AGROTÓXICOS: INTOXICAÇÕES PROJETO REBÔJO



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Transcrição:

ENCARNITA SALAS MARTIN * INTRODUÇÃO AGROTÓXICOS: INTOXICAÇÕES PROJETO REBÔJO Agrotóxicos, defensivos agrícolas, praguicidas, pesticidas ou biocidas, são denominações de substâncias químicas naturais ou sintéticas destinadas a matar, controlar ou combater, de algum modo, as pragas, no seu sentido mais amplo: tudo aquilo que ataca, lesa ou transmite enfermidade às plantas, aos animais e ao homem (BULL, 1986). Estes produtos recebem denominações específicas, de acordo com o que combatem: herbicidas (ervas daninhas), inseticidas (insetos), acaricidas (ácaros), fungicidas (fungos), etc. A utilização de produtos químicos na agricultura começou no início da década de 40, com a descoberta das propriedades inseticidas do DDT. O uso desse produto foi intensivo, em escala mundial, por aproximadamente 20 anos. Pasadas três décadas desse uso abusivo, chegou-se a resultados alarmantes. As quantidades necessárias para matar um mesmo tipo de inseto tinham aumentado muito, devido à resistência desenvolvida por algumas espécies. O resultado é que, hoje, praticamente 50 anos depois de sua descoberta, sua presença já foi detectada em tecidos e ovos de pingüins da Antártida (onde nunda foi usado) e no leite materno de mulheres de várias partes de mundo. O DDT é um exemplo histórico. Não se pode falar sobre os problemas causados por esse tipo de produtos químicos sem mencioná-lo. Atualmente, existe uma variedade muito grande de produtos químicos destinados ao combate de pragas. São muitos os princípios ativos e as formulações; o grau de toxicidade tem atingido níveis muito elevados. Tanto é, que apenas algumas gotas de certo produtos são suficientes para levar uma pessoa à morte. Considerando-se o uso intensivo, indiscriminado e inadequado desses produtos, resolveu-se fazer um levantamento das condições em que têm sido usados e os problemas decorrentes disso, principalmente, sob o ponto de vista das intoxicações humanas. UTILIZAÇÃO E AGROTÓXICOS * Departamento de Ciências Ambientais UNESP, Presidente Prudente, São Paulo, Brasil.

A agricultura, da forma como é desenvolvida hoje, configura um ecossistema simples, constituído, muitas vezes, de apenas uma espécie vegetal isolada. Tal fato faz com que se torne bastante frágil e vulnerável às chamadas prgas (CAVINATTO, 1988). Quanto mais a agricultura é incrementada em termos de área cultivada, menos diversificada vai se tornando. Do ponto de vista ambiental, configura-se um círculo vicioso exigindo o uso de quantidades expressivas e de formulações cada vez mais tóxicas de produtos químicos. Como ainda não se conseguiu um produto que apresentas se selectividade em termos de alvo a ser atingido, os agrotóxicos utilizados atualmente tem sua ação generalizada. Isso faz com que espécies desajavéis sejam eliminadas da mesma forma que as que são consideradas pragas. O homem acaba exposto a esse tipo de situação e risco. PROJETO REBÔJO O Projeto Rebôjo foi implantado em 1965, pelo Instituto Brasileiro de Reforma Agrária, numa área de 3325 hectares. É constituído por 140 lotes cujas áreas variam de 15 a 20 hectares. Está localizado no oeste do Estado de São Paulo, no município de Estrela do Norte, que faz parte da 10 a Região Administrativa. Esta área foi escolhida para o estudo de problemas relacionados à utilização de agrotóxicos por possuir características, que se repetem nas pequenas propriedades agrícolas de um modo geral. Foram aplicados 105 questionários que representam 114 lotes, já que há pessoas que respondem por mais de um lote. Foi verificado o tempo de moradia de cada família no Projeto, que é importante para se saber até que ponto o modo de vida do morador pode estar causando alterações ambientais, principalmente sob o aspecto da utilização de agrotóxicos. Há um número considerável de famílias que vivem na fazenda há 23 anos ou mais. O grau de escolaridade foi verificado por ser de grande importância na utilização e manipulação dos agrotóxicos, já que esses trabalhadores se baseiam nas informações contidas nos rótulos. O número de analfabetos e semi-analfabetos perfaz um total de 38%. É um aspecto importante, porque essas pessoas que não sabem ler precisam seguir as instruções recibidas verbalmente, o que dá margem à uma maior possibilidade deerro e/ou utilização inadequada. Do total dos 114 lotes, em 39 não são utilizados venenos.

Quanto à utilização, foram determinadas 3 situações: os que usaram e continuam usando (48), os que usam às vezes (12) e os que usaram mas não usam mais (13). Houve 2 questionários em que esse item não foi respondido. Pode-se verificar casos de intoxicação em 28 pessoas que trabalham diretamente na agricultura. Dessas, há situações em que a mesma pessoa já se intoxicou 6 vezes. Inclusive, há casos em que agricultores já se intosicaram inúmeras vezes. A atividade que mais leva à intoxicação em 28 pessoas que trabalham diretamente na agricultura. Dessas, há situações em que a mesma pessoa já se intoxicou 6 vezes. Inclusive, há casos em que agricultores já se intoxicaram inúmeras vezes. Não foi constatado o uso de qualquer equipamento de proteção individual. A roupa utilizada durante as atividades de pulverização é a mesma que o agricultor estiver usando para qualquer outra atividade. Houve 50 entrevistas em que a resposta foi: qualquer roupa. Essa roupa pode variar de short e chinelos até camisa de manga comprimida, calça comprida, chapéu, botas e lenço na boca. Esta última assegura uma razoável proteção. Há 32 casos em que o agricultor troca de roupa após terminar um período de pulverização. Esse é um aspecto importante, pois a pele é a principal via de absorção desses produtos químicos que, se impregnadas nas roupas, podem levar a um processo de intoxicação. Em relação aos horários mais adequados para se pulverizar o veneno, há um número considerável (56) de pessoas que sabem que as horas em que o sol não está muito quente, são as recomendadas. Entretanto, isso não é respeitado, o que acontece na prática, é que acontece na prática, é que aproveitam o dia todo, para economizar tempo e até mesmo produto, que depois de preparado deve ser aplicado. Outra atividade muito praticada e que pode contribuir para o aumento da ocorrência de intoxicações é a mistura de mais de um agrotóxico no tanque da bomba de pulverização. Esse procedimento é inadequado, porque com a mistura de dois ou mais produtos, pode-se produzir um produto final diferente dos originais e para o qual não há antídoto. Além disso, o período de carência também passa a ser outro, desconhecido. Verificou-se 39 casos em que o agricultor tem como práctica misturar vários tipos de produtos diferentes com justificativas como cada uma mata um bicho diferente, para matar mais pragas. Os outros 2 casos de intoxicação não aconteceram durante a atividade de pulverização, mas são decorrentes dela. Em um deles a pessoa comeu uma fruta na qual tinha caído veneno, no outro a intoxicação se deu durante a colheita. Dentre as pessoas que já sofreram mais de uma intoxicação há 2 agricultores que disseram que foram proibidos, pelo médico, de mexer com agrotóxicos, porque

passam mal só de sentir o cheiro. Em um dos casos, o agricultor pago para alguém aplicar os produtos. O outro mudou seu tipo de cultura e pretende vender o lote, dada a impossibilidade de continuar desenvolvendo suas atividades na agricultura. Em todos os casos, foi registrado que os agricultores intoxicados enfraqueceram depois de ter sofrido a intoxicação e, constatam que já não têm a mesma disposição nem resistência para o trabalho. Essas pessoas provavelmente são intoxicados crônicos já que muitos dos produtos são acumulativos no organismo humano. Esse é um tipo de intoxicação ao qual toda a população está exposta. Os agricultores e familiares por estarem expostos diretamente e o resto da população por se alimentarem de legumes, frutas, verduras e cereais que podem estar contaminados por doses significativas de agrotóxicos. CONCLUSÃO Os resultados obtidos neste trabalho demonstram claramente o grau de desinformação e desproteção com que os nossos agricultores manipulam produtos altamente tóxicos. Pode-se verificar que todos tem noção do perigo que os agrotóxicos podem representar para a saúde e mesmo para o meio ambiente. Entretanto, ficou muito claro que eles não vêem qualquer alternativa para evitar a utilização desses produtos. Há uma impotência em relação à ação das chamadas pragas. A argumentação é: se não usar veneno, nã colhe. Hoje, existe uma tendência dos frabricantes de agrotóxicos de se eximirem de responsabilidade, alegando que os problemas decorrentes do uso desses produtos são devidos à uma utilização não cuidadosa. Na verdade, o que se constata é um contingente muito grande de agricultores expostos diariamente a produtos muito tóxicos configurando assim um grupo de alto risco em relação às intoxicações agudas e crônicas. Além disso, considerando-se o uso desorientado e inadequado dos agrotóxicos, nós população em geral, que consumimos vegetais como alimento estamos diariamente expostos indirectamente ao risco das intoxicações. É preciso que sejam feitos mais estudos para que sejam viabilizadas alternativas eficientes no controle das pragas da agricultura, mas que não sejam tão agressivas e perigosas ao homem e ao maio ambiente.

BIBLIOGRAFIA BULL, D. e HATHAWAY, D. Pragas e Venenos; Agrotóxicos no Brasil e no Terceiro Mundo. Petrópolis, Vozes/Oxfam/Fase, 1986. BRANCO, S.M. e ROCHA, A.A. Elementos de Ciências do Ambiente. São Paulo, CETESB/ASCETESB, 1987. CASARETT & DOULL S Toxicology: The Basic Science of Poisons. 3rd Edition, New York, Macmillan Publishing Company, 1986. FERRARI, A. Agrotóxicos: A Praga da cominação. 2 a Mercado Aberto, 1986. Ed. Porto Alegre, SEWELL, G.H. Administração e Controle d Qualidade Ambiental. São Paulo, CETESB/EDUSP, 1978.