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- Alfredo Cesário Franca
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11 Sociedade Tel: Áv. da República, 50 I Bi:c - Fax: Lisboa RELATÓRIO DE AUDITORIA (CERTIFICAÇÃO DO REVISOR DE CONTAS DO FUNDO DE PENSÕES) 1. Nos termos do n 2 do artigo 56 do Decreto-Lei n 12/2006 de 20 de janeiro, e do artigo 11 da Norma Regulamentar N 7/2010-R, de 4 de junho, examinámos as demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2012 do Fundo de Pensões PPR SGF Acções Dinâmico, gerido pela SGF - Gestora de Fundos de Pensões, SA, as quais compreendem a Demonstração da Posição Financeira em 31 de dezembro de 2012 (que evidencia um valor do Fundo de euros), a Demonstração de Resultados, a Demonstração de Fluxos de Caixa do exercício findo naquela data e as correspondentes Notas às Demonstrações Financeiras. É da responsabilidade do ConseLho de Administração da Sociedade Gestora a preparação de demonstrações financeiras, de acordo com os princípios contabilísticos geralmente aceites em Portugal para os Fundos de Pensões, que apresentem de forma verdadeira e apropriada a posição financeira do Fundo, o resultado das suas operações e os fluxos de caixa; bem como a adoção de políticas e critérios contabilísticos adequados e a manutenção de um sistema de controlo interno apropriado e o adequado cumprimento das Normas aplicáveis aos Fundos de Pensões. A nossa responsabilidade consiste em expressar uma opinião profissional e independente, baseada no exame que realizámos às referidas demonstrações financeiras. 2. O exame a que procedemos foi efetuado de acordo com as Normas Técnicas e as Diretrizes de Revisão/Auditoria da Ordem dos Revisores Oficiais de Contas, as quais exigem que o mesmo seja planeado e executado com o objetivo de obter um grau de segurança aceitável sobre se as Demonstrações Financeiras estão isentas de distorções materialmente relevantes. Para tanto, o referido exame incluiu: i) a verificação, por amostragem, do suporte das quantias e divulgações constantes das demonstrações financeiras e a avaliação das estimativas, baseadas em juízos e critérios definidos pelo Conselho de Administração, utilizadas na sua preparaçâo; ii) a apreciação da adequacidade das políticas contabilísticas adotadas e a sua divulgação, tendo em conta as circunstâncias; iii) a verificação da aplicabilidade do princípio da continuidade; e iv) a apreciação da adequacidade, em termos globais, a apresentação das demonstrações financeiras. O nosso exame abrangeu também a verificação da concordância da informação financeira constante do relatório de gestão com as demonstrações financeiras. É da responsabilidade do Conselho de Administração a preparação de demonstrações financeiras que apresentem de forma verdadeira e apropriada a posição financeira da Sociedade, o resultado das suas operações e os fluxos de caixa, bem como a adoção de políticas e critérios contabilísticos adequados e a manutenção de um sistema de controlo interno apropriado. A nossa responsabilidade consiste em expressar uma opinião profissional e independente, baseada no exame que realizámos às referidas demonstrações financeiras. Entendemos que o exame efetuado proporciona uma base aceitável para a expressão da nossa opinião. BDO & Associados, SROC, Lda., Sociedade por quotas, Sede As. da República, , Lisboa, Registada na Conservatória do Registo Comercial de Lisboa, NIPC , Capital euros. Sociedade de Revisores Oficiais de Contas inscrita na OROC sob o número 29 e na CMVM sob o número A BDO & Associados, SROC, Lda. sociedade por quotas registada em Portugal, é membro da BDO International Limited, sociedade inglesa limitada por garantia, e faz parte da rede internacional BDO de firmas independentes.
12 IBDO 3. Aportaria n 1451/2002 prevê que um máximo de 20% do património para instrumentos representativos da dívida de curto prazo, depósitos bancários e outros instrumentos monetários. Em 31 de dezembro de 2012 este Limite foi ultrapassado em euros, sendo que o ReLatório de Gestão apresenta as alíneas d) e e) o cumprimento dos princípios, regras prudenciais e política de investimentos. 4. Em nossa opinião as referidas demonstrações financeiras apresentam, com exceção do mencionado no paragrafo 3 anterior, de forma verdadeira e apropriada, em todos os aspetos materialmente relevantes, a posição financeira do Fundo de Pensões PPR SGF Acções Dinâmico em 31 de dezembro de 2012, o resultado das suas operações e os fluxos de caixa no exercício findo naquela data, em conformidade com os princípios contabilísticos geralmente aceites em Portugal para os Fundos de Pensões. 5. Sem afetar a opinião expressa no parágrafo anterior, chamamos a atenção para que: 5.1. A política de investimento definida no Anexo 1 ao Regulamento de Gestão do Fundo de Pensões prevê que o património do fundo deva ser constituído com observância de determinados [imites e regras. Em 31 de dezembro de 2012 foi ultrapassado o montante máximo de 20% em investimentos de liquidez em 2%, sendo mencionado nas alíneas d) e e) do ReLatório de Gestão o cumprimento dos princípios, regras prudenciais e política de investimentos Não se encontram ainda operacionais os automatismos dos sistemas de informação relacionados com a verificação contínua dos Limites de investimentos, projeto que a Sociedade Gestora tem em curso. Lisboa, 17 de maio de 2013 Pedro Aleixo Dias, em representação de BDO & Associados - SROC 2
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