Projecto 1. Simulação e Layout de um circuito lógico usando lógica complementar



Documentos relacionados
DECODIFICADOR DE DISPLAY DE 7 SEGMENTOS COM LATCH

Projecto 2. Simulação e Layout de um gerador de sequência usando lógica C2MOS

Microeletrônica. Germano Maioli Penello.

CIRCUITOS E SISTEMAS ELECTRÓNICOS

EE610 Eletrônica Digital I. 2_b_2 Chaves em circuitos lógicos

Aula 9: Análise e Síntese de Circuitos Digitais Combinacionais

Introdução: Dimensionamento eléctrico:

Figura 1 - Diagrama de um sistema de controle de temperatura que requer conversão analógico-digital para permitir o uso de técnicas de processamento

Bloco 3 do Projeto: Comparador com Histerese para Circuito PWM

Utilização do SOLVER do EXCEL

ACIONAMENTOS ELETRÔNICOS (INVERSOR DE FREQUÊNCIA)

GUIA DE LABORATÓRIO DE SISTEMAS DIGITAIS PARA O CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO

Aula 8 Circuitos Integrados

Tabela e Gráficos Dinâmicos Como estruturar dinamicamente dados no Excel

CENTRO TECNOLÓGICO ESTADUAL PAROBÉ CURSO DE ELETRÔNICA

Par Diferencial com Transístores Bipolares

Tecnologia VLSI - Uma Breve Introdução

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE INFORMÁTICA INF Técnicas Digitais para Computação

3 Resistores Lei de ohms

Controle universal para motor de passo

Portas Lógicas Básicas Prof. Rômulo Calado Pantaleão Camara. Carga Horária: 2h/60h

Tecnologias de Circuitos Integrados

Usando o Excel ESTATÍSTICA. Funções

Conceitos básicos do

Base de Dados para Administrações de Condomínios

Falso: F = Low voltage: L = 0

Ivan Guilhon Mitoso Rocha. As grandezas fundamentais que serão adotadas por nós daqui em frente:

SUMÁRIO 1. AULA 6 ENDEREÇAMENTO IP:... 2

Eletrônica Industrial Apostila sobre Modulação PWM página 1 de 6 INTRODUÇÃO

Conheça o 4017 (ART062)

MicroElectrónica. Trabalho de Laboratório. Desenho de um Amplificador Operacional

Análise e Desenvolvimento de Sistemas ADS Programação Orientada a Obejeto POO 3º Semestre AULA 03 - INTRODUÇÃO À PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETO (POO)

Alguns exemplos de problemas resolvidos

Unidade 13: Paralelismo:

CAPÍTULO 6 Termologia

Tutorial de Eletrônica Aplicações com 555 v

ZS Rest. Manual Profissional. BackOffice Mapa de Mesas. v2011

OFICIAL DA ORDEM MILITAR DE CRISTO MEDALHA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E BONS SERVIÇOS. Circular n.º 029/2014 PORTAL FPT Abertura aos atletas

IBM1018 Física Básica II FFCLRP USP Prof. Antônio Roque Aula 3

MOSFET. Fábio Makihara Gustavo de Carvalho Bertoli Luís Gustavo Fazzio Barbin Luiza Pio Costa da Silva

Relatório do trabalho sobre medição de temperatura com PT100

Campo Magnético de Espiras e a Lei de Faraday

LAB 07 - PORTAS CMOS EM LÓGICA DINÂMICA

Desenvolvimento de Sistema de Software

3. Cite o nome e características do ponto mais alto e do ponto mais baixo de uma onda?

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CEFET/SC - Unidade de São José. Curso Técnico em Telecomunicações CONTADORES. Marcos Moecke

5 Montagem Circuítos

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA EEL7051 Materiais Elétricos - Laboratório

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Projeto de Circuito Integrado: Convesor Série-Paralelo Bidirecional

1 Título. 2 Objetivos. 3 - Fundamentos Teóricos. Página 1 de 5 Universidade Federal de Juiz de Fora. Prática 1 Aplicações das Funções Lógicas

Plano de Aulas AutoCAD 2011

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO IFSC - Campus São José. CST em Telecomunicações ELETRÔNICA DIGITAL CONTADORES. Marcos Moecke

Aula 4 Estatística Conceitos básicos

Aplicação do Modelo Linear de Vorpérian ao Conversor tipo Buck Ewaldo L. M. Mehl

Fundamentos da Matemática

ÁLGEBRA BOOLEANA. Foi um modelo formulado por George Boole, por volta de 1850.

Conversão Analógica Digital

Experiência 06 Resistores e Propriedades dos Semicondutores

O Princípio da Complementaridade e o papel do observador na Mecânica Quântica

Símbolos Lógicos com Tabelas-Verdade

A SÈTIMA. O nosso principal objectivo

UNIBRATEC Ensino Superior e Técnico em Informática DHD Desenvolvimento em Hardware

Funções de Posicionamento para Controle de Eixos

Aula 09. Memórias e Circuitos Digitais Seqüenciais

4ª - Sim, já instalei o programa em casa e tudo. Vou fazer muitas músicas e gravar-me a cantar nelas também.

Cotagem de dimensões básicas

Laboratório de Circuitos Elétricos

Arquitetura de Rede de Computadores

Automação e Instrumentação

INTRODUÇÃO ÀS LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO

Demonstração da técnica de detecção sensível à fase: uma aplicação óptica. Davi R. Ortega, Túlio C. Rizuti da Rocha Orientador: Flávio Caldas da Cruz

ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES MÓDULO 8

TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO. SISTEMAS DE GESTÃO DE BASE DE DADOS Microsoft Access TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

LABORATÓRIO DE DISPOSITIVOS ELETRÔNICOS Guia de Experimentos

Como utilizar um multímetro digital

No VirtualBox, carregar no Botão Novo (New), que irá abrir o Assistente de Criação de Máquina Virtual para criar uma nova VM.

EXERCÍCIO - ROMA : Modelar Capitel de uma Coluna Clássica

Ferramentas Web, Web 2.0 e Software Livre em EVT

LEI DE OHM. Professor João Luiz Cesarino Ferreira. Conceitos fundamentais

Potência elétrica e consumo de energia

Criando uma mala direta com o Word 2007 em 6 Passos

O Excel é um programa de computador desenvolvido para gerenciar dados na forma de planilhas.

Mobilidade na FEUP Deslocamento Vertical

U3 Sistemas Análise e Desenvolvimento de Softwares ===== Manual do Plano de Contas Financeiras ===== Manual. Plano de Contas Financeiras

Construção Páginas de Internet

Histogramas. 12 de Fevereiro de 2015

Capítulo VIII Registradores de Deslocamento e Contadores

Análise de Dados do Financeiro

Volte ao Menu Principal e escolha a opção Acesso Manual

AVALIAÇÃO À DISTÂNCIA 1 GABARITO

Projeto de Máquinas de Estado

VIAGEM À HISTÓRIA DA MOEDA

Pequeno livro sobre fontes de alimentação

EXPERIMENTS MANUAL Manual de Experimentos Manual de Experimentos 1

Múltiplos Estágios processo com três estágios Inquérito de Satisfação Fase II

Inventario de produtos

Sistemas Digitais Contadores. João Paulo Carvalho

Usando o Arena em Simulação

Transcrição:

Electrónica III 2011/2012 FCT Prof. Dr. José Bastos Projecto 1 Simulação e Layout de um circuito lógico usando lógica complementar André Cardoso nº40648 MIEET

Índice de Conteúdos Síntese Teórica...3 CMOS...3 Tecnologia Orbit CN20...4 Objectivos...4 Desenvolvimento do Projecto...5 Tabela de Verdade...5 Mapas de Karnaugh...5 Tabela Geral...7 Circuitos associados a cada saída...8 Inversor...8 Circuito O4...10 Simulaçã o do circuito O4...10 Circuito O3...11 Simulaçã o do circuito O3...11 Circuito O2...12 Simulaçã o do circuito O2...12 Circuito O1...13 Simulaçã o do circuito O1...13 Circuito O0...14 Simulaçã o do circuito O0...14 Medição dos tempos de propagação (tplh e tphl)...16 tplh e tphl para a saida O4...16 tplh e tphl para a saida O3...17 tplh e tphl para a saida O2...18 tplh e tphl para a saida O1...20 tplh e tphl para a saida O0...21 Calculos dos tplh e tphl teóricos...22 O4 tplh e tphl...22 O3 tplh e tphl...23 O2 tplh e tphl...23 O1 tplh e tphl...24 O0 tplh e tphl...24 Tabela geral de comparação dos tempos de propagação:...25 Layout das saídas em LASI...26 Conclusão...28 1

Índice de Figuras Illustration 1: NAND de duas entradas...3 Illustration 2: Circuito Inversor...8 Illustration 3: Circuito O4...10 Illustration 4: Simulação do circuito O4...10 Illustration 5: Circuito O3...11 Illustration 6: Simulação do circuito O3...11 Illustration 7: Simulação do circuito O2...12 Illustration 8: Circuito O1...13 Illustration 9: Simulação do circuito O1...13 Illustration 10: Circuito O0...14 Illustration 11: Simulação do circuito O0...14 Illustration 12: tplh para a saída O4...16 Illustration 13: tphl para a saída O4...16 Illustration 14: tplh para a saída O3...17 Illustration 15: tphl para a saída O3...17 Illustration 16: tplh para a saída O2...18 Illustration 17: tphl para a saída O2...19 Illustration 18: tplh para a saída O1...20 Illustration 19: tphl para a saída O1...20 Illustration 20: tplh para a saída O0...21 Illustration 21: tphl para a saída O0...21 Illustration 22: Layout em LASI da saída O3...26 Illustration 23: Layout em LASI da saída O1...26 Illustration 24: Layout em LASI da saída O0...27 2

Síntese Teórica CMOS CMOS é uma sigla para complementary metal-oxide-semiconductor.é um tipo de tecnologia empregue no fabrico de circuitos integrados.o Complementary vem do facto de que esta tecnologia utiliza dois tipos de transistores MOSFET, o NMOS e o PMOS. Estes transistores complementam-se um ao outro. Illustration 1: NAND de duas entradas Esta tecnologia é usada hoje em dia em larga escala na produção de circuitos integrados, as grandes vantagens desta tecnologia são os baixos consumos de energia(que conduz a uma baixa dissipação de calor) e a possibilidade de alta densidade de integração em circuitos, comparativamente com outras tecnologias como a TTL (que usa transistores bipolares). 3

Tecnologia Orbit CN20 A tecnologia que vamos utilizar para construir os circuitos é chamada Orbit CN20, e é constituida por um conjunto de regras muito específicas para o layout do circuito. Este conjunto de regras pode ser encontrado com mais detalhe na literatura, sendo que só vou evidenciar algumas das regras mais importantes, como por exemplo o facto de todas as medidas serem em microns(u).a partir daqui todas as outras regras estão relacionadas, por exemplo, a largura minima da região N-Well são 3 microns e a separação minima entre regiões N-Wells é de 9 microns.os contactos devem ser feitos com uma largura minima de 2 microns e as camadas de polisilicio(que formam os gates) devem ter uma largura e espaçamento entre elas de também 2 microns razão para qual este tecnologia também ser conhecida por Orbit 2 micron process. Objectivos O objectivo principal do projecto é desenhar um circuito em PSPICE que funcione à máxima frequência de operação possivel, ou seja tentando minimizar os tempo de propagação das portas. Vai também ser muito importante dimensionar bem os transistores para que os tempos de propagação sejam os esperados.o objectivo secundário deste projecto é desenhar o layout das saídas em LASI com a menor área possível. 4

Desenvolvimento do Projecto Tabela de Verdade Esta tabela de verdade foi construida com base no Output fornecido pelo professor. Como é possivel ver esta tabela é composta por 3 entradas {I2, I1, I0} e 5 saídas {O4, O3, O2, O1, O0} I2 I1 I0 O4 O3 O2 O1 O0 0 0 0 0 0 0 1 0 0 0 1 1 0 1 1 1 0 1 0 0 0 0 0 1 0 1 1 0 1 1 0 0 1 0 0 1 0 0 0 1 1 0 1 0 0 1 1 1 1 1 0 0 0 1 0 1 1 1 1 0 1 0 0 0 Tabela 1 Tabela de Verdade das saídas em relação às entradas Mapas de Karnaugh Os mapas de karnaugh são a forma mais simples de simplificar expressões booleanas, e serão eles que vão ser usados para as nossas saídas. O4 = I0.I1.I2 + I0.I1.I2 Tabela 2 Mapa de Karnaugh da saída O4 5

O3 = I0.I1 Tabela 3 - Mapa de Karnaugh da saída O3 O2 = I0.I2 + I0.I1 + I0.I1.I2 Tabela 4 - Mapa de Karnaugh da saída O2 O1 = I1.I2 + I0.I1 Tabela 5 - Mapa de Karnaugh da saída O1 6

O0 = I0.I1 + I0.I1 + I1.I2 Tabela 6 - Mapa de Karnaugh da saída O0 Tabela Geral das expressões boleanas Saída Expressão Mínima PDN PUN Var. CMOS* O4 I0.I1.I2 + I0.I1.I2 (I0+I1+I2).(I0+I1+I2) I0.I1.I2 + I0.I1.I2 I0,I0,I1,I2,I2 O3 I0.I1 (I0+I1) I0.I1 I0,I1 O2 I0.I2 + I0.I1 + I0.I1.I2 (I0+I2).(I0+I1).(I0+I1+I2) I0.I2 + I0.I1 + I0.I1.I2 I0,I0,I1,I1,I2,I2 O1 I1.I2 + I0.I1 (I1+I2).(I0+I1) I1.I2 + I0.I1 I0,I1,I2 O0 I0.I1 + I0.I1 + I1.I2 (I0+I1).(I0+I1).(I1+I2) I0.I1 + I0.I1 + I1.I2 I0,I0,I1,I1,I2 Tabela 7 Resumo das funções lógicas para implementar nos circuitos * Variáveis de entrada para o circuito CMOS 7

Circuitos associados a cada saída Nesta secção apresentarei o circuito e a respectiva simulação, para ser possivel comparar a saída com o circuito montado. Ao analisar o output gerado no ultimo subgráfico, é possivel comparar com os dados da tabela de verdade e verificar que os circuitos se encontram bem montados e que estão a fazer a sua respectiva função lógica. O Circuito abaixo é o inversor que foi usado nos circuitos seguintes {O4, O3, O2, O1; O1} quando necessário uma entrada negada. Inversor Illustration 2: Circuito Inversor 8

Circuito O4 Illustration 3: Circuito O4 Simulação do circuito O4 Illustration 4: Simulação do circuito O4 9

Circuito O3 Illustration 5: Circuito O3 Simulação do circuito O3 Illustration 6: Simulação do circuito O3 10

Circuito O2 Simulação do circuito O2 Illustration 7: Simulação do circuito O2 11

Circuito O1 Illustration 8: Circuito O1 Simulação do circuito O1 Illustration 9: Simulação do circuito O1 12

Circuito O0 Illustration 10: Circuito O0 Simulação do circuito O0 Illustration 11: Simulação do circuito O0 13

As Configurações usadas na fonte geradora de pulsos são as seguintes: V1 V2 TD TR TF PW PER VI0 0 5 10ns 0.1ns 0.1ns 10ns 20ns VI1 0 5 20ns 0.1ns 0.1ns 20ns 40ns VI2 0 5 40ns 0.1ns 0.1ns 40ns 80ns Tabela 8 Tabela com as configurações dos VPulses 14

Medição dos tempos de propagação (tplh e tphl) O tempo de propagação de uma porta lógica indica o tempo que uma variação de valor lógico numa das suas entradas demora a fazer efeito na saída. Então para as medições verifiquei sempre qual era a entrada imediatamente antes que estava a provocar a subida na saída(ou descida). Para isso sempre que, por exemplo, estava a medir um tempo de propagação LOW-HIGH, tinha que ver qual era a descida que estava a influenciar esta subida, de tal forma que por vezes nos gráfico se encontrem as fontes inversoras. As janelas de observação também foram ajustadas para encontrar o ponto mais próximo de VDD/2, neste caso 2,5 V. Porque esta é a tensão de comutação. tplh e tphl para a saida O4 Illustration 12: tplh para a saída O4 Illustration 13: tphl para a saída O4 15

tplh e tphl para a saida O3 Illustration 14: tplh para a saída O3 Illustration 15: tphl para a saída O3 16

tplh e tphl para a saida O2 Illustration 16: tplh para a saída O2 Illustration 17: tphl para a saída O2 Nota: Este foi o tempo de propagação que mais se distancia do seu tempo de propagação de LOW para HIGH, tal poderá ser devido ao circuito não ser simples, e ter alguma assimetria. 17

tplh e tphl para a saida O1 Illustration 18: tplh para a saída O1 Illustration 19: tphl para a saída O1 18

tplh e tphl para a saida O0 Illustration 20: tplh para a saída O0 Illustration 21: tphl para a saída O0 19

Calculos dos tplh e tphl teóricos kp = μ Cox = 4.5494 10 5 (V Ω) 1 W NMOS min = 6 10 6 m L NMOS min = 2 10 6 m V t NMOS = 0.8756 V V t PMOS = 0.8889 V C j P MOS = 3.2456 10 4 F C j N MOS = 1.0375 10 4 F L DE = 7 10 6 m V DD = 5V Cálculo de R NMOS e R PMOS que depois será sempre igual 1 1 RNMOS= [4.5495 10 5 ( W = L ) (VDD Vt)] [4.5494 10 5 ( 6 10 6 ) (5 0.8756)] 6 2 10 = 1.7765 10 3 Ω 1 1 RPMOS= [4.5495 10 5 ( W = L ) (VDD Vt)] [4.5494 10 5 ( 6 10 6 ) (5 0.8889)] 6 2 10 = 1.7827 10 3 Ω *V t considerado em módulo. Agora que já se descobriu o valor das resistências já se pode avançar para o cálculo dos tempos de propagação em worst case tplh =0.7 RPMOS CLOAD tplh =0.7 RPMOS [CJPMOS LDE W PMOS+CJNMOS LDE W NMOS] tphl=0.7 RNMOS CLOAD tphl=0.7 RNMOS [CJPMOS LDE W PMOS+CJNMOS LDE W NMOS] O4 tplh e tphl tplh =0.7 RPMOS [3.2456 10 4.7 10 6.( W PMOS)+1.0375 10 4.7 10 6.( W NMOS)] tplh =0.7 RPMOS [2.27192 10 9. W PMOS+7.2625 10 10. W NMOS] tplh =0.7 1.7827 10 3 [2.27192 10 9. W PMOS+7.2625 10 10. W NMOS] tplh =0.7 1.7827 10 3 [2.27192 10 9.(108w)+7.2625 10 10.(36w)] tplh =0.7 1.7827 10 3 [2.27192 10 9.(108 10 6 )+7.2625 10 10.(36 10 6 )] 20

tplh =0.7 1.7827 10 3 [245.36736 10 15 +26.145 10 15 ] tplh =0.7 1.7827 10 3 [271.51236 10 15 ] tplh =338.82 10 12 tphl=0.7 RNMOS [3.2456 10 4. 7 10 6.( W PMOS)+1.0375 10 4. 7 10 6.( W NMOS)] tphl=0.7 RNMOS [2.27192 10 9. W PMOS+7.2625 10 10. W NMOS] tphl=0.7 1.7765 10 3 [271.51236 10 15 ] tphl=337.64 10 12 Como o C LOAD só se calcula uma vez, quando se faz o tphl basta apenas alterar a resistencia R PMOS para R NMOS. O que torna as contas mais rápidas. O3 tplh e tphl tplh =0.7 1.7827 10 3 [2.27192 10 9.(36w)+7.2625 10 10.(12w)] tplh =0.7 1.7827 10 3 [2.27192 10 9.(36 10 6 )+7.2625 10 10.(12 10 6 )] tplh =0.7 1.7827 10 3 [81.78912 10 15 +8.715 10 15 ] tplh =0.7 1.7827 10 3 [90.50412 10 15 ] tplh =112.94 10 12 tphl=0.7 1.7765 10 3 [90.50412 10 15 ] tphl=112.55 10 12 O2 tplh e tphl tplh =0.7 1.7827 10 3 [2.27192 10 9.(126w)+7.2625 10 10.(36w)] tplh =0.7 1.7827 10 3 [2.27192 10 9.(126 10 6 )+7.2625 10 10.(36 10 6 )] tplh =0.7 1.7827 10 3 [286.26192 10 15 +26.145 10 15 ] tplh =0.7 1.7827 10 3 [312.40692 10 15 ] tplh =389.85 10 12 tphl=0.7 1.7765 10 3 [312.40692 10 15 ] tphl=388.49 10 12 21

O1 tplh e tphl tplh =0.7 1.7827 10 3 [2.27192 10 9.(72w)+7.2625 10 10.(24w)] tplh =0.7 1.7827 10 3 [2.27192 10 9.(72 10 6 )+7.2625 10 10.(24 10 6 )] tplh =0.7 1.7827 10 3 [163.57824 10 15 +17.43 10 15 ] tplh =0.7 1.7827 10 3 [181.00824 10 15 ] tplh =225.88 10 12 tphl=0.7 1.7765 10 3 [181.00824 10 15 ] tphl=225.01 10 12 O0 tplh e tphl tplh =0.7 1.7827 10 3 [2.27192 10 9.(108w)+7.2625 10 10.(36w)] tplh =0.7 1.7827 10 3 [2.27192 10 9.(108 10 6 )+7.2625 10 10.(36 10 6 )] tplh =0.7 1.7827 10 3 [245.36736 10 15 +26.145 10 15 ] tplh =0.7 1.7827 10 3 [271.51236 10 15 ] tplh =338.82 10 12 tphl=0.7 1.7765 10 3 [271.51236 10 15 ] tphl=337.64 10 12 Os valores dos w que foram tidos em conta foram aqueles que estavam em contacto directo com a saída, os outros desprezaram-se. Para o cálculo dos tempo apenas se tinha que somar todos os w que influenciavam. 22

Tabela geral de comparação dos tempos de propagação: Teóricos Medidos tplh tphl tplh tphl O4 338.82p 337.64p 590.19p 932.20p O3 112.94p 112.55p 339.97p 468.52p O2 389.85p 388.49p 549.28p 1.27n O1 225.88p 225.01p 762.71p 331.32p O0 338.82p 337.64p 788.47p 870.01p Tabela 9 Tabela resumo dos tempos de propagação teóricos e medidos. Nota: Valores arredondados a duas casas décimais. Nota 2: Valores em picómetros (10-12 = p) 23

Layout das saídas em LASI Illustration 22: Layout em LASI da saída O3 Illustration 23: Layout em LASI da saída O1 Saída O3 com a active layer do PMOS a 36u Saída O1 com a active layer do PMOS a 36u e e a active layer do NMOS a 6u, tal como no a active layer do NMOS a 12u, tal como no circuito Spice. circuito Spice. 24

Illustration 24: Layout em LASI da saída O0 Saída O0 com a active layer do PMOS a 36u e a active layer do NMOS a 18u, tal como no circuito Spice. 25

Conclusão Podemos concluir que, como se esperava, os valores teóricos dispersam-se um pouco dos valores do SPICE, mas não muito, pois continuam a andar na mesma ordem de grandeza(o picómetro).e em como qualquer experiencia os valores variam sempre. Em relação ao cálculo teóricos dos tempos de propagação, tenho a dizer que os achei muito baixos, mesmo sendo em worst case. O mais lento não passa os 400p o que é bastante bom. Em relação aos valores medidos podemos tecer mais alguns comentários. Em primeiro podemos dizer que os valores foram diferente mais não muito, e acertaram todos na mesmo ordem de grandeza, o que mostra que está tudo a bater certo. Depois em relação ao seu dimensionamento também podemos dizer que está na medida certa de acordo com a sua posição(obedecendo as regras de dimensionamento de transistores NMOS e PMOS). Podemos apontar onde houve as falhas se nos inclinar-mos para os inversores, pois ao os usarmos, é como se tivessemos a adicionar o seu tempo de propagação(que também o tem). Mas também não havia necessidade de usar fontes geradoras de pulsos invertidas, pois os meus graficos não possuiam glitches que passavam os 2,5 v para serem considerados 1(binário). Mas com isto já percebemos que não podemos desprezar o inversor, como fizemos, porque de certa forma ele tem a sua influencia nos valores medidos dos tplh e tphl. Se quisemos esmiuçar mais o porquê dos resultados não serem mais certos ainda podiamos analisar se as entradas negadas estavam perto da saída, porque isso também pode ter alguma influência, porque afinal de contas estamos a lidar com valores muito pequenos e todos os detalhes contam. Um resultado prático que também está um pouco fora de contexto foi a medição de O2(o tphl) que está algo desfasado do tplh, isso pode ser devido ao que já foi falado anteriormente, mas também pode ser devido à complexidade do circuito ou mesmo da sua assimetria, pois nesta tecnologia a simetria é a base da velocidade(tal como as dimensões dos transistores). 26

Bibliografia Livros/Sebentas Apontamentos do Prof. José Bastos, http://intranet.deei.fct.ualg.pt/electronica_iii/; Apontamentos das aulas, da minha autoria. Web Links CMOS Design Rules, S. Tewksbury, http://stewks.ece.stevens-tech.edu/cpe690- Notes/Notes-LASI-Design/LASI-SKT/DesignRules/designrulesTewks.doc 27