587,70, 8596/96 - Not.4/09 - R$ 3.175,40, 8596/96 - Not.6/09 - R$ 3.175,40, 8587/96 - Not.8/09 - R$ 1.968,14, 8587/96 - Not./09 - R$ 3.175,40, 8587/96 - Not.12/09 - R$ 3.175,40, 8585/96 - Not.14/09 - R$ 1.968,14, 8585/96 - Not.16/09 - R$ 3.175,40, 8585/96 - Not.18/09 - R$ 3.175,40, 8584/96 - Not./09 - R$ 1.968,14, 8584/96 - Not.22/09 - R$ 3.175,40, 8584/96 - Not.24/09 - R$ 3.175,40, 8581/96 - Not.26/09 - R$ 1.968,14, 8581/96 - Not.28/09 - R$ 3.175,40, 8581/96 - Not.30/09 - R$ 3.175,40, 8579/96 - Not.32/09 - R$ 1.587,70, 8579/96 - Not.34/09 - R$ 3.175,40, 8579/96 - Not.36/09 - R$ 3.175,40, 8582/96 - Not.38/09 - R$ 1.587,70, 8582/96 - Not.40/09 - R$ 3.175,40, 8582/96 - Not.42/09 - R$ 3.175,40, 8583/96 - Not.44/09 - R$ 1.587,70, 8583/96 - Not.46/09 - R$ 3.175,40, 8583/96 - Not.48/09 - R$ 3.175,40, 8586/96 - Not.50/09 - R$ 1.587,70, 8586/96 - Not.52/09 - R$ 3.175,40, 8586/96 - Not.54/09 - R$ 3.175,40, 8556/96 - Not.56/09 - R$ 3.175,40, 8568/96 - Not.58/09 - R$ 3.175,40, 8556/96 - Not.60/09 - R$ 3.175,40, 8568/96 - Not.62/09 - R$ 3.175,40, 8569/96 - Not.64/09 - R$ 3.175,40, 8569/96 - Not.66/09 - R$ 3.175,40, 8570/96 - Not.68/09 - R$ 3.175,40, 8570/96 - Not.70/09 - R$ 3.175,40, 8571/96 - Not.72/09 - R$ 3.175,40, 8571/96 - Not.74/09 - R$ 3.175,40, 8589/96 - Not.76/09 - R$ 1.587,70, 8589/96 - Not.78/09 - R$ 3.175,40, 8589/96 - Not.80/09 - R$ 3.175,40 Petr Minerção Ltd - 850540/00 - Not.774/08 - R$ 78,28 COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS EVERY GENIGUENS TOMAZ DE AQUINO 6º DISTRITO DESPACHOS DO CHEFE RELAÇÃO Nº 3/09 FASE DE AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA Auto de Infrção lvrdo (TAH)/przo pr defes ou pgmento: 30 dis. (6.35) Álvro Agpito De--------cpf Errdo - 860438/02 - A.I. 1/09 RELAÇÃO Nº 4/09 Ficm NOTIFICADOS pr pgr ou prcelr débito(tah)/przo (dez) dis (1.78) Adrin Mrci Lim d Silv - 8604/03 - Not.47/09 - R$ 5.500,68, 8604/03 - Not.44/09 - R$ 4.373, André Ricrdo Pinheiro Milet Moris - 860685/03 - Not.30/09 - R$ 2.624,36, 860686/03 - Not.28/09 - R$ 1.751,45, 860685/03 - Not.32/09 - R$ 3.300,96 Ari Mucio Ornels Filho - 860236/03 - Not.4/09 - R$ 2.692,83 Coopertiv Extrtiv Minerl Grimpeiros Pilão Arcdo Ltd-coopilão - 860970/03 - Not.51/09 - R$ 2.186,61 Delfino Borges de Oliveir - 860781/02 - Not.14/09 - R$ 9,33 Edison d Silveir - 860178/03 - Not.55/09 - R$ 2.186,61 Edmilson Alves Pereir - 860708/03 - Not./09 - R$ 4.186,05, 860709/03 - Not.22/09 - R$ 4.330,, 8607/03 - Not.24/09 - R$ 4.357,76, 860712/03 - Not.26/09 - R$ 4.298,00, 8607/03 - Not./09 - R$ 3.387,88, 860722/03 - Not.8/09 - R$ 3.846,01 Izni Sores de Oliveir - 860816/03 - Not.6/09 - R$ 137,52 Joquim Nzreno de Oliveir - 860951/02 - Not.16/09 - R$ 4.373, Jose Brz de Oliveir - 860784/03 - Not.37/09 - R$ 2.750,34 Pulo Alves Fortes - 860539/03 - Not.53/09 - R$ 9,33 Serje Márci t. Nobre - 860906/03 - Not.1/09 - R$ 2.882,45 Silmon Pires de Abreu - 860674/03 - Not.34/09 - R$ 2.750,34 Wnderln d Silv Félix - 860241/03 - Not.42/09 - R$ 1.462,16 RELAÇÃO Nº 5/09 Ficm NOTIFICADOS pr pgr ou prcelr débito(mul- TAS)/przo (dez) dis (6.62) Adrin Mrci Lim d Silv - 8604/03 - Not.48/09 - R$ 5.227,84, 8604/03 - Not.45/09 - R$ 2.052,76, 8604/03 - Not.49/09 - R$ 157,22 André Ricrdo Pinheiro Milet Moris - 860685/03 - Not.33/09 - R$ 5.227,84, 860685/03 - Not./09 - R$ 2.052,76, 860686/03 - Not.29/09 - R$ 2.052,76 Ari Mucio Ornels Filho - 860236/03 - Not.5/09 - R$ 5.227,84 Brrick do Brsil Minerção Ltd - 861414/95 - Not.18/09 - R$ 2.052,76, 861414/95 - Not.19/09 - R$ 1.893,59 Coopertiv Extrtiv Minerl Grimpeiros Pilão Arcdo Ltd-coopilão - 860970/03 - Not.52/09 - R$ 2.052,76 Delfino Borges de Oliveir - 860781/02 - Not.15/09 - R$ 2.052,76 Edison d Silveir - 860178/03 - Not.56/09 - R$ 2.052,76 Edmilson Alves Pereir - 8607/03 - Not.25/09 - R$ 2.052,76, 860712/03 - Not.27/09 - R$ 2.052,76, 8607/03 - Not./09 - R$ 2.052,76, 860722/03 - Not.9/09 - R$ 2.052,76, 860708/03 - Not./09 - R$ 2.052,76, 860709/03 - Not.23/09 - R$ 2.052,76 Extrtor de Arei e Trnsporte Ltd - 860564/02 - Not.36/09 - R$ 93,35 Izni Sores de Oliveir - 860816/03 - Not.7/09 - R$ 5.227,84 Joquim Nzreno de Oliveir - 860951/02 - Not.17/09 - R$ 2.052,76 Jose Brz de Oliveir - 860784/03 - Not.38/09 - R$ 5.227,84 Joseph Bruzzese - 860412/03 - Not.59/09 - R$ 157,22, 8604/03 - Not.58/09 - R$ 157,22 Luciene Pcheco Dniel Rezende - 860409/03 - Not.46/09 - R$ 2.052,76 Mri d Cost Jesus - 860589/02 - Not.13/09 - R$ 3.954,85 Minerção Brsíli Ltd - 860745/00 - Not.3/09 - R$ 157,22 Pulo Alves Fortes - 860539/03 - Not.57/09 - R$ 157,22, 860539/03 - Not.54/09 - R$ 2.052,76 Pulo Cesr Roch - 860095/03 - Not.60/09 - R$,84 Portogen Minerção Ltd - 861777/07 - Not.41/09 - R$ 1.587,70 Serje Márci t. Nobre - 860906/03 - Not.2/09 - R$ 2.613,92 Silmon Pires de Abreu - 860674/03 - Not.35/09 - R$ 5.227,84 Wnder Moris Mendes - 860893/02 - Not.12/09 - R$ 475,68 Wnderln d Silv Félix - 860241/03 - Not.43/09 - R$ 2.052,76, 860241/03 - Not.50/09 - R$ 157,22 VALDIJON ESTRELA Substituto 7º DISTRITO DESPACHOS DO CHEFE RELAÇÃO Nº 9/09 FASE DE AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA Mult plicd-(não comunicou início de pesquis)/przo pr pgmento: 30 dis. (2.25) Antônio Crlos Ribeiro Dutr - 871860/03, 871858/03 Antônio Silv Frnç - 8736/03 Edmilson Alves Pereir - 871772/03, 871774/03, 871775/03, 871776/03, 871769/03 Gilmr Mrtins Rndzzo - 871704/03 Grnzul Extrção de Grnitos Ltd me - 871760/03 Inácio Fccini - 871881/03 Itbir Stones do Brsil Mármores e Grnitos Ltd - 871708/03 José Alberto Nery de Almeid - 8726/03 Júlio Césr Mendes - 871857/03 Mrcus Bitti de Oliveir - 871884/03 Poligonl Minerção LTDA. - 871763/03 Rffel Godoi Vieir - 8740/03 TEOBALDO RODRIGUES DE OLIVEIRA JÚNIOR 9º DISTRITO DESPACHOS DO CHEFE RELAÇÃO Nº /09 FASE DE AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA Auto de Infrção lvrdo (Não comunicou início de pesquis)/przo pr defes ou pgmento: 30 dis. (2.24) A.c de Andrde Comércio de Pedrs - me - 890450/07 - A.I. 9/09 Crlos Alberto Ttgib - 890274/93 - A.I. 3/09 Cils Orçy-me - 8906/06 - A.I. 7/09 Frncisco de Assis Mot - 890041/06 - A.I. 4/09 Henrique Foreis Noss Brroso - 890463/07 - A.I. /09, 890465/07 - A.I. /09 Miguel Angelo Monnert Erthl - 8909/06 - A.I. 5/09 Nilton Vieir d Silv - 8906/06 - A.I. 8/09 Stone Green Grnitos do Brsil Td - 890396/06 - A.I. 6/09 RUI ELIAS JOSÉ º DISTRITO DESPACHOS DO PROCURADOR RELAÇÃO Nº 2/09 Ficm NOTIFICADOS pr pgr ou prcelr débito(pro- JUR)/przo (dez) dis An Luci Oliveir Alencr - 900940/06 - R$ 3.797,07 Incrição N.23593/09 Associção Dos Produtores Ruris de São Brz e Mcco - 906365/08 - R$ 5.748,06 Incrição N.23043/09 c. s. Cvlcnte - 906363/08 - R$ 266,89 Incrição N.23046/09, 906362/08 - R$ 1.587,70 Incrição N.23047/09 Construtor Urno LTDA. - 906361/08 - R$ 1.756,74 Incrição N.23049/09 Indiá Brsil Águs Mineris Ltd - 948355/08 - R$ 346,19 Incrição N.22441/09 Turfmr Extrção Industri Comercio Ltd - 906360/08 - R$ 1.587,70 Incrição N.23048/09 Vil Nov Industril Minerdor de Grnitos LTDA. - 906366/08 - R$ 6,79 Incrição N.23044/09, 906364/08 - R$ 6,79 Incrição N.23045/09 MARIA DE FÁTIMA E SILVA 12º DISTRITO DESPACHOS DO CHEFE RELAÇÃO Nº 4/09 FASE DE AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA Declr nulidde do Alvrá de Pesquis-(TAH)/(6.50) Belchior Prestes Dllgnol - 866644/07 José Eustáquio d Silv - 867159/07 Mri Ds Grçs Prestes - 866646/07 Pulo de Trso Lopes Pereir - 867169/07 Pedro Rmlho - 867234/07 Xvier Leonids Dllgnol - 866665/07 JOCY GONÇALO DE MIRANDA 24º DISTRITO DESPACHOS DO CHEFE RELAÇÃO Nº 1/09 Fse de Licencimento Autoriz verbção d Renovção do Registro de Licenç(742) 884.003/07-MIGUEL DA CONCEIÇÃO FERREIRA- Registro de Licenç No.:055/07 - Vencimento em 16/12/09 884.004/07-OSNI CHRUSCIAK- Registro de Licenç No.:056/07 - Vencimento em 16/12/09 EUGÊNIO PACELLI TAVARES PETRÓLEO BRASILEIRO S/A PETROBRAS GÁS S/A INDÚSTRIA CARBOQUÍMICA CATARINENSE EM LIQUIDAÇÃO CNPJ: 83.881.433/0001- BALANCETE PATRIMONIAL EM DE DEZEMBRO DE 08 Pel Legislção Societári (em reis). Ativo Circulnte 2.245.717 Disponibiliddes.518 Depósitos Judiciis 2.153.626 Conts Receber 71.573 Permnente 1. 3 Investimento 8 Imobilizdo 905 Totl do Ativo 2.246.830 Pssivo Circulnte 3.791.673 Conts Pgr. 955 Empres Sist. Petrobrás 83.500.016 Impostos Tx. à Pgr 1.296 Prov. Pr Contingêncis.278.406 Ptrimônio Líquido (1.544.843) Cpitl Reliz. Atulizdo 187.749.672 Reservs de Cpitl 6.057.794 Prejuizos Acumuldos (293.006.636) Resultdo Líq. Período (2.345.673) Totl do Pssivo 2.246.830 Demonstrção do Resultdo Rec/Desp. Opercionis (2.609.322).Geris e Administrtivs (297.759). Desp. Tributáris e Contrib. Socil (1.126).Despess Finnceirs (2.3.437) Resultdo Opercionl (2.609.322) Rec/Desp. Não Operc. 263.649 Resultdo do Período (2.345.673) José Octávio Mendonç Silvio N. Nscimento Liquidnte CRC/SC 12.873/O-0 SILVIO N. NASCIMENTO Procurdor
Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 1 61 ISSN 1677-7042. Ministério do Desenvolvimento Agrário INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL EM MATO GROSSO RETIFICAÇÕES N Portri INCRA/SR-13/MT N 028/054, de de junho de 04, publicd no Diário oficil d União n 122, de 28 de junho de 04, Seção 1, pág. 90, de crição do PE FAZENDA PANTANALZINHO, loclizdo no município de Snto Antônio do Leverger - MT, código SIPRA MT0713000, onde se Lê "visndo tender 58 (Cinqüent e Oito) uniddes grícols fmilires", lei-se "visndo tender 68 (Sessent e oito) uniddes grícols fmilires". N Portri INCRA/SR-13/MT N 44/03, de 2 de setembro de 03, publicd no Diário Oficil d União n 173, de 8 de setembro de 03, Seção 1, pág. 45, de crição do PE BARRA DO RIBEIRÃO, loclizdo no município de Chpd dos Guimrães- MT, código SIPRA MT0637000, onde se lê "visndo tender 55 (Cinqüent e Cinco) uniddes grícols fmilires", lei-se "visndo tender 60 (Sessent) uniddes grícols fmilires". SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL EM SÃO PAULO PORTARIA Nº 79, DE 30 DE DEZEMBRO DE 08 O SUPERINTENDENTE REGIONAL DO INCRA DO ES- TADO DE SÃO PAULO, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo Artigo 29, do Regimento Interno dest Autrqui, provdo pel Portri MDA nº 164, de 14/07/00, publicd no D. O. U. 17, do mesmo mês e no; CONSIDERANDO necessidde de encminhmento visndo dr destinção o imóvel rurl denomindo Fzend São Luis, com áre de 1.180,3301 h, loclizdo no Município de Itpur, no Estdo de São Pulo, dquirido trvés de Escritur Públic de Compr e Vend de 19 de dezembro de 08; CONSIDERANDO que os órgãos técnicos específicos dest Superintendênci Regionl procederm nálise no Processo IN- CRA/SPSR(08)/Nº 54190.003290/06-86 e decidirm pel regulridde d propost, de cordo com os tos normtivos que regulmentm mtéri, resolve: Art. - Aprovr propost de destinção pr ssentmento de gricultores, do imóvel rurl denomindo Fzend São Luis, com áre de 1.6,5000 h (Um mil, cento e dezesseis hectres e cinqüent res), loclizdo no Município de Itpur, no Estdo de São Pulo que prevê crição de 76 (Setent e seis) uniddes grícols fmilires; Art. 2º - Crir o Projeto de Assentmento P A SÃO LUIS, Código SIPRA SP03300, ser implntdo e desenvolvido por est Superintendênci Regionl, em rticulção com Superintendênci Ncionl de Desenvolvimento Agrário do INCRA; Art. 3º - Autorizr os setores técnicos e opercionis promoverem s modificções e dptções que no curso de execução se fizerem necessáris à consecução dos objetivos do Projeto. RAIMUNDO PIRES SILVA PORTARIA Nº 80, DE 30 DE DEZEMBRO DE 08 O SUPERINTENDENTE REGIONAL DO INCRA DO ES- TADO DE SÃO PAULO, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo Artigo 29, do Regimento Interno dest Autrqui, provdo pel Portri MDA nº 164, de 14/07/00, publicd no D. O. U. 17, do mesmo mês e no; CONSIDERANDO Resolução /BACEN/Nº 2.629, de de gosto de 1999, que criou o PRONAF, inclusive crindo linh especil denomindo Grupo "A" voltdo pr os beneficiários de Reform Agrári; CONSIDERANDO Norm de Execução/INCRA/SDNº 37/04, que dispõem sobre concessão de Crédito de Instlção os beneficiários dos Projetos de Reform Agrári: CONSIDERANDO que se trt de Projeto de Assentmento Rurl do Estdo, já crido trvés de Portri ITESP nº 80, de 08//07, e; CONSIDERANDO o precer conclusivo dos setores técnicos dest Superintendênci, consubstncido ns legislções e norms pertinentes à mtéri, resolve: Art. Reconhecer o Projeto de Assentmento denomindo P E ASA BRANCA, código SIPRA, SP0330000, crido pelo Estdo de São Pulo, com áre 72,77 h (setent e dois hectres, setent e dois res e sete centires), visndo tender (04) fmílis de pequenos produtores ruris, dministrdo pel Fundção Instituto de Terrs do Estdo de São Pulo - ITESP, situdo no Município de Mirnte do P r n p n e m / S P. Art. 2º - Determinr que tl provção permit o Projeto de Assentmento reconhecido prticipr do Progrm de Crédito Instlção e de Fortlecimento d Agricultur Fmilir - PRONAF, no Grupo "A", obedecids às norms dest Autrqui; Art. 3º - Recomendr os Setores técnicos e opercionis e entidde promotor do ssentmento fiel observânci no compnhmento e supervisão dos recursos creditícios serem concedidos trvés dos progrms qui referidos. Art 4º Determinr os setores técnicos e opercionis, dentro de sus áres de competênci, que: ) Encminhe cópi deste to à Superintendênci Ncionl do Desenvolvimento Agrário pr fins de registro, controle e distribuição, pós su publicção no Diário Oficil d União. b) Comunique os órgãos de Meio Ambiente Federl e Estdul, bem como à FUNAI, d crição do projeto; e c) Registre tods s informções de crição e desenvolvimento do projeto, bem como ds fmílis beneficiáris, no Sistem de Informção de Projetos de Reform Agrári - SIPRA. RAIMUNDO PIRES SILVA PORTARIA Nº 81, DE 30 DE DEZEMBRO DE 08 O SUPERINTENDENTE REGIONAL DO INCRA DO ES- TADO DE SÃO PAULO, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo Artigo 29, do Regimento Interno dest Autrqui, provdo pel Portri MDA nº 164, de 14/07/00, publicd no D. O. U. 17, do mesmo mês e no; CONSIDERANDO necessidde de encminhmento visndo dr destinção o imóvel rurl denomindo Fzend Arcnguá, com áre de 4.512,7000 h, loclizdo no Município de Arçtub, no Estdo de São Pulo, declrdo de interesse socil pr fins de Reform Agrári, pelo Decreto de 06/12/06, cuj imissão de posse se deu em 26/05/08; CONSIDERANDO que os órgãos técnicos específicos dest Superintendênci Regionl procederm nálise no Processo IN- CRA/SPSR(08)/Nº 54190.0033/02-86 e decidirm pel regulridde d propost, de cordo com os tos normtivos que regulmentm mtéri, resolve: Art. - Aprovr propost de destinção pr ssentmento de gricultores do imóvel rurl denomindo Fzend Arcnguá, com áre de 4.512,7000 h (qutro mil, quinhentos e doze hectres e setent res), loclizdo no Município de Arçtub, no Estdo de São Pulo que prevê crição de 258 (duzentos e cinqüent e oito) uniddes grícols fmilires; Art. 2º - Crir o Projeto de Assentmento, P A ARACAN- GUÁ, Código SIPRA SP02900, ser implntdo e desenvolvido por est Superintendênci Regionl, em rticulção com Superintendênci Ncionl de Desenvolvimento Agrário do INCRA; Art. 3º - Autorizr os setores técnicos e opercionis promoverem s modificções e dptções que no curso de execução se fizerem necessáris à consecução dos objetivos do Projeto. RAIMUNDO PIRES SILVA PORTARIA Nº 82, DE 30 DE DEZEMBRO DE 08 O SUPERINTENDENTE REGIONAL DO INCRA DO ES- TADO DE SÃO PAULO, no uso ds tribuições que lhe são conferids pelo Artigo 29, do Regimento Interno dest Autrqui, provdo pel Portri MDA nº 164, de 14/07/00, publicd no D. O. U. 17, do mesmo mês e no; CONSIDERANDO Resolução /BACEN/Nº 2.629, de de gosto de 1999, que criou o PRONAF, inclusive crindo linh especil denomindo Grupo "A" voltdo pr os beneficiários de Reform Agrári; CONSIDERANDO Norm de Execução/INCRA/SDNº 37/04, que dispõem sobre concessão de Crédito de Instlção os beneficiários dos Projetos de Reform Agrári: CONSIDERANDO que se trt de Projeto de Assentmento Rurl do Estdo, já crido trvés de Portri ITESP nº 80, de 08//07, e; CONSIDERANDO o precer conclusivo dos setores técnicos dest Superintendênci, consubstncido ns legislções e norms pertinentes à mtéri, resolve: Art. Reconhecer o Projeto de Assentmento denomindo P E PORTO MARIA, código SIPRA, SP0329000, crido pelo Estdo de São Pulo, com áre 1.064,9773 h (um mil, sessent e qutro hectres, novent e sete res e setent e três centires), visndo tender (41) fmílis de pequenos produtores ruris, dministrdo pelo() Fundção Instituto de Terrs do Estdo de São Pulo - ITESP, situdo no município de Rosn/SP. Art. 2º - Determinr que tl provção permit o Projeto de Assentmento reconhecido prticipr do Progrm de Crédito Instlção e de Fortlecimento d Agricultur Fmilir - PRONAF, no Grupo "A", obedecids às norms dest Autrqui; Art. 3º - Recomendr os Setores técnicos e opercionis e entidde promotor do ssentmento fiel observânci no compnhmento e supervisão dos recursos creditícios serem concedidos trvés dos progrms qui referidos; Art 4º Determinr os setores técnicos e opercionis, dentro de sus áres de competênci, que: ) Encminhe cópi deste to à Superintendênci Ncionl do Desenvolvimento Agrário pr fins de registro, controle e distribuição, pós su publicção no Diário Oficil d União. b) Comunique os órgãos de Meio Ambiente Federl e Estdul, bem como à FUNAI, d crição do projeto; e c) Registre tods s informções de crição e desenvolvimento do projeto, bem como ds fmílis beneficiáris, no Sistem de Informção de Projetos de Reform Agrári - SIPRA. RAIMUNDO PIRES SILVA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL NO PIAUÍ RETIFICAÇÃO N Portri INCRA/SR-24/N 040, de 30.12.08, publicd no DOU 254 de.12.09, Seção - 1, pág.197, que criou o PE VOLTA, com o Código PI0904000, loclizdo no município de Ipirng do Piuí, onde se lê, crição de 47 (qurent e sete) uniddes grícols fmilires, lei-se crição de 153 (cento e cinqüent e três) uniddes grícols fmilires". Ministério do Desenvolvimento, Indústri e Comércio Exterior. GABINETE DO MINISTRO PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 4, DE 13 DE JANEIRO DE 09 OS MINISTROS DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR E DA CIÊNCIA E TEC- NOLOGIA,, no uso ds tribuições que lhes confere o inciso II do prágrfo único do rt. 87 d Constituição Federl, tendo em vist o disposto no 6 o do rt. 7 o do Decreto-Lei n o 288, de 28 de fevereiro de 1967, e considerndo o que const no processo MDIC n o 501.001738/08-43, de 13 de novembro de 08, resolvem: Art. Estbelecer pr o produto CATETER DESCARTÁ- VEL DE PLÁSTICO, industrilizdo n Zon Frnc de Mnus, o seguinte Processo Produtivo Básico: I - grvção do ppel cirúrgico pr selgem; II - co-extrusão do filme blister pr selgem; III - emblgem primári do filme pr blister; IV - selgem; V - esterilizção; e VI - testes físicos e microbiológicos. 1 o Tods s etps do Processo Produtivo Básico cim descrits, deverão ser relizds n Zon Frnc de Mnus. 2 o As tividdes ou operções inerentes às etps de produção poderão ser relizds por terceiros, n Zon Frnc de Mnus, desde que obedecido o Processo Produtivo Básico, exceto um, que não poderá ser objeto de terceirizção. Art. 2 o Sempre que ftores técnicos ou econômicos, devidmente comprovdos, ssim o determinrem, relizção de qulquer etp do Processo Produtivo Básico poderá ser suspens temporrimente ou modificd, trvés de portri conjunt dos Ministros de Estdo do Desenvolvimento, Indústri e Comércio Exterior e d Ciênci e Tecnologi. Art. 3 o Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. MIGUEL JORGE Ministro de Estdo do Desenvolvimento, Indústri e Comércio Exterior SERGIO MACHADO REZENDE Ministro de Estdo d Ciênci e Tecnologi PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 6, DE 13 DE JANEIRO DE 09 OS MINISTROS DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR E DA CIÊNCIA E TEC- NOLOGIA, no uso ds tribuições que lhes confere o inciso II do prágrfo único do rt. 87 d Constituição Federl, tendo em vist o disposto no 6 o do rt. 7 o do Decreto-Lei n o 288, de 28 de fevereiro de 1967, e considerndo o que const no processo MDIC n o 500.018081/01-97, de 8 de gosto de 01, resolvem: Art. 1 o O rt. 1 o d Portri Interministeril MDIC/MCT n o 182, de 19 de julho de 04, que estbelece o Processo Produtivo básico pr os produtos PARTES E PEÇAS DE CICLOMOTORES, MOTONETAS, MOTOCICLETAS, TRICICLOS E QUADRICI- CLOS, industrilizdos n Zon Frnc de Mnus, pss vigorr com seguinte redção: "Art. 1 o...... XXXVI - CORRENTE DE TRANSMISSÃO... h) montgem d corrente, com rebitgem dos pinos; i) inspeção; e j) fechmento d corrente, qundo plicável, com utilizção de elo de emend. (NR)... XLVIII - INTERRUPTOR (RELÉ) MAGNÉTICO DE PAR- TIDA... d) montgem n bse dos seguintes componentes: ilhoses, plc de contto, terminis, porc e fixdor do fusível; (NR)... LXXVII - CORRENTE DE COMANDO ) montgem d corrente, prtir ds plcs interns, externs e pinos; b) fechmento d corrente, com rebitgem dos pinos; (NR)... LXXIX - INTERRUPTOR DE FREIO ) injeção plástic; b) estmpgem de peçs metálics; c) montgem finl ns crcçs; e d) testes de funcionmento elétrico. LXXX - INTERRUPTOR DE EMBREAGEM ) injeção plástic; b) estmpgem de peçs metálics; c) montgem finl ns crcçs; e d) testes de funcionmento elétrico. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL
62 ISSN 1677-7042 1 Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 LXXXI - CONJUNTO INTERRUPTOR DE LUZ, DE EMERGÊNCIA E DE PARTIDA ) injeção plástic; b) estmpgem de peçs metálics; c) montgem do conjunto em nível básico de componentes; d) soldgem do subconjunto chicote elétrico com terminis nos subconjuntos interruptores; e) montgem finl ds crcçs; e f) testes de funcionmento elétrico. LXXXII - CONJUNTO INTERRUPTOR DE SETA, DE LANTERNA E FAROL, DE LUZ ALTA-BAIXA E BUZINA, DE LAMPEJO E DA ALAVANCA DO AFOGADOR ) injeção plástic; b) estmpgem de peçs metálics; c) montgem do conjunto em nível básico de componentes; d) soldgem do subconjunto chicote elétrico com terminis nos subconjuntos interruptores; e) montgem finl ds crcçs; e f) testes de funcionmento elétrico. (NR)... 6 o Tods s etps do Processo Produtivo Básico descrits no inciso XXII, referente o produto CONDUTOR ELÉTRICO (CHI- COTE) COM PEÇAS DE CONEXÃO, deverão ser relizds n Zon Frnc de Mnus, exceto etp constnte n líne "h", que poderá ser relizd em outrs regiões do Pís. (NR) 7 o Tods s etps descrits no inciso XXXVI, que estbelece o Processo Produtivo Básico pr o produto CORRENTE DE TRANSMISSÃO, deverão ser relizds n Zon Frnc de Mnus. (NR) 8 o As tividdes ou operções inerentes às etps de produção descrits no inciso XXXVI, referente o produto CORRENTE DE TRANSMISSÃO, constnte no rt. 1 o d Portri Interministeril n o 182, de 04, poderão ser relizds por terceiros, desde que obedecido o Processo Produtivo Básico, exceto s etps constntes ns línes "h", "i" e "j", que não poderão ser objeto de terceirizção. (NR) 9 o Fic temporrimente dispensd fbricção d buch sólid, prtir de extrusão frio, constnte n líne "c", bem como s línes "f" e "g" do inciso XXXVI, que estbelece o Processo Produtivo Básico pr o produto CORRENTE DE TRANSMISSÃO, somente qundo se trtrem de buchs sólids. (NR). Tods s etps dos Processos Produtivos Básicos descritos nos incisos de LXXIX LXXXII deverão ser relizds n Zon Frnc de Mnus, exceto etp descrit n líne "b", que poderá ser relizd em outrs regiões do Pís. (NR). As tividdes ou operções inerentes às etps de produção estbelecids nos incisos de LXXIX LXXXII poderão ser relizds por terceiros, desde que obedecidos os Processos Produtivos Básicos, exceto s etps descrits ns línes "c" e "d", constntes nos incisos LXXIX e LXXX e s etps descrits ns línes de "c" "f", constntes nos incisos LXXXI e LXXXII, que não poderão ser terceirizds. (NR) 12. Fic dispensdo o cumprimento d obrigtoriedde constnte n líne "" dos incisos LXXIX LXXXII, referentes à injeção plástic, pelo przo de 24 (vinte e qutro) meses, prtir d dt de publicção dest Portri. (NR) 13. Os insumos prfusos, esfers, chicotes elétricos, desivos, grx e isolntes, utilizdos nos produtos constntes dos incisos de LXXIX LXXXII, poderão ser dquiridos de outrs regiões do Pís, ficndo temporrimente dispensd fbricção ds mols, qundo plicável. (NR) 14. A empres deverá presentr reltórios semestris ds ções efetuds, pr relizção d etp de injeção plástic, constnte dos incisos de LXXIX LXXXII, n Zon Frnc de Mnus." (NR) Art. 2 o Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. MIGUEL JORGE Ministro de Estdo do Desenvolvimento, Indústri e Comércio Exterior SERGIO MACHADO REZENDE Ministro de Estdo d Ciênci e Tecnologi COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS PORTARIA INTERMINISTERIAL N o 7, DE 13 DE JANEIRO DE 09 OS MINISTROS DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR E DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA, no uso ds tribuições que lhes confere o inciso II do prágrfo único do rt. 87 d Constituição Federl, tendo em vist o disposto no 6 o do rt. 7 o do Decreto-Lei n o 288, de 28 de fevereiro de 1967, no 1 o do rt. 2 o, e nos rtigos 13 16 do Decreto n o 6.008, de 29 de dezembro de 06, e o que const no processo MDIC n o 500.0052/05-, de 13 de jneiro de 05, resolvem: Art. 1 o O Processo Produtivo Básico pr os BENS DE INFORMÁTICA, industrilizdos n Zon Frnc de Mnus, estbelecido pel Portri Interministeril MDIC/MCT n o 69, de 12 de mrço de 08, pss ser o seguinte: I - montgem e soldgem de todos os componentes ns plcs de circuito impresso; II - montgem ds prtes elétrics e mecânics, totlmente desgregds, em nível básico de componentes; e III - integrção ds plcs de circuito impresso e ds demis prtes elétrics e mecânics n formção do produto finl, montds de cordo com os incisos I e II cim. 1 o As tividdes ou operções inerentes às etps de produção estbelecids neste rtigo poderão ser relizds por terceiros, no Pís, desde que obedecido o Processo Produtivo Básico, exceto etp descrit no inciso III que não poderá ser objeto de terceirzção. 2 o Não descrcteriz o tendimento o Processo Produtivo Básico definido nest Portri inclusão, em um mesmo corpo ou gbinete de um bem de informátic, de uniddes de discos mgnéticos, ópticos e fonte de limentção que não tenhm cumprido o Processo Produtivo Básico nest Portri. Art. 2 o Ficm temporrimente dispensdos de montgem os seguintes módulos ou subconjuntos: 1. Bnco de mrtelos pr impressors de linh 2. Cbeç de impressão térmic 3. Conjunto de espelhos e conjunto óptico pr leitor de código de brrs 4. Gbinete superior com visor de vidro destindo à fbricção de leitor de código de brrs verticl, fixo, do tipo mes ou blcão 5. Mecnismo impressor com lrgur de impressão de té 6 (seis) cm 6. Mecnismo impressor e leitor de crtão mgnético pr dispensdores utomáticos de ppelmoed - csh dispenser ou terminl de uto-tendimento ATM (Automtic teller mchine) 7. Mecnismo impressor/leitor motorizdo de bilhete mgnético 8. Mecnismo pr prelhos de fc-símile com impressão por sistem térmico ou lser, mecnismo pr prelhos digitlizdores de imgens - scnner, mecnismo pr prelhos digitlizdores de imgens - scnner utilizdo em subconjuntos depositários de cheques e envelopes 9. Mecnismo pr impressor lser, LED - Diodos emissores de luz ou LCS - Sistem de cristl líquido - engine. Microprocessdor montdo em plc com brrmento de conexão à plc mãe com mis de duzents vis, condicionds ou não em crtucho. Moduldor/demoduldor de rádio freqüênci denomindo tuner 12. Módulo SOM (System on module) com circuito lógico e/ou de rádio freqüênci integrdo próprio pr conexão à plc de circuito impresso trvés de processo de montgem por superfície - SMT (Surfce Mounted Technology) 13. Módulo de comunicção Bluetooth próprio pr conexão à plc de circuito impresso trvés de processo de montgem por superfície - SMT (Surfce Mounted Technology) 14. Módulo disply de cristl líquido - LCD, com plc de controle integrd 15. Módulo GPS - Sistem de posicionmento globl 16. Módulo leitor de crtão inteligente - smrt crd 17. Módulo leitor de código de brrs pr terminis de uto-tendimento 18. Modulo, dispositivo ou subconjunto de mostrdor de cristl líquido, plsm ou diodo emissor de luz - LED e outrs tecnologis de displys 19. Módulo sensor de proximidde. Módulo Sensor Biométrico. Módulo Sensor Sísmico 22. Módulo tiristor simétrico de potênci, tipo SGCT (Symmetricl Gte Commutted Thyristors), com crcterístics técnics de 6.500 V e 400-800A, pr utilizção em Inversor de Freqüênci de Médi Tensão 23. Pdrão de grndezs elétrics e sensor fotoelétrico pr quisição de pulsos 24. Pinel de operção e controle pr impressors, mesmo incorporndo dispositivo de visulizção 25. Plc de circuito impresso montd com componentes elétricos ou eletrônicos que implemente função de processmento centrl, do tipo industril, que suporte temperturs de operção superiores 60º C, pr utilizção em sistems de medição de energi elétric 26. Tecldo e visor pr prelhos de fc-símile 27. Tubo de rios ctódicos policromático, mesmo com bobin de deflexão e dispositivos de juste de convergênci incorpordos 28. Tubo de rios ctódicos policromático, mesmo com bobin de deflexão, dispositivos de juste de convergênci e trnsdutores com cbo de comunicção incorpordos, pr monitores de vídeo com tel tipo touch screen 29. Unidde de fit mgnétic tipo DAT - Fit digitl de áudio Prágrfo único. Ficm dispensdos de montgem, té de dezembro de 09, os seguintes subconjuntos: 1. módulo leitor de crtões de memóri e plcs e prtes eletromecânics sem função tiv, com ou sem filtros de sinl, com o objetivo de suportr mecnicmente conectores, entrds de USB, diodos emissores de luz - LED (ligth Emitting Diode), chves lig-deslig ou cbos, utilizdos unicmente como extensão de função já implementd n plc-mãe 2. plc de interfce de comunicção com tecnologi sem fio (Wi-Fi, Bluetooth, WiMx) Art. 3 o Fic revogd Portri Interministeril Portri Interministeril MDIC/MCT n o 69, de 12 de mrço de 08. Art. 4 o Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. MIGUEL JORGE Ministro de Estdo do Desenvolvimento, Indústri e Comércio Exterior SERGIO MACHADO REZENDE Ministro de Estdo d Ciênci e Tecnologi PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 8, DE 13 DE JANEIRO DE 09 OS MINISTROS DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR E DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA, no uso ds tribuições que lhes confere o inciso II do prágrfo único do rt. 87 d Constituição Federl, tendo em vist o disposto no 2 o do rt. 4 o d Lei n o 8.248, de 23 de outubro de 1991, no 1 o do rt. 2 o, e nos rtigos 16 19 do Decreto n o 5.906, de 26 de setembro de 06, e considerndo o que const no processo MDIC n o 500.0052/05-, de 13 de jneiro de 05, resolvem: Art. 1 o O 1 o do rt. 1 o d Portri Interministeril MCT/MICT n o 1, de 7 de bril de 1993, pss vigorr com seguinte redção: Art. 1 o... 1 o Ficm temporrimente dispensdos de montgem os seguintes módulos ou subconjuntos, constntes n relção bixo: 1. Bnco de mrtelos pr impressors de linh 2. Cbeç de impressão térmic 3. Conjunto de espelhos e conjunto óptico pr leitor de código de brrs 4. Gbinete superior com visor de vidro destindo à fbricção de leitor de código de brrs verticl, fixo, do tipo mes ou blcão 5. Mecnismo impressor com lrgur de impressão de té 6 (seis) cm 6. Mecnismo impressor e leitor de crtão mgnético pr dispensdores utomáticos de ppelmoed - csh dispenser ou terminl de uto-tendimento ATM (Automtic teller mchine) 7. Mecnismo impressor/leitor motorizdo de bilhete mgnético 8. Mecnismo pr prelhos de fc-símile com impressão por sistem térmico ou lser, mecnismo pr prelhos digitlizdores de imgens - scnner, mecnismo pr prelhos digitlizdores de imgens - scnner utilizdo em subconjuntos depositários de cheques e envelopes 9. Mecnismo pr impressor lser, LED - Diodos emissores de luz ou LCS - Sistem de cristl líquido - engine. Microprocessdor montdo em plc com brrmento de conexão à plc mãe com mis de duzents vis, condicionds ou não em crtucho. Moduldor/demoduldor de rádio freqüênci denomindo tuner 12. Módulo SOM (System on module) com circuito lógico e/ou de rádio freqüênci integrdo próprio pr conexão à plc de circuito impresso trvés de processo de montgem por superfície - SMT (Surfce Mounted Technology) 13. Módulo de comunicção Bluetooth próprio pr conexão à plc de circuito impresso trvés de processo de montgem por superfície - SMT (Surfce Mounted Technology) 14. Módulo disply de cristl líquido - LCD, com plc de controle integrd 15. Módulo GPS - Sistem de posicionmento globl 16. Módulo leitor de crtão inteligente - smrt crd 17. Módulo leitor de código de brrs pr terminis de uto-tendimento 18. Modulo, dispositivo ou subconjunto de mostrdor de cristl líquido, plsm ou diodo emissor de luz - LED ou de outrs tecnologis de displys 19. Módulo sensor de proximidde. Módulo Sensor Biométrico. Módulo Sensor Sísmico 22. Módulo tiristor simétrico de potênci, tipo SGCT (Symmetricl Gte Commutted Thyristors), com crcterístics técnics de 6.500 V e 400-800A, pr utilizção em Inversor de Freqüênci de Médi Tensão 23. Pdrão de grndezs elétrics e sensor fotoelétrico pr quisição de pulsos 24. Pinel de operção e controle pr impressors, mesmo incorporndo dispositivo de visulizção
Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 1 63 ISSN 1677-7042 25. Plc de circuito impresso montd com componentes elétricos ou eletrônicos que implemente função de processmento centrl, do tipo industril, que suporte temperturs de operção superiores 60º C, pr utilizção em sistems de medição de energi elétric 26. Tecldo e visor pr prelhos de fc-símile 27. Tubo de rios ctódicos policromático, mesmo com bobin de deflexão e dispositivos de juste de convergênci incorpordos 28. Tubo de rios ctódicos policromático, mesmo com bobin de deflexão, dispositivos de juste de convergênci e trnsdutores com cbo de comunicção incorpordos, pr monitores de vídeo com tel tipo touch screen 29. Unidde de fit mgnétic tipo DAT - Fit digitl de áudio Art. 2 o Incluir o 4 o no rt. 1 o d Portri Interministeril MCT/MICT n o 1, de 7 de bril de 1993, com seguinte redção: 4 o ficm dispensdos de montgem, té de dezembro de 09, os seguintes subconjuntos: 1. módulo leitor de crtões de memóri e plcs e prtes eletromecânics sem função tiv, com ou sem filtros de sinl, com o objetivo de suportr mecnicmente conectores, entrds de USB, diodos emissores de luz - LED (ligth Emitting Diode), chves lig-deslig ou cbos, utilizdos unicmente como extensão de função já implementd n plc-mãe 2. plc de interfce de comunicção com tecnologi sem fio (Wi-Fi, Bluetooth, WiMx) Art. 3 o Fic revogd Portri Interministeril MDIC/MCT n o 68, de 12 de mrço de 08. Art. 4 o Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. MIGUEL JORGE Ministro de Estdo do Desenvolvimento, Indústri e Comércio Exterior SERGIO MACHADO REZENDE Ministro de Estdo d Ciênci e Tecnologi BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL DECISÃO Nº 1.0, DE 17 DE NOVEMBRO DE 08 Interessdo: BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMEN- TO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES Assunto: Cptção de Recursos pelo BNDES junto o FI- FGTS por meio de emissão privd de debêntures simples Referênci: INFORMAÇÃO PADRONIZADA CONJUNTA AF/DEFIX nº 32/08 e AF/DECRI nº 16/08, de 17 de novembro de 08 Endossndo o precer do Reltor, Diretori decidiu, por unnimidde: 1. provr emissão privd, pelo BNDES, de debêntures simples, com s seguintes crcterístics: (i) vlor d emissão e quntidde de séries: emissão de té R$ 7.000.000.000,00 (sete bilhões de reis), em té cinco séries; (ii) quntidde e vlor nominl: serão emitids 700.000 (setecents mil) debêntures de vlor nominl unitário inicil de R$.000,00 (dez mil reis); (iii) grntis: não há, sendo d espécie sem preferênci e sem grnti (quirogrfári); (iv) tulizção: s Debêntures terão o seu vlor nominl unitário tulizdo, prtir d dt de integrlizção de cd série, pel Tx Referencil de que trt Lei nº 8.177/91 ("TR"); (v) conversibilidde: s Debêntures não serão conversíveis em ções; (vi) dts de emissão e vencimento: s Debêntures terão como dt de emissão o di 25//08. As dts de vencimento serão definids com bse no fluxo finnceiro dos projetos que venhm ser vinculdos às Debêntures, conforme nexo II; (vii) remunerção: s Debêntures pgrão juros remunertórios de 6%.., incidentes prtir d dt de integrlizção de cd série, sendo remunerção clculd sobre o vlor nominl tulizdo conforme item (iv) cim; (viii) preço de subscrição e integrlizção: s Debêntures serão subscrits e integrlizds o pr, pelo vlor nominl unitário definido conforme item (ii) cim; (ix) colocção e integrlizção: A colocção será privd, medinte subscrição pelo Fundo de Investimento do Fundo de Grnti do Tempo de Serviço -FI-FGTS, representdo pel Cix Econômic Federl - CEF, n qulidde de seu Administrdor. A integrlizção de cd série ds Debêntures será à vist, em moed corrente ncionl; (x) Em princípio, não será feito o registro d emissão em mbiente de câmr de liquidção (Câmr Brsileir de Liquidção e Custódi - CBLC ou CETIP S.A. - Blcão Orgnizdo de Ativos e Derivtivos). Contudo, tl registro poderá ser requerido, pr tender eventuis necessiddes opercionis do FI-FGTS, o que está sendo verificdo junto à CEF. As debêntures poderão ser custodids n Câmr Brsileir de Liquidção e Custódi - CBLC ou CETIP S.A. - Blcão Orgnizdo de Ativos e Derivtivos, ou em instituições utorizds à prestção de serviços de custódi pel Comissão de Vlores Mobiliários - CVM. 2. Delegr competênci o Presidente e o Diretor d Áre Finnceir do BNDES pr, em conjunto, respeitdos os critérios definidos nos itens cim, provr: i. o número de séries; ii quntidde de debêntures em cd série; iii. s dts de vencimento e o esquem de pgmento de juros e mortizção de principl de cd série, bsendo-se em um ds dus lterntivs constntes do nexo I, podendo hver dptções pr tendimento eventuis demnds do Comitê de Investimento do FI-FGTS; iv o mbiente de registro e custódi ds debêntures, se for o cso; 3. Delegr competênci o Diretor d Áre Finnceir do BNDES pr, respeitdos os critérios definidos nos itens cim, provr: i. o processo seletivo e posterior contrtção de quisquer gentes que se fçm necessários pr emissão (tis como: gente escriturdor, bnco mndtário e liquidnte), se ssim exigido pelo s u b s c r i t o r. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL LUIZ FERNANDO CARDOSO CHAVES Chefe de Deprtmento AF/DEJUR ANEXO I 1ª opção de fluxo finnceiro ds debêntures serem emitids pelo BNDES: - Objetivo: retrtr o fluxo finnceiro gregdo d crteir de projetos presentd à CEF. - Dt de Vencimento ds Debêntures: 15 de dezembro de 29 - Dt d primeir mortizção: 15 de junho de - Periodicidde d mortizção: semestrl - Periodicidde do pgmento de juros: mensl, prtir do primeiro di 15 do mês subseqüente à integrlizção de cd série - Prcels de mortizção: o sldo devedor de cd série deverá ser mortizdo em prestções semestris sucessivs, equivlentes à plicção dos percentuis seguir descritos, os quis form definidos com bse no recebimento esperdo dos finncimentos concedidos: D ATA CARTEIRA DE DEBÊNTURES P R O J E TO S Prcel do vlor Prcel de mortizção do sldo vlor nominl Percentul do totl d crteir de projetos ser devedor ds debêntures berto em cd tulizdo em recebid pelo BNDES dt de pgmento 15/06/ 1,43% 1,43% 0,00% 15/12/ 2,% 2,35% 98,57% 15 / 06 / 3,58% 3,71% 96,26% 15 / 12 / 3,94% 4,25% 92,69% 15/06/12 4,08% 4,59% 88,75% 15/12/12 4,08% 4,81% 84,67% 15/06/13 4,08% 5,06% 80,59% 15/12/13 4,07% 5,32% 76,52% 15/06/14 4,07% 5,62% 72,44% 15/12/14 4,07% 5,95% 68,37% 15/06/15 4,03% 6,27% 64,% 15/12/15 3,95% 6,55% 60,28% 15/06/16 3,94% 6,99% 56,33% 15/12/16 3,94% 7,52% 52,39% 15/06/17 3,93% 8, % 48,45% 15/12/17 3,77% 8,46% 44,52% 15/06/18 3,73% 9,14% 40,75% 15/12/18 3,72%,04% 37,03% 15/06/19 3,72%, 16 % 33,% 15/12/19 3,63% 12,27% 29,59% 15/06/ 3,53% 13,58% 25,96% 15/12/ 3,47% 15,48% 22,43% 15/06/ 2,92% 15,38% 18,96% 15/12/ 2,78% 17,% 16,04% 15/06/22 2,65% 19,95% 13,27% 15/12/22 2,12% 19,92%,62% 15/06/23 1,28% 15,09% 8,50% 15/12/23 1,03% 14,25% 7,22% 15/06/24 1,00% 16,% 6,19% 15/12/24 0,95% 18,34% 5,% 15/06/25 0,87%,41% 4,24% 15/12/25 0,87% 25,65% 3,38% 15/06/26 0,87% 34,49% 2,51% 15/12/26 0,55% 33,38% 1,64% 15/06/27 0,% 28,58% 1,% 15/12/27 0,22% 28,52% 0,78% 15/06/28 0,16% 28,57% 0,56% 15/12/28 0,16% 40,00% 0,40% 15/06/29 0,16% 66,67% 0,24% 15/12/29 0,08% 0,00% 0,08% TO TA L 0,00% - - 2ª opção de fluxo finnceiro ds debêntures serem emitids pelo BNDES: - Objetivo: considerr os seguintes przos médios de finncimento, de crênci e de mortizção d crteir de projetos presentd à CEF (sujeito dptções pr tendimento de eventuis demnds do Comitê de Investimentos do FI-FGTS), sber: - Przo médio de finncimento: 177 meses - Przo médio de crênci: 28 meses - Przo médio de mortizção: 149 meses - Vencimento ds Debêntures: 15 de setembro de 23. - Início d mortizção: 15 de junho de. - Início do pgmento de juros: 15 de junho de. - Periodicidde d mortizção: semestrl, exceto últim prcel, ser pg n dt de vencimento. - Periodicidde do pgmento de juros: semestrl, exceto últim prcel, ser pg n dt de vencimento. - Perfil de mortizção: s debêntures serão mortizds em prestções semestris sucessivs, com exceção d últim prcel, conforme esquem e percentuis de mortizção bixo descritos. O vlor de cd prcel de mortizção será clculdo plicndo-se os percentuis referidos sobre o vlor nominl tulizdo pel TR. D ATA A M O RT I Z A C A O PERCENTUAIS 15/12/08 Crênci Início 15/12/08 15/06/09 Crênci 0,00000% 15/12/09 Crênci 0,00000% 15/06/ Crênci 0,00000% 15/12/ Crênci 0,00000% 15 / 06 / Crênci té Abril/ 1,34228% 15 / 12 / Amortizção 4,02685% 15/06/12 Amortizção 4,02685% 15/12/12 Amortizção 4,02685% 15/06/13 Amortizção 4,02685% 15/12/13 Amortizção 4,02685% 15/06/14 Amortizção 4,02685% 15/12/14 Amortizção 4,02685% 15/06/15 Amortizção 4,02685% 15/12/15 Amortizção 4,02685% 15/06/16 Amortizção 4,02685% 15/12/16 Amortizção 4,02685% 15/06/17 Amortizção 4,02685% 15/12/17 Amortizção 4,02685% 15/06/18 Amortizção 4,02685% 15/12/18 Amortizção 4,02685% 15/06/19 Amortizção 4,02685% 15/12/19 Amortizção 4,02685% 15/06/ Amortizção 4,02685% 15/12/ Amortizção 4,02685% 15/06/ Amortizção 4,02685% 15/12/ Amortizção 4,02685% 15/06/22 Amortizção 4,02685% 15/12/22 Amortizção 4,02685% 15/06/23 Amortizção 4,02685% 15/09/23 Amortizção finl 2,01342% TO TA L 0% DECISÃO Nº 1.8, DE 16 DE DEZEMBRO DE 08 Interessdo: BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMEN- TO ECONÔMICO E SOCIAL - BNDES Assunto: Cptção de Recursos pelo BNDES junto o FI- FGTS por meio de emissão privd de debêntures simples Referênci: INFORMAÇÃO PADRONIZADA CONJUNTA AF/DEFIX nº 37/08 e AF/DECRI nº 19/08, de 16 de dezembro de 08 Endossndo o precer do Reltor, Diretori decidiu, por unnimidde lterr os itens 1.(iii) e 1.(vi) d Dec. nº Dir /08, de 17//08, que pssm vigorr conforme seguir: "1. (iii) espécie e grntis: s Debêntures serão d espécie sem grnti rel ou flutunte e sem preferênci (quirogrfári), com finç d União; (vi) dts de emissão e vencimento: s Debêntures terão como dt de emissão dt de ssintur d escritur. As dts de vencimento serão definids com bse no fluxo finnceiro dos projetos que venhm ser vinculdos às Debêntures, conforme nexo II." LUIZ FERNANDO CARDOSO CHAVES Chefe de Deprtmento AF/DEJU CONSELHO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL RESOLUÇÃO Nº 1, DE 13 DE JANEIRO DE 09 Dispõe sobre o przo de vigênci dos subitens relciondos no Prágrfo Primeiro d Resolução Conmetro nº 06/08, que vinculou norm ABNT NBR 15570:08 - Especificções Técnics pr Fbricção de Veículos com Crcterístics Urbns pr Trnsporte Coletivo de Pssgeiros o Decreto n.º 5.296/04 e sobre revogção d Resolução Conmetro n.º 01/93. O CONSELHO NACIONAL DE METROLOGIA, NOR- MALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - CONMETRO, usndo ds tribuições que lhe confere o rtigo 3º d Lei n.º 5.966, de de dezembro de 1973;
64 ISSN 1677-7042 1 Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 Considerndo o Decreto n.º 5.296, de 2 de dezembro de 04, regulmentdor d Lei n.º.048, de 8 de novembro de 00, e Lei n.º.098, de 19 de dezembro de 00, que prevê tução ds instituições e ds entiddes integrntes do Sistem Ncionl de Metrologi, Normlizção e Qulidde Industril - Sinmetro n elborção de norms técnics e no desenvolvimento de progrms de vlição d conformidde, voltds à cessibilidde de pessos com deficiênci ou mobilidde reduzid no trnsporte coletivo de pssgeiros; Considerndo que Norm ABNT NBR 14022:06 estbelece os prâmetros e critérios técnicos de cessibilidde serem observdos em todos os elementos do sistem de trnsporte coletivo de pssgeiros de crcterístics urbns, de cordo com os preceitos do desenho universl; Considerndo que Resolução Conmetro nº 14, de 06, "declr que o tendimento por prte ds empress fbricntes de veículos com crcterístics urbns, destindos o trnsporte coletivo de pssgeiros às especificções d Norm ABNT NBR 14022:06 configur observânci o estbelecido no rtigo 38 do Decreto n.º 5.296/04"; Considerndo que est mesm Resolução Conmetro "declr que, em obediênci o rtigo 38 do suprmenciondo Decreto, s empress fbricntes de todos os modelos e mrcs de veículos de trnsporte coletivo urbno de pssgeiros terão o przo de té vinte e qutro meses, contr d vlidde d Norm ABNT NBR 14022:06, pr fbricá-los cessíveis e disponíveis pr integrr frot opernte, de form grntir o seu uso por pessos com deficiênci ou mobilidde reduzid"; Considerndo que Norm ABNT NBR 14022:06 encontr-se à disposição dos segmentos interessdos, desde 16 de outubro de 06, qundo d su edição pel Associção Brsileir de Norms Técnics - ABNT, e que já se fbricm e circulm veículos cessíveis no Pís; Considerndo que ABNT elborou norm ABNT NBR 15570:08, no âmbito d Comissão de Estudo Especil pr Fbricção de Veículo Acessível e que o seu Projeto nº 00.001:64-00 trmitou em Consult Ncionl, de de novembro de 07 de jneiro de 08, conforme Editl n.º /07; Considerndo que norm ABNT NBR 15570:08 fz referênci às questões reltivs à cessibilidde prevists n Norm ABNT NBR 14022:06; Considerndo que norm ABNT NBR 15570:08 estbelece os requisitos pr fbricção de veículos com crcterístics urbns pr o trnsporte coletivo de pssgeiros e tuliz os requisitos estbelecidos no Regulmento Técnico de Crroçris de Ônibus Urbno - Pdronizção; Considerndo o estbelecido pel Resolução Conmetro n.º 06, de 16 de setembro de 08, que vinculou norm ABNT NBR 15570:08 - Especificções Técnics pr Fbricção de Veículos com Crcterístics Urbns pr Trnsporte Coletivo de Pssgeiros o Decreto n.º 5.296/04, e revogção d Resolução Conmetro n.º 01/93; Considerndo especilmente o disposto nos Prágrfos e 2º do rtigo d Resolução Conmetro n.º 06, de 16 de setembro de 08; Considerndo udiênci públic relizd com s prtes interessds, em 17//08, pr debter os itens dispostos no Prágrfo, do rtigo, d suprcitd Resolução; Considerndo os preceres do Inmetro, d Coordendori Ncionl pr Integrção d Pesso com Deficiênci, do Ministério ds Ciddes e do Coordendor d Comissão Especil de Estudos d ABNT que fundmentrm elborção d norm ABNT NBR 15570:08 e o debte relizdo n udiênci públic, conforme expresso e registrdo em t de reunião; resolve: Art. Determinr que s empress fbricntes de veículos com crcterístics urbns, destindos o trnsporte coletivo de pssgeiros, deverão tender, prtir do di de mrço de 09, os requisitos estbelecidos nos subitens 23.2.1 e 23.2.2 (vão livre mínimo ds ports de serviço); 23.5.1 (ltur de degrus); 28. (prfusos pr fixção do ssolho); 29.1 (corredor de circulção - lrgur livre pr miniônibus); e 23.3.4 (dispositivos de movimentção de ports de serviço - dimensão dos mncis), d norm ABNT NBR 15570:08 - Trnsporte - Especificções Técnics pr Fbricção de Veículos de Crcterístics Urbns pr Trnsporte Coletivo de Pssgeiros. Art.2º Determinr que pr o item 36.1.d, d norm ABNT NBR 15570:08, reltivo à inclinção máxim em operção pr rmp de cesso os veículos de piso bixo, será dmitid tolerânci de (um gru), equivlente proximdmente 1,8% (um ponto percentul e oito décimos), pr o dispositivo de trnsposição de fronteir (rmp) com comprimento menor ou igul 900 mm (novecentos milímetros). Prágrfo - Pr rmp com comprimento entre 900 mm e 1.800 mm, não hverá modificção nos vlores já tribuídos n norm ABNT NBR 15570:08. Prágrfo 2º - A tolerânci de (um gru) será dmitid té /12/09, qundo os vlores de inclinção já definidos n Tbel 13 e Figur 15 d norm ABNT NBR 15570:08 pssm ser de tendimento obrigtório. Art. 3º Determinr que eventuis tulizções ns norms ABNT NBR 14022:06 e ABNT NBR 15570:08 sejm incorpords pelos fbricntes de veículos com crcterístics urbns, destindos o trnsporte coletivo de pssgeiros, de form crcterizr o tendimento o Decreto 5296/04. Art. 4º Est Resolução entrrá em vigor n dt de su publicção no Diário Oficil d União. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS MIGUEL JORGE RESOLUÇÃO Nº 2, DE 13 DE JANEIRO DE 09 Dispõe sobre extensão de przo pr conclusão ds tividdes do Grupo de Trblho sobre Acesso Documentos Normtivos de Cráter Voluntário. O CONSELHO NACIONAL DE METROLOGIA, NOR- MALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - CONMETRO, usndo ds tribuições que lhe confere o Art. 3 o d Lei N. o 5.966, de de dezembro de 1973, Considerndo crição, trvés d Resolução Conmetro nº 04, de 06/05/08, do Grupo de Trblho, vinculdo o Conmetro, composto por representntes de seus comitês ssessores, pr estudr e emitir precer sobre s forms de cesso documentos normtivos brsileiros de cráter voluntário, e doção de documentos normtivos interncionis, citdos em documentos normtivos de cráter compulsório; Considerndo complexidde do tem e que o referido Grupo de Trblho chou pertinente ouvir o Conselho ntes de encminhr propost o que não permitiu conclusão de sus tividdes no przo estbelecido de 6 meses; resolve: Art. 1 o - Conceder przo té 15/03/09 pr que o Grupo de Trblho sobre Acesso Documentos Normtivos de Cráter Voluntário presente sus conclusões à Secretri-Executiv do Conmetro, com vists à precição do tem pelo Conselho em su 55ª reunião Ordinári, no di 15/04/09. Art. 2 o - Recomendr o Grupo de Trblho que proponh forms de remunerr ABNT nos csos em que norm sej distribuíd grtuitmente. MIGUEL JORGE INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL PORTARIA Nº, DE 13 DE JANEIRO DE 09 O PRESIDENTE DO INSTITUTO NACIONAL DE ME- TROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO, no uso de sus tribuições, conferids pelo prágrfo 3º do rtigo 4º d Lei n. 5.966, de de dezembro de 1973, e tendo em vist o disposto nos incisos II e III do rtigo 3 d Lei n. 9.933, de de dezembro de 1999, no inciso V do rtigo 18 d Estrutur Regimentl do Inmetro, provd pelo Decreto nº 6.275, de 28 de novembro de 07, e pel líne "" do subitem 4.1 d Regulmentção Metrológic provd pel Resolução n., de 12 de outubro de 1988, do Conselho Ncionl de Metrologi, Normlizção e Qulidde Industril - Conmetro, Considerndo s disposições contids n Portri Inmetro nº 371, de 28 de setembro de 07, que estbelece s condições mínims que devem stisfzer os sistems de medição centrlizd, dorvnte denomindos sistems distribuídos de medição de energi elétric; Considerndo necessidde de implementr o controle metrológico dos softwre pr sistems distribuídos de medição de energi elétric; Considerndo os requisitos de softwre descritos n Norm WELMEC 7.2: Softwre Guide - Mesuring Instruments Directive 04/22/EC, Mio 08), bem como no Documento Interncionl d Orgnizção Interncionl de Metrologi Legl - OIML D/08: Generl Requirements of Softwre Controlled Mesuring Instruments, resolve: Art. Aprovr o Regulmento Técnico Metrológico, nexo à presente Portri, estbelecendo s condições mínims que deverão stisfzer os softwre pr sistems distribuídos de medição de energi elétric pr uso em uniddes consumidors. Art. 2º Estbelecer s seguintes crcterístics funcionis pr o dispositivo indicdor, dorvnte denomindo dispositivo mostrdor, instldo no locl d unidde consumidor que forneç totlizção de consumo de energi elétric: ) Tmnhos dos dígitos: ltur dos dígitos ds grndezs e códigos identificdores presentdos no mostrdor, não deve ser inferior 5,0 mm e lrgur não deve ser inferior 2,50 mm. b) Quntidde de dígitos: deve ter quntidde de dígitos suficiente no mostrdor pr tender o requisito específico estbelecido no Regulmento Técnico Metrológico, nexo à presente Portri. Art. 3º Estbelecer pr o cálculo de consumo de energi elétric resolução mínim de 0 wtts-hors (Wh). Art. 4º Determinr que infringênci quisquer dispositivos d presente Portri sujeitrá os infrtores às penliddes prevists no rtigo 8º d Lei nº 9.333, de de dezembro de 1999. Art. 5º Est Portri entrrá em vigor n dt de su publicção no Diário Oficil d União. JOÃO ALZIRO HERZ DA JORNADA ANEXO REGULAMENTO TÉCNICO DE SOFTWARE 1. OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO 1.1 Este Regulmento estbelece os requisitos técnicos de softwre pr sistems distribuídos de medição de energi elétric (SDMEE) pr uso em uniddes consumidors. 1.2 Pr efeito de plicção deste Regulmento, o SDMEE lvo é composto por todos os elementos envolvidos n cptur, processmento e publicção do resultdo (dispositivo mostrdor) o usuário finl (consumidor). 1.3 Os elementos do SDMEE diretmente envolvidos ou que de lgum form interfirm nos processos de cptur, processmento e publicção do resultdo o usuário finl, são ditos "leglmente relevntes" e devem tender n totlidde o conjunto de requisitos contidos neste Regulmento. 1.4 As Figurs 1 e 2 exemplificm s dus diferentes configurções rquiteturis possíveis do SDMEE com seus respectivos elementos considerdos leglmente relevntes destcdos por linh pontilhd. Os demis elementos não contidos no interior do espço pontilhdo não são considerdos leglmente relevntes por não envolverem diretmente, ou interferirem de lgum form, nos processos de cptur, processmento e publicção do resultdo o usuário finl. Figur 1 Figur 2 1.5 Tods s evidêncis pr o convencimento qunto o cumprimento dos requisitos estbelecidos no presente Regulmento devem ser provids pelo fbricnte. 2. TERMINOLOGIA 2.1 Leglmente relevnte Softwre/hrdwre/ddos que interferem nos requisitos regulmentdos pel metrologi legl, por exemplo, extidão de medição, ou no correto funcionmento do referido sistem. É de responsbilidde d utoridde ncionl encrregd d regulmentção de metrologi legl especificr qul softwre/hrdwre/ddos é considerdo leglmente relevnte. 2.2 Interfce de comunicção Qulquer tipo de interfce que hbilite trnsferênci de informções entre os componentes dos sistems de medição (óptic, rádio, eletrônic, etc). 2.3 Autenticção Comprovção d identidde declrd/legd de um usuário, processo ou dispositivo. 2.4 Integridde Grnti de que os ddos/softwre/prâmetros não form lterdos durnte o uso, repro, mnutenção, trnsferênci ou rmzenmento sem que hj utorizção. 2.5 Confidencilidde Grnti de que os ddos/prâmetros não form divulgdos à pessos físics ou jurídics ou processos sem utorizção durnte o uso, repro, mnutenção, trnsferênci ou rmzenmento. 2.6 Disponibilidde Grnti de que os ddos/softwre/prâmetros/sistem estão disponíveis os processos ou pessos jurídics utorizds qundo solicitdos. 2.7 Atque Qulquer ção não utorizd que poss comprometer segurnç dos ddos/prâmetros/softwre/ sistem. 2.8 Crg (downlod) Processo de trnsferênci utomátic de softwre pr o sistem distribuído de medição usndo qulquer meio proprido locl ou remoto. 2.9 Identificdor de softwre Seqüênci de crcteres legíveis tribuíd univocmente um softwre. 2. Interfce de usuário Permite troc de informções entre o usuário humno e o sistem distribuído de medição, ou seus componentes de hrdwre e softwre.
Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 1 65 ISSN 1677-7042 2. Vlidção Confirmção trvés de nálise e gerção de evidêncis objetivs que os requisitos específicos de uso form stisfeitos integrlmente. 2.12 Hsh Função mtemátic que mpei vlores de um bloco de ddos em um número de tmnho fixo e reduzido (código hsh), com s seguintes proprieddes: (i) mudnç em qulquer bit de um bloco de ddos implic em um código hsh diferente; (ii) não é viável prtir de um código hsh retornr o bloco de ddos originl; (iii) não é viável encontrr dois blocos que gerem o mesmo código hsh. 2.13 Assintur digitl Código univocmente tribuído um rquivo de texto/ddos/softwre de form provr su integridde e utenticidde qundo d trnsmissão ou rmzenmento. Usulmente um ssintur digitl é gerd em dus etps: (i) clcul-se inicilmente o código hsh do rquivo; (ii) codific-se este código usndo um chve privd. 3. REQUISITOS P: SOFTWARE EMBARCADO PARA SISTEMAS DE MEDIÇÃO Sistems de medição do tipo P são queles que fzem uso de um softwre embrcdo, de cordo com s seguintes considerções: ) Todo o softwre plictivo foi desenvolvido pr medição, incluindo s funções sujeits o controle metrológico legl, ssim como s restntes; b) O softwre é projetdo e trtdo como um todo, menos que exist um seprção de softwre conforme os requisitos descritos no item 5 (requisitos S - Seprção de softwre); c) A interfce do usuário é dedicd à plicção de medição; d) Não existe um sistem opercionl pr comprtilhmento dos recursos computcionis com outros usuários; e) O softwre e o seu mbiente são invriáveis: não existem meios disponíveis pr se lterr o softwre leglmente relevnte; crg de softwre só é permitid qundo os requisitos descritos no item 6 (requisitos tipo D - Downlod de softwre leglmente relevnte) forem tendidos; f) Interfces pr trnsmissão dos ddos ds medições trvés de redes de comunicção são permitids desde que tendm os requisitos de 3.5(Influênci d interfce de comunicção no SD- MEE). 3.1 Os requisitos do tipo P são divididos em: ) Documentção; b) Identificção do softwre; c) Influênci d interfce do usuário no SDMEE; d) Influênci d interfce de comunicção no SDMEE; e) Proteção contr mudnçs cidentis/não-intencionis; f) Proteção contr mudnçs intencionis; g) fproteção dos prâmetros. 3.2 Documentção Além d documentção específic necessári pr vlição dos demis requisitos descritos n totlidde deste documento, o regulmento deve bsicmente incluir: ) Descrição rquiteturl e código fonte comentdo de todo o softwre leglmente relevnte; b) Descrição d extidão dos lgoritmos de medição (cálculo e rredondmentos dos resultdos); c) Descrição d interfce do usuário, menus e diálogos (se existir); d) Identificção inequívoc do softwre; e) Descrição do sistem de hrdwre, que contemple: topologi, digrm de blocos, tipo de processdor, e tipo de rede; f) Mnul opercionl. 3.3 Identificção do softwre Os softwres leglmente relevntes devem ser clrmente identificdos. A identificção do softwre deve ser indissoluvelmente ligd o softwre. Deve ser presentd sob comndo ou utomticmente durnte operção do SDMEE. 3.3.1 Requisitos técnicos ) Cd mudnç no softwre definido como leglmente relevnte deverá ser vlid e provd pelo Inmetro e possuir um novo identificdor. b) O identificdor de softwre deve ter um estrutur que identific clrmente s versões que necessitm de vlição e provção e quels que não precism. 3.3.2 Documentção exigid A documentção deve descrever os identificdores de softwre, form como form cridos, como os identificdores estão indissoluvelmente ligdos os softwres, como os identificdores podem ser cessdos pr visulizção e como estão estruturdos de form diferencir entre s versões que requerem ou não provção ds lterções. 3.4 Influênci d interfce do usuário no SDMEE Nenhum dos comndos gerdos trvés d interfce d distribuidor de energi elétric deve influencir o softwre leglmente relevnte, nem os ddos ds medições, de form não previst n descrição presentd no processo de provção de modelo. 3.4.1 Requisitos técnicos ) Os comndos podem ser disprdos trvés de um únic tução de um tecl ou por um seqüênci de tuções relizds mnulmente. b) Deve hver um tribuição unívoc e não mbígu de cd comndo e de su função ou do procedimento de mudnç de ddos. c) O cionmento ds tecls que não são explicitmente declrds e documentds como comndos não pode ter qulquer efeito sobre s funções do sistem ou medições. 3.4.2 Documentção exigid ) Um list complet de todos os comndos existentes junto com um declrção de completude. b) Um descrição do significdo de cd comndo e seus efeitos ns funções e ddos do sistem. c) Descrição dos procedimentos relizdos pr vlidr completude dos comndos. d) Descrição dos ensios relizdos pr provr funcionlidde declrd dos comndos. 3.5 Influênci d interfce de comunicção no SDMEE Comndos introduzidos trvés de interfces de comunicção do SDMEE não devem influencir o softwre leglmente relevnte ou os ddos ds medições, de form não previst n descrição presentd no processo de provção de modelo. 3.5.1 Requisitos técnicos ) Deve existir um tribuição unívoc e não mbígu de cd comndo pr um função ou um lterção de ddos. b) Sinis ou códigos que não são declrdos e documentdos como comndos não podem ter qulquer efeito sobre s funções e os ddos do sistem. c) Comndos podem ser um seqüênci de sinis (elétricos, ópticos, eletromgnéticos), cnis de entrd ou códigos de protocolos de trnsmissão de ddos. d) Est exigênci plic-se pens em interfces que não estão selds. 3.5.2 Documentção exigid ) Um list complet de todos os comndos juntmente com um declrção de completude. b) Um descrição do significdo de cd comndo e o seu efeito sobre s funções e os ddos do SDMEE. c) Os procedimentos empregdos pr vlidr completude dos comndos documentdos. d) Descrição dos ensios relizdos pr provr funcionlidde declrd dos comndos. 3.6 Proteção contr mudnçs cidentis ou não intencionis Os softwres leglmente relevntes e os ddos de medição devem ser protegidos contr modificções cidentis ou não intencionis. 3.6.1 Os possíveis motivos pr modificções cidentis e não intencionis são: ) Influêncis físics imprevisíveis - O rmzenmento dos ddos ds medições deve ser protegido contr corrupção ou supressão n presenç de um flhs ou, lterntivmente, flh (erro) deve ser detectável. b) Efeitos cusdos por funções de usuário - A confirmção deve ser exigid ntes de suprimir ou lterr os ddos. c) Defeitos residuis do softwre - Devem ser tomds medids dequds pr proteger os ddos de mudnçs não intencionis que possm ocorrer trvés de um projeto incorreto ou erros de progrmção, por exemplo, verificções d plusibilidde. 3.6.2 Documentção exigid A documentção deve mostrr s medids que form tomds pr proteger o softwre/ddos contr lterções não intencionis. 3.7 Proteção contr mudnçs intencionis Os softwres leglmente relevntes devem ser protegidos contr modificções, crgs e substituição (swpping) de memóri. 3.7.1 Requisitos técnicos ) Sistem sem interfce: deve-se grntir que o gbinete do sistem sej seguro (inviolável), ou que memóri físic não poss ser removid sem utorizção. b) Sistem com interfce: interfce deve conter pens funções pssíveis de serem exminds. c) Os ddos são considerdos suficientemente protegidos se forem processdos pens por softwre leglmente relevnte. Cso hj necessidde de lterção de softwre que não sej leglmente relevnte, depois d vlição e provção por prte do Inmetro, os requisitos do tipo 'S', definidos no item 5, devem ser tendidos. 3.7.2 Documentção exigid A documentção deve fornecer grntis de que o softwre leglmente relevnte não pode ter modificções indmissíveis, sendo que s medids de proteção tomds contr mudnçs intencionis devem estr destcds no código fonte. 3.8 Proteção dos prâmetros Os prâmetros que fixm s crcterístics leglmente relevntes do sistem distribuído de medição devem ser protegidos contr modificções não utorizds. 3.8.1 Requisito técnico Prâmetros específicos de modelo são idênticos pr todos os exemplres do mesmo modelo e são, em gerl, prte do código do progrm. Além disso, devem stisfzer os requisitos descritos no subitem 3.7. 3.8.2 Documentção exigid Descrição de todos os prâmetros legis pertinentes, incluindo: ) vlores nominis e mrgens de vrição; b) onde são rmzendos; c) como podem ser visulizdos; d) como são protegidos; e) qundo (se ntes ou depois d vlição e provção pelo Inmetro). 4. REQUISITOS T: TRANSMISSÃO DOS DADOS ATRA- VÉS DE REDES DE COMUNICAÇÃO O conjunto de requisitos T se plic pens qundo o sistem utiliz internmente um rede de comunicção pr trnsmitir e receber ddos ds medições que são leglmente relevntes. O conjunto de requisitos pr trnsmissão dos ddos vi rede são: ) Completude dos ddos trnsmitidos; b) Proteção contr mudnçs cidentis ou não intencionis; c) Integridde dos ddos; d) Autenticidde dos ddos trnsmitidos; e) Confidencilidde ds chves; f) Mnipulção de ddos corrompidos; g) Atrso de trnsmissão; h) Disponibilidde dos serviços de trnsmissão. 4.1 Completude dos ddos trnsmitidos Os ddos trnsmitidos devem incluir tods s informções necessáris à presentção ou processmento d medição no dispositivo receptor. 4.1.1 Requisitos técnicos O conteúdo metrológico dos ddos trnsmitidos é composto de: ) um ou mis vlores de medição n resolução corret; b) unidde de medid; c) um informção temporl; d) identificção do ponto d medição. 4.1.2 Documentção exigid Descrição de todos os cmpos ds uniddes de ddos trnsmitids. 4.2 Proteção contr mudnçs cidentis ou não intencionis Os ddos trnsmitidos devem ser protegidos contr mudnçs cidentis ou não intencionis. Alterções cidentis de ddos são cusds por fenômenos físicos, e mudnçs não intencionis são cusds pelo usuário do sistem. 4.2.1 Requisito técnico Devem ser providencidos meios pr detecção de erros de trnsmissão. 4.2.2 Documentção exigid ) Descrição do lgoritmo de checksum (se utilizdo), incluindo o comprimento do polinômio gerdor. b) Descrição do método lterntivo (se for o cso, ex: hsh). 4.3 Integridde dos ddos trnsmitidos Os ddos leglmente relevntes trnsmitidos devem ter su integridde verificd e somente podem ser usdos se est for consttd. 4.3.1 Documentção exigid Descrição do método de verificção de integridde. 4.4 Autenticidde dos ddos trnsmitidos Deve ser possível verificr utenticidde e tribuição dos vlores de medição um determindo ponto de medição n recepção dos ddos. 4.4.1 Requisitos técnicos ) É necessário identificr origem, sem mbigüidde, dos ddos de medição trnsmitidos. b) Pr fzer frente os possíveis trsos d trnsmissão dos ddos, é necessário que o instnte d medição sej registrdo junto o vlor d medição. c) Pr grntir utenticidde não é necessário criptogrfr os ddos. 4.4.2 Documentção exigid Descrição dos mecnismos (TI) que grntem corret tribuição do vlor de um medição um medidor específico. 4.5 A confidencilidde ds chves As chves criptográfics (e ddos correltos), cso sejm utilizds, devem ser trtds como ddos leglmente relevntes e devem ser mntids em segredo e protegids pr que não sejm corrompids. 4.5.1 Requisito técnico A proteção deve cobrir tenttivs de mudnçs intencionis prtir de tques. 4.5.2 Documentção exigid Descrição dos principis mecnismos de mnipulção e gerênci ds chves pr mntê-ls secrets. 4.6 Mnipulção de ddos corrompidos Os ddos que são detectdos como corrompidos não devem ser utilizdos. 4.6.1 Documentção exigid ) Descrição do mecnismo de detecção de erros de trnsmissão ou mudnçs intencionis. b) Descrição dos mecnismos usdos pr mnipulção dos ddos corrompidos. 4.7 Atrso de trnsmissão Um medição não pode ser influencid pel comunicção. 4.7.1 Requisitos técnicos O fbricnte deve grntir que, mesmo sob s piores condições do meio de comunicção (lto tráfego por exemplo), mesm não invlidrá s medições. 4.7.2 Documentção exigid Descrição de como medição é protegid contr tução dos dispositivos de comunicção e do processmento decorrente destes. 4.8 Disponibilidde dos serviços de trnsmissão Mesmo que os serviços de rede de comunicção se tornem indisponíveis, não deve hver perd de ddos ds medições, e o dispositivo mostrdor instldo no consumidor deve sinlizr tl situção. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL
66 ISSN 1677-7042 1 Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 4.8.1 Requisito técnico O usuário do sistem distribuído de medição não deve ser cpz de corromper ddos ds medições em função d supressão d trnsmissão. O sistem distribuído de medição deve ser cpz de lidr com problems de trnsmissão. 4.8.2 Documentção exigid Descrição dos procedimentos de proteção contr interrupção d trnsmissão ou outros erros. 5. REQUISITOS S: SEPARAÇÃO DE SOFTWARE Os SDMEE controldos por softwre podem ter funcionliddes complexs e conter módulos que são leglmente relevntes e módulos que não são. A seprção de softwre é um metodologi que permite o fbricnte modificr fcilmente o softwre que não é leglmente relevnte. Os requisitos de seprção de softwre são: ) Relizção d seprção de softwre; b) Apresentção comprtilhd; c) Interfce de softwre protetor. 5.1 Relizção d seprção de softwre Deve hver um prte do softwre que contém todos os módulos e prâmetros leglmente relevntes, clrmente seprd dos outros componentes de softwre. 5.1.1 Requisitos técnicos ) Pertencem o softwre leglmente relevnte, no cso de seprção de bixo nível, tods s uniddes de progrm (sub-rotins, procedimentos, funções, clsses) e, no cso de seprção de lto nível, todos os progrms e bibliotecs que contribuem pr: - o cálculo de medição de vlores ou que tenhm um impcto sobre o mesmo; - funções uxilires como exibição de ddos, segurnç de ddos, rmzenmento de ddos, identificção de softwre, crg de softwre, trnsmissão ou rmzenmento de ddos, checgem ou rmzenmentos dos ddos recebidos. b) Pertencem o softwre leglmente relevnte tods s vriáveis, rquivos temporários e os prâmetros que tenhm impcto sobre os vlores d medição ou funções leglmente relevntes, ou ind, ddos. c) Os componentes d interfce de softwre protetor (ver 5.3) são prte do softwre leglmente relevnte. d) O softwre leglmente não relevnte inclui s uniddes de progrm restntes e os ddos ou prâmetros não incluídos ns ctegoris nteriores. Modificções est prte são permitids desde que os requisitos de seprção de softwre sejm observdos. 5.1.2 Documentção exigid Descrição de todos os componentes descritos cim que pertencem o softwre leglmente relevnte. A corret implementção d seprção de softwre deve estr demonstrd n documentção. 5.2 Apresentção comprtilhd Informções dicionis gerds pelo softwre que não é leglmente relevnte só podem ser exibids (ou impresss) cso els não possm ser confundids com s informções que se originm prtir d prte leglmente relevnte. 5.2.1 Documentção exigid ) Descrição do softwre que reliz presentção. b) Descrição de como presentção d informção leglmente relevnte é feit, sendo que existênci de presentção comprtilhd deve ser explicitmente documentd. 5.3 Interfce de softwre protetor A troc de ddos entre os softwres leglmente relevntes e não relevntes deve ser relizd trvés de um interfce protetor que brnj tods s interções e fluxos de ddos. 5.3.1 Requisitos técnicos ) Quisquer interções e fluxos de ddos não devem influencir de form indmissível o softwre leglmente relevnte, incluindo o comportmento dinâmico do processo de medição. b) Deve hver um tribuição inequívoc de cd comndo envido trvés d interfce de softwre pr um função ou um lterção de ddos do softwre leglmente relevnte. c) Códigos e ddos que não são declrdos e documentdos como comndos não devem ter nenhum efeito sobre o softwre leglmente relevnte. d) A interfce deve ser completmente documentd e quisquer outrs interções/fluxo de ddos não documentds não devem ser relizds nem pelo progrmdor do softwre leglmente relevnte, nem pelos progrmdores do softwre não relevnte. 5.3.2 Documentção exigid ) Descrição d interfce do softwre. b) Um list complet de todos os comndos juntmente com um declrção de completude. c) Um descrição dos comndos e os seus efeitos sobre s funções e os ddos do SDMEE. 6. REQUISITOS TIPO D: CARGA DE SOFTWARE LE- GALMENTE RELEVANTE Os requisitos do tipo 'D' devem ser utilizdos pr possibilitr crg (downlod) de softwre leglmente relevnte. A crg de softwre leglmente não relevnte não está sujeit estes requisitos. O conjunto de requisitos pr crg de softwre leglmente relevnte consiste de: ) Mecnismo de crg (downlod); b) Autenticção do softwre crregdo remotmente; c) Integridde do softwre crregdo; d) Rstrebilidde do softwre crregdo; e) Permissão pr crg. 6.1 Mecnismo de crg (downlod) A crg e subsequente instlção de softwre devem ser utomátics e devem grntir o não comprometimento do mbiente de proteção do softwre no finl do processo. 6.1.1 Requisitos técnicos ) O procedimento de crg deve ser utomático visndo ssegurr que o nível de proteção existente não sej comprometido. b) O dispositivo lvo deve ter um softwre leglmente relevnte permnentemente residente e invriável, com tods s funções necessáris pr verificr os requisitos definidos nos subitens '6.2' '6.5'. c) O dispositivo deve ser cpz de detectr um flh de crg ou instlção, gerndo um sinlizção do ocorrido. Se crg ou instlção frcssr, ou se for interrompid, o estdo inicil do sistem não deve ser fetdo. Cso não sej possível, o sistem deve exibir um mensgem de erro permnente e o seu funcionmento metrológico deve ser impedido, té que o erro sej corrigido. d) No cso de um instlção bem sucedid, tods s forms de proteção devem ser resturds pr o seu estdo originl, menos que o softwre crregdo tenh devid utorizção pr lterá-ls. e) Durnte crg e instlção de novo softwre s funções de medição do sistem devem ser impedids, cso não possm ser completmente grntids. f) Mesmo que os requisitos definidos nos subitens '6.2' '6.5' não possm ser cumpridos, ind sim é possível fzer crg d prte do softwre leglmente não relevnte, desde que s seguintes exigêncis sejm cumprids: - exist um clr seprção entre o softwre leglmente relevnte e o não relevnte, de cordo com os requisitos do item 5 (Requisitos S - Seprção de softwre); - tod prte do softwre leglmente relevnte sej permnente e invriável, isto é, não poss ser crregd ou lterd sem quebr de um selo. 6.1.2 Documentção exigid A documentção deve descrever: o processo utomático d crg, o processo de verificção e instlção, como o nível de proteção é grntido no finl, e o que contece qundo ocorre um flh. 6.2 Autenticção do softwre crregdo remotmente Devem ser empregdos meios pr grntir utenticidde do softwre crregdo, e pr indicr que este softwre foi previmente vlido e provdo. 6.2.1 Requisitos técnicos ) Antes d utilizção do softwre crregdo, o SDMEE deve verificr utomticmente se: - o softwre é utêntico (e não um frude); - o softwre é provdo pr esse tipo de sistem distribuído de medição. b) Os meios pelos quis o softwre identific su utorizção prévi devem ser protegidos pr evitr flsificção. 6.2.2 Documentção exigid A documentção deve descrever como: ) A utenticidde d identificção do softwre é grntid; b) A utenticidde d provção prévi é grntid; c) É grntido que o softwre crregdo foi provdo pr o tipo de SDMEE em questão. 6.3 Integridde do softwre crregdo Devem ser empregdos meios pr grntir que o softwre tenh su integridde verificd e somente poss ser usdo se est for consttd. 6.3.1 Documentção exigid A documentção deve descrever form como integridde do softwre é grntid. 6.4 Rstrebilidde do softwre crregdo Devem ser grntidos por meios técnicos propridos que todos os softwres crregdos são devidmente identificdos e registrdos no sistem distribuído de medição, pr fins de controle posteriori. 6.4.1 Requisitos técnicos Os procedimentos e registros responsáveis pel rstrebilidde são prte do softwre leglmente relevnte e devem ser protegidos como tl. 6.4.2 Documentção exigid A documentção deve: ) Descrever form como rstrebilidde é implementd e protegid; b) Demonstrr como s crgs de softwre são rstreds. 6.5 Permissão pr crg Deve ser grntido por meios técnicos que o softwre só poss ser crregdo com permissão explícit d distribuidor de energi elétric proprietári do SDMEE. 6.5.1 Requisitos técnicos ) Depois que um sistem distribuído de medição tenh sido posto em serviço, distribuidor de energi elétric é responsável por controlr permissão de crg. Este requisito grnte que o fbricnte não poss lterr o softwre leglmente relevnte do SDMEE sem o consentimento explícito d distribuidor. b) O meio pelo qul distribuidor de energi elétric proprietári exprime su permissão é prte do softwre leglmente relevnte e deve ser protegido como tl. Su permissão é necessári por "defult" menos que se estbeleç em contrário. c) A disponibilidde do dispositivo pr crg deve ser indicd pr distribuidor de energi elétric. 6.5.2 Documentção exigid A documentção deve descrever os meios técnicos pelos quis o processo de crg consider permissão d distribuidor de energi elétric. 7. AUTO-DIAGNÓSTICO DE FALHAS O softwre deve ser cpz de dignosticr um estdo de mu funcionmento. 7.1 Documentção exigid ) Descrição do mecnismo de dignóstico de flhs e qundo ele é invocdo; b) Descrição dos testes relizdos pelo fbricnte. 7.2 Cópis de segurnç (bckup) Deve hver um mecnismo que prevej cópis periódics dos ddos leglmente relevntes, tis como os resultdos de medição e o 'sttus' tul dos processos, de form possibilitr um posterior recuperção do sistem distribuído de medição pós um mu funcionmento. Esses ddos devem ser slvos em mídi não-volátil. 7.2.1 Requisitos técnicos A freqüênci de tulizção ds cópis de segurnç deve ser comptível com o mecnismo de dignóstico de flhs. 7.2.2 Documentção exigid Um descrição dos ddos com cópi, um descrição d freqüênci de tulizção e o cálculo usdo pr justificr est freqüênci. 8. ADEQUAÇÃO DO DISPOSITIVO MOSTRADOR (DIS- P L AY ) 8.1 O dispositivo mostrdor eletrônico ou eletromecânico deve ser cpz de registrr, prtindo do zero, por um tempo mínimo de 50h, energi correspondente à máxim corrente n mior tensão nominl e ftor de potênci unitário. 8.2 O tempo máximo de tulizção permitido pr cd kwh consumido é de 1min. 8.3 O dispositivo mostrdor deve ser cpz de exibir s informções requerids no subitem 4.1.1. 8.4 Documentção exigid Documentção referente à form de prmetrizção ds informções presentds pel interfce do usuário finl (dispositivo mostrdor). Por exemplo: número de dígitos, resolução, tempo de presentção, etc. 9. COMPORTAMENTO DINÂMICO O softwre que não é leglmente relevnte não pode influencir negtivmente no comportmento dinâmico de um processo de medição. Isso signific que, cso hj um comprtilhmento de recursos de processmento, o softwre leglmente relevnte deve sempre ter disponibilidde necessári pr o seu bom funcionmento (ex. prioridde superior o softwre não relevnte). 9.1 Requisitos técnicos ) Este requisito plic-se em complemento os requisitos definidos em 5.1, 5.2 e 5.3 de seprção de softwre. b) Esse requisito dicionl grnte que, pr plicções em tempo rel de medidores, o comportmento dinâmico do softwre leglmente relevnte não é influencido por softwre leglmente não relevnte, ou sej, os recursos do softwre leglmente relevnte não podem ser lterdos de form não dmitid pel prte não relevnte. 9.2 Documentção exigid ) Descrição d hierrqui de interrupção. b) Digrm temporl ds trefs de softwre. Limite de tempo de execução destindo às trefs leglmente não relevntes.. REQUISITOS DE VALIDAÇÃO DO SOFTWARE Deve-se enumerr s técnics usds pr vlidção do softwre, junto com o resultdo dos testes implementdos. Esper-se como resultdos dest fse de vlidção errdicção de erros previsíveis como: extrpolção dos limites de entrd/síd e divisão por zero.. CAPACIDADE DE CARGA DE PROCESSAMENTO Todos os elementos constituintes do sistem distribuído de medição de energi elétric (SDMEE) de uso comprtilhdo (concentrdores, redes de comunicção) devem ser dimensiondos em função dos instntes de mior crg. Todos os cálculos que comprovem cpcidde de comprtilhmento devem ser fornecidos. SECRETARIA DE COMÉRCIO EXTERIOR COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS PORTARIA Nº 1, DE 14 DE JANEIRO DE 09 O SECRETÁRIO DE COMÉRCIO EXTERIOR DO MI- NISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉR- CIO EXTERIOR, no uso ds tribuições que lhe form conferids pelo rt. 15, do Anexo I o Decreto nº 6.9, de 18 de setembro de 07, Considerndo necessidde de modernizção e mplição d estrutur portuári ncionl; Considerndo que os terminis portuários são intensivos utilizdores de guindstes utopropelidos sobre pneumáticos, ciondos por motor diesel, com lnç telescópic, próprios pr elevção, trnsporte e rmzengem de contêineres de ' e 40' (rech stcker), clssificdos no item 8426.41.90 d Nomencltur Comum do Mercosul; Considerndo impossibilidde de tendimento doméstico d demnd do setor portuário pelos referidos guindstes, em rzão de processo de modernizção e perfeiçomento do prque d indústri ncionl produtor dos equipmentos d espécie, cuj consecução está estimd em 6 (seis) meses - início em 02/01/09 e término em 01/07/09, resolve: Art. O rt. 35 d Portri SECEX nº 25, de 27 de novembro de 08, pss vigorr com seguinte redção: "Art. 35... No exme e no preenchimento d LI, deverão ser observdos os seguintes procedimentos:
Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 1 67 ISSN 1677-7042 I - o exme d LI não utomátic está centrlizdo no DE- CEX; e II - Fich de Negocição, no registro d LI não utomátic, deverá ser preenchid, nos cmpos bixo, d seguinte form: ) regime de tributção/ código 5; e b) regime de tributção/ fundmento legl: 79. 2º Até o przo de 30 de junho de 09, será considerdo stisfeito o requisito de inexistênci de similr ncionl, com fulcro no rt. 190, III, do Decreto nº 4.543, de 02, pr efeito de deferimento ds licençs de importção não utomátics referentes à importção de guindstes utopropelidos sobre pneumáticos, ciondos por motor diesel, com lnç telescópic, próprios pr elevção, trnsporte e rmzengem de contêineres de ' e 40' (rech stcker), clssificdos no item 8426.41.90 d NCM. 3º As licençs de importção que se refere o 2º terão przo de vlidde de 90 dis, não cbendo possibilidde de prorrogção previst no rt. 19, 2º, dest Portri" (NR). Art. 2º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. WELBER BARRAL Vlor provdo pr cptção: R$ 173.553,38 Período de Cptção: 09/01/09 té /12/09 2 - Processo: 58000.005458/08-09 Proponente: Instituto Emerson Fittipldi Título: Cop do Mundo de Automobilismo Registro/ ME: 02SP349508 Mnifestção Desportiv: Desporto de Rendimento CNPJ: 02.339.999/0001-23 Cidde: São Pulo - UF: SP Vlor provdo pr cptção: R$ 15.289.307,56 Período de Cptção: 09/01/09 té 30/06/09 SUPERINTENDÊNCIA DA ZONA FRANCA DE MANAUS PORTARIA Nº 237, DE 29 DE MAIO DE 08 A SUPERINTENDENTE DA SUPERINTENDÊNCIA DA ZONA FRANCA DE MANAUS, no uso de sus tribuições legis e, CONSIDERANDO os termos do Precer Técnico de Projeto N.º 91/08 - SPR/CGPRI/COAPI, d Superintendênci d Zon Frnc de Mnus - SUFRAMA, submetido o Conselho de Administrção d SUFRAMA em su 232ª Reunião Ordinári, relizd em 29 de bril de 08; CONSIDERANDO que o projeto reltivo o Precer cim menciondo foi enqudrdo pelo Conselho de Administrção d SU- FRAMA nos termos d Resolução nº 2, de 17 de mio e 06, Art., prágrfo, e que empres presentou documentção reltiv à su regulridde jurídico fiscl no przo estipuldo, resolve: Art. APROVAR o projeto industril de IMPLANTAÇÃO d empres AMAZON FLAVORS - CONCENTRADOS E CORANTES PARA BEBIDAS LTDA., n Zon Frnc de Mnus, n form do Precer Técnico de Projeto Nº 91/08 - SPR/CGPRI/COAPI, pr produção de CORANTE CARAMELO PARA BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS e CONCENTRADO PARA BEBIDAS NÃO ALCOÓ- LICAS. Art. 2º ESTABELECER, pr o produto CORANTE CARAMELO PARA BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS, fruição dos incentivos previstos nos rtigos 7º e 9º do Decreto-lei n 288, de 28 de fevereiro de 1967 e legislção posterior e pr o produto CONCENTRADO PARA BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS, os incentivos previstos nos rtigos 7º e 9º do Decreto-lei n 288, de 28 de fevereiro de 1967, e Art. 6º do Decreto-lei nº 1.435, de 16 de dezembro de 1975 e legislção posterior; Art. 3º DEFINIR que redução d líquot do Imposto de Importção (II) reltivo às mtéris-prims, mteriis secundários e de emblgem, componentes e outros insumos de origem estrngeir, utilizdos n fbricção do produto CONCENTRADO PARA BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS, será de 88% (oitent e oito por cento), conforme prágrfo 4º do Art. 7º do Decreto-lei N.º 288/67, com redção dd pel Lei N.º 8.387/91. Art. 4º ESTABELECER pr os produtos constntes do Art. 1 dest Portri os seguintes limites nuis de importção de insumos: Discriminção Vlor em US$ 1.00 ANO 2º ANO 3º ANO CONCENTRADO PARA BEBIDAS NÃO 5,933,505 8,306,907, 867, 0 ALCOÓLICAS CORANTE CARAMELO PARA BEBIDAS Nihil Nihil Nihil NÃO ALCOÓLICAS To t l 5,933,505 8,306,907, 867, 0 Art. 5º DETERMINAR sob pen de suspensão ou cncelmento dos incentivos concedidos, sem prejuízo d plicção de outrs cominções legis cbíveis: I o cumprimento, qundo d fbricção dos produtos constntes do Art. 1 dest Portri do Processo Produtivo Básico estbelecido pel Portri Interministeril n 8 - MPO/MICT/MCT, de 25 de fevereiro de 1998; II utilizção de mtéri-prim regionl de origem vegetl n elborção do produto CONCENTRADO PARA BEBIDAS NÃO ALCOÓLICAS, segundo o Art. 6º do Decreto-lei n.º 1.435, de 16 de dezembro de 1975, nos termos do projeto presentdo; III o tendimento ds exigêncis d Polític Ncionl do Meio mbiente, conforme disciplin Legislção no âmbito Federl, Estdul e Municipl; IV mnutenção de cdstro tulizdo n SUFRAMA, de cordo com s norms em vigor; e V o cumprimento ds exigêncis contids n Resolução N.º 2, de 17 de mio de 06, bem como s demis Resoluções, Portris e Norms Técnics em vigor. Art. 6º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. FLÁVIA SKROBOT BARBOSA GROSSO. Ministério do Esporte GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 9, DE 14 DE JANEIRO DE 09 Torn públic relizção d III Conferênci Ncionl do Esporte e dá outrs providêncis. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL O MINISTRO DE ESTADO DO ESPORTE, INTERINO, no uso ds tribuições que lhe confere o inciso I do prágrfo único do rtigo 87 d constituição e tendo em vist o disposto no Decreto de de jneiro de 04, resolve: Art Tornr públic relizção d III Conferênci Ncionl do Esporte, tendo como objetivo provr o Plno Decenl do Esporte, com diretrizes, mets e compromissos, visndo o desenvolvimento do esporte e do lzer, pr os próximos dez nos. Art. 2º A III Conferênci Ncionl do Esporte contecerá nos seguintes períodos: I - Etps Não Eletivs Preprtóris e Livres de 02/03/09 30/08/09; II - Etps Eletivs Municipis ou Regionis de 01/04/09 /07/09; III - Etps Estduis e do Distrito Federl de 01/07/09 /08/09; e IV - Etp Ncionl de 17 //09. Art.3º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. WADSON NATHANIEL RIBEIRO SECRETARIA EXECUTIVA DELIBERAÇÃO Nº 1, DE 9 DE JANEIRO DE 09 Dá publicidde os projetos desportivos, relciondos no nexo I, provdos em reuniões extrordináris relizds em 12/12/08 e 24/12/08. A COMISSÃO TÉCNICA VINCULADA AO MINISTÉRIO DO ESPORTE, de que trt Lei nº.438 de 29 de dezembro de 06, instituíd pel Portri nº 50, de 19 de mrço de 08 e Resolução nº 22, de 28 de mio de 08, considerndo: ) provção de projetos desportivos ocorrid em reuniões extrordináris relizds em 12/12/08 e 24/12/08. b) comprovção, pelos proponentes de projetos desportivos provdos, ds respectivs regulriddes fiscis e tributáris ns esfers federl, estdul e municipl, nos termos do prágrfo único do rt. 27 do Decreto nº 6.180 de 3 de gosto de 07; decide: Art. Tornr públic, pr os efeitos d Lei nº.438 de 06 e do Decreto nº 6.180 de 07, provção dos projetos desportivos relciondos no nexo I. Art. 2º Autorizr cptção de recursos, nos termos e przos expressos, medinte doções ou ptrocínios, pr os projetos desportivos relciondos no nexo I. Art. 3º Est Deliberção entr em vigor n dt de su publicção. ALCINO REIS ROCHA Presidente d Comissão ANEXO I 1 - Processo: 58000.000996/08-07 Proponente: Associção de Apoio s Fmílis dos Deficientes Físicos - AFADEFI Título: AFADEFI Prdesporto Registro/ ME: 02SC01275007 Mnifestção Desportiv: Desporto de Rendimento CNPJ: 05.405.039/0001-02 Cidde: Blneário Cmboriu - UF: SC. Ministério do Meio Ambiente CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE RESOLUÇÃO Nº 405, DE 14 DE JANEIRO DE 08 Institui o clendário de Reuniões Ordináris do CONAMA pr o no de 09 O PRESIDENTE DO CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE-CONAMA, no uso ds competêncis que lhe são conferids pel Lei nº 6.938, de de gosto de 1981, regulmentd pelo Decreto nº 99.274, de 6 de julho de 1990, lterdo pelo Decreto nº 3.942, de 27 de setembro de 01, e tendo em vist o disposto no rt. 47, do seu Regimento Interno, Anexo à Portri n o 168, de 13 de junho de 05, resolve: Art. 1 o Instituir o clendário de Reuniões Ordináris do Conselho Ncionl do Meio Ambiente-CONAMA, pr o no de 09, com s seguintes dts: I - 93 reunião ordinári - e 12 de mrço de 09; II - 94 reunião ordinári - 27 e 28 de mio de 09; III - 95 reunião ordinári - 2 e 3 de setembro de 09; e IV - 96 reunião ordinári - 25 e 26 de novembro de 09. Art. 2 o Est Resolução entr em vigor n dt de su publicção. CARLOS MINC INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS RETIFICAÇÃO N Portri nº 29, de 28 de novembro de 08, publicd no D.O.U. nº233, de de dezembro de 08, Seção 1, págins 4 e 5, retific-se o texto no Art. : Onde se lê: pelo przo de 90 (sessent) dis contr d dt de publicção dest Portri. Lê-se: pelo przo de 90 (novent) dis contr d dt de publicção dest Portri.. Ministério do Plnejmento, Orçmento e Gestão GABINETE DO MINISTRO PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 9, DE 14 DE JANEIRO DE 09 Autoriz relizção de processo seletivo simplificdo pel Universidde Federl de Snt Ctrin - UFSC, entidde vinculd o Ministério d Educção - MEC. OS MINISTROS DE ESTADO DO PLANEJAMENTO, OR- ÇAMENTO E GESTÃO,, E DA EDUCAÇÃO, no uso de sus tribuições, tendo em vist o disposto no rt. 5 o d Lei n o 8.745, de 9 de dezembro de 1993, em cumprimento de decisão judicil proferid nos utos d Ação Civil Públic n o 08.72.00.0168-4/SC, resolvem: Art. Autorizr Universidde Federl de Snt Ctrin relizr processo seletivo simplificdo, té o limite de vgs estbelecido no nexo, pr contrtção por tempo determindo pr tender necessidde temporári de excepcionl interesse público, observdo o disposto n Lei no 8.745, de 1993, em cumprimento à decisão judicil proferid nos utos d Ação Civil Públic n o 08.72.00.0168-4/SC. Prágrfo único. Os profissionis serem contrtdos turão exclusivmente no âmbito do Hospitl Universitário Professor Polydoro Ernni de São Thigo - HU/UFSC. Art. 2º As despess com s contrtções correrão à cont ds dotções orçmentáris d UFSC, remnejds de outrs despess correntes, e devem ser testds pelo respectivo ordendor d despes qunto à su dequção orçmentári e finnceir com Lei Orçmentári Anul, com o Plno Plurinul e com Lei de Diretrizes Orçmentáris. Art. 3º A Universidde Federl de Snt Ctrin deverá definir remunerção dos profissionis serem contrtdos em conformidde com o inciso II do rt. 7 o d Lei n o 8.745, de 1993, e com o Plno de Crreir dos Crgos Técnico-Administrtivos em Educção de que trt Lei n o.784, de 22 de setembro de 08. Art. 4º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. JOÃO BERNARDO DE AZEVEDO BRINGEL FERNANDO HADDAD
68 ISSN 1677-7042 1 Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 ÁREA DE FORMAÇÃO NÍVEL DE ESCOLARIDADE Q U A N T I TAT I V O Médico NS 19 Anestesist NS 02 Enfermeiros NS 13 Fisioterpeut NS 01 Frmcêutico Bioquímico NS 01 Técnicos de Enfermgem NI 43 Assistentes Administrtivos NI Técnicos de Lbortório NI 03 TO TA L 92 ANEXO PORTARIA N o 8, DE 14 DE JANEIRO DE 09 O MINISTRO DE ESTADO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO,, no uso d competênci que lhe foi delegd pelo rt. 1 o, inciso I, do Decreto n o 3.125, de 29 de julho de 1999, tendo em vist o disposto no rt. 79, 3º do Decreto-Lei nº 9.760, de 05 de setembro de 1946, e os elementos que integrm o Processo n o 05014.000797/01-07, resolve: Art. 1 o Autorizr cessão de uso grtuito, à Compnhi de Desenvolvimento dos Vles do São Frncisco e do Prníb - CODEVASF, empres públic vinculd o Ministério d Integrção Ncionl, do imóvel com áre de 174,24 m², correspondente à frção idel de 0,00239654, situdo n Prç Ministro João Gonçlves de Souz, s/nº, ntig Avenid Professor Mores Rego, nº 634, módulos 012 033 do ndr, Al Sul, Edifício SUDENE, Birro Engenho do Meio, Município de Recife, Estdo de Pernmbuco, com s crcterístics e confrontções constntes d Mtrícul nº 33893, às folhs 74, do Livro 2, do Crtório do 4º Ofício de Registro Gerl de Imóveis dquele Município. Art. 2 o A Cessão que se refere o rt. destin-se à instlção e o funcionmento do Escritório Regionl d CODEVASF. Art.3 o O przo d cessão será de dez nos, contdo d dt de ssintur do respectivo contrto, prorrogável por iguis e sucessivos períodos, critério deste Ministério. Art. 4 o Est Portri entr em vigor n dt de su publicção, revogds s disposições em contrário. SECRETARIA DE ORÇAMENTO FEDERAL PORTARIA Nº 1, DE 12 DE JANEIRO DE 09 JOÃO BERNARDO DE AZEVEDO BRINGEL Estbelece procedimentos serem observdos n bertur de créditos utorizdos n Lei Orçmentári de 09 pelos órgãos dos Poderes Legisltivo e Judiciário e pelo Ministério Público d União e dá outrs providêncis. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS O SECRETÁRIO DE ORÇAMENTO FEDERAL, Substituto, no uso ds tribuições estbelecids no rt. 16, inciso III, do Anexo I do Decreto n o 6.081, de 12 de bril de 07, que provou Estrutur Regimentl do Ministério do Plnejmento, Orçmento e Gestão, e tendo em vist o disposto nos rts. 58, 1 o, 2 o, 3 o e 4 o, 63 e 68 d Lei n o.768, de 14 de gosto de 08, e no rt. 4 o, incisos I, líne "", II, III, línes "b" e "c", IV, V, líne "", e VI, línes "" e "b", e 1 o, incisos I, II e III, e 2 o, d Lei n o.897, de 30 de dezembro de 08, resolve: Art. 1 o Os créditos suplementres utorizdos no rt. 4 o, incisos I, líne "", II, III, línes "b" e "c", IV, V, líne "", e VI, línes "" e "b", e 1 o, incisos I, II e III, d Lei n o.897, de 30 de dezembro de 08, Lei Orçmentári de 09 - LOA-09, bertos conforme estbelece o rt. 58, 1 o, 2 o, 3 o e 4 o, d Lei n o.768, de 14 de gosto de 08, Lei de Diretrizes Orçmentáris de 09 - LDO-09, no âmbito dos Poderes Legisltivo e Judiciário e do Ministério Público d União, deverão observr mesm formtção dos Qudros dos Créditos Orçmentários constntes d LOA-09. Prágrfo único. Os órgãos dos Poderes Legisltivo e Judiciário e do Ministério Público d União deverão utilizr o Sistem Integrdo de Ddos Orçmentários - SIDOR n elborção dos créditos suplementres de que trt est Portri, com vists o tendimento do disposto no seu rt. 2 o e, dicionlmente, à emissão dos nexos do crédito ser berto. Art. 2 o Pr fins de trnsmissão o Sistem Integrdo de Administrção Finnceir do Governo Federl - SIAFI dos ddos dos créditos suplementres bertos, em tendimento o disposto no 4 o do rt. 58 d LDO-09, os órgãos referidos no prágrfo único do rt. 1 o dest Portri deverão comunicr à Secretri de Orçmento Federl do Ministério do Plnejmento, Orçmento e Gestão - SOF/MP, preferencilmente por meio do endereço eletrônico depes.sof@plnejmento.gov.br, bertur do crédito, indicndo o número e dt do to que procedeu à bertur, bem como dt de su publicção, retificção ou revogção, no Diário Oficil d União, lém do(s) respectivo(s) número(s) de controle crido(s) pelo SIDOR. Prágrfo único. No przo máximo de dois dis úteis pós o recebimento d comunicção que se refere este rtigo, SOF/MP providencirá trnsmissão o SIAFI dos ddos dos créditos bertos, resslvdos os impedimentos de ordem técnico-opercionl. Art. 3 o Em decorrênci d necessidde de observânci n bertur de crédito suplementr d comptibilidde ds lterções promovids n progrmção orçmentári com obtenção d met de resultdo primário estbelecid no Anexo de Mets Fiscis d LDO-09, previst no cput do rt. 4 o d LOA-09, não será possível nulção de dotções orçmentáris: I - que tenhm sido objeto de limitção de empenho e movimentção finnceir, nos termos do rt. 9 o d Lei Complementr n o 1, de 4 de mio de 00, exceto pr suplementção de despess com identificdor de resultdo primário "2 - primári discricionári", desde que sej mntido o montnte d limitção de empenho e movimentção finnceir do órgão, qundo houver; e II - reltivs despess com identificdor de resultdo primário "0 - finnceir" pr suplementção de despess com identificdores de resultdo primário "1 - primári obrigtóri" ou "2 - primári discricionári". Art. 4 o As dotções orçmentáris oferecids pr nulção não poderão ser objeto de execução ou de outrs lterções orçmentáris durnte o processo de bertur de crédito, sendo necessário que os órgãos ou uniddes orçmentáris procedm o bloqueio, no SIAFI, ds referids dotções, permnecendo ness situção té efetivção do crédito nesse sistem. Prágrfo único. O não-tendimento o disposto neste rtigo invibilizrá efetivção d trnsmissão dos ddos do crédito berto o SIAFI. Art. 5 o N bertur dos créditos suplementres de que trt est Portri deverão ser observdos os tipos de crédito e respectivs restrições, qundo houver, de cordo com "Tbel de Tipos de Alterções Orçmentáris de Uso Exclusivo dos Órgãos dos Poderes Legisltivo e Judiciário e do Ministério Público d União", constnte do Anexo dest Portri. 1 o É vedd inclusão de um mesmo subtítulo em mis de um dos tipos de lterção orçmentári "400", "407", "409" e "419", constntes d Tbel que se refere o cput deste rtigo. 2 o A utilizção prcil ds utorizções que se refere o 1 o deste rtigo não impede um possível complementção té os limites estbelecidos, desde que por intermédio do mesmo tipo de lterção nteriormente utilizdo. Art. 6 o É vedd suplementção de dotções orçmentáris nulds em decorrênci d bertur de créditos suplementres, slvo por remnejmento de dotções no âmbito do próprio órgão ou em decorrênci de legislção superveniente, conforme dispõe o rt. 61 d LDO-09. Art. 7 o Os créditos que se refere est Portri terão como przo máximo pr publicção o di 15 de dezembro de 09, conforme estbelece o 2 o do rt. 4 o d LOA-09, exceto os destindos o tendimento de despess com sentençs judiciis trnsitds em julgdo, com pessol e encrgos sociis e com os benefícios uxílio-limentção, ssistênci pré-escolr, ssistênci médic e odontológic e uxíliotrnsporte, os servidores, empregdos e/ou dependentes, utorizdos nos incisos III, línes "b" e "c", e VI, línes "" e "b", e 1 o, inciso II, do referido rt. 4 o, que poderão ser publicdos té de dezembro de 09. Art. 8 o O SIDOR estrá disponível pr o tendimento do disposto nest Portri prtir d dt de su publicção. Prágrfo único. A prtir do di 16 de dezembro de 09 disponibilidde do SIDOR ficrá restrit à trnsmissão, previst no rt. 2 o dest Portri, dos créditos publicdos té o di 15 do referido mês, ou à elborção dos créditos cuj publicção poderá ocorrer té de dezembro de 09, nos termos do 2 o do rt. 4 o d LOA-09. Art. 9 o Os créditos suplementres e especiis, cuj bertur depend de utorizção legisltiv ou de to do Poder Executivo, serão encminhdos à SOF/MP pelos órgãos dos Poderes Legisltivo e Judiciário e do Ministério Público d União nos seguintes przos: I - créditos dependentes de utorizção legisltiv, exceto os de que trt o inciso III deste rtigo: primeiro decêndio de bril e de setembro; II - créditos utorizdos n LOA-09, exceto os de que trt o inciso III deste rtigo: primeiro decêndio de bril, de setembro e de novembro; e III - créditos dependentes de utorizção legisltiv ou utorizdos n LOA-09, necessários o tendimento do umento ds despess obrigtóris reestimds no primeiro semestre de 09: segund quinzen de junho de 09. Art.. Os Poderes Legisltivo e Judiciário e o Ministério Público d União poderão, seu critério e desde que observdos os przos de que trtm os rts. 7 o e 9 o dest Portri, estbelecer, pr seus respectivos órgãos, clendário pr solicitção de bertur desses créditos. Art.. Os créditos pssíveis de bertur n form dest Portri, que forem encminhdos à SOF/MP pr serem tendidos por to do Poder Executivo, serão devolvidos os órgãos de origem em fce d determinção constnte do 1 o do rt. 58 d LDO-09. Art. 12. Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. CLAUDIANO MANOEL DE ALBUQUERQUE ANEXO TABELA DE TIPOS DE ALTERAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS DE USO EXCLUSIVO DOS ÓRGÃOS DOS PODERES LEGISLATIVO E JUDICIÁRIO E DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO TIPO DESCRIÇÃO FONTES DE RECURSOS A U TO R I Z A Ç Ã O 400 Suplementção de subtítulos de projetos, tividdes e operções Anulção prcil de dotções, limitd % do vlor de outros subtítulos, à cont de LOA-09, rt. 4 o, inciso I, líne "". especiis té o limite de % do respectivo vlor constnte n Lei quisquer fontes de recursos, desde que não incid sobre emends individuis informds pelo n o.897, de 30 de dezembro de 08, Lei Orçmentári de 09 Congresso Ncionl e sejm observds s restrições constntes do rt. 3 o dest Portri. - LOA- 09, observds s vinculções constitucio- nis e legis vigentes. 401 Suplementção de dotções destinds o tendimento de despess Anulção de dotções consignds, no âmbito do próprio órgão, o mesmo Grupo de Nturez de pessol e encrgos sociis. de Despes - GND ou os GND's "3-Outrs Despess Correntes", "4-Investimentos" e "5- Inversões Finnceirs" constntes do mesmo subtítulo, té o limite de % d som desses GND's, observds s restrições constntes do rt. 3 o dest Portri. 407 Remnejmento de dotções entre subtítulos integrntes do mesmo progrm, té o limite de 30% do respectivo vlor constnte d LOA-09. Anulção prcil de dotções, limitd 30% do vlor dos subtítulos integrntes do mesmo progrm objeto d suplementção, desde que não incid sobre emends individuis informds pelo Congresso Ncionl e sejm observds s vinculções constitucionis ou legis vigentes e s restrições constntes do rt. 3 o dest Portri. LOA-09, rt. 4 o, inciso VI, línes "" e "b". LOA-09, rt. 4 o, inciso I, líne "", e 1 o, inciso I.
Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 1 69 ISSN 1677-7042 409 Suplementção de dotções destinds o tendimento dos benefícios uxílio-limentção ou refeição, ssistênci médic e odontológic, ssistênci pré-escolr e uxílio-trnsporte os servidores, empregdos e seus dependentes té o limite de 30% dos respectivos subtítulos. 4 Suplementção dos GND's "3-Outrs Despess Correntes", "4-Investimentos" e "5-Inversões Finnceirs" té o limite de % d som desses GND's constntes do mesmo subtítulo. Anulção prcil de dotções, limitd 30% do vlor de outros subtítulos, desde que não LOA-09, rt. 4 o, inciso I, líne "", e incid sobre emends individuis informds pelo Congresso Ncionl e suplementção 1 o, inciso II. destine-se às ções reltivs os referidos benefícios, observds s restrições constntes do rt. 3 o dest Portri. Anulção de dotções, limitd % d som dos GND s 3, 4, e 5 do mesmo subtítulo objeto d suplementção, desde que mntidos os demis tributos d ctegori de progrmção (esfer, identificdor de resultdo primário, modlidde de plicção, identificdor de uso e fonte de recursos). LOA-09, rt. 4 o, inciso II. 4 Atendimento de despess com juros, encrgos d dívid e mortizçãoterção, obedecids s vinculções prevists n legislção vigente. "". Anulção de dotções consignds às finliddes constntes d descrição deste tipo de l- LOA-09, rt. 4 o, incisos IV e V, líne 412 Atendimento de despess com sentençs judiciis trnsitds em Anulção de dotções consignds GND's no âmbito do mesmo subtítulo, té o seu vlor LOA-09, rt. 4 o, inciso III, línes "b" julgdo, inclusive dquels considerds de pequeno vlor nos totl, ou de dotções consignds ess finlidde, locd o órgão. e "c". termos d legislção vigente, e reltivs débitos periódicos vincendos. Observção: A nulção de dotções orçmentáris destinds o pgmento de prectórios, de débitos judiciis periódicos vincendos e de sentençs judiciis trnsitds em julgdo considerds de pequeno vlor, somente poderá ocorrer pr suplementr esss despess, conforme determin o rt. 63 d Lei n o.768, de 14 de gosto de 08, Lei de Diretrizes Orçmentáris de 09 - LDO-09. 419 Suplementção pr recomposição de dotções orçmentáris, reltivs despess correntes, té o limite dos vlores que constrm formds pelo Congresso Ncionl, observds s restrições constntes do rt. 3 o dest 1 o, inciso III. Anulção de dotções orçmentáris, desde que não incid sobre emends individuis in- LOA-09, rt. 4 o, inciso I, líne "", e do Projeto de Lei Orçmentári de 09 - PLOA-09. Portri. Observções geris: ) A nulção de dotções orçmentáris reltivs despess obrigtóris, de que trt Seção I do Anexo V d LDO-09, somente poderá ocorrer se destind o tendimento de despess d mesm espécie (obrigtóris), conforme estbelece o inciso II do 2 o do rt. 58, observd vedção constnte do rt. 63, mbos dess Lei; b) Os recursos reltivos à contrprtid ncionl de empréstimos internos e externos (Identificdores de Uso "1", "2", "3" e "4") e o pgmento de juros e encrgos d dívid e mortizção (GND's "2" e "6") somente poderão ser remnejdos pr outrs ctegoris de progrmção se destindos às mesms finliddes (contrprtid, juros e outros encrgos e mortizção), conforme dispõe o rt. 68 d LDO-09; e c) É vedd inclusão de um mesmo subtítulo em mis de um dos tipos de lterção orçmentári "400", "407", "409" e "419", no entnto utilizção prcil dos referidos tipos não impede complementção dos limites estbelecidos, desde que por intermédio do mesmo tipo de lterção nteriormente utilizdo. PORTARIA N o 2, DE 12 DE JANEIRO DE 09 Estbelece procedimentos e przos pr solicitção de lterções orçmentáris, no exercício de 09, e dá outrs providêncis. O SECRETÁRIO DE ORÇAMENTO FEDERAL, Substituto, no uso ds tribuições estbelecids no rt. 16, inciso III, do Anexo I do Decreto n o 6.081, de 12 de bril de 07, que provou Estrutur Regimentl do Ministério do Plnejmento, Orçmento e Gestão, e tendo em vist, especilmente, o disposto nos rts. 56, 57, 58, 63, 66 e 68 d Lei n o.768, de 14 de gosto de 08, e nos rts. 4 o e 5 o d Lei n o.897, de 30 de dezembro de 08, resolve: CAPÍTULO I DAS ALTERAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS Seção I Disposições Preliminres Art. 1 o As lterções orçmentáris reltivs os Orçmentos Fiscl e d Seguridde Socil, inclusive de fonte de recursos, de modlidde de plicção e dos identificdores de uso, de operção de crédito e de resultdo primário, serão regids no corrente exercício finnceiro pelos procedimentos contidos n presente Portri. Seção II Dos Tipos de Alterções Orçmentáris Art. 2 o A Unidde Orçmentári - UO indicrá o tipo de lterção orçmentári que está solicitndo, de cordo com "Tbel de Tipos de Alterções Orçmentáris", constnte do Anexo I dest Portri, e o respectivo fundmento legl, cbendo os órgãos setoriis verificr extidão desss informções. Prágrfo único. A Tbel que se refere este rtigo será utilizd, no que couber, ns lterções do Orçmento de Investimento ds empress esttis, cujs norms e orientções são d competênci do Deprtmento de Coordenção e Controle ds Empress Esttis do Ministério do Plnejmento, Orçmento e Gestão - M P. Art. 3 o Cd projeto de lei deverá restringir-se um únic espécie de crédito dicionl, conforme definido no rt. 41 d Lei n o 4.3, de 17 de mrço de 1964, observdo o disposto no cput dos rts. 12 e 13 dest Portri. Seção III Ds Solicitções de Alterções Orçmentáris Art. 4 o As solicitções de lterções orçmentáris deverão ter início n UO interessd, medinte cesso "on-line" o Sistem Integrdo de Ddos Orçmentários - SIDOR, exceto pr modlidde de plicção, e serão encminhds o órgão setoril do Sistem de Plnejmento e de Orçmento Federl, ou equivlente, dos respectivos órgãos. Prágrfo único. As informções prestds pels UO's serão nlisds pelo órgão setoril referido no cput, que procederá um vlição globl d necessidde dos créditos solicitdos e ds possibiliddes de oferecer recursos compenstórios, mnifestndo-se, ns áres de su competênci, sobre vlidde dos pleitos, pssndo, tl mnifestção, ser prte integrnte ds solicitções inicids ns UO's. Art. 5 o Os órgãos setoriis encminhrão à Secretri de Orçmento Federl do Ministério do Plnejmento, Orçmento e Gestão - SOF/MP s solicitções de créditos suplementres e especiis de sus uniddes, observds s disposições dest Portri, nos seguintes przos: I - créditos dependentes de utorizção legisltiv, exceto os de que trtm o inciso IV deste rtigo: primeiro decêndio de bril e de setembro; II - créditos utorizdos n Lei n o.897, de 30 de dezembro de 08, Lei Orçmentári de 09 - LOA-09, exceto os de que trtm os incisos III e IV deste rtigo: primeiro decêndio de bril, de setembro e de novembro; III - créditos utorizdos no inciso III do 1 o do rt. 4 o d LOA-09, que se refere o tipo "9", constnte do Anexo I dest Portri: primeir quinzen de fevereiro de 09; e IV - créditos dependentes de utorizção legisltiv ou utorizdos n LOA-09, necessários o tendimento do umento ds despess obrigtóris reestimds no primeiro semestre de 09: segund quinzen de junho de 09. 1 o Pr o tendimento dos przos previstos neste rtigo, os órgãos setoriis do Sistem de Plnejmento e de Orçmento Federl, ou equivlentes, poderão estbelecer przos pr s sus UO's subordinds ou vinculds elborrem s respectivs solicitções de crédito. 2 o As solicitções de créditos suplementres e especiis à cont de superávit finnceiro purdo no blnço ptrimonil do exercício nterior, especilmente os relciondos às trnsferêncis constitucionis ou legis, exceto queles destindos à mortizção d dívid públic federl, deverão ser encminhds à SOF/MP, de um únic vez, observdos os przos estbelecidos neste rtigo. 3 o As solicitções de créditos suplementres utorizdos n LOA-09 e destindos às trnsferêncis constitucionis e legis por reprtição de receits, o tendimento de despess com sentençs judiciis trnsitds em julgdo, com pessol e encrgos sociis, com os benefícios uxílio-limentção, ssistênci pré-escolr, ssistênci médic e odontológic e uxílio-trnsporte, os servidores, empregdos e/ou dependentes, com benefícios previdenciários e com bono slril e seguro desemprego poderão, excepcionlmente, ser encminhds té 30 de novembro de 09, em fce do disposto no 2 o do rt. 4 o d LOA-09. 4 o Os créditos que se refere o inciso III do cput terão como limite diferenç positiv entre o vlor de cd dotção orçmentári constnte do Projeto de Lei Orçmentári de 09 - PLOA-09 reltiv despess correntes e o d respectiv Lei, e somente poderão ser tendidos medinte nulção de subtítulos que não sejm decorrentes de provção de emends individuis presentds por prlmentres, serem informds o Poder Executivo pelo Congresso Ncionl. 5 o As solicitções que se refere o inciso III do cput não impedem o envio, em cráter excepcionl, de outr solicitção do referido tipo de lterção orçmentári por ocsião do encminhmento ds solicitções prevists no inciso II do cput, desde que observe o limite clculdo n form do 4 o deste rtigo. Art. 6 o As solicitções de lterções de fonte de recursos e dos identificdores de uso, de operção de crédito e de resultdo primário serão encminhds no przo de que trt o inciso II do cput do rt. 5 o. Art. 7 o As solicitções de lterções orçmentáris serão efetuds por ctegori de progrmção em seu menor nível, n form definid no rt. 5 o, inciso V, d LDO-09, especificndo, pr cd um, esfer orçmentári, o grupo de nturez de despes, fonte de recursos, modlidde de plicção e os identificdores de uso e de resultdo primário. 1 o Nos tipos de lterções orçmentáris 0, 1 e 500, de que trt Tbel referid no rt. 2 o dest Portri, cso existm projetos, tividdes, operções especiis ou subtítulos novos, o interessdo deverá proceder o seu cdstrmento prévio de cordo com o formulário disponibilizdo no Portl SOF (www.portlsof.plnejmento.gov.br), o qul deverá ser envido, devidmente preenchido, o endereço eletrônico creditos09@plnejmento.gov.br. 2 o As lterções orçmentáris não poderão conter suplementção n modlidde de plicção "99 - A Definir", exceto qundo for cnceld ess mesm modlidde e os tipos constntes do Anexo I dest Portri forem 600, 700, 9 ou 9. Art. 8 o As solicitções de créditos à cont de recursos provenientes de excesso de rrecdção de receits própris ou vinculds, do Tesouro Ncionl e de Outrs Fontes, serão compnhds ds reestimtivs ds receits, efetuds com bse n rrecdção registrd no Sistem Integrdo de Administrção Finnceir do Governo Federl - SIAFI e n tendênci do exercício, de cordo com s reestimtivs elbords no SIDOR. Art. 9 o Qundo se trtr de créditos dicionis à cont de recursos provenientes de superávit finnceiro purdo no blnço ptrimonil do exercício nterior, s solicitções deverão observr os vlores previmente testdos pelo órgão competente, clssificção por fonte de recursos estbelecid n Portri SOF n o 1, de 19 de fevereiro de 01, e lterções posteriores, ssim como s vinculções ds receits que derm origem esse superávit, em tendimento o disposto no prágrfo único do rt. 8 o d Lei Complementr n o 1, de 4 de mio de 00, e os sldos ds dotções constntes do SIAFI em de dezembro de 08 se bse legl for o rt. 4 o, incisos XIV e XV, d LOA-09. Art.. As solicitções de crédito destinds o tendimento de despess primáris, obrigtóris ou discricionáris, que tenhm como fonte pr su bertur recursos de origem finnceir, tis como operções de crédito, superávit finnceiro, reserv de contingênci, inclusive de recursos próprios ou vinculdos, e dotções orçmentáris com identificdor de resultdo primário "0 - despess finnceirs", deverão ser compnhds de cncelmento de despess primáris no mesmo vlor, fim de compensr o impcto no resultdo primário, em fce do disposto no 12 do rt. 57 d LDO- 09 e no cput do rt. 4 o d LOA-09. Art.. As mets reltivs às progrmções constntes de créditos especiis, bem como o número de beneficiários de uxíliolimentção ou refeição, ssistênci pré-escolr e ssistênci médic e odontológic, deverão ser informdos ou tulizdos cd solicitção de crédito especil ou suplementr, sendo fcultd tulizção nos demis csos. Art. 12. As solicitções de créditos dicionis destindos o tendimento ds despess seguir relcionds serão encminhds exclusivmente pr esss finliddes, utilizndo-se controles SIDOR específicos: I - pessol e encrgos sociis; II - serviço d dívid; III - prectórios e sentençs judiciis trnsitds em julgdo, inclusive quels considerds de pequeno vlor nos termos d legislção vigente; e IV - benefícios os servidores, empregdos e seus dependentes, compreendidos o uxílio-limentção ou refeição, ssistênci médic e odontológic, ssistênci pré-escolr e o uxíliotrnsporte. 1 o Os órgãos setoriis do Sistem de Plnejmento e de Orçmento Federl, ou equivlentes, deverão indicr à SOF/MP s dotções orçmentáris de Outrs Despess Correntes, de Investimentos e de Inversões Finnceirs que poderão ser nulds pr bertur de créditos dicionis destindos o tendimento de despess de que trt este rtigo, se for identificd insuficiênci de dotções no decorrer do corrente exercício. 2 o As solicitções de créditos dicionis reltivs benefícios os servidores, empregdos e/ou dependentes deverão ser compnhds de projeção ds despess que evidencie necessidde do crédito solicitdo, conforme Anexo II dest Portri. 3 o As solicitções de créditos dicionis reltivs sentençs judiciis trnsitds em julgdo de empress públics dependentes, que presentem vlores superiores R$ 0.000,00 (cem mil reis), deverão ser compnhds de cópi do Certificdo de Trânsito em Julgdo ou, em su indisponibilidde, d Certidão de Trâmite Processul, obtid junto o Juízo responsável, bem como de mnifestção d áre jurídic d respectiv empres públic, testndo forç executóri d sentenç, finlidde d ção e o vlor ser pgo. 4 o As solicitções de créditos dicionis reltivs sentençs judiciis trnsitds em julgdo de empress públics dependentes, que presentem vlores de té R$ 0.000,00 (cem mil reis), deverão ser compnhds d mnifestção d áre jurídic d respectiv empres públic, testndo forç executóri d sentenç, finlidde d ção e o vlor ser pgo. Art. 13. O encminhmento ds solicitções de créditos dicionis tipos 3, 1, 1 e 173 d Tbel referid no rt. 2 o dest Portri, destinds o pgmento de despess decorrentes de liminres em mnddo de segurnç, cutelres ou ntecipções de tutel, observdo o disposto n Portri SOF n o 4, de 19 de mio de 00, fic condiciondo o testdo d Consultori Jurídic do respectivo Ministério supervisor qunto à forç executóri d ordem judicil, medinte Precer exrdo nos utos do Processo, em conformidde com o rt. 4 o do Decreto n o 2.839, de 6 de novembro de 1998. Prágrfo único. Aplic-se o disposto no 1 o do rt. 12 às solicitções de crédito de que trt este rtigo. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL
70 ISSN 1677-7042 1 Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 Art. 14. As solicitções orçmentáris deverão obedecer à form e o detlhmento estbelecidos n LOA-09. Subseção I Ds Justifictivs Art. 15. As solicitções de créditos dicionis deverão conter exposição circunstncid que s justifiquem, indicndo: I - descrição d situção tul, ou situção-problem, com s rzões que derm origem à insuficiênci de dotção orçmentári detectd; II - vrição dos prâmetros originlmente utilizdos; III - os resultdos esperdos com plicção dos recursos solicitdos e os indicdores que demonstrem seus efeitos n lterção do qudro descrito n situção-problem; IV - o incremento qulittivo ou quntittivo nos níveis dos serviços ou ções; V - s conseqüêncis do não-tendimento do pleito; VI - s conseqüêncis ds nulções de dotções proposts sobre execução d progrmção previst, inclusive qunto à eventul necessidde de portes dicionis de recursos durnte o exercício; VII - o efeito do tendimento d solicitção em relção o nível do gsto fixo, indicndo em termos físicos e finnceiros o créscimo; VIII - descrição pormenorizd "de como" e "em que" serão plicdos os recursos, especificndo, no cso de despes de cpitl, detlhdmente, s quisições, com indicção dos custos unitários ou totis e, no cso de terceirizção, nturez do serviço e o respectivo custo; IX - s memóris de cálculo que, em se trtndo de solicitções destinds o tendimento de despess com folh de pessol e encrgos sociis, deverão considerr, obrigtorimente, o totl executdo té o último mês disponível, o vlor utilizdo como bse mensl de projeção e o totl projetdo pr despes mês mês té o finl do exercício, seprndo pessol tivo e intivo; X - os reflexos e/ou lterções no Plno Plurinul - PPA 08- e, se for o cso, especificndo, entre outros spectos, o impcto sobre os objetivos, indicdores e przo de conclusão; XI - o tendimento o disposto no rt. 26 e o detlhmento previsto no cput do rt. 28 d LDO-09, no cso de solicitções de créditos dicionis que objetivem o pgmento de prectórios não incluídos n relção que se refere o rt. 28 dess Lei, bem como o motivo de su não-inclusão ness relção; e XII - o motivo do trso d implementção em folh de pgmento d sentenç trnsitd em julgdo, no cso dos créditos tipo 4 e 122, de que trt Tbel referid no rt. 2 o dest Portri. Prágrfo único. Aplic-se, no que couber, o disposto neste rtigo às solicitções de lterções de fonte de recursos e dos identificdores de uso, de operção de crédito e de resultdo primário. Subseção II Dos Procedimentos Essenciis Art. 16. Cbe os órgãos setoriis do Sistem de Plnejmento e de Orçmento Federl, ou equivlentes, precir s solicitções de lterções orçmentáris sob os spectos legl, de plnejmento, de progrmção e execução orçmentári e finnceir e provr ou não, em primeir instânci, tis solicitções, considerndo su repercussão no progrm de trblho do Ministério ou órgão. 1 o Os recursos oferecidos pr nulção não poderão ser objeto de execução ou de outrs lterções orçmentáris enqunto solicitção estiver em trmitção. 2 o Pr o cumprimento do disposto no 1 o, os órgãos setoriis, ou equivlentes, referidos no cput, deverão proceder o bloqueio, no SIAFI, ds dotções orçmentáris oferecids pr nulção, ou determinr que s uniddes subordinds ssim o fçm. 3 o Considerr-se-ão como em trmitção, pr os fins do disposto nos 1 o e 2 o, s solicitções de lterções orçmentáris não devolvids pel SOF/MP. Art. 17. Os órgãos setoriis, ou equivlentes, referidos no rt. 16 dest Portri, deverão, ind, observr o disposto no rt. 13 do Decreto n o 825, de 28 de mio de 1993, lém de outrs norms plicáveis à mtéri, qundo d nálise ds solicitções de créditos dicionis pr o tendimento de despess com pessol e encrgos sociis. Seção IV Ds Modificções ds Modliddes de Aplicção Art. 18. As modificções ds modliddes de plicção, constntes d LOA-09 e de seus créditos dicionis, inclusive os rebertos, observdo o disposto nos 1 o e 3 o do rt. 16 dest Portri, serão efetuds diretmente no SIAFI pels UO's contemplds com os respectivos créditos orçmentários. 1 o As modificções que impliquem em redução ds modliddes de plicção reltivs às dotções que tenhm sido incluíds pelo Congresso Ncionl deverão ser precedids de publicção de portri do dirigente máximo ou de to dministrtivo dos demis Poderes e do Ministério Público d União, os quis estejm subordinds s UO's, contendo s justifictivs d invibilidde técnic, opercionl ou econômic d execução do crédito n modlidde provd, conforme determin o rt. 56, inciso II, d LDO- 09. 2 o A inclusão ou o créscimo de recursos n modlidde de plicção 50, prtir d redução de dotções que tenhm sido incluíds pelo Congresso Ncionl ns demis modliddes, não poderão ser efetuds n form do 1 o deste rtigo, sendo necessário o encminhmento de projeto de lei de crédito dicionl o Congresso Ncionl. 3o O disposto no 2 o deste rtigo não se plic qundo modlidde incluíd pelo Congresso Ncionl for 99, cso em que deverão ser observdos o disposto no 1 o deste rtigo e s norms estbelecids n LDO-09 pr relizção de trnsferênci de recursos pr o setor privdo. Art. 19. As modificções efetivds no SIAFI, de cordo com o rt. 18 dest Portri, deverão ser encminhds pel Secretri do Tesouro Ncionl do Ministério d Fzend - STN/MF à SOF/MP pr fins de tulizção dos ddos constntes do SIDOR. CAPÍTULO II DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA Seção I Do Acompnhmento d Receit Art.. O compnhmento sistemático e periódico ds informções reltivs às receits própris e vinculds do Tesouro Ncionl e de Outrs Fontes dos órgãos e entiddes d Administrção Públic Federl, que integrm os Orçmentos Fiscl e d Seguridde Socil, será relizdo por meio ds informções registrds no SIAFI, conforme determinção constnte do rt. 3 d LDO-09. 1 o N nálise ds solicitções de lterções orçmentáris que envolvm s receits referids neste rtigo, serão considerds, em relção à su relizção, exclusivmente s informções registrds no SIAFI, bem como o excesso de rrecdção purdo de cordo com s reestimtivs elbords no SIDOR. 2 o As reestimtivs ds receits ocorrerão bimestrlmente qundo ds vlições d receit e d despes de que trt o rt. 9 o d Lei Complementr n o 1, de 00. 3 o A SOF/MP gendrá reuniões com o órgão setoril ou equivlente, qundo necessário, pr vlição ds bses de projeção, visndo o cumprimento do disposto no 2 o. Seção II Do Acompnhmento ds Despess com Pessol e Encrgos Sociis Art.. O compnhmento mensl ds despess com pessol e encrgos sociis, relizds pelos órgãos e entiddes d Administrção Públic Federl que integrm os Orçmentos Fiscl e d Seguridde Socil, será relizdo com bse ns informções registrds no SIAFI e no Sistem Integrdo de Administrção de Recursos Humnos - SIAPE. Art. 22. As projeções ds despess com pessol e encrgos sociis serão elbords com bse no compnhmento previsto no rt. dest Portri, com o objetivo de subsidir os processos de definição de limites pr elborção d propost orçmentári do exercício seguinte e de concessão de créditos dicionis no exercício corrente. 1o A bse de projeção efetivd pel SOF/MP será revisd menslmente. 2 o A SOF/MP gendrá reuniões com o órgão setoril ou equivlente, qundo necessário, pr vlição ds bses de projeção, visndo o cumprimento do disposto no cput. CAPÍTULO III DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 23. O encminhmento ds solicitções de lterções orçmentáris à SOF/MP será processdo, exclusivmente, por meio de ofício eletrônico constnte do Subsistem Acompnhr Crédito - SAEO do SIDOR. Prágrfo único. O testdo que se refere o rt. 9 o dest Portri e o precer de que trtm o 13 do rt. 57 e o 8 o do rt. 58 d LDO-09 serão encminhdos por ofício do respectivo órgão setoril, que indicrá o número do controle SIDOR d solicitção de crédito correspondente. Art. 24. Pr fins do disposto no rt. 4 o, inciso I, líne "c", d LOA-09, entende-se como receits própris, tl qul definid no rt. 4 o d Portri SOF n o, de 22 de gosto de 02, os recursos clssificdos ns fontes de recursos "50 - Recursos Próprios Não- Finnceiros" e "80 - Recursos Próprios Finnceiros". Art. 25. Os projetos de lei de créditos dicionis serão encminhdos o Congresso Ncionl té o finl de mio e d primeir quinzen de outubro, sempre que possível de form consolidd, observds s seguintes áres temátics: I - Infr-estrutur, com s mtéris reltivs os Ministérios dos Trnsportes, ds Comunicções e de Mins e Energi, seus órgãos, entiddes e fundos; II - Súde, com s mtéris reltivs o Ministério d Súde, seus órgãos, entiddes e fundos; III - Integrção Ncionl e Meio Ambiente, com s mtéris reltivs os Ministérios d Integrção Ncionl e do Meio Ambiente, seus órgãos, entiddes e fundos; IV - Educção, Cultur, Ciênci e Tecnologi e Esporte, com s mtéris reltivs os Ministérios d Educção, d Cultur, d Ciênci e Tecnologi e do Esporte, seus órgãos, entiddes e fundos; V - Plnejmento e Desenvolvimento Urbno, com s mtéris reltivs os Ministérios do Plnejmento, Orçmento e Gestão e ds Ciddes, seus órgãos, entiddes e fundos; VI - Fzend, Desenvolvimento e Turismo, com s mtéris reltivs os Ministérios d Fzend, do Desenvolvimento, Indústri e Comércio Exterior e do Turismo, seus órgãos, entiddes e fundos, os Encrgos Finnceiros d União, às Operções Oficiis de Crédito, às Trnsferêncis Estdos, Distrito Federl e Municípios e o Refinncimento d Dívid Públic Mobiliári Federl; VII - Justiç e Defes, com s mtéris reltivs os Ministérios d Justiç e d Defes, seus órgãos, entiddes e fundos; VIII - Poderes do Estdo e Representção, com s mtéris reltivs os Poderes Legisltivo e Judiciário, o Ministério Público d União, à Presidênci d Repúblic e o Ministério ds Relções Exteriores, seus órgãos, entiddes e fundos; IX - Agricultur e Desenvolvimento Agrário, com s mtéris reltivs os Ministérios d Agricultur, Pecuári e Abstecimento e do Desenvolvimento Agrário, seus órgãos, entiddes e fundos; e X - Trblho, Previdênci e Assistênci Socil, com s mtéris reltivs os Ministérios do Trblho e Emprego, d Previdênci Socil e do Desenvolvimento Socil e Combte à Fome, seus órgãos, entiddes e fundos. Prágrfo único. A consolidção por áre temátic, conforme definido no cput, não se plic às solicitções de crédito pr o tendimento de despess de pessol e encrgos sociis, dos benefícios uxílio-limentção, ssistênci pré-escolr, ssistênci médic e odontológic e uxílio-trnsporte, os servidores, empregdos e/ou dependentes, do serviço d dívid, de sentençs judiciis trnsitds em julgdo, inclusive prectórios e s considerds de pequeno vlor, tendo em vist o disposto nos incisos I, II e III do 2 o do rt. 57 d LDO-09. Art. 26. Os recursos locdos n LOA-09 com s destinções bixo relcionds somente poderão ser nuldos pr bertur de créditos com outrs finliddes, medinte projeto de lei ser provdo pelo Congresso Ncionl, tendo em vist o disposto nos rts. 63 e 68 d LDO-09: ) pgmento de prectórios judiciários e de débitos judiciis periódicos vincendos; b) cumprimento de débitos judiciis trnsitdos em julgdo considerdos de pequeno vlor, incluídos os decorrentes dos Juizdos Especiis Federis; e c) contrprtid ncionl de empréstimos internos e externos e pr o pgmento de mortizção, juros e outros encrgos. Art. 27. É vedd inclusão de um mesmo subtítulo em mis de um dos tipos de lterção orçmentári "0", "7", "9" e "9", constntes d Tbel que se refere o Anexo I dest Portri. Prágrfo único. A utilizção prcil ds utorizções que se refere o cput não impede um eventul complementção té os limites estbelecidos, desde que por intermédio do mesmo tipo de lterção nteriormente utilizdo. Art. 28. Cberá o Subsecretário de Plnejmento, Orçmento e Administrção, ou utoridde equivlente, de cd Ministério ou órgão, dotr s medids necessáris o cumprimento do disposto nest Portri. Art. 29. O descumprimento ou inobservânci dos procedimentos contidos n presente Portri, especilmente do disposto nos rts., 12, 15 e 16, 1 o, poderá ensejr devolução dos pleitos reltivos os órgãos ou entiddes envolvidos. Art. 30. Os procedimentos estbelecidos por est Portri plicm-se, no que couber, os órgãos dos Poderes Legisltivo e Judiciário e o Ministério Público d União, sem prejuízo do disposto n Portri SOF n o 1, de 12 de jneiro de 09. Art.. Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS CLAUDIANO MANOEL DE ALBUQUERQUE ANEXO I TABELA DE TIPOS DE ALTERAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS I - CRÉDITOS SUPLEMENTARES AUTORIZADOS NA LEI N o.897, DE 30 DE DEZEMBRO DE 08, LEI ORÇAMENTÁRIA DE 09 - LOA-09 TIPO DESCRIÇÃO FONTES DE RECURSOS 0 Suplementção de subtítulos de projetos, tividdes e operções especiis té o limite de % do respectivo vlor constnte d LOA-09, observds s vinculções constitucionis ou legis vigentes. ) Anulção de té % ds dotções de outros subtítulos, constntes d LOA-09, à cont de quisquer fontes de recursos, desde que não incid sobre emends individuis informds pelo Congresso Ncionl; b) Reserv de Contingênci, inclusive à cont de recursos próprios e vinculdos; e c) excesso de rrecdção de receits própris. A U TO R I Z A Ç Ã O D O C U M E N TO A SER PUBLICADO LOA-09, rt. 4 o, inciso I, línes "", "b", e tivo. Decreto do Poder Execu- "c". BLOCOS A SEREM ATUALIZADOS Bloco 02 - Produto; e Bloco 03 - Detlhmento ds Aplicções.
Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 1 71 ISSN 1677-7042 1 Reforço de dotções destinds o tendimento de despess de pessol e encrgos sociis. 2 Remnejmento de dotções, no âmbito d Fundção Joquim Nbuco, do Instituto Ncionl de Educção de Surdos, do Instituto Benjmin Constnt, do Colégio Pedro II, ds Instituições Federis de Ensino Superior, ds Escols Técnics Federis, dos Centros Federis de Educção Tecnológic, ds Escols Agrotécnics Federis e dos Hospitis Universitários, pr o tendimento de despess clssificds nos grupos de nturez de despes "3 - Outrs Despess Correntes", "4 - Investimentos" e "5 - Inversões Finnceirs", té o limite de %. 3 Suplementção dos grupos de nturez de despes "3 - Outrs Despess Correntes", "4 - Investimentos" e "5 - Inversões Finnceirs" no âmbito d Fundção Joquim Nbuco, do Instituto Ncionl de Educção de Surdos, do ) Anulção de dotções consignds o mesmo Grupo de Nturez de Despes - GND, desde que mntido o vlor totl provdo pr esse GND no âmbito de cd Poder e do Ministério Público d União - MPU; e b) nulção de dotções dos GND's "3-Outrs Despess Correntes", "4-Investimentos" e "5-Inversões Finnceirs", té % d som desses GND's, no âmbito do mesmo subtítulo objeto d suplementção. Anulção de dotções dos referidos grupos de nturez d despes, no âmbito de cd unidde orçmentári, té o limite de %. ) Excesso de rrecdção de receits própris gerdo pel respectiv unidde orçmentári; b) superávit finnceiro purdo no blnço ptrimonil de 08 de cd entidde, reltivo receits própris e vinculds; e Instituto Benjmin Constnt, do Colégio Pedro II, ds Instituições Federis de Ensino Superior, ds Escols Técnics Federis, dos Centros Federis de Educção Tecnológic, ds Escols Agrotécnics Federis e dos Hospitis Univerc) superávit finnceiro purdo no blnço ptrimonil d União do exercício de 08, reltivo receits vinculds à educção, té o limite do sldo orçmentário de cd subtítulo, nos referidos GND s, não utilizdo no exercício LOA-09, rt. 4 o, inciso VI, línes "" e "b". tivo. Bloco 03 - Detlhmento ds Decreto do Poder Execu- Bloco 02 - Produto; e Aplicções. LOA-09, rt. 4 o, inciso XIV, líne "". Decreto do Poder Executivo. LOA-09, rt. 4 o, inciso XIV, línes "b", "c" e tivo. Decreto do Poder Execu- "d". sitários. de 08, desde que pr plicção nos mesmos subtítulos em 09. 6 Atendimento de despess com benefícios previdenciários. ) Anulção de dotções consignds esss despess no LOA-09, rt. 4 o, inciso XII, línes "", "b" e tivo. Decreto do Poder Execu- âmbito do Fundo do Regime Gerl de Previdênci Socil; "c". b) excesso de rrecdção ds contribuições previdenciáris pr o Regime Gerl de Previdênci Socil; e c) superávit finnceiro purdo no blnço ptrimonil d União do exercício de 08. 7 Remnejmento de dotções entre subtítulos integrntes do Anulção de té 30% ds dotções dos subtítulos integrntes do mesmo progrm, no âmbito d mesm unidde orso I, líne "", e 1 o, tivo. LOA-09, rt. 4 o, inci- Decreto do Poder Execu- mesmo progrm no âmbito de cd unidde orçmentári, té o limite de 30% do respectivo vlor constnte d LOA- çmentári, objeto d suplementção, desde que nulção inciso I. 09. não incid sobre emends individuis informds pelo Congresso Ncionl e sejm observds s vinculções constitucionis ou legis vigentes. 8 Remnejmento de dotções entre subtítulos d LOA-09 Anulção de dotções clssificds com o identificdor de LOA-09, rt. 4 o, inciso XVIII. tivo. Decreto do Poder Execu- com o identificdor de resultdo primário - RP "3", de que resultdo primário "3" n LOA-09, té o montnte de R$ trt o inciso IV do 4 o do rt. 7 o d Lei n o.768, de 14 4.665.483.051,00. de gosto de 08, Lei de Diretrizes Orçmentáris de (30% de R$ 15.551.6.173,00) 09 - LDO-09, té o limite de 30% do respectivo montnte constnte d LOA-09 (R$ 4.665.483.051,00). 9 Suplementção de dotções destinds o tendimento dos Anulção de té 30% ds dotções de outros subtítulos, LOA-09, rt. 4 o, inciso I, líne "", e 1 o, tivo. Decreto do Poder Execu- benefícios uxílio-limentção ou refeição, ssistênci médic e odontológic, ssistênci pré-escolr e uxílio-trns- pelo Congresso Ncionl e suplementção destine-se às inciso II. desde que não incid sobre emends individuis informds porte os servidores, empregdos e seus dependentes té ções pertinentes os referidos benefícios. o limite de 30%. 0 Suplementção dos grupos de nturez de despes "3 - Anulção de té % d som ds dotções dos grupos de LOA-09, rt. 4 o, inciso II. tivo. Decreto do Poder Execu- Outrs Despess Correntes", "4 - Investimentos" e "5 - nturez de despes "3", "4" e "5" do mesmo subtítulo Inversões Finnceirs" do mesmo subtítulo objeto d nulção té o limite de % d som desses grupos. objeto d suplementção. 1 Atendimento de despess com juros, encrgos d dívid e Anulção de dotções consignds às finliddes constntes LOA-09, rt. 4 o, incisos IV e V, líne "". tivo. Decreto do Poder Execu- mortizção. d descrição do tipo de lterção, obedecids s vinculções prevists n legislção vigente. 2 Atendimento de despess com sentençs judiciis trnsitds em julgdo, inclusive dquels considerds de pe- próprios e vinculdos; so III, línes "", "b", tivo. ) Reserv de Contingênci, inclusive à cont de recursos LOA-09, rt. 4 o, inci- Decreto do Poder Execuqueno vlor nos termos d legislção vigente e reltivs b) nulção de dotções consignds grupos de nturez "c", "d" e "e". débitos periódicos vincendos. de despes, no âmbito do mesmo subtítulo, té o seu vlor totl; c) nulção de dotções consignds ess finlidde, n mesm ou em outr unidde orçmentári; d) té % do excesso de rrecdção de receits própris e do Tesouro Ncionl; e e) superávit finnceiro purdo no blnço ptrimonil d União do exercício de 08. 3 Atendimento de despess decorrentes de liminres em mnddo de segurnç, cutelres ou ntecipções de tutel, té constntes d LOA - 09, à cont de quisquer fontes de sos I, línes "", "b" e tivo. ) Anulção de té % ds dotções de outros subtítulos LOA-09, rt. 4 o, inci- Decreto do Poder Execu- os limites utorizdos n LOA-09, observdos o disposto recursos, desde que não incid sobre emends individuis "c", e/ou VI, líne "". no rt. 13 dest Portri e s vinculções informds pelo Congresso Ncionl; legis e constitucionis vigentes. b) Reserv de Contingênci, inclusive à cont de recursos próprios e vinculdos; c) excesso de rrecdção de receits própris; e d) nulção de dotções consignds o grupo de nturez de despes "1 - Pessol e Encrgos Sociis", desde que mntido o vlor totl provdo pr esse grupo no âmbito de cd Poder e do MPU, se suplementção for destind o tendimento de despess de pessol. 4 Atendimento de despess com pessol e encrgos sociis ) Anulção de té % ds dotções de outros subtítulos LOA-09, rt. 4 o, incisos I, línes "", "b", e tivo. Decreto do Poder Execu- reltivs o período compreendido entre o trânsito em julgdo d sentenç judicil, inclusive dquels de pequeno recursos, desde que não incid sobre emends individuis "c", e/ou VI, líne "". constntes d LOA - 09, à cont de quisquer fontes de vlor, e su implementção em folh informds pelo Congresso Ncionl; de pgmento, observdos o disposto no rt. 12 dest Portri e s vinculções constitucionis ou legis vigentes. Bloco 02 - Produto; e Bloco 03 - Detlhmento ds Aplicções. Bloco 02 - Produto; e Bloco 03 - Detlhmento ds Aplicções. Bloco 02 - Produto; e Bloco 03 - Detlhmento ds Aplicções. Bloco 02 - Produto; e Bloco 03 - Detlhmento ds Aplicções. Bloco 02 - Produto; e Bloco 03 - Detlhmento ds Aplicções. Bloco 02 - Produto; e Bloco 03 - Detlhmento ds Aplicções. Bloco 03 - Detlhmento ds Aplicções. Bloco 03 - Detlhmento ds Aplicções. Bloco 03 - Detlhmento ds Aplicções. Bloco 02 - Produto; e Bloco 03 - Detlhmento ds Aplicções. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL 6 Atendimento de despess com o pgmento do bono slril e do seguro-desemprego. 8 Suplementção de ções do Progrm de Acelerção do Crescimento - PAC, constntes d LOA-09 e identificds no SIAFI, exceto s do PPI, té o limite de 30% de cd ção. 9 Suplementção pr recomposição de dotções orçmentáris, reltivs despess correntes, té o limite dos vlores que constrm do Projeto de Lei Orçmentári de 09 - PLOA-09. 143 Atendimento do refinncimento, juros e outros encrgos d Dívid Públic Federl té o montnte de R$ 5.9.2.668,00. 150 Suplementção de subtítulos finncidos com recursos de operções de crédito constntes d LOA-09. b) Reserv de Contingênci, inclusive à cont de recursos próprios e vinculdos; c) excesso de rrecdção de receits própris; e d) nulção de dotções consignds o grupo de nturez de despes "1-Pessol e Encrgos Sociis", desde que mntido o vlor totl provdo pr esse grupo no âmbito de cd Poder e do MPU. ) Anulção prcil de dotções consignds às referids despess no âmbito do Fundo de Ampro o Trblhdor; e b) superávit finnceiro purdo no blnço ptrimonil d União do exercício de 08. Anulção de té 30% de cd ção do PAC, constnte d LOA-09, exceto s do PPI. Anulção de dotções orçmentáris, desde que não incid sobre emends individuis informds pelo Congresso Ncionl. ) Emissão de títulos de responsbilidde do Tesouro Ncionl té o montnte de R$ 5.9.2.668,00 (% de R$ 525.546.563.343,00); e b) superávit finnceiro purdo no blnço ptrimonil d União do exercício de 08, reltivo esses recursos. Vrição monetári ou cmbil ds mesms operções de crédito, desde que locds nos mesmos subtítulos. Bloco 02 - Produto; e Bloco 03 - Detlhmento ds Aplicções. LOA-09, rt. 4 o, inciso XIX, línes "" e tivo. Aplicções. Decreto do Poder Execu- Bloco 03 - Detlhmento ds "b". LOA-09, rt. 4 o, inciso XX. Decreto do Poder Executivo. LOA-09, rt. 4 o, inciso I, líne "", e 1 o, tivo. Decreto do Poder Execu- inciso III. LOA-09, rt. 4 o, inciso IX. LOA-09, rt. 4 o, inciso VII. Decreto do Poder Executivo. Decreto do Poder Executivo. Bloco 02 - Produto; e Bloco 03 - Detlhmento ds Aplicções. Bloco 02 - Produto; e Bloco 03 - Detlhmento ds Aplicções. Bloco 03 - Detlhmento ds Aplicções. Bloco 02 - Produto; e Bloco 03 - Detlhmento ds Aplicções.
72 ISSN 1677-7042 1 Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 152 Suplementção de subtítulos os quis possm ser locdos recursos de doções e convênios, observd destinção previst no respectivo instrumento. 153 Atendimento de despess com equlizção de preços ns ções destinds à execução d Polític de Grnti de Preços Mínimos, Formção e Administrção de Estoques Reguldores e Estrtégicos de produtos gro- pecuários. 154 Atendimento de despess d ção "0413 -Mnutenção e Operção dos Prtidos Políticos" no âmbito d unidde orçmentári "14901 - Fundo Prtidário". 156 Atendimento de despess d ção "0E36 - Complementção d União o Fundo de Mnutenção e Desenvolvimento d Educção Básic e de Vlorizção dos Profissionis d Educção - FUNDEB". 157 Atendimento dos benefícios novos servidores e empregdos dmitidos no exercício de 09, bem como os respectivos dependentes. ) Doções de entiddes ncionis e interncionis e trnsferêncis de convênios ocorrids no exercício; b) superávit finnceiro desses recursos, purdo no blnço ptrimonil do exercício de 08; e c) nulção prcil de dotções à cont dos referidos recursos. Anulção de dotções consignds às despess constntes d descrição desse tipo de crédito no âmbito do órgão "Operções Oficiis de Crédito". ) Superávit finnceiro do referido Fundo, purdo no blnço ptrimonil do exercício de 08; e b) excesso de rrecdção de receits própris e vinculds. ) Superávit finnceiro purdo no blnço ptrimonil do exercício de 08; b) excesso de rrecdção de receits vinculds; e c) nulção prcil ou totl de dotções locds os subtítulos dess ção. Anulção de dotção locd o GND "3-Outrs Despess Correntes" do subtítulo "Pgmento decorrente de Provimentos e Concessão de Benefícios os Servidores, Em- LOA-09, rt. 4 o, inciso VIII. LOA-09, rt. 4 o, inciso XI. Decreto do Poder Executivo. Decreto do Poder Executivo. Bloco 02 - Produto; e Bloco 03 - Detlhmento ds Aplicções. Bloco 02 - Produto; e Bloco 03 - Detlhmento ds Aplicções. LOA-09, rt. 4 o, inciso XIII, línes "" e tivo. Aplicções. Decreto do Poder Execu- Bloco 03 - Detlhmento ds "b". LOA-09, rt. 4 o, inciso XVI, línes "", "b" tivo. Decreto do Poder Execu- e "c". LOA-09, rt. 4 o, inciso XVII. Decreto do Poder Executivo. Bloco 02 - Produto; e Bloco 03 - Detlhmento ds Aplicções. Bloco 02 - Produto; e Bloco 03 - Detlhmento ds Aplicções. pregdos e seus Dependentes - Ncionl" no âmbito do M P. 160 ) Trnsferêncis constitucionis ou legis os Estdos, o ) Superávit finnceiro purdo no blnço ptrimonil d LOA-09, rt. 4 o, inciso X, e rt. 5 o, inciso I. tivo. Aplicções. Decreto do Poder Execu- Bloco 03 - Detlhmento ds Distrito Federl e os Municípios; União do exercício de 08, reltivo receits do Tesouro Ncionl vinculds os demis entes d Federção; e b) excesso de rrecdção desss mesms receits. b) Trnsferêncis constitucionis os Fundos Constitucionis de Finncimento do Norte - FNO, do Nordeste - FNE União do exercício de 08, reltivo receits do Tesouro so X, e rt. 5 o, incisos II tivo. Aplicções. ) Superávit finnceiro purdo no blnço ptrimonil d LOA-09, rt. 4 o, inci- Decreto do Poder Execu- Bloco 03 - Detlhmento ds e do Centro-Oeste - FCO e o Fundo de Ampro o Trblhdor - Ncionl vinculds o FNO, FNE e FCO; e e III. FAT; e b) excesso de rrecdção de receits vinculds os Fundos cim citdos e o FAT. c) Complemento d tulizção monetári do sldo do Fundo de Grnti do Tempo de Serviço - FGTS. à despedid de empregdo sem just cus, de que trt o so IV. tivo. Aplicções. Excesso de rrecdção de recursos d contribuição reltiv LOA-09, rt. 5 o, inci- Decreto do Poder Execu- Bloco 03 - Detlhmento ds rt. 1 o d Lei Complementr n o 0, de 29 de junho de 01. 173 Atendimento de despess de pessol e encrgos sociis decorrentes de liminres em mnddo de segurnç, cutelres som desses GND's, no âmbito do mesmo subtítulo objeto so VI, líne "b". tivo. Aplicções. Anulção de dotções dos GND's "3", "4" e "5", té % d LOA-09, rt. 4 o, inci- Decreto do Poder Execu- Bloco 03 - Detlhmento ds ou ntecipções de tutel, à cont de nulção de dotções d suplementção. dos GNDs "3", "4" e "5", no âmbito do mesmo subtítulo objeto d suplementção, té % d som desses GND's, observdos o disposto no rt. 13 dest Portri e s vinculções legis e constitucionis vigentes. 174 Atendimento de despess de pessol e encrgos sociis reltivs o período compreendido entre o trânsito em julgdo som desses GND's, no âmbito do mesmo subtítulo objeto so VI, líne "b". tivo. Aplicções. Anulção de dotções dos GND's "3", "4" e "5", té % d LOA-09, rt. 4 o, inci- Decreto do Poder Execu- Bloco 03 - Detlhmento ds d sentenç judicil, inclusive dquels de pequeno vlor, e d suplementção. su implementção em folh de pgmento, à cont de nulção de dotções dos GNDs "3", "4" e "5", no âmbito do mesmo subtítulo objeto d suplementção, té % d som desses GND's, observdos o disposto no rt. 12 dest Portri e s vinculções constitucionis ou legis vigentes. 175 Suplementção de dotções no âmbito do Ministério d Superávit finnceiro purdo no blnço ptrimonil d LOA-09, rt. 4 o, inciso XV. tivo. Bloco 03 - Detlhmento ds Decreto do Poder Execu- Bloco 02 - Produto; e Educção, clssificds nos grupos de nturez de despes União do exercício de 08, reltivo receits vinculds à "3 - Outrs Despess Correntes", "4 - Investimentos" e "5 - educção. Aplicções. Inversões Finnceirs", té o limite do sldo orçmentário de cd subtítulo purdo em de dezembro de 08, nos referidos grupos de nturez de despes, vinculdos às subfunções "361 - Ensino Fundmentl", "362 - Ensino Médio", "363 - Ensino Profissionl", "364 - Ensino Superior" e "847 - Trnsferêncis pr Educção Básic", não utilizdo no exercício de 08, desde que pr plicção nos mesmos subtítulos em 09. 176 Suplementção de subtítulos ds ções do Progrm "09 - Anulção de dotções orçmentáris contids no mesmo LOA-09, rt. 4 o, inciso XXI. tivo. Aplicções. Decreto do Poder Execu- Bloco 03 - Detlhmento ds Operções Especiis: Gestão d Prticipção em Orgnismos Interncionis". integrlmente de lterções efetuds pelo Congresso N- progrm, desde que não incid sobre subtítulos derivdos cionl no PLOA-09. 190 Atendimento de despess com mortizção d dívid públic federl. decorrente do recolhimento de prticipções e dividendos, so V, línes "b", "c" e tivo. Aplicções. ) Excesso de rrecdção de receit do Tesouro Ncionl LOA-09, rt. 4 o, inci- Decreto do Poder Execu- Bloco 03 - Detlhmento ds por entiddes d Administrção Públic Federl indiret; "d". b) superávit finnceiro purdo no blnço ptrimonil do exercício de 08; e c) resultdo positivo do Bnco Centrl do Brsil. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS II - CRÉDITOS SUPLEMENTARES DEPENDENTES DE AUTORIZAÇÃO LEGISLATIVA TIPO DESCRIÇÃO FONTES DE RECURSOS 1 Suplementção cim dos limites utorizdos n LOA-09, ou não utorizd n referid Lei. 1 Atendimento de despess decorrentes de liminres em mnddo de segurnç, cutelres ou ntecipções de tutel, cim dos limites utorizdos n LOA-09, observdo o disposto no rt. 13 dest Portri. tenç judicil, inclusive dquels de pequeno vlor, e su implementção em folh de pgmento, observdo o disposto no rt. 12 dest Portri. ) Superávit finnceiro purdo no blnço ptrimonil do exercício de 08, observdo o disposto no prágrfo único do rt. 8 o d Lei Complementr n o 1, de 00; b) excesso de rrecdção de receits, inclusive do Tesouro Ncionl; c) nulção de dotções orçmentáris, inclusive d Reserv de Contingênci; e d) recursos de operções de crédito interns e externs. ) Superávit finnceiro purdo no blnço ptrimonil do exercício de 08, observdo o disposto no prágrfo único do rt. 8 o d Lei Complementr n o 1, de 00; b) excesso de rrecdção de receits, inclusive do Tesouro Ncionl; e c) nulção de dotções orçmentáris, inclusive d Reserv de Contingênci. 122 Atendimento de despess com pessol e encrgos sociis cim dos limites utorizdos n LOA-09, reltivs o período compreendido entre o trânsito em julgdo d sen) Superávit finnceiro purdo no blnço ptrimonil do exercício de 08, observdo o disposto no prágrfo único do rt. 8 o d Lei Complementr n o 1, de 00; b) excesso de rrecdção de receits, inclusive do Tesouro Ncionl; e c) nulção de dotções orçmentáris, inclusive d Reserv de Contingênci. A U TO R I Z A Ç Ã O Lei específic. Lei específic. Lei específic. D O C U M E N TO A SER PUBLICADO BLOCOS A SEREM ATUALIZADOS Lei de bertur dos créditos suplementres cor- Bloco 03 - Detlhmento ds Bloco 02 - Produto; e respondentes. Aplicções. Lei de bertur dos créditos suplementres cor- Bloco 03 - Detlhmento ds Bloco 02 - Produto; e respondentes. Aplicções. Lei de bertur dos créditos suplementres cor- Bloco 03 - Detlhmento ds Bloco 02 - Produto; e respondentes. Aplicções.
Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 1 73 ISSN 1677-7042 III - CRÉDITOS ESPECIAIS TIPO DESCRIÇÃO FONTES DE RECURSOS 0 Inclusão de ctegori de progrmção não contempld n LOA-09. 1 Inclusão de ctegori de progrmção não contempld n LOA-09 pr o tendimento de despess decorrentes de liminres em mnddo de segurnç, cutelres ou ntecipções de tutel, observdo o disposto no rt. 13 dest Portri. ) Superávit finnceiro purdo no blnço ptrimonil do exercício de 08, observdo o disposto no prágrfo único do rt. 8 o d Lei Complementr n o 1, de 00; b) excesso de rrecdção de receits, inclusive do Tesouro Ncionl, de doções e de convênios; c) nulção de dotções orçmentáris, inclusive d Reserv de Contingênci; e d) recursos de operções de crédito interns e externs. ) Superávit finnceiro purdo no blnço ptrimonil do exercício de 08, observdo o disposto no prágrfo único do rt. 8 o d Lei Complementr n o 1, de 00; b) excesso de rrecdção de receits, inclusive do Tesouro Ncionl; e c) nulção de dotções orçmentáris, inclusive d Reserv de Contingênci. A U TO R I Z A Ç Ã O Lei específic. Lei específic. D O C U M E N TO A SER PUBLICADO BLOCOS A SEREM ATUALIZADOS Lei de bertur dos créditos especiis corres- Bloco 03 - Detlhmento ds Bloco 02 - Produto; e pondentes. Aplicções. Lei de bertur dos créditos especiis corres- Bloco 03 - Detlhmento ds Bloco 02 - Produto; e pondentes. Aplicções. IV - CRÉDITOS EXTRAORDINÁRIOS TIPO DESCRIÇÃO FONTES DE RECURSOS 500 Atender despess imprevisíveis e urgentes, como s decorrentes de guerr, comoção intern ou clmidde pú- Quisquer fontes de recursos. blic. A U TO R I Z A Ç Ã O D O C U M E N TO A SER PUBLICADO Art. 167, 3 o, combindo com o rt. 62, mbos Medid Provisóri. d Constituição. BLOCOS A SEREM ATUALIZADOS Bloco 02 - Produto; e Bloco 03 - Detlhmento ds Aplicções. V - OUTRAS ALTERAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS TIPO DESCRIÇÃO FONTES A U TO R I Z A Ç Ã O D O C U M E N TO BLOCOS DE A SER PUBLICADO A SEREM ATUALIZADOS RECURSOS 600 ) Remnejmento de fontes de recursos entre dotções Redução de dotções em um fonte de recursos e créscimo LDO-09, rt. 56, inciso III. rio() de Orçmento Fe- Aplicções. Portri do() Secretá- Bloco 03 - Detlhmento ds orçmentáris, mntendo-se os demis tributos d progrmçãoderl pr s fontes dos em outr fonte, e vice-vers, observds s vinculções. Orçmentos Fiscl e d Seguridde Socil. b) Substituição de um fonte de recursos pel inclusão de Superávit finnceiro ou excesso de rrecdção de outr LDO-09, rt. 56, inciso III. rio() de Orçmento Fe- Aplicções. Portri do() Secretá- Bloco 03 - Detlhmento ds superávit finnceiro ou excesso de rrecdção de outr fonte, observds s vinculções. fonte, mntendo-se os demis tributos d progrmção; e derl pr s fontes dos Orçmentos Fiscl e d Seguridde Socil. c) Alterção do Identificdor de Uso - IDUSO, mntendo-se Redução de dotções consignds qulquer IDUSO, remnejds pr outro IDUSO, observds s restrições so III. rio() de Orçmento Fe- Aplicções. LDO-09, rt. 56, inci- Portri do() Secretá- Bloco 03 - Detlhmento ds os demis tributos d progrmção. constntes do rt. 68 d LDO-09. derl. 6 Alterção de Modlidde de Aplicção, mntendo-se os demis tributos d progrmção. créscimo em outr modlidde, observdo o disposto no so II e 2 o. no SIAFI. Aplicções. Redução de dotções em um modlidde de plicção e LDO-09, rt. 56, inci- Relizção diret- mente Bloco 03 - Detlhmento ds 3 o do rt. 56 d LDO-09. Obs.: As reduções ds modliddes de plicção que tenhm sido incluíds pelo Congresso Ncionl deverão ser precedids de publicção de portri do dirigente máximo ou de to dministrtivo dos demis Poderes e do Ministério Público d União, os quis estejm subordinds s uniddes orçmentáris interessds, contendo s justifictivs d invibilidde técnic, opercionl ou econômic d execução do crédito n modlidde provd, conforme determin o rt. 56, inciso II, d LDO-09. 700 Alterção do Identificdor de Resultdo Primário, mntendo-se os demis tributos d progrmção. resultdo primário, remnejds pr outro identificdor. so III. rio() de Orçmento Fe- Aplicções. Redução de dotções clssificds em um identificdor de LDO-09, rt. 56, inci- Portri do() Secretá- Bloco 03 - Detlhmento ds derl. 9 Ajuste de Arquivo (SIDOR) reltivo à lterção do Identificdor de Operção de Crédito - IDOC, mntendo-se os mnejds pr outro IDOC. Lei Orçmentári. te intr-sistems (SI- Bloco 03 - Detlhmento ds Redução de dotções consignds qulquer IDOC, re- Inexiste, pois não lter Não há. Efetudo somen- Bloco 02 - Produto; e demis tributos d progrmção. DOR/ SIAFI). Aplicções. 9 Trnsposição de dotções orçmentáris de um unidde Redução de dotções do órgão/unidde/entidde, extinto, LDO-09, rt. 67, ou Decreto do Poder Executivoplementção); e Bloco 02 - Produto (só n su- orçmentári pr outr (DE/ PARA), no cso de reestruturção orgnizcionl do Poder Executivo ou de trnsfe- Bloco 03 - Detlhmento ds dissolvido, incorpordo, trnsformdo ou privtizdo. lei específic. rênci de tribuições de unidde, órgão ou entidde, ex- Aplicções. tinto, dissolvido, incorpordo, trnsformdo, privtizdo, etc. Observções geris: ) N nulção de dotções orçmentáris que se referem os tipos de crédito 0, 7, 8, 9, 0, 3 e 4, deve ser observdo, no que couber, o disposto no rt. 26 dest Portri; e b) É vedd inclusão de um mesmo subtítulo em mis de um dos tipos de lterção orçmentári "0", "7", "9" e "9", no entnto utilizção prcil dos referidos tipos não impede complementção dos limites estbelecidos, desde que por intermédio do mesmo tipo de lterção nteriormente utilizdo. ANEXO II PROJEÇÃO DAS DESPESAS COM BENEFÍCIOS AO SERVIDOR PARA FINS DE SOLICITAÇÃO DE CRÉDITOS ADICIONAIS ÓRGÃO: TIPO DE BENEFÍCIO: MÊS DE REFERÊNCIA: R$ 1,00 UNIDA- QTDE SERVI- QTDE DE QTDE DE QTDE TO TA L QTDE BENEFI- QTDE BE- TO TA L VALOR PER ATO NOR- DESPESA PROJEÇÃO TO TA L CRITÉRIO D O TA Ç Ã O NECESS. DE DORES ATI- NOVOS IN- S E RV I D O R E S DE CIÁRIOS ATUAL NEF. NOVOS CAPITA DO M AT I VO REALIZADA PARA OS A D O TA D O AT U A L DE CRÉDI- VOS ATUAL GRESSOS I N AT I VO S PENS. INGRESSOS BENEFÍCIO QUE FIXOU ATÉ O MÊS DEMAIS ME- PARA A TO ( A B S O L U TO OU MÉDIO) O VALOR PER CAPITA SES DO EXERCÍCIO PROJEÇÃO C O N S TA N T E DA COLUNA "L" CÓDIGO DESCRIÇÃO (A) (B) (C) (D) E=(A+B+C+D) (F) (G) H = (F+G) (I) (J) (K) (L) M = (K+L) (N) (O) P = (M-O) EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL TO TA L Instruções pr preenchimento: Órgão: Informr o código orçmentário e descrição do órgão. Tipo de benefício: Informr o tipo de benefício pr projeção: ssistênci pré-escolr, ssistênci médic e odontológic, uxílio-trnsporte ou uxílio-limentção/refeição. Mês de referênci: Informr o mês em que s informções estão sendo produzids. Unidde: Informr o código orçmentário e descrição d unidde. Quntidde físic de servidores: Informr quntidde físic de servidores d unidde existente no mês de referênci d elborção d projeção, por tivo, intivo e pensionist. Qunto à colun "NOVOS INGRESSOS" informr previsão de ingresso de novos servidores té o finl do exercício, comptível com s utorizções constntes do Anexo V d Lei n o.897, de 30 de dezembro de 08, Lei Orçmentári Anul de 09 - LOA-09 (órgãos do Poder Legisltivo e Judiciário) ou com s utorizções expedids pel Secretri de Recursos Humnos do Ministério do Plnejmento, Orçmento e Gestão - SRH/MP (órgãos do Poder Executivo). Quntidde físic de beneficiários: Atul: Informr quntidde físic de beneficiários em função d quntidde físic de servidores tul. Novos ingressos: Informr quntidde físic de beneficiários em função d previsão de ingresso de novos servidores por concursos públicos, coerente com s quntiddes físics de novos ingressos. Vlor per cpit do benefício: Informr o vlor bsoluto (ssistênci pré-escolr, ssistênci médic e odontológic, uxílio-limentção/refeição) ou médio (uxílio-trnsporte) dos benefícios e respectivos tos normtivos que fixrm esses vlores, onde couber. Projeção d despes: Despes relizd té o mês: Informr despes relizd té o mês de referênci, conforme execução finnceir registrd no SIAFI. Projeção pr os demis meses do exercício: Informr despes previst pr o número de meses que fltm pr o encerrmento do exercício e descrever o critério utilizdo. Ex.: Mior despes executd no período x número de meses; médi d despes executd x número de meses; quntidde físic de beneficiários x vlor per cpit x número de meses, etc. Dotção tul: Informr dotção orçmentári tul, conforme cd benefício. Necessidde de crédito: Resultdo d dotção tul menos despes totl projetd pr o exercício. Deverá corresponder o vlor do crédito solicitdo pelo órgão/unidde.
74 ISSN 1677-7042 1 SECRETARIA DE RECURSOS HUMANOS DESPACHO DO SECRETÁRIO Em 13 de jneiro de 09 Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 Despcho proferido pelo Secretário de Recursos Humnos do Ministério do Plnejmento, Orçmento e Gestão, que no uso de sus tribuições conferids pelos rt. 32 d Portri Normtiv SRH/MP nº 5, de 08 de outubro de 08, DESCREDENCIOU entidde consigntári, DYNAMIC CLUBE, CNPJ nº.393.577/0001-64. Por esse instrumento, consider-se referid entidde devidmente notificd d decisão. A interessd poderá presentr recurso contr decisão, no przo de dez dis, contdos d publicção do presente Despcho, n form previst no 3º do rt. d Portri Normtiv SRH nº 5, de 08, sendo-lhe fcultdo, pr tnto, vists do processo nº 04500.0005/08-52, loclizdo no âmbito dest SRH/MP. DUVANIER PAIVA FERREIRA DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS DESPACHO DA DIRETORA Em 14 de jneiro de 09 Despcho proferido pel Diretor do Deprtmento de Administrção de Sistems de Informção de Recursos Humnos - DASIS/SRH/MP, que no uso de sus tribuições conferids pelos rt. 34 d Portri MP nº 82, de de bril de 06, rt. 9º d Portri Normtiv SRH/MP nº 5, de 08 de outubro de 08, INDEFERIU os requerimentos constntes dos utos dos processos relciondos nos nexos este Despcho. Por esse instrumento, considerm-se s entiddes envolvids devidmente notificds d decisão. Os interessdos poderão presentr recurso contr decisão, no przo de dez dis, n form previst no do rt. 9º d Portri Normtiv SRH nº 5, de 08, publicd no Diário Oficil de 9 de outubro de 08, sendo-lhes fcultdo, pr tnto, o cesso, pr fins de vists, no período de 15/01/09 26/01/09, exceto sábdo e domingo, ds 8:30 às 12:00 h e de 14:30 às 18:00 h, n Esplnd dos Ministérios, Bloco "C", 8º ndr, sl 834. DULCE APARECIDA DE CARVALHO ANEXO I PROCESSOS INDEFERIDOS Fundmento Legl: Não se enqudrrm n líne "b", inciso II do rt. do Decreto nº 6.386, de 29 de fevereiro de 08, e Decreto nº 6.574, de 19 de setembro de 08. SEQ. PROCESS0S CNPJ NOME DA ENTIDADE 1 04500.009683/08-46 047024000186 ASSOCIAÇÃO DOS EMPREGADOSDA EMBRAPA ACRE 2 04500. 07 / 08-95 6729770006 ASSOCIAÇÃO DOS PATRULHEIROS RODOVIÁRIOS FEDERAIS 3 04500.008222/08-56 803786980002 ASSOCIAÇÃO DOS APOSENTADOS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ 4 04500.008193/08-22 050895400007 ASSOCIAÇÃO BAIANA ASSISTÊNCIAL PARA SERVIDORES PÚBLICOS 5 04500. 0345 / 08-74 91344689000127 ASSOCIAÇÃO DOS ENFERMEIROS DO HOSPITAL DAS CLINICAS DE PORTO ALEGRE 6 04500.008051/08-65 073633690008 UNIÃO BRASILEIRA DOS SERVIDORES POSTAIS E TELEGRÁFICOS 7 04500.0750/08-75 03702977000149 CAIXA DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE DOS EMPREGADOS DA CODEVASF 8 04500.009084/08-22 01657403000170 ASSOCIAÇÃO DOS MÉDICOS DO HOSPITAL DE CLINICAS DE PORTO ALEGRE 9 04500.007866/08-27 78960473000128 ASSOCIAÇÃO RECREATIVA DOS FUNCIONÁRIOS DO DISTRITO JACAREZINHO DA SUCAM 04500.008571/08-78 05823349000147 ASSOCIAÇÃO DOS MOTORISTAS DO DNER NO CEARÁ 04500. 008646 / 08-33773995000182 ASSOCIAÇÃO BENEFICENTE DOS SUBTENENTES E SARGENTOS DA POLÍCIA MILITAR 12 04500.005714/08-90 29408713000170 ASSOCIAÇÃO DOS SERVIDORES DA SUSEP 13 04500.0082/08-67 0559254004 ASSOCIAÇÃO DOS SERVIDORES DO DEPARTAMENTO DA POLÍCIA FEDERAL EM SALVADOR 14 04500.008575/08-56 26989913000176 ASSOCIAÇÃO DOS SERVIDORES DO MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS ANEXO II PROCESSOS INDEFERIDOS Fundmento Legl: Não se enqudrm no inciso V do rt. 4º do Decreto nº 6.386, de 29 de fevereiro de 08 e Decreto nº 6.574, de 19 de setembro de 08. SEQ. PROCESS0S CNPJ NOME DA ENTIDADE 1 04500.008274/08-22 044865000151 ASSOCIAÇÃO INTERESTADUAL DOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS ASSIST 2 04500.007681/08-12 08661797000180 ASSOCIAÇÃO DOS SERVIDORES DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ PARA FINS DE PE- CÚLIO ANEXO III PROCESSO INDEFERIDO Fundmento Legl: Não se enqudrm no rt. 3º, inciso VII ou rt. 4º, inciso V em combinção com o rt. 2º inciso I do Decreto nº 6.386, de 29 de fevereiro de 08 e Decreto nº 6.574, de 19 de setembro de 08. SEQ. PROCESS0S CNPJ NOME DA ENTIDADE 1 04500.006596/08-37 3379000329 UNIÃO DOS SERVIDORES PÚBLICOS CIVIS DO BRASIL ANEXO IV PROCESSO INDEFERIDO Fundmento Legl: Não se enqudrm no inciso III do rt. 4º do Decreto nº 6.386, de 29 de fevereiro de 08 e Decreto nº 6.574, de 19 de setembro de 08. SEQ. PROCESS0S CNPJ NOME DA ENTIDADE 1 04500.007309/08-14 026694000145 ITAVIDA CLUBE DE SEGUROS SECRETARIA DO PATRIMÔNIO DA UNIÃO GERÊNCIA REGIONAL NA BAHIA PORTARIA Nº 2, DE 12 DE JANEIRO DE 09 A GERENTE REGIONAL DO PATRIMÔNIO DA UNIÃO NO ESTADO DA BAHIA, no uso d competênci que lhe foi tribuíd pel Portri n 06, de de jneiro de 01, d Secretri do Ptrimônio d União, do Ministério do Plnejmento, Orçmento e Gestão, e, de cordo com o rtigo 22, d Lei n.º 9.636, de 15 de mio de 1998, e rtigo 14 e seus prágrfos, do Decreto n.º 3.725, de de jneiro de 01, resolve: Art. 1 Permitir o uso, título oneroso e precário, à EM- PRESA EDITORA A TARDE S/A, inscrit no CNPJ sob o n 15.1.297/0001-30, d áre de uso comum do povo com 241,00 m² n Pri do Porto d Brr, no Município de Slvdor/Bhi, no período de 14 18 de jneiro de 09, destind à relizção d 46ª Trvessi Mr Grnde - Slvdor, de cordo com os elementos constntes do Processo n 04941.000055/09-97. Art. 2 O vlor devido à União em decorrênci d presente permissão de uso é de R$ 3.5, (Três mil, duzentos e quinze reis e vinte e um centvos). Art. 3 Serão cobrdos d Permissionári, título de ressrcimento, os custos dministrtivos d União, relciondos diret ou indiretmente com o evento, nos termos do disposto no prágrfo 6º, do rtigo 14, do Decreto n.º 3.725, de /01/01. Art. 4º Durnte o período que se refere presente permissão de uso, fic Permissionári obrigd fixr n áre em que se relizrá o evento e em locl visível o público, 01 (um) plc, confecciond segundo o Mnul de Plcs d SPU, com os seguintes dizeres: "ÁREA DE USO COMUM DO POVO, COM PERMISSÃO DE USO AUTORIZADA PELA SECRETARIA DO PATRIMÔNIO DA UNIÃO - SPU", indicndo o finl: "SALVADOR - BAHIA". Art. 5 Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. ANA LÚCIA VILAS BOAS. Ministério dos Trnsportes GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 9, DE 14 DE JANEIRO DE 09 O MINISTRO DE ESTADO DOS TRANSPORTES, no uso de sus tribuições que lhe conferem o rtigo 87, prágrfo único, d Constituição, e tendo em vist o disposto no Decreto nº 825, de 28 de mio de 1993, resolve: I - Autorizr Subsecretri de Plnejmento e Orçmento do Ministério dos Trnsportes descentrlizr o Deprtmento Ncionl de Infr-Estrutur de Trnsportes - DNIT os recursos orçmentários no montnte de R$ 240.000.000,00 (duzentos e qurent milhões), consigndos n Lei n.897, de 30 de dezembro de 08, DOU de de dezembro de 08, que estim receit e fix despes d União pr o exercício finnceiro de 09, clssificdos no Progrm de Trblho 26.782.1461.1V.0035 - Apoio à Construção do RODOANEL - Trecho Sul - No Estdo de São Pulo; II - Os recursos descentrlizdos deverão ser empregdos n consecução do objeto previsto pelo progrm de trblho pertinente, respeitds fielmente clssificção funcionl progrmátic e legislção em vigor. ALFREDO NASCIMENTO AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES A Q U AV I Á R I O S RESOLUÇÃO Nº 1.252, DE 18 DE DEZEMBRO DE 08 Insturção de processo dministrtivo contencioso. O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS-ANTAQ, no uso d competênci que lhe é conferid pelo rt. 54, inciso IV, do Regimento Interno, com bse no inciso V, do rt. 2º, d Lei nº 9.784, de 29 de jneiro de 1999, considerndo o que const do Processo nº 50301.001694/07-61 e tendo em vist deliberção d Diretori em su 228ª Reunião Ordinári, relizd em 18 de dezembro de 08, resolve: Art. Determinr insturção de Processo Administrtivo Contencioso, pr purção de suposts irregulriddes, considerndo o que const do Processo nº 50301.001694/07-61. Art. 2º Est Resolução entr em vigor n dt de su publicção no Diário Oficil d União. FERNANDO ANTONIO BRITO FIALHO RESOLUÇÃO Nº 1.253, DE 13 DE JANEIRO DE 08 Autoriz empres Imerys Rio Cpim Culim S/A., em cráter excepcionl e temporário, movimentr s crgs de culim em polp e culim grnel d empres Prá Pigmentos S/A. O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS-ANTAQ, no uso d competênci que lhe é conferid pelo inciso IV, do rt. 54, do Regimento Interno, com bse no rt. 49, d Lei nº.233, de 05 de junho de 01, com redção dd pel Medid Provisóri nº 2.7-3, de 4 de setembro
Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 1 75 ISSN 1677-7042 de 01, considerndo o que const do Processo nº 50000.003480/1994, d referendum d Diretori, resolve: Art. Autorizr empres IMERYS RIO CAPIM CAULIM S/A., CNPJ nº 16.532.798/0001-52, em cráter excepcionl e temporário, movimentr s crgs de culim em polp e culim grnel d empres PARÁ PIGMENTOS S/A., CNPJ nº 33.9.5/0001-, pelo przo de 1 (cento e vinte) dis, contr d dt de publicção dest Resolução no Diário Oficil d União, nos termos do inciso XIII, do Termo de Autorizção nº 450-ANTAQ, de 24/06/08. Art. 2º As operções utorizds ficm condicionds às mnifestções fvoráveis dos demis órgãos e entiddes competentes. Art. 3º Est Resolução entr em vigor n dt de su publicção no Diário Oficil d União. FERNANDO ANTONIO BRITO FIALHO DESPACHO DO DIRETOR-GERAL Em 14 de jneiro de 09 Nº 1 - O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS - ANTAQ, no uso d competênci que lhe é conferid pelo inciso IV do rt. 54 do Regimento Interno e tendo em vist o que foi decidido n 228ª Reunião Ordinári d Diretori, relizd em 18 de dezembro de 08, resolve: Revogr Resolução nº 1.223-ANTAQ, de 18 de dezembro de 08, publicd no Diário Oficil d União de 24 de dezembro de 08. FERNANDO ANTONIO BRITO FIALHO AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES TERRESTRES RETIFICAÇÃO N Resolução nº 2975, de 18.12.08, que lter o Anexo à Resolução nº 4/4, publicd no DOU nº 2, de 5.1.09, seção 1, pág. 48, onde se lê: "...Observções reltivs o item 2.5.3.2.4 1) O diluente tipo B poderá ser sempre substituído por diluente tipo A. O ponto de ebulição do diluente tipo B deve ser no mínimo 60 C superior à TDAA do peróxido orgânico. 2) Oxigênio disponível 4.7%. 3) Exigido o uso de rótulo de risco subsidiário de "EXPLOSIVO" (Modelo N 1, consultr o item 5.2.2.2.2). 4) O diluente pode ser substituído por peróxido de di-t-butil. 5) Oxigênio disponível 9%. 6) Com 9% de peróxido de hidrogênio; oxigênio disponível %. 7) Apens s emblgens não-metálics são permitids. 8) Oxigênio disponível > % e.7%, com ou sem águ. 9) Oxigênio disponível %, com ou sem águ. ) Oxigênio disponível 8,2%, com ou sem águ. ) Consultr o item 2.5.3.2.5.1. 12) Até 2.000kg por recipiente, clssificdo como PE- RÓXIDO ORGÂNICO, TIPO F, com bse em ensios em lrg escl. 13) Exigido o uso de rótulo de risco subsidiário de "COR- ROSIVO" (Modelo N 8, consultr o item 5.2.2.2.2). 14) Formulções de ácido percético que tendm os critérios d líne "d" do item 2.5.3.3.2. 15) Formulções de ácido percético que tendm os critérios d líne "e" do item 2.5.3.3.2. 16) Formulções de ácido percético que tendm os critérios d líne "f" do item 2.5.3.3.2. 17) A dição de águ este peróxido orgânico reduz su estbilidde térmic. 18) Não é necessário o rótulo de risco subsidiário de "COR- ROSIVO" pr concentrções inferiores 80%. 19) Misturs com. Ministério Público d União AUDITORIA INTERNA PORTARIA N o - 1, DE 14 DE JANEIRO DE 09 O AUDITOR-CHEFE DA AUDITORIA INTERNA DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO, no uso de sus tribuições, e tendo em vist competênci que lhe foi tribuíd pelos rts. e 3º d Portri PGR nº 474, de de dezembro de 1993, resolve: Art. Aprovr Norm de Execução, n form do Anexo est Portri. Art. 2º Est Portri entr em vigor n dt de su publicção. peróxido de hidrogênio, águ e ácido(s). ) Com diluente tipo A, com ou sem águ. ) Com ³ 25%, em mss, de etilbenzeno, em dição o diluente tipo A. 22) Com ³ 19%, em mss, de metilisobutilceton, em dição o diluente tipo A. 23) Com < 6% de peróxido de di-t-butil. 24) Com 8% de 1-isopropil-hidroperóxi-4- isopropil-hidroxibenzeno. 25) Diluente tipo B com ponto de ebulição >0ºC. 26) Com conteúdo de hidroperóxidos < 0,5%. 27) Pr concentrções superiores 56% exigi-se rótulo de risco subsidiário de "CORROSIVO". (Modelo N 8, consultr o item 5.2.2.2.2). 28) Oxigênio disponível 7,6%.em diluente tipo A com ponto de vporizção n fix de 0 260ºC. 29) Não sujeito os requisitos que este Regulmento Modelo estbelece pr Subclsse 5.2. 30) Diluente Tipo B com ponto de ebulição > 130º ) Oxigênio Ativo 6,7% Lei-se: "... Observções reltivs o item 2.5.3.2.4 1) O diluente tipo B poderá ser sempre substituído por diluente tipo A. O ponto de ebulição do diluente tipo B deve ser no mínimo 60 C superior à TDAA do peróxido orgânico. 2) Oxigênio disponível 4.7%. 3) Exigido o uso de rótulo de risco subsidiário de "EX- PLOSIVO" (Modelo N 1, consultr o item 5.2.2.2.2). 4) O diluente pode ser substituído por peróxido de di-tbutil. 5) Oxigênio disponível 9%. 6) Com 9% de peróxido de hidrogênio; oxigênio disponível %. 7) Apens s emblgens não-metálics são permitids. 8) Oxigênio disponível > % e.7%, com ou sem águ. 9) Oxigênio disponível %, com ou sem águ. ) Oxigênio disponível 8,2%, com ou sem águ. ) Consultr o item 2.5.3.2.5.1. 12) Até 2.000kg por recipiente, clssificdo como PERÓ- XIDO ORGÂNICO, TIPO F, com bse em ensios em lrg escl. 13) Exigido o uso de rótulo de risco subsidiário de "COR- ROSIVO" (Modelo N 8, consultr o item 5.2.2.2.2). 14) Formulções de ácido percético que tendm os critérios d líne "d" do item 2.5.3.3.2. 15) Formulções de ácido percético que tendm os critérios d líne "e" do item 2.5.3.3.2. 16) Formulções de ácido percético que tendm os critérios d líne "f" do item 2.5.3.3.2. 17) A dição de águ este peróxido orgânico reduz su estbilidde térmic. 18) Não é necessário o rótulo de risco subsidiário de "COR- ROSIVO" pr concentrções inferiores 80%. 19) Misturs com peróxido de hidrogênio, águ e ácido(s). ) Com diluente tipo A, com ou sem águ. ) Com 25%, em mss, de etilbenzeno, em dição o diluente tipo A. 22) Com 19%, em mss, de metilisobutilceton, em dição o diluente tipo A. 23) Com < 6% de peróxido de di-t-butil. 24) Com 8% de 1-isopropil-hidroperóxi-4-isopropil-hidroxibenzeno. 25) Diluente tipo B com ponto de ebulição > 0 º C. 26) Com conteúdo de hidroperóxidos < 0,5%. 27) Pr concentrções superiores 56% exigi-se rótulo de risco subsidiário de "CORROSIVO". (Modelo N 8, consultr o item 5.2.2.2.2). 28) Oxigênio disponível 7,6%.em diluente tipo A com ponto de vporizção n fix de 0 260ºC. 29) Não sujeito os requisitos que este Regulmento Modelo estbelece pr Subclsse 5.2. 30) Diluente Tipo B com ponto de ebulição > 130º ) Oxigênio Ativo 6,7%." DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA- ESTRUTURA DE TRANSPORTES PORTARIA Nº 18, DE 13 DE JANEIRO DE 09 O DIRETOR-GERAL DO DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES-DNIT, no uso ds tribuições que lhe conferem o rtigo, inciso III, Prágrfo 2º d Estrutur Regimentl d Autrqui, provd pelo Decreto n 5.765, de 27 de bril de 06, publicdo no D.O.U. de 28/04/06, e o rtigo 124, do Regimento Interno, provdo pel Resolução n, de de jneiro de 07, publicd no D.O.U. de 26/02/07, e rtigo 2, inciso II e 3, inciso II, líne "", d PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL N 230 MD/MT, de 26 de mrço de 03, IN/STN N 01, de 15 de jneiro de 1997, no que couber mensgem N 04/855854 d Coordenção-Gerl de Contbilidde d STN, e súmul n 04/04 d Coordenção-Gerl de Norms e Avlição de Execução e Despess d STN, tendo em vist o constnte do Processo n 50600.0123/08-23, resolve: I- Autorizr o 2º Btlhão de Engenhri e Construção do Exército Brsileiro/MD executr os serviços referentes às obrs de Construção d BR-135/PI; Trecho: Div. MA/PI (Gudlupe) - Divis PI/BA, Subtrecho: Fim d Pvimentção/Entr. BR-234(B) /PI- 141/250(B) (Eliseu Mrtins); Segmento: km 157,70/km 9,00; extensão: 61,30 Km. II- A execução dos serviços deverá obedecer rigorosmente o Plno de Trblho nº..001.08.04.24.02, presentdo pelo 2º Btlhão de Engenhri e Construção do Exército Brsileiro e provdo pelo Regionl do DNIT no Estdo do Piuí, que pss fzer prte integrnte d presente Portri. III- Autorizr o repsse de recursos pr cobertur ds despess de execução dos serviços, num totl de R$ 22.029.063,81 (vinte e dois milhões, vinte e nove mil, sessent e três reis e oitent e um centvos), de cordo com o Plno de Trblho provdo. IV- Neste e no próximo exercício, os recursos finnceiros que se refere o item nterior são originários d dequção orçmentári ds dotções consignds no Orçmento Gerl d União/08, com recursos progrmdos no vlor de R$ 15.000.000,00 (quinze milhões de reis) n verb 26.782.1459.0T.022 (Construção do Trecho Rodoviário Bertolíne - Eliseu Mrtins - BR-135 no Estdo do Piuí) pr cobrir s despess com execução ds obrs no subtrecho considerdo, de cordo com o Progrm de Trblho nº. 12.001.08.04.24.02 - Construção de Trecho Rodoviário - Div. MA/PI (Gudlupe) - Div. PI/BA, Subtrecho: Fim d Pvimentção - Entr BR-324(B) /PI-141/250(B) (Eliseu Mrtins); Segmento: km 157,70 - km 9,00; Extensão: 61,30 Km. V- A obr objeto dest Portri somente poderá ser inicid pós obtenção d respectiv Licenç Ambientl de Instlção. VI- O przo de execução dos serviços d menciond obr, será o estbelecido no respectivo Plno de Trblho provdo. VII- A presente Portri decorre de utorizção d Diretori Colegid/DNIT, conforme relto n /08, d Diretori de Infr-Estrutur Rodoviári, incluído n put do di 23/12 /08, constnte d t n 50/08. VIII- A execução dos serviços será fisclizd pel Superintendênci Regionl do DNIT no Estdo do Piuí. LUIZ ANTONIO PAGOT EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL ANEXO EDSON ALVES SÁ TELES NORMA DE EXECUÇÃO N o - 1, DE 14 DE JANEIRO DE 09 1 - OBJETIVO Est Norm de Execução tem por objetivo orientr os dirigentes ds Uniddes Gestors do Ministério Público d União - MPU sobre orgnizção, conteúdo e encminhmento dos reltórios de gestão e dos processos de Tomd de Conts Anul, referentes o exercício de 08, observds s disposições contids n Instrução Normtiv nº 57/08 e ns Decisões Normtivs nº 93/08 e nº 94/08, do Tribunl de Conts d União - TCU. 2 - DEFINIÇÕES Pr efeito dest Norm de Execução, entende-se por: 2.1 - Unidde Gestor (UG): Unidde orçmentári ou dministrtiv investid do poder de gerir recursos orçmentários e finnceiros, próprios ou sob descentrlizção. 2.2 - Unidde Jurisdiciond (UJ): Unidde Gestor integrnte do órgão Ministério Público d União sujeit presentr conts o TCU. 2.3 - Unidde Jurisdiciond Consoliddor: Unidde Jurisdiciond responsável pel composição do processo de conts consoliddo pr que englobe, de form sucint, ddos de tods s uniddes consolidds, com o objetivo de evidencir conformidde e o desempenho de sus gestões. 2.4 - Processo de Tomd de Conts: processo de trblho destindo vlir conformidde e o desempenho d gestão dos gentes responsáveis de uniddes jurisdicionds, com bse em um conjunto de documentos, informções e demonstrtivos de nturez contábil, finnceir, orçmentári, opercionl ou ptrimonil. Os processos de tomd de conts deverão incluir todos os recursos, orçmentários e extrorçmentários, geridos pel unidde jurisdiciond. 2.5 - Processo de Tomd de Conts Individul: processo presentdo por um únic unidde jurisdiciond. 2.6 - Processo de Tomd de Conts Consoliddo: processo referente um conjunto de uniddes jurisdicionds orgnizdo com finlidde de possibilitr vlição sistêmic d gestão de uniddes que se relcionm em rzão de hierrqui, função ou progrm de governo, incluindo o conteúdo pertinente às uniddes indicds n Decisão Normtiv TCU nº 94/08. 2.7 - Reltório de Gestão: documento que present informções sobre gestão, conforme disciplindo no item 4.2 dest Norm de Execução. 2.8 - Reltório de Gestão Consoliddo: reltório orgnizdo tendo por bse gestão de um conjunto de uniddes jurisdicionds que se relcionm em rzão de hierrqui, função ou progrm de governo, de modo possibilitr vlição sistêmic dess gestão. 2.9 - Agentes Responsáveis: os titulres e seus substitutos que desempenhrm, no exercício de 08, s tribuições de dirigente máximo d unidde jusrisdiciond que present s conts o TCU. 3 - CLASSIFICAÇÃO DOS PROCESSOS DAS UNIDADES JURISDICIONADAS AO MI- NISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO SUJEITAS À APRESENTAÇÃO DE TOMADA DE CONTAS AO TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO UNIDADES JURISDICIONADAS (UJs) Ministério Público Federl (MPF), consolidndo s conts d Secretri de Gestão de Pessos, d Secretri de Administrção, ds Procurdoris Regionis d Repúblic e ds Procurdoris d Repúblic nos Estdos e Distrito Federl. Ministério Público do Trblho (MPT), consolidndo s conts d Procurdori-Gerl do Trblho e ds Procurdoris Regionis do Trblho nos Estdos e DF. Ministério Público do Distrito Federl e Territórios (MPDFT) Ministério Público Militr (MPM). Escol Superior do MPU (ESMPU). CLASSIFICAÇÃO DO PRO- CESSO DE CONTAS CONSOLIDADO CONSOLIDADO INDIVIDUAL INDIVIDUAL INDIVIDUAL 4 - PEÇAS EXIGIDAS PARA A FORMALIZAÇÃO DO PROCESSO DE TOMADA DE C O N TA S Devem compor o processo nul de tomd de conts s peçs prevists no rt. 13 d IN/TCU nº 57/08 e rt. 4º d DN/TCU nº 94/08, observndo-se os roteiros de verificção de peçs constntes dos formulários nº e dest Norm de Execução.
76 ISSN 1677-7042 1 Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 4.1 - Rol de Responsáveis Pr composição do processo de tomd de conts do exercício de 08, s uniddes jurisdicionds deverão, conforme disposto nos rts. e d Instrução Normtiv nº 57/08 TCU, informr os ddos somente dos titulres e substitutos que exercerm s funções de dirigente máximo de cd unidde, medinte o preenchimento do formulário nº 1. 4.2 - Reltório de Gestão O Reltório de Gestão será elbordo pel Unidde Gestor tendo por bse informções reltivs à própri gestão, devendo conter: ) ddos geris de identificção d unidde, compreendendo nome completo, sigl, CNPJ, nturez jurídic, vinculção, endereço completo, endereço d págin institucionl n Internet, código e gestões utilizdos no SIAFI, norm de crição, finlidde, norms que estbelecerm estrutur orgnizcionl e regimento interno provdo e em vigor no período, função de governo predominnte, tipo de tividde e situção d unidde (em funcionmento, outros especificr); b) descrição dos objetivos e mets (físics e finnceirs) institucionis, previstos n Lei Orçmentári Anul e registrdos no SIGPLAN, qundo houver, e ds ções dministrtivs (projetos e tividdes) contids no seu plno de ção. Pr cd ção deverá ser preenchido o formulário nº 2, informndo: b.1) vlição dos resultdos d execução dos progrms governmentis e/ou ds ções dministrtivs, levndo-se em cont os resultdos quntittivos e qulittivos lcnçdos e eficáci, eficiênci e efetividde no cumprimento dos objetivos e mets estbelecidos, com esclrecimentos, se for o cso, sobre s cuss que invibilizrm o pleno cumprimento; b.2) s medids implementds e implementr com vists o snemento de eventuis disfunções estruturis ou situcionis que prejudicrm ou invibilizrm o lcnce dos objetivos e mets colimdos, inclusive quels de competênci de outrs uniddes d Administrção Públic; b.3) responsáveis pel implementção ds medids; e b.4) indicdores ou prâmetros usdos pr vlição. Cso ção dministrtiv tenh sido executd por váris uniddes gestors, o preenchimento do formulário nº 2 cberá Unidde Orçmentári responsável pel utilizção do respectivo crédito consigndo n LOA. c) descrição dos indicdores e outros prâmetros instituídos pel unidde jurisdiciond e utilizdos pr vlir o desempenho d gestão institucionl sob exme ns conts. Em relção o indicdor de economicidde de despess de serviços terceirizdos, de nturez contínu, deverá ser utilizdo o formulário nº 3; d) demonstrtivo d execução de Restos Pgr de Exercícios Anteriores. Utilizr o formulário nº 4; e) demonstrtivo ds trnsferêncis medinte convênio, cordo, juste, termo de prceri ou outros instrumentos congêneres, bem com título de subvenção, uxílio ou contribuição. Utilizr o formulário nº 5; f) demonstrtivo sintético dos vlores gstos com crtões de crédito, discriminndo o totl pgo medinte ftur e sque no período, considerndo o exercício que se referem s conts e os dois exercícios nteriores. Utilizr o formulário nº 6; g) providêncis dotds pr dr cumprimento às recomendções d AUDIN/MPU expedids no exercício ou s justifictivs pr o cso de não-cumprimento (informr o número do reltório, descrever recomendção e especificr s providêncis dotds); h) providêncis dotds pr dr cumprimento às determinções e recomendções do TCU expedids no exercício ou s justifictivs pr o cso de não-cumprimento (informr nº d Decisão ou do Acórdão, descrever determinção ou recomendção e especificr s providêncis dotds); i) informção qunto o efetivo encminhmento o órgão de controle interno dos ddos e informções reltivos os tos de dmissão e desligmento, bem como os tos de concessão de posentdori e pensão, exigíveis no exercício que se referem s conts, nos termos do rt. 7º d IN/TCU nº 55/07. Ess informção é de responsbilidde exclusiv dos órgãos de recursos humnos dos respectivos rmos; j) demonstrtivo relcionndo s dispenss de insturção de Tomds de Conts Especiis e s Tomds de Conts Especiis cujo envio o Tribunl foi dispensdo com bse nos Incisos I IV do do rt. 5º d Instrução Normtiv - TCU nº 56, de 5/12/07. Utilizr o formulário nº 7; k) demonstrtivo d dotção disponível e d execução d despes. No âmbito do MPF e MPT, o demonstrtivo deverá ser preenchido pels comissões consoliddors. Utilizr o formulário nº 8; l) outrs informções considerds pelos responsáveis como relevntes pr vlição d conformidde e do desempenho d gestão. 4.3 - Declrção d unidde de pessol Declrção express, ssind pelo responsável d unidde de pessol, de que os responsáveis rroldos ns conts estão em di com exigênci de presentção d Declrção de Bens e Rends, em observânci o disposto n Lei nº 8.730, de de novembro de 1993. 4.4 - Demonstrtivo sintético ds comissões de inquérito em PAD Descrição sucint dos ftos sob purção pels Comissões de Inquérito em Processos Administrtivos Disciplinres insturdos n unidde jurisdiciond no período com o intuito de purr dno o Erário, frudes ou corrupção. Utilizr o formulário nº 9; 5 - REMESSA DA DOCUMENTAÇÃO ÀS COMISSÕES E À AUDIN/MPU As Uniddes Gestors do MPF e MPT deverão remeter os documentos às respectivs comissões instituíds pr fins de consolidção ds conts, medinte o preenchimento do formulário nº. O MPM, MPDFT e ESMPU, bem como s comissões do MPF e MPT, encminhrão à AUDIN-MPU, com o uso do formulário nº. No site www.udin.mpu.gov.br estão disponíveis os formulários menciondos nest norm de execução. Os símbolos < > nos cmpos dos formulários indicm que deverão ser substituídos pel informção correspondente. 6 - CONSOLIDAÇÃO DAS CONTAS Pr formlizção dos processos de conts ds UJ Consoliddors MPF e MPT é necessário constituição de comissão incumbid de: 6.1 - coordenr e orientr elborção dos documentos crgo ds uniddes gestors pr fim de consolidção; 6.2 - receber ds uniddes gestors pertencentes o respectivo rmo s peçs indicds no item 4 dest Norm de Execução; 6.3 - selecionr s informções considerds relevntes de cd Unidde Gestor; 6.4 - elborr o reltório de gestão consoliddo com s informções selecionds; 6.5 - encminhr à AUDIN-MPU o processo de Tomd de Conts Consoliddo; 6.6 - os documentos consoliddos pels comissões deverão ser ssindos pelos respectivos titulres ds UJ Consoliddors; 6.7 - cso hj mnifestção do órgão de controle interno pel irregulridde ds conts de qulquer dos responsáveis de Unidde Gestor constnte do processo de conts consoliddo, s conts d respectiv Unidde deverão ser presentds e utuds em seprdo, observdos os przos e procedimentos plicáveis o processo de conts individul. 7 - PRAZOS E CONDIÇÕES PARA REMESSA DAS PEÇAS NECESSÁRIAS À FOR- MALIZAÇÃO DOS PROCESSOS DE TOMADA DE CONTAS Os titulres ds Uniddes Jurisdicionds Consoliddors MPF e MPT, bem como os do MPDFT, MPM e ESMPU encminhrão à AUDIN-MPU, por meio de ofício, em dus vis, s peçs necessáris à formlizção do processo de Tomd de Conts Anul, nos seguintes przos: TIPO DE PROCESSO Processos de Tomd de Conts Individul (ESMPU, MPDFT e MPM) Processos de Tomd de Conts Consoliddos (MPF e MPT) DA UG PARA A UJ CONSOLI- DADORA PRAZOS PARA ENCAMINHAMENTO DA UG OU UJ CONSOLIDADORA PARA O CONTROLE INTERNO - /03/09 27/02/09 /03/09 As peçs e conteúdos necessários à formlizção dos processos de Tomd de Conts somente serão considerds entregues n AUDIN/MPU se estiverem de cordo com s exigêncis estbelecids nest Norm de Execução. As peçs encminhds em descordo serão devolvids à origem pr s devids correções. 8 - PRAZO E CONDIÇÕES PARA REMESSA DOS RELATÓRIOS DE GESTÃO Pr efeito do disposto no rt. 6º d Decisão Normtiv TCU nº 93/08, os titulres ds Uniddes Jurisdicionds Consoliddors MPF e MPT, bem como os do MPDFT, MPM e ESMPU encminhrão à AUDIN-MPU o reltório de gestão, em meio mgnético, té o di de mrço de 09, o qul será envido o Tribunl de Conts d União. TOMADA DE CONTAS ANUAL - EXERCÍCIO DE 08 COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS Fls. 1/1 Unidde Jurisdiciond: <Nome d Unidde Gestor> ROL DE RESPONSÁVEIS Formulário Nº 1 DIRIGENTE MÁXIMO DA UNIDADE JURISDICIONADA QUE APRESENTA AS CONTAS AO TCU TITULAR AGENTE: <Nome, completo e por extenso, e número do CPF> PERÍODO DE GESTÃO: de / /08 / /08 ENDEREÇO: <Residencil completo> MUNICÍPIO: UF: CEP: E-MAIL: <Endereço eletrônico, se houver> CARGO: <Crgo ou função, conforme estrutur d unidde> ATO DE NOMEAÇÃO ATO DE EXONERAÇÃO Dt de Publicção D O C U M E N TO Dt de Public- D O C U M E N TO no DOU ção no DOU // // DIRIGENTE MÁXIMO DA UNIDADE JURISDICIONADA QUE APRESENTA AS CONTAS AO TCU S U B S T I T U TO AGENTE: <Nome, completo e por extenso, e número do CPF> PERÍODO DE GESTÃO: de / /08 / /08 ENDEREÇO: <Residencil completo> MUNICÍPIO: UF: CEP: E-MAIL: <Endereço eletrônico, se houver> CARGO: <Crgo ou função, conforme estrutur d unidde> ATO DE NOMEAÇÃO ATO DE EXONERAÇÃO Dt de Publicção D O C U M E N TO Dt de Public- D O C U M E N TO no DOU ção no DOU // // <Ordendor de Despes> <Nome e Crgo do Responsável pelo preenchimento> Not: Os formulários devem contemplr todos os titulres e substitutos que desempenhrm, no exercício de 08, s tribuições de dirigente máximo d unidde gestor, conforme disposto no item 2.9 dest Norm de Execução. Fls. 1/1 TOMADA DE CONTAS ANUAL - EXERCÍCIO DE 08 DEMONSTRATIVO DA EXECUÇÃO DOS PROGRAMAS GOVERNAMENTAIS Formulário Nº 2 Unidde Gestor: <Código d UG> - <Nome d Unidde Gestor> Progrm: <Código e título do Progrm Governmentl> Ação Administrtiv (Projeto/Atividde): <Código e título d Ação Administrtiv> ORÇAMENTO 08 (R$) META FÍSICA Autorizdo Executdo Previst Relizd Descrição do objetivo gerl, objetivos específicos e beneficiários. Avlição do resultdo, indicndo cuss de eventul insucesso. < Disfunção estruturl ou situcionl que prejudicou ou invibilizou o lcnce dos objetivos e mets> < Medids implementds e/ou implementr pr trtr s cuss de insucesso; e> < Responsáveis pel implementção ds medids.> <Ordendor de Despes> <Nome e Crgo do Responsável pelo preenchimento> Indicdores ou prâmetros usdos pr vlição.
Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 1 77 ISSN 1677-7042 TOMADA DE CONTAS ANUAL - EXERCÍCIO DE 08 TOMADA DE CONTAS ANUAL - EXERCÍCIO DE 08 Fls. 1/1 Fls. 1/1 DEMONSTRATIVO DAS DESPESAS REALIZADAS PELA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS TERCEI- RIZADOS DE NATUREZA CONTÍNUA Formulário Nº 3 DEMONSTRATIVO DAS TRANSFERÊNCIAS (CONVÊNIOS E OUTROS TIPOS) Formulário Nº 5 Unidde Gestor: <Código d UG> - <Nome d Unidde Gestor> Ctegoris Profissionis 1. Vigilânci 2. Limpez e Conservção 3. Copeirgem (grçom e copeir) 4. Ascensorist 5. Mnutenção de elevdores 6. Serviços de recpecionists/telefonists 7. Outros (indicr) TO TA L Número de Empregdos Dez / 08 (A) <Ordendor de Despes> <Nome e Crgo do Responsável pelo preenchimento> Fls. 1/1 To t l Liquiddo em 07 (R$) To t l Liquiddo em 08 (R$) Vlor Liquiddo Dez / 08 (R$) (B) TOMADA DE CONTAS ANUAL - EXERCÍCIO DE 08 DEMONSTRATIVO DA EXECUÇÃO DE RESTOS A PAGAR NO EXERCÍCIO DE 08 POR ANO DE INSCRIÇÃO NO SIAFI Unidde Gestor: <Código d UG> - <Nome d Unidde Gestor> R$ 1,00 ANO DE INSCRIÇÃO TO TA L RP PROCESSADOS Gestão: 00001 - Tesouro Ncionl Vlor d Remunerção Dez / 08 (R$) (C) Ftor "K" K=(B)/(CxA) Formulário Nº 4 Gestão: 00001 - Tesouro Ncionl RP NÃO PROCESSADOS Inscritos Cnceldos Pgos A Pgr Inscritos Cnceldos Pgos A Pgr Explicitção ds rzões pr permnênci de Restos Pgr Processdos e Não Processdos há mis de um exercício finnceiro. Discriminção de vlores referentes restos pgr que permnecem no sistem sem que su vigênci tenh sido prorrogd por Decreto. <Ordendor de Despes> <Nome e Crgo do Responsável pelo preenchimento> RESTOS A PAGAR PROCESSADOS - são s despess empenhds que já concluírm fse de liquidção, qul consiste n verificção do direito dquirido pelo credor, tendo por bse os títulos e documentos comprobtórios do respectivo crédito. Inscritos - Ess colun identific os sldos de Restos Pgr Processdos inscritos em exercícios nteriores e em de dezembro do exercício nterior o exercício de referênci, e que já tiverm su efetiv liquidção consttd. Cnceldos - Ess colun identific os Restos Pgr Processdos inscritos que, por lgum motivo, tiverm de ser cnceldos durnte o exercício de referênci. Pgos - Ess colun identific os Restos Pgr Processdos inscritos e que já form pgos, durnte o exercício de referênci. A Pgr - Ess colun identific os Restos Pgr Processdos inscritos, pendentes de pgmento. RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS - são s despess empenhds que ind não concluírm fse de liquidção. Os Restos Pgr Não-processdos e liquiddos no exercício de referênci deverão permnecer demonstrdos ns respectivs coluns de RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS. Todvi, no exercício seguinte, os sldos liquiddos pgr deverão ser demonstrdos n colun RESTOS A PAGAR PROCESSADOS - Inscritos. Inscritos - Ess colun identific os sldos de Restos Pgr Não-processdos inscritos em exercícios nteriores e em de dezembro do exercício nterior o exercício de referênci, e que ind não tiverm su efetiv liquidção consttd. Cnceldos - Ess colun identific os Restos Pgr Não-processdos inscritos que, por lgum motivo, tiverm de ser cnceldos durnte o exercício de referênci. Pgos - Ess colun identific os Restos Pgr Não-processdos inscritos que já form pgos, durnte o exercício de referênci. A Pgr - Ess colun identific os Restos Pgr Não-processdos inscritos, pendentes de pgmento. O totl ds coluns A PAGAR, tnto dos Restos Pgr Processdos qunto dos Não-processdos, é o resultdo dos Restos Pgr Inscritos menos os Cnceldos e menos os Pgos. Unidde Gestor: <Código d UG> - <Nome d Unidde Gestor> Gestão: 00001 - Tesouro Ncionl EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL Ti p o * Código Sifi/Sisg Identificção Objeto d do Termo Inicil ou de Adi- venç tivos (nº do processo e do termo, dt, ssintur, vigênci, etc.) Dt de publicção no DOU Vlor totl pctudo Vlor totl recebido ou trnsferido no exercício Contrprtid Beneficiário (Rzão socil e CNPJ) Situção d venç (lcnce de objetivos e mets, prestção de conts, sindicânci, TCE S/N?)** <Ordendor de Despes> <Nome e Crgo do Responsável pelo preenchimento> * Tipo de trnsferênci: 1 - convênio, 2 - cordo, 3 - juste, 4 - prceri, 5 - subvenção, 6 - uxílio, 7 - contribuição ou 8 - outros. No último cso, mencionr outros tipos de trnsferêncis que não envolvm recursos finnceiros, tis como trnsferêncis de mteriis ou cordos de cooperção técnic, desde que tis tos de gestão sejm relevntes pr vlição d gestão d unidde jurisdiciond. Neste cso, nem todos os cmpos serão objeto de preenchimento obrigtório. ** Situção d venç: efetur, qundo for o cso, os seguintes registros: Observção 1: no cso de insturção de processo dministrtivo pr sindicânci ou de TCE, informr: número do processo; fto que originou; identificção d unidde ou do responsável pel purção; identificção dos responsáveis (nome, CPF e crgo/função); vlores originis e dts de competênci; e situção do processo (providêncis dotds e dotr, inclusive qunto à suspensão de trnsferênci, przo de conclusão do processo etc). Observção 2: no cso de convênio com sldo de VALORES A LIBERAR, com vigênci expird, comentr os motivos estruturis ou situcionis que determinm pendênci, bem como o plno de liberção ou cncelmento. Observção 3: no cso de convênio com SALDOS A APROVAR, com vigênci expird, comentr os motivos estruturis ou situcionis que determinm pendênci, bem como o plno de finlizção d nálise. Observção 4: no cso de convênio com SALDOS A COMPROVAR, com vigênci expird, reltr os motivos estruturis ou situcionis que determinm pendênci, ocorrênci ou não de notificção o convenente e inscrição em indimplênci, mencionndo s dts e os números dos respectivos expedientes, ou justificr flt de notificção ou de inscrição em indimplênci. Fls. 1/1 TOMADA DE CONTAS ANUAL - EXERCÍCIO DE 08 DEMONSTRATIVO SINTÉTICO DOS VALORES GASTOS COM CARTÕES DE CRÉDITO Unidde: <Nome d Unidde Gestor ou d UJ Consoliddor> R$ 1,00 Discriminção FAT U R A SAQUE TO TA L Formulário Nº 6 Gestão: 00001 - Tesouro Ncionl Despess Pgs por Ano 06 07 08 <Ordendor de Despes> <Nome e Crgo do Responsável pelo preenchimento> Not: Os vlores totis referentes às despess desse demonstrtivo estão contbilizds ns seguintes conts: 19996.24.01 - Sque - Crtão de Pgmento do Governo Federl 19996.24.02 - Ftur - Crtão de Pgmento do Governo Federl Fls. 1/1 TOMADA DE CONTAS ANUAL - EXERCÍCIO DE 08 DEMONSTRATIVO DOS PROCESSOS DISPENSADOS DE INSTAURAÇÃO DE TCE E PROCESSOS DE TCE NÃO ENCAMINHADOS AO TCU EM DECORRÊNCIA DO ARQUIVA- MENTO NO ÓRGÃO DE ORIGEM 1 - EXERCÍCIO Unidde Gestor: <Código d UG> - <Nome d Unidde Gestor> Motivo d dispens ou do rquivmento 2 Nº do processo (dm. ou TCE) CPF / CNPJ Responsável Nome Crgo ou função do responsável 3 Vlor do débito tulizdo 4 té /12 (R$) Formulário Nº 7 Gestão: 00001 - Tesouro Ncionl Dt d Ocorrênci (irregulriddes Principis medids ocorrênci 5 detectds) 6 dminis- trtivs dotds
78 ISSN 1677-7042 1 Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 EXECUÇÃO DA DESPESA R$ 1,00 <Ordendor de Despes> <Nome e Crgo do Responsável pelo preenchimento> Not 1 Devem constr do presente demonstrtivo: ) os processos dispensdos de insturção de TCE e/ou os dispensdos de encminhmento o Tribunl - utorizdo o correspondente rquivmento no órgão de origem - ns situções prevists pelo rt. 5º,, incisos I IV d IN/TCU 56/07, quis sejm: recolhimento do débito no âmbito interno (inciso I); presentção intempestiv e provção d prestção de conts ntes do encminhmento o Tribunl (inciso II); vlor do dno tulizdo monetrimente inferior o limite fixdo pelo Tribunl pr encminhmento de TCE (inciso III) e outr situção em que o débito sej descrcterizdo (inciso IV); e b) processos dispensdos de insturção de TCE pós trnscorridos dez nos desde o fto gerdor, sem que tenh hvido nesse período qulquer notificção o responsável, nos termos do rt. 5º, prágrfos 4 e 5º d IN/TCU 56/07. OBS.: No cso de prcelmento concedido dministrtivmente, informr o processo no exercício em que houve concessão do prcelmento. Not 2 Discriminr o dispositivo do rt 5º d IN/TCU 56/07 que utorizou dispens de insturção de TCE ou dispens do encminhmento d TCE o Tribunl de Conts d União d form dispost bixo (Ordenr os ddos deste demonstrtivo por este cmpo): 1 - recolhimento do débito no âmbito interno (, I) 2 - presentção intempestiv e provção d prestção de conts ntes do encminhmento o Tribunl (, II) 3 - vlor do dno tulizdo monetrimente inferior o limite fixdo pelo Tribunl pr encminhmento de TCE (, III) 4 - outr situção em que o débito sej descrcterizdo (, IV) 5 - processos dispensdos de insturção de TCE pós trnscorridos dez nos desde o fto gerdor, sem que tenh hvido nesse período qulquer notificção o responsável ( 4º). Not 3 Informr o crgo ou função do responsável à époc d ocorrênci dos ftos purdos. Not 4 Informr o vlor totl do débito tulizdo monetrimente té /12 do exercício do qul trt o Reltório de Gestão. No cso de omissão no dever de prestr conts d regulr plicção de recursos federis repssdos, considerr o vlor do débito como sendo o vlor totl do repsse. Not 5 Informr dt d ocorrênci ser contd conforme os seguintes critérios (IN/TCU 56, rt., 2 ): - nos csos de omissão no dever de prestr conts e d não-comprovção d plicção de recursos repssdos, dotr dt fixd pr presentção d prestção de conts; - nos demis csos, dotr dt d ocorrênci, qundo conhecid, ou dt de ciênci do fto pel Administrção. Not 6 Descrever ocorrênci de form sucint. Reltr informções dicionis que, critério do gestor, devm ser levds o conhecimento do TCU, tis como presentção de documentos inidôneos, ocorrênci de frude, desvio, desflque, entre outrs. Not 7 Descrever s medids dministrtivs dotds de form sucint. Informr s inclusões e exclusões dos débitos e responsáveis efetudos pelo órgão ou entidde em cdstros específicos tis como Cdin, Diversos Responsáveis, etc. (Atendimento à determinção do item 9.3 do Acórdão TCU nº 2.647/07 - Plenário.) COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS TOMADA DE CONTAS ANUAL - EXERCÍCIO DE 08 Ctegori Econômic Grupo de Nturez d Despes DESPESAS CORRENTES Pessol e Encrgos Sociis Outrs Despess Correntes DESPESAS DE CAPITAL Investimentos Inversões Finnceirs TO TA L Dotção Disponível (d) Execução d Despes (5) (e) % (f)=(e/d) Sldo não utilizdo <Ordendor de Despes> <Nome e Crgo do Responsável pelo preenchimento> Nots: (1)Este formulário deverá ser preenchido somente pels Uniddes Orçmentáris MPF, MPT, MPM, MPDFT e ESMPU. (2) Lei Orçmentári Anul - LOA 08 mis os créditos dicionis. (3)Resultdo dos destques recebidos menos os concedidos, bem como s provisões recebids menos s concedids outro rmo do MPU ou à ESMPU, devendo Unidde Jurisdiciond especificr outrs informções referentes às descentrlizções no reltório de gestão. (4) Correspondem os vlores que form contingencidos ou bloquedos pel Unidde Jurisdiciond, não sendo possível su utilizção no exercício. (5) Conts 293.02.01 (Crédito Empenhdo - Liquiddo) + 293.02.02 (Créd.Empenhdo- Executdo por Inscrição de RP) + 293.03.01 (Crédito Pgo - Folh), em observânci o inc. II do do rt. 1 d LDO pr 08. Fls. 1/1 TOMADA DE CONTAS ANUAL - EXERCÍCIO DE 08 DEMONSTRATIVO SINTÉTICO DAS COMISSÕES DE INQUÉRITO EM PROCESSOS ADMINIS- TRATIVOS DISCIPLINARES INSTAURADOS NA UNIDADE NO PERÍODO COM O INTUITO DE APURAR DANO AO ERÁRIO, FRAUDES OU CORRUPÇÃO Unidde Gestor: <Código d UG> - <Nome d Unidde Gestor> Número do processo: Ato insturdor: ( ) Portri ( ) Ordem de Serviço ( ) Outros <especificr> Número do Ato: Dt: / / Irregulridde/Ileglidde: ( ) Frude ( ) Ato de corrupção ( ) Dno o Erário ( ) Outros Fto sob purção (descrição sucint): Situção do processo: ( ) em ndmento ( ) concluído Julgmento: ( ) bsolvição ( ) penção Pen plicd: Remess dos utos: ( ) Procurdori-Gerl d Fzend Ncionl ( ) Advocci-Gerl d União Recomendção de insturção de TCE ( ) Vlor do dno cusdo ou estimdo R$ <Ordendor de Despes> <Nome e Crgo do Responsável pelo preenchimento> Fls. 1/1 TOMADA DE CONTAS ANUAL - EXERCÍCIO DE 08 ROTEIRO DE VERIFICAÇÃO DE PEÇAS E CONTEÚDOS DESTINADOS À UJ CONSOLIDADORA Formulário Nº 9 Gestão: 00001 - Tesouro Ncionl Formulário Nº Fls. 1/1 DEMONSTRATIVO DA DOTAÇÃO DISPONÍVEL E DA EXECUÇÃO DA DESPESA (1) Formulário Nº 8 Unidde Gestor: <Código d UG> - <Nome d Unidde Gestor> Gestão: 00001 - Tesouro Ncionl Unidde Jurisdiciond: <Nome d Unidde Jurisdiciond ou UJ Consoliddor> DOTAÇÃO DISPONÍVEL R$ 1,00 Ctegori Econômic Grupo de Nturez d Despes DESPESAS CORRENTES Pessol e Encrgos Sociis Outrs Despess Correntes DESPESAS DE CAPITAL Investimentos Inversões Finnceirs TO TA L Dotção Autorizd (2) () Descentrlizção Líquid de Crédito Orçmentário (3) (b) Dotção Indisponível (4) (c) Dotção Disponível (d)=( + b - c) PEÇAS EXIGIDAS (rt. 13, IN/TCU nº 57/08) LOCALIZAÇÃO (*) (Volume / fls.) I. Rol de responsáveis. II. Reltório de Gestão com os conteúdos bixo presentdos em títulos específicos: ) ddos geris de identificção d unidde gestor; b) descrição dos objetivos e mets (físics e finnceirs) institucionis, previstos n LOA e registrdos no SIGPLAN, qundo houver, e ds ções dministrtivs (projetos e tividdes) contids no seu plno de ção; c) descrição dos indicdores e outros prâmetros instituídos pel unidde jurisdiciond e utilizdos pr vlir o desempenho dos progrms governmentis e/ou ds ções dministrtivs; d) demonstrtivo d execução de Restos Pgr de Exercícios Anteriores; e) demonstrtivo ds trnsferêncis medinte convênio, cordo, juste, termo de prceri ou outros instrumentos congêneres, bem com título de subvenção, uxílio ou contribuição; f) demonstrtivo sintético dos vlores gstos com crtões de crédito; g) providêncis dotds pr dr cumprimento às recomendções d AUDIN/ MPU expedids no exercício ou s justifictivs pr o cso de não-cumprimento; h) providêncis dotds pr dr cumprimento às determinções e recomendções do TCU expedids no exercício ou s justifictivs pr o cso de não-cumprimento; i) demonstrtivo relciondo s dispenss de insturção de Tomds de Conts Especiis e s Tomds de Conts Especiis cujo envio o Tribunl foi dispensdo com bse nos Incisos I IV do do rt. 5º d Instrução Normtiv - TCU nº 56, de 5/12/07; j) outrs informções considerds pelos responsáveis como relevntes pr vlição d conformidde e do desempenho d gestão.
Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 1 79 ISSN 1677-7042 III. Demonstrtivo sintético ds Comissões de Inquérito em Processos Administrtivos Disciplinres insturdos n unidde no período que se referem s conts com o intuito de purr dno o erário, frudes ou corrupção. SITUAÇÃO 1 ( ) A Tomd de Conts está constituíd de tods s peçs relcionds no item 4 d Norm de Execução 1/09 - AUDIN-MPU, estndo em condição de ser encminhd à COMISSÃO CONSOLIDADORA. 2 ( ) Ausente(s) n Tomd de Conts (s) peç(s)/conteúdo(s) exigido(s) pel Norm de Execução 1/09 - AUDIN-MPU, relciondo(s) bixo, com respectiv justifictiv, se houver: L O C A L / D ATA ASSINATURA/CARIMBO DO RESPONSÁVEL PELO EXA- ME (*) Nos csos em que UG não tenh conteúdos objetivos pr compor peç requerid, escrever "não se plic". Fls. 1/1 TOMADA DE CONTAS ANUAL - EXERCÍCIO DE 08 ROTEIRO DE VERIFICAÇÃO DE PEÇAS E CONTEÚDOS DESTINADOS À AUDIN Formulário Nº Unidde Jurisdiciond: <Código d UJ> - <Nome d Unidde Jurisdiciond ou UJ Consoliddor> PEÇAS EXIGIDAS (rt. 13, IN/TCU nº 57/08) LOCALIZAÇÃO (*) (Volume / fls.) I. Rol de responsáveis. II. Reltório de Gestão com os conteúdos bixo presentdos em títulos específicos: ) ddos geris de identificção d unidde gestor; b) demonstrtivo d dotção disponível e d execução d despes; c) descrição dos objetivos e mets (físics e finnceirs) institucionis, previstos n LOA e registrdos no SIGPLAN, qundo houver, e ds ções dministrtivs (projetos e tividdes) contids no seu plno de ção; MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO PROCURADORIAS REGIONAIS 1ª REGIÃO PORTARIA Nº 2, DE 12 DE JANEIRO DE 09 O PROCURADOR DO TRABALHO, que est subscreve, no uso de sus tribuições legis, Considerndo o teor dos ftos reltdos no procedimento nº 00/00-301, insturdo por determinção do Excelentíssimo Senhor Procurdor do Trblho, Dr. João Crlos Teixeir, dndo notíci de que denuncid, FARMISA FAZENDAS REUNIDAS MIRAN- DA S/A (SÃO JOSÉ), vem prticndo irregulriddes trblhists, concernentes n explorção do trblho de menores, flt de pgmento de slários e do recolhimento do FGTS, inobservânci do slário mínimo legl e ds norms de segurnç e medicin do trblho; Considerndo o disposto nos rts. 127 e 129 d Constituição d Repúblic, rt. 6º, VII e 84, III, d Lei Complementr nº 75/93 e rt. 8º, d Lei nº 7347/85, que tribuem o Ministério Público do Trblho defes dos interesses difusos, coletivos, sociis e individuis indisponíveis dos trblhdores, resolve: Insturr o Inquérito Civil Público nº 00/00-301, em fce de FARMISA FAZENDAS REUNIDAS MIRANDA S/A (SÃO JOSÉ). Presidirá o inquérito o Procurdor do Trblho, JOSÉ MA- NOEL MACHADO, que poderá ser secretrido pelos servidores Crlos Edurdo Jcintho Lobo e Edurdo Xvier de Souz, Anlists Processuis. d) descrição dos indicdores e outros prâmetros instituídos pel unidde jurisdiciond e utilizdos pr vlir o desempenho dos progrms governmentis e/ou ds ções dministrtivs; e) demonstrtivo d execução de Restos Pgr de Exercícios Anteriores; f) demonstrtivo ds trnsferêncis medinte convênio, cordo, juste, termo de prceri ou outros instrumentos congêneres, bem com título de subvenção, uxílio ou contribuição; g) demonstrtivo sintético dos vlores gstos com crtões de crédito; h) providêncis dotds pr dr cumprimento às recomendções d AUDIN/ MPU expedids no exercício ou s justifictivs pr o cso de não-cumprimento; i) providêncis dotds pr dr cumprimento às determinções e recomendções do TCU expedids no exercício ou s justifictivs pr o cso de não-cumprimento; j) informção qunto o efetivo encminhmento o órgão de controle interno dos ddos e informções reltivos os tos de dmissão e desligmento, bem como os tos de concessão de posentdori e pensão, exigíveis no exercício que se referem s conts, nos termos do rt. 7º d IN/TCU nº 55/07; k) demonstrtivo relciondo s dispenss de insturção de Tomds de Conts Especiis e s Tomds de Conts Especiis cujo envio o Tribunl foi dispensdo com bse nos Incisos I IV do do rt. 5º d Instrução Normtiv - TCU nº 56, de 5/12/07; l) outrs informções considerds pelos responsáveis como relevntes pr vlição d conformidde e do desempenho d gestão. III. Declrção d Unidde de Pessol qunto o tendimento por prte dos responsáveis d obrigção de presentção d declrção de bens e rends. IV. Demonstrtivo sintético ds Comissões de Inquérito em Processos Administrtivos Disciplinres insturdos n unidde no período que se referem s conts com o intuito de purr dno o erário, frudes ou corrupção. SITUAÇÃO 1 ( ) A Tomd de Conts está constituíd de tods s peçs relcionds nos itens 4 e 5 d Norm de Execução 1/09 - AUDIN-MPU, estndo em condição de ser encminhd à AUDIN-MPU. 2 ( ) Ausente(s) n Tomd de Conts (s) peç(s)/conteúdo(s) exigido(s) pel Norm de Execução 1/09 - AUDIN-MPU, relciondo(s) bixo, com respectiv justifictiv, se houver: L O C A L / D ATA ASSINATURA/CARIMBO DO RESPONSÁVEL PELO EXA- ME (*) Nos csos em que UJ ou UJ Consoliddor não tenh conteúdos objetivos pr compor peç requerid, escrever "não se plic". EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL JOSÉ MANOEL MACHADO PORTARIA Nº 9, DE 14 DE JANEIRO DE 09 O PROCURADOR DO TRABALHO, que est subscreve, no uso de sus tribuições legis, Considerndo o teor dos ftos reltdos no procedimento nº 0095/01-301, insturdo prtir de ofício envido pelo Sindicto dos Trblhdores em Trnsportes Rodoviários de Itperun à Procurdori Regionl do Trblho d 1ª Região, dndo notíci de que denuncid, AUTOVIAÇÃO SÃO CRISTÓVÃO LTDA., vem prticndo irregulriddes trblhists, concernentes n flt de registro do contrto de trblho, sonegção de féris e slário, coção dos trblhdores pr ssintur de documentos em brnco e excesso n jornd de trblho; Considerndo o disposto nos rts. 127 e 129 d Constituição d Repúblic, rt. 6º, VII e 84, III, d Lei Complementr nº 75/93 e rt. 8º, d Lei nº 7347/85, que tribuem o Ministério Público do Trblho defes dos interesses difusos, coletivos, sociis e individuis indisponíveis dos trblhdores, resolve: Insturr o Inquérito Civil Público nº 0095/01-301, em fce de AUTOVIAÇÃO SÃO CRISTÓVÃO LTDA.. Presidirá o inquérito o Procurdor do Trblho, JOSÉ MANOEL MACHADO, que poderá ser secretrido pelos servidores Crlos Edurdo Jcintho Lobo e Edurdo Xvier de Souz, Anlists Processuis. JOSÉ MANOEL MACHADO 3ª REGIÃO PORTARIA Nº 1, DE 13 DE JANEIRO DE 09 O Procurdor do Trblho que est subscreve, no uso de sus tribuições legis e considerndo que dos utos do Inquérito Civil n 232/08, insturd em fce de representção formuld pelo Tribunl Regionl do Trblho d 3ª Região, constm evidêncis de lesão à ordem jurídic e direitos sociis constitucionlmente grntidos, e nte necessidde de serem colhids provs úteis e necessáris pr o esclrecimento do objeto, qul sej: rescisão contrtul: não pgto de verbs rescisóris e rescisão contrtul: não homologção, resolve: Nos termos do disposto nos rts. 129, inciso III, d Constituição d Repúblic, c/c rt. 84, II, d Lei Complementr 75/93 e rt.8º, d Lei 7347/85: determinr insturção do INQUÉRITO CIVIL N 232/08, contr: TRANSRITA LTDA, CNPJ 18775296000188, loclizd à Rodovi BR-354, Km 476, Distrito Industril, Arcos / MG - 35588-000. Determin-se, de início, trnsformção do feito em Inquérito Civil e intimção d representd pr udiênci em /2/09, às 14 hors, com vists tenttiv de composição extrjudicil. VICTÓRIO ÁLVARO COUTINHO RETTORI PORTARIA Nº 2, DE 13 DE JANEIRO DE 09 O Procurdor do Trblho que est subscreve, no uso de sus tribuições legis e considerndo que dos utos do Inquérito Civil n 242/08, insturdo em fce de representção formuld pelo Tribunl Regionl do Trblho / 2ª Vr do Trblho de Divinópolis/MG, constm evidêncis de lesão à ordem jurídic e direitos sociis constitucionlmente grntidos, e nte necessidde de serem colhids provs úteis e necessáris pr o esclrecimento do objeto, qul sej: frude n dmissão de empregdo, medinte flso contrto de empreitd, resolve: Nos termos do disposto nos rts. 129, inciso III, d Constituição d Repúblic, c/c rt. 84, II, d Lei Complementr 75/93 e rt.8º, d Lei 7347/85: determinr insturção do INQUÉRITO CIVIL N 242/08, contr: GAISA PAISAGISMO LIMITADA, CNPJ 26057067000156, loclizd à Ru Pernmbuco, 46, Birro São Roque, Divinópolis / MG - 35502-452. Determin-se, de início, convolção do feito em Inquérito Civil e o oficimento d Gerênci Regionl do Trblho e Emprego em Divinópolis, solicitndo inclusão d representd no roteiro de fisclizções, com vists purr pontd irregulridde trblhist, encminhndo cópi do reltório fiscl e dos utos de infrção porventur lvrdos. VICTÓRIO ÁLVARO COUTINHO RETTORI PORTARIA Nº 3, DE 13 DE JANEIRO DE 09 O Procurdor do Trblho que est subscreve, no uso de sus tribuições legis e considerndo que dos utos do Inquérito Civil n 230/08 constm evidêncis de lesão à ordem jurídic e direitos sociis constitucionlmente grntidos, e nte necessidde de serem colhids provs úteis e necessáris pr o esclrecimento do objeto, qul sej: ocorrênci de excesso de jornd, excesso de ruído, sem o pgmento de dicionl de inslubridde, não pgmento do umento slril combindo com o sindicto em mio de 08, discriminção/violção à intimidde, resolve: Nos termos do disposto nos rts. 129, inciso III, d Constituição d Repúblic, c/c rt. 84, II, d Lei Complementr 75/93 e rt.8º, d Lei 7347/85: determinr insturção do INQUÉRITO CIVIL N 230/08, contr: SUMIDENSO DO BRASIL INDÚS- TRIAS ELÉTRICAS LTDA, CNPJ 01965363000558, loclizdo à Rodovi 262,S/Nº, KM 402 Gomes, PARÁ DE MINAS / MG - 35661-470. Determin-se, de início, convolção do feito em Inquérito Civil e o oficimento d GRTE/Div., solicitndo inclusão do inquirido no roteiro de fisclizções, com vists purr s pontds irregulriddes trblhists. VICTÓRIO ÁLVARO COUTINHO RETTORI PORTARIA Nº 4, DE 13 DE JANEIRO DE 09 O Procurdor do Trblho que est subscreve, no uso de sus tribuições legis e considerndo que dos utos do Inquérito Civil n 236/08, insturdo em fce de representção formuld pelo Tribunl Regionl do Trblho d 3ª Região / Vr do Trblho de Formig, constm evidêncis de lesão à ordem jurídic e direitos sociis constitucionlmente grntidos, e nte necessidde de serem colhids provs úteis e necessáris pr o esclrecimento do objeto, qul sej: frude: lide simuld, resolve: Nos termos do disposto nos rts. 129, inciso III, d Constituição d Repúblic, c/c rt. 84, II, d Lei Complementr 75/93 e rt.8º, d Lei 7347/85: determinr insturção do INQUÉRITO CIVIL N 236/08, contr: YANDRE CONFECÇÕES LTDA., CNPJ 050545000174, loclizd à Ru Sntos Dumont, 80 - Centro, Cmpo Belo / MG - 37270-000 e TURENNE CONTURSI CAR- DOSO CAMBRAIA, com escritório loclizdo à Ru Artur Bernrdes, 170 - Centro, Cmpo Belo / MG - 37270-000. Determin-se, de início, convolção do feito em inquérito civil e intimção dos representdos pr comprecerem à udiênci em /2/09, às 15 hors, pr tenttiv de composição extrjudicil. VICTÓRIO ÁLVARO COUTINHO RETTORI
80 ISSN 1677-7042 1 8ª REGIÃO PORTARIA Nº, DE 13 DE JANEIRO DE 09 O Procurdor do Trblho que o finl ssin, no uso de sus tribuições legis, e com fundmento no rt. 129, III, d Constituição Federl; rtigos 6º, inciso VIII e 84, inciso II, d Lei Complementr nº 75, de.05.1993; rt. 8º,, d Lei nº 7.347, de 24.07.1985, e Considerndo que o Sr. JOSUEL JANOÁRIO DOS SAN- TOS foi objeto de Representção por trblho degrdnte em crvori; Determin, em 13.01.09, em Belém/PA: 1) INSTAU- RAÇÃO, sob su presidênci, do INQUÉRITO CIVIL nº 879/06, pr purção dos ftos cim nrrdos; 2) DESIGNAÇÃO d Servidor Rquel Pinto Trindde pr secretrir os trblhos tinentes este IC. FAUSTINO BARTOLOMEU ALVES PIMENTA PORTARIA Nº 32, DE 13 DE JANEIRO DE 09 Nº, quint-feir, 15 de jneiro de 09 COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS O Procurdor do Trblho que o finl ssin, no uso de sus tribuições legis, e com fundmento no rt. 129, III, d Constituição Federl; rtigos 6º, inciso VIII e 84, inciso II, d Lei Complementr nº 75, de.05.1993; rt. 8º,, d Lei nº 7.347, de 24.07.1985, e Considerndo que s empress PLANET ÁUDIO E VÍDEO LTDA.-ME 9LOCADORA TAPANÃ) e PREVENCÁRDIO NÚ- CLEO DE PREVENÇÃO CARDIOLÓGICA LTDA. foi objeto de Representção pels seguinte rzões: irregulriddes no contrto socil; contribuição socil; flt de registro de empregdos; FGTS; slário bixo do piso d ctegori; e slários trsdos; Determin, em 13.01.09, em Belém/PA: 1) INSTAU- RAÇÃO, sob su presidênci, do INQUÉRITO CIVIL nº 351/08, pr purção dos ftos cim nrrdos; 2) DESIGNAÇÃO d Servidor Rquel Pinto Trindde pr secretrir os trblhos tinentes este IC. RODRIGO CRUZ DA PONTE SOUZA ª REGIÃO PORTARIA Nº, DE 8 DE JANEIRO DE 09 A Procurdor do Trblho que est subscreve, no uso de sus tribuições legis e considerndo que o conteúdo dos utos d Representção 403/08 constm indícios de lesão à ordem jurídic e direitos sociis constitucionlmente grntidos (Excesso de Jornd de Trblho, Não Pgmento ds Hors Extrs e Coção de Empregdos Pr Assinr Documentos), resolve, com fulcro nos rts. 129, inciso III, d Constituição Federl, 6º, inciso VII, "d" e 84, inciso II, d Lei Complementr 75/93, e 8º,, d Lei 7.347/85, determinr INSTAURAÇÃO DE INQUÉRITO CIVIL em fce d Empres brsileir de correios e telégrfos - ect - regionl sergipe (entidde públic federl, inscrit no CNPJ sob o nº 34.028.6/0032-00) LORENA PESSOA BRAVO PORTARIA Nº 13, DE 12 DE JANEIRO DE 09 O Procurdor do Trblho que est subscreve, no uso de sus tribuições legis e considerndo representção presentd, de ofício, pelo MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO - PROCURADORIA RE- GIONAL DO TRABALHO DA ª REGIÃO/SERGIPE, bem como que dos utos do Procedimento Preprtório 172/08 constm indícios de lesão à ordem jurídic e direitos sociis constitucionlmente grntidos (INOB- SERVÂNCIA DA RESERVA DE VAGAS PARA TRABALHADORES REABILITADOS E PESSOAS COM DEFICIÊNCIA), resolve, com fulcro nos rts. 129, inciso III, d Constituição Federl, 6º, inciso VII, "d" e 84, inciso II, d Lei Complementr 75/93, e 8º,, d Lei 7.347/85, determinr INSTAURAÇÃO DE INQUÉRITO CIVIL em fce de MULTSEG SIS- TEMAS DE SEGURANÇA LTDA. (CNPJ 04.966.422/0001-77). MÁRIO LUIZ VIEIRA CRUZ PORTARIA Nº 14, DE 14 DE JANEIRO DE 09 O Procurdor do Trblho que est subscreve, no uso de sus tribuições legis e considerndo representção presentd, de ofício, pelo MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO - PROCURA- DORIA REGIONAL DO TRABALHO DA ª REGIÃO/SERGIPE, bem como que dos utos do Procedimento Preprtório 57/08 constm indícios de lesão à ordem jurídic e direitos sociis constitucionlmente grntidos (TRABALHO INFANTIL ILÍCITO), resolve, com fulcro nos rts. 129, inciso III, d Constituição Federl, 6º, inciso VII, "d" e 84, inciso II, d Lei Complementr 75/93, e 8º,, d Lei 7.347/85, determinr INSTAURAÇÃO DE INQUÉRITO CIVIL em fce de RESTAURANTE & POUSADA IRINEUS LTDA. ME (CNPJ 04.568.296/0001-00). MÁRIO LUIZ VIEIRA CRUZ. PORTARIA Nº 15, DE 14 DE JANEIRO DE 09 O Procurdor do Trblho que est subscreve, no uso de sus tribuições legis e considerndo representção presentd, de ofício, pelo MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO - PROCURA- DORIA REGIONAL DO TRABALHO DA ª REGIÃO/SERGIPE, bem como que dos utos do Procedimento Preprtório 135/08 constm indícios de lesão à ordem jurídic e direitos sociis constitucionlmente grntidos (NÃO CONTRATAÇÃO DE APRENDIZES, NA FORMA DOS ARTS. 429 E SEGUINTES DA CLT), resolve, com fulcro nos rts. 129, inciso III, d Constituição Federl, 6º, inciso VII, "d" e 84, inciso II, d Lei Complementr 75/93, e 8º,, d Lei 7.347/85, determinr INSTAURAÇÃO DE INQUÉRITO CIVIL em fce d COMPANHIA BRASILEIRA DE DISTRIBUIÇÃO (SUPER- MERCADO EXTRA ARACAJU) - CNPJ 47.508.4/72-66. MÁRIO LUIZ VIEIRA CRUZ Poder Judiciário TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL PORTARIA Nº 37, DE 13 DE JANEIRO DE 09 O PRESIDENTE DO TRIBUNAL SUPERIOR ELEITO- RAL, tendo em vist o disposto no rtigo 8 d Lei Complementr n 1, de 4 de mio de 00 e no rtigo 70 d Lei n.768, de 14 de gosto de 08, conforme Procedimento Administrtivo n 638/09, resolve: Art. Tornr público, n form do Anexo est Portri, o Cronogrm Anul de Desembolso Mensl d Justiç Eleitorl pr o exercício de 09. Art. 2º Est Portri entr em vigor n dt d publicção. Min. ARNALDO VERSIANI Em exercício ANEXO JUSTIÇA ELEITORAL CRONOGRAMA ANUAL DE DESEMBOLSO MENSAL - 09 R$ 1,00 ATÉ O MÊS PESSOAL E EN- OUTROS CUS- RESTOS A PAGAR CARGOS SOCIAIS TEIOS E CAPITAL JANEIRO 473.938.548 89.381.065 304.285.577 FEVEREIRO 7.907.822 178.762.130 304.285.577 MARÇO 947.877.095 268.143.196 304.285.577 ABRIL 1.184.846.369 357.524.261 304.285.577 MAIO 1.4.815.643 446.905.326 304.285.577 JUNHO 1.658.784.917 536.286.391 304.285.577 JULHO 1.895.754.191 625.667.456 304.285.577 A G O S TO 2.132.723.465 715.048.5 304.285.577 SETEMBRO 2.369.692.738 804.429.587 304.285.577 OUTUBRO 2.606.662.012 893.8.652 304.285.577 NOVEMBRO 2. 962. 5. 923 983.191.717 304.285.577 DEZEMBRO 3.080.600.560 1.072.572.782 304.285.577 TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 24ª REGIÃO DESPACHOS DO PRESIDENTE Em 13 de jneiro de 09 Processo TRT nº 5094/07 Rtifico inexigibilidde de licitção, com fulcro no rt. 25, cput, d Lei nº 8.666/93, pr contrtção reltiv à prestção de serviços de fornecimento de águ trtd e de colet e trtmento de esgoto snitário pr os edifícios-sede deste Tribunl, ds Seções de Almoxrifdo e de Arquivo-Gerl, do Fórum Trblhist e 6ª e 7ª Vrs do Trblho dest Cpitl, pernte à Empres Águs Gurirob S.A., no período de 01.01.09.12.12, sendo que o vlor estimdo pr o exercício de 09 é de R$ 0.000,00 e qunto os vlores ds despess reltivs os nos subseqüentes, os mesmos serão purdos oportunmente, por ocsião d elborção dos orçmentos respectivos. Processo TRT nº 5098/07 Rtifico inexigibilidde de licitção, com fulcro no rt. 25, cput, d Lei nº 8.666/93, pr contrtção reltiv à prestção de serviços de fornecimento de águ trtd e de colet e trtmento de esgoto snitário pr os Fóruns Trblhists e s Vrs do Trblho do interior do Estdo de Mto Grosso do Sul, pernte à Empres de Snemento de Mto Grosso do Sul S.A - SANESUL, no período de 01.01.09.12.12, sendo que o vlor estimdo pr o exercício de 09 é de R$ 50.000,00 e qunto os vlores ds despess reltivs os nos subseqüentes, os mesmos serão purdos oportunmente, por ocsião d elborção dos orçmentos respectivos. Processo TRT nº 65/09. Rtifico inexigibilidde de licitção, com fulcro no rt. 25, inciso I d Lei nº 8.666/93, pr contrtção d Editor Revist dos Tribunis Ltd., inscrit no CPJ sob o nº 60.501.293/0001-12, com vists à renovção ds ssinturs d "Revist dos Tribunis" e d "Revist de Direito do Trblho", pr o período de jneiro dezembro de 09, no vlor totl de R$ 1.715,00. Des. RICARDO GERALDO MONTEIRO ZANDONA. Entiddes de Fisclizção do Exercício ds Profissões Liberis CONSELHO FEDERAL DE ADMINISTRAÇÃO RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 363, DE 18 DE DEZEMBRO DE 08 Aprov o Regulmento do PRÊMIO "BEL- MIRO SIQUEIRA" DE ADMINISTRA- ÇÃO, e dá outrs providêncis. O CONSELHO FEDERAL DE ADMINISTRAÇÃO, no uso d competênci que lhe conferem Lei n.º 4.769, de 9 de setembro de 1965, o Regulmento provdo pelo Decreto n.º 61.934, de 22 de dezembro de 1967, e o Regimento do CFA provdo pel Resolução Normtiv CFA nº 309, de 14 de setembro de 05, CONSIDERANDO que o PRÊMIO "BELMIRO SIQUEI- RA" DE ADMINISTRAÇÃO foi instituído pel Resolução Normtiv CFA nº 79, de 26 de gosto de 1988, em homengem o Ptrono dos Administrdores; CONSIDERANDO que o PRÊMIO, concedido pelo Sistem Conselho Federl de Administrção/Conselhos Regionis de Administrção, tem por finlidde incentivr o desenvolvimento de trblhos no cmpo d ciênci d Administrção e divulgá-los mplmente; CONSIDERANDO s lterções ds condições do PRÊMIO ns sus MODALIDADES, provds pelo Plenário do CFA n ª reunião, relizd no di de dezembro de 08, resolve: Art. Aprovr o Regulmento do Concurso Ncionl PRÊ- MIO "BELMIRO SIQUEIRA" DE ADMINISTRAÇÃO. Art. 2º As modliddes, os tems, os vlores em dinheiro e s demis condições específics pr concessão do PRÊMIO serão definidos, nulmente, pelo Plenário do Conselho Federl de Administrção, pós proposição d Câmr de Formção Profissionl. Art. 3º Est Resolução Normtiv entrrá em vigor n dt de su publicção, revogds s disposições em contrário, especilmente Resolução Normtiv CFA nº 261, de 13 de dezembro de 01, s Deliberções CFA nº 4, de 18/2/03; 38, de 28/7/03 e 2, de 27/1/05. ROBERTO CARVALHO CARDOSO CONSELHO FEDERAL DE BIOLOGIA RESOLUÇÃO Nº 176, DE 6 DE DEZEMBRO DE 08 Dispõe sobre prorrogção dos registros provisórios de Biólogos, de Instituições de Ensino Superior - IES que comprovdmente não tenhm fornecido o Diplom seus lunos. O CONSELHO FEDERAL DE BIOLOGIA - CFBio, Autrqui Federl, dotd de personlidde jurídic de direito público, crid pel Lei Nº 6.684/79, lterd pel Lei Nº 7.017/82 e regulmentd pelo Decreto nº 88.438/83, no uso de sus tribuições legis e regimentis; considerndo o provdo n CXVI Reunião Ordinári e 4ª Sessão Plenári relizd em 5 de dezembro de 08; resolve: Art. Autorizr os Conselhos Regionis de Biologi - CRBios, de prorrogr por té um no os Registros Provisórios de egressos de Instituições de Ensino Superior - IES, que não tenhm comprovdmente fornecido o diplom de seus lunos no przo previsto no 7º, do rt. 3º d Resolução CFBio nº 16, de 12 de dezembro de 03. Art. 2º Ao fixr prorrogção ludid no rt., os Conselhos Regionis de Biologi - CRBios, indicrão o termo inicil e o termo finl de su vigênci, inclusive convlidndo os registros provisórios que tenhm cducdo neste período e que digm respeito os egressos dquels Instituições de Ensino Superior - IES. Art. 3º Ficm os Conselhos Regionis de Biologi - CRBios utorizdos cobrr s nuiddes, txs, emolumentos, correções monetáris, juros de mor e mults. Art. 4º Est Resolução entr em vigor d dt de su publicção, revogndo-se s disposições constntes d Resolução nº 127, de 30 de novembro de 07, c/c Resolução nº 16, de 12 de dezembro de 03, no que forem incomptíveis com presente Resolução. MARIA DO CARMO BRANDÃO TEIXEIRA CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DO RIO DE JANEIRO DESPACHOS DA PRESIDENTE Em 26 de gosto de 08 Reconheço dispens de licitção fundmentd no Art. 24, Inciso IV, d Lei 8.666/93, pr contrtção d empres Copyworld Comércio e Serviço Ltd-ME, referente empres especilizd n prestção de serviços de mnutenção preventiv e corretiv ds máquins copidors d sede e ns subseções do Conselho Regionl de Enfermgem do Rio de Jneiro, conforme precer d Doutr d Procurdori Gerl do COREN-RJ. Em 19 de novembro de 08 Reconheço dispens de licitção fundmentd no Art. 24, Inciso II, d Lei 8.666/93, pr empres TAP TOLDOS COBER- TURAS E LUMINOSOS LTDA, referente contrtção de empres especilizd em eventos, conforme precer d Doutr Procurdori Gerl do COREN-RJ. REJANE DE ALMEIDA Presidente d Junt Interventor