Cliente: Sindicerv Veículo: www.diariodepernambuco.com.br Data: 02-10-2010 Imagem Corporativa CBBP procura por parceiros no Nordeste Bebidas // Investimento médio é de R$ 800 mil para tornar-se distribuidor exclusivo da empresa augustofreitas.pe@dabr.com Empresários com perfil inovador que desejam investir no setor varejista de bebidas, atenção. A Companhia Brasileira de Bebidas Premium (CBBP), que deve iniciar a fase de produção em janeiro de 2011 na fábrica do Ceará, está em busca de parceiros para trabalharem, inicialmente, em cinco estados do Nordeste. Quem estiver disposto a investir uma média de R$ 800 mil para iniciar a atuação no mercado, pode se candidatar ao posto de distribuidor exclusivo da companhia. A CBBP pretende atuar com os distribuidores em um formato parecido com as franquias, respeitadas algumas peculiaridades, já que o mercado nordestino aponta um crescimento de 20% a mais que a média nacional, segundo o Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv). A empresa acredita que os investidores no modelo de distribuição terão um retorno do capital injetado entre 36 e 48 meses, dependendo do local, volume de negócios e tamanho dos centros de distribuição. Segundo a direção comercial da companhia, o objetivo inicial é abrir 14 revendedoras nos estados do Ceará (regiões de Juazeiro do Norte e Sobral), Paraíba (João Pessoa, Campina Grande, Cajazeiras e Patos), Pernambuco (Caruaru, Petrolina e Serra Talhada), Piauí (Teresina e Picos) e Rio Grande do Norte (Mossoró e Caicó). Em cada um desses locais, a ideia inicial é que os distribuidores atuem num raio de até 100 quilômetros, já que estes centros apresentam índices elevados de população e poder aquisitivo. Empresários de outras cidades, no entanto, podem se candidatar. Mesmo quem nunca atuou no mercado de bebidas pode se tornar um distribuidor. De acordo com a CBBP, falta de experiência não será problema, já que uma equipe de profissionais experientes e atuantes no setor de bebidas da companhia dará todo o suporte técnico para os novos distribuidores começarem a operar entre os meses de janeiro e fevereiro de 2011, quando a companhia inicia a fase de produção. Os interessados em se tornarem parceiros da CBBP devem entrar em contato com a empresa através do site www.cbbp.com.br e preencher um ficha de préseleção enviada pela diretoria comercial. Segundo Anderson Do Bú, diretor comercial da CBBP, a cota média de R$ 800 mil para se tornar um distribuidor da companhia pode variar. "Chegamos a este valor após calcular o mínimo de estrutura e logística de campo necessários que os candidatos precisarão ter, como reforma ou aquisição de prédio, caminhões, carros, motos, vasilhames, empilhadeiras, entre outros itens. O valor pode variar e tudo vai depender das informações que tivermos, do perfil inovador de cada candidato", explicou.
Cliente: Sindicerv Veículo: www.valor.com.br Data: 01-10-2010 Imagem Corporativa Estudo aponta potencial de fusões e aquisições no mercado de cerveja SÃO PAULO O mercado brasileiro de cervejas se mostra interessante para aquisições de empresas por grupos estrangeiros. Schincariol e Petrópolis seriam as duas companhias mais atraentes para uma aquisição ou fusão. Essa é a conclusão de um estudo realizado pela consultoria Lafis sobre o segmento no Brasil. Dos principais mercados emergentes, o Brasil é a região onde o setor apresenta maior potencial de crescimento, afirma o estudo. Dada a estagnação das economias maduras, a demanda crescente dos países emergentes tem merecido a atenção das companhias estrangeiras e, dentro dessas, o Brasil é uma das mais promissoras, uma vez que a Índia e a China possuem restrições culturais ao consumo de bebidas alcoólicas. Dentro de um mercado bastante concentrado 68% estão nas maõs da Ambev, de acordo com a Nielsen - os alvos mais atraentes para os investidores estrangeiros (dentro do ramo das cervejarias tradicionais), segundo a consultoria, seriam a Schincariol e a Petrópolis. A Schincariol - que tem em seu portfólio as marcas Nova Schin, Devassa, Glacial, Cintra, Primus, NS2 e Nobel - se apresenta como uma boa oportunidade de investimento devido à sua ampla atuação no território nacional e expansão na América Latina. A liderança da companhia na região Nordeste, que tem sido vista com alto potencial de crescimento, também é outro ponto de atração da Schincariol. O estudo cita ainda o fato de a empresa não ter obtido ganhos de market share nos últimos anos, mantendo-se na casa de 12%, o que poderia abrir um espaço para uma revisão estratégica do seu posicionamento do mercado.
Mas a Schincariol é familiar e está se profissionalizando. Ela não mostra interesse em ser comprada. A empresa é atraente, mas não enxergamos como algo próximo a possibilidade de um grande player estrangeiro adquiri-la, pondera a analista setorial Júlia Perez, responsável pelo estudo. A Petrópolis que tem as marcas Crystal, Lokal, Itaipava, TNT, Black Princess e Petra - por outro lado, se apresenta como uma alternativa, mas não tão forte, segundo o estudo. Apesar de ter uma participação de mercado semelhante à da Schincariol, de 10%, a distribuição da empresa está centrada apenas nas regiões Sudeste e Centro-oeste o que dificultaria a conquista do mercado nacional pela estrangeira. O estudo destaca ainda a categoria de cervejas premium como uma possível porta de entrada de empresas estrangeiras no país. Neste sentido, o segmento das microcervejarias seria atraente por estar posicionado no público que busca diferenciação do produto e menos preocupado com preço. Essa pode ser uma forma de as empresas estrangeiras começarem a entender melhor o mercado brasileiro, como um todo. Esse segmento tem alto potencial de crescimento com o aumento da massa salarial do brasileiro e a sofisticação do consumo, afirma a analista. (Vanessa Dezem Valor)
Cliente: Sindicerv Veículo: www.jcrs.com.br Data: 04-10-2010 Imagem Corporativa O vício do álcool Léo L. Vieira O vício é um dos piores males que podem acontecer com as pessoas. Ele começa do nada, no início das frustrações humanas; por isso, perde-se a razão para discernir o bem do mal quando reaparecem, sob formas agressivas, a violência e as dores causadas a terceiros. Na verdade, este estado permanente de sofrimento e insatisfação seria certamente a causa para que pessoas recorressem ao vício nos momentos de abatimento e ansiedade. No sentido mais próprio e originário, o vício é uma falha ou um defeito moral que nos impossibilita de exercitar a razão e o bom senso para o reconhecimento da fraqueza humana. De que maneira podemos evitar e corrigir o vício quando nos falta a vontade para tomar um novo rumo em nossas vidas? Os jovens e crianças inclusive, de 10 e 12 anos, começam precocemente a tomar bebidas alcoólicas. Uma universidade de Cruz Alta fez uma pesquisa entre jovens universitários sobre o consumo de bebidas alcoólicas. O resultado mais espantoso foi que os estudantes associam a bebida ao divertimento, ou seja, o álcool está diretamente relacionado à ideia de que não é possível divertir-se sem ele. A pesquisa aponta que as mulheres bebem tanto quanto ou mais que os homens. A sociedade está preocupada com o desvirtuamento dos adultos pelo grau de hipocrisia e embriaguez que tem tomado conta de uma ampla e significativa parte da população. Será que o alcoólatra se dá bem? Não é o que mostram os centros de recuperação por todo o País. As famílias têm o dever de instruir seus filhos para o perigo permanente do alcoolismo.
Cliente: Sindicerv Veículo: www.jornaldaparaiba.com.br Data: 04-10-2010 Imagem Corporativa O vício do álcool Léo L. Vieira O vício é um dos piores males que podem acontecer com as pessoas. Ele começa do nada, no início das frustrações humanas; por isso, perde-se a razão para discernir o bem do mal quando reaparecem, sob formas agressivas, a violência e as dores causadas a terceiros. Na verdade, este estado permanente de sofrimento e insatisfação seria certamente a causa para que pessoas recorressem ao vício nos momentos de abatimento e ansiedade. No sentido mais próprio e originário, o vício é uma falha ou um defeito moral que nos impossibilita de exercitar a razão e o bom senso para o reconhecimento da fraqueza humana. De que maneira podemos evitar e corrigir o vício quando nos falta a vontade para tomar um novo rumo em nossas vidas? Os jovens e crianças inclusive, de 10 e 12 anos, começam precocemente a tomar bebidas alcoólicas. Uma universidade de Cruz Alta fez uma pesquisa entre jovens universitários sobre o consumo de bebidas alcoólicas. O resultado mais espantoso foi que os estudantes associam a bebida ao divertimento, ou seja, o álcool está diretamente relacionado à ideia de que não é possível divertir-se sem ele. A pesquisa aponta que as mulheres bebem tanto quanto ou mais que os homens. A sociedade está preocupada com o desvirtuamento dos adultos pelo grau de hipocrisia e embriaguez que tem tomado conta de uma ampla e significativa parte da população. Será que o alcoólatra se dá bem? Não é o que mostram os centros de recuperação por todo o País. As famílias têm o dever de instruir seus filhos para o perigo permanente do alcoolismo.