Relatório de Execução Orçamental
|
|
|
- Malu Estrela Mendonça
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Erasa Relatório de Execução Orçamental 1º Semestre 2012
2 Índice 1. Sumário Executivo Execução da Receita por Rubricas Execução da Despesa por Rubricas Anexos Balanço 30 de Junho Demonstração de Resultados 30 de Junho de
3 1. Sumário Executivo À semelhança dos anos anteriores, o orçamento da EMAC para 2012 foi elaborado com base no rigor e no sentido de serviço público da empresa, com o objectivo de contribuir para a melhoria contínua dos seus níveis de eficácia e eficiência, procurando assegurar a manutenção da qualidade dos serviços prestados aos Munícipes de Cascais. Assim e sucintamente, visto que as desenvolveremos adiante, apresentam-se as variações globais do realizado face ao orçamentado (quadro abaixo): RECEITAS: Variação desfavorável de (- 3,24%), nomeadamente em virtude da redução do número de toneladas recolhidas de resíduos sólidos urbanos domésticos. GASTOS: Variação favorável de 14,57% ( ), por via da manutenção da política de contenção de gastos dos anos anteriores. TOTAIS ACUMULADOS - 1.º Semestre 2012 Desvio Orçamento 2012 Realizado 2012 valor % Receitas CMC ,59% Receitas EMAC ,64% TOTAL RECEITAS ,24% TOTAL GASTOS ,57% Estes números concorreram para um Resultado antes de impostos, no 1.º semestre de 2012, de , conforme Demonstração de Resultados em anexo. Igualmente a título informativo e ao nível do Balanço que se anexa, tivemos um Activo de , um Capital Próprio de e um Passivo de
4 2. Execução da Receita por Rubricas O orçamento anual da EMAC foi construído no pressuposto da incorporação das Agências Cascais Natura e Cascais Atlântico, logo no início do exercício de Como tal só veio a acontecer no 2.º semestre de 2012, a componente orçamental das Agências foi reduzida em 50%, facto já traduzido nos orçamentos de Receita e de Despesa aqui apresentados. Como referimos atrás, a execução global da Receita foi de 3,24% ( ). E comentando as maiores variações orçamentais (quadro abaixo), refere-se que nas prestações de serviços com valores fixos pré-acordados a execução foi de 100% ou mais (vide Limpeza Urbana), tendo-se verificado oscilações nas rubricas que variam em função das toneladas recolhidas ou da área verde mantida, como são disso exemplo a Recolha de RSU (Resíduos Sólidos Urbanos) com (- 9,16%) e os EPVU (Espaços Públicos Verdes Urbanos) com 9,83% ( ). A outra variação relevante, na Sensibilização e Educação Ambiental ( ; 47,75%), deveu-se ao facto de a higienização das areias ( ) não ter sido facturada no 1.º semestre, contrariamente ao previsto inicialmente. Pela inversa, de realçar a realização do dobro do orçamentando para Outros serviços clientes diversos (+ 99,82%), e de em PROVEITOS SUPLEMENTARES. TOTAIS ACUMULADOS - 1.º SEMESTRE 2012 Orçamento Global 2012 Orçamento 1.º SEM EXECUTADO 1.º SEM Variação Valor % 72 - PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS ,34% Recolha de RSU ,16% Limpeza de Praias, terrenos e Ribeiras ,10% Limpeza Urbana ,16% Recolha de cortes de Jardim ,00% Recolha de Monstros ,00% Recolha Selectiva ,00% Grandes Produtores ,56% Sensibilização e Educação Ambiental ,75% EPVU + PI + Estudos e Projectos ,83% Serviços Partilhados ,22% DEN - Espaços Naturais ,00% Outros serviços - clientes diversos ,82% Serviços secundários NA 76 - REVERSÕES NA 78 - PROVEITOS SUPLEMENTARES NA 79 - JUROS, DIVIDENDOS NA TOTAL ,24% 4
5 3. Execução da Despesa por Rubricas Como mencionámos no Sumário Executivo, a execução global da Despesa face ao orçamentado para o 1.º semestre de 2012, foi de (- 14,57%), mantendo-se a tendência de redução global nos gastos da EMAC. Analisando a execução face ao orçamentado (quadro adiante) e no que respeita aos Fornecimentos e Serviços Externos (FSE), esta rubrica registou um decréscimo de (- 12,63%), sendo que os seus itens de maior peso na Despesa total executada ( , 41,48%), continuaram a ser os seguintes: Subcontratos ( ,42%) Conservação e reparação ( ,44%) Combustíveis ( ,26%) Trabalhos especializados ( ,61%) Rendas e alugueres ( ,43%) Não obstante este decréscimo generalizado nas diversas rubricas da Despesa, a Conservação e reparação registou um desvio de + 9,13% ( ) perante o orçamentado, variação essa que está relacionado com o desgaste da frota da EMAC, nomeadamente devido ao uso intensivo dos veículos pesados (utilização em dois turnos), pelo que a frequência, a gravidade e o custo das necessidades de manutenção e reparação tendem a aumentar. E no sentido de evitar a referida degradação da Despesa, através da renovação da frota mais premente, a EMAC neste 1.º semestre de 2012, adquiriu 6 viaturas pesadas de recolha de resíduos sólidos urbanos indiferenciados. Os gastos com o pessoal na estrutura de custos da empresa mantiveram o seu peso expressivo (44,81%), fruto da mão-de-obra intensiva que caracteriza a nossa actividade. Relativamente aos Gastos e perdas de financiamento, houve um aumento de cerca de 61%, devido não só à utilização da conta corrente caucionada para cumprir com as responsabilidades diárias da EMAC (dos executados, 84% respeitam aos custos de utilização da conta corrente caucionada), como também ao aumento das taxas de juro no mercado. 5
6 TOTAIS ACUMULADOS - 1.º SEMESTRE 2012 Orçamento Orçamento EXECUTADO Variação Global º SEM º SEM Valor % 62 FSE ,63% 621 SUBCONTRATOS ,62% 6221 TRABALHOS ESPECIALIZADOS ,71% 6222 PUBLICIDADE E PROPAGANDA ,54% 6223 VIGILÂNCIA E SEGURANÇA ,87% 6224 HONORÁRIOS ,68% 6226 CONSERVAÇÃO E REPARAÇÃO ,13% 6231 FERRAM.UTENSÍLIOS DESG.RÁPIDO ,18% 6232 LIVROS E DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA ,56% 6233 MATERIAL DE ESCRITÓRIO ,70% 6238 Outros materiais ,21% 6242 COMBUSTÍVEIS ,18% 6243 ÁGUA ,00% 6248 OUTROS energia e FLUÍDOS ,90% 6251 DESLOCAÇÕES E ESTADAS ,08% 6261 RENDAS E ALUGUERES ,03% 6262 COMUNICAÇÃO ,42% 6263 SEGUROS ,00% 6265 CONTENCIOSO E NOTARIADO ,35% 6266 Despesas de representação ,00% 6267 LIMPEZA, HIGIENE E CONFORTO ,48% 6268 Outros serviços ,83% 68 IMPOSTOS (OUTROS GASTOS E PERDAS) ,99% 63 GASTOS COM O PESSOAL ,02% 64 GASTOS DE DEPRECIAÇÕES ,64% 67 PROVISÕES DO PERIODO GASTOS E PERDAS DE FINANCIAMENTO ,93% Total ,57% No final do mês de Junho, a EMAC contava com 547 colaboradores. Em conclusão, diremos que a execução orçamental deste semestre continua a revelar o elevado esforço e grau de comprometimento na contenção e racionalização levada a cabo pela EMAC, dando continuidade ao já sucedido no ano transacto. Alcabideche, 09 de Agosto de 2012 O Administrador Guilherme Rodrigues 6
7 4. Anexos 4.1 Balanço 30 de Junho 2012 RUBRICAS NOTAS unidade monetária: euro PERÍODOS Junho 2012 Dezembro 2011 ACTIVO Activo não corrente Activos fixos tangíveis , ,77 Propriedades de Investimento Goodwill Activos Intangíveis , ,40 Activos biológicos Participações financeiras - método da equivalência patrimonial Participações financeiras - outros métodos Accionistas / Sócios Outros activos financeiros Activos por impostos diferidos , ,17 Activo corrente Inventários Activos Biológicos Clientes , ,37 Adiantamento a fornecedores Estado e outros entes públicos , ,55 Accionistas / Sócios Outras contas a receber , ,42 Diferimentos Activos financeiros detidos para negociação Outros activos Financeiros Activos não correntes detidos para venda Caixa e depósitos bancários , , , ,00 Total do activo , ,17 CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO Capital próprio Capital realizado , ,00 Acções (quotas) próprias Prestações suplementares e outros instrumentos de capital próprio Prémios de emissão Reservas Legais , ,70 Outras reservas , ,75 Resultados Transitados Ajustamentos em activos financeiros Excedentes de revalorização Outras variações no capital próprio , ,07 Resultado líquido do período , ,34 Interesses minoritários Total capital próprio , ,86 PASSIVO Passivo não corrente Provisões , ,38 Financiamentos obtidos , ,77 Responsabilidades por benefícios pós-emprego Passivos por impostos diferidos Outras contas a pagar , ,15 Passivo corrente Fornecedores , ,79 Adiantamentos de clientes Estado e outros entes públicos , ,96 Accionistas / Sócios Financiamentos obtidos , ,54 Outras contas a pagar , ,87 Diferimentos Passivos financeiros detidos para negociação Outros passivos financeiros Passivos não correntes detidos para venda , ,16 Total do passivo , ,31 Total do capital próprio e do passivo , ,17 7
8 4.2 Demonstração de Resultados 30 de Junho de 2012 unidade monetária: euro RENDIMENTOS E GASTOS PERÍODOS JUNHO 2012 JUNHO 2011 Vendas e serviços prestados , ,20 Fornecimentos e serviços externos , ,94 Gastos com o pessoal , ,61 Outros rendimentos e ganhos , ,73 Imparidade de dividas a recever (perdas/reversões) ,95 Provisões 0,00 0,00 Outros gastos e perdas , ,29 Resultado antes de depreciações, gastos de financiamento e impostos , ,09 Gastos / reversões de depreciação e de amortização , ,71 Resultado operacional, antes de gastos de financiamento e impostos , ,38 Juros e rendimentos similares obtidos 5,10 Juros e gastos similares suportados: , ,70 Resultado antes impostos , ,68 Imposto sobre o rendimento do período , ,53 Resultado líquido do período , ,15 8
RELATÓRIO DE CONTAS 2014
RELATÓRIO DE CONTAS 2014 Demonstração 1951 de resultados RENDIMENTOS E GASTOS 2014 2013 Variância Vendas e serviços prestados 507142,06 486434,41 4,26% Subsídios, doações e legados à exploração 622002,18
Processo Especial de Revitalização de Francisco Coelho & Filhos, Lda Processo nº 2100/12.5TJVNF do 2º Juízo Cível do Tribunal Judicial de Vila Nova de
Processo Especial de Revitalização de Francisco Coelho & Filhos, Lda Processo nº 2100/12.5TJVNF do 2º Juízo Cível do Tribunal Judicial de Vila Nova de Famalicão Dados históricos "Francisco Coelho & Filhos,
Informação Financeira
Informação Financeira Balanço Rubricas Dez-10 Datas Dez-09 ACTIVO Activo não corrente Activos fixos tangíveis 10 486.163,94 609.503,79 Propriedades de investimento Goodwill Activos intangíveis 9 1.991.986,54
Código de Contas (SNC):
Código de Contas (SNC): 1 MEIOS FINANCEIROS LÍQUIDOS * 11 Caixa 12 Depósitos à ordem 13 Outros depósitos bancários 14 Outros instrumentos financeiros * 141 Derivados 1411 Potencialmente favoráveis 1412
Informação Financeira Balanço
Informação Financeira Balanço ANO: 2015 Balanço Individual em 31 de Dezembro de 2015 Ativo Designação Nota 2015 2014 (reexpresso) Ativo Não Corrente Activos Fixos Tangíveis 3, 5 9.056.835,35 9.097.093,58
Informação Financeira
Informação Financeira Balanço BALANÇOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 E 2013 (montantes expressos em euros) 31 dezembro 31 dezembro ATIVO Notas 2014 2013 ATIVO NÃO CORRENTE: Ativos fixos tangiveis 5 1.209.908
ASSOCIAÇAO FILANTROPICA DA TORREIRA - CONTAS 2017 Balancete Geral Financeira
ASSOCIAÇAO FILANTROPICA DA TORREIRA - CONTAS 2017 Balancete Geral Financeira Moeda: Euros DESCRIÇÃO VALORES TOTAIS C.D. S.A.D. GERAL/ADM. 61 TOTAL CUSTO MERCAD. VENDIDAS E MAT. CONS. Géneros Alimenticios
PEÇAS FINAIS DE APRESENTAÇÃO DE CONTAS
ENTREGUE PEÇAS FINAIS DE APRESENTAÇÃO DE CONTAS NÚCLEO DE ORÇAMENTO DAS ANO DE 2015 E CONTAS DE IPSS INSTITUIÇÕES PARTICULARES DE SOLIDARIEDADE SOCIAL DENOMINAÇÃO: CENTRO DE BEM ESTAR SOCIAL DE SEIXAS
Informação Financeira Balanço ANO: 2014
Informação Financeira Balanço ANO: 2014 Referencial contabilístico utilizado no ano 2014: POCMS Referencial contabilístico utilizado no ano 2014: POCMS Referencial contabilístico utilizado no ano 2014:
CONSEST PROMOÇÃO IMOBILIÁRIA, SA RELATÓRIO DE CONTROLO ORÇAMENTAL E DE ACOMPANHAMENTO DA ACTIVIDADE
CONSEST PROMOÇÃO IMOBILIÁRIA, SA RELATÓRIO DE CONTROLO ORÇAMENTAL E DE ACOMPANHAMENTO DA TERCEIRO TRIMESTRE ANO 2011 CONTEÚDO 1. ENQUADRAMENTO... 3 2. SITUAÇÃO FINANCEIRA E PATRIMONIAL... 3 3. ANEXOS...
C N 2 - CÓDIGO DE CONTAS
o m i s s ã o 1 MEIOS FINANEIROS LÍQUIDOS * 11 aixa 12 Depósitos à ordem 13 Outros depósitos bancários 14 Instrumentos financeiros * 141 Derivados 1411 Potencialmente favoráveis 1412 Potencialmente desfavoráveis
CONSEST PROMOÇÃO IMOBILIÁRIA, SA RELATÓRIO DE CONTROLO ORÇAMENTAL E DE ACOMPANHAMENTO DA ACTIVIDADE TERCEIRO TRIMESTRE
CONSEST PROMOÇÃO IMOBILIÁRIA, SA RELATÓRIO DE CONTROLO ORÇAMENTAL E DE ACOMPANHAMENTO DA TERCEIRO TRIMESTRE ANO 2012 CONTEÚDO 1. ENQUADRAMENTO... 3 2. SITUAÇÃO FINANCEIRA E PATRIMONIAL... 3 3. ANEXOS...
Total de Rendimentos , ,70
Contas de 2015 1 Atividade - Creche N.º Médio de Utentes - 75 N.º Médio de Funcionários - 20 Creche 2015 Creche 2014 Gastos 61 CMVMC 16.686,61 22.762,82 62 Fornecimentos e Serviços Externos 26.617,03 30.654,65
Associação Social e Cultural Paradense - NIF:
Conta Saldo 11. Caixa 12. Depósitos à Ordem 13. Outros Depósitos Bancários Total Da Classe 1 687,51 D 19.428,20 D 200.000,00 D 220.115,71 D 21. Clientes 22. Fornecedores 23. Pessoal 24. Estado e Outros
CONTAS DO EXERCÍCIO DE 2018
CONTAS DO EXERCÍCIO DE 2018 BALANÇO Rubricas 2018 2017 ATIVO Ativo Não Corrente Ativos Fixos Tangíveis 129.027,58 127.711,01 Ativos Intangíveis 1.688,68 1.537,06 Investimentos Financeiros 1.862,69 1.455,14
SOCIEDADE EXEMPLO, LDA
Balanço e Demonstração de Resultados Data 9-7-218 Utilizador einforma SOCIEDADE EXEMPLO, LDA Denominação: EXEMPLO RELATÓRIO NIF 123456789 DUNS 45339494 RUA BARATA SALGUEIRO, 28 3º, 4º E 5º, 125-44 LISBOA
DEMONSTRAÇÃO RESULTADOS PRE
DGCF DEMONSTRAÇÃO RESULTADOS PRE CLASSE 7 RENDIMENTOS CONTA RUBRICA TOTAL 2103-Centro de Dia 2101-Serviço de Apoio Domiciliário 71 72 721 722/728 73 74 75 751 7511 7512 752 753 754 76 761 762 763 763 77
MESTRADO EM GESTÃO DE EMPRESAS 2007/2008
CASO 3 - Enunciado A sociedade ESSE, S.A., realizou as seguintes operações em N: 1. Constituição da sociedade com um capital de 300.000 euros, do qual foram realizados integralmente em dinheiro/depósito
BALANÇO INDIVIDUAL EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 Euro (1)
BALANÇO INDIVIDUAL EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 Activo não corrente ACTIVO 31-Dez-2011 31-Dez-2010 Activos fixos tangíveis 5 4.081.117,21 1.769.540,88 Bens do património histórico e cultural Propriedades
Mapa de Balanço (Mapa B)
DEPARTAMENTO DE GESTÃO FINANCEIRA UNIDADE DE PRESTAÇÕES E IPSS NÚCLEO DE ORÇAMENTO E CONTAS DE IPSS Mapa de Balanço (Mapa B) Ano das contas: 2014 Instituição: 20010181036 - VENERAVEL ORDEM TERCEIRA DE
2 Código de Contas. Ajustamentos ao Código de Contas para as ESNL
2 Código de Contas 1 MEIOS FINANCEIROS LÍQUIDOS * 11 Caixa 12 Depósitos à ordem 13 Outros depósitos bancários 14 Outros instrumentos financeiros * 14 Outros 141 Derivados 1411 Potencialmente favoráveis
CÓDIGO DE CONTAS (Portaria n.º 218/2015, de 23 de julho 1 )
CÓDIGO DE CONTAS (Portaria n.º 218/2015, de 23 de julho 1 ) 1 MEIOS FINANCEIROS LÍQUIDOS * 11 Caixa 12 Depósitos à ordem 13 Outros depósitos bancários 14 Outros instrumentos financeiros * 14 Outros 141
MESTRADO EM GESTÃO DE EMPRESAS 2007/2008
TRABALHO 2 Enunciado (PARTE 1) Relativamente à sociedade Gere Mais & Mais, S.A, conhecem-se os seguintes elementos de Dezembro de N: Balanço simplificado Elementos patrimoniais activos Edifício + terreno
Relatório de Gestão Demonstrações Financeiras Relatório do Conselho Fiscal. P á g i n a 2
P á g i n a 2 Relatório de Gestão Demonstrações Financeiras Relatório do Conselho Fiscal Telemóvel: 91 755 34 88 e 91 302 80 85 [email protected] P á g i n a 3 Telemóvel: 91 755 34 88 e 91 302 80
INSTITUTO SUPERIOR DE FORMAÇÃO BANCÁRIA Ano Lectivo 2011/2012
INSTITUTO SUPERIOR DE FORMAÇÃO BANCÁRIA Ano Lectivo 2011/2012 CONTABILIDADE FINANCEIRA II Exame Parte I Duração: 75 minutos mais 15 minutos de tolerância NOTA IMPORTANTE: Obrigatória a apresentação de
Relatório intercalar 1º semestre de 2016 Demonstrações financeiras individuais não auditadas a 30 de junho de 2016
2 "Efficiency is doing the thing right. Effectiveness is doing the right thing." Peter Drucker Eficiência é fazer uma coisa bem. Eficácia é fazer a coisa certa. Peter Drucker 3 4 Entidade N.º de ações
1.ª Frequência de Contabilidade Financeira Ano letivo
1.ª Frequência de Contabilidade Financeira Ano letivo 2015-2016 UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Faculdade de Ciências Sociais e Humanas Departamento de Gestão e Economia Data: 2015-10-29 Licenciatura em
FUNDAÇÃO CÓNEGO FILIPE DE FIGUEIREDO
BALANÇO INDIVIDUAL EM 31 DE DEZEMBRO DE 2018 RUBRICAS DATAS 31/dez/2018 31/dez/2017 ACTIVO Activo não corrente Activos fixos tangíveis 5 3 703 115,88 3 772 339,01 Bens do património histórico e cultural
Diário da República, 1.ª série N.º de julho de
Diário da República, 1.ª série N.º 143 24 de julho de 2015 4985 ANEXO 1 BALANÇO (INDIVIDUAL ou CONSOLIDADO) EM XX DE YYYYYYY DE 20NN RUBRICAS ATIVO UNIDADE MONETÁRIA (1) DATAS XX YY N XX YY N-1 Ativo não
RELATÓRIO DE CONTAS DE 2010
Resumo Antes de discriminar em pormenor as várias rubricas deste mapa, saliente-se a diferença positiva entre os valores activos e passivos, como se pode constatar dos valores abaixo discriminados: ACTIVO
1. RECEITAS 71. Vendas 0, Produtos Pecuários 0,00
1. RECEITAS 71. Vendas 0,00 71.23 Produtos Pecuários 0,00 72. Prestação de Serviços 999.201,17 72.12.4 Refeitórios 10.337,50 72.12.8 Forn. Refei. Qtª 33,69 72.14.1 Lares 753.668,94 72.14.2 Centro Dia 7.237,50
51 298,55 Bens do património histórico e artístico e cultural 0,00 Ativos intangíveis 6
BALANÇO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2018 RÚBRICAS ACTIVO Moeda: (Valores em Euros) DATAS 31 DEZ 2018 31 DEZ 2017 Activo não corrente Ativos fixos tangíveis 5 51 298,55 Bens do património histórico e artístico
BALANÇO (em 31 de Dezembro de 2016) Montantes expressos em EURO
RUBRICAS BALANÇO (em 31 de Dezembro de 2016) NOTAS Montantes expressos em EURO PERÍODOS 2016 2015 ACTIVO Activo não corrente: Activos fixos tangíveis... 4 226.759,13 236.628,46 Propriedades de investimento...
C N C. Indice 11 - CÓDIGO DE CONTAS CLASSE 1 - DISPONIBILIDADES 11 - CÓDIGO DE CONTAS...1
Indice 11 - CÓDIGO DE CONTAS...1 CLASSE 1 - DISPONIBILIDADES...1 CLASSE 2 - TERCEIROS*...2 CLASSE 3 - EXISTÊNCIAS*...4 CLASSE 4 - IMOBILIZAÇÕES*...5 CLASSE 5 - CAPITAL, RESERVAS E RESULTADOS TRANSITADOS...6
BALANÇO (em 31 de Dezembro de 2017) Montantes expressos em EURO
RUBRICAS BALANÇO (em 31 de Dezembro de 2017) NOTAS Montantes expressos em EURO PERÍODOS 2017 2016 ACTIVO Activo não corrente: Activos fixos tangíveis... 4 217.165,13 226.759,13 Propriedades de investimento...
2. Referencial contabilístico de preparação das demonstrações financeiras:
1. Identificação da entidade: CENTRO DE OCUPAÇÃO DOS TEMPOS LIVRES DE SANTO TIRSO. (referida neste documento como ATL ou Instituição ), NIF 501621300, é uma IPSS, tendo a sede social em Rua Ferreira de
POC CÓDIGO DE CONTAS
POC CÓDIGO DE CONTAS Classe 1 - Disponibilidades 11 - Caixa*: 111 - Caixa A. 112 - Caixa B. 119 - Transferências de caixa*. 12 - Depósitos à ordem*: 13 - Depósitos a prazo*: 14 - Outros depósitos bancários*:
NISS PARECER DO CONSELHO FISCAL. DATA DECISÃO Favorável RESPOSTAS SOCIAIS COMPARTICIPADAS COM ACORDO COOPERAÇÃO N.º MÉDIO UTENTES
DGCF IDENTIFICAÇÃO IPSS DESIGNAÇÃO Lar Luísa Canavarro NIPC 502050411 NISS 20004445167 MORADA DA SEDE Rua de S. Brás, nº 293, 4000-495 Porto DADOS ORÇAMENTO ANO ECONÓMICO 2017 VERSÃO Inicial PARECER DO
Financeiro. Relato INTERPRETAÇÃO E ANÁLISE. Manual prático para a elaboração e análise das demonstrações financeiras. José Rodrigo Sant Ana Fernandes
Cristina Gonçalves Dolores Santos José Rodrigo Sant Ana Fernandes Relato Financeiro INTERPRETAÇÃO E ANÁLISE Nota de Apresentação António Domingues de Azevedo Prefácio Vitor Neto Manual prático para a elaboração
CONTA DE EXPLORAÇÃO PREVISIONAL E ORÇAMENTO DE INVESTIMENTOS ANO 2016 SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE SANTAR
CONTA DE EXPLORAÇÃO PREVISIONAL E ORÇAMENTO DE INVESTIMENTOS ANO 2016 SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE SANTAR CONTA DE EXPLORAÇÃO PREVISIONAL E ORÇAMENTO DE INVESTIMENTOS 1.º Orçamento anual Revisão Orçamental
Demonstração dos Resultados por Naturezas
Demonstração dos Resultados por Naturezas Período findo em 31 de Dezembro de 2015 PERÍODOS RENDIMENTOS E GASTOS NOTAS 2015 2014 Variância Vendas e serviços prestados 951.735,35 940.108,95 1,24% Subsídios,
MESTRADO EM GESTÃO DE EMPRESAS 2007/2008
TRABALHO 1 Enunciado (PARTE 1) Só uma alínea do grupo está correcta, inteiramente correcta, ou mais correcta. Refira qual e apresente nota justificativa sumária no anexo para resolução. 1 Em Portugal,
As taxas de depreciação utilizadas correspondem aos períodos de vida útil estimada e estão de acordo com a legislação em vigor.
Anexo ao Balanço e Demonstração de resultados do exercicio findo em 31 de Dezembro de 2018 1) Identificação da entidade A, é uma instituição sem fins lucrativos, constituída sob a forma de (IPSS) Instituição
2. Referencial contabilístico de preparação das demonstrações financeiras:
1. Identificação da entidade: CENTRO DE OCUPAÇÃO DOS TEMPOS LIVRES DE SANTO TIRSO. (referida neste documento como ATL ou Instituição ), NIF 501621300, é uma IPSS, tendo a sede social em Rua Ferreira de
CURPI COMISSÃO UNITÁRIA DE REFORMADOS PENSIONISTAS E IDOSOS DE SÃO JOÃO DA TALHA
CURPI COMISSÃO UNITÁRIA DE REFORMADOS PENSIONISTAS E IDOSOS DE SÃO JOÃO DA TALHA Demonstrações Financeiras 31 de Dezembro de 2015 Balanço CURPI SÃO JOÃO DA TALHA BALANÇO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2015 RUBRICAS
Tabela de Conversão do POC para o SNC:
: Através destas tabelas poderá verificar as correspondências das contas entre o antigo e o novo. CLASSE 1 1 Disponibilidades 1 Meios Financeiros Líquidos 11 Caixa 11 Caixa 111 Caixa A 112 Caixa B 119
Anexo III. Taxonomia M - SNC Microentidades. (a que se refere o artigo 4.º da presente portaria)
Anexo III Taxonomia M - SNC (a que se refere o artigo 4.º da presente portaria) 1 11 Caixa 2 12 Depósitos à ordem 3 13 Outros depósitos bancários 4 14 Outros 5 211 Clientes - Clientes c/c 6 212 Clientes
Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados Exercício de 2012 FEDERAÇÃO DE TRIATLO DE PORTUGAL NIF
Ano de relato: 2012 Ano do comparativo: 2011 Data de elaboração das DF's: 11 de Março 2013 Balanço Demonstração dos Resultados por Naturezas Demonstração dos Resultados por Funções Demonstração das Alterações
CONTA DE EXPLORAÇÃO PREVISIONAL E ORÇAMENTO DE INVESTIMENTOS ANO 2018 SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE SANTAR
CONTA DE EXPLORAÇÃO PREVISIONAL E ORÇAMENTO DE INVESTIMENTOS ANO 2018 SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE SANTAR CONTA DE EXPLORAÇÃO PREVISIONAL E ORÇAMENTO DE INVESTIMENTOS 1.º Orçamento anual Revisão Orçamental
Análise Financeira 2º semestre
ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA DE VISEU DEPARTAMENTO DE GESTÃO Análise Financeira 2º semestre Caderno de exercícios Fluxos de Caixa Luís Fernandes Rodrigues Caso 2.01 Empresa do TENDE, SA, dedica-se à comercialização
BALANÇO (em 31 de Dezembro de 2015)
RUBRICAS BALANÇO (em 31 de Dezembro de 2015) NOTAS Demonstrações Financeiras Montantes expressos em EURO PERÍODOS 2015 2014 ACTIVO Activo não corrente: Activos fixos tangíveis... 4 236.628,46 246.515,69
Conta de Exploração Previsional
Conta de Exploração Previsional 2018 Lisboa Novembro 2017 Apoio: CONTA DE EXPLORAÇÃO PREVISIONAL 1.º Orçamento anual Revisão Orçamental ANO 2018 NISS 20018031258 DADOS INSTITUIÇÃO Nome FAPPC - Federação
Relatório e Contas. Referente. Ao exercício económico De
Relatório e Contas Referente Ao exercício económico De 2015 1 1 Demonstração Resultados 2 - Demonstração Resultados por Valências 3 Balanço 4 Demonstração Fluxos Caixa 5 Anexo ao Balanço 2 DEMONSTRAÇÃO
Conta de Exploração Previsional
Conta de Exploração Previsional 2017 Lisboa Novembro 2016 Apoio: CONTA DE EXPLORAÇÃO PREVISIONAL 1.º Orçamento Revisão ANO 2017 NISS 20018031258 DADOS INSTITUIÇÃO Nome FAPPC - Federação das Associações
ALIANÇA PORTUGUESA DAS DOENÇAS RARAS ANÁLISE ÀS CONTAS DO ANO DE 2015
1/8 Lisboa, 31 de Março de 2016 Exmo. Senhor Presidente Direcção da ALIANÇA ALIANÇA PORTUGUESA DAS DOENÇAS RARAS ANÁLISE ÀS CONTAS DO ANO DE 2015 I INTRODUÇÃO A Aliança é uma associação sem fins lucrativos
5. NÚMERO MÉDIO DE UTENTES E DE PESSOAS AO SERVIÇO DA INSTITUIÇÃO REPARTIDO POR VALÊNCIAS
COMPROVATIVO DE ENTREGA DA CONTA DE GERÊNCIA Ano: 2016 Identificação da Declaração: Data da recepção: 19/06/2017 1. Identificação da Instituição Nome: UNIÃO DISTRITAL DE VISEU DAS INSTITUIÇÕES PARTICULARES
