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Transcrição:

ELEMENTO DE MÁQUINA (EM 0241) Notas de Aulas v.2018 Aula 05 Tensão admissível à fadiga Professor: Carlos Alberto Fortulan

5. 2 5- Tensão Admissível à Fadiga e k a k b k c k ou d k e k f K e=c superf C tamanho C carreg C temp C conf C entalhe e f 1 ' e * ** MARIN J. Mechanical behaviour of engineering materials, Prentice Hall, Englewood Cliffs, N.J., 1962, p.224. e f onde: e = limite de resistência a fadiga K a (C superf ) = fator de modificação de condição de superfície; k b (C tamanho ) = fator de modificação de tamanho; k c (C carreg ) = fator de modificação de carga; k d (C temp ) = fator de modificação de temperatura; k e (C conf ) = fator de confiabilidade; k f = fator de modificação por efeitos variados K f (C entalhe ) = fator de concentração de tensão para fadiga Adaptado de: * higley, JE et al. Mechanical Engineering Design. ** Norton RL. Projeto de máquinas e = limite de resistência do cp em ensaio rotativo (k=) Peça terá vida infinita se max e (isto é N > N crit )

k a (C superf ) = fator de modificação de condição de superfície; 5. 3 Fadiga depende do acabamento R a do corpo de prova do R a da peça Ka = f(σ rt ) R a Fadiga Ka Fadm NORTON, RL. Projeto de Máquinas, 2.ed. Bookman, Porto Alegre, 2004. p.320

A operação de shot peening (bombardeamento com granalha de aço) é usada para aliviar tensões superficiais residuais da conformação, submeter a superfície homogeneamente sob compressão e melhorando o comportamento à fadiga. 5. 4

k b (C tamanho ) = fator de modificação de tamanho Fadiga depende da dimensão da peça. D e Kugel : Diâmetro maior (maior volume de material) implica em maior probabilidade de falha por fadiga. 5. 5 Von Philip : Material perto da LN (σ 0) "descarrega" trabalho das fibras externas σ max real é menor que teórico. Para diâmetros grandes este efeito é pequeno. teórico real Obs: d em mm; 3 mm d 2 F p/ d10mm b 2 =1 dimensão da peça corpo de prova; 3,1mm para aço; 1,0 mm para o alumínio; para solicitação axial pura Kb=1, ou seja, não existe variação do limite com o aumento do diâmetro.

5. 6 Um equacionamento para calcular K b é proposto por higley e Mitchel* para d 8 mm: K b 1 para para 8 mm d d 250 : 250 mm: K K b b 1,189. d 0,6 0,097 *higley,je; Mitchell, LD. Projeto de Engenharia Mecânica, 7th ed., Bookman, Porto Alegre 2005, p.293,1983. Fonte: Adaptado de NORTON, RL. Projeto de Máquinas, 2.ed. Bookman, Porto Alegre, 2004. p.318

Area A 0,95 de formatos comuns O equacionamento para calcular b 2 proposto por higley e Mitchel é válido para seção transversal circular. Para peças com outros formatos Kuguel sugeriu equivalência da 5. 7 área da seção transversal com a área de um corpo de prova circular submetido à flexão rotativa. Um diâmetro equivalente é obtido quando a área da seção transversal da peça que estiver sujeita a uma tensão superior a 95% da tensão máxima da seção for igual a área correspondente de uma peça de seção circular. d equiv A 95 0,0766 Fonte: Adaptado de NORTON, RL. Projeto de Máquinas, 2.ed. Bookman, Porto Alegre, 2004. p.319

k c (C carreg ) = fator de modificação de carga 5. 8 Correção devido a origem dos dados serem relativos a corpos de prova ensaiados em ensaio rotativo (alternado simétrico) Flexão: C carreg = 1 Força normal: C carreg =0,7 Torção pura: C carreg = 1

k d (C temp ) = fator de modificação de temperatura Corrige o efeito da temperatura do produto em serviço com relação ao Cp em Tamb. Em temperaturas muito baixas o comportamento do material tende a ser frágil; com temperaturas até ~350ºC há um aumento da tenacidade à fratura. Em altas temperaturas a inflexão do limite de fadiga na curva -N desaparece, ou seja não haverá vida infinita. T450ºC C temp =1 450ºC<T<550ºC C temp =1-0,0058(T-450) Kd T RT T = resistência à tração temp. de serviço RT =resistência à tração temp. ambiente higley,je; Mitchell, LD. Projeto de Engenharia Mecânica, 7th ed., Bookman, Porto Alegre 2005, p.96 e 325-326. NORTON, RL. Projeto de Máquinas, 2.ed. Bookman, Porto Alegre, 2004. p.322 5. 9 T ºC T / RT 20 1,000 50 1,010 100 1,020 150 1,025 200 1,020 250 1,000 300 0,975 350 0,943 400 0,900 450 0,843 500 0,768 550 0,672 600 0,549

O fator K e (C conf ) = fator de confiabilidade Confiabilidade (%) C conf 50 1,000 90 0,897 99 0,814 99,9 0,753 99,99 0,702 99,999 0,659 Leva em conta a dispersão existente nos ensaios realizados com o mesmo material sob condições semelhantes. É selecionada qual a confiabilidade que se deve ter para que a resistência do material seja maior ou igual ao teoricamente assumido. 5. 10 Fonte: NORTON, RL. Projeto de Máquinas, 2.ed. Bookman, Porto Alegre, 2004. p.322

K f -1 (C entalhe =1/K f )= fator de modificação por efeitos variados 5. 11 K f depende de : Material : σ rt, ductilidade K f (e portanto e) Tipo de entalhe: concentração de tensão K f Dimensão relativa entalhe/peça : região de concentração de tensões K f K K t1 t2 K f 1 K f 2 Tipo de solicitação (flexão, torção,...) Variação da solicitação : k K f

5. 12 ão Carlos Como obter K f a) por ensaios diretos a 1 ) P d 1 P K f e e a1 a2 a 2 ) d 2 d 1 2 1

5. 13 ão Carlos b) através de K t K f 1 q( k 1) t ou q K K f t 1 1 onde: k t = fator de concentração de tensão; (tabelado) q = coeficiente de sensibilidade ao entalhe Fragilidade do aço q Tensão de ruptura q everidade do entalhe (D/d por ex.) q Valor de k t q

max P k t : Coeficiente de entalhe para solicitações estáticas. m P b d h 5. 14 P n P b. h K t : Medida da concentração de tensões K t max K t K f 1 m É mais fácil de ser obtido que diretamente K f Gráficos e ábacos Casos simples: teoria da elasticidade Maioria dos casos: Elementos finitos Fotoelasticidade Determinação experimental

q = coeficiente de sensibilidade ao entalhe - curvas 5. 15 NORTON, RL. Projeto de Máquinas, 2.ed. Bookman, Porto Alegre, 2004. p.332

5. 16 NORTON, RL. Projeto de Máquinas, 2.ed. Bookman, Porto Alegre, 2004. p.333

Log () ão Carlos u corrigido u 1000 1000-corrig `e e Conservador: ` e e 10 0 10 3 10 4 10 5 10 6 10 7 1000 1000corrigido Log (N) * 1000 corrigido pode não ter tão alto o efeito dos fatores de correção para alta ciclagem, neste caso seria proporcionalmente superior

Verificação quanto a resistência mecânica para metais 5. 18 olicitação Estática N adm * * Y N adm Y N * max * f 2 3 2 olicitação Dinâmica Alternada imétrica Média 0 Critério de Res.à fadiga Vida finita Vida infinita e N e N 1 * 1 * e N 1 * N e 1 * N N e=c superf C tamanho C carreg C temp C conf C entalhe e

Roteiro para dimensionamento à Fadiga a) - pré-dimensionamento pelo carregamento estático; b) - Determinação do limite de resistência à fadiga para ciclos alternados; c) - Equivalência do estado real de aplicação da carga com modelo de ciclagem alternada, (critério de resistência)*; d) - Verificar a segurança para: N 1, vida finita; N > 1 vida infinita; e) - e vida finita por N calcular nº de ciclos; e vida infinita verificar com que coeficiente de segurança. * e o aço tiver até 0,35%C, XX35 (considerado aço dúctil) utilizar critério oderberg e o aço tiver acima de 0,4%C, XX40 (consid. aço frágil) utilizar critério de Goodman modificado

Valores orientação para de N (didático) 1 Componentes mecânicos correntes: N = 1,1 a 1,5 (eixos, alavancas); uporte de elevadores* N 2; uporte de maquinas leve* N 1,2; uporte de maquinas de movimento alternado* N 1,5; Vaso de pressão para líquidos não inflamáveis N 2. ** 1,25 a 1,5 materiais excepcionalmente confiáveis, condições ambientais controladas e sujeito à carga e tensões que possam ser utilizadas com alto grau de precisão quando o baixo peso é relevante; 1,5 a 2 materiais bem conhecidos, condições ambientais constantes com cargas e tensões facilmente determinadas; 2 a 2,5 materiais com propriedades médias, em ambiente comum com cargas e tensões determinadas; 2,5 a 3 materiais pouco testados ou frágeis condições ambientais, cargas e tensões médias; 3 a 4 materiais não testados condições médias de ambientais, cargas e tensões. 1 Para projetos específicos consultar normas *Norton RL Projeto de Máquinas, 2.ed. Bookman, Porto Alegre, 2004. **Juvinal RC & Marshek KM. Fundamentos do Projeto de Componentes de Máquinas. LTC. 4 (2008) p142

Fator de concentração de tensão Fator de concentração de tensão Fator de intensidade concentração Fator de intensidade concentração ão Carlos 5. 21 Figura 4- Fator de concentração de tensão (k t ) para uma barra retangular sujeito à tração ou compressão com um furo transversal Figura 5- Fator de concentração de tensão (k t ) para uma barra retangular sujeito à flexão com um furo transversal Figura 6- Fator de concentração de tensão (k t ) para uma barra com entalhes, sujeita a tração e compressão Figura 7- Fator de concentração de tensão (k t ) para uma barra retangular sujeito à flexão higley, J. E. et al. Mechanical Engineering Design. 7th ed. 2004 (appud Peterson, R.E. Design Factors for tress Concentration, Parts 1 to 5 Machine Design, Feb-Jul. 1951. )

Fator de concentração de tensão Fator de concentração de tensão ão Carlos 5. 22 Figura 8- Fator de concentração de tensão (k t ) para uma barra com variação de secção sujeita a tração e compressão. Figura 9- Fator de concentração de tensão (k t ) para uma barra com variação de secção sujeita a flexão. higley, J. E. et al. Mechanical Engineering Design. 7th ed. 2004 (appud Peterson, R.E. Design Factors for tress Concentration, Parts 1 to 5 Machine Design, Feb-Jul. 1951. )

5. 23 Figura 10- Fator de concentração de tensão (k t ) para eixo de seção circular sujeito a tração Figura 11- Fator de concentração de tensão (k t ) para eixo de seção circular sujeito a torção Figura 12- Fator de concentração de tensão (k t ) para eixo de seção circular sujeito à flexão higley, J. E. et al. Mechanical Engineering Design. 7th ed. 2004 (appud Peterson, R.E. Design Factors for tress Concentration, Parts 1 to 5 Machine Design, Feb-Jul. 1951. )

5. 24 Figura 13- Fator de concentração de tensão (k ts ) para eixo de secção circular, com um furo, sujeito à flexão Figura 14- Fator de concentração de tensão (k t ) para eixo de seção circular, com um furo, sujeito à torção Figura 15- Fator de concentração de tensão (k t ) em uma barra sujeita a tração através de um pino. higley, J. E. et al. Mechanical Engineering Design. 7th ed. 2004 (appud Peterson, R.E. Design Factors for tress Concentration, Parts 1 to 5 Machine Design, Feb-Jul. 1951. )

5. 25 Figura 16- Fator de concentração de tensão (k t ) para eixo de secção circular, com um rasgo arredondado, sujeito à tração. Figura 17- Fator de concentração de tensão (k t ) para eixo de seção circular, com rasgo arredondado, sujeito à flexão. Figura 18- Fator de concentração de tensão (k t ) para eixo de seção circular, com rasgo arredondado, sujeito à torção. higley, J. E. et al. Mechanical Engineering Design. 7th ed. 2004 (appud Peterson, R.E. Design Factors for tress Concentration, Parts 1 to 5 Machine Design, Feb-Jul. 1951. )

5. 26 Figura 19- Fator de concentração de tensão (k t ) para tubo de seção circular, com furos redondo transverso sujeito a flexão. A tensão nominal 0 -M/Z net é um é um valor reduzido no Valores dea são listados na tabela. Use d=0 para um eixo sólido. Figura 20- Fator de concentração de tensão (k t ) para tubo de seção circular, com furos redondo transverso sujeito a torção. A máxima tensão ocorre no interior do furo logo abaixo da superfície. A tensão nominal de cisalhamento é 0 =TD/2J net onde J net é um valor reduzido do segundo momento polar da área e é definido por Valores de A são listados na tabela. Use d=0 para um eixo sólido. higley, J. E. et al. Mechanical Engineering Design. 7th ed. 2004 (appud Peterson, R.E. Design Factors for tress Concentration, Parts 1 to 5 Machine Design, Feb-Jul. 1951. )

Coeficiente de entalhe para solicitações dinâmicas para rasgos de chaveta: 5. 27 Woodruff Flexão 1,3 K f Torção 1,3 1,6 1,6 Adaptado de: Juvinal RC & Marshek KM. Fundamentos do Projeto de Componentes de Máquinas. LTC. 4 ed. 2008. p 398

e = limite de resistência do cp em ensaio rotativo com flexão alternada simétrica Pela equação de Marim o `e se refere a valores em ensaio rotativo com flexão alternada simétrica (RR MOORE) onde o fator C carreg propõe corrigir outros carregamentos, certamente não impede o uso de `e para carregamentos específicos estes casos: C carreg =1) 5. 28 Na ausência de dados específicos Aços : Ferros : ` e ` 0,5 e ` u u 700MPa e ` 0,4 e u 160MPa 1400MPa u u 1400MPa 400MPa u 400MPa Figura 1- Curvas do limite de resistência à fadiga alternada de FLEXÃO para aços em função da tensão de ruptura a tração (para flexão pura e mista). Norton RL. Projeto de máquinas, p315-316

Figura 2- Curvas do limite de resistência à fadiga alternada AXIAL para aços em função da tensão de ruptura a Tração. (para axial pura) Figura 3- Curva do limite de resistência à fadiga alternada de TORÇÃO para aços em função da tensão de ruptura a Tração. (para torção pura) Observe que quando utilizados gráficos para carregamentos específicos o C carreg (k C ) será igual a 1

Alumínios : ` f ` 0,4 f u u 130MPa 330MPa u 330MPa `f= se refere à resistência à fadiga, pois não há vida infinita Ligas de cobre : ` f ` 0,4 f u u 100MPa 280MPa u 280MPa Norton RL. Projeto de máquinas, p316 Fadigue Data Book: Light tructural Alloys. AM International 1995 p.7 Fadigue Data Book: Light tructural Alloys. AM International 1995 p.8 Fadigue Data Book: Light tructural Alloys. AM International 1995 p.21

5. 31 Collins, J.A., Projeto Mecânico de Elementos de Máquinas. LTC Fadigue Data Book: Light tructural Alloys. AM International 1995 p.21 Fadigue Data Book: Light tructural Alloys. AM International 1995 p.274

5. 33

5. 34 higley...p.339

5.2. Referências Collins, J.A., Projeto Mecânico de Elementos de Máquinas. LTC. Fadigue Data Book: Light tructural Alloys. AM International1995. Norton, RL. Projeto de Máquinas, 2.ed. Bookman, Porto Alegre, 2004. Juvinal RC & Marshek KM. Fundamentos do Projeto de Componentes de Máquinas. LTC. 4 (2008). higley,je; Mitchell, LD. Projeto de Engenharia Mecânica, 7th ed., Bookman, Porto Alegre 2005