Análise do Desempenho 4T12

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Transcrição:

Análise do Desempenho 4T12

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 Este Relatório faz referências e declarações sobre expectativas, sinergias planejadas, estimativas de crescimento, projeções de resultado e estratégias futuras sobre o Conglomerado Banco do Brasil. Tais declarações baseiam-se nas atuais expectativas, estimativas e projeções da Administração sobre acontecimentos futuros e tendências financeiras que possam afetar os negócios do Conglomerado. Essas referências e declarações não são garantia de desempenho futuro e envolvem riscos e incertezas que podem extrapolar o controle da administração, podendo, desta forma, resultar em saldos e valores diferentes daqueles aqui antecipados e discutidos. As expectativas e projeções da administração são vinculadas às condições do mercado (mudanças tecnológicas, pressões competitivas sobre produtos, preços, entre outros), do desempenho econômico geral do país (taxa de juros e câmbio, mudanças políticas e econômicas, inflação, mudanças na legislação tributária, entre outras) e dos mercados internacionais. Expectativas futuras decorrentes da leitura deste relatório devem considerar os riscos e incertezas que envolvem os negócios do Conglomerado. O Banco do Brasil não se responsabiliza em atualizar qualquer estimativa contida em relatório publicado em períodos anteriores. As tabelas e gráficos deste relatório apresentam, além dos saldos e valores contábeis, números financeiros e gerenciais. As taxas de variação relativa são apuradas antes do procedimento de arredondamento em hões. O arredondamento utilizado segue as regras estabelecidas pela Resolução 886/66 da Fundação IBGE: caso o algarismo decimal seja igual ou superior a 0,5, aumenta-se em uma unidade; caso o algarismo decimal seja inferior a 0,5, não há acréscimo de uma unidade. 1

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 Índice Índice... 2 Índice de Tabelas... 4 Índice de Figuras... 7 Apresentação... 8 Glossário... 9 Sumário do Resultado... 11 Resultado... 11 Guidance 2012... 11 Guidance 2013... 12 Retorno ao Acionista... 12 Margem Financeira Bruta... 14 Spread por Carteira... 15 Ativos e Principais Itens Patrimoniais... 15 Basileia... 17 Carteira de Crédito... 17 BOMPRATODOS... 20 Rendas de Tarifas... 22 Despesas Administrativas... 23 Eficiência... 23 Premissas do Guidance... 24 1 - Informações Úteis... 25 2 - Demonstrações Contábeis Resumidas... 29 2.1. Balanço Patrimonial Resumido... 29 2.2. Demonstração Resumida do Resultado Societário... 31 2.3. Demonstração do Resultado com Realocações... 32 2.3.1 Abertura das Realocações... 33 2.3.2 Glossário de Realocações... 35 2.4. Receitas e Despesas Operacionais Totais... 36 3 - Crédito... 37 3.1. Carteira de Crédito... 37 3.1.1 Carteira de Crédito Pessoa Física... 38 3.1.2 Carteira de Crédito Pessoa Jurídica... 40 3.1.3 Carteira de Crédito de Agronegócios... 42 3.1.4 BOMPRATODOS... 50 3.2. Risco de Crédito... 52 3.2.1 Carteira Total... 54 3.2.2 Carteira de Crédito Pessoa Física... 54 3.2.3 Carteira de Crédito Pessoa Jurídica... 57 3.2.4 Carteira de Agronegócios... 58 3.2.5 Carteira de Crédito no Exterior e BV... 61 3.2.6 Carteira de Crédito Renegociada... 62 3.3. Concentração... 63 4 - Liquidez... 65 5 - Captações... 67 6 Outros Componentes Patrimoniais... 70 6.1. Impostos Diferidos... 70 6.2. Ativo Atuarial... 71 6.3. Ágios sobre Investimentos... 74 6.4. Ativos Intangíveis... 75 7 - Resultado Financeiro... 76 7.1. Análise das Aplicações... 76 7.2. Análise das Captações... 78 7.3. Análise Volume e Taxa... 79 7.4. Spread... 81 7.5. Margem Gerencial... 82 7.6. Margem Financeira Bruta... 82 8 - Negócios Não Financeiros... 83 8.1. Rendas de Tarifas... 83 8.2. Cartões... 83 2

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 8.3. Administração de Recursos de Terceiros... 84 8.4. Seguridade... 85 8.5. Mercado de Capitais... 86 9 - Despesas Administrativas... 88 9.1. Despesas de Pessoal... 88 9.2. Estrutura Operacional... 88 9.2.1 Outras Despesas Administrativas... 88 9.2.2 Rede de Atendimento... 89 9.2.3 Rede MaisBB... 91 9.2.4 Rede Externa... 91 9.3. Outras Informações do Resultado... 91 9.4. Indicadores de Produtividade... 92 10 - Gestão de Riscos... 94 10.1. Gestão dos Riscos... 94 10.1.1 Risco de Crédito... 94 10.1.2 Risco de Mercado... 94 10.1.3 Risco de Liquidez... 97 10.1.4 Risco Operacional... 100 10.2. Estrutura de Capital... 102 11. - Investimentos Estratégicos... 105 11.1 Informações de Coligadas e Controladas... 105 11.2 Negócios Internacionais... 107 11.2.1 Banco Patagonia... 108 12. - Banco Votorantim... 109 12.1. Banco Votorantim... 109 13 - Série de Demonstrações Contábeis... 122 13.1. Balanço Patrimonial Resumido... 122 13.2. Demonstração Resumida do Resultado Societário... 126 13.3. Demonstração do Resultado com Realocações... 128 3

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 Índice de Tabelas Tabela 1. Guidance 2012... 11 Tabela 2. Despesas de PCLD Estimativas 4T12... 11 Tabela 3. Guidance 2013... 12 Tabela 4. DRE com Realocações Principais Linhas... 13 Tabela 5. Itens Extraordinários... 14 Tabela 6. Principais Indicadores do Resultado... 14 Tabela 7. Composição da MFB¹... 15 Tabela 8. Spread Anualizado¹... 15 Tabela 9. Principais Itens Patrimoniais... 16 Tabela 10. Fontes e Usos... 16 Tabela 11. Carteira de Crédito Classificada e Ampliada... 18 Tabela 12. Indicadores de Qualidade da Carteira de Crédito Classificada... 20 Tabela 13. Despesas de PCLD sobre Carteira de Crédito Classificada... 20 Tabela 14. Rendas de Tarifas... 22 Tabela 15. Despesas Administrativas Ajustadas... 23 Tabela 16. Principais Indicadores Econômicos¹... 25 Tabela 17. Composição Acionária - %... 26 Tabela 18. Dividendos e Juros sobre Capital Próprio... 26 Tabela 19. Indicadores de Mercado... 26 Tabela 20. Participação nos Índices de Mercado Brasileiro - %... 26 Tabela 21. Informações do BB... 27 Tabela 22. Ratings... 28 Tabela 23. Compulsório/Exigibilidade... 28 Tabela 24. Balanço Patrimonial Resumido Ativo... 29 Tabela 25. Balanço Patrimonial Resumido Passivo... 30 Tabela 26. Demonstração Resumida do Resultado Societário... 31 Tabela 27. Demonstração do Resultado com Realocações... 32 Tabela 28. Demonstrativo das Realocações e Itens Extraordinários... 34 Tabela 29. Efeitos Fiscais e Participação nos Lucros e Resultados sobre Itens Extraordinários... 35 Tabela 30. Receitas e Despesas Operacionais Totais... 36 Tabela 31. Carteira de Crédito Classificada e Ampliada... 37 Tabela 32. Crédito SFN¹... 37 Tabela 33. Carteira de Crédito Pessoa Física... 38 Tabela 34. Crédito Pessoa Física¹ Participação de Mercado... 38 Tabela 35. Carteira de Crédito Classificada Orgânica - Pessoa Física... 39 Tabela 36. Composição da Carteira de Crédito Consignado Orgânica¹... 39 Tabela 37. Carteiras Adquiridas¹... 39 Tabela 38. Taxas e Prazos Médios... 39 Tabela 39. Carteira de Crédito Pessoa Jurídica... 40 Tabela 40. Câmbio de Exportação e Importação... 40 Tabela 41. ACC/ACE... 40 Tabela 42. Financiamentos de Projetos em Infraestrutura... 41 Tabela 43. Crédito MPE por Setor de Atividade... 41 Tabela 44. Produtos de Crédito - MPE... 42 Tabela 45. Exportações... 43 Tabela 46. Participação do Brasil no Agronegócio Mundial em Dezembro/2012... 43 Tabela 47. Carteira de Crédito Classificada de Agronegócios por Região... 44 Tabela 48. Carteira de Crédito de Agronegócios por Destinação... 45 Tabela 49. Carteira de Crédito de Agronegócios por Linha de Crédito... 45 Tabela 50. Carteira de Crédito de Agronegócios por Item Financiado... 46 Tabela 51. Carteira de Agronegócios por Porte... 46 Tabela 52. Carteira de Crédito de Agronegócios por Tipo de Personalidade Jurídica... 46 Tabela 53. Carteira de Crédito Ampliada de Agronegócios por Fonte de Recursos... 47 Tabela 54. Receitas de Equalização e Fator de Ponderação... 47 Tabela 55. Recursos Equalizáveis da Carteira de Agronegócios... 48 Tabela 56. Desembolsos por Finalidade do Crédito Rural Julho a Dezembro... 48 Tabela 57. Distribuição de Mitigadores no Custeio Agrícola Julho a Dezembro... 48 Tabela 58. Mitigadores do Custeio Agrícola por Região Julho a Dezembro... 49 Tabela 59. Resseguro de Mitigadores no Custeio Agrícola... 49 Tabela 60. Despesas de PCLD sobre Carteira de Crédito Classificada... 52 4

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 Tabela 61. Despesas de PCLD sobre Carteira de Crédito Classificada BB e BB sem BV... 52 Tabela 62. Índices de Atraso da Carteira Classificada... 53 Tabela 63. Índice de Atraso +90 Dias da Carteira Classificada BB e BB sem BV... 54 Tabela 64. Risco Médio da Carteira Classificada¹... 54 Tabela 65. Carteira de Crédito Classificada por Nível de Risco... 54 Tabela 66. Carteira de Crédito Classificada PF por Nível de Risco sem BV... 55 Tabela 67. Movimentação da PCLD da Carteira de Crédito Classificada PF sem BV... 55 Tabela 68. Carteira de Crédito Classificada PJ por Nível de Risco sem BV... 57 Tabela 69. Movimentação da PCLD da Carteira de Crédito Classificada PJ sem BV... 58 Tabela 70. Carteira de Crédito Classificada de Agronegócios por Nível de Risco... 58 Tabela 71. Carteira de Crédito Classificada de Agronegócios PF por Nível de Risco... 59 Tabela 72. Movimentação da PCLD Carteira de Crédito Classificada de Agronegócios PF... 59 Tabela 73. Carteira de Crédito Classificada de Agronegócios PJ por Nível de Risco... 59 Tabela 74. Movimentação da PCLD Carteira de Crédito Classificada de Agronegócios PJ... 60 Tabela 75. Operações Prorrogadas e Não Prorrogadas do Agronegócio... 60 Tabela 76. Índices de Atraso da Carteira Classificada de Agronegócios... 61 Tabela 77. Carteira de Crédito Classificada no Exterior por Nível de Risco... 61 Tabela 78. Carteira de Crédito Classificada Banco Votorantim (50%)... 62 Tabela 79. Carteira de Crédito Renegociada... 62 Tabela 80. 100 Maiores Tomadores... 63 Tabela 81. 100 Maiores Tomadores em relação ao PR... 63 Tabela 82. Concentração da Carteira de Crédito por Macrossetor... 64 Tabela 83. Composição dos Ativos... 65 Tabela 84. Composição dos Passivos... 65 Tabela 85. Carteira de Títulos por Categoria... 65 Tabela 86. Carteira de Títulos por Prazo - Valor de Mercado... 65 Tabela 87. Saldo da Liquidez... 66 Tabela 88. Captações de Mercado... 67 Tabela 89. Captações no Exterior... 68 Tabela 90. Emissões Vigentes no Exterior... 68 Tabela 91. Fontes e Usos... 69 Tabela 92. Principais Captações vs. Taxa Selic... 69 Tabela 93. Segregação de Depósitos por Prazo de Exigibilidade... 69 Tabela 94. Abertura do Crédito Tributário... 70 Tabela 95. Abertura do Passivo Fiscal Diferido... 70 Tabela 96. Previ - Fundo Paridade... 71 Tabela 97. Previ - Fundo de Destinação... 72 Tabela 98. Previ - Fundo de Contribuição... 72 Tabela 99. Previ - Fundo de Utilização... 72 Tabela 100. Efeitos da Contabilização da Previ (Plano 1)... 73 Tabela 101. Ágios nas Aquisições de Investimentos... 74 Tabela 102. Intangível... 75 Tabela 103. Estimativa de Amortização dos Ativos Intangíveis... 75 Tabela 104. Saldos Médios e Taxa de Juros Ativos Rentáveis (Trimestral)... 76 Tabela 105. Saldos Médios e Taxa de Juros Ativos Rentáveis... 76 Tabela 106. Spread por Carteira... 77 Tabela 107. Resultado com Títulos e Valores Mobiliários... 77 Tabela 108. Saldos Médios e Taxa de Juros Passivos Onerosos (Trimestral)... 78 Tabela 109. Saldos Médios e Taxa de Juros Passivos Onerosos... 79 Tabela 110. Variação de Receita e Despesa e Variação Volume/Taxa (Trimestral)... 80 Tabela 111. Variação de Receita e Despesa e Variação Volume/Taxa... 80 Tabela 112. Análise de Volume (Ativos Rentáveis) - Taxa Trimestral... 81 Tabela 113. Análise de Volume (Ativos Rentáveis) - Taxa Ano... 81 Tabela 114. Margem Líquida de Juros e Margem de Lucro... 81 Tabela 115. Margem Gerencial... 82 Tabela 116. Composição da Margem Financeira Bruta¹... 82 Tabela 117. Rendas de Tarifas... 83 Tabela 118. Base de Clientes... 83 Tabela 119. Fundos de Investimento e Carteiras Administradas por Segmento... 84 Tabela 120. Fundos de Investimento e Carteiras Administradas por Tipo... 85 Tabela 121. Seguros - Resultado Financeiro e Operacional... 86 Tabela 122. Previdência Resultado Financeiro e Operacional... 86 Tabela 123. Capitalização - Resultado Financeiro e Operacional... 86 5

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 Tabela 124. Despesas de Pessoal... 88 Tabela 125. Outras Despesas Administrativas... 89 Tabela 126. Rede de Atendimento... 89 Tabela 127. Rede de Agências por Região... 89 Tabela 128. Rede MaisBB Dados Operacionais... 91 Tabela 129. Rede de Distribuição no Exterior... 91 Tabela 130. Outras Receitas Operacionais... 92 Tabela 131. Outras Despesas Operacionais... 92 Tabela 132. Índices de Cobertura Ajustados¹... 92 Tabela 133. Índices de Eficiência Ajustados¹... 93 Tabela 134. Outros Indicadores de Produtividade... 93 Tabela 135. Balanço em Moedas Estrangeiras... 95 Tabela 136. Perfil de Repactuação das Taxas de Juros... 97 Tabela 137. Composição das Perdas Operacionais (%)... 101 Tabela 138. Índice de Basileia Conglomerado Econômico-Financeiro¹... 102 Tabela 139. Principais Contas da Parcela PEPR (Conglomerado Econômico-Financeiro)... 103 Tabela 140. PRE para Risco de Mercado por Fator de Risco... 103 Tabela 141. Capital Alocado para Risco Operacional por Linha de Negócio... 103 Tabela 142. Exposição Ponderada por Fator de Risco e PEPR (posição 31/12/2012)... 104 Tabela 143. Participações Societárias do BB Banco Múltiplo... 105 Tabela 144. Participações Societárias do BB Banco de Investimentos... 106 Tabela 145. Participações Societárias do BB Seguros S.A... 106 Tabela 146. Participações Societárias não Consolidadas... 106 Tabela 147. Saldos Patrimoniais - Consolidado no Exterior... 107 Tabela 148. Consolidado no Exterior Resultado... 107 Tabela 149. Banco Patagonia Principais Linhas do Resultado... 108 Tabela 150. Banco Patagonia Destaques Patrimoniais... 108 Tabela 151. Banco Patagonia Destaques Operacionais e Estruturais... 108 Tabela 152. Banco Patagonia Indicadores de Rentabilidade, Capital e Crédito... 108 Tabela 153. Destaques Patrimoniais... 109 Tabela 154. Demonstração Resumida do Resultado Societário... 110 Tabela 155. Demonstrações do Resultado com Realocações¹ - Trimestral... 111 Tabela 156. Demonstrações do Resultado com Realocações¹ Anual... 112 Tabela 157. Margem Líquida de Juros e Margem de Lucro... 113 Tabela 158. Carteira de Crédito... 114 Tabela 159. Carteira de Veículos... 114 Tabela 160. Índices de Atraso da Carteira Classificada Total... 117 Tabela 161. Carteira de Crédito Classificada por Nível de Risco Total... 117 Tabela 162. Índices de Atraso da Carteira Gerenciada Total... 118 Tabela 163. Carteira de Crédito Gerenciada por Nível de Risco Total... 118 Tabela 164. Captações... 119 Tabela 165. Principais Indicadores de Produtividade... 119 Tabela 166. Destaques Operacionais e Estruturais... 120 Tabela 167. Índice de Basileia... 120 Tabela 168. Balanço Patrimonial Ativo Série Trimestral... 122 Tabela 169. Balanço Patrimonial Ativo Série Anual... 123 Tabela 170. Balanço Patrimonial Passivo Série Trimestral... 124 Tabela 171. Balanço Patrimonial Passivo Série Anual... 125 Tabela 172. Demonstração Resumida do Resultado Série Trimestral... 126 Tabela 173. Demonstração Resumida do Resultado Série Anual... 127 Tabela 174. Demonstração do Resultado com Realocações Série Trimestral... 128 Tabela 175. Demonstração do Resultado com Realocações Série Anual... 129 6

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 Índice de Figuras Figura 1. Lucro Líquido por Ação, Dividendos e Juros sobre Capital Próprio... 13 Figura 2. Captações Externas (US$ bilhões)... 17 Figura 3. Índice de Basileia... 17 Figura 4. BOMPRATODOS - Principais Linhas Crédito PF... 21 Figura 5. Carteira de Veículos Orgânica INAD 90 e Nível de Risco - %... 21 Figura 6. Capital de Giro e Investimento MPE... 22 Figura 7. Índices de Eficiência Ajustados ¹ - %... 24 Figura 8. Participação das Linhas de Repasse nos Desembolsos - %... 41 Figura 9. Balança Comercial (FOB)... 43 Figura 10. Produção vs. Área Plantada da Safra de Grãos... 44 Figura 11. Percentual das Operações Contratadas com Mitigadores de Risco Julho a Dezembro. 49 Figura 12. Relação Preço/Custo de Soja e Milho... 50 Figura 13. BOMPRATODOS - Principais Linhas Crédito PF... 50 Figura 14. Carteira Orgânica de Veículos - INAD90 e Nível de Risco... 51 Figura 15. Capital de Giro MPE... 51 Figura 16. Provisão de Crédito Carteira de Crédito Classificada... 52 Figura 17. Inadimplência Acima de 90 Dias BB x SFN -%... 53 Figura 18. Vintage Trimestral... 56 Figura 19. Vintage Anual... 56 Figura 20. Vintage Anual Carteira Própria de Financiamento de Veículos... 57 Figura 21. Participação de Mercado das Captações do BB... 67 Figura 22. Evolução do Spread... 77 Figura 23. Carteira de Títulos e Valores Mobiliários por Indexador (Banco Múltiplo)... 78 Figura 24. Administração de Recursos de Terceiros... 84 Figura 25. Evolução do Quadro de Pessoal... 88 Figura 26. Terminais de Autoatendimento... 90 Figura 27. Transações por Canal de Atendimento - %... 90 Figura 28. Evolução da Exposição Cambial em % do PR... 96 Figura 29. Ativos e Passivos por Indexador... 96 Figura 30. Posição Líquida por Indexador... 96 Figura 31. Reserva de Liquidez em Moeda Nacional (Posição: último dia útil)... 98 Figura 32. Reserva de Liquidez Moeda Estrangeira (Posição: último dia útil)... 99 Figura 33. Indicador DRL... 100 Figura 34. Produção por Canal e Inadimplência da 1ª Parcela Veículos Leves... 115 Figura 35. Veículos Inad. +90 dias das Safras após 4 meses da Originação - BV Financeira - % 115 Figura 36. Originação (Financiamento de Veículos e Créditos Consignados)... 116 Figura 37. PCLD Carteira Gerenciada vs PCLD Carteira Classificada... 117 7

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 Apresentação O relatório Análise do Desempenho apresenta a situação econômico-financeira do Banco do Brasil (BB). Destinado aos analistas de mercado, acionistas e investidores, com periodicidade trimestral, esta publicação disponibiliza conteúdo com dados sobre indicadores econômicos, desempenho dos papéis BB e gestão de riscos. O leitor encontrará, ainda, tabelas com séries históricas de até oito períodos do Balanço Patrimonial Resumido, da Demonstração Resumida do Resultado Societário, da Demonstração do Resultado com Realocações, além de informações sobre rentabilidade, produtividade, qualidade da carteira de crédito, estrutura de capital, mercado de capitais e dados estruturais. Ao final do relatório as Demonstrações Contábeis e Notas Explicativas do trimestre em análise são apresentadas. Destaques 1) Desde o 2T12, a nomenclatura Lucro Recorrente foi alterada para Lucro Líquido Ajustado ; 2) A partir do 3T12, no capítulo 3, as informações sobre a Carteira de Crédito de Agronegócios passou a evidenciar: (i) o conceito ampliado de crédito e (ii) a abertura das fontes de recursos e as receitas de Equalização de Taxa em forma de tabela; 3) Ainda no Capitulo 3, as informações sobre a Carteira de Crédito Renegociada foram reformuladas. Além disso, o quadro k da nota explicativa nº. 10, que evidencia as Operações de Crédito do Banco do Brasil, foi aperfeiçoado de maneira a demonstrar o fluxo das operações renegociadas; 4) A partir do 4T12, as séries históricas de Margem Financeira Bruta e spread foram revisadas desde o 1T11, tendo em vista a realocação das despesas de atualização de IHCD e dívidas subordinadas, de Outras Despesas Operacionais para Despesas de Intermediação Financeira. Adicionalmente, essas despesas foram transferidas de Resultado de Tesouraria para Despesa Financeira de Captação Institucional; 5) No capítulo 9, a série de índice de eficiência foi revista para refletir o lucro líquido ajustado; 6) No Capítulo 11.1, os investimentos estratégicos do Banco do Brasil passaram a ser apresentados evidenciando o controlador intermediário; 7) No Capítulo 12, a série histórica do indicador atraso das operações de crédito vencidas há mais de 90 dias do Banco Votorantim foi revista para adequação à metodologia utilizada pelo BB. Acesso on-line A leitura do relatório Análise do Desempenho pode ser realizada no site de Relações com Investidores do Banco do Brasil. Também são disponibilizadas maiores informações sobre a Empresa, como: Governança Corporativa, notícias, perguntas frequentes e o Download Center, contendo versões deste relatório para o aplicativo Adobe Reader. Informações Gerais, Análise Patrimonial e do Resultado, e Demonstrações Contábeis Completas; as séries históricas em Excel; apresentações ao mercado; Relatório Anual e de Responsabilidade Socioambiental; Balanço Social; Teleconferências dos Resultados e outras também estão disponíveis no site. Banco do Brasil Relações com Investidores bb.com.br bb.com.br/ri 8

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 Glossário Alavancagem: indicador financeiro que expressa a relação entre o ativo total e o patrimônio líquido da empresa. Ativos Rentáveis: refletem a soma de todos os ativos que geram retorno financeiro para a instituição. O retorno total desses ativos está incluído na receita bruta de intermediação financeira (RIF). BOMPRATODOS: programa que compreende um conjunto de medidas alinhadas ao novo posicionamento institucional do BB, Excelência no Relacionamento. Consiste na redução das taxas de juros em diversas linhas de crédito para pessoa física e micro e pequenas empresas acompanhada do serviço exclusivo de assessoria financeira para estimular o uso consciente desse crédito. Captações Comerciais: Inclui Depósitos Totais, Letras de Crédito de Agronegócio, Letras Imobiliárias e Operações Compromissadas com Títulos Privados. Captações Institucionais: Inclui captações direcionadas a investidores institucionais, com a utilização de instrumentos como Dívida Sênior, Letras Financeiras, Instrumento Híbrido de Capital e Dívida (IHCD). Carteira de Crédito Ampliada no País: carteira de crédito classificada adicionada das operações com títulos e valores mobiliários privados adquiridos pelo BB e das garantias prestadas, considerando-se as operações realizadas no país. Carteira de Crédito Ampliada: carteira de crédito classificada adicionada das operações com títulos e valores mobiliários privados adquiridos pelo BB e das garantias prestadas. Carteira de Crédito Classificada: carteira de crédito contabilizada segundo os critérios estabelecidos pela Res. nº 2.682/99 do Conselho Monetário Nacional (CMN). Carteira de Crédito Gerenciada: conceito adotado pelo Banco Votorantim, abrangendo a carteira de crédito contabilizada segundo a Res. nº CMN 2.862/99, adicionada de ativos cedidos com coobrigação para outras instituições financeiras e dos ativos cedidos para fundos de investimento em direitos creditórios FIDCs. Carteira de Crédito Gerenciada Ampliada: conceito adotado pelo Banco Votorantim, abrangendo carteira de crédito gerenciada adicionada de títulos e valores mobiliários privados, avais e fianças prestados. Carteira de Crédito Orgânica: corresponde à carteira de crédito classificada do BB excluindo-se as operações provenientes do Banco Votorantim e de carteiras adquiridas. Carteira de Crédito Renegociada por Atraso: composta pelos créditos renegociados para composição de dívidas em virtude de atraso no pagamento pelos clientes. Não inclui operações prorrogadas da carteira de agronegócio. Correspondente Bancário: são empresas, integrantes ou não do Sistema Financeiro Nacional, contratadas por instituições financeiras e demais instituições autorizadas pelo Banco Central do Brasil para a prestação de serviços de atendimento aos clientes e usuários dessas instituições. Garantias: são operações onde o BB garante a liquidação financeira dos contratos (aval e fiança). Hedge Fiscal: operações contratadas para reduzir os efeitos de variação cambial sobre o resultado, já considerando os impactos sobre a tributação. Índices de Cobertura de despesas administrativas e despesas de pessoal - ajustados: indicadores de produtividade expressos pelas relações: 1) rendas de tarifas/despesas administrativas; 2) rendas de tarifas/despesas de pessoal. Índices baseados nas demonstrações do resultado com realocações. Índice de Eficiência ajustado: indicador de produtividade que expressa à relação entre as despesas administrativas e suas receitas operacionais. Quanto menor o índice mais eficiente é a empresa. Índice de Seguridade: reflete o quanto as empresas dos ramos de seguros, previdência aberta e capitalização contribuíram para a formação do lucro líquido ajustado do conglomerado Banco do Brasil. Lucro Líquido Ajustado: lucro líquido sem itens extraordinários. 9

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 Margem Financeira Bruta (MFB): É calculada pela diferença entre as receitas e despesas de intermediação financeira considerando-se as realocações. Representa o resultado das operações de intermediação financeira, antes da provisão para risco de crédito. Margem Líquida de Juros: receita líquida de juros dividida pelo saldo médio dos ativos rentáveis. Margem de Lucro Líquida: diferença entre a taxa média de retorno dos ativos rentáveis e a taxa média de custo dos passivos onerosos. Passivos Onerosos: engloba a soma de todos passivos que acarretam despesa financeira para a instituição. O custo financeiro total desses passivos reflete a despesa de intermediação financeira. Realocações: ajustes realizados na Demonstração do Resultado Societário (DRE) com o objetivo de possibilitar melhor entendimento do negócio e do desempenho da empresa. Receita Líquida de Juros: composto pela diferença entre os ganhos com os ativos rentáveis e os custos referentes aos passivos onerosos. Retorno sobre Patrimônio Líquido Anualizado (RSPL): razão entre o lucro líquido e a média aritmética do patrimônio líquido do período em referência, excluída a participação de minoritários. Anualizado exponencialmente. Spread Gerencial: é o resultado da margem financeira gerencial dividida pelos respectivos saldos médios. Na apuração da margem financeira gerencial são auferidas inicialmente as receitas financeiras, classificadas por tipo de carteira. Além disso, são deduzidos os custos de oportunidade definidos para cada uma das linhas que compõem as carteiras. Em relação ao crédito destinado para PF e PJ, com recursos livres, o custo de oportunidade é a taxa média Selic (TMS). No caso da carteira agrícola e outros recursos direcionados, o custo de oportunidade é calculado de acordo com a origem do funding e com a necessidade ou não de aplicação obrigatória de parte dessa fonte de recurso. Spread Global Bruto: aplicação do conceito de spread específico ao segmento bancário que é calculado dividindo-se a margem financeira bruta pelos ativos rentáveis médios. TVM Privados: são operações caracterizadas pela aquisição de títulos e valores mobiliários (commercial papers e debêntures) emitidos por empresas privadas. 10

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 Sumário do Resultado Resultado Lucro Líquido do BB atinge R$ 12,2 bilhões em 2012 O Banco do Brasil apresentou lucro líquido de R$ 12,2 bilhões em 2012, desempenho correspondente a RSPL de 19,8%. O lucro líquido ajustado (sem itens extraordinários) atingiu R$ 11,5 bilhões no ano, equivalente a RSPL ajustado de 18,7%. O resultado acumulado no ano foi impulsionado principalmente pela expansão dos negócios e ampliação do relacionamento com clientes que permitiram o incremento da margem financeira bruta (MFB) e a diversificação de receitas. O indicador de inadimplência do BB acima de 90 dias apresentou queda e permaneceu abaixo do apresentado pelo SFN. O BB registrou lucro líquido de R$ 4,0 bilhões no 4T12, correspondente a RSPL de 27,0%. O lucro líquido ajustado foi de R$ 3,2 bilhões no trimestre, equivalente a RSPL de 21,2%. O Lucro líquido Ajustado do BB, sem Previ, foi de R$ 10,7 bilhões em 2012, o maior já observado, apresentado acréscimo de 7,5% sobre o ano anterior. No 4T12, o resultado sem Previ foi de R$ 3,0 bilhões, com acréscimo de 21,1% e 11,1% em relação ao 3T12 e 4T11, na mesma ordem. Guidance 2012 O Guidance para 2012 e os resultados alcançados são apresentados na tabela a seguir. Os itens patrimoniais foram calculados a partir dos valores registrados em dez/12 ante dez/11. As linhas de resultado são calculadas pela comparação entre os montantes acumulados em 2012 sobre o ano anterior. Tabela 1. Guidance 2012 Indicadores Realizado 2012 Estimativas 2012 RSPL Ajustado 18,7% 17% - 20% Margem Financeira Bruta¹ 12,0% 10% - 14% Depósitos Totais 6,7% 14% - 18% Carteira de Crédito - País 23,1% 17% - 21% PF² 16,3% 19% - 23% PJ 29,5% 18% - 22% Agronegócio 20,7% 13% - 16% PCLD³ 3,2% 3,1% - 3,5% Rendas de Tarifas 15,5% 13% - 18% Despesas Administrativas 13,9% 8% - 12% Taxa de Imposto 27,6% 31% - 34% 1 Série histórica revisada desde 1T11. Na metodologia anterior, a variação da MFB seria de 13,3% sobre o ano anterior. 2 - Considera créditos adquiridos com coobrigação, conforme Resolução CMN nº 3.533/2008. 3 - Despesas de PCLD dos últimos doze meses / carteira de crédito classificada média do mesmo período. Tabela 2. Despesas de PCLD Estimativas 4T12 Realizado 4T12 Estimativas 4T12 Despesas de PCLD¹ R$ 3,636 bilhões R$ 3,5 a R$ 3,7 bilhões 1 Comunicado ao mercado de 03/05/2012. As principais justificativas para os desvios no Guidance 2012 foram: a) Depósitos Totais diversificação da base de captações do Banco com foco em novos produtos, notadamente Letra de Crédito do Agronegócio, que em 12 meses registrou incremento de 358,2% ou R$ 26,6 bilhões; b) Carteira de Crédito PF demanda por crédito menor que a esperada na economia e redução na originação de financiamento de veículos por parte do Banco Votorantim; 11

Sumário do Resultado c) Carteira de Crédito PJ crescimento da demanda por parte das empresas, notadamente no último trimestre do ano; d) Crédito Agronegócio elevada demanda, principalmente por médios/grandes produtores e cooperativas agrícolas, e contratação da safra 2012/2013; e) Despesas Administrativas incorporação de operações, notadamente negócios com o grupo segurador Mapfre, Banco Postal e Banco Patagonia, que ainda não eram consolidadas no resultado durante todo ao período de 2011; f) Taxa de Imposto benefício fiscal de Juros sobre o Capital Próprio JCP. Guidance 2013 O Guidance para 2013 é apresentado na tabela a seguir. Cabe notar que a projeção é elaborada para o ano, e o acompanhamento ao longo dos trimestres pode ser prejudicado por sazonalidades ou eventos específicos do período em questão. A partir de 2013: (i) o Guidance de Depósitos Totais foi substituído por Captações Comerciais (Depósitos Totais, LCA, LCI e Operações Compromissadas com Títulos Privados); (ii) Carteira de Crédito País foi substituída por Carteira de Crédito Ampliada no País (Inclui TVM Privados e Garantias Prestadas); e (iii) foi excluído o indicador Taxa de Imposto. Tabela 3. Guidance 2013 Indicadores Estim ativas 2013 RSPL Ajustado¹ 14% - 17% Margem Financeira Bruta 7% - 10% Captações Comerciais ² 15% - 19% Carteira de Crédito Ampliada - País³ 16% - 20% PF 18% - 22% PJ 16% - 20% Agronegócio 13% - 17% PCLD⁴ 3,0% - 3,4% Rendas de Tarifas 10% - 14% Despesas Administrativas 7% - 10% 1 - O cálculo do RSPL Ajustado projetado para 2013 utiliza estimativa de Patrimônio Líquido, conforme a legislação vigente em 31/12/2012. 2 - Captações Comerciais incluindo Depósitos Totais, LCA, LCI e Operações Compromissadas com Títulos Privados. 3 - Carteira de Crédito Ampliada no País inclui TVM Privados e Garantias. 4 - Despesas de PCLD dos últimos doze meses / carteira de crédito classificada média do mesmo período. Ao final deste Sumário encontram-se as premissas utilizadas na elaboração do Guidance de 2013. Retorno ao Acionista Remuneração aos acionistas alcança R$ 4,9 bilhões em 2012 O lucro líquido por ação do Banco do Brasil alcançou R$ 4,30 em 2012. O BB manteve a prática de distribuir 40% do lucro líquido a seus acionistas (payout) e destinou R$ 4,9 bilhões em remuneração, sendo R$ 1,6 bilhão em dividendos e R$ 3,3 bilhões em JCP. 12

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 Figura 1. Lucro Líquido por Ação, Dividendos e Juros sobre Capital Próprio 4,28 4,30 4,9 4,9 3,1 3,3 1,08 0,98 1,38 1,2 1,1 0,8 0,8 1,6 0,8 1,8 1,6 0,7 0,4 0,3 4T11 3T12 4T12 2011 2012 Dividendos (R$ bilhões) Juros sobre Capital Próprio (R$ bilhões) Lucro Líquido por Ação (R$) Resultado impulsionado pelo crescimento dos negócios A tabela a seguir, extraída do demonstrativo de resultados com realocações, apresenta os principais destaques do período. A Margem Financeira Bruta, diferença entre as receitas e as despesas de intermediação financeira do Banco, encerrou 2012 em R$ 45,7 bilhões, com elevação de 12,0% sobre o ano anterior. O desempenho foi impulsionado pela evolução da carteira de crédito no período. O desempenho das rendas de tarifas foi impulsionado pelo aumento da oferta de crédito, a reformulação da estrutura de atendimento, a fidelização e ampliação do relacionamento com clientes e o programa BOMPRATODOS. O detalhamento das receitas de tarifas pode ser encontrado no item 8.1 do relatório Análise do Desempenho. O crescimento das despesas administrativas de 13,9% na comparação 2012/2011 foi influenciado pela incorporação de operações, particularmente negócios com o grupo segurador Mapfre, Banco Postal e Banco Patagonia, que ainda não eram considerados no resultado durante todo o período de 2011. Excluídos esses componentes, o aumento das despesas administrativas foi de 10,1% no período. Tabela 4. DRE com Realocações Principais Linhas Fluxo Trimestral Var. % Fluxo Anual Var. % hões 4T11 3T12 4T12 s/4t11 s/3t12 2011 2012 s/2011 Receitas da Intermediação Financeira 25.970 25.084 24.868 (4,2) (0,9) 102.849 104.525 1,6 Operações de Crédito + Leasing 16.833 16.854 17.427 3,5 3,4 65.101 69.835 7,3 Resultado de Operações com TVM 7.189 6.623 6.255 (13,0) (5,6) 30.849 27.982 (9,3) Despesas da Intermediação Financeira¹ (15.153) (13.833) (12.835) (15,3) (7,2) (62.019) (58.796) (5,2) Margem Financeira Bruta¹ 10.817 11.251 12.033 11,2 6,9 40.830 45.729 12,0 Provisão p /Créd. de Liquidação Duvidosa (2.892) (3.764) (3.636) 25,7 (3,4) (11.827) (14.651) 23,9 Margem Financeira Líquida 7.925 7.488 8.398 6,0 12,1 29.003 31.078 7,2 Rendas de Tarifas 5.027 5.280 5.484 9,1 3,9 18.242 21.071 15,5 Res.de Op. c/ Seguros, Previdencia e Cap. 515 595 629 22,1 5,7 2.265 2.349 3,7 Margem de Contribuição 12.397 12.315 13.422 8,3 9,0 45.429 50.315 10,8 Despesas Administrativas (6.966) (7.123) (7.499) 7,6 5,3 (24.752) (28.194) 13,9 Despesas de Pessoal (3.954) (4.001) (4.211) 6,5 5,2 (13.943) (15.777) 13,1 Outras Despesas Administrativas (3.012) (3.122) (3.288) 9,2 5,3 (10.809) (12.417) 14,9 Resultado Comercial 5.370 5.128 5.855 9,0 14,2 20.461 21.854 6,8 Demandas Cíveis 275 (281) (23) - (91,6) (135) (813) 501,5 Demandas Trabalhistas (278) (182) (196) (29,7) 7,3 (724) (726) 0,2 Outros Componentes do Resultado (435) (761) (590) 35,6 (22,4) (687) (2.539) 269,3 Resultado Antes da Tributação s/ o Lucro 4.940 3.964 5.042 2,1 27,2 18.970 17.883 (5,7) Imposto de Renda e Contribuição Social (1.425) (891) (1.324) (7,1) 48,7 (5.388) (4.455) (17,3) Participações Estatutárias no Lucro (450) (372) (500) 11,0 34,2 (1.737) (1.745) 0,4 Lucro Líquido Ajustado 3.025 2.657 3.180 5,1 19,7 11.751 11.528 (1,9) 1 Série histórica revisada desde 1T11. Na metodologia anterior, a variação da MFB seria de 13,3% sobre o ano anterior. 13

Sumário do Resultado Na linha de Outros Componentes do Resultado, o montante contabilizado dos ganhos e perdas atuariais do Plano de Benefícios I da Previ, por sua vez, recuou R$ 1,6 bilhão (-54,5%) em relação ao ano anterior. Na comparação 4T12/4T11, a MFB apresentou crescimento de 11,2% e as rendas de tarifas aumentaram 9,1%, impulsionadas pela expansão da carteira de crédito. O detalhamento das realocações pode ser encontrado no capítulo 2.3.1 do relatório Análise do Desempenho. Itens Extraordinários O resultado dos itens extraordinários foi positivo em R$ 678 milhões em 2012, valor líquido de imposto e participações estatutárias no lucro. Os itens tratados como extraordinários no ano foram: (i) despesas com ações judiciais referentes aos planos econômicos; (ii) eficiência tributária, decorrente de revisão periódica quanto ao tratamento da base fiscal; (iii) reversão de PCLD adicional; e (iv) alienação de imóveis. A Oferta Pública Secundária de cotas do Fundo de Investimento Imobiliário BB Progressivo II, encerrada em dez/12, permitiu o reconhecimento total da diferença entre o valor de mercado dos imóveis transferidos para o Fundo e o valor contábil dos mesmos no balanço patrimonial. O impacto dessa operação no resultado no 4T12 foi de R$ 614,7 milhões, líquido de efeitos de impostos e PLR. Tabela 5. Itens Extraordinários hões 4T11 3T12 4T12 2011 2012 Lucro Líquido Ajustado 3.025 2.657 3.180 11.751 11.528 (+) Itens Extraordinários do Período (53) 70 787 375 678 Alienação de Investimentos - - - 169 - Planos Econômicos (95) (255) (167) (103) (968) Eficiência Tributária - 244-386 244 Reversão de PCLD Adicional - - 476-699 Alienação de Imóveis - - 1.103-1.103 Efeitos Fiscais e PLR sobre Itens Extraordinários 42 81 (625) (78) (401) Lucro Líquido 2.972 2.728 3.967 12.126 12.205 Tabela 6. Principais Indicadores do Resultado Indicadores - % 4T11 3T12 4T12 2011 2012 Spread Global ¹ ³ 5,5 5,0 5,1 5,4 5,1 Despesas de PCLD sobre Carteira ² 3,08 3,19 3,19 3,08 3,19 Índice de Eficiência Ajustado ³ 45,3 44,3 43,4 42,9 43,2 Índice de Eficiência Ajustado³- em 12 meses % 42,9 43,6 43,2 - - RSPL Ajustado ¹ 22,9 18,1 21,2 21,7 18,7 Taxa Efetiva de Imposto 31,7 24,8 29,2 31,3 27,6 1 - Indicadores anualizados. 2 - Despesa de PCLD acumulada em 12 meses dividida pela carteira de crédito classificada média do mesmo período. 3 Série histórica revisada desde o 1T11. Margem Financeira Bruta A composição da MFB é apresentada na tabela a seguir. Nessa abertura, as linhas de receita financeira com operações de crédito e despesas financeiras de captação não consideram o efeito da variação cambial. As despesas financeiras decorrem, principalmente, de depósitos a prazo e poupança. A partir do 4T12, as despesas de captação realizadas com investidores institucionais compreendendo os instrumentos de divida sênior, dívida subordinada e IHCD foram apartadas em linha específica. A série histórica desses dados foi reprocessada desde 1T11, para manutenção de comparabilidade. A linha de tesouraria compreende: (i) o resultado com juros; (ii) as receitas de compulsórios rentáveis; (iii) hedge fiscal, derivativos e outros instrumentos financeiros que compensam os efeitos da variação cambial no resultado. Por se tratar de recursos direcionados, com aplicações específicas em operações de crédito vinculadas a programas oficiais de financiamento, por exemplo, Finame, BNDES e FCO, as despesas com esses recursos foram apartadas das despesas financeiras de captação e alocadas na linha demais. 14

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 Tabela 7. Composição da MFB¹ Fluxo Trimestral Var. % hões 4T11 3T12 4T12 s/4t11 s/3t12 Margem Financeira Bruta 10.817 11.251 12.033 11,2 6,9 Receita Financeira c/ Operações de Crédito 15.971 16.071 16.323 2,2 1,6 Despesa Financeira de Captação (7.200) (6.678) (6.241) (13,3) (6,5) Despesa Financeira de Captação Institucional (584) (742) (919) 57,2 23,8 Recuperação de Crédito 851 813 1.076 26,4 32,3 Resultado de Tesouraria 2.779 2.639 2.235 (19,6) (15,3) Demais (1.000) (852) (441) (55,9) (48,3) 1 A série histórica da MFB foi revisada desde o 1T11. Spread por Carteira A tabela seguinte apresenta o spread gerencial segmentado por tipo de operações. O spread é o resultado da margem financeira gerencial dividida pelos respectivos saldos médios. Na apuração da margem financeira gerencial são auferidas inicialmente as receitas financeiras, classificadas por tipo de carteira. Em seguida são deduzidos os custos de oportunidade definidos para cada uma das linhas que compõem as carteiras. Em relação ao crédito destinado para PF e PJ, com recursos livres, o custo de oportunidade é a taxa média Selic (TMS). No caso da carteira agrícola e outros recursos direcionados, o custo de oportunidade é calculado de acordo com a origem do funding e com a necessidade ou não de aplicação obrigatória de parte dessa fonte de recurso. O Spread Global, por sua vez, é a aplicação do conceito de spread específico do segmento bancário, calculado pela relação entre a MFB e os ativos rentáveis médios. O Spread Global Ajustado pelo Risco é apurado com base na relação entre a margem financeira líquida e os ativos rentáveis médios, ou seja, considera as despesas com provisões para créditos de liquidação duvidosa. A tabela seguinte apresenta o desempenho dos índices de spread do BB. Tabela 8. Spread Anualizado¹ % 4T11 3T12 4T12 2011 2012 Operações de Crédito 9,0 8,6 8,1 8,5 8,4 Pessoa Física 15,5 15,2 14,8 14,4 14,6 Pessoa Jurídica 6,1 5,5 4,8 5,8 5,5 Agronegócios 6,1 5,8 5,8 5,3 5,6 Depósitos 1,4 0,9 0,9 1,6 1,0 Depósitos a prazo 1,4 0,9 0,8 1,7 1,0 Depósitos à vista 3,1 2,2 2,0 3,2 2,4 Depósitos de Poupança 0,7 0,5 0,5 0,8 0,5 Demais 0,9 0,7 0,5 0,9 0,7 Spread Global 5,5 5,0 5,1 5,4 5,1 Spread Ajustado pelo risco 4,0 3,3 3,5 3,7 3,5 1 - Série histórica revista desde o 1T11. Ativos e Principais Itens Patrimoniais Ativos totais superam R$ 1,15 trilhão Os ativos totais do Banco do Brasil superaram R$ 1,15 trilhão em dez/12, o que representou expansão de 17,2% sobre dez/11. As principais linhas do ativo são operações de crédito e leasing, TVM e aplicações interfinanceiras de liquidez, que responderam por 76,1% do total de ativos do BB em dez/12. Em relação aos passivos, destacam-se as captações em depósitos que representaram 41,0% do passivo total, bem como o incremento da participação das Letras de Crédito do Agronegócio. A tabela a seguir apresenta os principais itens do Balanço Patrimonial. 15

Sumário do Resultado Tabela 9. Principais Itens Patrimoniais Var. % hões Dez/11 Set/12 Dez/12 s/dez/11 s/set/12 Ativos Totais 981.230 1.103.913 1.150.486 17,2 4,2 Carteira de Crédito Ampliada ¹ 465.092 532.280 580.799 24,9 9,1 Carteira de Crédito Ampliada - País¹ 430.116 489.286 534.367 24,2 9,2 Títulos e Valores Mobiliários 168.230 180.069 184.357 9,6 2,4 Aplicações Interfinanceiras de Liquidez 166.288 214.511 219.323 31,9 2,2 Captações Comerciais ² 450.480 507.400 515.714 14,5 1,6 Depósitos Totais 442.386 476.073 472.085 6,7 (0,8) à Vista 62.016 61.486 74.760 20,5 21,6 de Poupança 100.110 112.098 117.744 17,6 5,0 Interfinanceiros 14.450 15.733 16.569 14,7 5,3 a Prazo 265.809 286.756 263.013 (1,1) (8,3) Depósitos Judiciais 77.667 84.983 86.346 11,2 1,6 LCA+LCI 7.431 22.882 34.075 358,6 48,9 Oper. Compromissadas c/tit. Privados 664 8.444 9.554-13,1 Captações no Mercado Aberto 195.175 214.430 225.787 15,7 5,3 Patrimônio Líquido 58.416 64.104 66.070 13,1 3,1 1 - Inclui TVM privados e garantias prestadas. 2 Inclui depósitos totais, LCA, LCI e operações compromissadas com títulos privados. Sólida estrutura de fontes de recursos garante expansão dos negócios A estrutura de fontes de recursos do Banco do Brasil apresenta maior diversificação, com redução da participação de depósitos e incremento de Letras do Crédito Agronegócio (LCA) e demais Letras Bancárias, como mostra a tabela a seguir. Cabe destacar ainda as captações no exterior e a emissão de Instrumento Híbrido de Capital e Dívida (IHCD) no País em 2012. A carteira de crédito continua como principal destino dos recursos captados, representando 78,1% do total de fontes em dez/12, conforme mostra a tabela a seguir. Tabela 10. Fontes e Usos Saldos Var. % hões Dez/11 Part. % Set/12 Part. % Dez/12 Part. % s/dez/11 s/set/12 Fontes 576.335 100,0 664.161 100,0 690.414 100,0 19,8 4,0 Captações Comerciais 450.480 78,2 507.400 76,4 515.714 74,7 14,5 1,6 Depósitos Totais 442.386 76,8 476.073 71,7 472.085 68,4 6,7 (0,8) LCA + LCI 7.431 1,3 22.882 3,4 34.075 4,9 358,6 48,9 Oper. Compromissadas c/ Tit. Privados 664 0,1 8.444 1,3 9.554 1,4 1.339,1 13,1 Obrigações por Repasses no País 50.991 8,8 52.763 7,9 63.519 9,2 24,6 20,4 Fundos Financ / Desenvolvimento 4.002 0,7 4.667 0,7 5.089 0,7 27,1 9,0 Dívida Subordinada 25.101 4,4 32.443 4,9 32.657 4,7 30,1 0,7 Demais Letras Bancárias¹ 8.708 1,5 9.476 1,4 9.853 1,4 13,1 4,0 IHCD no País - - 8.105 1,2 8.215 1,2 - - Obrigações no Exterior² 37.053 6,4 49.306 7,4 55.368 8,0 49,4 12,3 Usos 576.335 100,0 664.161 100,0 690.414 100,0 19,8 4,0 Recursos Disponíveis 52.460 9,1 87.836 13,2 70.832 10,3 35,0 (19,4) Compulsórios 93.660 16,3 85.478 12,9 80.098 11,6 (14,5) (6,3) Carteira de Crédito Líquida (a) + (b) - (c) 430.215 74,6 490.846 73,9 539.484 78,1 25,4 9,9 Carteira de Crédito Classificada (a) 422.989 73,4 480.744 72,4 525.672 76,1 24,3 9,3 TVM Privados (b) 26.241 4,6 31.384 4,7 35.022 5,1 33,5 11,6 Provisão para Risco de Crédito (c) (19.015) (3,3) (21.282) (3,2) (21.210) (3,1) 11,5 (0,3) Indicadores - % Carteira de Crédito Líquida / Depósitos Totais 97,2 103,1 114,3 Carteira de Crédito Líquida / Captações Comerciais 95,5 96,7 104,6 Carteira de Crédito Líquida / Fontes 74,6 73,9 78,1 1 - Inclui Letras Financeiras e Debêntures (NE 19). 2 - Inclui Empréstimos no Exterior, Obrigações por TVM no Exterior, Obrigações por Repasses no Exterior, Dívida Subordinada no Exterior e IHCD. O saldo das captações externas atingiu a marca de US$ 45,0 bilhões em dez/12, montante 30,1% superior ao observado em dez/11, com destaque para as emissões de títulos no exterior, incluindo: IHCD no valor de US$ 1,0 bilhão em janeiro, objeto do prêmio Best Financing Innovation ; divida 16

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 sênior em Euro e Iene em setembro, que marcou o retorno do BB ao mercado japonês. Em outubro, o Banco realizou nova captação no mercado externo, com a emissão de títulos de dívida de dez anos, totalizando US$ 1,9 bilhão. Em jan/13, o Banco emitiu IHCD no valor de US$ 2,0 bilhões, sua maior captação, à taxa de 6,25% ao ano, adquiridos por investidores dos Estados Unidos, Europa e Ásia. Figura 2. Captações Externas (US$ bilhões) Compromissadas 34,6 3,2 3,1 42,3 2,0 3,1 11,3 45,0 1,7 3,2 11,6 Pessoa Física 7,3 Pessoa Jurídica Emissões 11,0 15,4 17,5 Interbancário 10,0 10,5 10,9 Dez/11 Set/12 Dez/12 Basileia Índice de Basileia superior ao mínimo exigido O BB registrou índice de Basileia de 14,83% em dez/12, superior ao mínimo de 11% exigido pelo Bacen, indicando um excesso de Patrimônio de Referência (PR) de R$ 27,9 bilhões. As emissões de letras financeiras subordinadas no país totalizando R$ 5,2 bilhões e captação externa sob a forma de IHCD no montante de US$ 2,0 bilhões, realizadas em jan/13, representam um impacto positivo de aproximadamente128 pontos base sobre o índice de Basileia de dez/12. Figura 3. Índice de Basileia 13,98 14,81 14,83 3,45 4,07 4,28 10,53 10,74 10,55 Dez/11 Set/12 Dez/12 Nível I Nível II Carteira de Crédito Carteira de Crédito cresce com qualidade A carteira de crédito ampliada atingiu R$ 580,8 bilhões em dez/12, com expansão de 24,9% em doze meses e 9,1% em relação ao observado em set/12, como mostra a tabela a seguir. A participação da 17

Sumário do Resultado carteira de crédito classificada do Banco do Brasil no mercado doméstico de crédito atingiu 20,4% em dez/12, indicando incremento em relação ao verificado em dez/11 (19,2%) e set/12 (19,6%). Tabela 11. Carteira de Crédito Classificada e Ampliada Saldos Var. % hões Dez/11 Part. % Set/12 Part. % Dez/12 Part. % s/dez/11 s/set/12 Carteira de Crédito Classificada (a) 422.988 100,0 480.744 100,0 525.672 100,0 24,3 9,3 País 390.508 92,3 439.280 91,4 480.626 91,4 23,1 9,4 Pessoa Física 130.561 30,9 143.577 29,9 151.869 28,9 16,3 5,8 CDC Consignação 51.246 12,1 57.066 11,9 58.589 11,1 14,3 2,7 CDC Salário 15.327 3,6 17.296 3,6 17.118 3,3 11,7 (1,0) Financiamento a Veículos 31.329 7,4 33.047 6,9 35.887 6,8 14,5 8,6 Financiamento Imobiliário 6.035 1,4 8.516 1,8 10.202 1,9 69,0 19,8 Cartão de Crédito 13.193 3,1 13.643 2,8 15.888 3,0 20,4 16,5 Cheque Especial 2.554 0,6 2.804 0,6 2.459 0,5 (3,7) (12,3) Demais 10.877 2,6 11.206 2,3 11.725 2,2 7,8 4,6 Pessoa Jurídica 171.289 40,5 198.046 41,2 221.774 42,2 29,5 12,0 MPE 68.062 16,1 80.001 16,6 88.926 16,9 30,7 11,2 Médias e Grandes 103.227 24,4 118.045 24,6 132.848 25,3 28,7 12,5 Agronegócio 88.658 21,0 97.656 20,3 106.984 20,4 20,7 9,6 Pessoa Física 57.194 13,5 65.842 13,7 74.051 14,1 29,5 12,5 Pessoa Jurídica 31.465 7,4 31.815 6,6 32.933 6,3 4,7 3,5 Exterior 32.480 7,7 41.464 8,6 45.046 8,6 38,7 8,6 TVM Priv. e Garantias (b) 42.104 51.535 55.127 30,9 7,0 Carteira de Crédito Ampliada (a + b) 465.092 100,0 532.280 100,0 580.799 100,0 24,9 9,1 Pessoa Física 130.589 28,1 143.834 27,0 152.568 26,3 16,8 6,1 Pessoa Jurídica 210.166 45,2 247.083 46,4 273.828 47,1 30,3 10,8 Agronegócio 89.361 19,2 98.370 18,5 107.971 18,6 20,8 9,8 Exterior 34.976 7,5 42.993 8,1 46.431 8,0 32,8 8,0 Carteira de Crédito PF amparada em linhas de menor risco A carteira de crédito pessoa física ampliada encerrou dezembro em R$ 152,6 bilhões, aumento de 16,8% em doze meses e de 6,1% sobre o set/12, respondendo por 26,3% da carteira de crédito ampliada do Banco. Considerando-se apenas a carteira de crédito orgânica, ou seja, excluindo-se as carteiras adquiridas e 50% das operações do Banco Votorantim, a carteira PF registrou crescimento de 25,9% em doze meses e 7,1% sobre o trimestre anterior. Esse desempenho foi favorecido pelo desenvolvimento da estratégia BOMPRATODOS. No segmento de financiamento de veículos, ocorreu importante crescimento em termos de carteira orgânica, que atingiu R$ 11,0 bilhões em dez/12 (+134,9% sobre dez/11 e 20,3% ante set/12), sendo que o perfil das operações segue dentro dos rígidos critérios de análise de crédito adotados pelo Banco. Os empréstimos consignados somaram R$ 58,6 bilhões em dez/12, com expansão de 14,3% sobre igual período de 2011 e 2,7% sobre o trimestre anterior. O market share do BB nesse segmento foi de 31,2% em dez/12. O crédito imobiliário cresce de forma consistente desde o inicio das operações em 2008. No segmento PF, a carteira imobiliária alcançou R$ 10,2 bilhões em dez/12, com acréscimo de 69,0% sobre dez/11 e 19,8% ante set/12. A participação de mercado do BB no crédito imobiliário para PF atingiu 3,7% em dez/12, contra 3,0% em dez/11. A carteira de crédito imobiliária PJ também tem se destacado, alcançando saldo de R$ 2,7 bilhões em dez/12. No total, o saldo da carteira imobiliária (PF+PJ) atingiu R$ 12,9 bilhões em dez/12 (+68,5% em doze meses). O volume total desembolsado para o segmento imobiliário foi de R$ 7,1 bilhões em 2012 (+43,2% sobre o ano anterior). Carteira de Crédito PJ impulsionada pela demanda por crédito das empresas A carteira de crédito ampliada de pessoas jurídicas alcançou R$ 273,8 bilhões, com crescimento de 30,3% na comparação anual e 10,8% sobre set/12, respondendo por 47,1% da carteira de crédito 18

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 total. Na carteira PJ como um todo, destaca-se a expansão das linhas de capital de giro (giro, recebíveis, conta garantida, cartão de crédito e cheque especial), com saldo de R$ 153,3 bilhões e acréscimo de 35,6% sobre dez/11. As linhas de crédito para investimentos produtivos atingiram R$ 87,4 bilhões (considerando R$ 44,6 bilhões para PJ e R$ 42,8 bilhões para o agronegócio) em dez/12 (+25,0% em doze meses). O desembolso de crédito para investimento atingiu o montante de R$ 42,8 bilhões (+27% em relação a 2011) em 2012, com destaque para as linhas de repasse de recursos do BNDES, Pronaf, Investimento Agropecuário, FCO e PROGER, sendo que 73% desses recursos foram destinados aos segmentos de MPE e Produtores Rurais. Nas linhas de repasse do BNDES, desde 2008, o BB é o agente financeiro líder no repasse global de recursos, com market share de 28,6% em 2012. As operações de crédito com micro e pequenas empresas atingiram R$ 88,9 bilhões em dez/12 (+30,7% em doze meses). Ressalte-se que o desempenho no período foi favorecido pelo programa BOMPRATODOS. Além disso, o BB tem utilizado o Fundo de Garantia de Operações (FGO) e o Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe) para permitir maior acesso ao crédito para MPE e reduzir o custo para o tomador final. Com isso, as linhas de capital de giro para MPE cresceram R$ 13,2 bilhões em doze meses e R$ 6,4 bilhões no trimestre, totalizando R$ 61,0 bilhões em dez/12. As linhas de investimento para MPE encerraram dez/12 em R$ 25,9 bilhões, com crescimento de 40,9% em doze meses e 10,7% sobre set/12. Destaque para o Cartão BNDES, produto em que o BB mantém liderança em valores desembolsados, quantidade de cartões e transações, alcançando, em dez/12, desembolso acumulado de R$ 17,9 bilhões desde o início da sua comercialização. Esse montante representou incremento de R$ 7,2 bilhões nos últimos 12 meses, com 67,4% dos cartões emitidos no mercado. A carteira de crédito no exterior ampliada do Banco atingiu R$ 46,4 bilhões em dez/12, saldo 32,8% superior ao observado em dez/11. O saldo das operações de ACC/ACE alcançou R$ 11,2 bilhões em dez/12, com acréscimo de 15,8% em doze meses, o que garantiu ao BB participação de mercado de 32,1% ao final de 2012. Carteira de Crédito de Agronegócios Ampliada alcança R$ 108 bilhões O Banco do Brasil é líder absoluto no crédito ao agronegócio, com 62,5% de market share. A carteira de agronegócios no conceito ampliado, incluindo operações de crédito rural e agroindustrial, representou 18,6% da carteira de crédito total em dez/12, alcançando R$ 108,0 bilhões, com expansão de 20,8% em doze meses. As linhas de Pronaf e Pronamp atingiram R$ 24,2 bilhões e R$ 11,9 bilhões, respectivamente, com incremento em doze meses de 20,7% e 66,1% na mesma ordem. Essas operações foram impulsionadas por ajustes nas condições de crédito que ampliaram o público alvo. A carteira de agronegócio PF atingiu R$ 74,1 bilhões em dez/12, crescendo 29,5% ante dez/11. Já a carteira de agronegócio PJ alcançou saldo de R$ 32,9 bilhões (+4,7%). O percentual das operações de custeio da safra 2012/2013 contratadas com mitigadores de risco atingiu 53,0% em dez/12, ou seja, R$ 6,8 bilhões. O índice de inadimplência da carteira de agronegócio segue baixo, com indicador de operações em atraso acima de 90 dias de 0,6%, ante 0,7% em dez/11. Indicadores de inadimplência recuam e seguem abaixo do SFN O indicador que mede o atraso das operações acima de 90 dias na visão BB consolidado encerrou dez/12 em 2,05% (1,77%, excluindo-se as operações do BV), patamar bem inferior ao verificado no Sistema Financeiro Nacional (SFN), que atingiu 3,64% no mesmo período. O BB também apresenta uma estrutura de crédito melhor do que a do SFN. As operações classificadas nos níveis de risco de AA-C encerraram dez/12 em 94,5% do total da carteira, contra 92,4% observado no SFN. A tabela seguinte apresenta os indicadores de qualidade da carteira de crédito. 19

Sumário do Resultado Tabela 12. Indicadores de Qualidade da Carteira de Crédito Classificada % Dez/11 Set/12 Dez/12 Operações Vencidas + 15 dias/total da Carteira 3,63 3,70 3,29 Operações Vencidas 15-59 dias/total da Carteira 1,14 1,13 0,91 Operações Vencidas + 60 dias/total da Carteira 2,49 2,57 2,38 Operações Vencidas 15-89 dias/total da Carteira 1,47 1,52 1,24 Operações Vencidas + 90 dias/total da Carteira 2,16 2,19 2,05 Operações de Risco AA - C / Total da Carteira 93,9 94,0 94,5 Provisão/Carteira de Crédito 4,50 4,43 4,03 Provisão PF/Carteira de Crédito 6,84 6,34 5,95 Provisão PJ/Carteira de Crédito 3,10 3,44 3,27 Provisão/Operações Vencidas + 60dias 180,4 172,0 169,8 Provisão/Operações Vencidas + 90dias 207,6 202,5 196,5 Risco Médio BB 4,08 4,10 3,81 Risco Médio SFN 5,67 5,75 5,52 Operações Vencidas + 90 dias/total da Carteira SFN 3,60 3,77 3,64 As despesas com provisões para créditos de liquidação duvidosa (PCLD) aumentaram 25,7% em relação ao 4T11, variação compatível com o crescimento da carteira de crédito classificada de 24,3% no período. Tabela 13. Despesas de PCLD sobre Carteira de Crédito Classificada Var. % hões 4T11 3T12 4T12 s/4t11 s/3t12 (A) Despesas de PCLD - Trimestral (2.892) (3.764) (3.636) 25,7 (3,4) (B) Despesas de PCLD - 12 Meses (11.827) (13.907) (14.651) 23,9 5,3 (C) Carteira de Crédito Classificada 422.989 480.744 525.672 24,3 9,3 (D) Média da Carteira Classificada - 3 Meses 412.439 469.901 508.432 23,3 8,2 (E) Média da Carteira Classificada - 12 Meses 383.408 436.254 459.978 20,0 5,4 Despesas sobre Carteira (A/D) - % 0,70 0,80 0,72 Despesas sobre Carteira (B/E) - % 3,08 3,19 3,19 O saldo das provisões encerrou o trimestre em R$ 21,2 bilhões, o que proporciona cobertura de 196,5% das operações vencidas há mais de 90 dias, percentual superior ao verificado no SFN, que alcançou 151,9% em dez/12. BOMPRATODOS BOMPRATODOS impulsiona operações de crédito Em abril/12 foi lançado o programa BOMPRATODOS, incluindo um conjunto de medidas abrangendo assessoria financeira, redução de taxas de juros das principais linhas de crédito voltadas para pessoas físicas e micro e pequenas empresas e aprimoramento do relacionamento com os clientes. Desse modo, o Banco procura estimular o uso consciente do crédito e contribuir para manutenção de baixa inadimplência, permitindo a expansão do crédito com qualidade. As figuras a seguir mostram a evolução dos principais produtos oferecidos aos clientes PF no escopo do BOMPRATODOS. Nos produtos tradicionais, consignado e CDC, o programa permitiu que o Banco mantivesse trajetória de crescimento, fortalecendo o bom posicionamento do BB nesses segmentos. Com isso, a carteira do BB Crediário voltou a crescer, encerrando dez/12 com saldo de R$ 570 milhões (+130,4% sobre mar/12). As operações de veículos originadas nas agências BB totalizaram R$ 11,0 bilhões em dez/12 (+138,6% sobre mar/12). Ressalte-se que não houve mudança nos critérios de análise de concessão de crédito das novas operações, assegurando a manutenção da qualidade da carteira. Além disso, as operações de financiamento de veículos estão concentradas em clientes PF A e B (Private e Estilo) que possuem conta corrente há mais de cinco anos. 20

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 Figura 4. BOMPRATODOS - Principais Linhas Crédito PF hões Consignado INSS¹ CDC Salário 4.032 4.140 17.024 17.296 17.118 3.909 16.121 3.596 3.703 15.327 Dez/11 Mar/12 Jun/12 Set/12 Dez/12 Dez/11 Mar/12 Jun/12 Set/12 Dez/12 Veículos 11.022 BB Crediário 570 9.162 435 4.693 4.619 6.717 274 247 325 Dez/11 Mar/12 Jun/12 Set/12 Dez/12 Dez/11 Mar/12 Jun/12 Set/12 Dez/12 1 Não considera crédito adquirido. O gráfico a seguir mostra que a inadimplência acima de 90 dias da carteira de veículos do BB é inferior à registrada pelo SFN. A abertura dessa carteira por nível de risco indica que 94,4% das operações estão concentradas entre os níveis AA-C, com melhora de 400 pontos base sobre mar/12. Figura 5. Carteira de Veículos Orgânica INAD 90 e Nível de Risco - % Inad90 Veículos - BB Orgânico vs SFN Carteira Veículos por NR 5,00 5,70 6,00 6,00 5,30 10,0 5,8 5,6 2,21 2,08 1,36 0,93 0,92 Dez/11 Mar/12 Jun/12 Set/12 Dez/12 BB SFN 90,0 94,2 94,4 Dez/11 Set/12 Dez/12 AA-C D-H A evolução dos saldos das operações de capital de giro e investimento para MPE pode ser vista no gráfico a seguir. Em relação ao registrado em mar/12, essas operações tiveram crescimento de 18,5% e 18,2%, respectivamente, estimuladas pelo programa BOMPRATODOS que agregou volume e aprimorou o relacionamento com o cliente MPE. 21

Sumário do Resultado Figura 6. Capital de Giro e Investimento MPE hões 61.028 47.867 48.162 51.513 54.639 18.364 20.137 21.898 23.378 25.883 Dez/11 Mar/12 Jun/12 Set/12 Dez/12 Capital de Giro Investimento Rendas de Tarifas Expansão dos negócios diversifica Receitas de Tarifas A expansão da oferta de crédito, a forte atuação do Banco no segmento de varejo, impulsionada pela reformulação da estrutura de atendimento, a fidelização e ampliação do relacionamento com clientes, e o programa BOMPRATODOS vêm favorecendo o aumento da base de clientes e a expansão do volume de negócios, contribuindo para a diversificação das rendas de tarifas. Essas receitas cresceram 15,5% em doze meses e 9,6% na comparação 4T12/4T11. Tabela 14. Rendas de Tarifas Fluxo Trimestral Var. % Fluxo Anual Var. % hões 4T11 3T12 4T12 s/4t11 s/3t12 2011 2012 s/2011 Rendas de Tarifas 5.002 5.280 5.484 9,6 3,9 18.242 21.071 15,5 Cartão de Crédito/Débito 1.084 1.189 1.279 18,1 7,6 3.926 4.739 20,7 Conta Corrente 1.136 1.081 1.073 (5,6) (0,7) 4.077 4.356 6,9 Administração de Fundos 829 918 883 6,6 (3,8) 3.197 3.582 12,0 Operações de Crédito 496 517 614 23,9 18,8 1.822 2.141 17,5 Cobrança 321 326 336 4,7 3,1 1.241 1.316 6,1 Arrecadações 195 210 215 10,3 2,4 725 832 14,7 Interbancária 168 174 180 7,2 3,9 640 697 9,0 Seguros, Previdência e Capitalização 122 130 171 39,9 31,6 499 616 23,5 Rendas de Mercado de Capitais 96 108 112 17,3 4,3 350 454 29,9 Outros 556 628 619 11,5 (1,4) 1.764 2.338 32,5 O faturamento com cartões de crédito alcançou R$ 99,4 bilhões em 2012, crescimento de 23,0% sobre o ano anterior. No comparativo 4T12/4T11, o crescimento foi 26,4%, impulsionado pela maior utilização de cartões como meio de pagamento, o aumento do gasto médio e a oferta de soluções inovadoras como o acesso a linhas de crédito do Banco. Destaca-se o faturamento com cartões de crédito empresariais e Cartão BNDES, que juntos cresceram 33,9% no ano. Assim, o saldo da carteira de crédito total de cartões cresceu 33,5% em relação ao ano anterior, alcançando um volume financeiro de R$ 27,2 bilhões. O Banco do Brasil, por meio da BB Gestão de Recursos BB DTVM, é líder na indústria nacional de fundos de investimento desde 1994. Em dez/12, o BB atingiu o total de R$ 444,0 bilhões em recursos administrados e uma participação de mercado de 20,0%. O market share chegaria a 20,7% se considerado 50,0% do saldo de recursos administrados pelo BV, com a Votorantim Asset Management VAM (R$ 34,0 bilhões em dez/12). 22

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 Em nov/12, o Banco do Brasil anunciou sua intenção de criar a BB Seguridade, uma subsidiária integral responsável por consolidar, sob uma única sociedade, todas as suas atividades nos ramos de seguros, previdência complementar aberta, capitalização e atividades afins, incluindo quaisquer expansões futuras dessas atividades. O organograma com a estrutura societária pretendida após a constituição da BB Seguridade é demonstrado no item 8.4 da Análise do Resultado. Informações adicionais sobre rendas de tarifas, cartões, resultado de seguridade, administração de recursos de terceiros e atuação no mercado de capitais podem ser consultadas no capítulo 8 do relatório Análise do Desempenho. A Rede de Correspondentes Mais BB, que inclui o Banco Postal, propiciou a atração de mais de 2,3 milhões de propostas de abertura de conta corrente em 2012, com 556 mil adesões ao cartão de crédito e desembolso em crédito de R$ 7,4 bilhões, totalizando 1,5 milhão de operações. Comparando a produção do canal com o ano de 2011, foi observado um incremento de 146% em desembolso de crédito. Desse montante, o crédito consignado respondeu por 35% do total. Despesas Administrativas As despesas Administrativas cresceram 13,9% na comparação 2012/2011, em boa medida, por conta de gastos que ocorreram em parte do exercício 2011, decorrentes: (i) da parceria com o grupo segurador Mapfre; (ii) da aquisição do Banco Patagonia; e (iii) da aquisição do direito de utilização da rede de atendimento do Banco Postal. Excluindo esses três fatores, o aumento das despesas administrativas foi de 10,1% na mesma comparação, percentual que resulta de reajuste salarial concedido na data-base de set/11, reajuste das provisões administrativas pela inflação do período de out/11 a set/12, aumento do número de funcionários no período, reajustes contratuais realizados, bem como a expansão da rede de distribuição. Tabela 15. Despesas Administrativas Ajustadas Fluxo Trimestral Var. % Fluxo Anual Var. % hões 4T11 3T12 4T12 s/4t11 s/3t12 2011 2012 s/2011 Despesas Administrativas (6.966) (7.123) (7.499) 7,6 5,3 (24.752) (28.194) 13,9 Despesas de Pessoal (3.954) (4.001) (4.211) 6,5 5,2 (13.943) (15.777) 13,1 Outras Despesas Administrativas (3.012) (3.122) (3.288) 9,2 5,3 (10.809) (12.417) 14,9 Eficiência As variações relevantes em outras receitas e outras despesas operacionais são apresentas no item 9.3 do relatório Análise do Desempenho 4T12. Na comparação doze meses, o desempenho das rendas de tarifas e o controle das despesas administrativas determinaram a melhoria tanto no índice que mede a cobertura das despesas de pessoal, quanto daquele que mede a cobertura das despesas administrativas. A redução dos índices de cobertura em relação ao 3T12 decorre do aumento da despesa de pessoal e os reajustes contratuais característicos do 4T12. O índice de eficiência, razão entre as despesas administrativas e as receitas operacionais, em doze meses, encerrou o 4T12 em 43,2%. Esse desempenho é explicado pela redução do montante contabilizado referente ao reconhecimento dos ganhos e perdas atuariais do Plano de Benefícios I da Previ, assim como os fatores que impactaram as despesas administrativas, mencionados no item anterior. 23

Sumário do Resultado Figura 7. Índices de Eficiência Ajustados ¹ - % 45,3 42,9 43,6 44,3 43,2 43,4 4T11 3T12 4T12 Índice de Eficiência (acumulado 12 meses) - % Índice de Eficiência - % 1 A série de índice de eficiência foi revista para refletir o lucro líquido ajustado. Os dados foram revistos desde 1T11. Premissas do Guidance As estimativas para 2013 foram elaboradas levando em consideração as seguintes premissas: Premissas influenciadas pela administração: 1. Rentabilização da carteira de clientes como forma de potencializar receitas; 2. Ampliação da rede de atendimento, da base com novos clientes e rentabilização de clientes já existentes, a partir da parceria com o Banco Postal; 3. Manutenção do atual modelo de negócios, sem considerar novas aquisições e/ou parcerias estratégicas que possam a ser firmadas para exploração de segmentos específicos; 4. Alinhamento da estrutura de custos ao crescimento do volume de negócios; 5. Reajustes nos contratos com fornecedores e acordo coletivo de trabalho, alinhados à prática de mercado. Premissas que escapam ao controle da administração: 1. Baixo crescimento das economias desenvolvidas em 2013; 2. Maior resistência, mas não imunidade, da economia brasileira a choques externos; 3. Ambiente político sem ruptura institucional; 4. Manutenção do rating soberano do Brasil no status de grau de investimento; 5. Manutenção da atual arquitetura da política macroeconômica doméstica: câmbio flutuante, metas para a inflação (âncora nominal) e disciplina fiscal, implicando redução gradual e consistente da relação entre a Dívida Líquida do Setor Público (DLSP) e o Produto Interno Bruto (PIB); 6. Evolução da balança comercial brasileira e seus efeitos na carteira de comércio exterior; 7. Aumento gradual do potencial de crescimento da economia brasileira (PIB potencial); 8. Evolução das taxas de juros, câmbio, inflação e PIB de acordo com o consenso de mercado; 9. Avanço do marco regulatório/agenda microeconômica, com estímulos aos investimentos públicos e privados; 10. Estabilidade regulatória, inclusive no que concerne às alíquotas de tributos incidentes sobre as atividades do Banco e à legislação trabalhista e previdenciária; 11. Alteração nas regras de consumo de capital e nas alíquotas de recolhimento compulsório medidas macroprudenciais; 12. Implementação de recomendações de Basileia III; 13. Diretrizes do Plano de safra 2013/2014. 24

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 1 - Informações Úteis Tabela 16. Principais Indicadores Econômicos¹ 2008 2009 2010 2011 2012 Atividade Econômica PIB (variação % em 12 meses) 5,2 (0,3) 7,5 2,7 ND Consumo das Famílias 5,7 4,4 6,9 4,1 ND Consumo do Governo 3,2 3,1 4,2 1,9 ND Formação Bruta do Capital Fixo 13,6 (6,7) 21,3 4,7 ND Exportações 0,5 (9,1) 11,5 4,5 ND Importações 15,4 (7,6) 35,8 9,8 ND Utilização da Capacidade Instalada (%) 82,6 79,9 82,3 81,8 ND PEA (Variação % em 12 meses) 1,8 0,9 2,0 1,2 1,7 Taxa de Desemprego (variação % média em 12 meses) 7,9 8,1 6,7 6,0 5,5 Emprego Formal criação líquida em 12 meses (mil empregos) 1.452,2 995,1 2.524,3 1.566,0 868,2 Produção Industrial (variação % em 12 meses) 3,1 (7,4) 10,5 0,4 (2,7) Setor Externo Transações Correntes (variação % em 12 meses) (1,7) (1,5) (2,2) (2,1) (2,4) Investimento Estrangeiro Direto (US$ bilhões) 45,1 25,9 48,5 66,7 65,2 Reservas Internacionais (US$ bilhões - saldo final de período) 206,8 239,1 288,6 352,0 373,1 Risco País (pontos final de período) 430,0 197,0 189,0 223,0 142,0 Balança Comercial (US$ bilhões - acumulado no ano) 24,7 25,3 20,1 29,8 19,4 Exportações (US$ bilhões - acumulado em 12 meses) 197,9 153,0 201,9 256,0 242,6 Importações (US$ bilhões - acumulado em 12 meses) 173,2 127,6 181,8 226,2 223,1 Dólar Ptax Venda (cotação em R$ - fim de período) 2,3370 1,7412 1,6662 1,8758 2,0435 Dólar Ptax Venda (variação % em 12 meses) 31,9 (25,5) (4,3) 12,6 8,9 Indicadores Monetários IGP-DI FGV (% acumulado em 12 meses) 9,1 (1,4) 11,3 5,0 8,1 IGP-M FGV (% acumulado em 12 meses) 9,8 (1,7) 11,3 5,1 7,8 IPCA IBGE (% acumulado em 12 meses) 5,9 4,3 5,9 6,5 5,8 Selic (% - fim de período) 13,75 8,75 10,75 11,00 7,25 Selic Acumulado (% acumulado em 12 meses) 12,5 9,9 9,8 11,6 8,5 TR Acumulado (exbtn) (% acumulado em 12 meses) 1,8 0,7 0,8 1,3 0,3 TJLP - IBGE (% - fim de período) 6,3 6,0 6,0 6,0 5,5 Libor (% - fim de período) 3,9 0,3 0,3 0,4 0,4 Finanças Públicas Superávit Primário (% PIB acumulado em 12 meses) 3,4 2,0 2,8 3,1 2,4 DBSP (% PIB) 57,4 62,0 54,7 54,2 58,6 DLSP (% PIB) - Sem Petrobrás 38,5 42,8 40,2 36,4 35,1 Indicadores de Crédito Carteira de Crédito do SFN (R$ bilhões) 1.227,3 1.414,3 1.705,9 2.029,6 2.359,6 Pessoa Física (R$ bilhões) 532,3 635,9 778,2 940,2 1.108,0 Pessoa Jurídica (R$ bilhões) 695,0 778,4 927,7 1.089,5 1.251,7 Crédito/PIB (PIB acumulado em 12 meses) 41,3 44,4 45,2 49,0 53,5 Endividamento Familiar (%) 33,3 36,1 38,1 40,4 41,0 Inadimplência Total (% do saldo em atraso superior a 90 dias) 3,2 4,3 3,2 3,6 5,5 PF² 8,0 7,7 5,7 7,3 7,9 PJ² 1,8 3,8 3,5 3,9 4,0 Taxa de aplicação Total (% a.a.)² 43,3 34,3 35,0 37,1 28,1 PF 57,9 42,7 40,6 43,8 34,6 PJ 30,7 25,5 27,9 28,2 20,6 Spread Total (% a.a.)² 30,7 24,4 23,5 26,9 21,1 PF 45,0 31,6 28,5 33,7 27,4 PJ 18,4 16,5 17,0 17,9 13,7 Prazo médio (em meses)² PF 16,3 16,8 18,7 20,0 21,1 PJ 10,1 9,5 13,3 13,4 14,4 1 - Todos os indicadores são extraídos de fontes oficiais como Banco Central do Brasil, Fundação Getúlio Vargas, IBGE, etc. 2 - Operações de crédito referenciais para taxa de juros. ND - Não Disponível 25

Capítulo 1 Informações Úteis Tabela 17. Composição Acionária - % Acionistas Dez/11 Mar/12 Jun/12 Set/12 Dez/12 União Federal 59,1 59,1 59,1 59,1 59,1 Previ 10,4 10,4 10,4 10,4 10,4 BNDESPar 0,1 0,1 0,2 0,2 0,2 Ações em Tesouraria 0,0 0,0 0,0 0,3 0,7 Free Float 30,4 30,4 30,4 30,1 29,6 Pessoas Físicas 6,2 5,7 6,4 5,7 6,0 Pessoas Jurídicas 8,7 7,2 6,5 6,2 5,2 Capital Estrangeiro 15,5 17,5 17,5 18,3 18,5 Total 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 Número de Ações 2.865.417.052 2.865.417.067 2.865.417.067 2.865.417.020 2.865.417.020 Tabela 18. Dividendos e Juros sobre Capital Próprio hões 4T11 1T12 2T12 3T12 4T12 União Federal 731,2 603,7 709,4 662,9 933,5 Previ 128,2 105,9 124,4 116,2 164,0 BNDES 1,6 1,3 2,3 2,2 3,0 Pessoas Físicas 76,8 57,9 76,3 63,7 94,1 Pessoas Jurídicas 107,7 74,0 78,1 69,3 82,5 Capital Estrangeiro 191,9 178,9 210,1 204,7 291,5 Total 1.237,5 1.021,8 1.200,6 1.119,0 1.568,6 Tabela 19. Indicadores de Mercado 4T11 1T12 2T12 3T12 4T12 Lucro por Ação - R$ 1,08 0,89 1,30 0,98 1,38 Preço / Lucro 12 meses 5,60 6,36 4,92 6,34 6,01 Preço / Valor Patrimonial 1,16 1,24 0,90 1,11 1,11 Capitalização de Mercado - hões 67.910 74.358 55.962 71.062 73.355 Valor Patrimonial - BBAS3 20,39 20,96 21,74 22,37 23,06 Cotação BBAS3 - Fechamento - R$ 23,70 25,95 19,53 24,80 25,60 Variação no Período - % - BBAS3 (4,6) 9,5 (24,7) 27,0 3,2 Dividend Yield - %¹ 7,2 6,4 8,2 6,4 6,7 1 - Dividendos e JCP 12 meses / Capitalização de Mercado Tabela 20. Participação nos Índices de Mercado Brasileiro - % Set/11 - Dez/11 Jan/12 - Abr/12 Mai/12 - Ago/12 Set/12 - Dez/12 Jan/13 - Abr/13 Índice Bovespa - Ibovespa 3,136 3,170 3,169 3,082 2,904 Índice Brasil - IBrX 2,627 2,215 2,020 1,995 2,163 Índice Brasil 50 - IBrX - 50 3,186 2,697 2,467 2,486 2,645 Índice Carbono Eficiente - ICO2 5,236 4,604 4,190 4,224 4,057 Índice Financeiro - IFNC 13,379 11,186 10,382 9,808 11,092 Índice de Governança Corporativa Trade - IGCT 3,327 2,835 2,536 2,505 2,580 Índice de Ações com Governança Corporativa Diferenciada - IGC 4,396 3,769 3,256 3,216 3,290 Índice de Sustentabilidade Empresarial - ISE 1,850 1,438 1,501 1,350 1,353 Índice de Ações com Tag Along Diferenciado - ITAG 4,271 3,577 3,150 3,037 3,093 Índice Mid-Large Cap - MLCX 2,735 2,301 2,094 2,077 2,228 1 - Prévia da Carteira Teórica 26

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 Tabela 21. Informações do BB 4T11 1T12 2T12 3T12 4T12 Itens Patrimoniais R$ bilhões Ativos 981,2 1.005,0 1.051,4 1.103,9 1.150,5 Patrimônio Líquido 58,4 60,1 62,3 64,1 66,1 Carteira de Crédito Classificada 423,0 431,9 459,8 480,7 525,7 Carteira de Crédito Ampliada¹ 465,1 472,9 508,2 532,3 580,8 Depósitos 442,4 446,9 467,0 476,1 472,1 à Vista 62,0 60,7 60,6 61,5 74,8 De Poupança 100,1 101,8 105,6 112,1 117,7 a Prazo 265,8 270,1 285,8 286,8 263,0 Rentabilidade Lucro por Ação - R$ 1,08 0,89 1,30 0,98 1,38 Rentabilidade s/ o PL Médio An. % 22,5 18,1 21,4 18,6 27,0 Rentabilidade Ajustada s/ PL Médio An. % 22,9 19,7 21,2 18,1 21,2 Rentabilidade s/ Ativos Médios An. % 1,3 1,0 1,2 1,0 1,4 Spread An. % 5,5 5,3 5,4 5,0 5,1 Produtividade Eficiência² - % 45,3 42,8 42,3 44,3 43,4 Eficiência Acumulada em 12 meses² - % 42,9 43,2 43,4 43,6 43,2 RPS / Despesas de Pessoal² - % 118,8 128,5 132,0 126,2 130,2 RPS / Despesas Administrativas² - % 72,1 71,0 71,9 69,6 73,1 Desp. de Pessoal por Funcionário - 34,8 32,5 34,0 35,0 36,8 Colaboradores⁴/ (Agências + PAA + PAB) 18 17 17 17 17 Contas Corrente por Colaborador⁴ 295 300 299 301 307 Ativos por Colaborador⁴ 8.018 8.252 8.578 8.952 9.445 Cart. de Créd. Clas./Pontos Atend.³ hões 22,5 23,2 24,4 25,3 27,5 Qualidade da Carteira de Crédito Provisão / Carteira de Crédito - % 4,5 4,5 4,4 4,4 4,0 Provisão/Operações Vencidas + 90 dias - % 207,6 204,4 202,1 202,5 196,5 Carteira Líq. de Prov. / Carteira Total - % 95,5 95,5 95,6 95,6 96,0 Estrutura de Capital Alavancagem (vezes) 16,8 16,7 16,9 17,2 17,4 Índice de Basileia- % 14,0 14,3 14,2 14,8 14,8 Nível I 10,5 10,9 10,6 10,7 10,6 Nível II 3,5 3,3 3,6 4,1 4,3 Quantidade Total de Ações - milhões 2.865 2.865 2.865 2.865 2.865 Dados Estruturais Agências 5.263 5.266 5.317 5.339 5.362 Total de Pontos de Atendimento³ 18.765 18.655 18.845 19.022 19.144 Base de Clientes mil 56.001 56.921 57.466 57.879 58.551 Total de Contas Corrente mil 36.121 36.539 36.690 37.084 37.418 Pessoa Física mil 33.875 34.261 34.396 34.687 35.049 Pessoa Jurídica mil 2.247 2.278 2.294 2.397 2.369 Total de Contas de Poupança mil 24.709 24.910 32.626 34.275 36.042 Colaboradores 122.377 121.778 122.564 123.316 121.811 Funcionários 113.810 113.404 113.996 114.480 114.182 Estagiários 8.567 8.374 8.568 8.836 7.629 Participação de Mercado Ativos 20,9 21,3 20,8 21,0 21,1 Depósitos 26,4 27,1 27,3 28,0 28,4 Repasses BNDES 21,5 24,7 23,8 27,1 28,6 Crédito 19,2 19,2 19,5 19,6 20,4 Agronegócio 62,8 63,6 63,8 62,7 62,5 Administração de Recursos de Terceiros 21,6 21,3 21,4 20,9 20,0 Faturamento de Cartão de Crédito 20,9 20,8 21,0 20,9 ND Câmbio de Importação 20,2 20,0 21,3 22,5 23,1 Câmbio de Exportação 26,5 26,3 28,4 27,2 26,2 1 - Inclui TVM privados, garantias prestadas e o saldo de carteiras de crédito PF adquiridas com coobrigação, em conformidade à Resolução CMN 3.533/08. 2 - Serie revista em função de mudanças de metodologia, referente à DRE com realocações. 3 - Rede Própria 4 - Inclui funcionários e estagiários. ND - Não Disponível 27

Capítulo 1 Informações Úteis Tabela 22. Ratings 4T11 1T12 2T12 3T12 4T12 Ratings Globais Fitch Ratings Individual¹ C / D - - - - Viabilidade¹ - bb+ bb+ bb+ bb+ Curto Prazo em Moeda Local F2 F2 F2 F2 F2 Longo Prazo em Moeda Local BBB BBB BBB BBB BBB Curto Prazo em Moeda Estrangeira F2 F2 F2 F2 F2 Longo Prazo em Moeda Estrangeira BBB BBB BBB BBB BBB Moody's Força Financeira C+ C+ C- C- C- Curto Prazo em Moeda Local P-1 P-1 P-2 P-2 P-2 Curto Prazo em Moeda Estrangeira P-2 P-2 P-2 P-2 P-2 Dívida de Longo Prazo em Moeda Estrangeira Baa1 Baa1 Baa1 Baa1 Baa1 Depósitos de Longo Prazo em Moeda Local A2 A2 A3 A3 A3 Depósitos de Longo Prazo em Moeda Estrangeira Baa2 Baa2 Baa2 Baa2 Baa2 Standard & Poor's Curto Prazo em Moeda Estrangeira A-3 A-3 A-2 A-2 A-2 Longo Prazo em Moeda Local BBB BBB BBB BBB BBB Longo Prazo em Moeda Estrangeira BBB BBB BBB BBB BBB Ratings Nacionais Fitch Ratings Curto Prazo F1+(bra) F1+(bra) F1+(bra) F1+(bra) F1+(bra) Longo Prazo AAA (bra) AAA (bra) AAA (bra) AAA (bra) AAA (bra) Moody's Curto Prazo BR-1 BR-1 BR-1 BR-1 BR-1 Longo Prazo Aaa.br Aaa.br Aaa.br Aaa.br Aaa.br 1 - O rating Individual da Fitch Ratings foi substituído pelo de Viabilidade que mensura, basicamente, as mesmas características de risco. Tabela 23. Compulsório/Exigibilidade Compulsório/Exigibilidade Depósitos à Vista 4T11 1T12 2T12 3T12 4T12 Alíquota ¹ 43% 43% 43% 44% 44% Adicional ² 12% 12% 12% 6% 0% Exigibilidade ³ 28% 28% 28% 34% 34% Exigibilidade (microfinanças) ⁴ 2% 2% 2% 2% 2% Livre 15% 15% 15% 14% 20% Depósitos de Poupança Alíquota ⁵ 17% 17% 17% 17% 17% Adicional ⁶ 10% 10% 10% 10% 10% Exigibilidade⁷ 68% 68% 68% 68% 68% Livre 5% 5% 5% 5% 5% Depósitos a Prazo Alíquota ⁸ 20% 20% 20% 20% 20% Adicional ⁹ 12% 12% 12% 12% 11% Livre 68% 68% 68% 68% 69% Depósitos Judiciais Alíquota ¹⁰ 0% 0% 0% 0% 0% Livre 100% 100% 100% 100% 100% No BB, as exigibilidades são aplicadas no Crédito Rural. 1 - Até 02/07/2012: alíquota de 43%; De 09/07/2012 a 16/06/2014: 44%; A partir de 23/06/2014: 45% (Circular Bacen 3.497 de 24/06/2010). 2 - Até 15/07/2012: alíquota de 12% (Circular Bacen 3.514 de 03/12/2010); De 16/07/2012 a 30/09/2012: 6%; A partir de 01/10/2012: 0% (Circular Bacen 3.609 de 14/09/2012). 3 - Até 30/06/2012: 28%; (MCR 6-2 alterado pela Resolução Bacen 3.746 de 30/06/2009); após 1/07/2012: 34% (Circular Bacen 4,096 de 29/06/2012). 4 - Resolução Bacen 3.422, de 30/11/2006. 5 - Até 25/06/2010: alíquota de 15%; de 28/06/2010 até 24/06/2011: 16%; De 27/06/2011 até 29/06/2012: 17%; De 02/07/2012 até 28/06/2013: 18%; De 01/07/2013 até 27/06/2014: 19%; A partir de 30/06/0214 até 26/06/2015: 20% (Resolução Bacen 3.705 de 26/03/2009). 6 - Circular Bacen 3.486, de 24/02/2010. 7 - Até 30/06/2010: 70%; de 01/07/2010 a 30/06/2011: 69%; De 01/07/2011 a 30/06/2012: 68%; De 01/07/2012 a 30/06/2013: 67%; De 01/07/2013 a 30/06/2014: 66%; A partir de 01/07/0214 até 30/06/2015: 65% (Resolução Bacen 3.705 de 26/03/2009). 8 - Até 05/12/2010: alíquota de 15% (Circular Bacen 3.485 de 24/02/2010); A partir de 06/12/2010: 20% (Circular Bacen 3.513 de 03/12/2010). 9 - Até 03/12/2010: alíquota de 8% (Circular Bacen 3.486 de 24/02/2010); A partir de 06/12/2010: 12% (Circular Bacen 3.514 de 03/12/2010). 10 - Circular Bacen 3.223, de 06/02/2004. 28

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 2 - Demonstrações Contábeis Resumidas 2.1. Balanço Patrimonial Resumido Tabela 24. Balanço Patrimonial Resumido Ativo Saldos Var. % hões Dez/11 Set/12 Dez/12 s/dez/11 s/set/12 ATIVO 981.230 1.103.913 1.150.486 17,2 4,2 Circulante e Realizável a Longo Prazo 957.800 1.080.698 1.126.830 17,6 4,3 Disponibilidades 10.034 14.495 12.311 22,7 (15,1) Aplic. Interfinanceiras de Liquidez 166.288 214.511 219.323 31,9 2,2 TVM e Instr. Financ. Derivativos 168.230 180.069 184.357 9,6 2,4 Títulos Disponíveis para Negociação 63.257 67.923 74.711 18,1 10,0 Títulos Disponíveis para Venda 88.385 94.366 95.321 7,8 1,0 Títulos Mantidos até o Vencimento 15.191 16.227 12.910 (15,0) (20,4) Instrumentos Financeiros Derivativos 1.397 1.554 1.415 1,3 (9,0) Relações Interfinanceiras 96.342 91.876 83.401 (13,4) (9,2) Depósitos no Banco Central 93.660 85.478 80.098 (14,5) (6,3) Compuls. s/ Depósitos não Remunerados 14.307 12.293 15.741 10,0 28,0 Compuls. s/ Depósitos Remunerados 79.353 73.185 64.357 (18,9) (12,1) Demais 2.682 6.398 3.303 23,1 (48,4) Relações Interdependências 335 218 468 39,5 114,6 Operações de Crédito 379.045 427.030 469.713 23,9 10,0 Setor Público 8.486 8.642 10.768 26,9 24,6 Setor Privado 388.781 438.559 477.885 22,9 9,0 Vinculadas à Cessão - 412 1.581-283,4 (PCLD) (18.222) (20.583) (20.522) 12,6 (0,3) Operações de Arrendamento Mercantil 2.851 2.111 1.883 (34,0) (10,8) Op. de Arrend. e Subarrend. a Receber 3.064 2.256 2.011 (34,4) (10,9) (PCLD de Arrendamento Mercantil) (213) (145) (128) (40,0) (11,8) Outros Créditos 129.554 145.843 151.466 16,9 3,9 Créd. por Avais e Fianças Honrados 77 104 108 40,2 2,9 Carteira de Câmbio 17.615 18.469 17.276 (1,9) (6,5) Rendas a Receber 1.410 1.699 1.818 28,9 7,0 Negoc. e Intermed. de Valores 317 903 601 89,5 (33,5) Créditos Específicos 1.146 1.234 1.264 10,2 2,4 Créd. de Oper. de Seg., Previd. e Capitaliz. 1.742 2.277 2.194 26,0 (3,6) Crédito Tributário 22.754 25.988 24.981 9,8 (3,9) Ativo Atuarial 13.372 14.783 16.249 21,5 9,9 Fundo Paridade 1.608 1.715 741 (54,0) (56,8) Deved. por Depósitos em Garantia 25.584 27.502 28.082 9,8 2,1 Fundo Destinação Superávit - PREVI 8.030 8.337 8.458 5,3 1,5 Fundo de Destinação 3.684 2.853 2.374 (35,6) (16,8) Fundo de Contribuição 1.096 849 727 (33,7) (14,4) Fundo de Utilização 3.249 4.634 5.358 64,9 15,6 Diversos 37.564 44.222 51.171 36,2 15,7 (Provisão para Outros Créditos) (1.665) (1.392) (1.476) (11,3) 6,1 (Com Caract. de Concessão de Crédito) (580) (554) (560) (3,4) 1,2 (Sem Caract. de Concessão de Crédito) (1.085) (838) (916) (15,6) 9,3 Outros Valores e Bens 5.120 4.543 3.909 (23,7) (14,0) Outros Valores e Bens 468 531 557 18,9 5,0 (Provisões para Desvalorizações) (188) (173) (195) 3,6 13,0 Despesas Antecipadas 4.840 4.186 3.547 (26,7) (15,3) Permanente 23.430 23.215 23.656 1,0 1,9 Investimentos 7.973 7.990 7.640 (4,2) (4,4) Imobilizado de Uso 5.589 5.945 6.637 18,7 11,6 Intangível 9.736 9.201 9.309 (4,4) 1,2 Diferido 132 79 70 (46,6) (10,9) 29

Capítulo 2 Demonstrações Contábeis Resumidas Tabela 25. Balanço Patrimonial Resumido Passivo Saldos Var. % hões Dez/11 Set/12 Dez/12 s/dez/11 s/set/12 PASSIVO 981.230 1.103.913 1.150.486 17,2 4,2 Circulante e Exigível a Longo Prazo 922.467 1.039.460 1.084.029 17,5 4,3 Depósitos 442.386 476.073 472.085 6,7 (0,8) Depósitos à Vista 62.016 61.486 74.760 20,5 21,6 Depósitos de Poupança 100.110 112.098 117.744 17,6 5,0 Depósitos Interfinanceiros 14.450 15.733 16.569 14,7 5,3 Depósitos a Prazo 265.809 286.756 263.013 (1,1) (8,3) Captações no Mercado Aberto 195.175 214.430 225.787 15,7 5,3 Operações Compromissadas com Títulos Privados 664 8.444 9.554 1.339,1 13,1 Recursos de Aceites e Emissão de Títulos 32.323 53.737 70.670 118,6 31,5 Letras de Crédito do Agronegócio 7.422 22.807 34.005 358,2 49,1 Demais Letras Bancárias 8.717 9.552 9.923 13,8 3,9 Obrig. por TVM no Exterior 16.185 21.379 26.743 65,2 25,1 Relações Interfinanceiras 24 3.280 24 0,7 (99,3) Relações Interdependências 3.819 2.127 5.180 35,6 143,5 Obrigações por Empréstimos 12.257 13.398 14.081 14,9 5,1 Empréstimos no País - Outras Instituições 121 408 409 237,6 0,0 Empréstimos no Exterior 12.136 12.989 13.672 12,7 5,3 Obrig. por Repasses do País - Inst. Oficiais 50.991 52.763 63.519 24,6 20,4 Tesouro Nacional 1.722 1.033 713 (58,6) (31,0) BNDES 28.978 32.195 41.763 44,1 29,7 CEF 338 607 895 164,7 47,5 Finame 17.506 18.438 19.494 11,4 5,7 Outras Instituições 2.446 490 653 (73,3) 33,2 Obrigações por Repasses do Exterior 102 96 87 (14,5) (8,6) Instrumentos Financeiros Derivativos 3.621 3.624 3.439 (5,0) (5,1) Outras Obrigações 181.768 219.932 229.156 26,1 4,2 Cobrança e Arrec. de Trib. e Assemelhados 360 5.121 419 16,3 (91,8) Carteira de Câmbio 28.416 25.067 26.404 (7,1) 5,3 Sociais e Estatutárias 2.122 1.521 1.818 (14,4) 19,5 Fiscais e Previdenciárias 28.057 30.244 30.913 10,2 2,2 Negociação e Intermediação de Valores 836 1.190 1.231 47,3 3,5 Prov. Técnicas de Seg., Prev. e Capitalização 45.023 55.187 60.234 33,8 9,1 Fundos Financeiros e de Desenvolvimento 4.002 4.667 5.089 27,1 9,0 Instrumentos Híbridos de Capital e Dívida 2.846 15.138 15.061 429,2 (0,5) Operações Especiais 2 2 2 0,4 0,0 Dívida Subordinada 30.885 40.252 40.676 31,7 1,1 Passivo Atuarial 7.142 7.061 6.714 (6,0) (4,9) Diversas 32.077 34.482 40.595 26,6 17,7 Resultados de Exercícios Futuros 347 350 387 11,7 10,7 Patrimônio Líquido 58.416 64.104 66.070 13,1 3,1 Capital 33.123 33.123 48.400 46,1 46,1 Reservas de Reavaliação 5 5 5 (1,8) (0,4) Reservas de Lucros 24.121 27.030 16.132 (33,1) (40,3) Ajuste Valor de Mercado -TVM e Derivativos 724 1.561 1.420 96,2 (9,0) Lucros ou Prejuízos Acumulados - 79 - - - (Ações em Tesouraria) (0) (162) (461) - - Participações Minoritárias nas Controladas 444 559 574 29,3 2,7 Contas de Resultado - 1.910 - - - 30

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 2.2. Demonstração Resumida do Resultado Societário Tabela 26. Demonstração Resumida do Resultado Societário Fluxo Trimestral Var. % Fluxo Anual Var. % hões 4T11 3T12 4T12 s/4t11 s/3t12 2011 2012 s/2011 Rec. da Intermed. Financeira 25.172 24.225 23.846 (5,3) (1,6) 99.661 100.067 0,4 Operações de Crédito 15.944 15.952 16.440 3,1 3,1 61.998 66.100 6,6 Op. Arrendam. Mercantil 116 97 (22) - - 616 346 (43,8) Result. Operações com TVM 7.189 6.623 6.255 (13,0) (5,6) 30.849 27.982 (9,3) Result. Instrum. Finan. Derivativos (403) (206) (409) 1,3 98,8 (1.461) (1.434) (1,8) Result. Operações de Câmbio 190 116 168 (11,9) 45,3 (374) 147 - Result. Aplicações Compulsórias 1.923 1.388 1.117 (41,9) (19,5) 7.231 5.925 (18,1) Op. Venda / Transf. Ativos Financ. - 87 89-2,0-246 - Result. Fin. Oper. Seg., Previ. e Cap. 212 168 207 (2,4) 23,5 803 755 (6,0) Desp. Intermed. Financeira (18.226) (17.316) (16.132) (11,5) (6,8) (73.554) (72.360) (1,6) Op. Captação no Mercado¹ (13.709) (12.481) (11.684) (14,8) (6,4) (54.370) (51.112) (6,0) Op. Emprést., Cessões e Repasses¹ (1.305) (1.220) (1.125) (13,8) (7,8) (7.210) (7.376) 2,3 PCLD (3.211) (3.615) (3.323) 3,5 (8,1) (11.975) (13.872) 15,8 Result. Bruto Interm. Financeira 6.946 6.909 7.714 11,1 11,7 26.107 27.707 6,1 Outras Rec.(Desp.) Operac. (2.128) (3.290) (2.382) 11,9 (27,6) (7.600) (10.480) 37,9 Rec. Prestação de Serviços 3.374 3.591 3.784 12,1 5,4 12.213 14.486 18,6 Rendas de Tarifas Bancárias 1.652 1.689 1.700 2,9 0,7 6.028 6.586 9,2 Despesas de Pessoal (4.260) (4.183) (4.406) 3,4 5,3 (14.913) (16.503) 10,7 Outras Despesas Administrativas (3.664) (4.062) (4.018) 9,7 (1,1) (13.422) (16.013) 19,3 Outras Despesas Tributárias (1.129) (1.109) (1.154) 2,2 4,0 (4.259) (4.416) 3,7 Result. Part. Colig. e Controladas 56 (8) (76) - 854,3 455 264 (42,0) Result. Op. Seg., Prev. e Capitalização 515 595 629 22,1 5,7 2.265 2.349 3,7 Outras Receitas Operacionais 3.290 2.465 3.506 6,6 42,2 12.978 11.735 (9,6) Outras Despesas Operacionais¹ (1.963) (2.268) (2.347) 19,6 3,5 (8.945) (8.966) 0,2 Resultado Operacional 4.818 3.619 5.332 10,7 47,3 18.507 17.227 (6,9) Resultado Não Operacional 9 60 1.099 12.281,9 1.720,9 225 1.210 436,9 Result. Antes Tribut. s/ Lucro 4.826 3.679 6.431 33,2 74,8 18.732 18.437 (1,6) IR e CS (1.372) (522) (1.826) 33,1 250,0 (4.722) (4.241) (10,2) Part. Estatutárias no Lucro (443) (386) (600) 35,4 55,7 (1.791) (1.835) 2,5 Participações Minoritárias (39) (44) (37) (5,0) (15,9) (93) (156) 67,3 Lucro Líquido 2.972 2.728 3.967 33,5 45,5 12.126 12.205 0,7 1 - Série histórica revisada desde o 1º trimestre de 2011, por contabilização das despesas referentes aos prêmios pagos a clientes decorrentes de depósitos judiciais e atualização de recursos liberados no âmbito do BB Crédito Imobiliário de acordo com a resolução CMN 3.706/09 nas Despesas de Captação de Mercado, que anteriormente compunham as Outras Despesas Operacionais. Adicionalmente, a série histórica das Despesas de Operações de Empréstimos, Cessões e Repasses também foi revisada desde o 1T11 por contabilização das despesas referentes à remuneração sobre recursos destinados a pagamento de benefícios do INSS e atualização dos recursos a devolver ao Tesouro Nacional, que anteriormente compunham as Outras Despesas Operacionais. 31

Capítulo 2 Demonstrações Contábeis Resumidas 2.3. Demonstração do Resultado com Realocações Tabela 27. Demonstração do Resultado com Realocações Fluxo Trimestral Var. % Fluxo Anual Var. % hões 4T11 3T12 4T12 s/4t11 s/3t12 2011 2012 s/2011 Receitas da Intermediação Financeira 25.970 25.084 24.868 (4,2) (0,9) 102.849 104.525 1,6 Operações de Crédito (1) 16.717 16.756 17.449 4,4 4,1 64.486 69.489 7,8 Operações de Arrendamento Mercantil 116 97 (22) - - 616 346 (43,8) Resultado de Operações com TVM 7.189 6.623 6.255 (13,0) (5,6) 30.849 27.982 (9,3) Resultado com Inst. Financeiros Derivativos (403) (206) (409) 1,3 98,8 (1.461) (1.434) (1,8) Resultado de Operações de Câmbio 190 116 168 (11,9) 45,3 (374) 147 - Resultado das Aplicações Compulsórias 1.923 1.388 1.117 (41,9) (19,5) 7.231 5.925 (18,1) Oper. de Venda ou de Transf. de Ativos Financ. - 87 89-2,0-246 - Res. Fin. das Op. de Seg., Previd. e Capitaliz. 212 168 207 (2,4) 23,5 803 755 (6,0) Ganho(Perda) Cambial s/ PL no Ext. (2) 9 21 (9) - - 433 357 (17,5) Outros Rec. Op. com Caract. de Interm. (3) (4) (5) (5) (1) (3) (37,7) 188,4 (75) 397 - Hedge Fiscal (6) (7) 20 34 25 24,8 (25,5) 341 315 (7,8) Despesa da Intermediação Financeira (15.153) (13.833) (12.835) (15,3) (7,2) (62.019) (58.796) (5,2) Operações de Captação no Mercado¹ (8) (9) (13.847) (12.613) (11.950) (13,7) (5,3) (54.809) (51.660) (5,7) Op. de Emp., Cessões e Repasses¹ (10) (1.305) (1.220) (885) (32,2) (27,5) (7.210) (7.136) (1,0) Margem Financeira Bruta 10.817 11.251 12.033 11,2 6,9 40.830 45.729 12,0 Prov. p/ Créd. de Liquid. Duvidosa (11) (12) (2.892) (3.764) (3.636) 25,7 (3,4) (11.827) (14.651) 23,9 Margem Financeira Líquida 7.925 7.488 8.398 6,0 12,1 29.003 31.078 7,2 Rendas de Tarifas 5.027 5.280 5.484 9,1 3,9 18.242 21.071 15,5 Receitas de Prestação de Serviços 3.374 3.591 3.784 12,1 5,4 12.213 14.486 18,6 Rendas de Tarifas Bancárias 1.652 1.689 1.700 2,9 0,7 6.028 6.586 9,2 Res. de Op. com Seg., Prev. e Capitaliz. 515 595 629 22,1 5,7 2.265 2.349 3,7 Despesas Tributárias s/ Faturamento (6) (13) (1.071) (1.049) (1.088) 1,6 3,8 (4.081) (4.183) 2,5 Margem de Contribuição 12.397 12.315 13.422 8,3 9,0 45.429 50.315 10,8 Despesas Administrativas (6.966) (7.123) (7.499) 7,6 5,3 (24.752) (28.194) 13,9 Despesas de Pessoal (14) (3.954) (4.001) (4.211) 6,5 5,2 (13.943) (15.777) 13,1 Outras Despesas Administrativas (15) (16) (17) (3.012) (3.122) (3.288) 9,2 5,3 (10.809) (12.417) 14,9 Outras Despesas Tributárias (13) (61) (64) (68) 12,0 6,6 (216) (268) 24,2 Resultado Comercial 5.370 5.128 5.855 9,0 14,2 20.461 21.854 6,8 Risco Legal (4) (463) (219) 5.928,6 (52,7) (860) (1.539) 79,0 Demandas Cíveis (15) (18) (24) 275 (281) (23) - (91,6) (135) (813) 501,5 Demandas Trabalhistas (14) (19) (278) (182) (196) (29,7) 7,3 (724) (726) 0,2 Outros Componentes do Resultado (435) (761) (590) 35,6 (22,4) (687) (2.539) 269,3 Res. de Part. em Colig. e Control. (2) 47 (29) (67) - 128,5 22 (94) - Res. De Outras Receitas/Despesas Operac. (482) (731) (523) 8,6 (28,4) (709) (2.445) 244,8 Outras Rec Op. (1) (3) (5) (10) (18) (19) (20) (21) 1.641 1.368 1.578 (3,8) 15,4 5.939 5.795 (2,4) PREVI (20) 531 287 287 (45,9) (0,0) 2.981 1.355 (54,5) Outras Desp Op.¹ (4) (9) (11) (16) (17) (21) (2.654) (2.386) (2.389) (10,0) 0,1 (9.629) (9.595) (0,4) Resultado Operacional 4.931 3.904 5.046 2,3 29,2 18.914 17.776 (6,0) Resultado Não Operacional (22) (23) 9 60 (4) - - 56 107 89,4 Resultado Antes da Trib. s/ o Lucro 4.940 3.964 5.042 2,1 27,2 18.970 17.883 (5,7) IR e Contribuição Social (7) (25) (27) (1.425) (891) (1.324) (7,1) 48,7 (5.388) (4.455) (17,3) Benefício Fiscal de JCP 318 327 338 6,4 3,4 1.221 1.342 9,9 Participações Estatutárias no Lucro (26) (450) (372) (500) 11,0 34,2 (1.737) (1.745) 0,4 Participações Minoritárias (39) (44) (37) (5,0) (15,9) (93) (156) 67,3 Lucro Líquido Ajustado 3.025 2.657 3.180 5,1 19,7 11.751 11.528 (1,9) Itens Extraordinários (53) 70 787-1.016,7 375 678 80,9 Alienação de Participações (22) - - - - - 169 - - Planos Econômicos (8) (24) (95) (255) (167) 76,3 (34,4) (103) (968) 843,1 Eficiência Tributária (25) - 244 - - - 386 244 (36,9) Reversão de PCLD Adicional (12) - - 476 - - - 699 - Alienação de Imóveis (23) - - 1.103 - - - 1.103 - Ef. Fiscais e PLR sobre Itens Extraord. (26) (27) 42 81 (625) - - (78) (401) 413,2 Lucro Líquido 2.972 2.728 3.967 33,5 45,5 12.126 12.205 0,7 1 - Série histórica revisada desde o 1º trimestre de 2011, por contabilização das despesas referentes aos prêmios pagos a clientes decorrentes de depósitos judiciais e atualização de recursos liberados no âmbito do BB Crédito Imobiliário de acordo com a resolução CMN 3.706/09 nas Despesas de Captação de Mercado, que anteriormente compunham as Outras Despesas Operacionais. Adicionalmente, a série histórica das Despesas de Operações de Empréstimos, Cessões e Repasses também foi revisada desde o 1T11 por contabilização das despesas referentes à remuneração sobre recursos destinados a pagamento de benefícios do INSS e atualização dos recursos a devolver ao Tesouro Nacional, que anteriormente compunham as Outras Despesas Operacionais. 32

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 2.3.1 Abertura das Realocações Neste capítulo são demonstrados os ajustes realizados na Demonstração do Resultado Societário para a obtenção da DRE com Realocações. Tais ajustes têm por objetivo: a) segregar os itens extraordinários e apresentar o lucro líquido ajustado do período; b) alterar a disposição dos itens de receitas e despesas, para possibilitar um melhor entendimento do negócio e do desempenho da empresa; c) permitir que a Margem Financeira Bruta (MFB) registrada no período reflita, efetivamente, o ganho de todos os ativos rentáveis, buscando informar ao mercado qual é o spread obtido pela divisão dessa margem pelo saldo médio dos ativos rentáveis. Para tal foi necessário: I - Integrar, na MFB, as rendas com características de intermediação financeira contabilizadas em outras receitas operacionais provenientes de ativos rentáveis registrados no grupamento de outros créditos do balanço patrimonial; II - Identificar, em item específico dentro da MFB, o ganho (perda) cambial sobre os ativos e passivos no exterior; III - Manter na MFB valores relativos a reajustes cambiais negativos e reversão de despesas que foram contabilizados em outras receitas / despesas operacionais para evitar inversão de saldo de rubricas, cujas naturezas são de intermediação financeira; IV - Identificar e anular os efeitos de operações de hedge fiscal, contratadas a partir do 4T08, sobre a taxa efetiva de imposto e sobre a MFB; V Integrar, na MFB, todas as despesas de captação relativas à emissão de Dívidas Subordinadas e Instrumentos Híbridos de Capital e Dívida. A seguir apresentamos demonstrativo de todas as realocações realizadas no período: 33

Capítulo 2 Demonstrações Contábeis Resumidas Tabela 28. Demonstrativo das Realocações e Itens Extraordinários hões ITEM DE P ARA EV ENTO 4 T11 3 T12 4 T12 2 0 11 2 0 12 1 Outras Receitas Operacionais Receitas de Operações de Crédito Receitas de Equalização - Safra Agrícola 773,6 804,8 1.009,0 2.487,7 3.389,0 2 Res. de Part. em Coligadas e Controladas Ganho(Perda) Cambial s/ PL no Ext. Ganho(Perda) Cambial s/ PL no Ext. 9,2 21,4 (9,3) 433,3 357,5 3 Outras Receitas Operacionais Outras Rec. de Op. c/ Caract. de Int. Fin. Reajuste Cambial 9,3 5,4 7,2 957,4 500,9 4 Outras Despesas Operacionais Outras Rec. de Op. c/ Caract. de Int. Fin. Reajuste Cambial (14,6) (6,6) (10,5) (1.075,1) (104,2) 5 Outras Receitas Operacionais Outras Rec. de Op. c/ Caract. de Int. Fin. Rec. Operac. com Caract. de Interm. Financeira - - - 42,6-6 Despesas Tributárias s/ Faturamento Hedge Fiscal Hedge Fiscal 2,2 3,7 2,8 37,1 34,2 7 Imposto de Renda e Contribuição Social Hedge Fiscal Hedge Fiscal 18,2 30,4 22,7 304,2 280,6 8 Operações de Captação no M ercado Planos Econômicos Planos Econômicos - (125,6) (96,9) - (493,2) 9 Outras Despesas Operacionais Operações de Captação no M ercado Despesa de Captação - Dívida Subordinada e IHCD (138,4) (257,2) (362,8) (439,2) (1.040,9) 10 Outras Receitas Operacionais Operações de Empréstimos, Cessões e Repasses Reversão de Despesa com Recursos do Pronaf - - 240,1-240,1 11 Prov. p/ Créditos de Liquidação Duvidosa Outras Despesas Operacionais PCLD sem Caract. de Int. Financeira (319,8) 148,5 (163,4) (147,9) 80,3 12 Prov. p/ Créditos de Liquidação Duvidosa Reversão de PCLD Adicional Reversão de PCLD Adicional - - 476,3-699,1 13 Outras Despesas Tributárias Despesas Tributárias s/ Faturamento Despesas Tributárias s/ Faturamento (1.068,5) (1.044,9) (1.085,5) (4.043,6) (4.148,4) 14 Despesas de Pessoal Demandas Trabalhistas Provisão para Demandas Trabalhistas (306,2) (182,3) (195,5) (969,1) (726,7) 15 Outras Despesas Administrativas Demandas Cíveis Despesas de Demandas Judiciais (127,8) (410,0) (93,9) (562,7) (1.357,3) 16 Outras Despesas Administrativas Outras Despesas Operacionais Despesa de Amortização do Banco Postal - (60,0) (60,0) - (180,0) 17 Outras Despesas Administrativas Outras Despesas Operacionais Verba de Relacionamento Negocial (523,5) (470,4) (575,9) (2.051,1) (2.058,6) 18 Outras Receitas Operacionais Demandas Cíveis Reversão de Passivos Contigentes 307,5 0,0-324,9 69,7 19 Outras Receitas Operacionais Demandas Trabalhistas Reversão de Passivos Trabalhistas 28,0 - - 244,6 0,9 20 Outras Receitas Operacionais PREVI Revisão dos Ativos e Passivos Atuariais da Previ 530,6 287,3 287,3 2.981,3 1.355,2 21 Outras Receitas Operacionais Outras Despesas Operacionais Reversão de Provisão - Passivo Previdenciário - - 384,1-384,1 22 Resultado Não Operacional Alienação de Participações Alienação de Participações - - - 168,9-23 Resultado Não Operacional Alienação de Imóveis Alienação de Imóveis - - 1.103,0-1.103,0 24 Demandas Cíveis Planos Econômicos Planos Econômicos (94,9) (129,3) (70,4) (102,6) (474,8) 25 Imposto de Renda e Contribuição Social Eficiência Tributária Eficiência Tributária - 243,9-386,4 243,9 26 Participações Estatutárias no Lucro Efeitos Fiscais e PLR s/ Itens Extraordinários Efeitos Fiscais e PLR s/ Itens Extraordinários 6,9 (13,2) (100,4) (53,3) (90,4) 27 Imposto de Renda e Contribuição Social Efeitos Fiscais e PLR s/ Itens Extraordinários Efeitos Fiscais e PLR s/ Itens Extraordinários 35,2 94,6 (524,6) (24,7) (310,1) 34

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 2.3.2 Glossário de Realocações (1) Referente às receitas de equalização de encargos sobre as operações de crédito rural. Os cálculos para equalização das taxas de juros são baseados nas portarias do Ministério da Fazenda, que determinam as fórmulas de cálculo, de acordo com a fonte de recursos. (2) Corresponde ao resultado das variações dos direitos e obrigações relativas a variações cambiais incorridas pela atualização periódica dos empréstimos e financiamentos pagáveis em moeda estrangeira. (3) a (5) Inclui as receitas e despesas financeiras de câmbio além de outras receitas operacionais com características de intermediação financeira. (6) e (7) Mecanismo para reduzir os efeitos de variação cambial sobre o resultado. (8) e (24) Despesas com provisão proveniente de ações judiciais referentes aos planos econômicos. (9) Despesas referentes às Dívidas Subordinadas e Instrumentos Híbridos de Capital e Dívida contabilizadas em outras despesas operacionais. (10) Reversão da despesa de atualização de recursos do Pronaf contabilizada em outras receitas operacionais. (11) Despesas com PCLD para créditos sem característica de intermediação financeira. (12) Reversão parcial de provisão adicional para créditos de liquidação duvidosa constituída em exercícios anteriores. (13) Despesas tributárias realocadas para compor a margem de contribuição. (14) Despesas provenientes de demandas trabalhistas. (15) Despesas provenientes de demandas cíveis. (16) Despesa de amortização do intangível relacionado ao Banco Postal. (17) Parcela da verba de relacionamento negocial contabilizada em outras despesas administrativas. (18) Reversão de saldos que, por força do plano de contas do Bacen (COSIF), não pôde ser contabilizada em Outras Despesas Administrativas na DRE societária. (19) Reversão de saldos que, por força do plano de contas do Bacen (COSIF), não pôde ser contabilizada em Despesas de Pessoal na DRE societária. (20) Receitas oriundas da revisão dos ativos e passivos atuariais da Previ. (21) Reversão de despesa de provisão relativa ao passivo previdenciário do Banco, contabilizada em outras receitas operacionais. (22) Alienação parcial de investimentos do conglomerado BB. No 2T11, venda de participação na Visa Internacional e na Mastercard. (23) Alienação de Imóveis para lançamento do Fundo Imobiliário BB Progressivo II. (25) Receita referente à eficiência tributária gerada pelo Banco do Brasil em revisão periódica da base fiscal. (26) e (27) Segregação dos efeitos de itens extraordinários do período sobre o pagamento de Participações nos Lucros e Resultados (PLR), e a unificação dos efeitos desses itens sobre os impostos (IR e CSLL). A tabela a seguir demonstra isoladamente o efeito de cada item extraordinário nos impostos e na PLR. Tabela 29. Efeitos Fiscais e Participação nos Lucros e Resultados sobre Itens Extraordinários Fluxo Trimestral Var. % Fluxo Anual Var. % hões 4T11 3T12 4T12 s/4t11 s/3t12 2011 2012 s/2011 Alienação de Participações - - - - - (75) - - Planos Econômicos 42 113 74 75,9 (34,4) 46 429 841,5 Eficiência Tributária - (32) - - - (49) (32) (35,4) Reversão de PCLD Adicional - - (211) - - - (309) - Fundo Imobiliário - - (488) - - - (488) - Total 42 81 (625) - - (78) (401) 413,2 35

Capítulo 2 Demonstrações Contábeis Resumidas 2.4. Receitas e Despesas Operacionais Totais A seguir é apresentada tabela com o reagrupamento das receitas e das despesas da DRE com Realocações, com objetivo de evidenciar o percentual de consumo das despesas operacionais totais em relação ao total de receitas. Tabela 30. Receitas e Despesas Operacionais Totais Saldos hões 4T11 Part. % 3T12 Part. % 4T12 Part. % 2011 Part. % 2012 Part. % Receitas Operacionais Totais 15.924 100,0 16.366 100,0 17.556 100,0 60.649 100,0 66.611 100,0 Margem Financeira Bruta 10.817 67,9 11.251 68,7 12.033 68,5 40.830 67,3 45.729 68,7 Rendas de Tarifas 5.027 31,6 5.280 32,3 5.484 31,2 18.242 30,1 21.071 31,6 Res. de Oper. com Seg., Previd. e Capitaliz. 515 3,2 595 3,6 629 3,6 2.265 3,7 2.349 3,5 Result. Partic. em Coligadas e Controladas 47 0,3 (29) (0,2) (67) (0,4) 22 0,0 (94) (0,1) Outras Receitas Operacionais 1.641 10,3 1.368 8,4 1.578 9,0 5.939 9,8 5.795 8,7 PREVI 531 3,3 287 1,8 287 1,6 2.981 4,9 1.355 2,0 Outras Despesas Operacionais (2.654) (16,7) (2.386) (14,6) (2.389) (13,6) (9.629) (15,9) (9.595) (14,4) Despesas Operacionais Totais (10.993) (69,0) (12.462) (76,1) (12.510) (71,3) (41.736) (68,8) (48.834) (73,3) Despesas Administrativas Ampliadas (6.970) (43,8) (7.586) (46,4) (7.718) (44,0) (25.612) (42,2) (29.732) (44,6) Despesas Administrativas (6.966) (43,7) (7.123) (43,5) (7.499) (42,7) (24.752) (40,8) (28.194) (42,3) Despesas de Pessoal (3.954) (24,8) (4.001) (24,4) (4.211) (24,0) (13.943) (23,0) (15.777) (23,7) Outras Despesas Administrativas (3.012) (18,9) (3.122) (19,1) (3.288) (18,7) (10.809) (17,8) (12.417) (18,6) Risco Legal (4) (0,0) (463) (2,8) (219) (1,2) (860) (1,4) (1.539) (2,3) Outras Despesas Tributárias (61) (0,4) (64) (0,4) (68) (0,4) (216) (0,4) (268) (0,4) Despesas Tributárias s/ Faturamento (1.071) (6,7) (1.049) (6,4) (1.088) (6,2) (4.081) (6,7) (4.183) (6,3) Prov. Créditos de Liquid. Duvidosa (2.892) (18,2) (3.764) (23,0) (3.636) (20,7) (11.827) (19,5) (14.651) (22,0) Resultado Operacional 4.931 31,0 3.904 23,9 5.046 28,7 18.914 31,2 17.776 26,7 Resultado Não Operacional 9 0,1 60 0,4 (4) (0,0) 56 0,1 107 0,2 Resultado Antes da Trib. s/ o Lucro 4.940 31,0 3.964 24,2 5.042 28,7 18.970 31,3 17.883 26,8 Imposto de Renda e Participações no Lucro (1.875) (11,8) (1.263) (7,7) (1.824) (10,4) (7.126) (11,7) (6.200) (9,3) Participações Minoritárias (39) (0,2) (44) (0,3) (37) (0,2) (93) (0,2) (156) (0,2) Lucro Líquido Ajustado 3.025 19,0 2.657 16,2 3.180 18,1 11.751 19,4 11.528 17,3 Itens Extraordinários (53) (0,3) 70 0,4 787 4,5 375 0,6 678 1,0 Lucro Líquido 2.972 18,7 2.728 16,7 3.967 22,6 12.126 20,0 12.205 18,3 36

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 3 - Crédito 3.1. Carteira de Crédito A seguir apresentamos os conceitos fundamentais para o correto entendimento das informações constantes nas tabelas deste capítulo. a) Carteira de Crédito Classificada: carteira de crédito contabilizada segundo os critérios estabelecidos pela Resolução 2.682/99 do Conselho Monetário Nacional (CMN). b) Carteira de Crédito Orgânica: corresponde à carteira de crédito classificada excluindo-se as operações provenientes do Banco Votorantim e de carteiras adquiridas. c) Carteira de Crédito Ampliada: corresponde à carteira de crédito classificada adicionada das operações com títulos e valores mobiliários privados adquiridos pelo Banco do Brasil e das garantias prestadas. c.1) TVM Privados: são operações caracterizadas pela aquisição de títulos e valores mobiliários (commercial papers e debêntures) emitidos por empresas privadas. c.2) Garantias: são operações onde o BB garante a liquidação financeira dos contratos (aval e fiança). Tabela 31. Carteira de Crédito Classificada e Ampliada Saldos Var. % hões Dez/11 Part. % Set/12 Part. % Dez/12 Part. % s/dez/11 s/set/12 Carteira de Crédito Classificada (a) 422.988 100,0 480.744 100,0 525.672 100,0 24,3 9,3 País 390.508 92,3 439.280 91,4 480.626 91,4 23,1 9,4 Pessoa Física 130.561 30,9 143.577 29,9 151.869 28,9 16,3 5,8 CDC Consignação 51.246 12,1 57.066 11,9 58.589 11,1 14,3 2,7 CDC Salário 15.327 3,6 17.296 3,6 17.118 3,3 11,7 (1,0) Financiamento de Veículos 31.329 7,4 33.047 6,9 35.887 6,8 14,5 8,6 Financiamento Imobiliário 6.035 1,4 8.516 1,8 10.202 1,9 69,0 19,8 Cartão de Crédito 13.193 3,1 13.643 2,8 15.888 3,0 20,4 16,5 Cheque Especial 2.554 0,6 2.804 0,6 2.459 0,5 (3,7) (12,3) Demais 10.877 2,6 11.206 2,3 11.725 2,2 7,8 4,6 Pessoa Jurídica 171.289 40,5 198.046 41,2 221.774 42,2 29,5 12,0 MPE 68.062 16,1 80.001 16,6 88.926 16,9 30,7 11,2 Médias e Grandes 103.227 24,4 118.045 24,6 132.848 25,3 28,7 12,5 Agronegócio 88.658 21,0 97.656 20,3 106.984 20,4 20,7 9,6 Pessoa Física 57.194 13,5 65.842 13,7 74.051 14,1 29,5 12,5 Pessoa Jurídica 31.465 7,4 31.815 6,6 32.933 6,3 4,7 3,5 Exterior 32.480 7,7 41.464 8,6 45.046 8,6 38,7 8,6 TVM Privados e Garantias (b) 42.104 51.535 55.127 Carteira de Crédito Ampliada (a + b) 465.092 100,0 532.280 100,0 580.799 100,0 24,9 9,1 Pessoa Física 130.589 28,1 143.834 27,0 152.568 26,3 16,8 6,1 Pessoa Jurídica 210.166 45,2 247.083 46,4 273.828 47,1 30,3 10,8 Agronegócio 89.361 19,2 98.370 18,5 107.971 18,6 20,8 9,8 Exterior 34.976 7,5 42.993 8,1 46.431 8,0 32,8 8,0 Tabela 32. Crédito SFN¹ Saldos Var. % hões Dez/11 Mar/12 Jun/12 Set/12 Dez/12 s/dez/11 s/set/12 SFN 2.029.844 2.074.680 2.168.641 2.237.793 2.359.633 16,2 5,4 Pessoa Física 940.402 973.289 1.014.590 1.054.640 1.107.955 17,8 5,1 Pessoa Jurídica 1.089.442 1.101.391 1.154.050 1.183.153 1.251.678 14,9 5,8 Participação de Mercado BB - % 19,2 19,2 19,5 19,6 20,4 1 Informações extraídas da Nota para Imprensa do Banco Central do Brasil de dezembro de 2012. 37

Capítulo 3 Crédito 3.1.1 Carteira de Crédito Pessoa Física As tabelas a seguir apresentam as principais linhas de crédito destinadas às pessoas físicas. Ressalta-se que as linhas de crédito consignado e financiamento de veículos incluem o saldo das carteiras de crédito adquiridas com coobrigação, segundo Resolução CMN 3.533/08. Tabela 33. Carteira de Crédito Pessoa Física Saldos Var. % hões Dez/11 Part. % Set/12 Part. % Dez/12 Part. % s/dez/11 s/set/12 Carteira de Crédito Classificada 130.561 100,0 143.577 99,8 151.869 99,5 16,3 5,8 CDC 72.298 55,4 80.302 55,8 81.629 53,5 12,9 1,7 Crédito Consignado 51.246 39,2 57.066 39,7 58.589 38,4 14,3 2,7 Empréstimo Pessoal 5.725 4,4 5.940 4,1 5.922 3,9 3,4 (0,3) CDC Salário 15.327 11,7 17.296 12,0 17.118 11,2 11,7 (1,0) Financiamento Imobiliário 6.035 4,6 8.516 5,9 10.202 6,7 69,0 19,8 Financiamento de Veículos 31.329 24,0 33.047 23,0 35.887 23,5 14,5 8,6 Cartão de Crédito 13.193 10,1 13.643 9,5 15.888 10,4 20,4 16,5 Cheque Especial 2.554 2,0 2.804 1,9 2.459 1,6 (3,7) (12,3) Microcrédito 848 0,6 561 0,4 931 0,6 9,8 65,9 Demais 4.304 3,3 4.705 3,3 4.871 3,2 13,2 3,5 TVM Privados e Garantias 28 0,0 257 0,2 700 0,5 2.364,7 172,5 Carteira de Crédito Ampliada 130.589 100,0 143.834 100,0 152.568 100,0 16,8 6,1 Tabela 34. Crédito Pessoa Física¹ Participação de Mercado Dez/11 Set/12 Dez/12 hões BB SFN Part. % BB SFN Part. % BB SFN Part. % Crédito Consignado 51.246 159.097 32,2 57.066 181.497 31,4 58.589 187.913 31,2 Financiamento Imobiliário 6.035 200.494 3,0 8.516 256.415 3,3 10.202 277.047 3,7 Financiamento de Veículos 31.329 200.972 15,6 33.047 203.744 16,2 35.887 201.637 17,8 1 - Inclui carteiras de crédito adquiridas com coobrigação segundo Resolução CMN 3.533/08. A carteira de crédito classificada orgânica PF, ou seja, excluindo-se as carteiras adquiridas e 50% das operações do Banco Votorantim, registrou crescimento de 7,1% no trimestre e 25,9% sobre o mesmo período do ano anterior. Destaque para as operações de veículos originadas nas agências BB que cresceram 20,3% em relação ao último trimestre e 134,9% em relação ao final de 2011, totalizando saldo de R$ 11,0 bilhões. Desse total, 60,0% estão concentrados em clientes PF A e B que possuem conta corrente há mais de 10 anos, e outros 19,7% são operações contratadas por clientes que possuem conta corrente entre 5 e 10 anos. Além disso, 47,1% dos clientes recebem salário pelo Banco do Brasil. Na seção 3.1.4 deste relatório é apresentada a evolução do saldo da carteira de veículos desde a implantação do programa BOMPRATODOS. As operações de cartão de crédito, que registraram crescimento de 16,6% no trimestre, foram influenciadas positivamente pelo crescimento sazonal de compras no último trimestre de cada ano. 38

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 Tabela 35. Carteira de Crédito Classificada Orgânica - Pessoa Física Saldos Var. % hões Dez/11 Part. % Set/12 Part. % Dez/12 Part. % s/dez/11 s/set/12 Carteira Classificada Orgânica 91.846 100,0 107.984 100,0 115.615 100,0 25,9 7,1 CDC 60.310 65,7 68.704 63,6 70.351 60,8 16,6 2,4 Crédito Consignado 39.291 42,8 45.478 42,1 47.318 40,9 20,4 4,0 Empréstimo Pessoal 5.692 6,2 5.931 5,5 5.915 5,1 3,9 (0,3) CDC Salário 15.327 16,7 17.296 16,0 17.118 14,8 11,7 (1,0) Financiamento Imobiliário 6.035 6,6 8.516 7,9 10.202 8,8 69,0 19,8 Financiamento de Veículos 4.693 5,1 9.162 8,5 11.022 9,5 134,9 20,3 Cartão de Crédito 13.102 14,3 13.533 12,5 15.778 13,6 20,4 16,6 Cheque Especial 2.554 2,8 2.804 2,6 2.459 2,1 (3,7) (12,3) Microcrédito 848 0,9 561 0,5 931 0,8 9,8 65,9 Demais 4.304 4,7 4.705 4,4 4.871 4,2 13,2 3,5 Tabela 36. Composição da Carteira de Crédito Consignado Orgânica¹ Saldos Var. % hões Dez/11 Part. % Set/12 Part. % Dez/12 Part. % s/dez/11 s/set/12 Servidores Públicos 33.525 85,3 39.152 86,1 40.859 86,4 21,9 4,4 Aposentados e Pensionistas do INSS 3.596 9,2 4.032 8,9 4.140 8,8 15,1 2,7 Funcionário do Setor Privado 2.170 5,5 2.294 5,0 2.319 4,9 6,8 1,1 1 Até o 3T12, foi demonstrada abertura da carteira de crédito consignado classificada. Tabela 37. Carteiras Adquiridas¹ Saldos Var. % hões Dez/11 Mar/12 Jun/12 Set/12 Dez/12 s/dez/11 s/set/12 Crédito Consignado 8.855 8.515 8.334 8.004 7.684 (13,2) (4,0) Financiamento a Veículos 10.869 10.235 9.501 8.576 9.756 (10,2) 13,8 Total 19.724 18.750 17.835 16.580 17.441 (11,6) 5,2 1 - Inclui carteiras de crédito adquiridas com coobrigação segundo Resolução CMN 3.533/08. Tabela 38. Taxas e Prazos Médios hões Dez/11 Set/12 Dez/12 Banco do Brasil CDC Veículos¹ Taxa Média - % a.m. 1,58 1,29 1,26 Prazo Médio - meses 29 36 36 Financiamento Imobiliário Ticket Médio - 163,3 155,2 163,9 Prazo Médio - meses 260,3 278,0 281,0 Crédito Consignado¹ Taxa Média - % a.m. 2,06 1,95 1,90 Prazo Médio - meses 51 52 52 BV - Financiamento de Veículos Taxa Média - % a.m. 1,97 1,81 1,78 Prazo Médio - meses 46,4 44,1 44,6 1 Série revisada desde setembro/2011. A partir do 3T12, os prazos médios da carteira foram calculados ponderando o prazo restante das operações pelo saldo devedor apurado nos fechamentos de balancetes, ao contrário da metodologia anterior que considerava os prazos médios da contratação das operações em ser. As taxas também passaram a ser ponderadas pelo saldo devedor apurado no fechamento. 39

Capítulo 3 Crédito 3.1.2 Carteira de Crédito Pessoa Jurídica A tabela a seguir apresenta as principais linhas de crédito destinadas às empresas. Destaque na comparação trimestral para as operações de capital de giro, que apresentaram crescimento de 17,3%. Essa linha foi influenciada positivamente pelo grande volume de contratações de empresas do segmento corporate e large corporate. Tabela 39. Carteira de Crédito Pessoa Jurídica Saldos Var. % hões Dez/11 Part. % Set/12 Part. % Dez/12 Part. % s/dez/11 s/set/12 Carteira de Crédito Classificada 171.289 81,5 198.046 80,2 221.774 81,0 29,5 12,0 Capital de Giro 84.804 40,4 100.997 40,9 118.511 43,3 39,7 17,3 Investimento 37.863 18,0 39.751 16,1 44.650 16,3 17,9 12,3 Recebíveis 17.968 8,5 18.038 7,3 20.288 7,4 12,9 12,5 Conta Garantida 2.878 1,4 2.745 1,1 2.906 1,1 1,0 5,9 ACC/ACE 9.688 4,6 14.099 5,7 11.224 4,1 15,8 (20,4) BNDES Exim 4.876 2,3 4.362 1,8 4.152 1,5 (14,8) (4,8) Cartão de Crédito 7.290 3,5 10.445 4,2 11.439 4,2 56,9 9,5 Cheque Especial 163 0,1 205 0,1 172 0,1 5,6 (16,0) Crédito Imobiliário 1.596 0,8 2.261 0,9 2.653 1,0 66,3 17,4 Demais 4.163 2,0 5.144 2,1 5.778 2,1 38,8 12,3 TVM Privados e Garantias 38.877 18,5 49.037 19,8 52.054 19,0 33,9 6,2 Carteira de Crédito Ampliada 210.166 100,0 247.083 100,0 273.828 100,0 30,3 10,8 O BB desembolsou R$ 24,0 bilhões em operações de repasses do BNDES entre janeiro e dezembro de 2012, o que representou 28,6% de participação no total dessas operações e garantiu a liderança no ranking do período. Vale ressaltar que o crescimento do BB foi o maior entre os grandes bancos brasileiros. Crédito para Comércio Exterior O Banco do Brasil é o principal parceiro do comércio internacional brasileiro, encerrando o 4T12 com participação de mercado de 26,2% e 23,1% em operações de câmbio exportação e importação, respectivamente. Com liderança nas operações de ACC/ACE, o BB encerrou 2012 com 32,1% de participação neste mercado. Tabela 40. Câmbio de Exportação e Importação Câmbio Exportação Saldos Var. % 4T11 1T12 2T12 3T12 4T12 s/4t11 s/3t12 Volume Contratado (US$ milhões) 17.179 16.657 19.093 14.544 13.346 (22,3) (8,2) Participação de Mercado - % 26,5 26,3 28,4 27,2 26,2 Câmbio Importação Volume Contratado (US$ milhões) 11.192 10.030 11.581 12.076 13.207 18,0 9,4 Participação de Mercado - % 20,2 20,0 21,3 22,5 23,1 Tabela 41. ACC/ACE Saldos Var. % 4T11 1T12 2T12 3T12 4T12 s/4t11 s/3t12 Volume Contratado (US$ milhões) 3.297 4.225 4.204 4.108 2.759 (16,3) (32,8) Quantidade de Contratos 3.741 3.530 3.923 3.641 3.636 (2,8) (0,1) Volume Médio por Contrato (US$ mil) 881 1.197 1.072 1.128 759 (13,9) (32,7) Crédito para Investimentos Os desembolsos para investimentos realizados pelo Banco do Brasil atingiram o montante de R$ 42,8 bilhões em 2012, crescimento de 27% em relação ao ano anterior, com destaque para as linhas de repasse de recursos do BNDES, Pronaf Agricultura Familiar, Investimento Agropecuário, FCO e PROGER. Vale ressaltar que 73% desses recursos foram destinados aos segmentos de Micro, Pequenas e Médias Empresas e Produtores Rurais. O gráfico a seguir apresenta a participação das linhas de repasse nos desembolsos desse tipo de modalidade. 40

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 Figura 8. Participação das Linhas de Repasse nos Desembolsos - % 8,5 3,1 8,9 11,4 56,2 11,9 BNDES/Finame Pronaf FCO Investimento Agropecuário Proger Demais Investimentos Em 2012, o BB aprovou apoio financeiro a grandes projetos de investimento em infraestrutura no montante de R$ 47,5 bilhões. Desse total, R$ 14 bilhões foram desembolsados no exercício. Os projetos aprovados são financiados por intermédio das linhas do BNDES e da Resolução 3.844/10. A tabela a seguir apresenta os setores da economia beneficiados com esses investimentos. Tabela 42. Financiamentos de Projetos em Infraestrutura hões Contratados em 2012 Desembolsos em 2012 Transportes 20.032 1.842 Energia 7.426 4.828 Setor Naval e Petróleo 4.844 900 Infraestrura Urbana 3.633 864 Infraestrura - Demais 4.235 3.501 Outros 7.317 2.047 Total 47.487 13.982 Crédito para Micro e Pequenas Empresas - O Banco do Brasil manteve-se como principal parceiro do segmento de micro e pequenas empresas. Ao final do 4T12, o BB possuía 2,34 milhões de contascorrentes com 2,25 milhões de clientes micro e pequenas empresas. O saldo das operações para MPE em dezembro/2012 foi de R$ 88,9 bilhões, incremento de 30,7% em relação ao mesmo período de 2011. Enquadram-se como clientes no segmento MPE as empresas com faturamento anual de até R$ 25 milhões. As tabelas a seguir apresentam as principais linhas de crédito destinadas às MPE. Tabela 43. Crédito MPE por Setor de Atividade Saldos Var. % hões Dez/11 Part. % Set/12 Part. % Dez/12 Part. % s/dez/11 s/set/12 Indústria 23.189 34,1 28.666 35,8 32.222 36,2 39,0 12,4 Comércio 29.215 42,9 33.103 41,4 35.868 40,3 22,8 8,4 Serviço 15.659 23,0 18.231 22,8 20.836 23,4 33,1 14,3 Total 68.062 80.001 88.926 30,7 11,2 41

Capítulo 3 Crédito Tabela 44. Produtos de Crédito - MPE Saldos Var. % hões Dez/11 Part. % Set/12 Part. % Dez/12 Part. % s/dez/11 s/set/12 Capital de Giro 47.867 70,3 54.639 68,3 61.028 68,6 27,5 11,7 Investimento 18.364 27,0 23.378 29,2 25.883 29,1 40,9 10,7 Comércio Exterior 1.831 2,7 1.983 2,5 2.015 2,3 10,0 1,6 Total 68.062 80.001 88.926 30,7 11,2 Entre os produtos de crédito para financiamentos de investimentos, o Cartão BNDES, produto em que o BB mantém liderança em valores desembolsados, quantidade de cartões e quantidade de transações, alcançou em dez/12 R$ 17,9 bilhões de desembolso acumulado desde o início da sua comercialização. Esse montante representa o incremento de R$ 7,3 bilhões nos últimos 12 meses, com 67,4% dos cartões emitidos no mercado. No trimestre, o saldo dessas operações alcançou R$ 8,9 bilhões, incremento de 49,5% em relação ao mesmo período de 2011. Destaque também para as operações de BNDES Automático (Investimento e Giro), onde o BB responde por desembolsos da ordem de R$ 6,5 bilhões, equivalentes a 51% da carteira do BNDES nessa linha. Destaca-se que, desse montante, R$ 5,8 bilhões foi desembolsado no programa PROGEREN, que tem o objetivo de financiar a produção e a geração de emprego e renda. Nas operações de capital de giro e de financiamento de investimentos com micro e pequenas empresas, o Banco do Brasil utiliza amplamente o Fundo de Garantia de Operações (FGO) como forma de mitigar os riscos de crédito das operações e ampliar o volume da carteira. O Banco do Brasil é administrador e cotista do FGO, fundo com natureza privada e cujo patrimônio é formado pela integralização de cotas pelo Tesouro Nacional e outros agentes financeiros. A integralização de cada cotista equivale a 0,5% da carteira a ser garantida. Nos casos de perda, o compromisso do FGO está limitado a 7% da carteira garantida por agente financeiro. As garantias prestadas pelo FGO nas operações de empréstimos e financiamentos alcançam até 80% do valor contratado, sendo o valor da garantia limitado a R$ 500 mil/proponente quando se tratar de operações de Investimento e R$ 100 mil/proponente com garantia fidejussória nas operações de Capital de Giro. Ao final de dezembro/2012, havia 461,3 mil operações com cobertura do Fundo, totalizando o saldo aplicado de R$ 13,9 bilhões, o que representa crescimento de 12,6% em relação ao volume do trimestre anterior. Ao final de dez/12, as operações garantidas por esse Fundo representavam 26,7% dos desembolsos observados nas linhas que admitem a vinculação dessa garantia. Outro importante mecanismo para viabilizar a contratação de operações de financiamentos de investimentos é o Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe). O Fampe complementa em até 80% o valor das garantias necessárias à realização de operações com micro e pequenas empresas. Ao final do 4T12, o saldo devedor das operações garantidas pelo Fundo atingiu R$ 3,3 bilhões, sendo o saldo devedor garantido de R$ 2,4 bilhões. Atendimento às Cooperativas e Arranjos Produtivos Locais A atuação do BB no segmento cooperativista de crédito busca parceria em negócios, de modo a contribuir para o fortalecimento desse mercado, por meio da disponibilização de produtos e serviços financeiros. Dentre as soluções disponíveis destacam-se o Serviço de Integração aos Sistemas de Compensação de Cheques e Outros Papéis (Compe) e de Liquidação de Pagamentos e Transferências Interbancárias (SPB), além do Cartão Ourocard Cooperativas. Até o 4T12, na prestação do serviço de integração, o Banco mantinha parceria com 325 cooperativas de crédito, envolvendo 463,8 mil cooperados. Em dezembro de 2012, o BB apoiava 248 Arranjos Produtivos Locais (APL), prestando atendimento a 23,2 mil empreendimentos. Foram disponibilizados R$ 3,2 bilhões, até o final do 4T12, que contribuíram para o crescimento sustentável das localidades onde os APL estão inseridos. 3.1.3 Carteira de Crédito de Agronegócios O Agronegócio é um dos principais setores da economia brasileira, tendo fundamental importância para o crescimento do País. O Banco do Brasil, como principal agente de política agrícola, representa um elo entre o Governo e o produtor rural, atuando como o maior financiador do agronegócio em todos os segmentos e etapas da cadeia produtiva, do pequeno produtor às grandes empresas agroindustriais. 42

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 A Balança Comercial Brasileira teve, até dezembro/2012, um superávit de US$ 19,4 bilhões. O volume verificado é sustentado pelo saldo positivo na Balança Comercial do Agronegócio Brasileiro, que no mesmo período registrou superávit de US$ 79,4 bilhões, conforme figura a seguir. Figura 9. Balança Comercial (FOB) 77,5 79,4 US$ bilhões 49,7 60,0 54,9 63,1 40,0 24,7 25,3 20,3 29,8 19,4 2007 2008 2009 2010 2011 2012 Agronegócio Brasil Fonte: MAPA Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento As tabelas a seguir mostram o volume das exportações abertas pelos principais produtos e a participação brasileira no agronegócio internacional. Tabela 45. Exportações hões 2008 2009 2010 2011 2012 Complexo de Soja 17.980 17.240 17.107 24.139 26.114 Carnes 14.545 11.787 13.630 15.639 15.736 Complexo Sucroalcooleiro 7.873 9.716 13.776 16.180 15.045 Produtos Florestais 9.326 7.223 9.282 9.638 9.067 Café, Chá, Mate e Especiarias 4.971 4.470 5.962 9.034 6.749 Fumo e seus Produtos 2.752 3.046 2.762 2.935 3.257 Couros, Produtos de Couros e Peleteria 3.140 2.041 2.639 2.761 2.624 Sucos de Frutas 2.152 1.752 1.925 2.566 2.451 Demais Produtos 9.066 7.480 9.358 11.699 14.771 Total 71.806 64.756 76.441 94.591 95.814 Fonte: MAPA Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Tabela 46. Participação do Brasil no Agronegócio Mundial em Dezembro/2012 Produção Exportação % Comércio Mundial Café 1º 1º 28,6 Suco de Laranja 1º 1º 81,8 Carne Bovina 2º 2º 16,2 Açúcar 1º 1º 45,3 Complexo da Soja 1º 1º 38,8 Carne de Frango 3º 1º 35,6 Milho 3º 2º 23,2 Algodão 5º 3º 11,3 Fonte: USDA PSD online O desempenho do setor nos últimos anos é resultado da busca permanente de novas tecnologias, sempre visando à rentabilidade e à continuidade dos empreendimentos. Tais melhorias de tecnologia e de qualidade das assistências técnicas permitiram um aumento da produção brasileira em volume 43

Capítulo 3 Crédito muito superior ao da abertura de novas terras. Na figura seguinte, visualiza-se a evolução da produção por área plantada, resultado de ganhos de produtividade. Figura 10. Produção vs. Área Plantada da Safra de Grãos 2.884,0 3.042,1 2.817,2 3.099,9 3.264,4 3.259,0 3.468,0 2.529,7 180,4 163,0 165,7 133,3 143,3 134,1 146,8 119,4 47,2 46,2 47,1 47,6 47,3 49,9 50,8 52,0 05/06 06/07 07/08 08/09 09/10 10/11 11/12 12/13¹ Produção (milhões de ton.) Área (milhões ha) Produtividade (ton/ha) Fonte: Conab Companhia Nacional de Abastecimento. 1 - Quarto levantamento da Safra 2012/2013 de grãos Agronegócios no BB A distribuição das operações de agronegócios por região do País mostra a participação de cada uma delas no desempenho do crédito. Tabela 47. Carteira de Crédito Classificada de Agronegócios por Região Região Crédito Rural - % Agroindustrial - % Total - % Norte 3,4 0,3 2,8 Nordeste 5,6 0,2 4,5 Centro-Oeste 22,7 1,5 18,4 Sudeste 31,7 90,0 43,4 Sul 36,6 8,1 30,9 O crédito rural financia o custeio da produção e da comercialização de produtos agropecuários e estimula os investimentos rurais, incluindo armazenamento, beneficiamento e industrialização dos produtos agrícolas. Ainda, incentiva a utilização de técnicas agrícolas sustentáveis que contribuam para melhorar a renda, reduzir as emissões de gases de efeito estufa e preservar os recursos naturais. Neste sentido, destaca-se o desempenho do BB no Programa ABC (Programa Agricultura de Baixo Carbono), que incentiva os produtores rurais a utilizarem técnicas agropecuárias sustentáveis, para reduzir a emissão de gases do efeito estufa e do desmatamento. As operações contratadas através desse programa atingiu o montante de R$ 2,7 bilhões de saldo em carteira. Na safra 2012/2013, de julho a dezembro, foram contratados R$ 1,6 bilhão, o que equivale a 88% do montante do Sistema Nacional de Crédito Rural (SNCR), no mesmo período. A atividade agropecuária respeita o calendário agrícola, chamado de ano-safra, que se inicia em julho de cada ano e termina em junho do ano seguinte. Neste contexto, a safra contemplada neste relatório (2012/2013) iniciou-se em jul/12 e findará em jun/13. No primeiro trimestre do ano-safra, são demandados recursos para o plantio (custeio) da safra de verão e ocorre concentração dos pagamentos dos recursos de custeio emprestados na safra de verão do ano-safra anterior. Entre outubro e dezembro a demanda por recursos de custeio continua, porém em volume inferior à do primeiro trimestre da safra. No terceiro trimestre da safra (janeiro a março) se inicia a demanda por financiamentos de custeio da safra de inverno e da safra de verão 44

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 das regiões Norte/Nordeste. Já no último trimestre do ano-safra ganha importância a demanda por recursos de comercialização, pois se trata do período de colheita. A carteira rural do SFN alcançou R$ 171,3 bilhões em dezembro/12, crescimento de 21,4% em doze meses. A carteira rural no Banco do Brasil representou 18,6% da carteira de crédito ampliada em dezembro/12. O BB mantém-se como maior parceiro do agronegócio brasileiro com participação de 62,5%. A tabela a seguir apresenta a destinação da carteira de agronegócio do BB segmentada em linhas de custeio, investimento, agroindustrial e comercialização. Tabela 48. Carteira de Crédito de Agronegócios por Destinação Saldos Var. % hões Dez/11 Part. % Set/12 Part. % Dez/12 Part. % s/dez/11 s/set/12 Carteira de Crédito Classificada 88.658 99,2 97.656 99,3 106.984 99,1 20,7 9,6 Custeio 28.391 31,8 32.080 32,6 35.787 33,1 26,1 11,6 Investimento 32.131 36,0 38.252 38,9 42.823 39,7 33,3 12,0 Comercialização 4.518 5,1 4.197 4,3 4.995 4,6 10,6 19,0 Agroindustrial 20.853 23,3 21.150 21,5 21.529 19,9 3,2 1,8 Demais 2.767 3,1 1.978 2,0 1.850 1,7 (33,1) (6,5) Cédula de Produto Rural e Garantias 703 0,8 713 0,7 988 0,9 40,5 38,5 Carteira de Crédito Ampliada 89.361 100,0 98.370 100,0 107.971 100,0 20,8 9,8 A tabela a seguir apresenta a composição da carteira de crédito de agronegócios por linha de crédito. Destaque para o saldo do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) que totalizou R$ 24,2 bilhões em dezembro/12, crescimento de 8,4% sobre setembro/12 e 20,7% frente ao mesmo período do ano anterior. O Pronaf destina-se ao apoio financeiro das atividades agropecuárias e não agropecuárias exploradas mediante emprego direto da força de trabalho do produtor familiar. Destaque também para a evolução do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) que totalizou R$ 11,9 bilhões em dezembro/12, crescimento de 23,0% no comparativo trimestral e 66,1% em relação a dezembro/11. Tabela 49. Carteira de Crédito de Agronegócios por Linha de Crédito Saldos Var. % hões Dez/11 Part. % Set/12 Part. % Dez/12 Part. % s/dez/11 s/set/12 Carteira de Crédito Classificada 88.658 99,2 97.656 99,3 106.984 99,1 20,7 9,6 Custeio Agropecuário 18.538 20,7 20.444 20,8 22.296 20,7 20,3 9,1 Comerc. e Ind. Prod. Agropecuários 21.459 24,0 21.493 21,8 21.771 20,2 1,5 1,3 Pronaf 20.067 22,5 22.347 22,7 24.229 22,4 20,7 8,4 Pronamp 7.133 8,0 9.637 9,8 11.850 11,0 66,1 23,0 FCO Rural 6.700 7,5 7.633 7,8 7.905 7,3 18,0 3,6 BNDES/Finame Rural¹ 5.322 6,0 5.132 5,2 5.804 5,4 9,1 13,1 Demais 9.438 10,6 10.971 11,2 13.129 12,2 39,1 19,7 Cédula de Produto Rural e Garantias 703 0,8 713 0,7 988 0,9 40,5 38,5 Carteira de Crédito Ampliada 89.361 100,0 98.370 100,0 107.971 100,0 20,8 9,8 A tabela a seguir detalha o saldo das operações de crédito destinadas ao agronegócio por item financiado. 45

Capítulo 3 Crédito Tabela 50. Carteira de Crédito de Agronegócios por Item Financiado Saldos Var. % hões Dez/11 Part. % Set/12 Part. % Dez/12 Part. % s/dez/11 s/set/12 Carteira de Crédito Classificada 88.658 99,2 97.656 99,3 106.984 99,1 20,7 9,6 Bovinocultura 18.273 20,4 21.490 21,8 23.298 21,6 27,5 8,4 Carne 12.236 13,7 14.405 14,6 16.064 14,9 31,3 11,5 Leite 6.038 6,8 7.085 7,2 7.234 6,7 19,8 2,1 Soja 6.833 7,6 7.050 7,2 8.062 7,5 18,0 14,3 Milho 3.820 4,3 4.297 4,4 5.075 4,7 32,9 18,1 Cana 2.629 2,9 2.793 2,8 3.676 3,4 39,8 31,6 Maquinas e Implementos 8.609 9,6 10.011 10,2 11.198 10,4 30,1 11,9 Café 2.382 2,7 2.914 3,0 3.463 3,2 45,4 18,8 Arroz 1.781 2,0 1.820 1,9 1.830 1,7 2,7 0,5 Avicultura 2.171 2,4 2.377 2,4 2.525 2,3 16,3 6,2 Algodao 1.388 1,6 1.426 1,4 1.417 1,3 2,1 (0,6) Suinocultura 899 1,0 1.008 1,0 1.322 1,2 47,1 31,2 Outros 39.874 44,6 42.471 43,2 45.119 41,8 13,2 6,2 Cédula de Produto Rural e Garantias 703 0,8 713 0,7 988 0,9 40,5 38,5 Carteira de Crédito Ampliada 89.361 100,0 98.370 100,0 107.971 100,0 20,8 9,8 A tabela a seguir mostra o saldo da carteira do agronegócio por porte de cliente. Tabela 51. Carteira de Agronegócios por Porte Saldos Var. % hões Dez/11 Part. % Set/12 Part. % Dez/12 Part. % s/dez/11 s/set/12 Carteira de Crédito Classificada 88.658 99,2 97.656 99,3 106.984 99,1 20,7 9,6 Mini Produtor 5.240 5,9 5.293 5,4 5.670 5,3 8,2 7,1 Pequeno Produtor 18.331 20,5 20.409 20,7 22.238 20,6 21,3 9,0 Médio e Grande Produtor 33.623 37,6 40.140 40,8 46.144 42,7 37,2 15,0 Cooperativas Agroindustriais 5.485 6,1 6.178 6,3 6.294 5,8 14,8 1,9 Empresas 25.980 29,1 25.637 26,1 26.638 24,7 2,5 3,9 Cédula de Produto Rural e Garantias 703 0,8 713 0,7 988 0,9 40,5 38,5 Carteira de Crédito Ampliada 89.361 100,0 98.370 100,0 107.971 100,0 20,8 9,8 Na tabela seguinte, é apresentada a distribuição do saldo da carteira de crédito de agronegócios por tipo de personalidade jurídica. Tabela 52. Carteira de Crédito de Agronegócios por Tipo de Personalidade Jurídica Saldos Var. % hões Dez/11 Part. % Set/12 Part. % Dez/12 Part. % s/dez/11 s/set/12 Carteira de Crédito Classificada 88.658 99,2 97.656 99,3 106.984 99,1 20,7 9,6 Pessoa Física 57.194 64,0 65.842 66,9 74.051 68,6 29,5 12,5 Pessoa Jurídica 31.465 35,2 31.815 32,3 32.933 30,5 4,7 3,5 Cédula de Produto Rural e Garantias 703 0,8 713 0,7 988 0,9 40,5 38,5 Carteira de Crédito Ampliada 89.361 100,0 98.370 100,0 107.971 100,0 20,8 9,8 Nos financiamentos rurais e agroindustriais o BB utiliza 77,2% de recursos próprios (principalmente depósitos a vista, poupança rural e Letras de Crédito do Agronegócio LCA). Além destes, o BB também repassa recursos do BNDES, Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e de Fundos Constitucionais, tais como Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) e Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé). A seguir, é apresentada a carteira de crédito ampliada de agronegócios por fonte de recursos: 46

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 Tabela 53. Carteira de Crédito Ampliada de Agronegócios por Fonte de Recursos Saldos hões Dez/11 Part. % Set/12 Part. % Dez/12 Part. % Poupança Rural 55.242 61,8 49.134 49,9 54.147 50,1 Depósitos à Vista 15.396 17,2 19.311 19,6 17.917 16,6 LCA - - 10.813 11,0 10.510 9,7 FCO 8.816 9,9 9.975 10,1 10.165 9,4 BNDES/FINAME 5.726 6,4 5.574 5,7 6.251 5,8 FAT 2.559 2,9 1.905 1,9 1.646 1,5 Demais¹ 1.623 1,8 1.658 1,7 7.335 6,8 Carteira de Crédito Ampliada 89.361 100,0 98.370 100,0 107.971 100,0 1 - Tesouro Nacional, LCA, Funcafé, Cédula de Produto Rural e Garantias O Banco do Brasil atua como agente financeiro em operações de crédito rural incentivadas pelo governo e destinadas ao financiamento de ações de interesse público. Essas operações são realizadas com taxas de juros reduzidas ao tomador e o Banco utiliza como funding os recursos da Poupança, Depósitos à Vista, FAT, Tesouro Nacional, Funcafé e FCO. Para tornar essa intermediação viável e cobrir o custo da captação, o risco de crédito, os custos administrativos e tributários e a rentabilidade do Banco, o Tesouro Nacional e o Bacen podem autorizar os seguintes subsídios: a) Equalização de Taxas: valor pago pelo Tesouro Nacional que representa uma receita dos bancos para a cobertura dos custos administrativos e tributários, além de garantir a taxa de rentabilidade sobre os recursos aplicados; b) Fator de Ponderação: é um multiplicador adotado pelo Governo Federal para aplicação dos recursos originários de depósitos à vista e poupança rural. Por meio desse mecanismo, os bancos são autorizados a cumprir uma menor taxa de exigibilidade de aplicação de recursos em crédito rural, possibilitando que o montante liberado seja investido em operações a taxas de mercado, com objetivo de compensar o diferencial de rentabilidade decorrente da baixa taxa de juros paga pelo tomador final nas operações do crédito rural incentivadas pelo governo. O mecanismo do fator de ponderação reduz as receitas dos bancos com a equalização de taxas, mas permite o aumento das receitas financeiras, pois o resultado gerado pela instituição financeira na aplicação dos recursos liberados à taxa de mercado reduz a quantidade de recursos que o governo tem que equalizar e faz a compensação proporcional na rentabilidade. No Banco do Brasil, os recursos liberados para o caixa são aplicados à remuneração TMS. A tabela a seguir mostra o histórico do recebimento de receitas a título de equalização de taxas e fator de ponderação. Tabela 54. Receitas de Equalização e Fator de Ponderação Saldos hões 4T11 1T12 2T12 3T12 4T12 Receitas de Equalização 774 776 799 805 1.009 Fator de Ponderação 170 104 49 41 37 Total 944 880 849 846 1.046 A tabela a seguir evidencia a distribuição dos recursos equalizáveis da carteira de agronegócios do BB. 47

Capítulo 3 Crédito Tabela 55. Recursos Equalizáveis da Carteira de Agronegócios Saldos hões Dez/11 Set/12 Dez/12 Carteira de Crédito Classificada 88.658 97.656 106.984 Recursos Equalizáveis 33.194 37.359 46.568 Custeio 17.687 18.554 24.701 Investimento 13.332 17.451 20.625 Comercialização 2.174 1.354 1.242 Recursos Não-Equalizáveis 55.465 60.298 60.416 Cédula de Produto Rural e Garantias 703 713 988 Carteira de Crédito Ampliada 89.361 98.370 107.971 Em sua atuação no financiamento do agronegócio brasileiro, o Banco do Brasil atinge todos os segmentos, desde o pequeno produtor às empresas agroindustriais. A tabela seguinte mostra o comparativo do desembolso da safra 2012/13 com a de 2011/12, detalhando a finalidade do crédito e sua destinação. Tabela 56. Desembolsos por Finalidade do Crédito Rural Julho a Dezembro hões Safra 11/12 (A) Safra 12/13 (B) Var. (%) (B/A) Familiar 5.543 7.052 27,2 Custeio 3.167 3.823 20,7 Investimento 2.376 3.229 35,9 Empresarial 20.942 27.768 32,6 Custeio 13.019 17.010 30,7 Investimento 4.004 6.163 53,9 Comercialização 3.918 4.595 17,3 Total 26.485 34.820 31,5 A tabela seguinte mostra a utilização de mitigadores de risco na contratação de operações de custeio agrícola da safra 2012/2013. Tabela 57. Distribuição de Mitigadores no Custeio Agrícola Julho a Dezembro Contratação hões Safra 10/11 Part. % Safra 11/12 Part. % Safra 12/13 Part. % Custeio Agrícola 10.129 100,0 10.147 100,0 12.745 100,0 Total com Mitigador 6.201 61,2 5.760 56,8 6.758 53,0 Proagro 3.135 31,0 3.116 30,7 3.854 30,2 Seguro Agrícola 2.449 24,2 2.065 20,4 2.657 20,8 Proteção de Preço 616 6,1 579 5,7 247 1,9 Sem Mitigador 3.928 38,8 4.387 43,2 5.986 47,0 Desde a safra 2006/07 o Banco do Brasil passou a exigir de forma conjugada a contratação de proteção contra intempéries climáticas (Seguro Agrícola ou Proagro) nas operações de custeio agrícola. Desde então, a estratégia vem sendo mantida e aperfeiçoada a cada nova safra, inclusive a oferta massificada de opções a partir da safra 2009/10. A estratégia de mitigação leva em consideração diversas informações das operações demandadas pelos clientes, tais como risco do cliente, cultura a ser financiada, local do financiamento. Essas informações permitem direcionar o mecanismo de proteção (Seguro Agrícola/Proagro ou Opções) mais adequado ao perfil de risco de cada operação. Os mitigadores do custeio agrícola estão concentrados nas culturas de soja e milho, que têm maior contratação na região sul. A tabela abaixo mostra o percentual de mitigadores por região. 48

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 Tabela 58. Mitigadores do Custeio Agrícola por Região Julho a Dezembro Mitigadores por Região - %¹ Safra 10/11 Safra 11/12 Safra 12/13 Norte 49,4 39,6 36,7 Nordeste 66,3 47,1 40,5 Centro-Oeste 43,9 38,9 31,5 Sudeste 29,2 30,9 33,9 Sul 76,0 74,2 72,3 1 Não inclui proteção de preço. Os riscos assumidos em decorrência da contratação de Seguro Agrícola, na Safra 2012/2013, não ficam restritos ao Grupo Segurador BB Mapfre, pois foram firmados contratos de resseguro sobre o saldo do mitigador conforme tabela a seguir. Tabela 59. Resseguro de Mitigadores no Custeio Agrícola Resseguradoras País % IRB Re Brasil 30,0 Mapfre Re Espanha 15,0 Munich Re Alemanha 13,5 Sw iss Re Suíça 12,2 Scor Re Suíça 10,1 BB Mapfre Brasil 10,0 Partner Re Suíça 5,6 Hannover Alemanha 2,9 R+Versicherun Alemanha 0,7 Total 100,0 Figura 11. Percentual das Operações Contratadas com Mitigadores de Risco Julho a Dezembro Safra 2010/2011 Safra 2011/2012 Safra 2012/2013 38,8 61,2 43,2 56,8 47,0 53,0 Custeio Agrícola com mitigadores Custeio Agrícola sem mitigadores Detalhamentos de preço e custo das culturas de milho e soja no histórico das últimas safras são apresentados na próxima figura. A margem é representada pelo percentual das receitas líquidas versus custos envolvidos em cada cultura, ou seja, a parte destinada ao produtor. Os valores de preço e custo das culturas têm como referência o estado do Paraná, utilizando-se os principais municípios para a confecção de média proporcional. 49

R$ / Kg R$ / Kg Capítulo 3 Crédito Figura 12. Relação Preço/Custo de Soja e Milho Margem % - Soja Evolução Preço e Custo - Soja 0,92 0,76 0,69 0,75 47,1 34,8 53,5 57,6 62,1 0,40 0,54 0,35 0,32 0,32 0,35 08/09 09/10 10/11 11/12 12/13 08/09 09/10 10/11 11/12 12/13 Preço Custo Margem % - Milho Evolução Preço e Custo - Milho 55,7 48,4 46,9 0,27 0,23 0,39 0,37 0,41 24,0 22,4 0,21 0,18 0,17 0,19 0,22 08/09 09/10 10/11 11/12 12/13 08/09 09/10 10/11 11/12 12/13 Preço Custo Fonte: Banco do Brasil 3.1.4 BOMPRATODOS Lançado em 4 de abril, o BOMPRATODOS inclui um conjunto de medidas que aliam assessoria financeira, redução dos juros nas principais linhas voltadas para clientes pessoas físicas e micro e pequenas empresas, além do aprimoramento do relacionamento com o cliente. Adicionalmente, essas medidas estimulam o uso consciente do crédito e contribuem para a manutenção da inadimplência em níveis abaixo da média de mercado. As figuras a seguir mostram a evolução das principais linhas oferecidas aos clientes PF no escopo do BOMPRATODOS. Nas linhas tradicionais, consignado e CDC, o programa permitiu que o banco mantivesse trajetória de crescimento, fortalecendo o bom posicionamento do BB nesses segmentos. Figura 13. BOMPRATODOS - Principais Linhas Crédito PF hões Consignado INSS¹ CDC Salário 3.909 4.032 4.140 17.024 17.296 17.118 3.596 3.703 15.327 16.121 Dez/11 Mar/12 Jun/12 Set/12 Dez/12 Dez/11 Mar/12 Jun/12 Set/12 Dez/12 50

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 Veículos 11.022 BB Crediário 570 9.162 435 4.693 4.619 6.717 274 247 325 Dez/11 Mar/12 Jun/12 Set/12 Dez/12 Dez/11 Mar/12 Jun/12 Set/12 Dez/12 1 Não considera crédito adquirido. O gráfico a seguir mostra que a inadimplência superior a 90 dias (Inad90) da carteira orgânica de veículos do Banco do Brasil é inferior à registrada pelo SFN. Além disso, a abertura dessa carteira por nível de risco indica que 94,4% dessas operações estão concentradas entre os níveis AA-C, com melhora de 20 pontos base no trimestre. Figura 14. Carteira Orgânica de Veículos - INAD90 e Nível de Risco Inad 90 Veículos - BB vs SFN Carteira de Veículos por Nível de Risco 5,0 5,7 6,0 6,0 5,3 10,0 5,8 5,6 2,2 2,1 1,4 0,9 0,9 90,0 94,2 94,4 Dez/11 Mar/12 Jun/12 Set/12 Dez/12 BB SFN Dez/11 Set/12 Dez/12 AA-C D-H A evolução do saldo das operações de capital de giro para micro e pequenas empresas podem ser visualizadas no gráfico a seguir. Essas operações tiveram crescimento de 11,7% na comparação trimestral, totalizando saldo de R$ 61,0 bilhões em Dezembro/12, impactado positivamente pelo programa BOMPRATODOS que agregou volume e aprimorou o relacionamento com o cliente MPE. Figura 15. Capital de Giro MPE hões Capital de Giro 61.028 47.867 48.162 51.513 54.639 Dez/11 Mar/12 Jun/12 Set/12 Dez/12 51

Capítulo 3 Crédito 3.2. Risco de Crédito Todas as segmentações da carteira de crédito nesta seção referem-se à carteira classificada (Resolução CMN 2.682/99), exceto se indicado de outra forma. As despesas com provisões para créditos de liquidação duvidosa (PCLD) aumentaram 25,7% em relação ao 4T11, variação compatível ao crescimento de 24,3% da carteira de crédito no mesmo período. Tabela 60. Despesas de PCLD sobre Carteira de Crédito Classificada Saldos Var. % hões 4T11 1T12¹ 2T12 3T12 4T12 s/4t11 s/3t12 (A) Despesas de PCLD - Trimestral (2.892) (3.576) (3.677) (3.764) (3.636) 25,7 (3,4) (B) Despesas de PCLD - 12 meses (11.827) (12.773) (13.403) (13.907) (14.651) 23,9 5,3 (C) Carteira de Crédito Classificada 422.989 431.876 459.794 480.744 525.672 24,3 9,3 (D) Média da Carteira - 3 meses 412.439 425.257 448.653 469.901 508.432 23,3 8,2 (E) Média da Carteira - 12 meses 383.408 398.498 416.832 436.254 459.978 20,0 5,4 Despesas sobre Carteira (A/D) - % 0,70 0,84 0,82 0,80 0,72 Despesas sobre Carteira (B/E) - % 3,08 3,21 3,22 3,19 3,19 1 - Com objetivo de manter a comparabilidade dos períodos, o saldo da carteira divulgado em março/12 foi revisado segundo critérios gerenciais a fim de consolidar as carteiras adquiridas, conforme Res. CMN 3.533/08. Caso fossem desconsideradas as operações do Banco Votorantim, a carteira de crédito classificada do BB cresceria 10,1% na comparação Dez-12/Set-12, percentual superior ao aumento das respectivas despesas de PCLD no período (0,2%). Tabela 61. Despesas de PCLD sobre Carteira de Crédito Classificada BB e BB sem BV Saldos Var. % hões 4T11 1T12¹ 2T12 3T12 4T12 s/4t11 s/3t12 Despesas de PCLD Trimestral - BB (2.892) (3.576) (3.677) (3.764) (3.636) 25,7 (3,4) Despesas de PCLD Trimestral - BB sem BV (A) (2.343) (2.782) (2.958) (3.098) (3.103) 32,4 0,2 Carteira de Crédito Classificada - BB 422.988 431.876 459.794 480.744 525.672 24,3 9,3 Carteira de Crédito Classificada - BB sem BV (B) 393.625 402.478 430.390 451.705 497.195 26,3 10,1 Despesa de PCLD/Carteira de Crédito (A/B) - % 0,60 0,69 0,69 0,69 0,62 1 - Com objetivo de manter a comparabilidade dos períodos, o saldo da carteira divulgado em março/12 foi revisado segundo critérios gerenciais a fim de consolidar as carteiras adquiridas, conforme Res. CMN 3.533/08. Na figura a seguir, a PCLD é detalhada segregando as provisões mínimas exigidas pela Resolução CMN nº 2.682/99 do total contabilizado. Em dez/12, a provisão total apresentou aumento de 11,6% em relação ao mesmo período do ano anterior e redução de 0,3% frente ao registrado em set/12. Figura 16. Provisão de Crédito Carteira de Crédito Classificada hões 19.015 1.756 19.573 1.714 20.340 1.521 21.282 21.210 1.580 1.156 17.259 17.859 18.819 19.702 20.054 Dez/11 Mar/12 Jun/12 Set/12 Dez/12 Provisão Requerida Provisão Adicional 52

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 Os principais indicadores de atraso e provisão são apresentados nas tabelas a seguir. Tabela 62. Índices de Atraso da Carteira Classificada hões 4T11 1T12 2T12 3T12 4T12 Carteira de Crédito Classificada¹ 422.988 431.876 459.794 480.744 525.672 Operações Vencidas + 15 dias 15.366 16.982 16.772 17.794 17.299 Op. Vencidas + 15 dias/carteira de Crédito - % 3,63 3,93 3,65 3,70 3,29 Operações Vencidas + 60 dias 10.541 11.405 11.782 12.372 12.490 Op. Vencidas + 60 dias/carteira de Crédito - % 2,49 2,64 2,56 2,57 2,38 Op. Vencidas + 15-59 dias/carteira de Crédito - % 1,14 1,29 1,09 1,13 0,91 Op. Vencidas + 90 dias 9.158 9.574 10.064 10.507 10.796 Op. Vencidas + 90 dias/carteira de Crédito - % 2,16 2,22 2,19 2,19 2,05 Op. Vencidas + 15-89 dias/carteira de Crédito - % 1,47 1,72 1,46 1,52 1,24 Op. Vencidas + 90 dias/carteira de Crédito - SFN - % 3,60 3,74 3,78 3,77 3,64 Baixa para Prejuízo 2.456 3.032 2.705 2.817 3.232 Recuperação (851) (750) (1.109) (813) (1.076) Recuperação/Baixa para Prejuízo - % 34,7 24,7 41,0 28,9 33,3 Saldo Perda 1.604 2.282 1.596 2.004 2.156 Saldo Perda/Carteira de Crédito - anualizado - % 1,53 2,13 1,40 1,68 1,65 Provisão 19.015 19.573 20.340 21.282 21.210 Provisão/Carteira de Crédito - % 4,5 4,5 4,4 4,4 4,0 Provisão/Op. Vencidas + 15 dias - % 123,7 115,3 121,3 119,6 122,6 Provisão/Op. Vencidas + 60 dias - % 180,4 171,6 172,6 172,0 169,8 Provisão/Op. Vencidas + 90 dias - % 207,6 204,4 202,1 202,5 196,5 1 - Com objetivo de manter a comparabilidade dos períodos, o saldo da carteira divulgado em março/12 foi revisado segundo critérios gerenciais a fim de consolidar as carteiras adquiridas, conforme Res. CMN 3.533/08. O indicador de inadimplência do BB acima de 90 dias (Inad90) encerrou dezembro/12 em 2,05%, redução de 14 pontos base no comparativo com set/12 e 11 pontos base na comparação com o mesmo período do ano anterior. O Inad90 do BB permanece inferior ao observado no SFN que alcançou 3,64% em dez/12, elevação de 4 pontos base na comparação anual. Observa-se na figura a seguir que a evolução do Inad90 do Banco do Brasil historicamente apresenta-se em patamar inferior ao registrado pelo SFN. Figura 17. Inadimplência Acima de 90 Dias BB x SFN -% 3,14 3,64 2,77 2,05 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 Op. Vencidas + 90 dias/carteira de Crédito - SFN Op. Vencidas + 90 dias/carteira de Crédito - BB 53

Capítulo 3 Crédito Tabela 63. Índice de Atraso +90 Dias da Carteira Classificada BB e BB sem BV % Dez/11 Mar/12 Jun/12 Set/12 Dez/12 Op. Vencidas + 90 dias/carteira de Crédito - BB 2,16 2,22 2,19 2,19 2,05 Op. Vencidas + 90 dias/carteira de Crédito - BB sem BV 1,81 1,78 1,77 1,81 1,77 Provisão/Op. Vencidas + 90 dias - BB 207,64 204,43 202,12 202,55 196,46 Provisão/Op. Vencidas + 90 dias - BB sem BV 244,31 245,03 238,08 232,15 217,26 A tabela a seguir mostra que o risco médio da carteira do BB apresentou redução em relação ao observado no mesmo período do ano passado e também frente ao trimestre imediatamente anterior. O indicador do Banco segue bem abaixo do registrado pelo SFN. Tabela 64. Risco Médio da Carteira Classificada¹ % Dez/11 Mar/12 Jun/12 Set/12 Dez/12 Risco Médio BB 4,1 4,1 4,1 4,1 3,8 Risco Médio SFN 5,7 5,7 5,7 5,8 5,5 1 - Provisão exigida/carteira total 3.2.1 Carteira Total A carteira total do BB apresenta níveis de risco melhores do que os observados no SFN nessa mesma classificação. As operações do BB classificadas nos níveis de risco de AA-C representaram 94,5% do total em dez/12, contra 92,4% registrado no SFN. Tabela 65. Carteira de Crédito Classificada por Nível de Risco Dez/11 Set/12 Dez/12 hões Saldo Provisão Part. % Saldo Provisão Part. % Saldo Provisão Part. % SFN¹ AA 118.935-28,1 140.584-29,2 168.535-32,1 23,5 A 102.694 513 24,3 129.186 646 26,9 125.622 628 23,9 42,0 B 142.910 1.429 33,8 147.272 1.473 30,6 167.407 1.674 31,8 17,4 C 32.611 978 7,7 34.671 1.040 7,2 35.295 1.059 6,7 9,6 D 8.299 830 2,0 9.177 918 1,9 8.709 871 1,7 2,3 E 3.724 1.117 0,9 3.655 1.096 0,8 3.918 1.175 0,7 0,9 F 1.763 881 0,4 1.975 987 0,4 1.788 894 0,3 0,7 G 1.812 1.268 0,4 2.278 1.594 0,5 2.149 1.505 0,4 0,6 H 10.241 10.241 2,4 11.947 11.947 2,5 12.248 12.248 2,3 3,1 Total 422.989 17.259 100,0 480.744 19.702 100,0 525.672 20.054 100,0 100,0 AA-C 397.149 2.921 93,9 451.713 3.159 94,0 496.859 3.361 94,5 92,4 D-H 25.839 14.338 6,1 29.032 16.543 6,0 28.813 16.693 5,5 7,6 1 - Dados preliminares de dezembro/2012. 3.2.2 Carteira de Crédito Pessoa Física Nas tabelas a seguir, a carteira de crédito pessoa física e a respectiva movimentação da PCLD são apresentadas sem considerar as operações da parceria realizada com o BV, ou seja, corresponde a carteira de crédito pessoa física orgânica acrescida da carteira adquirida. As operações classificadas com nível de risco AA-C representaram 92,2% do total em dez/12, acréscimo de 50 pontos base em relação ao trimestre anterior e 110 pontos base sobre dez/11. 54

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 Tabela 66. Carteira de Crédito Classificada PF por Nível de Risco sem BV Dez/11 Set/12 Dez/12 hões Saldo Provisão Part. % Saldo Provisão Part. % Saldo Provisão Part. % AA 648-0,6 10.442-8,4 25.274-19,0 A 26.264 131 23,5 38.740 194 31,1 26.807 134 20,1 B 55.907 559 50,1 43.262 433 34,7 48.190 482 36,2 C 18.842 565 16,9 21.755 653 17,5 22.373 671 16,8 D 2.618 262 2,3 2.913 291 2,3 2.796 280 2,1 E 999 300 0,9 934 280 0,7 1.155 346 0,9 F 600 300 0,5 550 275 0,4 545 272 0,4 G 591 414 0,5 651 456 0,5 628 439 0,5 H 5.098 5.098 4,6 5.318 5.318 4,3 5.288 5.288 4,0 Total 111.569 7.629 100,0 124.564 7.899 100,0 133.056 7.913 100,0 AA-C 101.662 1.256 91,1 114.198 1.279 91,7 122.645 1.287 92,2 D-H 9.907 6.374 8,9 10.365 6.620 8,3 10.412 6.626 7,8 Tabela 67. Movimentação da PCLD da Carteira de Crédito Classificada PF sem BV hões 4T11 1T12 2T12 3T12 4T12 Carteira de Crédito Classificada PF 111.569 112.259 120.019 124.564 133.056 Provisão Inicial 7.583 7.629 7.612 7.771 7.899 1 - Migração de Risco 990 1.157 1.082 1.236 1.104 a) Piora de Risco 1.593 1.605 1.582 1.737 1.710 b) Melhora de Risco (603) (448) (500) (500) (606) 2 - Contratações 278 189 276 236 256 3 - Perdas (1.040) (1.201) (1.040) (1.029) (1.118) Total (1 + 2 + 3) 229 145 317 443 242 Outros Impactos¹ (182) (162) (158) (316) (227) Provisão Final 7.629 7.612 7.771 7.899 7.913 Provisão Exigida pela Res. CMN 2.682 7.629 7.612 7.771 7.899 7.913 Fluxo da Provisão - hões 1.086 1.184 1.199 1.156 1.132 a) Provisão Adicional - - - - - b) Despesas de Provisão 1.086 1.184 1.199 1.156 1.132 Provisão / Carteira - % 6,8 6,8 6,5 6,3 5,9 Fluxo da Provisão / Carteira - % 1,0 1,1 1,0 0,9 0,9 Op. Vencidas +15 dias/carteira 4,9 5,2 4,9 4,7 4,2 Op. Vencidas +90 dias/carteira 3,1 2,9 2,8 2,8 2,6 1 - Amortização, liquidação, liberação de parcelas e débito de encargos. Acompanhamento por Safras Nos gráficos seguintes é apresentado o acompanhamento por safras da inadimplência da carteira de crédito de pessoas físicas. Essa metodologia, conhecida no exterior por Vintage, proporciona um detalhamento maior e mais próximo da carteira do que os indicadores tradicionais. O acompanhamento por safras permite avaliar, ao longo do tempo, como se comporta a inadimplência do conjunto de operações contratadas em determinado período. Para inadimplência, consideram-se as operações vencidas há mais de 90 dias e, para apuração da Carteira de Crédito Pessoa Física as operações de Cheque Especial e Cartão de Crédito não são contabilizadas. O acompanhamento demonstra como as operações contratadas mais recentemente apresentam uma curva de inadimplência mais favorável do que aquelas contratadas no início do acompanhamento. Esse resultado espelha o aperfeiçoamento constante nos modelos de análise, concessão e acompanhamento do crédito. As inflexões apresentadas nas curvas da figura referem-se às cessões de créditos. O gráfico a seguir apresenta a Vintage PF na visão trimestral. As linhas mostram como se comportou a inadimplência das operações contratadas em cada trimestre, nos períodos subsequentes. As linhas mais longas, portanto, referem-se ao período de acompanhamento mais antigo. 55

Capítulo 3 Crédito Figura 18. Vintage Trimestral O segundo gráfico traz o acompanhamento de safras na periodicidade anual, facilitando a visualização e a interpretação dos dados. Figura 19. Vintage Anual No gráfico a seguir é apresentado o detalhamento da carteira própria de financiamento de veículos na visão anual. 56

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 Figura 20. Vintage Anual Carteira Própria de Financiamento de Veículos 3.2.3 Carteira de Crédito Pessoa Jurídica Nas tabelas a seguir, a carteira de crédito pessoa jurídica e a respectiva movimentação da PCLD são apresentadas sem considerar as operações da parceria realizada com o BV. A participação das operações classificadas nos níveis de risco de AA-C alcançou 95,2% do total da carteira em dez/12. Tabela 68. Carteira de Crédito Classificada PJ por Nível de Risco sem BV Dez/11 Set/12 Dez/12 hões Saldo Provisão Part. % Saldo Provisão Part. % Saldo Provisão Part. % AA 72.425-45,0 81.098-43,1 93.414-44,0 A 35.697 178 22,2 45.110 226 24,0 49.541 248 23,4 B 40.698 407 25,3 48.173 482 25,6 55.466 555 26,1 C 4.329 130 2,7 3.803 114 2,0 3.602 108 1,7 D 2.074 207 1,3 2.685 268 1,4 2.574 257 1,2 E 1.607 482 1,0 1.472 441 0,8 1.528 458 0,7 F 649 324 0,4 890 445 0,5 748 374 0,4 G 622 435 0,4 1.025 717 0,5 1.000 700 0,5 H 2.817 2.817 1,8 3.765 3.765 2,0 4.237 4.237 2,0 Total 160.918 4.981 100,0 188.020 6.459 100,0 212.109 6.938 100,0 AA-C 153.149 715 95,2 178.184 822 94,8 202.022 911 95,2 D-H 7.769 4.266 4,8 9.836 5.637 5,2 10.087 6.027 4,8 57

Capítulo 3 Crédito Tabela 69. Movimentação da PCLD da Carteira de Crédito Classificada PJ sem BV hões 4T11 1T12 2T12 3T12 4T12 Carteira de Crédito Classificada PJ 160.918 163.880 178.354 188.020 212.109 Provisão Inicial 4.609 4.981 5.181 5.740 6.459 1 - Migração de Risco 1.167 1.267 1.324 1.612 1.517 a) Piora de Risco 1.370 1.569 1.608 1.800 1.851 b) Melhora de Risco (203) (301) (284) (188) (334) 2 - Contratações 146 147 219 234 333 3 - Perdas (860) (1.123) (879) (1.047) (1.218) Total (1 + 2 + 3) 453 291 664 800 632 Outros Impactos¹ (81) (92) (105) (82) (153) Provisão Final 4.981 5.181 5.740 6.459 6.938 Provisão Exigida pela Res. CMN 2.682 4.981 5.181 5.740 6.459 6.938 Fluxo da Provisão - hões 1.233 1.323 1.439 1.765 1.697 a) Provisão Adicional - - - - - b) Despesas de Provisão 1.233 1.323 1.439 1.765 1.697 Provisão / Carteira - % 3,1 3,2 3,2 3,4 3,3 Fluxo da Provisão / Carteira - % 0,8 0,8 0,8 0,9 0,8 Op. Vencidas +15 dias/carteira 3,0 3,4 3,2 3,6 3,2 Op. Vencidas + 90 dias/carteira 1,9 2,0 2,1 2,3 2,2 1 - Amortização, liquidação, liberação de parcelas e débito de encargos. 3.2.4 Carteira de Agronegócios Na tabela a seguir é apresentada a carteira de crédito classificada de agronegócios por nível de risco. Tabela 70. Carteira de Crédito Classificada de Agronegócios por Nível de Risco Dez/11 Set/12 Dez/12 hões Saldo Provisão Part. % Saldo Provisão Part. % Saldo Provisão Part. % AA 19.503-22,0 19.566-20,0 19.857-18,6 A 16.468 82 18,6 18.981 95 19,4 22.812 114 21,3 B 39.987 400 45,1 46.951 469 48,1 52.900 529 49,4 C 7.313 219 8,2 6.842 205 7,0 6.322 190 5,9 D 2.875 287 3,2 2.796 280 2,9 2.563 256 2,4 E 566 170 0,6 652 196 0,7 721 216 0,7 F 221 110 0,2 246 123 0,3 247 123 0,2 G 271 189 0,3 260 182 0,3 242 169 0,2 H 1.456 1.456 1,6 1.363 1.363 1,4 1.320 1.320 1,2 Total 88.658 2.914 100,0 97.656 2.913 100,0 106.984 2.918 100,0 AA-C 83.270 702 93,9 92.339 770 94,6 101.891 833 95,2 D-H 5.388 2.213 6,1 5.317 2.144 5,4 5.092 2.085 4,8 As próximas tabelas apresentam a carteira de crédito classificada de agronegócios pessoa física por nível de risco e a movimentação da PCLD relativa a tais operações. 58

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 Tabela 71. Carteira de Crédito Classificada de Agronegócios PF por Nível de Risco Dez/11 Set/12 Dez/12 hões Saldo Provisão Part. % Saldo Provisão Part. % Saldo Provisão Part. % AA 1.891-3,3 1.880-2,9 1.973-2,7 A 11.515 58 20,1 15.168 76 23,0 18.513 93 25,0 B 32.779 328 57,3 37.964 380 57,7 43.191 432 58,3 C 6.188 186 10,8 6.094 183 9,3 5.825 175 7,9 D 2.556 256 4,5 2.423 242 3,7 2.186 219 3,0 E 495 148 0,9 580 174 0,9 651 195 0,9 F 205 103 0,4 210 105 0,3 237 119 0,3 G 239 167 0,4 228 159 0,3 233 163 0,3 H 1.326 1.326 2,3 1.296 1.296 2,0 1.242 1.242 1,7 Total 57.194 2.571 100,0 65.842 2.615 100,0 74.051 2.637 100,0 AA-C 52.373 571 91,6 61.106 638 92,8 69.502 699 93,9 D-H 4.821 2.000 8,4 4.736 1.976 7,2 4.549 1.937 6,1 Tabela 72. Movimentação da PCLD Carteira de Crédito Classificada de Agronegócios PF hões 4T11 1T12 2T12 3T12 4T12 Cart. de Créd. Classificada de Agro. PF 57.194 59.485 63.507 65.842 74.051 Provisão Inicial 2.763 2.571 2.571 2.624 2.615 1 - Migração de Risco 88 262 215 195 166 a) Piora de Risco 462 489 460 451 509 b) Melhora de Risco (374) (227) (245) (256) (343) 2 - Contratações 77 45 80 85 121 3 - Perdas (269) (285) (196) (138) (184) Total (1 + 2 + 3) (104) 21 99 142 103 Outros Impactos¹ (88) (21) (47) (150) (82) Provisão Final 2.571 2.571 2.624 2.615 2.637 Provisão Exigida pela Res. CMN 2.682 2.571 2.571 2.624 2.615 2.637 Fluxo da Provisão - hões 77 285 249 130 206 a) Provisão Adicional - - - - - b) Despesas de Provisão 77 285 249 130 206 Provisão / Carteira - % 4,5 4,3 4,1 4,0 3,6 Fluxo da Provisão / Carteira - % 0,1 0,5 0,4 0,2 0,3 1 - Amortização, liquidação, liberação de parcelas e débito de encargos. As tabelas a seguir apresentam a carteira de crédito classificada de agronegócios pessoa jurídica por nível de risco e a respectiva movimentação da PCLD. Tabela 73. Carteira de Crédito Classificada de Agronegócios PJ por Nível de Risco Dez/11 Set/12 Dez/12 hões Saldo Provisão Part. % Saldo Provisão Part. % Saldo Provisão Part. % AA 17.612-56,0 17.686-55,6 17.884-54,3 A 4.953 25 15,7 3.813 19 12,0 4.298 21 13,1 B 7.208 72 22,9 8.987 90 28,2 9.710 97 29,5 C 1.125 34 3,6 748 22 2,3 496 15 1,5 D 319 32 1,0 373 37 1,2 377 38 1,1 E 72 22 0,2 72 22 0,2 70 21 0,2 F 15 8 0,0 37 18 0,1 9 5 0,0 G 32 22 0,1 32 23 0,1 9 6 0,0 H 129 129 0,4 67 67 0,2 78 78 0,2 Total 31.465 343 100,0 31.815 299 100,0 32.933 281 100,0 AA-C 30.897 131 98,2 31.233 131 98,2 32.389 133 98,3 D-H 567 213 1,8 581 167 1,8 543 148 1,7 59

Capítulo 3 Crédito Tabela 74. Movimentação da PCLD Carteira de Crédito Classificada de Agronegócios PJ hões 4T11 1T12 2T12 3T12 4T12 Cart. de Créd. Classificada de Agro. PJ 31.465 32.174 31.321 31.815 32.933 Provisão Inicial 318 343 294 303 299 1 - Migração de Risco 22 23 23 4 6 a) Piora de Risco 46 47 48 36 53 b) Melhora de Risco (24) (23) (25) (32) (47) 2 - Contratações 33 19 28 26 35 3 - Perdas (5) (67) (23) (3) (10) Total (1 + 2 + 3) 50 (25) 28 27 32 Outros Impactos¹ (25) (24) (19) (32) (49) Provisão Final 343 294 303 299 281 Provisão Exigida pela Res. CMN 2.682 343 294 303 299 281 Fluxo da Provisão - hões 31 18 32 (2) (8) a) Provisão Adicional - - - - - b) Despesas de Provisão 31 18 32 (2) (8) Provisão / Carteira - % 1,1 0,9 1,0 0,9 0,9 Fluxo da Provisão / Carteira - % 0,1 0,1 0,1 (0,0) (0,0) 1 - Amortização, liquidação, liberação de parcelas e débito de encargos. O risco médio da carteira é influenciado pelas operações das safras de 2005 a 2007 prorrogadas, com saldo total de R$ 5.247 milhões em dez/12. A Resolução CMN 2.682/99 que disciplina a classificação de risco e constituição de provisão para créditos de liquidação duvidosa estabelece a manutenção do risco das operações renegociadas no nível de risco observado à época da renegociação. Em função desta regra as operações renegociadas majoram o risco médio da carteira de crédito. Na tabela a seguir, a carteira de crédito classificada do agronegócio é segregada em operações não prorrogadas e prorrogadas. Verifica-se que as operações em atraso acima de 90 dias (risco BB) representam 0,4% da carteira total não prorrogada em dez/12, enquanto que esse mesmo indicador para as operações prorrogadas alcançou 3,9%. Tabela 75. Operações Prorrogadas e Não Prorrogadas do Agronegócio Operações Não-Prorrogadas Operações Prorrogadas hões Saldo Provisão Atraso 90¹ Saldo Provisão Atraso 90¹ AA 19.743-57 115-8 A 22.439 112 0 373 2 (0) B 51.003 510-1.898 19 - C 5.365 161 4 956 29 1 D 1.722 172 17 841 84 4 E 401 120 40 320 96 24 F 131 65 41 116 58 28 G 108 76 44 134 94 34 H 825 825 253 495 495 116 Total 101.737 2.042 399 5.247 876 207 AA-C 98.550 783 4 3.342 50 1 D-H 3.187 1.259 395 1.906 826 206 1 - As operações em atraso no nível AA referem-se a crédito com risco de terceiros. Na tabela seguinte são apresentados os saldos, índice de inadimplência 90 dias e risco médio da carteira classificada de agronegócio segmentada em carteira total, prorrogada e não prorrogada. A relação entre as provisões requeridas (Resolução CMN 2.682/99) e o saldo de operações apresentou melhora de 30 pontos base em relação a set/12 e de 60 pontos base sobre igual período do ano anterior. Simulação realizada com as operações não prorrogadas risco BB, retirando-se o efeito arrasto provocado pelas operações prorrogadas, indica manutenção do risco médio em dez/12 em 0,39%. 60

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 Tabela 76. Índices de Atraso da Carteira Classificada de Agronegócios hões Dez/11 Mar/12 Jun/12 Set/12 Dez/12 Carteira de Crédito Classificada 88.658 91.658 94.828 97.656 106.984 Provisão 2.914 2.865 2.927 2.913 2.918 Operações Vencidas + 90 dias 638 568 488 470 670 Op. Vencidas + 90 dias/carteira de Crédito - %¹ 0,7 0,6 0,5 0,5 0,6 Provisão/Carteira do Crédito - % 3,3 3,1 3,1 3,0 2,7 Baixa para prejuízo 274 352 223 155 194 Op. não prorrogadas - Risco BB + Terceiros 82.964 86.119 89.568 92.531 101.737 Provisão 1.677 1.744 1.887 1.960 2.042 Operações Vencidas + 90 dias 306 368 387 381 456 Op. Vencidas + 90 dias/operações não Prorrogadas - % 0,4 0,4 0,4 0,4 0,4 Provisão/Operações não prorrogadas - % 2,0 2,0 2,1 2,1 2,0 Baixa para prejuízo 119 117 105 99 143 Op. prorrogadas - Risco BB + Terceiros 5.694 5.540 5.260 5.126 5.247 Provisão 1.238 1.121 1.040 953 876 Operações Vencidas + 90 dias 332 200 101 90 215 Op. Vencidas + 90 dias/operações Prorrogadas - % 5,8 3,6 1,9 1,7 4,1 Provisão/Operações prorrogadas - % 21,7 20,2 19,8 18,6 16,7 Baixa para prejuízo 155 235 118 55 50 Simulação Op. não pror. sem efeito arrasto das pror. a - Risco BB + Terceiros 82.964 86.119 89.568 92.531 101.737 b - Provisão 253 314 332 325 398 Risco médio (b/a) 0,31 0,37 0,37 0,35 0,39 c - Risco BB 82.139 85.340 88.812 91.801 101.063 d - Provisão 253 314 332 325 398 Risco médio (d/c) 0,31 0,37 0,37 0,35 0,39 1 - No cálculo do índice foi computado o atraso proveniente de operações com risco de terceiros. 3.2.5 Carteira de Crédito no Exterior e BV As tabelas a seguir demonstram as Carteiras Externa e do BV por nível de risco, respectivamente. Tabela 77. Carteira de Crédito Classificada no Exterior por Nível de Risco Dez/11 Set/12 Dez/12 hões Saldo Provisão Part. % Saldo Provisão Part. % Saldo Provisão Part. % AA 21.036-64,8 25.461-61,4 25.971-57,7 A 6.573 33 20,2 9.811 49 23,7 11.424 57 25,4 B 4.014 40 12,4 5.566 56 13,4 6.870 69 15,3 C 721 22 2,2 449 13 1,1 599 18 1,3 D 78 8 0,2 79 8 0,2 90 9 0,2 E 17 5 0,1 46 14 0,1 7 2 0,0 F 3 2 0,0 11 5 0,0 10 5 0,0 G 4 3 0,0 3 2 0,0 12 8 0,0 H 35 35 0,1 39 39 0,1 64 64 0,1 Total 32.480 146 100,0 41.464 186 100,0 45.046 232 100,0 AA-C 32.344 95 99,6 41.287 118 99,6 44.864 144 99,6 D-H 136 52 0,4 177 68 0,4 182 88 0,4 Na carteira BV, a participação das operações classificadas nos níveis de risco de AA-C alcançou 89,3% do total da carteira em dez/12, evolução de 80 pontos base no comparativo com o trimestre anterior. 61

Capítulo 3 Crédito Tabela 78. Carteira de Crédito Classificada Banco Votorantim (50%) Dez/11 Set/12 Dez/12 hões Saldo Provisão Part. % Saldo Provisão Part. % Saldo Provisão Part. % AA 5.323-18,1 4.017-13,8 4.019-14,1 A 17.692 88 60,3 16.544 83 57,0 15.039 75 52,8 B 2.303 23 7,8 3.320 33 11,4 3.980 40 14,0 C 1.406 42 4,8 1.823 55 6,3 2.399 72 8,4 D 655 65 2,2 706 71 2,4 686 69 2,4 E 535 160 1,8 552 166 1,9 507 152 1,8 F 289 145 1,0 277 139 1,0 239 120 0,8 G 325 227 1,1 339 237 1,2 268 188 0,9 H 836 836 2,8 1.462 1.462 5,0 1.339 1.339 4,7 Total 29.363 1.587 100,0 29.039 2.245 100,0 28.477 2.054 100,0 AA-C 26.724 154 91,0 25.703 171 88,5 25.438 187 89,3 D-H 2.639 1.434 9,0 3.336 2.074 11,5 3.039 1.867 10,7 3.2.6 Carteira de Crédito Renegociada Na tabela a seguir é apresentada a carteira de crédito renegociada. O saldo dessa carteira inclui a participação no BV e, por outro lado, não contempla as operações prorrogadas da carteira de agronegócio, abordadas na seção 3.2.4 deste Relatório. A seguir estão descritas as definições das principais linhas constantes da tabela: a) Créditos Renegociados: saldo renegociado das operações de crédito no período, vincendas ou em atraso; b) Renegociados por Atraso: créditos renegociados no período para composição de dívidas em virtude de atraso no pagamento; c) Renovados: créditos renegociados de operações não vencidas para liquidação parcial ou integral de operação anterior ou qualquer outro tipo de acordo que implique alteração nos prazos de vencimento ou nas condições de pagamento originalmente pactuadas. Tabela 79. Carteira de Crédito Renegociada hões 4T11 3T12 4T12 Créditos Renegociados 5.000 9.775 8.432 Renegociados por Atraso 746 602 733 Renovados 4.255 9.174 7.699 Créditos Renegociados por Atraso - Movimentação Saldo Inicial 5.948 6.473 6.862 Contratações 746 602 733 Recebimento e Apropriação de Juros (222) 86 66 Baixas para Prejuízo (432) (299) (395) Saldo Final¹ 6.039 6.862 7.266 Créditos Renegociados por Atraso - Saldo da Provisão 3.925 4.449 4.553 Créditos Renegociados por Atraso - Inadimplência + 90 dias 954 1.095 1.114 Indicadores - % Provisão/Carteira 65,0 64,8 62,7 Inadimplência + 90 dias/carteira 15,8 16,0 15,3 Índice de Cobertura 411,3 406,2 408,6 1 - Inclui o montante de créditos rurais renegociados com saldo de R$ 24,6 milhões em dezembro de 2012 (R$ 22,5 milhões em dez/2011). 62

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 3.3. Concentração Tabela 80. 100 Maiores Tomadores Período 1º Cliente (%) Saldo 2º ao 20º (%) Saldo 21º ao 100º (%) Saldo 100 maiores (%) Saldo Mar/11 2,7 10.731 10,8 42.960 11,4 45.462 24,9 99.152 Jun/11 2,2 9.462 8,6 36.091 9,6 40.309 20,4 85.862 Set/11 2,4 10.689 11,2 49.884 11,4 50.775 25,1 111.793 Dez/11 2,0 9.321 7,9 36.200 9,0 41.596 18,9 87.117 Mar/12 2,0 9.576 7,4 34.616 9,0 42.462 18,4 86.654 Jun/12 1,8 9.310 7,5 37.876 9,6 48.932 18,9 96.117 Set/12 1,8 9.432 7,6 40.668 9,7 51.582 19,1 101.682 Dez/12 1,6 9.181 8,1 46.735 9,7 56.162 19,3 112.079 Tabela 81. 100 Maiores Tomadores em relação ao PR Período 1º Cliente (%) Saldo 2º ao 20º (%) Saldo 21º ao 100º (%) Saldo 100 maiores (%) Saldo Mar/11 15,7 10.731 62,7 42.960 66,4 45.462 144,8 99.152 Jun/11 12,9 9.462 49,2 36.091 55,0 40.309 117,1 85.862 Set/11 13,8 10.689 64,6 49.884 65,8 50.775 144,8 111.793 Dez/11 11,6 9.321 45,0 36.200 51,7 41.596 108,2 87.117 Mar/12 11,3 9.576 40,8 34.616 50,0 42.462 102,0 86.654 Jun/12 10,2 9.310 41,6 37.876 53,7 48.932 105,4 96.117 Set/12 9,4 9.432 40,5 40.668 51,4 51.582 101,4 101.682 Dez/12 8,5 9.181 43,3 46.735 52,0 56.162 103,8 112.079 63

Capítulo 3 Crédito Tabela 82. Concentração da Carteira de Crédito por Macrossetor hões Saldo Var. % Macrossetor¹ Dez/11 Part. % Set/12 Part. % Dez/12 Part. % s/dez/11 s/set/12 Metalurgia e Siderurgia 27.361 10,5 32.224 10,4 34.305 10,1 25,4 6,5 Construção Civil 22.461 8,6 27.595 8,9 30.131 8,8 34,1 9,2 Alimentos de Origem Vegetal 23.313 9,0 27.626 8,9 27.310 8,0 17,1 (1,1) Petroleiro 24.561 9,5 24.829 8,0 25.283 7,4 2,9 1,8 Energia Elétrica 17.042 6,6 20.393 6,6 22.361 6,6 31,2 9,7 Serviços 19.853 7,6 22.462 7,3 20.462 6,0 3,1 (8,9) Automotivo 15.036 5,8 17.064 5,5 18.948 5,6 26,0 11,0 Transportes 13.149 5,1 15.500 5,0 17.168 5,0 30,6 10,8 Comércio Varejista 12.779 4,9 13.966 4,5 15.384 4,5 20,4 10,2 Alimentos de Origem Animal 11.446 4,4 11.909 3,8 13.072 3,8 14,2 9,8 Eletroeletrônico 9.009 3,5 10.532 3,4 11.805 3,5 31,0 12,1 Têxtil e Confecções 9.587 3,7 10.842 3,5 11.467 3,4 19,6 5,8 Papel e Celulose 6.796 2,6 8.409 2,7 9.213 2,7 35,6 9,6 Administração Pública - - - - 9.191 2,7 - - Insumos Agrícolas 6.485 2,5 7.760 2,5 8.642 2,5 33,3 11,4 Telecomunicações 7.229 2,8 8.411 2,7 8.972 2,6 24,1 6,7 Químico 6.035 2,3 6.569 2,1 7.205 2,1 19,4 9,7 Madeireiro e Moveleiro 5.216 2,0 5.782 1,9 6.310 1,9 21,0 9,1 Comércio Atacadista e Ind. Diversas 4.206 1,6 4.977 1,6 5.686 1,7 35,2 14,3 Bebidas 2.286 0,9 2.466 0,8 2.652 0,8 16,0 7,6 Couro e Calçados 2.455 0,9 2.712 0,9 2.888 0,8 17,6 6,5 Demais Atividades 13.596 5,2 27.434 8,9 32.312 9,5 137,7 17,8 Total 259.900 100,0 309.462 100,0 340.768 100,0 31,1 10,1 Carteira de Crédito Interna 191.884 222.885 248.680 Carteira de Crédito Externa 27.967 35.898 38.163 Garantias 14.999 19.408 19.083 TVM 25.051 31.271 34.842 Total 259.900 309.462 340.768 1 - Não inclui as operações do Banco Votorantim. 64

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 4 - Liquidez Os ativos totais cresceram 17,2% na comparação em doze meses, com destaque para a evolução das operações de crédito. Tabela 83. Composição dos Ativos Saldos Var. % hões Dez/11 Part. % Set/12 Part. % Dez/12 Part. % s/dez/11 s/set/12 Ativos Totais 981.230 100,0 1.103.913 100,0 1.150.486 100,0 17,2 4,2 Ativos de Liquidez 344.505 35,1 409.025 37,1 415.940 36,2 20,7 1,7 Disponibilidades 10.034 1,0 14.495 1,3 12.311 1,1 22,7 (15,1) Aplicações Interfinaceiras 166.288 16,9 214.511 19,4 219.323 19,1 31,9 2,2 TVM (exceto vinculado ao Bacen) 168.182 17,1 180.019 16,3 184.306 16,0 9,6 2,4 Outros Ativos 636.725 64,9 694.888 62,9 734.546 63,8 15,4 5,7 Crédito Tributário 22.754 2,3 25.988 2,4 24.981 2,2 9,8 (3,9) Operações de Crédito 379.045 38,6 427.030 38,7 469.713 40,8 23,9 10,0 Demais 234.927 23,9 241.870 21,9 239.853 20,8 2,1 (0,8) Tabela 84. Composição dos Passivos Saldos Var. % hões Dez/11 Part. % Set/12 Part. % Dez/12 Part. % s/dez/11 s/set/12 Passivos Totais 981.230 100,0 1.103.913 100,0 1.150.486 100,0 17,2 4,2 Passivos de Liquidez 209.626 21,4 230.163 20,8 242.356 21,1 15,6 5,3 Depósitos Interfinanceiros 14.450 1,5 15.733 1,4 16.569 1,4 14,7 5,3 Captações no Mercado Aberto 195.175 19,9 214.430 19,4 225.787 19,6 15,7 5,3 Outros Passivos 771.604 78,6 873.750 79,2 908.131 78,9 17,7 3,9 Depósitos de Poupança 100.110 10,2 112.098 10,2 117.744 10,2 17,6 5,0 Depósitos a Prazo 265.809 27,1 286.756 26,0 263.013 22,9 (1,1) (8,3) Depósitos Judiciais 77.667 7,9 84.983 7,7 86.346 7,5 11,2 1,6 Letras de Crédito do Agronegócio 7.422 0,8 22.807 2,1 34.005 3,0 358,2 49,1 Demais 405.685 41,3 474.896 43,0 527.374 45,8 30,0 11,1 Tabela 85. Carteira de Títulos por Categoria Saldos Var. % hões Dez/11 Part. % Set/12 Part. % Dez/12 Part. % s/dez/11 s/set/12 Títulos e Valores Mobiliários 168.230 100,0 180.069 100,0 184.357 100,0 9,6 2,4 Títulos Disponíveis p/ Negociação 63.257 37,6 67.923 37,7 74.711 40,5 18,1 10,0 Títulos Disponíveis p/ Venda 88.385 52,5 94.366 52,4 95.321 51,7 7,8 1,0 Títulos Mantidos até o Vencimento 15.191 9,0 16.227 9,0 12.910 7,0 (15,0) (20,4) Instrumentos Financ. Derivativos 1.397 0,8 1.554 0,9 1.415 0,8 1,3 (9,0) Tabela 86. Carteira de Títulos por Prazo - Valor de Mercado Até 1 ano 1 a 5 anos 5 a 10 anos Acima de 10 anos hões Saldo Part. % Saldo Part. % Saldo Part. % Saldo Part. % Mar/11 35.173 24,3% 86.112 59,4% 14.305 9,9% 9.348 6,4% 144.938 Jun/11 36.480 23,8% 88.321 57,6% 18.054 11,8% 10.362 6,8% 153.217 Set/11 48.645 31,1% 93.445 59,7% 11.676 7,5% 2.869 1,8% 156.635 Dez/11 45.364 27,2% 105.971 63,6% 12.107 7,3% 3.252 2,0% 166.693 Mar/12 42.447 27,5% 94.995 61,6% 13.273 8,6% 3.589 2,3% 154.303 Jun/12 44.560 26,9% 91.060 55,0% 17.781 10,7% 12.221 7,4% 165.623 Set/12 47.721 26,7% 94.457 52,9% 22.906 12,8% 13.397 7,5% 178.482 Dez/12 49.086 26,8% 109.213 59,7% 18.001 9,8% 6.685 3,7% 182.985 Total A tabela seguinte apresenta o Saldo de Liquidez, diferença entre os Ativos e Passivos de Liquidez. 65

Capítulo 5 Captações Tabela 87. Saldo da Liquidez Saldos Var. % hões Dez/11 Part. % Set/12 Part. % Dez/12 Part. % s/dez/11 s/set/12 Ativos de Liquidez (A) 344.505 100,0 409.025 100,0 415.940 100,0 20,7 1,7 Disponibilidades 10.034 2,9 14.495 3,5 12.311 3,0 22,7 (15,1) Aplicações Interfinanceiras 166.288 48,3 214.511 52,4 219.323 52,7 31,9 2,2 TVM (exceto vincul. ao Bacen) 168.182 48,8 180.019 44,0 184.306 44,3 9,6 2,4 Passivos de Liquidez (B) 209.626 100,0 230.163 100,0 242.356 100,0 15,6 5,3 Depósitos Interfinanceiros 14.450 6,9 15.733 6,8 16.569 6,8 14,7 5,3 Captações no Mercado Aberto 195.175 93,1 214.430 93,2 225.787 93,2 15,7 5,3 Saldo da Liquidez (A-B) 134.879 178.862 173.584 28,7 (3,0) 66

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 5 - Captações Em 2012, as captações do Banco do Brasil no mercado registraram R$ 741,8 bilhões, evolução de 13,5% nos últimos doze meses. Destaque para o crescimento das Letras de Crédito do Agronegócio em detrimento aos Depósitos a Prazo, refletindo a estratégia de diversificação do funding. Tabela 88. Captações de Mercado Saldos Var. % hões Dez/11 Part.% Set/12 Part.% Dez/12 Part.% s/dez/11 s/set/12 Depósitos à Vista 62.016 9,5 61.486 8,5 74.760 10,1 20,5 21,6 Depósitos de Poupança 100.110 15,3 112.098 15,5 117.744 15,9 17,6 5,0 Depósitos Interfinanceiros 14.450 2,2 15.733 2,2 16.569 2,2 14,7 5,3 Depósitos a Prazo 265.809 40,7 286.756 39,7 263.013 35,5 (1,1) (8,3) Depósitos Judiciais 77.667 11,9 84.983 11,8 86.346 11,6 11,2 1,6 Captações no Mercado Aberto 195.175 29,9 214.430 29,7 225.787 30,4 15,7 5,3 Letras de Crédito do Agronegócio 7.422 1,1 22.807 3,2 34.005 4,6 358,2 49,1 Demais Letras Bancárias¹ 8.717 1,3 9.552 1,3 9.923 1,3 13,8 3,9 TOTAL 653.699 100,0 722.862 100,0 741.800 100,0 13,5 2,6 1 - Inclui Letras de Crédito Imobiliário, Letras Financeiras e Debêntures (Nota Explicativa 19). A seguir são apresentadas as participações do Banco do Brasil nas captações de mercado do Sistema Financeiro Nacional (SFN). Figura 21. Participação de Mercado das Captações do BB R$ bilhões 33,4 33,5 59,6 61,1 31,2 31,6 32,0 31,5 32,0 57,6 62,0 60,7 60,6 61,5 74,8 23,5 22,9 23,3 23,8 23,7 23,4 23,6 112,1 105,6 100,1 101,8 95,5 90,5 89,2 117,7 Mar/11 Jun/11 Set/11 Dez/11 Mar/12 Jun/12 Set/12 Dez/12 Depósitos à Vista Part. de Mercado¹ - % Mar/11 Jun/11 Set/11 Dez/11 Mar/12 Jun/12 Set/12 Dez/12 Depósitos de Poupança Part. de Mercado¹ - % 25,6 26,1 27,0 252,8 27,8 28,7 265,8 270,1 30,4 31,0 285,8 286,8 263,0 24,6 25,0 25,1 25,6 25,1 25,4 25,4 690,5 697,9 589,0 614,2 637,6 646,7 661,5 561,3 234,2 219,0 Mar/11 Jun/11 Set/11 Dez/11 Mar/12 Jun/12 Set/12 Dez/12 Depósitos a Prazo Part. de Mercado¹ - % Mar/11 Jun/11 Set/11 Dez/11 Mar/12 Jun/12 Set/12 Dez/12 Captações de Mercado² Part. de Mercado¹ - % 1 - As informações sobre participação de mercado no SFN são provenientes do relatório 50 Maiores bancos do Banco Central. Posição: Set/12; 2 - Considera depósitos totais e captações no mercado aberto. O montante captado pelo Banco do Brasil no exterior alcançou US$ 45,0 bilhões ao final de dezembro/2012, acréscimo de em 6,4% em relação a setembro e 30,1% sobre dezembro/2011. No 4T12, a expansão das captações do Banco do Brasil em outros países foi liderada pelas operações de emissões e certificados de depósitos, que registraram incremento de US$ 2,2 bilhões em relação ao trimestre anterior, com evolução de 14,2%. 67

Capítulo 5 Captações As operações do Banco Patagonia, que representam 9,6% da carteira total de captações no exterior, registraram saldos de US$ 2,5 bilhões na Pessoa Jurídica, US$ 1,3 bilhão na Pessoa Física, US$ 137 milhões no Interbancário, US$ 188 milhões em Emissões e US$ 218 milhões em Repo. Tabela 89. Captações no Exterior US$ milhões Saldos Var. % Modalidade¹ Dez/11 Part.% Set/12 Part.% Dez/12 Part.% s/dez/11 s/set/12 Emissões e Cert. de Depósitos² 10.955 31,7 15.355 36,3 17.528 39,0 60,0 14,2 Interbancário 10.022 29,0 10.494 24,8 10.917 24,3 8,9 4,0 Pessoa Jurídica 6.997 20,2 10.897 25,8 11.166 24,8 59,6 2,5 Pessoa Física 3.135 9,1 3.091 7,3 3.208 7,1 2,3 3,8 Repo 3.158 9,1 2.035 4,8 1.700 3,8 (46,2) (16,4) Special 305 0,9 415 1,0 475 1,1 55,8 14,4 TOTAL 34.572 100,0 42.287 100,0 44.995 100,0 30,1 6,4 1 - As informações referentes ao Banco Patagonia e ao BB Americas (antigo Eurobank) foram incorporadas aos saldos dos produtos a partir de Jun/11 e Mar/12, respectivamente; 2 - O total de emissões considera as emissões no mercado internacional de capitais e os CDs (Certificate of Deposits). A tabela a seguir apresenta as emissões do Banco do Brasil no mercado internacional de capitais. O volume das operações vigentes no exterior soma US$ 14,8 bilhões por seus valores nominais. Tabela 90. Emissões Vigentes no Exterior Data de Emissão Volume em US$ milhões Moeda Prazo em anos Cupom (%) Frequência do Cupom Preço de Emissão Retorno p/ Investidor(%) Spread s/ Treasury Rating Estrutura 19/12/2003 250 USD 10 6,550 Trimestral 100,000 6,550 292 A/A3 Securitização 20/9/2004 300 USD 10 8,500 Semestral 99,174 8,625 447 Baa1 Subordinada Nível II 18/7/2007 187 BRL 10 9,750 Semestral 100,000 9,750 - Baa1 Sênior 6/3/2008 250 USD 6 L3M+0,55 Trimestral 100,000 L3M+0,55 - AA-/Aa3 Securitização 29/4/2008 150 USD 10 5,250 Trimestral 100,000 5,250 - A/A3 Securitização 5/9/2008 200 USD 7 L3M+1,2 Trimestral 100,000 L3M+1,20 - A/A3 Securitização 2/7/2009 100 USD 5 L6M+2,55 Semestral 98,250 L6M+2,55 - Baa1 Sênior 20/10/2009 1.500 USD - 8,500 Semestral 100,000 8,500 - Baa2 Perpétuo 22/1/2010 500 USD 5 4,500 Semestral 99,333 4,651 220 Baa1 Sênior 22/1/2010 500 USD 10 6,000 Semestral 99,451 6,074 238 Baa1 Sênior 29/4/2010 450 USD 5 4,500 Semestral 100,684 4,337 180 Baa1 Sênior 5/10/2010 660 USD 10 5,375 Semestral 99,361 5,464 300 Baa1 Subordinada Nível II 20/1/2011 1.009 EUR 5 4,500 Anual 99,453 4,625 mid-sw ap+200 Baa1 Sênior 26/5/2011 1.500 USD 10 5,875 Semestral 98,695 6,044 288 Baa1 Subordinada Nível II 23/11/2011 500 USD 5 3,875 Semestral 99,413 4,000 312 Baa1 Sênior 20/1/2012 1.000 USD - 9,250 Semestral 100,000 9,250 733 BB Perpétuo 5/3/2012 750 USD - 9,250 Semestral 108,500 8,488 - BB Perpétuo 19/6/2012 750 USD 10 5,875 Semestral 99,023 6,000 434 BB+/Baa1 Subordinada Nível II 24/9/2012 317 JPY 3 1,800 Semestral 100,000 1,800 146 BBB / Baa1 Sênior 10/10/2012 1.925 USD 10 3,875 Semestral 98,978 4,000 238 BBB / Baa1 Sênior 31/1/2013 2.000 USD - 6,250 Semestral 100,000 6,250 440 Baa1 / BBB Perpétuo Fontes e Usos Os indicadores apresentados na tabela a seguir demonstram a relação entre as fontes de captação e as aplicações dos recursos no Banco do Brasil. Em dezembro de 2012, as fontes de captação atingiram um saldo R$ 690,4 bilhões, avanço de 19,8% sobre o ano anterior. Destaque para o crescimento da linha Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) e Letras de Crédito Imobiliário (LCI) que cresceu R$ 26,6 bilhões nos últimos 12 meses. As captações via LCA tem se apresentado como uma opção de funding de baixo custo. Quanto ao uso, destaque para a linha de Títulos e Valores Mobiliários Privados, que avançou 33,5% ao final de 2012, ante o ano anterior. Entretanto, a carteira de crédito continua sendo o principal destino dos recursos captados. 68

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 Tabela 91. Fontes e Usos Saldos Var. % hões Dez/11 Part.% Set/12 Part.% Dez/12 Part.% s/dez/11 s/set/12 Fontes 576.335 100,0 664.161 100,0 690.414 100,0 19,8 4,0 Captações Comerciais 450.480 78,2 507.400 76,4 515.714 74,7 14,5 1,6 Depósitos Totais 442.386 76,8 476.073 71,7 472.085 68,4 6,7 (0,8) LCA + LCI 7.431 1,3 22.882 3,4 34.075 4,9 358,6 48,9 Oper. Compromissadas c/ Tit. Privados 664 0,1 8.444 1,3 9.554 1,4 1.339,1 13,1 Obrigações por Repasses no País 50.991 8,8 52.763 7,9 63.519 9,2 24,6 20,4 Fundos Financeiros e de Desenvolvimento 4.002 0,7 4.667 0,7 5.089 0,7 27,1 9,0 Dívida Subordinada 25.101 4,4 32.443 4,9 32.657 4,7 30,1 0,7 Demais Letras Bancárias¹ 8.708 1,5 9.476 1,4 9.853 1,4 13,1 4,0 IHCD no País - - 8.105 1,2 8.215 1,2-1,4 Obrigações no Exterior² 37.053 6,4 49.306 7,4 55.368 8,0 49,4 12,3 Usos 576.335 100,0 664.161 100,0 690.414 100,0 19,8 4,0 Recursos Disponíveis 52.460 9,1 87.836 13,2 70.832 10,3 35,0 (19,4) Compulsórios 93.660 16,3 85.478 12,9 80.098 11,6 (14,5) (6,3) Carteira de Crédito Líquida (a) + (b) - (c) 430.215 74,6 490.846 73,9 539.484 78,1 25,4 9,9 Carteira de Crédito Classificada (a) 422.989 73,4 480.744 72,4 525.672 76,1 24,3 9,3 TVM Privados (b) 26.241 4,6 31.384 4,7 35.022 5,1 33,5 11,6 Provisão para Risco de Crédito (c) (19.015) (3,3) (21.282) (3,2) (21.210) (3,1) 11,5 (0,3) Indicadores - % Carteira de Crédito Líquida / Depósitos Totais 97,2 103,1 114,3 Carteira de Crédito Líquida / Captações Comerciais 95,5 96,7 104,6 Carteira de Crédito Líquida / Fontes 74,6 73,9 78,1 1 - Inclui Letras Financeiras e Debêntures (Nota Explicativa 19); 2 - Inclui Empréstimos no Exterior, Obrigações por TVM no Exterior, Obrigações por Repasses no Exterior, Dívida Subordinada no Exterior e Instrumentos Híbridos de Capital e Divida no Exterior. O quadro abaixo mostra o custo de captação dos depósitos no BB em comparação à taxa média Selic do período. Em comparação ao 3T12 é possível notar um aumento de 140 bps nessa relação. Este aumento se deve principalmente às linhas de Depósitos de Poupança (modalidade antiga), Depósitos Judiciais e Depósitos a Prazo de Fundos e Programas que, não sendo atrelados a TMS do período, ficaram relativamente mais caros, sensibilizando o custo de captação total do Banco. Tabela 92. Principais Captações vs. Taxa Selic hões Saldo Médio 4T11 3T12 4T12 Custo % Selic Saldo Médio Custo % Selic Saldo Médio Custo % Selic Depósitos à Vista 59.501 - - 60.640 - - 67.667 - - Depósitos de Poupança 97.971 (1.822) 69,6 110.128 (1.443) 68,1 115.461 (1.514) 76,2 Depósitos a Prazo - Fundos e Programas 8.671 (142) 61,2 7.062 (105) 77,6 6.915 (103) 86,4 Depósitos a Prazo - Depósitos Judiciais 77.552 (1.684) 81,2 84.990 (1.750) 107,1 86.031 (1.718) 116,1 Depósitos a Prazo - Rede e Institucional 174.250 (4.097) 88,0 190.593 (3.392) 92,5 181.081 (2.811) 90,2 Depósitos Interfinanceiros 13.856 (144) 38,9 15.395 (137) 46,2 16.455 (134) 47,3 Letras de Crédito do Agronegócio 6.908 (164) 88,8 20.848 (344) 85,8 30.033 (420) 81,4 Total 431.801 (7.889) 68,3 468.807 (6.826) 75,7 473.611 (6.279) 77,1 Tabela 93. Segregação de Depósitos por Prazo de Exigibilidade hões Curto Prazo² Part. % Longo Prazo³ Part. % Total 31.12.2012 Total 31.12.2011 Depósitos a Prazo¹ 146.276 55,6 116.737 44,4 263.013 265.809 Depósitos de Poupança 117.744 100,0 - - 117.744 100.110 Depósitos à Vista 74.760 100,0 - - 74.760 62.016 Depósitos Interfinanceiros 14.272 86,1 2.297 13,9 16.569 14.450 Total 353.052 74,8 119.034 25,2 472.085 442.386 1 - Inclui os valores de R$ 143.123,7 milhões (R$ 156.117,5 milhões em 31.12.2011), relativos a depósitos a prazo com cláusula de recompra antecipada (compromisso de liquidez), considerados os prazos de vencimento originais; 2 - Com vencimento até 1 ano; 3 - Com vencimento superior a 1 ano. 69

Capítulo 6 Outros Componentes Patrimoniais 6 Outros Componentes Patrimoniais 6.1. Impostos Diferidos Crédito Tributário (Ativo Fiscal Diferido) O crédito tributário origina-se principalmente de diferenças intertemporais de Imposto de Renda e Contribuição Social. As diferenças intertemporais decorrem de divergências no tratamento atribuído pelas normas contábil e fiscal a determinadas despesas que compõem o lucro do período. As despesas com provisão, por serem constituídas com fundamento em perdas prováveis, são um exemplo. Elas somente poderão ser dedutíveis quando as perdas ocorrerem efetivamente. O montante de créditos tributários de diferenças intertemporais representou 89,3% do estoque em dezembro de 2012. Os créditos tributários oriundos de prejuízos fiscais de Imposto de Renda e de base negativa de Contribuição Social representam um benefício fiscal pela possibilidade de sua compensação conforme ocorra geração de lucro tributável futuro. Tabela 94. Abertura do Crédito Tributário Saldos Var. % hões Dez/11 Part.% Set/12 Part.% Dez/12 Part.% s/dez/11 s/set/12 Diferenças Intertemporais 19.474 85,6 23.195 89,3 22.315 89,3 14,6 (3,8) PCLD 8.087 35,5 9.210 35,4 9.027 36,1 11,6 (2,0) Provisões Passivas 6.541 28,7 7.420 28,6 7.072 28,3 8,1 (4,7) Operações de crédito - Lei n.º 9.430/96 3.463 15,2 4.464 17,2 4.568 18,3 31,9 2,3 Marcação a Mercado 284 1,2 462 1,8 509 2,0 79,1 10,1 Outras Provisões 1.099 4,8 1.639 6,3 1.138 4,6 3,6 (30,6) CSLL Escriturada a 18% (MP 2.158/2001) 2.488 10,9 2.095 8,1 2.031 8,1 (18,3) (3,1) Prejuízo Fiscal / Base Negativa 175 0,8 128 0,5 86 0,3 (51,2) (33,3) Superveniência de Depreciação 616 2,7 569 2,2 549 2,2 (10,9) (3,5) Total de Crédito Tributário 22.754 100,0 25.988 100,0 24.981 100,0 9,8 (3,9) No exercício, observou-se a realização de créditos tributários no Banco Múltiplo no montante de R$ 6.145.702 mil, correspondente a 153,64% da respectiva projeção de utilização para o período de 2012, que constava no estudo técnico elaborado em 31.12.2011, conforme Nota Explicativa 25-e. Passivo Fiscal Diferido O passivo fiscal diferido representa o valor do tributo devido em período futuro e relacionado às receitas e ganhos tributáveis classificados como diferenças intertemporais. De forma análoga ao crédito tributário por diferença intertemporal, provém do tratamento contábil e fiscal sobre as receitas decorrentes de ajustes patrimoniais e cuja realização está condicionada no futuro. A tabela abaixo mostra a abertura do passivo fiscal diferido: Tabela 95. Abertura do Passivo Fiscal Diferido Saldos Var. % hões Dez/11 Part.% Set/12 Part.% Dez/12 Part.% s/dez/11 s/set/12 Ganhos Atuariais 5.325 75,0 5.782 72,3 5.905 79,3 10,9 2,1 Ajuste a Valor Presente - Arrend. Mercantil 769 10,8 629 7,9 552 7,4 (28,2) (12,2) Atualização de Depósitos Judiciais 357 5,0 380 4,8 386 5,2 8,3 1,6 Marcação a Mercado 266 3,8 452 5,7 339 4,5 27,1 (25,2) Outros 379 5,3 755 9,4 261 3,5 (31,1) (65,4) Total das Obrigações Fiscais Diferidas 7.096 100,0 7.998 100,0 7.443 100,0 4,9 (6,9) 70

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 6.2. Ativo Atuarial Histórico O ativo atuarial do Banco do Brasil representa a parcela da patrocinadora no superávit obtido pelo Plano de Benefícios 1 (Plano 1), administrado pela Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil Previ e mensurado conforme determina a Deliberação CVM nº 600/2009. Seu valor é apurado periodicamente com fundamento em laudo de avaliação atuarial e sua disponibilidade é condicionada ao cumprimento dos requisitos estabelecidos em legislação e por autoridades reguladoras. O Plano 1, estabelecido sob a modalidade Benefício Definido, foi custeado pelas contribuições dos participantes, beneficiários (aposentados e pensionistas) e patrocinador (Banco do Brasil) até dezembro de 2000, à razão de 2/3 (dois terços) pelo Banco e de 1/3 (um terço) pelos participantes. A adesão de novos participantes foi encerrada em 23/12/1997. A partir de janeiro de 2001 foi implementada a contribuição paritária (50%) pelo Banco do Brasil e pelos participantes e beneficiários, visando adequação às disposições da Emenda Constitucional n. 20. Participantes do Plano 1 São participantes do Plano 1 os funcionários que detinham a condição de associado da Previ em 24/12/1997 e aqueles que foram exonerados anteriormente, mas optaram por permanecer no plano. Os participantes estão divididos em dois grupos: I) Contrato 97: grupo de participantes admitidos até 14/04/1967 que não estavam aposentados e até aquela data não reuniam condições para a aposentadoria. Foram abrangidos por contrato assinado em 24/12/1997 entre o Banco do Brasil e a Previ, no qual foi firmado o compromisso do pagamento pelo patrocinador das aposentadorias relativas ao período em que não houve a formação de reserva matemática. A partir de abril/1967, as reservas matemáticas garantidoras dos benefícios desse grupo de participantes passaram a ser integralizadas ao Plano 1; II) Admitidos entre 15/04/1967 e 23/12/1997. Em vista da situação superavitária do Plano 1, as contribuições pelos participantes e patrocinador estão suspensas desde janeiro/2007. Fundo Paridade A implementação da contribuição paritária permitiu, a partir do saldo de reservas remanescentes, a constituição do Fundo Paridade, com montante inicial de R$ 2,2 bilhões. Atualmente, o fundo é corrigido mensalmente com base na meta atuarial (INPC + 5% a.a.), e vem sendo utilizado desde janeiro de 2007 para compensar eventual desequilíbrio financeiro na relação entre Reserva a Amortizar e Amortizante Antecipada decorrente do contrato estabelecido com a Previ em 1997 (Contrato 97), o qual garantiu benefícios complementares aos participantes do Plano 1 admitidos até 14.04.1967 e que não estavam aposentados até aquela data. Tabela 96. Previ - Fundo Paridade hões 4T11 1T12 2T12 3T12 4T12 Saldo Inicial 1.587 1.608 1.646 1.669 1.715 Contribuições ao Plano 1 - Contrato 97 (20) 0 (21) 0 (17) Atualização 42 37 44 46 56 Contr. Amortizante antecipada - Grupo Especial - - - - (1.014) Saldo Final 1.608 1.646 1.669 1.715 741 No 4T12, BB e Previ formalizaram a integralização de reservas matemáticas garantidoras dos complementos adicionais de aposentaria referentes a participantes do Contrato 97, conforme previsto no artigo 84 do Estatuto da Previ. O montante, no valor de R$ 1,014 bilhão, calculado por atuário contratado, foi integralizado nas obrigações do Plano 1, em contrapartida à baixa parcial do Fundo Paridade, conforme Nota Explicativa 27. 71

Capítulo 6 Outros Componentes Patrimoniais Fundo de Destinação Em 24/11/2010, o Banco firmou Memorando de Entendimentos visando à destinação e utilização parcial do superávit do Plano, conforme determinam a Lei Complementar n.º 109/2001 e a Resolução CGPC n.º 26/2008, que permitiu a reclassificação do montante de R$ 7,52 bilhões para o Fundo de Destinação Previ, em contrapartida à baixa parcial do Ativo Atuarial. Esse novo fundo é corrigido pela meta atuarial (INPC + 5% a.a.). Tabela 97. Previ - Fundo de Destinação hões 4T11 1T12 2T12 3T12 4T12 Saldo Inicial 4.111 3.684 3.503 3.192 2.853 Atualização 100 83 87 79 82 Transferência p/ fundos de Utilização (527) (264) (398) (418) (562) Saldo Final 3.684 3.503 3.192 2.853 2.374 Fundo de Contribuição No 1º semestre de 2011 o Banco promoveu a criação do Fundo de Contribuição, constituído por recursos transferidos do Fundo de Destinação para fazer frente à suspensão da cobrança de contribuições pelo período de três exercícios, conforme estabelecido no Memorando de Entendimentos. O Fundo de Contribuição é corrigido igualmente pela meta atuarial. Tabela 98. Previ - Fundo de Contribuição hões 4T11 1T12 2T12 3T12 4T12 Saldo Inicial 1.199 1.096 1.013 935 849 Atualização 31 25 26 24 25 Contribuições ao Plano 1 (133) (108) (105) (110) (148) Saldo Final 1.096 1.013 935 849 727 Fundo de Utilização O Fundo de Utilização reflete a contabilização de reserva especial na Previ para reversão parcelada de valores aos participantes e patrocinador. Essa reserva está condicionada à comprovação da cobertura integral do valor presente das obrigações do plano (art. 25, Deliberação CGPC 26/2008). É corrigido pela meta atuarial (INPC + 5% a.a.). Tabela 99. Previ - Fundo de Utilização hões 4T11 1T12 2T12 3T12 4T12 Saldo Inicial 2.644 3.249 3.592 4.095 4.634 Constituição 527 264 398 418 562 Atualização 79 79 105 122 162 Saldo Final 3.249 3.592 4.095 4.634 5.358 Atualização Periódica Conforme dispõe a Deliberação CVM nº 600/09, na apuração de valores de ativo ou passivo atuarial a serem reconhecidos pela patrocinadora, deve ser observado o limite estabelecido pelo Método do Corredor, que somente permite a contabilização de valores superiores a 10% dos ativos e/ou passivos, evitando dessa maneira a volatilidade do montante no decorrer do tempo. Em vista da paridade contributiva, considera-se ainda a participação do Banco no superávit, ou seja, 50% do valor presente dos ativos e obrigações atuariais do Plano. A mensuração do saldo atuarial do Plano 1 é realizada semestralmente (junho e dezembro) e contempla: (i) o montante do superávit do plano para o final do semestre corrente e (ii) a estimativa do resultado do plano para o final do semestre subsequente, consideradas as projeções do custo do serviço corrente, contribuições dos participantes e custos dos juros. Com base no saldo de ativo atuarial apurado para o período corrente (junho e dezembro), o BB efetua o ajuste semestral de seu ativo atuarial em contrapartida à receita recorrente do período. A valorização em questão corresponde ao montante do superávit ainda não reconhecido que excedeu 72

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 ao corredor, dividido pelo tempo médio de trabalho remanescente dos empregados que participam do Plano 1. A partir da estimativa de resultado atuarial do Plano 1 para o final do semestre subsequente, o BB efetua o reconhecimento antecipado mensal desse montante à razão de 1/6 dos ganhos ou perdas projetados, no decorrer do semestre ao qual se refere. A tabela abaixo demonstra o cálculo utilizado para mensuração do ativo atuarial. Tabela 100. Efeitos da Contabilização da Previ (Plano 1) hões 4T11 1T12 2T12 3T12 4T12 (a) Valor Justo dos Ativos do Plano 133.079 133.079 133.468 133.468 152.029 (b) Valor Presente das Obrigações Atuariais (98.850) (98.850) (105.772) (105.772) (128.413) (c) Superávit BB = [(a) + (b)] x 50% 17.115 17.115 13.848 13.848 11.808 (d) Ativo Atuarial sem Ajuste Semestral 13.372 13.870 14.386 14.783 16.249 Saldo Inicial do Ativo Atuarial 12.688 13.372 13.870 14.386 14.783 Reconhecimento Antecipado - Mensal ¹ 531 390 390 287 287 Contribuição Contrato 97 ² 153 108 125 110 1.178 (e) Superávit não Reconhecido = (c) - (d) 3.743 3.245 (537) (935) (4.441) (f) Método do Corredor - BB ³ 6.654 6.654 6.673 6.673 7.601 (g) Excesso ao Corredor = (e) - (f) - - - - - (h) Tempo Médio Remanescente de Trabalho - Semestres 5 5 4 4 4 (i) Ajuste Semestral = (g) / (h) - - - - - (j) Saldo do Ativo Atuarial = (d) + (i) 13.372 13.870 14.386 14.783 16.249 (1) Valor histórico revisado desde o 3T12, considerando Reconhecimento Antecipado Mensal de R$ 95,8 milhões (2) Valores referem se aos pagamentos assumidos pelo Banco no Contrato 97. Assim, foram consumidos os saldos do Fundo Paridade e Fundo de Contribuição, conforme demonstrado na Nota Explicativa 27-e. (3) 50% do Máximo Valor entre 10% dos Ativos ou -10% dos Passivos 73

Capítulo 6 Outros Componentes Patrimoniais 6.3. Ágios sobre Investimentos Anualmente as cotas de amortização são reavaliadas conforme projeções de resultado que fundamentaram os negócios. As estimativas são elaboradas por empresas especializadas contemplando os prazos e as taxas de desconto utilizadas para apuração do valor presente líquido dos fluxos de caixas futuros. Tabela 101. Ágios nas Aquisições de Investimentos hões 4T11 1T12 2T12 3T12 4T12 Banco Nossa Caixa Valor Contábil 4.961 4.961 4.961 4.961 4.961 Amortização Acumulada (444) (562) (681) (800) (918) Saldo Líquido de Amortização 4.517 4.399 4.280 4.161 4.043 Despesas com Amortização no Período¹ (58) (118) (119) (119) (118) Banco Votorantim Valor Contábil 426 426 426 426 426 Amortização Acumulada (86) (98) (110) (122) (135) Saldo Líquido de Amortização 340 328 316 304 291 Despesas com Amortização no Período¹ (11) (12) (12) (12) (13) Banco Patagonia Valor Contábil 370 370 370 370 370 Amortização Acumulada (13) (27) (41) (57) (73) Saldo Líquido de Amortização 357 343 372 345 316 Despesas com Amortização no Período¹ (5) (14) (14) (16) (16) Cielo Valor Contábil 1.002 1.002 1.002 1.002 1.002 Amortização Acumulada (119) (143) (155) (173) (191) Saldo Líquido de Amortização 883 859 847 829 811 Despesas com Amortização no Período¹ (21) (24) (12) (18) (18) Demais Empresas do Conglomerado Valor Contábil 800 820 928 982 982 Amortização Acumulada (273) (322) (371) (413) (449) Saldo Líquido de Amortização 528 498 575 592 556 Despesas com Amortização no Período¹ (47) (50) (49) (42) (36) 1 Contabilizada em Outras Despesas Operacionais. Fluxo Trim estral 74

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 6.4. Ativos Intangíveis As despesas de amortização do ativo intangível referentes à aquisição do direito de exploração do Banco Postal iniciaram-se em janeiro de 2012. A tabela a seguir apresenta a movimentação dos ativos intangíveis do BB. Tabela 102. Intangível hões 4T11 1T12 2T12 3T12 4T12 Direitos por Aquisição de Folhas de Pagamento Saldo Inicial 5.359 6.027 5.565 5.145 5.593 Despesas com Amortização¹ (524) (555) (457) (470) (467) Outros Valores - - 1 3 - Aquisições 1.782 108 48 1.609 414 Baixas (590) (14) (11) (693) (122) Saldo final (a) 6.027 5.565 5.145 5.593 5.418 Aquisição/Desenvolvimento de Softw ares Saldo Inicial 799 871 866 861 883 Despesas com Amortização² (44) (49) (52) (56) (53) Outros Valores - - - - - Aquisições 116 43 47 78 395 Baixas - - - - - Saldo final (b) 871 866 861 883 1.224 Banco Postal Saldo Inicial 2.815 2.824 2.798 2.771 2.712 Despesas com Amortização¹ - (30) (30) (60) (60) Outros Valores 9 4 3 1 2 Aquisições - - - - - Baixas - - - - - Saldo final (c) 2.824 2.798 2.771 2.712 2.653 Outros Ativos Intangíveis Saldo Inicial 11 14 15 13 13 Despesas com Amortização² - - - - - Outros Valores (9) (4) (3) (1) (2) Aquisições 15 6 1 1 2 Baixas (3) - - - - Saldo final (d) 14 15 13 13 13 Saldo (a+b+c+d) 9.736 9.245 8.790 9.201 9.309 1 Contabilizada em Outras Despesas Administrativas e realocada para Outras Despesas Operacionais na Demonstração do Resultado com Realocações. 2 Contabilizada em Outras Despesas Operacionais. Tabela 103. Estimativa de Amortização dos Ativos Intangíveis hões 2013 2014 2015 2016 2017 Total Valores a Amortizar 2.263 2.230 2.171 2.166 478 9.309 75

Capítulo 7 Resultado Financeiro 7 - Resultado Financeiro Este capítulo apresenta tanto a análise patrimonial (aplicações e captações) como a avaliação das receitas e despesas desses ativos e passivos. Em relação aos itens patrimoniais, evidencia-se a composição dos ativos rentáveis e passivos onerosos, bem como o spread gerencial das operações de crédito. Nas seções de resultado, apresenta-se uma análise volume e taxa com a alocação das variações nas receitas e despesas de juros pela mudança no volume médio dos itens patrimoniais e pela variação da taxa média de juros. 7.1. Análise das Aplicações Tabela 104. Saldos Médios e Taxa de Juros Ativos Rentáveis (Trimestral) hões Ativos Rentáveis Saldo Médio¹ 3T12 Receitas Taxa Anual (%) Saldo Médio¹ 4T12 Receitas Taxa Anual (%) TVM + Aplic. Interfinanceiras - Hedge 380.625 6.623 7,1 401.250 6.255 6,4 Operações de Crédito + Leasing 454.831 16.133 15,0 495.021 16.473 14,0 Depósito Compulsório Rentável 74.262 1.360 7,5 67.065 1.089 6,7 Demais 6.948 37 2,1 6.204 28 1,8 Total 916.666 24.153 11,0 969.540 23.844 10,2 Ativos Não Rentáveis Créditos Tributários 19.288 25.420 Demais Ativos 123.340 113.792 Ativo Permanente 27.784 27.203 Total 170.412 166.416 ATIVO TOTAL 1.087.078 1.135.956 1 - Média aritmética dos saldos finais dos meses que compõem o período Tabela 105. Saldos Médios e Taxa de Juros Ativos Rentáveis hões Ativos Rentáveis Saldo Médio¹ 2011 2012 Receitas Taxa Anual (%) Saldo Médio¹ Receitas Taxa Anual (%) TVM + Aplic. Interfinanceiras - Hedge 306.091 30.849 10,1 368.430 27.982 7,6 Operações de Crédito + Leasing 371.902 61.457 16,5 448.672 66.371 14,8 Depósito Compulsório Rentável 71.852 7.105 9,9 74.859 5.813 7,8 Demais 3.231 314 9,7 5.130 145 2,8 Total 753.075 99.724 13,2 897.091 100.311 11,2 Ativos Não Rentáveis Créditos Tributários 22.799 23.237 Demais Ativos 107.813 117.721 Ativo Permanente 27.751 27.841 Total 158.364 168.799 ATIVO TOTAL 911.439 1.065.890 1 - Média aritmética dos saldos finais dos meses que compõem o período Spread por Carteira A tabela seguinte apresenta o spread gerencial segmentado por tipo de operações. O spread é o resultado da margem financeira gerencial dividida pelos respectivos saldos médios. Na apuração da margem financeira gerencial são auferidas inicialmente as receitas financeiras, classificadas por tipo de carteira. Em seguida são deduzidos os custos de oportunidade definidos para cada uma das linhas que compõem as carteiras. Em relação ao crédito destinado para PF e PJ, com recursos livres, o custo de oportunidade é a taxa média Selic (TMS). No caso da carteira agrícola 76

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 e outros recursos direcionados, o custo de oportunidade é calculado de acordo com a origem do funding e com a necessidade ou não de aplicação obrigatória de parte dessa fonte de recurso. Tabela 106. Spread por Carteira % 4T11 3T12 4T12 2011 2012 Operações de Crédito 9,0 8,6 8,1 8,5 8,4 Pessoa Física 15,5 15,2 14,8 14,4 14,6 Pessoa Jurídica 6,1 5,5 4,8 5,8 5,5 Agronegócios 6,1 5,8 5,8 5,3 5,6 Demais 2,5 2,0 2,4 2,6 2,1 Spread Global 5,5 5,0 5,1 5,4 5,1 1 - Série revista devido a ajuste na metodologia de cálculo. Figura 22. Evolução do Spread 5,6 5,6 5,4 5,5 5,3 5,4 5,0 5,1 4,1 3,9 3,6 4,0 3,5 3,7 3,3 3,5 1T11 2T11 3T11 4T11 1T12 2T12 3T12 4T12 Spread Global Spread Ajustado pelo Risco 1 - Série revista devido a ajuste na metodologia de cálculo. Resultado com TVM O Resultado de operações com Títulos e Valores Mobiliários encerrou o quarto trimestre com saldo de R$ 6.255 milhões, representando um decréscimo de 5,6% em relação ao 3T12. Essa retração foi influenciada principalmente pela redução de 10,5% da TMS efetiva sobre o 3T12. Na comparação 2012/2011, as receitas com TVM apresentaram queda de 9,3%, influenciadas principalmente por: (i) redução de 26,9% da TMS sobre o 2011; e (ii) menor desvalorização cambial em relação ao mesmo período de 2011. Na tabela a seguir são evidenciados os resultados das operações de todo o conglomerado (incluindo empresas não financeiras, BB Banco de Investimento, Banco Votorantim, subsidiárias e agências no exterior) apresentando apenas as operações classificadas pelo Banco Central como TVM/Aplicações Interfinanceiras de Liquidez. Tabela 107. Resultado com Títulos e Valores Mobiliários Fluxo Trimestral Var. % Fluxo Anual Var. % hões 4T11 3T12 4T12 s/4t11 s/3t12 2011 2012 s/2011 Res. Títulos e Valores Mobiliários 7.189 6.623 6.255 (13,0) (5,6) 30.849 27.982 (9,3) Res. Títulos de Renda Fixa 6.947 6.553 6.091 (12,3) (7,0) 30.131 27.481 (8,8) Reavaliação - Curva 2.937 2.319 2.161 (26,4) (6,8) 12.000 9.644 (19,6) Resultado das Negociações 275 4 380 38,1-488 707 44,8 Marcação a Mercado (183) 202 (5) (97,1) - 126 240 90,6 Aplicações Interf. de Liquidez 3.785 3.844 3.526 (6,8) (8,3) 15.028 15.242 1,4 Rendas no Exterior 134 184 30 (77,7) (83,8) 2.489 1.647 (33,8) Demais 242 71 164 (32,3) 130,8 717 501 (30,1) 77

Capítulo 7 Resultado Financeiro A figura a seguir apresenta a classificação da carteira de títulos do BB por tipo de indexador. A classificação abaixo não inclui a carteira do BV. Figura 23. Carteira de Títulos e Valores Mobiliários por Indexador (Banco Múltiplo) 24,8% 71,9% 3,3% CDI / TMS Prefixado Outros 7.2. Análise das Captações Tabela 108. Saldos Médios e Taxa de Juros Passivos Onerosos (Trimestral) hões 3T12 4T12 Saldo Médio¹ Despesas Taxa Anual (%) Saldo Médio¹ Despesas Taxa Anual (%) Passivos Onerosos Depósitos de Poupança 110.128 (1.443) 5,3 115.461 (1.514) 5,3 Depósitos Interfinanceiros 15.395 (137) 3,6 16.455 (134) 3,3 Depósitos a Prazo 282.644 (5.247) 7,6 274.027 (4.631) 6,9 Captações no Mercado Aberto 213.628 (4.072) 7,8 221.551 (3.787) 7,0 Obrig. por Emprest. e Rep. no Exterior 13.332 (324) 10,1 13.602 (166) 5,0 Obrig. por Emprest. e Repasses no País 52.743 (825) 6,4 58.659 (600) 4,2 Fundos Financ. e de Desenvolvimento 4.737 (71) 6,1 4.916 (119) 10,0 Dívida Subordinada 49.094 (633) 5,3 55.699 (756) 5,5 Obrigações com T.V.M. no Exterior 22.724 (352) 6,3 28.087 (384) 5,6 Letras de Crédito do Agronegócio 20.848 (344) 6,8 30.033 (420) 5,7 Demais Letras Bancárias 9.619 (18) 0,7 9.918 (16) 0,7 Total 794.892 (13.465) 6,9 828.409 (12.528) 6,2 Demais Passivos Depósitos à Vista 60.640 67.667 Outros Passivos 168.004 174.703 Patrimônio Líquido 63.542 65.177 Total 292.186 307.547 PASSIVO TOTAL 1.087.078 1.135.956 1 - Média aritmética dos saldos finais dos meses que compõem o período 78

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 Tabela 109. Saldos Médios e Taxa de Juros Passivos Onerosos hões Passivos Onerosos Saldo Médio¹ Despesas Taxa Anual (%) Saldo Médio¹ Despesas Taxa Anual (%) Depósitos de Poupança 92.918 (6.908) 7,4 107.769 (6.445) 6,0 Depósitos Interfinanceiros 13.921 (808) 5,8 15.031 (540) 3,6 Depósitos a Prazo 237.138 (22.231) 9,4 276.779 (21.412) 7,7 Captações no Mercado Aberto 183.157 (19.701) 10,8 207.251 (16.908) 8,2 Obrig. por Emprest. e Rep. no Exterior 10.185 (3.773) 37,0 12.699 (3.495) 27,5 Obrig. por Emprest. e Repasses no País 50.581 (2.696) 5,3 53.755 (2.986) 5,6 Fundos Financ. e de Desenvolvimento 3.621 (649) 17,9 4.522 (655) 14,5 Dívida Subordinada 29.699 (1.329) 4,5 45.494 (2.442) 5,4 Obrigações com T.V.M. no Exterior 14.995 (1.382) 9,2 22.284 (1.728) 7,8 Letras de Crédito do Agronegócio 4.453 (434) 9,8 17.968 (1.162) 6,5 Demais Letras Bancárias 6.297 (269) 4,3 9.664 (106) 1,1 Total 646.964 (60.182) 9,3 773.217 (57.880) 7,5 Demais Passivos Depósitos à Vista 59.188 61.885 Outros Passivos 150.300 168.345 Patrimônio Líquido 54.988 62.443 Total 264.475 292.672 PASSIVO TOTAL 911.439 1.065.890 1 - Média aritmética dos saldos finais dos meses que compõem o período 7.3. Análise Volume e Taxa 2011 2012 Os dois quadros a seguir apresentam a alocação das variações nas receitas e despesas de juros pela mudança no volume médio dos ativos rentáveis e dos passivos onerosos e pela variação da taxa média de juros sobre esses ativos e passivos, nos períodos em análise. As variações no volume e na taxa de juros foram calculadas com base nas movimentações dos saldos médios durante o período e nas variações das taxas médias de juros sobre os ativos rentáveis e passivos onerosos. A variação de taxa média foi calculada pela variação na taxa de juros no período multiplicada pela média dos ativos geradores de receitas ou pela média dos passivos geradores de despesas no primeiro período. A variação líquida é a diferença entre as receitas de juros do período presente e do anterior. A variação por volume médio é a diferença entre a variação líquida e aquela decorrente da taxa média. 79

Capítulo 7 Resultado Financeiro Tabela 110. Variação de Receita e Despesa e Variação Volume/Taxa (Trimestral) hões Ativos Rentáveis Volume médio (1) Taxa média (2) Variação líquida (3) Volume médio (1) Taxa média (2) Variação líquida (3) TVM + Aplic. Interfinanceiras - Hedge 322 (690) (368) 1.281 (2.216) (934) Operações de Crédito + Leasing 1.337 (997) 340 3.218 (2.727) 491 Depósito Compulsório Rentável (117) (154) (271) (145) (657) (802) Demais (3) (6) (9) 11 (17) (6) Total 1.300 (1.609) (309) 4.243 (5.494) (1.252) Passivos Onerosos 4T12/3T12 Depósitos de Poupança (70) (2) (72) (229) 538 308 Depósitos Interfinanceiros (9) 12 3 (21) 31 10 Depósitos a Prazo 146 470 615 (229) 1.521 1.292 Captações no Mercado Aberto (135) 420 285 (684) 1.519 835 Obrig. por Emprest. e Repasses no Exterior (3) 162 158 (22) 295 274 Obrig. por Emprest. e Repasses no País (61) 285 225 (86) 164 78 Fundos Financeiros e de Desenvolvimento (4) (44) (48) (26) 71 45 Dívida Subordinada (90) (34) (124) (309) 15 (294) Obrigações com T.V.M. no Exterior (73) 42 (32) (153) (37) (190) Letras de Crédito do Agronegócio (129) 52 (76) (324) 67 (256) Demais Letras Bancárias (0) 2 2 (2) 17 15 Total (507) 1.443 936 (2.167) 4.284 2.117 1 - Variação Líquida Taxa Média 2 - (Juros Período Atual / Saldo Período Atual) x (Saldo Período Anterior) (Juros Período Anterior) 3 - Juros Período Atual Juros do Período Anterior 4T12/4T11 Na comparação 2012/2011, a evolução na receita líquida de juros também foi impulsionada pelo crescimento da carteira de crédito. Tabela 111. Variação de Receita e Despesa e Variação Volume/Taxa hões Ativos Rentáveis Volume médio (1) Taxa média (2) Variação líquida (3) TVM + Aplic. Interfinanceiras - Hedge 4.735 (7.601) (2.867) Operações de Crédito + Leasing 11.356 (6.442) 4.914 Depósito Compulsório Rentável 233 (1.525) (1.292) Demais 54 (223) (169) Total 16.103 (15.517) 586 Passivos Onerosos Depósitos de Poupança (888) 1.352 463 Depósitos Interfinanceiros (40) 308 268 Depósitos a Prazo (3.067) 3.886 820 Captações no Mercado Aberto (1.966) 4.759 2.793 Obrig. por Emprest. e Repasses no Exterior (692) 970 278 Obrig. por Emprest. e Repasses no País (176) (114) (290) Fundos Financeiros e de Desenvolvimento (131) 125 (6) Dívida Subordinada (848) (266) (1.114) Obrigações com T.V.M. no Exterior (565) 220 (346) Letras de Crédito do Agronegócio (874) 146 (727) Demais Letras Bancárias (37) 200 163 Total (9.451) 11.753 2.302 1 - Variação Líquida Taxa Média 2 - (Juros Período Atual / Saldo Período Atual) x (Saldo Período Anterior) (Juros Período Anterior) 3 - Juros Período Atual Juros do Período Anterior 2012/2011 80

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 7.4. Spread Tabela 112. Análise de Volume (Ativos Rentáveis) - Taxa Trimestral hões 3T12 4T12 Var. Abs. Volume: Ativos Rentáveis¹ 916.666 969.540 52.874 Margem Financeira Bruta 11.251 12.033 782 Spread - %² 1,2274 1,2411 0,0137 Ganho/(Perda) com Volume³ 649 Ganho/(Perda) com Taxa⁴ 125 Ganho/(Perda) com Volume e Taxa⁵ 7 1 - Média aritmética dos saldos finais dos meses que compõem o período 2 - Margem Financeira Bruta / Ativos Rentáveis 3 - Ganho/(Perda) resultante da multiplicação entre o volume dos ativos rentáveis do período atual pelo spread do período anterior. 4 - Ganho/(Perda) resultante da multiplicação entre o volume dos ativos rentáveis do período anterior pelo spread do período atual. 5 - Ganho/(Perda) combinado dos dois efeitos supracitados. Tabela 113. Análise de Volume (Ativos Rentáveis) - Taxa Ano hões 2011 2012 Var. Abs. Volume: Ativos Rentáveis¹ 753.075 897.091 144.015 Margem Financeira Bruta 40.830 45.729 4.899 Spread - %² 5,4218 5,0975 (0,3243) Ganho/(Perda) com Volume³ 7.808 Ganho/(Perda) com Taxa⁴ (2.442) Ganho/(Perda) com Volume e Taxa⁵ (467) 1 - Média aritmética dos saldos finais dos meses que compõem o período 2 - Margem Financeira Bruta / Ativos Rentáveis 3 - Ganho/(Perda) resultante da multiplicação entre o volume dos ativos rentáveis do período atual pelo spread do período anterior. 4 - Ganho/(Perda) resultante da multiplicação entre o volume dos ativos rentáveis do período anterior pelo spread do período atual. 5 - Ganho/(Perda) combinado dos dois efeitos supracitados. Tabela 114. Margem Líquida de Juros e Margem de Lucro hões 4T11 3T12 4T12 2011 2012 Saldo Médio Total dos Ativos Rentáveis 797.023 916.666 969.540 753.075 897.091 Saldo Médio Total dos Passivos Onerosos 685.137 794.892 828.409 646.964 773.217 Receita Líquida de Juros 10.450 10.688 11.316 39.542 42.431 Receitas de Juros 25.096 24.153 23.844 99.724 100.311 Despesas de Juros (14.646) (13.465) (12.528) (60.182) (57.880) Demais Componentes da Margem Financeira Bruta¹ 367 563 717 1.288 3.298 Margem Financeira Bruta 10.817 11.251 12.033 40.830 45.729 Passivos Onerosos / Ativos Rentáveis - % 86,0 86,7 85,4 85,9 86,2 Receitas de Juros / Ativos Rentáveis² - % 13,2 11,0 10,2 13,2 11,2 Despesas de Juros / Passivos Onerosos² - % 8,8 6,9 6,2 9,3 7,5 Margem de Lucro Líquida² ³ - % 4,4 4,0 4,0 3,9 3,7 Margem Líquida de Juros² ⁴ - % 5,3 4,7 4,8 5,3 4,7 Margem Financeira Bruta / Ativos Rentáveis² - % 5,5 5,0 5,1 5,4 5,1 1 - Contém derivativos, contratos de assunção de dívidas, resultado de op. de câmbio, recuperação de créd. baixados como prejuízo, empréstimos de ouro, fundo garantidor de crédito, ganho/perda cambial no exterior e outras receitas com características de intermediação financeira. 2 - Taxas anualizadas. 3 - Diferença entre a taxa média dos ativos rentáveis e a taxa média dos passivos onerosos. 4 - Receita líquida de juros dividida pelo saldo médio dos ativos rentáveis. 81

Capítulo 7 Resultado Financeiro 7.5. Margem Gerencial A margem gerencial do BB proveniente de operações de crédito e depósitos é apresentada na próxima tabela. No cálculo de cada linha faz-se a diferença entre a receita/despesa financeira e o respectivo custo/receita de oportunidade de cada linha, como por exemplo: TMS, Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) ou Taxa Referencial de Juros (TR). Tabela 115. Margem Gerencial Fluxo Trimestral Var. % Fluxo Anual Var. % hões 4T11 3T12 4T12 s/4t11 s/3t12 2011 2012 s/2011 Operações de Crédito 8.244 8.878 8.967 8,8 1,0 30.321 35.537 17,2 Pessoa Física 4.560 5.015 5.092 11,7 1,5 17.230 20.032 16,3 Pessoa Jurídica 2.340 2.452 2.371 1,3 (3,3) 8.667 9.903 14,3 Agronegócios 1.344 1.411 1.505 12,0 6,6 4.424 5.602 26,6 Depósitos 1.290 947 875 (32,2) (7,6) 5.664 4.154 (26,7) Depósitos a prazo 778 550 489 (37,1) (11,1) 3.426 2.485 (27,5) Depósitos à vista 348 254 250 (28,3) (1,6) 1.496 1.095 (26,8) Depósitos de Poupança 164 143 136 (17,0) (5,0) 743 574 (22,7) Demais 56 30 17 (69,3) (43,5) 189 153 (19,2) 7.6. Margem Financeira Bruta Na tabela a seguir, as linhas de receita financeira com operações de crédito e despesas financeiras de captação não consideram o efeito da variação cambial. A partir do 4T12 foram apartadas as despesas de captação realizadas com investidores institucionais compreendendo os instrumentos de divida sênior, divida subordinada e IHCD no país e no exterior. Para manutenção da comparabilidade da série foram reprocessados os dados desde 1T11. A linha de tesouraria compreende: (i) o resultado com juros; (ii) as receitas de compulsórios rentáveis; (iii) hedge fiscal, derivativos e outros instrumentos financeiros que compensam os efeitos da variação cambial no resultado. A linha demais compreende, principalmente, os recursos aprovisionados no BB de aplicação obrigatória em operações de crédito vinculadas a programas oficiais de financiamento, como Finame, BNDES e FCO. Tabela 116. Composição da Margem Financeira Bruta¹ Fluxo Trimestral Var. % hões 4T11 3T12 4T12 s/4t11 s/3t12 Margem Financeira Bruta 10.817 11.251 12.033 11,2 6,9 Receita Financeira c/ Operações de Crédito 15.971 16.071 16.323 2,2 1,6 Despesa Financeira de Captação (7.200) (6.678) (6.241) (13,3) (6,5) Despesa Financeira de Captação Institucional (584) (742) (919) 57,2 23,8 Recuperação de Crédito 851 813 1.076 26,4 32,3 Resultado de Tesouraria 2.779 2.639 2.235 (19,6) (15,3) Demais (1.000) (852) (441) (55,9) (48,3) 1 - Série revista devido a ajuste na metodologia de cálculo. 82

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 8 - Negócios Não Financeiros 8.1. Rendas de Tarifas A expansão da oferta de crédito, a forte atuação do Banco no segmento de varejo, impulsionada pela reformulação da estrutura de atendimento, a fidelização e ampliação do relacionamento com clientes, e o programa BOMPRATODOS vêm favorecendo o aumento da base de clientes e a expansão do volume de negócios, contribuindo para a diversificação das rendas de tarifas. Essas receitas cresceram 9,6% em relação ao 4T11. No comparativo 4T12/4T11, destaque para: (i) receitas com as operações de cartões que totalizaram R$ 1,3 bilhão no 4T12, crescimento de 18,1% sobre igual período em 2011, em linha com aumento do faturamento de cartões de crédito (26,4%); (ii) receitas com operações de crédito que somaram R$ 613,9 milhões no trimestre, com evolução de 23,9% em relação ao 4T11, impulsionadas pelo aumento de 24,3% na carteira de crédito em doze meses e (iii) receitas relacionadas às tarifas de conta corrente que apresentaram crescimento de 6,9% no ano, espelhando o aumento de 4,6% da base de clientes e de 3,6% no número de contas correntes. O crescimento do volume de negócios, sensibilizados pela elevação do consumo dos clientes existentes e novos correntistas, proporcionado pelo programa BOMPRATODOS, também favoreceu o incremento nas Rendas de Tarifas. A expansão dos negócios financeiros e não financeiros do Banco tem permitido uma maior rentabilização da base de clientes, com a geração de negócios sustentáveis. Tabela 117. Rendas de Tarifas Fluxo Trimestral Var. % Fluxo Anual Var. % hões 4T11 3T12 4T12 s/4t11 s/3t12 2011 2012 s/2011 Rendas de Tarifas 5.027 5.280 5.484 9,1 3,9 18.242 21.071 15,5 Cartão de Crédito / Débito 1.084 1.189 1.279 18,1 7,6 3.926 4.739 20,7 Conta Corrente 1.136 1.081 1.073 (5,6) (0,7) 4.077 4.356 6,9 Administração de Fundos 829 918 883 6,6 (3,8) 3.197 3.582 12,0 Operações de Crédito 496 517 614 23,9 18,8 1.822 2.141 17,5 Cobrança 321 326 336 4,7 3,1 1.241 1.316 6,1 Arrecadações 195 210 215 10,3 2,4 725 832 14,7 Interbancária 168 174 180 7,2 3,9 640 697 9,0 Seguros, Previdência e Capitalização 122 130 171 39,9 31,6 499 616 23,5 Rendas de Mercado de Capitais 96 108 112 17,3 4,3 350 454 29,9 Outros 580 628 619 6,8 (1,4) 1.764 2.338 32,5 Tabela 118. Base de Clientes Posição Var. % milhares Dez/11 Mar/12 Jun/12 Set/12 Dez/12 s/dez/11 s/set/12 Base de Clientes 56.001 56.921 57.466 57.879 58.551 4,6 1,2 Contas Corrente 36.121 36.539 36.690 37.084 37.418 3,6 0,9 Pessoa Física 33.875 34.261 34.396 34.687 35.049 3,5 1,0 Pessoa Jurídica 2.247 2.278 2.294 2.397 2.369 5,5 (1,1) 8.2. Cartões O faturamento com cartões de crédito alcançou R$ 99,4 bilhões em 2012, crescimento de 23,0% sobre o ano anterior. No quarto trimestre, o faturamento com cartões de crédito cresceu 26,4% sobre igual período do ano anterior, impulsionado pela maior utilização de cartões como meio de pagamento, o aumento do gasto médio e a oferta de soluções inovadoras como o acesso a linhas de crédito do Banco. Destaca-se o faturamento com cartões de crédito empresariais e Cartão BNDES, que juntos cresceram 33,9% no ano. Assim, o saldo da carteira de crédito total de cartões cresceu 33,5% em relação ao ano anterior, alcançando um volume financeiro de R$ 27,2 bilhões. 83

Capítulo 8 Negócios Não Financeiros 8.3. Administração de Recursos de Terceiros O Banco do Brasil, por meio da BB Gestão de Recursos BB DTVM, é líder na indústria nacional de fundos de investimento desde 1994. Ao final do 4º trimestre de 2012 atingiu o total de R$ 444,0 bilhões em recursos administrados e uma participação de mercado de 20,0%. Cabe ressaltar que a participação de mercado do Banco do Brasil chegaria a 20,7% se considerado 50,0% do saldo de recursos administrados pelo Banco Votorantim por meio da Votorantim Asset Management - VAM (R$ 33,96 bilhões ao final do 4ºT12). O BB manteve-se líder na administração de recursos dos seguintes segmentos: I. Investidor Institucional, com patrimônio de R$ 174,41 bilhões (21,3% de participação no mercado); II. III Poder Público, com R$ 117,5 bilhões (61,9% de participação); e Varejo, com R$ 57,5 bilhões (33,4% de participação). O crescimento de 6,79% em Recursos Administrados em relação ao ano anterior ocorreu em função da valorização de ativos. Figura 24. Administração de Recursos de Terceiros 22,0 22,3 22,0 21,6 21,3 21,4 20,9 20,0 393,9 407,7 410,8 415,8 442,1 447,8 452,1 444,0 Mar/11 Jun/11 Set/11 Dez/11 Mar/12 Jun/12 Set/12 Dez/12 Recursos Administrados - R$ bilhões Participação de Mercado - % O segmento com maior participação no patrimônio da BB DTVM é o de Investidores Institucionais, com 39,3% (posição de dezembro de 2012). No 4T12 houve revisão de metodologia de classificação de produtos nos segmentos pessoa física e pessoa jurídica. Os dados históricos não foram revisados. Tabela 119. Fundos de Investimento e Carteiras Administradas por Segmento Saldos Var. % hões Dez/11 Part. % Set/12 Part. % Dez/12 Part. % s/dez/11 s/set/12 Investidor Institucional 167.893 40,4 165.944 36,7 174.407 39,3 3,9 5,1 Pessoa Física 91.981 22,1 89.643 19,8 113.991 25,7 23,9 27,2 Governo 94.169 22,6 132.094 29,2 117.447 26,5 24,7 (11,1) Pessoa Jurídica 43.590 10,5 44.009 9,7 17.797 4,0 (59,2) (59,6) Investidor Estrangeiro 18.159 4,4 20.379 4,5 20.380 4,6 12,2 0,0 Total 415.793 100,0 452.069 100,0 444.023 100,0 6,8 (1,8) 84

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 Tabela 120. Fundos de Investimento e Carteiras Administradas por Tipo Saldos Var. % hões Dez/11 Part. % Set/12 Part. % Dez/12 Part. % s/dez/11 s/set/12 Fundos de Investimentos 403.845 97,1 439.477 97,2 430.833 97,0 6,7 (2,0) Renda Fixa 264.655 63,7 285.464 63,1 285.706 64,3 8,0 0,1 Renda Variável 55.317 13,3 55.604 12,3 55.140 12,4 (0,3) (0,8) Multimercado 20.820 5,0 21.069 4,7 7.880 1,8 (62,2) (62,6) Outros 63.052 15,2 77.340 17,1 82.107 18,5 30,2 6,2 Carteiras Administradas 11.948 2,9 12.592 2,8 13.189 3,0 10,4 4,7 Renda Fixa 11.948 2,9 12.592 2,8 13.189 3,0 10,4 4,7 Renda Variável - - - - - - - - Total 415.793 100,0 452.069 100,0 444.023 100,0 6,8 (1,8) A gestão de recursos no Banco do Brasil é dirigida a todos os segmentos de mercado e, desde 2006, tem nota máxima (MQ1) em Excelência em Qualidade de Gestão atribuída pela Moody s. 8.4. Seguridade Em novembro/2012, o Banco do Brasil anunciou sua intenção de criar subsidiária integral, BB Seguridade, responsável por consolidar, sob uma única sociedade, todas as suas atividades nos segmentos de seguros, previdência complementar aberta, capitalização e atividades afins. Em 2013, dependendo de estudos que indiquem a viabilidade, pretende-se que haja uma oferta pública de ações de emissão da BB Seguridade. Adicionalmente, foi comunicada também a intenção de constituir nova sociedade holding, BB Cor Participações, subsidiária da BB Seguridade, que deterá participação acionária no capital social da BB Corretora. O organograma com a estrutura societária pretendida após a constituição da BB Seguridade é demonstrado a seguir: BB Seguridade BB Cor.Participações 100% T 100% T BB Seguros 100,0% T BB Corretora Corretagem 49,9% ON 74,9% T BB Mapfre SH1 Seguros de Pessoas Sócio: Mapfre Participações 49,0% ON 50,0% T Mapfre BB SH2 Seguros de Patrimônio Sócio: Mapfre Participações 49,9% ON 74,9% T Brasilprev Previdência Sócio: PFG do Brasil Brasilcap Capitalização 49,9% ON 66,7% T Sócios: Icatu Capitalização Aliança da Bahia As informações referentes ao Índice de Seguridade, Demonstração do Resultado Gerencial por Ramo de Atuação, Índice Combinado Ampliado e Destaques Operacionais de Seguros Previdência e Capitalização foram substituídas por informações contábeis disponíveis na Nota Explicativa às Demonstrações Contábeis nº 21 - Operações de Seguros, Previdências e Capitalização. A seguir apresentamos o Resultado Financeiro e Operacional por cada tipo de segmento: 85

Capítulo 8 Negócios Não Financeiros Tabela 121. Seguros - Resultado Financeiro e Operacional Var. % hões 4T11 3T12 4T12 s/4t11 s/3t12 Resultado Financeiro 117 108 104 (11,0) (3,5) Receitas financeiras 140 129 139 (1,2) 7,8 Despesas financeiras (23) (21) (35) 47,8 67,1 Atualização e Juros de Provisões Técnicas (9) (2) (8) - - Resultado Operacional 419 534 552 31,8 3,2 Prêmios retidos e contribuições 1.194 1.592 1.697 42,1 6,6 Variação das provisões técnicas (24) (230) (316) - - Sinistros retidos (583) (618) (622) 6,7 0,7 Despesas de comercialização (168) (210) (207) 23,2 (1,5) Total 526 640 648 23,1 1,2 Tabela 122. Previdência Resultado Financeiro e Operacional Var. % hões 4T11 3T12 4T12 s/4t11 s/3t12 Resultado Financeiro 603 556 485 (19,5) (12,7) Receitas financeiras 1.057 1.113 1.109 4,9 (0,3) Despesas financeiras (454) (557) (624) 37,3 12,0 Atualização e Juros de Provisões Técnicas (542) (495) (403) (25,7) (18,7) Resultado Operacional 61 0 5 - - Prêmios retidos e contribuições 2.496 2.560 4.401 76,3 71,9 Variação das provisões técnicas (2.384) (2.514) (4.357) 82,7 73,3 Despesas de comercialização (46) (32) (33) (29,1) 0,8 Despesas com benefícios e resgates de planos de previdência (5) (13) (7) 47,1 (47,9) Total 122 61 87 (28,4) 43,5 Tabela 123. Capitalização - Resultado Financeiro e Operacional Var. % hões 4T11 3T12 4T12 s/4t11 s/3t12 Resultado Financeiro 98 79 120 22,2 51,1 Receitas financeiras 96 98 106 10,0 8,1 Despesas financeiras 2 (19) 14 - - Atualização e Juros de Provisões Técnicas (54) (78) (91) 68,5 17,5 Resultado Operacional 36 60 73 104,3 20,5 Prêmios retidos e contribuições 615 611 742 20,5 21,4 Variação das provisões técnicas (18) (498) 1.454 - - Despesas de comercialização (26) (40) (46) 77,1 13,5 Despesas com sorteios e resgates de títulos de capitalização (536) (12) (2.077) - - Total 80 62 102 27,5 63,1 8.5. Mercado de Capitais No mercado doméstico de capitais, o BB oferece serviço de compra e venda de ações por meio da sua rede de agências, internet (home broker) e dispositivos móveis (smartphone e tablet). No 4T12, o volume movimentado foi de 5,1 bilhões, com 189 mil negócios. Conforme o ranking Anbima, o Banco do Brasil até dezembro de 2012, por intermédio do BB-Banco de Investimento (BB-BI): i. Coordenou 78 emissões de debêntures e notas promissórias, totalizando R$ 20.806 milhões de volume originado; ii. Realizou 4 operações de CRI e FIDC, que geraram um volume de R$ 473 milhões no mercado de securitização; iii. Coordenou 7 ofertas públicas, no segmento de distribuição atacado, que somaram R$ 10.151 milhões no mercado de renda variável, alcançando o 1º lugar por número de operações e o 3º lugar por volume, segundo ranking Anbima; 86

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 iv. No segmento varejo do mercado de renda variável, coordenou 3 ofertas públicas auferindo R$ 9,6 milhões em receitas; v. No mercado de fusões e aquisições, o BB-BI participou de 4 operações que somaram R$ 2.251 milhões, ficando em 11º lugar no ranking Anbima acumulado até 30 de setembro, último dado disponível. Na custódia de ativos, o Banco ocupa o 3º lugar no ranking Anbima, posição de dezembro/2012, com R$ 551 bilhões custodiados que representam 19,7% de participação de mercado. No mercado de comercialização de Ouro, o BB foi responsável pelo volume de R$ 25,4 milhões em negociações no 4º trimestre de 2012, o que representou um incremento de 20%, se comparado ao mesmo período de 2011, e uma evolução de 19% com relação ao volume total comercializado no 3º trimestre de 2012. Na indústria de private equity, o BB-BI atua desde 2004 como investidor e, atualmente, é cotista de 15 fundos. A partir de 2007, passou a prestar serviços de assessoria econômico-financeira a Fundos de Investimento em Participações, atuando como assessor em 6 fundos investidos. O total de capital comprometido pelo BB-BI na indústria de private equity é de R$ 1.528 milhões. No mercado de capitais internacional, o BB, por meio de suas corretoras externas BB Securities Ltd (Londres), Banco do Brasil Securities LLC (Nova Iorque) e BB Securities Asia Pte. Ltd. (Cingapura) atuou em 28 das 68 operações de captação externa realizadas por empresas, bancos e governo brasileiro, das quais 26 na condição de lead-manager e 2 como co-manager. Do total de aproximadamente US$ 50,3 bilhões emitidos até o final do quarto trimestre de 2012, o BB participou em cerca de US$ 29,0 bilhões. Adicionalmente, o BB atuou em 7 operações de emissores estrangeiros como co-manager, no montante de US$ 8,9 bilhões. 87

8.567 8.374 8.568 8.836 7.629 122.377 113.810 121.778 113.404 122.564 113.996 123.316 114.480 121.811 114.182 Capítulo 9 Despesas Administrativas 9 - Despesas Administrativas 9.1. Despesas de Pessoal A variação de 5,2% na despesa de pessoal na comparação 4T12-3T12 é explicada, principalmente, pela assinatura do Acordo Coletivo de Trabalho 2012/2013 (reajuste de 7,5%). Observa-se que esse reajuste impactou todo o 4T12 e no 3T12 apenas o mês de setembro. Na comparação doze meses, o crescimento da despesa de pessoal de 13,1% deveu-se, em parte, ao incremento das despesas em cerca de R$ 293 milhões no período, referente à consolidação das despesas com o Banco Patagonia e parceria com o Grupo Mapfre, em abril e junho de 2011, respectivamente. Desconsiderando esse efeito, o crescimento das despesas de pessoal na visão doze meses seria de 11,3%, justificado pelo reajuste salarial concedido na data-base de setembro de 2011, reajuste das provisões administrativas pela inflação do período de outubro de 2011 a dezembro de 2012 e aumento do número de funcionários. Tabela 124. Despesas de Pessoal Fluxo Trimestral Var. % Fluxo Anual Var. % hões 4T11 3T12 4T12 s/4t11 s/3t12 2011 2012 s/2011 Despesas de Pessoal (3.954) (4.001) (4.211) 6,5 5,2 (13.943) (15.777) 13,1 Proventos (2.117) (1.900) (2.364) 11,7 24,4 (7.117) (8.157) 14,6 Benefícios (531) (522) (582) 9,6 11,4 (1.911) (2.146) 12,3 Encargos Sociais (715) (688) (841) 17,6 22,1 (2.456) (2.872) 17,0 Treinamento (37) (12) (21) (43,8) 73,3 (77) (55) (27,7) Previdência Complementar (95) (79) (111) 17,1 40,5 (306) (337) 10,3 Honorários de Diretores e Conselheiros (16) (16) (17) 4,3 5,9 (58) (62) 6,8 Provisões Administrativas de Pessoal (443) (784) (275) (38,0) (64,9) (2.019) (2.147) 6,3 A figura seguinte apresenta a evolução do quadro de pessoal do BB. Figura 25. Evolução do Quadro de Pessoal Dez/11 Mar/12 Jun/12 Set/12 Dez/12 Colaboradores (Funcionários+Estagiários) Funcionários Estagiários 9.2. Estrutura Operacional 9.2.1 Outras Despesas Administrativas A evolução observada em outras despesas administrativas no comparativo 4T12-3T12 está em linha com os reajustes contratuais realizados. Destaca-se: (i) na linha Amortização e Depreciação, a redução da despesa de depreciação, devido à alienação dos prédios utilizados pelo BB para o Fundo Imobiliário, além da alteração na metodologia de contabilização da depreciação de benfeitorias realizadas em imóveis de terceiros; e (ii) na linha Publicidade e Relações Públicas, o crescimento sazonal da despesa justificado pelas campanhas de final de ano, aquisições de calendários, entre outros. 88

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 Na visão doze meses é importante destacar o efeito da consolidação das despesas com o Banco Patagonia (abril/2011), com o grupo Mapfre (junho/2011) e aquisição do direito de utilização da rede de atendimento do Banco Postal (janeiro/2012). Esses itens representaram um incremento de cerca de R$ 719 milhões no período. Desconsiderando esse efeito, o crescimento nos doze meses de outras despesas administrativas seria de 8,5%. Importante ressaltar que o Banco mantém um rígido programa de controle de despesas que compensou parcialmente o crescimento verificado. Tabela 125. Outras Despesas Administrativas Fluxo Trimestral Var. % Fluxo Anual Var. % hões 4T11 3T12 4T12 s/4t11 s/3t12 2011 2012 s/2011 Outras Despesas Administrativas (3.012) (3.122) (3.288) 9,2 5,3 (10.809) (12.417) 14,9 Comunicação e Processamento de Dados (556) (543) (574) 3,2 5,6 (2.022) (2.224) 10,0 Amortização e Depreciação (331) (340) (232) (30,1) (31,9) (1.293) (1.271) (1,7) Serv. de Vigilância, Segurança e Transp. (450) (532) (536) 19,1 0,9 (1.622) (2.056) 26,8 Imóveis e Bens de Uso (448) (471) (517) 15,4 9,9 (1.625) (1.896) 16,7 Publicidade e Relações Públicas (263) (170) (239) (9,2) 40,8 (683) (724) 5,9 Serviços de Terceiros (525) (617) (671) 27,9 8,7 (1.974) (2.436) 23,4 Demais Despesas Administrativas (439) (449) (520) 18,4 15,6 (1.590) (1.811) 13,9 9.2.2 Rede de Atendimento Desde 1º de janeiro de 2012 a rede de atendimento do Banco Postal, com mais de 6 mil pontos, passou a integrar a rede MaisBB de correspondentes. Com essa parceria, ao final de dezembro de 2012, a rede de atendimento do Banco do Brasil estava presente em 5.425 municípios brasileiros, o que corresponde a 97% do total. O BB possui parcerias para o compartilhamento de terminais de autoatendimento e utilização da rede de lotéricas onde é possível realizar saques, depósitos, pagamentos, entre outros serviços. Essas parcerias consolidam o atendimento pulverizado e nacional da rede do Banco do Brasil. Tabela 126. Rede de Atendimento Rede Própria Posição Dez/11 Set/12 Dez/12 s/dez/11 s/set/12 Agência 5.263 5.339 5.362 1,9 0,4 Salas de Autoatendimento 4.919 4.936 4.945 0,5 0,2 Postos de Atendimento 8.583 8.747 8.837 3,0 1,0 Subtotal 18.765 19.022 19.144 2,0 0,6 Rede MaisBB 14.232 20.481 17.914 25,9 (12,5) Correspondentes Bancários 14.232 14.286 11.719 (17,7) (18,0) Banco Postal - 6.195 6.195 - - Rede Compartilhada Var. % CEF - lotéricas 10.993 11.732 12.443 13,2 6,1 Banco 24h 11.566 11.801 12.344 6,7 4,6 TAA: BRB + CEF 1.975 2.241 2.347 18,8 4,7 Subtotal 24.534 25.774 27.134 10,6 5,3 Total 57.531 65.277 64.192 11,6 (1,7) O BB possui a maior rede de agências do Brasil. A tabela seguinte apresenta a distribuição da rede de agências por região do País. Tabela 127. Rede de Agências por Região BB SFN Part. % Norte 305 1.067 29,1 Nordeste 1.154 3.473 33,4 Centro-Oeste 471 1.698 28,1 Sudeste 2.353 11.727 20,1 Sul 1.056 4.254 24,9 Total 5.339 22.219 24,1 89

Capítulo 9 Despesas Administrativas Canais Automatizados A rede de atendimento do Banco do Brasil é um diferencial estratégico, disponibilizando uma ampla gama de serviços aos clientes, além de apoiar a instituição na estratégia de controle de custos. O gráfico a seguir apresenta a quantidade de terminais da rede própria do BB e da parceria com a Caixa Econômica Federal (CEF), Banco Regional de Brasília (BRB) e rede do Banco 24h. Figura 26. Terminais de Autoatendimento 57.143 58.580 58.071 58.366 59.084 1.975 2.784 2.382 2.241 2.347 11.566 11.714 11.533 11.801 12.344 43.602 44.082 44.156 44.324 44.393 Dez/11 Mar/12 Jun/12 Set/12 Dez/12 Terminais de Autoatendimento TAA: Banco 24h TAA: BRB + CEF As transações automatizadas são responsáveis por parcela expressiva do total de operações bancárias realizadas pelo Banco do Brasil. A figura seguinte apresenta o percentual das transações por canal de atendimento. Figura 27. Transações por Canal de Atendimento - % 93,8 93,5 93,4 94,6 94,0 9,0 10,4 10,9 12,0 12,3 12,9 11,1 11,6 12,0 14,0 6,2 6,5 6,6 5,4 5,9 18,7 18,5 18,1 18,8 18,8 19,6 21,5 20,9 20,6 19,7 33,6 32,0 31,9 31,2 29,2 4T11 1T12 2T12 3T12 4T12 TAA Internet PF Internet PJ Caixa POS COBAN e Outros Trans. Automatizadas Em 2012, destaca-se também a atuação dos canais abaixo: i. celular 138,8 milhões de transações realizadas por 2.961,4 mil usuários; ii. autoatendimento Setor Público (internet e celular) 313,7 milhões de transações realizadas por 21,4 mil usuários; iii. Gerenciador Financeiro 301,5 milhões de transações por mais de 727,3 mil empresas, principalmente de pequeno porte. 90

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 9.2.3 Rede MaisBB A rede MaisBB, composta por Correspondentes Bancários e Banco Postal, está presente em mais de 17 mil pontos espalhados pelo País. A Rede oferece atendimento em horários diferenciados, levando comodidade e conveniência aos clientes. A parceria com o Banco Postal permitiu ao BB acessar cerca de 1,8 mil municípios onde não mantinha agências ou correspondentes bancários. A tabela a seguir apresenta dados operacionais da Rede MaisBB, segregados em Correspondentes Bancários e Banco Postal: Tabela 128. Rede MaisBB Dados Operacionais Rede MaisBB Correspondentes Bancários Banco Postal 3T12 4T12 3T12 4T12 Dados Operacionais Aberturas de Contas PF¹ (unidades) 250.432 278.267 261.582 210.433 Pagamentos, Recebimentos e Consultas² Depósitos 2.121 2.146 4.517 4.573 Saques 1.367 1.387 4.583 5.002 Extratos 149 141 2.326 2.389 Saldos 399 421 2.160 2.460 Recebimentos³ 52.370 52.164 15.070 14.223 Crédito⁴ Quantidade de Operações (unidades) 324.626 360.213 60.453 91.008 Volume Desembolsado (hões) 2.120 2.190 75 106 1 - Quantidade de propostas. Valor referente à Correspondentes Bancários no 3T12 ajustado devido ao reprocessamento de dados; 2 - Quantidade de Transações em milhares; 3 - Recebimentos de títulos, tributos e convênios; 4 - Informações do Banco Postal: operações efetuadas na Rede Banco Postal e por clientes do Banco Postal em outros canais do Banco 9.2.4 Rede Externa A rede externa do Banco é composta por 49 dependências localizadas em 24 países. Em complemento a essa estrutura, o Banco do Brasil mantém acordo com outras instituições financeiras no exterior para atendimento aos seus clientes. Ao final de dezembro de 2012, havia 1.124 bancos atuando como correspondentes do BB em 139 países. Tabela 129. Rede de Distribuição no Exterior Agências Subagências Escritórios de Representação Subsidiárias e Sucursais Unid. de Serv. Compartilhados Assunção Cidade do Leste Caracas Banco do Brasil AG BB USA Serv. Center Roma Buenos Aires Gifu Cidade do México Banco do Brasil Securities LLC BB Europa Serv. Center Frankfurt Gunma Dubai BB Leasing Company Ltd. Grand Cayman Hamamatsu Hong Kong BAMB Brazilian Americ. Merch. Bank La Paz Ibaraki Lima BB Securities Ltd. Londres Londres Nagano Luanda BB USA Holding Company Madri Nagóia Montevidéu BB Money Transfers, Inc. Miami Sta. Cruz de La Sierra Panamá BB Securities Asia PTE, Ltd Milão Seul BB AG - Sucursais em Portugal Nova Iorque Washington Cascais Paris Xangai Marquês de Pombal Santiago Tóquio Parque das Nações Porto Costa da Caparica Lisboa Unid. de Negócios 9.3. Outras Informações do Resultado As demais variações relevantes nas outras receitas e despesas operacionais são apresentadas nas tabelas a seguir. 91

Capítulo 9 Despesas Administrativas Tabela 130. Outras Receitas Operacionais Fluxo Trimestral Var. % Fluxo Anual Var. % hões 4T11 3T12 4T12 s/4t11 s/3t12 2011 2012 s/2011 Outras Receitas Operacionais 1.641 1.368 1.578 (3,8) 15,4 5.939 5.795 (2,4) Recuperação de Encargos e Despesas 230 176 179 (22,3) 1,8 797 668 (16,2) Atualização de Depósitos em Garantia¹ 386 282 268 (30,4) (4,8) 1.501 1.130 (24,7) Atualiz. Fundos Dest. Superávit - Previ 251 272 325 29,2 19,5 1.014 1.082 6,6 Receitas de Empresas Colig. e Contr. Não Financeiras 70 122 126 80,7 4,0 449 501 11,4 Operações com Cartões 124 121 50 (59,8) (58,8) 333 345 3,4 Rev. de Provisões - Pessoal, Adm. e Obrig. Atuarias 68 62 16 (76,4) (74,1) 189 247 30,5 Rendas de Títulos e Créditos a Receber 78 74 140 79,3 88,7 317 391 23,6 Demais 434 260 474 9,3 82,5 1.339 1.432 7,0 1 - Refere-se, principalmente, às receitas provenientes de atualização de garantias de operações relacionados ao comércio exterior. Tabela 131. Outras Despesas Operacionais Fluxo Trimestral Var. % Fluxo Anual Var. % hões 4T11 3T12 4T12 s/4t11 s/3t12 2011 2012 s/2011 Outras Despesas Operacionais (2.654) (2.386) (2.389) (10,0) 0,1 (9.629) (9.595) (0,4) Atualização das Obrig. Atuariais (277) (234) (276) (0,6) 18,0 (998) (825) (17,3) Despesas das Emp. Ligadas não Financ. (247) (463) (479) 94,0 3,6 (1.443) (1.794) 24,4 Parceiros Comerciais¹ (78) (98) (112) 42,6 14,4 (539) (389) (27,7) Op. com Cartões de Crédito / Débito ² (389) (405) (124) (68,2) (69,4) (1.260) (1.329) 5,4 Atualização de Depósitos em Garantia (101) (64) (61) (39,9) (4,3) (425) (275) (35,3) Descontos Concedidos em Renegociação (83) (94) (155) 87,1 65,6 (290) (396) 36,8 Amortização de Ágio em Investimentos³ (143) (208) (201) 40,5 (3,2) (575) (833) 44,8 Falhas/Fraudes e Outras Perdas (56) (48) (41) (27,1) (14,9) (460) (196) (57,3) Verba de Relacionamento Negocial⁴ (524) (470) (576) 10,0 22,4 (2.051) (2.059) 0,4 Demais (755) (305) (365) (51,6) 19,8 (1.590) (1.499) (5,8) 1 - Refere-se à despesa decorrente de parcerias, principalmente no Banco Votorantim; 2 - Despesas relacionadas, principalmente, ao gasto com o programa de relacionamento Pessoa Física (programa de pontos do cartão) e com o pagamento de cotas do uso das marcas (bandeiras); 3 - Decorre, principalmente, das despesas relacionadas à Aliança do Brasil e Banco Nossa Caixa; 4 - Decorre, principalmente, de negociações para aquisição de folhas de pagamento de órgãos da Administração Direta e Indireta. 9.4. Indicadores de Produtividade Nesta seção são apresentados os indicadores de produtividade normalmente utilizados para análise de instituições financeiras. Na comparação doze meses, o desempenho favorável das rendas de tarifas e o controle das despesas administrativas determinaram a melhoria tanto no índice que mede a cobertura das despesas de pessoal, quanto daquele que mede a cobertura das despesas administrativas. Com relação ao 4T12-3T12, a redução dos índices de cobertura justifica-se pelo aumento da despesa de pessoal e os reajustes contratuais característicos do 4T12. Tabela 132. Índices de Cobertura Ajustados¹ Fluxo Trimestral Fluxo Anual hões 4T11 1T12 2T12 3T12 4T12 2011 2012 Rendas de Tarifas 5.027 5.051 5.256 5.280 5.484 18.242 21.071 Despesas Administrativas 6.966 6.626 6.946 7.123 7.499 24.752 28.194 Despesas de Pessoal 3.954 3.694 3.871 4.001 4.211 13.943 15.777 Rendas de Tarifas/Despesas de Pessoal 127,1 136,7 135,8 132,0 130,2 130,8 133,6 Rendas de Tarifas/ Despesas Administrativas 72,2 76,2 75,7 74,1 73,1 73,7 74,7 1 Série revista, devido à mudança de metodologia. Dados referentes à Demonstração de Resultado com Realocações. O indicador de eficiência com base acumulada em 12 meses permite uma análise com menor volatilidade. Na comparação doze meses, o desempenho verificado está influenciado pelas despesas decorrentes do direito de utilização da rede de atendimento do Banco Postal e da consolidação das despesas do Banco Patagonia e do Grupo Mapfre. 92

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 Tabela 133. Índices de Eficiência Ajustados¹ Fluxo Trimestral Fluxo Anual hões 4T11 1T12 2T12 3T12 4T12 2011 2012 Receitas Operacionais (A) 15.393 15.496 16.412 16.079 17.268 57.668 65.255 Margem Financeira Líquida 7.925 7.258 7.934 7.488 8.398 29.003 31.078 Prov. p/ Créd. de Liquidação Duvidosa 2.892 3.576 3.677 3.764 3.636 11.827 14.651 Rendas de Tarifas 5.027 5.051 5.256 5.280 5.484 18.242 21.071 Res. de Part. em Coligadas e Controladas 47 1 2 (29) (67) 22 (94) Res de Op. com Seg., Previd. e Capitaliz. 515 516 608 595 629 2.265 2.349 Outras Receitas Operacionais 1.641 1.516 1.333 1.368 1.578 5.939 5.795 Outras Despesas Operacionais (2.654) (2.422) (2.397) (2.386) (2.389) (9.629) (9.595) Despesas Administrativas (B) 6.966 6.626 6.946 7.123 7.499 24.752 28.194 Despesas de Pessoal 3.954 3.694 3.871 4.001 4.211 13.943 15.777 Outras Despesas Administrativas 3.012 2.932 3.075 3.122 3.288 10.809 12.417 Índice de Eficiência (B/A) - % 45,3 42,8 42,3 44,3 43,4 42,9 43,2 Índice de Eficiência 12 meses - % 42,9 43,2 43,4 43,6 43,2 - - 1 Série revista, devido à mudança de metodologia. Dados referentes à Demonstração de Resultado com Realocações. A tabela seguinte apresenta outros indicadores de produtividade utilizados. Tabela 134. Outros Indicadores de Produtividade Fluxo Trimestral 4T11 1T12 2T12 3T12 4T12 Ativos por Colaborador¹ - 8.018 8.252 8.578 8.952 9.445 Contas Correntes por Colaborador¹ 295 300 299 301 307 Colaboradores¹/(Agências+PAA+PAB) 18 17 17 17 17 Funcionários em Agências/(Agências+PAA+PAB) 12 12 11 11 11 Cart. de Créd. Clas./Pontos de Atendimento² - hões 22,5 23,2 24,4 25,3 27,5 Renda de Tarifas/Pontos de Atendimento² - 267,9 270,8 278,9 277,6 286,4 Despesa de Pessoal por Funcionário - 34,8 32,5 34,0 35,0 36,8 Contas Correntes/(Agências+PAA+PAB) 5.169 5.222 5.204 5.232 5.266 1 - Inclui funcionários e estagiários; 2 - Rede própria. 93

Capítulo 10 Gestão de Riscos 10 - Gestão de Riscos 10.1. Gestão dos Riscos A Gestão dos Riscos O gerenciamento de riscos no Conglomerado Financeiro do Banco do Brasil contempla de forma abrangente os riscos de crédito, de mercado, de liquidez e operacional. As atividades de gerenciamento são realizadas por estruturas especializadas, conforme objetivos, políticas, estratégias, processos, procedimentos e sistemas descritos em cada um desses riscos. Não obstante as atividades estarem focadas nos riscos de crédito, de mercado, de liquidez e operacional, o Banco adota mecanismos para garantir a suficiência de capital para cobertura de outros riscos incorridos. A gestão colegiada dos riscos é realizada de forma totalmente segregada das unidades de negócios. As políticas de riscos são aprovadas pelo Conselho de Administração do Banco e formuladas pelo Comitê de Risco Global - CRG, um fórum composto pelo Presidente e Vice-Presidentes. As ações para implantação e acompanhamento das diretrizes emanadas do CRG são conduzidas em subcomitês específicos (Crédito, Mercado e Liquidez e Operacional), que são fóruns constituídos por Diretores Estatutários. Para conhecer mais sobre o processo de gestão de riscos no Banco do Brasil, acesse o website bb.com.br/ri. As tabelas e gráficos constantes deste capítulo não consideram as informações contábeis do Banco Votorantim (BV), a menos que haja referência explícita em contrário. Nesse sentido, define-se a expressão BB Consolidado como Banco do Brasil no país e exterior exclusive BV. 10.1.1 Risco de Crédito Risco de Crédito é definido como a possibilidade de ocorrência de perdas associadas ao não cumprimento pelo tomador ou contraparte de suas respectivas obrigações financeiras nos termos pactuados, à desvalorização de contrato de crédito decorrente da deterioração na classificação de risco do tomador, à redução de ganhos ou remunerações, às vantagens concedidas na renegociação e aos custos de recuperação. A definição de risco de crédito compreende, entre outros: I - o risco de contraparte: a possibilidade de não cumprimento, por determinada contraparte, de obrigações relativas à liquidação de operações que envolvam a negociação de ativos financeiros, incluindo aquelas relativas à liquidação de instrumentos financeiros derivativos; II - o risco país: a possibilidade de perdas associadas ao não cumprimento de obrigações financeiras nos termos pactuados por tomador ou contraparte localizada fora do País, em decorrência de ações realizadas pelo governo do país onde localizado o tomador ou contraparte, e o risco de transferência, entendido como a possibilidade de ocorrência de entraves na conversão cambial dos valores recebidos; III - o risco de commitment: a possibilidade de ocorrência de desembolsos para honrar avais, fianças, coobrigações, compromissos de crédito ou outras operações de natureza semelhante; IV - o risco de interveniente: a possibilidade de perdas associadas ao não cumprimento de obrigações financeiras nos termos pactuados por parte intermediadora ou convenente de operações de crédito; e V - o risco de concentração: a possibilidade de perdas de crédito decorrentes de exposições significativas a uma contraparte, a um fator de risco ou a grupos de contrapartes relacionadas por meio de características comuns. No Banco do Brasil, a estrutura de gerenciamento do risco de crédito é composta pelas Diretorias de Gestão de Riscos, Diretoria de Crédito e Diretoria de Reestruturação de Ativos Operacionais, sendo o diretor de Gestão de Riscos, por meio de indicação do Conselho de Administração, o responsável pelo gerenciamento do risco de crédito do Banco. Essa estrutura está em consonância à Resolução CMN 3.721, de 30/04/2009. 10.1.2 Risco de Mercado Risco de Mercado reflete a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes da flutuação nos valores de mercado de posições detidas por uma instituição financeira. Inclui os riscos das operações 94

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 sujeitas à variação cambial, das taxas de juros, incluindo a Carteira de Não Negociação (Parcela RBAN), dos preços de ações e dos preços de mercadorias (commodities). A Diretoria de Gestão de Riscos (Diris), conforme previsto na Resolução CMN 3.464, de 26/06/2007, é responsável pelo gerenciamento do risco de mercado no Banco do Brasil, com estrutura para gerenciamento dos riscos de mercado compatível com a natureza das operações, a complexidade dos produtos e a dimensão da exposição aos riscos da instituição, segregada das unidades de negociação e da unidade executora da atividade de auditoria interna. O BB utiliza métodos estatísticos e de simulação para mensurar os riscos de mercado das suas exposições. Entre as métricas resultantes da aplicação destes métodos, destacam-se: I - Sensibilidades, II - Valor em Risco (VaR), e III - Estresse. O Banco do Brasil adota política de gerenciar a exposição cambial de forma a minimizar seus efeitos sobre o resultado do Consolidado Econômico-Financeiro. Apresentamos, a seguir, o demonstrativo dos ativos, passivos e derivativos do BB Consolidado referenciados em moedas estrangeiras. A exposição cambial líquida, para 31.12.2012, é passiva no valor de US$ 1.296 milhões, o que reflete a estratégia de hedge fiscal adotada pelo Banco. O hedge fiscal objetiva reduzir a volatilidade do resultado, após os efeitos tributários, haja vista que os ganhos com a variação cambial dos investimentos no exterior não são tributados e, similarmente, as perdas não geram dedução na base tributária. Tabela 135. Balanço em Moedas Estrangeiras hões - 31/12/2012 CONTAS PATRIMONIAIS MOEDA ATIVO PASSIVO Dólar dos EUA 104.285 119.889 Euro 13.501 11.413 Libra Esterlina 494 632 Iene 1.519 2.067 Franco Suíço 103 12 Dólar Canadense 3 2 Ouro 20 - Demais 10.067 10.939 Total 129.992 144.954 Posição Líquida - Patrimoniais (14.962) DERIVATIVOS MOEDA COMPRADO VENDIDO Dólar dos EUA 29.294 16.374 Euro 3.577 5.231 Libra Esterlina 334 364 Iene 1.022 557 Franco Suíço - 91 Dólar Canadense - - Demais 771 67 Total 34.998 22.684 Posição Líquida - Derivativos 12.314 TOTAIS PATRIMONIAIS E DERIVATIVOS 164.990 167.638 Posição Líquida Total (2.648) Posição Líquida Total - Em US$ milhões (1.296) A exposição cambial regulatória do BB Consolidado, calculada conforme a Circular Bacen 3.389, de 25 de junho de 2008, é da ordem de R$ 1.656,0 milhões para a data de 31 de dezembro de 2012. O gráfico a seguir evidencia o comportamento da exposição cambial do BB Consolidado, em relação ao Patrimônio de Referência (PR), trimestralmente, desde dezembro de 2010. 95

Capítulo 10 Gestão de Riscos Figura 28. Evolução da Exposição Cambial em % do PR 1,34% 0,07% 1,16% 0,09% 1,88% 0,68% 0,68% 0,79% 0,87% 3,53% 0,71% 0,50% 0,84% 0,88% 0,69% 0,73% 0,71% 0,56% 0,98% Dez/10 Mar/11 Jun/11 Set/11 Dez/11 Mar/12 Jun/12 Set/12 Dez/12 Compensação "Parcela G" ¹ Outras Moedas Cesta de Moedas 1- Conforme Circular Bacen 3.389, de 25/06/2008, a parcela G é o valor adicional à exposição cambial do conglomerado caso a exposição no País e a exposição da rede de agências no exterior apresentem posições opostas. Nessa situação é adicionada a menor parcela em valor absoluto. Balanço por Indexador A tabela a seguir apresenta a composição dos ativos e passivos, inclusive derivativos, do BB Consolidado, detalhada por indexador: Figura 29. Ativos e Passivos por Indexador R$ bilhões - 31/12/2012 PREFIXADO 1.143,3 1.143,3 CDI / TMS / F ACP 312,5 530,7 IRP/TBF/TR 256,5 ÍNDICE DE PREÇO TJLP 201,3 78,9 30,4 12,6 207,1 30,5 2,8 MOEDA ESTRANGEIRA / OURO / RV 202,0 204,9 SEM INDEXADOR 87,4 129,0 Ativo Passivo O gráfico a seguir evidencia os descasamentos líquidos por indexador do BB Consolidado: Figura 30. Posição Líquida por Indexador R$ bilhões - 31/12/2012 96

Passivos Ativos Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 19,09% 218,2 0,86% 9,8-0,1-0,01% -2,9-41,7-0,25% -3,64% -55,2-4,83% -128,2 PREFIXADO INDICE DE PREÇO TJLP MOEDA ESTRANGEIRA / OURO / RV SEM INDEXADOR CDI / TMS / FACP -11,21% IRP/TBF/TR Demonstrativo do Perfil de Repactuação das Taxas de Juros Apresentamos, a seguir, tabela contendo o estoque de operações sensíveis às variações nas taxas de juros, alocados por fator de risco e por prazo de indexação de taxa de juros do BB Consolidado: Tabela 136. Perfil de Repactuação das Taxas de Juros hões - 31/12/2012 Ativos < 1 Meses 1 > 3 Meses 3 > 6 Meses 6 > 12 Meses 1 > 3 Anos > 3 Anos Total Prefixado 201.391 39.873 62.476 56.411 103.334 67.205 530.689 CDI/TMS 201.305 - - - - - 201.305 TR/TBF/IRP - 78.857 - - - - 78.857 Índice de Preço - 12.615 - - - - 12.615 TJLP 1.609 28.830 - - - - 30.439 US$/ME 53.059 28.355 24.657 16.342 21.818 57.792 202.023 Total - Ativos 457.363 188.530 87.133 72.753 125.152 124.997 1.055.927 Passivos Prefixado¹ 150.394 18.930 32.313 20.422 42.573 47.895 312.528 CDI/TMS 256.554 - - - - - 256.554 TR/TBF/IRP - 207.088 - - - - 207.088 Índice de Preço - 2.752 - - - - 2.752 TJLP 1.215 29.278 - - - - 30.493 US$/ME 55.140 17.466 25.910 18.286 27.355 60.719 204.876 Total - Passivos 463.303 275.514 58.223 38.708 69.928 108.614 1.014.291 Gap (5.940) (86.984) 28.910 34.044 55.223 16.382 41.636 Gap Acumulado (5.940) (92.925) (64.015) (29.970) 25.253 41.636 Gap Acumulado como % Ativos (que rendem juros) -1,3% -46,1% 33,2% 46,8% 44,1% 13,1% 3,9% 1 - Está considerada a totalidade dos depósitos em conta corrente (R$ 60,4 bilhões) em passivos prefixados. 10.1.3 Risco de Liquidez Risco de Liquidez é definido como a ocorrência de desequilíbrios entre ativos negociáveis e passivos exigíveis - "descasamentos" entre pagamentos e recebimentos que possam afetar a capacidade de 97

Capítulo 10 Gestão de Riscos pagamento da instituição, levando-se em consideração as diferentes moedas e prazos de liquidação de seus direitos e obrigações. O Banco do Brasil considera para o risco de liquidez os riscos associados à solvência, liquidação e sistêmico. O Banco do Brasil mantém níveis de liquidez adequados aos compromissos da Instituição assumidos no Brasil e no exterior, resultado da sua ampla e diversificada base de depositantes, da qualidade dos seus ativos, da capilaridade da sua rede de dependências externas e da sua capacidade de acesso ao mercado internacional de capitais. O rigoroso controle do risco de liquidez está em consonância com a Política de Risco de Mercado e de Liquidez estabelecida para o Conglomerado, atendendo às exigências da supervisão bancária nacional e dos demais países onde o Banco opera. O gerenciamento do risco de liquidez do Banco do Brasil segrega a Liquidez em Reais da Liquidez em Moedas Estrangeiras. Para tanto, atualmente, utiliza os seguintes instrumentos de gestão: I - Projeções de Liquidez; II - Teste de Estresse; III - Limites de Risco de Liquidez; IV - Plano de Contingência de Liquidez. Os instrumentos de gestão do risco de liquidez são periodicamente monitorados e reportados aos Comitês Estratégicos da instituição. Os limites de risco de liquidez atualmente utilizados no Banco do Brasil são a Reserva de Liquidez, aplicada ao risco de liquidez de curto prazo, e o Indicador de Disponibilidade de Recursos Livres (DRL), voltado ao gerenciamento do risco de liquidez de médio e longo prazo. A partir de junho de 2012, foi implementado o limite do Colchão de Liquidez para o gerenciamento do risco de liquidez em cenários de estresse. A figura seguinte apresenta o acompanhamento mensal da Reserva de Liquidez em Moeda Nacional do Banco. Figura 31. Reserva de Liquidez em Moeda Nacional (Posição: último dia útil) Dez/11 Jan/12 Fev/12 Mar/12 Abr/12 Mai/12 Jun/12 Jul/12 Ago/12 Set/12 Out/12 Nov/12 Dez/12 Liquidez Média Reserva de Liquidez A figura abaixo apresenta o acompanhamento da Reserva de Liquidez em Moeda Estrangeira do Banco. 98

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 Figura 32. Reserva de Liquidez Moeda Estrangeira (Posição: último dia útil) Dez/11 Jan/12 Fev/12 Mar/12 Abr/12 Mai/12 Jun/12 Jul/12 Ago/12 Set/12 Out/12 Nov/12 Dez/12 Liquidez Média Reserva de Liquidez Em junho de 2012, a gestão do risco de liquidez passou a utilizar nova forma de consolidação das variáveis que compõem a Liquidez em Moeda Estrangeira. Esta consolidação leva em consideração o risco de transferência de recursos em moeda estrangeira do exterior para o Brasil e vice-versa, o que diminuiu a volatilidade da série e, consequentemente, resultou num decréscimo no valor da Reserva de Liquidez em Moeda Estrangeira. O indicador de Disponibilidades de Recursos Livres (DRL) visa assegurar equilíbrio entre captação e aplicação de recursos da carteira comercial da área interna e garantir o financiamento da Liquidez em moeda nacional com recursos comerciais. O limite do DRL, definido anualmente pelo Comitê de Risco Global (CRG) de acordo com as metas de captações e aplicações comerciais, é parâmetro utilizado no planejamento e na execução do orçamento da instituição e monitorado sob periodicidade mensal. Em 2012, a composição dos produtos utilizados no cálculo do DRL foi reavaliada, tendo em vista identificar operações com características financeiras alinhadas com os objetivos do indicador não contempladas anteriormente, e aperfeiçoar a gestão do risco de liquidez de médio e longo prazo. A alteração da composição do índice resultou, principalmente, na inclusão de grande volume de títulos privados adquiridos com finalidade de concessão de crédito classificados na Carteira de Não Negociação de que trata a Resolução CMN 3.464. O aperfeiçoamento da composição do DRL permitiu que o CRG aprovasse limite mínimo mensal menor para o ano de 2012, admitindo-se o escalonamento dos valores para o alcance gradual desse limite. 99

Capítulo 10 Gestão de Riscos Figura 33. Indicador DRL Dez/11 Jan/12 Fev/12 Mar/12 Abr/12 Mai/12 Jun/12 Jul/12 Ago/12 Set/12 Out/12 Nov/12 Dez/12 DRL Mensal DRL Limite Devido à sazonalidade observada nos meses de janeiro e fevereiro de 2012 com relação às captações e aplicações, não foi possível atender o escalonamento previsto no referido período. Entretanto, a partir do mês de março, a curva da execução orçamentária já indicou para a adequação dos limites estabelecidos para o indicador DRL. No último trimestre do ano, em função do movimento de redução de taxas de juros liderado pelo Banco, e da elevação das operações de crédito, foi necessário reavaliar o limite do indicador DRL. Esta alteração, aliada à nova estratégia de captação de recursos, permitiu ao Banco alcançar os objetivos negociais definidos, porém, mantendo-se o equilíbrio entre fontes e usos de recursos comerciais. Tal medida permite ao Banco a realização da gestão de seus ativos e passivos sem comprometer a liquidez corrente do Banco, a qual se mantém em níveis confortáveis, conforme demonstrado na figura Reserva de Liquidez em Moeda Nacional deste capítulo. Destaca-se que a manutenção da Liquidez em moeda nacional e em moeda estrangeira, acima dos limites das suas respectivas Reserva de Liquidez, possibilita a execução do planejamento estratégico do Banco em níveis confortáveis de exposição ao risco de liquidez. 10.1.4 Risco Operacional Risco Operacional representa a possibilidade de perdas resultantes de falha, deficiência ou inadequação de processos internos, pessoas e sistemas, ou decorrente de eventos externos. Esta definição inclui a possibilidade de perdas decorrentes do risco legal que está associado à inadequação ou deficiência em contratos firmados pela instituição, bem como a sanções em razão do descumprimento de dispositivos legais e a indenizações por danos a terceiros decorrentes das atividades desenvolvidas pela instituição. No aspecto quantitativo, a tabela abaixo apresenta o comportamento das perdas operacionais do BB consolidadas por categorias de eventos de perda. Ressalta-se que o BB considera as constituições/reversões de provisões notadamente para passivos contingentes no total apurado de perdas operacionais para as categorias Problemas Trabalhistas e Falhas nos Negócios: 100

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 Tabela 137. Composição das Perdas Operacionais (%) Categoria de Evento de Perda 4T11 1T12 2T12 3T12 4T12 Problemas Trabalhistas 58,5 18,3 34,3 33,0 42,5 Falhas nos Negócios 24,3 66,3 56,1 52,8 41,2 Fraudes e Roubos Externos¹ 11,9 11,2 10,1 9,5 15,0 Danos ao Patrimônio Físico 0,6 0,4 0,7 0,5 1,1 Fraudes Internas 0,7 0,5 0,6 0,7 0,5 Falhas de Sistemas 0,0 0,1 0,6 0,0 0,0 Interrupção das Atividades 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 Falhas em Processos 4,0 3,2-2,4 3,5-0,3 Total 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 1 - A categoria Fraudes e Roubos Externos, por características próprias dos eventos de perda que consolida, é sensibilizada gerencialmente por lançamentos posteriores à apuração em bases mensais; por isso pode apresentar variações nas percentagens apuradas em períodos anteriores. Os valores percentuais apresentados na tabela acima representam a posição na data 31/12/12. Aderente à Resolução CMN 3.380 e aos requisitos de Basiléia II, foram revisadas as políticas específicas associadas ao risco operacional, tendo sido aprovadas pelo Conselho de Administração em dezembro de 2012. O Banco do Brasil utiliza diversos instrumentos de gestão de risco, e monitora periodicamente as perdas operacionais, a fim de adotar medidas de mitigação. Aprimorando este modelo, o Banco desenvolveu metodologia de identificação de riscos operacionais aplicada ao mapeamento de seus processos organizacionais, viabilizando a identificação de possíveis perdas operacionais previamente à sua efetiva materialização. Atendendo aos requisitos mínimos do Edital de Audiência Pública Bacen nº 39/2011, no último trimestre o banco revisou sua estrutura de gerenciamento de risco operacional e iniciou processo de aquisição de ferramenta de gestão. Estas mudanças proporcionaram a revisão do plano de candidatura ao uso de modelos internos para alocação de capital para risco operacional. 101

Capítulo 10 Gestão de Riscos 10.2. Estrutura de Capital O Índice de Basileia foi apurado segundo os critérios estabelecidos pelas Resoluções CMN 3.444/2007 e 3.490/2007, que tratam do cálculo do Patrimônio de Referência (PR) e do Patrimônio de Referência Exigido (PRE), respectivamente. As informações relativas ao Banco Votorantim (BV) são consolidadas pelo Método de Equivalência Patrimonial (MEP). Desempenho O Banco do Brasil encerrou dezembro de 2012 com Patrimônio de Referência 34,1% superior ao observado no mesmo período do ano anterior, atingindo R$ 107.925 milhões. Tabela 138. Índice de Basileia Conglomerado Econômico-Financeiro¹ hões Dez/11 Mar/12 Jun/12 Set/12 Dez/12 Patrimônio de Referência - PR 80.482 84.932 91.152 100.296 107.925 Nível I 60.615 65.183 67.905 72.724 76.769 Capital Social 33.123 33.123 33.123 33.123 48.400 Reservas² 24.126 23.945 27.416 27.035 16.137 Reservas de Reavaliação (5) (5) (5) (5) (5) Ajuste ao Valor de Mercado -TVM e Deriv. 724 858 1.238 1.561 1.420 Ações em Tesouraria (0) - - (162) (461) Lucros ou Prejuízos Acumulados - 2-79 - Participações Acumuladas nas Minoritárias 444 461 532 559 574 Contas de Resultado - 1.662-1.910 - Créd. Trib. Excl. nível I do PR Res.3059 (0) (0) (0) (0) - Ativos Diferidos (165) (142) (128) (114) (111) Ajustes da Marcação a Mercado (351) (413) (586) (833) (701) Adicional de Provisão - - - - - Instrumentos Híbridos de Capital e Dívida - Nível I 2.719 5.692 6.315 9.572 11.515 Nível II 24.878 24.598 28.751 32.894 36.074 Dívida Subordinada 24.522 24.180 28.160 32.057 32.401 Reservas de Reavaliação 5 5 5 5 5 Ajustes da Marcação a Mercado 351 413 586 833 701 Instrumentos Híbridos de Capital e Dívida - Nível II - - - - 2.969 Deduções do PR (5.011) (4.849) (5.503) (5.323) (4.919) Instrumentos Financeiros Excluídos do PR (5.011) (4.849) (5.503) (5.323) (4.919) PRE 63.326 65.528 70.497 74.469 80.035 Risco de Crédito³ 59.802 61.472 66.494 70.520 76.077 Risco de Mercado⁴ 90 180 127 198 207 Risco Operacional⁵ 3.433 3.876 3.876 3.751 3.751 Excesso / Insuficiência de PR 17.156 19.403 20.654 25.826 27.890 Coeficiente K - % 13,98 14,26 14,22 14,81 14,83 1- As informações e saldos contábeis do Banco Votorantim deixaram de ser incluídos nos demonstrativos de limites de gestão de riscos e na base de apuração do Índice de Basiléia do Banco, de forma retroativa a 30/09/2009. 2 - Refere-se às Reservas de Capital, Reavaliação e Lucros. 3 - Referente à parcela PEPR, conforme circular 3.360 de 12/09/2007. 4 - Referente às parcelas PCAM, PJUR, PCOM e PACS, Circulares 3.361 a 3.364/2007, 3.366/2007, 3.368/2007 e 3.389/2008. 5 - Referente à parcela POPR, conforme circular 3.383, de 30/04/2008. Em Jan/2013, o Banco realizou emissão de dívida subordinada no exterior no valor de US$ 2,0 bilhões, e emissão de letras financeiras subordinadas no mercado interno no valor de R$ 5,2 bilhões. Essas captações, quando autorizadas pelo Banco Central do Brasil, serão incorporadas ao Capital Nível II do BB, resultando num incremento de 128 pontos-base sobre o Índice de Basiléia. O PRE do BB alcançou o montante de R$ 80.035 milhões em dezembro, aumento de 26,4% em relação a dezembro de 2011. Maior parte da exigência foi ocasionada pela parcela de risco de crédito (PEPR), reflexo principalmente da expansão das operações de crédito. A tabela a seguir apresenta as principais variações nas contas da parcela PEPR no quarto trimestre de 2012 vis-à-vis igual período de 2011, considerando o Consolidado Econômico-Financeiro: 102

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 Tabela 139. Principais Contas da Parcela PEPR (Conglomerado Econômico-Financeiro) Var. % hões Dez/11 Set/12 Dez/12 s/dez/11 s/set/12 Operações de Crédito 35.538 43.147 47.823 34,6 10,8 Outros Direitos (ouro, adiant. ao FGPC, outros adiant.) 8.207 9.121 9.667 17,8 6,0 TVM e Derivativos 3.762 3.267 3.584 (4,7) 9,7 Créditos a Liberar 1.775 1.836 2.042 15,0 11,2 Permanente 2.951 2.989 3.009 2,0 0,7 Demais 7.569 10.160 9.951 31,5 (2,1) TOTAL 59.802 70.520 76.077 27,2 7,9 Em relação ao risco de mercado, apresentamos, na tabela a seguir, o Patrimônio de Referência Exigido, em dezembro de 2012, por fator de risco. Tabela 140. PRE para Risco de Mercado por Fator de Risco hões Fatores de Risco Dez/11 Set/12 Dez/12 s/dez/11 s/set/12 PRE Câmbio - - - - - PRE Taxa de Juros 84 194 203 142,7 4,7 PRE Commodities 6 4 4 (35,0) 6,5 PRE Ações 1 1 1 (11,0) (13,9) PRE Risco de Mercado¹ 90 198 207 129,3 4,7 1 - Inclui posições do BNC e a participação do BB nas posições do BV Var. % Para apuração da Parcela de Capital para Cobertura do Risco Operacional (POPR), o BB utiliza a Abordagem Padronizada Alternativa prevista na circular BACEN n 3.383/2008. O valor da POPR, segregado em linhas de negócios, é complementado pela parcela adicional, discriminada na linha coligadas e controladas no país e exterior, cujo resultado é função da variação do valor do investimento do BB em empresas não financeiras mais o valor da participação no Banco Votorantim. A atual POPR, obtida sobre os valores médios do período de seis semestres que se encerrou com o balanço de 30.06.2012, está sendo cumprida com a respectiva alocação de capital, mensalmente, durante o período de julho a dezembro de 2012. Tabela 141. Capital Alocado para Risco Operacional por Linha de Negócio Linha de Negócio Valor (hões) Part. % Administração de Ativos 122 3,2 Coligadas e Controladas no País e Exterior 253 6,7 Comercial 1.066 28,4 Corretagem de Varejo 4 0,1 Finanças Corporativas 9 0,2 Negociação e Vendas 1.116 29,8 Pagamentos e Liquidações 450 12,0 Serviços de Agente Financeiro 102 2,7 Varejo 628 16,7 TOTAL 3.751 100,0 103

Capítulo 10 Gestão de Riscos Tabela 142. Exposição Ponderada por Fator de Risco e PEPR (posição 31/12/2012) hões FPR Set/12 Dez/12 Set/12 Dez/12 Disponibilidades Aplicações Interfinanceiras de Liquidez TVM e Instrumentos Financeiros Derivativos Relações Interfinanceiras Operações de Crédito Operações de Arrendamento Mercantil Outros Direitos Outros Valores e Bens Permanente Exposição Ponderada por Fator de Risco¹ PEPR² 20% 28 725 3 80 100% 5.125-564 - 20% 30 40 3 4 50% 11.458 14.815 1.260 1.630 100% 20.201 22.956 2.222 2.525 50% 2.781 2.745 306 302 100% 26.921 29.835 2.961 3.282 20% 401 407 44 45 50% 49 51 5 6 100% 819 1.083 90 119 20% 86 631 10 69 50% 639 654 70 72 75% 97.591 100.666 10.735 11.073 100% 234.419 262.212 25.786 28.843 150% 13.903 15.014 1.529 1.652 300% 45.607 55.578 5.017 6.114 75% 175 131 19 14 100% 744 712 82 78 150% 84 120 9 13 50% 1.840 3.532 202 388 75% 8.582 10.360 944 1.140 100% 72.493 73.987 7.974 8.139 150% 2 1 0 0 100% 4.431 3.832 487 422 100% 27.172 27.359 2.989 3.009 Compromisso de Crédito não cancelável incondicional e unilateralmente pela Instituição Adiantamentos concedidos pela Instituição Garantias prestadas-avais, fianças e coobrigações Créditos tributários Operações a liquidar de compra de moeda estrangeira, de ouro ou de títulos e valores mobiliários no mercado a vista Operações a liquidar de venda de moeda estrangeira, de ouro ou de títulos e valores mobiliários no mercado a vista 50% 680 680 75 75 75% 8.344 8.842 918 973 100% 7.545 8.899 830 979 150% 124 141 14 15 75% 7 6 1 1 100% 13.316 10.543 1.465 1.160 20% 46 47 5 5 50% 368 374 40 41 75% 6 6 1 1 100% 12.187 12.531 1.341 1.378 100% 21.017 20.094 2.312 2.210 300% 7.260 6.992 799 769 50% 46 30 5 3 100% 3-0 - 50% 0 0 0 0 100% - - - - Ativos deduzidos do PR a serem deduzidos do PEPR -100% (5.437) (5.029) (598) (553) -300% (0) - (0) - Total 641.095 691.605 70.520 76.077 1 - Somatório dos produtos das exposições pelos respectivos Fatores de Ponderação de Risco, ajustados pelo Fator de Conversão. 2 - Exposição Ponderada por Fator de Risco multiplicada por 0,11. 104

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 11. - Investimentos Estratégicos 11.1 Informações de Coligadas e Controladas Tabela 143. Participações Societárias do BB Banco Múltiplo P a rtic ipa ç ã o Tota l - % S a ldo de Inve stime nto Re sult. de P a rtic ip. Ativida de De z/ 12 De z/ 11 De z/ 12 2 0 12 Participações Consolidadas Segmento Bancário Banco do Brasil AG. Viena Bancária (1) 100,00 213.083 260.921 16.067 BB Leasing S.A. Arrendamento Mercantil Arrendamento (1) 100,00 3.453.732 3.550.675 127.139 BB Leasing Company Ltd. Arrendamento (1) 100,00 83.157 92.126 1.518 BB Securities Asia Pte. Ltd. Corretora (1) 100,00 8.891 9.200 (482) BB Securities LLC. Corretora (1) 100,00 37.096 55.919 15.425 BB Securities Ltd. Corretora (1) 100,00 70.305 86.170 9.517 BB USA Holding Company, Inc. Bancária (1) 100,00 2.734 2.127 (853) Brasilian American Merchant Bank Holding (1) 100,00 816.428 915.829 8.144 Besc DTVM S.A. Adm. de Ativos (1) 99,62 7.127 7.133 100 Banco Patagonia S.A. Banco Múltiplo (1) 58,96 637.770 825.133 224.218 Banco Votorantim S.A. Banco Múltiplo (2) 50,00 3.504.357 3.811.149 (877.731) EuroBank Bancária (1) 100,00-57.001 (12.897) Segmento Investimentos BB Banco de Investimento S.A. Banco de Invest. (1) 100,00 1.815.300 2.676.091 1.124.347 S e gme nto Ge stã o de Re c ursos BB DTVM S.A. Adm. de Ativos (1) 100,00 125.829 131.494 617.481 Segmento Seg., Previd. e Capitaliz. ¹ BB Seguros Participações S.A. Holding (1) 100,00 3.887.002-856.656 BB Corretora de Seg. e Adm. de Bens S.A. Corretora (1) 100,00 33.513-287.102 BB Seguridade S.A. Holding (1) 100,00-4.468.031 - S e gme nto Me ios de P a ga me nto BB Adm. de Cartões de Crédito S.A. Serviços (1) 100,00 19.326 19.124 15.097 BB Elo Cartões Participações S.A. Holding (1) 100,00 18.843 15.031 (3.812) BB Elo Participações S.A. Holding (2) Elo Serviços S.A. Serviços (2) Outros S e gme ntos BB Administradora de Consórcios S.A. Consórcios (1) 100,00 49.960 98.539 135.887 BB Tur Viagens e Turismo Ltda. Turismo (1) 100,00 11.579 10.497 (1.188) BB Money Transfers Inc. Serviços (1) 100,00 2.903 2.464 (934) Cobra Tecnologia S.A. Informática (1) 99,97 124.388 141.563 17.934 BV Participações S.A. Holding (2) 50,00 105.119 52.186 (38.237) 1 Em 17/12/2012 foi aprovada a criação da BB Seguridade, Holding controladora das empresas do ramo de seguridades do Banco. Até o final de 2012 foi mantido no Banco Múltiplo o resultado de equivalência da BB Seguros e Participações S.A. e BB Corretora de Seg. e Adm. De Bens S.A, tendo sido migrado para a nova Holding apenas os saldos de investimento das mesmas. (1) Controladas, consolidadas integralmente. (2) Controladas em conjunto, consolidadas proporcionalmente. (3) Coligadas, consolidadas proporcionalmente conforme determinação do Bacen. 105

Capítulo 11 Investimentos Estratégicos Tabela 144. Participações Societárias do BB Banco de Investimentos P a rtic ipa ç ã o Tota l - % S a ldo de Inve stime nto Re sult. de P a rtic ip. Ativida de De z/12 De z/11 De z/12 2 0 12 P a rtic ipa ç õe s Consolida da s S e gme nto Inve stime ntos Kepler Weber S.A. Indústria (2) 17,56 52.282 55.668 4.508 Companhia Brasileira de Securit. Cibrasec Aquisição de Créd. (3) 12,12 9.144 9.143 876 Neoenergia S.A. Energia (2) 11,99 1.325.228 1.386.362 154.643 S e gme nto S e g., P re vid. e Ca pita liz. Seg. Brasileira de Créd. à Exportação SBCE Seguradora (3) 12,09 2.850 3.041 191 S e gme nto Me ios de P a ga me nto Cia Bras. de Soluções e Serv. CBSS Alelo Serviços (2) 49,99 164.911 332.906 80.008 Cielo S.A. Serviços (2) 28,68 1.287.667 1.470.431 673.736 Tecnologia Bancária S.A. Tecban Serviços (3) 13,53 20.421 26.259 5.838 Outros S e gme ntos Ativos S.A. Securitizadora de Créd. Financ. Aquisição de Créd. (1) 100,00 840.042 872.312 36.144 (1) Controladas, consolidadas integralmente. (2) Controladas em conjunto, consolidadas proporcionalmente. (3) Coligadas, consolidadas proporcionalmente conforme determinação do Bacen. Tabela 145. Participações Societárias do BB Seguros S.A P a rtic ipa ç ã o Tota l - % S a ldo de Inve stime nto Re sult. de P a rtic ip. Ativida de De z/12 De z/11 De z/12 2 0 12 Participações Consolidadas Segmento Seg., Previd. e Capitaliz. Nossa Caixa Capitalização S.A. Capitalização (1) 100,00 5.502 5.522 126 Brasilprev Seguros e Previdência S.A. Seg./Previd. (2) 74,99 671.176 699.467 297.976 Brasilcap Capitalização S.A. Capitalização (2) 66,66 160.494 133.134 110.864 BB Mapfre SH1 Participações S.A. Holding (2) 74,99 2.015.815 1.920.349 502.376 Mapfre Vida S.A Companhia de Seguros Aliança do Brasil Vida Seguradora S.A Aliança Participações S.A Mapfre Participações S.A Seguradora Seguradora Seguradora Holding Holding Mapfre BB SH2 Participações S.A. Holding (2) 50,00 1.111.194 1.174.896 (36.134) Mapfre Seguros Gerais S.A Mapfre Affinity Seguradora S.A Mapfre Assistência S.A Brasilveículos Companhia de Seguros Aliança do Brasil Seguros S.A Seguradora Seguradora Serviços Seguradora Seguradora Aliança REV Participações S.A Holding (1) Controladas, consolidadas integralmente. (2) Controladas em conjunto, consolidadas proporcionalmente. Tabela 146. Participações Societárias não Consolidadas P a rtic ipa ç ã o Tota l - % S a ldo de Inve stime nto Re sult. de P a rtic ip. Ativida de De z/12 De z/11 De z/12 2 0 12 Participações não Consolidadas Mapfre Nossa Caixa Vida e Previdência S.A¹ Seg./Previd. (4) 74,99 11.074-998 Cadam S.A. Mineradora (4) 21,64 22.216 27.999 5.783 Cia. Hidromineral Piratuba Saneamento (4) 15,56 2.305 2.311 6 Itapebi Geração de Energia Energia (4) 19,00 75.259 75.719 30.972 Estruturadora Brasileira de Projetos - EBP Serviços (4) 11,11 406 1.827 1.421 1 - Consolidada ver Nota Explicativa 2 de dezembro 2012. (4) Coligadas, avaliadas pelo método de equivalência patrimonial. 106

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 11.2 Negócios Internacionais O posicionamento estratégico do Banco no exterior é direcionado aos segmentos de atacado e varejo, em favor do apoio às comunidades de imigrantes brasileiros, do financiamento às empresas brasileiras com negócios envolvendo a corrente de comércio exterior e da atuação em mercado de capitais. As ações do conglomerado vislumbram fortalecer o relacionamento com instituições financeiras internacionais, agentes econômicos e governos, apoiando a implantação de projetos transnacionais e binacionais. Nos EUA, desde outubro o Banco do Brasil Americas trabalha com produtos e serviços como poupança e cartão de crédito. Voltada para pessoas físicas, a instituição possui atualmente uma rede de três agências localizadas na Flórida. Na Europa, continua o processo de reestruturação das plataformas tecnológicas e de negócios, a partir da centralização de atividades e transformação das agências BB em sucursais da subsidiária integral do BB AG. Viena. O Banco tem concentrado esforços para continuar sendo o primeiro banco dos brasileiros no Brasil e no exterior, com capilaridade para atender seus clientes em todos os lugares. A tabela a seguir apresenta os saldos das principais contas patrimoniais de agências, controladas e subsidiárias no exterior, inclusive Banco Patagonia. Os valores relativos às transações entre as dependências no exterior foram eliminados e a linha Grupo BB representa o saldo das transações entre as dependências no exterior e o restante do Grupo BB no País. Tabela 147. Saldos Patrimoniais - Consolidado no Exterior Var. % hões Dez/11 Set/12 Dez/12 s/dez/11 s/set/12 ATIVO 85.587 112.695 124.347 45,3 10,3 Aplicações Interfinanceiras de Liquidez 18.295 19.309 25.804 41,0 33,6 Titulos e Valores Mobiliários 7.678 9.079 10.320 34,4 13,7 Títulos Disponíveis para Negociação 1.299 990 1.156 (11,0) 16,7 Títulos Disponíveis para Venda 6.263 7.995 9.070 44,8 13,4 Títulos Mantidos até o Vencimento 116 94 95 (18,4) 1,0 Operações de Crédito 32.480 41.464 45.046 38,7 8,6 Setor Público 4.233 3.765 3.017 (28,7) (19,9) Setor Privado 28.247 37.699 42.029 48,8 11,5 Outros Ativos 3.599 8.253 6.008 66,9 (27,2) Grupo BB 23.535 34.589 37.168 57,9 7,5 PASSIVO 85.587 112.695 124.347 45,3 10,3 Depósitos 29.247 38.867 40.426 38,2 4,0 Depósitos à Vista 4.353 4.632 4.564 4,9 (1,5) Depósitos a Prazo 14.503 23.357 23.897 64,8 2,3 Depósitos Interfinanceiros 10.391 10.878 11.965 15,1 10,0 Recursos de Aceites e Emissões de Títulos 13.227 18.145 22.749 72,0 25,4 Obrigações por Empréstimos 9.077 9.999 10.251 12,9 2,5 Dívidas Subordinadas e Bônus Perpétuos 7.526 13.555 13.516 79,6 (0,3) Demais Passivos 8.542 6.847 6.921 (19,0) 1,1 Grupo BB 12.326 18.072 22.992 86,5 27,2 Patrimônio Líquido 5.642 7.210 7.491 32,8 3,9 Atribuível à controladora 5.198 6.653 6.917 33,1 4,0 Participação dos não controladores 444 557 574 29,3 3,1 Tabela 148. Consolidado no Exterior Resultado Var. % hões 2011 2012 s/2011 LUCRO (PREJUÍZO) 495 958 93,5 Atribuível à controladora 402 802 99,5 Participações dos não controladores 93 156 67,6 107

Capítulo 11 Investimentos Estratégicos 11.2.1 Banco Patagonia Em abril de 2011, o BB assumiu o controle do Banco Patagonia da Argentina por meio da aquisição de 51% do seu capital. O negócio constituiu marco para o processo de internacionalização e foi o primeiro passo do novo modelo de atuação em mercados com potencialidades. Posteriormente, o Banco Central do Brasil autorizou o BB a aumentar sua participação naquele banco para até 75% de seu capital total por meio de Oferta Pública de Aquisição de Ações (OPA). Em agosto de 2011, a autorização foi concedida pela Comisión Nacional de Valores da Argentina e, no período de setembro a outubro de 2011, a OPA foi realizada na Bolsa de Valores de Buenos Aires. Após o encerramento da oferta, em 11/10/2011, o Banco do Brasil passou a deter 58,96% do capital social e votante do Banco Patagonia. A operação teve por objetivo a ampliação da parceria com empresas brasileiras e argentinas, e a diversificação do portfólio de produtos e serviços, buscando potencializar o atendimento aos clientes, a expansão da carteira de crédito e a atuação junto à cadeia de valor do segmento de Pessoas Jurídicas estabelecidas na Argentina, principalmente, nas províncias de Buenos Aires e Rio Negro. O BB visa, com a aquisição, associar sua experiência no atendimento aos grandes grupos empresariais brasileiros à expertise do Banco Patagonia de atuar junto a empresas locais, em especial na administração de folhas de pagamento, além de operar no varejo bancário. A seguir uma seleção de indicadores patrimoniais, estruturais e de resultado do Banco Patagonia. Tabela 149. Banco Patagonia Principais Linhas do Resultado Fluxo Trimestral Var. % Fluxo Anual Var. % hões 4T11 3T12 4T12 s/4t11 s/3t12 2011 2012 s/2011 Margem Financeira Bruta 231 300 236 2,3 (21,3) 602 947 57,3 Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (25) (62) (40) 59,7 (36,0) (45) (134) 195,6 Receitas de Prestação de Serviços 91 111 119 31,4 7,5 295 423 43,3 Despesas Administrativas (136) (161) (164) 20,4 1,9 (468) (626) 33,8 Outros 5 7 11 127,4 62,2 29 36 23,7 Resultado Antes da Tributação s/ Lucro 165 195 162 (1,7) (16,9) 413 647 56,5 Impostos (69) (88) (67) (2,7) (24,1) (159) (270) 70,1 Lucro Líquido 96 107 95 (1,0) (11,6) 255 378 48,6 Tabela 150. Banco Patagonia Destaques Patrimoniais Saldos Var. % hões Dez/11 Set/12 Dez/12 s/dez/11 s/set/12 Ativos 8.424 9.696 11.375 35,0 17,3 Operações de Crédito 5.099 6.504 7.241 42,0 11,3 Exposição ao Setor Público 51 73 71 39,3 (3,1) Depósitos 5.924 6.805 7.899 33,3 16,1 Patrimônio Líquido 1.082 1.357 1.399 29,3 3,1 Tabela 151. Banco Patagonia Destaques Operacionais e Estruturais Var. % Dez/11 Set/12 Dez/12 s/dez/11 s/set/12 Clientes 813.864 878.646 893.380 9,8 1,7 Agências 147 154 161 9,5 4,5 Agências em Buenos Aires 78 81 83 6,4 2,5 Pontos de Atendimento 172 181 187 8,7 3,3 Funcionários 3.133 3.234 3.224 2,9 (0,3) Tabela 152. Banco Patagonia Indicadores de Rentabilidade, Capital e Crédito % 4T11 3T12 4T12 Retorno sobre o Patrimônio Líquido 27,4 30,9 30,0 Indice de Basileia 19,4 19,3 18,9 Provisão / Operações Vencidas + 90 dias 234,2 252,1 255,2 Operações Vencidas + 90 dias / Carteira de Crédito 0,9 1,0 1,0 108

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 12. - Banco Votorantim 12.1. Banco Votorantim A parceria com a Votorantim Finanças na direção conjunta do Banco Votorantim, iniciada em setembro de 2009, possui um racional estratégico e visão de longo prazo, tendo permitido ao BB explorar oportunidades de negócios em diversos segmentos, dentre os quais se destacam: I) Desenvolvimento do modelo de originação de ativos de crédito ( BV Originadora BVO ): o Banco Votorantim e o BB avançaram na estruturação de um modelo de originação direta de ativos de crédito ao BB, o BVO, o qual terá foco em concessionárias (veículos novos) e clientes do BB. Com base nesse novo modelo, que será implantado em 2013, o Banco do Brasil elevará a presença do Banco nas concessionárias ampliando o potencial de originação de novos negócios em ambiente externo às agências bancárias. II) Projeto Mais BB : o BB e a BV Financeira têm aprofundado sua parceria no segmento de financiamento ao consumo. O BB conta com promotoras, geridas pela BV Financeira, para oferecer os produtos de crédito consignado, antecipação de 13º salário entre outros, junto às agências do BB, contribuindo para o aumento do volume de originação de créditos do banco; III) Oferta de produtos de investimento: o BB e o Banco Votorantim têm atuado conjuntamente no desenvolvimento e distribuição de fundos de investimento inovadores e customizados de Direitos Creditórios (FIDCs), Imobiliários (FIIs), de Investimentos em Participações (FIPs) e Crédito Privado. Ao final de 2012, o volume total dos fundos relativos a essa parceria somava R$ 3,3 bilhões, geridos pela VAM Votorantim Asset Management. O destaque no quarto trimestre foi o BB Progressivo II, fundo de Investimento Imobiliário, composto por 64 imóveis - agências e prédios comerciais locados para o BB pelo prazo de 10 anos. A oferta pública de R$ 1,6 bilhão alcançou demanda superior a R$ 20 bilhões e contou com a participação de aproximadamente 48 mil investidores; IV) Ampliação dos negócios do segmento de Atacado: aprofundamento da parceria nos negócios relacionados a grandes empresas, com foco em originação de crédito, produtos estruturados, derivativos (hedge), mandatos de emissões de ações e bonds no mercado internacional; V) Ampliação de canais de distribuição: o BB obtém acesso a ampla rede distribuição terceirizada do BV, com canais alternativos bem desenvolvidos, distribuídos em: concessionárias, revendas, promotoras e lojas da BV Financeira. A consolidação das demonstrações financeiras do BV nos demonstrativos contábeis do BB é proporcional à sua participação no capital social. Os ativos e passivos passaram a ser consolidados desde o 3T09 e as contas de resultado desde o 4T09. Todos os números apresentados a seguir refletem 100% dos saldos, contas patrimoniais e contas de resultado do Banco Votorantim. Informações adicionais podem ser obtidas no site de Relações com Investidores do Banco Votorantim (www.bancovotorantim.com.br/ri). Tabela 153. Destaques Patrimoniais hões 4T11 3T12 4T12 s/4t11 s/3t12 Ativos Totais 111.851 111.559 121.037 8,2 8,5 TVM e Derivativos 26.733 35.487 37.164 39,0 4,7 Carteira de Crédito 58.726 58.079 56.955 (3,0) (1,9) Depósitos¹ 25.625 18.373 15.454 (39,7) (15,9) Captação no Mercado Aberto 33.535 36.216 42.319 26,2 16,9 Patrimônio Líquido 7.824 8.829 8.210 4,9 (7,0) * Exceto outros depósitos Var. % 109

Capítulo 12 Banco Votorantim Tabela 154. Demonstração Resumida do Resultado Societário Fluxo Trimestral Var. % Fluxo 12 meses Var. % hões 4T11 3T12 4T12 s/4t11 s/3t12 2011 2012 s/2011 Receitas da Intermediação Financeira 3.138 3.214 3.352 6,8 4,3 16.016 13.914 (13,1) Operações de Crédito 2.899 2.232 2.148 (25,9) (3,8) 11.092 9.181 (17,2) Operações de Arrendamento Mercantil 115 88 82 (28,5) (6,9) 495 382 (22,8) Resultado de Operações com TVM 771 1.081 1.391 80,5 28,7 4.858 4.940 1,7 Result. com Instrum. Financ. Derivat. (815) (264) (405) (50,4) 53,4 (1.198) (1.108) (7,4) Resultado de Operações de Câmbio 11 23 32 191,5 40,8 107 161 51,1 Resultado das Aplicações Compulsórias 158 45 22 (86,4) (51,6) 663 251 (62,1) Oper. de Venda ou de Transf. de Ativos Financ. - 9 81-831,5-108 - Despesa da Intermediação Financeira (2.339) (2.046) (2.079) (11,1) 1,6 (11.035) (9.148) (17,1) Operações de Captação no Mercado (2.218) (1.863) (1.872) (15,6) 0,5 (10.129) (8.252) (18,5) Operações de Emp., Cessões e Rep. (121) (174) (145) 19,3 (16,7) (906) (808) (10,8) Oper. de Venda ou de Transf. de Ativos Financ. - (10) (62) - 535,2 - (70) - Margem Financeira Bruta 799 1.168 1.273 59,3 9,0 4.981 4.766 (4,3) Provisão para Créd. Liquidação Duvidosa (1.097) (1.332) (1.066) (2,8) (20,0) (3.343) (5.423) 62,2 Margem Financeira Líquida (298) (164) 207 - - 1.638 (657) - Outras Receitas/Despesas Operacionais (657) (626) (710) 8,0 13,4 (1.955) (2.444) 25,0 Receitas de Prestação de Serviços 288 256 286 (0,6) 11,7 1.247 1.035 (17,0) Despesas de Pessoal (209) (221) (279) 33,2 26,2 (859) (978) 13,9 Outras Despesas Administrativas (433) (395) (443) 2,2 12,1 (1.545) (1.572) 1,7 Despesas Tributárias (150) (127) (129) (13,9) 1,5 (623) (478) (23,3) Result. de Particip. em Colig. e Controladas (0) 18 22-21,3 (0) 70 - Outras Receitas Operacionais 47 36 118 153,0 229,7 263 251 (4,2) Outras Despesas Operacionais (200) (194) (286) 43,2 47,4 (438) (774) 76,7 Resultado Operacional (955) (790) (503) (47,3) (36,4) (317) (3.101) 878,4 Resultado Não Operacional (85) (43) (24) (72,3) (45,4) (76) (139) 84,3 Resultado Antes da Tributação s/ Lucro (1.040) (834) (527) (49,4) (36,8) (393) (3.241) 725,3 Imposto de Renda e Contribuição Social 483 373 288 (40,3) (22,7) 561 1.616 188,2 Participações Estatutária no Lucro (85) (36) (120) 41,1 230,1 (355) (363) 2,1 Lucro Líquido (643) (497) (358) (44,3) (28,0) (187) (1.988) 960,9 Sumário do Resultado Os resultados consolidados do BV foram impactados, principalmente, pelos fatores ligados ao Varejo, dos quais se destacaram: I. Inadimplência das carteiras de veículos originadas entre Jul/10 e Set/11, que possuem qualidade inferior à média histórica e ainda representam 48% da carteira de veículos (62% em Dez/11); II. Entrada em vigor da Resolução 3.533/Bacen, que alterou as regras no mercado de cessões de crédito, impactando as receitas dos bancos que nele atuam; III. Redução de 45% no volume originado pelo Varejo em 2012, em comparação ao montante registrado em 2011, para assegurar a qualidade e rentabilidade das novas safras; e IV. Elevação gradual do índice de cobertura da carteira gerenciada do Varejo. Mesmo diante desses fatores, os resultados consolidados apresentaram nova melhora de 28,0% em relação ao trimestre anterior, principalmente em razão da redução de 34% (R$ 397 milhões) nas despesas com provisões para créditos de liquidação duvidosa (PCLD do Varejo sendo essa a terceira redução trimestral consecutiva). Ressaltam-se dois pontos adicionais: I. O BV voltou a reportar margem líquida positiva no 4T12 (R$ 205 milhões), resultado da efetividade do processo de ajuste iniciado no 4T11, e que será concluído em 2013; II. As linhas de despesas administrativas somada às despesas de pessoal registraram R$ 721 milhões no 4T12, 17% superior aos R$ 615 milhões auferidos no 3T12. Estas despesas foram impactadas pela intensificação dos processos de cobrança no Varejo, pelo acordo coletivo e por despesas relacionadas ao processo de reestruturação; O BV avançou em 2012 na Agenda de Mudanças, que reúne as principais iniciativas estratégicas do processo de ajuste do banco iniciado no 4T11 e que conta com total apoio dos acionistas. A Agenda de Mudanças possui três principais frentes: 110

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 A. Nova produção: as melhorias nos processos e modelos de crédito contribuíram para reduzir a inadimplência em veículos leves no 4T12 (Set/12: 9,2%, Dez/12: 7,7%). No 1S13, será implantado um novo motor de crédito que permitirá aumentar a taxa de decisões automáticas e ampliar a capacidade de discriminação de risco do modelo de crédito do BV, reduzindo ainda mais os indicadores de inadimplência; B. Tratamento do estoque originado entre Jul/10 e Set/11: foi dado continuidade no aperfeiçoamento dos processos de cobrança com ações diferenciadas por perfil de clientes. Adicionalmente, o índice de cobertura das operações de crédito do Varejo foi elevado de 84% em setembro de 2012 para 90% em dezembro de 2012; e C. Eficiência e Governança: além de atrair profissionais experientes de mercado e adequar as estruturas organizacionais ao novo patamar de produção do Varejo, o BV continuou atuando no aperfeiçoamento de controles internos e na implantação de melhorias operacionais no Varejo. Cabe destacar que no 4T12, a controlada BV Financeira alterou o critério de reconhecimento dos custos associados à produção de empréstimos e financiamentos incorridos após a originação da operação, conforme explicação detalhada da nota explicativa número 2 das demonstrações contábeis divulgadas pelo BV. Tabela 155. Demonstrações do Resultado com Realocações¹ - Trimestral Fluxo Trimestral 3T12 4T12 Var. % hões Contábil Realocações Realocada Contábil Realocações Realocada s/3t12 Receitas da Intermediação Financeira 3.212 (47) 3.167 3.352 (116) 3.236 2,2 Operações de Crédito 2.212 (46) 2.169 2.148 (114) 2.034 (6,2) Operações de Arrendamento Mercantil 88-88 82-82 (6,9) Resultado de Operações com TVM 1.081-1.081 1.391-1.391 28,7 Result. com Instrum. Financ. Derivat. (264) (1) (265) (405) (2) (406) 53,2 Resultado de Operações de Câmbio 23-23 32-32 40,8 Resultado das Aplicações Compulsórias 45-45 22-22 (51,6) Oper. de Venda ou de Transf. de Ativos Financ. 26-26 81-81 208,1 Despesa da Intermediação Financeira (2.044) - (2.046) (2.079) - (2.079) 1,6 Operações de Captação no Mercado (1.863) - (1.863) (1.872) - (1.872) 0,5 Operações de Emp., Cessões e Rep. (174) - (174) (145) - (145) (16,7) Oper. de Venda ou de Transf. de Ativos Financ. (8) - (10) (62) - (62) 535,2 Margem Financeira Bruta 1.168 (47) 1.120 1.273 (116) 1.156 3,2 Provisão para Créd. Liquidação Duvidosa (1.332) 46 (1.286) (1.066) 114 (951) (26,0) Margem Financeira Líquida (164) (1) (166) 207 (2) 205 - Outras Receitas/Despesas Operacionais (626) (2) (628) (710) (2) (712) 13,3 Receitas de Prestação de Serviços 256-256 286-286 11,7 Despesas de Pessoal (221) - (221) (279) - (279) 26,2 Outras Despesas Administrativas (395) - (395) (443) - (443) 12,1 Despesas Tributárias (127) 0 (126) (129) 0 (128) 1,6 Result. de Particip. em Colig. e Controladas 18-18 22-22 21,3 Outras Receitas Operacionais 36 (10) 26 118 (29) 89 240,8 Outras Despesas Operacionais (194) 7 (188) (286) 26 (260) 38,6 Resultado Operacional (790) (4) (794) (503) (4) (507) (36,2) Resultado Não Operacional (43) - (43) (24) - (24) (45,4) Resultado Antes da Tributação s/ Lucro (834) (4) (838) (527) (4) (530) (36,7) Imposto de Renda e Contribuição Social 373 4 377 288 4 292 (22,5) Participações Estatutária no Lucro (36) - (36) (120) - (120) 230,1 Lucro Líquido (497) - (497) (358) - (358) (28,0) 1 - As realocações referem-se a: (i) receitas de recuperação de créditos baixados para prejuízo e despesas com provisões de crédito referentes à carteira cedida com coobrigação, classificadas na linha Operações de Crédito que foram realocados para Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa e (ii) variações cambiais dos investimentos no exterior, que são contabilizadas em Outras Receitas (Despesas) Operacionais e que foram realocadas para Resultado de Instrumentos Financeiros Derivativos, bem como os efeitos fiscais e tributários da estratégia de hedge desses investimentos. 111

Capítulo 12 Banco Votorantim Tabela 156. Demonstrações do Resultado com Realocações¹ Anual Fluxo 12 meses 2011 2012 Var. % hões Contábil Realocações Realocada Contábil Realocações Realocada s/2011 Receitas da Intermediação Financeira 16.016 160 16.176 13.914 (254) 13.660 (15,6) Operações de Crédito 11.092 61 11.153 9.181 (331) 8.849 (20,7) Operações de Arrendamento Mercantil 495-495 382-382 (22,8) Resultado de Operações com TVM 4.858-4.858 4.940-4.940 1,7 Result. com Instrum. Financ. Derivat. (1.198) 99 (1.098) (1.108) 77 (1.031) (6,1) Resultado de Operações de Câmbio 107-107 161-161 51,1 Resultado das Aplicações Compulsórias 663-663 251-251 (62,1) Oper. de Venda ou de Transf. de Ativos Financ. - - - 108-108 - Despesa da Intermediação Financeira (11.035) - (11.035) (9.148) - (9.148) (17,1) Operações de Captação no Mercado (10.129) - (10.129) (8.252) - (8.252) (18,5) Operações de Emp., Cessões e Rep. (906) - (906) (808) - (808) (10,8) Oper. de Venda ou de Transf. de Ativos Financ. - - - (70) - (70) - Margem Financeira Bruta 4.981 160 5.142 4.766 (254) 4.511 (12,3) Provisão para Créd. Liquidação Duvidosa (3.343) (165) (3.507) (5.423) 331 (5.092) 45,2 Margem Financeira Líquida 1.638 (4) 1.634 (657) 77 (580) - Outras Receitas/Despesas Operacionais (1.955) (77) (2.032) (2.444) (61) (2.505) 23,3 Receitas de Prestação de Serviços 1.247-1.247 1.035-1.035 (17,0) Despesas de Pessoal (859) - (859) (978) - (978) 13,9 Outras Despesas Administrativas (1.545) - (1.545) (1.572) - (1.572) 1,7 Despesas Tributárias (623) (3) (626) (478) (2) (479) (23,3) Result. de Particip. em Colig. e Controladas (0) - (0) 70-70 - Outras Receitas Operacionais 263 (180) 82 251 (143) 108 30,9 Outras Despesas Operacionais (438) 106 (332) (774) 84 (689) 107,6 Resultado Operacional (317) (81) (398) (3.101) 16 (3.085) 675,0 Resultado Não Operacional (76) 103 28 (139) - (139) - Resultado Antes da Tributação s/ Lucro (393) 22 (370) (3.241) 16 (3.224) 770,8 Imposto de Renda e Contribuição Social 561 (22) 538 1.616 (16) 1.600 197,1 Participações Estatutária no Lucro (355) - (355) (363) - (363) 2,1 Lucro Líquido (187) 0 (187) (1.988) 0 (1.988) 960,9 1 - As realocações referem-se a: (i) receitas de recuperação de créditos baixados para prejuízo e despesas com provisões de crédito referentes à carteira cedida com coobrigação, classificadas na linha Operações de Crédito que foram realocados para Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa e (ii) variações cambiais dos investimentos no exterior, que são contabilizadas em Outras Receitas (Despesas) Operacionais e que foram realocadas para Resultado de Instrumentos Financeiros Derivativos, bem como os efeitos fiscais e tributários da estratégia de hedge desses investimentos. Margem Financeira Bruta As receitas de intermediação financeira aumentaram 2,2% em relação ao 3T12, principalmente devido ao incremento do resultado de operações com Títulos e Valores Mobiliários (TVM), que foi impulsionado pelo crescimento das receitas com operações estruturadas do segmento Corporate & Investment Banking (CIB) e pelo bom desempenho da Tesouraria. No acumulado de 2012, as receitas de intermediação financeira diminuíram 15,6% em relação ao ano anterior, principalmente devido à redução de 20,7% nas receitas com operações de crédito, reflexo da queda nas receitas com operações de cessão de crédito. Importante lembrar que a controlada BV Financeira atua como extensão do BB no financiamento de veículos fora do ambiente de agências e que, até Dez/11, a BV Financeira realizava operações de cessão de crédito com coobrigação junto ao BB de forma recorrente, reconhecendo as receitas dessas operações no ato da cessão conforme previa a legislação vigente à época. Entretanto, desde Janeiro de 2012 passou a vigorar a Resolução CMN 3.533, que alterou as regras de contabilização de operações de cessão de crédito (com coobrigação) realizadas a partir de 2012. Pelas novas regras, as receitas destas operações devem ser apropriadas ao longo do prazo remanescente dos contratos. Adicionalmente, os créditos cedidos com retenção substancial de risco devem permanecer, na sua totalidade, registrados no ativo do cedente (instituição vendedora). Essa mudança regulatória impactou o mercado de securitização e os resultados dos bancos que nele atuam, além de ser a principal razão para a redução anual registrada nas receitas com operação de crédito do Banco. 112

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 Cabe destacar que o Banco Votorantim permanece responsável pelas despesas com provisões de crédito e de liquidação antecipada dos contratos cedidos com coobrigação. Em 2012, foram reconhecidas despesas de R$ 394 milhões ante R$ 726 milhões em 2011 referentes à liquidação antecipada destes contratos. As despesas de intermediação financeira aumentaram 1,7% em relação ao 3T12. Na comparação anual diminuíram 17,1%, queda explicada principalmente pela redução da taxa básica de juros (Selic) e do saldo médio de recursos captados. Nos últimos anos, o Banco Votorantim conseguiu alongar o prazo médio do seu funding, o que contribuiu para a redução do descasamento de prazos entre ativos e passivos a níveis bastante conservadores e historicamente baixos. Esse fato, aliado à leve retração da carteira de crédito em 2012, diminuiu substancialmente a necessidade de funding adicional. Nesse contexto favorável, o Banco tem atuado na redução do seu custo de captação. No ano de 2012, a Margem Líquida de Juros apresentou retração de 60 pontos base em relação ao ano anterior, principalmente devido à redução nas receitas com operações de cessão de crédito, que impactou negativamente a margem financeira bruta (MFB). Tabela 157. Margem Líquida de Juros e Margem de Lucro hões 4T11 3T12 4T12 s/4t11 s/3t12 Saldo Médio de Ativos Geradores de Receitas 109.435 104.263 106.762 (2,4) 2,4 Saldo Médio de Passivos Geradores de Despesas 99.323 94.232 95.379 (4,0) 1,2 Receita Líquida de Juros ¹ 1.705 1.369 1.535 (10,0) 12,2 Receitas de Juros 4.037 3.407 3.610 (10,6) 5,9 Despesas de Juros (2.331) (2.038) (2.074) (11,0) 1,8 Demais Componentes da Margem Financeira Bruta² (803) (248) (379) (52,8) 52,5 Margem Financeira Bruta 902 1.120 1.156 28,2 3,2 Passivos Onerosos / Ativos Rentáveis - % 90,8 90,4 89,3 (1,6) (1,2) Taxa de Juros s/ Saldo Médio Ativos Geradores de Receitas³ - % 15,6 13,7 14,2 (8,8) 3,6 Taxa de Juros s/ Saldo Médio Passivos Geradores de Despesas⁴ - % 9,7 8,9 9,0 (7,6) 0,6 Margem de Lucro Líquida⁵ - % 5,9 4,8 5,2 (10,7) 9,4 Margem Líquida de Juros⁶ - % 6,4 5,4 5,9 (7,9) 9,7 Spread Global - Margem Financeira Bruta / Ativos Rentáveis - % 3,3 4,4 4,4 31,9 0,8 1 - Definida como receitas de juros menos despesas de juros. 2 - Contém derivativos, contratos de assunção de dívidas, resultado de operações de câmbio, empréstimos de ouro, fundo garantidor de crédito, ganho/perda cambial no exterior e outras receitas com características de intermediação financeira. 3 - Receita total de juros dividida pelo saldo médio dos ativos geradores de receitas. 4 - Despesa total de juros total dividida pelo saldo médio dos passivos geradores de despesas. 5 - Diferença entre a taxa média dos ativos geradores de receitas e a taxa média dos passivos geradores de despesas. 6 - Receita líquida de juros dividida pelo saldo médio dos ativos geradores de receitas. Carteira de Crédito A carteira de crédito gerenciada encerrou o ano de 2012 em R$ 68,4 bilhões. O saldo de ativos originados pelo Varejo e cedidos com coobrigação encerrou dez/12 em R$ 9,1 bilhões, apresentando nova redução como consequência do novo ambiente regulatório imposto pela Resolução CMN 3.533. Desse montante, R$ 8,7 bilhões, ou 96% do saldo total, tinham como cessionário o acionista BB, que adquire carteiras de financiamento de veículos e de crédito consignado originadas pelo BV, em linha com sua estratégia de atuação no crédito ao consumo. A retração da carteira do Varejo está associada à postura mais conservadora da instituição diante do novo contexto econômico-regulatório e da elevação sistêmica da inadimplência de pessoas físicas, particularmente no segmento de financiamento de veículos. A carteira ampliada do segmento BV Empresas (médias empresas), que registrou saldo de R$ 9,5 bilhões no 4T12, praticamente estável no trimestre e com expansão de 5,4% nos últimos 12 meses. Este segmento continua a operar com elevado nível de garantias fortes que cobriam mais de 100% da carteira ao final de 2012. Já a carteira de crédito ampliada do segmento Corporate, no qual o BV é um dos líderes de mercado, finalizou o 4T12 com saldo de R$ 31,8 bilhões, mantendo-se praticamente estável nos últimos 12 meses. Com o intuito de aumentar sua relevância para os clientes e ampliar as receitas com serviços, o CIB fortaleceu sua plataforma de produtos de valor agregado (derivativos, produtos estruturados, serviços de banco de investimento e distribuição local e internacional). 113

Capítulo 12 Banco Votorantim Tabela 158. Carteira de Crédito hões 4T11 3T12 4T12 s/4t11 s/3t12 Carteira de Crédito Classificada (a) 58.726 58.079 56.955 (3,0) (1,9) Pessoa Física (Varejo) 37.810 37.812 37.424 (1,0) (1,0) Consignado 6.201 7.168 7.173 15,7 0,1 Veículos (CDC e Leasing) 31.255 30.274 29.893 (4,4) (1,3) Outros¹ 355 370 358 0,9 (3,3) Pessoa Jurídica (Atacado)² 20.916 20.266 19.531 (6,6) (3,6) Corporate 12.752 11.758 11.188 (12,3) (4,8) BV Empresas 8.164 8.508 8.343 2,2 (1,9) Ativos cedidos - com Coobrigação (b) 15.360 10.494 9.054 (41,1) (13,7) FIDCs (c) 5.182 2.908 2.376 (54,1) (18,3) Carteira de Crédito Gerenciada (d=a+b+c) 79.268 71.480 68.385 (13,7) (4,3) Avais e Fianças Prestados (e) 11.859 12.592 12.903 8,8 2,5 TVM Privado e outros (f) 6.234 8.494 8.779 40,8 3,4 Carteira de Crédito Ampliada Gerenciada (d+e+f) 97.361 92.566 90.067 (7,5) (2,7) Varejo 58.352 51.214 48.854 (16,3) (4,6) Atacado 39.009 41.352 41.213 5,7 (0,3) 1 - Empréstimo pessoal + CDC sem garantias + Cartão de Crédito; 2 - Inclui o saldo de operações de crédito no exterior; dezembro/12: R$ 1,7 milhão. Var. % O BV tem aprimorado as políticas, processos e modelos de crédito do Varejo. Desde o 1T12, passou a utilizar o modelo de rating interno praticado pelo BB no processo de aprovação de crédito, além de novas ferramentas e indicadores para gestão de performance da carteira. Tabela 159. Carteira de Veículos Produção Dez/11 Set/12 Dez/12 Taxa Média por Safra - % a.a. 26,4 24,1 23,5 Prazo Médio por Safra Meses 46,4 44,1 44,6 Loan to Value (Valor financiado / Valor do bem) - Média % 59,5 57,0 58,4 Veículos Usados / Veículos Leves - % 73,7 80,5 77,6 Carteira Taxa Média da Carteira - % a.a. 24,7 25,5 26,7 Duration da carteira Meses 20,2 17,0 17,3 Loan to Value (Valor financiado / Valor do bem) - Média % 67,6 67,6 67,6 Veículos Usados / Carteira de Veículos - % 67,1 68,1 69,8 Idade Média dos Veículos (anos) 4,8 4,8 5,1 As iniciativas adotadas resultaram na originação de financiamentos de veículos com recorde de qualidade em 2012. O gráfico a seguir Inad30 reflete o atraso após 30 dias da primeira parcela das safras de veículos leves, e possui elevada correlação com a inadimplência acima de 90 dias, sinalizando uma tendência de melhora no comportamento do Inad90. Ao longo de 2012, o Inad 30 manteve níveis historicamente baixos, indicando que as safras de financiamentos de veículos desse período possuem excelente qualidade. 114

dez/09 jan/10 fev/10 dez/09 jan-10 fev-10 mar-10 abr-10 mai-10 jun-10 jul-10 ago-10 set-10 out-10 nov-10 dez-10 jan-11 fev-11 mar-11 abr-11 mai-11 jun-11 jul-11 ago-11 set-11 out-11 nov-11 dez-11 jan-12 fev-12 mar-12 abr-12 mai-12 jun-12 jul-12 ago-12 mar/10 abr/10 mai/10 jun/10 jul/10 ago/10 set/10 out/10 nov/10 dez/10 jan/11 fev/11 mar/11 abr/11 mai/11 jun/11 jul/11 ago/11 set/11 out/11 nov/11 dez/11 jan/12 fev/12 mar/12 abr/12 mai/12 jun/12 jul/12 ago/12 set/12 out/12 nov/12 dez/12 600 500 400 300 200 100 0 Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 Figura 34. Produção por Canal e Inadimplência da 1ª Parcela Veículos Leves Revendas Multimarcas (R$ bilhões) Concessionárias (R$ bilhões) Inadimplência 1º Parcela ("Inad 30") Figura 35. Veículos Inad. +90 dias das Safras após 4 meses da Originação - BV Financeira - % 2.7 2.1 1.8 2.4 2.2 1.5 1.2 1.4 0.5 0.4 0.6 0.8 0.9 0.8 0.5 0.6 0.7 0.60.4 0.3 INAD 90 dias - 4 meses (BV Financeira) INAD 90 dias - 4 meses (Bacen) 115

Capítulo 12 Banco Votorantim Figura 36. Originação (Financiamento de Veículos e Créditos Consignados) R$ bilhões 8,1 7,9 6,6 4,7 3,7 3,7 3,7 4,0 1T11 2T11 3T11 4T11 1T12 2T12 3T12 4T12 R$27,3 (45%) R$15,0 Inadimplência e Provisão A inadimplência no mercado de financiamento de veículos, no qual o BV possui forte presença, dobrou de patamar em 2011 (2,5% em Dez/10; 5,0% em Dez/11) e atingiu 6,1% em Maio/12, recorde da série histórica do Bacen. Após 17 meses de altas consecutivas, no segundo semestre de 2012 a inadimplência começou a ceder, mas encerrou 2012 ainda no elevado patamar de 5,3%. Mesmo nesse contexto de alta inadimplência, as despesas consolidadas com PCLD, líquidas de receitas com recuperação de créditos baixados para prejuízo, apresentaram redução de 26% em relação ao trimestre anterior, sendo esta a terceira redução trimestral consecutiva. No Atacado, as despesas com PCLD somaram R$ 182 milhões no 4T12, ante R$ 119 milhões no 3T12, principalmente devido à antecipação do provisionamento integral de casos em recuperação judicial do segmento BV Empresas (médias empresas), que reflete a postura conservadora adotada pelo Banco em relação a provisões de crédito. No Varejo, as despesas com PCLD registraram expressiva redução de 34% no 4T12, ante o 3T12. Esta nova redução trimestral é explicada por quatro fatores principais: (i) menor impacto das carteiras originadas entre Jul/10 e Set/11, que possuem registro de inadimplência acima da média histórica; (ii) melhor qualidade das safras originadas a partir de Set/11; (iii) melhoria nos processos de cobrança, com aplicação de novas políticas e incentivos; e (iv) melhoria sazonal da condição de cobrança para pessoas físicas por conta do 13º salário. A significativa redução nas despesas com PCLD contribuiu para que o Banco Votorantim voltasse a reportar margem líquida positiva no 4T12. A partir do 4T12, visando alinhar as informações divulgadas ao mercado à metodologia utilizada pelo BB, o Banco Votorantim incorporou aos seus materiais de divulgação de resultados o indicador atraso das operações de crédito vencidas há mais de 90 dias, permitindo uma melhor análise da qualidade da carteira de crédito do Banco. 116

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 Figura 37. PCLD Carteira Gerenciada vs PCLD Carteira Classificada 8,2 8,4 8,0 6,9 7,3 7,7 7,6 7,0 6,9 5,4 5,8 4,3 1.587 3,0 3,2 4,3 1.294 1.456 1.438 1.398 1.332 1.286 2,3 842 860 978 950 1.097 1.066 951 427 403 1T11 2T11 3T11 4T11 1T12 2T12 3T12 4T12 Despesa de PCLD Carteira Classificada - hões Despesa de PCLD Carteira Gerenciada - hões Inad 90 - Carteira Classificada (%) Vencidas - critério 2.682 (E-H vencido) - Carteira Classificada Tabela 160. Índices de Atraso da Carteira Classificada Total hões 4T11 3T12 4T12 Carteira de Crédito 58.726 58.079 56.955 Operações Vencidas + 90 dias 4.062 4.628 3.979 Operações Vencidas + 90 dias / Carteira de Crédito - % 6,9 8,0 7,0 Baixa para Prejuízo (546) (1.269) (1.434) Recuperação 38 64 93 Saldo Perda (509) (1.205) (1.341) Saldo Perda / Carteira de Crédito - anualizado - % 3,5 8,6 9,8 Provisão (3.206) (4.522) (4.154) Provisão / Operações Vencidas + 90 dias - % 78,9 97,7 104,4 Despesas PCLD / Carteira de Crédito média (12 meses) - % 5,5 9,1 9,3 Tabela 161. Carteira de Crédito Classificada por Nível de Risco Total Dez/11 Set/12 Dez/12 hões Saldo Provisão Comp. % Saldo Provisão Comp. % Saldo Provisão Comp. % AA-C 53.448 307 91,0 51.407 341 88,5 50.876 374 89,3 D-H 5.278 2.899 9,0 6.672 4.181 11,5 6.079 3.780 10,7 Prov. Compl. - 34 - - 33 - - 46 - Prov. Total - 3.172 - - 4.489 - - 4.108 - Total 58.726 3.206 100,0 58.079 4.522 100,0 56.955 4.154 100,0 O BV é responsável pelo risco dos ativos cedidos com coobrigação e pelos FIDCs (Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios) nos quais possui 100% das cotas subordinadas. Assim, buscando assegurar uma comunicação mais consistente ao mercado sobre a qualidade efetiva da sua carteira de crédito, a seguir são apresentadas informações sobre inadimplência e provisão incluindo as cessões em que há retenção de risco, denominada Carteira Gerenciada. 117

Capítulo 12 Banco Votorantim No consolidado, a inadimplência das operações com atraso superior a 90 dias da carteira gerenciada encerrou o 4T12 em 6,6%, com redução de aproximadamente 80 pontos base sobre o 3T12. No Atacado, a inadimplência encerrou 2012 em 2,4%, estável em relação a setembro de 2012 principalmente devido ao crescimento da inadimplência no segmento BV Empresas, que encerrou o 4T12 em 3,1%. A elevação da inadimplência entre médias empresas, também observada no mercado, decorre principalmente do menor ritmo de atividade econômica. Segundo dados do Bacen, a inadimplência média de pessoas jurídicas encerrou 4T12 em 4,0%. No Varejo, as operações vencidas há mais de 90 dias representavam 8,3% da carteira gerenciada no 4T12, redução de 110 pontos base sobre o trimestre anterior. Em veículos leves, a inadimplência da carteira gerenciada encerrou 2012 em 7,7%, com redução de 140 pontos em relação ao 3T12. Tabela 162. Índices de Atraso da Carteira Gerenciada Total hões 4T11 3T12 4T12 Carteira de Crédito Gerenciada 79.268 71.481 68.385 Operações Vencidas + 90 dias 4.596 5.276 4.520 Operações Vencidas + 90 dias / Carteira de Crédito Gerenciada - % 5,8 7,4 6,6 Baixa para Prejuízo (546) (1.269) (1.434) Recuperação 38 64 93 Saldo Perda (509) (1.205) (1.341) Saldo Perda / Carteira de Crédito Gerenciada - anualizado - % 2,6 6,9 8,1 Provisão (3.675) (4.914) (4.518) Provisão / Operações Vencidas + 90 dias - % 80,0 93,1 99,9 Despesas PCLD / Carteira de Crédito Gerenciada média (12 meses) - % 4,7 7,3 7,4 Tabela 163. Carteira de Crédito Gerenciada por Nível de Risco Total Dez/11 Set/12 Dez/12 hões Saldo Provisão Comp. % Saldo Provisão Comp. % Saldo Provisão Comp. % AA-C 73.440 404 92,6 64.117 426 89,7 61.664 446 90,2 D-H 5.828 3.272 7,4 7.363 4.489 10,3 6.721 4.072 9,8 Prov. Compl. - 34 - - 33 - - 46 - Prov. - 3.641 - - 4.882 - - 4.471 - Total 79.268 3.675 100,0 71.481 4.914 100,0 68.385 4.518 100,0 1 - As cessões são realizadas por meio da controlada BV Financeira, não gerando diferenças entre a carteira própria e gerenciada do Atacado. Captações O total de recursos captados alcançou R$ 77,2 bilhões ao final de dezembro de 2012. Incluindo os recursos provenientes de cessões de ativos, o saldo de recursos captados somou R$ 91,6 bilhões. No atual contexto favorável de funding, em que o Banco Central também reduziu a taxa Selic, o Banco Votorantim tem atuado na redução do seu custo de captação. Em 2012, o Banco utilizou os recursos provenientes do aporte de capital, da emissão de Letras Financeiras (LFs), de linhas externas e de cessões de ativos de crédito para o Banco do Brasil e para FIDCs para reduzir seu custo de captação. Essa estratégia, que também envolveu a migração de recursos para outros instrumentos, como LFs e Debêntures vinculadas a operações compromissadas, possibilitou a redução do volume de depósitos a prazo. Este movimento de migração de recursos, também observado no mercado em geral, tem contribuído para o aumento dos prazos médios de captação. No encerramento de 2012, o saldo de LFs e de debêntures vinculadas a operações compromissadas atingiu 40% do total de recursos captados, ante 32% em 2011. 118

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 Tabela 164. Captações hões 4T11 3T12 4T12 s/4t11 s/3t12 Depósitos 25.625 18.373 15.454 (15,9) (39,7) Compromissadas¹ 20.664 19.801 20.176 1,9 (2,4) Aceites e Emissões 17.867 20.110 22.821 13,5 27,7 Letras Financeiras 7.144 9.840 10.967 11,5 53,5 Obrigações por TVM no Exterior 5.932 6.486 8.011 23,5 35,0 Outros (LCA, LCI e Debêntures) 4.790 3.784 3.842 1,5 (19,8) Dívida Subordinada 7.397 8.049 6.991 (13,1) (5,5) Certificado de Depósito Bancário 3.088 3.335 2.163 (35,2) (30,0) Nota Subordinada 2.200 2.559 2.692 5,2 22,4 Letras Financeiras 2.109 2.154 2.137 (0,8) 1,3 Repasses 6.315 5.624 5.213 (7,3) (17,5) Empréstimos 5.163 5.392 4.976 (7,7) (3,6) Outras Captações² 2.797 1.557 1.553 (0,3) (44,5) Total de Captações 85.828 78.079 77.232 (1,1) (10,0) Securitização 20.542 14.226 14.413 1,3 (29,8) Ativos cedidos com coobrigação 15.360 10.494 10.923 4,1 (28,9) Ativos cedidos para FIDCs³ 5.182 3.732 3.490 (6,5) (32,7) Total de Captações e Securitização 106.370 92.305 91.647 (0,7) (13,8) Captações Externas⁴/Captações e Securitização (%) 12,5 15,2 17,2 Carteira de Crédito/Total de Captações (%) 68,4 74,4 73,7 Compulsórios (%) 73,4 76,0 74,9 1 - Captações com títulos privados; 2 - Inclui Box de Opções e NCE; 3 - FIDCs que o Banco Votorantim e a BV Financeira detém 100% das cotas subordinadas; 4 - Inclui TVM no Exterior, Empréstimos no Exterior e Nota Subordinada Var. % Despesas de Pessoal As despesas de pessoal somaram R$ 279 milhões, ante R$ 221 milhões no trimestre anterior. Esse aumento reflete maiores despesas com proventos, encargos sociais e benefícios em razão da convenção coletiva de 2012, bem como despesas não recorrentes relacionadas ao processo de reestruturação. Em 2012, as despesas de pessoal totalizaram R$ 978 milhões, crescimento de 13,9% em relação ao ano anterior, principalmente devido a despesas pontuais ligadas ao processo de reestruturação. Adicionalmente, cabe destacar que em 2012 foi alterada a forma de contabilização das despesas com comissões pagas à força comercial do Varejo. Estas despesas, antes reconhecidas na linha de Participações Estatutárias no Lucro, passaram a ser reportadas na linha de Despesas de Pessoal e explicam aproximadamente 40% do aumento anual observado em despesas de pessoal. Em razão das diversas iniciativas adotadas em 2012, incluindo a adequação das estruturas organizacionais ao novo patamar de originação do Varejo. O índice de eficiência acumulado dos últimos 12 meses encerrou o 4T12 em 51,0%, ainda impactado por despesas não recorrentes associadas ao processo de reestruturação em curso. O histórico do indicador foi ajustado após revisão da metodologia e adequação do critério ao formato do BB. Tabela 165. Principais Indicadores de Produtividade 4T11 3T12 4T12 Índice de Eficiência¹ (acumulado 12 meses) - % 39,2 52,4 51,0 Desp. de Pessoal e Outras Desp. Administrativas - hões 642 615 721 1 - Despesas de Pessoal + Outras Despesas Administrativas / Margem Financeira Líquida + despesas com PCLD + Receitas de Prestação de Serviços + Resultado de Outras Receitas e Despesas Operacionais. 2 - Inclui funcionários e estagiários 119

Capítulo 12 Banco Votorantim Outras Despesas Administrativas No 4T12, as despesas administrativas somaram R$ 443 milhões, ante R$ 395 milhões no trimestre anterior. Esse crescimento é explicado principalmente pela intensificação dos processos de cobrança no Varejo e por despesas relacionadas ao processo de reestruturação em curso, como a rescisão do contrato de locação de automóveis que eram utilizados pela força comercial do Varejo. Em relação a 2011, as despesas administrativas de 2012 cresceram 1,7%, principalmente devido à intensificação dos processos de cobrança no Varejo, que resultaram no aumento de despesas com emolumentos judiciais e taxas cartorárias, mas que também contribuíram para reduzir a inadimplência e aumentar a recuperação de créditos. Tabela 166. Destaques Operacionais e Estruturais Dez/11 Set/12 Dez/12 Clientes - mil 5.532 5.586 5.504 Recursos Administrados - hões¹ 38.584 45.557 47.315 Quantidade de Filiais 260 193 194 1 - Inclui produtos offshore e de tesouraria. Índice de Basileia O processo de ajuste prudencial em curso, iniciado no 4T11, conta com total apoio dos acionistas Banco do Brasil e Votorantim Finanças, comprometidos com a manutenção da estrutura de capital do Banco em níveis adequados. Em Junho de12, os acionistas realizaram aumento do capital social do Banco no montante de R$ 2,0 bilhões, envolvendo aportes iguais de R$ 1,0 bilhão cada. Esse compromisso dos acionistas também se estende à preparação do Banco Votorantim ao novo ambiente regulatório de Basileia III. O índice de Basileia encerrou 4T12 em 14,3% (9,3% sob a forma de Tier I), registrando incremento de 20 pontos base em relação ao 4T11 e mantendo-se acima do mínimo de 11% estabelecido pela Resolução no 2.099/94, do Conselho Monetário Nacional. Tabela 167. Índice de Basileia hões Dez/11 Set/12 Dez/12 PR - Patrimônio de Referência 12.054 13.002 12.111 PR Nível I 8.086 8.449 7.875 PR Nível II 3.968 4.553 4.236 PRE - Patrimônio de Referência Exigido 9.386 9.396 9.310 Excesso / (Insuficiência) de PR : PR - PRE 2.668 3.606 2.800 Índice de Basiléia : (PRx100) / (PRE/0,11) % 14,1 15,2 14,3 Nível I % 9,5 9,9 9,3 Nível II % 4,7 5,3 5,0 Agenda de Mudanças Para retomar o crescimento sustentável e com rentabilidade no médio prazo, o BV continua avançando rapidamente na implantação da sua Agenda de Mudanças, que possui três principais frentes: Qualidade da nova produção: A prioridade do processo de ajuste prudencial foi assegurar a qualidade e rentabilidade dos financiamentos de veículos originados desde o 3T11. Para tanto, desde o 4T11 foram implantadas diversas iniciativas, incluindo: I. Crédito: aprimoramento das políticas, processos e modelos de crédito. Em 2012 foram incorporadas novas variáveis no modelo de crédito, como o rating interno do BB e informações adicionais de bureaus de crédito (ex: Serasa Experian), que aumentaram a capacidade de discriminação de risco do modelo. II. III. Rentabilidade: elevação no foco em clientes com melhor perfil de risco, com adequação dos volumes de originação e aperfeiçoamento do modelo de remuneração das áreas comerciais; e Modelo de atuação: intensificação do foco no canal revendas multimarcas (veículos usados) para originação de financiamentos voltados à carteira própria, o qual é historicamente mais rentável para a BV Financeira. Em concessionárias (veículos novos), a BV Financeira atuará 120

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 principalmente na originação direta de ativos de crédito para o BB, por meio do modelo da BV Originadora. Tratamento do Estoque: a segunda frente de Mudanças está relacionada ao tratamento das carteiras de financiamento de veículos originadas entre Julho de 10 e Setembro de 11, que possuem inadimplência superior à média histórica. Além do aumento gradual do índice de cobertura das operações de crédito do Varejo, foi promovida uma revisão e intensificação dos processos de cobrança visando minimização de perdas. Eficiência e Governança: a terceira frente contempla iniciativas que visam aumentar a eficiência e aperfeiçoar a governança corporativa, tais como: i) revisão do modelo interno de remuneração pagas aos canais de distribuição; ii) atração de profissionais experientes e valorização de talentos internos; iii) adequação das estruturas organizacionais ao novo patamar de originação de financiamentos e; iv) fortalecimento de controles internos e melhorias em políticas e processos. 121

Capítulo 13 Série de Demonstrações Contábeis 13 - Série de Demonstrações Contábeis 13.1. Balanço Patrimonial Resumido Tabela 168. Balanço Patrimonial Ativo Série Trimestral hões M ar/ 11 Jun/ 11 Set / 11 D ez/ 11 M ar/ 12 Jun/ 12 Set / 12 D ez/ 12 A T IV O 866.636 904.145 949.781 981.230 1.004.972 1.051.410 1.103.913 1.150.486 C irculant e e R ealizável a Lo ng o Prazo 847.361 885.130 927.456 957.800 982.043 1.029.066 1.080.698 1.126.830 Disponibilidades 12.575 19.639 20.466 10.034 14.983 17.239 14.495 12.311 Aplicações Interfinanceiras de Liquidez 146.458 147.565 157.413 166.288 183.015 190.507 214.511 219.323 Aplicações no M ercado Aberto 124.823 125.022 130.023 139.032 158.850 163.058 191.267 189.514 Aplicações em Depósitos Interfinanceiros 21.635 22.543 27.391 27.256 24.165 27.450 23.245 29.809 Títulos e Valores M obiliários 146.500 154.634 158.844 168.230 155.983 167.536 180.069 184.357 Títulos Disponíveis para Negociação 51.742 55.591 63.154 63.257 63.544 65.196 67.923 74.711 Títulos Disponíveis para Venda 76.310 79.882 75.364 88.385 77.105 84.581 94.366 95.321 Títulos M antidos até o Vencimento 17.052 17.903 18.280 15.191 13.850 15.893 16.227 12.910 Instrumentos Financeiros Derivativos 1.396 1.258 2.046 1.397 1.484 1.865 1.554 1.415 Relações Interfinanceiras 94.232 94.897 95.468 96.342 102.073 96.853 91.876 83.401 Depósitos no Banco Central 87.053 89.283 89.654 93.660 94.146 91.068 85.478 80.098 Compuls. s/ Dep. à Vista e Rec. Livres 15.744 15.877 14.366 14.307 14.656 10.585 12.293 15.741 Compulsórios s/poupança 71.309 73.406 75.288 79.353 79.490 80.483 73.185 64.357 Demais 7.179 5.614 5.814 2.682 7.927 5.784 6.398 3.303 Relações Interdependências 109 119 169 335 109 141 218 468 Operações de Crédito 325.682 342.481 359.095 379.045 384.833 409.325 427.030 469.713 Setor Público 7.702 7.607 8.441 8.486 5.968 6.956 8.642 10.768 Setor Privado 334.120 351.766 368.470 388.781 397.605 421.899 438.559 477.885 Vinculadas à Cessão - - - - 50 48 412 1.581 ( Prov. p/ Créditos de Liquid. Duvidosa) (16.140) (16.892) (17.816) (18.222) (18.790) (19.579) (20.583) (20.522) Operações de Arrendamento M ercantil 3.499 3.351 3.158 2.851 2.566 2.305 2.111 1.883 Op. de Arr. e Subarrend. a Receber 3.694 3.563 3.372 3.064 2.774 2.468 2.256 2.011 (PCLD de Arrendamento Mercantil) (195) (212) (214) (213) (208) (164) (145) (128) Outros Créditos 114.238 117.705 128.011 129.554 133.254 140.565 145.843 151.466 Créditos por Avais e Fianças Honrados 77 80 76 77 82 90 104 108 Carteira de Câmbio 15.082 14.278 18.000 17.615 19.593 20.680 18.469 17.276 Rendas a Receber 971 1.065 1.079 1.410 1.509 1.664 1.699 1.818 Negociação e Intermediação de Valores 286 365 1.576 317 416 854 903 601 Créditos Específicos 1.057 1.086 1.117 1.146 1.177 1.205 1.234 1.264 Créd. de Op. de Seg, Previd. e Capitaliz. 1.070 1.574 1.670 1.742 1.984 2.285 2.277 2.194 Crédito Tributário 22.325 22.351 23.772 22.754 23.726 24.821 25.988 24.981 Ativo Atuarial 10.563 12.051 12.688 13.372 13.870 14.386 14.783 16.249 Fundo Paridade 1.531 1.554 1.587 1.608 1.646 1.669 1.715 741 Devedores por Depósitos em Garantia 24.203 24.604 25.314 25.584 26.077 26.454 27.502 28.082 Fundo Destinação Superávit - PREVI 7.854 7.894 7.953 8.030 8.108 8.221 8.337 8.458 Fundo de Destinação 7.854 4.279 4.111 3.684 3.503 3.192 2.853 2.374 Fundo de Contribuição - 1.279 1.199 1.096 1.013 935 849 727 Fundo de Utilização - 2.336 2.644 3.249 3.592 4.095 4.634 5.358 Diversos 30.784 32.132 34.435 37.564 36.514 39.840 44.222 51.171 (Prov. p/ Outros Créd. De Liq. Duvidosa) (1.565) (1.330) (1.256) (1.665) (1.447) (1.605) (1.392) (1.476) (C/ Caract. de Concessão de Crédito) (681) (630) (580) (580) (575) (598) (554) (560) (S/ Caract. de Concessão de Crédito) (884) (700) (676) (1.085) (872) (1.007) (838) (916) Outros Valores e Bens 4.069 4.740 4.831 5.120 5.226 4.597 4.543 3.909 Outros Valores e Bens 404 463 459 468 507 521 531 557 (Provisões para Desvalorizações) (181) (187) (185) (188) (187) (181) (173) (195) Despesas Antecipadas 3.846 4.464 4.557 4.840 4.906 4.256 4.186 3.547 Permanent e 19.274 19.014 22.326 23.430 22.929 22.344 23.215 23.656 Investimentos 8.126 8.002 7.948 7.973 7.927 7.756 7.990 7.640 Partic. em Coligadas e Controladas 7.052 6.966 6.925 6.841 6.727 6.598 6.390 6.175 Outros Investimentos 1.159 1.114 1.102 1.216 1.284 1.243 1.689 1.556 (Provisão para Perdas) (84) (78) (79) (84) (84) (84) (89) (91) Imobilizado de Uso 4.867 5.030 5.210 5.589 5.646 5.703 5.945 6.637 Imóveis de Uso 3.645 3.859 4.011 4.217 4.341 4.532 4.889 4.360 Reavaliações de Imóveis de Uso 150 150 150 150 150 150 145 145 Outras Imobilizações de Uso 7.452 7.722 7.966 8.344 8.497 8.554 8.686 9.664 (Depreciações Acumuladas) (6.381) (6.701) (6.918) (7.123) (7.342) (7.533) (7.773) (7.531) Intangível 6.036 5.771 8.984 9.736 9.245 8.790 9.201 9.309 Ativos Intangíveis 10.381 10.583 14.216 14.947 15.019 13.007 13.558 13.976 (Amortização Acumulada) (4.345) (4.812) (5.232) (5.211) (5.774) (4.217) (4.356) (4.668) Diferido 245 210 185 132 111 94 79 70 Gastos de Organização e Expansão 2.086 2.074 2.074 2.034 2.029 2.004 1.689 1.686 (Amortização Acumulada) (1.841) (1.863) (1.890) (1.903) (1.918) (1.911) (1.611) (1.616) 122

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 Tabela 169. Balanço Patrimonial Ativo Série Anual hões 2008 2009 2 0 10 2 0 11 2 0 12 C A GR - % A T IV O 5 2 1.2 7 3 7 0 8.5 4 9 8 11.17 2 9 8 1.2 3 0 1.15 0.4 8 6 21,9 C irculant e e R ealizável a Lo ng o Prazo 5 11.7 6 1 6 9 1.5 3 9 7 9 1.4 0 3 9 5 7.8 0 0 1.12 6.8 3 0 21,8 Disponibilidades 5.545 7.843 9.745 10.034 12.311 22,1 Aplicações Interfinanceiras de Liquidez 119.408 168.398 107.579 166.288 219.323 16,4 Aplicações no M ercado Aberto 95.160 144.174 85.060 139.032 189.514 18,8 Aplicações em Depósitos Interfinanceiros 24.249 24.224 22.519 27.256 29.809 5,3 Títulos e Valores M obiliários 86.909 124.337 143.867 168.230 184.357 20,7 Títulos Disponíveis para Negociação 26.136 38.274 50.445 63.257 74.711 30,0 Títulos Disponíveis para Venda 38.374 62.161 75.142 88.385 95.321 25,5 Títulos M antidos até o Vencimento 20.123 22.439 16.656 15.191 12.910 (10,5) Instrumentos Financeiros Derivativos 2.276 1.463 1.624 1.397 1.415 (11,2) Relações Interfinanceiras 21.287 26.592 89.526 96.342 83.401 40,7 Depósitos no Banco Central 20.882 24.280 87.035 93.660 80.098 39,9 Compuls. s/ Dep. à Vista e Rec. Livres 12.381 10.161 18.487 14.307 15.741 6,2 Compulsórios s/poupança 8.501 14.118 68.548 79.353 64.357 65,9 Demais 405 2.312 2.491 2.682 3.303 69,0 Relações Interdependências 228 295 258 335 468 19,7 Operações de Crédito 190.882 261.783 317.726 379.045 469.713 25,2 Setor Público 4.040 6.388 7.184 8.486 10.768 27,8 Setor Privado 200.020 273.080 326.975 388.781 477.885 24,3 ( Prov. p/ Créditos de Liquid. Duvidosa) (13.179) (17.685) (16.433) (18.222) (20.522) 11,7 Vinculadas à Cessão - - - - 1.581 - Operações de Arrendamento M ercantil 2.968 4.701 3.857 2.851 1.883 (10,8) Op. de Arr. e Subarrend. a Receber 3.039 4.932 4.048 3.064 2.011 (9,8) (PCLD de Arrendamento M ercantil) (71) (231) (191) (213) (128) 15,8 Outros Créditos 83.279 95.233 114.962 129.554 151.466 16,1 Créditos por Avais e Fianças Honrados 71 91 75 77 108 10,9 Carteira de Câmbio 20.914 8.671 11.878 17.615 17.276 (4,7) Rendas a Receber 413 563 944 1.410 1.818 44,8 Negociação e Intermediação de Valores 347 436 383 317 601 14,8 Créditos Específicos 846 932 1.030 1.146 1.264 10,6 Créd. de Op. de Seg, Previd. e Capitaliz. 441 908 1.109 1.742 2.194 49,4 Crédito Tributário 16.499 21.910 21.970 22.754 24.981 10,9 Ativo Atuarial 7.794 12.655 8.116 13.372 16.249 20,2 Fundo Paridade - - 1.778 1.608 741 - Devedores por Depósitos em Garantia 18.007 21.209 23.388 25.584 28.082 11,8 Fundo Destinação Superávit - PREVI - - 7.595 8.030 8.458 - Fundo de Destinação - - 7.595 3.684 2.374 - Fundo de Contribuição - - - 1.096 727 - Fundo de Utilização - - - 3.249 5.358 - Diversos 19.325 29.539 38.269 37.564 51.171 27,6 (Prov. p/ Outros Créd. De Liq. Duvidosa) (1.377) (1.682) (1.572) (1.665) (1.476) 1,8 (C/ Caract. de Concessão de Crédito) (579) (702) (690) (580) (560) (0,8) (S/ Caract. de Concessão de Crédito) (798) (980) (882) (1.085) (916) 3,5 Outros Valores e Bens 1.256 2.358 3.884 5.120 3.909 88,7 Outros Valores e Bens 308 364 388 468 557 - (Provisões para Desvalorizações) (170) (176) (177) (188) (195) 3,5 Despesas Antecipadas 1.118 2.170 3.673 4.840 3.547 33,5 Permanent e 9.512 17.010 19.770 23.430 23.656 25,6 Investimentos 1.524 6.645 8.128 7.973 7.640 49,6 Partic. em Coligadas e Controladas 721 5.776 7.116 6.841 6.175 71,1 Outros Investimentos 871 947 1.097 1.216 1.556 15,6 (Provisão para Perdas) (68) (78) (84) (84) (91) 7,6 Imobilizado de Uso 3.339 4.214 4.904 5.589 6.637 18,7 Imóveis de Uso 2.668 3.336 3.557 4.217 4.360 13,1 Reavaliações de Imóveis de Uso - - 150 150 145 - Outras Imobilizações de Uso 5.610 6.632 7.394 8.344 9.664 14,6 (Depreciações Acumuladas) (4.940) (5.753) (6.198) (7.123) (7.531) 11,1 Imobilizado de Arrendamento 4 1 - - - - Bens Arrendados 8 4 - - - - (Depreciações Acumuladas) (4) (2) - - - - Intangível 4.041 5.677 6.452 9.736 9.309 23,2 Ativos Intangíveis 4.043 7.659 10.259 14.947 13.976 36,4 (Amortização Acumulada) (2) (1.982) (3.808) (5.211) (4.668) 578,5 Diferido 604 472 286 132 70 (41,6) Gastos de Organização e Expansão 1.846 2.247 2.155 2.034 1.686 (2,2) (Amortização Acumulada) (1.241) (1.775) (1.868) (1.903) (1.616) 6,8 123

Capítulo 13 Série de Demonstrações Contábeis Tabela 170. Balanço Patrimonial Passivo Série Trimestral hões M ar/ 11 Jun/ 11 Set / 11 D ez/ 11 M ar/ 12 Jun/ 12 Set / 12 D ez/ 12 PA SSIV O 866.636 904.145 949.781 981.230 1.004.972 1.051.410 1.103.913 1.150.486 C irculant e e N ão C irculant e 814.221 849.237 892.751 922.467 944.586 988.776 1.039.460 1.084.029 Depósitos 381.170 396.151 419.519 442.386 446.870 466.959 476.073 472.085 Depósitos à Vista 59.553 61.138 57.614 62.016 60.659 60.592 61.486 74.760 Depósitos de Poupança 90.516 89.217 95.512 100.110 101.815 105.586 112.098 117.744 Depósitos Interfinanceiros 12.069 11.553 13.586 14.450 14.272 15.003 15.733 16.569 Depósitos a Prazo 219.031 234.243 252.806 265.809 270.123 285.778 286.756 263.013 Depósitos para Investimento 0 0 0 - - - - - Captações no M ercado Aberto 180.112 192.875 194.728 195.175 199.811 194.536 214.430 225.787 Carteira Própria 55.939 68.406 64.864 66.475 53.366 40.197 43.276 59.994 Operações Compromissadas com Títulos Privados - 3.502 671 664 7.663 9.703 8.444 9.554 Carteira de Terceiros 123.433 123.570 128.919 128.696 146.290 154.002 171.153 165.546 Carteira de Livre M ovimentação 740 900 944 4 155 337 1 247 Recursos de Aceites e Emissão de Títulos 19.550 22.420 29.163 32.323 36.234 47.432 53.737 70.670 Letras de Crédito do Agronegócio 2.330 4.102 5.953 7.422 9.277 16.157 22.807 34.005 Demais Letras Bancárias 4.495 5.292 8.412 8.717 9.322 10.249 9.552 9.923 Obrigações por TVM no Exterior 12.725 13.026 14.798 16.185 17.634 21.026 21.379 26.743 Relações Interfinanceiras 2.292 3.188 3.240 24 3.221 2.895 3.280 24 Recebimentos e Pagamentos a Liquidar 2.280 3.177 3.226 0 3.208 2.886 3.269 0 Correspondentes 12 12 14 24 12 9 11 24 Relações Interdependências 1.968 1.757 1.790 3.819 1.911 2.370 2.127 5.180 Recursos em Trânsito de Terceiros 1.946 1.747 1.787 3.817 1.908 2.353 2.123 5.177 Transferências Internas de Recursos 21 10 3 3 3 18 4 3 Obrigações por Empréstimos 8.939 9.699 12.185 12.257 11.556 13.061 13.398 14.081 Empréstimos no País - Outras Inst. 67 58 117 121 114 103 408 409 Empréstimos no Exterior 8.872 9.640 12.069 12.136 11.442 12.958 12.989 13.672 Obrig por Repass. do País - Inst. Oficiais 51.626 51.353 48.024 50.991 51.565 52.396 52.763 63.519 Tesouro Nacional 1.552 1.603 1.689 1.722 1.677 1.723 1.033 713 BNDES 27.163 26.406 27.503 28.978 29.420 29.944 32.195 41.763 CEF 167 197 268 338 412 508 607 895 FINAM E 14.897 15.414 16.292 17.506 17.798 18.006 18.438 19.494 Outras Instituições 7.847 7.733 2.272 2.446 2.258 2.214 490 653 Obrigações por Repasses do Exterior 87 87 101 102 87 100 96 87 Instrumentos Financeiros Derivativos 4.916 4.290 4.438 3.621 4.266 4.004 3.624 3.439 Outras Obrigações 163.562 167.416 179.563 181.768 189.065 205.023 219.932 229.156 Cobrança e Arrec. de Trib. e Assemelh. 3.263 3.747 3.836 360 4.258 3.553 5.121 419 Carteira de Câmbio 33.361 27.063 29.689 28.416 27.665 29.548 25.067 26.404 Sociais e Estatutárias 1.662 2.326 2.425 2.122 1.522 2.069 1.521 1.818 Fiscais e Previdenciárias 23.952 25.747 27.770 28.057 26.215 27.978 30.244 30.913 Negociação e Intermediação de Valores 1.670 1.656 801 836 855 1.271 1.190 1.231 Prov Téc. de Seg., Previd. e Capitalização 34.999 38.972 41.965 45.023 49.091 51.798 55.187 60.234 Fundos Financeiros e de Desenv. 3.499 3.578 3.705 4.002 4.104 4.567 4.667 5.089 Instrumentos Híbridos de Capital e Dívida 2.521 2.366 2.872 2.846 6.160 6.854 15.138 15.061 Operações Especiais - 10 11 2 2 2 2 2 FCO (Dívida Subordinada) 24.464 27.155 29.694 30.885 31.440 38.366 40.252 40.676 Passivo Atuarial 6.921 7.032 7.099 7.142 7.200 7.002 7.061 6.714 Diversas 27.250 27.764 29.697 32.077 30.554 32.016 34.482 40.595 R esult ad o s d e Exercí cio s F ut uro s 296 290 318 347 335 326 350 387 Pat rimô nio Lí q uid o 52.120 54.619 56.713 58.416 60.051 62.308 64.104 66.070 Capital 33.078 33.123 33.123 33.123 33.123 33.123 33.123 48.400 Reservas de Capital - - - - - - - - Reservas de Reavaliação 6 6 5 5 5 5 5 5 Reservas de Lucros 16.442 20.650 20.290 24.121 23.940 27.411 27.030 16.132 Aj. ao Valor de M erc. -TVM e Derivat. 385 442 711 724 858 1.238 1.561 1.420 Lucros ou Prejuízos Acumulados 0 - (26) - 2-79 - (Ações em Tesouraria) (0) (0) (0) (0) - - (162) (461) Particip. M inoritárias nas Controladas 0 398 488 444 461 532 559 574 Contas de Resultado 2.208-2.122-1.662-1.910-124

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 Tabela 171. Balanço Patrimonial Passivo Série Anual hões 2008 2009 2 0 10 2 0 11 2 0 12 C A GR - % PA SSIV O 521.273 708.549 811.172 981.230 1.150.486 21,9 C irculant e e N ão C irculant e 491.336 672.429 760.432 922.467 1.084.029 21,9 Depósitos 270.841 337.564 376.851 442.386 472.085 14,9 Depósitos à Vista 51.949 56.459 63.503 62.016 74.760 9,5 Depósitos de Poupança 54.965 75.742 89.288 100.110 117.744 21,0 Depósitos Interfinanceiros 14.065 11.619 18.998 14.450 16.569 4,2 Depósitos a Prazo 149.618 193.516 204.652 265.809 263.013 15,1 Depósitos para Investimento 243 229 410 - - - Captações no M ercado Aberto 91.130 160.821 142.175 195.175 225.787 25,5 Carteira Própria 21.927 31.902 56.795 66.475 59.994 28,6 Operações Compromissadas com Títulos Privados 412 858-664 9.554 119,5 Carteira de Terceiros 69.203 128.745 84.080 128.696 165.546 24,4 Carteira de Livre M ovimentação - 174 1.300 4 247 - Recursos de Aceites e Emissão de Títulos 3.479 7.362 13.486 32.323 70.670 112,3 Letras de Crédito do Agronegócio - - - 7.422 34.005 - Demais Letras Bancárias 269 2.765 4.314 8.717 9.923 146,4 Obrigações por TVM no Exterior 3.210 4.597 9.172 16.185 26.743 69,9 Relações Interfinanceiras 21 21 18 24 24 3,7 Recebimentos e Pagamentos a Liquidar 1 1 0 0 0 (18,8) Correspondentes 20 21 18 24 24 4,3 Relações Interdependências 2.496 3.229 3.688 3.819 5.180 20,0 Recursos em Trânsito de Terceiros 2.495 3.215 3.683 3.817 5.177 20,0 Transferências Internas de Recursos 0 14 4 3 3 61,7 Obrigações por Empréstimos 7.627 6.370 8.598 12.257 14.081 16,6 Empréstimos no País - Outras Inst. - - - 121 409 - Empréstimos no Exterior 7.627 6.370 8.598 12.136 13.672 15,7 Obrig por Repass. do País - Inst. Oficiais 22.436 31.390 50.764 50.991 63.519 29,7 Tesouro Nacional 3.485 2.101 1.549 1.722 713 (32,7) BNDES 11.168 19.630 26.978 28.978 41.763 39,1 CEF - 146 147 338 895 - FINAM E 6.585 8.381 14.046 17.506 19.494 31,2 Outras Instituições 1.199 1.133 8.043 2.446 653 (14,1) Obrigações por Repasses do Exterior 98 99 97 102 87 (2,8) Instrumentos Financeiros Derivativos 3.895 4.724 5.297 3.621 3.439 (3,1) Outras Obrigações 89.312 120.848 159.459 181.768 229.156 26,6 Cobrança e Arrec. de Trib. e Assemelh. 252 377 297 360 419 13,5 Carteira de Câmbio 15.964 12.174 29.506 28.416 26.404 13,4 Sociais e Estatutárias 1.838 2.625 1.992 2.122 1.818 (0,3) Fiscais e Previdenciárias 17.570 24.297 27.613 28.057 30.913 15,2 Negociação e Intermediação de Valores 401 528 1.676 836 1.231 32,3 Prov Téc. de Seg., Previd. e Capitalização 12.675 17.339 32.369 45.023 60.234 47,6 Fundos Financeiros e de Desenv. 2.458 4.135 3.568 4.002 5.089 20,0 Instrumentos Híbridos de Capital e Dívida 1.185 3.516 3.361 2.846 15.061 88,8 Operações Especiais 2 206-2 2 (2,3) FCO (Dívida Subordinada) 11.772 18.553 23.412 30.885 40.676 36,3 Passivo Atuarial 5.662 6.374 6.907 7.142 6.714 4,4 Diversas 19.531 30.725 28.757 32.077 40.595 20,1 R esult ad o s d e Exercí cio s F ut uro s - - 300 347 387 - Pat rimô nio Lí q uid o 29.937 36.119 50.441 58.416 66.070 21,9 Capital 13.780 18.567 33.078 33.123 48.400 36,9 Reservas de Capital 5 5 - - - - Reservas de Reavaliação 7 7 6 5 5 (10,6) Reservas de Lucros 15.977 17.301 16.889 24.121 16.132 0,2 Aj. ao Valor de M erc. -TVM e Derivat. 199 270 467 724 1.420 63,5 Lucros ou Prejuízos Acumulados - - - - - - (Ações em Tesouraria) (31) (31) (0) (0) (461) 96,1 Particip. M inoritárias nas Controladas (0) 0 0 444 574-125

Capítulo 13 Série de Demonstrações Contábeis 13.2. Demonstração Resumida do Resultado Societário Tabela 172. Demonstração Resumida do Resultado Série Trimestral hões 1T 11 2T 11 3T 11 4T 11 1T 12 2T 12 3T 12 4T 12 R eceit as d a Int ermed iação F inanceira 21.909 23.948 28.633 25.172 25.114 26.882 24.225 23.846 Operações de Crédito 14.019 15.014 17.022 15.944 16.435 17.274 15.952 16.440 Operações de Arrendamento Mercantil 151 163 186 116 132 138 97 (22) Resultado de Operações com TVM 6.133 6.952 10.574 7.189 7.004 8.100 6.623 6.255 Resultado com Inst. Finan. Derivativos (413) (878) 233 (403) (845) 25 (206) (409) Resultado de Operações de Câmbio 244 768 (1.577) 190 314 (450) 116 168 Resultado das Aplicações Compulsórias 1.597 1.742 1.969 1.923 1.850 1.570 1.388 1.117 Oper. de Venda/Transf. de Ativos Financeiros - - - - 11 59 87 89 Res. Fin. das Op. com Seg., Prev. e Capit. 178 187 226 212 214 166 168 207 Despesa da Intermediação Financeira (15.299) (16.753) (23.277) (18.226) (18.456) (20.456) (17.316) (16.132) Operações de Captação no Mercado¹ (11.829) (13.088) (15.743) (13.709) (13.908) (13.040) (12.481) (11.684) Op. de Emp., Cessões e Repasses¹ (839) (816) (4.249) (1.305) (1.108) (3.922) (1.220) (1.125) Prov. para Créditos de Liquidação Duvidosa (2.631) (2.848) (3.285) (3.211) (3.440) (3.494) (3.615) (3.323) R esult ad o B rut o d a Int erm. F inanceira 6.610 7.195 5.356 6.946 6.658 6.425 6.909 7.714 Outras Receitas/ Despesas Operacionais (1.756) (1.821) (1.895) (2.128) (2.853) (1.955) (3.290) (2.382) Receitas de Prestação de Serviços 2.835 2.865 3.138 3.374 3.466 3.645 3.591 3.784 Rendas de Tarifas Bancárias 1.272 1.522 1.581 1.652 1.585 1.611 1.689 1.700 Despesas de Pessoal (3.272) (3.531) (3.850) (4.260) (3.932) (3.981) (4.183) (4.406) Outras Despesas Administrativas (3.133) (3.201) (3.425) (3.664) (4.045) (3.888) (4.062) (4.018) Outras Despesas Tributárias (1.019) (1.084) (1.027) (1.129) (1.083) (1.071) (1.109) (1.154) Res. de Part. em Coligadas e Controladas (20) (140) 558 56 (115) 463 (8) (76) Res. de Op. com Seg., Prev. e Capitalização 512 667 570 515 516 608 595 629 Outras Receitas Operacionais 3.085 3.905 2.698 3.290 3.443 2.320 2.465 3.506 Outras Despesas Operacionais¹ (2.016) (2.826) (2.139) (1.963) (2.689) (1.662) (2.268) (2.347) R esult ad o Op eracio nal 4.854 5.374 3.461 4.818 3.806 4.470 3.619 5.332 Resultado Não Operacional 19 173 24 9 21 30 60 1.099 R esult ad o A nt es d a T rib. s/ o Lucro 4.872 5.548 3.485 4.826 3.826 4.501 3.679 6.431 Imposto de Renda e Contribuição Social (1.497) (1.705) (148) (1.372) (882) (1.011) (522) (1.826) Participações Estatutárias no Lucro (443) (484) (420) (443) (407) (443) (386) (600) Participações M inoritárias (0) (27) (27) (39) (35) (39) (44) (37) Lucro Lí q uid o 2.932 3.330 2.891 2.972 2.502 3.008 2.728 3.967 1 - Série histórica revisada desde o 1º trimestre de 2011, por contabilização das despesas referentes aos prêmios pagos a clientes decorrentes de depósitos judiciais e atualização de recursos liberados no âmbito do BB Crédito Imobiliário de acordo com a resolução CMN 3.706/09 nas Despesas de Captação de Mercado, que anteriormente compunham as Outras Despesas Operacionais. Adicionalmente, a série histórica das Despesas de Operações de Empréstimos, Cessões e Repasses também foi revisada desde o 1T11 por contabilização das despesas referentes à remuneração sobre recursos destinados a pagamento de benefícios do INSS e atualização dos recursos a devolver ao Tesouro Nacional, que anteriormente compunham as Outras Despesas Operacionais. 126

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 Tabela 173. Demonstração Resumida do Resultado Série Anual hões 2008 2009 2 0 10 2 0 11 2 0 12 C A GR - % R eceit as d a Int ermed iação F inanceira 55.641 63.138 78.035 99.661 100.067 15,8 Operações de Crédito 33.221 40.368 50.960 61.998 66.100 18,8 Operações de Arrendamento M ercantil 314 647 814 616 346 2,5 Resultado de Operações com TVM 20.692 21.350 23.238 30.849 27.982 7,8 Resultado com Inst. Finan. Derivativos (1.283) (1.223) (2.239) (1.461) (1.434) 2,8 Resultado de Operações de Câmbio 464 686 1.083 (374) 147 (24,9) Resultado das Aplicações Compulsórias 1.910 816 3.586 7.231 5.925 32,7 Op. Venda / Transf. Ativos Financ. - - - - 246 - Res. Fin. das Op. com Seg., Prev. e Capit. 324 494 592 803 755 23,5 D esp esa d a Int ermed iação F inanceira (42.821) (45.052) (52.473) (73.554) (72.360) 14,0 Operações de Captação no M ercado¹ (25.531) (30.146) (38.756) (54.370) (51.112) 18,9 Op. de Emp., Cessões e Repasses¹ (8.685) (2.510) (3.473) (7.210) (7.376) (4,0) Prov. para Créditos de Liquidação Duvidosa (8.606) (12.396) (10.244) (11.975) (13.872) 12,7 R esult ad o B rut o d a Int erm. F inanceira 12.819 18.086 25.562 26.107 27.707 21,2 Out ras R eceit as/ D esp esas Op eracio nais (1.150) (4.494) (7.151) (7.600) (10.480) 73,7 Receitas de Prestação de Serviços² 9.771 10.172 10.777 12.213 14.486 10,3 Rendas de Tarifas Bancárias² 2.040 3.339 5.396 6.028 6.586 34,0 Despesas de Pessoal (8.870) (11.838) (13.020) (14.913) (16.503) 16,8 Outras Despesas Administrativas (7.917) (11.212) (13.040) (13.422) (16.013) 19,3 Outras Despesas Tributárias (2.635) (3.333) (3.750) (4.259) (4.416) 13,8 Res. de Part. em Coligadas e Controladas 1.392 (991) (46) 455 264 (34,0) Res. de Op. com Seg., Prev. e Capitalização 892 1.574 1.888 2.265 2.349 27,4 Outras Receitas Operacionais 11.782 16.974 13.788 12.978 11.735 (0,1) Outras Despesas Operacionais¹ (7.605) (9.180) (9.144) (8.945) (8.966) 4,2 R esult ad o Op eracio nal 11.669 13.592 18.410 18.507 17.227 10,2 Resultado Não Operacional 413 1.844 370 225 1.210 30,9 R esult ad o A nt es d a T rib. s/ o Lucro 12.082 15.435 18.781 18.732 18.437 11,1 Imposto de Renda e Contribuição Social (2.145) (3.903) (5.321) (4.722) (4.241) 18,6 Participações Estatutárias no Lucro (1.134) (1.385) (1.756) (1.791) (1.835) 12,8 Participações M inoritárias - (1) 0 (93) (156) - Lucro Lí q uid o 8.803 10.148 11.703 12.126 12.205 8,5 1 - Série histórica revisada desde o 1º trimestre de 2011, por contabilização das despesas referentes aos prêmios pagos a clientes decorrentes de depósitos judiciais e atualização de recursos liberados no âmbito do BB Crédito Imobiliário de acordo com a resolução CMN 3.706/09 nas Despesas de Captação de Mercado, que anteriormente compunham as Outras Despesas Operacionais. Adicionalmente, a série histórica das Despesas de Operações de Empréstimos, Cessões e Repasses também foi revisada desde o 1T11 por contabilização das despesas referentes à remuneração sobre recursos destinados a pagamento de benefícios do INSS e atualização dos recursos a devolver ao Tesouro Nacional, que anteriormente compunham as Outras Despesas Operacionais. 2 - Reclassificação, a partir do 1º trimestre de 2010, do grupamento das receitas de prestação de serviços para o grupamento rendas de tarifas bancárias, conforme Carta-Circular Bacen n.º 3.490/2011. 127

Capítulo 13 Série de Demonstrações Contábeis 13.3. Demonstração do Resultado com Realocações Tabela 174. Demonstração do Resultado com Realocações Série Trimestral hões 1T11 2 T11 3 T11 4 T11 1T12 2 T12 3 T12 4 T12 R eceit as d a Int ermed iação F inanceira 2 2.514 2 4.0 9 4 3 0.2 71 2 5.9 70 2 5.9 3 4 2 8.6 3 9 2 5.0 8 4 2 4.8 6 8 Operações de Crédito 14.598 15.550 17.620 16.717 17.211 18.074 16.756 17.449 Operações de Arrendamento Mercantil 151 163 186 116 132 138 97 (22) Resultado de Operações com TVM 6.133 6.952 10.574 7.189 7.004 8.100 6.623 6.255 Resultado com Inst. Financeiros Derivativos (413) (878) 233 (403) (845) 25 (206) (409) Resultado de Operações de Câmbio 244 768 (1.577) 190 314 (450) 116 168 Resultado das Aplicações Compulsórias 1.597 1.742 1.969 1.923 1.850 1.570 1.388 1.117 Oper. de Venda/Transf. de Ativos Financeiros - - - - 11 59 87 89 Res. Fin. das Op. com Seguros, Previd. e Cap. 178 187 226 212 214 166 168 207 Ganho(Perda) Cambial s/ PL no Exterior (29) (124) 577 9 (116) 461 21 (9) Outros Res. Op. com Caract. de Interm. 75 (185) 40 (5) 214 187 (1) (3) Hedge Fiscal (19) (82) 422 20 (55) 310 34 25 D esp esa d a Int ermed iação F inanceira ( 12.74 9 ) ( 13.9 9 2 ) ( 2 0.12 5) ( 15.153 ) ( 15.10 1) ( 17.0 2 8 ) ( 13.8 3 3 ) ( 12.8 3 5) Operações de Captação no Mercado¹ (11.910) (13.175) (15.876) (13.847) (13.992) (13.105) (12.613) (11.950) Op. de Emp., Cessões e Repasses¹ (839) (816) (4.249) (1.305) (1.108) (3.922) (1.220) (885) M arg em F inanceira B rut a 9.76 5 10.10 2 10.14 6 10.8 17 10.8 3 3 11.6 11 11.2 51 12.0 3 3 Prov. p/ Créd. de Liquidação Duvidosa (2.629) (3.047) (3.259) (2.892) (3.576) (3.677) (3.764) (3.636) M arg em F inanceira Lí q uid a 7.13 6 7.0 55 6.8 8 7 7.9 2 5 7.2 58 7.9 3 4 7.4 8 8 8.3 9 8 Rendas de Tarifas 4.108 4.388 4.720 5.027 5.051 5.256 5.280 5.484 Receitas de Prestação de Serviços 2.835 2.865 3.138 3.374 3.466 3.645 3.591 3.784 Rendas de Tarifas Bancárias 1.272 1.522 1.581 1.652 1.585 1.611 1.689 1.700 Res. de Op. com Seguros, Previdência e Cap. 512 667 570 515 516 608 595 629 Despesas Tributárias s/ Faturamento (977) (1.027) (1.006) (1.071) (1.015) (1.031) (1.049) (1.088) M arg em d e C o nt rib uição 10.779 11.0 8 2 11.171 12.3 9 7 11.8 11 12.76 8 12.3 15 13.4 2 2 Despesas Administrativas (5.692) (5.886) (6.208) (6.966) (6.626) (6.946) (7.123) (7.499) Despesas de Pessoal (3.145) (3.364) (3.481) (3.954) (3.694) (3.871) (4.001) (4.211) Outras Despesas Administrativas (2.547) (2.522) (2.727) (3.012) (2.932) (3.075) (3.122) (3.288) Outras Despesas Tributárias (40) (48) (67) (61) (62) (73) (64) (68) R esult ad o C o mercial 5.0 4 6 5.14 9 4.8 9 6 5.3 70 5.12 2 5.74 8 5.12 8 5.8 55 Risco Legal (177) (188) (491) (4) (489) (368) (463) (219) Demandas Cíveis (98) (190) (122) 275 (250) (258) (281) (23) Demandas Trabalhistas (79) 2 (369) (278) (238) (110) (182) (196) Outros Componentes do Resultado (50) 330 (532) (435) (515) (672) (761) (590) Res. de Part. em Coligadas e Controladas 9 (16) (18) 47 1 2 (29) (67) Res. De Outras Receitas/Despesas Operacionais (59) 346 (514) (482) (516) (674) (731) (523) Outras Receitas Operacionais 1.587 1.311 1.401 1.641 1.516 1.333 1.368 1.578 PREVI 624 1.296 531 531 390 390 287 287 Outras Despesas Operacionais¹ (2.269) (2.261) (2.445) (2.654) (2.422) (2.397) (2.386) (2.389) R esult ad o Op eracio nal 4.8 19 5.2 9 1 3.8 73 4.9 3 1 4.118 4.70 8 3.9 0 4 5.0 4 6 Resultado Não Operacional 19 5 24 9 21 30 60 (4) R esult ad o A nt es d a T rib. s/ o Lucro 4.8 3 8 5.2 9 6 3.8 9 7 4.9 4 0 4.13 9 4.73 8 3.9 6 4 5.0 4 2 Imposto de Renda e Contribuição Social (1.474) (1.566) (924) (1.425) (967) (1.273) (891) (1.324) Benefício Fiscal de JCP 290 295 318 318 336 340 327 338 Participações Estatutárias no Lucro (442) (472) (373) (450) (433) (440) (372) (500) Participações M inoritárias (0) (27) (27) (39) (35) (39) (44) (37) Lucro Lí q uid o A just ad o 2.9 2 2 3.2 3 1 2.573 3.0 2 5 2.70 4 2.9 8 6 2.6 57 3.18 0 Itens Extraordinários 10 100 318 (53) (201) 22 70 787 Alienação de Participações - 169 - - - - - - Planos Econômicos 17 10 (35) (95) (362) (184) (255) (167) Eficiência Tributária - - 386 - - - 244 - Reversão de PCLD Adicional - - - - - 223-476 Alienação de Imóveis - - - - - - - 1.103 Efeitos Fiscais e PLR sobre itens Extraordinários (8) (79) (33) 42 160 (17) 81 (625) Lucro Lí q uid o 2.9 3 2 3.3 3 0 2.8 9 1 2.9 72 2.50 2 3.0 0 8 2.72 8 3.9 6 7 1 - Série histórica revisada desde o 1º trimestre de 2011, por contabilização das despesas referentes aos prêmios pagos a clientes decorrentes de depósitos judiciais e atualização de recursos liberados no âmbito do BB Crédito Imobiliário de acordo com a resolução CMN 3.706/09 nas Despesas de Captação de Mercado, que anteriormente compunham as Outras Despesas Operacionais. Além disso, as despesas com atualização de Dívida Subordinada e Instrumentos Híbridos de Capital e Dívida contabilizadas em Outras Despesas Operacionais foram realocadas para Despesas de Captação de Mercado desde o 1T11. Adicionalmente, a série histórica das Despesas de Operações de Empréstimos, Cessões e Repasses também foi revisada desde o 1T11 por contabilização das despesas referentes à remuneração sobre recursos destinados a pagamento de benefícios do INSS e atualização dos recursos a devolver ao Tesouro Nacional, que anteriormente compunham as Outras Despesas Operacionais. 128

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 Tabela 175. Demonstração do Resultado com Realocações Série Anual hões 2008 2009 2010 2011 2012 C A GR - % R eceit as d a Int ermed iação F inanceira 58.399 65.182 80.436 102.849 104.525 15,7 Operações de Crédito 34.507 41.509 53.405 64.486 69.489 19,1 Operações de Arrendamento M ercantil 314 647 814 616 346 2,5 Resultado de Operações com TVM 20.495 21.350 23.238 30.849 27.982 8,1 Resultado com Inst. Financeiros Derivativos (1.283) (1.223) (2.239) (1.461) (1.434) 2,8 Resultado de Operações de Câmbio 464 686 1.083 (374) 147 (24,9) Resultado das Aplicações Compulsórias 1.910 816 3.586 7.231 5.925 32,7 Oper. de Venda ou de Transf. de Ativos Financ. - - - - 246 - Res. Fin. das Op. com Seguros, Previd. e Capitalização 324 494 592 803 755 23,5 Ganho(Perda) Cambial s/ PL no Exterior 941 (1.042) (149) 433 357 (21,5) Outros Res. Op. com Caract. de Interm. 392 2.721 252 (75) 397 0,3 Hedge Fiscal 334 (776) (147) 341 315 (1,5) D esp esa d a Int ermed iação F inanceira (33.884) (32.269) (42.038) (62.019) (58.796) 14,8 Operações de Captação no M ercado¹ (25.200) (29.759) (38.565) (54.809) (51.660) 19,7 Op. de Emp., Cessões e Repasses¹ (8.685) (2.510) (3.473) (7.210) (7.136) (4,8) M arg em F inanceira B rut a 24.515 32.913 38.398 40.830 45.729 16,9 Prov. p/ Créd. de Liquidação Duvidosa (6.799) (11.629) (10.675) (11.827) (14.651) 21,2 M arg em F inanceira Lí q uid a 17.716 21.284 27.724 29.003 31.078 15,1 Rendas de Tarifas 11.811 13.511 16.173 18.242 21.071 15,6 Receitas de Prestação de Serviços² 9.771 10.172 10.777 12.213 14.486 10,3 Rendas de Tarifas Bancárias² 2.040 3.339 5.396 6.028 6.586 34,0 Res. de Op. com Seguros, Previdência e Capitalização 892 1.574 1.888 2.265 2.349 27,4 Despesas Tributárias s/ Faturamento (2.362) (3.149) (3.627) (4.081) (4.183) 15,4 M arg em d e C o nt rib uição 28.058 33.220 42.157 45.429 50.315 15,7 Despesas Administrativas (15.358) (19.185) (22.565) (24.752) (28.194) 16,4 Despesas de Pessoal (8.112) (10.280) (12.244) (13.943) (15.777) 18,1 Outras Despesas Administrativas (7.246) (8.905) (10.322) (10.809) (12.417) 14,4 Outras Despesas Tributárias (140) (100) (107) (216) (268) 17,6 R esult ad o C o mercial 12.560 13.936 19.484 20.461 21.854 14,9 Risco Legal (722) (502) (1.076) (860) (1.539) 20,8 Demandas Cíveis (161) (242) (427) (135) (813) 49,8 Demandas Trabalhistas (560) (260) (649) (724) (726) 6,7 Outros Componentes do Resultado (2.198) 332 (908) (687) (2.539) 3,7 Res. de Part. em Coligadas e Controladas (97) 51 102 22 (94) (0,8) Res. De Outras Receitas/Despesas Operacionais (2.102) 281 (1.010) (709) (2.445) 3,9 Outras Receitas Operacionais 3.698 6.843 4.999 5.939 5.795 11,9 PREVI - 1.193 4.299 2.981 1.355 - Outras Despesas Operacionais¹ (5.799) (7.755) (10.309) (9.629) (9.595) 13,4 R esult ad o Op eracio nal 9.639 13.766 17.500 18.914 17.776 16,5 Resultado Não Operacional 413 78 43 56 107 (28,6) R esult ad o A nt es d a T rib. s/ o Lucro 10.052 13.844 17.543 18.970 17.883 15,5 Imposto de Renda e Contribuição Social (2.416) (4.155) (5.242) (5.388) (4.455) 16,5 Benefício Fiscal de JCP 526 743 961 1.221 1.342 26,3 Participações Estatutárias no Lucro (951) (916) (1.637) (1.737) (1.745) 16,4 Participações M inoritárias - (26) 0 (93) (156) - Lucro Lí q uid o A just ad o 6.685 8.747 10.664 11.751 11.528 14,6 Itens Extraordinários 2.118 3.315 1.039 375 678 (24,8) Reversão de PCLD Adicional (1.594) (676) 332-699 - Alienação de Investimentos 142 1.625 - - - - Planos Econômicos (372) 157 (371) (103) (968) 27,0 Reavaliação de Participações Consolidadas 241 - - - - - Substituição da Base de Cartões (54) - - - - - Previ - Reconhecimento de Ganhos Atuariais 5.326 3.030 - - - - Cassi - Reconhecimento de Perdas Atuariais (1.259) - - - - - Venda da Participação na VISA Internacional 361 141 214 169 - - Cessão de créditos 67 633 - - - - Eficiência Tributária 412-460 386 244 (12,3) Passivos Contigentes (BESC) (360) - 250 - - - Crédito Tributário (BESC) 194 - - - - - Provisão para Demandas Trabalhistas, Cíveis e Fiscais - (1.367) - - - - Créditos tributários - Diferencial de Alíquota CSLL - 1.213 - - - - Despesas com Plano de Demissão Voluntária - BNC - (215) - - - - Reversão de Passivos Trabalhistas - 644 568 - - - Ganho de Capital - BB Seguros Participações - - 114 - - - Alienação de Imóveis - - - - 1.103 - Efeitos Fiscais e PLR sobre itens Extraordinários (986) (1.870) (527) (78) (401) (20,2) Lucro Lí q uid o 8.803 12.062 11.703 12.126 12.205 8,5 1 - Série histórica revisada desde o 1º trimestre de 2011, por contabilização das despesas referentes aos prêmios pagos a clientes decorrentes de depósitos judiciais e atualização de recursos liberados no âmbito do BB Crédito Imobiliário de acordo com a resolução CMN 3.706/09 nas Despesas de Captação de Mercado, que anteriormente compunham as Outras Despesas Operacionais. Além disso, as despesas com atualização de Dívida Subordinada e Instrumentos Híbridos de Capital e Dívida contabilizadas em Outras Despesas Operacionais foram realocadas para Despesas de Captação de Mercado desde o 1T11. Adicionalmente, a série histórica das Despesas de Operações de Empréstimos, Cessões e Repasses também foi revisada desde o 1T11 por contabilização das despesas referentes à remuneração sobre recursos destinados a pagamento de benefícios do INSS e atualização dos recursos a devolver ao Tesouro Nacional, que anteriormente compunham as Outras Despesas Operacionais. 2 - Reclassificação, a partir do 1º trimestre de 2010, do grupamento das receitas de prestação de serviços para o grupamento rendas de tarifas bancárias, conforme Carta-Circular Bacen n.º 3.490/2011. 129

Banco do Brasil Análise do Desempenho 4º Trimestre/2012 Vice-Presidência de Gestão Financeira e Relações com Investidores Vice-Presidente Ivan de Souza Monteiro Gerente de Relações com Investidores Gustavo Henrique Santos de Sousa Gerente Executivo Gisele Campana Rodrigues Gerentes de Divisão Erick Figueiredo Rodrigues Heverton Masaru Ono Joaquim Camilo de Castro Assessores Adriano Gonçalves de Souza Alita de Oliveira Arantes Bruno Santos Garcia Carlos Vieira do Nascimento Cléber Antonio Lima Rentroia Daniela Priscila da Silva Danilo de Melo Farias Diogo Simas Machado Elias Santos Lima Eva Maria Gitirana de Oliveira Fabíola Lopes Ribeiro Glauco Ribeiro Barbirato Tavares Gustavo Correia de Brito Hilzenar Souza Alves da Cunha Janaína Marques Storti Joabel Martins de Oliveira Leonardo Resende Nader Marcelo de Campos e Silva Marcone Edson de Vasconcelos Formiga Filho Mariana Reschke da Cunha Rafael Augusto Sperendio Raquel Castelo de Carvalho Ferrari 130

Demonstrações Contábeis Exercício 2012

ÍNDICE Relatório da Administração 1 Demonstrações Contábeis 18 Balanço Patrimonial... 18 Demonstração do Resultado... 22 Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido... 23 Demonstração dos Fluxos de Caixa... 25 Demonstração do Valor Adicionado... 26 Notas Explicativas 27 Nota 1 O Banco e suas Operações... 27 Nota 2 Reestruturações Societárias... 27 Nota 3 Apresentação das Demonstrações Contábeis... 29 Nota 4 Resumo das Principais Práticas Contábeis... 32 Nota 5 Informações por Segmento... 40 Nota 6 Caixa e Equivalentes de Caixa... 46 Nota 7 Aplicações Interfinanceiras de Liquidez... 46 Nota 8 Títulos e Valores Mobiliários TVM e Instrumentos Financeiros Derivativos IFD... 47 Nota 9 Relações Interfinanceiras... 63 Nota 10 Operações de Crédito... 64 Nota 11 Outros Créditos... 70 Nota 12 Carteira de Câmbio... 72 Nota 13 Outros Valores e Bens... 73 Nota 14 Investimentos... 74 Nota 15 Imobilizado de Uso... 79 Nota 16 Intangível... 80 Nota 17 Depósitos e Captações no Mercado Aberto... 81 Nota 18 Obrigações por Empréstimos e Repasses... 84 Nota 19 Recursos de Aceites e Emissões de Títulos... 87 Nota 20 Outras Obrigações... 91 Nota 21 Operações de Seguros, Previdência e Capitalização... 95 Nota 22 Outras Receitas/Despesas Operacionais... 99 Nota 23 Resultado não Operacional... 102 Nota 24 Patrimônio Líquido... 103 Nota 25 Tributos... 108 Nota 26 Partes Relacionadas... 111 Nota 27 Benefícios a Empregados... 113 Nota 28 Passivos Contingentes e Obrigações Legais Fiscais e Previdenciárias... 124 Nota 29 Gerenciamento de Riscos e Capital Regulatório... 127 Nota 30 Demonstração do Resultado Abrangente... 137 Nota 31 Outras informações... 137 Relatório dos Auditores Independentes 141 Resumo do Relatório do Comitê de Auditoria 145 Manifestação do Conselho de Administração 146 Parecer do Conselho Fiscal 147 Declaração dos Membros do Conselho Diretor sobre as Demonstrações Financeiras 148 Declaração dos Membros do Conselho Diretor sobre o Parecer dos Auditores Independentes 149 Membros dos Órgãos da Administração 150

Banco do Brasil S.A. Relatório da Administração 2012 Senhoras e Senhores Acionistas, Apresentamos o Relatório da Administração do Banco do Brasil relativo ao ano de 2012, de acordo com as exigências da Lei das Sociedades por Ações, do Conselho Monetário Nacional (CMN), do Banco Central do Brasil (Bacen), da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e do Estatuto Social do Banco do Brasil. 1. Ambiente Macroeconômico O exercício 2012 foi marcado pelo aumento da aversão global ao risco. O arrefecimento de importantes economias emergentes (em especial, a chinesa) influenciou a queda nos preços das commodities, potencializando os efeitos adversos sobre as exportações e sobre a atividade econômica do mundo emergente. A economia brasileira, mesmo que reconhecidamente mais resiliente aos problemas externos, não passou incólume à desaceleração do crescimento mundial, requerendo do Governo a implementação de medidas, tanto fiscais como monetárias e creditícias, de estímulo à economia. Nessa conjuntura, a inflação desacelerou em relação ao ano anterior, com a variação acumulada em 12 meses do IPCA, encontrando-se dentro do intervalo de metas. A redução da taxa Selic para o histórico patamar de 7,25% a.a. e a queda dos spreads bancários promoveram importante redução do custo dos empréstimos ao tomador final. 2. Destaques do Período A seguir, em ordem cronológica, alguns eventos que foram destaques no período: i) início das atividades do Banco Postal na rede de atendimento BB, no dia 02.01.2012; ii) iii) iv) aquisição, em 19.01.2012, da totalidade das ações do EuroBank (atualmente denominado Banco do Brasil Americas), instituição financeira norte-americana; autorização do Bacen para classificar como capital de nível I, na categoria de instrumento híbrido de capital e dívida, as emissões de Bônus Perpétuo realizadas em janeiro (US$ 950 milhões) e março (US$ 725 milhões) de 2012; lançamento, em 04.04.2012, do BOMPRATODOS, uma nova forma de relacionamento entre o BB e seus clientes; v) o Banco do Brasil, em março, alcançou a marca histórica de R$ 1 trilhão em ativos, mantendo a conquista durante 2012; vi) vii) viii) ix) autorização do Bacen para classificar como capital de nível II R$ 1,490 bilhão relacionados à emissão de Letra Financeira Subordinada realizada em junho; participação do BB, em junho, na Conferência Rio+20 como um dos principais parceiros oficiais; o Banco do Brasil, em setembro, foi selecionado, pela primeira vez, para integrar o Índice Dow Jones de Sustentabilidade da Bolsa de Nova Iorque (DJSI) para o período 2012/2013; assinatura de contrato entre o BB e a União, em setembro, pelo qual foi concedido crédito na forma Instrumento Híbrido de Capital e Divida, destinado ao financiamento da safra 2012/2013, no valor de R$ 8,1 bilhões, montante classificado como capital de nível I e II, conforme autorização do Bacen; x) criação, em outubro, da Gerência de Negócios com Cooperativas, pelo Conselho Diretor do Banco do Brasil, alinhada ao Ano Internacional das Cooperativas declarado pela Organização das Nações Unidas (ONU); xi) xii) xiii) realização, em outubro, da maior captação do BB no mercado externo, por meio da emissão de títulos de dívida de dez anos, que totalizou US$ 1,925 bilhão; lançamento, em 13.11.2012, do BB Progressivo II Fundo de Investimento Imobiliário, com valor de oferta de R$ 1,59 bilhão; em continuidade à reorganização societária das atividades de seguros, previdência aberta e capitalização do BB, em novembro, o Conselho de Administração autorizou o início de estudos no sentido de promover a constituição de uma sociedade com a denominação social de BB Seguridade S.A. 1

Banco do Brasil S.A. Relatório da Administração 2012 3. Planejamento Estratégico para o Período 2013/2017 Para o período 2013/2017, o Banco do Brasil priorizou dois objetivos principais: aumentar sensivelmente sua eficiência e produtividade e gerar resultados sustentáveis por meio de negócios com forte apelo social. Para aumentar a eficiência e a produtividade, a Empresa passará por profunda revisão e simplificação dos seus principais processos, que resultará em canais, produtos e serviços mais inovadores, convenientes e eficazes, contribuindo para a redução de despesas e consequente geração de resultados aos acionistas. Os negócios com forte apelo social, como os programas Minha Casa Minha Vida e Microcrédito Produtivo Orientado, continuarão na estratégia do BB, constituindo parte fundamental da missão empresarial do BB de promover o desenvolvimento sustentável do Brasil". 4. Desempenho Econômico-Financeiro 4.1 Grandes Números O Banco do Brasil registrou em 2012 lucro líquido de R$ 12,2 bilhões e retorno anualizado sobre o patrimônio líquido de 19,8%. O lucro líquido por ação foi de R$ 4,30 no período. Os ativos somaram R$ 1,2 trilhão, crescimento de 17,2% em 12 meses, com retorno sobre ativos de 1,1% em 2012, encerrando o ano como líder do Sistema Financeiro Nacional, com destaque para sua atuação no crédito com 20,4% de participação de mercado. O patrimônio líquido alcançou R$ 66,1 bilhões, incremento de 13,1% em 12 meses. Tabela 1. Destaques hões Resultado¹ 2011 2012 2011 (%) Lucro Líquido 12.126 12.205 0,7 Resultado Bruto da Intermediação Financeira 26.107 27.707 6,1 Receita de Prestação de Serviços e Tarifas Bancárias 18.242 21.071 15,5 Resultado de Operações com Seguros, Previdência e Capitalização 2.265 2.349 3,7 Despesas Administrativas² (28.335) (32.516) 14,8 R$ bilhões Patrimoniais Dez/11 Dez/12 Dez/11 (%) Ativos 981 1.150 17,2 Carteira de Crédito Ampliada³ 465 581 24,9 Captações de Mercado 654 742 13,5 Depósitos Totais 442 472 6,7 Patrimônio Líquido 58 66 13,1 Índice de Basileia % 13,98 14,83 Indicadores 2011 2012 2011 (%) Lucro por Ação (em R$) 4,28 4,30 0,5 Retorno sobre Ativos % 1,4 1,1 Retorno sobre Patrimônio Líquido % 22,4 19,8 mil Dados Estruturais 2011 2012 2011 (%) Base de Clientes 56.001 58.551 4,6 Total de Contas Correntes 36.121 37.418 3,6 PF 33.875 35.049 3,5 PJ 2.247 2.369 5,5 Agências 5.263 5.362 1,9 Funcionários 113.810 114.182 0,3 Recursos Administrados (R$ bilhões) 416 444 6,8 1 - Itens baseados nas Demonstrações Consolidadas; 2 - Refere-se à soma de Despesas de Pessoal e Outras Despesas Administrativas; 3 - Inclui Títulos e Valores Mobiliários privados e garantias prestadas; 4 - Depósitos à Vista, a Prazo, de Poupança, Interfinanceiros, Captações no Mercado Aberto, Letras de Crédito do Agronegócio e Demais Letras Bancárias. Para informações mais detalhadas sobre o desempenho econômico-financeiro do BB, acesse o Relatório Análise do Desempenho no sítio: www.bb.com.br/ri. 4.2 Desempenho dos Papéis O valor de mercado do BB foi de R$ 73,0 bilhões ao final de dezembro/2012. Na carteira teórica do Ibovespa para o quadrimestre jan/13 abr/13, o Banco ocupa a 8ª posição, com 2,934% de participação. A BBAS3 foi negociada em todos os pregões da BM&FBovespa, com volume médio diário de R$ 156,3 milhões em 2012, contra R$ 155,2 milhões no mesmo período do exercício anterior, e 2

Banco do Brasil S.A. Relatório da Administração 2012 permanece listada nas carteiras teóricas dos principais índices da bolsa: Ibovespa, Ibrx50, IGC, ISE e Itag. Ao final de 2012, o Programa de American Depositary Receipt ADR Nível I do Banco do Brasil apresentou 19,9 milhões de recibos em circulação. O Banco do Brasil, alinhado à sua prática de reinvestimento de lucros e distribuição de resultado, mantém o payout de 40% do lucro líquido, distribuído sob a forma de dividendos e/ou juros sobre o capital próprio JCP, em periodicidade trimestral. Assim, no ano foram destinados R$ 4,9 bilhões aos acionistas, sendo R$ 1.570,2 milhões como dividendos e R$ 3.353,8 milhões na forma de juros sobre o capital próprio. Os 60% remanescentes do lucro foram destinados à Reserva Legal e às Reservas Estatutárias. 4.3 Informações de Coligadas e Controladas Tabela 2. Participações Societárias do BB Banco Múltiplo Participação Total - % Saldo de Investimento Result. de Particip. Atividade Dez/12 Dez/11 Dez/12 2012 Participações Consolidadas Segmento Bancário Banco do Brasil AG. Viena Bancária (1) 100,00 213.083 260.921 16.067 BB Leasing S.A. Arrendamento Mercantil Arrendamento (1) 100,00 3.453.732 3.550.675 127.139 BB Leasing Company Ltd. Arrendamento (1) 100,00 83.157 92.126 1.518 BB Securities Asia Pte. Ltd. Corretora (1) 100,00 8.891 9.200 (482) BB Securities LLC. Corretora (1) 100,00 37.096 55.919 15.425 BB Securities Ltd. Corretora (1) 100,00 70.305 86.170 9.517 BB USA Holding Company, Inc. Bancária (1) 100,00 2.734 2.127 (853) Brasilian American Merchant Bank Holding (1) 100,00 816.428 915.829 8.144 Besc DTVM S.A. Adm. de Ativos (1) 99,62 7.127 7.133 100 Banco Patagonia S.A. Banco Múltiplo (1) 58,96 637.770 825.133 224.218 Banco Votorantim S.A. Banco Múltiplo (2) 50,00 3.504.357 3.811.149 (877.731) EuroBank Bancária (1) 100,00-57.001 (12.897) Segmento Investimentos BB Banco de Investimento S.A. Banco de Invest. (1) 100,00 1.815.300 2.676.091 1.124.347 Segmento Gestão de Recursos BB DTVM S.A. Adm. de Ativos (1) 100,00 125.829 131.494 617.481 Segmento Seg., Previd. e Capitaliz.¹ BB Seguros Participações S.A. Holding (1) 100,00 3.887.002-856.656 BB Corretora de Seg. e Adm. de Bens S.A. Corretora (1) 100,00 33.513-287.102 BB Seguridade S.A. Holding (1) 100,00-4.468.031 - Segmento Meios de Pagamento BB Adm. de Cartões de Crédito S.A. Serviços (1) 100,00 19.326 19.124 15.097 BB Elo Cartões Participações S.A. Holding (1) 100,00 18.843 15.031 (3.812) BB Elo Participações S.A. Holding (2) Elo Serviços S.A. Serviços (2) Outros Segmentos BB Administradora de Consórcios S.A. Consórcios (1) 100,00 49.960 98.539 135.887 BB Tur Viagens e Turismo Ltda. Turismo (1) 100,00 11.579 10.497 (1.188) BB Money Transfers Inc. Serviços (1) 100,00 2.903 2.464 (934) Cobra Tecnologia S.A. Informática (1) 99,97 124.388 141.563 17.934 BV Participações S.A. Holding (2) 50,00 105.119 52.186 (38.237) 1 Em 17/12/2012 foi aprovada a criação da BB Seguridade, Holding controladora das empresas do ramo de seguridades do Banco. Até o final de 2012 foi mantido no Banco Múltiplo o resultado de equivalência da BB Seguros e Participações S.A. e BB Corretora de Seg. e Adm. De Bens S.A, tendo sido migrado para a nova Holding apenas os saldos de investimento das mesmas. (1) Controladas, consolidadas integralmente. (2) Controladas em conjunto, consolidadas proporcionalmente. (3) Coligadas, consolidadas proporcionalmente conforme determinação do Bacen. Tabela 3. Participações Societárias não Consolidadas Participação Total - % Saldo de Investimento Result. de Particip. Atividade Dez/12 Dez/11 Dez/12 2012 Participações não Consolidadas Mapfre Nossa Caixa Vida e Previdência S.A¹ Seg./Previd. (4) 74,99 11.074-998 Cadam S.A. Mineradora (4) 21,64 22.216 27.999 5.783 Cia. Hidromineral Piratuba Saneamento (4) 15,56 2.305 2.311 6 Itapebi Geração de Energia Energia (4) 19,00 75.259 75.719 30.972 Estruturadora Brasileira de Projetos - EBP Serviços (4) 11,11 406 1.827 1.421 1 - Consolidada ver Nota Explicativa 2 de dezembro 2012. (4) Coligadas, avaliadas pelo método de equivalência patrimonial. 3

Banco do Brasil S.A. Relatório da Administração 2012 5. Rede de Atendimento e Canais O Banco do Brasil encerrou 2012 com 64,2 mil pontos de atendimento, entre rede própria, compartilhada e correspondentes, abrangendo 97,5% dos municípios brasileiros (5.425). A rede própria contava com 5.362 agências, 13.782 pontos de atendimento e 44.393 terminais de autoatendimento. O BB possui a maior rede de agências do País, com participação de 24,1%. A rede de correspondentes, identificada pela marca MaisBB, encerrou o período com 11.719 pontos de atendimento e estabelecimentos conveniados, aos quais somam-se os 6.195 pontos do Banco Postal. Em 2012, o autoatendimento pela internet atingiu a marca de mais de 1.752,5 milhões de transações efetivadas por pessoas físicas, correspondendo a 19,7% do total das transações. Mais de 13,6 milhões de clientes estão habilitados a utilizar o canal. Por meio do celular foram realizadas 138,8 milhões de operações. O autoatendimento Setor Público pela internet e celular registrou 313,7 milhões de transações realizadas por 21,4 mil usuários e a Central de Atendimento 258,3 milhões de transações pelos 11,1 milhões de clientes. No período também foi liberado acesso ao Gerenciador Financeiro por meio de dispositivos mobile ipad e Blackberry, somando-se às demais plataformas móveis de conexão já disponíveis, como ipod Touch, iphone e smartphones com sistema operacional Android. O Gerenciador Financeiro alcançou 301,5 milhões de transações, sendo utilizado por mais de 727,3 mil empresas, principalmente de pequeno porte. O Banco inaugurou agências ecoeficientes no bairro de Pirituba, em São Paulo e no bairro de Messejana, em Fortaleza. O projeto reduz impactos ambientais e gera economia de até 20% de energia elétrica e 30% de água, contribuindo para o uso racional dos recursos naturais. No exterior, o Banco do Brasil conduz operações em 24 países, sendo que, em 21 deles, está presente por meio de unidades próprias. E também, atua por intermédio de 1.124 bancos correspondentes em 139 países. Além disso, na Argentina, o Banco Patagonia encerrou 2012 com 187 pontos de atendimento e uma área especializada em negócios com clientes Corporate. O Banco do Brasil Americas, nos Estados Unidos, manteve ativas as três agências existentes e implantou atendimento por meio de 48 mil terminais de autoatendimento compartilhados, além de serviços de Internet e Mobile Banking. 6. Negócios 6.1 BOMPRATODOS O lançamento do BOMPRATODOS ofereceu diversos benefícios aos clientes do Banco do Brasil. Mais de 9 milhões já fizeram uso de produtos ou serviços com taxas ou preços reduzidos e mais de 5 milhões contrataram crédito com taxas de juros menores. Observou-se que 12% dos clientes que contrataram empréstimos e financiamentos não possuíam nenhuma operação de crédito com o BB. Destaque para as linhas de financiamentos a veículos, em que esse percentual foi de 17%. Além disso, em 2012, o Banco conquistou mais de 1,5 milhão de novos clientes correntistas. Registra-se que 208 mil clientes optaram pelo recebimento de salário no BB por meio da Livre Opção Bancária (LOB) e 26% desse total adquiriu empréstimo ou financiamento após a transferência dos proventos. O desembolso em operações de CDC cresceu 42,1%, atingindo o volume de R$ 65,8 bilhões. Com a oferta de crédito com taxas menores, aliada ao estímulo do uso consciente do crédito, que tem como premissa a escolha acertada da(s) linha(s) a ser(em) contratada(s), o Banco do Brasil contribuiu para reduzir o endividamento e a inadimplência de seus clientes. Os principais resultados proporcionados pelo BOMPRATODOS ao final do ano foram: i) R$ 9,9 bilhões de desembolso em operações de financiamento de veículos. (397,2% acima da média diária antes do BOMPRATODOS); ii) R$ 62,5 bilhões de desembolso total nas linhas de crédito priorizadas para as micro e pequenas empresas, incremento de 19,9% em relação ao mesmo período de 2011. 4

Banco do Brasil S.A. Relatório da Administração 2012 Com o novo posicionamento estratégico BOMPRATODOS, o Banco do Brasil reduziu as tarifas em até 34% e as taxas de juros em diversas linhas de crédito em até 64%, possibilitando a realização de novos negócios, sobretudo por meio da atração de novos clientes, da retenção daqueles clientes público-alvo da LOB e da rentabilização dos clientes que realizavam poucos negócios com o BB. Com os resultados alcançados, o Banco pôde ampliar as melhorias nas condições negociais, proporcionando perenidade e sustentabilidade no relacionamento com seus clientes, baseado na confiança mútua e na ética negocial. Para mais informações, acesse o sítio: www.bb.com.br/bompratodos. 6.2 Carteira de Crédito A carteira de crédito ampliada do BB, que considera as garantias prestadas e os títulos e valores mobiliários privados, atingiu R$ 580,8 bilhões em dezembro/2012, com expansão de 24,9% em doze meses, o que correspondeu à participação de 20,4% do Banco do Brasil no mercado doméstico de crédito. Ao final de dezembro/2012, a carteira de crédito ampliada formada por operações com clientes pessoa física totalizou R$ 152,6 bilhões. Já a carteira de crédito ampliada composta por operações com clientes pessoa jurídica alcançou saldo de R$ 273,8 bilhões. Destaque para a carteira de agronegócios no conceito ampliado, que encerrou o ano com saldo histórico de R$ 108,0 bilhões em operações de crédito rural e agroindustrial. A inadimplência permaneceu sob controle. O indicador que mede o atraso das operações há mais de 90 dias (razão entre o crédito vencido há mais de 90 dias e a carteira de crédito) encerrou o período em 2,1%. Comparando esse indicador com o verificado no Sistema Financeiro Nacional (SFN), de 3,6%, percebe-se que a inadimplência no BB se mantém em patamares baixos. O Banco também apresenta uma estrutura de crédito melhor do que a do SFN. As operações classificadas nos níveis de risco de AA-C encerraram dezembro em 94,5% do total da carteira, contra 92,4% do SFN. 6.2.1 Clientes Pessoa Física As principais linhas de crédito que compõem a carteira são destacadas a seguir: Crédito Consignado O crédito consignado permanece com maior representatividade na carteira para pessoas físicas, com 38,6% do total, já considerando as aquisições de carteiras e participação no Banco Votorantim. Com a estratégia de qualificação da base de clientes e foco em linhas de menor risco, a carteira de crédito consignado cresceu 14,3% nos últimos 12 meses, o que reforça a liderança do Banco nesse segmento, com 31,2% de participação de mercado. Os empréstimos a servidores públicos continuaram como os mais representativos dessa carteira, com 86,35% do total. A carteira ainda é composta por aposentados e pensionistas do INSS (8,75%) e funcionários do setor privado (4,90%). Financiamentos de Veículos O saldo das operações de financiamento de veículos, incluindo aquisições de carteiras e participação no Banco Votorantim, alcançou R$ 35,9 bilhões, incremento de 14,5% em relação a dezembro/2011. Destaque para o crescimento das operações originadas nas agências do Banco do Brasil com clientes correntistas, que alcançaram saldo de R$ 11,0 bilhões, uma evolução de 134,9% em relação ao mesmo período do ano anterior, impulsionada pela estratégia de relacionamento BOMPRATODOS. Em que pese o incremento no desembolso, o perfil destas novas operações continuou dentro dos critérios adotados nos últimos anos, assegurando a qualidade da carteira dentro da série histórica de desempenho. Crédito Imobiliário O crédito imobiliário pessoa física finalizou 2012 com saldo de R$ 10,2 bilhões, expansão de 69,0% em relação a dezembro/2011. Os desembolsos no ano atingiram R$ 5,1 bilhões, 69,2% a mais que no mesmo período de 2011. O maior volume de contratações no âmbito do Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV) concentra-se na faixa de renda familiar de R$ 1.600,00 até R$ 3.100,00, com utilização de recursos do FGTS. Neste ano, o Banco passou a atender também à faixa de renda de até R$ 1.600,00, como mandatário do Fundo de Arrendamento Residencial. 5

Banco do Brasil S.A. Relatório da Administração 2012 Em 2012, o Banco incrementou substancialmente suas contratações de operações no PMCMV, atingindo crescimento de 385,3% em comparação ao ano anterior. No 2º semestre de 2012, o BB passou a operar também no Programa Nacional de Habitação Rural, voltado para redução do déficit habitacional nas áreas rurais. Crédito Acessibilidade Em fevereiro foi lançada a linha de financiamento BB Crédito Acessibilidade, alinhada ao programa de governo Viver Sem Limite Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência. O novo produto é destinado aos clientes com renda mensal de até 10 salários mínimos para aquisição de produtos de tecnologia assistiva, com taxa de juros a partir de 0,57% ao mês e isenção de IOF. O Banco do Brasil atua com exclusividade na concessão dessa modalidade de crédito na forma proposta pelo Governo e, em pouco mais de 11 meses de contratação, a carteira alcançou R$ 14,7 milhões. FIES Em 2012, como agente financeiro do Fundo de Financiamento Estudantil (FIES), contratou 183 mil operações. O serviço prestado pelo Banco do Brasil permitiu que a carteira originada no BB atingisse saldo de R$ 6,3 bilhões, uma evolução de 276,3% em relação ao mesmo período de 2011. 6.2.2 Clientes Pessoa Jurídica Os principais montantes que compõem o saldo da carteira pessoa jurídica são apresentados a seguir, divididos entre clientes Micro e Pequenas Empresas (MPE) e Atacado. No exercício, destaque para o desembolso de R$ 24,0 bilhões em operações de repasses do BNDES, o que representou 28,6% de participação e garantiu a liderança no ranking do período. Micro e Pequenas Empresas Ao final de 2012, o BB possuía 2,25 milhões de clientes micro e pequenas empresas (2,34 milhões de contas), mantendo-se como principal parceiro do segmento e reforçando o posicionamento como o Banco das Micro e Pequenas Empresas. O saldo das operações para MPE atingiu R$ 88,9 bilhões, incremento de 30,7% em relação a dezembro/2011. Cabe destaque à destinação de R$ 61,0 bilhões para capital de giro, que representou crescimento de 27,5% em relação ao mesmo período do ano passado. Somente a linha de crédito BB Giro Empresa Flex, com saldo de R$ 19,2 bilhões, respondeu por 31,5% da carteira de capital de giro. O saldo das operações de financiamento de investimentos às micro e pequenas empresas chegou a R$ 25,9 bilhões em dezembro, crescimento de 40,9% em relação ao mesmo período de 2011. Destaque para o Cartão BNDES, que atingiu o saldo de R$ 8,9 bilhões, correspondendo a 49,5% de crescimento em comparação a dezembro/2011. O Banco do Brasil mantém a liderança de mercado do Cartão BNDES em valores desembolsados, quantidade de cartões emitidos e quantidade de transações. Nas operações de crédito com micro e pequenas empresas, o Banco do Brasil utilizou amplamente o Fundo de Garantia de Operações (FGO). Ao final de dezembro, havia 461,3 mil operações com cobertura do FGO, totalizando o saldo aplicado de R$ 13,9 bilhões. Outro destaque é o BNDES Capital de Giro Progeren, que integra o Programa de Apoio ao Fortalecimento da Capacidade de Geração de Emprego e Renda (BNDES Progeren). Em 2012, as liberações totalizaram R$ 5,8 bilhões, incremento de 169,8% em relação ao mesmo período de 2011. O BB apoiava ao final de 2012, 248 Arranjos Produtivos Locais (APL), prestando atendimento a 23.247 mil empreendimentos. O saldo das operações com as micro e pequenas empresas integrantes de APL atingiu R$ 3,2 bilhões. A parceria do BB nos Arranjos Produtivos Locais busca ampliar a concessão de crédito, fomentar a capacitação empresarial, a expansão e a inovação tecnológica, contribuindo para o acesso aos mercados. No Microcrédito Produtivo Orientado (MPO), a ação do Banco é alinhada ao Programa Crescer do Governo Federal. Ao final de 2012, o MPO alcançou saldo de R$ 729,95 milhões em operações de crédito para capital de giro e investimentos, contratados por empreendedores individuais e microempresas com faturamento anual de até R$ 120 mil. Foram beneficiados mais de 534 mil clientes em todo o País. 6

Banco do Brasil S.A. Relatório da Administração 2012 Clientes Atacado O modelo de atendimento em quatro segmentos, Middle, Upper Middle, Corporate e Large Corporate, possibilitou expressiva melhora no relacionamento negocial, principalmente no tocante às taxas e prazos, com condições mais competitivas aos clientes. Em dezembro, a carteira de crédito de clientes atacado no conceito ampliado, que inclui títulos e valores mobiliários (TVM) de emissão privada e garantias prestadas pelo Banco do Brasil, apresentou saldo de R$ 184,9 bilhões, crescimento de 30,1% no ano. As principais Operações Estruturadas somaram mais de R$ 41,8 bilhões em contratações em 2012. Deste total, a participação do Banco do Brasil foi de R$ 21,4 bilhões, sendo R$ 6,7 bilhões em operações de financiamento de longo prazo, tais como BNDES, Fundo Constitucional do Centro Oeste (FCO) e Fundo da Marinha Mercante (FMM) e R$ 14,7 bilhões em emissões no Mercado de Capitais, por meio de Debêntures, Notas Promissórias e cotas de FIDC s, além de operações envolvendo recebíveis, facilities e Capital de Giro de longo prazo. 6.2.3 Agronegócios O BB mantém-se como maior parceiro do agronegócio brasileiro, com participação de 62,5% do Sistema Nacional de Crédito Rural (SNCR). A carteira de agronegócios no conceito ampliado encerrou o ano com saldo de R$ 108,0 bilhões em operações de crédito rural e agroindustrial. Esse montante representa um incremento de 20,8 % em relação a dezembro/2011. Do total da carteira de agronegócios, R$ 24,2 bilhões referem-se a operações contratadas no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), R$ 11,9 bilhões no Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), R$ 39,1 bilhões com os demais produtores, R$ 26,6 bilhões com empresas pertencentes à cadeia do agronegócio e R$ 6,3 bilhões com cooperativas agropecuárias. Na contratação de operações de crédito rural destaca-se a utilização de mecanismos de mitigação de risco (intempéries e preços). Em dezembro, 53,0% das operações de custeio agrícola contratadas na safra 2012/2013 estavam cobertas com seguro de produção (Seguro Agrícola ou Proagro), seguro de preço (contratos de opções). O apoio creditício à sustentabilidade no agronegócio está presente nas linhas Pronaf Agroecologia, Pronaf Eco, Pronaf Florestal e Programa de Agricultura de Baixo Carbono (Programa ABC). Este último programa incentiva os produtores rurais a utilizarem técnicas agropecuárias sustentáveis para reduzir a emissão de gases que provocam o efeito estufa e o desmatamento. Foi destaque em 2012, com mais de 7.126 financiamentos contratados, atingindo o montante de R$ 2,7 bilhões. O BB aplicou no programa ABC, de julho a dezembro/2012, R$ 1,6 bilhão, de um total de R$ 1,5 bilhão previsto para toda a Safra 2012/2013. O financiamento de lavouras com o emprego do Sistema de Plantio Direto (SPD), uma das tecnologias que compõe os compromissos voluntários assumidos pelo Brasil na COP-15, é expressivo e corresponde a 50,3% do total financiado em custeio agrícola pelo BB na safra 2012/2013. 6.3 Captações As captações do BB totalizaram R$ 690,4 bilhões ao final de dezembro de 2012, entre operações realizadas no mercado doméstico e internacional. Destacam-se entre as captações domésticas: i) R$ 34,0 bilhões em Letras de Crédito do Agronegócio; ii) iii) iv) R$ 4,0 bilhões em repasses de fundos e programas e R$ 86,3 bilhões em depósitos judiciais e precatórios; R$ 8,1 bilhões destinados ao financiamento de operações do segmento agropecuário referentes à safra 2012/2013, por meio de contrato assinado, em setembro, entre o BB e a União, concedendo crédito na forma de Instrumento Hibrido de Capital e Divida, sendo o montante elegível como capital de nível I e II; R$ 5,21 bilhões em Letras Financeiras Subordinadas, passíveis de enquadramento como capital de nível II. Considerada essa emissão, o saldo de operações enquadradas como dívida subordinada no mercado doméstico, por seus valores nominais, somaram R$ 10,3 bilhões. 7

Banco do Brasil S.A. Relatório da Administração 2012 No mercado internacional, o BB realizou 5 emissões, sendo 2 amparadas por títulos de dívida subordinada perpétua, passíveis de enquadramento como capital de nível I e em conformidade com as diretrizes de Basileia III, 1 emissão de título subordinado passível de enquadramento como capital de nível II e 2 emissões caracterizadas como Senior Notes. Consideradas essas emissões, o volume das operações vigentes, por seus valores nominais, soma US$ 12,798 bilhões. Marcando seu retorno ao mercado japonês em setembro, o BB realizou captação pública de dívida sênior no Japão ("operação de Euro-Iene") no valor de JPY 24,7 bilhões, equivalente a aproximadamente US$ 317 milhões. A maior captação do BB no mercado externo foi realizada em outubro, por meio da emissão de títulos de dívida de dez anos, que totalizou US$ 1,925 bilhão. Devido à demanda, que superou a marca de US$ 11,4 bilhões, a taxa da operação foi uma das menores já contratadas por uma instituição financeira do País. 6.4 Administração de Recursos de Terceiros O Banco do Brasil, por meio da BB Gestão de Recursos (BB DTVM), desde 1994 é líder na indústria nacional de fundos de investimento. Ao final de 2012 atingiu o total de R$ 444,0 bilhões em recursos administrados e uma participação de mercado de 20,0%. No período, destacam-se: i) o volume de recursos aplicados em Fundos Extramercado, não considerado no ranking da Anbima, totalizou R$ 75,4 bilhões; ii) iii) iv) o volume de captações de R$ 1,5 bilhão alcançado pela família de Fundos Allocation, no segmento Private; o lançamento, em fevereiro, de oferta pública de cotas do seu primeiro Fundo de Investimento Imobiliário Renda de Escritórios para aquisição de imóveis comerciais de propriedade da Previ e geração de renda mensal aos cotistas a partir dos aluguéis pagos pelos locatários; o lançamento, em março, do primeiro Fundo de Investimento em Participações (FIP) de seu portfólio, o Brasil Portos e Ativos Logísticos (FIP Portos), que captou R$ 571,5 milhões sob a forma de capital subscrito. No que se refere a captações com foco social e/ou ambiental, o Banco oferece em seu portfólio os seguintes fundos: (i) BB Referenciado Social 50; (ii) BB Ações Índice de Sustentabilidade Empresarial Jovem; (iii) BB Multimercado Balanceado LP Jovem; (iv) BB Multimercado Global Acqua LP Private; (v) BB Ações Carbono Sustentabilidade FIA e BB Ações Carbono Sustentabilidade com Opção de Venda FIA. A BB DTVM é signatária dos Princípios para o Investimento Responsável, regidos pela Organização das Nações Unidas, e está desenvolvendo metodologia para integrar temas ambientais, sociais e de governança corporativa nas tomadas de decisão de investimento. A gestão de recursos no Banco do Brasil é dirigida a todos os segmentos de mercado e, desde 2006, tem recebido nota máxima (MQ1) em Excelência em Qualidade de Gestão, atribuída pela Moody s. No segmento Private, o Banco do Brasil encerrou o ano de 2012 com R$ 66,4 bilhões em recursos administrados. Em crédito, esse segmento apresentou saldo de R$ 6,4 bilhões ao final de dezembro, incremento de 70,0% em doze meses. 6.5 Clientes Governo O Banco do Brasil é o principal agente financeiro de 16 estados, 16 capitais e mais de 433 municípios e responsável pela centralização dos negócios destes entes. Sua participação junto aos Governos Federal, Estaduais e Municipais na implantação de políticas públicas, projetos e programas faz do Banco um fomentador de negócios sociais e impulsionador do desenvolvimento do País. O Proinveste (Programa de Apoio ao Investimento dos Estados e Distrito Federal) é uma linha de crédito, cujo objetivo é aumentar a capacidade de investimento dos Estados e do Distrito Federal, por meio de transferência dos recursos pelo BNDES. Em 2012, o Banco do Brasil contratou 9 operações. 6.6 Cartões O faturamento com cartões de crédito cresceu 23,0% em relação ao ano anterior. A intensa utilização dos cartões como meio de pagamento e instrumento de acesso às linhas tradicionais de crédito tem 8

Banco do Brasil S.A. Relatório da Administração 2012 ampliado o faturamento com os cartões, em especial junto aos segmentos empresariais e clientes dos cartões BNDES que, juntos, tiveram crescimento de 33,9% no ano. Em 2012, o BB ampliou o volume de negócios com os cartões Ourocard Crediário, reforçando sua estratégia de oferta de crédito ao consumo por meio da linha BB Crediário, o que alavancou o desembolso dessa linha em 271% em relação ao ano anterior. Além disso, em novembro de 2012, o BB disponibilizou a contratação de operações na linha BB Crediário também para os portadores de cartões da bandeira Elo. 6.7 Seguros, Previdência e Capitalização O Grupo BB Mapfre manteve a 1ª posição em arrecadação de prêmios de seguros do mercado brasileiro. A BB Mapfre SH1, empresa que concentra as seguradoras dos segmentos pessoas, habitacional e rural, encerrou 2012 com R$ 4,7 bilhões de receitas e R$ 635,5 milhões de resultado. A Mapfre BB SH2, empresa que reúne as seguradoras dos segmentos automóveis, patrimoniais e affinity, registrou R$ 6,6 bilhões de faturamento e lucro líquido de R$ 264,2 milhões. No segmento de previdência complementar aberta, a Brasilprev obteve R$ 67,6 bilhões em carteira administrada, crescimento de 37,4% nos últimos doze meses, encerrando 2012 com 26,0% de participação de mercado em arrecadação. Na previdência complementar fechada, a BB Previdência encerrou 2012 com patrimônio de R$ 2,226 bilhões, 41 planos empresariais de 54 empresas patrocinadoras, 2 planos instituídos de 2 entidades classistas e setoriais e 77 mil participantes. Destacou-se também a evolução de R$ 3,3 bilhões no estoque em previdência privada, no modelo de negócios Private, que conta com volume atual de R$ 10,8 bilhões. A Brasilcap apresentou receita 17,6% superior a 2011, totalizando R$ 3,9 bilhões. Suas provisões técnicas ultrapassaram o montante de R$ 6,5 bilhões, o que representa evolução de 29,4% e consolida a posição de liderança no mercado. 6.8 Mercado de Capitais No mercado doméstico de capitais, o BB oferece serviço de compra e venda de ações por meio da sua rede de agências, internet (home broker) e dispositivos mobile. O volume movimentado foi de R$ 21,25 bilhões e 827 mil negócios, dos quais R$ 19,55 bilhões foram pelo novo home broker. Em novembro foi constituído o Fundo de Investimento Imobiliário BB Progressivo II, com patrimônio formado por 64 imóveis localizados em todas as regiões do País e que eram de propriedade do Banco do Brasil. Os imóveis continuarão a ser utilizados pelo Banco e foram alugados pelo prazo inicial de 10 anos. Na oferta pública de distribuição de cotas, realizada no mesmo mês, foram subscritas e integralizadas 15.919.690 cotas, no valor de R$ 100,00 por cota. Conforme o ranking Anbima, o Banco do Brasil, no ano de 2012, por intermédio do BB-Banco de Investimento (BB-BI): i) coordenou, 82 emissões de títulos de renda fixa, totalizando volume de R$ 21.279 milhões, ficando em 3º lugar no ranking de originação consolidado, com 19,5% de participação de mercado; ii) iii) iv) coordenou 78 emissões de debêntures e notas promissórias, totalizando R$ 20.806 milhões de volume originado; realizou operações de CRI e FIDC, que geraram um volume de R$ 473,17 milhões no mercado de securitização; coordenou 7 ofertas públicas, que somaram R$ 10,15 bilhões no mercado de renda variável. Em termos de distribuição, o BB alcançou o 5º lugar no ranking, com 9,3% de participação de mercado; v) participou de 4 operações de fusões e aquisições, que somaram R$ 2.251 milhões, ficando em 11º lugar no ranking Anbima, acumulado até 30 de setembro, último dado disponível. 6.9 Serviços Por meio dos serviços de cobrança bancária, arrecadação de guias e débito automático, o Banco do Brasil atende mais de 590 mil empresas, que movimentaram R$ 926 bilhões em 2012, com um total 9

Banco do Brasil S.A. Relatório da Administração 2012 de 1,071 bilhão de títulos. Esses serviços agregaram R$ 2,155 bilhões em receitas, crescimento de 2,18% em relação a 2011. O Débito Direto Autorizado (DDA) somou 1,23 milhão de sacados eletrônicos, 13% de participação de mercado e mais de 23,7 milhões de boletos apresentados eletronicamente. No âmbito dos convênios de folha de pagamento foram processados R$ 348,6 bilhões. No total, o BB atendeu 12 milhões de servidores públicos e funcionários de empresas privadas com esse serviço. Em relação aos pagamentos de benefícios, foram realizados por meio de cartão específico e crédito em conta, mais de R$ 7,8 bilhões/mês em benefícios de diversos programas do governo. Na arrecadação de tributos, o volume arrecadado em 2012 somou R$ 552,6 bilhões, ficando R$ 5,8 bilhões ou 2,1% acima do verificado no ano passado. O produto que mais se destacou foi a Arrecadação DARF, com 14,5% de crescimento, totalizando R$ 162 bilhões. Ao segmento cooperativista de crédito, o BB disponibilizou os Serviços de Integração à Compe e ao SPB. Até o final do ano de 2012, o serviço foi prestado a 325 cooperativas de crédito, envolvendo 463.799 cooperados. Por meio do portal Licitações-e, foram realizados 51 mil processos licitatórios no valor total de R$ 23,16 bilhões. A BB Administradora de Consórcios encerrou 2012 com uma carteira de 401 mil cotas ativas, crescimento de 15,6% em 12 meses. Destaque para o segmento de automóvel, que cresceu 18,4%, atingindo 369 mil cotas em dezembro. Foram comercializadas no período 130 mil novas cotas de consórcio, que representam R$ 4,0 bilhões em cartas de crédito. 6.10 Institutos de Previdência - RPPS O Banco do Brasil é a instituição financeira líder de mercado na administração de recursos dos Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS), totalizando R$ 24,4 bilhões em recursos administrados em dezembro, além da geração de tarifas no montante de R$ 49,2 milhões no ano de 2012. Em 2012, o Banco intensificou esforços para o desenvolvimento e sustentabilidade da previdência do servidor público, em apoio às políticas de governo. Promoveu e participou ativamente de eventos em parceria com o Ministério da Previdência Social e de treinamentos específicos de capacitação e governança previdenciária para os dirigentes, conselheiros e servidores dos RPPS. 6.11 Internacionalização Nos EUA, o lançamento da marca Banco do Brasil Americas, ocorrido em outubro, marcou o 204 aniversário do BB e o início das operações do banco adquirido na Flórida (antigo EuroBank), estabelecendo as bases para ampliar sua atuação no mercado de varejo norte-americano. Além das corretoras sediadas em Londres e Nova Iorque, o Banco do Brasil inaugurou a BB Securities Ásia, em Cingapura, passando a cobrir os principais mercados investidores. Na Europa, o Banco segue aprimorando a estrutura de governança existente e consolidando a implementação do centro de apoio aos negócios em Portugal BB Europa Servicing Center. O Banco Patagonia, na Argentina, apresentou incremento de 48,6% no resultado de 2012 em comparação a 2011, refletindo o impacto da governança BB sobre a controlada. Em relação às operações de crédito, o aumento foi de 42,0%. 6.12 Comércio Exterior No comércio exterior, o BB manteve a liderança no câmbio de exportação e de importação, com volumes de US$ 63.640,5 milhões e US$ 46.894,1 milhões, e participações de mercado de 27,1% e 21,8%, respectivamente. O BB atingiu a marca de US$ 36.787,9 milhões e US$ 34.084,3 milhões em operações de compra e venda, respectivamente, no mercado de câmbio financeiro. Destaque para o cartão pré-pago em moeda estrangeira Ourocard Visa Travel Money, que já atingiu 56,3% do volume total das vendas de moeda estrangeira destinadas a viagens internacionais (câmbio manual). As operações de exportação (ACC/ACE) se destacam com concessões de US$ 15,3 bilhões e participação de 32,1% do mercado. O volume financiado em importações foi US$ 988 milhões. No 10

Banco do Brasil S.A. Relatório da Administração 2012 repasse de recursos de programas governamentais, os desembolsos do Programa de Financiamento às Exportações (Proex), na modalidade financiamento, foram de US$ 447.064 mil e os desembolsos da linha BNDES-Exim atingiram US$ 924.810 mil. Os serviços on-line de câmbio e de comércio exterior realizados via internet representaram 68% dos contratos de câmbio de exportação e 49% de importação. O BB oferece, ainda, serviços de capacitação em negócios internacionais. Em 2012 foram treinadas 8.652 pessoas em todo o País, superando em 36,55% o resultado obtido em 2011. Para viabilizar operações de importação, exportação e drawback de empresas de todas as regiões do País, por meio do convênio de cooperação entre o Banco do Brasil e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, foram analisados 785.644 documentos no ano de 2012. 7. Gestão Corporativa 7.1 Governança Corporativa Na estrutura de governança corporativa do Banco do Brasil estão presentes o Conselho de Administração, composto por oito membros, assessorado pelos Comitês de Auditoria e de Remuneração e pela Auditoria Interna, e a Diretoria Executiva composta pelo Conselho Diretor (Presidente e nove vice-presidentes) e por 27 diretores estatutários. O BB mantém ainda, em caráter permanente, um Conselho Fiscal composto por cinco membros titulares e cinco suplentes. Como boa prática de governança corporativa, o Banco instituiu instrumentos para avaliar o desempenho do Conselho de Administração, do Comitê de Auditoria e da Diretoria Executiva, que possibilita o mapeamento e a identificação de oportunidades de aprimoramento das suas respectivas atuações. Além do Estatuto Social, o Código de Governança Corporativa e o Código de Ética são documentos que dão suporte às melhores práticas de governança corporativa do Banco do Brasil. Aderente à Resolução Bacen 3.921/2010, o Banco do Brasil criou modelo para Avaliação de Desempenho de Estatutários e o Comitê de Remuneração, órgão responsável por propor, ao Conselho de Administração, políticas de Remuneração Variável de Dirigentes do Conglomerado. Em todos os níveis do Banco as decisões são tomadas de forma colegiada. Com o propósito de envolver os executivos na definição de estratégias e na aprovação de propostas para os diversos negócios do Banco do Brasil. Para tanto, a administração utiliza comitês, subcomitês e comissões de nível estratégico, que garantem agilidade e segurança ao processo de tomada de decisão. 7.2 Relacionamento com o Mercado O Banco do Brasil disponibiliza ampla gama de relatórios e de informações à CVM e no site de Relações com Investidores. Além disso, adota a postura de convidar o mercado para conferências sempre que a Administração entende ser necessário clarificar temas específicos sobre a Empresa. No ano de 2012, o Banco do Brasil participou de 104 encontros com investidores e analistas no País, 9 non-deal roadshows (visitas de relacionamento) no exterior, 11 conferências no País e no exterior e promoveu 8 teleconferências de resultado com analistas e investidores, além dos atendimentos personalizados a investidores e analistas de mercado. Em 2012, para estreitar o relacionamento com os investidores pessoas físicas, o Banco do Brasil realizou, em conjunto com a Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (APIMEC), reuniões em seis capitais brasileiras: Porto Alegre, Brasília, Belo Horizonte, Fortaleza, São Paulo e Rio de Janeiro. Ao todo, esses eventos reuniram mais de 1.000 pessoas. 7.3 Controles Corporativos Gestão de Riscos Em 2012, o Banco do Brasil aprovou o seu modelo interno de cálculo de capital para cobertura de risco operacional; participou ativamente das discussões sobre a nova regulação bancária estipulada no âmbito de Basileia III e dos exercícios de avaliação promovidos pelo Comitê de Basileia para Supervisão Bancária; aprovou a política e revisou os processos e procedimentos relacionados à gestão de capital; e convergiu suas notas explicativas referentes à gestão de riscos para o padrão IFRS. 11

Banco do Brasil S.A. Relatório da Administração 2012 Mais informações podem ser consultadas no Relatório Gestão de Riscos, disponível no sítio de Relações com Investidores: www.bb.com.br/ri. Controles Internos As diversas atividades de controles internos desenvolvidas no ano de 2012 tiveram por princípio fundamental a segregação de funções para consecução do objetivo de apurar a conformidade dos processos conduzidos pelo Banco do Brasil com as leis e regulamentos externos e internos, com avaliação, validação e certificação dos controles definidos pelos gestores para produtos, serviços e processos. Neste sentido, destaca-se o elevado grau de segurança verificado nos processos de elaboração das Demonstrações Contábeis e Formulário de Referência, publicados no ano de 2012. Prevenção e Combate à Lavagem de Dinheiro e ao Financiamento do Terrorismo PLD/FT O Banco apoia e contribui ativamente com as ações no âmbito do Sistema Nacional de Prevenção e Combate à Lavagem de Dinheiro, por meio da participação nas reuniões de elaboração e implementação da Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (Enccla), e da formalização de Acordos de Cooperação Técnica com instituições como o Ministério da Justiça, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), vinculado ao Ministério da Fazenda, e o Ministério Público do Estado de São Paulo. O Banco do Brasil mantém um conjunto de eventos para a capacitação dos funcionários em PLD/FT, incluindo cursos, seminários e certificação de conhecimentos. Participaram dos treinamentos, em 2012, mais de 64,5 mil funcionários. Segurança de Ambientes, de Canais de Atendimento e da Informação Os investimentos em tecnologia, aliados à capacitação contínua dos profissionais, contribuem para proteção dos clientes, dos funcionários e da sociedade. Em 2012, os investimentos na modernização do aparato de segurança das unidades foram de R$ 873 milhões. Destacam-se a expansão do BB Token e a implementação do BB Code aos clientes que possuem smartphone. O BB Code utiliza o código de barras bidimensional QR-Code e técnicas de criptografia nas transações via internet. Mantém ainda a implementação da biometria nos terminais de autoatendimento e de caixa. Em 2012, o BB iniciou a migração dos certificados digitais de conexões seguras (SSL - Secure Sockets Layer) para o padrão ICP-Brasil. Incrementou também o uso de certificados digitais, padrão ICP-Brasil, nos processos operacionais, pois além de excelente ferramenta de segurança, os certificados digitais melhoram a eficiência operacional. Foram assinados 249,2 mil contratos de câmbio com uso de certificados digitais, representando 57,5% do total assinado no Banco do Brasil, gerando uma economia aproximada de R$ 1.707,1 mil no período. Em maio foi inaugurado o Serviço de Informações ao Cidadão (SIC) do Banco do Brasil, alinhado ao disposto na Lei 12.527/11 - Lei de Acesso à Informação (LAI). No âmbito da LAI, o Banco do Brasil é a décima entidade mais demandada do Governo Federal. Programa BB Eco Eficiente O Programa BB Eco Eficiente, aprovado em 2012, construiu um conjunto de ações coordenadas, com abrangência em toda a Organização, com objetivo de produzir ganhos sustentáveis de resultado. De caráter permanente, aborda temas que permeiam as principais variáveis da formação do resultado do Banco, sob os aspectos de eficiência e produtividade, e se alinha com o atendimento de demandas globais de redução de impacto ambiental das operações. 7.4 Tecnologia No âmbito dos projetos estratégicos estruturantes cabe destacar o de modernização da infraestrutura tecnológica nas dependências do exterior e o desenvolvimento de nova solução para os processos da área financeira e de tesouraria, e de recursos humanos e logística. Encontra-se em fase de conclusão, a construção do novo Centro de Processamento de Dados (Datacenter) em Brasília DF, que suportará a continuidade dos negócios com segurança e altíssima disponibilidade, mesmo em caso de desastres extremos. Em 2012, o BB realizou investimentos expressivos na preparação de um ambiente tecnológico corporativo robusto para suportar as diversas exigências regulatórias, a exemplo das soluções em curso para alinhamento às regras de Basiléia II, nos segmentos de riscos de mercado, crédito e operacional. 12

Banco do Brasil S.A. Relatório da Administração 2012 8. Pessoas 8.1 Talentos, Desempenho e Carreira No ano de 2012, o Banco realizou 3 concursos públicos e ingressaram na empresa 4.969 novos funcionários. Aproximadamente 15 mil funcionários obtiveram progresso na carreira em 2012 por meio de programas internos de ascensão profissional e identificados em banco de Talentos e Oportunidades. Para acompanhar a atuação profissional, aproximadamente 113 mil funcionários tiveram seus desempenhos individuais avaliados pelo instrumento denominado Gestão do Desempenho por Competências. Com o intuito de consolidar informações sobre diversos indicadores de gestão de pessoas e de desempenho gerencial, foram lançados o Radar Gestão de Pessoas e o Radar do Gestor que mapeiam perfis de cerca de 6.415 unidades e 5.266 gestores. Tais ferramentas subsidiam a realização de diagnósticos, o acompanhamento do desempenho e o estabelecimento de estratégias para desenvolvimento de gestores e suas equipes. Em linha com a estratégia de internacionalização do Banco do Brasil, em abril de 2012, foi aprovado o Programa Ascensão Profissional Gestores em Unidades no Exterior, que identificou e desenvolveu funcionários de carreira do Banco do Brasil para atuação internacional. 8.2 Remuneração e Benefícios O Banco avançou em sua política de remuneração variável implantando o Programa de Desempenho Gratificado - PDG, que visa reconhecer os melhores desempenhos entre os gerentes de agência e superintendentes regionais da Rede de Negócios do Banco. Desse público, foram contemplados os 30% com melhor classificação no 2º semestre de 2011, que receberam o pagamento em junho de 2012. Além disso, distribuiu a Participação nos Lucros ou Resultados do 2º semestre de 2011 e 1º semestre de 2012, pagas em fevereiro e outubro de 2012 respectivamente. A tabela a seguir demonstra a remuneração e os benefícios concedidos aos funcionários: Tabela 4. Remuneração e Benefício hões 2011 2012 2011 (%) Folha de pagamento¹ 13.503 15.322 13,5 Previdência Complementar² 306 337 10,3 Planos de Saúde² 895 928 3,7 Participação nos Lucros e Resultados³ 1.791 1.835 2,5 Treinamento 77 55 (27,7) 1 - Despesas com proventos, benefícios, encargos sociais e provisões administrativas, conforme Nota Explicativa 22.c (Despesas de Pessoal); 2 - Custeio dos planos de previdência complementar e de saúde, conforme Notas Explicativas 22.c e 27 (Tabela Contribuições do Banco para os planos de benefícios); 3 - Valor destinado à Participação nos Lucros e Resultados, conforme Demonstração do Resultado do Exercício; 4 - Conforme Nota Explicativa 22.c. 8.3 Educação Corporativa Em 2012, os treinamentos presenciais alcançaram 50.850 funcionários. A implementação do novo conceito do Banco - BOMPRATODOS - foi precedida de ações de capacitação à distância, utilizando videoaulas e sistema de acompanhamento por tutoria, com 10.415 funcionários treinados no módulo Estratégico, 52.565 no Negocial, e 61.762 no Crédito Imobiliário e Veículo. Com a parceria do Banco Postal (BP), foram formados 8.579 multiplicadores, que treinaram 12.000 funcionários do BP. Com relação ao projeto Minha Casa Minha Vida, foram treinados 5.469 funcionários, objetivando desenvolver competências específicas sobre crédito imobiliário. Foram preparados, também, 4.100 agentes para atuarem no Microcrédito Produtivo Orientado e iniciadas ações de capacitação para a transformação da força de vendas. Ainda foram realizadas ações de capacitação sobre Eficiência Operacional e Planejamento Estratégico, para 160 Executivos e 1.153 Gerentes de Divisão e de Unidades de Apoio, para disseminar o conceito e a cultura de produtividade e eficiência. 13

Banco do Brasil S.A. Relatório da Administração 2012 Por intermédio do Programa de Certificação Interna de Conhecimentos, foram certificados 28.655 funcionários, o que demonstra o alto interesse em se manterem atualizados em assuntos vinculados ao exercício da sua função. Alinhados à Estratégia Corporativa do BB, em 2012, foram investidos R$ 103,5 milhões em educação empresarial e a Universidade Corporativa Banco do Brasil (UniBB) completou 10 anos de existência. 9. Sustentabilidade Em relação à atuação socioambiental do BB no ano, merecem destaque as seguintes ações: i) foi um dos principais parceiros oficiais da Conferência Rio+20, realizada em junho, com mais de 45 mil participantes credenciados e ampla participação de delegações estrangeiras, chefes de estado e representantes da sociedade civil. A Fundação Banco do Brasil também participou, com foco na sociedade civil e ações concentradas na Cúpula dos Povos; ii) aderiu, durante a Rio+20, ao Programa Municípios Verdes, que consiste em promover o desenvolvimento do estado do Pará; iii) realizou, em agosto, o Workshop Negócios Sociais com representantes do Yunus Social Business (YSB) sobre principais experiências no tema, com o intuito de identificar novas formas de atuação no segmento baixa renda; iv) assinou o Pacto Empresarial pela Integridade e Contra a Corrupção, assumindo publicamente o compromisso de propagar boas práticas de ética empresarial; v) foi selecionado, pela primeira vez, como integrante do Índice Dow Jones de Sustentabilidade da Bolsa de Nova Iorque (DJSI) para o período 2012/2013, firmando-se internacionalmente como uma empresa de reconhecida sustentabilidade corporativa; vi) recebeu do Programa Brasileiro GHG Protocol, pelo segundo ano consecutivo, a Categoria Ouro em seu Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa; vii) selecionou, em parceria com Fundação Banco do Brasil (FBB) e Instituto Cooperforte, 62 projetos de entidades do terceiro setor apoiadas for funcionários voluntários em todo o País. Os recursos são direcionados para ações de geração de trabalho e conservação ambiental, e somam mais de R$ 3,6 milhões. Além disso, foi aberto no terceiro trimestre o 4º edital para apoio a projetos voltados à promoção, proteção e defesa dos direitos de crianças e adolescentes, por meio de recursos oriundos da renúncia fiscal; viii) selecionou, em parcerias com a FBB e o BNDES (Fundo Social), 39 projetos de cooperativas/associações apoiadas pela Estratégia de Desenvolvimento Regional Sustentável em todo o País. Os recursos direcionados foram destinados a projetos de geração de trabalho e renda e somam R$ 8,8 milhões apoiados pela FBB e R$ 12 milhões aprovados pelo BNDES; ix) teve seu desempenho sustentável reconhecido mais uma vez, ao ser listado no Índice de Sustentabilidade Empresarial BM&FBovespa para o período 2012/2013, espaço que ocupa desde a divulgação da primeira carteira em 2005; x) atualizou seu Plano de Sustentabilidade BB - Agenda 21 para o período 2013/2015, de forma a apoiar o processo de aprimoramento das práticas do BB em sustentabilidade e contribuir para que a Empresa seja referência mundial no tema; xi) participou da 18ª Conferência das Partes da Convenção - Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima - COP 18, ocorrida no Qatar. No ano de 2012, a Estratégia em Desenvolvimento Sustentável, que busca impulsionar o desenvolvimento sustentável das localidades onde o Banco está presente, contabilizou 4,1 mil Planos de Negócios em implementação, envolvendo 1,5 milhão de beneficiários em 4,1 mil municípios brasileiros. O saldo das operações contratadas atingiu o valor de R$ 14,9 bilhões, dos quais cerca de R$ 9,4 bilhões (63,31%) referem-se ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). No âmbito do Programa Água Brasil, em março de 2012, o BB promoveu, em parceria com a Associação dos Princípios do Equador, WWF/EUA e Business and Biodiversity Offsets Program B2B, o Workshop Biodiversidade para Bancos, que teve a participação dos principais bancos brasileiros, e objetivou auxiliá-los no processo de inclusão dos riscos da biodiversidade e serviços ecossistêmicos em suas decisões de financiamento e investimento. Ainda, em 2012 o BB publicou as 14

Banco do Brasil S.A. Relatório da Administração 2012 diretrizes socioambientais específicas para o crédito nos setores agronegócios e energia elétrica e, em continuidade à iniciativa, elaborou propostas de diretrizes para o crédito nos setores de construção civil e mineração, que foram submetidas à análise dos stakeholders em painel específico realizado em novembro de 2012. Para mais informações sobre a atuação do BB em desenvolvimento sustentável, consulte o sítio www.bb.com.br/sustentabilidade. 10. Informações Legais Conforme os critérios definidos pelo Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte (Lei Geral da Micro e Pequena Empresa), 96,3% dos clientes pessoa jurídica do BB são classificados como micro e pequenas empresas. O volume de recursos utilizado pelas MPE atingiu R$ 59,1 bilhões em dezembro/2012, crescimento de 27,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. O saldo das operações de capital de giro contratadas pelas microempresas totalizou R$ 9,95 bilhões e das pequenas empresas R$ 30,4 bilhões. As operações de investimento destinadas às microempresas atingiram R$ 4,0 bilhões e para as pequenas empresas R$ 13,8 bilhões. Em cumprimento à Instrução CVM 381, o Banco do Brasil informa que a KPMG Auditores Independentes não prestou ao Banco e subsidiárias, no ano de 2012, serviços que pudessem afetar sua independência em relação aos trabalhos de auditoria. Na contratação de serviços não relacionados à auditoria externa, o Banco do Brasil adota procedimentos que se fundamentam na legislação aplicável e nos princípios internacionalmente aceitos que preservam a independência do auditor. Esses princípios consistem em: (i) o auditor não deve auditar o seu próprio trabalho, e (ii) o auditor não deve atuar, gerencialmente, perante seu cliente nem tampouco promover os interesses desse cliente. Em 2012, o Banco do Brasil contratou a KPMG Auditores Independentes para prestação de outros serviços não relacionados à auditoria externa do Banco e de suas subsidiárias no montante de R$ 1.753,5 mil, que representam 16,8% dos honorários relativos ao serviço de auditoria externa. Os serviços contratados foram: Data de contratação Fim da contratação Natureza do serviço prestado Valor da remuneração (R$) 14/11/2011 31/12/2012 Corporate income tax and advisory services 15.054,30 27/11/2012 29/11/2012 Risk Based Capital Requirements analysis 10.036,20 01/01/2012 01/01/2013 Consultoria Fiscal/Tributária 149.616,00 24/10/2012 23/12/2013 Revisão da dedutibilidade das perdas no recebimento de créditos 90.000,00 31/01/2012 31/12/2013 Assessoria Fiscal Permanente 177.008,72 20/05/2012 31/12/2012 Revisão da Declaração Integrada de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ) 84.000,00 20/04/2012 31/12/2012 Diagnóstico de riscos e matrizes de segregação de funções em sistemas 1.002.500,00 26/10/2012 31/03/2013 Assessment ICAAP 102.312,00 23/07/2012 31/12/2012 Trabalho de revisão Declaração Imposto de Renda Pessoa Juridica 2012 8.000,00 26/07/2012 31/12/2012 Desoneração Folha de Pagamento decorrente da Medida Provisória 563 4.000,00 27/07/2012 31/12/2012 Assessoria - Consulta redução do Capital Social 20.799,12 18/09/2012 31/07/2012 Revisões Fiscais, DIPJ e Demonstrativo de Apuração de Contribuições Sociais (DACON) 61.300,00 29/09/2012 20/11/2012 Custo do produto final 28.900,00 Conforme normas que regem os serviços de auditoria externa, a KPMG Auditores independentes apresenta periodicamente ao Banco do Brasil Carta de Independência. No Banco do Brasil a contratação de serviços relacionados à auditoria externa deve ser precedida por parecer do Comitê de Auditoria. De acordo com o contido na Deliberação CVM 488/05, o BB esclarece: i) os investimentos fixos em 2012 somaram o valor de R$ 2.086,0 milhões, destacando o investimento em novos pontos de atendimento e na melhoria da ambiência das agências (R$ 1.301 milhões) e em tecnologia da informação (R$ 705 milhões); 15

Banco do Brasil S.A. Relatório da Administração 2012 ii) iii) iv) possui R$ 549,5 milhões de créditos tributários não ativados em decorrência dos requisitos estabelecidos pelas Resoluções CMN 3.059 de 20.12.2002 e 3.355 de 31.03.2006, e apresentados na Nota Explicativa de Tributos das Demonstrações Contábeis relativas ao ano de 2012; mantém registrado em contas de compensação, conforme regras dispostas no Plano Contábil das Instituições Financeiras (Cosif), o montante de R$ 20,8 bilhões decorrente de Coobrigações e Riscos em Garantias Prestadas a clientes e empresas integrantes do Conglomerado BB; firmou em 2009, Contrato de Abertura de Linha de Crédito Interbancário Rotativo a liberar com o Banco Votorantim pelo limite equivalente ao valor do patrimônio líquido daquela instituição. A operação foi contabilizada em contas de compensação, conforme regras dispostas no Cosif e encontra-se publicada na Nota Explicativa Partes Relacionadas das Demonstrações Contábeis relativas ao ano de 2012. Em conformidade com o art. 8º da Circular Bacen 3.068/2001, o Banco do Brasil afirma que possui a intenção e capacidade financeira de manter, até o vencimento, os títulos classificados na categoria Títulos Mantidos até o Vencimento. A capacidade financeira está amparada em projeção de fluxo de caixa que não considera a possibilidade de venda desses títulos. O Banco do Brasil, seus acionistas, administradores e os membros do Conselho Fiscal se comprometem a resolver toda e qualquer disputa ou controvérsia relacionada ao Regulamento de Listagem do Novo Mercado por meio da Câmara de Arbitragem do Mercado da BM&FBovespa, conforme cláusula compromissória constante do Estatuto Social do Banco do Brasil. 11. Principais Reconhecimentos Recebidos no Período i) o portal Licitações-e foi novamente o grande vencedor do VI Prêmio, concedido durante o VII Congresso Brasileiro de Pregoeiros, ocorrido em março, nas categorias: 'Melhor sistema de Pregão Eletrônico 2011', 'Melhor Interação com o Fornecedor 2011' e 'Maior número de pregões realizados e concluídos no ano de 2011 ; ii) iii) iv) em abril, o Presidente do BB, Aldemir Bendine, recebeu do governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia, a Medalha da Inconfidência, maior comenda concedida por esse estado, que é entregue anualmente a personalidades e entidades que contribuíram para o desenvolvimento de Minas; no anuário The Banker s Deals of The Year 2012, publicado no mês de abril, o Banco do Brasil foi vencedor entre as operações de captação mais impressionantes, pela emissão de US$ 1 bilhão em dívida subordinada no exterior, realizada em janeiro; em maio, o Banco do Brasil foi escolhido o banco que melhor serviço prestou à sua clientela e ao País em 2011 recebendo o diploma de "Qualidade em Bancos", concedido pela revista Banco Hoje; v) em maio, o BB atingiu o primeiro lugar no ranking de equity sales da Bloomberg, uma das principais provedoras mundiais de informação para o mercado financeiro; vi) vii) viii) ix) também em maio, o Banco do Brasil recebeu placa de reconhecimento pelo importante papel que realiza na disseminação e na contribuição ao alcance dos Objetivos do Milênio pelo Brasil; o Banco do Brasil é o líder do ranking mundial como o banco mais sólido do planeta, segundo pesquisa realizada pela agência norte-americana independente de classificação de risco Weiss Ratings. A pesquisa foi publicada no site BankingMyWay, especializado no mercado bancário internacional; em setembro, a Ouvidoria Externa do BB foi reconhecida como uma das 10 melhores do País, ao participar do Prêmio Ouvidorias Brasil, uma iniciativa da Associação Brasileira de Ouvidores, da Associação Brasileira das Relações Empresa-Cliente e apoio da revista Consumidor Moderno; em setembro, o Banco do Brasil foi reconhecido como uma das empresas líderes pelo Prêmio Época Empresa Verde; x) o Banco do Brasil, em setembro, foi o grande vencedor do Prêmio Intangíveis Brasil (PIB) 2012 na categoria especial Top Intangíveis Brasil, no setor Bancos e, também, foi o primeiro colocado no ranking geral, pela primeira vez, em setembro; xi) o Banco do Brasil recebeu, em setembro, pelo segundo ano consecutivo, o prêmio Arquitetura Corporativa, desta vez com o projeto da Agência Estilo 2.0 Santa Maria (RS) na categoria Profissional Interiores Obras Realizadas ; 16

Banco do Brasil S.A. Relatório da Administração 2012 xii) xiii) xiv) xv) xvi) em setembro, o BB ficou em 3º lugar no ranking Brand Finance, referente às marcas mais valiosas do Brasil e da América Latina 2012; o Banco do Brasil ficou em 1º lugar na categoria Bancos e 3º lugar no ranking geral em Marcas de Confiança 2012 do Ranking Seleções do Reader s Digest; também em setembro, o BB foi considerado a marca favorita da nova classe média brasileira em pesquisa realizada pela Data Popular; BB continua a marca mais lembrada na categoria Banco do prêmio Folha Top of Mind, desde a sua primeira edição. Também foi o mais lembrado na categoria finanças e, entre instituições financeiras, é o que aparece em primeiro quando o assunto é Copa do Mundo e Olimpíadas; em outubro, foi lançada a versão 2012 do Guia dos Bancos Responsáveis (GBR) do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (IDEC), onde o BB se destacou como o único entre seus pares que teve o desempenho classificado como bom ; xvii) também em outubro, o BB foi considerado o maior banco da América Latina pela AméricaEconomía Intelligence; xviii) em pesquisa divulgada, em novembro, realizada pela consultoria CVA Solutions, o Banco aparece em primeiro no ranking das "instituições que mais agradam aos correntistas"; xix) também em novembro, a campanha BOMPRATODOS, do BB, foi uma das vencedoras da 25ª edição do Marketing Best, prêmio realizado anualmente pela Editora Referência, por meio da revista Marketing e pela Madia Mundo Marketing; xx) a Universidade Corporativa Banco do Brasil (UniBB) recebeu os seguintes reconhecimentos públicos em 2012: Melhor Programa de Educação Corporativa do País, Referência Nacional em Learning & Performance Brasil 2012, considerada uma das Melhores Universidades Corporativas do Brasil pela Corporate University Best in Class CUBIC Awards Brasil. Agradecimentos Agradecemos a dedicação e o empenho de nossos funcionários e colaboradores, bem como a confiança dos acionistas, dos clientes e da sociedade. Mais informações, visite o site de Relações com Investidores: www.bb.com.br/ri. 17

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis 1 O Banco e suas Operações O Banco do Brasil S.A. (Banco do Brasil ou Banco) é uma companhia aberta de direito privado, de economia mista, regida, sobretudo, pela legislação das sociedades por ações, e sua matriz está localizada no Setor Bancário Sul, Quadra 1, Lote 32, Bloco C, Edifício Sede III, Brasília, Distrito Federal, Brasil. Tem por objeto a prática de todas as operações bancárias ativas, passivas e acessórias, a prestação de serviços bancários, de intermediação e suprimento financeiro sob suas múltiplas formas, inclusive nas operações de câmbio e nas atividades complementares, destacandose seguros, previdência privada, capitalização, corretagem de títulos e valores mobiliários, administração de cartões de crédito/débito, consórcios, fundos de investimentos e carteiras administradas e o exercício de quaisquer atividades facultadas às instituições integrantes do Sistema Financeiro Nacional. Como instrumento de execução da política creditícia e financeira do Governo Federal, compete ao Banco exercer as funções atribuídas em Lei, especificamente as previstas no artigo 19 da Lei n.º 4.595/1964. 2 Reestruturações Societárias a) Aquisições BB Americas (antigo EuroBank) Em 19.01.2012, o Banco concluiu a aquisição, mediante pagamento à vista de US$ 6 milhões, da totalidade do capital social e votante da instituição financeira norte-americana BB Americas, representado por 835.855 ações ordinárias. Os valores do investimento e do ágio foram apurados com base no PL ajustado do BB Americas de dezembro/2011, convertidos à taxa de câmbio de 17.01.2012. Valor pago na aquisição 10.651 Valor do patrimônio líquido ajustado em 31.12.2011 (27.203) Valor total do ágio (1) 37.854 Ágio pela expectativa de rentabilidade futura 18.058 Ágio do valor justo de bens 19.796 Aporte de capital 90.098 O BB Americas, sociedade de capital fechado com sede no estado da Flórida, possui uma rede de três agências localizadas nas cidades de Coral Gables, Pompano Beach e Boca Raton. A aquisição do BB Americas contribuirá para a expansão dos negócios do Banco do Brasil nos Estados Unidos, permitindo a atuação no mercado varejista norte-americano, com foco no atendimento das comunidades brasileira e hispânica residentes naquele País. b) Parcerias Elo Serviços S.A. O Banco do Brasil, o Banco Bradesco S.A. (Bradesco) e a Caixa Econômica Federal (Caixa) finalizaram as negociações para consolidar a permanência da Caixa Participações S.A. (Caixa Participações) como acionista da Elo Serviços S.A. (Elo Serviços), mediante celebração de Acordo de Acionistas entre a Elo Participações S.A. (Elo Participações) e a Caixa Participações. A Elo Serviços é uma sociedade operacional privada que tem a função de desenvolver e gerenciar a Bandeira Elo, cujo lançamento no mercado nacional ocorreu em 30.03.2011. A estrutura acionária acordada possui a seguinte composição: Elo Serviços % do Capital Total Elo Participações 66,665 Caixa Participações 33,335 27

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis A Elo Participações é a empresa da qual o Banco do Brasil e o Bradesco participam com 49,99% e 50,01% do capital total, respectivamente. c) Reorganização Societária na área de Seguros, Previdência Complementar Aberta, Capitalização e Resseguros BB Cor Participações S.A. Em 27.12.2012, o Banco constituiu a empresa BB Cor Participações S.A. (BB Cor), que passou a deter 100% de participação no capital da BB Corretora de Seguros e Administradora de Bens S.A. (BB Corretora). O objetivo do Banco é ampliar a participação de mercado da BB Corretora, que passará a comercializar, dentro e fora dos canais de distribuição do Banco, produtos de terceiros nos ramos em que o Banco não possua acordos de exclusividade com empresas parceiras. A BB Cor deterá também participação acionária no capital social de outras sociedades que atuem no mercado como corretoras na comercialização de seguros, previdência aberta, capitalização e/ou planos de saúde e odontológicos de que o Banco venha participar no futuro. BB Seguridade Participações S.A. Em 27.12.2012, o Banco constituiu a empresa BB Seguridade Participações S.A. (BB Seguridade), que passou a deter as seguintes participações societárias: a) 100% das ações de emissão da BB Cor; b) 100% das ações de emissão da BB Seguros Participações S.A. (BB Seguros) que, por sua vez, detém participação nas seguintes sociedades: (i) (ii) (iii) (iv) (v) 74,9% do total das ações (sendo 49,9% ações ON) de emissão da BB Mapfre SH1 Participações S.A., que atua no ramo de seguros de pessoas em parceria com o Grupo Mapfre; 50,0% do total das ações (sendo 49,0% ações ON) de emissão da Mapfre BB SH2 Participações S.A., que atua no ramo de seguros patrimoniais também em parceria com o Grupo Mapfre; 74,9% do total das ações (sendo 49,9% ações ON) de emissão da Brasilprev Seguros e Previdência S.A., que atua no ramo de previdência em parceria com a Principal Financial Group; 66,7% do total das ações (com 49,9% ações ON) de emissão da Brasilcap Capitalização S.A., que atua no ramo de capitalização em parceria com a Icatu Seguros S.A. e a Cia de Seguros Aliança da Bahia; e 100% das ações de emissão da Nossa Caixa Capitalização S.A, que atua no ramo de capitalização. O Banco tem os seguintes objetivos com a constituição da BB Seguridade: a) consolidar, sob uma única sociedade, todas as atividades do Banco do Brasil nos ramos de seguros, capitalização, previdência complementar aberta e atividades afins, incluindo quaisquer expansões futuras dessas atividades, no Brasil ou no exterior, orgânicas ou não; b) proporcionar ganhos de escala nessas operações; e c) obter redução de custos e despesas no segmento de seguridade. O Banco tem intenção de abrir o capital da BB Seguridade e certificar-se de que sua gestão seja independente e comprometida com os conceitos de transparência, prestação de contas, equidade e responsabilidade socioambiental. A administração, apoiada por ferramentas de monitoramento que alinhem o comportamento dos executivos ao interesse dos acionistas e da sociedade em geral, será conduzida com as melhores práticas de governança corporativa, de forma que a BB Seguridade possa ser listada no segmento especial do mercado de ações da BM&FBovespa S.A Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros, denominado Novo Mercado. Brasilprev Seguros e Previdência S.A. Em 19.12.2011 formalizou-se Contrato de Compra e Venda de Ações para aquisição, pela Brasilprev, de 100% do capital social e votante da Brasilprev Nosso Futuro Seguros e Previdência S.A. (anteriormente denominada Mapfre Nossa Caixa Vida e Previdência - MNCVP), então pertencentes à 28

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis BB Seguros (49%) e à Mapfre Brasil Participações S.A. (51%). O valor ajustado para o negócio foi de R$ 157.974 mil, corrigidos pela taxa CDI até a data da liquidação. Em 31.07.2012 ocorreu a liquidação financeira do contrato pelo valor de R$ 166.958 mil. Resumo da operação: Posição em 31.07.2012 Preço pago na aquisição 166.958 Patrimônio Líquido da Brasilprev Nosso Futuro Seguros e Previdência S.A. 24.637 Ágio registrado na Brasilprev Seguros e Previdência S.A. 142.321 Percentual de participação na Brasilprev Seguros e Previdência S.A. 74,995% Ágio proporcionalizado 106.734 Eliminação de RNR, com impacto no ágio 52.486 Ágio remanescente - posição consolidada 54.248 3 Apresentação das Demonstrações Contábeis As Demonstrações Contábeis foram elaboradas a partir de diretrizes contábeis emanadas da Lei das Sociedades por Ações com observância às normas e instruções do Conselho Monetário Nacional (CMN), do Banco Central do Brasil (Bacen), do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), da Superintendência de Seguros Privados (Susep) e da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), quando aplicável. A elaboração de demonstrações de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições financeiras, requer que a Administração use de julgamento na determinação e registro de estimativas contábeis, quando for o caso. Ativos e passivos significativos sujeitos a essas estimativas e premissas incluem: o valor residual do ativo imobilizado, provisão para créditos de liquidação duvidosa, ativos fiscais diferidos, provisão para demandas trabalhistas, fiscais e cíveis, valorização de instrumentos financeiros, ativos e passivos relacionados a benefícios pós-emprego a empregados e outras provisões. Os valores definitivos das transações envolvendo essas estimativas somente são conhecidos por ocasião da sua liquidação. As demonstrações contábeis individuais contemplam as operações do Banco do Brasil realizadas no país e no exterior (BB-Banco Múltiplo) e as demonstrações contábeis consolidadas contemplam também as operações das subsidiárias financeiras e não financeiras no país e no exterior, das entidades sob controle conjunto, da Entidade de Propósito Específico - Dollar Diversified Payment Rights Finance Company, e dos fundos de investimentos financeiros que o Banco controla direta ou indiretamente, bem como das participações em outras empresas, conforme determinado pelo Bacen (BB-Consolidado). Na elaboração das demonstrações contábeis consolidadas, foram eliminados os valores oriundos de transações entre as empresas consolidadas, compreendendo as participações acionárias de uma empresa em outra, os saldos de contas patrimoniais, as receitas, despesas, bem como os lucros não realizados, líquido dos efeitos tributários. As participações dos não controladores no patrimônio líquido e no resultado das controladas foram destacadas nas demonstrações contábeis. Os saldos das contas patrimoniais e de resultado das participações societárias em que o controle é compartilhado com outros acionistas foram consolidados proporcionalmente à participação no capital social da investida. As operações de arrendamento mercantil foram consideradas sob a ótica do método financeiro, sendo os valores reclassificados da rubrica de imobilizado de arrendamento para a rubrica de operações de arrendamento mercantil, deduzidos dos valores residuais recebidos antecipadamente. O Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) emite normas e interpretações contábeis, alinhadas às normas internacionais de contabilidade, aprovadas pela Comissão de Valores Mobiliários. O Bacen recepcionou os seguintes pronunciamentos, observados integralmente pelo Banco, quando aplicável: CPC 00 - Pronunciamento Conceitual Básico, CPC 01 Redução ao Valor Recuperável de Ativos, CPC 03 Demonstração dos Fluxos de Caixa DFC, CPC 05 Divulgação sobre Partes Relacionadas, CPC 10 Pagamento Baseado em Ações, CPC 23 Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro, CPC 24 Evento Subsequente e CPC 25 Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes. 29

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Adicionalmente, o Banco Central editou a Resolução CMN 3.533, de 31.01.2008, cuja vigência iniciou-se em janeiro de 2012, a qual estabeleceu procedimentos para classificação, registro contábil e divulgação de operações de venda ou de transferência de ativos financeiros. A Resolução é convergente com os critérios de baixa de ativos financeiros especificados no CPC 38 Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração. O Banco aplicou, ainda, os seguintes pronunciamentos que não são conflitantes com as normas do Bacen, conforme determina o artigo 22, 2º, da Lei n.º 6.385/1976: CPC 09 Demonstração do Valor Adicionado, CPC 12 Ajuste a Valor Presente, CPC 22 Informações por Segmento, CPC 33 Benefícios a Empregados e CPC 41 Resultado por Ação. Os pronunciamentos CPC 07 Subvenções e Assistências Governamentais, CPC 17 Contratos de Construção, CPC 29 Ativo Biológico e Produto Agrícola e CPC 35 Demonstrações Separadas, não conflitantes com as normas do Bacen, poderão ser aplicados pelo Banco na medida em que ocorrerem eventos ou transações abrangidos por esses CPCs. A aplicação dos demais normativos que dependem de regulamentação do Bacen reflete, basicamente, em ajustes imateriais ou em alterações na forma de divulgação, exceto os seguintes pronunciamentos que podem gerar impactos relevantes nas demonstrações contábeis: CPC 04 Ativos Intangíveis e CPC 15 Combinação de Negócios a) reclassificação dos ativos intangíveis identificados nas aquisições do controle do Banco Nossa Caixa e de participação no Banco Votorantim, ocorridas em 2009, bem como na aquisição de controle do Banco Patagonia, em 2011, e do BB Americas em 2012, da conta de Investimentos para a conta de Intangível, no grupamento do Ativo Não Circulante Permanente; b) não reconhecimento de despesas de amortização de ágios por expectativa de rentabilidade futura oriundos das aquisições; e, c) reconhecimento de despesa de amortização de intangíveis com vida útil definida, identificados nas aquisições. CPC 19 Investimento em Empreendimento Controlado em Conjunto segundo o CPC 19, na formação das joint ventures SH1 e SH2, em 30.06.2011, as participações societárias recebidas na formação da parceria são registradas a valor justo; o valor contábil dos ativos contribuídos pelo Banco do Brasil, incluindo qualquer ágio, são baixados e o resultado da transação é reconhecido na proporção da participação societária da Mapfre nas novas sociedades constituídas. CPC 38 Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração ajuste na provisão para crédito de liquidação duvidosa, em virtude da adoção do critério de perda incorrida ao invés do critério da perda esperada. As demonstrações contábeis foram aprovadas pelo Conselho Diretor em 19.02.2013. 30

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Participações societárias incluídas nas demonstrações contábeis consolidadas, segregadas por segmentos de negócios: Segmento Bancário Atividade % de Participação 31.12.2012 30.12.2011 Banco do Brasil AG. Viena (1) (4) Bancária 100% 100% BB Leasing Company Ltd. (1) (4) Arrendamento 100% 100% BB Leasing S.A. Arrendamento Mercantil (1) (4) Arrendamento 100% 100% BB Securities Asia Pte. Ltd. (1) (4) Corretora 100% 100% BB Securities LLC. (1) (4) Corretora 100% 100% BB Securities Ltd. (1) (4) Corretora 100% 100% BB USA Holding Company, Inc. (1) (4) Holding 100% 100% Brasilian American Merchant Bank (1) (4) Bancária 100% 100% BB Americas (1) (4) Banco Múltiplo 100% -- Besc Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. (1) (4) Administração de Ativos 99,62% 99,62% Banco Patagonia S.A. (1) (4) Banco Múltiplo 58,96% 58,96% Banco Votorantim S.A. (2) (4) Banco Múltiplo 50% 50% Segmento Investimentos Atividade BB Banco de Investimento S.A. (1) (4) Banco de Investimento 100% 100% Kepler Weber S.A. (2) (4) Indústria 17,56% 17,56% Companhia Brasileira de Securitização Cibrasec (3) (5) Aquisição de Créditos 12,12% 12,12% Neoenergia S.A. (2) (4) Energia 11,99% 11,99% Segmento Gestão de Recursos Atividade BB Gestão de Recursos Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. (1) (4) Administração de Ativos 100% 100% Segmento Seguros, Previdência e Capitalização Atividade BB Seguridade Participações S.A. (1) (4) Holding 100% -- BB Cor Participações S.A. (1) (4) Holding 100% -- BB Corretora de Seguros e Administradora de Bens S.A. (1) (4) Corretora 100% 100% BB Seguros Participações S.A. (1) (4) Holding 100% 100% Nossa Caixa Capitalização S.A. (1) (4) Capitalização 100% 100% BB Mapfre SH1 Participações S.A. (2) (4) Holding 74,99% 74,99% Aliança Participações S.A. (2) (6) Holding -- 74,99% Mapfre Participações Ltda. (2) (6) Holding -- 74,99% Companhia de Seguros Aliança do Brasil (2) (4) Seguradora 74,99% 74,99% Mapfre Vida S.A. (2) (4) Previdência 74,99% 74,99% Vida Seguradora S.A. (2) (4) Seguradora 74,99% 74,99% Brasilprev Seguros e Previdência S.A. (2) (4) Seguradora/Previdência 74,99% 74,99% Brasilprev Nosso Futuro Seguros e Previdência S.A. (2) (4) Seguradora/Previdência 74,99% 49% Brasilcap Capitalização S.A. (2) (4) Capitalização 66,66% 66,66% Mapfre BB SH2 Participações S.A. (2) (4) Holding 50% 50% Aliança Rev Participações S.A. (2) (6) Holding -- 50% Aliança do Brasil Seguros S.A. (2) (4) Seguradora 50% 50% Brasilveículos Companhia de Seguros (2) (4) Seguradora 50% 50% Mapfre Seguros Gerais S.A. (2) (4) Seguradora 50% 50% Mapfre Affinity Seguradora S.A. (2) (4) Seguradora 50% 50% Mapfre Assistência S.A. (2) (4) Prestação de Serviços 50% 50% Votorantim Corretora de Seguros S.A. (2) (4) Corretora 50% 50% Seguradora Brasileira de Crédito à Exportação SBCE (3) (4) Seguradora 12,09% 12,09% Segmento Meios de Pagamento Atividade BB Administradora de Cartões de Crédito S.A. (1) (4) Prestação de Serviços 100% 100% BB Elo Cartões Participações S.A. (1) (4) Holding 100% 100% Elo Participações S.A. (2) (4) Holding 49,99% 49,99% Companhia Brasileira de Soluções e Serviços CBSS (2) (4) Prestação de Serviços 49,99% 49,99% Elo Serviços S.A. (2) (4) Prestação de Serviços 33,33% 33,33% Cielo S.A. (2) (4) Prestação de Serviços 28,68% 28,72% Tecnologia Bancária S.A. Tecban (3) (4) Prestação de Serviços 13,53% 13,53% Outros Segmentos Atividade Ativos S.A. Securitizadora de Créditos Financeiros (1) (4) Aquisição de Créditos 100% 100% Ativos S.A. Gestão de Cobrança e Recuperação de Crédito (1) (4) Aquisição de Créditos 100% 100% BB Administradora de Consórcios S.A. (1) (4) Consórcio 100% 100% BB Tur Viagens e Turismo Ltda. (1) (5) Turismo 100% 100% BB Money Transfers Inc. (1) (4) Prestação de Serviços 100% 100% Cobra Tecnologia S.A. (1) (4) Informática 99,97% 99,97% BV Participações S.A. (2) (4) Holding 50% 50% (1) Controladas. (2) Controle em conjunto, incluídas proporcionalmente na consolidação. (3) Coligadas, incluídas proporcionalmente na consolidação conforme determinação do Bacen. (4) Demonstrações contábeis para consolidação relativas a Dezembro/2012. (5) Demonstrações contábeis para consolidação relativas a Novembro/2012. (6) Empresas descontinuadas durante o exercício/2012. 31

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Foram consolidados ainda os fundos de investimentos financeiros BV Financeira FIDC V, BVIA Fundo de Investimento em Participações, Fundo de Investimento Nióbio I e a Entidade de Propósito Específico no exterior Dollar Diversified Payment Rights Finance Company, os quais o Banco controla direta ou indiretamente. Para efeito de comparabilidade, em função de alteração nas políticas contábeis, foram efetuadas, no Banco Múltiplo e no BB-Consolidado, no exercício 2011, as seguintes reclassificações: a) de R$ 1.290.781 mil do grupamento Outras Despesas Operacionais Bônus de Relacionamento Negocial para o grupamento Despesas com Captações no Mercado Aberto e com Depósitos Depósitos Judiciais, de forma a evidenciar melhor a essência da operação; b) de R$ 23.741 mil do grupamento Outras Despesas Operacionais Outras para o grupamento Despesas com Captações no Mercado Aberto e com Depósitos Outras, de forma a evidenciar melhor a essência da operação; c) de R$ 34.480 mil do grupamento Outras Despesas Operacionais Convênio INSS para o grupamento Despesas de Obrigações por Empréstimos e Repasses Outras, de forma a evidenciar melhor a essência da operação; e d) de R$ 57.156 mil do grupamento Outras Despesas Operacionais Atualização de Recursos a Devolver ao Tesouro Nacional (Lei 9.138/95) para o grupamento Despesas de Obrigações por Empréstimos e Repasses Tesouro Nacional, de forma a evidenciar melhor a essência da operação. 4 Resumo das Principais Práticas Contábeis As políticas contábeis adotadas pelo Banco do Brasil são aplicadas de forma consistente em todos os períodos apresentados nestas demonstrações contábeis e de maneira uniforme a todas as entidades do Conglomerado. a) Apuração do Resultado Em conformidade com o regime de competência, as receitas e as despesas são reconhecidas na apuração do resultado do período a que pertencem e, quando se correlacionam, de forma simultânea, independentemente de recebimento ou pagamento. As operações formalizadas com encargos financeiros pós-fixados são atualizadas pelo critério pro rata die, com base na variação dos respectivos indexadores pactuados, e as operações com encargos financeiros pré-fixados estão registradas pelo valor de resgate, retificado por conta de rendas a apropriar ou despesas a apropriar correspondentes ao período futuro. As operações indexadas a moedas estrangeiras são atualizadas até a data do balanço pelo critério de taxas correntes. b) Mensuração a Valor Presente Os ativos e passivos financeiros estão apresentados a valor presente em função da aplicação do regime de competência no reconhecimento das respectivas receitas e despesas de juros. Os passivos não contratuais, representados essencialmente por passivos contingentes e obrigações legais, cuja data de desembolso é incerta e não está sob controle do Banco, estão mensurados a valor presente uma vez que são reconhecidos inicialmente pelo valor de desembolso estimado na data da avaliação e são atualizados mensalmente. c) Caixa e Equivalentes de Caixa Caixa e equivalentes de caixa estão representados por disponibilidades em moeda nacional, moeda estrangeira, aplicações em ouro, aplicações em operações compromissadas posição bancada, aplicações em depósitos interfinanceiros e aplicações em moedas estrangeiras, com alta liquidez e risco insignificante de mudança de valor, com prazo de vencimento igual ou inferior a 90 dias. d) Aplicações Interfinanceiras de Liquidez As aplicações interfinanceiras de liquidez são registradas pelo valor de aplicação ou aquisição, acrescido dos rendimentos auferidos até a data do balanço e ajustadas por provisão para perdas, quando aplicável. 32

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis e) Títulos e Valores Mobiliários TVM Os títulos e valores mobiliários adquiridos para formação de carteira própria são registrados pelo valor efetivamente pago, inclusive corretagens e emolumentos, e se classificam em função da intenção da Administração do Banco em três categorias distintas, conforme Circular Bacen n.º 3.068/2001: Títulos para Negociação: títulos e valores mobiliários adquiridos com o propósito de serem negociados ativa e frequentemente, ajustados mensalmente pelo valor de mercado. Suas valorizações e desvalorizações são registradas, respectivamente, em contas de receitas e despesas do período; Títulos Disponíveis para Venda: títulos e valores mobiliários que poderão ser negociados a qualquer tempo, porém não são adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados. São ajustados mensalmente ao valor de mercado e suas valorizações e desvalorizações registradas, líquidas dos efeitos tributários, em conta de Ajuste de Avaliação Patrimonial no Patrimônio Líquido; e Títulos Mantidos até o Vencimento: títulos e valores mobiliários que o Banco tem e dispõe de capacidade financeira e intenção para manter até o vencimento. Esses títulos não são ajustados pelo valor de mercado. A capacidade financeira está amparada em projeção de fluxo de caixa que desconsidera a possibilidade de venda desses títulos. A metodologia de ajuste a valor de mercado dos títulos e valores mobiliários foi estabelecida com observância a critérios consistentes e verificáveis, que levam em consideração o preço médio de negociação na data da apuração ou, na falta desse, o valor de ajuste diário das operações de mercado futuro divulgados pela Anbima, BM&FBovespa ou o valor líquido provável de realização obtido por meio de modelos de precificação, utilizando curvas de valores futuros de taxas de juros, taxas de câmbio, índice de preços e moedas, todas devidamente aderentes aos preços praticados no exercício. Os rendimentos obtidos pelos títulos e valores mobiliários, independente de como estão classificados, são apropriados pro rata die, observando o regime de competência até a data do vencimento ou da venda definitiva, pelo método exponencial ou linear, com base nas suas cláusulas de remuneração e na taxa de aquisição distribuída no prazo de fluência, reconhecidos diretamente no resultado do período. As perdas com títulos classificados como disponíveis para venda e como mantidos até o vencimento que não tenham caráter de perdas temporárias são reconhecidas diretamente no resultado do período e passam a compor a nova base de custo do ativo. Quando da alienação, a diferença apurada entre o valor da venda e o custo de aquisição atualizado pelos rendimentos é considerada como resultado da transação, sendo contabilizada na data da operação como lucro ou prejuízo com títulos e valores mobiliários. f) Instrumentos Financeiros Derivativos IFD Os instrumentos financeiros derivativos são avaliados pelo valor de mercado por ocasião dos balancetes mensais e balanços. As valorizações ou desvalorizações são registradas em contas de receitas ou despesas dos respectivos instrumentos financeiros. A metodologia de marcação a mercado dos instrumentos financeiros derivativos foi estabelecida com base em critérios consistentes e verificáveis que levam em consideração o preço médio de negociação no dia da apuração ou, na falta desse, por meio de modelos de precificação que traduzam o valor líquido provável de realização. Os instrumentos financeiros derivativos utilizados para compensar, no todo ou em parte, os riscos decorrentes das exposições às variações no valor de mercado de ativos ou passivos financeiros são considerados instrumentos de proteção (hedge) e são classificados de acordo com a sua natureza em: Hedge de Risco de Mercado: os instrumentos financeiros assim classificados, bem como o item objeto de hedge, têm suas valorizações ou desvalorizações reconhecidas em contas de resultado do período; e Hedge de Fluxo de Caixa: para os instrumentos financeiros enquadrados nessa categoria, a parcela efetiva das valorizações ou desvalorizações registra-se, líquida dos efeitos tributários, na conta Ajuste de Avaliação Patrimonial do Patrimônio Líquido. Entende-se por parcela efetiva aquela em que a 33

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis variação no item objeto de hedge, diretamente relacionada ao risco correspondente, é compensada pela variação no instrumento financeiro utilizado para hedge, considerando o efeito acumulado da operação. As demais variações verificadas nesses instrumentos são reconhecidas diretamente no resultado do período. g) Operações de Crédito, de Arrendamento Mercantil, Adiantamentos sobre Contratos de Câmbio, Outros Créditos com Características de Concessão de Crédito e Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa As operações de crédito, de arrendamento mercantil, adiantamentos sobre contratos de câmbio e outros créditos com características de concessão de crédito são classificados de acordo com o julgamento da Administração quanto ao nível de risco, levando em consideração a conjuntura econômica, a experiência passada e os riscos específicos em relação à operação, aos devedores e garantidores, observando os parâmetros estabelecidos pela Resolução CMN n.º 2.682/1999, que requer a análise periódica da carteira e sua classificação em nove níveis, sendo AA (risco mínimo) e H (risco máximo), bem como a classificação das operações com atraso superior a 15 dias como operações em curso anormal. As rendas das operações de crédito vencidas há mais de 60 dias, inclusive, independentemente de seu nível de risco, são reconhecidas como receita quando efetivamente recebidas. As operações classificadas como nível H, que permanecem nessa classificação por 180 dias, são baixadas contra a provisão existente. As operações renegociadas são mantidas, no mínimo, no mesmo nível em que estavam classificadas. As renegociações de operações de crédito já baixadas contra a provisão são classificadas como H e os eventuais ganhos oriundos da renegociação são reconhecidos como receita quando efetivamente recebidos. A provisão para operações de crédito de liquidação duvidosa, considerada suficiente pela Administração, atende ao requisito mínimo estabelecido pela Resolução CMN n.º 2.682/1999 (Nota 10.e). h) Tributos Os tributos são apurados com base nas alíquotas demonstradas no quadro a seguir: Tributos Alíquota Imposto de Renda (15% + adicional de 10%) 25% Contribuição Social sobre o Lucro Líquido CSLL (1) 15% PIS/Pasep (2) 0,65% Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Cofins (2) 4% Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza ISSQN Até 5% (1) Alíquota aplicada às empresas financeiras e às empresas não financeiras de seguros, previdência e capitalização. Para as demais empresas não financeiras, a alíquota de CSLL corresponde a 9%. (2) Para as empresas não financeiras optantes do regime de apuração não cumulativo, a alíquota do PIS/Pasep é de 1,65% e da Cofins é de 7,6%. Os ativos fiscais diferidos (créditos tributários) e os passivos fiscais diferidos são constituídos pela aplicação das alíquotas vigentes dos tributos sobre suas respectivas bases. Para constituição, manutenção e baixa dos ativos fiscais diferidos são observados os critérios estabelecidos pela Resolução CMN n.º 3.059/2002, alterados pelas Resoluções CMN n.º 3.355/2006 e CMN n.º 3.655/2008, e estão suportados por estudo de capacidade de realização. i) Despesas Antecipadas Referem-se às aplicações de recursos em pagamentos antecipados, cujos benefícios ou prestação de serviço ao Banco ocorrerão durante os exercícios seguintes. As despesas antecipadas são registradas ao custo e amortizadas à medida em que forem sendo realizadas. j) Ativo Permanente Investimentos: os investimentos em controladas e coligadas com influência significativa ou com participação de 20% ou mais no capital votante e em demais sociedades que fazem parte de um 34

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis mesmo grupo ou que estejam sob controle comum são avaliados por equivalência patrimonial com base no valor do patrimônio líquido da controlada ou coligada. Os ágios correspondentes ao valor pago excedente ao valor contábil dos investimentos adquiridos, decorrentes da expectativa de rentabilidade futura, estão sustentados pelas avaliações econômicofinanceiras que fundamentaram o preço de compra dos negócios, são amortizados com base nas projeções de resultado anual constantes nos respectivos estudos econômico-financeiros e são submetidos anualmente ao teste de redução ao valor recuperável de ativos. As demonstrações contábeis das agências e controladas no exterior são adaptadas aos critérios contábeis vigentes no Brasil e convertidas para a moeda Real pelo critério de taxas correntes, conforme previsto nas Circulares Bacen n.º 2.397/1993 e n.º 2.571/1995 e seus efeitos são reconhecidos no resultado do período. Os demais investimentos permanentes são avaliados ao custo de aquisição, deduzidos de provisão para perdas por desvalorização (imparidade), quando aplicável. Imobilizado de Uso: o ativo imobilizado é avaliado pelo custo de aquisição, deduzido da respectiva conta de depreciação, cujo valor é calculado pelo método linear às seguintes taxas anuais: edificações e benfeitorias - 4%, veículos - 20%, sistemas de processamento de dados - 20% e demais itens - 10% (Nota 15). Diferido: o ativo diferido está registrado ao custo de aquisição ou formação, líquido das respectivas amortizações acumuladas. Contempla, principalmente, os gastos de reestruturação da Empresa e os gastos efetuados, até 30.09.2008, em imóveis de terceiros, decorrentes de instalação de dependências e amortizados mediante taxas apuradas com base no prazo de locação, e com aquisição e desenvolvimento de sistemas, amortizados à taxa anual de 20%. Intangível: o ativo intangível corresponde aos direitos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção do Banco ou exercidos com essa finalidade, inclusive o fundo de comércio adquirido. Um ativo satisfaz o critério de identificação de um ativo intangível quando: for separável, ou seja, puder ser separado da entidade e vendido, transferido ou licenciado, alugado ou trocado individualmente ou junto a um contrato, ativo ou passivo relacionado, independente da intenção de uso pela entidade ou resultar de direitos contratuais ou outros direitos legais, independentemente de tais direitos serem transferíveis ou separáveis da entidade ou de outros direitos e obrigações. Os ativos intangíveis possuem vida útil definida e referem-se basicamente aos desembolsos para aquisição de direitos para prestação de serviços bancários (direitos de gestão de folhas de pagamento), amortizados de acordo com os prazos dos contratos; softwares, amortizados pelo método linear à taxa de 20% ao ano a partir da data da sua disponibilidade para uso e; na conta Outros Ativos Intangíveis, o direito de utilização da rede do Banco Postal, que é amortizado de acordo com o prazo contratual. Os ativos intangíveis são ajustados por provisão para perda por desvalorização (imparidade), quando aplicável (Nota 16). A amortização dos ativos intangíveis é contabilizada em Outras Despesas Administrativas. k) Redução ao Valor Recuperável de Ativos não Financeiros Imparidade Ao final de cada período de reporte, o Banco avalia, com base em fontes internas e externas de informação, se há alguma indicação de que um ativo não financeiro possa ter sofrido desvalorização. Se houver indicação de desvalorização, o Banco estima o valor recuperável do ativo, que é o maior entre: i) seu valor justo menos os custos para vendê-lo; e ii) o seu valor em uso. Independentemente de haver indicação de desvalorização, no mínimo anualmente, o Banco testa o valor recuperável dos ativos intangíveis ainda não disponíveis para uso e dos ágios na aquisição de investimentos. Esse teste pode ser executado a qualquer momento do ano, desde que seja realizado sempre na mesma época. Se o valor recuperável do ativo for menor que o seu valor contábil, o valor contábil do ativo é reduzido ao seu valor recuperável por meio de uma provisão para perda por imparidade, que é reconhecida na Demonstração do Resultado. 35

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Metodologias aplicadas na avaliação do valor recuperável dos principais ativos não financeiros: Imobilizado de uso Terrenos e edificações - na apuração do valor recuperável de terrenos e edificações, são efetuadas avaliações técnicas em conformidade com as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. Sistemas de processamento de dados - na apuração do valor recuperável dos itens relevantes que compõem os sistemas de processamento de dados, são considerados o valor de mercado para itens com valor de mercado disponível ou o valor passível de ser recuperado pelo uso nas operações do Banco para os demais itens, cujo cálculo considera a projeção dos fluxos de caixa dos benefícios decorrentes do uso de cada bem durante a sua vida útil, descontada a valor presente com base na taxa dos Certificados de Depósitos Interbancários - CDI. Outros itens de imobilizado - embora sejam sujeitos à análise de indicativo de perda, os demais bens do imobilizado de uso são individualmente de pequeno valor e, em face da relação custo-benefício, o Banco não avalia o valor recuperável desses itens individualmente. No entanto, o Banco realiza inventário anualmente, onde os bens perdidos ou deteriorados são devidamente baixados na contabilidade. Investimentos e Ágio na Aquisição de Investimentos A metodologia de apuração do valor recuperável dos investimentos e dos ágios por expectativa de rentabilidade futura consiste em mensurar o resultado esperado do investimento por meio de fluxo de caixa descontado. Para mensurar esse resultado, as premissas adotadas são baseadas em (i) projeções das operações, resultados e planos de investimentos das empresas; (ii) cenários macroeconômicos desenvolvidos pelo Banco; e (iii) metodologia interna de apuração do custo do capital baseado no modelo Capital Asset Pricing Model CAPM. No caso do ágio na aquisição do Banco Nossa Caixa, que foi incorporado pelo Banco do Brasil em novembro de 2009, a metodologia consiste em comparar o valor do ágio pago, deduzido pela amortização acumulada, com o valor presente dos resultados do Banco do Brasil projetados para o Estado de São Paulo, descontados os ativos com vida útil definida. As projeções partem dos resultados observados e evoluem com base nas premissas de crescimento de rentabilidade para o Banco do Brasil e são descontadas pela taxa do custo do capital apurada por meio de metodologia interna, baseada no modelo Capital Asset Pricing Model CAPM. Intangível Direitos de Gestão de Folhas de Pagamento - O modelo de avaliação do valor recuperável dos direitos de gestão de folhas de pagamento está relacionado ao acompanhamento da performance dos contratos, calculada a partir das margens de contribuição de relacionamento dos clientes vinculados a cada contrato, de forma a verificar se as projeções que justificaram a aquisição do ativo correspondem à performance observada. Para os contratos que não atingem a performance esperada, é reconhecida uma provisão para perda por imparidade. Softwares - Os softwares, substancialmente desenvolvidos internamente de acordo com as necessidades do Banco, são constantemente objeto de investimentos para modernização e adequação às novas tecnologias e necessidades dos negócios. Em razão de não haver similares no mercado, bem como do alto custo para se implantar métricas que permitam o cálculo do seu valor em uso, o teste de recuperabilidade dos softwares consiste em avaliar a sua utilidade para a empresa de forma que, sempre que um software entra em desuso, seu valor é baixado na contabilidade. Outros Ativos Intangíveis Direito de Utilização da Rede do Banco Postal - A metodologia de apuração do valor recuperável do direito de utilização da rede do Banco Postal consiste em calcular o valor presente dos fluxos de resultado produzidos por meio da estratégia de atuação para o Banco Postal, que são projetados com base nos valores realizados e nas premissas definidas no plano de negócios, e são descontados com base na taxa de custo médio ponderado de capital (WACC). As perdas registradas no resultado para ajuste ao valor recuperável desses ativos, quando houver, são demonstradas nas respectivas notas explicativas. 36

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis l) Benefícios a Empregados Os benefícios a empregados, relacionados a benefícios de curto prazo para os empregados atuais, são reconhecidos pelo regime de competência de acordo com os serviços prestados. Os benefícios pós-emprego de responsabilidade do Banco relacionados a complemento de aposentadoria e assistência médica são avaliados de acordo com os critérios estabelecidos na Deliberação CVM n.º 600/2009 (Nota 27). A partir de 30.06.2010, a periodicidade das avaliações passou a ser semestral e não mais anual como ocorria até 31.12.2009. Nos planos de contribuição definida, o risco atuarial e o risco dos investimentos são dos participantes. Sendo assim, a contabilização dos custos é determinada pelos valores das contribuições de cada período que representam a obrigação do Banco. Consequentemente, nenhum cálculo atuarial é requerido na mensuração da obrigação ou da despesa e não existe ganho ou perda atuarial. Nos planos de benefício definido, o risco atuarial e o risco dos investimentos recaem parcial ou integralmente na entidade patrocinadora. Sendo assim, a contabilização dos custos exige a mensuração das obrigações e despesas do plano, existindo a possibilidade de ocorrer ganhos e perdas atuariais, podendo originar o registro de um passivo quando o montante das obrigações atuariais ultrapassa o valor dos ativos do plano de benefícios, ou de um ativo quando o montante dos ativos supera o valor das obrigações do plano. Nesta última hipótese, o ativo somente deverá ser registrado quando existirem evidências de que este poderá reduzir efetivamente as contribuições da patrocinadora ou que será reembolsável no futuro. A parcela dos ganhos ou perdas atuariais reconhecida no resultado do Banco corresponde ao excesso que não se enquadrou no corredor dividido pelo tempo médio de trabalho restante dos empregados que participam do plano. O corredor corresponde ao que for maior dentre: 1-10% do valor presente da obrigação atuarial total do benefício definido; e 2-10% do valor justo dos ativos do plano. O Banco reconhece os ganhos/perdas atuariais no próprio período em que foi realizado o cálculo atuarial, conforme permitido pela Deliberação CVM n.º 600/2009. As contribuições devidas pelo Banco aos planos de assistência médica, em alguns casos, permanecem após a aposentadoria do empregado. Sendo assim, as obrigações do Banco são avaliadas pelo valor presente atuarial das contribuições que serão realizadas durante o período esperado de vinculação dos associados e beneficiários ao plano. Tais obrigações são avaliadas e reconhecidas utilizando-se os mesmos critérios dos planos de benefício definido. O ativo atuarial reconhecido no balanço (Nota 27) refere-se aos ganhos atuariais e sua realização ocorrerá obrigatoriamente até o final do plano. Poderão ocorrer realizações parciais desse ativo atuarial, condicionadas ao atendimento dos requisitos da Lei Complementar n.º 109/2001 e da Resolução CGPC n.º 26/2008. m) Depósitos e Captações no Mercado Aberto Os depósitos e captações no mercado aberto são demonstrados pelos valores das exigibilidades e consideram, quando aplicável, os encargos exigíveis até a data do balanço, reconhecidos em base pro rata die. n) Operações Relacionadas às Atividades de Seguros, Previdência e Capitalização Apuração do Resultado Os prêmios de seguros e as despesas de comercialização são contabilizados por ocasião da emissão das apólices ou faturas e reconhecidos no resultado de acordo com o período decorrido de vigência do risco coberto. As receitas de prêmios e as correspondentes despesas de comercialização relativas aos riscos vigentes, ainda sem emissão das respectivas apólices, são reconhecidas no resultado em bases estimadas. A receita de prêmios de seguros de riscos a decorrer é diferida pelo prazo de vigência das apólices de seguros, por meio da constituição da provisão de prêmios não ganhos, com base nos prêmios emitidos auferidos. As operações de cosseguro aceito, retrocessão e do Convênio Dpvat são contabilizadas com base nas informações recebidas das congêneres, do IRB Brasil Resseguros S.A. e da Seguradora Líder - Dpvat, respectivamente. 37

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis As receitas de planos de previdência, seguros de vida com cobertura de sobrevivência e capitalização são reconhecidas no resultado quando efetivamente recebidas, tendo como contrapartida a constituição de provisões técnicas, exceto as receitas para cobertura de riscos nos casos de planos de previdência conjugados, as quais devem ser reconhecidas pelo período de vigência do respectivo risco, independente do seu recebimento. Os custos de comercialização são diferidos por ocasião da emissão do contrato ou apólice e apropriados ao resultado, de forma linear, pelo prazo médio estimado para a sua recuperação, exceto os relacionados à capitalização. As demais receitas e despesas são registradas de acordo com o regime de competência. Provisões Técnicas As regras e procedimentos para a constituição das provisões técnicas são regulamentados pela Resolução n.º 162/2006 do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) e alterações posteriores por meio das Resoluções n.º 181/2007, n.º 195/2008 e n.º 204/2009 do CNSP. Seguros Provisão de Prêmios não Ganhos (PPNG): é constituída (i) para cobertura de sinistros a ocorrer considerando indenizações e despesas relacionadas a riscos vigentes na data do cálculo e (ii) para registro das parcelas de prêmios que serão apropriados ao resultado durante a vigência do seguro, calculada pro rata die, tomando-se por base a data do início e do fim de vigência do risco segurado. Provisão de Prêmios não Ganhos dos Riscos Vigentes, mas não Emitidos (PPNG-RVNE): representa o ajuste da PPNG dada a existência de riscos assumidos, cuja apólice ainda não foi operacionalmente emitida. É calculada com metodologia baseada na construção de triângulos de "run-off", que consideram o intervalo entre a data de início de vigência do risco e a data de emissão das apólices, em bases retrospectivas, no período de 24 meses. Provisão de Insuficiência de Prêmios (PIP): representa a necessidade de cobertura de possíveis insuficiências das provisões de prêmios para cobertura das obrigações futuras relacionadas aos contratos de seguros. Provisão de Sinistros a Liquidar (PSL): representa a estimativa de pagamentos prováveis de indenizações de resseguros, líquidas das recuperações de cosseguro cedido, determinada com base nos avisos de sinistro recebidos até a data do balanço. A PSL inclui provisão para os sinistros em discussão judicial, constituída conforme critérios definidos e documentados em Nota Técnica Atuarial. Os valores provisionados são atualizados monetariamente e incluem estimativa de custos a serem incorridos com honorários de sucumbências. Provisão de Sinistros Ocorridos, mas não Avisados [IBNR Incurred But Not Reported]: representa o montante esperado de sinistros ocorridos e não avisados até a data-base das demonstrações contábeis. É calculada com base em método atuarial que apura a melhor estimativa com base no histórico de cada segmento de negócio em relação aos sinistros ocorridos e não avisados e conforme definido em cada Nota Técnica Atuarial. Provisão Complementar de Prêmios (PCP): tem como objetivo manter a empresa resguardada nas transições mensais, mantendo o montante das provisões técnicas de prêmio (PPNG e PPNG-RVNE) maior ou igual à média diária do mês de apuração. Calculada para complementar a PPNG, o valor da PCP é a diferença positiva entre a média da PPNG diária e a PPNG do último dia do mês. No seu cálculo devem ser considerados todos os riscos vigentes, emitidos ou não. Previdência Provisão Matemática de Benefícios a Conceder: representa o montante dos prêmios e contribuições aportados pelos participantes, líquido da taxa de carregamento, acrescido dos rendimentos financeiros auferidos nas aplicações dos recursos. Essa provisão refere-se aos participantes cuja percepção dos benefícios ainda não foi iniciada. Provisão Matemática de Benefícios Concedidos: refere-se àqueles já em gozo de benefícios. Provisões para Insuficiência de Contribuições e de Prêmios: são constituídas para fazer face a eventuais oscilações desfavoráveis nos riscos técnicos assumidos nas provisões matemáticas de benefícios a conceder e concedidos, decorrentes da tendência de maior sobrevida dos participantes e o seu cálculo é efetuado utilizando-se como parâmetro a tábua de mortalidade AT 2000 Male/Female Suavizada e premissas relacionadas, considerando todos os contratos vigentes. 38

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Provisão de Oscilação Financeira: é constituída para fazer frente aos eventuais impactos de variações desfavoráveis nas taxas futuras dos recursos destinados ao pagamento de benefícios e resgates aos participantes, considerando a remuneração mínima garantida contratualmente. Provisão de Benefícios a Regularizar (PBAR): corresponde ao valor total dos pecúlios e rendas vencidos, não pagos em decorrência de eventos ocorridos, inclusive a atualização de valor cabível, além dos valores estimados referentes às ações judiciais e os resultantes de sentença transitada em julgado. Capitalização Provisão Matemática para Resgate: é calculada sobre o valor nominal dos títulos, atualizada com base em notas técnicas atuariais aprovadas pela Susep. Provisões para Resgate de Títulos Vencidos e Antecipados: são constituídas pelos valores dos títulos com prazos de capitalização finalizados e rescindidos, atualizados monetariamente no período entre a data do direito do resgate e a efetiva liquidação. Provisão para Sorteio a Realizar: é calculada sobre o valor nominal dos títulos, com base em notas técnicas atuariais aprovadas pela Susep. A baixa da provisão é registrada pelo valor equivalente ao risco decorrido, ou seja, o saldo da provisão para sorteio a realizar representa os valores custeados dos sorteios ainda não realizados. Provisão de Sorteio a Pagar: é constituída pelos valores dos títulos contemplados em sorteios, atualizados monetariamente no período entre a data do sorteio e a efetiva liquidação. Teste de adequação de passivos - TAP Para as operações de seguro, resseguro e de previdência complementar, o Banco realiza o Teste de Adequação de Passivos conforme regras e procedimentos instituídos pela Circular Susep n.º 457/2012. O teste de adequação de passivos é realizado semestralmente e tem o objetivo de verificar se as provisões constituídas estão adequadas, devendo essa avaliação ser feita com o uso de estimativas correntes de fluxos de caixa futuros dos contratos. A metodologia utilizada considera a melhor estimativa de todos os fluxos de caixa futuros, levando em conta premissas de cancelamento, sinistralidade, longevidade, anuitização, outras despesas relacionadas às operações e as receitas inerentes ao negócio. Os fluxos de caixa são trazidos a valor presente segundo a Estrutura a Termo das Taxas de Juros - ETTJ publicada pela Susep, conforme as respectivas garantias oferecidas nos contratos em vigor. O teste realizado para a data-base de 31.12.2012 não apresentou insuficiência em quaisquer dos grupos de contratos de seguros, resseguros e previdência complementar. o) Ativos e Passivos Contingentes e Obrigações Legais O reconhecimento, a mensuração e a divulgação dos ativos e passivos contingentes e obrigações legais são efetuados de acordo com os critérios definidos pelo CPC 25 Provisões, Ativos Contingentes e Passivos Contingentes, aprovado pela Resolução CMN n.º 3.823/2009 (Nota 28). Os ativos contingentes são reconhecidos nas demonstrações contábeis somente quando da existência de evidências que propiciem a garantia de sua realização, usualmente representado pelo trânsito em julgado da ação e pela confirmação da capacidade de sua recuperação por recebimento ou compensação por outro exigível. Os passivos contingentes são reconhecidos nas demonstrações contábeis quando, baseado na opinião de assessores jurídicos e da Administração, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, com uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança, sendo quantificados quando da citação/notificação judicial e revisados mensalmente, da seguinte forma: Massificados: processos relativos às causas consideradas semelhantes e usuais, e cujo valor não seja considerado relevante, segundo parâmetro estatístico por grupo de ação, tipo de órgão legal (Juizado Especial Cível ou Justiça Comum) e reclamante. Para apuração do valor das obrigações nas ações de natureza trabalhista, são considerados os valores médios dos pagamentos de processos encerrados nos últimos 24 meses, corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Nas ações de natureza cível são considerados os valores médios dos pagamentos dos 39

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis processos encerrados nos últimos 24 meses e, nas ações referentes a planos econômicos, são considerados os valores médios dos pagamentos realizados nos últimos 24 meses. Individualizados: processos relativos às causas consideradas não usuais ou cujo valor seja considerado relevante sob a avaliação de assessores jurídicos. Considera-se o valor indenizatório pretendido, o valor provável de condenação, provas apresentadas e provas produzidas nos autos, jurisprudência sobre a matéria, subsídios fáticos levantados, decisões judiciais que vierem a ser proferidas na ação, classificação e grau de risco de perda da ação judicial. Os passivos contingentes, de mensuração individualizada, classificados como de perdas possíveis não são reconhecidos nas demonstrações contábeis, devendo ser apenas divulgados nas notas explicativas, e os classificados como remotos não requerem provisão e nem divulgação. As obrigações legais (fiscais e previdenciárias) são derivadas de obrigações tributárias previstas na legislação, independentemente da probabilidade de sucesso de processos judiciais em andamento, que têm os seus montantes reconhecidos integralmente nas demonstrações contábeis. p) Despesas Associadas a Captações de Recursos Nas operações de captação de recursos mediante emissão de títulos e valores mobiliários, as despesas associadas são apropriadas ao resultado de acordo com a fluência do prazo da operação e apresentadas como redutoras do passivo correspondente. q) Outros Ativos e Passivos Os demais ativos estão demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias e cambiais auferidas em base pro rata die e provisão para perda, quando julgada necessária. Os demais passivos demonstrados incluem os valores conhecidos e mensuráveis, acrescidos, quando aplicável, dos encargos e das variações monetárias e cambiais incorridos em base pro rata die. r) Lucro por Ação A divulgação do lucro por ação é efetuada de acordo com os critérios definidos na Deliberação CVM n.º 636/2010. O lucro básico por ação do Banco foi calculado dividindo-se o lucro líquido atribuível aos acionistas pelo número médio ponderado de ações ordinárias totais, excluídas as ações em tesouraria (Nota 24.e). s) Pronunciamentos Contábeis Recentemente Emitidos Por meio da Deliberação nº 695/2012, de 13.12.2012, a CVM recepcionou o pronunciamento técnico CPC 33(R1). As principais alterações são: i) exclusão da possibilidade de utilização do método do corredor; ii) os ganhos e perdas atuariais passam a ser reconhecidos integralmente como ativo ou passivo atuarial, tendo como contrapartida o patrimônio líquido (Ajustes de Avaliação Patrimonial). As remensurações do valor líquido de ativo ou passivo atuarial reconhecido contra ajustes de avaliação patrimonial não devem ser reclassificadas para o resultado no período subsequente; iii) a despesa/receita financeira do plano passa a ser reconhecida pelo valor líquido com base na taxa de desconto; iv) são incluídos novos requisitos de divulgação nas demonstrações contábeis; e v) o pronunciamento deve ser aplicado de forma retrospectiva, em conformidade com o CPC 23 Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro. A adoção do referido pronunciamento se aplica aos exercícios iniciados a partir de 01.01.2013. Caso a norma já estivesse vigente em 31.12.2012, haveria os seguintes efeitos nas demonstrações contábeis: 40

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Aumento/(Redução) no ativo atuarial (Aumento)/Redução no passivo fiscal diferido Plano 1 - Previ Plano Informal - Previ Plano de Associados - Cassi Outros Planos Total (4.441.209) -- -- 23.649 (4.417.560) 1.900.393 -- -- (10.119) 1.890.274 (Aumento) no passivo atuarial -- (109.101) (2.577.272) (719.062) (3.405.435) Aumento no ativo fiscal diferido -- 43.640 1.030.909 287.625 1.362.174 Efeito no patrimônio líquido (2.540.816) (65.461) (1.546.363) (417.907) (4.570.547) 5 Informações por Segmento As informações por segmento foram elaboradas considerando critérios utilizados pela Administração na avaliação de desempenho do segmento, na tomada de decisões quanto à alocação de recursos para investimento e outros fins, o ambiente regulatório e as semelhanças entre produtos e serviços. As operações do Banco estão divididas basicamente em cinco segmentos: bancário, investimentos, gestão de recursos, seguridade (seguros, previdência e capitalização) e meios de pagamento. Além desses, o Banco participa de outras atividades econômicas, tais como consórcios e suporte operacional, que foram agregadas em Outros Segmentos. As transações intersegmentos são praticadas em condições normais de mercado, substancialmente nos termos e condições para operações comparáveis, incluindo taxas de juros e garantias. Essas operações não envolvem riscos anormais de recebimento. a) Segmento Bancário Responsável pela parcela mais significativa do resultado do Banco, preponderantemente obtido no Brasil, compreende uma grande diversidade de produtos e serviços, tais como depósitos, operações de crédito, cartões, que são disponibilizados aos clientes por meio dos mais variados canais de distribuição situados no país e no exterior. As operações do segmento bancário abrangem os negócios com os mercados de varejo, atacado e governo, realizados por meio de rede e equipes de atendimento, e os negócios com microempreendedores e o setor informal realizados por intermédio de correspondentes bancários. b) Segmento de Investimentos Nesse segmento são realizados negócios no mercado de capitais doméstico, com atuação na intermediação e distribuição de dívidas no mercado primário e secundário, além de participações societárias e da prestação de serviços financeiros. O resultado da intermediação financeira do segmento é obtido por meio de receitas auferidas nas aplicações em títulos e valores mobiliários deduzidas das despesas de captação de recursos junto a terceiros. As participações acionárias existentes estão concentradas nas empresas coligadas e controladas. As receitas de prestação de serviços financeiros resultam de assessorias econômicofinanceiras, de underwriting de renda fixa e variável. c) Segmento de Gestão de Recursos Responsável essencialmente pelas operações, inerentes à compra, venda, e custódia de títulos e valores mobiliários, administração de carteiras e administração de fundos e clubes de investimento. As receitas são oriundas principalmente das comissões e taxas de administração cobradas dos investidores pela prestação desses serviços. d) Segmento de Seguros, Previdência e Capitalização Nesse segmento são oferecidos produtos e serviços relacionados a seguros de vida, patrimonial e automóvel, planos de previdência complementar e planos de capitalização. O resultado advém principalmente das receitas com prêmios de seguros emitidos, contribuições de planos de previdência, títulos de capitalização e aplicações em títulos e valores mobiliários, 41

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis deduzidas das despesas de comercialização, provisões técnicas e despesas com benefícios e resgates. e) Segmento de Meios de Pagamento Responsável pela prestação dos serviços de captura, transmissão, processamento e liquidação financeira de transações em meio eletrônico. As receitas são oriundas principalmente das comissões e taxas de administração cobradas dos estabelecimentos comerciais e bancários pela prestação dos serviços descritos no parágrafo anterior, além das rendas de aluguel, instalação e manutenção de terminais eletrônicos. f) Outros Segmentos Compreende os segmentos de suporte operacional e consórcios, que foram agregados por não serem individualmente representativos. Suas receitas são oriundas principalmente da prestação de serviços não contemplados nos segmentos anteriores, tais como: recuperação de créditos, administração de consórcios, desenvolvimento, fabricação, comercialização, aluguel e integração de equipamentos e sistemas de eletrônica digital, periféricos, programas, insumos e suprimentos de informática, além da intermediação de passagens aéreas, hospedagens e organização de eventos. 42

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Composição por segmento: 2º Semestre/2012 BB-Consolidado Bancário Investimentos Gestão de Recursos Seguros, Previdência e Capitalização Meios de Pagamento Outros Segmentos Transações Intersegmentos Total Receitas 63.536.553 653.748 625.695 3.306.771 1.367.145 814.852 (1.147.442) 69.157.322 Rendas de operações de crédito e arrendamento mercantil Resultado de operações com títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos Resultado de operações de câmbio e aplicações compulsórias Resultado financeiro de operações de seguros, previdência e capitalização 33.652.876 -- -- -- -- -- (144.690) 33.508.186 12.074.990 139.286 31.096 41.045 149.432 11.456 (182.912) 12.264.393 2.788.115 -- -- -- (9) 11 (11) 2.788.106 -- -- -- 1.421.332 -- -- 30.989 1.452.321 Rendas de prestação de serviços 5.077.749 277.651 410.820 542.766 1.191.410 543.035 (668.539) 7.374.892 Rendas com tarifas, taxas e comissões 3.193.601 16.562 178.531 -- -- -- -- 3.388.694 Resultado de participações em coligadas e controladas Resultado operacional com seguros, previdência e capitalização (95.427) 11.103 -- -- -- -- -- (84.324) -- -- -- 1.228.193 -- -- (3.360) 1.224.833 Outras receitas 6.844.649 209.146 5.248 73.435 26.312 260.350 (178.919) 7.240.221 Despesas (55.944.069) (378.476) (111.202) (2.182.238) (767.925) (704.712) 1.041.112 (59.047.510) Despesas de captação no mercado (24.225.997) (106.917) -- -- (1.222) (15.310) 184.832 (24.164.614) Despesas com operações de empréstimos, cessões, repasses e arrendamento mercantil Provisão/(Reversão) para créditos de liquidação duvidosa (3.173.084) -- -- -- (15) (38) -- (3.173.137) (6.938.015) 367 (6) -- 13 (18) -- (6.937.659) Atualização e juros de provisões técnicas -- -- -- (1.077.102) -- -- -- (1.077.102) Despesas de pessoal (8.166.040) (26.412) (29.933) (185.222) (82.294) (102.728) 3.028 (8.589.601) Outras despesas administrativas (6.168.127) (71.228) (13.437) (500.905) (125.680) (98.636) 635.287 (6.342.726) Depreciação (396.983) (1.306) -- (7.370) (8.753) (3.497) -- (417.909) Amortização do diferido (133.252) -- -- (13.547) (4.147) (1.548) -- (152.494) Amortização de ativos intangíveis (1.166.996) (3) -- -- (170) (50) -- (1.167.219) Operações de Venda ou de Transferência de Ativos Financeiros Resultado na avaliação do valor recuperável de ativos (37.290) -- -- -- -- -- -- (37.290) 2.026 -- -- -- (1.203) -- -- 823 Outras despesas (1) (5.540.311) (172.977) (67.826) (398.092) (544.454) (482.887) 217.965 (6.988.582) Lucro antes da tributação e (2) 7.592.484 275.272 514.493 1.124.533 599.220 110.140 (106.330) 10.109.812 participações Imposto de renda e contribuição social (3) (1.513.045) (54.770) (205.092) (386.976) (201.955) (31.167) 45.079 (2.347.926) sobre o lucro Participações no lucro (963.033) -- (259) (16.584) (1.084) (4.628) -- (985.588) Participação dos não controladores (81.292) -- -- -- -- (2) -- (81.294) Lucro Líquido (4) 5.035.114 220.502 309.142 720.973 396.181 74.343 (61.251) 6.695.004 Saldos Patrimoniais Ativos 1.084.778.159 6.180.755 921.453 69.427.954 4.654.755 4.095.177 (19.572.066) 1.150.486.189 Investimento em coligadas e controladas 12.689.935 2.559.159 72 522.588 -- -- (9.597.139) 6.174.615 Passivos 1.018.427.232 3.502.307 789.959 64.755.850 3.707.762 1.577.854 (8.344.742) 1.084.416.224 (1) Conforme normas do Banco Central do Brasil, desde janeiro de 2011, é reconhecida amortização de ágio (nota 14.c). No semestre, foram amortizados R$ 67.128 mil no segmento Seguros, Previdência e Capitalização. (2) Nas transações intersegmentos, o valor de R$ 106.330 mil refere-se à eliminação de resultado não realizado, sendo: R$ 103.000 mil referente à Ativos S.A. e R$ 3.330 mil da Cobra Tecnologia. (3) Foi ativado no BB-Consolidado o montante de R$ 45.079 mil (destacado nas transações intersegmentos) referente ao crédito tributário incidente sobre o resultado não realizado. (4) Nas transações intersegmentos, o valor de R$ 61.251 mil refere-se à eliminação do resultado não realizado líquido dos efeitos tributários. 43

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Exercício 2012 BB-Consolidado Bancário Investimentos Gestão de Recursos Seguros, Previdência e Capitalização Meios de Pagamento Outros Segmentos Transações Intersegmentos Total Receitas 129.810.332 1.165.787 1.250.870 6.414.990 2.533.195 1.553.089 (2.134.762) 140.593.501 Rendas de operações de crédito e arrendamento mercantil Resultado de operações com títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos Resultado de operações de câmbio e aplicações compulsórias Resultado financeiro de operações de seguros, previdência e capitalização 68.498.146 -- -- -- -- -- (242.886) 68.255.260 26.285.618 218.692 57.423 72.423 288.461 23.556 (398.610) 26.547.563 6.072.385 -- -- -- (115) (10) (22) 6.072.238 -- -- -- 2.829.919 -- -- 56.891 2.886.810 Rendas de prestação de serviços 10.102.472 507.699 815.613 998.288 2.197.747 1.033.561 (1.169.829) 14.485.551 Rendas com tarifas, taxas e comissões 6.187.671 33.353 364.590 -- -- -- -- 6.585.614 Resultado de participações em coligadas e controladas Resultado operacional com seguros, previdência e capitalização 230.212 32.393 -- 998 -- -- -- 263.603 -- -- -- 2.361.964 -- -- (12.851) 2.349.113 Outras receitas 12.433.828 373.650 13.244 151.398 47.102 495.982 (367.455) 13.147.749 Despesas (116.178.034) (726.372) (215.422) (4.318.896) (1.364.703) (1.301.663) 1.948.333 (122.156.757) Despesas de captação no mercado (51.230.961) (255.303) -- -- (1.222) (33.441) 408.795 (51.112.132) Despesas com operações de empréstimos, cessões, repasses e arrendamento mercantil Provisão/(Reversão) para créditos de liquidação duvidosa (8.901.417) -- -- -- (31) (73) -- (8.901.521) (13.873.844) 356 551 -- (64) 1.133 -- (13.871.868) Atualização e juros de provisões técnicas -- -- -- (2.132.244) -- -- -- (2.132.244) Despesas de pessoal (15.709.857) (50.089) (57.970) (354.273) (135.452) (201.587) 5.785 (16.503.443) Outras despesas administrativas (12.218.571) (98.902) (24.912) (964.112) (214.592) (205.890) 1.223.199 (12.503.780) Depreciação (924.750) (2.613) -- (14.611) (13.886) (6.944) -- (962.804) Amortização do diferido (173.456) -- -- (23.359) (5.097) (3.634) -- (205.546) Amortização de ativos intangíveis (2.336.780) (8) -- -- (3.914) (120) -- (2.340.822) Operações de Venda ou de Transferência de Ativos Financeiros Resultado na avaliação do valor recuperável de ativos (37.290) -- -- -- -- -- -- (37.290) 2.117 -- -- -- (6.291) -- -- (4.174) Outras despesas (1) (10.773.225) (319.813) (133.091) (830.297) (984.154) (851.107) 310.554 (13.581.133) Lucro antes da tributação e (2) 13.632.298 439.415 1.035.448 2.096.094 1.168.492 251.426 (186.429) 18.436.744 participações Imposto de renda e contribuição social (3) (2.595.261) (84.581) (417.468) (752.462) (397.558) (72.608) 79.354 (4.240.584) sobre o lucro Participações no lucro (1.776.606) -- (505) (36.634) (1.894) (19.623) -- (1.835.262) Participação dos não controladores (156.050) -- -- -- -- 272 -- (155.778) Lucro Líquido (4) 9.104.381 354.834 617.475 1.306.998 769.040 159.467 (107.075) 12.205.120 Saldos Patrimoniais Ativos 1.084.778.159 6.180.755 921.453 69.427.954 4.654.755 4.095.177 (19.572.066) 1.150.486.189 Investimento em coligadas e controladas 12.689.935 2.559.159 72 522.588 -- -- (9.597.139) 6.174.615 Passivos 1.018.427.232 3.502.307 789.959 64.755.850 3.707.762 1.577.854 (8.344.742) 1.084.416.224 (1) Conforme normas do Banco Central do Brasil, desde janeiro de 2011, é reconhecida amortização de ágio (nota 14.c). No exercício de 2012, foram amortizados R$ 160.504 mil no segmento Seguros, Previdência e Capitalização. (2) Nas transações intersegmentos, o valor de R$ 186.429 mil refere-se à eliminação de resultado não realizado, sendo: R$ 183.099 mil referente à Ativos S.A. e R$ 3.330 mil da Cobra Tecnologia. (3) Foi ativado no BB-Consolidado o montante de R$ 79.354 mil (destacado nas transações intersegmentos) referente ao crédito tributário incidente sobre o resultado não realizado. (4) Nas transações intersegmentos, o valor de R$ 107.075 mil refere-se à eliminação do resultado não realizado líquido dos efeitos tributários. 44

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Exercício 2011 BB-Consolidado Bancário Investimentos Gestão de Recursos Seguros, Previdência e Capitalização Meios de Pagamento Outros Transações Segmentos Intersegmentos Total Receitas 128.222.668 1.240.772 1.151.629 5.341.223 2.050.591 1.429.425 (2.311.930) 137.124.378 Rendas de operações de crédito e arrendamento mercantil Resultado de operações com títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos Resultado de operações de câmbio e aplicações compulsórias Resultado financeiro de operações de seguros, previdência e capitalização 64.458.664 300 -- -- -- -- (212.096) 64.246.868 29.301.292 273.856 87.223 44.319 228.996 27.407 (575.451) 29.387.642 6.857.220 -- -- -- (66) (64) 7 6.857.097 -- -- -- 2.404.644 -- -- 59.163 2.463.807 Rendas de prestação de serviços 9.042.305 373.072 891.180 495.767 1.739.525 980.614 (1.051.657) 12.470.806 Rendas com tarifas, taxas e comissões Resultado de participações em coligadas e controladas Resultado operacional com seguros, previdência e capitalização 5.579.578 34.399 156.793 -- -- -- -- 5.770.770 436.007 20.631 490 (2.249) -- -- -- 454.879 -- -- -- 2.237.199 -- -- 27.778 2.264.977 Outras receitas 12.757.148 538.514 15.943 161.543 82.136 421.468 (559.674) 13.417.078 Despesas (113.730.369) (794.750) (220.901) (3.759.638) (1.128.120) (1.067.861) 2.099.834 (118.601.805) Despesas de captação no mercado (54.430.764) (382.356) -- -- -- (44.033) 487.636 (54.369.517) Despesas com operações de empréstimos, cessões, repasses e arrendamento mercantil Provisão/(Reversão) para créditos de liquidação duvidosa Atualização e juros de provisões técnicas (8.842.864) -- -- -- (83) (122) -- (8.843.069) (11.976.368) (15) (104) -- 91 1.305 -- (11.975.091) -- -- -- (1.660.831) -- -- -- (1.660.831) Despesas de pessoal (14.272.512) (45.133) (52.581) (267.576) (96.446) (184.612) 6.285 (14.912.575) Outras despesas administrativas (9.771.831) (55.205) (24.138) (968.267) (219.490) (208.853) 1.168.966 (10.078.818) Depreciação (948.365) (2.427) -- (11.736) (11.192) (6.590) -- (980.310) Amortização do diferido (119.974) -- -- (22.514) (2.406) (5.045) -- (149.939) Amortização de ativos intangíveis (2.213.194) -- -- -- -- (159) -- (2.213.353) Resultado na avaliação do valor recuperável de ativos 3.119 -- -- -- (160) -- -- 2.959 Outras despesas (1) (11.157.616) (309.614) (144.078) (828.714) (798.434) (619.752) 436.947 (13.421.261) Lucro antes da tributação e (2) 14.701.845 446.022 930.728 1.581.585 922.471 361.564 (212.096) 18.732.119 participações Imposto de renda e contribuição (3) (3.382.131) (66.818) (370.866) (566.901) (305.956) (120.539) 90.756 (4.722.455) social sobre o lucro Participações no lucro (1.740.848) (21) (432) (22.793) (1.534) (24.915) -- (1.790.543) Participação dos não controladores (93.133) -- -- -- -- 2 -- (93.131) Lucro Líquido (4) 9.485.733 379.183 559.430 991.891 614.981 216.112 (121.340) 12.125.990 Saldos Patrimoniais Ativos 931.760.537 7.034.312 1.073.470 52.216.493 2.997.253 4.491.293 (18.343.451) 981.229.907 Investimento em coligadas e controladas 11.289.612 3.681.638 68 484.240 -- -- (8.617.573) 6.837.985 Passivos 873.167.951 3.832.020 947.641 48.293.129 2.368.896 1.984.794 (7.780.894) 922.813.537 (1) Conforme normas do Banco Central do Brasil, a partir de janeiro de 2011, foi reconhecida, no exercício de 2011, a amortização de ágio (nota 14.c) no valor de R$ 188.879 mil no segmento Seguros, Previdência e Capitalização. (2) Nas transações intersegmentos, o valor de R$ 212.096 mil refere-se à eliminação de resultado não realizado da Ativos S.A. (3) Foi ativado no BB-Consolidado o montante de R$ 90.756 mil (destacado nas transações intersegmentos) referente ao crédito tributário incidente sobre o resultado não realizado. (4) Nas transações intersegmentos, o valor de R$ 121.340 mil refere-se à eliminação do resultado não realizado líquido dos efeitos tributários. 45

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis 6 Caixa e Equivalentes de Caixa BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 Disponibilidades 11.189.103 9.227.217 12.310.731 10.034.370 Disponibilidades em moeda nacional 7.911.931 7.907.973 8.713.507 8.462.693 Disponibilidades em moeda estrangeira 3.277.172 1.319.244 3.577.404 1.554.778 Aplicações em ouro -- -- 19.820 16.899 Aplicações Interfinanceiras de Liquidez (1) 46.995.321 33.650.878 45.495.087 33.817.769 Aplicações no mercado aberto revendas a liquidar posição bancada 16.228.931 9.486.246 20.760.206 10.051.955 Aplicações em depósitos interfinanceiros 30.766.390 22.786.426 24.517.998 22.259.298 Aplicações em moeda estrangeira -- 1.378.206 216.883 1.506.516 Total de caixa e equivalentes de caixa 58.184.424 42.878.095 57.805.818 43.852.139 (1) Referem-se a operações com prazo original igual ou inferior a 90 dias. 7 Aplicações Interfinanceiras de Liquidez a) Composição BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 Aplicações no Mercado Aberto 181.893.599 132.234.087 189.513.953 139.032.202 Revendas a Liquidar Posição Bancada 16.228.931 9.486.246 22.009.970 13.543.025 Letras Financeiras do Tesouro -- 286 3.145.040 704.394 Letras do Tesouro Nacional 11.352.573 1.651.681 12.692.699 2.870.134 Notas do Tesouro Nacional 4.876.358 7.834.279 5.727.161 9.622.482 Outros títulos -- -- 445.070 346.015 Revendas a Liquidar Posição Financiada 165.664.668 122.747.841 167.261.653 125.489.177 Letras Financeiras do Tesouro 107.322.605 106.114.287 104.449.107 106.931.871 Letras do Tesouro Nacional 44.809.832 15.766.156 48.362.285 17.590.708 Notas do Tesouro Nacional 13.163.392 848.332 14.081.422 947.532 Outros títulos 368.839 19.066 368.839 19.066 Revendas a Liquidar Posição Vendida -- -- 242.330 -- Títulos públicos federais Tesouro Nacional -- -- 242.330 -- Aplicações em Depósitos Interfinanceiros 60.415.198 45.338.862 29.809.481 27.255.604 Total 242.308.797 177.572.949 219.323.434 166.287.806 Ativo circulante 220.109.792 160.955.700 205.206.911 149.233.680 Ativo não circulante 22.199.005 16.617.249 14.116.523 17.054.126 b) Rendas de Aplicações Interfinanceiras de Liquidez BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 2ºSem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 2ºSem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 Rendas de Aplicações no Mercado Aberto 6.851.793 14.134.309 13.713.582 7.151.460 14.753.915 14.572.708 Posição bancada 559.673 892.735 207.672 623.106 1.084.660 478.870 Posição financiada 6.292.120 13.241.574 13.505.910 6.521.329 13.652.899 14.003.370 Posição vendida -- -- -- 7.025 16.356 90.468 Rendas de Aplicações em Depósitos Interfinanceiros 962.906 1.887.440 1.392.409 225.664 504.605 546.255 Total 7.814.699 16.021.749 15.105.991 7.377.124 15.258.520 15.118.963 46

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis 8 Títulos e Valores Mobiliários TVM e Instrumentos Financeiros Derivativos IFD a) Títulos e Valores Mobiliários TVM 28/02/2013 11:52 Vencimento em Dias BB Banco Múltiplo 31.12.2012 31.12.2011 Valor de Mercado Total Total Sem vencimento 0-30 31-180 181-360 Acima de 360 Valor de custo Valor de mercado Marcação a mercado Valor de custo Valor de mercado Marcação a mercado 1 Títulos para Negociação -- 1.926.036 1.393.079 2.333.872 9.838.871 15.318.467 15.491.858 173.391 20.027.918 20.202.869 174.951 Títulos Públicos -- 1.926.036 1.380.194 2.304.567 9.838.871 15.276.361 15.449.668 173.307 19.944.448 20.119.421 174.973 Letras Financeiras do Tesouro -- -- 937.540 231.644 3.110.815 4.279.920 4.279.999 79 4.541.051 4.540.848 (203) Letras do Tesouro Nacional -- 262.472 442.654 2.072.923 6.138.837 8.769.437 8.916.886 147.449 8.147.166 8.277.711 130.545 Notas do Tesouro Nacional -- 1.663.564 -- -- 589.219 2.227.004 2.252.783 25.779 7.256.231 7.300.862 44.631 Títulos Privados -- -- 12.885 29.305 -- 42.106 42.190 84 83.470 83.448 (22) Debêntures -- -- 12.885 29.305 -- 42.106 42.190 84 82.979 82.956 (23) Ações -- -- -- -- -- -- -- -- 491 492 1 2 Títulos Disponíveis para Venda 169.205 1.276.864 8.472.818 8.497.385 62.470.370 79.959.346 80.886.642 927.296 75.653.601 76.229.099 575.498 Títulos Públicos -- 593.638 4.184.079 7.969.298 33.985.034 45.659.453 46.732.049 1.072.596 50.868.728 51.523.299 654.571 Letras Financeiras do Tesouro -- -- 3.352.568 5.830.322 18.800.072 27.982.783 27.982.962 179 37.882.160 37.878.949 (3.211) Letras do Tesouro Nacional -- 364.900 831.205 1.115.774 4.264.142 6.569.061 6.576.021 6.960 3.947.646 3.941.706 (5.940) Notas do Tesouro Nacional -- 209.704 -- -- 3.230.392 3.424.312 3.440.096 15.784 2.355.233 2.355.842 609 Títulos da Dívida Agrária -- 31 306 1.561 5.823 8.004 7.721 (283) 9.870 8.948 (922) Títulos da Dívida Externa Brasileira -- -- -- -- 3.792.818 2.927.616 3.792.818 865.202 2.740.420 3.312.955 572.535 Títulos de governos estrangeiros -- 19.003 -- 1.021.641 3.300.731 4.191.926 4.341.375 149.449 3.598.264 3.697.663 99.399 Outros -- -- -- -- 591.056 555.751 591.056 35.305 335.135 327.236-7.899 Títulos Privados 169.205 683.226 4.288.739 528.087 28.485.336 34.299.893 34.154.593 (145.300) 24.784.873 24.705.800-79.073 Debêntures -- -- 2.059.194 30.553 23.411.101 25.498.378 25.500.848 2.470 18.083.554 18.156.296 72.742 Notas promissórias -- 331.545 1.202.829 202.157 -- 1.738.009 1.736.531 (1.478) 3.133.697 3.129.503 (4.194) Cédulas de crédito bancário -- -- -- -- -- -- -- -- 20.308 20.179 (129) Cotas de fundos de investimentos 168.334 -- -- -- 817.729 1.107.374 986.063 (121.311) 1.050.867 921.921 (128.946) Ações 871 -- -- -- -- 857 871 14 79 42 (37) Cédulas de produto rural - commodities -- 45.270 586.402 295.377 5.859 932.261 932.908 647 550.620 548.803 (1.817) Certificados de depósito bancário -- 306.411 408.473 -- -- 714.642 714.884 242 646.514 646.815 301 Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio -- -- -- -- 43.856 43.082 43.856 774 -- -- -- Letras Financeiras -- -- -- -- 1.966.732 2.100.316 1.966.732 (133.584) -- -- -- Outros -- -- 31.841 -- 2.240.059 2.164.974 2.271.900 106.926 1.299.234 1.282.241-16.993 47

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Vencimento em Dias BB Banco Múltiplo 31.12.2012 31.12.2011 Valor de Mercado Total Total Sem vencimento 0-30 31-180 181-360 Acima de 360 Valor de custo Valor de mercado Marcação a mercado Valor de custo Valor de mercado Marcação a mercado 3 Títulos Mantidos até o Vencimento -- -- 59.468 3.980.058 388.912 4.534.365 4.428.438 (105.927) 7.911.771 7.743.430 (168.341) Títulos Públicos -- -- 59.468 3.980.058 211.120 4.245.359 4.250.646 5.287 7.610.557 7.615.908 5.351 Letras Financeiras do Tesouro -- -- -- 3.980.058 142.806 4.123.983 4.122.864 (1.119) 7.469.498 7.466.589 (2.909) Notas do Tesouro Nacional -- -- 26.643 -- -- 26.842 26.643 (199) 25.224 24.323 (901) Títulos da Dívida Externa Brasileira -- -- 32.825 -- 68.314 94.534 101.139 6.605 115.835 124.996 9.161 Títulos Privados -- -- -- -- 177.792 289.006 177.792 (111.214) 301.214 127.522 (173.692) Outros -- -- -- -- 177.792 289.006 177.792 (111.214) 301.214 127.522 (173.692) Total 169.205 3.202.900 9.925.365 14.811.315 72.698.153 99.812.178 100.806.938 994.760 103.593.290 104.175.398 582.108 BB Banco Múltiplo 31.12.2012 31.12.2011 Vencimento em Dias Sem vencimento Valor de Mercado Total Total 0-30 31-180 181-360 Acima de 360 Valor de custo Valor de mercado Marcação a mercado Valor de custo Valor de mercado Marcação a mercado Por Carteira 169.205 3.202.900 9.925.365 14.811.315 72.698.153 99.812.178 100.806.938 994.760 103.593.290 104.175.398 582.108 Carteira própria 169.205 3.202.900 5.865.660 5.409.405 40.369.309 54.348.104 55.016.479 668.375 45.795.878 45.883.998 88.120 Vinculados a compromissos de recompra -- -- 4.059.704 8.583.489 29.553.737 41.870.650 42.196.930 326.280 54.311.273 54.806.339 495.066 Vinculados ao Banco Central -- -- -- 16 51.443 51.490 51.459 (31) 47.490 47.422 (68) Vinculados à prestação de garantias -- -- 1 818.405 2.723.664 3.541.934 3.542.070 136 3.438.649 3.437.639 (1.010) 48

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis BB Banco Múltiplo 31.12.2012 31.12.2011 Vencimento em Anos Sem vencimento A vencer em até um ano Valor de Mercado Total Total A vencer entre 1 e 5 anos A vencer entre 5 e 10 anos A vencer após 10 anos Valor de custo Valor de mercado Valor de custo Valor de mercado Por Categoria 169.205 27.939.580 53.805.409 14.349.118 4.543.626 99.812.178 100.806.938 103.593.290 104.175.398 1 Títulos para negociação -- 5.652.985 9.735.073 103.799 -- 15.318.467 15.491.858 20.027.918 20.202.869 2 Títulos disponíveis para venda 169.205 18.247.069 43.846.607 14.242.758 4.381.004 79.959.346 80.886.642 75.653.601 76.229.099 3 Títulos mantidos até o vencimento -- 4.039.526 223.729 2.561 162.622 4.534.365 4.428.438 7.911.771 7.743.430 49

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis BB Banco Múltiplo 31.12.2012 31.12.2011 Valor Contábil Valor Contábil Circulante Não circulante Total Circulante Não circulante Total Por Carteira 37.949.042 62.963.823 100.912.865 38.042.296 66.301.443 104.343.739 Carteira própria 21.520.600 33.602.337 55.122.937 21.749.007 24.302.592 46.051.599 Vinculados a compromissos de recompra 15.598.409 26.597.913 42.196.322 16.208.777 38.598.302 54.807.079 Vinculados ao Banco Central 16 51.443 51.459 16 47.406 47.422 Vinculados à prestação de garantias 830.017 2.712.130 3.542.147 84.496 3.353.143 3.437.639 BB Banco Múltiplo 31.12.2012 31.12.2011 Por Categoria Títulos para negociação 15.491.858 15% 20.202.869 19% Títulos disponíveis para venda 80.886.642 80% 76.229.099 73% Títulos mantidos até o vencimento 4.534.365 5% 7.911.771 8% Valor contábil da carteira 100.912.865 100% 104.343.739 100% Marcação a mercado da categoria 3 (105.927) (168.341) Valor de mercado da carteira 100.806.938 104.175.398 50

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis BB Consolidado Vencimento em Dias 31.12.2012 31.12.2011 Valor de Mercado Total Total Sem vencimento 0-30 31-180 181-360 Acima de 360 Valor de custo Valor de mercado Marcação a mercado Valor de custo Valor de mercado Marcação a mercado 1 Títulos para Negociação 4.499.617 7.750.681 6.755.559 4.567.766 51.137.694 72.401.254 74.711.317 2.310.063 61.652.443 63.257.425 1.604.982 Títulos Públicos 121.024 6.556.796 5.778.747 3.767.328 40.787.004 54.950.295 57.010.899 2.060.604 47.821.152 48.771.949 950.797 Letras Financeiras do Tesouro -- 385.938 3.190.016 591.874 6.689.617 10.859.168 10.857.445 (1.723) 11.124.859 11.126.040 1.181 Letras do Tesouro Nacional -- 619.940 1.118.809 2.769.578 18.653.982 22.556.667 23.162.309 605.642 13.073.931 13.317.793 243.862 Notas do Tesouro Nacional -- 2.696.347 1.342.708 -- 14.728.714 17.322.364 18.767.769 1.445.405 19.582.402 20.059.523 477.121 Títulos da Dívida Agrária -- 87 825 1.087 122.457 124.457 124.456 (1) 230.447 230.933 486 Títulos da Dívida Externa Brasileira -- -- 9.792 20.052 62.421 92.731 92.265 (466) 61.236 62.265 1.029 Títulos de governos estrangeiros 2.136 63.163 80.480 1.486 457.540 557.993 604.805 46.812 419.552 527.209 107.657 Outros 118.888 2.791.321 36.117 383.251 72.273 3.436.915 3.401.850 (35.065) 3.328.725 3.448.186 119.461 Títulos Privados 4.378.593 1.193.885 976.812 800.438 10.350.690 17.450.959 17.700.418 249.459 13.831.291 14.485.476 654.185 Debêntures 6.918 195.470 135.041 232.825 4.622.913 5.085.316 5.193.167 107.851 3.578.465 4.028.063 449.598 Notas promissórias -- -- 122.772 -- -- 122.772 122.772 -- 84.330 84.330 -- Cédulas de Crédito Bancário -- -- -- -- -- -- -- -- 5.170.748 5.172.907 2.159 Ações 1.997.071 603 -- -- -- 1.944.733 1.997.674 52.941 1.607.857 1.476.955 (130.902) Cotas de fundos de investimentos 2.347.774 685.705 7.499 13 153.127 3.127.306 3.194.118 66.812 2.078.705 2.299.756 221.051 Cédulas de produto rural-commodities -- 9.678 61.564 30.830 83.423 182.332 185.495 3.163 200.993 208.303 7.310 Certificados de depósito bancário -- 302.409 606.682 386.531 737.349 2.025.777 2.032.971 7.194 256.264 279.937 23.673 Eurobonds -- 16 22.447 31.499 139.970 193.235 193.932 697 94.965 93.032 (1.933) Letras Financeiras -- -- -- 37.052 179.358 216.294 216.410 116 -- -- -- Outros 26.830 4 20.807 81.688 4.434.550 4.553.194 4.563.879 10.685 758.964 842.193 83.229 51

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Vencimento em Dias BB Consolidado 31.12.2012 31.12.2011 Valor de Mercado Total Total Sem vencimento 0-30 31-180 181-360 Acima de 360 Valor de custo Valor de mercado Marcação a mercado Valor de custo Valor de mercado Marcação a mercado 2 - Títulos Disponíveis para Venda 997.713 1.951.390 9.079.022 9.108.574 74.184.718 93.906.515 95.321.417 1.414.902 87.718.978 88.385.009 666.031 Títulos Públicos 52.652 1.212.468 4.331.663 8.334.301 41.983.950 54.534.638 55.915.034 1.380.396 57.249.922 57.987.459 737.537 Letras Financeiras do Tesouro -- 127.426 3.352.568 5.830.322 18.801.136 28.111.273 28.111.452 179 37.899.363 37.896.131 (3.232) Letras do Tesouro Nacional -- 777.174 904.960 1.236.600 9.692.324 12.525.695 12.611.058 85.363 6.521.962 6.505.823 (16.139) Notas do Tesouro Nacional -- 288.322 72.272 -- 5.647.692 5.856.605 6.008.286 151.681 5.382.028 5.405.085 23.057 Títulos da Dívida Agrária -- 543 918 4.817 17.355 22.928 23.633 705 16.309 15.726 (583) Títulos da Dívida Externa Brasileira -- -- 945 -- 3.923.846 2.997.832 3.924.791 926.959 2.804.722 3.422.109 617.387 Títulos de governos estrangeiros -- 19.003 -- 1.262.562 3.301.738 4.430.206 4.583.303 153.097 4.262.119 4.364.639 102.520 Outros 52.652 -- -- -- 599.859 590.099 652.511 62.412 363.419 377.946 14.527 Títulos Privados 945.061 738.922 4.747.359 774.273 32.200.768 39.371.877 39.406.383 34.506 30.469.056 30.397.550 (71.506) Debêntures -- -- 2.181.812 34.014 24.894.910 27.072.620 27.110.736 38.116 19.312.246 19.387.871 75.625 Notas promissórias -- 349.684 1.402.269 212.913 -- 1.966.340 1.964.866 (1.474) 3.264.269 3.260.067 (4.202) Cédulas de crédito bancário -- -- -- -- -- -- -- -- 92.566 92.438 (128) Cotas de fundos de investimentos 172.647 -- -- -- 2.263.761 2.405.101 2.436.408 31.307 3.745.464 3.672.635 (72.829) Ações 770.339 -- -- -- -- 769.166 770.339 1.173 882.916 872.974 (9.942) Cédulas de produto rural commodities -- 76.128 649.266 364.335 17.326 1.106.304 1.107.055 751 550.620 548.803 (1.817) Certificados de depósito bancário -- 306.411 414.348 1.200 22.419 744.097 744.378 281 646.514 646.815 301 Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio -- -- -- -- 43.856 43.082 43.856 774 -- -- -- Letras Financeiras -- -- -- 58.191 2.026.926 2.218.730 2.085.117 (133.613) -- -- -- Eurobonds -- -- -- 25.510 425.083 445.278 450.593 5.315 416.328 399.728 (16.600) Outros 2.075 6.699 99.664 78.110 2.506.487 2.601.159 2.693.036 91.877 1.558.133 1.516.219 (41.914) 3 Títulos Mantidos até o Vencimento -- 146.855 214.939 4.014.198 8.576.689 12.909.853 12.952.681 42.828 15.190.739 15.051.003 (139.736) Títulos Públicos -- 119.922 214.939 4.014.198 8.243.618 12.440.041 12.592.677 152.636 14.802.618 14.836.574 33.956 Letras Financeiras do Tesouro -- -- -- 3.980.058 148.664 4.129.837 4.128.722 (1.115) 7.469.498 7.466.589 (2.909) Notas do Tesouro Nacional -- 110.144 158.753 -- 7.396.059 7.520.837 7.664.956 144.119 7.114.983 7.140.757 25.774 Letras do Tesouro Nacional -- 9.778 23.360 34.133 630.580 694.825 697.851 3.026 102.285 104.215 1.930 Títulos da Dívida Agrária -- -- -- 7 -- 7 7 -- -- -- -- Títulos da Dívida Externa Brasileira -- -- 32.826 -- 68.315 94.535 101.141 6.606 115.835 124.996 9.161 Outros -- -- -- -- -- -- -- -- 17 17 -- Títulos Privados -- 26.933 -- -- 333.071 469.812 360.004 (109.808) 388.121 214.429 (173.692) Debêntures -- -- -- -- 18.690 17.282 18.690 1.408 -- -- -- Certificados de depósito bancário -- 26.933 -- -- 136.589 163.523 163.522 (1) -- -- -- Outros -- -- -- -- 177.792 289.007 177.792 (111.215) 388.121 214.429 (173.692) Total 5.497.330 9.848.926 16.049.520 17.690.538 133.899.101 179.217.622 182.985.415 3.767.793 164.562.160 166.693.437 2.131.277 52

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis BB Consolidado 31.12.2012 31.12.2011 Valor de Mercado Total Total Vencimento em Dias Sem vencimento 0-30 31-180 181-360 Acima de 360 Valor de custo Valor de mercado Marcação a mercado Valor de custo Valor de mercado Marcação a mercado Por Carteira 5.497.330 9.848.926 16.049.520 17.690.538 133.899.101 179.217.622 182.985.415 3.767.793 164.562.160 166.693.437 2.131.277 Carteira própria 5.497.330 9.788.207 10.569.207 7.462.304 94.323.449 124.479.982 127.640.497 3.160.515 101.318.515 102.934.070 1.615.555 Vinculados a compromissos de recompra -- 4.523 5.173.138 9.166.031 35.154.644 48.913.095 49.498.336 585.241 57.834.094 58.348.256 514.162 Vinculados ao Banco Central -- -- -- 16 51.443 51.490 51.459 (31) 47.490 47.422 (68) Vinculados à prestação de garantias -- 56.196 307.175 1.062.187 4.371.200 5.773.055 5.796.758 23.703 5.362.061 5.363.689 1.628 Provisão para desvalorizações de títulos livres -- -- -- -- (1.635) -- (1.635) (1.635) -- -- -- BB Consolidado 31.12.2012 31.12.2011 Valor de Mercado Total Total Vencimento em Anos Sem vencimento A vencer em até um ano A vencer entre 1 e 5 anos A vencer entre 5 e 10 anos A vencer após 10 anos Valor de custo Valor de mercado Valor de custo Valor de mercado Por Categoria 5.497.330 43.588.984 109.213.325 18.001.026 6.684.750 179.217.622 182.985.415 164.562.160 166.693.437 1 Títulos para negociação 4.499.617 19.074.006 49.281.725 1.762.534 93.435 72.401.254 74.711.317 61.652.443 63.257.425 2 Títulos disponíveis para venda 997.713 20.138.986 51.888.092 16.081.574 6.215.052 93.906.515 95.321.417 87.718.978 88.385.009 3 Títulos mantidos até o vencimento -- 4.375.992 8.043.508 156.918 376.263 12.909.853 12.952.681 15.190.739 15.051.003 53

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis BB-Consolidado 31.12.2012 31.12.2011 Valor contábil Valor contábil Circulante Não circulante Total Circulante Não circulante Total Por Carteira 58.896.368 124.046.219 182.942.587 82.503.105 84.330.068 166.833.173 Carteira própria 40.160.278 87.403.656 127.563.934 65.381.143 39.439.392 104.820.535 Vinculados a compromissos de recompra 17.298.906 32.233.089 49.531.995 16.599.145 40.002.383 56.601.528 Vinculados ao Banco Central 16 51.443 51.459 16 47.406 47.422 Vinculados à prestação de garantias Provisão para desvalorizações de títulos livres 1.437.168 4.359.666 5.796.834 522.801 4.840.887 5.363.688 -- (1.635) (1.635) -- -- -- BB-Consolidado 31.12.2012 31.12.2011 Por Categoria Títulos para negociação 74.711.317 41% 63.257.425 38% Títulos disponíveis para venda 95.321.417 52% 88.385.009 53% Títulos mantidos até o vencimento 12.909.853 7% 15.190.739 9% Valor contábil da carteira 182.942.587 100% 166.833.173 100% Marcação a mercado da categoria 3 42.828 (139.736) Valor de mercado da carteira 182.985.415 166.693.437 b) Resultado de Operações com Títulos e Valores Mobiliários BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 Aplicações interfinanceiras de liquidez (Nota 7.b) 7.814.699 16.021.749 15.105.991 7.377.124 15.258.520 15.118.963 Títulos de renda fixa 3.892.882 8.475.403 10.999.120 5.160.139 10.829.235 12.873.139 Títulos de renda variável 213.516 1.645.826 2.492.931 341.205 1.894.293 2.856.560 Total 11.921.097 26.142.978 28.598.042 12.878.468 27.982.048 30.848.662 c) Reclassificação de Títulos e Valores Mobiliários Não houve reclassificação de títulos e valores mobiliários nos exercícios findos em 31.12.2012 e 31.12.2011. d) Instrumentos Financeiros Derivativos IFD O Banco do Brasil se utiliza de Instrumentos Financeiros Derivativos para gerenciar, de forma consolidada, suas posições e atender às necessidades dos seus clientes, classificando as posições próprias em destinadas a hedge (de risco de mercado e de risco de fluxo de caixa) e negociação, ambas com limites e alçadas no Banco. A estratégia de hedge das posições patrimoniais está em consonância com as análises macroeconômicas e é aprovada pelo Conselho Diretor. No mercado de opções, as posições ativas ou compradas têm o Banco como titular, enquanto que as posições passivas ou vendidas têm o Banco como lançador. Os modelos utilizados no gerenciamento dos riscos com derivativos são revistos periodicamente e as tomadas de decisões observam a melhor relação risco/retorno, estimando possíveis perdas com base na análise de cenários macroeconômicos. 54

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis O Banco conta com ferramentas e sistemas adequados ao gerenciamento dos Instrumentos Financeiros Derivativos. A negociação de novos derivativos, padronizados ou não, é condicionada à prévia análise de risco. A avaliação do risco das subsidiárias é feita individualmente e o gerenciamento de forma consolidada. O Banco utiliza metodologias estatísticas e simulação para mensurar os riscos de suas posições, inclusive em derivativos, utilizando modelos de valor em risco, de sensibilidade e análise de estresse. Riscos Os principais riscos, inerentes aos Instrumentos Financeiros Derivativos, decorrentes dos negócios do Banco e de suas subsidiárias são os de crédito, de mercado, de liquidez e operacional. Risco de crédito se traduz pela exposição a perdas no caso de inadimplência de uma contraparte no cumprimento de sua parte na operação. A exposição ao risco de crédito nos contratos futuros é minimizada devido à liquidação diária em dinheiro. Os contratos de swaps, registrados na Cetip, estão sujeitos ao risco de crédito caso a contraparte não tenha capacidade ou disposição para cumprir suas obrigações contratuais, enquanto que os contratos de swaps registrados na BM&FBovespa não estão sujeitos ao mesmo risco, tendo em vista que as operações do Banco nessa bolsa possuem a mesma como garantidora. A exposição de crédito em swap totalizou R$ 683.971 mil (R$ 989.363 mil em 31.12.2011). As operações de swap contratadas associadas à operação de captação e/ou aplicação no montante de R$ 114.172 mil (R$ 131.172 mil em 31.12.2011) estão registradas pelos valores atualizados conforme a variação incorrida dos respectivos indexadores (curva), e não são avaliados pelo valor de mercado, conforme facultado pela Circular Bacen n.º 3.150/2002. Risco de mercado é a possibilidade de perdas causadas por mudanças no comportamento das taxas de juros e de câmbio nos preços de ações e de commodities. Risco de liquidez de mercado é a possibilidade de perda decorrente da incapacidade de realizar uma transação em tempo razoável e sem perda significativa de valor, devido ao tamanho da transação em relação ao volume via de regra negociado. Risco operacional denota a probabilidade de perdas financeiras decorrentes de falhas ou inadequação de pessoas, processos e sistemas, ou de fatores, tais como catástrofes ou atividades criminosas. 55

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Composição da Carteira de Derivativos por Indexador BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado Por Indexador 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 Valor de referência Valor de custo Valor de mercado Valor de referência Valor de custo Valor de mercado Valor de referência Valor de custo Valor de mercado Valor de referência Valor de custo Valor de mercado Contratos de Futuros Compromissos de Compra 12.298.127 -- -- 10.820.921 -- -- 25.829.761 -- -- 48.657.214 -- -- DI (1) 3.151.687 -- -- 1.061.535 -- -- 8.235.604 -- -- 31.920.368 -- -- Moedas 9.009.438 -- -- 9.270.291 -- -- 10.122.399 -- -- 9.412.815 -- -- T-Note -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- Índice -- -- -- -- -- -- 129.028 -- -- 26.289 -- -- Cupom cambial 130.879 -- -- -- -- -- 7.219.578 -- -- 6.629.056 -- -- Libor -- -- -- 113.703 -- -- -- -- -- 374.882 -- -- Commodities 6.123 -- -- 374.882 -- -- 21.055 -- -- 4.953 -- -- SCC (2) -- -- -- 510 -- -- 102.097 -- -- 288.851 -- -- Compromissos de Venda 7.824.835 -- -- 16.929.787 -- -- 46.314.994 -- -- 56.534.961 -- -- DI (1) 6.083.688 -- -- 14.802.495 -- -- 35.202.008 -- -- 47.328.215 -- -- Moedas 519.964 -- -- 57.330 -- -- 2.717.229 -- -- 384.140 -- -- T-Note -- -- -- -- -- -- 172.242 -- -- 165.294 -- -- Índice 5.661 -- -- -- -- -- 11.918 -- -- 17.997 -- -- BGI (3) -- -- -- -- -- -- -- -- -- 48 -- -- Cupom cambial 391.527 -- -- 121.403 -- -- 7.264.532 -- -- 6.385.422 -- -- Libor 775.919 -- -- 1.900.317 -- -- 775.919 -- -- 1.900.317 -- -- Commodities 48.076 -- -- 48.242 -- -- 69.416 -- -- 65.198 -- -- SCC (2) -- -- -- -- -- -- 101.730 -- -- 288.330 -- -- Operações a Termo Posição Ativa 4.956.386 126.937 144.917 4.396.569 313.507 406.283 4.976.836 147.389 165.468 4.408.996 314.288 407.388 Termo de título -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- Termo de moeda 4.932.949 125.674 144.173 4.395.087 313.417 406.090 4.953.396 146.121 164.720 4.407.514 314.198 407.195 Termo de mercadoria 23.437 1.263 744 1.482 90 193 23.440 1.268 748 1.482 90 193 Posição Passiva 5.033.403 (254.151) (112.251) 3.895.747 (401.673) (218.134) 5.053.850 (274.598) (133.121) 3.908.174 (402.141) (371.496) Termo de título -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- Termo de moeda 5.012.151 (251.465) (108.742) 3.876.452 (396.463) (214.262) 5.032.598 (271.912) (129.612) 3.888.879 (396.931) (367.624) Termo de mercadoria 21.252 (2.686) (3.509) 19.295 (5.210) (3.872) 21.252 (2.686) (3.509) 19.295 (5.210) (3.872) (1) Depósitos Interfinanceiros. (2) Swap cambial com ajuste periódico. (3) Contratos futuros de boi gordo. 56

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado Por Indexador 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 Valor de referência Valor de custo Valor de mercado Valor de referência Valor de custo Valor de mercado Valor de referência Valor de custo Valor de mercado Valor de referência Valor de custo Valor de mercado Contratos de Opções (1) 3.011.309 (1.218.030) (1.309.199) 2.221.406 (692.676) (765.525) 28.331.053 (1.258.135) (1.345.157) 237.550.891 (1.699.950) (1.751.209) De Compra Posição Comprada -- -- -- 156.370 5.231 13.516 2.616.595 54.999 35.042 95.686.518 145.528 237.983 Moeda estrangeira -- -- -- 156.370 5.231 13.516 2.374.145 27.799 10.576 1.776.275 92.221 191.575 Mercado interfinanceiro -- -- -- -- -- -- -- -- -- 12 67 -- Índice DI -- -- -- -- -- -- -- -- -- 93.063.775 15.722 3 Opções flexíveis -- -- -- -- -- -- 127.284 8.918 5.066 805.996 36.475 45.593 Ações -- -- -- -- -- -- 83.000 2.471 2.419 12.255 256 274 Commodities -- -- -- -- -- -- -- -- -- 385 12 1 Outros -- -- -- -- -- -- 32.166 15.811 16.981 27.820 775 537 De Venda Posição Comprada -- -- -- 156.556 5.503 159 9.308.148 18.005 25.281 32.660.372 26.815 16.967 Moeda estrangeira -- -- -- 156.370 5.500 159 1.576.416 3.773 8.223 1.381.121 16.244 2.303 Mercado interfinanceiro -- -- -- -- -- -- -- -- -- 6 56 550 Índice DI -- -- -- -- -- -- 7.300.000 5.051 7.763 31.149.000 7.238 13.254 Opções flexíveis -- -- -- -- -- -- 96.040 2.583 3.386 25.031 508 197 Ações -- -- -- -- -- -- 330.249 6.570 5.890 76.657 2.532 398 Commodities -- -- -- 186 3 -- 243 3 4 186 3 -- Outros -- -- -- -- -- -- 5.200 25 15 28.371 234 265 De Compra Posição Vendida 1.324.902 (70.661) (198.119) 224.406 (43.036) (106.928) 5.349.227 (158.713) (268.322) 66.835.621 (529.172) (624.645) Moeda estrangeira 6.362 (369) (71) 187.255 (6.390) (14.724) 3.361.794 (38.546) (17.792) 3.213.968 (103.160) (188.062) Mercado interfinanceiro -- -- -- -- -- -- -- -- -- 173 (3.082) -- Pré-fixados 1.318.001 (70.214) (198.033) 36.579 (36.579) (92.175) 1.318.001 (70.214) (198.032) 341.433 (363.888) (419.484) Índice DI -- -- -- -- -- -- -- -- -- 62.706.550 (7.011) (2) Opções flexíveis -- -- -- -- -- -- 392.478 (42.450) (44.400) 515.284 (50.425) (16.039) Ações -- -- -- -- -- -- 259.250 (6.444) (6.857) 48.363 (863) (585) Commodities 539 (78) (15) 572 (67) (29) 539 (78) (15) 4.090 (484) (264) Outros -- -- -- -- -- -- 17.165 (981) (1.226) 5.760 (259) (209) De Venda Posição Vendida 1.686.407 (1.147.369) (1.111.080) 1.684.074 (660.374) (672.272) 11.057.083 (1.172.426) (1.137.158) 42.368.380 (1.343.121) (1.381.514) Moeda estrangeira 7.152 (123) (161) 166.304 (5.805) (179) 1.665.321 (7.596) (12.594) 2.135.010 (19.752) (932) Mercado interfinanceiro -- -- -- -- -- -- -- -- -- 170 (1.869) (27.128) Pré-fixados 1.318.001 (1.138.412) (1.107.965) 642.201 (642.201) (669.108) 1.318.001 (1.138.412) (1.107.965) 1.203.083 (1.279.274) (1.299.343) Índice DI -- -- -- -- -- -- 7.299.000 (4.674) (7.019) 37.534.200 (5.166) (41.783) Opções flexíveis -- -- -- -- -- -- 153.404 (6.145) (1.813) 527.454 (22.793) (7.553) 57

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Ações -- -- -- -- -- -- 254.050 (6.664) (4.751) 13.000 (129) (169) Commodities 361.254 (8.834) (2.954) 875.569 (12.368) (2.985) 361.807 (8.874) (2.980) 881.935 (13.052) (3.574) Outros -- -- -- -- -- -- 5.500 (61) (36) 73.528 (1.086) (1.032) (1) A variação do valor de referência verificada no BB-Consolidado decorre do vencimento de contratos de opções e negociação com clientes do Banco Votorantim. BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado Por Indexador 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 Valor de referência Valor de custo Valor de mercado Valor de referência Valor de custo Valor de mercado Valor de referência Valor de Valor Valor de mercado custo de referência Valor de custo Valor de mercado Contratos de Swaps Posição Ativa 10.609.346 186.844 353.327 6.701.476 135.438 243.722 18.420.272 651.860 1.055.188 13.062.879 597.538 586.395 DI 3.586.875 84.766 85.664 655.188 61.836 80.870 4.341.764 126.744 128.608 2.142.200 148.970 105.012 Moeda estrangeira 3.866.850 28.909 93.639 1.213.604 38.840 44.766 5.932.540 293.855 344.943 3.117.221 246.810 155.595 Pré-fixado 3.122.623 70.498 168.792 4.813.230 31.629 113.959 4.740.658 90.318 196.447 5.609.269 102.891 193.808 IPCA 32.998 2.671 5.232 19.454 3.133 4.127 2.564.763 53.472 244.207 1.145.831 25.378 47.747 IGPM -- -- -- -- -- -- 394.552 59.514 110.472 533.702 53.303 65.835 Commodities -- -- -- -- -- -- 1.246 4 161 501 8.217 19 Outros -- -- -- -- -- -- 444.749 27.953 30.350 514.155 11.969 18.379 Posição Passiva 9.374.401 (418.890) (679.220) 11.087.323 (485.385) (664.715) 15.714.678 (601.099) (1.278.313) 17.932.498 (756.780) (1.030.868) DI 2.879.964 (51.334) (51.989) 382.305 (48.577) (57.518) 3.035.137 (65.814) (64.510) 1.555.655 (77.685) (86.700) Moeda estrangeira 2.940.202 (181.162) (274.150) 5.631.972 (375.879) (428.098) 3.558.735 (115.185) (217.616) 6.054.431 (399.665) (390.030) Pré-fixado 3.546.697 (186.206) (352.956) 4.794.242 (57.564) (175.754) 5.446.677 (217.599) (442.458) 6.607.473 (66.181) (211.733) TMS -- -- -- 278.804 (3.365) (3.345) -- -- -- 278.804 (3.365) (3.345) TR 7.538 (188) (125) -- -- -- 13.490 (1.297) (1.769) 5.952 (679) (1.150) IGPM -- -- -- -- -- -- 266.650 (50.081) (88.323) 393.635 (45.454) (57.719) IPCA -- -- -- -- -- -- 3.323.836 (150.303) (460.973) 2.316.169 (161.053) (251.758) Commodities -- -- -- -- -- -- 369 (4) (10) 1.211 (6) (169) Outros -- -- -- -- -- -- 69.784 (816) (2.654) 719.168 (2.692) (28.264) Outros Instrumentos Financeiros Derivativos Posição Ativa Moeda estrangeira 5.449.357 60.598 66.581 747.487 25.830 35.099 8.251.772 51.583 126.618 2.032.592 25.827 125.359 Posição Passiva Moeda estrangeira 3.353.018 (57.912) (68.325) 3.466.916 (169.264) (178.426) 4.613.640 (58.263) (618.265) 3.999.095 (164.651) (194.059) 58

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Composição da Carteira de Derivativos por vencimento (valor referencial) BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 0 30 31-180 181-360 Acima de 360 31.12.2012 31.12.2011 0 30 31-180 181-360 Acima de 360 31.12.2012 31.12.2011 Contratos futuros 1.409.860 9.892.122 695.440 8.125.540 20.122.962 27.750.708 8.159.411 20.398.253 9.498.125 34.088.966 72.144.755 105.192.175 Contratos a termo 2.358.994 5.127.902 1.835.099 667.794 9.989.789 8.292.316 2.360.981 5.154.621 1.846.875 668.209 10.030.686 8.317.170 Contratos de opções 3.458 568.763 193.768 2.245.320 3.011.309 2.221.406 19.800.588 5.233.824 805.557 2.491.084 28.331.053 237.550.891 Contratos de swaps 1.104.965 7.660.404 2.551.355 8.667.023 19.983.747 17.788.799 1.680.396 11.779.069 3.684.524 16.990.961 34.134.950 30.995.377 Derivativos de crédito -- -- -- -- -- -- 1.917.836 - - - 1.917.836 2.039.539 Outros (1) 6.234.285 1.079.382 1.225.778 262.930 8.802.375 4.214.403 7.270.623 3.150.239 1.864.748 579.802 12.865.412 6.031.687 (1) Referem-se, essencialmente, a contratos a termo de moeda sem entrega física, apenas com liquidação financeira (Non Deliverable Foward). O NDF é operado em mercado de balcão e tem como objeto a taxa de câmbio de uma determinada moeda. Composição da Carteira de Derivativos por valor referencial, local de negociação e contraparte (31.12.2012) BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado Futuros Termo Opções Swap Outros Futuros Termo Opções Swap Derivativos de crédito Outros BM&FBovespa 19.347.043 -- 3.011.309 -- -- 71.368.836 -- 28.331.053 -- -- -- Balcão Instituições financeiras 775.919 -- -- 11.678.592 8.802.375 775.919 40.894 -- 22.632.381 1.917.836 9.627.136 Cliente -- 9.989.789 -- 8.305.155 -- -- 9.989.792 -- 11.502.569 -- 3.238.276 Composição da Carteira de Derivativos de Crédito BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 Valor de referência Valor de mercado Valor de referência Valor de mercado Valor de referência Valor de mercado Valor de referência Valor de mercado Posição Ativa Risco Transferido -- -- -- -- 1.563.278 6.983 1.861.338 22.608 Swaps de créditos derivativos com bancos -- -- -- -- 1.563.278 6.983 1.861.338 22.608 Posição Passiva Risco Recebido -- -- -- -- 354.558 (4.303) 178.201 (18.073) Swaps de créditos derivativos com bancos -- -- -- -- 354.558 (4.303) 178.201 (18.073) 59

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis A carteira de derivativos de crédito é composta exclusivamente de operações de compra e venda realizadas pelo Banco Votorantim. Atualmente é composta por clientes cujo risco é classificado como grau de investimento e, como contraparte, figuram os principais líderes internacionais de mercado destas operações. Para a venda de proteção é aprovado limite de crédito, tanto para o cliente risco quanto para a contraparte, conforme as alçadas e fóruns dos comitês de crédito. Aloca-se limite de crédito para o cliente risco pelo valor de referência (notional) do derivativo, considerando os valores depositados em garantia. Para a compra de proteção, opera-se em carteira de trading com cliente risco soberano, principalmente da República Federativa do Brasil. Nesse caso, considera-se a exposição potencial futura para alocar limite da contraparte. A carteira de derivativos de crédito não gerou impactos na Parcela Referente às Exposições Ponderadas por Fator de Risco (PEPR), para apuração do Índice de Basileia do Banco, uma vez que as informações do Banco Votorantim deixaram de ser incluídas no cálculo, conforme determinação do Bacen (Nota 29.f). Composição da Margem Dada em Garantia de Operações com Instrumentos Financeiros Derivativos BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 Letras Financeiras do Tesouro 1.638.888 2.553.252 1.682.541 2.575.122 Notas do Tesouro Nacional -- -- 822.035 337.150 Letras do Tesouro Nacional -- -- 904.178 895.916 Títulos de governos estrangeiros -- -- 240.922 666.279 Eurobonds -- -- 56.196 4.836 Outros -- -- 187.703 -- Total 1.638.888 2.553.252 3.893.575 4.479.303 60

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Composição da Carteira de Derivativos Designados para Hedge BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 Hedge de Risco de Mercado Instrumentos de Hedge Ativo 387.089 352.295 5.663.119 10.776.038 Futuro -- -- 3.811.931 6.991.760 Swap 387.089 352.295 1.851.188 2.068.382 Opções -- -- -- 1.715.896 Passivo -- -- 23.334.672 26.580.744 Futuro -- -- 21.277.102 24.451.844 Swap -- -- 2.057.570 1.195.548 Opções -- -- -- 933.352 Itens Objeto de Hedge Ativo -- -- 25.306.775 22.368.654 Operações de crédito -- -- 22.023.528 19.359.558 Títulos e valores mobiliários -- -- 2.173.596 224.204 Operações de arrendamento mercantil -- -- 927.891 1.827.441 Investimentos externos -- -- 181.760 360.021 Outros ativos -- -- -- 597.430 Passivo 387.261 352.199 5.014.884 4.040.513 Outros passivos 387.261 352.199 5.014.884 4.040.513 Hedge de Fluxo de Caixa Instrumentos de Hedge Ativo -- -- -- -- Swap -- -- -- -- Passivo -- -- (275.376) -- Empréstimo - Bonds (Principal) -- -- (275.376) -- Itens Objeto de Hedge Ativo -- -- 181.760 -- Investimentos Externos -- -- 181.760 -- O Banco, para se proteger de eventuais oscilações nas taxas de juros e de câmbio dos seus instrumentos financeiros, contratou operações de derivativos para compensar os riscos decorrentes das exposições às variações no valor de mercado. As operações de hedge foram avaliadas como efetivas, de acordo com o estabelecido na Circular Bacen n. 3.082/2002, cuja comprovação da efetividade do hedge corresponde ao intervalo de 80% a 125%. Ganhos e perdas no resultado dos instrumentos de hedge e dos objetos de hedge BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 Perdas dos itens objeto de hedge (12.536) (36.253) (22.779) (1.948.797) (2.682.508) (2.416.199) Ganhos dos instrumentos de hedge -- 18.932 25.615 1.913.130 2.659.181 2.420.493 Efeito Líquido (12.536) (17.321) 2.836 (35.667) (23.327) 4.294 Ganhos dos itens objeto de hedge -- -- 4.285 1.679.877 2.991.250 2.457.216 Perda dos instrumentos de hedge (10.351) (10.351) (6.208) (1.691.928) (2.947.269) (2.372.996) Efeito Líquido (10.351) (10.351) (1.922) (12.052) 43.980 84.220 61

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Instrumentos Financeiros Derivativos Segregados em Circulante e Não Circulante BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 Circulante Não circulante Circulante Não circulante Circulante Não circulante Circulante Não circulante Ativo Operações de termo 129.535 15.382 384.210 22.073 149.879 15.589 385.292 22.096 Mercado de opções -- -- 13.675 -- 60.167 156 249.220 5.730 Contratos de swaps 113.429 239.898 120.393 123.329 239.819 815.369 315.432 270.963 Derivativos de crédito -- -- -- -- 6.983 -- 22.608 -- Outros instrumentos financeiros derivativos 65.898 683 35.099 -- 94.397 32.221 94.532 30.827 Total 308.862 255.963 553.377 145.402 551.245 863.335 1.067.084 329.616 Passivo Operações de termo (100.550) (11.701) (191.565) (26.569) (121.221) (11.900) (344.927) (26.569) Mercado de opções (184.542) (1.124.656) (779.200) -- (259.585) (1.145.895) (1.984.894) (21.265) Contratos de swaps (296.216) (383.004) (366.335) (298.380) (326.893) (951.420) (553.594) (477.274) Derivativos de crédito -- -- -- -- (4.303) -- (18.073) -- Outros instrumentos financeiros derivativos (65.313) (3.012) (173.151) (5.275) (613.521) (4.744) (188.392) (5.667) Total (646.621) (1.522.373) (1.510.251) (330.224) (1.325.523) (2.113.959) (3.089.880) (530.775) 62

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis e) Resultado com Instrumentos Financeiros Derivativos BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 Swap 810 (46.771) (594.112) (14.535) (114.805) (754.955) Termo (17.049) 158.167 35.748 (18.502) 165.754 39.282 Opções (55.995) (130.375) (101.374) (63.627) (99.060) (58.785) Futuro (308.107) (333.390) 214.348 (488.215) (1.220.599) (489.760) Derivativos de crédito -- -- -- 6.870 18.575 20.303 Outros 32.972 (129.940) (69.762) (36.066) (184.350) (217.105) Total (347.369) (482.309) (515.152) (614.075) (1.434.485) (1.461.020) f) Ajustes de Avaliação Patrimonial de TVM e Derivativos Reconhecidos no Patrimônio Líquido Exercício/2012 Exercício/2011 Saldo inicial Movimentação Efeito Tributário Saldo Final Saldo inicial Movimentação Efeito Tributário Saldo Final Títulos Disponíveis para Venda Banco do Brasil (60.124) (141.730) 61.493 (140.361) (27.161) (54.938) 21.975 (60.124) Agências e Subsidiárias no exterior (1) 741.662 527.402 (1.981) 1.267.083 385.068 355.830 764 741.662 Coligadas e controladas 42.304 416.500 (166.600) 292.204 109.528 (112.040) 44.816 42.304 Hedge de Fluxo de Caixa Coligadas e controladas -- 1.914 (486) 1.428 -- -- -- -- Total 723.842 804.086 (107.574) 1.420.354 467.435 188.852 67.555 723.842 (1) Não contém efeito tributário sobre a marcação a mercado de títulos e valores mobiliários de agências e subsidiárias no exterior em virtude da isenção fiscal da agência Grand Cayman. 9 Relações Interfinanceiras a) Créditos Vinculados BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 Depósitos compulsórios no Banco Central do Brasil 79.509.305 90.736.391 80.097.865 93.659.856 Exigibilidade adicional sobre depósitos 27.451.495 34.766.271 27.618.289 36.003.271 Depósitos a prazo 16.305.833 23.265.337 16.660.511 24.886.309 Depósitos de poupança 20.361.605 17.291.294 20.361.605 17.291.294 Depósitos à vista 15.152.436 13.421.937 15.216.673 13.484.505 Recursos do crédito rural (1) -- 1.991.552 -- 1.991.552 Recursos de microfinanças 237.936 -- 240.787 2.925 Sistema Financeiro da Habitação 2.042.906 1.925.807 2.042.906 1.925.807 Fundo de compensação de variações salariais 2.153.301 2.038.805 2.153.301 2.038.805 Provisão para perdas em créditos vinculados (117.467) (117.587) (117.467) (117.587) Demais 7.072 4.589 7.072 4.589 Tesouro Nacional - Crédito Rural 179.284 124.194 179.284 124.194 Total 81.731.495 92.786.392 82.320.055 95.709.857 Ativo circulante 81.708.213 92.785.842 82.296.773 95.709.307 Ativo não circulante 23.282 550 23.282 550 (1) Referem-se aos recursos recolhidos ao Bacen em virtude de não terem sido aplicados no crédito rural (Nota 10.a), conforme Resolução CMN n.º 3.745/2009. Os recursos foram objeto de suprimento especial pelo Bacen e mantidos no Banco, sendo registrados em Obrigações por Empréstimos e Repasses (Nota 18.b). 63

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis b) Resultado das Aplicações Compulsórias BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 Créditos Vinculados ao Banco Central do Brasil 2.404.571 5.665.803 6.735.294 2.437.604 5.791.333 7.066.582 Exigibilidade adicional sobre depósitos 1.154.788 2.768.794 3.435.153 1.167.837 2.821.995 3.576.244 Exigibilidade sobre recursos a prazo 683.346 1.751.003 2.100.507 703.330 1.823.332 2.290.704 Depósitos de poupança 566.437 1.146.006 1.149.675 566.437 1.146.006 1.149.675 Recursos do Crédito Rural -- -- 49.959 -- -- 49.959 Créditos Vinculados ao Sistema Financeiro da Habitação Créditos Vinculados ao Tesouro Nacional - Crédito Rural 55.476 112.401 144.010 55.476 112.401 144.010 11.736 21.231 20.722 11.736 21.231 20.722 Total 2.471.783 5.799.435 6.900.026 2.504.816 5.924.965 7.231.314 10 Operações de Crédito a) Carteira por Modalidade BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 Operações de Crédito 454.725.025 364.757.302 490.234.505 397.267.032 Empréstimos e títulos descontados 205.452.570 163.356.402 221.272.727 175.977.806 Financiamentos 124.302.502 100.983.128 143.435.719 120.279.127 Financiamentos rurais e agroindustriais 112.092.156 92.769.092 112.263.199 93.207.757 Financiamentos imobiliários 12.787.651 7.647.830 13.157.380 7.801.492 Financiamento de infraestrutura e desenvolvimento 733 850 16.067 850 Operações de crédito vinculadas a cessões 89.413 -- 89.413 -- Outros Créditos com Características de Concessão de Crédito 32.980.668 22.146.945 33.426.898 22.657.460 Operações com cartão de crédito 16.084.427 12.473.666 16.084.427 12.473.666 Adiantamentos sobre contratos de câmbio (1) 10.905.389 9.399.692 11.351.558 9.773.934 Outros créditos vinculados a operações adquiridas 5.673.953 -- 5.673.953 -- Avais e fianças honrados 107.456 76.698 107.503 76.698 Diversos 209.443 196.889 209.457 333.162 Operações de Arrendamento Mercantil 12.288 29.981 2.010.667 3.064.082 Total da Carteira de Crédito 487.717.981 386.934.228 525.672.070 422.988.574 Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa (18.867.399) (17.236.001) (21.210.060) (19.014.978) (Provisão para operações de crédito) (18.346.070) (16.680.638) (20.521.819) (18.221.987) (Provisão para outros créditos) (521.329) (555.363) (560.327) (579.788) (Provisão para arrendamento mercantil) -- -- (127.914) (213.203) Total da Carteira de Crédito Líquido de Provisões 468.850.582 369.698.227 504.462.010 403.973.596 (1) Os adiantamentos sobre contratos de câmbio estão registrados como redutor de outras obrigações. 64

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis b) Receitas de Operações de Crédito BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 Receitas de operações de crédito 29.180.126 58.982.243 55.075.090 32.391.100 66.100.359 61.997.797 Empréstimos e títulos descontados 18.893.523 38.376.962 35.291.190 20.231.033 41.020.567 37.626.250 Financiamentos 4.128.117 8.308.722 8.468.184 5.675.495 12.001.244 12.457.722 Financiamentos rurais e agroindustriais 3.436.468 6.838.370 6.238.552 3.447.669 6.863.885 6.293.490 Recuperação de créditos baixados como prejuízo 1.713.150 3.405.429 3.416.496 1.889.276 3.747.662 3.644.134 Financiamentos de Moedas Estrangeiras 344.128 803.098 760.169 354.515 832.168 789.669 Financiamentos habitacionais 460.702 847.106 514.601 463.718 852.581 517.802 Adiantamento sobre contratos de câmbio 159.746 324.385 317.052 285.063 683.069 644.018 Avais e fianças honrados 7.738 12.183 11.397 7.813 12.278 11.436 Demais 36.554 65.988 57.449 36.518 86.905 13.276 Receitas de arrendamento mercantil (Nota 10.i) 9.942 19.961 21.996 903.487 1.871.395 2.249.071 Total 29.190.068 59.002.204 55.097.086 33.294.587 67.971.754 64.246.868 c) Carteira por Setores de Atividade Econômica BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 31.12.2012 % 31.12.2011 % 31.12.2012 % 31.12.2011 % Setor Público 12.794.555 2,4 8.407.541 2,0 12.897.819 2,1 8.552.773 1,8 Governo 5.525.808 1,0 2.622.326 0,6 5.525.808 0,9 2.622.436 0,5 Administração Direta 5.162.687 1,0 2.246.205 0,5 5.162.687 0,9 2.246.315 0,5 Administração Indireta 363.121 -- 376.121 0,1 363.121 -- 376.121 -- Atividades empresariais 7.268.747 1,4 5.785.215 1,4 7.372.011 1,2 5.930.337 1,3 Grupo BB -- -- 27.971 -- -- -- -- -- Indústria 3.000.276 0,6 3.851.259 1,0 3.075.975 0,5 3.993.601 0,9 Intermediários financeiros 187.291 -- 115.824 -- 201.729 -- 119.866 -- Outros serviços 4.081.180 0,8 1.790.161 0,4 4.094.307 0,7 1.816.870 0,4 Setor Privado 474.923.426 97,6 378.526.687 98,0 512.774.251 97,9 414.435.801 98,2 Rural 86.444.098 17,8 67.637.241 17,6 86.615.273 16,5 68.075.906 16,2 Indústria 149.117.457 30,6 120.174.341 31,2 156.878.959 29,9 126.983.669 30,2 Comércio 56.117.868 11,6 43.766.553 11,3 59.820.066 11,4 47.120.937 11,3 Intermediários financeiros 6.686.888 1,4 777.872 0,2 7.076.867 1,4 796.931 0,1 Pessoas físicas 100.634.343 20,7 91.342.604 23,6 120.195.271 22,9 111.154.868 26,2 Habitação 10.105.762 2,1 6.003.224 1,5 10.187.997 2,0 6.073.590 1,4 Outros serviços 65.817.010 13,4 48.824.852 12,6 71.999.818 13,8 54.229.900 12,8 Total 487.717.981 100,0 386.934.228 100,0 525.672.070 100,0 422.988.574 100,0 65

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis d) Carteira por Níveis de Risco e Prazos de Vencimento BB-Banco Múltiplo Operações em Curso Normal Parcelas Vincendas AA A B C D E F G H 31.12.2012 31.12.2011 01 a 30 11.415.733 8.210.959 14.641.307 2.756.538 625.568 106.131 22.451 25.332 108.535 37.912.554 28.978.557 31 a 60 9.934.675 5.417.756 8.273.320 1.615.771 311.337 90.669 16.500 16.696 72.801 25.749.525 18.968.317 61 a 90 10.176.045 3.570.456 5.916.644 934.985 190.620 50.690 23.606 11.184 50.057 20.924.287 15.302.656 91 a 180 19.357.378 9.998.177 17.626.405 3.844.958 701.304 208.983 49.808 46.404 224.223 52.057.640 40.341.939 181 a 360 22.592.543 17.462.232 31.510.694 6.184.079 1.211.092 394.275 108.116 88.496 388.677 79.940.204 68.438.414 Acima de 360 Parcelas Vencidas 88.866.984 60.526.535 82.097.741 16.431.120 4.196.601 1.653.136 448.374 510.460 3.383.633 258.114.584 202.969.680 Até 14 dias 115.825 123.536 230.227 106.648 39.187 20.773 5.860 5.091 18.816 665.963 575.726 Demais (1) 753.042 -- -- -- -- -- -- -- -- 753.042 972.236 Subtotal 163.212.225 105.309.651 160.296.338 31.874.099 7.275.709 2.524.657 674.715 703.663 4.246.742 476.117.799 376.547.525 (1) Operações com risco de terceiros vinculadas a fundos e programas governamentais, principalmente Pronaf, Procera, FAT, BNDES e FCO. Está incluído o valor das parcelas vencidas no total de R$ 60.214 mil, que obedecem a regras definidas em cada programa para o ressarcimento junto aos gestores dos fundos, não implicando risco de crédito para o Banco. Operações em Curso Anormal AA A B C D E F G H 31.12.2012 31.12.2011 Parcelas Vincendas 01 a 30 -- -- 64.499 97.889 54.937 41.086 37.271 53.523 266.777 615.982 508.949 31 a 60 -- -- 30.494 43.444 25.924 32.297 29.604 42.232 170.064 374.059 290.069 61 a 90 -- -- 19.920 31.039 21.486 25.354 23.908 32.905 130.688 285.300 265.223 91 a 180 -- -- 58.446 92.072 62.611 73.218 72.989 96.214 383.636 839.186 738.815 181 a 360 -- -- 94.153 139.214 103.042 136.999 113.234 154.427 665.644 1.406.713 1.369.451 Acima de 360 -- -- 189.342 274.863 295.554 360.621 350.711 411.614 2.364.040 4.246.745 3.813.031 Parcelas Vencidas 01 a 14 -- -- 5.505 17.087 12.097 11.053 10.303 16.650 60.205 132.900 117.636 15 a 30 -- -- 88.326 53.601 16.157 22.517 17.288 29.902 98.425 326.216 335.304 31 a 60 -- -- 4.558 137.006 34.610 43.162 35.026 64.792 203.032 522.186 460.885 61 a 90 -- -- 2 2.136 65.564 50.996 45.156 50.552 214.930 429.336 361.491 91 a 180 -- -- -- 1.217 3.854 68.950 109.820 120.982 542.018 846.841 646.393 181 a 360 -- -- -- 1 2.711 5.495 9.234 80.602 898.169 996.212 980.108 Acima de 360 -- -- -- -- -- 1 2.735 4.455 571.315 578.506 499.348 Subtotal -- -- 555.245 889.569 698.547 871.749 857.279 1.158.850 6.568.943 11.600.182 10.386.703 Total 163.212.225 105.309.651 160.851.583 32.763.668 7.974.256 3.396.406 1.531.994 1.862.513 10.815.685 487.717.981 386.934.228 66

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis BB-Consolidado Operações em Curso Normal AA A B C D E F G H 31.12.2012 31.12.2011 Parcelas Vincendas 01 a 30 11.556.169 12.214.226 14.912.059 2.871.292 644.648 111.808 25.645 27.500 119.821 42.483.168 30.980.179 31 a 60 10.282.109 6.429.171 8.697.147 1.688.353 330.803 96.875 17.854 18.639 76.941 27.637.892 20.544.143 61 a 90 10.529.425 4.370.222 6.068.535 1.011.873 206.051 53.290 24.761 12.886 53.951 22.330.994 16.810.701 91 a 180 20.169.614 12.499.716 18.143.820 4.297.424 743.745 217.424 57.501 51.000 234.013 56.414.257 44.507.211 181 a 360 23.455.115 20.488.097 32.357.067 6.473.750 1.325.985 410.328 115.753 100.173 407.366 85.133.634 73.826.615 Acima de 360 Parcelas Vencidas Até 14 dias 91.663.674 69.465.407 85.603.950 17.237.796 4.298.011 1.861.907 476.118 537.738 3.427.285 274.571.886 219.530.645 125.662 155.217 236.332 109.145 43.377 21.488 5.950 5.230 22.243 724.644 1.274.057 Demais (1) 753.273 -- -- -- -- -- -- -- -- 753.273 973.219 Subtotal 168.535.041 125.622.056 166.018.910 33.689.633 7.592.620 2.773.120 723.582 753.166 4.341.620 510.049.748 408.446.770 (1) Operações com risco de terceiros vinculadas a fundos e programas governamentais, principalmente Pronaf, Procera, FAT, BNDES e FCO. Está incluído o valor das parcelas vencidas no total de R$ 60.214 mil, que obedecem a regras definidas em cada programa para o ressarcimento junto aos gestores dos fundos, não implicando risco de crédito para o Banco. Operações em Curso Anormal AA A B C D E F G H 31.12.2012 31.12.2011 Parcelas Vincendas 01 a 30 -- -- 100.202 128.008 72.004 51.070 43.955 61.592 306.158 762.989 646.826 31 a 60 -- -- 65.490 73.469 42.714 42.374 36.373 50.275 206.754 517.449 422.135 61 a 90 -- -- 51.892 59.818 37.221 34.757 30.208 40.387 164.661 418.944 393.221 91 a 180 -- -- 152.347 170.325 107.343 99.833 90.656 116.741 479.642 1.216.887 1.096.468 181 a 360 -- -- 256.077 274.946 179.915 182.761 144.144 189.389 829.999 2.057.231 1.997.344 Acima de 360 Parcelas Vencidas -- -- 580.448 583.695 457.626 465.035 427.806 489.747 2.760.094 5.764.451 5.659.019 01 a 14 -- -- 12.639 36.551 26.649 21.613 18.498 24.365 103.688 244.003 251.690 15 a 30 -- -- 155.801 84.342 33.866 35.258 30.057 45.128 130.857 515.309 437.915 31 a 60 -- -- 11.951 182.457 53.875 53.116 42.339 73.075 242.652 659.465 594.737 61 a 90 -- -- 20 8.388 87.860 61.538 52.101 58.379 254.731 523.017 456.147 91 a 180 -- -- 1.109 3.587 13.732 87.684 128.826 150.238 666.397 1.051.573 826.181 181 a 360 -- -- 34 83 3.733 9.384 16.681 92.219 1.125.492 1.247.626 1.202.980 Acima de 360 -- -- 4 20 37 92 2.917 4.627 635.681 643.378 557.141 Subtotal -- -- 1.388.014 1.605.689 1.116.575 1.144.515 1.064.561 1.396.162 7.906.806 15.622.322 14.541.804 Total 168.535.041 125.622.056 167.406.924 35.295.322 8.709.195 3.917.635 1.788.143 2.149.328 12.248.426 525.672.070 422.988.574 67

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis e) Constituição da Provisão para Operações de Crédito por Níveis de Risco BB-Banco Múltiplo 31.12.2012 31.12.2011 Nível de Risco % Provisão Valor das Operações Provisão mínima requerida Provisão Adicional (1) Provisão Existente Valor das Operações Provisão mínima requerida Provisão Adicional (1) Provisão Existente AA 0 163.212.225 -- -- -- 112.730.571 -- -- -- A 0,5 105.309.651 526.548 87.116 613.664 81.453.282 407.266 72.325 479.591 B 1 160.851.583 1.608.516 13 1.608.529 138.786.166 1.387.862 49 1.387.911 C 3 32.763.668 982.910 90.361 1.073.271 31.016.579 930.497 198.431 1.128.928 D 10 7.974.256 797.426 83.728 881.154 7.545.984 754.598 172.766 927.364 E 30 3.396.406 1.018.922 384.887 1.403.809 3.148.988 944.696 747.614 1.692.310 F 50 1.531.994 765.997 226.245 992.242 1.461.928 730.964 356.606 1.087.570 G 70 1.862.513 1.303.759 175.286 1.479.045 1.475.298 1.032.709 184.186 1.216.895 H 100 10.815.685 10.815.685 -- 10.815.685 9.315.432 9.315.432 -- 9.315.432 Total 487.717.981 17.819.763 1.047.636 18.867.399 386.934.228 15.504.024 1.731.977 17.236.001 (1) Refere-se à provisão adicional ao mínimo requerido pela Resolução CMN n.º 2.682/1999, constituída a partir da experiência da Administração, mediante aplicação de teste de estresse sobre a carteira de crédito, considerando o histórico de inadimplência das operações, alinhada com a boa prática bancária. BB-Consolidado 31.12.2012 31.12.2011 Nível de Risco % Provisão Valor das Operações Provisão mínima requerida Provisão Adicional (1) Provisão Existente Valor das Operações Provisão mínima requerida Provisão Adicional (1) Provisão Existente AA 0 168.535.041 -- -- -- 118.935.314 -- -- -- A 0,5 125.622.056 628.110 172.058 800.168 102.693.791 513.469 74.523 587.992 B 1 167.406.924 1.674.069 13 1.674.082 142.909.626 1.429.096 1.212 1.430.308 C 3 35.295.322 1.058.860 90.361 1.149.221 32.610.628 978.319 198.485 1.176.804 D 10 8.709.195 870.920 90.333 961.253 8.299.338 829.934 176.676 1.006.610 E 30 3.917.635 1.175.291 401.486 1.576.777 3.724.019 1.117.206 763.390 1.880.596 F 50 1.788.143 894.072 226.245 1.120.317 1.762.626 881.313 357.465 1.238.778 G 70 2.149.328 1.504.530 175.286 1.679.816 1.811.761 1.268.233 184.186 1.452.419 H 100 12.248.426 12.248.426 -- 12.248.426 10.241.471 10.241.471 -- 10.241.471 Total 525.672.070 20.054.278 1.155.782 21.210.060 422.988.574 17.259.041 1.755.937 19.014.978 (1) Refere-se à provisão adicional ao mínimo requerido pela Resolução CMN n.º 2.682/1999, constituída a partir da experiência da Administração, mediante aplicação de teste de estresse sobre a carteira de crédito, considerando o histórico de inadimplência das operações, alinhada com a boa prática bancária. f) Movimentação da Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa Compreende as operações de crédito, arrendamento mercantil e outros créditos com características de concessão de crédito. BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 Saldo Inicial 17.938.957 17.236.001 16.499.018 20.340.145 19.014.978 17.314.731 Reforço/(reversão) 5.625.803 11.110.720 10.065.243 6.922.752 13.952.236 11.827.192 Provisão mínima requerida 6.060.973 11.795.061 10.099.080 7.287.755 14.552.391 11.837.069 Provisão adicional (435.170) (684.341) (33.837) (365.003) (600.155) (9.877) Variação cambial provisões no exterior 2.417 7.041 4.332 (3.416) 14.115 1.241 Baixas para prejuízo (4.699.778) (9.486.363) (9.332.592) (6.049.421) (11.786.561) (10.183.060) Valores adicionados (1) -- -- -- -- 15.292 54.874 Saldo Final 18.867.399 18.867.399 17.236.001 21.210.060 21.210.060 19.014.978 (1) Referem-se aos saldos originados do Banco Patagonia, no exercício de 2011, e do Eurobank, no exercício de 2012. 68

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis g) Movimentação da Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa Compreende as provisões para outros créditos sem características de concessão de crédito. BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 Saldo Inicial 840.549 938.612 808.015 1.007.310 1.084.733 881.992 Reforço/(reversão) 1.819 (102.565) 136.419 14.907 (80.368) 147.899 Variação cambial provisões no exterior 70 239 133 (2.421) (1.641) 1.684 Baixas para prejuízo /outros ajustes (154) 5.998 (5.955) (103.953) (86.881) 51.625 Valores adicionados (1) -- -- -- -- -- 1.533 Saldo Final 842.284 842.284 938.612 915.844 915.844 1.084.733 (1) Referem-se aos saldos originados do Banco Patagonia. h) Carteira de Arrendamento Mercantil Financeiro por Prazo de Vencimento BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 Até 1 ano (1) 11.811 18.942 1.216.647 1.659.973 De 1 a 5 anos 477 11.039 788.012 1.395.455 Acima de 5 anos -- -- 6.008 8.654 Total Valor Presente 12.288 29.981 2.010.667 3.064.082 (1) Inclui os valores relativos às parcelas vencidas. i) Resultado das Operações de Arrendamento Mercantil BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 Receitas de Arrendamento Mercantil 9.942 19.961 21.996 903.487 1.871.395 2.249.071 Arrendamento financeiro 9.942 19.961 21.996 903.487 1.871.395 2.249.071 Despesas de Arrendamento Mercantil (9.132) (17.692) (17.058) (827.656) (1.525.315) (1.633.241) Arrendamento financeiro (9.132) (17.692) (17.058) (825.133) (1.520.838) (1.630.642) Arrendamento operacional -- -- -- (58) (116) (116) Prejuízo na alienação de bens arrendados -- -- -- (2.465) (4.361) (2.483) Total 810 2.269 4.938 75.831 346.080 615.830 j) Concentração das Operações de Crédito BB-Banco Múltiplo 31.12.2012 % da carteira 31.12.2011 % da carteira 10 maiores devedores 34.666.327 7,1 29.837.569 7,7 50 maiores devedores seguintes 44.172.624 9,1 33.549.790 8,7 100 maiores devedores seguintes 28.708.264 5,9 23.769.858 6,1 69

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis k) Créditos Renegociados BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 Créditos renegociados no período (1) 16.228.324 32.276.944 24.312.877 18.207.261 36.006.290 29.313.212 Renegociados por atraso (2) 1.047.789 2.380.155 2.174.333 1.334.771 2.817.198 2.656.501 Renovados (3) 15.180.535 29.896.789 22.138.544 16.872.490 33.189.092 26.656.711 Movimento créditos renegociados por atraso Saldo Inicial 5.629.820 5.223.638 4.507.020 6.473.222 6.039.018 4.973.546 Contratações (2) 1.047.789 2.380.155 2.174.333 1.334.771 2.817.198 2.656.501 Recebimento e apropriação de juros 211.830 (6.863) (40.623) 151.828 (112.673) (112.131) Baixas para prejuízo (628.725) (1.336.216) (1.417.092) (694.146) (1.477.868) (1.478.898) Saldo Final 6.260.714 6.260.714 5.223.638 7.265.675 7.265.675 6.039.018 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 Montante dos créditos renegociados por atraso (4) 6.260.714 5.223.638 7.265.676 6.039.018 Provisão para créditos da carteira renegociada por atraso 4.329.824 3.774.167 4.553.265 3.924.637 (%) PCLD sobre a carteira 69,2% 72,3% 62,7% 65,0% Inadimplência 90 dias da carteira renegociada por atraso 988.573 846.719 1.114.266 954.282 (%) Inadimplência sobre a carteira 15,8% 16,2% 15,3% 15,8% (1) Representa o saldo renegociado no período das operações de crédito, vincendas ou em atraso, utilizando internet, terminal de autoatendimento ou rede de agências. (2) Créditos renegociados no período para composição de dívidas em virtude de atraso no pagamento pelos clientes. (3) Créditos renegociados de operações não vencidas para prorrogação, novação, concessão de nova operação para liquidação parcial ou integral de operação anterior ou qualquer outro tipo de acordo que implique alteração nos prazos de vencimento ou nas condições de pagamento originalmente pactuadas. (4) Inclui o valor de R$ 24.643 mil no Banco Múltiplo (R$ 22.503 mil em 31.12.2011) referente a créditos rurais renegociados. Não está incluído o valor de R$ 5.250.608 mil (R$ 5.671.920 mil em 31.12.2011) dos créditos prorrogados da carteira rural com amparo em legislação específica. l) Informações Complementares BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 Créditos contratados a liberar 141.468.432 119.395.981 138.611.766 111.974.517 Garantias prestadas (1) 10.974.691 7.345.903 15.927.569 12.604.492 Créditos de exportação confirmados 1.604.942 1.032.833 1.634.685 1.037.372 Créditos abertos para importação contratados 604.173 437.833 713.220 505.697 Recursos vinculados (2) 1.307.462 628.848 1.352.710 1.093.251 Operações de crédito vinculadas (2) 1.219.553 901.043 1.219.553 969.511 (1) O Banco mantém provisão registrada em Outras Obrigações Diversas (Nota 20.e) no montante de R$ 139.787 mil no BB-Banco Múltiplo (R$ 111.760 mil em 31.12.2011) e R$ 144.244 mil no BB-Consolidado (R$ 115.624 mil em 31.12.2011), apurada conforme Resolução CMN n.º 2.682/1999. (2) Em 31.12.2012, não há operações inadimplentes e nem questionamento judicial sobre operações ativas vinculadas ou sobre os recursos captados para aplicação nestas operações. Em conformidade com a Resolução 680/2011 do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador - Codefat, o Banco do Brasil tinha aplicado, em 31.12.2012, recursos oriundos do Fundo de Amparo ao Trabalhador - FAT nos valores de R$ 3.625.759 mil em Empréstimos e títulos descontados, R$ 410.495 mil em Financiamentos e R$ 1.675.141 mil em Financiamentos rurais e agroindustriais. 11 Outros Créditos a) Créditos Específicos Refere-se, no Banco Múltiplo, a créditos junto ao Tesouro Nacional decorrentes de alongamento de crédito rural no montante de R$ 1.263.075 mil (R$ 1.146.328 mil em 31.12.2011), conforme estabelecido na Lei n.º 9.138/1995. 70

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis b) Diversos BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 Ativo fiscal diferido - crédito tributário (Nota 25.e) 21.101.751 19.748.466 24.981.086 22.753.544 Ativo atuarial - Previ (Nota 27.d) 16.249.057 13.372.004 16.249.057 13.372.004 Operações com cartões de crédito (Nota 10.a) 16.084.427 12.473.666 16.084.427 12.473.666 Devedores por depósitos em garantia - ação judicial (Nota 28.d) 13.986.906 13.348.256 13.986.906 13.348.256 Devedores por depósitos em garantia - contingências (Nota 28.c) 11.928.602 10.496.135 13.912.147 12.187.865 Imposto de renda e contribuição social a compensar 9.372.247 7.700.142 10.650.417 8.788.727 Fundos de destinação superávit - Previ (Nota 27.e) 9.198.717 9.638.387 9.198.717 9.638.387 Créditos vinculados a operações adquiridas (1) (Nota 10.a) 5.673.953 -- 5.673.953 -- Aquisição de recebíveis 3.755.228 2.880.844 3.755.228 2.880.844 Tesouro Nacional - equalização de taxas - safra agrícola 3.203.305 3.519.364 3.203.305 3.519.364 Títulos e créditos a receber - outros 1.196.549 1.035.859 3.099.274 2.286.374 Título e créditos a receber - empresas não financeiras -- -- 2.793.935 2.387.450 Devedores diversos - país 1.492.499 1.391.821 1.871.714 1.819.216 Prêmios sobre créditos vinculados a operações adquiridas em cessão 1.290.778 -- 1.290.778 -- Título e créditos a receber - Tesouro Nacional 1.149.609 1.047.434 1.149.609 1.047.434 Adiantamento a empresas processadoras de transações com cartões 439.809 544.904 439.809 544.904 Adiantamentos e antecipações salariais 272.870 228.621 285.213 238.757 Adiantamentos ao Fundo Garantidor de Crédito - FGC 223.673 467.679 223.673 467.679 Devedores por depósitos em garantia - outros 137.586 12.406 183.153 47.737 Devedores diversos - exterior 90.288 83.090 148.763 511.334 Devedores por compra de valores e bens 85.195 128.381 85.213 128.383 Direitos por aquisição de royalties e créditos governamentais 31.253 59.948 31.253 59.948 Outros 516.385 452.417 384.518 409.995 Total 117.480.687 98.629.824 129.682.148 108.911.868 Ativo circulante 56.977.892 43.831.069 65.948.206 51.189.006 Ativo não circulante 60.502.795 54.798.755 63.733.942 57.722.862 (1) Refere-se a carteiras de crédito consignado e de financiamento de veículos concedidos a pessoas físicas, adquiridas pelo Banco com coobrigação do cedente, contabilizadas em conformidade com a Resolução CMN 3.533/2008. 71

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis 12 Carteira de Câmbio a) Composição BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado Outros Créditos 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 Câmbio comprado a liquidar 13.226.152 14.931.009 14.365.123 15.362.484 Cambiais e documentos a prazo em moedas estrangeiras 25.434 79.730 25.434 79.730 Direitos sobre vendas de câmbio 19.952.335 21.667.265 20.702.935 21.672.632 (Adiantamentos em moeda nacional/estrangeira recebidos) (17.988.498) (19.629.278) (17.997.703) (19.631.530) Valores em moedas estrangeiras a receber 5.903 5.549 5.903 5.549 Rendas a receber de adiantamentos concedidos e de importações financiadas 160.774 114.789 174.440 126.539 Total 15.382.100 17.169.064 17.276.132 17.615.404 Ativo circulante 15.381.834 17.169.064 17.275.866 17.615.404 Ativo não circulante 266 -- 266 -- Outras Obrigações Câmbio vendido a liquidar 22.452.554 23.448.449 23.203.204 23.453.654 (Importação financiada) (20.274) (5.569) (20.274) (5.569) Obrigações por compras de câmbio 12.954.530 13.967.565 14.084.421 14.360.893 (Adiantamentos sobre contratos de câmbio) (10.491.956) (9.091.438) (10.923.409) (9.453.929) Valores em moedas estrangeiras a pagar 5.009 5.175 56.728 59.199 Rendas a apropriar de adiantamentos concedidos 3.124 2.009 3.124 2.009 Total 24.902.987 28.326.191 26.403.794 28.416.257 Passivo circulante 12.075.195 16.044.850 13.576.002 16.134.916 Passivo não circulante 12.827.792 12.281.341 12.827.792 12.281.341 Carteira de Câmbio Líquida (9.520.887) (11.157.127) (9.127.662) (10.800.853) Contas de Compensação Créditos abertos para importação 933.731 860.272 1.094.253 942.877 Créditos de exportação confirmados 1.604.942 1.032.833 1.634.685 1.037.372 b) Resultado de Operações de Câmbio BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 Rendas de câmbio 2.725.828 9.724.027 11.627.681 3.140.605 10.670.803 13.113.223 Despesas de câmbio (2.550.887) (9.719.785) (12.210.625) (2.857.315) (10.523.530) (13.487.440) Resultado de Câmbio 174.941 4.242 (582.944) 283.290 147.273 (374.217) 72

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis 13 Outros Valores e Bens BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 Bens não de Uso Próprio (1) 299.147 266.868 482.803 409.124 Bens em regime especial 162.471 162.588 162.557 162.674 Veículos e afins 372 578 143.266 107.999 Imóveis 105.541 76.893 134.554 96.006 Imóveis habitacionais 23.457 18.675 23.457 18.675 Máquinas e equipamentos 7.234 8.056 8.158 8.980 Outros 72 78 10.811 14.790 Material em Estoque 34.036 22.655 74.398 59.341 Subtotal de Outros Valores e Bens 333.183 289.523 557.201 468.465 (Provisão para desvalorização) (175.237) (170.279) (195.286) (188.463) Despesas Antecipadas 2.214.220 4.017.349 3.547.325 4.840.224 Despesas de comercialização de seguros e capitalização -- -- 1.305.045 982.521 Prêmios por créditos adquiridos (2) 1.538.305 3.265.592 1.027.801 2.370.968 Direitos sobre custódia de depósitos judiciais 446.365 514.948 446.365 514.948 Comissões pagas a lojistas - financiamento de veículos 3.471 11.361 376.266 376.671 Despesa de pessoal - programa de alimentação 100.500 92.751 100.500 92.751 Prêmio pago a clientes - parcerias varejistas 56.070 63.590 56.070 63.590 Outros 69.509 69.107 235.278 438.775 Total de Outros Valores e Bens 2.372.166 4.136.593 3.909.240 5.120.226 Ativo circulante 1.140.591 1.524.119 2.592.306 2.723.551 Ativo não circulante 1.231.575 2.612.474 1.316.934 2.396.675 (1) O Banco reconheceu despesa de provisão para desvalorização de bens não de uso no valor de R$ 38.636 mil (R$ 41.380 mil em 31.12.2011) no BB-Banco Múltiplo e no valor de R$ 40.820 mil (R$ 46.891 mil em 31.12.2011) no BB-Consolidado. (2) Os valores são amortizados de acordo com os prazos de vencimento das parcelas dos créditos adquiridos junto a outras instituições financeiras. 73

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis 14 Investimentos a) Movimentações em Coligadas, Controladas e Controladas em Conjunto BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado Saldo Contábil Movimentações Exercício 2012 Saldo Contábil Resultado Equivalência Saldo Contábil Movimentações Exercício 2012 Saldo Contábil Resultado Equivalência 31.12.2011 Dividendos Outros Eventos Resultado Equivalência 31.12.2012 Exercício 2011 31.12.2011 Dividendos Outros Eventos Resultado Equivalência 31.12.2012 Exercício 2011 No País 18.034.933 (1.709.669) 750.939 2.269.871 19.346.074 2.425.518 6.440.660 -- (571.099) (95.551) 5.774.010 (11.672) BB Seguros Participações S.A. (1) 3.887.002 (337.596) (4.406.062) 856.656 -- 788.612 -- -- -- -- -- -- BB Seguridade Participações S.A. (1) -- -- 4.468.031 -- 4.468.031 -- -- -- -- -- -- -- Banco Votorantim S.A. (2) (3) 3.504.357 -- 1.184.523 (877.731) 3.811.149 (321.734) -- -- -- -- -- -- BB Leasing S.A. - Arrendamento Mercantil 3.453.732 (30.196) -- 127.139 3.550.675 180.936 -- -- -- -- -- -- BB Banco de Investimento S.A. 1.815.300 (319.235) 55.679 1.124.347 2.676.091 919.049 -- -- -- -- -- -- BB Gestão de Recursos - Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. 125.829 (617.481) 5.665 617.481 131.494 559.455 -- -- -- -- -- -- Cobra Tecnologia S.A. (3) 124.387 -- (758) 17.934 141.563 (8.725) -- -- -- -- -- -- BV Participações S.A. 105.119 (14.696) -- (38.237) 52.186 44.947 -- -- -- -- -- -- BB Administradora de Consórcios S.A. 49.960 (87.308) -- 135.887 98.539 111.026 -- -- -- -- -- -- BB Corretora de Seguros e Administradora de Bens S.A. (1) 33.512 (287.785) (32.829) 287.102 -- 147.610 -- -- -- -- -- -- Cadam S.A. 22.216 -- -- 5.783 27.999 (25.841) 22.216 -- -- 5.783 27.999 (25.841) BB Administradora de Cartões de Crédito S.A. 19.326 (15.097) (202) 15.097 19.124 17.961 -- -- -- -- -- -- BB-Elo Cartões Participações S.A. 18.843 -- -- (3.812) 15.031 (8.428) -- -- -- -- -- -- Besc Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. - Bescval 7.127 (94) -- 100 7.133 5.843 -- -- -- -- -- -- Tecnologia Bancária S.A. - Tecban 6.807 -- -- 1.946 8.753 (829) -- -- -- -- -- -- Cia. Hidromineral Piratuba 2.305 -- -- 6 2.311 94 2.305 -- -- 6 2.311 94 Companhia Brasileira de Securitização Cibrasec (4) 2.286 (181) 8 173 2.286 212 -- -- -- -- -- -- Cia. Catarinense de Assessoria e Serviços CCA (5) 228 -- -- -- 228 -- 228 -- -- -- 228 -- Itapebi -- -- -- -- -- -- 75.259 -- (30.512) 30.972 75.719 23.506 Brasilprev Nosso Futuro Seguros e Previdência S.A. (6) -- -- -- -- -- -- 11.074 -- (12.072) 998 -- (2.250) Estruturadora Brasileira de Projetos - EBP -- -- -- -- -- -- 406 -- -- 1.421 1.827 (2.875) BB Aliança Participações S.A. (7) -- -- -- -- -- 15.311 -- -- -- -- -- -- Nossa Caixa Capitalização S.A. (8) -- -- -- -- -- 19 -- -- -- -- -- -- Pronor -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- 490 Outras participações (9) -- -- -- -- -- -- 64.045 -- 75.517 (134.731) 4.831 (4.796) Ágio/Deságio na aquisição de investimentos 4.856.597 -- (523.116) -- 4.333.481 -- 6.265.127 -- (604.032) -- 5.661.095 -- 74

Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado Saldo Contábil Movimentações Exercício 2012 Saldo Contábil Resultado Equivalência Saldo Contábil Movimentações Exercício 2012 Saldo Contábil Resultado Equivalência 31.12.2011 Dividendos Outros Eventos Resultado Equivalência 31.12.2012 Exercício 2011 31.12.2011 Dividendos Outros Eventos Resultado Equivalência 31.12.2012 Exercício 2011 No Exterior 2.187.817 -- (191.912) 611.629 2.607.534 595.212 400.283 -- (358.832) 359.154 400.605 466.551 Brasilian American Merchant Bank 816.428 -- 91.257 8.144 915.829 5.253 -- -- -- -- -- -- Banco Patagonia 637.770 -- (36.855) 224.218 825.133 112.515 -- -- -- -- -- -- Banco do Brasil AG. Viena (Áustria) 213.083 -- 31.771 16.067 260.921 4.703 -- -- -- -- -- -- BB Leasing Company Ltd 83.157 -- 7.451 1.518 92.126 994 -- -- -- -- -- -- BB Americas -- -- 69.898 (12.897) 57.001 -- -- -- -- -- -- -- BB Securities LLC 37.096 -- 3.398 15.425 55.919 5.062 -- -- -- -- -- -- Outras participações no exterior 43.474 -- 2.739 1.547 47.760 33.267 43.474 -- 2.739 1.547 47.760 33.267 Ágio na aquisição de investimentos no exterior 356.809 -- (3.964) -- 352.845 -- 356.809 -- (3.964) -- 352.845 -- Ganhos/(perdas) cambiais nas agências -- -- (260.993) 260.993 -- 267.786 -- -- (260.993) 260.993 -- 267.786 Ganhos/(perdas) cambiais nas subsidiárias e controladas -- -- (96.509) 96.509 -- 165.498 -- -- (96.509) 96.509 -- 165.498 Aumento/diminuição do PL decorrente de outras movimentações Total das participações em coligadas, controladas e controladas em conjunto -- -- (105) 105 -- 134 -- -- (105) 105 -- -- 20.222.750 (1.709.669) 559.027 2.881.500 21.953.608 3.020.730 6.840.943 -- (929.931) 263.603 6.174.615 454.879 (Imparidade Acumulada) (4.267) -- -- -- (4.267) (228) (6.998) -- -- -- (6.998) (2.958) (1) O controle da BB Seguros Participações S.A. e da BB Corretora de Seguros e Administradora de Bens S.A. foi transferido para a BB Seguridade Participações S.A.(Nota 2.c) (2) Inclui aumento de Capital no valor de R$ 1.000.000 mil. (3) Excluído resultado não realizado decorrente de transações com o Banco Múltiplo. (4) As informações referem-se ao período de dezembro/2011 a novembro/2012. (5) Empresa em processo de liquidação extrajudicial, não avaliada pelo método de equivalência patrimonial. (6) Empresa adquirida pela Brasilprev em jul/2012, e consolidada a partir dessa data. (7) Investimento transferido para a holding BB-Mapfre SH1 Participações S.A. (8) Investimento transferido para a controlada BB-Seguros Participações S.A. no 1º semestre/2011. (9) Referem-se às participações das empresas coligadas não financeiras. 75

No País Capital Social Realizado Patrimônio Líquido Ajustado Lucro (Prejuízo) Líquido Exercício 2012 Quantidade de Ações (em milhares) Ordinárias Preferenciais Participação do Capital Social % Banco Votorantim S.A. 7.026.842 8.210.436 (1.987.774) 42.524.745 9.449.943 50 BB Seguros Participações S.A. 3.103.201 4.432.988 856.656 278.863 -- 100 BB Leasing S.A. - Arrendamento Mercantil 3.261.860 3.550.675 127.139 3.000 -- 100 BB Banco de Investimento S.A. 1.743.112 2.676.091 1.124.347 3.249 -- 100 Itapebi 105.000 398.514 185.743 19.950 -- 19 BV Participações S.A. 90.422 104.372 (76.474) 15.106 15.106 50 Tecnologia Bancária S.A. Tecban (1) 166.408 194.072 42.912 508.185 -- 13,53 BB Gestão de Recursos - Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. 109.698 131.494 617.481 100.000 -- 100 Cobra Tecnologia S.A. 119.564 143.925 16.168 248.460 248.586 99,97 Cadam S.A. 183.904 129.388 29.287 -- 4.762 21,64 Companhia Brasileira de Securitização Cibrasec (2) 68.482 75.429 6.057 8 -- 12,12 BB Administradora de Consórcios S.A. 49.960 98.539 135.887 14 -- 100 BB Corretora de Seguros e Administradora de Bens S.A. 26.918 33.424 287.102 -- -- -- BB Administradora de Cartões de Crédito S.A. 9.300 19.123 15.097 398.158 -- 100 BB-Elo Cartões Participações S.A. 26.500 15.031 (3.812) 10.000 -- 100 Cia. Hidromineral Piratuba 4.070 14.856 552 633 -- 15,56 Besc Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. - Bescval 6.336 7.186 100 10.168.639 -- 99,62 Estruturadora Brasileira de Projetos - EBP 100.000 16.438 12.789 3.859 1.217 11,11 Cia. Catarinense de Assessoria e Serviços - CCA 780 474 -- 260 520 48,13 No Exterior Banco Patagonia 298.926 1.399.237 380.277 424.101.958 -- 58,96 Brasilian American Merchant Bank 492.386 915.830 8.144 241.023 -- 100 Banco do Brasil AG. Viena (Áustria) 50.698 260.921 16.066 188 -- 100 BB Leasing Company Ltd. -- 92.126 1.518 1.000 -- 100 BB Securities LLC 10.215 55.919 15.424 5.000 -- 100 BB Americas 101.124 57.001 (12.896) 835.855 -- 100 (1) Participação direta do BB-Banco Múltiplo de 4,51%. (2) Participação direta do BB-Banco Múltiplo de 3,03%. b) Outros Investimentos BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 Investimentos por incentivos fiscais 11.386 11.386 91.121 84.403 Títulos patrimoniais 58 58 146 146 Ações e cotas 53.796 52.738 58.261 56.789 Outros investimentos (1) 3.206 3.232 1.406.414 1.074.638 Outras participações no exterior 318 303 318 303 Total 68.764 67.717 1.556.260 1.216.279 (Imparidade Acumulada) (44.984) (44.979) (83.895) (77.200) (1) Inclui, no BB-Consolidado, o montante de R$ 996.686 mil (R$ 914.059 mil em 31.12.2011), relativo aos investimentos da holding Neoenergia S.A. 76

c) Ágios na Aquisição de Investimentos Movimentação dos Ágios BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 2º Sem/2012 Exercício/2012 Exercício/2011 2º Sem/2012 Exercício/2012 Exercício/2011 Saldo Inicial 5.005.131 5.213.406 5.134.967 6.388.517 6.623.497 6.887.332 Aquisições -- 37.854 369.965 54.248 200.103 556.355 Amortizações (1) (300.049) (589.361) (291.526) (408.508) (832.526) (574.805) Variação Cambial (2) (18.756) 24.427 -- (18.756) 24.427 -- Outros (3) -- -- -- -- -- (245.385) Saldo Final 4.686.326 4.686.326 5.213.406 6.015.501 6.015.501 6.623.497 (1) Registradas em Outras Despesas Operacionais. (2) Refere-se ao ágio do Banco Patagonia e do BB Americas. (3) Inclui a redução de participação nos ágios sobre os investimentos na Brasilveículos Companhia de Seguros e Companhia de Seguros Aliança do Brasil, nos valores de R$ 123.645 mil e R$ 121.740 mil, respectivamente. d) Expectativa de Amortização dos Ágios 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 Após 2019 Total BB Banco Múltiplo 700.660 816.990 914.475 1.007.709 1.112.997 45.539 46.442 41.514 4.686.326 Banco Nossa Caixa 617.845 709.394 807.756 900.156 1.007.459 -- -- -- 4.042.610 Banco Votorantim 54.569 56.722 57.981 60.466 61.133 -- -- -- 290.871 Banco Patagonia 21.614 45.752 46.394 44.003 40.063 40.838 41.651 35.301 315.616 BB Americas 6.632 5.122 2.344 3.084 4.342 4.701 4.791 6.213 37.229 Efeitos tributários (1) (280.264) (326.796) (365.789) (403.083) (445.199) (18.216) (18.577) (16.606) (1.874.530) Total líquido 420.396 490.194 548.685 604.625 667.798 27.323 27.865 24.908 2.811.797 Outras Participações BB-BI 95.816 110.541 107.125 122.272 139.588 159.386 182.028 -- 916.756 Cielo 84.084 96.394 93.857 107.670 123.517 141.696 162.550 -- 809.768 Alelo 11.732 14.147 13.268 14.602 16.071 17.690 19.478 -- 106.988 BB Mapfre SH1 Participações S.A. 102.404 18.781 22.254 24.050 25.314 -- -- -- 192.803 Aliança do Brasil 87.336 -- -- -- -- -- -- -- 87.336 Vida Seguradora 15.068 18.781 22.254 24.050 25.314 -- -- -- 105.467 Mapfre BB SH2 Participações S.A. 14.266 16.482 18.297 20.134 22.124 -- -- -- 91.303 Brasilveículos 14.266 16.482 18.297 20.134 22.124 -- -- -- 91.303 BB Seguros 18.308 15.505 11.022 9.154 8.593 8.780 7.659 -- 79.021 Brasilcap 18.308 15.505 11.022 9.154 8.593 8.780 7.659 -- 79.021 Brasilprev 122 91 122 274 427 670 914 46.672 49.292 Brasilprev Nosso Futuro Seguros e Previdência S.A. 122 91 122 274 427 670 914 46.672 49.292 BB Consolidado 931.576 978.390 1.073.295 1.183.593 1.309.043 214.375 237.043 88.186 6.015.501 Efeitos tributários (1) (364.531) (388.309) (426.223) (470.236) (520.256) (85.224) (94.358) (35.275) (2.384.412) Total líquido 567.045 590.081 647.072 713.357 788.787 129.151 142.685 52.911 3.631.089 (1) 25% de IRPJ e 15% de CSLL para as empresas financeiras e para as empresas não financeiras de seguros, previdência e capitalização, e 25% de IRPJ e 9% da CSLL para as demais empresas não financeiras. A expectativa de amortização dos ágios gerados nas aquisições de participações societárias respalda-se em projeções de resultado que fundamentaram os negócios, elaboradas por empresas especializadas ou por área técnica do Banco, contemplando os prazos das estimativas e taxas de desconto utilizadas na apuração do valor presente líquido dos fluxos de caixa esperados. 77

e) Teste de Imparidade dos Ágios O valor recuperável dos ágios na aquisição de investimentos é determinado com base no valor em uso, calculado pela metodologia de fluxo de caixa descontado, que se fundamenta na projeção de um fluxo de caixa para a empresa investida (unidade geradora de caixa) e na determinação da taxa que irá descontar esse fluxo. As premissas adotadas para estimar esse fluxo são baseadas em informações públicas, no orçamento e no plano de negócios das empresas avaliadas. As premissas consideram o desempenho atual e passado, bem como o crescimento esperado no respectivo mercado de atuação e em todo ambiente macroeconômico. Os fluxos de caixa das empresas relacionadas a seguir foram projetados pelo período de dez anos, perpetuando-se a partir do décimo primeiro ano, com taxa de crescimento estabilizada. Para os períodos de fluxo de caixa excedentes aos prazos das projeções dos orçamentos ou planos de negócios, as estimativas de crescimento utilizadas estão em linha com aquelas adotadas pelas empresas. A taxa de desconto nominal foi calculada, ano a ano, com base no modelo CAPM (Capital Asset Pricing Model) ajustado ao mercado brasileiro e referenciado em Reais (R$), com exceção do Banco Patagonia, cujo modelo foi ajustado ao mercado argentino e referenciado em Pesos Argentinos (ARS). Empresas (Unidades Geradoras de Caixa) Taxa anual de Crescimento (1) Taxa anual de Desconto (2) Banco Votorantim 3,60% 11,58% Banco Patagonia 14,20% 24,52% Alelo 3,20% 11,93% Aliança do Brasil 0,00% 12,17% Brasilveículos 0,00% 12,17% Brasilcap 2,85% 9,16% Vida Seguradora 0,00% 12,17% (1) Crescimento nominal na perpetuidade. (2) Média geométrica dos dez anos de projeção. O teste de imparidade do ágio na aquisição do Banco Nossa Caixa, que foi incorporado pelo Banco do Brasil, considera o valor em uso do Banco do Brasil no Estado de São Paulo (unidade geradora de caixa). Os fluxos de caixa têm por base o resultado de 2012 da unidade geradora de caixa, com crescimento pela variação do Produto Interno Bruto (PIB) e do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), projetado por dez anos. Os fluxos foram descontados pelo Custo de Capital Próprio do Banco do Brasil. Empresa (Unidade Geradora de Caixa) Taxa anual de Crescimento (1) Taxa anual de Desconto (1) Banco do Brasil Estado de São Paulo Ágio Banco Nossa Caixa 9,22% 11,82% (1) Média geométrica dos dez anos de projeção. De acordo com a análise de sensibilidade realizada, não há a indicação de que mudanças em premissas possam fazer o valor contábil das unidades geradoras de caixa exceder o seu respectivo valor recuperável. O valor recuperável do ágio na aquisição da Cielo é apurado por meio do valor líquido de venda, com base na cotação das ações de emissão da companhia na BM&FBovespa. Empresa (Unidade Geradora de Caixa) Cotação CIEL3 (1) Cielo R$ 50,59 (1) Preço de fechamento da ação em 28/09/2012. Nos exercícios 2012 e 2011, não houve perda por imparidade sobre os ágios na aquisição de investimentos. 78

15 Imobilizado de Uso BB-Banco Múltiplo 31.12.2011 Exercício/2012 31.12.2012 Saldo contábil Movimentações (1) Depreciação Provisão p/ imparidade Valor de custo Depreciação acumulada Imparidade acumulada Saldo contábil (1) Imobilizado de Uso Edificações 2.083.939 13.810 (165.868) (4.407) 3.815.742 (1.883.861) (4.407) 1.927.474 Sistemas de processamento de dados Móveis e equipamentos de uso 1.550.849 544.075 (541.429) (960) 4.712.039 (3.158.544) (960) 1.552.535 617.629 231.805 (117.512) -- 1.550.590 (818.668) -- 731.922 Imobilizações em curso 219.962 774.044 -- -- 994.006 -- -- 994.006 Terrenos 208.267 (23.213) -- -- 185.054 -- -- 185.054 Instalações 182.643 6.291 (32.892) -- 843.722 (687.680) -- 156.042 Sistemas de segurança 128.709 46.276 (27.836) -- 351.533 (204.384) -- 147.149 Sistemas de comunicação 64.368 11.419 (15.528) -- 207.135 (146.876) -- 60.259 Móveis e equipamentos em estoque 4.192 (1.172) -- -- 3.020 -- -- 3.020 Sistemas de transporte 1.680 1.745 (251) -- 5.051 (1.877) -- 3.174 Total 5.062.238 1.605.080 (901.316) (5.367) 12.667.892 (6.901.890) (5.367) 5.760.635 (1) Inclui a baixa do valor contábil de R$ 20.465 mil de Terrenos, R$ 40.523 mil de Instalações e R$ 238.489 mil de Edificações em função da transferência da propriedade de 64 imóveis ao BB Progressivo Fundo de Investimento Imobiliário (FII) (Nota 31.d). BB-Consolidado 31.12.2011 Exercício/2012 31.12.2012 Saldo contábil Movimentações (1) Depreciação Provisão p/ imparidade Valor de custo Depreciação acumulada Imparidade acumulada Saldo contábil (1) Imobilizado de Uso Edificações 2.175.027 43.078 (169.629) (4.407) 3.961.117 (1.912.641) (4.407) 2.044.069 Sistemas de processamento de dados Móveis e equipamentos de uso 1.706.433 530.204 (556.912) (960) 5.002.092 (3.322.367) (960) 1.678.765 790.383 291.950 (149.620) (924) 2.106.451 (1.173.738) (924) 931.789 Imobilizações em curso 252.258 761.238 -- -- 1.013.496 -- -- 1.013.496 Terrenos 228.533 319.019 -- -- 547.552 -- -- 547.552 Instalações 220.932 10.910 (38.945) -- 926.756 (733.859) -- 192.897 Sistemas de segurança 130.576 47.265 (28.320) -- 356.727 (207.206) -- 149.521 Sistemas de comunicação 70.277 11.763 (16.766) -- 220.995 (155.721) -- 65.274 Sistemas de transporte 10.475 2.732 (2.612) -- 35.863 (25.268) -- 10.595 Móveis e equipamentos em estoque 4.192 (1.172) -- -- 3.020 -- -- 3.020 Total 5.589.086 2.016.987 (962.804) (6.291) 14.174.069 (7.530.800) (6.291) 6.636.978 (1) Inclui a baixa do valor contábil de R$ 20.465 mil de Terrenos, R$ 40.523 mil de Instalações e R$ 238.489 mil de Edificações em função da transferência da propriedade de 64 imóveis ao BB Progressivo Fundo de Investimento Imobiliário (FII) (Nota 31.d). 79

16 Intangível a) Movimentação e Composição BB-Banco Múltiplo 31.12.2011 Exercício/2012 31.12.2012 Saldo contábil Aquisições Baixas Amortização Provisão para imparidade (1) Valor de custo Amortização acumulada Imparidade acumulada Saldo contábil Direitos de gestão de folhas (2) (3) 6.027.015 2.179.202 (840.919) (1.949.915) 3.112 9.266.042 (3.797.759) (49.788) 5.418.495 de pagamento Softwares 664.931 241.220 (26) (203.595) -- 1.204.554 (502.024) -- 702.530 Outros ativos intangíveis (4) 2.823.856 4.662 -- (180.000) -- 2.828.518 (180.000) -- 2.648.518 Total 9.515.802 2.425.084 (840.945) (2.333.510) 3.112 13.299.114 (4.479.783) (49.788) 8.769.543 (1) Registrada em Outras Despesas Operacionais. (2) Reversão de imparidade no valor de R$ 3.112 mil. (3) Os valores de Aquisições e Baixas incluem contratos renegociadas no período, em que o valor do novo contrato é ativado e o valor do contrato anterior é baixado sem impacto no resultado. (4) Refere-se principalmente ao custo do direito de utilização da rede do Banco Postal para serviços de correspondente bancário (Nota 31.b). BB-Consolidado 31.12.2011 Exercício/2012 31.12.2012 Saldo contábil Aquisições Baixas Amortização Provisão para imparidade (1) Valor de custo Amortização acumulada Imparidade acumulada Saldo contábil Direitos de gestão de folhas de (2) (3) 6.027.015 2.179.202 (840.919) (1.949.915) 3.112 9.266.042 (3.797.759) (49.788) 5.418.495 pagamento Softwares 871.462 563.669 (311) (210.471) -- 1.913.342 (688.993) -- 1.224.349 Outros ativos intangíveis (4) 2.837.547 9.733 (125) (180.435) (995) 2.847.737 (181.017) (995) 2.665.725 Total 9.736.024 2.752.604 (841.355) (2.340.821) 2.117 14.027.121 (4.667.769) (50.783) 9.308.569 (1) Registrada em Outras Despesas Operacionais. (2) Reversão de imparidade no valor de R$ 3.112 mil. (3) Os valores de Aquisições e Baixas incluem contratos renegociadas no período, em que o valor do novo contrato é ativado e o valor do contrato anterior é baixado sem impacto no resultado. (4) Refere-se principalmente ao custo do direito de utilização da rede do Banco Postal para serviços de correspondente bancário (Nota 31.b). b) Estimativa de Amortização BB-Banco Múltiplo Exercício 2013 2014 2015 2016 2017 Total Valores a amortizar 2.155.288 2.122.326 2.063.466 2.057.867 370.597 8.769.543 BB-Consolidado Exercício 2013 2014 2015 2016 2017 Total Valores a amortizar 2.263.093 2.230.131 2.171.271 2.165.672 478.402 9.308.569 80

17 Depósitos e Captações no Mercado Aberto a) Depósitos BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 Depósitos à Vista 72.958.427 60.371.172 74.759.878 62.016.372 Pessoas físicas 30.583.585 24.720.856 30.651.601 24.779.124 Pessoas jurídicas 26.932.192 22.063.307 28.789.127 23.728.405 Vinculados 7.555.584 6.522.029 7.566.356 6.528.126 Governos 3.774.800 3.530.600 3.774.800 3.530.600 Moedas estrangeiras 1.178.480 759.764 1.178.480 759.684 Especiais do Tesouro Nacional 824.699 702.242 824.699 702.242 Instituições do sistema financeiro 573.878 625.785 512.500 594.732 Empresas ligadas 896.232 864.420 824.249 811.726 Domiciliados no exterior 29.272 38.570 28.361 38.134 Outros 609.705 543.599 609.705 543.599 Depósitos de Poupança 117.744.043 100.109.839 117.744.043 100.109.839 Pessoas físicas 110.270.220 93.778.940 110.270.220 93.778.940 Pessoas jurídicas 7.212.425 6.056.292 7.212.425 6.056.292 Empresas ligadas 244.793 257.435 244.793 257.435 Instituições do sistema financeiro 16.605 17.172 16.605 17.172 Depósitos Interfinanceiros 18.971.133 18.139.907 16.568.656 14.450.354 Depósitos a Prazo 251.027.170 250.183.824 263.012.824 265.808.991 Moeda Nacional 140.394.785 153.957.218 145.937.903 164.801.983 Judiciais 86.261.246 77.591.835 86.346.242 77.666.810 Moedas estrangeiras 17.620.533 10.018.819 23.978.073 14.724.246 Fundo de Amparo ao Trabalhador - FAT (Nota 17.e) 5.952.981 7.924.910 5.952.981 7.924.910 Funproger (Nota 17.f) 198.610 147.175 198.610 147.175 Outros 599.015 543.867 599.015 543.867 Total 460.700.773 428.804.742 472.085.401 442.385.556 Passivo circulante 342.814.617 291.937.609 353.051.671 302.505.147 Passivo não circulante 117.886.156 136.867.133 119.033.730 139.880.409 b) Segregação de Depósitos por Prazo de Exigibilidade BB-Banco Múltiplo Sem Vencimento Até 3 Meses 3 a 12 Meses 1 a 3 Anos 3 a 5 Anos Acima de 5 Anos 31.12.2012 31.12.2011 Depósitos a prazo (1) 95.370.613 18.174.206 21.836.439 42.373.814 73.164.138 107.960 251.027.170 250.183.824 Depósitos de poupança 117.744.043 -- -- -- -- -- 117.744.043 100.109.839 Depósitos à vista 72.958.427 -- -- -- -- -- 72.958.427 60.371.172 Depósitos interfinanceiros 149.908 9.662.369 6.918.612 1.942.413 287.788 10.043 18.971.133 18.139.907 Total 286.222.991 27.836.575 28.755.051 44.316.227 73.451.926 118.003 460.700.773 428.804.742 (1) Inclui os valores de R$ 138.021.226 mil (R$ 151.015.003 mil em 31.12.2011), relativos a depósitos a prazo com cláusula de recompra antecipada (compromisso de liquidez), considerados os prazos de vencimento originais. 81

BB-Consolidado Sem Vencimento Até 3 Meses 3 a 12 Meses 1 a 3 Anos 3 a 5 Anos Acima de 5 Anos 31.12.2012 31.12.2011 Depósitos a prazo (1) 95.392.491 24.952.081 25.931.026 43.286.774 73.340.281 110.171 263.012.824 265.808.991 Depósitos de poupança 117.744.043 -- -- -- -- -- 117.744.043 100.109.839 Depósitos à vista 74.759.878 -- -- -- -- -- 74.759.878 62.016.372 Depósitos interfinanceiros 35.193 7.487.177 6.749.782 1.622.920 294.328 379.256 16.568.656 14.450.354 Total 287.931.605 32.439.258 32.680.808 44.909.694 73.634.609 489.427 472.085.401 442.385.556 (1) Inclui os valores de R$ 143.123.684 mil (R$ 156.117.461 mil em 31.12.2011), relativos a depósitos a prazo com cláusula de recompra antecipada (compromisso de liquidez), considerados os prazos de vencimento originais. c) Captações no Mercado Aberto BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 Carteira Própria 42.602.833 54.245.739 59.994.120 66.475.487 Títulos privados 9.553.997 663.897 19.642.180 10.966.500 Letras Financeiras do Tesouro 30.307.570 42.442.652 30.341.365 41.684.702 Títulos no exterior 1.316.578 2.376.421 1.838.920 2.805.225 Notas do Tesouro Nacional -- 329.210 2.165.001 2.431.697 Letras do Tesouro Nacional 1.424.688 8.433.559 5.740.101 8.137.004 Outros -- -- 266.553 450.359 Carteira de Terceiros 166.912.091 125.956.513 165.546.113 128.695.556 Letras Financeiras do Tesouro 107.311.069 106.124.154 103.044.579 107.356.969 Notas do Tesouro Nacional 13.165.189 848.333 14.086.398 947.549 Letras do Tesouro Nacional 44.659.712 15.765.106 46.641.515 17.181.358 Títulos no exterior 1.776.121 3.218.920 1.773.621 3.209.680 Carteira de Livre Movimentação -- -- 246.639 4.233 Total 209.514.924 180.202.252 225.786.872 195.175.276 Passivo circulante 200.237.562 172.149.993 214.649.038 184.926.104 Passivo não circulante 9.277.362 8.052.259 11.137.834 10.249.172 d) Despesa com Captações no Mercado Aberto e com Depósitos BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 Despesas de Captações com Depósitos (13.092.190) (27.899.510) (29.745.796) (13.735.797) (29.298.352) (31.238.929) Depósitos a prazo (6.043.334) (13.692.272) (15.398.314) (6.618.701) (15.019.897) (17.037.407) Depósitos judiciais (3.467.729) (6.871.449) (6.485.085) (3.467.682) (6.870.821) (6.484.844) Depósitos de poupança (3.378.765) (6.867.289) (6.908.451) (3.378.765) (6.867.289) (6.908.451) Depósitos interfinanceiros (202.362) (468.500) (953.946) (270.649) (540.345) (808.227) Despesas de Captações no Mercado Aberto (7.279.945) (15.659.707) (17.664.283) (7.859.182) (16.891.272) (19.701.431) Carteira de terceiros (6.312.398) (13.281.503) (13.638.792) (6.430.849) (13.564.923) (14.132.852) Carteira própria (967.533) (2.369.696) (4.023.843) (1.413.629) (3.279.504) (5.424.202) Carteira de livre movimentação (14) (8.508) (1.648) (14.704) (46.845) (144.377) Outras (1.820.923) (3.063.912) (1.696.165) (2.569.635) (4.922.508) (3.429.157) Total das Despesas (22.193.058) (46.623.129) (49.106.244) (24.164.614) (51.112.132) (54.369.517) 82

e) Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) Programa Resolução/ TADE (1) Devolução de Recursos 31.12.2012 31.12.2011 Forma (2) Data Inicial Data Final Disponível TMS (3) Aplicado TJLP (4) Total Disponível TMS (3) Aplicado TJLP (4) Total Proger Rural e Pronaf 325.502 1.536.768 1.862.270 372.533 2.635.836 3.008.369 Pronaf Custeio 04/2005 RA 11/2005 -- 6.910 5.844 12.754 7.571 31.489 39.060 Pronaf Investimento 05/2005 RA 11/2005 -- 277.831 1.269.113 1.546.944 250.326 1.809.716 2.060.042 Giro Rural Aquisição de Títulos 03/2005 SD 01/2008 01/2014 5.773 128.905 134.678 -- 509.546 509.546 Giro Rural Fornecedores 14/2006 RA 08/2006 -- 19.219 63.248 82.467 94.033 132.442 226.475 Rural Custeio 02/2006 RA 11/2005 -- 324 2.956 3.280 896 5.868 6.764 Rural Investimento 13/2005 RA 11/2005 -- 15.445 66.702 82.147 19.707 146.775 166.482 Proger Urbano 218.136 3.415.019 3.633.155 583.644 4.050.543 4.634.187 Urbano Investimento 18/2005 RA 11/2005 -- 217.587 3.414.695 3.632.282 235.207 4.042.844 4.278.051 Urbano Capital de Giro 15/2005 RA 11/2005 -- 545 320 865 346.717 4.460 351.177 Empreendedor Popular 01/2006 RA 11/2005 -- 4 4 8 1.720 3.239 4.959 Outros 58.264 399.292 457.556 52.455 229.899 282.354 Exportação 27/2005 RA 11/2005 -- 116 -- 116 556 510 1.066 Integrar Área Urbana 25/2005 RA 11/2005 -- 102 -- 102 68 319 387 FAT Giro Setorial Micro e Pequenas Empresas 08/2006 RA 09/2007 -- 7.850 8.866 16.716 526 48.800 49.326 FAT Giro Setorial Veículos MGE 09/2006 RA 02/2009 -- -- -- -- 100 118 218 FAT Giro Setorial Veículos MPE 08/2006 RA 02/2009 -- -- -- -- 3.505 3.844 7.349 FAT Fomentar Micro e Pequenas Empresas 11/2006 RA 08/2006 -- 1.222 3.898 5.120 1.173 7.958 9.131 FAT Fomentar Médias e Grandes Empresas 12/2006 RA 07/2006 -- 9.986 24.993 34.979 8.292 57.065 65.357 FAT Taxista 02/2009 RA 09/2009 -- 11.791 141.551 153.342 28.890 77.463 106.353 FAT Turismo Investimento 01/2012 RA 08/2012 -- 16.124 9.069 25.193 -- -- -- FAT Turismo Capital de Giro 02/2012 RA 08/2012 -- 11.073 210.915 221.988 -- -- -- FAT Encargos a capitalizar -- -- -- -- -- -- -- 9.345 33.822 43.167 Total 601.902 5.351.079 5.952.981 1.008.632 6.916.278 7.924.910 (1) TADE: Termo de Alocação de Depósito Especial. (2) RA - Retorno Automático (Mensalmente, 2% sobre o saldo) e SD - Saldo Disponível. (3) Recursos remunerados pela Taxa Média Selic (TMS). (4) Recursos remunerados pela Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP). 83

O Fundo de Amparo ao Trabalhador - FAT é um fundo especial de natureza contábil e financeira, instituído pela Lei n.º 7.998/1990, vinculado ao Ministério do Trabalho e Emprego - MTE e gerido pelo Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador Codefat. O Codefat é um órgão colegiado, de caráter tripartite e paritário, composto por representantes dos trabalhadores, dos empregadores e do governo. As principais ações para a promoção do emprego financiadas com recursos do FAT estão estruturadas em torno dos programas de geração de emprego e renda, cujos recursos são alocados por meio dos depósitos especiais, criados pela Lei n.º 8.352/1991, nas instituições financeiras oficiais federais, incorporando, entre outros, o próprio Programa de Geração de Emprego e Renda Proger, nas modalidades Urbano Investimento e Capital de Giro e Rural, o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar Pronaf, além de linhas especiais tais como FAT Integrar Rural e Urbano, FAT Giro Setorial Micro e Pequenas Empresas, FAT Giro Setorial Médias e Grandes Empresas, FAT Giro Setorial Veículos Micro e Pequenas Empresas, FAT Giro Setorial Veículos Médias e Grandes Empresas, FAT Fomentar - Micro e Pequenas Empresas, FAT Fomentar Médias e Grandes Empresas, FAT Giro Agropecuário, FAT Inclusão Digital, FAT Taxista, FAT Turismo Investimento e FAT Turismo Capital de Giro. Os depósitos especiais do FAT alocados junto ao Banco do Brasil, enquanto disponíveis, são remunerados pela Taxa Média Selic (TMS) pro rata die. À medida que são aplicados nos financiamentos passam a ser remunerados pela Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) durante o período de vigência dos financiamentos. As remunerações sobre os recursos alocados no Banco são recolhidas ao FAT mensalmente, conforme estipulado na Resolução Codefat n.º 439/2005 e nº. 489/2006. f) Fundo de Aval para Geração de Emprego e Renda (Funproger) O Fundo de Aval para Geração de Emprego e Renda (Funproger) é um fundo especial de natureza contábil, criado em 23.11.1999 pela Lei n.º 9.872/1999, alterada pela Lei n. 10.360/2001 e pela Lei n.º 11.110/2005, regulamentado pela Resolução Codefat n.º 409/2004 e alterações posteriores, gerido pelo Banco do Brasil com a supervisão do Codefat/MTE, cujo saldo em 31.12.2012 é de R$ 198.610 mil (R$ 147.175 mil em 31.12.2011). O objetivo do Funproger é conceder aval a empreendedores que não disponham das garantias necessárias para contratação de financiamentos do Proger Urbano e do Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado (PNMPO), mediante o pagamento de uma comissão para a concessão de aval. Para formação do patrimônio do Funproger, foram aportados recursos provenientes da diferença entre a aplicação da TMS e a TJLP na remuneração dos saldos disponíveis de depósitos especiais do FAT. Outras fontes de recursos que compõem o Fundo são as receitas decorrentes de sua operacionalização e a remuneração de suas disponibilidades pelo Banco do Brasil, gestor do Fundo. 18 Obrigações por Empréstimos e Repasses a) Obrigações por Empréstimos BB-Banco Múltiplo até 90 Dias de 91 a 360 Dias de 1 a 3 Anos de 3 a 5 Anos 31.12.2012 31.12.2011 No Exterior Tomados junto ao Grupo BB no exterior 1.049.819 3.062.325 17.645.937 -- 21.758.081 13.908.697 Tomados junto a banqueiros no exterior 2.027.947 7.124.218 657.915 46.248 9.856.328 8.399.183 Vinculados a empréstimos do setor público (1) -- 254.709 368.442 -- 623.151 800.453 Importação 97.781 140.534 44.847 6.330 289.492 365.816 Exportação 3.000 24.053 -- -- 27.053 10.996 Total 3.178.547 10.605.839 18.717.141 52.578 32.554.105 23.485.145 Passivo circulante 13.784.386 8.368.049 Passivo não circulante 18.769.719 15.117.096 (1) Vencimento em abril de 2015, à taxa de 6,92% a.a. 84

BB-Consolidado até 90 Dias de 91 a 360 Dias de 1 a 3 Anos de 3 a 5 Anos 31.12.2012 31.12.2011 No País Tomados pelas empresas não financeiras 402.826 -- -- -- 402.826 113.354 Demais linhas de crédito -- 1.927 3.780 -- 5.707 7.640 No Exterior Tomados junto a banqueiros no exterior 2.933.501 8.843.084 658.071 63.318 12.497.974 10.878.923 Vinculados a empréstimos do setor público (1) -- 254.709 368.442 -- 623.151 800.453 Importação 74.795 95.518 15.360 -- 185.673 177.380 Exportação 205.294 160.408 -- -- 365.702 279.324 Total 3.616.416 9.355.646 1.045.653 63.318 14.081.033 12.257.074 Passivo circulante 12.972.062 9.505.975 Passivo não circulante 1.108.971 2.751.099 (1) Vencimento em abril de 2015, à taxa de 6,92% a.a. b) Obrigações por Repasses Do País Instituições Oficiais Programas Taxa de Atualização BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 Tesouro Nacional - Crédito Rural 633.638 1.643.963 713.279 1.721.507 Pronaf TMS (se disponível) ou 0,5% a.a. a 4% a.a. (se aplicado) 475.613 1.424.918 475.613 1.424.918 Recoop 5,75% a.a. a 8,25% a.a. ou IGP-DI + 1% a.a. ou IGP-DI + 2% a.a. 69.955 96.511 69.955 96.511 Cacau IGP-M + 8% a.a. ou TJLP + 0,6% a.a. ou 6,35% a.a. 86.715 103.007 86.715 103.007 Outros -- 1.355 19.527 80.996 97.071 BNDES 40.284.112 27.227.981 41.762.751 28.978.454 Banco do Brasil 0% a.a. a 11% a.a. ou TJLP/var. camb. + 0% a.a. a 6% a.a. 40.284.112 27.227.981 40.284.112 27.227.981 Banco Votorantim Pré/TJLP/IPCA/var. camb. + 0,5% a.a. a 9,91% a.a. -- -- 1.478.639 1.750.473 Caixa Econômica Federal -- 895.482 338.253 895.482 338.253 Finame 18.485.748 16.168.925 19.494.062 17.506.428 Banco do Brasil 0% a.a. a 11% a.a. ou TJLP/var. camb. + 0,5% a.a. a 5,5% a.a. 18.485.748 16.168.925 18.489.696 16.176.962 Banco Votorantim TJLP/Pré + 0,3% a.a. a 11,5% a.a. -- -- 1.004.366 1.329.466 Outras Instituições Oficiais 653.052 2.443.166 653.052 2.446.402 Suprimento Especial Poupança Rural TR -- 1.991.552 -- 1.991.552 Funcafé TMS (se disponível) ou 6,75% a.a. (se aplicado até 06/2012) ou 5,5% a.a. (se 652.912 451.475 652.912 451.475 aplicado a partir de 07/2012) Outros -- 140 139 140 3.375 Total 60.952.032 47.822.288 63.518.626 50.991.044 Passivo circulante 16.710.092 16.089.557 17.756.624 17.474.727 Passivo não circulante 44.241.940 31.732.731 45.762.002 33.516.317 85

Do Exterior BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 Recursos livres - Resolução CMN n.º 3.844/2010 3.504.292 286.931 87.012 101.876 Fundo Especial de Apoio às pequenas e médias empresas industriais 477 477 477 477 Total 3.504.770 287.408 87.490 102.353 Passivo circulante 804 13.114 481 13.114 Passivo não circulante 3.503.966 274.294 87.009 89.239 c) Despesas de Obrigações por Empréstimos e Repasses BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 Despesas de Obrigações por Empréstimos (1.027.981) (3.170.360) (2.562.073) (491.416) (2.410.077) (2.552.815) Despesas de Obrigações por Repasses (1.446.635) (2.927.330) (2.645.933) (1.496.502) (3.057.469) (2.845.223) BNDES (1.039.872) (2.004.278) (1.655.383) (1.087.467) (2.111.620) (1.785.195) Finame (300.309) (689.079) (638.948) (324.604) (743.347) (716.019) Tesouro Nacional (44.103) (123.135) (159.462) (46.183) (126.943) (162.725) Do exterior (24.105) (35.279) (68.942) -- -- (58.086) Caixa Econômica Federal (11.022) (20.388) (11.552) (11.022) (20.388) (11.552) Outras (27.225) (55.171) (111.646) (27.225) (55.171) (111.646) Despesas de Obrigações por Fundos Financeiros e de Desenvolvimento Despesas de Obrigações com Banqueiros no Exterior (190.172) (654.532) (648.696) (190.172) (654.532) (648.696) (163.102) (1.198.847) (1.107.293) (167.392) (1.254.129) (1.163.094) Total (2.827.891) (7.951.070) (6.963.995) (2.345.481) (7.376.206) (7.209.828) 86

19 Recursos de Aceites e Emissões de Títulos CAPTAÇÕES Valor emitido Remuneração a.a Data Captação Vencimento 31.12.2012 31.12.2011 Banco Múltiplo Programa Global Medium-Term Notes 6.303.172 5.198.652 R$ 350.000 9,75% 07/2007 07/2017 387.261 352.199 USD 100.000 Libor 6m+2,55% 07/2009 07/2014 206.658 188.595 USD 950.000 4,50% 01/2010 01/2015 1.978.662 1.819.507 USD 500.000 6,00% 01/2010 01/2020 1.044.118 957.919 EUR 750.000 4,50% 01/2011 01/2016 2.098.921 1.880.432 JPY 24.700.000 1,80% 09/2012 09/2015 587.552 -- "Senior Notes" 4.952.108 934.260 USD 500.000 3,87% 11/2011 01/2017 1.033.277 934.260 USD 1.925.000 3,87% 10/2012 01/2022 3.918.831 -- Notas Estruturadas USD 332.620 0,85 a 2,15% 688.797 -- Certificados de depósitos - Longo Prazo 1.926.853 1.795.894 USD 2.000 3,19% 05/2010 (1) 05/2013 -- 3.750 USD 100.000 2,78% 01/2011 (1) 01/2013 -- 187.510 USD 99.000 2,87% 02/2011 (1) 01/2013 -- 185.635 USD 100.000 2,72% 03/2011 (1) 03/2013 -- 187.441 USD 200.000 2,02% 03/2011 (1) 03/2013 -- 371.867 USD 10.000 3,00% 08/2011 (1) 08/2016 -- 18.652 USD 30.000 2,55% 09/2011 (1) 09/2013 -- 56.253 USD 233.900 2,25% 10/2011 (1) 02/2014 -- 438.586 USD 25.630 1,95% 11/2011 (1) 02/2013 -- 48.059 USD 150.000 2,93% 11/2011 (1) 12/2013 -- 281.265 USD 2.000 2,48% 12/2011 (1) 06/2013 -- 3.750 USD 2.000 1,79% 12/2011 (1) 04/2014 -- 3.750 USD 5.000 1,74% 12/2011 (1) 04/2013 -- 9.376 USD 10.000 3,27% 08/2012 08/2016 20.429 -- USD 230.695 2,52% 08/2012 02/2014 471.286 -- USD 35.000 2,40% 08/2012 08/2014 71.501 -- USD 1.700 1,75% 09/2012 09/2014 3.455 -- USD 11.000 1,88% 09/2012 09/2014 22.355 -- USD 50.000 2,11% 10/2012 04/2014 102.145 -- USD 26.674 3,50% 10/2012 07/2014 54.207 -- USD 5.000 1,90% 10/2012 10/2015 10.215 -- USD 25.709 3,50% 10/2012 10/2014 52.248 -- USD 48.205 3,80% 10/2012 10/2015 97.965 -- USD 32.137 3,80% 11/2012 11/2015 65.310 -- USD 2.000 1,56% 12/2012 04/2014 4.086 -- USD 199.000 2,42% 12/2012 12/2015 406.537 -- USD 48.205 3,98% 12/2012 12/2015 97.965 -- USD 215.000 2,42% 12/2012 12/2015 436.934 -- USD 5.000 1,30% 12/2012 12/2013 10.215 -- 87

CAPTAÇÕES Valor emitido Remuneração a.a Data Captação Vencimento 31.12.2012 31.12.2011 Certificados de depósitos - Curto Prazo (2) USD 7.754.338 4.128.590 Letras de Crédito do Agronegócio 32.898.221 6.595.550 Curto Prazo R$ 11.037.065 1.095.276 Longo Prazo (3) R$ 21.861.156 5.500.667 Custo de emissões sobre captações R$ -- (393) Letras Financeiras 3.569.719 3.486.743 Curto Prazo R$ 3.536.300 -- Longo Prazo (4) R$ 33.419 3.486.743 Total BB-Banco Múltiplo 58.093.209 22.139.689 Banco Patagonia Bonds GPAT Série I ARS 50.000 14,30% 03/2011 03/2012 -- 19.648 Bonds GPAT Série II ARS 94.310 14,12% 05/2011 05/2012 -- 28.287 Bonds GPAT Série III ARS 71.000 15,27% 08/2011 08/2012 -- 31.886 Bonds GPAT Série IV ARS 50.200 23,87% 11/2011 11/2012 -- 19.660 Bonds GPAT Série V ARS 100.000 19,34% 01/2012 01/2013 40.505 -- Bonds GPAT Série VI ARS 150.000 15,64% 03/2012 03/2013 53.504 -- Bonds GPAT B Série VII ARS 150.000 BADLAR + 200 ptos. 04/2012 04/2013 59.714 -- Bonds GPAT A Série VIII ARS 33.500 16,75% 07/2012 03/2013 15.085 -- Bonds GPAT B Série VIII ARS 58.205 BADLAR + 350 ptos. 07/2012 12/2013 24.215 -- Bonds GPAT A Série IX ARS 27.400 18,00% 08/2012 05/2013 9.880 -- Bonds GPAT B Série IX ARS 110.100 BADLAR + 399 ptos. 08/2012 02/2014 44.471 -- Bonds GPAT A Série X ARS 50.000 18,90% 11/2012 08/2013 21.372 -- Bonds GPAT B Série X ARS 97.611 BADLAR + 429 ptos. 11/2012 05/2014 41.769 -- Bonds Banco Patagonia Clase I Série 1 ARS 200.000 BADLAR + 400 PB 12/2012 06/2014 83.154 -- Total Banco Patagonia 393.669 99.481 Entidades de Propósitos Específicos - EPE no Exterior (5) Securitização do fluxo futuro de ordens de pagamento do exterior USD 250.000 6,55% 12/2003 12/2013 88.174 156.772 USD 250.000 Libor 3m+0,55% 03/2008 03/2014 255.454 422.116 USD 200.000 Libor 3m+1,20% 09/2008 09/2015 223.917 280.310 USD 150.000 5,25% 04/2008 06/2018 270.253 281.962 Total Entidades de Propósitos Específicos - EPE no Exterior 837.797 1.141.160 Banco Votorantim Debêntures 748.029 1.565.574 Pós-fixado R$ 0,35% + DI 06/2006 07/2012 -- 809.898 Pós-fixado R$ 100 a 111% DI 06/2006 07/2027 748.029 755.676 Letras de Crédito Imobiliário R$ 93,00 a 97,36% DI 11/2011 07/2015 66.265 3.490 Letras de Crédito do Agronegócio 1.106.694 825.979 Pós-fixado R$ 80,00% a 97,50% DI 12/2007 03/2020 1.104.110 817.712 Pré-fixado R$ 8,48 a 12,35% 05/2008 04/2013 2.584 8.267 Letras Financeiras 5.483.544 3.572.168 Pré-fixado R$ 8,27 a 14,00% 07/2010 11/2022 90.269 28.443 Pós-fixado R$ 100 a 112,02% DI 09/2010 12/2017 5.159.520 3.446.800 Pós-fixado R$ 3,42 a 7,81% + IPCA 01/2011 09/2019 135.100 69.980 Pós-fixado R$ 108 a 109,30% Selic 02/2011 04/2015 97.159 25.625 Pós-fixado R$ 5,05 a 5,99%+IGPM 08/2011 09/2013 1.496 1.320 88

CAPTAÇÕES Valor emitido Remuneração a.a Data Captação Vencimento 31.12.2012 31.12.2011 Programa"Global Medium-Term Notes" 4.005.727 2.966.110 Curto Prazo (6) 1.497.964 73.118 Longo Prazo 2.507.763 2.892.992 R$ 100.000 9,25% 12/2005 12/2012 -- 44.476 USD 47.666 3,91% 09/2006 09/2016 98.443 89.691 R$ 94.796 10,63% 04/2007 04/2014 104.851 104.721 USD 250.000 4,25% 02/2010 (1) 08/2013 -- 471.976 USD 37.500 4,25% 04/2010 (1) 02/2013 -- 71.329 CHF 125.000 2,75% 12/2010 (1) 12/2013 -- 255.268 USD 2.555 3,32% 02/2011 02/2016 2.557 2.236 USD 625.000 5,25% 02/2011 02/2016 1.288.682 1.189.180 USD 37.500 3,00% 03/2011 03/2014 74.571 68.159 USD 2.044 4,27% 04/2011 03/2014 2.102 1.884 R$ 10.000 14,19% 05/2011 01/2015 19.627 17.368 USD 1.022 3,29% 05/2011 05/2016 1.016 890 R$ 309.253 6,25% 05/2011 05/2016 550.584 518.959 USD 29.800 3,50% 07/2011 (1) 07/2013 -- 56.855 R$ 125 12,40% 01/2007 01/2017 131 -- R$ 250 18,30% 01/2008 01/2015 478 -- R$ 1.595 7,50% 02/2008 02/2015 2.151 -- USD 5.109 8,90% 06/2009 07/2014 7.085 -- USD 5.824 7,50% 07/2009 07/2014 6.434 -- USD 6.039 6,90% 07/2009 07/2014 6.599 -- USD 500 5,04% 07/2009 07/2014 1.041 -- USD 700 No Coupon 10/2009 07/2014 1.331 -- R$ 1.309 19,77% 10/2009 01/2017 1.935 -- USD 500 2,36% 12/2009 12/2014 1.022 -- R$ 125 6,11% 03/2010 03/2014 170 -- R$ 133 6,66% 06/2010 06/2014 179 -- R$ 176 5,45% 07/2010 07/2014 19 -- R$ 175 11,75% 08/2010 02/2016 182 -- R$ 913 88,54% DI 01/2011 12/2013 1.077 -- R$ 125 99,78% DI 02/2011 01/2014 149 -- R$ 425 13,00% 03/2011 02/2014 517 -- R$ 457 94,82% DI 03/2011 02/2014 537 -- R$ 825 12,80% 03/2011 02/2014 1.001 -- R$ 314 12,00% 03/2011 02/2014 374 -- R$ 232 11,87% 03/2011 03/2014 276 -- R$ 1.208 12,00% 03/2011 03/2014 1.438 -- R$ 168 11,50% 03/2011 03/2014 197 -- USD 605 4,25% 04/2011 04/2014 1.248 -- R$ 250 12,00% 04/2011 03/2014 296 -- R$ 4.818 13,00% 04/2011 03/2014 5.909 -- USD 128 4,24% 04/2011 04/2014 263 -- USD 100 3,75% 04/2011 04/2014 205 -- USD 200 3,80% 06/2011 06/2014 410 -- USD 100 3,96% 06/2011 06/2014 205 -- R$ 246 85,25% DI 07/2011 06/2014 274 -- R$ 125 11,50% 07/2011 06/2014 142 -- USD 100 3,51% 07/2011 07/2014 208 -- USD 100 4,11% 07/2011 07/2014 209 -- R$ 1.250 91,00% DI 01/2012 01/2014 1.339 -- R$ 515 101,40% DI 02/2012 02/2017 552 -- R$ 125 10,17% 03/2012 02/2014 135 -- R$ 250 10,60% 03/2012 02/2016 271 -- USD 1.000 5,53% 03/2012 03/2019 2.129 -- 89

CAPTAÇÕES Valor emitido Remuneração a.a Data Captação Vencimento 31.12.2012 31.12.2011 R$ 750 19,09% 04/2012 12/2019 854 -- R$ 150 9,14% 04/2012 04/2014 159 -- R$ 211 8,27% 05/2012 04/2014 221 -- R$ 1.000 9,56% 05/2012 05/2015 1.058 -- R$ 150 7,78% 07/2012 06/2014 156 -- USD 25.000 4,40% 07/2012 07/2016 52.068 -- USD 160 2,66% 08/2012 08/2014 331 -- USD 550 2,70% 09/2012 09/2015 1.116 -- USD 100 2,69% 09/2012 09/2015 202 -- USD 500 3,00% 09/2012 09/2015 1.024 -- USD 500 2,05% 09/2012 09/2014 1.027 -- USD 250 4,24% 10/2012 10/2017 516 -- R$ 249 8,63% 10/2012 09/2015 255 -- R$ 365 9,20% 10/2012 10/2017 373 -- USD 50.000 3,50% 10/2012 10/2015 103.020 -- USD 250 2,35% 10/2012 10/2015 508 -- USD 125 2,94% 11/2012 11/2015 257 -- R$ 125 6,22% 11/2012 05/2014 126 -- USD 50.000 4,20% 11/2012 11/2017 102.700 -- USD 25.000 4,00% 12/2012 12/2016 51.241 -- Total Banco Votorantim 11.410.259 8.933.321 Empresas não Financeiras Cibrasec Certificados de Recebíveis Imobiliários (7) R$ 3.869 5.577 Kepler Weber S.A. Debêntures R$ TJLP+3,80% 09/2007 09/2020 13.465 15.194 Ativos S.A. Securitizadora de Créditos Financeiros Debêntures R$ DI + 1,50% 03/2010 03/2014 37.812 68.053 Total Empresas não Financeiras 55.146 88.824 Valor Eliminado no Consolidado (8) (119.956) (79.185) Total BB - Consolidado 70.670.123 32.323.290 Passivo circulante 24.846.154 15.246.923 Passivo não circulante 45.823.969 17.076.367 (1) Operações liquidadas antecipadamente no decorrer do exercício de 2012. (2) Títulos com prazo inferior a 360 dias sendo as taxas de juros dos certificados emitidos entre 0,23% e 9,40%. (3) Operações com prazo compreendido entre 360 e 718 dias. (4) Operações com prazo superior a 360 dias e taxas compreendidas entre 100 a 107% CDI. (5) A Entidade de Propósito Específico (EPE) Dollar Diversified Payment Rights Finance Company foi constituída sob as leis das Ilhas Cayman com os seguintes propósitos: (a) emissão e venda de valores mobiliários no mercado internacional; (b) uso dos recursos obtidos com a emissão de valores mobiliários para pagamento da compra, junto ao Banco, dos direitos sobre ordens de pagamento emitidas por banqueiros correspondentes localizados nos EUA e pela própria agência do BB Nova Iorque, em dólares norte-americanos, para qualquer agência do Banco no país ( direitos sobre Remessa ) e (c) realização de pagamentos de principal e juros dos valores mobiliários e demais pagamentos previstos nos contratos de emissão desses títulos. A EPE declara não ter nenhum ativo ou passivo relevante que não os direitos e deveres provenientes dos contratos de emissão dos valores mobiliários. O Banco não é acionista, não detém a propriedade e tampouco participa dos resultados da EPE. As obrigações decorrentes dos valores mobiliários emitidos são pagas pela EPE com os recursos acumulados em sua conta. (6) Títulos emitidos em moeda estrangeira e nacional com prazo até 360 dias. (7) Taxa Referencial - TR, Índice Geral de Preços de Mercado - IGP-M e IPCA e prazo médio de vencimento de 134 meses. (8) Refere-se a títulos emitidos pelo Conglomerado BB, em poder de controladas no exterior. 90

20 Outras Obrigações a) Fundos Financeiros e de Desenvolvimento BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 Pasep (1) 1.969.767 1.983.929 1.969.767 1.983.929 Marinha Mercante 2.250.825 1.352.310 2.250.825 1.352.310 Fundos do Governo do Estado de São Paulo 761.189 563.911 761.189 563.911 Consolidação da Agricultura Familiar CAF 25.840 26.424 25.840 26.424 Programa Especial de Crédito para a Reforma Agrária Procera 25.007 27.705 25.007 27.705 Combate à Pobreza Rural Nossa Primeira Terra CPR/NPT 11.296 6.405 11.296 6.405 Terras e Reforma Agrária BB Banco da Terra 4.735 1.812 4.735 1.812 Outros 39.949 39.759 39.949 39.759 Total 5.088.608 4.002.255 5.088.608 4.002.255 Passivo circulante 3.121.529 2.002.989 3.121.529 2.002.989 Passivo não circulante 1.967.079 1.999.266 1.967.079 1.999.266 (1) O Banco é administrador do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), garantindo rentabilidade mínima equivalente à Taxa de Juros de Longo Prazo TJLP. b) Fiscais e Previdenciárias BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 Obrigações legais (Nota 28.d) 13.073.718 12.754.899 13.881.845 13.516.326 Passivo fiscal diferido (Nota 25.d) 6.789.199 6.090.342 7.442.774 7.095.787 Impostos e contribuições sobre lucros a pagar 3.842.067 2.705.225 4.641.641 3.476.176 Provisão para demandas fiscais (Nota 28.a) 140.580 164.943 2.020.124 1.400.444 Provisão para impostos e contribuições sobre lucros 123.421 93.045 1.156.167 961.808 Impostos e contribuições a recolher 850.144 796.747 647.905 529.820 Outras 316.855 316.399 1.122.929 1.076.331 Total 25.135.984 22.921.600 30.913.385 28.056.692 Passivo circulante 19.016.935 17.444.318 24.030.336 20.689.746 Passivo não circulante 6.119.049 5.477.282 6.883.049 7.366.946 91

c) Dívidas Subordinadas Captações Valor emitido Remuneração a.a. Data captação Vencimento 31.12.2012 31.12.2011 BB-Banco Múltiplo Recursos FCO Fundo Constitucional do Centro-Oeste 16.602.973 14.771.005 Recursos aplicados (1) 15.938.342 13.811.498 Recursos disponíveis (2) 627.940 924.167 Encargos a capitalizar 36.691 35.340 CDBs Subordinados Emitidos no País 4.711.053 4.305.067 900.000 113,80% do CDI 03/2009 09/2014 1.344.943 1.227.011 1.335.000 115,00% do CDI 03/2009 03/2015 2.000.773 1.823.569 1.000.000 105,00% do CDI 11/2009 11/2015 1.365.337 1.254.487 Dívidas Subordinadas no Exterior 6.673.140 4.683.538 USD mil 300.000 8,50% 09/2004 09/2014 619.378 576.210 USD mil 660.000 5,38% 10/2010 01/2021 1.382.336 1.260.310 USD mil 1.500.000 5,88% 05/2011 01/2022 3.105.980 2.847.018 USD mil 750.000 5,88% 06/2012 01/2023 1.565.446 -- Letras Financeiras Subordinadas 9.196.989 3.429.443 1.000.000 108,50% do CDI 03/2010 03/2016 1.331.338 1.219.800 1.006.500 111,00% do CDI 03/2011 03/2017 1.210.944 1.107.259 335.100 111,00% do CDI 04/2011 04/2017 401.218 366.864 13.500 111,00% do CDI 05/2011 05/2017 15.997 14.627 700.000 111,00% do CDI 09/2011 10/2017 788.399 720.893 512.500 111,50% do CDI 05/2012 05/2018 537.769 -- 215.000 112,00% do CDI 05/2012 05/2019 225.565 -- 115.000 112,50% do CDI 05/2012 06/2020 120.632 -- 35.500 IPCA+5,45% 05/2012 06/2020 37.771 -- 12.000 111,50% do CDI 06/2012 06/2018 12.564 -- 100.000 IPCA+5,40% 06/2012 06/2018 105.833 -- 500.000 IPCA+5,53% 06/2012 06/2018 528.771 -- 7.200 IPCA+5,30% 06/2012 06/2018 7.615 -- 184.800 CDI+1,11% 06/2012 05/2018 193.503 -- 315.300 IPCA+5,56% 06/2012 06/2018 333.642 -- 308.400 CDI+1,10% 06/2012 04/2018 322.795 -- 20.000 IPCA+5,50% 06/2012 06/2018 21.154 -- 52.500 111,50% do CDI 06/2012 04/2018 54.852 -- 300 IPCA+5,32% 06/2012 01/2018 316 -- 49.800 111,50% do CDI 06/2012 01/2018 51.846 -- 873.600 IPCA+5,40% 06/2012 02/2018 921.522 -- 690.900 CDI+1,06% 06/2012 01/2018 720.162 -- 17.400 IPCA+5,33% 07/2012 06/2018 18.324 -- 27.000 IPCA+5,24% 07/2012 04/2018 28.413 -- 40.800 111,50% do CDI 07/2012 06/2018 42.446 -- 100.000 111,50% do CDI 07/2012 02/2018 103.998 -- 22.200 111,50% do CDI 07/2012 07/2018 23.088 -- 10.200 111,50% do CDI 07/2012 04/2018 10.604 -- 1.000.000 Pré 10,51% 09/2012 07/2018 1.025.908 -- Total das Dívidas Subordinadas do BB-Banco Múltiplo 37.184.155 27.189.053 Banco Votorantim CDBs Subordinados Emitidos no País 1.081.280 1.544.061 312.500 CDI+0,49% 11/2007 11/2012 -- 486.988 8.500 CDI+0,49% 12/2007 12/2012 -- 13.223 7.929 CDI+0,54% 12/2007 12/2012 -- 12.359 32.500 IGPM+7,22% 12/2007 12/2012 -- 55.718 57.500 IPCA+7,93% 03/2008 03/2013 108.244 94.825 7.500 IPCA+7,86% 08/2009 08/2014 11.713 10.269 5.250 IPCA+7,92% 08/2009 08/2014 8.217 7.199 19.500 IPCA+8,00% 08/2009 08/2014 30.599 26.787 2.500 IPCA+7,95% 08/2009 08/2014 3.915 3.429 260.000 CDI+1,67% 08/2009 08/2014 377.837 342.697 250.000 CDI+1,64% 12/2009 12/2014 351.056 318.518 135.000 CDI+1,67% 12/2009 12/2014 189.699 172.049 Nota Subordinada USD mil 575.000 7,38% 01/2010 01/2020 1.346.054 1.099.873 Letras Financeiras Subordinadas 1.068.271 1.054.722 5.000 IPCA+7,25% 11/2010 11/2020 (3) -- 5.422 94.950 CDI+1,30% 11/2010 11/2016 95.587 95.964 30.000 CDI+1,60% 12/2010 12/2016 30.020 30.042 324.900 CDI+1,94% 05/2011 05/2017 328.186 329.887 35.550 IGPM+7,55% 05/2011 05/2017 45.900 38.042 1.400 IPCA+7,76% 05/2011 05/2017 1.719 1.510 4.650 IPCA+7,85% 05/2011 05/2017 5.718 5.020 7.500 IPCA+7,95% 05/2011 05/2017 9.206 8.079 45.000 IPCA+7,95% 07/2011 07/2016 54.314 47.648 15.000 IGPM+7,70% 07/2011 07/2017 19.148 15.813 6.922 IPCA+8,02% 07/2011 07/2019 8.320 7.300 25.000 IPCA+7,90% 08/2011 08/2016 30.137 26.420 25.000 IPCA+7,93% 08/2011 08/2017 30.053 26.352 20.000 IPCA+7,76% 08/2011 08/2017 23.902 21.002 11.000 IPCA+7,85% 08/2011 08/2017 13.196 11.581 10.050 IGPM+7,70% 08/2011 08/2017 12.861 10.571 1.250 115,00% do CDI 08/2011 08/2017 1.446 1.317 33.000 117,00% do CDI 09/2011 09/2017 33.645 34.034 15.000 IGPM+6,74% 09/2011 09/2017 18.655 15.525 250.000 119,00% do CDI 10/2011 10/2017 254.208 256.467 215 IPCA+5,45% 10/2011 10/2014 (3) -- 220 18.000 IGPM+6,71% 10/2011 10/2017 22.266 18.454 16.046 IPCA+7,10% 11/2011 11/2016 (3) -- 17.392 25.000 109,00% do CDI 11/2011 12/2013 (3) -- 25.247 5.349 IPCA+7,20% 11/2011 11/2016 (3) -- 5.413 16.920 IPCA+7,10% 11/2010 11/2016 17.207 -- 5.640 IPCA+7,20% 11/2010 11/2016 5.710 -- 5.640 IPCA+7,25% 11/2010 11/2020 5.719 -- 1.128 IPCA+7% 11/2010 11/2016 1.148 -- Total das Dívidas Subordinadas do Banco Votorantim 3.495.605 3.698.656 Dívidas subordinadas emitidas pelo BB-Banco Múltiplo, em poder de controlada no exterior, eliminadas no BB-Consolidado (3.581) (3.026) Total das Dívidas Subordinadas do BB-Consolidado (4) 40.676.179 30.884.683 (1) São remunerados pelos encargos pactuados com os mutuários, deduzido o del credere da instituição financeira, conforme artigo 9º da Lei n.º 7.827/1989. (2) São remunerados com base na taxa extramercado divulgada pelo Banco Central do Brasil (Bacen), conforme artigo 9º da Lei n.º 7.827/1989. (3) Operações liquidadas antecipadamente. (4) O montante de R$ 32.400.578 mil (R$ 24.522.493 mil em 31.12.2011) compõe o nível II do Patrimônio de Referência (PR), em conformidade com a Resolução CMN n.º 3.444/2007. Conforme determinação do Bacen, as dívidas subordinadas emitidas pelo Banco Votorantim não compõem o PR do Banco do Brasil (Nota 29.f). 92

d) Instrumentos Híbridos de Capital e Dívida Captações Valor emitido Remuneração a.a. BB-Banco Múltiplo e BB-Consolidado Data captação 31.12.2012 31.12.2011 Bônus Perpétuos USD mil 1.750.000 9,25% 01 e 03/2012 3.743.315 -- USD mil 1.500.000 8,5% 10/2009 3.104.493 2.848.001 8.100.000 5,5% 09/2012 8.214.555 -- Total BB-Banco Múltiplo 15.062.363 2.848.001 Valores eliminados no BB-Consolidado (1.292) (2.209) Total BB-Consolidado 15.061.071 2.845.792 Passivo não circulante 14.818.494 2.797.313 Passivo circulante 242.577 48.479 Do total dos bônus perpétuos, o montante de R$ 14.484.062 mil compõe o Patrimônio de Referência - PR (R$ 2.718.895 mil em 31.12.2011), em conformidade com a Resolução CMN n.º 3.444/2007 (Nota 29.f). O bônus emitido em outubro de 2009, no valor de USD 1.500.000 mil, tem opção de resgate por iniciativa do Banco a partir de 2020 ou em cada pagamento semestral de juros subsequente, desde que autorizado previamente pelo Bacen. Caso o Banco não exerça a opção de resgate em outubro de 2020, os juros incidentes sobre os títulos serão corrigidos nessa data para 7,782% mais o preço de negociação dos Títulos do Tesouro Norte-americano de 10 anos. A partir dessa data, a cada 10 anos, os juros incidentes sobre os títulos serão corrigidos levando-se em consideração o preço de negociação dos Títulos do Tesouro Norte-americano de 10 anos. Os bônus emitidos em janeiro e março (reabertura) de 2012, nos valores de USD 1.000.000 mil e USD 750.000 mil, respectivamente, poderão ter seus termos e condições alterados, sem a prévia autorização dos detentores dos títulos, com a finalidade de manter ou enquadrar os títulos como capital de nível I ou capital de nível II, em razão da implementação das regras de Basileia III, desde que as alterações não prejudiquem os interesses dos detentores dos títulos. Caso o Banco do Brasil não exerça a opção de resgate em abril de 2023 a taxa de juros dos títulos será redefinida naquela data e a cada 10 anos de acordo com o US Treasury de 10 anos vigente na época mais o spread inicial de crédito. Os títulos apresentam as seguintes opções de resgate, sujeitas a autorização prévia do Banco Central do Brasil: (i) (ii) (iii) o Banco do Brasil poderá, a seu critério, resgatar os títulos no todo, mas não em parte, em abril de 2023 ou em cada pagamento semestral de juros subsequente, pelo preço base de resgate; o Banco do Brasil poderá, a seu critério, resgatar os títulos no todo, mas não em parte, em qualquer data anterior a abril de 2023, em função de evento tributário, pelo preço base de resgate; o Banco do Brasil poderá, a seu critério, resgatar os títulos no todo mas não em parte, em qualquer data anterior a abril de 2023, em função de evento regulatório, pelo maior valor entre o preço base de resgate e o Make-whole amount. Os bônus emitidos em outubro de 2009 e em janeiro e março de 2012 determinam que o Banco suspenda os pagamentos semestrais de juros e/ou acessórios sobre os referidos títulos emitidos (que não serão devidos, nem acumulados) caso: (i) (ii) (iii) (iv) o Banco não esteja enquadrado ou o pagamento desses encargos não permita que o Banco esteja em conformidade com os níveis de adequação de capital, limites operacionais ou seus indicadores financeiros estejam abaixo do nível mínimo exigido pela regulamentação aplicável a bancos brasileiros; o Bacen ou as autoridades regulatórias determinem a suspensão dos pagamentos dos referidos encargos; algum evento de insolvência ou falência ocorra; alguma inadimplência ocorra; ou 93

(v) o Banco não tenha distribuído o pagamento de dividendos ou juros sobre o capital próprio aos portadores de ações ordinárias referentes ao período de cálculo de tais juros e/ou acessórios. O bônus emitido em setembro de 2012, no valor de R$ 8.100.000 mil, terá os juros devidos por períodos semestrais. Os juros relativos a cada semestre serão pagos em parcela única, atualizados pela taxa Selic, em até trinta dias corridos contados (i) após a realização do pagamento dos dividendos ou juros sobre o capital próprio do respectivo semestre, ou (ii) após aumento de capital com lucros pertencentes aos acionistas, o que ocorrer antes. Não haverá pagamento dos encargos financeiros referentes a um determinado semestre enquanto não for realizado (i) pagamento ou crédito de dividendos (inclusive sob a forma de juros sobre o capital próprio), ou (ii) aumento de capital com lucros pertencentes aos acionistas, relativos ao mesmo semestre. Os encargos financeiros não pagos não serão acumulados. Caso não seja realizado pagamento ou crédito de dividendos (inclusive sob a forma de juros sobre o capital próprio) ou aumento de capital com lucros pertencentes aos acionistas, até 30 de junho ou 31 de dezembro do exercício social seguinte, conforme o caso, os encargos financeiros que ainda não houverem sido pagos, deixarão de ser exigíveis definitivamente. O pagamento dos juros será postergado caso o Banco esteja desenquadrado em relação aos limites operacionais estabelecidos na regulamentação em vigor ou esse pagamento implique o aludido desenquadramento, devendo ser atualizado pela taxa Selic, pro rata temporis, até a efetivação de seu pagamento. Eventuais amortizações ou resgate da dívida, parciais ou integrais, na hipótese de acordo entre as partes, somente poderão ser realizados se os dividendos estiverem sendo devidamente pagos e previamente autorizados pelo Banco Central do Brasil. O resgate da obrigação, ainda que parcial, apenas poderá ocorrer caso o Banco não esteja desenquadrado em relação aos seus limites operacionais estabelecidos na regulamentação em vigor, e ainda, que o resgate não acarrete situação de desenquadramento, sendo o valor devido acrescido dos juros previstos, pro rata temporis, até a efetivação do seu pagamento. A dívida não poderá ser resgatada por iniciativa da União. Em caso de dissolução ou liquidação do Banco, o pagamento do principal e encargos da dívida ficará subordinado ao pagamento dos demais passivos. A presente captação foi autorizada pelo Bacen a integrar o patrimônio de referência no Nível I até o limite regulamentar (Resolução CMN nº 3.444/2007), e o restante dos valores monetizados em Nível II, a partir de setembro de 2012. 94

e) Diversas BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 Operações com cartão de crédito/débito 15.054.758 11.641.835 15.054.758 11.641.835 Passivos atuariais (Nota 27.d) 6.714.372 7.141.907 6.714.372 7.141.907 Provisões para pagamentos a efetuar 3.760.688 3.349.150 5.376.719 4.657.605 Credores diversos no País 1.873.475 1.562.062 4.912.992 3.838.316 Provisões para demandas cíveis (Nota 28.a) 3.945.650 3.244.433 4.208.172 3.473.970 Provisões para demandas trabalhistas (Nota 28.a) 2.496.821 2.340.058 2.945.490 2.514.536 Obrigações por operações vinculadas a operações de crédito 89.413 -- 1.844.135 -- Recursos vinculados a operações de crédito 1.307.462 628.848 1.352.710 1.093.251 Obrigações por convênios oficiais 1.011.941 727.697 1.011.941 727.697 Obrigações por prêmios concedidos a clientes por fidelidade 800.262 1.240.521 800.262 1.240.521 Obrigações por aquisição de bens e direitos 721.253 995.920 732.021 1.004.336 Obrigações por prestação de serviços de pagamento 647.850 688.304 647.850 688.304 Credores diversos no exterior 84.292 31.485 554.799 350.447 Provisões para perdas com o Fundo de Compensação de Variação Salarial - FCVS 217.028 204.118 217.028 204.118 Provisões para garantias prestadas 139.787 111.760 144.244 115.624 Coobrigações em Cessões de Crédito 2.610 -- 2.610 -- Outras 742.971 501.756 789.576 526.623 Total 39.610.633 34.409.854 47.309.679 39.219.090 Passivo circulante 31.270.022 26.207.258 36.898.627 29.024.394 Passivo não circulante 8.340.611 8.202.596 10.411.052 10.194.696 21 Operações de Seguros, Previdência e Capitalização a) Créditos das Operações BB Consolidado 31.12.2012 31.12.2011 Prêmios diretos de seguros a receber 1.454.249 1.244.809 Crédito de operações de seguros com seguradoras 80.808 58.944 Crédito de operações de seguros com resseguradoras 656.213 435.023 Crédito de operações de previdência complementar 2.678 2.732 Total 2.193.948 1.741.508 Ativo circulante 2.191.786 1.738.997 Ativo não circulante 2.162 2.511 95

b) Provisões Técnicas BB Consolidado 31.12.2012 31.12.2011 Seguros 5.393.434 4.121.294 Provisão de prêmios não ganhos 3.159.605 2.227.821 Provisão de sinistros a liquidar 1.474.351 1.310.803 Provisão para sinistros ocorridos mas não avisados 445.662 337.402 Provisão de insuficiência de prêmios 190.828 147.830 Outras provisões 122.988 97.438 Previdência 50.545.598 37.576.720 Provisão matemática de benefícios a conceder 48.334.700 35.590.671 Provisão matemática de benefícios concedidos 870.870 774.039 Provisão de excedente financeiro 428.331 418.493 Provisão de insuficiência de contribuição 415.477 359.213 Provisão de insuficiência de prêmios 44.473 34.123 Provisão para sinistros ocorridos mas não avisados 15.624 7.464 Outras provisões 436.123 392.717 Capitalização 4.294.494 3.324.923 Provisão matemática para resgates 4.077.525 3.160.764 Provisão para sorteios e resgates 150.443 113.227 Outras provisões 66.526 50.932 Total 60.233.526 45.022.937 Passivo circulante 15.179.674 12.384.381 Passivo não circulante 45.053.852 32.638.556 c) Provisões Técnicas por Produto BB Consolidado 31.12.2012 31.12.2011 Seguros 5.393.434 4.121.294 Auto 1.571.647 1.053.107 Vida 2.278.323 1.614.310 Ramos elementares 1.300.378 1.261.397 Dpvat 243.086 192.480 Previdência 50.545.598 37.576.720 Plano gerador de benefícios livres - PGBL 14.096.010 12.519.440 Vida gerador de benefícios livres - VGBL 30.827.149 19.902.250 Planos tradicionais 5.622.439 5.155.030 Capitalização 4.294.494 3.324.923 Total 60.233.526 45.022.937 96

d) Garantia das Provisões Técnicas BB Consolidado 31.12.2012 31.12.2011 Seguros Previdência Capitalização Total Seguros Previdência Capitalização Total Cotas de fundos de investimento (VGBL e PGBL) Cotas de fundos de investimento (exceto VGBL e PGBL) -- 44.593.171 -- 44.593.171 -- 32.110.668 -- 32.110.668 3.249.862 4.190.789 2.206.084 9.646.735 2.062.447 3.888.047 2.055.333 8.005.827 Títulos públicos 627.578 2.052.271 1.224.747 3.904.596 1.305.715 1.891.871 433.098 3.630.684 Títulos privados 609.168 160.376 999.971 1.769.515 431.318 25.218 944.228 1.400.764 Direitos creditórios 1.116.250 -- 68.338 1.184.588 637.575 -- 88.693 726.268 Imóveis 10.806 -- -- 10.806 12.330 -- -- 12.330 Depósitos retidos no IRB e depósitos judiciais 1.363 -- -- 1.363 4.234 -- -- 4.234 Total 5.615.027 50.996.607 4.499.140 61.110.774 4.453.619 37.915.804 3.521.352 45.890.775 97

e) Resultado Financeiro e Operacional por Segmento BB Consolidado 2º Semestre/2012 Exercício/2012 Exercício/2011 Seguros Previdência Capitalização Total Seguros Previdência Capitalização Total Seguros Previdência Capitalização Total Resultado financeiro 211.853 1.040.961 199.507 1.452.321 494.766 1.991.352 400.692 2.886.810 423.569 1.699.334 340.904 2.463.807 Receitas financeiras 267.231 2.222.236 203.875 2.693.342 606.884 4.256.810 406.322 5.270.016 495.678 3.064.007 343.158 3.902.843 Despesas financeiras (55.378) (1.181.275) (4.368) (1.241.021) (112.118) (2.265.458) (5.630) (2.383.206) (72.109) (1.364.673) (2.254) (1.439.036) Atualização e Juros de Provisões Técnicas (10.277) (898.087) (168.738) (1.077.102) (98.904) (1.712.648) (320.692) (2.132.244) (45.330) (1.431.745) (183.756) (1.660.831) Resultado operacional 1.086.205 5.261 133.367 1.224.833 2.026.790 68.586 253.737 2.349.113 1.977.950 137.227 149.800 2.264.977 Prêmios retidos e contribuições (Nota 21.f) 3.288.634 6.960.607 1.352.159 11.601.400 6.238.435 13.820.627 2.563.440 22.622.502 4.758.355 9.051.576 1.931.345 15.741.276 Variação das provisões técnicas (545.546) (6.870.606) (53.006) (7.469.158) (912.488) (13.610.865) (27.035) (14.550.388) (314.944) (8.758.582) (33.913) (9.107.439) Sinistros retidos (1.239.273) -- -- (1.239.273) (2.481.325) -- -- (2.481.325) (2.104.517) -- -- (2.104.517) Despesas de comercialização (417.610) (64.978) (85.682) (568.270) (817.832) (103.782) (173.469) (1.095.083) (360.944) (126.459) (77.941) (565.344) Despesas com sorteios e resgates de títulos de capitalização Despesas com benefícios e resgates de planos de previdência -- -- (1.080.104) (1.080.104) -- -- (2.109.199) (2.109.199) -- -- (1.669.691) (1.669.691) -- (19.762) -- (19.762) -- (37.394) -- (37.394) -- (29.308) -- (29.308) Total 1.287.781 148.135 164.136 1.600.052 2.422.652 347.290 333.737 3.103.679 2.356.189 404.816 306.948 3.067.953 98

f) Prêmios Retidos de Seguros, Contribuições de Planos de Previdência e Títulos de Capitalização BB Consolidado 2º Semestre/2012 Exercício/2012 Exercício/2011 Seguros 3.288.634 6.238.435 4.758.355 Prêmios emitidos 3.648.542 6.855.229 5.354.295 Prêmios de cosseguros cedidos (33.355) (45.371) (119.991) Prêmios restituídos (9.699) (17.237) (17.416) Prêmios de resseguros cedidos, consórcios e fundos (316.854) (554.186) (458.533) Previdência 6.960.607 13.820.627 9.051.576 Prêmios emitidos 5.873.054 11.883.137 7.283.078 Contribuições de previdência complementar (inclui VGBL) 1.094.138 1.970.805 1.801.338 Prêmios restituídos (6.585) (33.315) (32.840) Capitalização 1.352.159 2.563.440 1.931.345 Receitas com títulos de capitalização 1.352.159 2.563.440 1.931.345 Total 11.601.400 22.622.502 15.741.276 22 Outras Receitas/Despesas Operacionais a) Receitas de Prestação de Serviços BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 Cartão de crédito/débito 970.076 2.083.301 1.657.135 2.065.214 4.130.904 3.296.989 Administração de fundos 866.322 1.751.358 1.649.996 1.622.495 3.216.787 3.040.218 Cobrança 649.298 1.290.488 1.221.741 662.285 1.316.430 1.241.237 Arrecadações 427.828 835.610 725.241 425.826 831.649 725.241 Interbancária 353.714 697.444 639.994 353.714 697.444 639.994 Operações de crédito e garantias prestadas 343.417 590.389 299.635 386.301 673.147 370.772 De coligadas/controladas não financeiras -- -- -- 354.277 624.215 324.071 Seguros, previdência e capitalização 301.204 616.180 499.083 301.204 616.180 499.083 Rendas do mercado de capitais 10.876 21.261 20.648 219.778 453.849 349.516 Conta corrente 171.863 348.481 361.580 173.707 351.961 363.788 Tesouro Nacional e administração de fundos oficiais 149.334 263.714 412.136 149.334 263.714 412.136 Taxas de administração de consórcios -- -- -- 124.771 253.140 201.972 Prestados a ligadas 177.704 337.327 453.280 23.807 67.855 123.975 Outros serviços 238.079 483.316 332.633 512.179 988.276 624.295 Total 4.659.715 9.318.869 8.273.102 7.374.892 14.485.551 12.213.287 99

b) Rendas de Tarifas Bancárias BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 Pacote de serviços 1.751.957 3.548.646 3.243.848 1.752.431 3.549.685 3.245.485 Operações de crédito e cadastro 622.467 1.234.805 1.092.874 744.392 1.467.892 1.451.406 Rendas de cartões 390.515 587.525 616.769 402.291 607.687 629.066 Administração de Fundos de Investimento 37 37 -- 178.670 364.898 157.033 Contas de depósito 123.823 259.115 293.672 124.147 259.759 294.076 Transferência de recursos 102.433 193.977 168.875 102.760 194.675 173.413 Outras 64.276 100.606 36.157 84.003 141.018 77.810 Total 3.055.508 5.924.711 5.452.195 3.388.694 6.585.614 6.028.289 c) Despesas de Pessoal BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 Proventos (3.682.028) (7.048.184) (6.310.077) (4.264.683) (8.157.337) (7.117.073) Encargos sociais (1.352.892) (2.529.111) (2.177.070) (1.529.151) (2.872.138) (2.455.755) Provisões administrativas de pessoal (1.058.466) (2.146.522) (2.019.056) (1.058.466) (2.146.522) (2.019.056) Benefícios (1.012.004) (1.956.434) (1.750.454) (1.103.825) (2.145.931) (1.911.015) Provisões para demandas trabalhistas (1) (377.394) (724.978) (969.096) (377.806) (726.667) (969.096) Previdência complementar (184.593) (326.608) (297.787) (190.649) (337.281) (305.754) Honorários de diretores e conselheiros (12.602) (24.543) (21.986) (32.445) (62.238) (58.260) Treinamento (25.368) (41.635) (65.113) (32.576) (55.329) (76.566) Total (7.705.347) (14.798.015) (13.610.639) (8.589.601) (16.503.443) (14.912.575) (1) Inclui os valores positivos de R$ 244.826 mil no 2º semestre de 2012 e R$ 309.829 mil no exercício do mesmo ano, referentes ao ressarcimento ao Banco do Brasil pelo governo do Estado de São Paulo de valores antecipados pelo Banco a ex-empregados do Banco Nossa Caixa (BNC), grupos A e B, a título de complemento de aposentadoria. 100

d) Outras Despesas Administrativas BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 Amortização (1.188.973) (2.396.231) (2.323.773) (1.319.712) (2.546.366) (2.363.293) Serviços de terceiros (941.402) (1.763.637) (1.211.324) (951.119) (1.766.910) (1.294.143) Comunicações (666.561) (1.311.483) (1.245.217) (717.538) (1.410.206) (1.354.235) Demandas judiciais (501.015) (1.349.674) (559.204) (503.936) (1.357.334) (562.656) Transporte (605.274) (1.171.361) (814.798) (627.500) (1.214.679) (857.868) Depreciação (384.735) (901.316) (931.355) (417.909) (962.804) (980.310) Aluguéis (376.836) (717.246) (601.296) (457.602) (868.618) (734.522) Serviços de vigilância e segurança (428.121) (817.675) (747.377) (440.671) (840.936) (763.813) Processamento de dados (507.692) (1.046.378) (903.392) (399.345) (813.517) (667.731) Serviços do sistema financeiro (326.045) (583.181) (493.813) (405.376) (743.601) (661.529) Serviços técnicos especializados (85.845) (188.265) (217.125) (337.122) (669.115) (679.824) Manutenção e conservação de bens (276.145) (526.898) (452.339) (313.415) (594.627) (499.907) Propaganda e publicidade (200.376) (356.237) (304.457) (269.146) (473.791) (420.337) Água, energia e gás (184.985) (372.043) (341.729) (193.758) (389.606) (355.222) Promoções e relações públicas (116.578) (208.905) (224.202) (139.563) (250.147) (263.049) Viagem no país (64.064) (128.602) (154.085) (78.058) (154.395) (186.366) Material (64.053) (126.833) (124.683) (75.127) (145.825) (140.115) Outras (240.660) (441.243) (377.866) (433.451) (810.475) (637.500) Total (7.159.360) (14.407.208) (12.028.035) (8.080.348) (16.012.952) (13.422.420) e) Outras Receitas Operacionais BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 Equalização de taxas - Safra agrícola 1.813.842 3.388.971 2.487.737 1.813.842 3.388.971 2.487.737 Previ - Atualização de ativo atuarial (Nota 27.c) 574.577 1.355.234 2.981.314 574.577 1.355.234 2.981.314 Atualização de depósitos em garantia 556.648 1.142.777 1.500.521 550.054 1.129.716 1.500.521 Atualização das destinações do superávit - Plano 1 (Nota 27.e) 596.660 1.081.756 1.014.421 596.660 1.081.756 1.014.421 Recuperação de encargos e despesas 716.791 1.158.541 866.046 594.757 908.200 796.989 Reversão de provisões obrigações atuariais 396.157 500.990 -- 396.157 500.990 -- Reajuste cambial negativo/reclassificação de saldos passivos Receitas das empresas coligadas/controladas não financeiras -- 75.671 567.937 12.640 500.912 957.415 -- -- -- 248.136 500.665 449.191 Rendas de títulos e créditos a receber 213.628 391.250 316.622 213.628 391.250 316.622 Operações com cartões 170.616 344.487 332.548 170.828 344.925 333.434 Reversão de provisões - despesas administrativas Reversão de provisões - demandas trabalhistas, cíveis e fiscais 62.719 121.988 175.622 62.719 121.988 175.622 25 70.626 569.529 25 70.626 569.529 Dividendos recebidos 11.074 36.623 27.150 9.701 30.884 27.150 Reversão de provisões - despesas de pessoal 2.915 7.799 13.379 2.915 7.799 13.379 Outras 335.930 844.598 932.042 724.656 1.400.933 1.354.235 Total 5.451.582 10.521.311 11.784.868 5.971.295 11.734.849 12.977.559 101

f) Outras Despesas Operacionais BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 Despesas das empresas coligadas/controladas não financeiras -- -- -- (941.784) (1.794.195) (1.442.557) Operações com cartões crédito/débito (528.785) (1.329.379) (1.260.254) (528.481) (1.328.663) (1.260.254) Amortização de ágios em investimentos (300.049) (589.361) (291.526) (408.508) (832.526) (574.805) Atualização das obrigações atuariais (509.200) (825.449) (997.770) (509.200) (825.449) (997.770) Atualização de instrumentos híbridos de capital e dívida (413.134) (680.974) (226.783) (413.134) (680.974) (226.783) Descontos concedidos em renegociação (117.767) (223.450) (212.885) (249.091) (396.459) (289.749) Parceiros comerciais (1) (3.273) (7.519) (12.784) (209.368) (389.416) (538.520) Atualização de depósitos em garantia (2) (124.380) (274.870) (424.633) (124.380) (274.870) (424.633) Bônus de relacionamento negocial (107.684) (214.626) (156.060) (107.684) (214.626) (156.060) Autoatendimento (100.395) (210.272) (160.117) (100.395) (210.272) (160.117) Falhas/fraudes e outras perdas (88.158) (196.194) (459.735) (88.158) (196.194) (459.735) Prêmio de seguro de vida - crédito direto ao consumidor Reajuste cambial negativo/reclassificação de saldos ativos (70.932) (149.179) (165.180) (70.932) (149.179) (165.180) (7.164) (7.164) (798.957) (17.090) (104.232) (1.075.131) Atualização de JCP/Dividendos (9.090) (25.056) (41.133) (9.090) (25.056) (41.133) Convênio INSS (12.562) (23.983) (7.483) (12.562) (23.983) (7.483) Credenciamento do uso do Sisbacen (15.097) (23.860) (16.823) (15.097) (23.860) (16.823) Previ - Ajuste atuarial (11.119) (20.216) (23.709) (11.119) (20.216) (23.709) Despesas com Proagro (8.601) (15.947) (13.018) (8.601) (15.947) (13.018) Outras (492.100) (931.483) (344.560) (790.768) (1.459.828) (1.071.200) Total (2.919.490) (5.748.982) (5.613.410) (4.615.442) (8.965.945) (8.944.660) (1) Referem-se principalmente a comissões por financiamentos originados pelos parceiros e acordos comerciais com lojistas. (2) Refere-se a atualização da provisão para depósito judicial referente à ação judicial (IR e CSLL) conforme nota 28.d. 23 Resultado não Operacional BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 Receitas não Operacionais 1.228.798 1.338.482 276.320 1.268.926 1.412.900 439.519 Lucro na alienação de valores e bens 1.157.919 1.178.604 25.378 1.167.973 1.200.788 37.315 Reversão de provisão para desvalorização de outros valores e bens Lucro na alienação de investimentos / participação societária 18.578 41.423 36.873 19.042 42.019 39.105 1.189 1.236 104.653 19.301 25.692 192.396 Ganhos de capital 6.653 12.672 21.796 10.645 20.943 48.806 Rendas de aluguéis 8.797 17.908 15.774 9.353 18.909 16.561 Atualização de devedores por alienação de bens imóveis 7.350 15.272 19.201 7.350 15.272 19.201 Outras rendas não operacionais 28.312 71.367 52.645 35.262 89.277 86.135 Despesas não Operacionais (59.945) (100.941) (100.133) (109.818) (202.928) (214.167) Prejuízos na alienação de valores e bens (7.191) (9.924) (14.024) (48.743) (99.603) (108.867) Desvalorização de outros valores e bens (38.636) (54.006) (41.380) (40.820) (57.456) (46.891) Perdas de capital (12.747) (34.223) (43.994) (14.942) (37.210) (45.049) Outras despesas não operacionais (1.371) (2.788) (735) (5.313) (8.659) (13.360) Total 1.168.853 1.237.541 176.187 1.159.108 1.209.972 225.352 102

24 Patrimônio Líquido a) Valor Patrimonial e Valor de Mercado por Ação Ordinária 31.12.2012 31.12.2011 Patrimônio Líquido BB-Banco Múltiplo () 65.776.796 58.148.690 Valor patrimonial por ação (R$) 23,12 20,29 Valor de mercado por ação ordinária (R$) 25,60 23,70 Patrimônio Líquido BB-Consolidado (1) () 66.069.965 58.416.370 (1) Reconciliado com o BB-Banco Múltiplo (Nota 24.g). O valor patrimonial por ação é calculado com base no Patrimônio Líquido do BB-Banco Múltiplo. b) Capital Social O Capital Social, totalmente subscrito e integralizado, de R$ 48.400.000 mil (R$ 33.122.569 mil em 31.12.2011) do BB-Banco Múltiplo está dividido em 2.865.417.020 ações ordinárias representadas na forma escritural e sem valor nominal. A União Federal é a maior acionista, detendo o controle. O aumento do Capital Social no exercício de 2012, no valor de R$ 15.277.431 mil, decorreu da utilização de Reserva Estatutária para Margem Operacional, aprovada pela Assembléia Geral Extraordinária realizada em 18.12.2012 e pelo Banco Central do Brasil em 14.02.2013. O Banco poderá, independentemente de reforma estatutária, por deliberação e nas condições determinadas pela Assembléia Geral dos Acionistas, aumentar o Capital Social até o limite de R$ 80.000.000 mil, mediante a emissão de ações ordinárias, concedendo-se aos acionistas preferência para a subscrição do aumento de capital, na proporção do número de ações que possuírem. c) Reservas de Reavaliação As Reservas de Reavaliação, no valor de R$ 4.645 mil (R$ 4.730 mil em 31.12.2011), referem-se às reavaliações de ativos efetuadas por empresas ligadas/controladas. No exercício de 2012, foram realizadas reservas no montante de R$ 85 mil, decorrentes de depreciação, transferidas para a conta Lucros ou Prejuízos Acumulados (R$ 1.511 mil no exercício de 2011, sendo R$ 1.183 mil decorrentes de baixa por alienação de participação acionária do BB Banco de Investimento na Pronor Petroquímica e R$ 328 mil decorrentes de depreciação). Conforme Resolução CMN n.º 3.565/2008, o saldo remanescente será mantido até a data de sua efetiva realização. d) Reservas de Capital e de Lucros 31.12.2012 31.12.2011 Reservas de capital 1 -- Reservas de lucros (1) 16.413.044 24.297.550 Reserva legal 4.112.056 3.496.562 Reservas estatutárias (1) 12.300.988 20.800.988 Margem operacional 8.025.178 16.765.834 Equalização de dividendos 4.275.810 4.035.154 (1) No BB-Consolidado, os valores da Reserva de Lucros e das Reservas Estatutárias são de R$ 16.132.046 mil e R$ 12.019.990 mil, respectivamente, devido à eliminação do resultado não realizado de empresa controlada, no valor de R$ 280.998 mil. A Reserva Estatutária para Margem Operacional tem por finalidade garantir margem operacional compatível com o desenvolvimento das operações da sociedade e é constituída em até 100% do lucro líquido, após as destinações legais, inclusive dividendos, limitada a 80% do capital social. A Reserva Estatutária para Equalização de Dividendos assegura recursos para o pagamento dos dividendos, constituída pela parcela de até 50% do lucro líquido, após as destinações legais, inclusive dividendos, até o limite de 20% do Capital Social. 103

e) Lucro por Ação 2ºSem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 Lucro líquido atribuível aos acionistas () 6.753.930 12.309.870 12.247.330 Número médio ponderado de ações Básico 2.857.109.880 2.861.260.055 2.861.404.718 Diluído 2.857.109.880 2.861.260.055 2.869.849.797 Lucro por ação Lucro básico por ação (R$) 2,36 4,30 4,28 Lucro diluído por ação (R$) 2,36 4,30 4,27 f) Juros sobre o Capital Próprio/Dividendos Valor () Valor por ação (R$) Data base da posição acionária Data de pagamento 1º trim/2012 Dividendos pagos 181.408 0,063 10.05.2012 22.05.2012 Juros sobre o capital próprio pagos 840.366 0,293 22.03.2012 22.05.2012 2º trim/2012 Dividendos pagos 350.274 0,122 21.08.2012 31.08.2012 Juros sobre o capital próprio pagos 850.328 0,297 21.06.2012 23.07.2012 3º trim/2012 Dividendos pagos 304.244 0,106 16.11.2012 26.11.2012 Juros sobre o capital próprio pagos 817.566 0,286 11.09.2012 20.09.2012 4º trim/2012 Dividendos a pagar 734.230 0,258 01.03.2013 14.03.2013 Juros sobre o capital próprio pagos 845.532 0,297 12.12.2012 28.12.2012 Total destinado aos acionistas no exercício de 2012 4.923.948 1,722 Dividendos 1.570.156 0,549 Juros sobre o capital próprio (1) 3.353.792 1,173 Lucro líquido do período 12.309.870 Valor () Valor por ação (R$) Data base da posição acionária Data de pagamento 1º trim/2011 Dividendos pagos 449.024 0,157 19.05.2011 27.05.2011 Juros sobre o capital próprio pagos 723.921 0,253 22.03.2011 27.05.2011 2º trim/2011 Dividendos pagos 595.322 0,208 18.08.2011 26.08.2011 Juros sobre o capital próprio pagos 736.680 0,258 21.06.2011 26.08.2011 3º trim/2011 Dividendos pagos 360.714 0,126 17.11.2011 25.11.2011 Juros sobre o capital próprio pagos 795.800 0,278 21.09.2011 25.11.2011 4º trim/2011 Dividendos pagos 442.565 0,154 17.02.2012 29.02.2012 Juros sobre o capital próprio pagos 794.907 0,277 21.12.2011 07.02.2012 Total destinado aos acionistas no exercício de 2011 4.898.933 1,711 Dividendos 1.847.625 0,645 Juros sobre o capital próprio (1) 3.051.308 1,066 Lucro líquido do período 12.247.330 (1) Valores sujeitos à alíquota de 15% de Imposto de Renda Retido na Fonte. Em conformidade com as Leis n.º 9.249/1995 e n.º 9.430/1996 e com o Estatuto do Banco, a Administração decidiu pelo pagamento aos seus acionistas de juros sobre o capital próprio, 104

imputados ao valor dos dividendos, acrescido de dividendos adicionais, equivalentes a 40% sobre o lucro líquido. Os juros sobre o capital próprio são calculados sobre as contas do patrimônio líquido ajustado e limitados à variação, pro rata die, da Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), condicionados à existência de lucros computados antes de sua dedução ou de lucros acumulados e reservas de lucros, em montante igual ou superior a duas vezes o seu valor. Para atendimento à legislação do Imposto de Renda, o montante de juros sobre o capital próprio foi contabilizado na conta Despesas Financeiras e, para fins de elaboração destas demonstrações contábeis, reclassificado para a conta de Lucros ou Prejuízos Acumulados. O total dos juros sobre capital próprio, no exercício de 2012, proporcionou redução na despesa com encargos tributários no montante de R$ 1.341.517 mil (R$ 1.220.523 mil no exercício de 2011). g) Reconciliação do Lucro Líquido e do Patrimônio Líquido Lucro Líquido Patrimônio Líquido 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 31.12.2012 31.12.2011 BB-Banco Múltiplo 6.753.930 12.309.870 12.247.330 65.776.796 58.148.690 Resultado não realizado (1) (58.926) (104.750) (121.340) (280.998) (176.248) Participação dos não controladores -- -- -- 574.167 443.928 BB-Consolidado 6.695.004 12.205.120 12.125.990 66.069.965 58.416.370 (1) Refere-se a resultado obtido em operações de cessão de crédito do Banco Múltiplo para a Ativos S.A. h) Participação dos não Controladores Patrimônio Líquido 31.12.2012 31.12.2011 Banco Patagonia S.A. 574.103 443.869 Besc Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. 27 27 Cobra Tecnologia S.A. 37 32 Participação dos não Controladores 574.167 443.928 105

i) Participações Acionárias (Quantidade de Ações) Evolução da quantidade de ações de emissão do Banco em que os acionistas sejam titulares, direta ou indiretamente, de mais de 5% das ações, bem como do Conselho de Administração, da Diretoria Executiva e do Comitê de Auditoria: Acionistas 31.12.2012 31.12.2011 Ações %Total Ações % Total União Federal 1.693.127.780 59,1 1.693.127.780 59,1 Ministério da Fazenda 1.453.487.115 50,7 1.483.727.780 51,8 Fundo Fiscal de Investimento e Estabilização 110.650.000 3,9 62.500.000 2,2 Caixa F1 Garantia Construção Naval 105.663.567 3,7 -- -- FGO Fundo de Investimento em Ações 9.466.808 0,3 -- -- Fundo Garantidor para Investimentos 7.500.000 0,3 7.500.000 0,2 FGEDUC Fundo de Investimento Multimercado 6.360.290 0,2 -- -- Fundo de Garantia à Exportação -- -- 139.400.000 4,9 Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil Previ (1) 297.523.314 10,4 296.773.911 10,4 BNDES Participações S.A. BNDESPar (1) 5.522.648 0,2 3.696.348 0,1 Ações em Tesouraria 20.200.047 0,7 32 -- Outros acionistas 849.043.231 29,6 871.818.949 30,4 Total 2.865.417.020 100,0 2.865.417.020 100,0 Residentes no país 2.336.615.977 81,5 2.420.960.547 84,5 Residentes no exterior 528.801.043 18,5 444.456.473 15,5 (1) Ligadas ao Controlador. Conselho de Administração (exceto Presidente do Banco, que consta na Diretoria Executiva) Ações ON (1) 31.12.2012 31.12.2011 8 11 Diretoria Executiva 112.821 27.463 Comitê de Auditoria 75 823 (1) A participação acionária do Conselho de Administração, Diretoria Executiva e Comitê de Auditoria representa aproximadamente 0,004% do capital do Banco. j) Movimentação de Ações em Circulação/Free Float 2012 2011 Quantidade % Quantidade % Ações em circulação no início do período 871.791.466 30,4 870.752.058 30,4 Aquisição de ações - programa de recompra (Nota 24.k) (20.200.000) -- Aquisição de ações - pagamento baseado em ações (Nota 24.m) (130.146) -- Aquisição de ações pelo BNDESPar (1.826.300) (3.461.229) Aquisição de ações pela Previ (749.403) (209.000) Venda de ações pela União Federal -- 6.283 Subscrição de ações decorrentes de bônus -- 4.687.773 Outras movimentações (1) 44.776 15.581 Ações em circulação no fim do período (2) 848.930.393 29,6 871.791.466 30,4 Total emitido 2.865.417.020 100,0 2.865.417.020 100,0 (1) Refere-se principalmente às movimentações oriundas de Órgãos Técnicos e Consultivos. (2) Conforme Lei n.º 6.404/1976 e regulamento do Novo Mercado da BM&FBovespa. Não considera as ações em poder do Conselho de Administração e Diretoria Executiva. k) Ações em Tesouraria Em 13 de julho de 2012, o Conselho de Administração aprovou o Programa de Recompra de até 50 milhões de ações, no prazo de até 180 dias contados a partir dessa data, objetivando a aquisição de ações para manutenção em tesouraria e posterior alienação ou cancelamento sem redução do capital social, visando à geração de valor aos acionistas. Até 31 de dezembro de 2012, foram adquiridas 20.200.000 ações, no montante de R$ 461.246 mil, referentes ao programa de recompra. O custo 106

mínimo, médio e máximo por ação é de R$ 18,28, R$ 22,83 e R$ 26,78, respectivamente. O valor de mercado dessas ações, em 31 de dezembro de 2012, era de R$ 25,60 por ação. Em 08.01.2013, o Banco comunicou o encerramento do programa de recompra de ações. l) Bônus de Subscrição C O Banco, conforme comunicado ao mercado de 30.03.2011, informou aos titulares de bônus de subscrição C (BBAS13) as condições para o exercício do direito de subscrever ações decorrentes desses bônus, emitidos e distribuídos gratuitamente aos acionistas em 17.06.1996. Os titulares dos bônus puderam exercer o direito de comprar novas ações do Banco no período de 31.03.2011 a 30.06.2011 (até 28.06.2011 para os detentores de bônus custodiados em bolsa de valores). Cada bônus garantiu o direito de subscrever 3,131799 ações. O preço do exercício foi de R$ 8,50 por bônus, corrigido pelo Índice Geral de Preços Disponibilidade Interna (IGP-DI), da Fundação Getúlio Vargas, de 17.06.1996 até a data do protocolo do pedido de exercício do direito de subscrição. Os detentores de 1.496.831 bônus exerceram o direito gerando 4.687.773 recibos, convertidos em 4.687.773 ações ON, conforme homologação do Bacen em 27.10.2011. Os bônus não subscritos, no total de 2.831.873, perderam sua validade a partir da data limite para subscrição de 30.06.2011. m) Pagamento Baseado em Ações Em novembro de 2011, o Banco aprovou pagamento, em ações ou instrumento baseado em ações, de remuneração variável aos membros da Diretoria Executiva, em que esses receberiam, a título de bonificação anual relativa ao exercício de 2011, e dentro do montante global aprovado pela Assembleia Geral Ordinária de 27.04.2011, um valor entre dois e quatro honorários, de acordo com o atingimento da meta de Retorno Sobre o Patrimônio Líquido - RSPL, fixada em 20%. Ficando o atingimento da meta de RSPL entre 100% e 105%, a remuneração de cada membro da Diretoria Executiva seria de dois honorários; se ficasse maior que 105% e até 115%, seria calculada de forma proporcional e, se ficasse acima de 115%, seria de quatro honorários. No exercício de 2011, o Retorno Sobre o Patrimônio Líquido RSPL foi de 22,6%. Em função do percentual de atingimento da meta, o Banco destinou R$ 3.593 mil para pagamento baseado em ações, a ser efetuado em três parcelas anuais. Em fevereiro de 2012 foram adquiridas 130.146 ações, todas colocadas em tesouraria, das quais 130.131 ações foram transferidas aos membros da Diretoria Executiva em 08.03.2012. As ações transferidas ficaram bloqueadas para movimentação, e a liberação ocorrerá em três parcelas anuais, conforme cronograma apresentado no quadro a seguir. Pagamento Baseado em Ações Cronograma de desbloqueio Quantidade de ações Data de liberação Primeira parcela 43.409 08.03.2013 Segunda parcela 43.361 10.03.2014 Terceira parcela 43.361 09.03.2015 Total 130.131 O custo mínimo, médio e máximo por ação é de R$ 27,38, R$ 27,61 e R$ 27,88, respectivamente. O valor de mercado dessas ações, em 31 de dezembro de 2012, era de R$ 25,60 por ação. A Resolução CMN n.º 3.921 de 25.11.2010, que dispõe sobre a política de remuneração de administradores das instituições financeiras, determina que no mínimo 50% da remuneração variável deve ser paga em ações ou instrumentos baseados em ações, dos quais, pelo menos 40% deve ser diferida para pagamento futuro, com prazo mínimo de três anos, estabelecido em função dos riscos e da atividade do administrador. Em decorrência dessa Resolução, o Banco do Brasil aprovou nova política de remuneração variável para a Diretoria Executiva, válida a partir do exercício de 2012. Tal política engloba além do Retorno Sobre o Patrimônio Líquido RSPL recorrente, o atingimento de diversos requisitos que ainda estão sendo apurados, como por exemplo, avaliação individual e acordo de desempenho da Unidade à qual o Dirigente está vinculado. Portanto, a apuração do resultado de todos os requisitos e o cálculo do valor exato a ser pago para a Diretoria Executiva serão feitos oportunamente. 107

Para o exercício de 2012, de acordo com o montante global aprovado pela Assembleia Geral Ordinária de 26.04.2012, o Banco provisionou R$ 16.324 mil, valor equivalente a 10 honorários por beneficiário, para pagamento de remuneração variável aos membros da Diretoria Executiva. Com base no resultado do 1º semestre de 2012, em 04.10.2012, foi efetuado adiantamento no valor de 2,5 honorários para cada membro da Diretoria Executiva. Caso as condicionantes definidas na política de remuneração para o ano de 2012 não sejam atingidas, o valor antecipado será revertido em favor do Banco. 25 Tributos a) Demonstração da Despesa de IR e CSLL BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 Valores Correntes (1.614.192) (4.122.519) (2.741.136) (3.199.252) (6.854.101) (4.789.543) IR e CSLL no país (1.580.218) (4.050.534) (2.705.774) (3.007.246) (6.501.872) (4.621.313) Imposto de Renda no exterior (33.974) (71.985) (35.362) (192.006) (352.229) (168.230) Valores Diferidos 25.205 1.188.001 (896.700) 851.326 2.613.517 67.088 Passivo Fiscal Diferido (314.795) (827.122) (1.533.784) (153.710) (745.059) (1.339.271) Operações de leasing ajuste da carteira e depreciação incentivada 892 1.048 (641) 892 (76.601) 150.450 Marcação a mercado 325 (5.840) 81.387 161.410 153.872 124.809 Ganhos atuariais (219.144) (516.887) (1.137.073) (219.144) (516.887) (1.137.073) Atualização de depósitos judiciais (107.927) (243.581) (329.147) (107.927) (243.581) (329.147) Lucros do exterior 33.732 -- -- 33.732 -- -- Operações realizadas em mercados de liquidação futura -- -- 3.903 -- -- 3.903 Créditos recuperados (1) (22.673) (61.862) (152.213) (22.673) (61.862) (152.213) Ativo Fiscal Diferido 340.000 2.015.123 637.084 1.005.036 3.358.576 1.406.359 Diferenças temporárias 342.243 1.992.903 789.640 1.006.684 3.335.679 1.550.983 Prejuízos fiscais/bases negativas de CSLL 44.794 (1.255) (46.861) 44.794 (1.255) (37.231) Marcação a mercado (57.365) 43.184 (141.839) (56.769) 43.861 (143.537) Operações realizadas em mercados de liquidação futura 10.328 (19.709) 36.144 10.327 (19.709) 36.144 Total do Imposto de Renda e Contribuição Social (1) Conforme art. 12 da Lei 9.430/96. (1.588.987) (2.934.518) (3.637.836) (2.347.926) (4.240.584) (4.722.455) b) Conciliação dos Encargos de IR e CSLL BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 Resultado Antes dos Tributos e Participações 9.212.521 16.824.075 17.448.327 10.109.812 18.436.744 18.732.119 Encargo total do IR (25%) e da CSLL (15%) (3.685.008) (6.729.630) (6.979.331) (4.043.925) (7.374.698) (7.492.848) Encargos sobre JCP 665.239 1.341.516 1.220.523 665.239 1.341.516 1.220.523 Resultado de participação em controladas e coligadas 538.218 1.152.600 1.208.292 (33.730) 105.441 181.952 Participação de empregados no lucro 343.271 625.345 621.701 389.196 726.066 711.597 Créditos Tributários Ativados - Períodos Anteriores -- 52.871 386.438 -- 52.871 386.438 Outros valores 549.294 622.780 (95.459) 675.294 908.220 269.883 Imposto de Renda e Contribuição Social do período (1.588.987) (2.934.518) (3.637.836) (2.347.926) (4.240.584) (4.722.455) 108

c) Despesas Tributárias BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 Cofins (1.133.264) (2.218.609) (2.206.068) (1.502.115) (2.912.362) (2.852.105) ISSQN (286.551) (580.474) (563.480) (370.355) (742.470) (721.066) PIS/Pasep (184.150) (360.521) (358.486) (250.351) (485.959) (476.088) Outras (41.185) (89.774) (86.736) (139.678) (275.643) (210.216) Total (1.645.150) (3.249.378) (3.214.770) (2.262.499) (4.416.434) (4.259.475) d) Passivo Fiscal Diferido BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 31/12/2012 31/12/2011 31/12/2012 31/12/2011 Decorrentes de ganhos atuariais (1) 5.904.974 5.325.069 5.904.974 5.325.069 Decorrentes de atualização de depósitos judiciais 386.239 356.541 386.239 356.541 Decorrentes da marcação a mercado 266.428 236.384 338.604 266.458 Decorrentes de créditos recuperados (2) 214.075 152.213 214.075 152.213 Dependências no exterior 12.865 14.470 14.570 14.480 Decorrentes do ajuste da carteira de leasing 2.568 3.615 551.816 768.556 Outros 2.050 2.050 32.496 212.470 Total das Obrigações Fiscais Diferidas 6.789.199 6.090.342 7.442.774 7.095.787 Imposto de Renda 3.639.986 3.263.580 4.240.172 4.050.295 Contribuição Social 2.181.246 1.954.775 2.226.793 2.170.237 Cofins 832.660 750.096 839.406 752.907 PIS/Pasep 135.307 121.891 136.403 122.348 (1) A realização do passivo fiscal diferido sobre ganhos atuariais está relacionada à realização dos valores do ativo atuarial (Nota 27). (2) Conforme art. 12 da Lei 9.430/96. e) Ativo Fiscal Diferido (Crédito Tributário) Ativado BB-Banco Múltiplo 31.12.2011 Exercício/2012 31.12.2012 Saldo Constituição Baixa Saldo Diferenças Temporárias 17.214.542 7.497.086 (5.641.343) 19.070.285 Provisão para créditos de liquidação duvidosa 7.226.100 4.622.538 (4.022.295) 7.826.343 Provisões passivas 6.163.373 1.434.884 (1.392.829) 6.205.428 Operações de crédito efeitos da Lei n.º 9.430/96 3.463.297 1.215.795 (110.711) 4.568.381 Marcação a mercado 211.865 192.315 (95.499) 308.681 Outras provisões 149.907 31.554 (20.009) 161.452 CSLL escriturada a 18% (MP n.º 2.158/2001) 2.487.845 -- (456.423) 2.031.422 Prejuízo fiscal/base negativa 46.079 1.901 (47.936) 44 Total dos Créditos Tributários Ativados 19.748.466 7.498.987 (6.145.702) 21.101.751 Imposto de Renda 10.778.046 4.684.674 (3.549.296) 11.913.424 Contribuição Social 8.947.408 2.793.512 (2.586.024) 9.154.896 Cofins 19.805 17.884 (8.931) 28.758 PIS/Pasep 3.207 2.917 (1.451) 4.673 109

BB-Consolidado 31.12.2011 Exercício/2012 31.12.2012 Saldo Constituição Baixa Saldo Diferenças Temporárias 19.474.111 8.891.920 (6.051.004) 22.315.027 Provisão para créditos de liquidação duvidosa 8.086.873 5.068.312 (4.127.903) 9.027.282 Provisões passivas 6.540.682 2.052.136 (1.520.879) 7.071.939 Operações de crédito efeitos da Lei n.º 9.430/96 3.463.297 1.215.795 (110.711) 4.568.381 Marcação a mercado 284.178 323.443 (98.620) 509.001 Outras provisões 1.099.081 232.234 (192.891) 1.138.424 CSLL escriturada a 18% (MP n.º 2.158/2001) 2.487.845 -- (456.423) 2.031.422 Prejuízo fiscal/base negativa 175.213 5.004 (94.649) 85.568 Superveniência de Depreciação 616.375 -- (67.306) 549.069 Total dos Créditos Tributários Ativados 22.753.544 8.896.924 (6.669.382) 24.981.086 Imposto de Renda 12.835.645 5.634.773 (3.904.122) 14.566.296 Contribuição Social 9.893.077 3.240.993 (2.754.383) 10.379.687 Cofins 21.362 18.191 (9.357) 30.196 PIS/Pasep 3.460 2.967 (1.520) 4.907 Não Ativado BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado Exerc/2012 Exerc/2011 Exerc/2012 Exerc/2011 Créditos tributários no exterior 420.262 232.192 420.262 232.192 Diferenças temporárias -- -- 125.231 49.224 Parcela de prejuízos fiscais/bases negativas -- -- 3.654 -- Parcela dos ajustes negativos da marcação a mercado -- -- 329 18.064 Total dos Créditos Tributários não Ativados 420.262 232.192 549.476 299.480 Imposto de Renda 262.664 145.120 344.771 177.514 Contribuição Social 157.598 87.072 204.705 121.966 Expectativa de Realização A expectativa de realização dos ativos fiscais diferidos (créditos tributários) respalda-se em estudo técnico elaborado em 31.12.2012, sendo o valor presente apurado com base na taxa média de captação do BB-Banco Múltiplo. BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado Valor nominal Valor presente Valor nominal Valor presente Em 2013 4.400.517 4.220.319 5.227.268 4.769.913 Em 2014 4.527.334 4.202.831 5.144.829 4.529.498 Em 2015 3.526.227 3.171.511 3.978.247 3.376.935 Em 2016 3.372.641 2.941.214 3.906.384 3.177.678 Em 2017 5.252.258 4.437.679 5.950.381 4.703.021 Em 2018 22.774 18.877 70.674 47.981 Em 2019 -- -- 50.710 29.020 Em 2020 -- -- 42.963 23.009 Em 2021 -- -- 39.118 19.225 Em 2022 -- -- 387.311 152.259 Em 2023 -- -- 183.201 65.944 Total de Créditos Tributários em 31.12.2012 21.101.751 18.992.431 24.981.086 20.894.483 No exercício, observou-se a realização de créditos tributários no Banco Múltiplo no montante de R$ 6.145.702 mil, correspondente a 153,64% da respectiva projeção de utilização para o período de 2012, que constava no estudo técnico elaborado em 31.12.2011. 110

A realização dos valores nominais de créditos tributários ativados, considerando a recomposição daqueles baixados durante o trâmite da ação judicial (70%), baseada em estudo técnico realizado pelo Banco em 31.12.2012, está projetada para 5,5 anos, nas seguintes proporções: BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado Prejuízo Fiscal/CSLL a Compensar (1) Diferenças Intertemporais (2) Prejuízo Fiscal/CSLL a Compensar (1) Diferenças Intertemporais (2) Em 2013 51% 18% 48% 18% Em 2014 49% 18% 46% 18% Em 2015 -- 18% 1% 18% Em 2016 -- 18% 1% 18% Em 2017 -- 27% 1% 28% A partir de 2018 -- 1% 3% -- (1) Projeção de consumo vinculada à capacidade de gerar bases tributáveis de IRPJ e CSLL em períodos subsequentes. (2) A capacidade de consumo decorre das movimentações das provisões (expectativa de ocorrerem reversões, baixas e utilizações). 26 Partes Relacionadas Custos com remunerações e outros benefícios atribuídos ao Pessoal Chave da Administração do Banco do Brasil, formado pelo Conselho de Administração, Diretoria Executiva, Comitê de Auditoria e Conselho Fiscal: 2º Sem/2012 Exercício 2012 Exercício 2011 Benefícios de curto prazo 16.430 37.157 28.126 Honorários 12.007 22.953 19.107 Diretoria Executiva 10.709 20.321 16.940 Comitê de Auditoria 998 2.057 1.603 Conselho de Administração 138 284 302 Conselho Fiscal 162 291 262 Participações no lucro 3.986 8.393 6.863 Outros 437 5.811 2.156 Benefícios de rescisão de trabalho 3.872 9.109 3.501 Total 20.302 46.266 31.627 O Banco não oferece benefícios pós-emprego ao Pessoal Chave da Administração, com exceção daqueles que fazem parte do quadro funcional do Banco, participantes do Plano de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ). O Banco não concede empréstimos ao Pessoal Chave da Administração, em conformidade com a proibição a toda instituição financeira estabelecida pelo Banco Central do Brasil. Os saldos de contas referentes às transações entre as empresas consolidadas do Banco são eliminados nas Demonstrações Contábeis Consolidadas. Em relação ao acionista controlador, estão incluídas as transações com o Tesouro Nacional e os órgãos da Administração Direta do Governo Federal que mantêm operações bancárias com o Banco. O Banco realiza transações bancárias com as partes relacionadas, tais como depósitos em conta corrente (não remunerados), depósitos remunerados, captações no mercado aberto e empréstimos (exceto com o Pessoal Chave da Administração). Há ainda contratos de prestação de serviços e de garantias prestadas. Tais transações são praticadas em condições e taxas compatíveis com as praticadas com terceiros quando aplicável. Essas operações não envolvem riscos anormais de recebimento. Em 26.09.2012, o Banco firmou contrato de mútuo com o Governo Federal no valor de R$ 8.100.000 mil cujos termos e condições estão descritos na nota 20.d. Os recursos aplicados em títulos públicos federais e os destinados aos fundos e programas oriundos de repasses de Instituições Oficiais estão relacionados nas Notas 8 e 18, respectivamente. O Banco é patrocinador da Fundação Banco do Brasil (FBB) cujos objetivos são promoção, apoio, incentivos e patrocínio de ações de âmbito educacional, cultural, social, filantrópico, 111

recreativo/esportivo e de fomento às atividades de pesquisa científico-tecnológica e assistência às comunidades urbano-rurais. No exercício 2012, o Banco realizou contribuições para a FBB no valor de R$ 38.289 mil (R$ 42.527 mil no exercício de 2011). As informações referentes aos repasses e demais transações com entidades patrocinadas estão divulgadas na Nota 27. Aquisição de Carteiras de Operações de Crédito Cedidas pelo Banco Votorantim Cessão com retenção substancial de riscos e benefícios (com coobrigação) Cessão com transferência substancial dos riscos e benefícios (sem coobrigação) 2º Sem/2012 Exercício 2012 Exercício 2011 2.257.964 2.257.964 10.643.782 89.258 105.828 -- Resultado não realizado líquido de efeitos tributários 639.635 1.549.240 516.357 Sumário das Transações com Partes Relacionadas 31.12.2012 Controlador (1) (2) Controle Pessoal chave da Controladas (3) Coligadas(4) conjunto administração (5) Outras partes relacionadas (6) Total Ativos Aplicações em depósitos interfinanceiros Títulos e valores mobiliários -- 33.617.623 -- -- -- -- 33.617.623 -- 43.741 170.460 -- -- -- 214.201 Operações de crédito 651.090 37.130 7.029 38 -- 2.024.255 2.719.542 Valores a receber de ligadas -- 62.183 15.045 -- -- -- 77.228 Outros ativos -- 271.871 1.023.276 411 -- -- 1.295.558 Passivos Depósitos à vista 836.011 59.756 205.880 739 1.034 897.966 2.001.386 Depósitos em poupança -- -- -- -- 1.233 -- 1.233 Depósitos a prazo remunerados -- 3.733.051 971.031 1.025 2.218 6.087.695 10.795.020 Captações mercado aberto -- 5.309.356 -- -- -- 6.570.501 11.879.857 Obrigações por empréstimos e repasses 633.638 25.320.236 -- -- -- 59.665.342 85.619.216 Outros passivos (7) 8.214.555 987.295 7.902 -- -- 14.934 9.224.686 Garantias e Outras (8) -- 907.966 6.800.000 -- -- -- 7.707.966 Coobrigações Rendas de juros e prestação de serviços 2º Semestre/2012 36.588 1.251.909 78.755 343 -- 157.933 1.525.528 Despesas com captação (44.103) (1.117.324) (87.252) (2.208) (452) (1.989.245) (3.240.584) Rendas de juros e prestação de serviços Exercício 2012 82.514 2.416.549 101.243 1.086 -- 316.527 2.917.919 Despesas com captação (69.462) (2.112.547) (130.993) (4.923) (740) (3.144.660) (5.463.325) (1) Tesouro Nacional e órgãos da Administração Direta do Governo Federal. (2) Empresas relacionadas na Nota 3 identificadas no item (1). (3) Empresas relacionadas na Nota 3 identificadas no item (2). (4) Empresas relacionadas na Nota 3 identificadas no item (3). (5) Conselho de Administração, Diretoria Executiva, Comitê de Auditoria e Conselho Fiscal. (6) Empresas públicas e sociedades de economia mista controladas pelo Governo Federal e entidades vinculadas aos funcionários. (7) Inclui o Contrato de Instrumento Híbrido de Capital de Dívida Bônus Perpétuos com o Governo Federal (Nota 20.d); (8) Inclui o Contrato de Abertura de Linha de Crédito Interbancário Rotativo a liberar com o Banco Votorantim, equivalente ao valor do patrimônio líquido daquela instituição. 112

31.12.2011 Controlador (1) (2) Controladas Controle Pessoal chave da (3) Coligadas(4) conjunto administração (5) Outras partes relacionadas (6) Total Ativos Aplicações em depósitos interfinanceiros Títulos e valores mobiliários -- 20.590.919 18.434 -- -- -- 20.609.353 -- 61.940 94.313 -- -- -- 156.253 Operações de crédito 836.224 49.612 7.861 -- -- 523.750 1.417.447 Valores a receber de ligadas -- 68.442 -- -- -- -- 68.442 Outros ativos -- 113.130 -- -- -- -- 113.130 Passivos Depósitos à vista 717.309 89.547 45.639 33.884 695 896.535 1.783.609 Depósitos em poupança -- -- -- -- 1.151 -- 1.151 Depósitos a prazo remunerados -- 5.247.775 378.958 221.357 4.696 5.132.867 10.985.653 Captações mercado aberto -- 1.680.647 830.169 -- -- 1.113.044 3.623.860 Obrigações por empréstimos e repasses 1.643.963 14.326.735 -- -- -- 43.735.159 59.705.857 Outros passivos -- 1.251.984 70.248 31 -- 1.125.124 2.447.387 Garantias e Outras (7) -- 629.116 7.474.911 -- -- -- 8.104.027 Coobrigações Rendas de juros e prestação de serviços 2º Semestre/2011 79.224 1.188.008 13.550 77.098 -- 361.129 1.719.009 Despesas com captação (31.632) (858.044) (2.170) (3.044) (648) (1.769.594) (2.665.132) Rendas de juros e prestação de serviços Exercício 2011 113.931 1.982.470 47.264 132.130 -- 423.145 2.698.940 Despesas com captação (97.341) (1.192.412) (50.671) (3.306) (1.014) (2.986.825) (4.331.569) (1) Tesouro Nacional e órgãos da Administração Direta do Governo Federal. (2) Empresas relacionadas na Nota 3 identificadas no item (1). (3) Empresas relacionadas na Nota 3 identificadas no item (2). (4) Empresas relacionadas na Nota 3 identificadas no item (3). (5) Conselho de Administração, Diretoria Executiva, Comitê de Auditoria e Conselho Fiscal. (6) Empresas públicas e sociedades de economia mista controladas pelo Governo Federal e entidades vinculadas aos funcionários. (7) Inclui o Contrato de Abertura de Linha de Crédito Interbancário Rotativo a liberar com o Banco Votorantim, equivalente ao valor do patrimônio líquido daquela instituição. 27 Benefícios a Empregados O Banco do Brasil é patrocinador das seguintes entidades de previdência privada e de saúde complementar, que asseguram a complementação de benefícios de aposentadoria e assistência médica a seus funcionários: 113

Previ - Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil Cassi - Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil Economus Instituto de Seguridade Social Fusesc - Fundação Codesc de Seguridade Social SIM - Caixa de Assistência dos Empregados dos Sistemas Besc e Codesc, do Badesc e da Fusesc Planos Benefícios Classificação Previ Futuro Aposentadoria e pensão Contribuição definida Plano de Benefícios 1 Aposentadoria e pensão Benefício definido Plano Informal Aposentadoria e pensão Benefício definido Plano de Associados Assistência médica Benefício definido Prevmais Aposentadoria e pensão Contribuição definida Regulamento Geral Aposentadoria e pensão Benefício definido Regulamento Complementar 1 Aposentadoria e pensão Benefício definido Grupo B Aposentadoria e pensão Benefício definido Plano Unificado de Saúde PLUS Assistência médica Benefício definido Plano Unificado de Saúde PLUS II Assistência médica Benefício definido Plano de Assistência Médica Complementar PAMC Assistência médica Benefício definido Multifuturo I Aposentadoria e pensão Contribuição definida Plano de Benefícios 1 Aposentadoria e pensão Benefício definido Plano de Saúde Assistência médica Contribuição definida Prevbep Caixa de Previdência Social Plano BEP Aposentadoria e pensão Benefício definido Número de participantes abrangidos pelos planos de benefícios patrocinados pelo Banco 31.12.2012 31.12.2011 N. de participantes N. de participantes Planos de Aposentadoria e Pensão Ativos Assistidos Total Ativos Assistidos Total 116.867 101.994 218.861 115.842 106.149 221.991 Plano de Benefícios 1 Previ 28.826 84.964 113.790 30.659 83.825 114.484 Plano Previ Futuro 70.609 544 71.153 67.507 443 67.950 Plano Informal -- 4.182 4.182 -- 7.649 7.649 Outros Planos 17.432 12.304 29.736 17.676 14.232 31.908 Planos de Assistência Médica 118.534 94.253 212.787 117.376 92.481 209.857 Cassi 104.824 84.867 189.691 103.293 83.202 186.495 Outros Planos 13.710 9.386 23.096 14.083 9.279 23.362 Contribuições do Banco para os planos de benefícios 2º Sem/2012 Exercício/2012 Exercício/2011 Planos de Aposentadoria e Pensão 1.679.589 2.243.701 1.164.046 Plano de Benefícios 1 Previ (1) 1.288.647 1.521.578 495.401 Plano Previ Futuro 168.498 299.276 240.647 Plano Informal 155.392 297.589 297.618 Outros Planos 67.052 125.258 130.380 Planos de Assistência Médica 501.334 927.960 894.943 Cassi 446.319 817.542 799.390 Outros Planos 55.015 110.418 95.553 Total 2.180.923 3.171.661 2.058.989 (1) Refere-se às contribuições relativas aos participantes amparados pelo Contrato 97 e ao Plano 1, sendo que essas contribuições ocorreram respectivamente através da realização do Fundo Paridade (Nota 27.e.1) e do Fundo de Contribuição (Nota 27.e.3). O Contrato 97 tem por objeto disciplinar a forma do custeio necessário à constituição de parte equivalente a 53,7% do valor garantidor do pagamento do complemento de aposentadoria devido aos participantes admitidos no Banco até 14.04.1967 que tenham se aposentado ou venham a se aposentar após essa data, exceto aqueles participantes que fazem parte do Plano Informal. As contribuições do Banco para os planos de benefício durante o 1º semestre de 2013 estão estimadas em R$ 1.804.873 mil. 114

Valores reconhecidos no resultado 2º Sem/2012 Exercício/2012 Exercício/2011 Planos de Aposentadoria e Pensão 686.194 1.453.449 2.327.438 Plano de Benefícios 1 Previ 574.577 1.355.234 2.981.314 Plano Previ Futuro (168.498) (299.276) (240.647) Plano Informal 384.131 463.240 (244.809) Outros Planos (104.016) (65.749) (168.420) Planos de Assistência Médica (707.720) (1.302.529) (1.132.022) Cassi (618.693) (1.151.709) (998.483) Outros Planos (89.027) (150.820) (133.539) Total (21.526) 150.920 1.195.416 a) Planos de Aposentadoria e Pensão Previ Futuro (Previ) Plano destinado aos funcionários do Banco admitidos na empresa a partir de 24.12.1997. Os participantes ativos contribuem com 7% a 17% do salário de participação na Previ. Os percentuais de participação variam em função do tempo de empresa e do nível do salário de participação. Não há contribuição para participantes inativos. O patrocinador contribui com montantes idênticos aos dos participantes, limitado a 14% da folha de salários de participação desses participantes. Plano de Benefícios 1 (Previ) Participam os funcionários do Banco que nele se inscreveram até 23.12.1997. Em decorrência do estabelecimento, em dezembro de 2000, da paridade entre as contribuições do Banco e dos participantes, foi constituído o fundo paridade, cujos recursos vem sendo utilizados para compensar as contribuições ao plano. Em vista de superávit acumulado, foram suspensas, retroativamente a janeiro de 2007, as contribuições dos participantes, beneficiários (aposentados e pensionistas) e do patrocinador (Banco do Brasil). Conforme Memorando de Entendimentos firmado entre o Banco do Brasil, Previ e entidades representantes dos beneficiários, o regulamento do Plano 1 foi alterado suspendendo as contribuições nos exercícios 2011, 2012 e 2013, ficando a sua manutenção vinculada à existência da Reserva Especial do plano. Plano Informal (Previ) É de responsabilidade exclusiva do Banco do Brasil, cujas obrigações contratuais incluem: (a) pagamento de aposentadoria dos participantes fundadores e dos beneficiários dos participantes falecidos até 14.04.1967; (b) pagamento da complementação de aposentadoria aos demais participantes que se aposentaram até 14.04.1967 ou que, na mesma data, já reuniam condições de se aposentar por tempo de serviço e contavam com pelo menos 20 anos de serviço efetivo no Banco do Brasil; e (c) aumento no valor dos proventos de aposentadoria e das pensões além do previsto no plano de benefícios da Previ, decorrente de decisões judiciais e de decisões administrativas em função de reestruturação do plano de cargos e salários e de incentivos criados pelo Banco. Em 31.12.2012, o Banco do Brasil e a Previ formalizaram contrato por meio do qual o Banco do Brasil integralizou, com recursos do Fundo Paridade, 100% das reservas matemáticas relativas ao Grupo Especial, de responsabilidade exclusiva do Banco, cuja operacionalização migrou do Plano Informal para o Plano de Benefícios 1 da Previ. O Grupo Especial abrange os participantes do Plano de Benefícios 1 da Previ, integrantes do parágrafo primeiro da cláusula primeira do contrato de 24.12.1997, que obtiveram complementos adicionais de aposentadoria decorrentes de decisões administrativas e/ou decisões judiciais. (Notas 27.e e 27.f) Prevmais (Economus) Participam desse plano os funcionários oriundos do Banco Nossa Caixa (incorporado pelo Banco do Brasil em 30.11.2009) inscritos a partir de 01.08.2006 e os participantes anteriormente vinculados ao plano de benefícios do Regulamento Geral que optaram pelo saldamento. O custeio para os benefícios de renda é paritário, limitado a 8% dos salários dos participantes. O plano oferece também benefícios de risco suplementação de auxílio doença/acidente de trabalho, invalidez e pensão por morte. 115

Regulamento Geral (Economus) Plano do qual fazem parte os funcionários oriundos do Banco Nossa Caixa inscritos até 31.07.2006. Plano fechado para novas adesões. Funcionários e patrocinadora contribuem paritariamente em média com 12,11% sobre o salário de participação. Regulamento Complementar 1 (Economus) Destinado aos funcionários oriundos do Banco Nossa Caixa. Oferece os benefícios de complementação do auxílio-doença e pecúlios por morte e por invalidez. O custeio do plano é de responsabilidade da patrocinadora, dos participantes e dos assistidos. Grupo B (Economus) Plano voltado aos funcionários oriundos do Banco Nossa Caixa admitidos no período de 22.01.1974 a 13.05.1974 e seus beneficiários. Plano fechado para novas adesões. O nível do benefício, a ser concedido quando da implementação de todas as condições previstas em regulamento, é conhecido a priori. Multifuturo I (Fusesc) Participam desse plano os funcionários oriundos do Banco do Estado de Santa Catarina Besc (incorporado pelo Banco do Brasil em 30.09.2008) inscritos a partir de 12.01.2003 e os participantes anteriormente vinculados ao Plano de Benefícios 1 da Fusesc que optaram por este plano. Funcionários e patrocinadora contribuem paritariamente entre 2,33% e 7% do salário de participação, conforme decisão contributiva de cada participante. Plano de Benefícios 1 (Fusesc) Voltado aos funcionários oriundos do Besc inscritos até 11.01.2003. Plano fechado para novas adesões. Funcionários e patrocinadora contribuem paritariamente em média com 9,89% sobre o salário de participação. Plano BEP (Prevbep) Participam os funcionários oriundos do Banco do Estado do Piauí BEP (incorporado pelo Banco do Brasil em 30.11.2008). Funcionários e patrocinadora contribuem paritariamente em média com 3,58% sobre o salário de participação. b) Planos de Assistência Médica Plano de Associados (Cassi) O Banco é contribuinte do plano de saúde administrado pela Cassi, que tem como principal objetivo conceder auxílio para cobertura de despesas com a promoção, proteção, recuperação e reabilitação da saúde do associado e seus beneficiários inscritos. O Banco contribui mensalmente com importância equivalente a 4,5% do valor dos proventos gerais ou do valor total do benefício de aposentadoria ou pensão. A contribuição mensal dos associados e beneficiários de pensão é de 3% do valor dos proventos gerais ou do valor total do benefício de aposentadoria ou pensão, além da co-participação em alguns procedimentos hospitalares. Plano Unificado de Saúde PLUS (Economus) Plano dos funcionários oriundos do Banco Nossa Caixa. A participação no plano se dá por meio de contribuição de 1,5% do salário bruto, sem limites, para a cobertura do titular e seus dependentes preferenciais, descontados em folha de pagamento do titular e 10% a título de co-participação no custeio de cada consulta e exames de baixo custo, realizados pelo titular e seus dependentes (preferenciais e não preferenciais). Plano Unificado de Saúde PLUS II (Economus) Destinado aos funcionários oriundos do Banco Nossa Caixa. A participação no plano se dá por meio de contribuição de 1,5% do salário bruto, sem limites, para a cobertura do titular e seus dependentes preferenciais, descontados em folha de pagamento do titular e 10% a título de co-participação no custeio de cada consulta e exames de baixo custo, realizados pelo titular e seus dependentes preferenciais e filhos maiores. O plano não prevê a inclusão de dependentes não preferenciais. 116

Plano de Assistência Médica Complementar PAMC (Economus) Voltado para os funcionários oriundos do Banco Nossa Caixa lotados no Estado de São Paulo. São titulares do plano os empregados aposentados por invalidez dos Grupos B e C e os seus dependentes, que participam do custeio na medida de sua utilização e de acordo com tabela progressiva e faixa salarial. Plano de saúde (SIM) Participam desse plano os funcionários oriundos do Besc. A contribuição mensal dos associados é de 3% do valor dos proventos gerais. 117

c) Avaliações Atuariais As avaliações atuariais são elaboradas semestralmente e as informações constantes nos quadros a seguir, referem-se àquelas efetuadas nas datas base de 31.12.2012 e 31.12.2011. Mudanças no valor presente das obrigações atuariais de benefício definido Plano 1 Previ Plano Informal Previ Plano de Associados Cassi Outros Planos Exerc/2012 Exerc/2011 Exerc/2012 Exerc/2011 Exerc/2012 Exerc/2011 Exerc/2012 Exerc/2011 Saldo Inicial (98.849.541) (90.805.477) (1.905.370) (1.994.759) (6.046.932) (5.297.173) (5.622.610) (5.189.411) Custo dos juros (10.235.720) (9.798.080) (177.875) (204.672) (625.078) (577.040) (573.868) (540.832) Custo do serviço corrente (514.081) (517.332) -- -- (95.589) (84.607) (38.113) (49.031) Benefícios pagos líquidos de contribuições de assistidos 7.502.104 6.718.424 297.318 297.618 487.418 503.816 403.496 371.864 Passivos transferidos de outros planos -- -- -- -- -- -- -- (6.576) Reduções / liquidações (1) -- -- 1.217.263 -- -- -- 130.640 -- Ganho/(perda) atuarial sobre a obrigação atuarial (2) (26.316.202) (4.447.076) (522.353) (3.557) (1.437.674) (591.928) (1.249.223) (208.624) Saldo Final (128.413.440) (98.849.541) (1.091.017) (1.905.370) (7.717.855) (6.046.932) (6.949.678) (5.622.610) Valor presente das obrigações atuariais com cobertura (128.413.440) (98.849.541) -- -- -- -- (4.921.429) (4.477.749) Valor presente das obrigações atuariais a descoberto -- -- (1.091.017) (1.905.370) (7.717.855) (6.046.932) (2.028.249) (1.144.861) (1) No Plano Informal, refere-se substancialmente à migração do Grupo Especial para o Plano 1 da Previ. (Notas 27.e e 27.f). (2) A perda atuarial no exercício de 2012 decorre substancialmente da redução da taxa de desconto, que em 31.12.2011 era de 10,56% a.a. e em 31.12.2012 passou a ser 8,71% a.a. Mudanças no valor justo dos ativos do plano Plano 1 Previ Plano Informal Previ Plano de Associados Cassi Outros Planos Exerc/2012 Exerc/2011 Exerc/2012 Exerc/2011 Exerc/2012 Exerc/2011 Exerc/2012 Exerc/2011 Saldo Inicial 133.079.396 141.566.322 -- -- -- -- 4.477.749 4.339.122 Rendimento estimado dos ativos do plano 13.460.271 14.934.610 -- -- -- -- 474.934 478.661 Contribuições recebidas 1.521.818 495.904 297.318 297.618 487.418 503.816 157.399 155.699 Benefícios pagos líquidos de contribuições de assistidos (7.502.104) (6.718.424) (297.318) (297.618) (487.418) (503.816) (403.496) (371.864) Transferência de patrimônio -- -- -- -- -- -- -- 6.576 Ganho/(perda) atuarial sobre os ativos do plano 11.469.755 (17.199.016) -- -- -- -- 214.843 (130.445) Saldo Final 152.029.136 133.079.396 -- -- -- -- 4.921.429 4.477.749 118

Valores reconhecidos no balanço patrimonial Plano 1 Previ Plano Informal Previ Plano de Associados Cassi Outros Planos 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 1) Valor justo dos ativos do plano 152.029.136 133.079.396 -- -- -- -- 4.921.429 4.477.749 2) Valor presente das obrigações atuariais (128.413.440) (98.849.541) (1.091.017) (1.905.370) (7.717.855) (6.046.932) (6.949.678) (5.622.610) 3) Superávit/(déficit) (1+2) 23.615.696 34.229.855 (1.091.017) (1.905.370) (7.717.855) (6.046.932) (2.028.249) (1.144.861) 4) Superávit/(déficit) - parcela patrocinadora 11.807.848 17.114.928 (1.091.017) (1.905.370) (7.717.855) (6.046.932) (1.287.286) (863.246) 5) Ganhos/(perdas) atuariais não reconhecidos (4.441.209) 3.742.924 (109.101) (162.896) (2.577.272) (1.240.517) (695.413) (270.228) 6) (Passivo)/Ativo atuarial líquido (1) 16.249.057 13.372.004 (981.916) (1.742.474) (5.140.583) (4.806.415) (591.873) (593.018) registrado (4-5) (1) A realização do ativo atuarial registrado em Outros Créditos (Nota 11.b) ocorrerá obrigatoriamente até o final do plano. Entende-se por final do plano, a data em que será pago o último compromisso. Valores reconhecidos no resultado relativos aos planos de benefício definido Plano 1 Previ Plano Informal Previ Plano de Associados Cassi Outros Planos 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 Custo do serviço corrente (131.537) (257.040) (258.666) -- -- -- (52.205) (95.589) (84.608) (6.351) (13.653) (24.592) Custo dos juros (2.597.226) (5.117.860) (4.899.040) (81.946) (177.875) (204.672) (317.269) (625.078) (577.041) (44.248) (91.889) (298.536) Rendimento esperado sobre os ativos do plano Amortização do ganho/(perda) atuarial líquido Custo do serviço passado não reconhecido 3.303.340 6.730.134 7.467.305 -- -- -- -- -- -- -- -- 238.942 -- -- 671.715 (238.560) (259.387) (40.137) (62.999) (91.006) (31.347) (85.696) (106.314) (77.356) -- -- -- -- -- -- (4.956) (9.912) (9.913) -- -- -- Despesa com funcionários da ativa -- -- -- -- -- -- (181.264) (330.124) (295.574) (69.786) (131.300) -- Efeito do ativo/passivo não reconhecido -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- (92) Outros ajustes/reversões -- -- -- 704.637 900.502 -- -- -- -- 13.038 126.587 (134) (Despesa)/Receita reconhecida na DRE 574.577 1.355.234 2.981.314 384.131 463.240 (244.809) (618.693) (1.151.709) (998.483) (193.043) (216.569) (161.768) 119

Composição dos ativos dos planos, apresentados como porcentagem do total Plano 1 - Previ Plano Informal - Previ Plano de Associados - Cassi Outros Planos 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 Renda fixa 31,5% 30,2% -- -- -- -- 88,9% 90,9% Renda variável 59,6% 62,2% -- -- -- -- 6,4% 4,3% Investimentos imobiliários 5,2% 4,0% -- -- -- -- 2,1% 1,8% Empréstimos e financiamentos 3,3% 3,2% -- -- -- -- 2,0% 1,8% Outros 0,4% 0,4% -- -- -- -- 0,6% 1,2% Montantes incluídos no valor justo dos ativos do plano Em instrumentos financeiros próprios da entidade 8,1% 5,5% -- -- -- -- -- -- Em propriedades ou outros ativos utilizados pela entidade 0,1% 0,1% -- -- -- -- -- 0,1% Comparativo evidenciando o retorno esperado e o retorno real dos ativos do plano Taxa nominal de rendimento esperado sobre os ativos do plano no início do exercício (a.a.) Plano 1 Previ Plano Informal Previ Plano de Associados Cassi Outros Planos Exerc/2012 Exerc/2011 Exerc/2012 Exerc/2011 Exerc/2012 Exerc/2011 Exerc/2012 Exerc/2011 10,56% 10,96% -- -- -- -- 10,56% 10,96% Rendimento esperado dos ativos para o (1) 13.460.271 14.934.610 -- -- -- -- 474.934 478.661 período () Rendimento efetivo () (2) 24.930.026 (2.264.406) -- -- -- -- 689.777 354.792 (1) 01.01.2012 a 30.06.2012 Taxa real 6,10% a.a. e Taxa de inflação 4,20% a.a.; 01.07.2012 a 31.12.2012 Taxa real 5,70% a.a. e Taxa de inflação 4,20% a.a. 01.01.2011 a 30.06.2011 Taxa real 6,30% a.a. e Taxa de inflação 4,38% a.a.; 01.07.2011 a 31.12.2011 Taxa real 6,30% a.a. e Taxa de inflação 4,38% a.a. (2) Considera os efeitos decorrentes de investimentos em renda variável. 120

Principais premissas atuariais adotadas em cada período Plano 1 Previ Plano Informal Previ Plano de Associados Cassi Outros Planos (1) 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 Taxa de inflação (a.a.) 4,20% 4,20% 4,20% 4,20% 4,20% 4,20% 4,20% 4,20% Taxa real de desconto (a.a.) 4,33% 6,10% 4,33% 6,10% 4,33% 6,10% 4,33% 6,10% Taxa nominal de retorno dos investimentos (a.a.) 8,71% 10,56% -- -- -- -- 8,71% 10,56% Taxa real de crescimento salarial esperado (a.a.) 0,14% -- -- -- -- -- 0,52% 0,65% Tempo médio remanescente de trabalho (anos) 1,92 2,35 -- -- 14,24 14,12 6,18 6,73 Tábua de sobrevivência (2) AT-83 AT-83 AT-83 AT-83 Regime de capitalização Crédito Unitário Projetado Crédito Unitário Projetado Crédito Unitário Projetado Crédito Unitário Projetado (1) As premissas atuariais agrupadas são apresentadas através de médias ponderadas. (2) Os planos Prevmais, Multifuturo I e Plano de Benefícios 1 (Fusesc) utilizam a AT-2000. 121

O Banco, para definição dos valores relativos aos planos de benefício definido, utiliza métodos e premissas diferentes daqueles apresentados pelas entidades patrocinadas. As diferenças mais relevantes concentram-se na definição dos valores relativos ao Plano 1 Previ. Diferenças de premissas do Plano 1 Previ Banco Previ Taxa real de desconto (a.a.) 4,33% 5% Tábua de sobrevivência AT-83 AT-2000 Avaliação de ativos Fundos exclusivos Valor de mercado ou fluxo de caixa descontado Fluxo de caixa descontado Regime de Capitalização Crédito Unitário Projetado Método Agregado Conciliação dos valores apurados no Plano 1 - Previ/Banco Ativos do Plano Obrigações Atuariais Efeito no Superávit 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 Valor apurado - Previ 133.295.942 121.969.218 (105.150.551) (97.420.089) 28.145.391 24.549.129 Incorporação dos valores do contrato 97 13.198.959 13.188.500 (13.198.959) (13.188.500) -- -- Ajuste no valor dos (1) ativos do plano 5.534.235 (2.078.322) -- -- 5.534.235 (2.078.322) Ajuste nas obrigações taxa de desconto/regime de capitalização Valor apurado - Banco -- -- (10.063.930) 11.759.048 (10.063.930) 11.759.048 152.029.136 133.079.396 (128.413.440) (98.849.541) 23.615.696 34.229.855 (1) Refere-se principalmente aos ajustes efetuados pelo Banco na apuração do valor justo dos investimentos na Litel, Neoenergia e em títulos e valores mobiliários mantidos até o vencimento. Valores atuariais para a data atual e para os quatro exercícios anteriores 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2010 31.12.2009 31.12.2008 Plano 1 (Previ) Superávit/(déficit) 23.615.696 34.229.855 50.760.845 57.543.364 28.669.191 Obrigação de benefício definido (128.413.440) (98.849.541) (90.805.477) (80.270.786) (76.109.637) Ativos do plano 152.029.136 133.079.396 141.566.322 137.814.150 104.778.828 (Ganho)/perda atuarial sobre a obrigação atuarial (26.316.202) (4.447.076) (9.185.047) (2.877.957) (5.403.784) Ganho/(perda) atuarial sobre os ativos do plano 11.469.755 (17.199.016) 11.929.947 28.727.461 30.071.523 Ajustes de experiência sobre os passivos do plano (a.a.) (20,5%) (2,6%) (8,4%) (3,6%) (7,1%) Ajustes de experiência sobre os ativos do plano (a.a.) 7,5% (6,9%) 16,7% 20,8% (28,7%) Plano Informal (Previ) Superávit/(déficit) (1.091.017) (1.905.370) (1.994.759) (1.743.386) (1.739.592) Obrigação de benefício definido (1.091.017) (1.905.370) (1.994.759) (1.743.386) (1.739.592) (Ganho)/perda atuarial sobre a obrigação atuarial (522.353) (3.557) (344.304) (106.081) (198.313) Ajustes de experiência sobre os passivos do plano (a.a.) (22,6%) (2,2%) (3,7%) (6,1%) (11,4%) Plano de Associados (Cassi) Superávit/(déficit) (7.717.855) (6.046.932) (5.297.172) (4.943.220) (4.677.766) Obrigação de benefício definido (7.717.855) (6.046.932) (5.297.172) (4.943.220) (4.677.766) (Ganho)/perda atuarial sobre a obrigação atuarial (1.437.674) (591.928) (116.304) (13.974) (4.678) Ajustes de experiência sobre os passivos do plano (a.a.) (14,8%) (5,3%) (2,9%) (0,3%) 0,1% Outros Planos Superávit/(déficit) (2.028.249) (1.144.861) (850.289) (489.570) 171.899 Obrigação de benefício definido (6.949.678) (5.622.610) (5.189.411) (4.432.673) (446.280) Ativos do plano 4.921.429 4.477.749 4.339.122 3.943.103 618.179 (Ganho)/perda atuarial sobre a obrigação atuarial (1.249.223) (208.624) (515.228) (802.924) (21.867) Ganho/(perda) atuarial sobre os ativos do plano 214.843 (130.445) 52.660 (118.451) 2.472 Ajustes de experiência sobre os passivos do plano (a.a.) (13,3%) (4,7%) (6,9%) (17,6%) (4,9%) Ajustes de experiência sobre os ativos do plano (a.a.) 2,0% (2,5%) (0,5%) (3,2%) 0,4% 122

d) Resumo dos ativos/(passivos) atuariais registrados no Banco Ativo Atuarial Passivo Atuarial 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 Plano 1 (Previ) 16.249.057 13.372.004 -- -- Plano Informal (Previ) -- -- (981.916) (1.742.474) Plano de Associados (Cassi) -- -- (5.140.583) (4.806.415) Regulamento Geral (Economus) -- -- (115.616) (163.932) Regulamento Complementar 1 (Economus) -- -- (2.299) -- Plus I e II (Economus) -- -- (352.724) (313.822) Grupo B (Economus) -- -- (121.234) (115.264) Total 16.249.057 13.372.004 (6.714.372) (7.141.907) e) Destinações do Superávit Plano 1 Fundo Paridade 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 Saldo Inicial 1.669.259 1.608.379 1.524.374 Atualização 101.770 183.275 167.125 Contribuições ao Plano 1 - contrato 97 (1) (16.632) (37.257) (83.120) Contribuição amortizante antecipada Grupo Especial (2) (1.013.754) (1.013.754) -- Saldo Final 740.643 740.643 1.608.379 Fundo de Destinação Saldo Inicial 3.191.666 3.684.325 7.594.993 Atualização 161.457 331.001 489.911 Transferência para os fundos de contribuição e utilização (979.598) (1.641.801) (4.400.579) Saldo Final 2.373.525 2.373.525 3.684.325 Fundo de Contribuição Saldo Inicial 934.906 1.096.433 -- Constituição (3) -- -- 1.398.467 Atualização 49.840 100.619 110.247 Contribuições ao Plano 1 (258.109) (470.415) (412.281) Saldo Final 726.637 726.637 1.096.433 Fundo de Utilização Saldo Inicial 4.094.721 3.249.250 -- Constituição (3) 979.598 1.641.801 3.002.112 Atualização 283.593 466.861 247.138 Saldo Final 5.357.912 5.357.912 3.249.250 (1) Inclui o valor positivo de R$ 185 mil no 2º semestre (R$ 392 mil no exercício de 2012 e R$ 503 mil no exercício de 2011) referente a reversões parciais por ajustes de períodos anteriores. (2) Refere-se à integralização de 100% das reservas matemáticas garantidoras dos complementos adicionais de aposentadoria do Grupo Especial. (3) Fundos constituídos no primeiro semestre de 2011. e.1) Fundo Paridade O custeio do plano era mantido, até 15.12.2000, com a contribuição de 2/3 (dois terços) pelo Banco e de 1/3 (um terço) pelos participantes. A partir de 16.12.2000, visando adequar às disposições da Emenda Constitucional n.º 20, tanto o Banco quanto os participantes passaram a contribuir com 50% cada, sendo inclusive objeto de acordo posterior entre as partes envolvidas, com a devida homologação pela Secretaria de Previdência Complementar. O custo da implementação da paridade contributiva foi coberto com a utilização do superávit existente no Plano na época. Como efeito desse acordo, coube ao Banco, ainda, reconhecer o valor histórico de R$ 2.227.254 mil, os quais foram registrados em Fundos de Destinação Superávit - Previ. Esse ativo é corrigido mensalmente com base na meta atuarial (INPC + 5% a.a.), e vem sendo utilizado desde janeiro de 2007 para compensar eventual desequilíbrio financeiro na relação entre Reserva a 123

Amortizar e Amortizante Antecipada decorrente do contrato estabelecido com a Previ em 1997, o qual garantiu benefícios complementares aos participantes do Plano 1 admitidos até 14.04.1967 e que não estavam aposentados até aquela data. e.2) Fundo de Destinação Em 24.11.2010, o Banco assinou Memorando de Entendimentos com as entidades representativas de funcionários e aposentados, visando à destinação e utilização parcial do superávit do Plano, conforme determina a Lei Complementar n.º 109/2001 e Resolução CGPC n.º 26/2008. Face a aprovação das medidas previstas no Memorando de Entendimentos pelo Conselho Deliberativo da Previ, o Banco registrou, em 30.11.2010, em Fundos de Destinação - Previ, o montante de R$ 7.519.058 mil em contrapartida à baixa do valor na rubrica de Outros Créditos - Ativo Atuarial, sendo corrigido pela meta atuarial (INPC + 5% a.a.). e.3) Fundo de Contribuição O Fundo de Contribuição é constituído por recursos transferidos do Fundo de Destinação para fazer frente à suspensão da cobrança de contribuições pelo período de três exercícios, conforme estabelecido no Memorando de Entendimentos. Mensalmente, o valor relativo às contribuições do Banco é transferido para a titularidade da Previ. O Fundo de Contribuição é corrigido pela meta atuarial (INPC + 5% a.a.). e.4) Fundo de Utilização O Fundo de Utilização é constituído por recursos transferidos do Fundo de Destinação e poderá ser utilizado pelo Banco após cumpridas as exigências estabelecidas pela legislação aplicável. O Fundo de Utilização é corrigido pela meta atuarial (INPC + 5% a.a.). f) Efeitos, no Plano Informal, da migração do Grupo Especial do Plano Informal para o Plano de Benefícios 1 da Previ: Antes da redução Ganho com a redução Depois da redução Valor presente líquido da obrigação 2.090.104 (999.087) 1.091.017 Valor justo dos ativos do plano -- -- -- Subtotal 2.090.104 (999.087) 1.091.017 Ganho/(perda)atuarial não reconhecido (403.550) 294.449 (109.101) Passivo líquido reconhecido no balanço 1.686.554 (704.638) 981.916 28 Passivos Contingentes e Obrigações Legais Fiscais e Previdenciárias Ações Trabalhistas O Banco é parte passiva (réu) em processos judiciais trabalhistas movidos, na grande maioria, por ex-empregados ou sindicatos da categoria. As provisões de perdas prováveis representam vários pedidos reclamados, como: indenizações, horas extras, descaracterização de jornada de trabalho, adicional de função e representação e outros. Ações Fiscais O Banco está sujeito a questionamentos das autoridades fiscais com relação a tributos, que podem gerar autuações com o objeto de competência ou o montante de receita tributável ou despesa dedutível. A maioria das ações oriundas das autuações versa sobre ISSQN, CPMF, CSLL, IRPJ, IOF e contribuições previdenciárias ao INSS. Como garantia de algumas delas, quando necessário, existem penhoras em dinheiro ou imóveis. Ações de Natureza Cível Entre as ações judiciais de natureza cível, destacam-se as de cobrança de diferença de correção monetária de aplicações financeiras e depósitos judiciais relativos ao período dos Planos Econômicos (Plano Bresser, Plano Verão, Plano Collor I e II). 124

Ao apreciar a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental ADPF nº 165, o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou a suspensão das ações envolvendo os planos econômicos nas aplicações financeiras que estão em fase de recurso. a) Passivos Contingentes Prováveis Em conformidade com a Resolução CMN n.º 3.823/2009, o Banco constitui provisão para demandas trabalhistas, cíveis e fiscais com risco de perda provável. Movimentações nas provisões para demandas trabalhistas, fiscais e cíveis classificadas como prováveis BB-Banco Múltiplo BB - Consolidado 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 Demandas Trabalhistas Saldo Inicial 2.339.205 2.340.058 2.462.390 2.603.883 2.514.536 2.538.036 Constituição 617.679 1.038.938 462.435 797.901 1.315.862 511.084 Reversão da provisão (53.799) (140.999) (224.698) (58.714) (149.451) (227.447) Baixa por pagamento (464.285) (876.575) (551.527) (465.221) (881.044) (552.213) Atualização monetária 58.021 135.399 191.458 58.583 136.529 191.611 Valores adicionados/incorporados (1) -- -- -- 9.058 9.058 53.465 Saldo Final 2.496.821 2.496.821 2.340.058 2.945.490 2.945.490 2.514.536 Demandas Fiscais Saldo Inicial 110.924 164.943 195.377 1.460.755 1.400.444 1.260.923 Constituição 68.904 125.048 32.453 564.503 714.335 202.367 Reversão da provisão (35.859) (138.192) (56.162) (36.927) (151.281) (66.047) Baixa por pagamento (7.962) (18.814) (13.077) (7.962) (18.814) (13.077) Atualização monetária 4.573 7.595 6.352 26.738 62.423 71.656 Variação de participação societária em (2) -- -- -- -- -- (237.556) coligadas Valores adicionados/incorporados (1) -- -- -- 13.017 13.017 182.178 Saldo Final 140.580 140.580 164.943 2.020.124 2.020.124 1.400.444 Demandas Cíveis Saldo Inicial 3.724.973 3.244.433 3.464.569 3.987.095 3.473.970 3.594.694 Constituição 763.982 1.968.684 650.905 800.271 2.050.643 770.108 Reversão da provisão (268.816) (546.636) (433.245) (296.341) (585.653) (456.787) Baixa por pagamento (399.616) (939.098) (620.022) (409.156) (954.546) (635.995) Atualização monetária 125.127 218.267 182.226 126.303 223.758 187.065 Valores adicionados/incorporados (1) -- -- -- -- -- 14.885 Saldo Final 3.945.650 3.945.650 3.244.433 4.208.172 4.208.172 3.473.970 Total das Demandas Trabalhistas, Fiscais e Cíveis 6.583.051 6.583.051 5.749.434 9.173.786 9.173.786 7.388.950 (1) Refere-se, no exercício de 2011, aos saldos oriundos do Banco Patagonia e das empresas que compõem a parceria BB-Mapfre, no ramo seguridade e, no 2º semestre e exercício de 2012, refere-se aos saldos oriundos da empresa IBI-Promotora. (2) Refere-se à alteração da participação societária do Banco em coligadas não financeiras. 125

b) Passivos Contingentes Possíveis As demandas trabalhistas, fiscais e cíveis classificadas com risco possível são dispensadas de constituição de provisão com base na Resolução CMN n.º 3.823/2009. Saldos dos passivos contingentes classificados como possíveis BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 Demandas Trabalhistas 54.905 107.530 90.720 140.115 Demandas Fiscais (1) 3.987.389 2.914.842 5.032.809 4.092.203 Demandas Cíveis 2.874.457 3.754.877 3.434.338 4.294.798 Total 6.916.751 6.777.249 8.557.868 8.527.116 (1) As principais contingências têm origem em (i) autos de infração lavrados pelo INSS, visando o recolhimento de contribuições incidentes sobre abonos salariais pagos nos acordos coletivos do período de 1995 a 2006, no valor de R$ 1.226.136 mil, verbas de transporte coletivo e utilização de veículo próprio por empregados do Banco do Brasil, no valor de R$ 178.189 mil e participações nos lucros e resultados de funcionários, correspondentes ao período de abril de 2001 a outubro de 2003, no valor de R$ 29.271 mil e (ii) autos de infração lavrados pelas Fazendas Públicas dos Municípios visando a cobrança de ISSQN, no montante de R$ 469.355 mil. c) Depósitos em Garantia de Recursos Saldos dos depósitos em garantia constituídos para as contingências BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 Demandas Trabalhistas 2.656.350 2.488.543 2.716.708 2.522.179 Demandas Fiscais 4.887.934 4.433.333 6.514.284 5.915.700 Demandas Cíveis 4.384.318 3.574.259 4.681.155 3.749.986 Total 11.928.602 10.496.135 13.912.147 12.187.865 d) Obrigações Legais O Banco mantém registrado em Outras Obrigações - Fiscais e Previdenciárias o montante de R$ 13.073.718 mil (R$ 12.754.899 mil em 31.12.2011) no BB-Banco Múltiplo e R$ 13.881.845 mil (R$ 13.516.326 mil em 31.12.2011) no BB-Consolidado relativo às seguintes ações: Ação Judicial: Imposto de Renda e Contribuição Social Em fevereiro de 1998, o Banco ingressou com Mandado de Segurança, em curso na 16ª Vara Federal do Distrito Federal, pleiteando a compensação integral dos prejuízos fiscais acumulados de Imposto de Renda e das bases de cálculo negativas de Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). Desde então, o Banco passou a compensar integralmente prejuízos fiscais e bases negativas com o valor devido de Imposto de Renda e de Contribuição Social, realizando depósito integral do montante devido (70% do valor compensado), o que ensejou o despacho do Juízo da 16ª Vara da Justiça Federal do Distrito Federal determinando a suspensão da exigibilidade dos referidos tributos, nos termos do artigo 151, inciso II, do Código Tributário Nacional (CTN). O mérito da causa foi julgado improcedente em 1ª Instância e o Recurso de Apelação interposto pelo Banco foi desprovido pelo Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região. A decisão foi impugnada mediante Recurso Extraordinário interposto pelo Banco, em 01.10.2002. Atualmente, o referido recurso do Banco encontra-se aguardando, no TRF da 1ª Região, o julgamento pelo STF, de outro recurso extraordinário (RE nº 591.340), que teve reconhecida a repercussão geral por aquela Corte Suprema. A compensação dos valores decorrentes de prejuízos fiscais e de CSLL a compensar tem como efeito a baixa de créditos tributários ativados, observada a limitação de 30%. Os tributos diferidos (IRPJ e CSLL) sobre a atualização dos depósitos judiciais vêm sendo compensados com os créditos tributários decorrentes da provisão para perda da referida atualização, em conformidade com o art. 1º, inciso II, 2º, da Resolução CMN nº 3.059, de 2002, sem efeito no resultado. Considerada a hipótese de êxito na ação judicial, verificou-se que, em setembro de 2005 e em janeiro de 2009, o Banco teria consumido todo o estoque de Prejuízos Fiscais e CSLL a Compensar, respectivamente. Assim, desde a competência outubro de 2005 e fevereiro de 2009, os valores do 126

IRPJ e da CSLL estão sendo recolhidos integralmente. Além disso, ocorreria a transferência dos recursos da rubrica que registra os depósitos judiciais para a de disponibilidades. Os créditos tributários relativos aos depósitos judiciais (principal) seriam baixados contra a provisão de IRPJ e CSLL existente e seria revertida, contra o resultado, a provisão para riscos fiscais relativa à atualização dos depósitos, registrada no valor de R$ 4.597.399 mil. Por outro lado, considerada a hipótese de perda da ação (situação em que os valores depositados judicialmente seriam convertidos em renda a favor da Fazenda Nacional), são reclassificadas, para a rubrica representativa de ativo IRPJ a compensar e CSLL a compensar, as parcelas de créditos tributários de IRPJ sobre prejuízos fiscais e CSLL a compensar, respectivamente, que poderiam ser utilizadas desde a competência outubro de 2005 e fevereiro de 2009, observada a limitação de 30%. Esses tributos a compensar, que decorreriam das retificações das Declarações de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica, correspondem a R$ 4.615.127 mil, em 31.12.2012, e sua atualização pela Taxa Selic, a R$ 1.355.256 mil. Tal valor ajusta a provisão para riscos fiscais relativa à atualização dos depósitos judiciais, de forma que alcançaria o montante necessário para anular integralmente o risco inerente à hipótese de perda. Valores relacionados à referida ação 31.12.2012 31.12.2011 Obrigação Legal Provisão para Processo Judicial 12.428.627 12.153.757 Depósitos Judiciais 13.986.906 13.348.256 Montante realizado 7.817.011 7.817.011 Atualização 6.169.895 5.531.245 Montante dos Créditos Tributários Correspondente à Parcela de 70% 6.585.045 6.585.045 Prejuízos fiscais de IRPJ 3.002.033 3.002.033 Bases negativas de CSLL / CSLL a compensar 3.583.012 3.583.012 Ação Judicial: PIS/Pasep e Cofins Provisão para o processo judicial referente ao Mandado de Segurança, por meio do qual se pretende o reconhecimento do direito do Banco do Brasil, da BB Corretora, da Ativos S.A. e do Banco Votorantim de recolherem o PIS/Pasep e a Cofins, de acordo com as bases de cálculo previstas nas Leis Complementares n.º 7, de 1970, e n.º 70, de 1991, sendo, no BB-Banco Múltiplo, o montante de R$ 645.091 mil (R$ 601.142 mil em 31.12.2011) e, no BB-Consolidado, o montante de R$ 1.453.218 mil (R$ 1.362.569 mil em 31.12.2011), do qual R$ 806.068 mil, oriundos do Banco Votorantim. As liminares do Banco do Brasil e da BB Corretora foram cassadas, em 12.08.2010, motivo pelo qual voltaram a recolher, a partir do fato gerador de julho de 2010, o PIS/Pasep e a Cofins, na forma prevista na Lei n. 9.718, de 1998. As medidas judiciais tomadas pelo Banco Votorantim abrangem apenas a Cofins e tiveram sentenças e acórdãos favoráveis, sendo que a parte contrária apresentou os recursos cabíveis, os quais, atualmente, dependem de decisão dos Tribunais Superiores, especialmente, do STF. 29 - Gerenciamento de Riscos e Capital Regulatório a) Processo de Gestão de Riscos O Banco do Brasil considera o gerenciamento de riscos como um dos vetores principais para o processo de tomada de decisão. No Banco, a gestão colegiada dos riscos é realizada de forma totalmente segregada das unidades de negócios. As políticas de gestão de riscos são aprovadas pelo Conselho de Administração. O Comitê de Risco Global (CRG), fórum composto pelo Presidente e Vice-Presidentes, é responsável pela implantação e acompanhamento destas políticas. Já as diretrizes emanadas do CRG são conduzidas em subcomitês específicos (crédito, mercado e liquidez e operacional), que são fóruns constituídos por Diretores. Para conhecer mais sobre o processo de gestão de riscos no Banco do Brasil, acesse o website bb.com.br/ri. 28/02/2013 11:52 127

b) Risco de Crédito Risco de Crédito está associado à possibilidade de perda resultante da incerteza quanto ao recebimento de valores pactuados com tomadores de empréstimos, contrapartes de contratos ou emissores de títulos. Para se alinhar às melhores práticas de gestão do risco de crédito e aumentar a eficiência na gestão de seu capital econômico, o Banco utiliza métricas de risco e de retorno como instrumentos de disseminação da cultura na Instituição, presentes em todo o seu processo de crédito. c) Risco de Liquidez O risco de liquidez assume duas formas: risco de liquidez de mercado e risco de liquidez de fluxo de caixa (funding). O primeiro corresponde à possibilidade de perda decorrente da incapacidade de realizar uma transação em tempo razoável e sem perda significativa de valor. O segundo está associado à possibilidade de falta de recursos para honrar os compromissos assumidos em função do descasamento entre os ativos e passivos. d) Risco Operacional Risco operacional reflete a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes de falha, deficiência ou inadequação de processos internos, pessoas e sistemas, ou de eventos externos. Este conceito inclui o risco legal. e) Risco de Mercado Risco de Mercado reflete a possibilidade de perdas que podem ser ocasionadas por mudanças no comportamento das taxas de juros, do câmbio, dos preços das ações e dos preços de commodities. Instrumentos Financeiros Valor Justo Instrumentos financeiros registrados em contas patrimoniais, comparadas ao valor justo: BB-Consolidado 31.12.2012 31.12.2011 Ganho/(Perda) não Realizado(a) sem Efeitos Fiscais Valor contábil Valor Justo Valor contábil Valor Justo No Resultado No Patrimônio Líquido 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 Ativos Aplicações interfinanceiras de liquidez 219.323.434 219.239.963 166.287.806 166.287.194 (83.471) (612) (83.471) (612) Títulos e valores mobiliários 182.942.587 182.985.415 166.833.173 166.693.437 1.457.730 526.295 42.828 (139.736) Ajuste a mercado de títulos disponíveis para venda (Nota 8.a) Ajuste a mercado de títulos mantidos até o vencimento (Nota 8.a) -- -- -- -- 1.414.902 666.031 -- -- -- -- -- 42.828 (139.736) 42.828 (139.736) Instrumentos financeiros derivativos 1.414.580 1.414.580 1.396.700 1.396.700 -- -- -- -- Operações de crédito 469.712.686 468.589.925 379.045.045 379.158.229 (1.122.761) 113.184 (1.122.761) 113.184 Passivos Depósitos interfinanceiros 16.568.656 16.629.535 14.450.354 14.673.099 (60.879) (222.745) (60.879) (222.745) Depósitos a prazo 263.012.824 262.911.255 265.808.991 265.922.145 101.569 (113.154) 101.569 (113.154) Obrigações por operações compromissadas 225.786.872 225.402.847 195.175.276 195.155.509 384.025 19.767 384.025 19.767 Obrigações por empréstimos e repasses 77.687.149 77.729.376 63.350.471 63.280.538 (42.227) 69.933 (42.227) 69.933 Instrumentos financeiros derivativos 3.439.482 3.439.482 3.620.655 3.620.655 -- -- -- -- Outras obrigações 229.155.847 228.277.272 181.767.988 181.761.619 878.575 6.369 878.575 6.369 Ganho/(Perda) não Realizado(a) sem Efeitos Fiscais 1.512.561 399.037 97.659 (266.994) Determinação do Valor Justo dos Instrumentos Financeiros Aplicações Interfinanceiras de Liquidez: O valor justo foi obtido pelo desconto dos fluxos de caixa futuros, adotando as taxas de juros praticadas pelo mercado em operações semelhantes na data do balanço. 128

Títulos e Valores Mobiliários: Contabilizados pelo valor de mercado, em conformidade com o estabelecido pela Circular Bacen n.º 3.068/2001, excetuando-se desse critério os títulos mantidos até o vencimento. A apuração do valor justo dos títulos, inclusive dos títulos mantidos até o vencimento, deu-se com base nas taxas coletadas junto ao mercado. Operações de Crédito: As operações remuneradas a taxas pré-fixadas de juros foram estimadas mediante o desconto dos fluxos futuros de caixa, adotando-se, para tanto, as taxas de juros utilizadas pelo Banco para contratação de operações semelhantes na data de balanço. Para as operações deste grupo, remuneradas a taxas pós-fixadas, foi considerado como valor justo o próprio valor contábil devido à equivalência entre os mesmos. Depósitos Interfinanceiros: O valor justo foi calculado mediante o desconto da diferença entre os fluxos futuros de caixa e as taxas atualmente praticadas no mercado para operações pré-fixadas. No caso de operações pós-fixadas, cujos vencimentos não ultrapassavam 30 dias, o valor contábil foi considerado equivalente ao valor justo. Depósitos a Prazo: Na apuração do valor justo foram utilizados os mesmos critérios adotados para os depósitos interfinanceiros. Obrigações por Operações Compromissadas: Para as operações com taxas pré-fixadas, o valor justo foi apurado calculando o desconto dos fluxos de caixa estimados, adotando taxas de desconto equivalentes às taxas praticadas em contratações de operações similares no último dia de mercado. Para as operações pós-fixadas, os valores contábeis foram considerados equivalentes ao valor justo. Obrigações por Empréstimos e Repasses: Tais operações são exclusivas do Banco, sem similares no mercado. Face às suas características específicas, taxas exclusivas para cada recurso ingressado e inexistência de mercado ativo e instrumento similar, o valor justo dessas operações foi considerado equivalente ao valor contábil. Outras Obrigações: O valor justo foi apurado por meio do cálculo do fluxo de caixa descontado, considerando as taxas de juros oferecidas no mercado para obrigações cujos vencimentos, riscos e prazos são similares. Demais Instrumentos Financeiros: Constantes ou não do balanço patrimonial, o valor justo foi equivalente ao valor contábil. Derivativos: Os derivativos são contabilizados pelo valor de mercado, conforme a Circular Bacen n.º 3.082/2002. A apuração do valor de mercado dos derivativos foi estimada de acordo com modelo de precificação interno, observadas as taxas divulgadas para operações com prazo e indexadores similares no último dia de negociação do exercício. Níveis de Informação Referentes a Ativos e Passivos Mensurados a Valor Justo no Balanço Conforme os níveis de informação na mensuração ao valor justo, as técnicas de avaliação utilizadas pelo Banco são as seguintes: Nível 1 são usados preços cotados em mercados ativos para instrumentos financeiros idênticos. Um instrumento financeiro é considerado como cotado em um mercado ativo se os preços cotados estiverem pronta e regularmente disponíveis, e se esses preços representarem transações de mercado reais e que ocorrem regularmente numa base em que não exista relacionamento entre as partes. Nível 2 são usadas outras informações disponíveis, exceto aquelas do Nível 1, onde os preços são cotados em mercados não ativos ou para ativos e passivos similares, ou são usadas outras informações que estão disponíveis ou que podem ser corroboradas pelas informações observadas no mercado para suportar a avaliação dos ativos e passivos. Nível 3 são usadas informações na definição do valor justo que não estão disponíveis no mercado. Se o mercado para um instrumento financeiro não estiver ativo, o Banco estabelece o valor justo usando uma técnica de valorização que considera dados internos, mas que seja consistente com as metodologias econômicas aceitas para a precificação de instrumentos financeiros. 129

Ativos e Passivos Financeiros Mensurados a Valor Justo no Balanço Saldo em 31.12.2012 Nível 1 Nível 2 Nível 3 Ativos 171.447.313 114.356.266 56.289.672 801.375 Títulos e valores mobiliários disponíveis para negociação, a valor de mercado 74.711.317 55.657.463 19.053.854 - Instrumentos financeiros derivativos 1.414.579-1.413.641 938 Títulos e valores mobiliários disponíveis para venda, a valor de mercado 95.321.417 58.698.803 35.822.177 800.437 Passivos 8.454.365-8.454.313 52 Captação com hedge 5.014.884-5.014.884 - Instrumentos financeiros derivativos 3.439.481-3.439.429 52 Ativos Títulos e valores mobiliários disponíveis para negociação, a valor de mercado Saldo em 31.12.2011 Nível 1 Nível 2 Nível 3 63.257.425 46.662.817 16.594.608 -- Instrumentos financeiros derivativos 1.396.700 -- 1.396.462 238 Títulos e valores mobiliários disponíveis para venda, a valor de mercado Passivos 88.385.009 59.415.292 28.125.499 844.218 Captação com hedge 4.040.513 2.591.380 1.449.133 -- Instrumentos financeiros derivativos 3.620.655 -- 3.615.931 4.724 Movimentação dos ativos e passivos financeiros mensurados ao valor justo no balanço, classificados como nível 3 Ativos Títulos e valores mobiliários disponíveis para negociação, a valor de mercado Exercício/2012 Saldo Inicial Aquisições Baixas Resultado Saldo Final -- -- -- -- -- Instrumentos financeiros derivativos 821 -- -- 117 938 Títulos e valores mobiliários disponíveis para venda, a valor de mercado Passivos 1.306.537 61.744 (529.579) (38.265) 800.437 Instrumentos financeiros derivativos 16.282 -- -- (16.230) 52 -- Exercício/2011 Ativos Títulos e valores mobiliários disponíveis para negociação, a valor de mercado Saldo Inicial Aquisições Baixas Resultado Saldo Final 206.140 -- (206.140) -- -- Instrumentos financeiros derivativos 186.618 -- (186.380) -- 238 Títulos e valores mobiliários disponíveis para venda, a valor de mercado Passivos 941.760 272.040 (340.530) (29.052) 844.218 Instrumentos financeiros derivativos 152.040 -- (149.056) 1.740 4.724 Análise de Sensibilidade (Instrução CVM n.º 475/2008) Alinhando às melhores práticas de mercado, o Banco do Brasil gerencia seus riscos de forma dinâmica, buscando identificar, avaliar, monitorar e controlar as exposições aos riscos de mercado de suas posições próprias. Para isto, o Banco considera os limites de riscos estabelecidos pelos Comitês 130

Estratégicos e possíveis cenários para atuar de forma tempestiva na reversão de eventuais resultados adversos. O Banco do Brasil, em conformidade com a Resolução CMN n.º 3.464/2007 e com a Circular Bacen n.º 3.354/2007, e visando maior eficiência na gestão de suas operações expostas ao risco de mercado, segrega suas operações, inclusive instrumentos financeiros derivativos, da seguinte forma: 1) Carteira de Negociação (Trading Book): formada por todas as operações de posições próprias realizadas com intenção de negociação ou destinadas a hedge da carteira de negociação, para as quais haja a intenção de serem negociadas antes de seu prazo contratual, observadas as condições normais de mercado, e que não contenham cláusula de inegociabilidade. 2) Carteira de Não Negociação (Banking Book): formada por operações não classificadas na Carteira de Negociação, tendo como característica principal a intenção de manter tais operações até o seu vencimento. A análise de sensibilidade para todas as operações ativas e passivas do Balanço Patrimonial, em atendimento à Instrução CVM n.º 475/2008, não reflete adequadamente a gestão dos riscos de mercado adotada pela Instituição, bem como não representa as práticas contábeis adotadas pelo Banco. Para determinar a sensibilidade do capital das posições do Banco do Brasil, exceto as posições do Banco Votorantim, aos impactos de movimentos de mercado, foram realizadas simulações com três possíveis cenários, sendo dois deles com consequente resultado adverso para o Banco. Os cenários utilizados estão apresentados como segue: Cenário I: Situação provável, a qual reflete a percepção da alta administração do Banco em relação ao cenário com maior probabilidade de ocorrência, para um horizonte de três meses, considerando fatores macroeconômicos e informações de mercado (BM&FBovespa, Andima, etc.). Premissas utilizadas: taxa de câmbio reais/dólar de R$ 2,02 e manutenção da taxa Selic em 7,25% ao ano, com base nas condições de mercado observadas em 31.12.2012. Cenário II: Situação eventual. Premissas utilizadas: choque de 25% nas variáveis de risco, com base nas condições de mercado observadas em 31.12.2012, sendo consideradas as piores perdas resultantes por fator de risco e, consequentemente, não incorporando a dinâmica de relacionamento entre as variáveis macroeconômicas. Cenário III: Situação eventual. Premissas utilizadas: choque de 50% nas variáveis de risco, com base nas condições de mercado observadas em 31.12.2012, sendo consideradas as piores perdas resultantes por fator de risco e, consequentemente, não incorporando a dinâmica de relacionamento entre as variáveis macroeconômicas. No quadro abaixo, encontram-se sintetizados os resultados para a Carteira de Negociação (Trading), exceto as posições do Banco Votorantim, composta por títulos públicos e privados, instrumentos financeiros derivativos e recursos captados por meio de operações compromissadas: Cenário I Fator de Risco Conceito 31.12.2012 31.12.2011 Variação de Taxas Resultado Variação de Taxas Resultado Taxa pré-fixada Risco de variação das taxas pré-fixadas de juros Manutenção -- Redução 3.619 Cupons de TMS e CDI Risco de variação de cupons de taxas de juros Redução 101 Aumento (39) Cupom de IPCA Risco de variação de cupons de índices de preços Manutenção -- Redução 1.064 Cupom de Dólar Americano Risco de variação de cupons de moedas estrangeiras Aumento 102 Aumento -- Taxas de câmbio Risco de variação das taxas de câmbio Redução (1.830) Redução (283) 131

Cenário II Fator de Risco Conceito 31.12.2012 31.12.2011 Variação de Taxas Resultado Variação de Taxas Resultado Taxa pré-fixada Risco de variação das taxas pré-fixadas de juros Aumento (25.630) Aumento (7.354) Cupons de TMS e CDI Risco de variação de cupons de taxas de juros Aumento (4) Aumento (29) Cupom de IPCA Risco de variação de cupons de índices de preços Aumento (643) Aumento (1.014) Cupom de Dólar Americano Risco de variação de cupons de moedas estrangeiras Redução (36) Redução -- Taxas de câmbio Risco de variação das taxas de câmbio Redução (46.676) Redução (22.918) Cenário III Fator de Risco Conceito 31.12.2012 31.12.2011 Variação de Taxas Resultado Variação de Taxas Resultado Taxa pré-fixada Risco de variação das taxas pré-fixadas de juros Aumento (50.692) Aumento (14.871) Cupons de TMS e CDI Risco de variação de cupons de taxas de juros Aumento (7) Aumento (58) Cupom de IPCA Risco de variação de cupons de índices de preços Aumento (1.263) Aumento (1.981) Cupom de Dólar Americano Risco de variação de cupons de moedas estrangeiras Redução (73) Redução -- Taxas de câmbio Risco de variação das taxas de câmbio Redução (93.351) Redução (45.837) Para as operações classificadas na Carteira de Não Negociação, a valorização ou a desvalorização em decorrência de mudanças nas taxas de juros praticadas no mercado, não representam impacto financeiro e contábil significativo sobre o resultado do exercício. Isto porque esta carteira é composta, majoritariamente, por operações de crédito (créditos diretos ao consumidor, agronegócios, capital de giro, etc.), captações de varejo (depósitos à vista, a prazo e de poupança) e títulos e valores mobiliários, cujo registro contábil é realizado, principalmente, pelas taxas pactuadas na contratação das operações. Adicionalmente, destaca-se o fato dessa carteira apresentar como principal característica a intenção de manter as respectivas posições até o vencimento, não sofrendo, portanto, os efeitos das oscilações em taxa de juros, ou pelo fato dessas operações estarem atreladas naturalmente a outros instrumentos (hedge natural), minimizando dessa forma os impactos em um cenário de estresse. No quadro abaixo, encontram-se sintetizados os resultados para a Carteira de Negociação (Trading) e Não Negociação (Banking), exceto as posições do Banco Votorantim: Cenário I 31.12.2012 31.12.2011 Fator de Risco Conceito Variação de Taxas Resultado Variação de Taxas Resultado Taxa pré-fixada Risco de variação das taxas pré-fixadas de juros Manutenção -- Redução 1.787.692 Cupom de TR Manutenção -- Redução (2.928.968) Cupom de TBF Redução (203) Redução (671) Risco de variação de cupons de taxas de juros Cupom de TJLP Aumento 251.946 Redução (248.336) Cupom de TMS e CDI Redução (415.910) Aumento 71.001 Cupom de IGP-M Manutenção -- Redução 170.715 Cupom de IGP-DI Manutenção -- Redução 280 Risco de variação de cupons de índices de preços Cupom de INPC Manutenção -- Redução 405.481 Cupom de IPCA Manutenção -- Redução 46.853 Cupom de moedas estrangeiras Risco de variação de cupons de moedas estrangeiras Aumento 652.328 Aumento 519.294 Taxa de câmbio Risco de variação das taxas de câmbio Redução (13.634) Redução (5.236) 132

Cenário II 31.12.2012 31.12.2011 Fator de Risco Conceito Variação de Taxas Resultado Variação de Taxas Resultado Taxa pré-fixada Risco de variação das taxas pré-fixadas de juros Aumento (6.451.975) Aumento (3.562.867) Cupom de TR Redução (5.238.026) Redução (5.154.022) Cupom de TBF Redução (137) Redução (290) Risco de variação de cupons de taxas de juros Cupom de TJLP Redução (252.037) Redução (205.023) Cupom de TMS e CDI Redução (32.793) Redução (102.427) Cupom de IGP-M Aumento (120.834) Aumento (168.062) Cupom de IGP-DI Aumento (53) Aumento (323) Risco de variação de cupons de índices de preços Cupom de INPC Aumento (89.503) Aumento (418.739) Cupom de IPCA Aumento (17.295) Aumento (45.617) Cupom de moedas estrangeiras Risco de variação de cupons de moedas estrangeiras Redução (424.401) Redução (710.749) Taxa de câmbio Risco de variação das taxas de câmbio Redução (347.656) Redução (423.350) Cenário III 31.12.2012 31.12.2011 Fator de Risco Conceito Variação de Taxas Resultado Variação de Taxas Resultado Taxa pré-fixada Risco de variação das taxas pré-fixadas de juros Aumento (12.346.186) Aumento (6.877.667) Cupom de TR Redução (10.732.274) Redução (10.669.317) Cupom de TBF Redução (275) Redução (582) Risco de variação de cupons de taxas de juros Cupom de TJLP Redução (509.781) Redução (418.286) Cupom de TMS e CDI Redução (65.597) Redução (204.955) Cupom de IGP-M Aumento (233.218) Aumento (316.569) Cupom de IGP-DI Aumento (106) Aumento (643) Risco de variação de cupons de índices de preços Cupom de INPC Aumento (177.352) Aumento (821.008) Cupom de IPCA Aumento (25.394) Aumento (87.822) Cupom de moedas estrangeiras Risco de variação de cupons de moedas estrangeiras Redução (860.419) Redução (1.446.248) Taxa de câmbio Risco de variação das taxas de câmbio Redução (695.312) Redução (846.700) Os cenários utilizados para elaboração do quadro de análise de sensibilidade devem, necessariamente, utilizar situações de deterioração de, pelo menos, 25% e 50% por variável de risco vista isoladamente, conforme determina a Instrução CVM n.º 475/2008. Logo, a análise conjunta dos resultados fica prejudicada. Por exemplo, choques simultâneos de aumento na taxa prefixada de juros e redução no cupom de TR não são consistentes do ponto de vista macroeconômico. Especificamente com relação às operações de derivativos existentes na Carteira de Não Negociação, as mesmas não representam risco de mercado relevante para o Banco do Brasil, haja vista que essas posições são originadas, principalmente, para atender às seguintes situações: - Troca de indexador de remuneração de captações e aplicações de recursos realizadas para atender às necessidades dos clientes; - Hedge de risco de mercado, cujo objeto e sua efetividade estão descritos na Nota 8.d. Também nessa operação, a variação na taxa de juros e na taxa de câmbio não produz efeito no resultado do Banco. Em 31.12.2012, o Banco do Brasil não possuía qualquer operação classificada como derivativo exótico, conforme descrito na Instrução CVM n.º 475/2008, anexo II. Participação no Banco Votorantim O Banco Votorantim, no 1º semestre de 2011, revisou os critérios de classificação de suas operações resultando na migração de parte das posições da Carteira de Negociação para a de Não Negociação. Dessa forma, a análise de sensibilidade das posições referentes à participação do Banco do Brasil no 133

Banco Votorantim passa a ser realizada para a Carteira de Negociação e para o conjunto das Carteiras de Negociação e de Não Negociação. Foram realizadas simulações, com três possíveis cenários, sendo dois deles com consequente resultado adverso: Cenário I: Situação provável. A qual reflete a percepção da alta administração do Banco Votorantim em relação ao cenário com maior probabilidade de ocorrência. Premissas utilizadas: taxa de câmbio reais/dólar média para 2013 de R$ 2,07 e taxa Selic média de 6,50% ao ano para 2013. Cenário II: Premissas utilizadas: choque paralelo de 25% nas variáveis de risco, com base nas condições de mercado observadas em 31.12.2012, sendo consideradas as piores perdas resultantes por fator de risco e, consequentemente, não incorporando a dinâmica de relacionamento entre as variáveis macroeconômicas. Cenário III: Premissas utilizadas: choque paralelo de 50% nas variáveis de risco, com base nas condições de mercado observadas em 31.12.2012, sendo consideradas as piores perdas resultantes por fator de risco e, consequentemente, não incorporando a dinâmica de relacionamento entre as variáveis macroeconômicas. Nos quadros a seguir, encontram-se os resultados da Carteira de Negociação das posições do Banco relativas à sua participação no Banco Votorantim: Cenário I 31.12.2012 31.12.2011 Fator de Risco Conceito Variação de Taxas Resultado Variação de Taxas Resultado Taxa pré-fixada Risco de variação das taxas pré-fixadas de juros Redução 8.508 Redução 16.682 Cupons de moedas estrangeiras Risco de variação de cupom cambial Manutenção -- Manutenção -- Variação cambial Risco de variação das taxas de câmbio Redução 3.986 Aumento 1.395 Índices de preços Risco de variação de cupons de índices de preços Aumento 1.177 Aumento 130 Outros Risco de variação dos demais cupons Manutenção -- Redução (487) Cenário II 31.12.2012 31.12.2011 Fator de Risco Conceito Variação de Taxas Resultado Variação de Taxas Resultado Taxa pré-fixada Risco de variação das taxas pré-fixadas de juros Aumento (13.281) Aumento (37.944) Cupons de moedas estrangeiras Risco de variação de cupom cambial Aumento (2.830) Aumento (923) Variação cambial Risco de variação das taxas de câmbio Aumento (116.098) Aumento (91.152) Índices de preços Risco de variação de cupons de índices de preços Redução -- Redução (315) Outros Risco de variação dos demais cupons Aumento (12.731) Aumento (13.204) Cenário III 31.12.2012 31.12.2011 Fator de Risco Conceito Variação de Taxas Resultado Variação de Taxas Resultado Taxa pré-fixada Risco de variação das taxas pré-fixadas de juros Aumento (35.578) Aumento (87.694) Cupons de moedas estrangeiras Risco de variação de cupom cambial Aumento (5.518) Aumento (1.813) Variação cambial Risco de variação das taxas de câmbio Aumento (245.147) Aumento (428.656) Índices de preços Risco de variação de cupons de índices de preços Redução (9) Redução (741) Outros Risco de variação dos demais cupons Redução (27.622) Aumento (47.152) Nos quadros a seguir, encontram-se os resultados das Carteiras de Negociação e de Não Negociação, das posições do Banco relativas à sua participação no Banco Votorantim: 134

Cenário I 31.12.2012 31.12.2011 Fator de Risco Conceito Variação de Taxas Resultado Variação de Taxas Resultado Taxa pré-fixada Risco de variação das taxas pré-fixadas de juros Redução 134.287 Redução 188.936 Cupons de moedas estrangeiras Risco de variação de cupom cambial Manutenção -- Aumento (4.044) Variação cambial Risco de variação das taxas de câmbio Redução (1.702) Aumento 2.190 TJLP Risco de variação de cupom de TJLP Aumento -- Manutenção -- TR/TBF Risco de variação de cupom de TR e TBF Manutenção -- Manutenção -- Índices de preços Risco de variação de cupons de índices de preços Manutenção (4.178) Aumento 1.255 Cenário II 31.12.2012 31.12.2011 Fator de Risco Conceito Variação de Taxas Resultado Variação de Taxas Resultado Taxa pré-fixada Risco de variação das taxas pré-fixadas de juros Aumento (199.726) Aumento (431.632) Cupons de moedas estrangeiras Risco de variação de cupom cambial Aumento (4.896) Aumento (16.839) Variação cambial Risco de variação das taxas de câmbio Redução (65.478) Aumento (96.182) TJLP Risco de variação de cupom de TJLP Redução (3.614) Redução (1.987) TR/TBF Risco de variação de cupom de TR e TBF Redução (38) Redução (605) Índices de preços Risco de variação de cupons de índices de preços Aumento (5.579) Redução (2.649) Cenário III 31.12.2012 31.12.2011 Fator de Risco Conceito Variação de Taxas Resultado Variação de Taxas Resultado Taxa pré-fixada Risco de variação das taxas pré-fixadas de juros Aumento (512.460) Aumento (1.003.137) Cupons de moedas estrangeiras Risco de variação de cupom cambial Aumento (9.550) Aumento (29.240) Variação cambial Risco de variação das taxas de câmbio Redução (133.102) Aumento (441.553) TJLP Risco de variação de cupom de TJLP Redução (7.316) Redução (4.100) TR/TBF Risco de variação de cupom de TR e TBF Redução (77) Redução (1.206) Índices de preços Risco de variação de cupons de índices de preços Aumento (6.894) Redução (5.880) 135

f) Capital Regulatório O Índice de Basileia foi apurado segundo os critérios estabelecidos pelas Resoluções CMN n.º 3.444/2007 e n.º 3.490/2007, que tratam do cálculo do Patrimônio de Referência (PR) e do Patrimônio de Referência Exigido (PRE), respectivamente, sem considerar as informações relativas ao Banco Votorantim, conforme determinação do Bacen. 31.12.2012 31.12.2011 Econômico-Financeiro Financeiro Econômico-Financeiro Financeiro PR Patrimônio de Referência 107.925.146 109.285.842 80.481.841 82.154.035 Nível I 76.769.399 77.099.943 60.615.163 60.791.381 Patrimônio líquido 66.069.965 66.350.927 58.416.370 58.592.587 Reservas de reavaliação (4.645) (4.644) (4.731) (4.730) Ativo permanente diferido (110.795) (110.795) (164.671) (164.671) Ajustes ao valor de mercado (700.536) (700.536) (350.594) (350.594) Créditos tributários excluídos do nível I -- -- (106) (106) Instrumentos híbridos de capital e dívida (1) 11.515.410 11.564.991 2.718.895 2.718.895 Nível II 36.074.411 36.024.829 24.877.818 24.877.817 Ajustes ao valor de mercado 700.536 700.536 350.594 350.594 Instrumentos híbridos de capital e dívida (1) 2.968.652 2.919.071 -- -- Reservas de reavaliação 4.645 4.644 4.731 4.730 Dívidas subordinadas elegíveis a capital 32.400.578 32.400.578 24.522.493 24.522.493 Recursos captados do FCO 16.602.973 16.602.973 14.771.005 14.771.005 Recursos captados no exterior 6.001.028 6.001.028 4.228.367 4.228.367 Recursos captados com CDB 1.615.433 1.615.433 2.337.638 2.337.638 Recursos captados com Letras Financeiras 8.181.144 8.181.144 3.185.483 3.185.483 Deduções do PR (4.918.664) (3.838.930) (5.011.140) (3.515.163) Instrumentos financeiros excluídos do PR (4.918.664) (3.838.930) (5.011.140) (3.515.163) PRE Patrimônio de Referência Exigido 80.034.881 79.435.474 63.326.079 62.528.344 Risco de crédito 76.076.547 75.730.245 59.802.205 59.260.188 Risco de mercado 207.377 207.377 90.442 90.442 Risco operacional 3.750.957 3.497.852 3.433.432 3.177.714 Suficiência de PR: PR PRE 27.890.265 29.850.368 17.155.762 19.625.691 Índice de Basileia: (PR x 100)/ (PRE / 0,11) 14,83% 15,13% 13,98% 14,45% (1) Conforme Resolução CMN n.º 3.444/2007, os Instrumentos Híbridos de Capital e Dívida IHCD autorizados pelo Bacen a compor o Nível I do PR estão limitados a 15% (quinze por cento) do total do Nível I, incluído o próprio valor do IHCD. Os IHCD que venham ultrapassar esse limite são adicionados ao Nível II do PR. g) Índice de Imobilização O Índice de Imobilização em relação ao PR é de 25,85% (27,19% em 31.12.2011) para o Consolidado Financeiro, e de 21,64% (22,11% em 31.12.2011) para o Consolidado Econômico- Financeiro, em conformidade com a Resolução CMN n.º 2.669/1999. A diferença entre o Índice de Imobilização do Consolidado Financeiro e do Econômico-Financeiro decorre da inclusão de empresas controladas/coligadas não financeiras que dispõem de elevada liquidez e baixo nível de imobilização, com consequente redução do Índice de Imobilização do Consolidado Econômico-Financeiro. 136

30 Demonstração do Resultado Abrangente BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 2ºSem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 Lucro Líquido Apresentado na Demonstração do Resultado 6.753.930 12.309.870 12.247.330 6.695.004 12.205.120 12.125.990 Outros Lucros/(Prejuízos) Abrangentes Ajustes de Avaliação Patrimonial (Nota 8.f) 103.551 804.086 188.852 103.551 804.086 188.852 Próprios (106.587) (141.730) (54.938) (106.587) (141.729) (54.938) De agências e subsidiárias no exterior 302.752 527.402 355.830 302.752 527.402 355.830 De coligadas e controladas (92.614) 418.414 (112.040) (92.614) 418.414 (112.040) IR e CSLL Relacionados aos (Ganhos)/Perdas não Realizados (Nota 8.f) 78.554 (107.574) 67.555 78.554 (107.574) 67.555 Outros Lucros Abrangentes, Líquidos de IR e CSLL 182.105 696.512 256.407 182.105 696.512 256.407 Lucro abrangente atribuível à controladora 6.936.035 13.006.382 12.503.737 6.877.109 12.901.632 12.382.397 Resultado abrangente das participações dos não controladores -- -- -- (81.294) (155.778) (93.131) 31 Outras Informações a) Distribuição de Dividendos e Juros sobre Capital Próprio O Conselho de Administração, em reunião realizada em 12.03.2012, aprovou a fixação, para o exercício de 2012, do índice de distribuição do resultado (payout) equivalente ao percentual mínimo de 40% do lucro líquido, cumprindo-se a política de pagamento de dividendos e/ou juros sobre capital próprio em periodicidade trimestral, conforme artigo 43 do Estatuto Social do Banco. b) Banco Postal Desde 01.01.2012, o Banco tem acesso à rede de distribuição dos Correios, com cerca de 6,3 mil pontos presentes em 95% dos municípios brasileiros. Por meio desse investimento, o Banco do Brasil antecipou a execução de plano estratégico de estender seus pontos de atendimento para todos os municípios brasileiros. c) Administração de Fundos de Investimentos Posição dos fundos de investimentos administrados pela BB Gestão de Recursos - Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. Número de Fundos/Carteiras Saldo () 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 Patrimônio administrado 548 521 444.022.933 415.792.780 Fundos de investimentos 538 507 430.833.490 403.844.665 Carteiras administradas 10 14 13.189.443 11.948.115 d) Constituição de Fundo de Investimento Imobiliário Em agosto de 2012, o Banco do Brasil subscreveu 100% das cotas do BB Progressivo II Fundo de Investimento Imobiliário (FII), administrado pela Votorantim Asset Management (VAM), e as integralizou em espécie e por meio de repasse da propriedade de 64 imóveis, com transferência substancial de riscos e benefícios. Em novembro de 2012, por meio de Oferta Pública Secundária de Distribuição das Cotas do FII, o Banco alienou a totalidade das cotas do fundo. O resultado obtido na transação foi realizado e 137

reconhecido na data da venda das cotas, ocasião em que o Banco do Brasil deixou de ser o principal detentor de riscos e benefícios do Fundo. Efeitos da transferência da propriedade dos imóveis ao FII no resultado do Banco: BB Banco Múltiplo e Consolidado Valor de mercado dos imóveis transferidos para o FII 1.402.469 Valor contábil dos imóveis transferidos para o FII (299.477) Resultado antes dos impostos 1.102.992 Imposto de Renda e Contribuição Social (441.197) Resultado Líquido 661.795 e) Informações de Filiais, Subsidiárias e Controladas no Exterior BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 31.12.2012 31.12.2011 31.12.2012 31.12.2011 Ativo Grupo BB 42.469.895 26.302.917 37.168.271 23.535.468 Terceiros 72.412.267 51.529.172 87.178.714 62.051.334 Total do ativo 114.882.162 77.832.089 124.346.985 85.586.802 Passivo Grupo BB 26.662.409 14.927.245 22.991.955 12.325.721 Terceiros 83.453.373 59.457.189 93.863.535 67.619.119 Patrimônio líquido 4.766.380 3.447.655 7.491.495 5.641.962 Atribuível à controladora 4.766.380 3.447.655 6.917.391 5.198.093 Participação dos não controladores -- -- 574.104 443.869 Total do passivo 114.882.162 77.832.089 124.346.985 85.586.802 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 Lucro (Prejuízo) 323.600 564.632 278.475 535.050 957.731 495.051 Atribuível à controladora 323.600 564.632 278.475 453.759 801.682 401.939 Participações dos não controladores -- -- -- 81.291 156.049 93.112 f) Recursos de Consórcios 31.12.2012 31.12.2011 Previsão mensal de recursos a receber de consorciados 138.854 122.458 Obrigações do grupo por contribuições 7.454.133 7.450.510 Consorciados bens a contemplar 6.941.366 7.026.937 (Em unidades) Quantidade de grupos administrados 465 426 Quantidade de consorciados ativos 400.975 346.990 Quantidade de bens a entregar a consorciados contemplados 22.205 16.307 Quantidade de bens entregues no período 70.419 55.680 138

g) Cessão de Empregados a Órgãos Externos As cessões para o Governo Federal são regidas pela Lei 10.470/2002 e pelo Decreto 4.050/2001. 2º Sem/2012 Exerc/2012 Exerc/2011 Empregados Cedidos (1) Custo no Período () Empregados Cedidos (1) Custo no Período () Empregados Cedidos (1) Custo no Período () Com ônus para o Banco Governo Federal 1 217 1 731 5 1.854 Entidades sindicais 224 14.945 224 29.442 234 27.489 Outros órgãos/entidades 2 329 2 1.427 5 2.036 Entidades controladas e coligadas 3 695 3 1.206 2 867 Sem ônus para o Banco Governos Federal, Estadual e Municipal 275 -- 275 -- 273 -- Órgãos externos (Cassi, FBB, Previ e Economus) 586 -- 586 -- 769 -- Entidades dos funcionários 84 -- 84 -- 84 -- Entidades controladas e coligadas 330 -- 330 -- 345 -- Total 1.505 16.186 1.505 32.806 1.717 32.246 (1) Posição no último dia do período. h) Remuneração de Empregados e Dirigentes Remuneração mensal paga aos funcionários e à Administração do Banco do Brasil 31.12.2012 31.12.2011 Menor Salário 1.892,00 1.760,00 Maior Salário 31.802,11 29.583,36 Salário Médio 5.334,04 4.869,19 Dirigentes Presidente 55.264,68 52.513,00 Vice-presidente 49.465,96 47.003,00 Diretor 41.923,41 39.836,00 Conselheiros Conselho Fiscal 4.411,87 4.192,19 Conselho de Administração 4.411,87 4.192,19 Comitê de Auditoria - Titular 37.731,07 35.852,40 R$ i) Política de Seguros de Valores e Bens Não obstante o reduzido grau de risco a que estão sujeitos seus ativos, o Banco do Brasil contrata, para seus valores e bens, seguros considerados adequados para cobertura de eventuais sinistros. Seguros vigentes em 31.12.2012 Riscos Cobertos Valores Cobertos Valor do Prêmio Seguro imobiliário para as imobilizações próprias relevantes 925.195 3.315 Seguro de vida e acidentes pessoais coletivo para a Diretoria Executiva (1) 885 118 Demais 16.608 189 Total 942.688 3.622 (1) Refere-se a cobertura individual dos membros da Diretoria Executiva. j) Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC) Por meio da Medida Provisória nº 600, de 28.12.2012, o governo federal estabeleceu que os recursos do FNAC destinados à modernização, construção, ampliação ou reforma de aeródromos públicos 139

poderão ser geridos e administrados pelo Banco do Brasil, diretamente ou por suas subsidiárias, conforme definido em ato da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República. A forma de transferência dos recursos do FNAC ao Banco do Brasil, bem como a forma de sua aplicação serão definidas em regulamento. Na função de gestor dos recursos do FNAC, o Banco do Brasil realizará procedimento licitatório, podendo, em nome próprio ou de terceiros, adquirir bens e contratar obras e serviços de engenharia e quaisquer outros serviços técnicos especializados. O Banco será remunerado pelos serviços prestados, nos termos a serem fixados em ato conjunto dos Ministros da Fazenda e da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República. 140

Banco do Brasil S.A. Demonstrações contábeis em 31 de dezembro de 2012 KPMG Auditores Independentes Fevereiro de 2013 KPDS 38594

KPMG Auditores Independentes SBS - Qd. 02 - Bl. Q - Lote 03 - Salas 708 a 711 Edifício João Carlos Saad 70070-120 - Brasília, DF - Brasil Caixa Postal 8723 70312-970 - Brasília, DF - Brasil Central Tel 55 (61) 2104-2400 Fax 55 (61) 2104-2406 Internet www.kpmg.com.br Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações contábeis Ao Conselho de Administração, aos Acionistas e aos Administradores do Banco do Brasil S.A. Brasília - DF Examinamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas do Banco do Brasil S.A., que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício e semestre findos naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e as demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações contábeis A Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis do Banco para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos do Banco. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. 2 KPMG Auditores Independentes, uma sociedade simples brasileira e firma-membro da rede KPMG de firmas-membro independentes e afiliadas à KPMG International Cooperative ( KPMG International ), uma entidade suíça. KPMG Auditores Independentes, a Brazilian entity and a member firm of the KPMG network of independent member firms affiliated with KPMG International Cooperative ( KPMG International ), a Swiss entity.

Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banco do Brasil S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício e semestre findos naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Outros assuntos - Demonstração do valor adicionado Examinamos também a demonstração individual e consolidada do valor adicionado (DVA), elaborada sob a responsabilidade da Administração do Banco, para o exercício e semestre findos em 31 de dezembro de 2012, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, está adequadamente apresentada, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Brasília, 20 de fevereiro de 2013 KPMG Auditores Independentes CRC 2SP014428/O-6 Giuseppe Masi Contador CRC 1SP176273/O-7 Carlos Massao Takauthi Contador CRC 1SP206103/O-4 3

Resumo do relatório do Comitê de Auditoria Introdução O Comitê de Auditoria do Banco do Brasil, órgão estatutário de assessoramento do Conselho de Administração, tem como principais atribuições: revisar, previamente à publicação, o conjunto das demonstrações financeiras e avaliar a efetividade do sistema de controles internos e das auditorias interna e independente. O regimento interno do Comitê de Auditoria está disponível no site www.bb.com.br/ri. O universo de atuação do Comitê compreende o Banco Múltiplo e as seguintes subsidiárias: BB DTVM Gestão de Recursos - Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A., BB Banco de Investimento S.A., BB Leasing S.A. - Arrendamento Mercantil; BB Administradora de Cartões de Crédito S.A., BB Administradora de Consórcios S.A. e Besc Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. Os administradores do Banco do Brasil e de suas subsidiárias são responsáveis por elaborar e garantir a integridade das demonstrações financeiras, gerir os riscos, manter sistema de controles internos efetivo e zelar pela conformidade das atividades às normas legais e regulamentares. A Auditoria Interna responde de forma independente pela realização de trabalhos sistemáticos com o objetivo de contribuir para a melhoria dos processos empresariais e de gestão de riscos e para a efetividade do sistema de controles internos. A KPMG Auditores Independentes é responsável pela auditoria das demonstrações financeiras, a quem cabe opinar sobre a sua adequação em relação à posição financeira e patrimonial em todos os aspectos relevantes de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central. Avalia, também, no contexto dos trabalhos de auditoria sobre as demonstrações financeiras, a qualidade e adequação do sistema de controles internos e o cumprimento de dispositivos legais e regulamentares. Atividades O Comitê de Auditoria realizou ao longo de 2012, reuniões regulares, em cumprimento ao seu plano de trabalho aprovado pelo Conselho de Administração, com a participação de representantes da administração, auditorias interna e independente e com executivos das principais áreas de negócios, controles internos, gestão de riscos, contabilidade, jurídica, tecnologia e tesouraria, além de trabalhos internos. Nessas reuniões abordou, em especial, assuntos relacionados ao sistema de controles internos, contabilidade, processos de gestão de riscos e de capital, Acordos de Basileia, soluções tecnológicas, gestão de recursos de terceiros, contingências, provisões, canal de comunicação, Ouvidoria Externa, dependências externas, e recomendações emitidas pelas auditorias interna e independente e por órgãos externos de fiscalização. Manteve diálogo com as equipes das auditorias interna e independente, oportunidades em que apreciou os seus planejamentos, conheceu os resultados dos principais trabalhos e examinou suas conclusões e recomendações. O Comitê revisou os relatórios da administração, demonstrações financeiras, notas explicativas e os relatórios do auditor independente. Nas situações em que identificou oportunidades de melhoria, sugeriu aprimoramentos.

Conclusões Com base nas atividades desenvolvidas no período e tendo presente as atribuições e limitações inerentes ao escopo de sua atuação, o Comitê de Auditoria concluiu: a. o sistema de controles internos é adequado ao porte e à complexidade dos negócios do Conglomerado, sendo objeto de permanente atenção por parte da administração; b. a auditoria interna é efetiva, independente e responde adequadamente às demandas do Comitê; c. a auditoria independente é efetiva e não foram identificadas ocorrências que pudessem comprometer sua independência; d. as demonstrações financeiras do exercício findo em 31/12/2012 foram elaboradas em conformidade com as normas legais e com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central, e refletem, em todos os aspectos relevantes, a situação patrimonial e financeira naquela data. Brasília-DF, 20 de fevereiro de 2013. Egidio Otmar Ames Coordenador Antônio Carlos Correia Henrique Jäger José Danúbio Rozo

MANIFESTAÇÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO O Conselho de Administração do Banco do Brasil S.A. declara que, em reunião desta data, aprovou o resumo do Relatório do Comitê de Auditoria e, de conformidade com o inciso V do art. 142 da Lei nº 6.404, de 15.12.76, tomou conhecimento e recomendou a aprovação das contas da Diretoria e do Relatório da Administração, todos referentes ao exercício de 2012. Em 20 de fevereiro de 2013. Nelson Henrique Barbosa Filho Aldemir Bendine Adriana Queiroz de Carvalho Bernardo Gouthier Macedo Henrique Jager Sergio Eduardo Arbulu Mendonça

PARECER DO CONSELHO FISCAL O CONSELHO FISCAL DO BANCO DO BRASIL S.A., no uso de suas atribuições legais e estatutárias, procedeu ao exame do Relatório da Administração e das Demonstrações Contábeis, incluindo a proposta de destinação do resultado relativo ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2012 os quais foram aprovados, nesta data, pelo Conselho de Administração. Com base nos exames efetuados, nas informações e esclarecimentos recebidos no decorrer do exercício e no Relatório dos Auditores Independentes KPMG Auditores Independentes, sem ressalvas, nesta data expedido, o Conselho Fiscal opina que os referidos documentos estão em condições de ser encaminhados para aprovação da Assembléia Geral dos Acionistas. Brasília (DF), 20 de fevereiro de 2013. Anelize Lenzi Ruas de Almeida Conselheira Clóvis Ailton Madeira Conselheiro Marcos Machado Guimarães Conselheiro Pedro Carvalho de Mello Conselheiro Paulo José dos Reis Souza Presidente

Declaração dos Membros do Conselho Diretor sobre as Demonstrações Financeiras Em conformidade com o Artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07.12.2009, declaramos que revisamos as Demonstrações Contábeis relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012 do Banco do Brasil S.A. e, baseado nas discussões subsequentes, concordamos que tais Demonstrações refletem adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira correspondentes aos períodos apresentados. Brasília (DF), 19 de fevereiro de 2013. Aldemir Bendine Presidente Alexandre Corrêa Abreu Vice-presidente de Negócios de Varejo César Augusto Rabello Borges Vice-presidente de Governo Geraldo Afonso Dezena da Silva Vice-presidente de Tecnologia Ivan de Souza Monteiro Vice-presidente de Gestão Financeira e de Relações com Investidores Osmar Fernandes Dias Vice-presidente de Agronegócios e Micro e Pequenas Empresas Paulo Roberto Lopes Ricci Vice-presidente de Varejo, Distribuições e Operações Paulo Rogério Caffarelli Vice-presidente de Atacado, Negócios Internacionais e Private Bank Robson Rocha Vice-presidente de Gestão de Pessoas e Desenvolvimento Sustentável Walter Malieni Junior Vice-presidente de Controles Internos e Gestão de Riscos

Declaração dos Membros do Conselho Diretor sobre o Relatório dos Auditores Independentes Em conformidade com o Artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07.12.2009, declaramos que, baseado em nosso conhecimento, no planejamento apresentado pelos auditores e nas discussões subsequentes sobre os resultados de auditoria, concordamos com as opiniões expressas no parecer da KPMG Auditores Independentes, de 20.02.2013, não havendo qualquer discordância. Brasília (DF), 20 de fevereiro de 2013. Aldemir Bendine Presidente Alexandre Corrêa Abreu Vice-presidente de Negócios de Varejo César Augusto Rabello Borges Vice-presidente de Governo Geraldo Afonso Dezena da Silva Vice-presidente de Tecnologia Ivan de Souza Monteiro Vice-presidente de Gestão Financeira e de Relações com Investidores Osmar Fernandes Dias Vice-presidente de Agronegócios e Micro e Pequenas Empresas Paulo Roberto Lopes Ricci Vice-presidente de Varejo, Distribuições e Operações Paulo Rogério Caffarelli Vice-presidente de Atacado, Negócios Internacionais e Private Bank Robson Rocha Vice-presidente de Gestão de Pessoas e Desenvolvimento Sustentável Walter Malieni Junior Vice-presidente de Controles Internos e Gestão de Riscos

MEMBROS DOS ÓRGÃOS DA ADMINISTRAÇÃO PRESIDENTE Aldemir Bendine VICE-PRESIDENTES Alexandre Corrêa Abreu César Augusto Rabello Borges Geraldo Afonso Dezena da Silva Ivan de Souza Monteiro Osmar Fernandes Dias Paulo Roberto Lopes Ricci Paulo Rogério Caffarelli Robson Rocha Walter Malieni Junior DIRETORES Adilson do Nascimento Anisio Admilson Monteiro Garcia Adriano Meira Ricci Antonio Mauricio Maurano Antonio Pedro da Silva Machado Carlos Alberto Araujo Netto Carlos Eduardo Leal Neri Clenio Severio Teribele Gueitiro Matsuo Genso Hayton Jurema da Rocha Hideraldo Dwight Leitão Ives Cézar Fülber Janio Carlos Endo Macedo José Carlos Reis da Silva José Mauricio Pereira Coelho Luiz Henrique Guimarães de Freitas Marcelo Augusto Dutra Labuto Márcio Hamilton Ferreira Marco Antonio Ascoli Mastroeni Marco Antonio da Silva Barros Marcos Ricardo Lot Nilson Martiniano Moreira Raul Francisco Moreira Sandro José Franco Sandro Kohler Marcondes CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Nelson Henrique Barbosa Filho (Presidente) Aldemir Bendine Adriana Queiroz de Carvalho Bernardo Gouthier Macedo Henrique Jäger Sérgio Eduardo Arbulu Mendonça CONSELHO FISCAL Paulo José dos Reis Souza Anelize Lenzi Ruas de Almeida Clóvis Ailton Madeira Marcos Machado Guimarães Pedro Carvalho de Mello COMITÊ DE AUDITORIA Egídio Otmar Ames Antônio Carlos Correia Henrique Jäger José Danúbio Rozo CONTADORIA Eduardo Cesar Pasa Contador Geral Contador CRC-DF 017601/O-5 CPF 541.035.920-87 Daniel André Stieler Contador CRC-DF 013931/O-2 CPF 391.145.110-53 150