Relatório e Contas - 2011
Exercício 2011 Mensagem da Gerência
MENSAGEM DA GERÊNCIA Exercício de 2011 Após o turbilhão que foi o exercício de 2011 e apesar da tempestade nomeadamente das insolvências e do convívio com as dificuldades de crédito, dificultando cada vez mais a cobrança, concluímos o exercício com resultados positivos e foi-nos possível manter intacta a família BALBINO & FAUSTINO, LDA. Sentimo-nos reconfortados para nova batalha. Iremos em 2012 lutar por sermos mais humildes, mais indispensáveis como fornecedores dos nossos clientes, sendo mais rigorosos, mais inovadores, mais competitivos, em suma, servindo-os melhor. Saudamos neste exercício e recebemos de braços abertos, sem qualquer ressentimento, todos os que nos procuraram, por estarem a ter falta de produto, em alguns dos nossos concorrentes com dificuldades financeiras. Iremos ser mais selectivos com os nossos investimentos, privilegiando a nossa saúde financeira, privilegiando a melhoria de serviço e a inovação. Estamos conscientes da dureza do próximo ano, mas estamos tranquilos e confiantes. Aos nossos parceiros, clientes e fornecedores pedimos solidariedade. Aos nossos colaboradores pedimos rigor e empenhamento. A todos, o nosso muito obrigado pela companhia na caminhada em 2011 e contamos com todos também em 2012.
Exercício 2011 Relatório de Gestêío
1 -INTRODUÇÃO A BALBINO & FAUSTINO,LDA, com sede social em Rua da Escola, no 9, Facho - Cela, 2460-354 CELA ACB, com um capital social de 9.000.000,00, tem como actividade principal Comércio por grosso de madeira em bruto e produtos derivados. O presente relatório de gestão expressa de forma apropriada a situação financeira e os resultados da actividade exercida no período económico findo em 31 de Dezembro de 2011. É elaborado nos termos do artigo 66 do Código das Sociedades Comerciais (CSC) e contem uma exposição fiel e clara da evolução dos negócios, do desempenho e da posição da BALBINO & FAUSTINO,LDA, procedendo a uma análise equilibrada e global da evolução dos negócios, dos resultados e da sua posição financeira, em conformidade com a dimensão e complexidade da sua actividade, bem como uma descrição dos principais riscos e incertezas com que a mesma se defronta. 2 - ENQUADRAMENTO ECONÓMICO Alguns anos passados desde o início da crise global, a nível internacional, a economia continua a apresentar importantes desequilíbrios, as posições orçamentais permanecem débeis em diversas economias e as condições nos mercados financeiros voltaram a deteriorar-se, num quadro de agravamento da crise da dívida soberana na zona do euro. Esta crise acabou por reduzir as perspectivas de crescimento da economia mundial e particularmente da zona euro, ao diminuir a confianças dos agentes económicas, contraindo o consumo. Este enquadramento económico limitou muito a liquidez nos mercados de capitais, restringindo ao máximo o acesso ao crédito, estagnando a economia e aumentando a crise mundial de emprego. A instabilidade do euro e a crise das dívidas soberanas, levou a que alguns países europeus solicitassem a assistência financeira junto do FMI e da União Europeia, ficando a partir daí "obrigadas" ao cumprimento das medidas rigorosas estabelecidas no Programa de Assistência Económica e Financeira (PAEF). A nível nacional, os desequilíbrios macroeconómicos acumulados ao longo dos últimos anos levou também a que se recorresse ao FMI para acesso a financiamento externo, ficando vinculado ao PAEF, sob compromisso de adopção de medidas de ajustamento dos desequilíbrios existentes e de carácter 2
estrutural. Estas medidas, apesar de visarem a criação de condições indispensáveis ao crescimento sustentável da economia portuguesa, têm um inevitável efeito de contracção a curto prazo. Os ajustamentos previstos assentam em três pilares: consolidação das contas públicas, estabilidade do sistema financeiro e transformação estrutural da economia portuguesa. Em 2011, a contracção da actividade económica, traduz uma queda significativa da procura interna, tanto pública como privada, num quadro de desalavancagem do sector privado e de consolidação orçamental, levando a que a taxa de desemprego atinja níveis recorde. Durante muito tempo, no contexto de condições financeiras favoráveis, a economia portuguesa acumulou importantes desequilíbrios, fruto de políticas económicas desadequadas. Esta situação traduziu-se em níveis de endividamento insustentáveis por parte do sector público, das empresas e das famílias e em vulnerabilidade na estrutura de financiamento do sector bancário, num quadro de custos de financiamento crescentes, limitação de acesso ao crédito e maior risco na sua concessão. O comprometimento do financiamento da economia, a falta de liquidez, associada ao aumento dos custos financeiros, o aumento generalizado de impostos e do desemprego, leva à redução do dinheiro disponível, diminuindo a procura interna, aumentando o risco de crédito e consequentemente o número de insolvências de famílias e empresas. 3 - ANÁLISE OPERACIONAL E FINANCEIRA DE BALBINO & FAUSTINO, LDA A nível da empresa, o volume de neçocios atingido foi de 30.075.876,00, representando um decréscimo de 1,32% em relação ao ano anterior, enquanto o Resultado Líquido do Exercício atingiu o valor de 1.016.682,53. Como elementos mais relevantes, salientamos os seguintes: 2011 2010 2009 Compras - Mercado Interno 9.808.387 11.741.323 12.305.201 - Mercado Externo 12.430.333 11.233.799 11.768.926 TOTAL 22.238.720 22.975.122 24.074.127 3
2011 2010 2009 Vendas e PrestoServiços - Mercado Interno 27.907.890 28.670.274 27.953.233 - Mercado Externo 2.167.986 1.808.400 2.509.965 TOTAL 30.075.876 30.478.674 30.463.198 Existência Final 7.913.402 7.339.004 6.585.845 Act. Fixos Tangiveis 6.609.886 7.117.293 7.084.886 Custos com Pessoal 3.496.179 3.559.695 3.501.342 Quanto aos Resultados dos 2 últimos exercícios observámos o seguinte evolução: Resultado antes depreciações, gastos financiam. e impostos Resultado Operacional (antes gastos financiam. e impostos) Resultado antes de impostos Resultado Líquido do Período 2011 2.681.655 1.803.338 1.346.337 1.016.682 2010 2.607.102 1.643.347 1.323.561 1.000.292 No mercado interno o volume de negócios diminuiu 2,66 % (762.384 ), enquanto as vendas para o mercado externo tiveram um acréscimo, na ordem dos 19,88% (359.586 ). As vendas nos 2 armazéns do norte do país, já representavam em 2011, cerca de 20% da nossa facturação nacional. Nos juros e gastos similares suportados registou-se um aumento de aproximadamente 43%, passando de 319.785 no ano de 2010, para 457.001 no ano de 2011. o valor das existências finais subiu 7,83%, para 7.913.402, fruto de uma menor rotação de stock, do constante aumento de preços e do aumento de stocks mínimos associado.à novos produtos. maior diversidade de o saldo das imparidades de dívidas a receber de clientes (perdas vs reversões) passou de 235.257,89 em 2010, para 415.918,86 em 2011, ou seja um aumento de 180.660,97 (76,79%), devido à insolvência de diversos clientes. A nível dos outros custos, tanto os Fornecimentos e serviços externos, como os custos com o pessoal tiveram um decréscimo de 1,78%. 4
A nível do pessoal, o nomédio de trabalhadores manteve-se nos 178. A nossa preocupação ambiental é uma constante e deste modo temos apostado, cada vez mais, em minimizar os impactos ambientais da nossa actividade, desenvolvendo procedimentos para que a empresa possua uma gestão de resíduos adequada. Os dispêndios ambientais em 2011 cifraram-se em 27.312,64. Em 2011: - recuperámos as vendas para o mercado externo. - implementámos um sistema de gestão documental (Share Point). - melhorámos o sistema de etiquetagem e embalagem na secção da orla. -lançámos uma nova imagem B&F. - participámos em algumas feiras internacionais. - começámos a implementar a certificação em COC segundo o FSC / PEFC. - continuámos a apostar na formação dos colaboradores. - apostámos numa maior divulgação dos nossos produtos. - realizámos diversas auditorias internas avaliando todo o sistema de gestão da organização. 4 - EXPECTATIVAS PARA 2012 No ano de 2012 a redução da procura interna deverá prosseguir, traduzindo uma queda mais acentuada do consumo privado, num contexto de forte deterioração do rendimento disponível das famílias e um aumento significativo do desemprego. O crescimento económico deverá também continuar condicionado pela crise da dívida soberana e pelo impacto das medidas de consolidação orçamental, aumentando a restritividade nas condições de acesso ao financiamento. A incerteza quanto à resolução destes problemas e o alcance dos objectivos traçados, vai condicionar a trajectória da actividade económica, sendo essencial a concretização de algumas medidas para que a economia portuguesa possa alcançar uma trajectória sustentável de crescimento. No entanto, a expectativa de BALBINO & FAUSTINO, LDA é ter quebra menor de rentabilidade do que é expectável, por recuperação da quota perdida pelas empresas concorrentes insolventes ou com 5
graves problemas financeiros, recolhendo assim, algumas vantagens com esse desequilíbrio neste sector. Neste ano pretendemos: - optimizar a gestão de stocks. - implementar o uso do programa informático POWER UI. - optimizar a gestão da secção de manutenção. - rever os perfis profissionais dos colaboradores. - desenvolver novos produtos comerciais. - concluir o processo de certificação em COC segundo o FSC I PEFC. - melhorar as condições físicas do pólo de distribuição do sabugo. - concluir a reestruturação da rede de dados (fibra óptica). - apostar na formação especialmente na área de HST e ferramentas de gestão. - ponderar o início da construção do pólo de distribuição em Paços de Ferreira. - aumentar a competência dos colaboradores, promovendo a rotatividade de funções. - optimizar a produção dos resíduos produzidos em B&F. A Balbino & Faustino continua a apostar na sua organização, rigor, dedicação e inovação para satisfação do cliente, não esquecendo os seus colaboradores, o meio ambiente e a sociedade que a rodeia. 5 - PROPOSTA DE APLICAÇÃO DE RESULTADOS Propõe-se à Assembleia-geral, que o lucro do exercício de 2011, no montante de 1.016.682,53, tenha a seguinte aplicação: - Para Reservas Legais 50.834,13 - Para Reservas Livres 965.848,40 6 - OUTRAS INFORMAÇÕES Após o termo do exercício não ocorreram factos relevantes que afectem a situação económica financeira expressa pelas Demonstrações Financeiras no termo do período económico de 2011. e Não existem dívidas em mora ao sector público estatal, nem à segurança social. 6
7 - CONSIDERAÇÕES FINAIS A BALBINO & FAUSTINO, LDA continua a apostar na sua organização, rigor, dedicação e inovação para satisfação do cliente, não esquecendo os seus colaboradores, o meio ambiente e a sociedade que a rodeia. Agradece assim aos seus clientes e fornecedores, pela confiança e preferência demonstrada. Aos nossos Colaboradores deixamos uma mensagem de apreço pelo seu profissionalismo e empenho, os quais foram e continuarão a sê-lo no futuro elementos fundamentais para a sustentabilidade da BALBINO & FAUSTINO, LDA. Apresenta-se, de seguida as demonstrações financeiras relativas ao período findo, que compreendem o Balanço, a Demonstração dos Resultados por naturezas, a Demonstração de Alterações do Capital Próprio, a Demonstração dos Fluxos de Caixa e o Anexo. Facho, 30 de Março de 2012 A Gerência 7
Exercício 2011 Certificaçao Legal de Contas
João Marfins Viana Mestre em Contabilidade Licenciado em Auditoria Revisor Oficial de Contas CERTIFICAÇÃO LEGAL DAS CONTAS INTRODUÇÃO 1. Examinámos as demonstrações financeiras anexas de BALBINO & FAUSTINO, LDA., as quais compreendem o Balanço em 31 de Dezembro de 2011, (que evidencia um total de balanço de 26.824 milhares de euros e um total de capital próprio de 13.425 milhares de euros, incluindo um resultado líquido de 1.016.682,53 ) as demonstrações dos resultados por naturezas, das alterações do capital próprio e dos fluxos de caixa do exercício findo naquela data, e os correspondentes Anexos. RESPONSABILIDADES 2. É da responsabilidade da Gerência a preparação de demonstrações financeiras que apresentem de forma verdadeira e apropriada a posição financeira da Empresa, o resultado das suas operações e os fluxos de caixa, bem como a adopção de políticas e critérios adequados e a manutenção de um sistema de controlo interno apropriado, 3. A nossa responsabilidade consiste em expressar uma opinião profissional e independente, baseada no nosso exame daquelas demonstrações financeiras, ÂMBITO 4. O exame a que procedemos foi efectuado de acordo com as Normas Técnicas e as Directrizes de Revisão/Auditoria da Ordem dos Revisores Oficiais de Contas, as quais exigem que o mesmo seja planeado e executado com o objectivo de obter um grau de segurança aceitável sobre se as demonstrações financeiras estão isentas de distorções materialmente relevantes, Para tanto o referido exame incluiu: * a verificação, numa base de amostragem, do suporte das quantias e divulgações constantes das demonstrações financeiras e a avaliação das estimativas, baseadas em juízos e critérios definidos pela Gerência, utilizadas na sua preparação; * a apreciação sobre se são adequadas as políticas contabilísticas adaptadas e a sua divulgação, tendo em conta as circunstâncias; * a verificação da aplicabilidade do princípio da continuidade; e * a apreciação sobre se é adequada, em termos globais, a apresentação das demonstrações financeiras. 5.0 nosso exame abrangeu também a verificação da concordância da informação financeira constante do relatório de gestão com as demonstrações financeiras. 6.Entendemos que o exame efectuado proporciona uma base aceitável para a expressão da nossa opinião, OPINIÃO 7. Em nossa opinião as referidas demonstrações apresentam de forma verdadeira e apropriada, em todos os aspectos materialmente relevantes, a posição financeira de BALBINO & FAUSTINO, LDA., em 31 de Dezembro de 2011, o resultado das suas operações e os fluxos de caixa no exercício findo naquela data, em conformidade com os princípios contabilísticos geralmente aceites/} Portugal. Facho, 30 de Março de 2012, (' ~L,...'t---. ~l2~.~oão Martins Viana (ROC n." 607) Rua 10 Dezembro. 30-2520-265 - PENICH E - Telernóvel: 968021468 -Telefone: 262789793-N 1F: J 63425639
João Marfins Viana Mestre em Contabilidade Licenciado em Auditoria Revisor Oficial de Contas CERTIFICAÇÃO LEGAL DAS CONTAS INTRODUÇÃO 1. Examinámos as demonstrações financeiras anexas de BALBINO & FAUSTINO, LDA., as quais compreendem o Balanço em 31 de Dezembro de 2011, (que evidencia um total de balanço de 26.824 milhares de euros e um total de capital próprio de 13.425 milhares de euros, incluindo um resultado líquido de 1.016.682,53 ) as demonstrações dos resultados por naturezas, das alterações do capital próprio e dos fluxos de caixa do exercício findo naquela data, e os correspondentes Anexos. RESPONSABILIDADES 2. É da responsabilidade da Gerência a preparação de demonstrações financeiras que apresentem de forma verdadeira e apropriada a posição financeira da Empresa, o resultado das suas operações e os fluxos de caixa, bem como a adopção de políticas e critérios adequados e a manutenção de um sistema de controlo interno apropriado. 3. A nossa responsabilidade consiste em expressar uma opinião profissional e independente, baseada no nosso exame daquelas demonstrações financeiras. ÂMBITO 4. O exame a que procedemos foi efectuado de acordo com as Normas Técnicas e as Directrizes de Revisão/Àuditoria da Ordem dos Revisores Oficiais de Contas, as quais exigem que o mesmo seja planeado e executado com o objectivo de obter um grau de segurança aceitável sobre se as demonstrações financeiras estão isentas de distorções materialmente relevantes. Para tanto o referido exame incluiu: * a verificação, numa base de amostragem, do suporte das quantias e divulgações constantes das demonstrações financeiras e a avaliação das estimativas, baseadas em juízos e critérios definidos pela Gerência, utilizadas na sua preparação; * a apreciação sobre se são adequadas as políticas contabfisíicas adoptadas e a sua divulgação, tendo em conta as circunstâncias;. * a verificação da aplicabilidade do princípio da continuidade; e * a apreciação sobre se é adequada, em termos globais, a apresentação das demonstrações financeiras. 5.0 nosso exame abrangeu também a verificação da concordância da informação financeira constante do relatório de gestão com as demonstrações financeiras. 6.Entendemos que o exame efectuado proporciona uma base aceitável para a expressão da nossa opinião. OPINIÃO 7. Em nossa opinião as referidas demonstrações apresentam de forma verdadeira e apropriada, em todos os aspectos materialmente relevantes, a posição financeira de BALBINO & FAUSTINO, LDA., em 31 de Dezembro de 2011, o resultado das suas operações e os fluxos de caixa no exercício findo naquela data, em conformidade com os princípios contsbillsficos geralmente aceites em Portugal. Facho, 30 de Março de 2012. Rua 10 Dezembro, 30-2520-265 - PENICHE - Telemóvcl: 968021468 -Telefone: 262789793-NIF: 163425639
Exercício 2011 Relatório de Fisccllzccõo do ROC
João Marfins Viana Mestre em Contabil idade Licenciado em Auditoria Revisor Oficial de Contas Exmos Senhores Sócios e Exm" Gerência de BALBINO & FAUSTINO,LDA 2460 ALCOBAÇA "RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO DO REVISOR OFICIAL DE CONTAS" Exmos Senhores, 1. O presente relatório é emitido facultativamente com base nos trabalhos desenvolvidos para cumprimento dos artigos nos 262, n. 6, 451 do Código das Sociedades Comerciais, e no 1 do art 52 do decreto-lei n. 487/99, de 16 de Novembro. 2. Procedemos à revisão legal dessa empresa e ao exame das suas contas relativas ao exercício findo em 31 de Dezembro de 2011, de acordo com as Normas Técnicas e Directrizes de Revisão/Auditoria aprovadas pela Ordem dos Revisores Oficiais de Contas e com a profundidade considerada necessária nas circunstâncias. Em consequência do exame efectuado emitimos a certificação legal das contas com data de hoje, cujo conteúdo se dá aqui como integralmente reproduzido. 3. De entre outros executámos os seguintes procedimentos: a) Participação em reuniões com a Gerência e principais responsáveis da empresa, tendo solicitado e obtido os esclarecimentos que considerámos necessários. b) Apreciação da adequação e consistência das políticas contabilísticas adoptadas pela empresa e que se encontram divulgadas no Anexo. c) Verificação da conformidade das demonstrações financeiras que compreendem o balanço, a demonstração dos resultados líquidos e o respetivo anexo com os registos contabilístícos que lhes servem de suporte. d) Análise do sistema de controlo interno, com vista ao planeamento do âmbito e extensão dos procedimentos de revisão/auditoria, que incidiu especialmente nas áreas de compras, recepção e contas a pagar, vendas, expedição e contas a receber, imobilizações e gastos com o pessoal, tendo sido efectuados os testes de controlo apropriados. e) Realização dos testes substantivos seguintes, que considerámos adequados em função da materialidade dos valores envolvidos: Rua 10 Dezembro. 30-2520-265 -- PENICHE - Tclernóvel: 968021468 -Telefone: 262789793-NIF: 163425639
João Martins Viana Mestre em Contabilidade Licenciado em Auditoria Revisor Oficial de Contas * Inspecção física dos principais elementos do imobílízado corpóreo, confirmação directa da titularidade dos bens sujeitos e registo e dos eventuais ónus ou encargos incidentes sobre tais bens. * Observação das normas de inventariação física de existências, incluindo a apreciação das normas internas aplicáveis à sua execução, testes das contagens efectuadas e da respectiva valorização, cálculo e valorização. * Confirmação directa e por escrito junto de terceiros (bancos clientes, fornecedores e outros) dos saldos de contas, responsabílídades e garantias prestadas ou obtidas, análise e teste das reconcílíações subsequentes preparadas pela empresa; nos casos em que não foi obtida resposta, efectuámos os procedimentos alternativos que considerámos necessários. * Análise e teste das reconciliações bancárias preparadas pela empresa * Análise das situações justificativas da constituição de provisões para redução de activos, para passivos ou responsabílídades contingentes ou para outros riscos. * Verificação da situação fiscal e da adequada contabílízação dos impostos, bem como da situação relativa à Segurança Social. * Análise e teste dos vários elementos de custos, proveitos, perdas e ganhos registados no exercício, com particular atenção ao seu balanceamento, diferimento e acréscimo. * Análise das operações e saldos com as entidades relacionadas. * Apreciação da política de seguros do imobilizado e do pessoal, incluindo a actualização dos capitais seguros. 4. Foi solicitada e obtida a declaração de responsabílídade prevista nas normas de auditoria. 5. Finalmente, cumpre-nos informar que apreciámos o relatório e demais demonstrações financeiras preparados pela gerência, os quais satisfazem os requisitos legais e estatutários e verificámos a conformidade da informação financeira nele constante com as demonstrações financeiras do exercício, pelo que emitimos nesta data a certificação legal de contas sem qualquer reserva ou ênfase. Facho, 30 de Março de 2012. ~J r-~ ;.ião Martins Viana- ROC n0607 Rua 10 Dezembro. 30-2520-265 -- PENICHE ~ Tclemóvel: 96802146R -Tclefone: 262789793-NIF:163425639 2