ANÁLISE DO DESEMPENHO 3T11

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1 ANÁLISE DO DESEMPENHO 3T11

2 Este relatório faz referências e declarações sobre expectativas, sinergias planejadas, estimativas de crescimento, projeções de resultados e estratégias futuras sobre o Banco do Brasil, suas subsidiárias coligadas e controladas. Embora essas referências e declarações reflitam o que os administradores acreditam, as mesmas envolvem imprecisões e riscos difíceis de prever, podendo, desta forma, haver resultados ou consequências diferentes daqueles aqui antecipados e discutidos. Estas expectativas são altamente dependentes das condições do mercado, do desempenho econômico geral do país, do setor e dos mercados internacionais. O Banco do Brasil não se responsabiliza em atualizar qualquer estimativa contida neste relatório. As tabelas e gráficos deste relatório apresentam os números financeiros, arredondados, em R$ milhões. As colunas de variação presentes neste relatório usam como base os valores financeiros e não os números arredondados em hões. O arredondamento utilizado segue as regras estabelecidas pela Resolução 886/66 da Fundação IBGE: caso o último algarismo for igual ou superior a 5, aumenta-se em uma unidade o último algarismo a permanecer; caso o último algarismo for inferior a 5, fica inalterado o último algarismo a permanecer. As variações, tanto percentuais quanto nominais, foram calculadas utilizando números em unidades. Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/2011 1

3 Índice Índice... 2 Indice de Tabelas... 4 Índice de Figuras... 7 Apresentação... 8 Novidades... 8 Acesso on-line... 8 Destaques... 9 Sumário do Resultado Resultado Retorno ao Acionista Margem Financeira e Spread Ativos Carteira de Crédito Basileia RPS Despesas Administrativas Eficiência Seguridade Guidance Informações Úteis Demonstrações Contábeis Resumidas Balanço Patrimonial Resumido Demonstração Resumida do Resultado Societário Demonstração do Resultado com Realocações Abertura das Realocações Glossário Composição Patrimonial Composição do Resultado com Realocações Crédito Carteira de Crédito Carteira de Crédito Pessoa Física Carteira de Crédito Pessoa Jurídica Carteira de Crédito de Agronegócios Risco de Crédito Carteira Total Carteira de Crédito Pessoa Física Carteira de Crédito Pessoa Jurídica Carteira de Agronegócios Carteira de Crédito no Exterior e BV Carteira de Crédito Renegociada Concentração Ativos de Liquidez Captações Outros Componentes Patrimoniais Impostos Diferidos Ativo Atuarial Ativos Intangíveis Resultado Financeiro Análise das Aplicações Análise das Captações Análise Volume e Taxa Spread Negócios Não Financeiros Rendas de Tarifas Cartões Seguridade Mercado de Capitais Despesas Administrativas Recursos Humanos Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/2011 2

4 9.2. Estrutura Operacional Outras Informações do Resultado Indicadores de Produtividade Gestão de Riscos Gestão dos Riscos Risco de Crédito Risco de Mercado Risco de Liquidez Risco Operacional Estrutura de Capital Investimentos Estratégicos Informações Banco Votorantim Banco Postal Internacionalização Aquisições Série de Demonstrações Contábeis Balanço Patrimonial Resumido Demonstração Resumida do Resultado Societário Demonstração do Resultado com Realocações Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/2011 3

5 Indice de Tabelas Tabela 1. DRE com Realocações Principais Linhas Tabela 2. Itens Extraordinários Tabela 3. Principais Indicadores do Resultado Tabela 4. MFB por Linha de Negócio Tabela 5. Spread Anualizado Tabela 6. Principais Itens Patrimoniais Tabela 7. Carteira de Crédito Ampliada¹ Tabela 8. Indicadores de Qualidade da Carteira de Crédito Tabela 9. Despesas de PCLD sobre Carteira de Crédito Tabela 10. Carteira Renegociada¹ Tabela 11. Rendas de Tarifas e Resultado de Operações com Seguros Tabela 12. Despesas Administrativas Tabela 13. Índice de Seguridade Consolidado Tabela 14. Guidance Tabela 15. Guidance Revisado Tabela 16. Principais Indicadores Econômicos¹ Tabela 17. Composição Acionária - % Tabela 18. Dividendos e JCP - hões Tabela 19. Indicadores de Mercado Tabela 20. Participação nos Índices de Mercado Brasileiro - % Tabela 21. Informações do BB Tabela 22. Ratings Tabela 23. Compulsório/Exigibilidade Tabela 24. Balanço Patrimonial Resumido Ativo Tabela 25. Balanço Patrimonial Resumido Passivo Tabela 26. Demonstração Resumida do Resultado Societário Tabela 27. Demonstração do Resultado com Realocações Tabela 28. Demonstrativo das Realocações e Itens Extraordinários Tabela 29. Efeitos Fiscais e Participação nos Lucros e Resultados sobre Itens Extraordinários Tabela 30. Composição Patrimonial Ativo e Passivo Tabela 31. Composição do Resultado com Realocações Tabela 32. Carteira de Crédito Tabela 33. Crédito SFN Tabela 34. Carteira de Crédito Pessoa Física Tabela 35. Crédito PF Participação de Mercado Tabela 36. Crédito Consignado Composição da Carteira Tabela 37. Taxas e Prazos Médios Tabela 38. Carteiras Adquiridas Tabela 39. Carteira de Crédito Pessoa Jurídica Tabela 40. Títulos e Valores Mobiliários Privados Pessoa Jurídica Tabela 41. ACC/ACE Volume Médio por Contrato Tabela 42. Produtos de Crédito de MPE * Tabela 43. Exportações Tabela 44. Participação do Brasil no Agronegócio Mundial Tabela 45. Carteira de Crédito de Agronegócios por região Tabela 46. Carteira de Crédito de Agronegócios por Destinação Tabela 47. Carteira de Crédito de Agronegócios por Linha de Crédito Tabela 48. Carteira de Crédito de Agronegócios por Item Financiado Tabela 49. Recursos Contratados na Safra 2011/2012 por Porte do Cliente Tabela 50. Carteira de Agronegócios por Porte Tabela 51. Recursos Equalizáveis da Carteira de Agronegócios Tabela 52. Distribuição de Mitigadores no Custeio Agrícola Tabela 53. Plano de Safra 2011/ Tabela 54. Custeio Perfil das Contratações Tabela 55. Despesas de PCLD sobre Carteira de Crédito Tabela 56. Índices de Atraso Tabela 57. Risco Médio da Carteira Tabela 58. Carteira de Crédito Total por Nível de Risco Tabela 59. Carteira de Crédito de Pessoa Física por Nível de Risco Tabela 60. Movimentação da PCLD Pessoa Física Tabela 61. Carteira de Crédito Pessoa Jurídica Tabela 62. Movimentação da PCLD Pessoal Jurídica Tabela 63. Carteira de Crédito de Agronegócios por Nível de Risco Tabela 64. Carteira de Crédito de Agronegócios Pessoa Física por Nível de Risco Tabela 65. Movimentação da PCLD Agronegócios Pessoa Física Tabela 66. Carteira de Crédito de Agronegócios Pessoa Jurídica por Nível de Risco Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/2011 4

6 Tabela 67. Movimentação da PCLD Agronegócios Pessoa Jurídica Tabela 68. Operações Prorrogadas e Não Prorrogadas do Agronegócio Tabela 69. Índices da Carteira de Agronegócios Tabela 70. Carteira de Crédito no Exterior por Nível de Risco Tabela 71. Carteira Banco Votorantim (50%) Tabela 72. Carteira de Crédito Renegociada¹ Tabela 73. Concentração da Carteira de Crédito nos 100 Maiores Tomadores Tabela 74. Concentração da Carteira de Crédito dos 100 Maiores Tomadores % em relação ao PR Tabela 75. Concentração da Carteira de Crédito por Macrossetor Tabela 76. Ativos Rentáveis¹ vs. Passivos Onerosos² Tabela 77. Composição dos Ativos Tabela 78. Carteira de Títulos por Categoria Tabela 79. Carteira de Títulos por Prazo - Valor de Mercado Tabela 80. Saldo da Liquidez Tabela 81. Captações de Mercado Tabela 82. Captações no Exterior Tabela 83. Emissões no Exterior Tabela 84. Fontes e Usos Tabela 85. Custo de Depósitos vs. Taxa Selic Tabela 86. Segregação de Depósitos por Prazo de Exigibilidade Tabela 87. Rendas de Tarifas com Administração de Recursos de Terceiros Tabela 88. Fundos de Investimento e Carteiras Administradas por Clientes Tabela 89. Fundos de Investimento e Carteiras Administradas por Tipo Tabela 90. Abertura do Crédito Tributário Tabela 91. Abertura do Passivo Fiscal Diferido Tabela 92. Previ Efeitos da Contabilização Semestral Tabela 93. Ágios nas aquisições de investimentos Tabela 95. Estimativa de Amortização dos Ativos Intangíveis Tabela 96. Saldos Médios das Contas do BP e Infor. sobre Tx de Juros At. Rentáveis (trimestral) Tabela 97. Saldos Médios das Contas do BP e Infor. s/ Tx de Juros At. Rentáveis (9 meses acum.) Tabela 98. Spread por Carteira Tabela 99. Resultado com Títulos e Valores Mobiliários Tabela 100. Saldos Médios das Contas do BP e Infor. sobre Tx de Juros Pass. Onerosos (Trimestral) Tabela 101. Saldos Médios das Contas do BP e Infor. sobre Tx de Juros Pass. Onerosos (9 meses acum.).. 74 Tabela 102. Aumento e Redução de Juros (Rec.e Desp.) Devido às Var. em Vol. e Taxa (Trimestral) Tabela 103. Aumento e Redução de Juros (Rec.e Desp.) Devido às Var. em Vol. e Taxa (9 meses acum.) Tabela 104. Análise de Volume (Ativos Rentáveis) e Taxa Trimestral 2T11 e 3T Tabela 105. Análise de Volume (Ativos Rentáveis) e Taxa do Período 9M10 e 9M Tabela 106. Margem Líquida de Juros e Margem de Lucro Tabela 107. Rendas de Tarifas Tabela 108. Base de Clientes e Contas Correntes Tabela 109. Demonstração do Resultado Gerencial por Ramo de Atuação Tabela 110. Destaques Operacionais do Grupo Seguridade Tabela 111. Índice de Seguridade Consolidado Tabela 112. Informações Consolidadas Referentes aos FIP's/FMIEE's - 3T Tabela 113. Despesas de Pessoal Tabela 114. Outras Despesas Administrativas Tabela 115. Rede de Distribuição Total Tabela 116. Rede de Agências por Região Tabela 117. Rede de Distribuição no Exterior Tabela 118. Outras Receitas Operacionais Tabela 119. Outras Despesas Operacionais Tabela 120. Índices de Cobertura sem Ítens Extraordinários Tabela 121. Índices de Eficiência sem Ítens Extraordinários Tabela 122. Outros Indicadores de Produtividade Tabela 123. Balanço em Moedas Estrangeiras Tabela 124. Perfil de Repactuação das Taxas de Juros 30/09/ Tabela 125. Acompanhamento das Perdas Operacionais Tabela 126. Índice de Basileia Conglomerado Econômico-Financeiro* Tabela 127. Principais contas da parcela PEPR (Conglomerado Econômico-Financeiro) Tabela 128. PRE para Risco de Mercado por Fator de Risco Tabela 129. Capital Alocado para Risco Operacional por Linha de Negócio Tabela 130. Participação no capital das empresas Tabela 131. Banco Votorantim Demonstração Resumida do Resultado Societário Tabela 132. Banco Votorantim Demonstração do Resultado com Realocações Tabela 133. Banco Votorantim Demonstrativo das Realocações Tabela 134. Banco Votorantim Realocações (Prestação de Serviços) Tabela 135. Banco Votorantim Realocações (Marcação a Mercado - MKT) Tabela 136. Banco Votorantim Realocações (Variação de Moedas) Tabela 137. Banco Votorantim Margem Líquida de Juros e Margem de Lucro - trimestral Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/2011 5

7 Tabela 138. Banco Votorantim Principais Indicadores do Resultado Tabela 139. Banco Votorantim Destaques Patrimoniais Tabela 140. Banco Votorantim Carteira de Veículos Tabela 141. Banco Votorantim Carteira de Crédito por Nível de Risco - Total Tabela 142. Banco Votorantim Carteira de Crédito por Nível de Risco Atacado Tabela 143. Banco Votorantim Carteira de Crédito por Nível de Risco Varejo Tabela 144. Banco Votorantim Índices de Atraso Total Tabela 145. Banco Votorantim Índices de Atraso Atacado Tabela 146. Banco Votorantim Índices de Atraso Varejo Tabela 147. Banco Votorantim Destaques Operacionais e Estruturais Tabela 148. Banco Patagonia Principais Linhas do Resultado Tabela 149. Banco Patagonia Destaques Patrimoniais Tabela 150. Banco Patagonia Destaques Operacionais e Estruturais Tabela 151. Banco Patagonia Indicadores de Rentabilidade, Capital e Crédito Tabela 152. Balanço Patrimonial Ativo Série Trimestral Tabela 153. Balanço Patrimonial Ativo Série Anual Tabela 154. Balanço Patrimonial Passivo Série Trimestral Tabela 155. Balanço Patrimonial Passivo Série Anual Tabela 156. Demonstração Resumida do Resultado Série Trimestral Tabela 157. Demonstração Resumida do Resultado Série Anual Tabela 158. Demonstração do Resultado com Realocações Série Trimestral Tabela 159. Demonstração do Resultado com Realocações Série Anual Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/2011 6

8 Índice de Figuras Figura 1. Lucro (hões) e RSPLM (%) Figura 2. Lucro Líquido por Ação Figura 3. Dividendos e Juros sobre Capital Próprio Figura 4. Índice de Basileia Figura 5. Índices de Eficiência sem Itens Extraordinários - % Figura 6. Balança Comercial (FOB) Figura 7. Produção vs. Área Plantada Figura 8. Carteira de Crédito de Agronegócios por Tipo de Pessoa Figura 9. Carteira de Crédito de Agronegócios por Fonte de Recursos Figura 10. Receitas de Equalização e Fator de Ponderação Figura 11. Percentual das operações contratadas com mitigadores de risco Figura 12. Relação Preço/Custo de Soja e Milho Figura 13. Abertura das Provisões Figura 14. Vintage Trimestral Figura 15. Vintage Anual Figura 16. Vintage Anual Carteira de Financiamento de Veículos Arena I Figura 17. Participação de Mercado das Captações do BB Figura 18. Administração de Recursos de Terceiros Figura 19. Carteira de Títulos e Valores Mobiliários por Indexador (Banco Múltiplo) Figura 20. Evolução do Spread Figura 21. Base e Faturamento de Cartões Figura 22. Estrutura Societária Figura 23. Índice Combinado Ampliado Figura 24. Evolução do Quadro de Pessoal Figura 25. Terminais de Autoatendimento Figura 26. Transações por Canal de Atendimento - % Figura 27. Evolução da Exposição Cambial em % do PR Figura 28. Composição dos Ativos e Passivos do BB no País Figura 29. Posição Líquida do BB Consolidado Figura 30. Reserva de Liquidez em Moeda Nacional Figura 31. Reserva de Liquidez Moeda Estrangeira Figura 32. Indicador DRL Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/2011 7

9 Apresentação O relatório Análise do Desempenho apresenta a situação econômico-financeira do Banco do Brasil (BB). Destinado aos analistas de mercado, acionistas e investidores, com periodicidade trimestral, esta publicação disponibiliza conteúdo com dados sobre indicadores econômicos, performance dos papéis BB e gestão de riscos. O leitor encontrará, ainda, tabelas com séries históricas de até oito períodos do Balanço Patrimonial Resumido, da Demonstração Resumida do Resultado Societário, da Demonstração do Resultado com Realocações, além de informações sobre rentabilidade, produtividade, qualidade da carteira de crédito, estrutura de capital, mercado de capitais e dados estruturais. As informações socioambientais estão disponíveis na internet, link "Governança Corporativa" no prazo de até três semanas após a divulgação do Resultado, alinhando-as à iniciativa de divulgação do Relatório Anual em meio eletrônico. O BB, em consonância com o conceito de Triple Bottom Line e acreditando que esses dados colaboram para uma visão plena do desempenho corporativo, manterá sua iniciativa pioneira entre os bancos brasileiros de divulgar trimestralmente esses dados. Ao final do relatório as Demonstrações Contábeis e Notas Explicativas do trimestre em análise são apresentadas. Novidades 1) O relatório apresenta, no capítulo 11, informações sobre a carteira de crédito por nível de risco e índices de atraso, detalhadas nos pilares Varejo e Atacado do Banco Votorantim. 2) No Capítulo 3, foram disponibilizadas informações sobre a carteira de crédito renegociada de operações em atraso do BB, tais como saldo, provisão, inadimplência e índice de atraso. 3) A tabela de Fontes e Usos, informação integrante do Capítulo 5, foi reformatada para facilitar a identificação das operações que compõe o funding do Banco e as aplicações de recursos. 4) Houve redução das receitas de operações de crédito relacionadas aos créditos adquiridos, tendo em vista que os prêmios pagos nas aquisições de carteiras passaram a ser reconhecidos em contrapartida com as receitas de intermediação financeira. A série histórica dessa informação foi alterada desde o 4T09. Acesso on-line A leitura do relatório Análise do Desempenho pode ser realizada no site de Relações com Investidores do Banco do Brasil. Também são disponibilizadas maiores informações sobre a Empresa, como: Governança Corporativa, notícias, perguntas frequentes e o Download Center, contendo versões deste relatório para o aplicativo Adobe Reader. Informações Gerais, Análise Patrimonial e do Resultado, e Demonstrações Contábeis Completas; as séries históricas em Excel; apresentações ao mercado; Relatório Anual e de Responsabilidade Socioambiental; Balanço Social; Teleconferências dos Resultados e outras também estão disponíveis no site. Banco do Brasil Relações com Investidores bb.com.br bb.com.br/ri Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/2011 8

10 Destaques 1. O lucro líquido recorrente do Banco do Brasil cresceu 25,4% em doze meses e alcançou R$ milhões nos nove primeiros meses de Esse desempenho corresponde a retorno anualizado sobre o patrimônio líquido médio (RSPL) de 22,4%. O lucro líquido por ação alcançou R$ 1,01 no 3T11, valor 9,9% superior ao observado no mesmo período de No acumulado do ano até set/11, foram distribuídos R$ milhões aos acionistas, montante 18,0% maior do que o verificado em igual período de Deste total, R$ milhões sob a forma de dividendos e R$ milhões a título de juros sobre o capital próprio. Para 2011 o percentual do lucro líquido distribuído (payout) continuou em 40%. 3. Ativos totais alcançam R$ 950 bilhões ao final de setembro de 2011, montante 19,2% maior do que o registrado em setembro de 2010 e 5,0% superior a jun/11. Esse desempenho corresponde a retorno anualizado sobre ativos médios de 1,3% no 3T A carteira de crédito ampliada, que inclui prestações de garantias e valores mobiliários privados, alcançou R$ 442 bilhões, incremento de 21,0% em doze meses e de 4,5% na comparação trimestral. O crédito destinado às pessoas jurídicas impulsionou esse resultado e a carteira alcançou R$ 199 bilhões em set/11, o que representa 45,1% do total. 5. O risco de crédito da carteira do BB continuou melhor do que o verificado no SFN. O indicador que mensura o percentual de operações vencidas há mais de 90 dias alcançou 2,1% em set/11, contra 3,5% do SFN. Em relação ao risco da carteira percebe-se melhora nas operações classificadas em níveis de AA-C que passou de 92,8 em set/10 para 93,9% em set/11. No SFN essas operações alcançaram 92,4%, posição de set/ As captações totais (depósitos e captações no mercado aberto) encerraram set/11 com montante de R$ 614 bilhões, o que representa incremento de 19,5% em doze meses. Os depósitos a prazo foram destaque com incremento de 7,9% sobre jun/11 e 31,6% em doze meses. 7. Os recursos de terceiros administrados pelo Banco do Brasil, por meio da BB Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários (BB DTVM), alcançaram montante de R$ 411 bilhões em set/11, o que representa participação de mercado de 22,0%. Ao considerar 50% do volume administrado pelo Banco Votorantim (BV), correspondente à participação do BB naquele banco, os recursos chegam a R$ 425 bilhões e a participação de mercado a 22,7%. 8. A margem financeira bruta (MFB) alcançou R$ milhões no 9M11, o que representa expansão de 10,0% sobre o 9M10. O resultado foi impulsionado, principalmente, pelo incremento nas receitas com operações de crédito e TVM. 9. Em consequência do desempenho crescente da receita de prestação de serviço em conjunto com o controle das despesas administrativas, a eficiência do BB vem apresentando melhora. O índice de eficiência na visão em doze meses alcançou 41,1% em set/11, contra 44,1% em set/10, melhora de 300 pontos base. 10. Resultado de seguridade, líquido de impostos, cresceu 25,1% em nove meses e atingiu R$ milhões. Esse montante equivale a 13,5% do resultado recorrente do BB, mesmo patamar do que o registrado em Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/2011 9

11 Sumário do Resultado Resultado Lucro do BB supera R$ 9 bilhões no acumulado de 2011 O Banco do Brasil registrou lucro líquido de R$ milhões no acumulado dos nove primeiros meses de 2011, resultado 18,9% maior ao apurado no mesmo período de Esse desempenho corresponde a retorno anualizado sobre o patrimônio líquido médio (RSPL) de 23,5%. Nesse período (9M11), houve montante total de R$ 427 milhões em efeitos extraordinários (valores líquidos de efeitos fiscais e de participação dos lucros e rendimentos) referentes à alienação da participação do BB na Visa Internacional e Mastercard (R$ 94 milhões); eficiência tributária (R$ 338 milhões) e planos econômicos (R$ - 5 milhões). Assim, o lucro recorrente encerrou os 9M11 em R$ milhões, montante 25,4% maior do que o verificado no mesmo período de Figura 1. Lucro (hões) e RSPLM (%) 26,2 27,5 22,6 25,1 23,5 25,7 26,6 20,0 22,6 22, T10 2T11 3T11 9M10 9M11 Lucro Recorrente Lucro Atribuível ao Controlador RSPLM - % RSPLM Recorrente - % As receitas de intermediação financeira atingiram R$ milhões em 9M11, o que representa crescimento de 30,3% sobre 9M10. As receitas com operações de crédito e leasing (R$ milhões) representaram 63% das receitas de intermediação financeira. No mesmo período de 2010, essa participação era de 68% (R$ milhões). Por outro lado, o resultado das operações com títulos e valores mobiliários, que encerraram os 9M11 em R$ milhões, representaram 31% contra 29% em No 3º trimestre, as operações com TVM tiveram crescimento de 52,1%, incremento de R$ milhões. Influenciou neste resultado o efeito da valorização da moeda americana (18,8%) que acarretou em efeito positivo de aproximadamente R$ milhões no 3T11 na linha de resultado com TVM. Informações adicionais sobre as aplicações do Banco podem ser consultadas no capítulo 7 do relatório Análise do Desempenho. Adotando postura mais conservadora diante do atual cenário econômico, o BB focou a captação de depósitos a prazo. Em set/11, a participação desta fonte no total de depósitos foi de 60,3%, frente aos 55,1% observados em set/10. Em contrapartida a este movimento, a captação em depósito a vista saiu de 16,9% em set/10 para 13,7% em set/11. Essa alteração de mix nos depósitos contribuiu para o incremento das despesas de intermediação financeira. Mesmo diante desta alteração de mix nas captações, o BB encerrou o acumulado de 2011 com crescimento de 10,0% na margem financeira bruta sobre o mesmo período de As despesas administrativas continuam sob controle e abaixo do guidance proposto. Nos nove primeiros meses de 2011 houve crescimento de 7,8% sobre igual período de A tabela a seguir, extraída do demonstrativo de resultados com realocações, apresenta os principais destaques do período. O detalhamento das realocações pode ser encontrado na seção do relatório Análise do Desempenho. Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

12 Tabela 1. DRE com Realocações Principais Linhas Fluxo Trimestral Var. % Fluxo 9 Meses Var. % hões 3T10 2T11 3T11 s/3t10 s/2t11 9M10 9M11 s/9m10 Receitas da Intermediação Financeira ,8 25, ,3 Operações de Crédito¹ + Leasing ,2 13, ,8 Resultado de Operações com TVM ,9 52, ,3 Despesas da Intermediação Financeira (11.213) (13.570) (19.626) 75,0 44,6 (30.470) (45.551) 49,5 Margem Financeira Bruta ,8 0, ,0 Provisão p /Créd. de Liquidação Duvidosa (2.639) (3.047) (3.259) 23,5 6,9 (8.536) (8.936) 4,7 Margem Financeira Líquida ,9 (1,5) ,2 Rendas de Tarifas ,1 7, ,4 Res.de Op. c/ Seguros, Previdencia e Cap ,8 (14,6) ,3 Margem de Contribuição ,7 1, ,4 Despesas Administrativas (5.726) (5.886) (6.208) 8,4 5,5 (16.497) (17.786) 7,8 Despesas de Pessoal (3.186) (3.364) (3.481) 9,3 3,5 (8.973) (9.990) 11,3 Outras Despesas Administrativas (2.541) (2.522) (2.727) 7,4 8,2 (7.524) (7.796) 3,6 Resultado Comercial ,1 (3,5) ,4 Demandas Cíveis (259) (190) (122) (53,0) (35,8) (462) (410) (11,4) Demandas Trabalhistas (256) 2 (369) 44,2 - (741) (446) (39,8) Outros Componentes do Resultado (803) (185) (1.101) 37,1 495,5 (1.641) (1.776) 8,2 Resultado Antes da Tributação s/ o Lucro (4,0) (26,4) ,5 Imposto de Renda e Contribuição Social (1.072) (1.566) (924) (13,9) (41,0) (3.319) (3.963) 19,4 Participações Estatutárias no Lucro (408) (472) (373) (8,4) (20,9) (1.077) (1.287) 19,5 Resultado Recorrente (0,2) (20,3) ,4 (1) Redução das receitas de operações de crédito relacionadas aos créditos adquiridos, tendo em vista que os prêmios pagos nas aquisições de carteiras passaram a ser reconhecidos em contrapartida com as receitas da intermediação financeira. Eventos extraordinários A tabela seguinte apresenta os itens extraordinários que, neste trimestre, agregaram R$ 318 milhões ao lucro líquido do BB e R$ 427 milhões no acumulado dos nove primeiros meses de Esses impactos já estão líquidos de impostos e participações estatutárias no lucro. Tabela 2. Itens Extraordinários hões 3T10 2T11 3T11 9M10 9M11 Lucro Líquido Recorrente (+) Efeitos Extraordinários do Período Alienação de Investimentos Planos Econômicos (35) (141) (8) Eficiência Tributária Passivos Contingentes (BESC) PCLD Adicional Reversão de Passivos Trabalhistas Ganho de Capital - BB Seguros Participações Efeitos Fiscais e PLR sobre Itens Extraordinários (6) (79) (33) (597) (120) Lucro Líquido Atribuível ao Controlador Lucro Atribuível às Participações Minoritárias (0) 54 Lucro Líquido Tabela 3. Principais Indicadores do Resultado Indicadores - % 3T10 2T11 3T11 9M10 9M11 Spread Global¹ 6,4 6,0 5,8 6,3 5,8 Despesas de PCLD sobre Carteira² 3,8 3,0 3,0 3,8 3,0 Índice de Eficiência³ 45,0 39,7 44,9 44,0 41,8 Índice de Eficiência - em 12 meses % 44,1 41,1 41,1 - - RSPL Recorrente¹ 25,7 26,6 20,0 22,6 22,4 Taxa Efetiva de Imposto 29,4 32,5 26,2 32,3 31,1 (1) Indicadores anualizados. (2) Despesa de PCLD acumulada em 12 meses dividida pela carteira média do mesmo período. (3) No cálculo foram segregados os efeitos extraordinários do período. Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

13 Retorno ao Acionista Lucro líquido por ação cresce 10,0% O lucro líquido por ação alcançou R$ 3,20 no acumulado dos nove primeiros meses do ano, valor 10,0% superior ao observado no mesmo período de Figura 2. Lucro Líquido por Ação 2,91 3,20 0,92 1,16 1,01 3T10 2T11 3T11 9M10 9M11 Remuneração aos acionistas superior a R$ 3,6 bilhões no ano O Banco do Brasil manteve a prática de distribuir 40% do lucro líquido a seus acionistas (payout). Em nove meses, foram destinados R$ milhões em remuneração aos acionistas, o que representa crescimento de 18,0% em relação aos 9M10. No trimestre, a distribuição foi de R$ milhões, valor 10,2% maior que o verificado no 3T10. Figura 3. Dividendos e Juros sobre Capital Próprio T10 2T11 3T11 9M10 9M11 Dividendos (hões) Juros sobre Capital Próprio (hões) Margem Financeira e Spread A tabela a seguir apresenta a formação da MFB. Destaca-se a contribuição da carteira de crédito em suas principais linhas de negócios e segregam-se os valores correspondentes às receitas com recuperação de créditos baixados para prejuízo e relativas aos depósitos compulsórios com remuneração. Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

14 Tabela 4. MFB por Linha de Negócio O desempenho dos depósitos compulsórios decorre das alterações promovidas pelo Bacen no 2T10 e 4T10. Essas mudanças trouxeram dois impactos principais sobre as demonstrações financeiras do BB. De um lado houve redução de recursos disponíveis para aplicações mais rentáveis como resultado da elevação de alíquotas. Por outro lado houve mudança na forma de recolhimento, o que implicou em migração de recursos da carteira de títulos para depósitos compulsórios. Na comparação trimestral, houve elevação de 60 pontos base no spread da carteira de pessoa jurídica (PJ). Esse desempenho é decorrente, principalmente, do crescimento do crédito em linhas de capital de giro que foram contratadas com melhores taxas. A valorização cambial no período também contribuiu para o incremento do spread. Em relação ao spread do agronegócio, a elevação da taxa trimestral foi influenciada pelo crescimento das receitas de equalização no período e pelas contratações de operações de custeio agrícola. O Spread Global Ajustado pelo Risco é apurado com base na relação entre a margem financeira líquida e os ativos rentáveis, ou seja, considera as despesas com provisões para créditos de liquidação duvidosa. A tabela seguinte apresenta o desempenho dos índices de spread por carteira. Tabela 5. Spread Anualizado Fluxo Trimestral Var. % Fluxo 9 Meses Var. % hões 3T10 2T11 3T11 s/3t10 s/2t11 9M10 9M11 s/9m10 Margem Financeira Bruta ,8 0, ,0 Operações de Crédito ,4 6, ,1 Pessoa Física ,3 0, ,8 Pessoa Jurídica ,7 13, ,9 Agronegócios ,3 17, ,7 Demais (3,4) (10,5) ,3 Compulsório Rentável ,0 13, ,8 Recuperação de Crédito (6,4) 3, ,5 Demais (94,4) (92,0) (56,4) % 3T10 2T11 3T11 9M10 9M11 Operações de Crédito 9,2 8,6 8,8 9,4 8,5 Pessoa Física 16,3 15,3 14,9 16,6 14,6 Pessoa Jurídica 6,1 5,7 6,3 6,3 5,9 Agronegócios 5,5 4,7 5,4 5,6 5,0 Demais 3,9 3,6 3,1 3,4 3,4 Spread Global 6,4 6,0 5,8 6,4 5,8 Spread Global Ajustado pelo Risco 4,7 4,2 4,0 5,7 4,2 Ativos Ativos totais crescem 5% no trimestre a atingem R$ 950 bilhões O Banco do Brasil alcançou R$ milhões em ativos totais, crescimento de 19,2% em relação a setembro de 2010 e de 5,0% sobre jun/11. As principais linhas do ativo continuam sendo as operações de crédito (incluído e operações de leasing), TVM e as aplicações interfinanceiras de liquidez que responderam por 71,4% do total de ativos do BB em set/11. Neste trimestre a captação por depósitos a prazo acentuou-se e cresceu 7,9% no trimestre em detrimento dos depósitos à vista. Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

15 Tabela 6. Principais Itens Patrimoniais hões Set/10 Jun/11 Set/11 s/set/10 s/jun/11 Ativos Totais ,2 5,0 Carteira de Crédito ¹ ,0 4,5 Títulos e Valores Mobiliários ,4 2,7 Aplicações Interfinanceiras de Liquidez ,3 6,7 Depósitos ,4 5,9 à Vista (2,4) (5,8) de Poupança ,4 7,1 Interfinanceiros ,1 17,6 a Prazo ,6 7,9 Captações no Mercado Aberto ,6 1,0 Patrimônio Líquido ,7 3,8 (1) inclui garantias prestadas e TVM privados Var. % Carteira de Crédito Carteira de Crédito cresce 4,5% no trimestre A carteira de crédito, incluída as garantias prestadas e os títulos e valores mobiliários privados, atingiu R$ milhões, crescimento de 4,5% no trimestre e de 21,0% em doze meses. A participação do Banco do Brasil no mercado doméstico de crédito foi de 19,3% em setembro de Tabela 7. Carteira de Crédito Ampliada¹ Saldos Var. % hões Set/10 Part. % Jun/11 Part. % Set/11 Part. % s/set/10 s/jun/11 Carteira de Crédito Classificada (a) , , ,0 18,5 5,0 País , , ,4 15,6 3,8 Pessoa Física , , ,2 17,1 2,6 CDC Consignação , , ,2 16,2 2,3 CDC Salário , , ,7 19,9 2,5 Financiamento a Veículos , , ,8 24,2 2,9 Financiamento Imobiliário , , ,2 105,1 19,8 Cartão de Crédito , , ,9 12,7 2,2 Cheque Especial , , ,8 2,6 (1,0) Demais , , ,6 (9,2) (2,2) Pessoa Jurídica , , ,6 16,3 5,1 MPE , , ,5 16,4 4,0 Médias e Grandes , , ,1 16,2 5,7 Agronegócio , , ,6 12,3 3,1 Pessoa Física , , ,3 11,4 3,5 Pessoa Jurídica , , ,4 14,1 2,5 Exterior , , ,6 68,9 22,5 TVM e Garantias (b) ,5 0,1 Carteira de Crédito Ampliada (a + b) , , ,0 21,0 4,5 Pessoa Física , , ,5 17,1 2,6 Pessoa Jurídica , , ,1 21,6 4,1 Agronegócio , , ,0 12,3 2,8 Exterior , , ,5 69,8 21,4 (1) Inclui garantias prestadas e TVM privados. Carteira de Crédito Imobiliário supera R$ 5 bilhões em set/11 Iniciando suas operações de crédito imobiliário às pessoas físicas (PF) no 2T08, o BB apresenta, desde então, contínuo crescimento e encerrou set/11 com montante de R$ milhões nesta modalidade, montante 19,8% maior que o verificado em jun/11. O volume desembolsado no 3T11 foi de R$ 992 milhões, volume 138,7% maior do que o registrado no mesmo trimestre de Já para as pessoas jurídicas o desembolso foi de R$ 429 milhões no 3T11 e o saldo da carteira alcançou os R$ milhões. O total da carteira de crédito às pessoas físicas (R$ milhões) apresentou no 3T11 expansão de 17,1% em doze meses e 2,6% sobre o 2T11. Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

16 A carteira de crédito às pessoas jurídicas encerrou set/11 com saldo de R$ milhões o que representa crescimento de 4,1% contra o 2T11 e 21,6% em doze meses. Esse resultado foi impulsionado pela carteira das grandes e médias empresas que, além de demandarem crédito através de linhas tradicionais (investimento e capital de giro), captam recursos através de subscrição de títulos privados. O saldo da carteira destes títulos somado às prestações de garantias encerrou setembro em R$ milhões. A carteira de crédito do agronegócio encerrou o trimestre com saldo de R$ milhões, o que corresponde a crescimento de 2,8% contra o 2T11 e de 12,3% em doze meses. O desempenho trimestral decorre principalmente de crédito destinado às pessoas físicas em linhas de investimento. Destaca-se o baixo índice de inadimplência da carteira de crédito agronegócio. O indicador que mede a razão entre as operações vencidas há mais de noventa dias e a carteira de crédito encerrou o trimestre com percentual de 0,9%, contra 2,5% no mesmo período de Inadimplência permanece com índices inferiores ao verificado no SFN Os indicadores de inadimplência do Banco do Brasil continuam melhores do que os observados no Sistema Financeiro Nacional (SFN) em setembro de O indicador que mede o atraso das operações há mais de 90 dias (razão entre o crédito vencido há mais de 90 dias e a carteira de crédito) do SFN encerrou este trimestre em 3,5%, contra 2,1% do BB. Praticamente todos os indicadores de qualidade de crédito do BB melhoraram quando comparado a setembro de 2010 e permaneceram em linha com os índices verificados no trimestre anterior. Ao comparar as operações classificadas por níveis de risco, o BB também apresenta uma estrutura de crédito melhor que o SFN. As operações classificadas nos níveis de risco de AA-C encerraram set/11 em 93,9% do total da carteira, contra 92,4% observados no SFN. A tabela seguinte apresenta os indicadores de qualidade da carteira de crédito. Tabela 8. Indicadores de Qualidade da Carteira de Crédito % Set/10 Jun/11 Set/11 Operações Vencidas + 15 dias/total da Carteira 4,4 3,8 3,9 Operações Vencidas dias/total da Carteira 1,3 1,3 1,3 Operações Vencidas + 60 dias/total da Carteira 3,1 2,5 2,5 Operações Vencidas dias/total da Carteira 1,8 1,7 1,7 Operações Vencidas + 90 dias/total da Carteira 2,7 2,0 2,1 Operações de Risco AA - C / Total da Carteira 92,8 93,6 93,9 Provisão/Carteira de Crédito 5,3 4,6 4,6 Provisão PF/Carteira de Crédito 7,1 6,8 7,3 Provisão PJ/Carteira de Crédito 3,8 3,1 3,0 Provisão/Operações Vencidas + 60dias 171,3 186,1 182,7 Provisão/Operações Vencidas + 90dias 201,0 226,5 219,4 Risco Médio BB 4,8 4,2 4,2 Risco Médio SFN 5,8 5,6 5,6 Operações Vencidas + 90 dias/total da Carteira SFN 3,4 3,4 3,5 As despesas com provisões para créditos de liquidação duvidosa (PCLD) na visão 12 meses apresentaram crescimento de 5,9% sobre o 2T11, mas com decréscimo de 3,6% contra o 3T10. Comparativamente, a carteira de crédito obteve desempenho de 5,0% e 18,5%, respectivamente. Com isso, o indicador que mede as despesas sobre carteira permaneceu no mesmo patamar do trimestre anterior em 3,0% e com melhora de 80 pontos base em comparação ao 3T10. Tabela 9. Despesas de PCLD sobre Carteira de Crédito hões 3T10 2T11 3T11 (A) Despesas de PCLD Trimestral (2.639) (3.047) (3.259) (B) Despesas de PCLD - 12 Meses (11.486) (10.454) (11.074) (C) Carteira de Crédito (D) Média da Carteira - 3 Meses (E) Média da Carteira - 12 Meses Despesas sobre Carteira (A/D) - % 0,8 0,8 0,8 Despesas sobre Carteira (B/E) - % 3,8 3,0 3,0 Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

17 O saldo das provisões encerrou o trimestre em R$ milhões, o que proporciona cobertura de 219,4% das operações vencidas há mais de 90 dias, percentual superior ao verificado no SFN que alcançou 159,6% em set/11. A tabela seguinte mostra a carteira de crédito renegociada de operações em atraso. Nota-se que o índice de cobertura passou de 224,4% em set/10 para 261,0% em set/11. Tabela 10. Carteira Renegociada¹ hões Set/10 Jun/11 Set/11 Carteira de Crédito Renegociada Saldo de Provisão Inadimplência + 90 dias Provisão/Carteira 24,7% 22,8% 23,4% Inadimplência + 90 dias/carteira 11,0% 6,0% 9,0% Índice de Cobertura 224,4% 377,0% 261,0% (1) refere-se à carteira de crédito renegociada de operações em atraso Basileia Índice de Basileia superior ao mínimo exigido O índice de capital (K) do Banco do Brasil encerrou setembro em 13,9%, superior ao mínimo exigido pelo Banco Central. O índice de Basileia apresentado indica um excesso de patrimônio de referência de R$ 16,2 bilhões, o que permite a expansão de até R$ 147,2 bilhões em ativos de crédito, considerando a ponderação de 100%. Encontra-se em análise, pelo Banco Central, captação de letras financeiras subordinadas para classificação como capital Nível II que, caso aprovado, eleva o índice de basileia para 14,05% permitindo a expansão de até R$ 153,6 bilhões em ativos de crédito. Ressalte-se que a Circular n 3515/10 do Banco Cent ral do Brasil, que elevou a exigência de capital para operações de crédito e leasing, entrou em vigor no 3T11 (jul/11), fato que aumenta o Patrimônio de Referência Exigido (PRE). Figura 4. Índice de Basileia 14,2 14,4 13,9 4,0 3,3 3,3 10,2 11,1 10,6 Set/10 Jun/11 Set/11 Nível I Nível II RPS Receitas com Tarifas intensificam a diversificação de negócios Com o processo de reestruturação de atuação do BB no segmento de varejo, foco em atendimento ao cliente buscando a rentabilização da base e com a reorganização societária do segmento de seguridade do BB há maior diversificação nas receitas do BB. Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

18 As rendas de tarifas, linha que incluí tanto as receitas de prestação de serviços (RPS), quanto as rendas de tarifas bancárias (RTB), alcançaram R$ milhões no 9M11, resultado 11,4% maior que o verificado em igual período de Esse desempenho ocorreu de forma pulverizada entre os itens que compõem essas tarifas. O resultado das operações com seguros, previdência e capitalização encerrou o 9M11 com saldo de R$ milhões, o que representa crescimento de 25,3% sobre o 9M10. Na visão trimestral, o menor volume de receitas observado no terceiro trimestre, quando comparado ao período imediatamente anterior, decorre da nova estrutura societária. Anteriormente à parceria com o grupo Mapfre, o Banco do Brasil possuía participação integral nas empresas Aliança do Brasil e Brasil Veículos; a redução na participação nos resultados dessas empresas não está, até o momento, integralmente compensada pelo maior volume de negócios esperado com a parceria. O indicador que mede a razão entre as receitas comerciais (soma da MFB, renda de tarifas e resultado das operações com seguros) e a base média de clientes chegou em R$ 289,0 neste trimestre, contra R$ 271,8 no 3T10. Esse índice mostra, em média, o valor gerado de negócio por cliente. Tabela 11. Rendas de Tarifas e Resultado de Operações com Seguros Fluxo Trimestral Var. % Fluxo 9 Meses Var. % hões 3T10 2T11 3T11 s/3t10 s/2t11 9M10 9M11 s/9m10 Rendas de Tarifas ,1 7, ,4 Conta Corrente ,7 3, ,1 Cartão de Crédito/Débito ,5 6, ,5 Administração de Fundos ,2 6, ,3 Operações de Crédito ,9 6, ,8 Cobrança ,0 (0,3) ,1 Seguros, Previdência e Capitalização ,7 (12,4) ,5 Arrecadações ,6 4, ,0 Interbancária ,2 5, ,4 Rendas de Mercado de Capitais (35,9) (8,5) (21,8) Outros ,5 49, ,8 Resultado de Operações com Seguros ,8 (14,6) ,3 Despesas Administrativas Despesas Administrativas sob controle As despesas administrativas continuam sob controle e alcançaram R$ milhões no período de 9M11, crescimento de 7,8% sobre igual período de Compreendem essas despesas os gastos com pessoal e as outras despesas administrativas que cresceram, respectivamente, na comparação 9M11-9M10, 11,3% e 3,6%. Na comparação em doze meses, o crescimento da linha de Despesas de Pessoal deve-se principalmente ao reajuste salarial concedido na data-base de set/10, ao reajuste das provisões administrativas pela inflação do período de out/10 a set/11 e ao aumento do quadro de pessoal em cerca de funcionários em relação ao 3T10, reflexo ainda do Programa de Revitalização do Varejo. Em relação às outras despesas administrativas, o desempenho está em linha com os reajustes contratuais realizados e com o crescimento orgânico das operações. Tabela 12. Despesas Administrativas Fluxo Trimestral Var. % Fluxo 9 Meses Var. % hões 3T10 2T11 3T11 s/3t10 s/2t11 9M10 9M11 s/9m10 Despesas Administrativas (5.726) (5.886) (6.208) 8,4 5,5 (16.497) (17.786) 7,8 Despesas de Pessoal (3.186) (3.364) (3.481) 9,3 3,5 (8.973) (9.990) 11,3 Outras Despesas Administrativas (2.541) (2.522) (2.727) 7,4 8,2 (7.524) (7.796) 3,6 Eficiência O índice de eficiência, razão entre as despesas administrativas e as receitas operacionais, permaneceu em linha com o verificado no 2T11 e apresentou melhora de 300 pontos base sobre Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

19 3T10, conforme mostra a figura seguinte. O desempenho favorável das receitas de prestação de serviços e o controle das despesas administrativas determinaram melhoria neste indicador. O indicador de eficiência com base acumulada em 12 meses permite uma análise com menor volatilidade, sobretudo na comparação com trimestres pares (2T e 4T), períodos em que ocorre a contabilização de receitas provenientes da reavaliação atuarial do plano de benefícios 1 da Previ. Figura 5. Índices de Eficiência sem Itens Extraordinários - % 44,1 41,1 41,1 45,0 39,7 44,9 3T10 2T11 3T11 3T10 2T11 3T11 Índice de Eficiência (acumulado 12 meses) - % Índice de Eficiência - % Seguridade Resultado de Seguridade No acumulado dos nove primeiros meses de 2011, o resultado de seguridade alcançou R$ milhões, crescimento de 25,1% sobre igual período de 2010, conforme apresenta a tabela a seguir. Assim, o índice de seguridade, que mede a participação desse segmento no resultado recorrente do BB, alcançou 13,5%. Tabela 13. Índice de Seguridade Consolidado Fluxo Trimestral Var. % Fluxo 9 Meses Var. % hões 3T10 2T11 3T11 s/3t10 s/2t11 9M10 9M11 s/9m10 Resultado de Seguridade ,9 1, ,1 Receita Líquida de Corretagem ,2 4, ,2 Receita Líquida de Tarifas de Serviços ,1 (15,8) ,2 Equivalência Patrimonial ,5 5, ,8 Lucro Recorrente do BB (0,2) (20,3) ,4 Índice de Seguridade 13,5 12,5 15,9 13,6 13,5 Guidance As justificativas para os desvios entre a estimativa (guidance) e o resultado observado no acumulado dos nove meses de 2011 estão listadas a seguir. Ressalte-se que as projeções são elaboradas para o ano e o acompanhamento pode ser prejudicado por sazonalidades ou eventos específicos do período em questão. Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

20 Tabela 14. Guidance 2011 Indicadore s Re alizado 2011 Es tim ativas 2011 RSPL Recorrente 22,4% 21% - 24% Margem Financeira Bruta 10,0% 16% - 20% Depósitos Totais 20,4% 14% - 18% Carteira de Crédito - País 15,6% 15% - 18% PF 17,1% 17% - 21% PJ 16,3% 16% - 19% A gronegócio 12,3% 8% - 12% PCLD 3,0% 3,3% - 3,7% RPS 11,4% 12% - 17% Despesas A dministrativas 7,8% 9% - 12% Taxa de Imposto 31,1% 31% - 34% a) Margem Financeira Bruta o resultado da MFB apresentou crescimento de 10,0% na base de comparação 9M11-9M10, com destaque para o incremento nas receitas de operações de crédito e resultado com Títulos e Valores Mobiliários. Apesar do crescimento nas receitas, a evolução da MFB ficou abaixo do guidance, devido principalmente: (i) aumento do custo de captação, refletindo elevação da taxa Selic; (ii) alteração do mix de captação do Banco, com maior volume de depósitos a prazo; (iii) redução das receitas de operações de crédito relacionadas a créditos adquiridos, tendo em vista que os prêmios pagos nas aquisições de carteiras passaram a ser reconhecidos em contrapartida com as receitas de intermediação financeira; b) Depósitos Totais o incremento de 20,4% observado nos nove primeiros meses de 2011 deve-se, basicamente, ao crescimento das captações em depósitos a prazo priorizado, após o aumento dos depósitos compulsórios em dez/10; c) PCLD o indicador despesa de PCLD sobre Carteira de Crédito apresenta-se abaixo das estimativas. Por conservadorismo mantém-se o guidance; d) RPS apresentou recuperação no 3T11 (crescimento de 7,6% contra o 2T11), sendo esperada evolução ainda maior no 4T11 devido a maior atividade econômica sazonal no 4º trimestre de cada exercício; e) Despesas Administrativas desempenho decorrente da continuidade e efetividade no controle dos gastos administrativos aliado aos ganhos de sinergia proveniente das aquisições. Espera-se elevação das despesas no 4T11 devido ao reajuste salarial proveniente do acordo coletivo e a efeitos sazonais nos custos do Banco. Revisão do Guidance Em consequência das explicações anteriormente descrita revisou-se as estimativas para a MFB. A tabela a seguir apresenta o novo guidance para Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

21 Tabela 15. Guidance Revisado 2011 Indicadores Realizado 2011 Novas Estim ativas RSPL Recorrente 22,4% 21% - 24% Margem Financeira Bruta 10,0% 11% - 13% Depósitos Totais 20,4% 14% - 18% Carteira de Crédito - País 15,6% 15% - 18% PF 17,1% 17% - 21% PJ 16,3% 16% - 19% Agronegócio 12,3% 8% - 12% PCLD 3,0% 3,3% - 3,7% RPS 11,4% 12% - 17% Despesas Administrativas 7,8% 9% - 12% Taxa de Imposto 31,1% 31% - 34% As estimativas para 2011 foram elaboradas levando em consideração as seguintes premissas: Premissas influenciadas pela administração: 1. Rentabilização da carteira de clientes como forma de potencializar receitas; 2. Alinhamento da estrutura de custos ao crescimento do volume de negócios; 3. Reajustes contratuais e acordo coletivo de trabalho, alinhados à prática de mercado; 4. Crescimento da força de vendas adequada à estratégia de rentabilização da base de clientes; 5. Manutenção do atual modelo de negócios, sem considerar novas aquisições e/ou parcerias estratégicas, que possam vir a serem firmadas para exploração de segmentos específicos; 6. Reconhecimento de ganhos e perdas atuariais do Plano de Benefícios I da Previ, conforme determina a Deliberação CVM 600/2009. Premissas que escapam ao controle da administração: 1. Continuidade do crescimento econômico mundial em 2011; 2. Maior resistência, mas não imunidade, da economia brasileira aos choques externos; 3. Ambiente político sem ruptura institucional; 4. Manutenção da atual arquitetura da política macroeconômica doméstica: câmbio flutuante, metas para a inflação (âncora nominal) e disciplina fiscal, implicando redução gradual e consistente da relação entre a Dívida Líquida do Setor Público (DLSP) e o Produto Interno Bruto (PIB); 5. Avanço do marco regulatório/agenda microeconômica, com estímulos aos investimentos público e privado; 6. Aumento gradual do potencial de crescimento da economia brasileira (PIB potencial); 7. Manutenção do status de grau de investimento para o Brasil; 8. Plano de safra 2011/2012; 9. Estabilidade regulatória, inclusive no que concerne às alíquotas de tributos incidentes sobre as atividades do Banco, às legislações trabalhista e previdenciária; 10. Evolução das taxas de juros, inflação e PIB de acordo com o consenso de mercado. Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

22 1 - Informações Úteis Tabela 16. Principais Indicadores Econômicos¹ Atividade Econôm ica T11 PIB (variação % em 12 meses) 6,1 5,2 (0,6) 7,5 - Consumo das Famílias 6,1 5,7 4,2 7,0 - Consumo do Governo 5,1 3,2 3,9 3,3 - Formação Bruta do Capital Fixo 13,9 13,6 (10,3) 21,9 - Exportações 6,2 0,5 (10,2) 11,5 - Importações 19,9 15,4 (11,5) 36,2 - Utilização da Capacidade Instalada (%) 82,4 82,6 79,9 82,3 - PEA (Variação % em 12 meses) 1,5 2,0 0,6 1,8 1,3 Taxa de Desemprego (variação % média em 12 meses) 9,3 7,9 8,1 6,7 6,1 Emprego Formal criação líquida em 12 meses (mil empregos) 1.617, ,2 995, , ,9 Produção Industrial (variação % em 12 meses) 6,0 3,1 (7,4) 10,4 - Setor Externo Transações Correntes (variação % em 12 meses) 0,1 (1,7) (1,5) (2,3) (2,1) Investimento Estrangeiro Direto (US$ bilhões) 34,6 45,1 25,9 48,5 17,9 Reservas Internacionais (US$ bilhões - saldo final de período) 180,3 206,8 239,1 288,6 349,7 Risco País (pontos final de período) 213,0 430,0 197,0 189,0 275,0 Balança Comercial (U$$ bilhões - acumulado no ano) 40,0 24,7 25,3 20,3 23,1 Exportações (U$$ bilhões - acumulado em 12 meses) 160,6 197,9 153,0 201,9 190,0 Importações (U$$ bilhões - acumulado em 12 meses) 120,6 173,2 127,6 181,6 166,9 Dólar Ptax Venda (cotação em R$ - fim de período) 1,8 2,3 1,7 1,7 1,9 Dólar Ptax Venda (variação % em 12 meses) (17,2) 31,9 (25,5) (4,3) 2,8 Indicadores M onetários IGP-DI FGV (% acumulado em 12 meses) 7,9 9,1 (1,4) 11,3 7,5 IGP-M FGV (% acumulado em 12 meses) 7,8 9,8 (1,7) 11,3 7,5 IPCA IBGE (% acumulado em 12 meses) 4,5 5,9 4,3 5,9 7,3 Selic (% - fim de período) 11,25 13,75 8,75 10,75 12,00 Selic Acumulado (% acumulado em 12 meses) 11,88 12,48 9,93 9,78 11,10 TR Acumulado (exbtn) (% acumulado em 12 meses) 1,5 1,8 0,7 0,8 1,3 TJLP - IBGE (% - fim de período) 6,3 6,3 6,0 6,0 6,0 Libor (% - fim de período) 5,2 3,9 0,3 0,3 0,2 Finanças Públicas Superávit Primário (% PIB acumulado em 12 meses) 3,3 3,4 2,0 2,8 - DBSP (% PIB) 58,0 57,4 62,0 54,7 - DLSP (% PIB) - Sem Petrobrás 45,5 38,5 42,8 40,2 - Indicadores de Crédito Carteira de Crédito do SFN (R$ bilhões) 936, , , , ,3 Pessoa Física (R$ bilhões) 425,4 532,3 635,9 777,9 891,8 Pessoa Jurídica (R$ bilhões) 510,6 695,0 778,4 927, ,5 Crédito/PIB (PIB acumulado em 12 meses) 34,2 41,3 44,4 46,4 48,4 Endividamento Familiar (%) 29,3 33,2 36,7 38,7 39,3 Inadimplência Total (% do saldo em atraso superior a 90 dias) 3,2 3,2 4,3 3,2 3,5 PF² 7,0 8,0 7,7 5,7 6,8 PJ² 2,0 1,8 3,8 3,5 3,8 Taxa de aplicação Total (% a.a.)² 33,8 43,3 34,3 35,0 39,0 PF 43,9 57,9 42,7 40,6 45,7 PJ 22,9 30,7 25,5 27,9 30,0 Spread Total (% a.a.)² 22,3 30,7 24,4 23,5 28,1 PF 31,9 45,0 31,6 28,5 35,0 PJ 11,9 18,4 16,5 17,0 18,9 Prazo médio (em meses)² PF 14,6 16,3 16,8 18,7 19,5 PJ 9,2 10,1 9,5 13,3 13,3 (1) Todos os indicadores são extraídos de fontes oficiais como Banco Central do Brasil, Fundação Getúlio Vargas, IBGE, etc. (2) Operações de crédito referenciais para taxa de juros. Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

23 Tabela 17. Composição Acionária - % Acionistas Set/10 Dez/10 Mar/11 Jun/11 Set/11 Set/11¹ União Federal 59,2 59,2 59,2 59,2 59,2 59,1 Previ 10,4 10,4 10,4 10,4 10,4 10,4 BNDESPar 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 Ações em Tesouraria 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 Free Float 30,4 30,4 30,4 30,4 30,4 30,5 Pessoas Físicas 5,9 5,5 5,7 5,7 5,7 5,8 Pessoas Jurídicas 7,5 7,4 8,3 8,2 8,8 8,8 Capital Estrangeiro 17,0 17,5 16,4 16,5 15,9 15,9 Total 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 (1) Posição considerando o Exercício do Bônus C Tabela 18. Dividendos e JCP - hões hões 3T10 4T10 1T11 2T11 3T11 União Federal 621,4 948,9 694,2 788,4 684,5 Previ 108,8 166,2 121,7 138,2 119,9 BNDES 0,1 0,1 0,1 0,1 0,1 Pessoas Físicas 57,8 88,3 67,3 76,3 66,5 Pessoas Jurídicas 77,7 118,7 97,9 109,7 101,2 Capital Estrangeiro 184,0 281,0 191,8 219,3 184,4 Total 1.049, , , , ,5 Tabela 19. Indicadores de Mercado 3T10 4T10 1T11 2T11 3T11 Lucro Líquido por Ação - R$ 0,92 1,43 1,03 1,16 1,01 Preço / Lucro 12 meses 7,75 7,68 6,88 6,21 5,40 Preço / Valor Patrimonial 1,91 1,78 1,62 1,47 1,25 Capitalização de Mercado - hões Valor Patrimonial da Ação 16,85 17,63 18,22 19,09 19,82 Preço da Ação - R$ 32,13 31,42 29,55 28,00 24,84 Valorização da Ação no Período - % 30,3 (2,2) (6,0) (5,2) (11,3) Dividend Yield - %¹ 5,2 5,2 5,8 6,4 7,4 (1) Dividendos e JCP 12 meses / Capitalização de Mercado Tabela 20. Participação nos Índices de Mercado Brasileiro - % Mai/10 - Ago/10 Set/10 - Dez/10 Jan/11 - Abr/11 Mai/11 - Ago/11 Set/11 - Dez/11 Índice Bovespa - Ibovespa 1,982 2,430 2,735 3,105 3,136 Índice Brasil - IBrX 1,753 2,620 2,561 2,445 2,627 Índice Brasil 50 - IBrX ,014 3,056 3,011 2,951 3,186 Índice Carbono Eficiente - ICO2-4,840 4,869 4,754 5,236 Índice Financeiro - IFNC 9,374 12,504 12,833 12,592 13,379 Índice de Governança Corporativa Trade - IGCT 2,306 3,304 3,355 3,126 3,327 Índice de Ações com Governança Corporativa Diferenciada - IGC - - 4,461 4,236 4,396 Índice de Sustentabilidade Empresarial - ISE - - 1,676 1,636 1,850 Índice de Ações com Tag Along Diferenciado - ITAG 3,093 4,225 4,265 4,032 4,271 Índice Mid-Large Cap - MLCX 1,840 2,744 2,666 2,541 2,735 Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

24 Tabela 21. Informações do BB 3T10 4T10 1T11 2T11 3T11 Itens Patrimoniais R$ bilhões Ativos 796,8 811,2 866,6 904,1 949,8 Patrimônio Líquido 48,2 50,4 52,1 52,1 54,6 Carteira de Crédito 339,8 358,4 364,7 383,4 402,6 Depósitos 348,3 376,9 381,2 396,2 419,5 à Vista 59,0 63,5 59,6 61,1 57,6 De Poupança 85,7 89,3 90,5 89,2 95,5 a Prazo 192,0 204,7 219,0 234,2 252,8 Rentabilidade Lucro Líquido por Ação - R$ 0,92 1,43 1,03 1,16 1,01 Lucro Recorrente por Ação - R$ 0,90 1,29 1,02 1,13 0,90 Rentabilidade s/ o PL Médio An. % 26,2 36,6 24,9 27,5 22,6 Rentabilidade Recorrente s/ PL Médio An. % 25,7 33,6 24,8 26,6 20,0 Rentabilidade Acum. em 12 meses s/ PL Médio % 29,0 27,0 27,4 27,6 25,2 Rentabilidade s/ Ativos Médios An. % 1,4 2,0 1,4 1,5 1,3 Spread An. % 6,5 6,3 6,2 6,0 5,8 Produtividade Eficiência¹ - % 45,0 39,0 40,9 39,7 44,9 Eficiência Acumulada em 12 meses¹ - % 44,0 42,6 41,8 41,1 41,1 RPS / Despesas de Pessoal¹ - % 120,2 135,5 127,4 130,5 122,6 RPS / Despesas Administrativas¹ - % 66,3 72,5 70,0 72,2 70,5 Desp. de Pessoal por Colaborador - R$ Colaboradores / (Agências + PAA + PAB) 17,2 17,2 17,5 17,9 18,0 Contas Corrente por Colaborador 301,2 302,3 292,3 290,8 290,2 Ativos por Colaborador Cart. de Créd./Pontos Atend. hões 18,5 19,5 19,8 20,8 21,9 Qualidade da Carteira de Crédito Provisão / Carteira de Crédito - % 5,3 4,8 4,7 4,6 4,6 Provisão / Piores Riscos (E + F + G + H) - % 114,5 118,4 118,6 117,6 114,2 Carteira Líq. de Prov. / Carteira Total - % 94,7 95,2 95,3 95,4 95,4 Estrutura de Capital Alavancagem (vezes) 16,5 16,1 16,6 16,6 16,7 Índice de Basileia- % 14,2 14,1 14,1 14,4 13,9 Nível I 10,2 11,0 11,2 11,1 10,6 Nível II 4,0 3,1 3,0 3,3 3,3 Quantidade Total de Ações - milhões Dados Estruturais Agências Total de Pontos de Atendimento Base de Clientes mil Total de Contas Corrente mil Pessoa Física mil Pessoa Jurídica mil Total de Contas de Poupança mil Colaboradores Funcionários Estagiários Participação de Mercado % Ativos 20,9 20,8 20,9 21,0 N/D Depósitos 24,3 26,3 26,0 26,2 N/D Repasses BNDES 19,9 19,4 17,9 18,3 17,9 Crédito 20,0 19,8 19,5 19,5 19,3 Agronegócio 61,9 60,6 61,1 61,9 61,6 Administração de Recursos de Terceiros 21,4 21,2 22,0 22,3 22,0 Faturamento de Cartão de Crédito 20,5 20,7 21,6 21,1 21,3 Câmbio de Importação 23,9 23,0 23,9 22,2 22,6 Câmbio de Exportação 30,6 31,8 31,8 29,5 30,4 (1) Sem Itens Extraordinários N/D Não Disponível Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

25 Tabela 22. Ratings 3T10 4T10 1T11 2T11 3T11 Ratings Fitch Ratings Individual C / D C / D C / D C / D C / D Curto Prazo em Moeda Local F3 F3 F2 F2 F2 Longo Prazo em Moeda Local BBB- BBB- BBB BBB BBB Curto Prazo em Moeda Estrangeira F3 F3 F2 F2 F2 Longo Prazo em Moeda Estrangeira BBB- BBB- BBB BBB BBB Ratings Nacionais Curto Prazo F1+(bra) F1+(bra) F1+(bra) F1+(bra) F1+(bra) Longo Prazo A A +(bra) A A +(bra) A A A (bra) A A A (bra) A A A (bra) M oody's Força Financeira C+ C+ C+ C+ C+ Curto Prazo em Moeda Local P-1 P-1 P-1 P-1 P-1 Curto Prazo em Moeda Estrangeira P-3 P-3 P-3 P-2 P-2 Dívida de LP em Moeda Estrangeira Baa2 Baa2 Baa2 Baa1 Baa1 Depósitos de LP em Moeda Local A 2 A 2 A2 A 2 A 2 Depósitos de LP em Moeda Estrangeira Baa3 Baa3 Baa3 Baa2 Baa2 Ratings Nacionais Curto Prazo BR-1 BR-1 BR-1 BR-1 BR-1 Longo Prazo A aa.br A aa.br A aa.br A aa.br A aa.br Standard & Poor's Longo Prazo em Moeda Local BBB- BBB- BBB- BBB- BBB- Longo Prazo em Moeda Estrangeira BBB- BBB- BBB- BBB- BBB- Tabela 23. Compulsório/Exigibilidade Com puls ório/exigibilidade Depósitos à Vista 3T10 4T10 1T11 2T11 3T11 Alíquota (1) 43% 43% 43% 43% 43% Adicional (2) 8% 12% 12% 12% 12% Exigibilidade* (3) 29% 29% 29% 29% 28% Exigibilidade (microfinanças) (4) 2% 2% 2% 2% 2% Livre 18% 14% 14% 14% 15% Depósitos de Poupança Alíquota (5) 16% 16% 16% 17% 17% Adicional (6) 10% 10% 10% 10% 10% Exigibilidade* (7) 69% 69% 69% 69% 68% Livre 5% 5% 5% 4% 5% Depósitos a Prazo Alíquota (8) 15% 20% 20% 20% 20% Adicional (9) 8% 12% 12% 12% 12% Livre 77% 68% 68% 68% 68% Depósitos Judiciais Alíquota (10) 0% 0% 0% 0% 0% Livre 100% 100% 100% 100% 100% *No BB, as exigibilidade são aplicadas no Crédito Rural. (1) Até 21/06/2010: alíquota de 42% (Circular BACEN de 14/10/2008); De 28/06/2010 até 02/07/2012: alíquota de 43%; De 09/07/2012 a16/06/2014: alíquota de 44%; A partir de 23/06/2014: alíquota de 45% (Circular BACEN de 24/06/2010). (2) Até 03/12/2010: alíquota de 8% (Circular BACEN de 24/02/2010); A partir de 06/12/2010: alíquota de 12% (Circular BACEN de 03/12/2010). (3) Até 30/06/2010: 30%; de 01/07/2010 até 30/06/2011: 29%; de 01/07/2011 até 30/06/2012; 28%; de 01/07/2012 até 30/06/2013: 27%; de 01/07/2013 até 30/06/2014: 26%; a partir de 01/07/2014: 25% (MCR 6-2 alterado pela Resolução Bacen de 30/06/2009). (4) Resolução Bacen 3.422, de 30/11/2006. (5) Até 25/06/2010: alíquota de 15%; de 28/06/2010 até 24/06/2011: alíquota de 16%; De 27/06/2011 até 29/06/2012: alíquota de 17%; De 02/07/2012 até 28/06/2013: alíquota de 18%; De 01/07/2013 até 27/06/2014: 19%; A partir de 30/06/0214 até 26/06/2015: 20% (Resolução Bacen de 26/03/2009). (6) Circular Bacen 3.486, de 24/02/2010. (7) Até 30/06/2010: 70%; de 01/07/2010 a 30/06/2011: 69%; De 01/07/2011 a 30/06/2012: 68%; De 01/07/2012 a 30/06/2013: 67%; De 01/07/2013 a 30/06/2014: 66%; A partir de 01/07/0214 até 30/06/2015: 65% (Resolução Bacen de 26/03/2009). (8) Até 05/12/2010: alíquota de 15% (Circular BACEN de 24/02/2010); A partir de 06/12/2010: alíquota de 20% (Circular BACEN de 03/12/2010). (9) Até 03/12/2010: alíquota de 8% (Circular BACEN de 24/02/2010); A partir de 06/12/2010: alíquota de 12% (Circular BACEN de 03/12/2010). (10) Circular Bacen 3.223, de 06/02/2004. Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

26 2 - Demonstrações Contábeis Resumidas 2.1. Balanço Patrimonial Resumido Tabela 24. Balanço Patrimonial Resumido Ativo Saldos Var. % hões Set/10 Jun/11 Set/11 s/set/10 s/jun/11 ATIVO ,2 5,0 Circulante e Não Circulante ,3 4,8 Disponibilidades ,4 4,2 Aplicações Interfinanceiras de Liquidez ,3 6,7 Títulos e Valores Mobiliários e Instr. Financeiros Derivativos ,4 2,7 Títulos Disponíveis para Negociação ,2 13,6 Títulos Disponíveis para Venda ,8 (5,7) Títulos Mantidos até o Vencimento (4,8) 2,1 Instrumentos Financeiros Derivativos ,6 62,7 Relações Interfinanceiras ,5 0,6 Depósitos no Banco Central ,0 0,4 Compulsórios s/ Depósitos não Remunerados (8,3) (8,3) Compulsórios s/ Depósitos Remunerados ,4 2,6 Demais ,5 3,6 Relações Interdependências ,1 42,4 Operações de Crédito ,3 4,9 Setor Público ,4 11,0 Setor Privado ,5 4,7 (Provisão para Operações de Crédito) (17.137) (16.892) (17.816) 4,0 5,5 Operações de Arrendamento Mercantil (23,9) (5,8) Op. de Arrendamento e Subarrendamento a Receber (23,0) (5,4) (PCLD de Arrendamento Mercantil) (228) (212) (214) (6,0) 1,0 Outros Créditos ,4 8,8 Créditos por Avais e Fianças Honrados ,2 (5,4) Carteira de Câmbio ,9 26,1 Rendas a Receber ,5 1,3 Negociação e Intermediação de Valores ,2 332,2 Créditos Específicos ,3 2,8 Créditos de Oper. de Seguros, Previdência e Capitalização ,9 6,1 Crédito Tributário ,3 6,4 Ativo Atuarial (15,8) 5,3 Devedores por Depósitos em Garantia ,5 2,9 Fundo de Destinação do Superávit - PREVI ,7 Diversos ,5 6,9 (Provisão para Outros Créditos) (1.679) (1.330) (1.256) (25,2) (5,5) (Com Característica de Concessão de Crédito) (775) (630) (580) (25,1) (7,8) (Sem Característica de Concessão de Crédito) (904) (700) (676) (25,2) (3,5) Outros Valores e Bens ,4 1,9 Outros Valores e Bens ,6 (0,9) (Provisões para Desvalorizações) (174) (187) (185) 6,8 (1,1) Despesas Antecipadas ,4 2,1 Permanente ,8 17,4 Investimentos ,8 (0,7) Imobilizado de Uso ,5 3,6 Imobilizado de Arrendamento ,4 (6,5) Intangível ,6 55,7 Diferido (44,4) (12,5) Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

27 Tabela 25. Balanço Patrimonial Resumido Passivo Saldos Var. % hões Set/10 Jun/11 Se t/11 s /Se t/10 s/jun/11 PASSIVO ,2 5,0 Circulante e Não Circulante ,3 5,1 Depósitos ,4 5,9 Depósitos à Vista (2,4) (5,8) Depósitos de Poupança ,4 7,1 Depósitos Interfinanceiros ,1 17,6 Depósitos a Prazo ,6 7,9 Outros Depósitos (100,0) (4,3) Captações no Mercado Aberto ,6 1,0 Recursos de Aceites e Emissão de Títulos ,6 30,1 Letras Bancárias ,5 52,9 Obrigações por Títulos e Valores Mobiliários no Exterior ,4 13,6 Relações Interfinanceiras ,9 1,6 Relações Interdependências (0,8) 1,9 Obrigações por Empréstimos ,0 25,6 Empréstimos no Exterior ,0 25,6 Obrigações por Repasses do País - Instituições Oficiais (1,7) (6,5) Tesouro Nacional (19,0) 5,4 BNDES ,7 4,2 CEF ,7 36,2 Finame ,2 5,7 Outras Instituições (71,3) (70,6) Obrigações por Repasses do Exterior ,3 16,2 Instrumentos Financeiros Derivativos (14,6) 3,4 Outras Obrigações ,1 7,3 Cobrança e Arrecadação de Tributos e Assemelhados ,9 2,4 Carteira de Câmbio ,2 9,7 Sociais e Estatutárias ,4 4,3 Fiscais e Previdenciárias ,2 7,9 Negociação e Intermediação de Valores (42,2) (51,7) Provisões Técnicas de Seguros, Previdência e Capitalização ,1 7,7 Fundos Financeiros e de Desenvolvimento ,7 3,5 Instrumentos Híbridos de Capital e Dívida (17,3) 21,4 Operações Especiais ,0 Dívida Subordinada ,4 9,3 Passivo Atuarial ,4 1,0 Diversas ,6 7,0 Res ultados de Exercícios Futuros ,8 9,8 Patrim ônio Líquido ,7 3,8 Capital ,1 0,0 Reservas de Reavaliação (24,7) (20,3) Reservas de Lucros ,8 (1,7) Ajuste ao Valor de Mercado -TVM e Derivativos ,8 60,7 Lucros ou Prejuízos Acumulados 1 - (26) - - (Ações em Tesouraria) (0) (0) (0) (99,7) - Participações Minoritárias nas Controladas ,8 Contas de Resultado ,8 - Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

28 2.2. Demonstração Resumida do Resultado Societário Tabela 26. Demonstração Resumida do Resultado Societário Fluxo Trim e s tral V ar. % Fluxo 9 M e s e s V ar. % hões 3T10 2T11 3T11 s /3T10 s /2T11 9M 10 9M 11 s /9M 10 Re ce itas da Inte rm e diação Finance ira ,6 19, ,9 Operações de Crédito¹ ,2 13, ,8 Operações de Arrendamento Mercantil (15,0) 14, (24,6) Resultado de Operações com TVM ,9 52, ,3 Result. com Instrumentos Finan. Derivativos (1.407) (878) (1.669) (1.058) (36,6) Resultado de Operações de Câmbio (1.577) (565) - Resultado das Aplicações Compulsórias ,0 13, ,8 Result. Fin. das Op. de Seg., Previ. e Cap ,0 21, ,3 De s pe s a da Inte rm e diação Finance ira (13.861) (16.418) (22.911) 65,3 39,6 (38.794) (54.315) 40,0 Operações de Captação no Mercado (10.481) (12.774) (15.401) 46,9 20,6 (28.030) (39.715) 41,7 Op. de Empréstimos, Cessões e Repasses (732) (795) (4.225) 477,6 431,2 (2.632) (5.837) 121,8 Provisão para Créd. Liquidação Duvidosa (2.648) (2.848) (3.285) 24,1 15,4 (8.132) (8.764) 7,8 Re s ultado Bruto da Inte rm e diação Finance ira (11,6) (24,0) ,6 Outras Re ce itas /De s pe s as Ope racionais (2.356) (2.248) (2.331) (1,1) 3,7 (5.868) (6.695) 14,1 Receitas de Prestação de Serviços ,4 9, ,9 Rendas de Tarifas Bancárias ,5 4, ,4 Despesas de Pessoal (3.442) (3.531) (3.850) 11,9 9,0 (9.567) (10.652) 11,3 Outras Despesas A dministrativas (3.223) (3.201) (3.425) 6,3 7,0 (9.538) (9.759) 2,3 Outras Despesas Tributárias (949) (1.084) (1.027) 8,2 (5,3) (2.757) (3.130) 13,5 Result. de Part. em Coligadas e Controladas (89) (140) (10) Result. de Op. com Seg., Prev. e Capitalização ,8 (14,6) ,3 Outras Receitas Operacionais (16,3) (30,9) ,1 Outras Despesas Operacionais (2.504) (3.254) (2.575) 2,8 (20,9) (6.473) (8.205) 26,8 Re s ultado Ope racional (17,4) (35,6) ,4 Resultado Não Operacional (6,5) (86,1) (41,8) Re s ultado Ante s da Tributação s / Lucro (17,4) (37,2) ,8 Imposto de Renda e Contribuição Social (1.180) (1.705) (148) (87,5) (91,3) (3.895) (3.350) (14,0) Participações Estatutárias no Lucro (414) (484) (420) 1,5 (13,4) (1.181) (1.348) 14,1 Participações Minoritárias - (27) (27) - (2,5) 0 (54) - Lucro Atribuíve l ao Controlador ,2 (13,2) ,9 Lucro Atribuíve l às Part. M inoritárias (2,5) (0) 54 - Lucro Líquido ,2 (13,1) ,6 (1) Redução das receitas de operações de crédito relacionadas aos créditos adquiridos, tendo em vista que os prêmios pagos nas aquisições de carteiras passaram a ser reconhecidos em contrapartida com as receitas de intermediação financeira. A série histórica dessa informação foi alterada desde o 4T09. Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

29 2.3. Demonstração do Resultado com Realocações Tabela 27. Demonstração do Resultado com Realocações Fluxo Trim estral Var. % Fluxo 9 Meses Var. % hões 3T10 2T11 3T11 s/3t10 s /2T11 9M10 9M 11 s/9m 10 Rece itas da Inte rm e diação Finance ira ,8 25, ,3 Operações de Crédito* (4) ,8 13, ,5 Operações de Arrendamento Mercantil (15,0) 14, (24,6) Resultado de Operações com TVM ,9 52, ,3 Resultado com Inst. Financeiros Derivativos (1.407) (878) (1.669) (1.058) (36,6) Resultado de Operações de Câmbio (1.577) (565) - Resultado das Aplicações Compulsórias ,0 13, ,8 Res. Fin. das Op. de Seg., Previd. e Capitaliz ,0 21, ,3 Ganho(Perda) Cambial s/ PL Fin. no Ext. (1) (104) (124) (91) Outros Rec. Op. com Caract. de Interm. (2) 391 (185) 40 (89,7) (70) - Hedge Fiscal (5) (86) (82) (92) Des pe sa da Inte rm e diação Finance ira (11.213) (13.570) (19.626) 75,0 44,6 (30.470) (45.551) 49,5 Operações de Captação no Mercado (3) (10.481) (12.774) (15.401) 46,9 20,6 (27.839) (39.715) 42,7 Op. de Emp., Cessões e Repasses (732) (795) (4.225) 477,6 431,2 (2.632) (5.837) 121,8 M arge m Financeira Bruta ,8 0, ,0 Prov. p/ Créd. de Liquid. Duvidosa (6) (19) (2.639) (3.047) (3.259) 23,5 6,9 (8.536) (8.936) 4,7 M arge m Financeira Líquida ,9 (1,5) ,2 Rendas de Tarifas ,1 7, ,4 Receitas de Prestação de Serviços ,4 9, ,9 Rendas de Tarifas Bancárias ,5 4, ,4 Res. de Op. com Seg., Prev. e Capitaliz ,8 (14,6) ,3 Despesas Tributárias s/ Faturamento (5) (7) (911) (1.027) (1.006) 10,4 (2,1) (2.658) (3.010) 13,2 M arge m de Contribuição ,7 1, ,4 Despesas Administrativas (5.726) (5.886) (6.208) 8,4 5,5 (16.497) (17.786) 7,8 Despesas de Pessoal (9) (3.186) (3.364) (3.481) 9,3 3,5 (8.973) (9.990) 11,3 Outras Despesas Administrativas (8) (12) (2.541) (2.522) (2.727) 7,4 8,2 (7.524) (7.796) 3,6 Outras Despesas Tributárias (7) (29) (48) (67) 131,8 41,2 (89) (155) 74,9 Res ultado Com ercial ,1 (3,5) ,4 Risco Legal (515) (188) (491) (4,7) 161,8 (1.204) (856) (28,9) Demandas Cíveis (8) (10) (15) (17) (259) (190) (122) (53,0) (35,8) (462) (410) (11,4) Demandas Trabalhistas (9) (11) (18) (20) (256) 2 (369) 44,2 - (741) (446) (39,8) Outros Componentes do Resultado (803) (185) (1.101) 37,1 495,5 (1.641) (1.776) 8,2 Res. de Part. em Colig. e Control. (1) 15 (16) (18) - 14,5 81 (25) - Res. De Outras Receitas/Despesas Operac. (818) (169) (1.083) 32,4 541,0 (1.722) (1.751) 1,7 Outras Rec Op. (2) (3) (4) (10) (11) (13) ,4 6, ,9 PREVI (13) (3,8) (59,1) ,0 Outras Desp Op. (2) (6) (12) (2.604) (2.776) (3.014) 15,7 8,6 (7.486) (8.500) 13,5 Res ultado Ope racional (3,9) (26,8) ,6 Resultado Não Operacional (14) (21) (6,5) 429, ,6 Res ultado Ante s da Trib. s/ o Lucro (4,0) (26,4) ,5 IR e Contribuição Social (5) (16) (23) (1.072) (1.566) (924) (13,9) (41,0) (3.319) (3.963) 19,4 Benefício Fiscal de JCP ,1 8, ,4 Participações Estatutárias no Lucro (22) (408) (472) (373) (8,4) (20,9) (1.077) (1.287) 19,5 Participações Minoritárias - (27) (27) - (2,5) 0 (54) - Res ultado Re corre nte (0,2) (20,3) ,4 Itens Extraordinários ,8 218, (42,3) Alienação de Participações (14) (21,0) Planos Econômicos (15) (35) - - (141) (8) (94,5) Eficiência Tributária (16) Passivos Contigentes BESC (17) (18) PCLD Adicional (19) Reversão de Passivos Trabalhistas (20) Ganho de Capital BB Seguros Participações (21) Ef. Fiscais e PLR sobre Itens Extraord. (22) (23) (37) (79) (33) (10,6) (57,7) (597) (120) (79,9) Lucro Atribuíve l ao Controlador ,2 (13,2) ,9 Lucro Atribuíve l às Partic. M inoritárias (2,5) (0) 54 - Lucro Líquido ,2 (13,1) ,6 * Redução das receitas de operações de crédito relacionadas aos créditos adquiridos, tendo em vista que os prêmios pagos nas aquisições de carteiras passaram a ser reconhecidos em contrapartida com as receitas de intermediação financeira. A série histórica dessa informação foi alterada desde o 4T09. Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

30 2.3.1 Abertura das Realocações Neste capítulo são demonstrados os ajustes realizados na Demonstração do Resultado para a obtenção da DRE com Realocações. Tais ajustes têm por objetivo: a) segregar os itens extraordinários e apresentar o resultado recorrente do período; b) alterar a disposição dos itens de receitas e despesas, para possibilitar um melhor entendimento do negócio e do desempenho da empresa; c) permitir que a Margem Financeira registrada no período reflita, efetivamente, o ganho de todos os ativos rentáveis, buscando informar ao mercado qual é o spread obtido pela divisão dessa Margem pelo saldo médio dos ativos rentáveis. Para tal foi necessário: I - Integrar, na Margem Financeira, as rendas com características de Intermediação Financeira contabilizadas em Outras Receitas Operacionais provenientes de ativos rentáveis registrados no grupamento de Outros Créditos do Balanço Patrimonial; II - Identificar, em item específico dentro da Margem Financeira, o Ganho (Perda) Cambial, no período, sobre os Ativos e Passivos Financeiros no Exterior (PL Financeiro); III - Manter na Margem Financeira valores relativos a reajustes cambiais negativos que foram contabilizados em Outras Receitas / Despesas Operacionais para evitar inversão de saldo de rubricas, cujas naturezas são de intermediação financeira; IV - Identificar e anular os efeitos de operações de Hedge Fiscal, contratadas a partir do 4T08, sobre a Taxa Efetiva de Imposto e sobre a Margem Financeira. A seguir apresentamos tabela com a origem, destino e a descrição de cada realocação feita na DRE Societária. Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

31 Tabela 28. Demonstrativo das Realocações e Itens Extraordinários hões ITEM DE P ARA EVENTO 3T10 2T11 3T11 9M 10 9M 11 1 Res. de Part. em Coligadas e Controladas Ganho(Perda) Cambial s/ PL Fin. no Ext. Ganho(Perda) Cambial s/ PL Fin. no Ext. (103,8) (123,6) 576,6 (90,9) 424,1 2 Outras Receitas Operacionais Outras Rec. de Op. c/ Caract. de Int. Fin. Rec. Operac. com Caract. de Interm. Financeira 37, ,0 42,6 2 Outras Receitas Operacionais Outras Rec. de Op. c/ Caract. de Int. Fin. Reajuste Cambial 765,6 592,7 150,6 765,6 948,1 2 Outras Despesas Operacionais Outras Rec. de Op. c/ Caract. de Int. Fin. Reajuste Cambial (411,9) (777,6) (110,3) (424,5) (1.060,5) 3 Outras Receitas Operacionais Operações de Captação no Mercado Reversão de Encargos de Poupança ,0-4 Outras Receitas Operacionais Receitas de Operações de Crédito Receitas de Equalização 631,5 536,8 598, , ,1 5 Despesas Tributárias s/ Faturamento Hedge Fiscal Hedge Fiscal (9,3) (8,9) 45,9 (10,0) 34,9 5 Imposto de Renda e Contribuição Social Hedge Fiscal Hedge Fiscal (76,6) (73,3) 376,3 (82,4) 286,1 6 Prov. p/ Créditos de Liquidação Duvidosa Outras Despesas Operacionais PCLD sem Caract. de Int. Financeira (9,1) 199,3 (26,2) 71,9 172,0 7 Outras Despesas Tributárias Despesas Tributárias s/ Faturamento Despesas Tributárias s/ Faturamento (920,3) (1.036,3) (959,8) (2.668,4) (2.975,1) 8 Outras Despesas Administrativas Demandas Cíveis Despesas de Demandas Judiciais (179,1) (179,8) (174,2) (504,5) (434,9) 9 Despesas de Pessoal Demandas Trabalhistas Provisão para Demandas Trabalhitas (256,2) (166,8) (369,3) (594,1) (662,9) 10 Outras Receitas Operacionais Demandas Cíveis Reversão de Passivos Contigentes 4,4-17,4 6,3 17,4 11 Outras Receitas Operacionais Demandas Trabalhistas Reversão de Passivos Trabalhistas - 169,0-566,7 216,7 12 Outras Despesas Administrativas Outras Despesas Operacionais Verba de Relacionamento Negocial (503,2) (498,9) (523,2) (1.509,4) (1.527,5) 13 Outras Receitas Operacionais PREVI Revisão dos Ativos e Passivos Atuariais da Previ 551, ,9 530, , ,7 14 Resultado Não Operacional Alienação de Participações Alienação de Participações - 168,9-213,7 168,9 15 Demandas Cíveis Planos Econômicos Planos Econômicos 84,5 10,0 (34,9) (140,6) (7,7) 16 Imposto de Renda e Contribuição Social Eficiência Tributária Eficiência Tributária ,4-386,4 17 Demandas Cíveis Passivos Contigentes (BESC) Passivos Contigentes (BESC) ,6-18 Demandas Trabalhistas Passivos Contigentes (BESC) Passivos Contigentes (BESC) ,7-19 Prov. p/ Créditos de Liquidação Duvidosa PCLD Adicional PCLD Adicional ,9-20 Demandas Trabalhistas Reversão de Passivos Trabalhistas Reversão de Passivos Trabalhistas ,4-21 Resultado Não Operacional Ganho de Capital BB Seguros Participações Ganho de Capital BB Seguros Participações ,0-22 Participações Estatutárias no Lucro Efeitos Fiscais e PLR sobre Itens Extraordinários Efeitos Fiscais e PLR sobre Itens Extraordinários (6,0) (12,6) (46,4) (103,2) (60,3) 23 Imposto de Renda e Contribuição Social Efeitos Fiscais e PLR sobre Itens Extraordinários Efeitos Fiscais e PLR sobre Itens Extraordinários (31,4) (66,5) 13,0 (493,7) (59,9) Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

32 Glossário (1) Corresponde ao resultado das variações dos direitos e obrigações relativas a variações cambiais incorridas pela atualização periódica dos empréstimos e financiamentos pagáveis em moeda estrangeira. (2) Inclui as receitas e despesas financeiras de câmbio além de outras receitas operacionais com características de intermediação financeira. (3) Referente à reversão dos encargos de atualização dos depósitos de poupança registrados nos encerramentos dos semestres. Nos meses após o encerramento dos balanços, faz-se necessária essa realocação de forma a evidenciar corretamente a Margem Financeira Bruta. A partir do período 3T10 esse valor passou a ser contabilizado diretamente nas despesas da intermediação financeira na DRE societária não sendo mais necessárias realocações. (4) Referente às receitas de equalização de encargos sobre as operações de crédito rural. Os cálculos para equalização das taxas de juros são baseados nas portarias do Ministério da Fazenda, que determinam as fórmulas de cálculo, de acordo com a fonte de recursos. (5) Mecanismo para reduzir os efeitos de variação cambial sobre o resultado. (6) Despesas com PCLD para créditos sem característica de intermediação financeira. (7) Despesas tributárias realocadas para compor a Margem de Contribuição. (8) Despesas provenientes de demandas cíveis. (9) Despesas provenientes de demandas trabalhistas. (10) Reversão de saldos que, por força do plano de contas do Bacen (COSIF), não pôde ser contabilizada em Outras Despesas Administrativas na DRE societária. (11) Reversão de saldos que, por força do plano de contas do Bacen (COSIF), não pôde ser contabilizada em Despesas de Pessoal na DRE societária. (12) Parcela da verba de relacionamento negocial contabilizada em Outras Despesas Administrativas. (13) Receitas oriundas da revisão dos ativos e passivos atuariais da Previ. (14) Alienação parcial de investimentos do conglomerado BB. No 2T11, venda de participação da Visa Internacional e na Mastercard. (15) Despesa com provisão proveniente de ações judiciais referentes aos planos econômicos. (16) Receita referente à eficiência tributária gerada pelo Banco do Brasil em revisão periódica quanto ao tratamento conferido à ativação de créditos tributários. (17) e (18) Receita extraordinária proveniente de reversão de provisão para processos de demandas trabalhistas, cíveis e fiscais oriundos do Banco do Estado de Santa Catarina (BESC). (19) Reversão parcial de Provisão Adicional para Créditos de Liquidação Duvidosa constituída no 2º trimestre de (20) Reversão de provisão para demandas trabalhistas gerando receitas extraordinárias no 1T10. A partir do 4T09, a provisão passou a ser determinada de forma a cobrir a média dos valores efetivamente desembolsados pelo Banco em processos judiciais de mesma natureza (até então a provisão era definida com base no valor solicitado pelo requerente). O valor contabilizado como extraordinário no 1T10 resultou da migração da base de demandas trabalhistas registradas nos controles do Banco Nossa Caixa para os métodos e sistemas do Banco do Brasil. (21) Receita extraordinária devido ao aumento da participação societária do Banco do Brasil na empresa Brasilprev. A participação cresceu de 50% para 75%. (22) e (23) Segregação dos efeitos de itens extraordinários do período sobre o pagamento de Participações nos Lucros e Resultados (PLR), e a unificação dos efeitos desses itens sobre os impostos (IR e CSLL). A tabela a seguir demonstra isoladamente o efeito de cada item extraordinário nos impostos e na PLR. Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

33 Tabela 29. Efeitos Fiscais e Participação nos Lucros e Resultados sobre Itens Extraordinários Fluxo Trim e s tral Var. % Fluxo 9 M e s e s Var. % hões 3T10 2T11 3T11 s /3T10 s /2T11 9M 10 9M 11 s /9M 10 Alienação de Participações - (75) (96) (75) (22,3) Planos Econômicos (37) (4) (94,6) Eficiência Tributária - - (49) (49) - Passivos Contigentes (BESC) (111) - - PCLD Adicional (147) - - Reversão de Passivos Trabalhistas (256) - - Ganho de Capital BB Seguros Participações (50) - - Total (37) (79) (33) (10,6) (57,8) (597) (120) (79,9) Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

34 2.4. Composição Patrimonial Tabela 30. Composição Patrimonial Ativo e Passivo Saldos hões Se t/10 Part. % Jun/11 Part. % Set/11 Part. % ATIVO , , ,0 Circulante e Não Circulante , , ,6 Disponibilidades , , ,2 Aplicações Interfinanceiras de Liquidez , , ,6 Títulos e Valores Mobiliários e Instr. Financeiros Derivativos , , ,7 Relações Interfinanceiras , , ,1 Depósitos no Banco Central , , ,4 Compulsórios s/ Depósitos não Remunerados , , ,7 Compulsórios s/ Depósitos Remunerados , , ,7 Demais , , ,6 Relações Interdependências 167 0, , ,0 Operações de Crédito , , ,8 Operações de Arrendamento Mercantil , , ,3 Outros Créditos , , ,5 Carteira de Câmbio , , ,9 Crédito Tributário , , ,5 Ativo Atuarial , , ,3 Fundo de Destinação do Superávit - PREVI , ,8 Demais , , ,9 Outros Valores e Bens , , ,5 Perm ane nte , , ,4 Investimentos , , ,8 Intangível , , ,9 Demais , , ,6 PASSIVO , , ,0 Circulante e Não Circulante , , ,0 Depósitos , , ,2 Depósitos à Vista , , ,1 Depósitos de Poupança , , ,1 Depósitos Interfinanceiros , , ,4 Depósitos a Prazo , , ,6 Outros Depósitos 358 0,0 0 0,0 0 0,0 Captações no Mercado Aberto , , ,5 Recursos de Aceites e Emissão de Títulos , , ,1 Relações Interfinanceiras , , ,3 Relações Interdependências , , ,2 Obrigações por Empréstimos , , ,3 Obrigações por Repasses do País - Instituições Oficiais , , ,1 Obrigações por Repasses do Exterior 96 0,0 87 0, ,0 Instrumentos Financeiros Derivativos , , ,5 Outras Obrigações , , ,9 Carteira de Câmbio , , ,1 Fiscais e Previdenciárias , , ,9 Provisões Técnicas de Seguros, Previdência e Capitalização , , ,4 Dívida Subordinada , , ,1 Passivo Atuarial , , ,7 Demais , , ,6 Res ultados de Exercícios Futuros 247 0, , ,0 Patrim ônio Líquido , , ,0 Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

35 2.5. Composição do Resultado com Realocações Tabela 31. Composição do Resultado com Realocações Saldos hões 3T10 Part. % 2T11 Part. % 3T11 Part. % Margem Financeira Bruta , , ,9 Rendas de Tarifas , , ,7 Res. de Oper. com Seguros, Previd. e Capitaliz , , ,8 Resultado de Participações em Coligadas e Controladas 15 0,1 (16) (0,1) (18) (0,1) Resultado de Outras Receitas/Despesas Operacionais (818) (5,9) (169) (1,1) (1.083) (7,3) Re ce itas Ope racionais Totais , , ,0 Despesas Administrativas Ampliadas (6.242) (45,1) (6.073) (39,2) (6.699) (45,0) Despesas Administrativas (5.726) (41,3) (5.886) (38,0) (6.208) (41,7) Despesas de Pessoal (3.186) (23,0) (3.364) (21,7) (3.481) (23,4) Outras Despesas A dministrativas (2.541) (18,3) (2.522) (16,3) (2.727) (18,3) Risco Legal (515) (3,7) (188) (1,2) (491) (3,3) Outras Despesas Tributárias (29) (0,2) (48) (0,3) (67) (0,5) Despesas Tributárias s/ Faturamento (911) (6,6) (1.027) (6,6) (1.006) (6,7) Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (2.639) (19,1) (3.047) (19,7) (3.259) (21,9) Re s ultado Ope racional , , ,0 Resultado Não Operacional 26 0,2 5 0,0 24 0,2 Re s ultado Ante s da Trib. s / o Lucro , , ,1 Imposto de Renda e Participações no Lucro (1.480) (10,7) (2.037) (13,2) (1.297) (8,7) Participações Minoritárias - - (27) (0,2) (27) (0,2) Re s ultado Re corre nte , , ,3 Itens Extraordinários 47 0, , ,1 Lucro Atribuíve l ao Controlador , , ,4 Lucro Atribuíve l às Participaçõe s M inoritárias ,2 27 0,2 Lucro Líquido , , ,6 Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

36 3 - Crédito 3.1. Carteira de Crédito As tabelas seguintes apresentam a participação de cada segmento da carteira de crédito sobre a carteira total, além de tabela com números do SFN. Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

37 Tabela 32. Carteira de Crédito Saldos Var. % hões Set/10 Part.% Dez/10 Part.% Jun/11 Part.% Set/11 Part.% s/set/10 s/dez/10 s/jun/11 Carteira de Crédito Classificada (a) , , , ,0 18,5 12,3 5,0 País , , , ,4 15,6 10,1 3,8 Pessoa Física , , , ,2 17,1 11,2 2,6 CDC Consignação , , , ,2 16,2 9,0 2,3 CDC Salário , , , ,7 19,9 16,1 2,5 Financiamento a Veículos , , , ,8 24,2 14,7 2,9 Financiamento Imobiliário , , , ,2 105,1 70,5 19,8 Cartão de Crédito , , , ,9 12,7 (1,2) 2,2 Cheque Especial , , , ,8 2,6 19,7 (1,0) Demais , , , ,6 (9,2) 0,4 (2,2) Pessoa Jurídica , , , ,6 16,3 9,0 5,1 MPE¹ , , , ,5 16,4 22,4 4,0 Médias e Grandes , , , ,1 16,2 2,2 5,7 Agronegócio , , , ,6 12,3 10,7 3,1 Pessoa Física , , , ,3 11,4 9,3 3,5 Pessoa Jurídica , , , ,4 14,1 13,5 2,5 Exterior , , , ,6 68,9 48,7 22,5 TVM e Garantias (b) ,5 30,7 0,1 Carteira de Crédito Ampliada² (a + b) , , , ,0 21,0 13,7 4,5 Pessoa Física , , , ,5 17,1 11,2 2,6 Pessoa Jurídica , , , ,1 21,6 12,9 4,1 Agronegócio , , , ,0 12,3 10,7 2,8 Exterior , , , ,5 69,8 43,0 21,4 (1) a partir do 2T11 o segmento MPE abrange empresas com faturamento anual até R$ 25 milhões, contra R$ 10 milhões para a indústria e R$ 15 milhões para comércio e serviços anteriormente utilizados. Os saldos de set/10 e dez/10 foram revisados com este critério para manter a comparabilidade. (2) Inclui TVM privados e garantias prestadas. Tabela 33. Crédito SFN Saldos Var. % hões Set/10 Dez/10 Mar/11 Jun/11 Set/11 s/set/10 s/dez/10 s/jun/11 SFN ,6 13,1 5,1 Pessoa Física ,1 14,7 4,8 Pessoa Jurídica ,4 11,8 5,4 Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

38 3.1.1 Carteira de Crédito Pessoa Física As tabelas a seguir apresentam as principais linhas de crédito destinadas às pessoas físicas. Tabela 34. Carteira de Crédito Pessoa Física Saldos V ar. % hões Se t/10 Part.% Jun/11 Part.% Se t/11 Part.% s /Se t/10 s /Jun/11 CDC , , ,1 15,3 1,6 Crédito Consignado , , ,0 16,2 2,3 Empréstimo Pessoal , , ,2 (2,4) (6,8) CDC Salário , , ,9 19,9 2,5 Financiamento Imobiliário , , ,0 105,1 19,8 Financiamento a Veículos , , ,0 24,2 2,9 Cartão de Crédito , , ,3 12,7 2,2 Cheque Especial , , ,5 2,6 (1,0) Microcrédito , , ,7 (20,5) (12,6) Demais , , ,4 (14,1) 7,1 Total , , ,0 17,1 2,6 Tabela 35. Crédito PF Participação de Mercado Se t/10 Jun/11 Se t/11 hões BB SFN Part.% BB SFN Part.% BB SFN Part.% Crédito Consignado , , ,6 Financiamento Imobiliário , , ,7 Financiamento a Veículos , , ,8 Tabela 36. Crédito Consignado Composição da Carteira Saldos V ar. % Se t/10 Part.% Jun/11 Part.% Se t/11 Part.% s /Se t/10 s /Jun/11 Servidores Públicos , , ,8 16,5 2,8 A posentados e Pensionistas do INSS , , ,4 31,3 0,6 Funcionários do Setor Privado , , ,8 (4,8) (1,8) Tabela 37. Taxas e Prazos Médios Banco do Bras il CDC Veículos Se t/10 Jun/11 Set/11 Taxa média - % a.m 1,5 1,5 1,6 Prazo médio - meses 47,6 49,0 49,2 Leasing V eículos Taxa média - % a.m 1,6 1,6 1,6 Prazo médio - meses 50,3 53,4 54,2 Financiam ento Im obiliário Ticket Médio - 135,0 158,5 150,7 Prazo médio - meses 237,0 249,0 254,2 Crédito Consignado Taxa média - % a.m 2,2 2,2 2,2 Prazo médio - meses 45,0 48,0 49,0 BV - Financiam e nto à Ve ículos Taxa média - % a.m 1,6 2,1 2,0 Prazo médio - meses 52,0 48,8 48,6 A tabela a seguir evidencia os saldos das carteiras adquiridas de crédito consignado e financiamento a veículos. Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

39 Tabela 38. Carteiras Adquiridas V ar. % hões Se t/10 De z/10 M ar/11 Jun/11 Set/11 s /Se t/10 s /Jun/11 Crédito Consignado ,4 (3,2) Financiamento a V eículos ,1 5,9 Total ,3 1, Carteira de Crédito Pessoa Jurídica A tabela a seguir apresenta as principais linhas de crédito destinadas às empresas. Tabela 39. Carteira de Crédito Pessoa Jurídica O BB desembolsou R$ milhões em operações de repasses de BNDES no período de jan/11 a jul/11, o que representou 17,9% de participação no total dessas operações. Títulos e Valores Mobiliários Privados O Banco do Brasil atua no mercado de capitais como forma alternativa às linhas de crédito tradicionais por meio de emissões de debêntures, notas promissórias e cédulas de crédito bancário. Ressalte-se que parcela da demanda por crédito vem sendo atendida por essas subscrições, fato que impulsionou o desempenho da carteira de crédito com pessoas jurídicas nos nove meses do ano. Na tabela a seguir são apresentados os saldos desses títulos, que em set/11 apresentaram redução de 6,1% em relação a jun/11 principalmente em decorrência do exercício de resgate de títulos pelos emissores. Tabela 40. Títulos e Valores Mobiliários Privados Pessoa Jurídica Saldos V ar. % hões Se t/10 Part.% Jun/11 Part.% Se t/11 Part.% s /Set/10 s/jun/11 Capital de Giro , , ,7 11,9 3,6 Investimento , , ,7 20,5 5,2 Recebíveis , , ,6 11,3 2,6 Conta Garantida , , ,7 (10,4) (0,5) A CC/A CE , , ,9 40,2 21,3 BNDES Exim , , ,0 (2,8) (1,0) Cartão de Crédito , , ,8 96,2 9,5 Cheque Especial 214 0, , ,1 (16,7) (3,2) Demais , , ,5 17,0 9,9 Total , , ,0 16,3 5,1 Saldos Var. % hões Set/10 Dez/10 Mar/11 Jun/11 Set/11 s/set/10 s/jun/11 TVM Privados* ,3 (6,1) Banco do Brasil ,1 (22,0) BV ,0 89,7 * TVM emitidos no país registrados conforme Circular Bacen em Disponíveis para venda. Crédito para Comércio Exterior Os empréstimos de ACC/ACE encerraram o 3T11 com saldo crescente em relação aos trimestres anteriores. Essa linha de crédito é fortemente influenciada pelo comportamento da taxa de câmbio R$/US$, que apresentou valorização de 18,8% em relação ao 2T11, e de 9,7% frente ao 3T10. Tabela 41. ACC/ACE Volume Médio por Contrato Saldos V ar. % ACC/ACE 3T10 4T10 1T11 2T11 3T11 s /3T10 s /2T11 V olume Contratado (US$ milhões) ,6 11,9 Quantidade de Contratos ,1 16,8 V olume Médio por Contrato (US$ mil) ,2 (4,2) No 3T11, o Banco do Brasil manteve elevado volume de recursos no mercado de câmbio de exportação e de importação, com montantes de US$ 23,5 bilhões e de US$ 12,2 bilhões, respectivamente, o que representou market share de 30,4% e 22,6%, na mesma ordem. Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

40 Crédito para Micro e Pequenas Empresas - No atendimento às micro e pequenas empresas, o Banco do Brasil manteve-se como principal parceiro do segmento. Ao final do 3T11, o BB possuía 2,2 milhões de contas correntes com 2,1 milhões de clientes micro e pequenas empresas. O BB vem atuando junto às cooperativas de crédito e disponibilizando o Serviço de Integração à Compe/SPB, que viabiliza o acesso dessas instituições ao Sistema de Compensação de Cheques e Outros Papéis e ao Sistema de Liquidação de Pagamentos e Transferências (SPB). Esse Serviço permitiu disponibilizar produtos bancários a 407,6 mil cooperados, vinculados a 335 cooperativas de crédito, colaborando com inovação na oferta de soluções em produtos e formatos de venda, funções essenciais para o crescimento da competitividade do BB e manutenção das parcerias. O saldo das operações para MPE, em Set/11, foi de R$ 62,3 bilhões, incremento de 16,4% em relação ao mesmo período de 2010, considerando-se a mudança de critério de enquadramento de empresas no segmento MPE que passou a abranger empresas com faturamento anual até R$ 25 milhões, contra R$ 10 milhões para indústria e R$ 15 milhões para comércio e serviços anteriormente utilizados. A tabela a seguir apresenta as principais linhas de crédito destinadas às MPE. Tabela 42. Produtos de Crédito de MPE * Saldos Var. % R$ bilhões Set/10 Part.% Jun/11 Part.% Se t/11 Part.% s/se t/10 s /Jun/11 Indústria 12,0 23,8 18,4 30,7 20,4 32,7 70,0 10,7 Comércio 23,6 46,9 26,8 44,8 27,6 44,2 16,7 2,7 Serviços 14,8 29,4 14,7 24,5 14,4 23,1 (2,7) (1,8) Total 50,4 100,0 59,9 100,0 62,3 100,0 23,7 4,0 * A partir do 2T11 o segmento MPE abrange empresas com faturamento anual até R$ 25 milhões, contra R$ 10 milhões para indústria e R$ 15 milhões para comércio e serviços anteriormente utilizados. Os saldos de set/10 foram revisados com este critério para manter a comparabilidade. Dentre as linhas de crédito para capital de giro merecem destaque: a) o BB Giro Rápido - capital de giro direcionado às empresas com faturamento bruto anual de até R$ 5 milhões, que no 3T11 atingiu o saldo de R$ 6,2 bilhões, representando 14,3% do bloco de capital de giro; b) o BB Giro Empresa Flex - capital de giro e financiamento para aquisição de bens e serviços, sendo que o cliente pode definir a forma de pagamento do empréstimo de acordo com fluxo de caixa da empresa. Alcançou o saldo de R$ 12,6 bilhões, representando 28,9% do bloco de capital de giro; c) o BB Giro Recebíveis - crédito para capital de giro contratado na forma de teto rotativo com garantia de recebíveis (cheques e duplicatas), que alcançou o saldo de R$ 1,8 bilhão ao final do 3T11; d) o BB Giro Cartões solução para empresas na antecipação de vendas com cartões de crédito das principais bandeiras e adquirentes do mercado nacional. Ao final de set/2011, atingiu saldo de R$ 2 bilhões, representando crescimento de 24% em relação ao mesmo período de 2010; e) o BB Giro Décimo Terceiro Salário em set/2011, foram reabertas as contratações da linha de crédito sazonal que financia o pagamento do 13º salário pelas empresas. Ao final do 3T11, o saldo aplicado na linha chegou a R$ 279 milhões. Em relação ao financiamento de investimento às MPE merecem destaque: a) o Cartão BNDES - produto em que o BB tem liderança total (valores desembolsados, quantidade de cartões e quantidade de transações), alcançou ao final de setembro R$ 8,9 bilhões de desembolso acumulado desde o início da sua comercialização, representando incremento de R$ 4,6 bilhões nos últimos 12 meses, com 66% dos cartões emitidos no mercado. Nos dois últimos meses do 3T11, o BB obteve seguidos recordes em volume desembolsado num único mês, atingindo a marca de R$ 531,4 milhões e R$ 544,3 milhões em agosto e setembro de 2011, respectivamente. ;Ao final do 3T11, a linha apresentou saldo de R$ 5,1 bilhões, incremento de 88,5% em relação ao mesmo período de 2010; b) o Proger Urbano Empresarial - linha de crédito para financiamentos de investimentos apresentou saldo de R$ 4 bilhões; c) as operações da FINAME - atingiram o saldo de R$ 3,4 bilhões em setembro de 2011; Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

41 d) o BB Crédito Empresa - em set/2011, foram disponibilizadas mais duas modalidades para a linha de crédito, passando a financiar a aquisição de equipamentos de informática e de material de construção das empresas, além de veículos novos e máquinas e equipamentos. O saldo das operações atingiu R$ 116 milhões ao final de set/2011, em todas as modalidades. O Fundo de Garantia de Operações (FGO) é um mecanismo que complementa em até 80% as garantias exigidas das pessoas jurídicas em empréstimos e financiamentos bancários e amplia a oferta de crédito às empresas, em especial às de micro e pequeno portes, com taxas ainda mais competitivas. Ao final do 3T11, havia 485,6 mil operações com cobertura do FGO, totalizando o saldo aplicado de R$ 8,7 bilhões. As operações garantidas por esse Fundo representam de 25,4% dos desembolsos observados nas linhas que admitem a vinculação dessa garantia. Outro importante mecanismo para viabilizar a contratação de operações de financiamentos de investimentos é o Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe). Constituído com recursos do Serviço Nacional de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o Fampe complementa em até 80% o valor das garantias necessárias à realização de operações com micro e pequenas empresas de faturamento bruto anual de até R$ 2,4 milhões. Ao final do 3T11, o saldo devedor das operações garantidas pelo Fampe atingiu R$ 4 bilhões, sendo o saldo devedor garantido de R$ 3,1 bilhões Carteira de Crédito de Agronegócios O Agronegócio é um dos principais setores da economia brasileira, tendo fundamental importância para o crescimento do País. O Banco do Brasil, no seu papel de agente de políticas públicas, representa um elo entre o Governo e o produtor rural, atuando como o maior financiador do agronegócio em todos os segmentos e etapas da cadeia produtiva, do pequeno produtor às grandes empresas agroindustriais. As perspectivas para a safra de grãos 2011/12 seguem otimistas. Os custos deverão apresentar alguma elevação, mas as margens continuarão positivas, tendo em vista a pressão de demanda mundial por milho, soja, trigo e outros grãos frente à produção insuficiente para repor os reduzidos estoques. A Balança Comercial Brasileira teve, até setembro/2011, um superávit de US$ 23 bilhões. O volume verificado é sustentado pelo saldo positivo na Balança Comercial do Agronegócio Brasileiro, que no mesmo período registrou superávit de US$ 58,1 bilhões, conforme figura abaixo: Figura 6. Balança Comercial (FOB) US$ bilhões 42,7 46,1 49,7 40,0 60,0 54,9 63,1 58,1 24,7 24,6 20,3 23, M11 Agronegócio Brasil Fonte: MAPA Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento As tabelas a seguir mostram o volume das exportações abertas pelos principais produtos e a participação brasileira no agronegócio internacional. Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

42 Tabela 43. Exportações US$ milhões M 11 Complexo de Soja Carnes Couros, Produtos de Couro e Peleteria Complexo Sucroalcooleiro Produtos Florestais Café, Chá-mate e Especiarias Sucos de Frutas Fumo e seus Produtos Demais Produtos Total Fonte: MAPA Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Tabela 44. Participação do Brasil no Agronegócio Mundial Fonte: USDA PSD online A performance do setor nos últimos anos deve-se à busca permanente de novas tecnologias e valorização dos serviços prestados pelos profissionais da área, sempre visando a rentabilidade e a continuidade dos empreendimentos. Tais melhorias de tecnologia e na qualidade das assistências técnicas permitiram um aumento da produção brasileira em volume muito superior ao da abertura de novas terras. Na figura seguinte, visualiza-se a evolução da produção por área plantada, resultado de ganhos de produtividade. Figura 7. Produção vs. Área Plantada Produção Exportação % Com ércio M undial Café 1º 1º 27,4 Suco de Laranja 1º 1º 79,2 Carne Bovina 2º 1º 20,7 Açúcar 1º 1º 49,0 Complexo de Soja 2º 2º 37,1 Carne de Frango 3º 1º 37,1 Milho 3º 4º 9,2 Algodão 5º 5º 5,7 Produção / Área (milhões) /98 98/99 99/00 00/01 01/02 02/03 03/04 04/05 05/06 06/07 07/08 08/09 09/10 10/11 11/12 Produção (milhões de ton.) Área (milhões de ha) Produtividade (ton. / ha) Produtividade (ton. / ha) Fonte: Conab Companhia Nacional de Abastecimento. Agronegócios no BB A distribuição das operações de agronegócios por região do País mostra as regiões Sul e Sudeste como mais relevantes. Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

43 Tabela 45. Carteira de Crédito de Agronegócios por região Região Participação - % Norte 2,5 Nordeste 4,3 Centro-Oeste 17,8 Sudeste 43,9 Sul 31,5 O crédito rural financia o custeio da produção e da comercialização de produtos agropecuários e estimula os investimentos rurais, incluindo armazenamento, beneficiamento e industrialização dos produtos agrícolas. Ainda, incentiva a utilização de técnicas agrícolas sustentáveis que contribuam para melhorar a renda, reduzir as emissões de gases de efeito estufa e preservar os recursos naturais, a exemplo do Programa ABC. A atividade agropecuária respeita o calendário agrícola, chamado de ano-safra, que se inicia em julho de cada ano e termina em junho do ano seguinte. Neste contexto, a safra 2010/2011 encerrou-se em jun/11. A safra atual (2011/2012) iniciou-se em jul/11 e findará em jun/12. No primeiro trimestre do ano-safra, são demandados recursos para o plantio (custeio) da safra de verão e ocorre concentração dos pagamentos dos recursos de custeio emprestados na safra de verão do ano-safra anterior. Entre outubro e dezembro a demanda por recursos de custeio continua, porém em volume inferior ao do primeiro trimestre da safra. No terceiro trimestre da safra (janeiro a março) se inicia a demanda por financiamentos de custeio da safra de inverno e da safra de verão das regiões norte/nordeste. Já no último trimestre do ano-safra ganha importância a demanda por recursos de comercialização, pois se trata do período de colheita. A carteira rural do SFN alcançou R$ milhões em set/11, elevação de 12,6% em doze meses e de 4,1% sobre jun/11. A carteira rural representou 19% da carteira de crédito ampliada do BB no 3T11. O BB mantém-se como maior parceiro do agronegócio brasileiro com market share de 61,6%. A tabela a seguir apresenta a destinação da carteira de agronegócio do BB segmentada em linhas de custeio, investimento e comercialização. Tabela 46. Carteira de Crédito de Agronegócios por Destinação Saldos Var. % hões Se t/10 Part.% Jun/11 Part.% Se t/11 Part.% s /Se t/10 s /Jun/11 Custeio , , ,2 (4,3) 1,0 Investimento , , ,0 13,9 5,9 Comercialização , , ,1 (12,4) 2,0 Agroindustrial , , ,1 26,4 1,9 Demais , , ,7 50,7 4,2 Total , , ,0 8,9 3,1 Tabela 47. Carteira de Crédito de Agronegócios por Linha de Crédito (1) A redução verificada no saldo deve-se a descontinuidade da linha BNDES Procer. Saldos Var. % hões Se t/10 Part.% Jun/11 Part.% Set/11 Part.% s/set/10 s/jun/11 Custeio Agropecuário , , ,3 10,6 0,7 Comerc. e Indus. de Prod. Agropec , , ,1 10,7 0,9 Pronaf/Pronamp , , ,1 20,4 4,6 FCO Rural , , ,7 14,0 3,6 BNDES/Finame Rural¹ , , ,0 (35,1) 2,2 Demais , , ,8 80,7 10,9 Total , , ,0 12,3 3,1 A tabela a seguir detalha o saldo das operações de crédito destinadas ao agronegócio por item financiado: Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

44 Tabela 48. Carteira de Crédito de Agronegócios por Item Financiado hões V ar. % Ite ns Financiados Se t/10 Part.% Jun/11 Part.% Se t/11 Part.% s /Se t/10 s /Jun/11 Bovinocultura , , ,0 20,2 8,9 Soja , , ,1 18,5 0,0 Milho , , ,6 26,8 4,7 Cana , , ,6 (2,1) (2,0) Maquinas e Implementos , , ,5 7,8 10,3 Café , , ,7 (7,3) 7,8 A rroz , , ,2 (4,3) (3,7) A vicultura , , ,3 (24,9) 22,9 A lgodao 773 1, , ,5 64,4 12,7 Suinocultura 855 1, , ,0 (5,6) 9,5 Outros , , ,4 11,9 0,9 Total , , ,0 12,3 3,1 Em sua atuação no financiamento do agronegócio brasileiro, o Banco do Brasil atinge todos os segmentos, desde o pequeno produtor às empresas agroindustriais. As informações contidas na tabela a seguir contemplam os valores contratados na safra 2011/12, mas não efetivamente liberados, informação essa que está elucidada na tabela Plano de Safra 2011/2012 a seguir, neste capítulo. Tabela 49. Recursos Contratados na Safra 2011/2012 por Porte do Cliente hões Qtde. Contratos (unid) A tabela a seguir mostra a visão por porte de cliente em relação ao saldo total da carteira de crédito do agronegócio. Tabela 50. Carteira de Agronegócios por Porte Qtde. Contratos - % Valor Contratado Valor Contratado - % Mini Produtor , ,5 Pequeno Produtor , ,1 Médio e Grande Produtor , ,1 Cooperativas Agropecuárias , ,3 Total , ,0 hões Segmento Set/10 Dez/10 Mar/11 Jun/11 Set/11 Mini Pequeno Médio e Grande Cooperativas Total Na figura seguinte, apresentamos a distribuição do saldo da Carteira de Crédito de Agronegócios por tipo de pessoa. Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

45 Figura 8. Carteira de Crédito de Agronegócios por Tipo de Pessoa R$ bilhões 26,0 26,1 27,9 28,9 29,6 48,0 48,9 49,5 51,6 53,4 Set/10 Dez/10 Mar/11 Jun/11 Set/11 Pessoa Jurídica Pessoa Física A seguir, é apresentada a Carteira de Crédito de Agronegócios por fonte de recursos: Figura 9. Carteira de Crédito de Agronegócios por Fonte de Recursos R$ bilhões 10,9 11,9 11,5 14,7 4,8 4,1 3,7 3,4 2,9 7,9 7,6 7,8 8,1 8,4 7,7 7,1 7,5 6,1 6,3 3,1 1,3 1,1 1,0 0,9 19,6 39,7 43,0 45,7 47,2 44,9 Depósitos a Vista Poupança FAT FCO BNDES/Finame Demais Set/10 Dez/10 Mar/11 Jun/11 Set/11 Nos financiamentos rurais e agroindustriais o BB utiliza 77,7% de recursos próprios (depósitos a vista e poupança rural), conforme figura acima. No trimestre, merece destaque a evolução do saldo de operações com origem nos depósitos à vista que atingiu R$19,6 bilhões, em decorrência de direcionamento estratégico do Banco para as contratações da Safra 2011/2012. Além destes, o BB também repassa recursos do BNDES, FAT e de Fundos Institucionais, tais como FCO e Funcafé. O Banco utiliza as fontes de recursos da Poupança-ouro, Depósitos à Vista, Fundo de Amparo ao Trabalhador-FAT, Tesouro Nacional, Fundo de Defesa da Economia Cafeeria-Funcafé e Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste FCO em financiamentos rurais com taxas reduzidas. Para tornar essa intermediação viável, o Tesouro Nacional e o Fundo Constitucional pagam ao Banco, na forma de equalização, a diferença entre o valor cobrado do tomador do crédito e o custo da captação, o risco de crédito e os custos administrativos e tributários. Adicionalmente, são estabelecidos fatores de ponderação para os financiamentos contratados com recursos de depósitos à vista e de poupança. A figura a seguir mostra o histórico do recebimento de receitas a título de equalização de taxas e fator de ponderação. Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

46 Figura 10. Receitas de Equalização e Fator de Ponderação hões T10 4T10 1T11 2T11 3T11 Receitas de Equalização Fator de Ponderação Neste trimestre o saldo de receitas de equalização, incluindo fator de ponderação, alcançou incremento de 10,7%, principalmente em decorrência do crescimento do saldo das operações equalizáveis de investimento em 4,1% frente ao 2T11. No mesmo sentido o Rendimento da Poupança (RDP), fator que remunera o BB para as operações de custeio e investimento, apresentou acréscimo de 5,4% ante jun/2011. Fator de Ponderação é um multiplicador aplicado sobre determinadas operações de crédito rural para fins de cumprimento das exigibilidades bancárias. Tal instrumento confere rentabilidade ao Banco do Brasil mediante a liberação de recursos para o caixa (remuneração TMS). Cabe destacar que o fator de ponderação do exercício de 2011 foi recalculado, como parte do refinamento do processo de geração de informações do Banco. A tabela a seguir evidencia a distribuição dos recursos equalizáveis da carteira de agronegócios do BB. Tabela 51. Recursos Equalizáveis da Carteira de Agronegócios Var. % hões Set/10 Dez/10 Mar/11 Jun/11 Set/11 s/set/10 s/jun/11 Recursos Equalizáveis (3,1) (9,6) Custeio (14,9) (17,6) Investimento ,2 6,5 Comercialização (71,0) (63,1) Recursos Não- Equalizáveis ,5 9,7 Total da Carteira Agronegócio ,3 3,1 A tabela seguinte mostra a utilização de mitigadores de risco na contratação de operações. Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

47 Tabela 52. Distribuição de Mitigadores no Custeio Agrícola Contratação hões Safra 11/12 Total com Mitigador Custeio Agrícola Total com Mitigador ,6% Proagro ,2% Seguro Agrícola ,2% Proteção de Preço 215 4,1% Seguro Faturamento 160 3,0% Sem Mitigador ,4% Desde a safra 2006/07 o Banco do Brasil passou a exigir de forma conjugada a contratação de proteção contra intempéries climáticas (Seguro Agrícola ou Proagro) nas operações de custeio agrícola. Desde então a estratégia vem sendo mantida e aperfeiçoada a cada nova safra, inclusive a oferta massificada de opções a partir da safra 2009/10. A estratégia de mitigação leva em consideração diversas informações das operações demandadas pelos clientes, tais como risco do cliente, cultura a ser financiada, local do financiamento. Essas informações permitem direcionar o mecanismo de proteção (Seguro Agrícola/Proagro ou Opções) mais adequado ao perfil de risco de cada operação. O atual momento do agronegócio brasileiro e o cenário favorável para a safra 2011/12 resultam em melhoria da qualidade da carteira de crédito rural e das contratações que estão sendo realizadas. A figura a seguir evidencia o percentual das operações de custeio agrícola contratadas com mitigadores de risco desde a safra 2009/10. Figura 11. Percentual das operações contratadas com mitigadores de risco Safra 2009/2010 Safra 2010/2011 Safra 2011/ % 38% 62% 40% 60% 53% Custeio Agrícola com mitigadores Custeio Agrícola sem mitigadores A tabela seguinte mostra o comparativo do desembolso da safra 2011/12 com a do ano 2010/11, detalhando a finalidade do crédito e sua destinação. Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

48 Tabela 53. Plano de Safra 2011/2012 hões Safra 10/11 (A) Safra 11/12(B) Var. (%) (B/A) Familiar ,3 Custeio (2,2) Investimento ,6 Empresarial ,5 Custeio ,4 Investimento ,7 Comercialização ,2 Total ,4 Detalhamos a seguir as quatro principais culturas do custeio agrícola, com o percentual de participação no custeio da safra 2011/12 e a concentração por estado das lavouras dessas culturas. Tabela 54. Custeio Perfil das Contratações Soja Milho Arroz Algodão 43,1% 19,8% 6,7% PR 29,5% RS 26,7% RS 81,3% MT 40,5% RS 23,4% PR 23,4% SC 11,7% BA 18,3% MS 13,7% SC 17,5% PR 1,9% GO 14,7% GO 12,5% MG 16,0% MS 1,3% MS 13,2% Apresentamos, a seguir, detalhamentos de preço e custo das culturas de milho e soja no histórico das últimas safras. A margem é representada pelo percentual das receitas líquidas dos custos envolvidos em cada cultura, ou seja, a parte destinada ao produtor. Os valores de preço e custo das culturas têm como referência o estado do Paraná, utilizando-se os principais municípios para a confecção de média proporcional. Figura 12. Relação Preço/Custo de Soja e Milho 3,2% % Margem - Soja 65,0 51,9 47,1 53,6 50,8 34,8 06/07 07/08 08/09 09/10 10/11 11/12 % Margem - Milho 52,8 56,4 45,6 44,1 24,0 22,4 06/07 07/08 08/09 09/10 10/11 11/12 Safras Safras 0,50 Evolução Preço e Custo - Soja 0,74 0,76 0,69 0,54 0,65 0,25 Evolução Preço e Custo - Milho 0,39 0,34 0,27 0,23 0,34 R$/kg 0,40 0,35 0,24 0,26 0,32 0,32 06/07 07/08 08/09 09/10 10/11 11/12 R$/kg 0,13 0,16 0,21 0,18 0,17 0,19 Preço Safras Custo 06/07 07/08 08/09 09/10 10/11 11/12 Safras Preço Custo Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

49 3.2. Risco de Crédito As despesas com provisão para créditos de liquidação duvidosa (PCLD) na visão 12 meses apresentaram redução de 3,6% em relação ao 3T10 e alta de 5,9% frente ao 2T11, enquanto que a carteira de crédito cresceu 18,5% e 5,0%, respectivamente. Desse modo, o indicador que mede as despesas de PCLD sobre a carteira de crédito média de 12 meses registrou melhora de 80 pontos base ante o observado no 3T10 e estabilidade frente ao 2T11. O aumento das despesas de PCLD trimestral em relação ao 2T11 refletiu a elevação dos níveis de inadimplência de pessoas físicas, observada nesse segmento de mercado em geral. Segundo dados do Bacen, nas operações de financiamentos de veículos, por exemplo, o índice médio de atrasos acima de 90 dias do mercado oscilou de 2,5% em dez/10 para 4,4% em set/11. Tabela 55. Despesas de PCLD sobre Carteira de Crédito hões 3T10 4T10 1T11 2T11 3T11 (A) Despesas de PCLD Trimestral (2.639) (2.139) (2.629) (3.047) (3.259) (B) Despesas de PCLD 12 Meses (11.486) (10.675) (10.278) (10.454) (11.074) (C) Carteira de Crédito (D) Média da Carteira 3 Meses (E) Média da Carteira 12 Meses Despesas sobre Carteira (A/D) - % 0,8 0,6 0,7 0,8 0,8 Despesas sobre Carteira (B/E) - % 3,8 3,3 3,0 3,0 3,0 Na figura a seguir a PCLD é detalhada, segregando as provisões mínimas exigidas pela Resolução CMN nº 2.682/99 do total contabilizado. Em set/11, a provisão total apresentou aumento de 2,6% em doze meses e de 4,9% em relação ao observado em jun/11. Mesmo apresentando bons índices de qualidade da carteira, o BB mantém prudência em relação ao saldo das provisões para risco de crédito e ao percentual de cobertura da carteira. O saldo das provisões encerrou o trimestre em R$ milhões, o que proporciona cobertura de 219,4% das operações vencidas há mais de 90 dias. Figura 13. Abertura das Provisões hões Set/10 Dez/10 Mar/11 Jun/11 Set/11 Provisão Adicional Provisão Mínima Total de Provisão Nas tabelas seguintes são apresentados os principais indicadores de atraso e provisão. Os índices de inadimplência do BB seguem melhores do que os observados no SFN em setembro de O indicador que mede o atraso das operações há mais de 90 dias do SFN encerrou este trimestre em 3,5%, contra 2,1% do BB. Praticamente todos os indicadores de qualidade de crédito do BB melhoraram quando comparado a setembro de 2010 e permaneceram em linha com os índices verificados no trimestre anterior. Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

50 Tabela 56. Índices de Atraso hões 3T10 4T10 1T11 2T11 3T11 Carteira de Crédito Operações Vencidas + 15 dias Operações Vencidas + 15 dias/carteira de Crédito 4,4 3,7 4,0 3,8 3,9 Operações Vencidas + 60 dias Operações Vencidas + 60 dias/carteira de Crédito 3,1 2,7 2,5 2,5 2,5 Operações Vencidas dias/carteira de Crédito 1,3 1,1 1,5 1,3 1,3 Operações Vencidas+ 90dias Operações Vencidas + 90dias/Carteira de Crédito 2,7 2,3 2,1 2,0 2,1 Operações Vencidas dias/carteira de Crédito 1,8 1,5 1,9 1,7 1,7 Operações Vencidas + 90 dias/carteira de Crédito - SFN 3,4 3,2 3,2 3,4 3,5 Baixa para Prejuízo Recuperação (1.052) (863) (855) (953) (985) Saldo Perda Saldo Perda/Carteira de Crédito - anualizado 1,8 2,4 2,3 1,5 1,4 Provisão Provisão/Carteira de Crédito - % 5,3 4,8 4,7 4,6 4,6 Provisão/Operações Vencidas + 15dias - % 120,1 128,9 115,7 122,0 119,9 Provisão/Operações Vencidas + 60dias - % 171,3 182,2 185,2 186,1 182,7 Provisão/Operações Vencidas + 90dias - % 201,0 212,1 221,8 226,5 219,4 A tabela a seguir mostra que o risco médio da carteira do BB apresentou estabilidade em relação ao trimestre anterior e queda na comparação em doze meses, sendo inferior ao registrado pelo SFN. Tabela 57. Risco Médio da Carteira Se t/10 De z/10 M ar /11 Jun/11 Se t/11 Risco Médio BB - % 4,8 4,3 4,2 4,2 4,2 Risco Médio SFN - % 5,8 5,6 5,5 5,6 5, Carteira Total As operações classificadas nos níveis de risco de AA-C em set/11 (93,9%) apresentaram melhora em relação ao observado em set/10 (92,8%) e em jun/11 (93,6%). O BB apresenta níveis de risco melhores do que os observados no SFN nessa mesma classificação. Tabela 58. Carteira de Crédito Total por Nível de Risco (1) Dados prévios de setembro/2011. hões Set/10 Jun/11 Set/11 SFN¹ Saldo Provisão Comp. % Saldo Provisão Comp. % Saldo Provisão Comp. % AA , , ,5 24,6 A , , ,6 41,5 B , , ,8 16,5 C , , ,1 9,7 D , , ,0 2,3 E , , ,7 0,9 F , , ,4 0,7 G , , ,4 0,5 H , , ,5 3,1 Total , , ,0 100,0 AA-C , , ,9 92,4 D-H , , ,1 7,6 Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

51 Carteira de Crédito Pessoa Física A carteira de crédito pessoa física não considera as operações da parceria realizada com o BV. As operações classificadas com nível de risco AA-C representaram 90,9% do total no 3T11, indicando estabilidade frente ao percentual observado em jun/11. Em relação ao verificado em set/10, o indicador também ficou praticamente estável (variação de 10 pontos base). Em relação ao trimestre anterior, a carteira de crédito pessoa física cresceu 2,3% no 3T11 e a PCLD aumentou 8,6%. A elevação da PCLD decorreu do aumento das operações classificadas como risco H (acima de 180 dias) no 3T11, por conta da elevação dos níveis de inadimplência observado neste segmento de mercado em geral. Tabela 59. Carteira de Crédito de Pessoa Física por Nível de Risco * Não constam operações do Banco Votorantim. Set/10 Jun/11 Set/11 hões Saldo Provisão Comp. % Saldo Provisão Comp. % Saldo Provisão Comp. % AA 365-0, , ,6 A , , ,2 B , , ,5 C , , ,7 D , , ,5 E , , ,8 F , , ,5 G , , ,5 H , , ,8 Total , , ,0 AA-C , , ,9 D-H , , ,1 Na tabela seguinte é apresentada a movimentação da PCLD da carteira de crédito de pessoa física. Tabela 60. Movimentação da PCLD Pessoa Física hões 3T10 4T10 1T11 2T11 3T11 Carteira de Crédito de Pessoa Física¹ Provisão Inicial Migração de Risco a) Piora de Risco b) Melhora de Risco (329) (330) (241) (314) (359) 2 - Contratações Perdas (996) (1.060) (1.124) (965) (761) Total ( ) Outros Impactos² 303 (96) 56 6 (56) Provisão Final Provisão Exigida pela Res. CMN Fluxo da Provisão - hões a) Provisão Adicional b) Despesas de Provisão Provisão / Carteira - % 7,1 6,8 6,7 6,8 7,3 Fluxo da Provisão / Carteira - % 1,8 1,1 1,3 1,4 1,3 Op. Vencidas +15 dias/carteira 6,2 5,3 5,8 5,4 5,6 Op. Vencidas +90 dias/carteira 3,6 3,3 3,0 3,0 3,2 (1) Não inclui a carteira do Banco Votorantim. (2) Amortização, liquidação, liberação de parcelas e débito de encargos. Acompanhamento por Safras Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

52 Nos gráficos seguintes apresentamos o acompanhamento da carteira de crédito de pessoas físicas por Safras. Essa metodologia, conhecida no exterior por Vintage, proporciona um detalhamento maior e mais próximo da carteira do que os indicadores tradicionais. O acompanhamento por Safras permite avaliar, ao longo do tempo, como se comporta a inadimplência do conjunto de operações contratadas em determinado período. No primeiro gráfico, por exemplo, apresenta-se a visão trimestral. As linhas mostram como se comportou a inadimplência das operações contratadas em cada trimestre, nos períodos subsequentes. As linhas mais longas, portanto, referem-se ao período de acompanhamento mais antigo. Nos gráficos a seguir, considera-se inadimplência as operações vencidas há mais de 90 dias e, para apuração da Carteira de Crédito a pessoas físicas, não constam desses gráficos as operações de Cheque Especial e Cartão de Crédito. O acompanhamento demonstra como as operações contratadas mais recentemente apresentam uma curva de inadimplência mais favorável do que aquelas contratadas no início do acompanhamento. Esse resultado espelha o aperfeiçoamento constante nos modelos de análise, concessão e acompanhamento do crédito. As inflexões apresentadas nas curvas da figura referem-se às cessões de créditos. Figura 14. Vintage Trimestral O segundo gráfico traz o acompanhamento de safras na periodicidade anual, facilitando a visualização e a interpretação dos dados. Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

53 Figura 15. Vintage Anual No gráfico a seguir é apresentado o detalhamento da carteira de financiamento de veículos, segmentado pela origem de contratação da operação: Arena I operações contratadas no âmbito das agências do Banco. Em linha com a estratégia do BB quando da parceria com o BV, as operações contratadas em Arena II (operações contratadas no âmbito de revendedoras de veículos conveniadas) foram assumidas por aquela instituição. Figura 16. Vintage Anual Carteira de Financiamento de Veículos Arena I Carteira de Crédito Pessoa Jurídica A carteira de crédito pessoa jurídica não considera as operações da parceria realizada com o BV. Nesta carteira, a PCLD decresceu em 12 meses refletindo a melhora de risco desse portfólio. A participação das operações classificadas nos níveis de risco de AA-C apresentaram melhora evoluindo de 93,9% do total da carteira em set/10 para 95,4% em set/11. Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

54 Em relação ao trimestre anterior, a carteira de crédito pessoa jurídica cresceu 5,0% no 3T11, enquanto que a PCLD aumentou 1,8%. Com isso, ocorreu uma melhora nos indicadores de inadimplência desse segmento. Tabela 61. Carteira de Crédito Pessoa Jurídica Se t/10 Jun/11 Set/11 hões Saldo Provis ão Com p. % Saldo Provis ão Com p. % Saldo Provis ão Com p. % A A , , ,5 A , , ,8 B , , ,7 C , , ,3 D , , ,4 E , , ,7 F , , ,4 G , , ,4 H , , ,8 Total , , ,0 A A-C , , ,4 D-H , , ,6 * Não contempla as operações do Banco Votorantim. A tabela, a seguir, detalha a movimentação da PCLD da Carteira de Pessoa Jurídica: Tabela 62. Movimentação da PCLD Pessoal Jurídica hões 3T10 4T10 1T11 2T11 3T11 Carte ira de Cré dito de Pe s s oa Jurídica¹ Provis ão Inicial Migração de Risco a) Piora de Risco b) Melhora de Risco (439) (192) (200) (200) (194) 2 - Contratações Perdas (1.134) (1.039) (864) (864) (1.079) Total ( ) (291) (79) Outros Impactos² (198) (78) (81) (81) (106) Provis ão Final Provisão Exigida pela Res. CMN Fluxo da Provisão - hões a) Provisão Adicional b) Despesas de Provisão Provisão / Carteira - % 3,2 3,1 3,1 3,1 3,0 Fluxo da Provisão / Carteira - % 0,5 0,6 0,7 0,7 0,8 Op. Vencidas +15 dias/carteira 3,6 3,0 3,5 3,3 3,1 Op. Vencidas +90 dias/carteira 2,4 2,0 1,9 2,1 2,0 (1) Não contempla as operações do Banco Votorantim. (2) Amortização, liquidação, liberação de parcelas e débito de encargos Carteira de Agronegócios Na tabela a seguir é apresentada a carteira de crédito de agronegócios por nível de risco. Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

55 Tabela 63. Carteira de Crédito de Agronegócios por Nível de Risco Se t/10 Jun/11 Se t/11 hões Saldo Provisão Com p. % Saldo Provis ão Com p. % Saldo Provis ão Com p. % A A , , ,0 A , , ,8 B , , ,3 C , , ,2 D , , ,5 E , , ,7 F , , ,3 G , , ,3 H , , ,0 Total , , ,0 A A-C , , ,2 D-H , , ,8 Na tabela a seguir é apresentada a carteira de crédito de agronegócios pessoa física por nível de risco. Tabela 64. Carteira de Crédito de Agronegócios Pessoa Física por Nível de Risco Se t/10 Jun/11 Set/11 hões Saldo Provis ão Com p. % Saldo Provis ão Com p. % Saldo Provis ão Com p. % A A , , ,6 A , , ,2 B , , ,7 C , , ,7 D , , ,1 E , , ,9 F , , ,4 G , , ,4 H , , ,9 Total , , ,0 A A-C , , ,3 D-H , , ,7 * Não contempla as operações do Banco Votorantim. Na tabela a seguir é detalhada a movimentação da PCLD da Carteira de Agronegócios Pessoa Física. Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

56 Tabela 65. Movimentação da PCLD Agronegócios Pessoa Física hões 3T10 4T10 1T11 2T11 3T11 Carteira de Crédito de Agronegócios PF¹ Provisão Inicial Migração de Risco a) Piora de Risco b) Melhora de Risco (468) (258) (210) (306) (267) 2 - Contratações Perdas (362) (559) (584) (344) (398) Total ( ): (35) (130) (196) (93) (116) Outros Impactos² (167) (175) (101) (131) (102) Provisão Final Provisão Exigida pela Res. CMN Fluxo da Provisão - hões a) Provisão Adicional b) Despesas de Provisão Provisão / Carteira - % 7,9 7,2 6,5 5,8 5,2 Fluxo da Provisão / Carteira - % 0,3 0,5 0,6 0,2 0,3 (1) Não contempla as operações do Banco Votorantim. (2) Amortização, liquidação, liberação de parcelas e débito de encargos. Na tabela a seguir é apresentada a carteira de crédito de agronegócios pessoa jurídica por nível de risco. Tabela 66. Carteira de Crédito de Agronegócios Pessoa Jurídica por Nível de Risco * Não contempla as operações do Banco Votorantim. Set/10 Jun/11 Set/11 hões Saldo Provisão Comp. % Saldo Provisão Comp. % Saldo Provisão Comp. % AA , , ,1 A , , ,2 B , , ,7 C , , ,6 D , , ,5 E , , ,3 F , , ,1 G , , ,1 H , , ,4 Total , , ,0 AA-C , , ,6 D-H , , ,4 A tabela a seguir detalha a movimentação da PCLD da Carteira de Agronegócios Pessoa Jurídica. Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

57 Tabela 67. Movimentação da PCLD Agronegócios Pessoa Jurídica hões 3T10 4T10 1T11 2T11 3T11 Carteira de Crédito de Agronegócios PJ¹ Provisão Inicial Migração de Risco (3) a) Piora de Risco b) Melhora de Risco (37) (15) (15) (19) (45) 2 - Contratações Perdas (2) (8) (5) (44) (6) Total ( ): Outros Impactos² (73) (29) (14) (59) (13) Provisão Final Provisão Exigida pela Res. CMN Fluxo da Provisão - hões (33) a) Provisão Adicional b) Despesas de Provisão (33) Provisão / Carteira - % 1,2 1,3 1,3 1,1 1,1 Fluxo da Provisão / Carteira - % (0,1) 0,2 0,1 0,0 0,0 (1) Não contempla as operações do Banco Votorantim. (2) Amortização, liquidação, liberação de parcelas e débito de encargos. O risco médio da carteira está fortemente influenciado pelas operações das safras de 2005 a 2007 prorrogadas, com saldo total de R$ milhões. Na tabela a seguir a carteira de crédito do agronegócio é segregada em operações não prorrogadas e prorrogadas. Verifica-se que as operações em atraso acima de 90 dias representam 0,6% da carteira total não prorrogada. Se compararmos esse mesmo indicador com as operações prorrogadas, percebe-se um descolamento de 350 pontos base. Tabela 68. Operações Prorrogadas e Não Prorrogadas do Agronegócio Operações Não-Prorrogadas Operações Prorrogadas Risco Saldo PCLD Atraso_90¹ Atraso_90/ Saldo² (1) As operações em atraso no nível AA referem-se a crédito com risco de terceiros (2) No cálculo do índice não foi computado o atraso proveniente de operações em atraso com risco de terceiros Saldo PCLD Atraso_90 Atraso_90/ Saldo² AA A (0) (0) - B C D E F G H Total ,6% ,1% Na tabela seguinte são apresentados os saldos, índice de inadimplência 90 dias e risco médio da carteira do agronegócio segmentada em carteira total, prorrogada e não prorrogada. A relação entre as provisões requeridas (Resolução CMN 2.682/99) e o saldo de operações recuou para 3,7% no 3T11, com melhora de 190 pontos base sobre igual período do ano anterior. A Resolução CMN 2.682/99 que disciplina a classificação de risco e constituição de provisão para créditos de liquidação duvidosa estabelece a manutenção do risco das operações renegociadas no nível de risco observado à época da renegociação. Em função desta regra as operações renegociadas majoram o risco médio da carteira de crédito. Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

58 Simulação realizada com as operações não prorrogadas risco BB, retirando-se o efeito arrasto provocado pelas operações prorrogadas, indica que haveria redução do risco médio no 3T11 de 2,3% para 0,56%. Tabela 69. Índices da Carteira de Agronegócios hões Set/10 Dez/10 Mar/11 Jun/11 Set/11 Carteira de Crédito Provisão Operações Vencidas + 90 dias Operações Vencidas + 90 dias/carteira de Crédito - %¹ 2,5 2,5 1,8 0,9 0,9 Provisão/Carteira do Crédito - % 5,6 5,1 4,6 4,1 3,7 Baixa para prejuízo Operações prorrogadas - Risco BB + Terceiros Provisão Operações Vencidas + 90 dias Operações Vencidas + 90 dias/operações Prorrogadas - %¹ 8,5 10,0 7,0 4,0 4,2 Provisão/Operações prorrogadas - % 23,4 22,9 23,7 23,0 23,2 Baixa para prejuízo Operações não prorrogadas - Risco BB + Terceiros Provisão Operações Vencidas + 90 dias Operações Vencidas + 90 dias/operações não Prorrogadas - %¹ 1,7 1,5 1,3 0,6 0,6 Provisão/Operações não prorrogadas - % 2,9 2,8 2,6 2,4 2,2 Baixa para prejuízo Operações prorrogadas - Risco BB Provisão Operações Vencidas + 90 dias Operações Vencidas + 90 dias/operações Prorrogadas - % 5,6 10,1 7,0 3,9 4,1 Provisão/Operações prorrogadas - % 25,2 23,4 24,2 23,5 23,7 Baixa para prejuízo Operações não prorrogadas - Risco BB Provisão Operações Vencidas + 90 dias Operações Vencidas + 90 dias/operações não Prorrogadas - % 1,7 1,5 1,3 0,7 0,6 Provisão/Operações não prorrogadas - % 3,0 2,8 2,6 2,5 2,3 Baixa para prejuízo Simulação Oper. não Pror. sem Efeito Arrasto das Pror. a - Risco BB + Terceiros b - Provisão Risco médio (b/a) 1,62 0,93 1,44 0,59 0,55 c - Risco BB d - Provisão Risco médio (d/c) 1,66 0,94 1,46 0,59 0,56 (1) No cálculo do índice foi computado o atraso proveniente de operações em atraso com risco de terceiros. * Não contempla as operações do Banco Votorantim Carteira de Crédito no Exterior e BV As tabelas a seguir demonstram a Carteiras Externa e Carteira BV por nível de risco. Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

59 Tabela 70. Carteira de Crédito no Exterior por Nível de Risco Set/10 Jun/11 Set/11 hões Saldo Provisão Comp. % Saldo Provisão Comp. % Saldo Provisão Comp. % AA , , ,4 A , , ,6 B , , ,1 C , , ,3 D , , ,4 E , , ,0 F 0 0 0, , ,0 G 8 5 0, , ,0 H , , ,1 Total , , ,0 AA-C , , ,4 D-H , , ,6 Tabela 71. Carteira Banco Votorantim (50%) Set/10 Jun/11 Set/11 hões Saldo Provisão Comp. % Saldo Provisão Comp. % Saldo Provisão Comp. % AA , , ,2 A , , ,9 B , , ,2 C , , ,6 D , , ,8 E , , ,5 F , , ,8 G , , ,8 H , , ,1 Total , , ,0 AA-C , , ,0 D-H , , ,0 Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

60 3.3. Carteira de Crédito Renegociada Na tabela a seguir é apresentada a carteira de crédito renegociada de operações em atraso, cujo saldo atingiu R$ milhões em set/11, com redução de 30,9% em relação ao mesmo período de 2010 e 7,7% frente a jun/11. O índice de inadimplência acima de 90 dias dessa carteira apresentou queda de 200 pontos base em relação a set/10, enquanto que o percentual de cobertura foi de 261,0% em set/11. Tabela 72. Carteira de Crédito Renegociada¹ hões Set/10 Jun/11 Set/11 Carteira de Crédito Renegociada Saldo de Provisão Inadimplência + 90 dias Provisão/Carteira 24,7% 22,8% 23,4% Inadimplência + 90 dias/carteira 11,0% 6,0% 9,0% Índice de Cobertura 224,4% 377,0% 261,0% (1) refere-se ao saldo da carteira de crédito renegociada de operações em atraso. Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

61 3.4. Concentração Na análise da concentração da carteira de crédito ampliada, observamos um aumento da exposição aos 100 maiores tomadores de 23,5% em set/10 para 25,1% ao final de set/11. As informações sobre a concentração do crédito não consideram a carteira do BV. Tabela 73. Concentração da Carteira de Crédito nos 100 Maiores Tomadores Período 1º Cliente (%) Saldo 2º ao 20º (%) Saldo 21º ao 100º (%) Saldo A exposição dos 100 maiores clientes tomadores em relação ao Patrimônio de Referência aumentou para 152,4% em set/11, ante 117,1% ao final de jun/11 e 122,6% em set/10. A relação entre a exposição do maior cliente tomador de crédito em relação ao Patrimônio de Referência encerrou set/11 em 14,6%, com acréscimo de 130 pontos base em relação ao registrado ao final de set/10. Tabela 74. Concentração da Carteira de Crédito dos 100 Maiores Tomadores % em relação ao PR A seguir apresentamos a concentração da carteira de crédito por macrossetor: 100 maiores (%) hões Saldo Dez/09 2, , , , Mar/10 2, , , , Jun/10 2, , , , Set/10 2, , , , Dez/10 2, , , , Mar/11 2, , , , Jun/11 2, , , , Set/11 2, , , , Período 1º Cliente (%) Saldo 2º ao 20º (%) Saldo 21º ao 100º (%) Saldo 100 maiores (%) hões Saldo Dez/09 15, , , , Mar/10 12, , , , Jun/10 16, , , , Set/10 13, , , , Dez/10 15, , , , Mar/11 15, , , , Jun/11 12, , , , Set/11 14, , , , Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

62 Tabela 75. Concentração da Carteira de Crédito por Macrossetor hões Var. % Macrossetor Set/10 Part.% Jun/11 Part.% Set/11 Part.% s/set/10 s/jun/11 Petroleiro , , ,1 19,4 1,4 Alimentos de Origem Vegetal , , ,5 11,8 8,0 Metalurgia e Siderurgia , , ,9 22,6 7,5 Serviços , , ,9 32,8 20,6 Alimentos de Origem Animal , , ,3 9,2 (0,7) Automotivo , , ,4 11,7 5,2 Construção Civil , , ,5 28,7 3,8 Energia Elétrica , , ,8 38,5 5,4 Transportes , , ,1 23,1 4,0 Telecomunicações , , ,3 (0,6) (1,0) Comércio Varejista , , ,6 33,1 4,2 Têxtil e Confecções , , ,5 20,2 3,8 Papel e Celulose , , ,4 1,4 15,3 Eletroeletrônico , , ,9 26,9 17,9 Demais Atividades , , ,9 318,9 66,5 Insumos Agrícolas , , ,5 11,3 8,7 Químico , , ,4 30,3 3,6 Madeireiro e Moveleiro , , ,9 27,1 4,0 Comércio Atacadista e Ind. Diversas , , ,5 4,8 (7,8) Bebidas , , ,9 (48,0) (47,8) Couro e Calçados , , ,9 15,5 (2,1) Total , , ,0 25,5 7,7 Carteira de Crédito Interna Carteira de Crédito Externa Garantias TVM Total * Não contempla as operações do Banco Votorantim. Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

63 4 - Ativos de Liquidez Nos ativos rentáveis destaca-se a evolução do saldo dos Ativos de Liquidez exceto TVM e Operações de Crédito e Leasing. A elevação dos Depósitos a Prazo, dentro dos passivos onerosos, foi o item mais representativo do crescimento. Tabela 76. Ativos Rentáveis¹ vs. Passivos Onerosos² 1 Disponibilidades em Moeda Estrangeira, TVM, Aplicações Financeiras, Operações de Crédito, Leasing, Depósito Compulsório Rentável e Outros Ativos Rentáveis. 2 Poupança, Depósitos Interfinanceiros, Depósitos a Prazo, Captações no Mercado Aberto, Obrigações por Empréstimos no Exterior, Obrigações por Repasse, Fundos Financeiros e de Desenvolvimento, Dívida Subordinada, Instrumento Híbridos de Capital e Dívida e Obrigações com TVM no exterior. Em relação aos Ativos Totais, observa-se a elevação da participação dos Ativos de Liquidez exceto TVM tendo em vista o crescimento das Captações do Mercado Aberto. Tabela 77. Composição dos Ativos A tabela abaixo demonstra a composição da carteira de TVM por categoria. Destaque para a redução no saldo de Títulos Disponíveis p/ Venda, decorrente de resgates de títulos emitidos por clientes pessoa jurídica, forma alternativa às linhas de crédito tradicionais. Tabela 78. Carteira de Títulos por Categoria Saldos V ar. % Se t/10 Part. % Jun/11 Part. % Se t/11 Part. % s /Se t/10 s /Jun/11 A tivos Rentáveis , , ,9 19,3 4,6 Demais A tivos , , ,1 18,9 7,0 Total , , ,0 19,2 5,0 Passivos Onerosos , , ,5 22,9 5,6 Demais Passivos , , ,5 10,8 3,7 Total , , ,0 19,2 5,0 Saldos V ar. % hões Set/10 Part. % Jun/11 Part. % Set/11 Part. % s /Set/10 s /Jun/11 Ativos Totais , , ,0 19,2 5,0 A tivos de Liquidez exceto TV M , , ,7 22,8 6,4 Títulos e V alores Mobiliários , , ,7 15,4 2,7 Operações de Crédito e Leasing , , ,1 18,7 4,7 Crédito Tributário , , ,5 5,3 6,4 Demais A tivos , , ,9 21,6 6,0 Saldos V ar. % hões Se t/10 Part. % Jun/11 Part. % Se t/11 Part. % s /Se t/10 s /Jun/11 Títulos e V alore s M obiliários , , ,0 15,4 2,7 Títulos Disponíveis p/ Negociação , , ,8 24,2 13,6 Títulos Disponíveis p/ Venda , , ,4 13,8 (5,7) Títulos Mantidos até o V encimento , , ,5 (4,8) 2,1 Instrumentos Financ. Derivativos , , ,3 53,6 62,7 Tabela 79. Carteira de Títulos por Prazo - Valor de Mercado Até 1 ano 1 a 5 anos 5 a 10 anos Acim a de 10 anos hões Saldo Part. % Saldo Part. % Saldo Part. % Saldo Part. % Total Dez/ , , , , Mar/ , , , , Jun/ , , , , Set/ , , , , Dez/ , , , , Mar/ , , , , Jun/ , , , , Set/ , , , , Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

64 A tabela seguinte apresenta o Saldo de Liquidez, diferença entre os Ativos e Passivos de Liquidez. Tabela 80. Saldo da Liquidez Saldos Var. % hões Set/10 Part. % Jun/11 Part. % Se t/11 Part. % s /Se t/10 s /Jun/11 Ativos de Liquide z (A) , , ,0 19,2 4,6 Disponibilidades , , ,1 114,4 4,2 Aplicações Interfinanceiras , , ,7 16,3 6,7 TVM (exceto vincul. ao Bacen) , , ,2 15,4 2,7 Pas s ivos de Liquide z (B) , , ,0 17,8 1,9 Depósitos Interfinanceiros , , ,5 21,1 17,6 Captações no Mercado Aberto , , ,5 17,6 1,0 Saldo da Liquide z (A-B) ,6 9,4 Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

65 5 - Captações As captações do Banco do Brasil no mercado doméstico foram impulsionadas no trimestre, principalmente, pela expansão do volume em depósitos a prazo e de investimento e pelas captações no mercado aberto. Tabela 81. Captações de Mercado A seguir são apresentadas as participações de mercado do Banco do Brasil nas captações de mercado do Sistema Financeiro Nacional*. Figura 17. Participação de Mercado das Captações do BB Saldos V ar. % hões Se t/10 Part.% Jun/11 Part.% Se t/11 Part.% s /Se t/10 s /Jun/11 Depósitos à V ista , , ,4 (2,4) (5,8) Depósitos de Poupança , , ,5 11,4 7,1 Depósitos Interfinanceiros , , ,2 21,1 17,6 Depósitos a Prazo e de Investimento , , ,2 31,4 7,9 Depósitos Judiciais , , ,4 22,6 2,5 Captações no Mercado A berto , , ,7 17,6 1,0 TOTAL , , ,0 19,5 4,3 R$ bilhões 32,8 33,1 33,2 32,5 33,0 33,4 33,4 23,7 24,0 23,9 23,7 23,5 23,5 22,9 56,5 55,0 59,0 59,0 63,5 59,6 61,1 57,6 75,7 78,7 81,5 85,7 89,3 90,5 89,2 95,5 Dez/09 Mar/10 Jun/10 Set/10 Dez/10 Mar/11 Jun/11 Set/11 Dez/09 Mar/10 Jun/10 Set/10 Dez/10 Mar/11 Jun/11 Set/11 Depósitos à Vista Part. de Mercado - % Depósitos de Poupança Part. de Mercado - % 25,8 26,3 25,4 24,6 25,0 25,5 26,1 26,2 25,7 25,0 24,2 23,6 24,5 25,0 193,5 197,9 192,7 192,0 204,7 219,0 234,2 252,8 498,4 500,5 510,6 513,9 519,0 561,3 589,0 614,2 Dez/09 Mar/10 Jun/10 Set/10 Dez/10 Mar/11 Jun/11 Set/11 Dez/09 Mar/10 Jun/10 Set/10 Dez/10 Mar/11 Jun/11 Set/11 Depósitos a Prazo Part. de Mercado - % Captações de Mercado Part. de Mercado - % *As informações de participação no Sistema Financeiro são provenientes do site 50 maiores bancos do Banco Central. A última posição disponível até a divulgação deste relatório era de Jun/11. No 3T11, o montante captado pelo Banco do Brasil no exterior apresentou expansão em relação ao trimestre anterior, liderado pelo crescimento nas carteiras de Interbancário e Repo, que registraram, respectivamente, os maiores incrementos absoluto e relativo dos grupos de maior representatividade. Na comparação com igual período do ano anterior, destaque para as captações no mercado Interbancário e Emissões no mercado internacional de capitais, que apresentaram os maiores crescimentos absolutos. A inclusão dos saldos das contas do Banco Patagonia contribuiu para o crescimento das captações. Em junho foram: US$ milhões na Pessoa Jurídica; US$ milhões na Pessoa Física; US$ 63 milhões no Interbancário; US$ 25 milhões em Emissões; e US$ 21 milhões em Repo. Em setembro, esses saldos foram de: US$ milhões na Pessoa Jurídica; US$ milhões na Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

66 Pessoa Física; US$ 65 milhões no Interbancário; US$ 42 milhões em Emissões; e US$ 29 milhões em Repo. Tabela 82. Captações no Exterior US$ milhões Saldos Var. % Produtos Se t/10 Part.% Jun/11 Part.% Se t/11 Part.% s /Se t/10 s /Jun/11 Interbancário , , ,2 32,7 8,1 Repo , , ,9 51,9 13,9 Pessoa Jurídica , , ,0 7,9 1,9 Special 175 0, , ,9 68,0 13,1 Pessoa Física , , ,7 59,5 1,2 Emissões , , ,2 47,7 (3,6) TOTAL , , ,0 34,5 2,8 A tabela a seguir evidencia as captações em ser do Banco do Brasil no mercado internacional de capitais. No ano, destaque para a emissão de dívida subordinada no montante de US$ 1,5 bilhão em maio último, captação que foi considerada elegível como capital de Nível II pelo Banco Central do Brasil, incrementando de 47 pontos base o índice Basileia do Banco do Brasil. Tabela 83. Emissões no Exterior Data de Em is são Volum e e m US$ m ilhõe s Prazo em anos Cupom Frequê ncia (%) do Cupom Pre ço de Em iss ão Re torno p/ Inve s tidor (%) Spread s / Treasury Rating atual - Outlook Program a ,550 Trimestral 100,000 6, A-/A2 MT ,500 Semestral 99,174 8, A3 S Stand Alone ,750 Semestral 100,000 9,750 - Baa1 P GMTN L3M+0.55 Trimestral 100,000 L3M AAA/Aa2 MT ,250 Trimestral 100,000 5,250 - A-/A2 MT L3M+1.2 Trimestral 100,000 L3M A-/A2 MT L6M+2.55 Semestral 98,250 L6M Baa1 P GMTN ,500 Semestral 100,000 8,500 - Baa1 S Stand Alone ,500 Semestral 99,333 4, Baa1 P GMTN ,000 Semestral 99,451 6, ,5 Baa1 P GMTN ,500 Semestral 100,684 4, Baa1 P GMTN ,375 Semestral 99,361 5, Baa1 P Stand Alone ,500 Anual 99,453 4,625 mid-swap+200 Baa1 P GMTN ,875 Semestral 98,695 6, ,5 Baa1 P Stand Alone Fontes e Usos Os indicadores apresentados na tabela a seguir demonstram a relação entre as fontes de captação e aplicação de recursos no Banco do Brasil. No comparativo de 12 meses e trimestral pode-se observar que o crescimento dos depósitos totais ocorre em ritmo mais acelerado do que a carteira de crédito, o que explica o aumento das disponibilidades e a diminuição da relação entre crédito e depósitos. O incremento dos depósitos totais deve-se, basicamente, ao crescimento das captações em depósitos a prazo após o aumento dos depósitos compulsórios, com objetivo de preservar a liquidez. Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

67 Tabela 84. Fontes e Usos Saldos Var. % hões Set/10 Part.% Jun/11 Part.% Set/11 Part.% s/set/10 s/jun/11 Fontes , , ,0 20,7 6,3 Depósitos Totais , , ,3 20,4 5,9 Obrigações por Repasses no País , , ,5 (1,7) (6,5) Fundos Financeiros / Desenvolvimento , , ,7 5,7 3,5 Dívida Subordinada , , ,3 34,4 9,3 Letras Bancárias , , ,5 271,5 52,9 Captações no Exterior¹ , , ,3 36,4 19,0 Provisão para Risco de Crédito , , ,4 1,3 4,6 Usos , , ,0 20,7 6,3 Disponibilidades , , ,8 25,2 23,5 Carteira de Crédito , , ,3 18,5 5,0 Compulsórios , , ,9 28,0 0,4 Indicadores - % Carteira de Crédito / Depósitos Totais 97,6 96,8 96,0 (1) Inclui Empréstimos no Exterior, Obrigações por TVM no Exterior, Obrigações por Repasses no Exterior e Instrumentos Híbridos de Capital e Divida. Tabela 85. Custo de Depósitos vs. Taxa Selic Saldo Médio 3T10 2T11 3T11 Juros % Selic Saldo Médio Juros % Selic Saldo Médio (1) Representa a soma dos valores referentes aos depósitos à vista, de poupança, de fundos e programas e depósitos judiciais. Juros % Selic Depósitos à Vista Depósitos de Poupança (1.522) 68, (1.689) 67, (1.790) 63,5 Depósitos a Prazo (4.064) 81, (5.286) 82, (6.295) 85,2 Fundos e Programas (178) 58, (156) 57, (154) 55,3 Depósitos Judiciais (1.076) 66, (1.283) 62, (1.448) 63,3 Outros Depósitos (2.810) 90, (3.846) 94, (4.693) 97,2 Depósitos Interfinanceiros (197) 63, (118) 38, (303) 62,8 Core Deposits¹ (2.776) 49, (3.129) 47, (3.392) 47,8 Total de Depósitos (5.783) 63, (7.094) 64, (8.388) 67,6 Tabela 86. Segregação de Depósitos por Prazo de Exigibilidade Sem Até 3 3 a 12 1 a 3 3 a 5 Acima de Total Total Total hões Venc. meses Meses Anos Anos 5 Anos Depósitos a Prazo¹ Depósitos de Poupança Depósitos à Vista Depósitos Interfinanceiros Depósitos para Investimentos Total (1) Inclui os valores de R$ mil (R$ mil em e R$ mil em ) no BB-Banco Múltiplo e R$ mil (R$ mil em e R$ mil em ) no BB-Consolidado, relativos a depósitos a prazo com cláusula de recompra antecipada (compromisso de liquidez), considerados os prazos de vencimento originais. Administração de Recursos de Terceiros O Banco do Brasil, por meio da BB Gestão de Recursos BB DTVM, é líder na indústria nacional de fundos de investimento desde Ao final de setembro de 2011 atingiu o total de R$ 410,8 bilhões em Recursos Administrados e uma participação de mercado de 22,0%. Cabe ressaltar que a participação de mercado do Banco do Brasil chegaria a 22,8% se considerado 50,0% do saldo de recursos administrados pelo Banco Votorantim por meio da Votorantim Asset Management - VAM (R$ 27,8 bilhões ao final do 3º trimestre de 2011). Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

68 Figura 18. Administração de Recursos de Terceiros R$ bilhões 21,1 21,7 22,3 21,4 21,2 22,0 22,3 22,0 393,9 407,7 410,8 306,7 330,1 344,9 350,9 360,2 Dez/09 Mar/10 Jun/10 Set/10 Dez/10 Mar/11 Jun/11 Set/11 Recursos Administrados Participação de Mercado - % O crescimento de 0,8% em Recursos Administrados no trimestre ocorreu em função de valorização de ativos no período, considerando a captação líquida negativa no 3º trimestre de Tabela 87. Rendas de Tarifas com Administração de Recursos de Terceiros Saldos Na classificação dos recursos administrados por tipo de cliente, o segmento Investidor Institucional manteve-se como principal cliente na gestão de recursos. Destaque no trimestre para os fundos direcionados a investidores pessoa jurídica, que apresentaram o maior crescimento em 12 meses, e os direcionados aos investidores institucionais, que registraram crescimento em valores absolutos de cerca de R$ 5,8 bilhões no trimestre. Vale destacar também a evolução em investidor estrangeiro (R$ 2,9 bilhões) no mesmo período. Tabela 88. Fundos de Investimento e Carteiras Administradas por Clientes Var. % hões 3T10 4T10 1T11 2T11 3T11 s /3T10 s /2T11 Administração de Fundos ,2 6,4 Saldos Var. % hões Se t/10 Part.% Jun/11 Part.% Se t/11 Part.% s /Se t/10 s /Jun/11 Investidor Institucional , , ,9 21,6 3,7 Pessoa Física , , ,3 13,4 0,1 Governo , , ,8 10,6 (4,1) Pessoa Jurídica , , ,8 29,1 (3,1) Investidor Estrangeiro , , ,2 8,7 20,2 Total , , ,0 17,1 0,8 Quanto à classificação por tipo, os Fundos de Investimento registraram crescimento expressivo em relação ao mesmo período do ano anterior. A movimentação apresentada na tabela a seguir foi motivada pelo do baixo desempenho do mercado financeiro que resulta na migração de investimentos de renda variável para renda fixa. Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

69 Tabela 89. Fundos de Investimento e Carteiras Administradas por Tipo Saldos Part.% hões Se t/10 Part.% Jun/11 Part.% Se t/11 Part.% s /Se t/10 s /Jun/11 Fundos de Inve s tim entos , , ,9 18,1 1,2 Renda Fixa , , ,5 40,6 2,4 Renda V ariável , , ,9 2,5 (2,6) Multimercado , , ,8 (60,1) (20,2) Outros , , ,7 26,8 9,4 Carteiras Adm inis tradas , , ,1 (7,8) (11,2) Renda Fixa , , ,1 (6,6) (10,5) Renda V ariável 164 0, , TOTAL , , ,0 17,1 0,8 A gestão de recursos no Banco do Brasil é dirigida a todos os segmentos de mercado e, desde 2006, tem atribuída pela Moody s, uma das principais agências de classificação de risco do mundo, nota máxima (MQ1) em Excelência em Qualidade de Gestão. A BB DTVM aderiu ao PRI Principles for Responsible Investment, baseado nas práticas de investimento responsável no mercado global. Esse movimento contribuiu para proporcionar à gestora maior aderência às práticas internacionais na distribuição de seus fundos. Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

70 6 Outros Componentes Patrimoniais 6.1. Impostos Diferidos Crédito Tributário O crédito tributário origina-se principalmente de diferenças intertemporais de Imposto de Renda e Contribuição Social, base negativa de Contribuição Social e Prejuízos Fiscais. Os créditos tributários oriundos de prejuízos fiscais de Imposto de Renda e de base negativa de Contribuição Social representam um benefício fiscal pela possibilidade de sua compensação conforme ocorra geração de base tributável e imposto a pagar (lucro tributável futuro). As diferenças intertemporais representam o direito à compensação de tributo pago antecipadamente sobre uma despesa apropriada no período e não reconhecida, no momento, pela legislação tributária, mas dedutível em momento posterior quando atendidas as regras fiscais, possibilitando a correção de alocação de impostos entre períodos. Essa categoria de créditos tributários representa 85,9% do estoque. Tabela 90. Abertura do Crédito Tributário Ainda em relação aos aspectos tributários, é importante destacar a contratação de operações de Hedge Fiscal, em montante superior aos investimentos mantidos no exterior (over hedge), com o objetivo de anular o efeito da variação cambial sobre o resultado, considerando os impactos fiscais dessas operações. Durante os nove meses do exercício 2011, observou-se a realização de créditos tributários no Banco do Brasil no montante de R$ milhões. Esse montante equivale a 127,8% da projeção de utilização de créditos tributários no exercício de 2011, que constava no estudo técnico elaborado em (R$ milhões). Passivo Fiscal Diferido O passivo fiscal diferido representa o valor do tributo sobre o lucro devido em período futuro relacionado às diferenças temporárias tributáveis. A tabela abaixo mostra a abertura do passivo fiscal diferido: Tabela 91. Abertura do Passivo Fiscal Diferido Saldos Var. % hões Set/10 Part.% Jun/11 Part.% Set/11 Part.% s/set/10 s/jun/11 Diferenças Temporárias , , ,9 9,7 7,8 CSLL Escriturada a 18% (MP 2.158/2001) , , ,4 (13,0) (3,0) Prejuízo Fiscal / Base Negativa 710 3, , ,0 (67,8) 8,3 Superveniência de Depreciação 399 1, , ,7 60,5 (0,3) Total de Crédito Tributário , , ,0 5,3 6,4 IR/ Lair -% 29,4 32,5 26,2 Saldos V ar. % hões Se t/10 Part.% Jun/11 Part.% Se t/11 Part.% s /Se t/10 s /Jun/11 Ganhos A tuariais , , ,3 (0,8) 4,7 A tualização de Depósitos Judiciais 307 4, , ,9 12,9 3,2 Marcação a Mercado 247 3, , ,2 196,1 221,7 Outros , , ,6 (14,5) (3,0) Total das Obrigaçõe s Fis cais Dife ridas , , ,0 4,6 11,1 IR/ Lair -% 29,4 32,5 26,2 Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

71 6.2. Ativo Atuarial O ativo atuarial do Banco do Brasil é influenciado pelo reconhecimento do superávit da Previ Plano I, e é realizado, de forma recorrente, por meio de um método conhecido como corredor, que implica na efetivação de dois tipos de contabilizações. A primeira das contabilizações decorre do reconhecimento da atualização financeira esperada para o superávit. Aplica-se uma taxa atuarial ao superávit (no caso do BB a metade do superávit, por se tratar de um fundo paritário) e deduz-se do valor apurado o custo dos serviços correntes, que são despesas relacionadas aos participantes do plano que ainda estão na ativa. Esse reconhecimento é feito mensalmente, pelo valor de R$ 177 milhões para os meses do 2S11, e não será alterado até que seja realizada a próxima avaliação atuarial de ativos e passivos que será detalhada no parágrafo seguinte. Como mencionado no parágrafo anterior, além do reconhecimento mensal dos rendimentos esperados sobre ativos e passivos, há uma segunda contabilização que se refere à reavaliação de ativos e passivos do plano. É calculado o valor presente justo dos ativos e passivos do plano (premissas atuariais constam da nota explicativa 27) e apurado um superávit. O método corredor implica na dedução de 10% dos ativos e/ou passivos (o que for maior) do superávit ou déficit atuarial, para evitar volatilidade no reconhecimento. Após a dedução desse corredor, o superávit remanescente é dividido por 2, por tratar-se de um plano paritário (50% dos direitos e obrigações pertencem aos participantes e o mesmo percentual pertence ao patrocinador). O montante apurado é o superávit passível de ser reconhecido nesta metodologia. Para apurar quanto desse valor irá sensibilizar o resultado do semestre em questão, confronta-se esse valor passível de reconhecimento com o montante de ativos atuariais que já estão nos ativos da empresa. Sempre que o valor a reconhecer for maior que o montante já reconhecido, parte da diferença deverá ser contabilizada no resultado do mês em que a reavaliação atuarial estiver sendo efetuada. O valor exato a ser reconhecido, no caso do BB, decorre da divisão dessa diferença pelo tempo médio esperado em semestres (já que as reavaliações acontecem sempre ao final de cada semestre) para que todos os funcionários do Plano de Benefícios Definidos se aposentem e, assim, o plano fique inativo. A tabela abaixo demonstra o cálculo utilizado para mensuração do ativo atuarial. Tabela 92. Previ Efeitos da Contabilização Semestral hões 1S10 2S10 1S11 V alor Justo dos Ativos do Plano (a) V alor Presente das Obrigações A tuariais (b) Superávit BB (c) = 50% de [(a) + (b)] Corredor BB (d) = 50% do Máximo Valor entre 10% dos A tivos ou -10% dos Passivos Superávit Deduzido do Corredor (e) = (c) - (d) V alores Reconhecidos Previamente à Contabilização Semestral (f) Montante a Reconhecer (g) = (e) - (f) Tempo Médio Remanescente de Trabalho (em semestres) (h) 7,58 7,14 5,16 Montante Reconhecido no Ajuste Semestral (i) = (g) / (h) A tivo Atuarial ao fim do Período (j) = (f) + (i) Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

72 6.3. Ativos Intangíveis Tabela 93. Ágios nas aquisições de investimentos hões 3T10 4T10 1T11 2T11 3T11 Banco Nos sa Caixa Saldo Amortização acumulada (174) (212) (270) (328) (386) Saldo Líquido de amortização Despesas com amortização no período (38) (38) (58) (58) (58) Banco Votorantim Saldo Amortização acumulada (29) (40) (51) (62) (74) Saldo líquido de amortização Despesas com amortização no período (10) (10) (11) (11) (11) Banco Patagônia Saldo Amortização acumulada (4) (8) Saldo líquido de amortização Despesas com amortização no período (4) (4) Cie lo Saldo Amortização acumulada (18) (36) (57) (78) (98) Saldo líquido de amortização Despesas com amortização no período (18) (18) (21) (21) (21) Dem ais Em pre sas do Conglom erado Tabela 94. Intangível Fluxo Trim e stral Saldo Amortização acumulada (96) (97) (154) (181) (220) Saldo líquido de amortização Despesas com amortização no período (1) (1) (57) (26) (40) hões 3T10 4T10 1T11 2T11 3T11 Dire itos por Aquis ição de Folhas de Pagam e nto Saldo Inicial Despesas com amortização (503) (505) (505) (499) (523) Outros Valores (15) Aquisições Baixas - (318) (6) (165) (198) Saldo final (a) Aquisição/De s envolvim ento de Softw are s Saldo Inicial Despesas com amortização (27) (30) (36) (40) (42) Aquisições (205) Baixas - (31) (9) Outros Valores (0) (0) (0) (0) (0) Saldo final (b) Outros Ativos Intangíve is Saldo Inicial Aquisições Despesas com amortização - (0) (0) (0) (0) Outros Valores - - (0) (0) 0 Saldo final (c) Saldo ( a+ b + c) Tabela 95. Estimativa de Amortização dos Ativos Intangíveis hões Total V alores a A mortizar Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

73 7 - Resultado Financeiro Este capítulo apresenta tanto a análise patrimonial (aplicações e captações) do Banco do Brasil quanto à análise do resultado. Em relação aos itens patrimoniais, evidencia-se a composição dos ativos rentáveis e passivos onerosos, bem como o spread gerencial das operações de crédito. Nas seções de resultado, apresenta-se uma análise volume e taxa com a alocação das variações nas receitas e despesas de juros pela mudança no volume médio dos itens patrimoniais e pela variação da taxa média de juros Análise das Aplicações Tabela 96. Saldos Médios das Contas do BP e Infor. sobre Tx de Juros At. Rentáveis (trimestral) hões Ativos Rentáveis Saldo Médio Juros Taxa Anual.(%) Saldo Médio Juros Taxa Anual.(%) Disponibilidades em Moeda Estrangeira , ,1 TVM + Aplic. Interfinanceiras s/hedge , ,0 Operações de Crédito + Leasing , ,7 Depósito Compulsório Rentável , ,4 Total , ,5 Ativos Não Rentáveis 2T11 Créditos Tributários Demais Ativos Ativo Permanente Total ATIVO TOTAL T11 Tabela 97. Saldos Médios das Contas do BP e Infor. s/ Tx de Juros At. Rentáveis (9 meses acum.) hões Ativos Rentáveis Spread por Carteira Saldo M é dio Juros Taxa Anual.(%) Saldo M é dio A tabela seguinte apresenta o spread gerencial segmentado por operações. O spread é o resultado da margem financeira gerencial dividida pelos respectivos saldos médios. Na apuração da margem financeira gerencial são auferidas inicialmente as receitas financeiras, classificadas por tipo de carteira. Em seguida são deduzidas as despesas financeiras, que são acrescidas do custo de oportunidade definido para cada uma das linhas que compõem as carteiras. No caso das carteiras PF e PJ, o custo de oportunidade é, na maioria das linhas, a taxa média Selic. No caso da carteira agrícola e outros recursos direcionados, o custo de oportunidade é calculado de acordo com a origem do funding e com a necessidade ou não de aplicação obrigatória de parte desse funding. Juros Taxa Anual.(%) Disponibilidades em Moeda Estrangeira , ,0 TVM + A plic. Interfinanceiras s/hedge , ,6 Operações de Crédito + Leasing , ,6 Depósito Compulsório Rentável , ,2 Total , ,0 Ativos Não Rentáveis 9M 10 9M 11 Créditos Tributários Demais Ativos Ativo Permanente Total ATIVO TOTAL Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

74 Tabela 98. Spread por Carteira % 3T10 2T11 3T11 9M 10 9M 11 Ope raçõe s de Cré dito 9,2 8,6 8,8 9,4 8,5 Pessoa Física 16,3 15,4 14,9 16,6 14,6 Pessoa Jurídica 6,1 5,7 6,3 6,3 5,9 A gronegócios 5,5 4,7 5,4 5,6 5,0 De m ais 3,9 3,9 3,1 3,4 3,4 Spre ad Global 6,4 6,2 5,8 6,4 5,8 Resultado com TVM O Resultado de operações com Títulos e Valores Mobiliários encerrou o 3T11 com saldo de R$ milhões, representando um acréscimo de 52,1% em relação ao trimestre anterior. A evolução dessa linha no trimestre pode ser explicada em grande parte pela variação cambial, quando a moeda americana registrou valorização de 18,8% (16,8% somente em setembro). No trimestre, o efeito da variação cambial sobre o resultado de operações com TVM foi de aproximadamente R$ milhões. Também contribuíram para o resultado o acréscimo de 5,5% dos saldos médios patrimoniais em conjunto com aumento de 7,3% na taxa média Selic. Cabe destacar que a tabela abaixo não representa o resultado da tesouraria do Banco do Brasil. São evidenciados os resultados das operações de todo o conglomerado (incluindo empresas não financeiras, BB Banco de Investimento, Banco Votorantim, subsidiárias e agências no exterior) apenas nas operações classificadas pelo Banco Central como TVM / Aplicações Interfinanceiras de Liquidez. Tabela 99. Resultado com Títulos e Valores Mobiliários Fluxo Trim estral Var. % Fluxo 9 M esesl Var. % hões 3T10 2T11 3T11 s /3T10 s /2T11 9M 10 9M 11 s /9M 10 Re s. Títulos e Valore s M obiliários ,9 52, ,3 Res. Títulos de Renda Fixa ,6 55, ,1 Reavaliação - Curva ,9 17, ,5 Resultado das Negociações (4,3) (15,7) ,3 Marcação a Mercado 54 (30) (9) Aplicações Interfinanceiras de Liquidez ,5 13, ,2 Rendas no Exterior ,5 Demais ,3 (44,2) ,4 A figura abaixo apresenta a classificação da carteira de títulos do BB por tipo de indexador. A classificação abaixo não inclui a carteira do BV. Figura 19. Carteira de Títulos e Valores Mobiliários por Indexador (Banco Múltiplo) 25,3% 73,0% 1,7% CDI / TMS Prefixado Outros Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

75 7.2. Análise das Captações Tabela 100. Saldos Médios das Contas do BP e Infor. sobre Tx de Juros Pass. Onerosos (Trimestral) hões Pas s ivos One ros os Saldo M é dio Juros Taxa Anual.(%) Saldo M é dio Juros Taxa Anual.(%) Depósitos de Poupança (1.689) 7, (1.790) 7,9 Depósitos Interfinanceiros (118) 4, (303) 7,8 Depósitos a Prazo (5.286) 9, (6.295) 10,7 Captações no Mercado Aberto (5.076) 11, (5.440) 11,8 Obrigações por Empréstimos no Exterior (37) 1, (3.266) 188,9 Obrigações por Repasses (656) 5, (702) 5,8 Fundos Fin. e de Desenv. + Dív. Subord (102) 1, (257) 3,3 Obrigações com T.V.M. no Exterior (204) 5, (880) 26,1 Recursos de Letras Bancárias (297) 14, (586) 20,1 Total (13.465) 8, (19.519) 12,2 De m ais Pas s ivos 2T11 Depósitos à Vista Outros Passivos Patrimônio Líquido Total PASSIVO TOTAL T11 Tabela 101. Saldos Médios das Contas do BP e Infor. sobre Tx de Juros Pass. Onerosos (9 meses acum.) hões Pas s ivos One ros os Saldo M é dio Juros Taxa Anual.(%) Saldo M é dio Juros Taxa Anual.(%) Depósitos de Poupança (4.040) 6, (5.086) 7,5 Depósitos Interfinanceiros (446) 5, (664) 6,4 Depósitos a Prazo (11.255) 7, (16.308) 9,6 Captações no Mercado Aberto (11.150) 9, (15.079) 11,1 Obrigações por Empréstimos no Exterior (543) 8, (3.333) 48,6 Obrigações por Repasses (1.743) 6, (2.019) 5,3 Fundos Fin. e de Desenv. + Dív. Subord (345) 1, (485) 2,2 Obrigações com T.V.M. no Exterior (376) 5, (1.189) 11,2 Recursos de Letras Bancárias (292) 13, (1.073) 15,9 Total (30.192) 7, (45.236) 9,7 De m ais Pas s ivos 9M 10 9M 11 Depósitos à V ista Outros Passivos Patrimônio Líquido Total PASSIV O TOTAL Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

76 7.3. Análise Volume e Taxa O quadro a seguir apresenta a alocação das variações nas receitas e despesas de juros pela mudança no volume médio dos ativos rentáveis e dos passivos onerosos e pela variação da taxa média de juros sobre esses ativos e passivos, nos períodos em análise. As variações no volume e na taxa de juros foram calculadas com base nas movimentações dos saldos médios durante o período e nas variações das taxas médias de juros sobre os ativos rentáveis e passivos onerosos. A variação de Taxa Média foi calculada pela variação na taxa de juros no período multiplicada pela média dos ativos geradores de receitas ou pela média dos passivos geradores de despesas no primeiro período. A Variação Líquida é a diferença entre as receitas de juros do período presente e do anterior. A variação por Volume Médio é a diferença entre a Variação Líquida e aquela decorrente da Taxa Média. Na comparação trimestral, a valorização de 18,8% da moeda americana foi, em grande parte, responsável pelo aumento de receitas e despesas devido à variação de taxa. Na análise em 12 meses, a formação das receitas líquidas de juros deveu-se principalmente pela boa performance dos saldos médios dos ativos rentáveis, que apresentaram crescimento de 18,8%. Tabela 102. Aumento e Redução de Juros (Rec.e Desp.) Devido às Var. em Vol. e Taxa (Trimestral) hões Ativos Re ntáve is V olum e m é dio (1) 3T11/2T11 Taxa m é dia (2) Variação líquida (3) Volum e m é dio (1) 3T11/3T10 Taxa m é dia (2) Variação líquida (3) Disponibilidades em Moeda Estrangeira Títs. e Vlrs. Mobiliários + A plic. Interf. s/hedge Operações de Crédito + Leasing Depósito Compulsório Rentável Total Pas s ivos One ros os Depósitos de Poupança (75) (26) (101) (174) (94) (269) Depósitos Interfinanceiros (93) (92) (185) (79) (27) (106) Depósitos a Prazo (431) (577) (1.009) (1.383) (848) (2.230) Captações no Mercado Aberto (253) (110) (364) (733) (296) (1.029) Obrigações por Empréstimos no Exterior (494) (2.734) (3.229) (423) (2.801) (3.224) Obrigações por Repasses 36 (82) (46) (90) 15 (75) Fundos Financeiros e de Desenv. + Dívida Subord. (24) (131) (155) (48) (146) (194) Obrigações com T.V.M. no Exterior 6 (682) (676) (257) (516) (773) Recursos de Letras Bancárias (167) (122) (290) (422) (76) (499) Total (1.497) (4.556) (6.053) (3.610) (4.790) (8.399) (1) Variação Líquida Taxa Média (2) (Juros Período Atual / Saldo Período Atual) x Saldo Período Anterior) (Juros Período Anterior) (3) Juros Atual Juros do Período Anterior Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

77 Tabela 103. Aumento e Redução de Juros (Rec.e Desp.) Devido às Var. em Vol. e Taxa (9 meses acum.) hões Ativos Re ntáve is Volum e m é dio (1) 9M 11/9M 10 Taxa m é dia (2) Variação líquida (3) Disponibilidades em Moeda Estrangeira Títs. e Vlrs. Mobiliários + Aplic. Interf. s/hedge Operações de Crédito + Leasing Depósito Compulsório Rentável Total Pas s ivos One ros os Depósitos de Poupança (570) (476) (1.046) Depósitos Interfinanceiros (123) (95) (218) Depósitos a Prazo (2.517) (2.536) (5.053) Captações no Mercado Aberto (1.951) (1.978) (3.929) Obrigações por Empréstimos no Exterior (249) (2.541) (2.790) Obrigações por Repasses (552) 277 (275) Fundos Financeiros e de Desenv. + Dívida Subord. (72) (68) (140) Obrigações com T.V.M. no Exterior (364) (449) (813) Recursos de Letras Bancárias (717) (64) (780) Total (7.266) (7.778) (15.044) (1) Variação Líquida Taxa Média (2) (Juros Período Atual / Saldo Período Atual) x Saldo Período Anterior) (Juros Período Anterior) (3) Juros Atual Juros do Período Anterior Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

78 7.4. Spread Tabela 104. Análise de Volume (Ativos Rentáveis) e Taxa Trimestral 2T11 e 3T11 hões 2T11 3T11 Var. Abs. Volume: Ativos Rentáveis¹ Margem Financeira Bruta Spread - %² 1,4638 1,4136 (0,0502) Ganho/(Perda) com Volume Ganho/(Perda) com Taxa (364) Ganho/(Perda) com Volume e Taxa (16) (1) Saldos Médios (2) Margem Financeira Bruta / (Ativos Rentáveis) Tabela 105. Análise de Volume (Ativos Rentáveis) e Taxa do Período 9M10 e 9M11 hões 9M 10 9M 11 Var. Abs. Volume: Ativos Rentáveis¹ Margem Financeira Bruta Spread - %² 4,7034 4,3399 (0,3635) Ganho/(Perda) com Volume Ganho/(Perda) com Taxa (2.216) Ganho/(Perda) com Volume e Taxa (425) (1) Saldos Médios (2) Margem Financeira Bruta / (Ativos Rentáveis) Figura 20. Evolução do Spread 6,6 6,4 6,4 6,4 6,1 6,0 6,0 5,8 4,4 4,3 4,4 4,7 4,8 4,4 4,2 4,0 4T09 1T10 2T10 3T10 4T10 1T11 2T11 3T11 MFB / (Ativos Rentáveis) - Anualizado MFL / (Ativos Rentáveis) - Anualizado Tabela 106. Margem Líquida de Juros e Margem de Lucro hões 3T10 2T11 3T11 9M 10 9M 11 Saldo Médio Total dos Ativos Rentáveis Saldo Médio Total dos Passivos Onerosos Receita Líquida de Juros (1) Receitas de Juros Despesas de Juros (11.120) (13.465) (19.519) (30.192) (45.236) Demais Componentes da Margem Financeira Bruta (2) M argem Finance ira Bruta Passivos Onerosos / Ativos Rentáveis - % 85,6 86,4 87,9 86,9 86,9 Tx de Juros sobre o Sld Médio dos Ativos Rentáveis (3) (7) - % 13,7 13,7 16,5 12,7 14,0 Tx de Juros sobre o Sld médio dos Passivos Onerosos (4) (7) - % 8,4 8,9 12,2 7,7 9,7 Margem de Lucro Líquida (5) - % 5,3 4,8 4,3 5,0 4,3 Margem Líquida de Juros (6) (7) - % 6,2 5,7 5,4 5,9 5,5 Margem Financeira Bruta / Ativos Rentáveis (7) - % 6,4 6,0 5,8 6,3 5,8 Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

79 (1) Definida como receitas de juros menos despesas de juros. (2) Contém derivativos, contratos de assunção de dívidas, resultado de op. de câmbio, recuperação de créd. baixados como prejuízo, empréstimos de ouro, fundo garantidor de crédito, ganho/perda cambial no exterior e outras receitas com características de intermediação financeira. (3) Receita total de juros dividida pelo saldo médio dos ativos rentáveis. (4) Despesa total de juros total dividida pelo saldo médio dos passivos onerosos. (5) Diferença entre a taxa média dos ativos rentáveis e a taxa média dos passivos onerosos. (6) Receita líquida de juros dividida pelo saldo médio dos ativos rentáveis. (7) As taxas são anualizadas. Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

80 8 - Negócios Não Financeiros 8.1. Rendas de Tarifas No comparativo trimestral e em nove meses, destaque para as receitas de tarifas com cartão de crédito/débito e administração de fundos, impulsionadas pelo aumento da base de clientes e, principalmente, pela estratégia de rentabilização adotada pelo Banco. Tabela 107. Rendas de Tarifas Fluxo Trimestral Var. % Fluxo 9 Meses Var. % hões 3T10 2T11 3T11 s/3t10 s/2t11 9M10 9M11 s/9m10 Rendas de Tarifas ,1 7, ,4 Conta Corrente ,7 3, ,1 Cartão de Crédito / Débito ,5 6, ,5 Administração de Fundos ,2 6, ,3 Operações de Crédito ,9 6, ,8 Cobrança ,0 (0,3) ,1 Seguros, Previdência e Capitalização ,7 (12,4) ,5 Arrecadações ,6 4, ,0 Interbancária ,2 5, ,4 Rendas de Mercado de Capitais (35,9) (8,5) (21,8) Outros ,5 49, ,8 Tabela 108. Base de Clientes e Contas Correntes Fluxo Trimestral Var. % milhares 3T10 4T10 1T11 2T11 3T11 s/3t10 s/2t11 Base de Clientes ,0 0,7 Contas Corrente ,3 0,6 Pessoa Física ,4 0,5 Pessoa Jurídica (0,1) 0,9 Após o processo de revisão da base de contas correntes, ocorrido no primeiro trimestre do ano, observou-se crescimento no período acompanhado pelo aumento da base de clientes. Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

81 8.2. Cartões A base de cartões registrou queda de 3,4% no comparativo com o trimestre anterior. A redução devese à retomada do processo de baixa de cartões não utilizados com o objetivo de racionalizar despesas. Mesmo com uma base menor, o faturamento de cartões apresentou alta de 6,4% sobre o 2T11, resultado do lançamento de novos produtos, como o Ourocard Elo e Ourocard Bônus Celular e de ações promocionais. Destaca-se também o faturamento com o Ourocard Agronegócios e a liderança do BB nos desembolsos com o Cartão BNDES. Figura 21. Base e Faturamento de Cartões 28,6 33,6 30,4 33,7 35,9 88,5 88,6 28,0 27,6 84,4 84,9 82,0 26,6 26,3 22,6 60,5 61,0 57,8 58,6 59,4 3T10 4T10 1T11 2T11 3T11 Cartões de Débito - milhões Cartões de Crédito - milhões Faturamento - R$ bilhões Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

82 8.3. Seguridade A demonstração do resultado de seguridade também é divulgada na nota explicativa (NE) 21, que discorre sobre Operações de Seguros, Previdência Aberta e Capitalização. Contudo, existem diferenças entre o resultado contábil apresentado na referida NE e as informações gerenciais detalhadas neste capítulo. As informações constantes na referida NE foram elaboradas em conformidade com as diretrizes da Deliberação CVM nº 582/2009 (CPC 22), tendo como uma das premissas a obrigatoriedade de informações financeiras individualizadas. Já o índice de seguridade, apresentado neste capítulo, traz o resultado adicionado pelas empresas do Conglomerado que atuam em segmentos estratégicos do ramo de seguridade. Ao resultado líquido dessas empresas (proporcional à participação do BB no capital de cada uma dessas companhias) são acrescentadas as receitas líquidas de corretagem geradas pela BB Corretora e as receitas líquidas de tarifas geradas pelos negócios com seguro ao BB Banco Múltiplo. Reestruturação Societária Em continuidade ao processo de reorganização societária da área de seguros, previdência aberta e capitalização do Banco do Brasil a BB Seguros Participações S.A. ( BB Seguros ), subsidiária integral do BB, e o grupo segurador Mapfre ( Grupo Mapfre ) celebraram Acordo de Parceria para a formação de aliança estratégica, visando à atuação nos segmentos de seguros de pessoas, ramos elementares e veículos, pelo prazo de 20 anos. Em decorrência desse acordo foram criadas duas Sociedades Holdings ( SHs ), com personalidade jurídica de direito privado, participação majoritária do Grupo Mapfre no capital votante, governança compartilhada e atuação segmentada por ramos de seguros e canal de distribuição, conforme demonstrado na figura a seguir: Figura 22. Estrutura Societária Em 30 de junho de 2011, BB Seguros e Grupo Mapfre aportaram os ativos das seguradoras nas SHs, mesma data em que, para equalizar a participação acionária nas duas holdings, BB Seguros desembolsou o valor de R$ 332,6 milhões (conforme Comunicado ao Mercado de 1º de julho de 2011). Em razão da conclusão desses procedimentos, a SH1 passou a controlar as seguradoras Mapfre Vera Cruz Vida S/A, Vida Seguradora S/A e a Companhia de Seguros Aliança do Brasil, e a SH2 passou a controlar as seguradoras Mapfre Vera Cruz Seguradora S/A, Mapfre Riscos Especiais Seguradora S/A, Aliança do Brasil Seguros S/A e Brasilveículos Companhia de Seguros. Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

83 No que diz respeito à estratégia do Conglomerado BB para seus negócios no ramo de títulos de capitalização, prioriza-se a manutenção da liderança histórica do BB no segmento. Neste sentido, o Grupo Icatu foi definido como o parceiro ideal para implementação da estratégia pretendida. Como passo para se chegar à estrutura societária pretendida, a BB Seguros e Sul América Capitalização S.A ( Sulacap ) firmaram, em , contrato de compra e venda de ações, por meio do qual a BB Seguros adquiriu a totalidade da participação acionária detida pela Sulacap na Brasilcap e, cumpridas as condições suspensivas do contrato, a operação financeira foi liquidada em Desta forma, a BB Seguros aumentou sua participação no capital total da Brasilcap de 49,99% para 66,66%. Mercado e Desempenho do Grupo Banco do Brasil Segundo dados da Superintendência de Seguros Privados SUSEP, os prêmios líquidos emitidos pelo mercado segurador brasileiro somaram R$ 26,7 bilhões até o mês de junho/2011, um crescimento de 16,4% ante o mesmo período do ano passado. Os prêmios do ramo de Pessoas alcançaram R$ 9,4 bilhões, o que representa um crescimento de 24,2% frente aos primeiros seis meses de O grupo Banco do Brasil, que considera a parceria com o Grupo Mapfre, participa com R$ 1,4 bilhão neste ramo, tendo posição líder neste mercado. No grupo de Automóveis, observou-se crescimento do mercado de 6,8% nas receitas de prêmios em 12 meses, totalizando R$ 10,1 bilhões. A receita de prêmios desse grupo representa aproximadamente um terço do mercado segurador (34,1%). Considerando a parceria com o grupo Mapfre, o grupo Banco do Brasil ocupa a 2ª colocação neste mercado, com 16,1% de participação. O mercado de Previdência apresentou arrecadação total de R$ 25,1 bilhões nos primeiros seis meses de 2011, crescimento de 26,5% em comparação com o mesmo período do ano anterior. Neste mercado, o Banco do Brasil registrou arrecadação de R$ 8,0 bilhões até junho de 2011, crescimento de 52,3% em comparação com o mesmo período de 2010 e correspondendo a 24,2% de participação do mercado, situando-se na 2ª posição. As provisões dos planos de previdência somaram R$ 235,0 bilhões, expansão de 23,8% em 12 meses, dentre os quais R$ 42,5 bilhões são de contribuição do Banco do Brasil. A receita das empresas de capitalização alcançou R$ 6,6 bilhões até junho de 2011, alta de 15,4% em comparação com o mesmo período do ano anterior. Da mesma forma, as provisões atingiram R$ 18,3 bilhões, contra R$ 16,0 bilhões em junho de Neste mercado, o Banco do Brasil registrou R$ 1,6 bilhão em receitas e R$ 4,5 bilhões em provisões, posicionando-se em 1º lugar em ambos os quesitos. Consolidado A tabela a seguir demonstra o lucro líquido consolidado das empresas de seguridade, conforme nova estrutura societária. Os resultados apresentados consideram integralmente o desempenho das empresas, sem destacar apenas a participação do Banco do Brasil. Neste novo conceito, os setores serão divididos conforme segue: I - BB Mapfre SH1 Participações S.A. ( SH1 ) segmentos de seguros de pessoas, imobiliário e agrícola; II - Mapfre BB SH2 Participações S.A. ( SH2 ) segmentos de seguros de ramos elementares, incluídos os seguros de veículos e excluídos os seguros imobiliário e agrícola: III - Previdência Aberta; IV - Capitalização. Considerando que as operações conjuntas iniciaram em junho/11, o 3T11 passa a ser o primeiro trimestre com números da parceria em todos os meses, sendo ponto zero para as futuras comparações. Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

84 Tabela 109. Demonstração do Resultado Gerencial por Ramo de Atuação 3T11 Se guros Previdê ncia Var. % Total Capitalização Cons olidado hões SH1 SH2 Privada s /3T10 Receitas de Seguros, Prev. e Capitalização ,7 Deduções da Receita (148) (72) (220) (2.458) (705) (3.383) 8,6 Prêmios Ganhos ,3 Sinistros Retidos (285) (762) (1.047) - - (1.047) 153,9 Despesas de Comercialização (201) (354) (555) (40) (48) (644) 157,2 Outras Receitas/(Despesas) Operacionais (20) (34) (54) 167 (4) ,6 Resultado da A tividade ,0 Despesas A dministrativas (39) (160) (199) (65) (19) (283) 100,3 Despesas com Tributos (26) (36) (62) - (5) (67) 117,3 Resultado Financeiro ,2 Resultado Operacional ,4 Resultado Patrimonial 0 (0) (0) - - (0) - Resultado Não Operacional Res. antes da Tribut. s/ o Lucro ,5 IR e Contrib Social (88) (14) (101) (62) (33) (196) 29,0 Participações no Lucro (2) (5) (6) (2) 0 (8) 84,0 Lucro/ (Pre juízo) Líquido ,9 Patrim ônio Líquido M é dio RSPL (Anual) - % 51,2% 3,9% 23,0% 58,0% 169,7% 33,6% - Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

85 Tabela 110. Destaques Operacionais do Grupo Seguridade Saldos Var. % Set/10 Jun/11 Set/11¹ s/set/10 s/jun/11 BB Mapfre SH1² Vidas Seguradas mil ,7 1,0 Volume da Carteira Administrada - hões ,3 8,7 Reservas Técnicas - hões ,1 56,6 Sinistralidade - % 29,1% 35,2% 38,7% 9,6p.p. 3,48p.p. Participação de Mercado ramo rural - % 55,3% 64,7% 60,0% 4,8p.p. -4,7p.p. Participação de Mercado ramo vida - % 12,1% 18,6% 19,4% 7,3p.p. 0,8p.p. Ranking rural 1º 1º 1º Ranking vida 3º 1º 1º BB Mapfre SH2³ Frota mil ,1 5,3 Volume da Carteira Administrada - hões ,5 25,3 Reservas Técnicas - hões ,3 4,5 Sinistralidade - % 68,9% 57,1% 63,9% -5p.p. 6,9p.p. Índice de Retenção da Carteira - % 91,2% 89,1% 97,0% 5,7p.p. 7,9p.p. Participação de Mercado - % 8,0% 14,7% 13,9% 5,9p.p. -0,7p.p. Ranking 5º 2º 1º Brasilcap Quantidade de Títulos(Exceto Incentivo) mil ,7 1,9 Volume da Carteira Administrada - hões ,2 4,2 Reservas Técnicas - hões ,3 3,9 Quantidade de Títulos Premiados (3,4) 89,3 Montante de Prêmios Distribuídos (35,1) (21,7) Participação de Mercado arrecadação - % 23,2% 23,5% 23,8% 0,6p.p. 0,2p.p. Participação de Mercado reservas - % 24,5% 24,1% 24,3% -0,1p.p. 0,2p.p. Ranking - arrecadação 1º 1º 1º Ranking - reservas 1º 1º 1º Brasilprev Índice de Resgates - % 7,9% 8,4% 8,9% 1p.p. 0,5p.p. Contratos Ativos mil (38,8) 3,6 Volume da Carteira Administrada - hões ,8 5,6 Reservas Técnicas - hões ,8 5,7 Participação de Mercado arrecadação - % 20,2% 22,6% 23,2% 3p.p. 0,7p.p. Participação de Mercado reservas - % 16,3% 17,9% 18,2% 1,9p.p. 0,3p.p. Ranking Arrecadação 2º 2º 2º Ranking Reservas 3º 3 3 (1) Os rankings de participação de Mercado são disponibilizados pela SUSEP e tal posição tem como data base o mês de Junho de (2) Os dados apresentados anteriores a junho/11 referem-se à empresa Aliança do Brasil. (3) Os dados apresentados anteriores a junho/11 referem-se à empresa Brasilveiculos; Índice de Seguridade O Índice de Seguridade reflete a participação do segmento de Seguridade no Resultado do Conglomerado, ou seja, o quanto as empresas dos ramos de Seguros, Previdência Aberta e Capitalização contribuíram com a formação do lucro líquido do Conglomerado Banco do Brasil. Tabela 111. Índice de Seguridade Consolidado Fluxo Trimestral Var. % hões 3T10 2T11 3T11 s/3t10 s/2t11 Resultado de Seguridade ,9 1,8 Receita Líquida de Corretagem ,2 4,3 Receita Líquida de Tarifas de Serviços ,1 (15,8) Equivalência Patrimonial ,5 5,6 Lucro Recorrente do BB (0,2) (20,3) Índice de Seguridade (%) 13,5% 12,5% 15,9% - - Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

86 Apesar de o Resultado de Seguridade ter apresentado leve crescimento na comparação trimestral, é importante ressaltar que, a partir de junho/11, as receitas que compõem este resultado passaram a ser divididas com a Mapfre, em proporções equivalentes às participações societárias. A redução na receita líquida de tarifas de serviços, na visão trimestral, ocorreu em função da menor participação societária nas empresas, que será mais que compensada pela equivalência patrimonial, oriunda das empresas da Mapfre. Índice Combinado Ampliado O Índice Combinado Ampliado expressa o percentual de Prêmios Ganhos e Resultado Financeiro consumido pelas Despesas Operacionais e Administrativas com o negócio de seguros (Sinistros Retidos, Despesas de Comercialização, Despesas Administrativas e Outras Receitas/Despesas Operacionais). É válido salientar que, em decorrência da nova estrutura societária do grupo de seguridade do Banco do Brasil, a série será apresentada apenas no formato consolidado, já que a visão por ramo, hoje distribuída nas holdings SH1 e SH2, não existem dados suficientes para montar série histórica. Figura 23. Índice Combinado Ampliado 80,6% 73,3% 75,3% 82,4% 77,6% 83,4% T10 3T10 4T10 1T11 2T11 3T11 Outras Receitas / Despesas Sinistros Margem Operacional ICA Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

87 8.4. Mercado de Capitais Mercado Doméstico O Banco do Brasil atua no mercado de capitais doméstico por meio do BB Banco de Investimento S.A. BB-BI, com foco tanto para investidores de Varejo, valendo-se de sua ampla rede de distribuição, bem como investidores institucionais. O BB atua, desde de 2000, na qualidade de Instituição Depositária de ativos escriturais e oferece aos emissores de valores mobiliários, estrutura, qualidade e soluções tecnológicas, com atendimento customizado e acesso on-line e em tempo real a informações relativas às bases acionárias, de cotistas e demais investidores. Aos investidores destas empresas, o Banco do Brasil disponibiliza sua rede de agências em território nacional e funcionários altamente capacitados. De acordo com Ranking divulgado pela Anbima, no terceiro trimestre de 2011, o BB-BI participou de 41 emissões de títulos de renda fixa, entre notas promissórias e debêntures, totalizando volume de R$ 12,1 bilhões. No segmento de securitização, no 3T11, o BB coordenou e distribuiu 1 (uma) emissão de cotas de Fundo de Investimentos em Direitos Creditórios FIDC no valor de R$ 300 milhões, em regime de melhores esforços de colocação, através de oferta pública com esforços restritos. No mercado de Renda Variável, o BB-BI coordenou 3 ofertas públicas que somaram R$ milhões, e participou como co-manager em 04 ofertas de distribuição de valores mobiliários. Em termos de distribuição, o BB alcançou o 9º lugar no ranking Anbima, com 2,6% de participação de mercado, e foi o 1º colocado no ranking Anbima de Distribuição de Renda Variável com 60,4% de participação de mercado no acumulado dos últimos 12 meses. No mercado de comercialização de Ouro, o BB foi responsável pelo volume de R$ 31,2 milhões em negociações, no período compreendido entre julho e setembro de 2011, o que representou uma evolução de 460% se comparado ao mesmo período de As transações com Ouro tiveram grande incremento no 3º Trimestre, impulsionadas pelas incertezas que acometem os mercados globais. No segmento de custódia de ativos, o Banco encerrou o período em 3º lugar no ranking Anbima, com R$ 503 bilhões custodiados que representam 22,1% de participação de mercado. No mercado de fusões e aquisições, o BB-BI participou de 2 das 73 operações anunciadas, as quais somaram R$ 349 milhões, ficando em 12º lugar no ranking Anbima acumulado até 30 de junho - último dado disponível até o fechamento deste relatório. Na indústria de private equity, o BB-BI atua desde 2004 como investidor e, atualmente, é cotista de 13 fundos. A partir de 2007, passou a prestar serviços de assessoria econômico-financeira a Fundos de Investimento em Participações, atuando como assessor em 4 fundos investidos. O total de capital comprometido pelo BB-BI na indústria de private equity é de até R$ milhões. Tabela 112. Informações Consolidadas Referentes aos FIP's/FMIEE's - 3T11 hões Mercado Internacional Capital Comprometido do Fundo BB-BI Participação (%) FIP Angra Infra Estrutura 697,5 8,6 Logística Brasil FIP 462,0 13,0 FIP Brasil Energia 1.040,0 5,8 InfraBrasil FIP 824,0 7,3 FIP COLISEU 1.330,0 15,0 FIP Redentor Até Até 28,6 Rio Bravo Nordeste II FMIEE 131,8 15,2 Jardim Botânico VC I - FMIEE 100,0 20,0 Fundotec II FMIEE 77,4 15,5 Brasil Agronegócio FIP 840,0 19,1 Brasil Sustentabilidade FIP 421,0 9,5 Fundo Brasil de Governança Corporativa - FIP 600,0 13,8 Fundo Brasil de Internacionalização de Empresas - FIP 360,0 24,4 No mercado de capitais internacional, o BB, por meio de suas corretoras externas BB Securities Ltd (Londres) e Banco do Brasil Securities LLC (Nova Iorque), atuou em 11 das 50 operações de captação externa realizadas por empresas, bancos e governo brasileiro, das quais 8 na condição de Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

88 lead-manager e 3 como co-manager. Do total de aproximadamente US$ 29,8 bilhões emitidos nos três primeiros trimestres, o BB participou em cerca de US$ 7,4 bilhões. Adicionalmente, a BB Securities Ltd atuou em 3 operações de emissores estrangeiros, sendo 1 como lead-manager e 2 comanager, que totalizaram US$ 2,7 bilhões e EUR 750 milhões. Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

89 9 - Despesas Administrativas 9.1. Recursos Humanos Na comparação em doze meses, o crescimento da linha de Despesas de Pessoal deve-se principalmente ao reajuste salarial concedido na data-base de setembro/2010, ao reajuste das provisões administrativas pela inflação do período de outubro/2010 a setembro/2011 e ao aumento do quadro de pessoal em cerca de funcionários em relação ao 3T10, reflexo ainda do Programa de Revitalização do Varejo. A variação observada em Previdência Complementar de 29,5% em relação ao mesmo período de 2010, refere-se ao reconhecimento do Passivo Atuarial do Economus, plano de previdência do BNC, cujo valor será realizado por um período de 42 meses. O decréscimo das Despesas com Treinamento em 33,8% em relação ao mesmo período do ano anterior, deve-se ao maior gasto com programas de graduação e pós-graduação em 2010, como também às reversões de provisão e recuperação de despesas contabilizadas no 3T11. Tabela 113. Despesas de Pessoal A figura seguinte apresenta a evolução do quadro de pessoal do BB. O programa para rentabilizar a base de clientes continua através da abertura de novas agências e a readequação do modelo de atendimento, com uma melhor alocação de funcionários envolvidos diretamente com o atendimento nas agências, explicando o crescimento observado. Figura 24. Evolução do Quadro de Pessoal Fluxo Trimestral Var. % Fluxo 9 Meses Var. % hões 3T10 2T11 3T11 s/3t10 s/2t11 9M10 9M11 s/9m10 Despesas de Pessoal (3.186) (3.364) (3.481) 9,3 3,5 (8.973) (9.990) 11,3 Proventos (1.436) (1.856) (1.674) 16,5 (9,8) (4.330) (5.000) 15,5 Benefícios (438) (459) (477) 8,9 3,9 (1.296) (1.380) 6,5 Encargos Sociais (557) (599) (605) 8,7 1,0 (1.577) (1.741) 10,4 Treinamento (21) (15) (14) (33,8) (7,9) (53) (40) (24,9) Previdência Complementar (55) (72) (71) 29,5 (1,3) (155) (211) 35,6 Honorários de Diretores e Conselheiros (14) (14) (15) 7,8 6,8 (42) (42) 0,8 Provisões Administrativas de Pessoal (665) (348) (625) (6,1) 79,4 (1.520) (1.576) 3, Set/10 Dez/10 Mar/11 Jun/11 Set/11 Total Funcionários Estagiários Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

90 9.2. Estrutura Operacional Os avanços observados nas despesas apresentaram-se em linha com os reajustes contratuais realizados e o crescimento orgânico das operações, além disso, foram parcialmente compensados pelas ações de controle das despesas do Banco e pelos ganhos de sinergia pela incorporação do BNC. Tabela 114. Outras Despesas Administrativas Rede de Atendimento Com abrangência nacional e presença em municípios brasileiros, além de dependências externas distribuídas em 23 países, o BB possui a maior rede de agências do Brasil. Adicionalmente à rede de distribuição própria, o BB possui parcerias para o compartilhamento de terminais de autoatendimento e utilização da rede de lotéricas onde é possível realizar saques, depósitos, pagamentos, entre outros serviços. Além de reduzir custos com novos investimentos e com manutenção dos terminais, essas parceiras consolidam o atendimento pulverizado e nacional da rede do Banco do Brasil. Dentro da estratégia de atendimento por meio de correspondentes, o BB venceu em maio/2011, o processo licitatório para exploração da rede do Banco Postal da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (Correios). Com isso, a partir de 1º de janeiro de 2012, pelo prazo de cinco anos, o BB terá acesso à rede de distribuição dos Correios, com pontos presentes em 95% dos municípios brasileiros. Essa aquisição permitirá ao BB antecipar a estratégia de estender seus pontos de atendimento em todo o País e estar em 100% dos municípios brasileiros até Com o acordo, essa meta será atingida em 2012 e, por conseguinte, a das receitas provenientes dessa atuação. Tabela 115. Rede de Distribuição Total Fluxo Trim e s tral Var. % Fluxo 9 M e s e s Var. % hões 3T10 2T11 3T11 s /3T10 s /2T11 9M 10 9M 11 s /9M 10 Outras De s pe s as Adm inis trativas (2.541) (2.522) (2.727) 7,4 8,2 (7.524) (7.796) 3,6 Comunicação e Processamento de Dados (553) (434) (495) (10,5) 14,1 (1.762) (1.466) (16,8) A mortização e Depreciação (301) (322) (322) 7,0 (0,1) (880) (961) 9,2 Serv. de Vigilância, Segurança e Transporte (357) (374) (424) 18,8 13,4 (1.024) (1.171) 14,4 Imóveis e Bens de Uso (344) (392) (418) 21,6 6,8 (1.025) (1.177) 14,8 Marketing e Relações Públicas (137) (162) (131) (4,0) (18,8) (421) (420) (0,1) Serviços de Terceiros (465) (481) (525) 13,0 9,1 (1.321) (1.449) 9,7 Demais Despesas A dministrativas (384) (357) (412) 7,2 15,3 (1.091) (1.151) 5,5 Re de Própria Fluxo Trim e s tral Se t/10 Jun/11 Se t/11 s /Set/10 s /Jun/11 A gência ,6 0,9 SA A ,8 0,8 Postos de Atendimento (1,8) (1,9) Subtotal ,1 (0,4) Coban ,7 (1,3) Re de Com partilhada A tabela seguinte apresenta a rede de agências do BB por Região do País. V ar. % CEF - lotéricas ,5 0,2 Banco 24h ,1 (0,0) Subtotal ,4 0,1 Total ,6 (0,4) Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

91 Tabela 116. Rede de Agências por Região A rede externa é composta por 48 dependências localizadas em 23 países (13 agências, 8 subagências, 11 escritórios de representação, 7 subsidiárias, 6 subsidiárias sucursais, 2 unidades de serviços compartilhados e 1 unidade de negócios). Em complemento a essa estrutura, o Banco do Brasil mantém acordo com outras instituições financeiras no exterior para atendimento aos seus clientes: ao final de setembro último, havia bancos atuando como correspondentes do BB em 136 países. Tabela 117. Rede de Distribuição no Exterior BB SFN Part. % Norte ,3 Nordeste ,9 Centro-Oeste ,7 Sudeste ,7 Sul ,3 Total ,2 Agê ncias Subagê ncias Es critórios de Re pre s e ntação Subs idiárias e Subs idiárias Sucurs ais Unidade s de Se rviços Com partilhados Unidade s de Ne gócios A ssunção Cidade do Leste Caracas Banco do Brasil AG Buenos A ires Gifu Cidade do México Banco do Brasil Securities LLC BB USA Servicing Center BB Europa Servicing Center Roma Frankfurt Gunma Dubai BB Leasing Company Ltd. Grand Cayman Hamamatsu Hong Kong BA MB Brazilian A merican Merchant Bank La Paz Ibaraki Lima BB Securities Ltd. Londres Londres Nagano Luanda BB USA Holding Company Madri Nagóia Montevidéu BB Money Transfers, Inc. Miami Santa Cruz de La Sierra Panamá Banco do Brasil AG - Sucursal em Portugal - Cascais Milão Seul Banco do Brasil AG - Sucursal em Portugal - Marquês de Pombal Nova Iorque Washington Banco do Brasil AG - Sucursal em Portugal - Parque das Nações Paris Xangai Banco do Brasil AG - Sucursal em Portugal - Porto Santiago Banco do Brasil AG - Sucursal em Portugal - Costa da Caparica Tóquio Banco do Brasil AG - Sucursal em Portugal - Lisboa Canais Automatizados A rede de atendimento do Banco do Brasil constitui-se em diferencial estratégico disponibilizando uma ampla gama de serviços aos clientes, além de apoiar a instituição na estratégia de controle de custos. No gráfico abaixo são discriminados os números dessa rede, apresentando o número de terminais da rede própria do BB, as máquinas oriundas de parcerias estratégicas, como os terminais externos da Caixa Econômica Federal (CEF), do Banco Regional de Brasília (BRB) e a rede de Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

92 atendimento do Banco 24h. Devido à estratégia de renovação do parque tecnológico, que faz parte do Programa de Revitalização do Varejo, os terminais de autoatendimento estão sendo trocados por terminais modernos que agregam funções de saque e depósito em um mesmo equipamento. Figura 25. Terminais de Autoatendimento Set/10 Dez/10 Mar/11 Jun/11 Set/11 TAA: BRB + CEF TAA: Banco 24h Terminais de Autoatendimento Os terminais são responsáveis pelo processamento de parcela expressiva do total de operações bancárias realizadas pelo Banco do Brasil. A figura seguinte mostra que 92,9% de transações são realizadas por canais alternativos ao final do 3T11. A variação na linha COBAN e Outros refere-se a inclusão dos convênios de débito automático que passaram a ser informados a partir 1T11. Figura 26. Transações por Canal de Atendimento - % 91,8 93,0 92,9 92,7 92,9 6,8 6,1 9,1 9,1 9,2 10,7 12,1 10,1 10,5 10,5 8,2 7,0 7,1 7,3 7,2 15,3 18,7 18,4 18,6 18,7 21,0 19,8 20,9 20,7 20,8 38,1 36,4 34,4 33,9 33,7 3T10 4T10 1T11 2T11 3T11 COBAN e Outros POS Caixa Internet PJ Internet PF TAA Trans. Automatizadas Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

93 9.3. Outras Informações do Resultado As demais variações relevantes nas outras receitas e despesas operacionais são apresentadas nas tabelas a seguir. Tabela 118. Outras Receitas Operacionais Fluxo Trim e s tral V ar. % Fluxo 9 M e s e s V ar. % R$ m ilhõe s 3T10 2T11 3T11 s /3T10 s /2T11 9M 10 9M 11 s /9M 10 Outras Re ce itas Ope racionais ,4 6, ,9 Recuperação de Encargos e Despesas (63,3) 4, (56,1) A tualização de Depósitos em Garantia ,6 2, ,5 A tualiz. dos Fundos de Dest. do Superávit - Previ ,9 (22,4) ,2 Demais ,1 24, ,8 Em Outras Despesas Operacionais, cabe destacar: a) Parceiros Comerciais: refere-se à despesa decorrente de parcerias, principalmente no Banco Votorantim; b) Operações com Cartões de Crédito / Débito: despesas relacionadas, principalmente, ao aumento do gasto com o programa de relacionamento Pessoa Física (programa de pontos do cartão) e das taxas sobre volume de vendas; c) Prêmios Pagos a Clientes: representam, principalmente, convênios para captação de Depósitos Judiciais; d) Verba de Relacionamento Negocial: decorre, principalmente, de negociações para aquisição de folhas de pagamento de órgãos da Administração Direta e Indireta; e) No grupo Demais, a evolução de 263,8% no trimestre deve-se principalmente ao registro de R$ 26,2 milhões de Despesas com Provisões sobre Outros Créditos sem característica de Operações de Crédito frente a reversão ocorrida nesse mesmo item no 2T11 pelo montante de R$ 199 milhões. Tabela 119. Outras Despesas Operacionais Fluxo Trim e s tral V ar. % Fluxo 9 M e s e s V ar. % hões 3T10 2T11 3T11 s /3T10 s /2T11 9M 10 9M 11 s /9M 10 Outras De s pe s as Ope racionais (2.604) (2.776) (3.014) 15,7 8,6 (7.486) (8.500) 13,5 Atualização das Obrigações A tuariais (210) (275) (226) 7,5 (17,8) (868) (720) (17,0) Despesas das Empresas Ligadas não Financeiras (313) (377) (456) 45,9 21,0 (883) (1.196) 35,3 Parceiros Comerciais (316) (112) (158) (49,9) 41,1 (878) (460) (47,6) Operações com Cartões de Crédito / Débito (217) (302) (311) 43,2 3,1 (658) (871) 32,3 Prêmios Pagos a Clientes (169) (347) (371) 120,3 7,2 (436) (1.043) 139,3 Atualização de Depósitos em Garantia (80) (109) (114) 43,2 4,7 (337) (323) (4,1) Atualização de Instrum. Híbridos de Capital e Dívida (73) (47) (61) (16,6) 28,7 (230) (164) (28,8) Descontos Concedidos em Renegociação (116) (78) (67) (41,7) (13,3) (259) (207) (20,2) A mortização/liquidação A ntecipada de Contratos (98) (92) (71) (27,2) (22,4) (125) (211) 68,5 A mortização de Á gio em Investimentos (67) (144) (140) 108,3 (3,2) (157) (432) 174,2 Falhas/Fraudes e Outras Perdas (71) (268) (54) (23,5) (79,7) (186) (404) 117,1 V erba de Relacionamento Negocial (503) (499) (523) 4,0 4,9 (1.509) (1.528) 1,2 Demais (371) (126) (460) 23,8 263,8 (2.467) (2.468) 0,1 Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

94 9.4. Indicadores de Produtividade Nesta seção são apresentados os indicadores de produtividade normalmente utilizados para análise de instituições financeiras. Em doze meses, o desempenho favorável das receitas de prestação de serviços e o controle das despesas administrativas determinaram melhoria tanto no índice que mede a cobertura das despesas de pessoal, quanto daquele que mede a cobertura das despesas administrativas. O indicador de eficiência com base acumulada em 12 meses permite uma análise com menor volatilidade, sobretudo na comparação com trimestres pares (2T e 4T). Nessa visão, observou-se melhora de 300 pontos base na comparação 3T11-3T10 e estabilidade na comparação com o 2T11. Tabela 120. Índices de Cobertura sem Ítens Extraordinários Fluxo Trim e s tral hões 2T10 3T10 4T10 1T11 2T11 3T11 Receitas de Prestação de Serviços Despesas A dministrativas Despesas de Pessoal RPS/De s pe s as de Pe s s oal¹ 125,4 120,2 135,5 127,4 130,5 122,6 RPS/ De s pe s as Adm inis trativas ² 70,5 66,3 72,5 70,0 72,2 70,5 (1) No cálculo desse índice estão incluídas as Demandas Trabalhistas. (2) No cálculo desse índice está incluído o Risco Legal (Demandas Cíveis e Trabalhistas). Tabela 121. Índices de Eficiência sem Ítens Extraordinários A tabela seguinte apresenta outros indicadores de resultado utilizados. Tabela 122. Outros Indicadores de Produtividade Fluxo Trim e s tral hões 2T10 3T10 4T10 1T11 2T11 3T11 Re ce itas Ope racionais (A) Resultado Bruto da Interm. Financeira Prov. p/ Créd. de Liquidação Duvidosa Receitas de Prestação de Serviços Res. de Part. em Coligadas e Controladas 29 (89) (36) (20) (140) 558 Res de Op. com Seg., Previd. e Capitaliz Outras Receitas Operacionais Outras Despesas Operacionais (2.556) (3.007) (3.367) (2.882) (3.753) (3.098) De s pe s as Adm inis trativas (B) Despesas de Pessoal Outras Despesas A dministrativas Índice de Eficiê ncia (B/A) - % 42,7 45,0 39,0 40,9 39,7 44,9 Índice de Eficiê ncia 12 m e s e s - % 44,0 44,1 42,6 41,8 41,1 41,1 Fluxo Trim estral 2T10 3T10 4T10 1T11 2T11 3T11 Ativos por Colaborador Contas Corrente por Colaborador Colaboradores/(Agências+PAA+PAB) 17,0 17,2 17,2 17,5 17,9 18,0 Funcionários em Agências/(Agências+PAA+PAB) 11,4 11,8 11,9 12,2 12,5 12,6 Carteira de Crédito / Pontos de Atendimento - h 17,9 18,5 19,5 19,8 20,8 21,9 RPS/Pontos de Atendimento - 216,2 220,9 230,2 222,6 237,9 257,0 Despesa de Pessoal por Funcionário - 27,9 29,7 30,1 28,6 30,0 30,7 Contas Corrente/(Agências+PAA+PAB) Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

95 10 - Gestão de Riscos Gestão dos Riscos A Gestão dos Riscos O gerenciamento de riscos no Conglomerado Financeiro do Banco do Brasil contempla de forma abrangente os riscos de crédito, de mercado, de liquidez e operacional. As atividades de gerenciamento são realizadas por estruturas específicas e especializadas, conforme objetivos, políticas, estratégias, processos e sistemas descritos em cada um desses riscos. Não obstante as atividades estarem focadas nos riscos de crédito, de mercado, de liquidez e operacional, o Banco adota mecanismos para garantir a suficiência de capital para cobertura de outros riscos incorridos. A gestão colegiada dos riscos é realizada de forma totalmente segregada das unidades de negócios. As políticas de risco são determinadas pelo Conselho de Administração do Banco e pelo Comitê de Risco Global - CRG, um fórum composto pelo Presidente e Vice-presidentes. As ações para implantação e acompanhamento das diretrizes emanadas do CRG são conduzidas em subcomitês específicos (Crédito, Mercado e Operacional), que são fóruns constituídos por Diretores. Para conhecer mais sobre o processo de gestão de riscos no Banco do Brasil, acesse o website bb.com.br/ri. As tabelas e gráficos constantes deste capítulo não consideram as informações contábeis do Banco Votorantim (BV), a menos que haja referência explícita em contrário. Nesse sentido, define-se a expressão BB Consolidado como Banco do Brasil no país e exterior exclusive BV Risco de Crédito Risco de Crédito é definido como a possibilidade de ocorrência de perdas associadas ao não cumprimento pelo tomador ou contraparte de suas respectivas obrigações financeiras nos termos pactuados, à desvalorização de contrato de crédito decorrente da deterioração na classificação de risco do tomador, à redução de ganhos ou remunerações, às vantagens concedidas na renegociação e aos custos de recuperação. A definição de risco de crédito compreende, entre outros: I - o risco de crédito da contraparte, entendido como a possibilidade de não cumprimento, por determinada contraparte, de obrigações relativas à liquidação de operações que envolvam a negociação de ativos financeiros, incluindo aquelas relativas à liquidação de instrumentos financeiros derivativos; II - o risco país, entendido como a possibilidade de perdas associadas ao não cumprimento de obrigações financeiras nos termos pactuados por tomador ou contraparte localizada fora do País, em decorrência de ações realizadas pelo governo do país onde localizado o tomador ou contraparte, e o risco de transferência, entendido como a possibilidade de ocorrência de entraves na conversão cambial dos valores recebidos; III - a possibilidade de ocorrência de desembolsos para honrar avais, fianças, coobrigações, compromissos de crédito ou outras operações de natureza semelhante; e IV - a possibilidade de perdas associadas ao não cumprimento de obrigações financeiras nos termos pactuados por parte intermediadora ou convenente de operações de crédito. No Banco do Brasil, a estrutura de gerenciamento do risco de crédito é composta pelas Diretorias de Gestão de Riscos, Diretoria de Crédito e Diretoria de Reestruturação de Ativos Operacionais, sendo o diretor de Gestão de Riscos, por meio de indicação do Conselho de Administração, o responsável pelo gerenciamento do risco de crédito do Banco. Essa estrutura está em consonância à Resolução CMN 3.721, de 30/04/ Risco de Mercado Risco de Mercado reflete a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes da flutuação nos valores de mercado de posições detidas por uma instituição financeira. Inclui os riscos das operações sujeitas à variação cambial, das taxas de juros, dos preços de ações e dos preços de mercadorias (commodities). A Diretoria de Gestão de Riscos (Diris), conforme previsto na Resolução 3.464, de , é responsável pelo gerenciamento do risco de mercado e de liquidez no Banco do Brasil, com estrutura para gerenciamento dos riscos de mercado e de liquidez compatível com a natureza das operações, Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

96 a complexidade dos produtos e a dimensão da exposição aos riscos da instituição, segregada das unidades de negociação e da unidade executora da atividade de auditoria interna. O BB utiliza métodos estatísticos e de simulação para mensurar os riscos de mercado das suas exposições. Entre as métricas resultantes da aplicação destes métodos, destacam-se: I - Sensibilidades, II - Valor em Risco (VaR) e III - Estresse. O Banco do Brasil adota política de gerenciar a exposição cambial de forma a minimizar seus efeitos sobre o resultado do Consolidado Econômico-Financeiro. Apresentamos, a seguir, o demonstrativo dos ativos, passivos e derivativos do BB Consolidado referenciados em moedas estrangeiras. A exposição cambial líquida, para , é passiva no valor de US$ 711,6 milhões, o que reflete a estratégia de hedge fiscal adotada pelo Banco. O hedge fiscal objetiva reduzir a volatilidade do resultado, após os efeitos tributários, haja vista que os ganhos com a variação cambial dos investimentos no exterior não são tributados e, similarmente, as perdas não geram dedução na base tributária. Tabela 123. Balanço em Moedas Estrangeiras hões CONTAS PATRIMONIAIS MOEDA ATIVO PASSIVO Dólar dos EUA Euro Libra Esterlina Iene Franco Suíco Ouro 17 - Demais Total Posição Líquida - Patrim oniais (7.884) DERIVATIVOS MOEDA COMPRADO VENDIDO Dólar dos EUA Euro Libra Esterlina Iene Franco Suíço - 58 Demais Total Posição Líquida - Derivativos TOTAIS PATRIMONIAIS E DERIVATIVOS Posição Líquida Total (1.320) Posição Líquida Total - Em US$ (712) A exposição cambial regulatória do BB Consolidado, calculada conforme a Circular Bacen 3.389, de 25 de junho de 2008, é da ordem de R$ 1.258,2 milhões para a data de 30 de setembro de O gráfico a seguir evidencia o comportamento da exposição cambial do BB Consolidado, em relação ao Patrimônio de Referência (PR), trimestralmente, desde setembro de Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

97 Figura 27. Evolução da Exposição Cambial em % do PR 0,09% 1,63% 0,09% 0,11% 0,69% 0,15% 0,11% 0,13% 0,07% 1,88% 0,68% 0,79% 1,06% 0,77% 0,08% 0,47% 0,69% 0,94% 1,16% 0,68% 0,87% Set/09 Dez/09 Mar/10 Jun/10 Set/10 dez-10 mar-11 jun-11 set-11 Compensação "Parcela G" ¹ Outras Moedas Cesta de Moedas ¹ Conforme Circular Bacen 3.389, de , a parcela G é o valor adicional à exposição cambial do conglomerado caso a exposição no País e a exposição da rede de agências no exterior apresentem posições opostas. Nessa situação é adicionada a menor parcela em valor absoluto. Balanço por Indexador Apresentamos a seguir a composição dos ativos e passivos, inclusive derivativos, do BB Consolidado, detalhada por indexador: Figura 28. Composição dos Ativos e Passivos do BB no País Ativo Passivo 416,4 266 Prefixado CDI/TMS/FACP IRP/TBF/TR INDICE DE PREÇO TJLP Moeda Estrangeira/Ouro/RV Sem Indexador Ativo: Crédito Tributário; Permanente Passivo: PL; Prov. Administrativa ,3 24,8 25,7 129,6 12,9 41,5 215,2 174,7 6,8 25, ,7 93,1 O gráfico a seguir evidencia os descasamentos líquidos por indexador do BB Consolidado: Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

98 Figura 29. Posição Líquida do BB Consolidado R$ bilhões ,24% 150,4 1,95% 18,0-0,1-0,8-0,01% 0,45% -1,4-0,15% -4,2 0,45% -51,7-110,4-5,58% -11,92% PREFIXADO INDICE DE PREÇO TJL P S/INDEX Moeda Estrangeira/ /OURO/RV CDI/TMS/FACP PL/outros IRP/TBF/TR Demonstrativo do Perfil de Repactuação das Taxas de Juros Apresentamos, a seguir, tabela contendo o estoque de operações sensíveis às variações nas taxas de juros, alocados por fator de risco e por prazo de indexação de taxa de juros do BB Consolidado: Tabela 124. Perfil de Repactuação das Taxas de Juros 30/09/2011 Ativos Passivos Ativos < 1 Meses 1 > 3 Meses 3 > 6 Meses 6 > 12 Meses 1 > 3 Anos > 3 Anos Total Prefixado CDI/TMS TR/TBF/IRP Índice de Preço TJLP US$/ME Total - Ativos Passivos Prefixado CDI/TMS TR/TBF/IRP Índice de Preço TJLP US$/ME Total - Passivos Gap (74.364) Gap Acumulado (26.624) (8.020) Gap Acumulado como % Ativos (que rendem juros) 11,0% -47,7% 45,0% 33,9% 39,4% 10,8% 6,0% Nota: estão considerados a totalidade dos depósitos em conta-corrente - R$ 46,8 bilhões - em passivos prefixados. Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

99 Risco de Liquidez Risco de Liquidez é definido como a ocorrência de desequilíbrios entre ativos negociáveis e passivos exigíveis - "descasamentos" entre pagamentos e recebimentos que possam afetar a capacidade de pagamento da instituição, levando-se em consideração as diferentes moedas e prazos de liquidação de seus direitos e obrigações. O Banco do Brasil mantém níveis de liquidez adequados aos compromissos da Instituição assumidos no Brasil e no exterior, resultado da sua ampla e diversificada base de depositantes e da qualidade dos seus ativos, da capilaridade da sua rede de dependências externas e de acesso ao mercado internacional de capitais. O rigoroso controle do risco de liquidez está em consonância com a Política de Risco de Mercado e de Liquidez estabelecida para o Conglomerado, atendendo às exigências da supervisão bancária nacional e dos demais países onde o Banco opera. A gestão do risco de liquidez do Banco do Brasil segrega a liquidez em Reais da liquidez em Moedas Estrangeiras. Para tanto, utiliza os seguintes instrumentos: I - Mapas de Descasamento de Prazos; II - Projeções de Liquidez de Curto, Médio e Longo Prazos; III - Teste de Estresse; IV - Limites de Risco de Liquidez; V - Plano de Contingência de Liquidez; e, VI - Teste de Potencial das Medidas de Contingência de Liquidez. Os instrumentos de gestão do risco de liquidez são periodicamente monitorados e reportados aos Comitês Estratégicos da instituição. A figura seguinte apresenta o acompanhamento da Reserva de Liquidez em Moeda Nacional do Banco. Figura 30. Reserva de Liquidez em Moeda Nacional set/10 out/10 nov/10 dez/10 jan/11 fev/11 mar/11 abr/11 mai/11 jun/11 jul/11 ago/11 set/11 Liquidez Média Reserva de Liquidez A figura abaixo apresenta o acompanhamento da Reserva de Liquidez em Moeda Estrangeira do Banco. Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

100 Figura 31. Reserva de Liquidez Moeda Estrangeira set/10 out/10 nov/10 dez/10 jan/11 fev/11 mar/11 abr/11 mai/11 jun/11 jul/11 ago/11 set/11 Liquidez Média Reserva de Liquidez O indicador de Disponibilidade de Recursos Livres (DRL), outro limite de risco de liquidez utilizado pelo BB, visa assegurar equilíbrio entre captação e aplicação de recursos da carteira comercial da área interna e garantir o financiamento da liquidez em moeda nacional com recursos comerciais e estruturais. O limite do DRL, definido anualmente pelo Comitê de Risco Global (CRG) de acordo com as metas de captações e aplicações comerciais, é o parâmetro utilizado no planejamento e na execução do orçamento da instituição e seu monitoramento é realizado sob periodicidade mensal. Figura 32. Indicador DRL set/10 out/10 nov/10 dez/10 jan/11 fev/11 mar/11 abr/11 mai/11 jun/11 jul/11 ago/11 set/11 DRL Mensal DRL Limite Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

101 A manutenção da Liquidez em moeda nacional e em moeda estrangeira, acima dos limites de risco estabelecidos, conforme apresentado nas figuras 4, 5 e 6, permitiram a execução do planejamento estratégico dos negócios da empresa em níveis confortáveis de exposição ao risco de liquidez Risco Operacional Risco Operacional representa a possibilidade de perdas resultantes de falha, deficiência ou inadequação de processos internos, pessoas e sistemas, ou decorrente de eventos externos. Esta definição inclui a possibilidade de perdas decorrentes do risco legal que está associado à inadequação ou deficiência em contratos firmados pela instituição, bem como a sanções em razão do descumprimento de dispositivos legais e a indenizações por danos a terceiros decorrentes das atividades desenvolvidas pela instituição. A estrutura de gestão do risco operacional no Banco do Brasil é composta pelas Diretorias de Gestão de Riscos, Controles Internos e Gestão da Segurança. Na página da Internet do BB, site de relações com investidores, estão disponíveis, com maior detalhamento, informações acerca da estrutura de gerenciamento e do processo de gestão do risco operacional. Em cumprimento ao cronograma estabelecido no Comunicado Bacen , de , o BB vem implementando ações visando a adoção de modelos avançados para risco operacional. Destacase a condução de plano de candidatura que visa qualificar o Banco, observadas as orientações divulgadas no Comunicado , de , que envolvem a utilização de quatro elementos essenciais: Base de Dados Internos, Base de Dados Externos, Análise de Cenários e Fatores de Controles Internos e Ambiente de Negócios. Nesse trimestre, o Banco do Brasil participou da construção de biblioteca sobre cenários em conjunto com outros bancos associados ao consórcio ORX - Operational Riskdata exchange Association. O conteúdo desta biblioteca poderá ser utilizado pelos associados na gestão, bem como na modelagem do risco operacional. No mesmo período, o BB também revisou suas políticas de gerenciamento de risco operacional, buscando aderência aos requisitos de Basiléia II, à Resolução CMN e às melhores práticas do mercado. A tabela a seguir apresenta o acompanhamento das perdas operacionais do BB, realizada por categorias de eventos de perda, em termos percentuais, não considerando aquelas provenientes do Banco Votorantim. Ressalta-se que, a partir do 3º trimestre de 2010, o BB passou a considerar as constituições/reversões de provisões no total apurado de perdas operacionais para as categorias Problemas Trabalhistas e Falhas nos Negócios. Tabela 125. Acompanhamento das Perdas Operacionais Cate goria de Eve nto de Pe rda 3T10 4T10 1T11 2T11 3T11 Problemas Trabalhistas 37,6% -18,7% 19,2% 0,4% 51,7% Falhas nos Negócios 43,8% 70,0% 54,1% 68,1% 33,2% Fraudes e Roubos Externos 11,1% 15,8% 17,5% 19,0% 9,4% Falhas em Processos 5,7% 31,5% 6,7% 8,7% 4,2% Danos ao Patrimônio Físico 0,2% 0,2% 0,7% 1,0% 0,5% Fraudes Internas 1,6% 1,2% 1,7% 2,6% 0,9% Falhas de Sistemas 0,0% 0,0% 0,1% 0,2% 0,1% Interrupção das Atividades 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% Total 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

102 10.2. Estrutura de Capital O Índice de Basileia foi apurado segundo os critérios estabelecidos pelas Resoluções CMN n.º 3.444/2007 e n.º 3.490/2007, que tratam do cálculo do Patrimônio de Referência (PR) e do Patrimônio de Referência Exigido (PRE), respectivamente. Nesta divulgação as informações relativas ao Banco Votorantim (BV) foram consolidadas pelo Método de Equivalência Patrimonial (MEP). Desempenho O Banco do Brasil encerrou o terceiro trimestre de 2011 com Patrimônio de Referência 10,5% superior ao observado em setembro de 2010 e 5,3% em relação a junho de 2011, atingindo R$ milhões. O índice de capital (K) do Banco do Brasil encerrou setembro em 13,9%, superior ao mínimo exigido pelo Banco Central. O índice de Basileia apresentado indica um excesso de patrimônio de referência de R$ 16,2 bilhões, o que permite a expansão de até R$ 147,2 bilhões em ativos de crédito, considerando a ponderação de 100%. Encontra-se em análise, pelo Banco Central, captação de letras financeiras subordinadas para classificação como capital Nível 2 que, caso aprovado, eleva o índice de basileia para 14,05% permitindo a expansão de até R$ 153,6 bilhões em ativos de crédito. Ressalte-se que a Circular n 3515/10 do Banco Cent ral do Brasil, que elevou a exigência de capital para operações de crédito e leasing, entrou em vigor no 3T11 (jul/11), fato que aumenta o Patrimônio de Referência Exigido (PRE). Tabela 126. Índice de Basileia Conglomerado Econômico-Financeiro* hões Set/10 De z/10 M ar/11 Jun/11 Se t/11 Patrimônio de Referência - PR Níve l I Capital Social Reservas de Lucros Reservas de Reavaliação (6) (6) (6) (6) (5) A juste ao Valor de Mercado -TV M e Deriv A ções em Tesouraria 1 - (0) (0) (0) Lucros ou Prejuízos Acumulados (0) (0) 0 - (26) Participações Acumuladas nas Minoritárias Contas de Resultado Créd. Trib. Excl. nível I do PR Res.3059 (22) (22) (14) (13) (0) A tivos Diferidos (265) (227) (214) (193) (175) A justes da Marcação a Mercado (283) (203) (188) (219) (388) A dicional de Provisão Instrumentos Híbridos de Capital e Dívida - Nível I Níve l II Dívida Subordinada Instrumentos Híbridos de Capital e Dívida Reservas de Reavaliação A justes da Marcação a Mercado Instrumentos financeiros excluídos do PR (1.293) (5.233) (5.228) (5.444) (5.385) PLE/PRE Risco de Crédito (1) Risco de Mercado (2) Risco Operacional (3) Excesso / Insuficiência de PR Coeficiente K - % 14,21 14,08 14,13 14,38 13,92 *As informações e saldos contábeis do BV deixaram de ser incluídos nos demonstrativos de limites de gestão de riscos e na base de apuração do Índice de Basiléia do Banco, de forma retroativa a (1) Referente à parcela PEPR, conforme circular de 12/09/2007. (2) Referente às parcelas PCAM, PJUR, PCOM e PACS, Circulares a 3.364/2007, 3.366/2007, 3.368/2007 e 3.389/2008. (3) Referente à parcela POPR, conforme circular 3.383, de 30/04/2008. O PRE do BB alcançou o montante de R$ milhões em setembro, aumento de 12,9% em relação a setembro de 2010 e 8,7% em relação a junho de Maior parte da exigência foi ocasionada pela parcela de risco de crédito (PEPR), reflexo principalmente da expansão das operações de crédito. A tabela a seguir apresenta as principais variações nas contas da parcela Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

103 PEPR no terceiro trimestre de 2011 vis-à-vis igual período de 2010, considerando o Consolidado Econômico-Financeiro: Tabela 127. Principais contas da parcela PEPR (Conglomerado Econômico-Financeiro) hões Se t/10 Jun/11 Se t/11 s /Se t/10 s/jun/11 Operações de Crédito ,7 12,3 Outros Direitos (ouro, adiant. ao FGPC, outros adiant.) ,2 3,0 TVM e Derivativos ,1 (1,4) Créditos a Liberar ,4 (4,1) Permanente ,3 14,0 Demais (11,0) 9,7 TOTAL ,5 9,0 Em relação a risco de mercado, apresentamos, na tabela a seguir, o Patrimônio de Referência Exigido em setembro de 2011, por fator de risco. Tabela 128. PRE para Risco de Mercado por Fator de Risco hões Var. % Var. % Fatores de Risco Set/10 Jun/11 Set/11 s/set/10 s/jun/11 PRE Câmbio PRE Taxa de Juros (80,6) 44,0 PRE Commodities , ,4 PRE Ações (96,7) (82,8) PRE Risco de Mercado¹ (77,4) 62,5 (1) Inclui posições do BNC e a participação do BB nas posições do BV O BB optou pela utilização da Abordagem Padronizada Alternativa para risco operacional, de acordo com a Circular Bacen nº O total calculado, R$ milhões, considera valores do Banco Nossa Caixa e do Banco Votorantim, com a inclusão, a partir deste período, das empresas não financeiras. O valor de capital alocado, por Linha de Negócio, corresponde a: Tabela 129. Capital Alocado para Risco Operacional por Linha de Negócio Linha de Ne gócio V alor (R$ m ilhõe s ) Part. % Administração de Ativos 116 3,4 Coligadas e Controladas no País e Exterior 256 7,4 Comercial ,8 Corretagem de Varejo 4 0,1 Finanças Corporativas 52 1,5 Negociação e Vendas ,6 Pagamentos e Liquidações ,6 Serviços de Agente Financeiro 91 2,7 Varejo ,9 TOTAL ,0 Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

104 11. Investimentos Estratégicos 11.1 Informações Tabela 130. Participação no capital das empresas Part icip. T o t al V alo r Cont ábil V alo r Cont ábil R esult ad o d e Eq uivalência A t ivid ad e M 11 Ramo Financeiro - Paí s BB Gestão de Recursos - Distrib de Tít. e Val. M obiliários S.A. Administração de Ativos 100,00% BB Banco de Investimento S.A. Banco de Investimento 100,00% BB Leasing S.A. - Arrendamento M ercantil Arrendamento 100,00% BESC Distribuidora de Títulos e Valores M obiliários S.A. Administração de Ativos 99,62% Banco Votorantim S.A. Banco M últiplo 50,00% Ramo Financeiro Ext erior Banco do Brasil Ag. Viena Bancária 100,00% BB Leasing Company Ltd. Arrendamento 100,00% BB Securities LLc. Administração de Ativos 100,00% BB Securities Ltd. Administração de Ativos 100,00% (2.344) Brasilian American M erchant Bank BAMB Bancária 100,00% (3.563) BB USA Holding Company, Inc Holding 100,00% (432) Banco Patagonia Bancária 51,00% Ramo Segurador, de Previdência e de Capit alização BB Seguros Participações S.A. Seguradora 100,00% BB Aliança Participações Seguradora 74,99% Seguradora Brasileira de Crédito à Exportação SBCE Seguradora 12,09% Nossa Caixa Capitalização S.A. Seguradora 100,00% M apfre Nossa Caixa Vida e Previdência S.A. Seguradora 49,00% (3.449) Outras At ividades Ativos S.A. Aquisição de Créditos 100,00% BB Administradora de Cartões de Crédito S.A. Prestação de Serviços 100,00% BB-Elo Cartões Participações S.A. 100,00% (4.127) BB Administradora de Consórcios S.A. Consórcios 100,00% BB Corretora de Seguros e Administradora de Bens S.A. Corretora 100,00% Cobra Tecnologia S.A. Informática 99,97% (25.978) Cia. Brasileira de Soluções e Serviços CBSS Visavale Prestação de Serviços 49,99% Cielo S.A Prestação de Serviços 28,65% Kepler Weber S.A. Indústria 17,56% Neoenergia S.A. Energia 11,99% Cadam S.A. M ineradora 21,64% (19.094) Cia. Hidromineral Piratuba Saneamento 16,19% Cia. Catarinense de Assessoria e Serviços - CCA Prestação de Serviços 48,13% Companhia Brasileira de Securitização Cibrasec Aquisição de Créditos 12,12% Tecnologia Bancária S.A. Tecban Prestação de Serviços 13,53% (653) BV Participações S.A. Holding 50,00% BB Money Transfers, Inc Prestação de Serviços 100,00% (422) Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

105 11.2. Banco Votorantim Desde 28/09/2009, está em vigor a parceria estratégica entre o BB e a Votorantim Finanças no Banco Votorantim (BV). Conforme anunciado anteriormente, as ações adquiridas pelo BB correspondem a 50% do capital total. A administração do Banco Votorantim e suas subsidiárias é feita por meio das orientações e acompanhamento do Conselho de Administração, em que os acionistas participam de forma paritária. A parceria apresenta forte racional estratégico e visão de longo prazo, tendo permitido ao BB capturar benefícios concretos, como: I) Ampliação da capacidade de originação de ativos no mercado de financiamento ao consumo: a partir do estabelecimento da parceria, a BV Financeira passou a atuar como extensão do BB para realização de financiamento de veículos fora do ambiente de agências. Com isso, sua participação de mercado em novos financiamentos cresceu de 11% em 2008, para aproximadamente 22% nos 9M11. Em consignados, a BV Financeira registrou participação de aproximadamente 6% nos 9M11, contribuindo para consolidar a posição de liderança do BB neste mercado; II) Aquisição de ativos de crédito: por meio de um Instrumento de Acordo Operacional, o BB adquire regularmente carteiras de crédito consignado e de financiamento de veículos originadas pelo BV, em linha com sua estratégia de expansão no segmento de crédito ao consumo. O saldo de ativos adquiridos do BV alcançou R$12,5 bilhões em Set/11, sendo R$8,0 bilhões de financiamento de veículos e o restante de créditos consignados; III) Oferta cruzada de produtos de investimento: a VWM&S e a BB DTVM tem atuado conjuntamente no desenvolvimento e distribuição de fundos de investimento inovadores e customizados de Direitos Creditórios (FIDCs), Imobiliários (FIIs) e de Investimentos em Participações (FIPs). Como exemplos podem ser citados o FIDC Fênix (Lojas Americanas) e os FIIs Imobiliário BB Votorantim JHSF e BB Renda Corporativa I. Em Set/11, também foi lançada a primeira família de FIPs de energia renovável distribuída a pessoas físicas. Batizados de BB Votorantim Energia Sustentável I, II e III, as carteiras têm como objetivo comprar participações em usinas de biomassa, energia eólica e pequenas centrais hidrelétricas (PCHs); IV) Ampliação de canais de distribuição: o BB obtém acesso a canais de distribuição alternativos bem desenvolvidos concessionárias, revendas, promotoras e lojas da BV Financeira. O BB e o BV continuarão a explorar oportunidades adicionais de negócios e sinergias, fortalecendo a parceria estratégica. A consolidação dos demonstrativos contábeis é proporcional à participação do BB no capital social total do BV. Os ativos e passivos passaram a ser consolidados nas demonstrações desde o 3T09 e, as contas de resultado desde o 4T09. Os demonstrativos de gestão de riscos e limites operacionais, por decisão do BACEN, passaram a ser tratados pelo método de equivalência patrimonial a partir de novembro de As tabelas a seguir apresentam os principais números do BV. É apresentada ainda a DRE com Realocações. Cabe destacar que as reclassificações promovidas pelo BV são as consideradas mais adequadas para acompanhamento das especificidades de seu negócio, não sendo necessariamente aquelas adotadas na DRE com Realocações do BB. Informações adicionais podem ser obtidas no site do Banco Votorantim. Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

106 Tabela 131. Banco Votorantim Demonstração Resumida do Resultado Societário Fluxo Trimestral Var. % Fluxo do Período Var. % hões 3T10 2T11 3T11 s/3t10 s/2t11 9M10 9M11 s/9m10 Receitas da Intermediação Financeira ,3 65, ,2 Operações de Crédito ,2 17, ,0 Operações de Arrendamento Mercantil (48,1) (23,6) (34,9) Resultado de Operações com TVM ,3 39, ,0 Resultado com Instrumentos Financeiros Derivativos (917) (654) (1.687) (363) (78,5) Resultado de Operações de Câmbio (8) , ,0 Resultado das Aplicações Compulsórias ,5 4, ,4 Result. Fin. das Op. de Seguros, Previd. e Capitalização Despesa da Intermediação Financeira (1.787) (2.837) (5.892) 229,8 107,7 (5.905) (10.941) 85,3 Operações de Captação no Mercado (1.554) (2.036) (4.117) 164,8 102,2 (4.548) (7.911) 73,9 Operações de Empréstimos, Cessões e Repasses (798) - - (163) (784) 380,9 Provisão para Créd. Liquidação Duvidosa (323) (842) (978) 202,2 16,1 (1.194) (2.246) 88,2 Resultado Bruto da Intermediação Finan (84,7) (76,7) (30,6) Outras Receitas/Despesas Operacionais (695) (686) (383) (44,9) (44,2) (1.846) (1.697) (8,1) Receitas de Prestação de Serviços ,6 (14,2) ,1 Rendas de Tarifas Bancárias ,8 8, ,9 Despesas de Pessoal (211) (210) (235) 11,4 11,8 (551) (650) 17,9 Outras Despesas Administrativas (405) (369) (423) 4,5 14,5 (1.096) (1.135) 3,5 Outras Despesas Tributárias (117) (169) (143) 21,8 (15,6) (345) (473) 37,3 Resultado de Participação em Coligadas e Controladas - (0) (0) - (45,5) - (0) - Result. de Op. com Seguros, Previdência e Capitalização Outras Receitas Operacionais (67,4) 444, (84,5) Outras Despesas Operacionais (791) (296) (84) (89,4) (71,7) (2.113) (614) (70,9) Resultado Operacional (187) (58,0) Resultado Não Operacional (26) 7 (7) (71,9) - (66) 10 - Resultado Antes da Tributação s/ Lucro (194) (55,4) Imposto de Renda e Contribuição Social (173) ,4 (402) 78 - Participações no Lucro (124) (81) (80) (35,2) (1,0) (308) (271) (12,0) Participações Minoritárias nas Controladas ,9 46,6 (0) 0 - Lucro Líquido (85) (38,7) Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

107 Tabela 132. Banco Votorantim Demonstração do Resultado com Realocações Fluxo Trimestral Var. % Fluxo do Período Var. % hões 3T10 2T11 3T11 s/3t10 s/2t11 9M10 9M11 s/9m10 Receitas da Intermediação Financeira ,5 5, ,0 Operações de crédito (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (11) (12) (16) (20) ,9 7, ,6 Operações de arrendamento mercantil (2) (3) (4) (11) (42,0) (23,9) (24,6) Resultado de operações com títulos e valores mobiliários (8) (11) (12) ,7 (9,5) ,1 Resultado de instrumentos financeiros derivativos (9) (10) (11) (12) (13) (14) (203) (405) (253) 24,2 (37,5) (585) (706) 20,8 Resultado das aplicações compulsórias ,5 4, ,4 Despesas da Intermediação Financeira (2.072) (2.439) (2.782) 34,2 14,0 (5.434) (7.408) 36,3 Operações de captação no mercado (11) (12) (14) (15) (1.952) (2.316) (2.647) 35,6 14,3 (5.090) (7.029) 38,1 Operações de empréstimos, cessões e repasses (11) (12) (120) (123) (135) 12,1 9,3 (343) (380) 10,5 Margem Financeira Bruta (1,6) (8,2) ,3 Provisão para créditos de liquidacão duvidosa (1) (16) (389) (897) (1.000) 156,9 11,5 (1.278) (2.430) 90,1 Margem Financeira Líquida (60,0) (35,2) (22,3) Rendas de Tarifas ,2 (1,6) ,3 Receitas de prestação de serviços (2) ,1 (30,7) ,0 Rendas de Tarifas Bancárias (2) ,2 282, ,4 Despesas Tributárias sobre Faturamento (10) (111) (120) (114) 2,7 (4,9) (334) (357) 6,9 Margem de Contribuição (61,7) (37,1) (23,1) Despesas Administrativas (400) (375) (410) 2,6 9,5 (1.080) (1.150) 6,5 Despesas de pessoal (7) (18) (21) (210) (208) (231) 9,7 10,7 (550) (643) 16,8 Outras despesas administrativas (4) (5) (13) (15) (17) (18) (19) (20) (187) (163) (177) (5,7) 8,5 (522) (499) (4,4) Outras despesas tributárias (19) (2) (3) (3) 29,2 (17,2) (8) (8) 10,7 Resultado Comercial (30) (42,6) Risco Legal (50) (71) (68) 35,4 (5,4) (132) (199) 50,6 Demandas Cíveis (17) (19) (27) (37) 95,9 36,8 (53) (87) 64,9 Demandas Trabalhistas (18) (3) (22) (16) 385,8 (27,0) (12) (49) 314,0 Demandas Fiscais (19) (28) (22) (15) (47,5) (34,7) (68) (63) (7,0) Outros Componentes do Resultado 40 3 (0) (2) - Res. de Participações em Coligadas e Controladas - (0) (0) - (0) - Res. De Outras Receitas/Despesas Operacionais 40 3 (0) (2) - Outras receitas operacionais (3) (9) (17) (19) (47,9) 128, (47,2) Outras despesas operacionais (1) (3) (6) (9) (17) (18) (19) (6) (7) (24) 310,0 228,5 (16) (42) 154,7 Resultado operacional (98) (52,8) Resultado não operacional (22) (26) (0) (7) (71,9) 3.518,6 (69) (1) (99,2) Resultado antes da tributação e participação no lucro (105) (50,6) Imposto de renda e contribuição social (8) (10) (169) ,6 (446) (20) (95,5) Participações no lucro (21) (124) (82) (81) (34,7) (1,3) (308) (273) (11,4) Resultado antes da participação de acionistas minoritários (85) (39,9) Participação de acionistas não controladores (81,8) 46,6 (0) 0 - Resultado Recorrente (85) (39,9) Itens Extraordinários (22) ,6 FINOR (22) ,6 Lucro Líquido (85) (38,7) Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

108 Tabela 133. Banco Votorantim Demonstrativo das Realocações hões Fluxo Trimestral Fluxo do Período ITEM DE PARA EVENTO 3T10 2T11 3T11 9M10 9M11 1 Outras Despesas Operacionais Operações de Crédito Ajuste das desp. com Desc. Concedidos (28,4) 9,0 (0,0) (145,9) (4,3) 1 Outras Despesas Operacionais PDD Ajuste das desp. com Desc. Concedidos (76,6) - - (76,6) - 2 Receitas com Prestação de Serviços Operações de Crédito Outras Rec. Op. com Carac. de Interm. Fin. 250,9 251,3 255,7 665,3 734,1 2 Receitas com Prestação de Serviços Arrendamento Mercantil Outras Rec. Op. com Carac. de Interm. Fin. 5,9 2,8 3,0 21,1 6,9 3 Outras Despesas Operacionais Operações de Crédito Out. Rec. / Desp. Op. com Carac. de Interm. Fin. (35,1) (220,4) (7,9) (149,7) (389,0) 3 Outras Despesas Operacionais Arrendamento Mercantil Out. Rec. / Desp. Op. com Carac. de Interm. Fin. 1,7 (0,9) (0,3) (43,9) (1,9) 4 Outras Despesas Administrativas Operações de Crédito Out. Rec. / Desp. Op. com Carac. de Interm. Fin. (190,4) (173,7) (211,0) (517,2) (544,5) 4 Outras Despesas Administrativas Arrendamento Mercantil Out. Rec. / Desp. Op. com Carac. de Interm. Fin. (10,7) (7,2) (7,2) (25,1) (20,5) 5 Outras Despesas Administrativas Operações de Crédito Ajuste em outras desp. Adm. referente a Fianças - (6,0) (7,4) - (19,1) 6 Outras Despesas Operacionais Operações de Crédito Cessão da carteira de crédito (82,4) - - (221,2) 71,0 7 Despesas de Pessoal Operações de Crédito Prêmios sobre Campanhas - (0,1) (2,8) - (2,9) 8 Imposto de Renda e Contribuição Social TVM Ajuste do ef. do benef. fiscal gerado pelos juros isentos 27,4 27,3 25,6 69,3 74,3 9 Outras Rec. / Desp. Operacionais Inst. Financeiros Derivativos Ganho (Perda) Cambial s/ PL Fin. no Ext. (43,5) (29,9) 126,3 (19,4) 79,8 10 Despesas Tributárias s/ Faturamento Inst. Financeiros Derivativos Hedge Fiscal (3,9) (2,9) 7,7 (3,1) 2,9 10 Imposto de Renda e Contribuição Social Inst. Financeiros Derivativos Hedge Fiscal (32,2) (23,7) 62,8 (25,4) 23,9 11 Op. de Crédito / Arrend. Mercantil / TVM / Cap. no Mercado / Empréstimos Cessões e Repasses Inst. Financeiros Derivativos Realoc. de todos os ef. de marcação ao mercado devido ao hedg 399,6 (94,9) 107,5 401,9 147,4 12 Op. de Crédito / TVM / Cap. no Merc. / Emp. Cessões e Repasses Inst. Financeiros Derivativos Realoc. de todos os ef. de marcação ao mercado devido ao hedg 321,6 317,3 (1.422,2) 339,6 (924,4) 13 Outras Despesas Administrativas Inst. Financeiros Derivativos Ajuste das operações de Derivativos (10,7) (8,2) (7,9) (24,1) (22,9) 14 Instrumentos Financeiros Derivativos Captações no Mercado Realocações de BOX de opções (118,2) (85,5) (74,3) (375,4) (255,1) 15 Outras Despesas Administrativas Captações no Mercado Ajuste em outras Desp. Adm. referente a Dívida Subordinada - (3,6) (3,2) - (10,2) 16 Operações de Crédito PDD Despesas de PDD decorrentes das Cessões com Coobrigação (6,3) (54,9) (22,3) (25,1) (113,1) 17 Outras Desp. Adm. / Outras Desp. Op. / Outras Rec. Op. Risco Legal - Demandas Cíveis Ajuste das despesas com demandas cíveis (18,8) (26,9) (36,8) (52,6) (86,8) 18 Desp.de Pessoal / Outras Desp. Adm. / Outras Desp. Op. Risco Legal - Demandas Trabalhistas Ajuste das despesas com demandas trabalhistas (3,3) (22,1) (16,2) (11,9) (49,4) 19 Out. Desp. Adm. / Out. Rec. Op. / Out. Desp. Op. / Out. Desp. Trib. Risco Legal - Demandas Fiscais Ajuste das despesas com demandas fiscais (27,8) (22,3) (14,6) (67,8) (63,1) 20 Outras Despesas Administrativas Operações de Crédito Custos relacionados a produção - (5,6) (7,1) - (12,6) 21 Despesas de Pessoal PLR Encargos PLR - (0,8) (0,5) - (1,9) 22 Resultado não Operacional Itens Extraordinários Resultado com a ativação do FINOR - 7,7-3,0 10,3 Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

109 Glossário (1) Realocação de Outras Despesas Operacionais para Operações de Crédito e PDD correspondente ao montante das despesas com descontos concedidos sobre as operações de crédito, sendo necessária sua realocação para fins de comparabilidade. (2) As receitas de tarifas decorrentes de operações de crédito contabilizadas nas Receitas de Prestação de Serviços com características de Intermediação Financeira foram realocadas para o resultado de Operações de Crédito e de Arrendamento Mercantil. Tabela 134. Banco Votorantim Realocações (Prestação de Serviços) Fluxo Trimestral (3) As Despesas Operacionais diretamente ligadas às operações de crédito foram realocadas para a linha de Operações de Crédito e de Arrendamento Mercantil. (4) As Outras Despesas Administrativas diretamente ligadas às operações de crédito foram realocadas para a linha de Operações de Crédito e Arrendamento Mercantil. (5) As Outras Despesas Administrativas referente a Fianças foram realocadas para a linha de Operações de Crédito. (6) Para fins de melhor comparabilidade, as Outras Despesas Operacionais da cessão da carteira de crédito foram realocada para a linha de operações de crédito. (7) Realocação das despesas com prêmios sobre campanha de Outras Despesas de Pessoal para Operação de Crédito. (8) O efeito do benefício fiscal gerado pelos juros isentos dos títulos emitidos no exterior foi realocado da linha de IR e CSLL para o resultado de TVM. (9) O Ganho (Perda) Cambial sobre o PL Financeiro no Exterior é realocado de Outras Receitas e Despesas Operacionais para o resultado de Instrumentos Financeiros Derivativos de modo a compor a Margem Financeira. (10) Foram realizadas realocações para anular o efeito do Hedge Fiscal. O efeito foi realocado para o resultado de Instrumentos Financeiros Derivativos decorrente das Despesas Tributárias sobre o Faturamento e Imposto de Renda e Contribuição Social. (11) Foram realocados todos os efeitos de marcação a mercado devido ao hedge que se encontra no resultado de Instrumentos Financeiros Derivativos, conforme segue: Tabela 135. Banco Votorantim Realocações (Marcação a Mercado - MKT) Fluxo do Período hões 3T10 2T11 3T11 9M10 9M11 Receitas de Tarifas Bancárias (TC / TLA / TAC) (2) (170) (146) (146) (445) (418) Receitas de Cartões de Crédito (2) (7) (10) (13) (19) (32) Receitas de Garantias Prestadas (Fiança)(2) (31) (34) (37) (113) (105) Tarifa de Avaliação de Bens (2) (49) (64) (63) (109) (172) Tarifas de Operações de Créditos (2) - (1) (1) - (14) Alocação dastarifas em Op. De Crédito + Arrendame Total Fluxo Trimestral Fluxo do Período hões 3T10 2T11 3T11 9M10 9M11 MKT Operações de Crédito (Financeira) (11) (67) - - (120) - MKT Operações de Crédito (Banco) (11) (30) (10) (29) (42) (66) MKT Arrendamento Mercantil (11) (25) - - (53) - MKT Títulos e Valores Mobiliários (11) (292) 37 (448) (217) (451) MKT Captações (11) MKT Empréstimos Cessões e Repasses (11) Alocação dos MKT em Derivativos (11) 400 (95) Total (12) Foram realocados todos os efeitos das variações de moedas, tais como Dólar, Iene, Lira Turca, Euro, entre outras, devido ao hedge que se encontra no resultado de Instrumentos Financeiros Derivativos, conforme segue: Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

110 Tabela 136. Banco Votorantim Realocações (Variação de Moedas) (13) As Outras Despesas Administrativas diretamente ligadas às operações de Derivativos foram realocadas para a linha de Resultado de Instrumentos Financeiros Derivativos. (14) Foi realizada realocação do BOX de opções contabilizado nos Instrumentos Financeiros Derivativos para Captações no Mercado. (15) Ajuste de Outras Despesas Administrativas referente à Dívida Subordinada que foram realocadas para a linha de Operações de Captação no Mercado. (16) As despesas de PDD decorrentes das Cessões efetuadas com Coobrigação e que estão contabilizadas em Operações de Crédito foram realocadas para a linha de Despesas de PDD. (17) a (19) Foram segregadas as Despesas com Demandas Trabalhistas, Cíveis e Fiscais para o grupo denominado Risco Legal, de modo a facilitar a análise das Outras Receitas e Despesas Operacionais, Outras Despesas Administrativas, Outras Despesa Tributárias e Despesas de Pessoal e dar maior transparência a esse tipo de risco. (20) Para melhor comparabilidade, realocamos os custos da produção de Outras despesas Administrativas para Operações de Crédito. (21) Ajuste referente aos encargos com PLR classificados em Despesas de Pessoal e realocados para PLR. (22) Foi realocado da linha de Resultado Não Operacional para a linha de Itens Extraordinários o resultado obtido com a ativação e valoração de cotas do Fundo de Investimento do Nordeste (FINOR). Sumário Destaques do resultado (DRE com Realocações) Fluxo Trimestral Fluxo do Período hões 3T10 2T11 3T11 9M10 9M11 Variação de Moedas Operações de Crédito (12) (301) 39 (177) Variação de Moedas Títulos e Valores Mobiliários (12) (118) 51 (81) Variação de Moedas Captações (12) (295) (259) (222) 808 Variação de Moedas Empréstimos, Cessões e Repasses (12) (239) (164) 633 (208) 375 Alocação das Variações de Moedas em Derivativos (12) (1.422) 340 (924) Total Margem Financeira Bruta A Margem Financeira Bruta fechou o trimestre em R$ milhões, 8,2% inferior à registrada no trimestre anterior e 1,6% menor do que o 3T10. Em relação aos nove primeiros meses do ano, registrou crescimento de 12,3%, totalizando R$ milhões. No trimestre, as receitas de intermediação financeira totalizaram R$ milhões, crescimento de 5,4% em relação ao trimestre anterior e 19,5% sobre o 3T10, impulsionadas principalmente pelas receitas com operações de crédito. No ano, o resultado foi 26,0% superior ao observado no mesmo período de Este desempenho está associado basicamente ao crescimento da carteira de crédito, particularmente no Varejo e Middle Market. As despesas de intermediação financeira registraram, no 3T11, alta de 14,0% e 34,2% em comparação ao 2T11 e 3T10, respectivamente. De janeiro a setembro, o crescimento foi de 36,3% em comparação com os nove primeiros meses de Esse aumento se deve, em parte, ao crescimento do saldo médio dos recursos captados, com alongamento do prazo médio e maior subordinação. Este alongamento do perfil do funding tem sido realizado tanto no mercado externo, por meio de emissões de Eurobonds, como no mercado local, via Letras Financeiras. Outro motivo é o reflexo das variações cambiais e oscilações em índices e taxas de juros, cujos efeitos sobre os custos de captação são em grande parte compensados na linha de resultado com instrumentos financeiros derivativos. No trimestre, a moeda americana registrou valorização de 18,8% frente ao Real. O spread global bruto no 3T11 apresentou redução de 70 pontos base sobre o trimestre anterior, apurado em 5,1%. Sobre igual período de 2010, a queda foi de 90 pontos base. Além disso, a diminuição significativa observada no spread ao longo de 2011 espelha os reflexos das medidas macroprudenciais adotadas pelo Bacen em dezembro de 2010 para redução do crédito. Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

111 Tabela 137. Banco Votorantim Margem Líquida de Juros e Margem de Lucro - trimestral hões 3T10 2T11 3T11 9M10 9M11 Saldo médio total dos ativos geradores de receitas Saldo médio total dos passivos geradores de despesas Receita líquida de juros (1) Receitas de juros Despesas de juros (2.065) (2.431) (2.774) (5.410) (7.384) Demais componentes da Margem Financeira Bruta (2) (171) (376) (218) (496) (592) Margem Financeira Bruta Passivos Onerosos / Ativos Rentáveis - % 89,5 89,8 90,5 89,5 89,8 Tx de juros sobre o sld médio dos ativos geradores de receitas (3) - % 15,9 16,9 16,6 14,9 15,9 Tx de juros sobre o sld médio dos passivos geradores despesas (4) - % 9,7 10,3 11,3 8,9 10,3 Margem de lucro líquida (5) - % 6,1 6,6 5,3 6,0 5,6 Margem líquida de juros (6) - % 6,7 7,2 5,9 6,8 6,5 Spread Global - Margem Financeira Bruta / Ativos Rentáveis - % 6,0 5,8 5,1 6,1 5,8 (1) Definida como receitas de juros menos despesas de juros. (2) Contém derivativos, contratos de assunção de dívidas, resultado de op. de câmbio, recup. de créd. baixados como prejuízo, empréstimos de ouro, fundo garant. de crédito, ganho/perda cambial no exterior e outras receitas com caract. de interm. financ. (3) Receita total de juros dividida pelo saldo médio dos ativos geradores de receitas. (4) Despesa total de juros total dividida pelo saldo médio dos passivos geradores de despesas. (5) Diferença entre a taxa média dos ativos geradores de receitas e a taxa média dos passivos geradores de despesas. (6) Receita líquida de juros dividida pelo saldo médio dos ativos geradores de receitas. Tabela 138. Banco Votorantim Principais Indicadores do Resultado Indicadores - % 3T10 2T11 3T11 Despesas de PCLD sobre Carteira Média 3,2 2,9 3,8 Índice de Eficiência¹ 38,2 33,6 39,6 RSPL Recorrente² 13,7 7,0 - Taxa Efetiva de Imposto 38,8 - - (1) Índice de eficiência calculado pelo Banco Votorantim: (Somatório das Despesas de Pessoal e Outras Despesas Administrativas) (Somatório do Resultado Bruto da Intermediação Financeira, das despesas com PCLD, Receitas de Prestação de Serviços e Resultado de Outras Receitas e Despesas Operacionais). (2) Lucro Líquido Recorrente dividido pelo Patrimônio Líquido Médio. Carteira de Crédito A carteira de crédito do Banco Votorantim fechou o 3T11 com saldo de R$ 64,0 bilhões, com expansão dos segmentos de financiamento ao consumo e Middle Market. A carteira de crédito PF encerrou o 3T11 com saldo de R$ 42,5 bilhões, evolução de 23,5% sobre setembro de 2010, Já a carteira com risco de crédito do segmento Middle Market cresceu 96,5% em doze meses, encerrando setembro de 2011 com saldo de R$ 8,8 bilhões. Cabe destacar o expressivo crescimento da originação de crédito pelo BV, especialmente após a parceria estratégica com o BB. A carteira de crédito total, mesmo descontadas as cessões de carteira realizadas para o Banco do Brasil, e os impactos da Circular Bacen a partir de dezembro de 2010, registrou expansão de 4,5% sobre o trimestre anterior. Na comparação com o 3T10, o crescimento foi de 21,3%. Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

112 Tabela 139. Banco Votorantim Destaques Patrimoniais Fluxo Trimestral Var. % hões Set/10 Jun/11 Set/11 s/set/10 s/jun/11 Ativos ,9 4,3 TVM e Derivativos ,1 (8,0) Carteira de Crédito ,3 4,5 Pessoa Física ,5 3,9 Consignado ,6 3,2 Veículos ,8 5,3 Leasing (16,6) (5,2) Demais (6,7) (9,3) Pessoa Jurídica ,2 5,8 Capital de Giro ,7 4,2 BNDES/Finame ,8 1,8 Nota de Crédito à Exportação (5,5) 9,7 Demais ,5 14,2 Permanente ,7 1,2 Depósitos ¹ ,0 5,6 à Vista ,6 1,3 a Prazo (3,0) 1,3 Judicial Demais (3,0) 1,3 Captação no Mercado Aberto ,1 1,5 Patrimônio Líquido ,4 0,1 ¹ Exceto outros depósitos Tabela 140. Banco Votorantim Carteira de Veículos Set/10 Jun/11 Set/11 Taxa Média por Safra (a.m.) 1,6 2,1 2,0 Prazo médio por safra meses 52,0 48,8 48,6 Duration meses 20,5 21,5 21,1 Taxa média da Carteira - % a.a. 22,9 22,8 22,5 Veículos Usados / Carteira de Veículos - % 78,5 69,1 67,9 Idade Média dos veículos (anos) 5,8 5,1 4,9 Valor Financiado / Valor do Bem - média - % 74,9 67,4 67,5 Inadimplência e Provisão As despesas com provisão para créditos de liquidação duvidosa (PCLD) atingiram R$2.430 milhões nos 9M11, ante R$1.278 milhões registrados no mesmo período de Aproximadamente 88% das despesas consolidadas com PCLD dos 9M11 tiveram origem no Varejo, composto pelas controladas BV Financeira e BV Leasing. É importante lembrar que o agravamento da crise internacional e principalmente as medidas macroprudenciais alteraram significativamente o ambiente da indústria financeira brasileira. Esses dois fatores têm contribuído, por exemplo, para a desaceleração do ritmo de expansão do crédito, a acomodação mais acentuada da economia e o aumento das taxas praticadas em operações de crédito ao consumo. Consequentemente, o mercado tem registrado uma elevação dos níveis de inadimplência de pessoas físicas. De acordo com dados do Banco Central do Brasil, a inadimplência média de pessoas físicas subiu de 6,0% em set/10, para 6,8% em set/11. Em financiamentos de veículos, principal segmento de atuação da BV Financeira e que historicamente apresenta baixa inadimplência, o índice de atrasos acima de 90 dias do mercado oscilou de 3,1% em set/10 para 4,4% em set/11. Ao final de set/11, o saldo de PCLD sobre a carteira de crédito gerenciada da BV Financeira, incluindo ativos cedidos com coobrigação, atingiu 4,2%, comparado a 3,1% em set/10 e 3,3% em jun/11. Cabe ressaltar que a partir do 2T11 tem sido observada uma melhora na qualidade dos novos créditos originados pela BV Financeira, que deve impactar positivamente os indicadores de inadimplência no médio prazo. Particularmente o indicador antecedente atraso da primeira parcela Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

113 acima de 30 dias, que permite avaliar a qualidade de cada safra, tem mostrado evolução para os veículos financiados, ainda que permaneça acima da média histórica. Adicionalmente, a BV Financeira tem reforçado seus critérios de concessão de crédito e intensificado suas ações de cobrança. O percentual de propostas de veículos aprovadas no 3T11, por exemplo, foi de 30%, ante 41% no 3T10. Tabela 141. Banco Votorantim Carteira de Crédito por Nível de Risco - Total Set/10 Jun/11 Set/11 hões Saldo Provisão Comp. % Saldo Provisão Comp. % Saldo Provisão Comp. % AA , , ,2 A , , ,9 B , , ,2 C , , ,6 D , , ,8 E , , ,5 F , , ,8 G , , ,8 H , , ,1 Total , , ,0 Prov. Compl Prov. Total AA-C , , ,0 D-H , , ,0 Tabela 142. Banco Votorantim Carteira de Crédito por Nível de Risco Atacado Set/10 Jun/11 Set/11 hões Saldo Provisão Comp. % Saldo Provisão Comp. % Saldo Provisão Comp. % AA , , ,4 A , , ,9 B , , ,0 C , , ,0 D , , ,3 E , , ,7 F , , ,2 G , , ,6 H , , ,9 Total , , ,0 Prov. Compl Prov. Total AA-C , , ,3 D-H , , ,7 Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

114 Tabela 143. Banco Votorantim Carteira de Crédito por Nível de Risco Varejo Set/10 Jun/11 Set/11 hões Saldo Provisão Comp. % Saldo Provisão Comp. % Saldo Provisão Comp. % AA 791-2, , ,5 A , , ,6 B , , ,8 C , , ,9 D , , ,1 E , , ,5 F , , ,1 G , , ,8 H , , ,7 Total , , ,0 Prov. Compl Prov. Total AA-C , , ,8 D-H , , ,2 Tabela 144. Banco Votorantim Índices de Atraso Total hões 3T10 2T11 3T11 Carteira de Crédito Operações Vencidas Operações Vencidas / Carteira de Crédito 8,9% 12,4% 13,8% Operações Vencidas + 90 dias Operações Vencidas + 90 dias / Carteira de Crédito 2,7% 3,2% 4,3% Baixa para Prejuízo (314) (304) (282) Recuperação Saldo Perda (273) (268) (239) Saldo da Perda / Carteira de Crédito 2,1% 1,8% 1,5% Provisão Provisão / Carteira de Crédito 2,9% 3,2% 4,2% Provisão / Operações Vencidas + 90 dias 106,3% 99,2% 96,2% Despesas PCLD / Carteira de Crédito média (12 meses) 3,2% 2,9% 3,8% Tabela 145. Banco Votorantim Índices de Atraso Atacado hões 3T10 2T11 3T11 Carteira de Crédito Operações Vencidas Operações Vencidas / Carteira de Crédito 1,3% 1,9% 3,0% Operações Vencidas + 90 dias Operações Vencidas + 90 dias / Carteira de Crédito 0,6% 1,1% 1,3% Baixa para Prejuízo (6) (7) (23) Recuperação Saldo Perda (3) (5) (22) Saldo da Perda / Carteira de Crédito 0,1% 0,1% 0,4% Provisão Provisão / Carteira de Crédito 1,4% 2,0% 2,4% Provisão / Operações Vencidas + 90 dias 240,0% 179,7% 189,6% Despesas PCLD / Carteira de Crédito média (12 meses) 0,3% 0,7% 1,7% Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

115 Tabela 146. Banco Votorantim Índices de Atraso Varejo hões 3T10 2T11 3T11 Carteira de Crédito Operações Vencidas Operações Vencidas / Carteira de Crédito 13,0% 17,5% 19,2% Operações Vencidas + 90 dias Operações Vencidas + 90 dias / Carteira de Crédito 3,9% 4,3% 5,8% Baixa para Prejuízo (308) (297) (259) Recuperação Saldo Perda (270) (263) (217) Saldo da Perda / Carteira de Crédito 3,2% 2,6% 2,1% Provisão Provisão / Carteira de Crédito 3,7% 3,8% 5,0% Provisão / Operações Vencidas + 90 dias 95,5% 88,8% 85,9% Despesas PCLD / Carteira de Crédito média (12 meses) 4,9% 4,0% 4,9% Despesas Administrativas As despesas administrativas mantiveram-se sob controle, registrando incremento de 9,5% sobre o trimestre anterior e 2,6% sobre o 3T10. Na comparação com o trimestre anterior observou-se aumento de 10,7% nas despesas de pessoal e de 8,5% nas outras despesas administrativas. Em relação ao 3T10, houve aumento das despesas de pessoal de 9,7%, e redução de 5,7% em outras despesas administrativas. Como já divulgado anteriormente, parte significativa do aumento das despesas do Banco Votorantim nos últimos doze meses é explicada pelo investimento no amadurecimento das recentes iniciativas dos negócios, o que envolve, por exemplo, a contratação de consultorias especializadas para projetos estratégicos e desenvolvimento de sistemas. A consolidação do negócio do BV no segmento de middle market (média empresa) exemplifica esta situação. Neste segmento a carteira obteve crescimento de 19% em comparação com o 2T11 e 97% nos últimos 12 meses. Tabela 147. Banco Votorantim Destaques Operacionais e Estruturais Set/10 Jun/11 Set/11 Clientes Recursos Administrados - hões¹ Colaboradores² Quantidade de Filiais ¹ Inclui produtos offshore e de tesouraria. ² Inclui funcionários e estagiários. Mesmo com a realização de significativos investimentos no crescimento e amadurecimento de negócios estratégicos, o BV encerrou o 3T11 com um índice de eficiência de 39,6%, inferior a média do mercado. Os bons índices de eficiência historicamente registrados pelo BV são explicados pelo seu modelo de negócios de baixo custo fixo, baseado numa extensa rede de distribuição terceirizada e num sistema de remuneração altamente variável. Adicionalmente, o BV tem implementado iniciativas para otimizar sua estrutura de despesas e custos, permitindo ganhos de eficiência. Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

116 11.3. Banco Postal Em 31 de maio de 2011, o Banco do Brasil venceu a licitação para exploração, pelo prazo de cinco anos, da rede do Banco Postal da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (Correios) com um lance de R$ 2,8 bilhões. A partir de 01 de janeiro de 2012 o Banco do Brasil passará a atuar por meio da rede do Banco Postal que conta com pontos de atendimento em municípios brasileiros. Esta atuação permitirá ao Banco ampliar a base com novos clientes, incrementar a rentabilização de clientes existentes e expandir sua rede de distribuição para 96% dos municípios brasileiros, antecipando para 2012 a estratégia de estender seus pontos de atendimento para todo o País, que anteriormente previa o ano de O público-alvo da atuação do BB nas agências do Banco Postal será as classes 'D' e 'E', fatia da população que devido à ascensão proporcionada pela política econômica dos últimos anos apresenta grande potencial de consumo de produtos e serviços bancários. Além disso, o Banco Postal contribuirá para a bancarização e orientação dos microemprededores brasileiros localizados nos centros urbanos, gerando negócios sustentáveis e contribuindo para o desenvolvimento do país Internacionalização Banco brasileiro de maior presença no mercado mundial, com 47 unidades em 23 países, o Banco do Brasil tem intensificado sua atuação internacional nos últimos anos. O posicionamento estratégico do Banco no exterior é direcionado aos segmentos de atacado e varejo em favor do apoio às comunidades de imigrantes brasileiros, do financiamento às empresas brasileiras com negócios envolvendo a corrente de comércio exterior e da atuação em mercado de capitais. As ações do conglomerado vislumbram fortalecer o relacionamento com instituições financeiras internacionais, agentes econômicos e governos, apoiando a implantação de projetos transnacionais e binacionais.pari passo às diretrizes estratégicas, o Banco tem concentrado esforços para continuar sendo o parceiro do Brasil no exterior com capilaridade para atender seus clientes em todos os lugares, com o objetivo de ser o primeiro banco dos brasileiros no Brasil e no exterior Aquisições EuroBank O Banco do Brasil formalizou em 25 de abril de 2011 a compra de 100% das ações do capital social do banco norte-americano EuroBank, pelo valor de US$ 6,0 milhões. A operação foi autorizada pelo Banco Central do Brasil em 09 de agosto de 2011 e pelo Office of Financial Regulation (OFR) em 19 de outubro de 2011 e ainda deve ser autorizada pelos reguladores norteamericanos Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC) e Federal Reserve Bank (FRB). O EuroBank, sociedade de capital fechado fundada em 1991, está sediado na Flórida e possui atualmente uma rede de três agências localizadas nas regiões de Coral Gables, Pompano Beach e Boca Raton e uma base de aproximadamente 1,8 mil contas e 1,3 mil clientes, entre pessoas físicas e jurídicas. A aquisição é parte da estratégia de expansão dos negócios do BB nos EUA e permitirá atuar no mercado de varejo norte-americano, com foco no atendimento das comunidades brasileira e hispânica residentes naquele País. Banco Patagonia Em 03/11/2010 o Banco do Brasil anunciou a aprovação, pelo Banco Central, da aquisição de 51% do capital do Banco Patagonia, instituição financeira argentina. A transação foi aprovada pelo Banco Central de La Republica Argentina em 03/02/2011 e, por fim, pela Comissión Nacional de Defensa de la Competencia da Argentina em 05/04/2011, completando assim o rito legal da aquisição do controle acionário daquele banco. Em 12/04/2011, a operação de aquisição foi concluída pelo pagamento do preço aos vendedores e a transferência ao Banco do Brasil de ações ordinárias escriturais classe B, as quais correspondem a 51% do capital social total e votante do Banco Patagonia. Além disso, o Banco Central do Brasil autorizou o BB a aumentar sua participação no capital daquele banco para até 75% de seu capital total, pela realização de Oferta Pública de Aquisição de Ações (OPA). Nesse sentido, o BB protocolou na Comisión Nacional de Valores da Argentina (CNV), órgão Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

117 regulador do mercado de capitais daquele país, solicitação de autorização para realizar, na Argentina, OPA para adquirir ações de emissão do Banco Patagonia. A realização da oferta pública foi autorizada em 17/08/2011 pela CNV e o preço por ação das classes A e B do Banco Patagonia na OPA foi definido em US$ 1,3140 (um dólar americano e três mil cento e quarenta centésimos de dólar), a serem pagos em pesos argentinos ao câmbio indicado no Prospecto, com uma dedução de $ 0, peso por ação, correspondente aos dividendos pagos relativos ao exercício finalizado em dezembro de No período de 01/09/2011 a 05/10/2011, a OPA foi realizada na Bolsa de Valores de Buenos Aires. Após o encerramento, em 11/10/2011, a oferta resultou na aquisição pelo Banco do Brasil, de ações ordinárias classe "B" ao preço de ARS 5, por ação (considerando a dedução correspondente aos dividendos de 2010, supracitado). Assim, o Banco passou a deter ações ordinárias classe B, que representam 58,96% do capital social e votante do Banco Patagonia. A seguir uma seleção de indicadores patrimoniais, estruturais e de resultado do Banco Patagonia. Tabela 148. Banco Patagonia Principais Linhas do Resultado hões 3T10 2T11 3T11 s /3T10 s /2T11 Margem Financeira Bruta (16,3) 1,0 Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (9) (7) (9) (3,7) 30,3 Receitas de Prestação de Serviços ,5 34,0 Despesas Administrativas (99) (101) (124) 24,6 22,6 Outros ,1 9,1 Resultado Antes da Tributação s/ Lucro (14,5) (1,9) Impostos (38) (30) (30) (22,0) (0,8) Lucro Líquido (9,8) (2,5) Tabela 149. Banco Patagonia Destaques Patrimoniais hões Se t/10 Jun/11 Se t/11 s /Se t/10 s /Jun/11 A tivos ,8 26,2 Operações de Crédito ,6 32,9 Exposição ao Setor Público ,5 46,2 Depósitos ,3 26,3 Patrimônio Líquido ,3 22,8 Tabela 150. Banco Patagonia Destaques Operacionais e Estruturais Se t/10 Jun/11 Se t/11 s /Se t/10 s /Jun/11 Clientes ,4 0,5 A gências ,8 - A gências em Buenos A ires ,6 - Pontos de A tendimento ,9 - Funcionários ,2 1,4 Tabela 151. Banco Patagonia Indicadores de Rentabilidade, Capital e Crédito % 3T10 2T11 3T11 Retorno sobre o Patrimônio Líquido 22,7 25,1 24,1 Indice de Basileia 26,5 22,2 20,9 Provisão / Operações Vencidas + 90 dias 160,1 191,0 199,2 Operações Vencidas + 90 dias / Carteira de Crédito 1,4 0,9 0,9 Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

118 12 - Série de Demonstrações Contábeis Balanço Patrimonial Resumido Tabela 152. Balanço Patrimonial Ativo Série Trimestral hões D ez / 0 9 M ar / 10 Jun/ 10 Set / 10 D ez / 10 M ar / 11 Jun/ 11 Set / 11 A T I V O C i r c ul a nt e e N ã o C i r c ul a nt e Disp o nib ilid ad es A p licaçõ es Int erf inanceiras d e Liq uid ez A p licaçõ es no M ercad o A b ert o A p licaçõ es em Dep ó sit o s Int erf inanceiro s Tí t ulo s e V alo res M o b iliário s Tí t ulo s Disp o ní veis p ara Neg o ciação Tí t ulo s Disp o ní veis p ara V end a Tí t ulo s M ant id o s at é o V enciment o Inst rument o s Financeiro s Derivat ivo s Relaçõ es Int erf inanceiras Dep ó sit o s no B anco Cent ral Co mp uls. s/ Dep. à V ist a e Rec. Livres Co mp ulsó rio s s/ Po up ança Demais Relaçõ es Int erd ep end ências Op eraçõ es d e Créd it o Set o r Púb lico Set o r Privad o ( Prov. p / Crédit os de Liquid. Duvidosa) (17.685) (17.405) (17.097) (17.137) (16.433) (16.140) (16.892) ( ) Op eraçõ es d e A rrend ament o M ercant il Op. d e A rr. e Sub arrend. a Receb er Set o r Púb lico Set o r Privad o (PCLD de A rrendamento M ercant il) (231) (233) (246) (2 28) (191) (195) (212 ) (214 ) Out ro s Créd it o s Créd it o s p o r A vais e Fianças Ho nrad o s Cart eira d e Câmb io Rend as a Receb er Neg o ciação e Int ermed iação d e V alo res Créd it o s Esp ecí f ico s Op eraçõ es Esp eciais Créd. d e Op. d e Seg, Previd. e Cap it aliz Créd it o Trib ut ário A t ivo A t uarial Deved o res p o r Dep ó sit o s em Garant ia Fund o d e Dest inação d o Sup erávit - PREV I Diverso s (Pro v. p / Out ro s Créd. De Liq. Duvid o sa) ( ) ( ) ( ) ( ) (1.572 ) (1.56 5) ( ) ( ) (C/ Caract. de Concessão de Crédit o ) (702) (678 ) (744) (775) (690) (681) (630) (580) (S/ Caract. de Concessão de Crédit o ) (980) (947) (890) (9 04) (882) (884) (700) (676 ) Out ro s V alo res e B ens Out ro s V alo res e B ens (Provisões para Desvalorizações) (176 ) (176 ) (171) (174 ) (177) (181) (187) (18 5) Desp esas A nt ecip ad as P e r ma ne nt e Invest iment o s Part ic. em Co lig ad as e Co nt ro lad as Out ro s Invest iment o s (Pro visão p ara Perd as) (78 ) (8 2 ) (6 8 ) (8 2 ) (8 4 ) (8 4 ) (78 ) (79 ) Imo b ilizad o d e Uso Imó veis d e Uso Reavaliaçõ es d e Imó veis d e Uso Out ras Imo b ilizaçõ es d e Uso (Depreciações Acumuladas) (5.753 ) (5.785) (6.102) (6.124) (6.198 ) (6.381) (6.701) (6.918 ) Imo b ilizad o d e A rrend ament o B ens A rrend ad o s (Depreciações Acumuladas) (2 ) (1) (1) (1) - (1) (1) (1) Int ang í vel A t ivo s Int ang í veis (Amortização Acumulada) (1.982) (2.403) (2.820) (3.345) (3.808 ) (4.345) (4.812 ) (5.232) Dif erid o Gast o s d e Org anização e Exp ansão (Amortização Acumulada) (1.775) (1.788) (1.664) (1.830) (1.868 ) (1.841) (1.863) (1.890) Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

119 Tabela 153. Balanço Patrimonial Ativo Série Anual hões C A G R - % A T IV O ,6 C ir culant e e R ealiz ável a Lo ng o Pr az o ,5 Disponibilidades ,7 A plicações Interfinanceiras de Liquidez ,7 A plicações no M ercado A berto ,5 A plicações em Depósitos Interfinanceiros ,0 Títulos e V alores M obiliários ,4 Títulos Disponíveis para Negociação ,1 Títulos Disponíveis para V enda ,6 Títulos M antidos até o Vencimento (9,1) Instrumentos Financeiros Derivativos ,3 Relações Interfinanceiras ,5 Depósitos no B anco Central ,0 Compuls. s/ Dep. à V ista e Rec. Livres ,2 Compulsórios s/poupança ,4 Demais ,7 Relações Interdependências ,4 Operações de Crédito ,2 Setor Público ,1 Setor Privado ,1 ( Prov. p/ Créditos de Liquid. Duvidosa) (8.366) (9.980) (13.179) (17.685) (16.433) 18,4 Operações de A rrendamento M ercant il ,0 Op. de A rr. e Subarrend. a Receber ,2 Setor Público (18,8) Set or Privado ,7 (Rendas a A propriar de A rrend. M ercantil) (979) (1.054) (PCLD de A rrendamento M ercant il) (28) (23) (71) (231) (191) 61,5 Outros Crédit os ,8 Créditos por A vais e Fianças Honrados ,1 Carteira de Câmbio ,9 Rendas a Receber ,5 Negociação e Intermediação de V alores ,3 Créditos Específicos ,9 Operações Especiais Créditos de Op. de Seg, Previd. e Capitalização Crédito Tributário ,4 A t ivo A tuarial ,0 Devedores por Depósitos em Garantia ,3 Fundo de Dest inação do Superávit - PREV I Diversos ,0 (Prov. p/ Outros Créd. De Liq. Duvidosa) (3.713) (896) (1.377) (1.682) (1.572) (19,3) (C/ Caract. de Concessão de Crédito) (240) (311) (579) (702) (690) 30,2 (S/ Caract. de Concessão de Crédito) (3.472) (585) (798) (980) (882) (29,0) Outros V alores e B ens ,2 Participações Societárias Outros V alores e B ens ,2 (Provisões para Desvalorizações) (162) (152) (170) (176) (177) 2,2 Despesas A ntecipadas ,5 P er manent e ,9 Investiment os ,5 Partic. em Coligadas e Controladas ,1 Outros Invest imentos ,7 (Provisão para Perdas) (77) (64) (68) (78) (84) 2,4 Imobilizado de Uso ,4 Imóveis de Uso ,7 Reavaliações de Imóveis de Uso Outras Imobilizações de Uso ,8 (Depreciações A cumuladas) (3.677) (4.100) (4.940) (5.753) (6.198) 13,9 Imobilizado de A rrendamento B ens A rrendados (Depreciações A cumuladas) (313) (430) (4) (2) - - Int angível A tivos Int angíveis (A mortização A cumulada) - - (2) (1.982) (3.808) - Diferido (16,7) Gast os de Organização e Expansão ,4 (Amortização Acumulada) (708) (904) (1.241) (1.775) (1.868) 27,5 Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

120 Tabela 154. Balanço Patrimonial Passivo Série Trimestral hões D ez / 0 9 M ar / 10 Jun/ 10 Set / 10 D ez / 10 M ar / 11 Jun/ 11 Set / 11 P A SS IV O C ir culant e e N ão C ir culant e Depósitos Dep ósitos à V ista Dep ósitos de Poupança Dep ósitos Interf inanceiros Dep ósitos a Prazo Dep ósitos para Investiment o Capt ações no M ercado Abert o Carteira Própria Carteira de Terceiros Carteira de Livre M ovimentação Recursos de Aceites e Emissão de Títulos Letras B ancárias Obrigações por TVM no Ext erior Relaçõ es Interfinanceiras Recebiment os e Pagamentos a Liquidar Correspondentes Relaçõ es Interdependências Recursos em Trânsito de Terceiros Transferências Internas de Recursos Obrigações por Empréstimos Emprést imos no Exterior Obrig por Repass. do País - Inst. Of iciais Tesouro Nacional B NDES CEF FINAM E Out ras Instituiçõ es Obrigações por Repasses do Exterior Inst rumentos Financeiros Derivativos Out ras Obrig ações Cobrança e Arrec. de Trib. e Assemelh Carteira de Câmbio Sociais e Estatutárias Fiscais e Previdenciárias Neg ociação e Intermediação de V alores Prov Téc. de Seg., Previd. e Capit alização Fundos Financeiros e de Desenv Inst rument os Híbrido s de Capit al e Dívida Operações Especiais FCO (Dívida Subordinada) Passivo Atuarial Diversas R esul t ad o s d e E xer cí cio s F ut ur o s P at r imônio Líq uid o Cap it al (Capital a Realizar) - - (7.050) Reservas de Capital Reservas de Reavaliação Reservas de Lucros A j. ao Valor de M erc. -TVM e Derivat Lucros ou Prejuízos A cumulados (26) (Ações em Tesouraria) (31) (31) (31) (0) (0) (0) (0) (0) Part icip. M inorit árias nas Controladas Contas de Resultado Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

121 Tabela 155. Balanço Patrimonial Passivo Série Anual hões C A G R - % P A S S IV O , 6 C ir cul ant e e N ão C i r culant e , 9 Depósit os ,1 Depósitos à V ista ,2 Depósitos de Poupança ,9 Depósitos Interfinanceiros ,5 Depósitos a Prazo ,7 Depósitos para Invest imento ,1 Captações no M ercado A berto ,3 Carteira Própria ,5 Carteira de Terceiros ,4 Carteira de Livre M oviment ação ,7 Recursos de A ceit es e Emissão de Tít ulos ,5 Let ras B ancárias Obrigações por TVM no Ext erior ,3 Relações Int erf inanceiras ,5 Recebiment os e Pagamentos a Liquidar (64,7) Correspondentes (35,9) Relações Interdependências (70,7) Recursos em Trânsit o de Terceiros ,8 Transf erências Internas de Recursos ,1 Obrigações por Empréstimos (81,5) Emprést imos no Exterior ,2 Obrigações por Repasses do País - Inst. Oficiais (12,0) Tesouro Nacional ,0 B NDES (24,1) CEF FINAM E (60,4) Out ras Instit uições ,9 Obrigações por Repasses do Ext erior ,4 Instrumentos Financeiros Derivativos (59,2) Outras Obrigações (39,6) Cobrança e A rrec. de Trib. e Assemelhados ,9 Carteira de Câmbio (58,5) Sociais e Est atut árias ,4 Fiscais e Previdenciárias (7,1) Negociação e Int ermediação de V alores ,7 Prov Téc. de Seg., Previd. e Capit alização Fundos Financeiros e de Desenvolviment o ,1 Inst rumentos Hí bridos de Capital e Dí vida ,7 Operações Especiais ,9 FCO (Dívida Subordinada) Passivo A tuarial ,0 Diversas (9,4) Result ados de Exercícios Futuros ,7 P at r imôni o Líq uid o ( 6 5, 3 ) Capital ,4 Reservas de Capital Reservas de Reavaliação Reservas de Lucros (83,3) A just e ao V alor de M ercado -TV M e Derivat ,8 Lucros ou Prejuí zos A cumulados (A ções em Tesouraria) - - (31) (31) (0) - Part icipações M inoritárias nas Controladas - - (0) Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

122 12.2. Demonstração Resumida do Resultado Societário Tabela 156. Demonstração Resumida do Resultado Série Trimestral hões 4 T 0 9 1T 10 2 T 10 3 T 10 4 T 10 1T 11 2 T 11 3 T 11 R ec eit a s d a I nt er me d iaç ão F i na nce ir a Operações de Créd it o¹ Operações de A rrend ament o M ercantil Resultado de Operaçõ es co m TV M Resultado com Inst. Finan. Derivativo s (47) (232) (29) (1.407) (571) (413) (878) 233 Resultado de Operaçõ es de Câmb io 265 (18) (1.577) Resultado das A plicações Compulsó rias Res. Fin. das Op. com Seg., Prev. e Capit D es p e sa d a Int e r med i açã o F inanc ei r a ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Operações de Capt ação no M ercado (7.997) (8.493) (9.055) (10.481) (10.727) (11.539) (12.774) (15.401) Op. d e Emp., Cessões e Rep asses (718) (903) (997) (732) (841) (816) (795) (4.225) Prov. p ara Crédit os de Liquid ação Duvid osa (2.950) (2.959) (2.525) (2.648) (2.112) (2.631) (2.848) (3.285) R es ult a d o B r ut o d a I nt er m. F i nance ir a O ut r as R ece it as / D es p esa s O p er ac io na is ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Receitas de Prestação d e Serviços Rendas de Tarifas B ancárias Despesas de Pesso al (3.271) (3.021) (3.105) (3.442) (3.452) (3.272) (3.531) (3.850) Outras Despesas Administrativas (3.054) (3.277) (3.039) (3.223) (3.502) (3.133) (3.201) (3.425) Outras Despesas Tributárias (998) (864) (944) (949) (993) (1.019) (1.084) (1.027) Res. de Part. em Coligad as e Cont ro lad as (49) (89) (36) (20) (140) 558 Res. de Op. com Seg., Prev. e Capit alização Outras Receit as Op eracionais Outras Despesas Operacionais (2.224) (1.881) (2.088) (2.504) (2.862) (2.376) (3.254) (2.575) R es ult a d o O p er a cio nal Resultad o Não Operacio nal (2) R es ult a d o A nt e s d a T r ib. s / o Lucr o Imposto de Renda e Contribuição Social (2.463) (1.242) (1.473) (1.180) (1.426) (1.497) (1.705) (148) Participações Estatutárias no Lucro (599) (353) (414) (414) (575) (443) (484) (420) Part icip ações M ino rit árias (0) (27) (27) Luc r o A t r ib uí v el ao C o nt r o la d o r Luc r o A t r ib uí v el às P a r t. M i no r it á r ias ( 1) ( 0 ) ( 0 ) Luc r o Lí q ui d o (1) Redução das receitas de operações de crédito relacionadas aos créditos adquiridos, tendo em vista que os prêmios pagos nas aquisições de carteiras passaram a ser reconhecidos em contrapartida com as receitas de intermediação financeira. Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

123 Tabela 157. Demonstração Resumida do Resultado Série Anual hões C A G R - % R e ceit as d a Int er med i ação F inanc eir a ,0 Operações d e Crédito¹ ,4 Operações d e A rrendamento M ercantil ,3 Result ado d e Operaçõ es com TV M ,6 Result ado com Inst. Finan. Derivativos (635) 175 (1.283) (1.223) (2.239) 37,1 Result ado d e Operaçõ es de Câmbio ,0 Result ado d as A plicações Comp ulsórias ,1 Res. Fin. das Op. com Seg., Prev. e Cap it D e sp es a d a Int er med iaç ão F inancei r a ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) 19,2 Operações d e Cap tação no M ercado (16.989) (17.797) (25.532) (30.146) (38.756) 22,9 Op. de Emp., Cessões e Repasses (1.850) (1.645) (8.685) (2.510) (3.473) 17,1 Prov. para Crédito s de Liq uidação Duvidosa (7.140) (5.677) (8.606) (12.396) (10.244) 9,4 R e sult ad o B r ut o d a Int er m. F i nancei r a ,9 O ut r as R eceit as/ D esp esa s O p er a cio nais ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) 14,5 Receit as de Prestação de Serviços ,3 Rendas de Tarifas B ancárias Despesas de Pessoal (7.871) (9.161) (8.870) (11.838) (13.020) 13,4 Outras Despesas A d minist rativas (5.873) (6.735) (7.917) (11.212) (13.040) 22,1 Outras Despesas Tributárias (1.825) (2.064) (2.635) (3.333) (3.750) 19,7 Res. d e Part. em Coligadas e Cont roladas (991) (46) - Res. d e Op. co m Seg., Prev. e Capitalização Outras Receitas Operacionais ,0 Outras Despesas Op eracionais (3.356) (5.000) (7.605) (9.327) (9.917) 31,1 R e sult ad o O p er aci o nal ,3 Resultado Não Operacional ,5 R e sult ad o A nt e s d a T r i b. s/ o Lucr o ,3 Imposto d e Renda e Contribuição Social (504) (1.847) (2.145) (3.903) (5.321) 80,2 Participações Estatutárias no Lucro (777) (649) (1.134) (1.385) (1.756) 22,6 Participações M ino ritárias (1) 0 - Lucr o A t r ib uí vel ao C o nt r o l ad o r ,0 Lucr o A t r ib uí vel às P ar t i cip açõ es M ino r it ár ias ( 0 ) - Lucr o Lí q uid o ,0 (1) Redução das receitas de operações de crédito relacionadas aos créditos adquiridos, tendo em vista que os prêmios pagos nas aquisições de carteiras passaram a ser reconhecidos em contrapartida com as receitas de intermediação financeira. Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

124 12.3. Demonstração do Resultado com Realocações Tabela 158. Demonstração do Resultado com Realocações Série Trimestral hões 4 T 0 9 1T 10 2 T 10 3 T 10 4 T 10 1T 11 2 T 11 3 T 11 R eceit as d a Int er med iação F inanceira Operações de Crédito¹ Operações de Arrendamento M ercantil Resultado de Operações com TVM Resultado com Inst. Financeiros Derivativos (47) (232) (29) (1.407) (571) (413) (878) 233 Resultado de Operações de Câmbio 265 (18) (1.577) Resultado das Aplicações Compulsórias Res. Fin. das Op. com Seguros, Previd. e Cap Ganho(Perda) Cambial s/ PL Fin. no Ext. (74) 18 (5) (104) (58) (29) (124) 577 Outros Res. Op. com Caract. de Interm (224) 75 (185) 40 Hedge Fiscal (58) 8 (15) (86) (54) (19) (82) 422 D esp esa d a Int ermed iação F inanceir a ( 8.715) ( ) # # # # # ( ) ( ) ( ) ( ) # # # # # Operações de Captação no M ercado (7.997) (8.302) (9.055) (10.481) (10.727) (11.539) (12.774) (15.401) Op. de Emp., Cessões e Repasses (718) (903) (997) (732) (841) (816) (795) (4.225) M ar g em F inanceir a B r ut a Prov. p/ Créd. de Liquidação Duvidosa (2.946) (3.026) (2.871) (2.639) (2.139) (2.629) (3.047) (3.259) M ar g em F inanceir a Líq uid a Rendas de Tarifas Receitas de Prestação de Serviços Rendas de Tarifas Bancárias Res. de Op. com Seguros, Previdência e Cap Despesas Tributárias s/ Faturamento (965) (839) (909) (911) (968) (977) (1.027) (1.006) M ar g em d e C o nt r ib uição Despesas Administrativas (5.465) (5.300) (5.471) (5.726) (6.068) (5.692) (5.886) (6.208) Despesas de Pessoal (2.844) (2.851) (2.937) (3.186) (3.270) (3.145) (3.364) (3.481) Outras Despesas Administrativas (2.621) (2.449) (2.534) (2.541) (2.798) (2.547) (2.522) (2.727) Outras Despesas Tributárias (27) (26) (34) (29) (19) (40) (48) (67) R esult ad o C o mercial Risco Legal (4) (450) (239) (515) 127 (177) (188) (491) Demandas Cíveis 46 (238) 35 (259) 35 (98) (190) (122) Demandas Trabalhistas (49) (212) (274) (256) 92 (79) 2 (369) Outros Componentes do Resultado (817) (360) (478) (803) 542 (490) (185) (1.101) Res. de Part. em Coligadas e Controladas (16) (18) Res. De Outras Receitas/Despesas Operacionais (842) (392) (512) (818) 521 (500) (169) (1.083) Outras Receitas Operacionais PREVI Outras Despesas Operacionais (2.305) (2.348) (2.534) (2.604) (3.013) (2.710) (2.776) (3.014) R esult ad o Op eracio nal Resultado Não Operacional (2) Resultado Antes da Trib. s/ o Lucro Imposto de Renda e Contribuição Social (853) (1.053) (1.194) (1.072) (1.923) (1.474) (1.566) (924) Benefício Fiscal de JCP Participações Estatutárias no Lucro (262) (307) (363) (408) (559) (442) (472) (373) Participações M inoritárias nas Controladas Participações M inoritárias (0) (27) (27) R esult ad o R eco rr ent e Itens Extraordinários Alienação de Participações Planos Econômicos 530 (85) (140) 84 (231) (35) Cessão de créditos Eficiência Tributária Passivos Contigentes (BESC) Previ - Reconhecimento de Ganhos Atuariais PCLD Adicional Alienação de Investimentos (Visanet Brasil) Despesas com Plano de Demissão Voluntária - BNC (215) Reversão de Passivos Trabalhistas Ganho de Capital - BB Seguros Participações Efeitos Fiscais e PLR sobre itens Extraordinários (1.895) (313) (246) (37) 70 (8) (79) (33) Ativo Atuarial PREVI - Ajustes - (88) Lucr o A t r ib uível ao C o nt r o lad o r Lucr o A t r ib uível às Part icip ações M ino rit árias ( 1) ( 0 ) ( 0 ) Lucr o Líq uid o (1) Redução das receitas de operações de crédito relacionadas aos créditos adquiridos, tendo em vista que os prêmios pagos nas aquisições de carteiras passaram a ser reconhecidos em contrapartida com as receitas de intermediação financeira. Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

125 Tabela 159. Demonstração do Resultado com Realocações Série Anual hõ es C A G R - % R e c e i t a s d a I nt e r me d i a ç ã o F i na nc e i r a ,8 Op eraçõ es d e Créd it o ¹ ,5 Op eraçõ es d e A rrend ament o M ercant il ,3 Result ad o d e Op eraçõ es co m TV M ,6 Result ad o co m Inst. Financeiro s Derivat ivo s (636) 175 (1.283) (1.223) (2.239) 37,0 Result ad o d e Op eraçõ es d e Câmb io ,9 Result ad o d as A p licaçõ es Co mp ulsó rias ,1 Res. Fin. d as Op. co m Seg uro s, Previd. e Cap it alização Ganho (Perd a) Camb ial s/ PL Fin. no Ext. (245) (574) 941 (1.042) (149) (11,7) Out ro s Res. Op. co m Caract. d e Int erm ,7 Hed g e Fiscal (776) (147) - D e s p e s a d a I nt e r me d i a ç ã o F i na nc e i r a ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) 2 2,6 Op eraçõ es d e Cap t ação no M ercad o (16.726) (17.523) (25.200) (29.759) (38.565) 23,2 Op. d e Emp., C essõ es e Rep asses (1.851) (1.645) (8.685) (2.510) (3.473) 17,0 M a r g e m F i na nc e i r a B r ut a ,8 Pro v. p / Créd. d e Liq uid ação Duvid o sa (5.743) (5.378) (6.799) (11.629) (10.675) 16,8 M a r g e m F i na nc e i r a Lí q ui d a ,6 Rend as d e Tarif as ,1 Receit as d e Prest ação d e Serviço s ,0 Rend as d e Tarif as B ancárias Res. d e Op. co m Seg uro s, Previd ência e Cap it alização Desp esas Trib ut árias s/ Fat urament o (1.683) (1.911) (2.362) (3.149) (3.627) 21,2 M a r g e m d e C o nt r i b ui ç ã o ,3 Desp esas A d minist rat ivas (13.020) (13.448) (15.358) (19.185) (22.565) 14,7 Desp esas d e Pesso al (7.270) (7.077) (8.112) (10.280) (12.244) 13,9 Out ras Desp esas A d minist rat ivas (5.608) (6.219) (7.246) (8.905) (10.322) 16,5 Outras Despesas Tributárias (142) (153) (140) (100) (107) (6,8) R e s ul t a d o C o me r c i a l ,7 Risco Leg al (798) (993) (722) (502) (1.076) 7,8 Demand as Cí veis (197) (317) (161) (242) (427) 21,3 Demand as Trab alhist as (601) (676) (560) (260) (649) 2,0 Out ro s Co mp o nent es d o R esult ad o (530) (98) (2.198) 185 (1.099) 20,0 Res. de Part. em Colig ad as e Co nt rolad as (97) (33,0) Res. De Out ras Receit as/ Desp esas Op eracio nais (1.037) (825) (2.102) 134 (1.201) 3,7 Out ras Receit as Op eracio nais ,7 PREV I Out ras Desp esas Op eracio nais (3.555) (3.569) (5.799) (7.902) (10.500) 31,1 R e s ul t a d o O p e r a c i o na l ,3 Resultado Não Operacional (22,8) R e s ul t a d o A nt e s d a T r i b. s / o Luc r o ,6 Imp o st o d e Rend a e C o nt rib uição So cial (899) (2.484) (2.416) (4.155) (5.242) 55,4 B enef í cio Fiscal d e JC P ,7 Part icip açõ es Est at ut árias no Lucro (777) (649) (951) (1.157) (1.637) 20,5 Part icip açõ es M ino rit árias nas Co nt ro lad as (26) - - Part icip açõ es M ino rit árias (1) 0 - R e s ul t a d o R e c o r r e nt e ,6 Itens Extraordinários (821) (18,7) Previ - Fund o d e Parid ad e A t ivação d e C réd it o Trib ut ário Recup eração d e Ind éb it o Trib ut ário PCLD A d icio nal (500) - (1.594) (676) Cassi - Plano A ssist encial - (493) PA A - Plano d e Est í mulo ao A f ast ament o - (915) B enef í cio Fiscal d e Exclusõ es Permanent es A lienação d e Invest iment o s Plano s Eco nô mico s - (199) (372) 157 (371) - Reavaliação d e Part icip açõ es C o nso lid ad as Sub st it uição d a B ase d e Cart õ es - - (54) Previ - R eco nheciment o d e Ganho s A t uariais Cassi - Reco nheciment o d e Perd as A t uariais - - (1.259) V end a d a Part icip ação na V ISA Int ernacio nal Cessão d e créd it o s Ef iciência Trib ut ária Passivo s Co nt ig ent es (B ESC) - - (360) Créd it o Trib ut ário (B ESC) Pro visão p ara Demand as Trab alhist as, Cí veis e Fiscais (1.367) - - Créd it o s t rib ut ário s - Dif erencial d e A lí q uo t a CSLL Desp esas co m Plano d e Demissão V o lunt ária - B NC (215) - - Reversão d e Passivo s Trab alhist as Ganho d e Cap it al - B B Seg uro s Part icip açõ es Ef eit o s Fiscais e PLR so b re it ens Ext rao rd inário s (502) 496 (986) (513) (527) 1,2 Luc r o A t r i b uí v e l a o C o nt r o l a d o r Luc r o A t r i b uí v e l à s P a r t i c i p a ç õ e s M i no r i t á r i a s (0) - Luc r o Lí q ui d o ,0 (1) Redução das receitas de operações de crédito relacionadas aos créditos adquiridos, tendo em vista que os prêmios pagos nas aquisições de carteiras passaram a ser reconhecidos em contrapartida com as receitas de intermediação financeira. Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

126 Vice-presidência de Gestão Financeira, Mercado de Capitais e Relações com Investidores Vice-presidente Ivan de Souza Monteiro Gerente de Relações com Investidores Gilberto Lourenço da Aparecida Gerente Executivo Gisele Campana Rodrigues Gerentes de Divisão Alfredo Tertuliano de Carvalho Eduardo Amaral Pilenghi Glauco Ribeiro Barbirato Tavares Assessores Alita de Oliveira Arantes Bruno Pio de Abreu Travassos Bruno Santos Garcia Carlos Vieira do Nascimento Danilo de Melo Farias Diogo Simas Machado Elias Santos Lima Eva Maria Gitirana de Oliveira Fabíola Lopes Ribeiro Heverton Masaru Ono Hilzenar Souza Alves da Cunha Janaína Marques Storti Joabel Martins de Oliveira Joaquim Camilo de Castro Leonardo Resende Nader Marcelo de Campos e Silva Marcone Edson de Vasconcelos Formiga Filho Mariana Reschke da Cunha Rafael Augusto Sperendio Rafael de Freitas Peixoto Raquel Castelo de Carvalho Ferrari Toni Rudi Schmitz Banco do Brasil Análise do Desempenho 3º Trimestre/

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128 ÍNDICE Demonstrações Contábeis 1 Balanço Patrimonial... 1 Demonstração do Resultado... 5 Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido... 6 Demonstração dos Fluxos de Caixa... 8 Demonstração do Valor Adicionado... 9 Notas Explicativas 10 Nota 1 O Banco e suas Operações Nota 2 Reestruturações Societárias Nota 3 Apresentação das Demonstrações Contábeis Nota 4 Resumo das Principais Práticas Contábeis Nota 5 Informações por Segmento Nota 6 Caixa e Equivalentes de Caixa Nota 7 Aplicações Interfinanceiras de Liquidez Nota 8 Títulos e Valores Mobiliários TVM e Instrumentos Financeiros Derivativos IFD Nota 9 Relações Interfinanceiras Nota 10 Operações de Crédito Nota 11 Outros Créditos Nota 12 Carteira de Câmbio Nota 13 Outros Valores e Bens Nota 14 Investimentos Nota 15 Imobilizado de Uso e de Arrendamento Nota 16 Intangível Nota 17 Depósitos e Captações no Mercado Aberto Nota 18 Obrigações por Empréstimos e Repasses Nota 19 Recursos de Aceites e Emissões de Títulos Nota 20 Outras Obrigações Nota 21 Operações de Seguros, Previdência e Captalização Nota 22 Outras Receitas e Despesas Operacionais Nota 23 Resultado não Operacional Nota 24 Patrimônio Líquido Nota 25 Tributos Nota 26 Partes Relacionadas Nota 27 Benefícios a Empregados Nota 28 Ativos e Passivos Contingentes e Obrigações Legais Fiscais e Previdenciárias Nota 29 Gerenciamento de Riscos e Capital Regulatório Nota 30 Demonstração do Resultado Abrangente Nota 31 Outras informações Relatório dos Auditores Independentes 118 Membros dos Órgãos da Administração 120

129 Banco do Brasil S.A. Demonstrações Contábeis Em milhares de Reais 01/11/ :11 BALANÇO PATRIMONIAL BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado A T I V O ATIVO CIRCULANTE Disponibilidades (Nota 6) Aplicações Interfinanceiras de Liquidez (Nota 7.a) Aplicações no mercado aberto Aplicações em depósitos interfinanceiros Títulos e Valores Mobiliários e Instrumentos Financeiros Derivativos (Nota 8) Carteira própria Vinculados a compromissos de recompra Vinculados ao Banco Central Vinculados à prestação de garantias Instrumentos financeiros derivativos Relações Interfinanceiras Pagamentos e recebimentos a liquidar (Nota 9.a) Créditos vinculados (Nota 9.b) Depósitos no Banco Central Tesouro Nacional - recursos do crédito rural SFH - Sistema Financeiro da Habitação Repasses interfinanceiros Correspondentes Relações Interdependências Transferências internas de recursos Operações de Crédito (Nota 10) Setor público Setor privado (Provisão para operações de crédito) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Operações de Arrendamento Mercantil (Nota 10) Setor público Setor privado (Provisão para operações de arrendamento mercantil) ( ) (34.769) ( ) Outros Créditos Créditos por avais e fianças honrados Carteira de câmbio (Nota 12.a) Rendas a receber Negociação e intermediação de valores Créditos de operações de seguros, previdência e capitalização (Nota 21.a) Diversos (Nota 11.b) (Provisão para outros créditos) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Outros Valores e Bens (Nota 13) Outros valores e bens (Provisão para desvalorizações) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Despesas antecipadas As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. 1

130 BALANÇO PATRIMONIAL BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado A T I V O ATIVO NÃO CIRCULANTE REALIZÁVEL A LONGO PRAZO Aplicações Interfinanceiras de Liquidez (Nota 7.a) Aplicações no mercado aberto Aplicações em depósitos interfinanceiros Títulos e Valores Mobiliários e Instrumentos Financeiros Derivativos (Nota 8) Carteira própria Vinculados a compromissos de recompra Vinculados ao Banco Central Vinculados à prestação de garantias Instrumentos financeiros derivativos Relações Interfinanceiras Créditos vinculados (Nota 9.b) Tesouro Nacional - recursos do crédito rural Repasses interfinanceiros Operações de Crédito (Nota 10) Setor público Setor privado (Provisão para operações de crédito) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Operações de Arrendamento Mercantil (Nota 10) Setor público Setor privado (Provisão para operações de arrendamento mercantil) (94.054) ( ) ( ) Outros Créditos Carteira de câmbio (Nota 12.a) Rendas a receber Negociação e intermediação de valores Créditos específicos (Nota 11.a) Créditos de operações de seguros, previdência e capitalização (Nota 21.a) Diversos (Nota 11.b) (Provisão para outros créditos) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Outros Valores e Bens (Nota 13) Despesas antecipadas PERMANENTE Investimentos Participações em coligadas e controladas (Nota 14.a) No país No exterior Outros investimentos (Nota 14.b) (Provisão para perdas) (45.207) (51.355) (51.356) (79.016) (84.415) (82.275) Imobilizado de Uso (Nota 15) Imóveis de uso Outras imobilizações de uso (Depreciação acumulada) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Imobilizado de Arrendamento (Nota 15) Bens arrendados (Depreciação acumulada) (541) (702) (793) Intangível (Nota 16) Ativos intangíveis (Amortização acumulada) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Diferido Gastos de organização e expansão (Amortização acumulada) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) TOTAL DO ATIVO As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. 2

131 BALANÇO PATRIMONIAL BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado P A S S I V O / P A T R I M Ô N I O L Í Q U I D O PASSIVO CIRCULANTE Depósitos (Nota 17.a) Depósitos à vista Depósitos de poupança Depósitos interfinanceiros Depósitos a prazo Outros depósitos Captações no Mercado Aberto (Nota 17.c) Carteira própria Carteira de terceiros Carteira de livre movimentação Recursos de Aceites e Emissão de Títulos (Nota 19) Recursos de letras imobiliárias, hipotecárias, de crédito e similares Obrigações por títulos e valores mobiliários no exterior Relações Interfinanceiras Recebimentos e pagamentos a liquidar (Nota 9.a) Correspondentes Relações Interdependências Recursos em trânsito de terceiros Transferências internas de recursos Obrigações por Empréstimos (Nota 18.a) Empréstimos no país - outras instituições Empréstimos no exterior Obrigações por Repasses do País - Instituições Oficiais (Nota 18.b) Tesouro Nacional BNDES Caixa Econômica Federal Finame Outras instituições Obrigações por Repasses do Exterior (Nota 18.b) Repasses do exterior Instrumentos Financeiros Derivativos (Nota 8.d) Instrumentos financeiros derivativos Outras Obrigações Cobrança e arrecadação de tributos e assemelhados Carteira de câmbio (Nota 12.a) Sociais e estatutárias Fiscais e previdenciárias (Nota 20.b) Negociação e intermediação de valores Provisões técnicas de seguros, previdência e capitalização (Nota 21.b) Fundos financeiros e de desenvolvimento (Nota 20.a) Dívidas subordinadas (Nota 20.c) Instrumentos híbridos de capital e dívida (Nota 20.d) Diversas (Nota 20.e) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. 3

132 BALANÇO PATRIMONIAL BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado P A S S I V O / P A T R I M Ô N I O L Í Q U I D O PASSIVO NÃO CIRCULANTE EXIGÍVEL A LONGO PRAZO Depósitos (Nota 17.a) Depósitos interfinanceiros Depósitos a prazo Captações no Mercado Aberto (Nota 17.c) Carteira própria Carteira de terceiros Carteira de livre movimentação Recursos de Aceites e Emissão de Títulos (Nota 19) Recursos de letras imobiliárias, hipotecárias, de crédito e similares Recursos de debêntures Obrigações por títulos e valores mobiliários no exterior Obrigações por Empréstimos (Nota 18.a) Empréstimos no país - instituições oficiais Empréstimos no exterior Obrigações por Repasses do País - Instituições Oficiais (Nota 18.b) Tesouro Nacional BNDES Finame Obrigações por Repasses do Exterior (Nota 18.b) Repasses do exterior Instrumentos Financeiros Derivativos (Nota 8.d) Instrumentos financeiros derivativos Outras Obrigações Carteira de câmbio Fiscais e previdenciárias (Nota 20.b) Negociação e intermediação de valores Provisões técnicas de seguros, previdência e capitalização (Nota 21.b) Fundos financeiros e de desenvolvimento (Nota 20.a) Operações especiais Dívidas subordinadas (Nota 20.c) Instrumentos híbridos de capital e dívida (Nota 20.d) Diversas (Nota 20.e) RESULTADOS DE EXERCÍCIOS FUTUROS PATRIMÔNIO LÍQUIDO (Nota 24) Capital De domiciliados no país De domiciliados no exterior Reservas de Reavaliação Reservas de Lucros Ajustes de Avaliação Patrimonial (Nota 8.f) Lucros ou Prejuízos Acumulados (Ações em Tesouraria) (1) (255) (255) (1) (452) (255) Participações dos Não Controladores TOTAL DO PASSIVO As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. 4

133 Banco do Brasil S.A. Demonstrações Contábeis Em milhares de Reais DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 3º Trimestre/ º Trimestre/ RECEITAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA Operações de crédito (Nota 10.b) Operações de arrendamento mercantil (Nota 10.i) Resultado de operações com títulos e valores mobiliários (Nota 8.b) Resultado de instrumentos financeiros derivativos (Nota 8.e) ( ) ( ) ( ) ( ) Resultado de operações de câmbio (Nota 12.b) Resultado das aplicações compulsórias (Nota 9.c) Resultado financeiro das operações com seguros, previdência e capitalização (Nota 21.e) DESPESAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Operações de captação no mercado (Nota 17.d) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Operações de empréstimos, cessões e repasses (Nota 18.c) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Operações de arrendamento mercantil (Nota 10.i) (4.211) (12.876) (28.464) ( ) ( ) ( ) Resultado de operações de câmbio (Nota 12.b) ( ) ( ) -- ( ) ( ) -- Despesas financeiras de provisões técnicas de seguros, previdência e capitalização (Nota 21.e) ( ) ( ) ( ) Provisão para créditos de liquidação duvidosa (Notas 10.f e 10.g) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA OUTRAS RECEITAS/DESPESAS OPERACIONAIS ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Receitas de prestação de serviços (Nota 22.a) Rendas de tarifas bancárias (Nota 22.b) Despesas de pessoal (Nota 22.c) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Outras despesas administrativas (Nota 22.d) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Despesas tributárias (Nota 25.c) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Resultado de participações em coligadas e controladas (Nota 14) (10.271) Resultado de operações com seguros, previdência e capitalização (Nota 21.e) Outras receitas operacionais (Nota 22.e) Outras despesas operacionais (Nota 22.f) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) RESULTADO OPERACIONAL RESULTADO NÃO OPERACIONAL (Nota 23) Receitas não operacionais Despesas não operacionais (18.072) (78.345) (58.096) (37.175) ( ) ( ) RESULTADO ANTES DOS TRIBUTOS E PARTICIPAÇÕES IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (Nota 25) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) PARTICIPAÇÕES NO LUCRO ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) LUCRO LÍQUIDO (Nota 24.g) Lucro atribuível à controladora Lucro/(prejuízo) das participações dos não controladores (20) LUCRO POR AÇÃO (Nota 24.e) Número médio ponderado de ações - básico Lucro básico por ação (R$) 1,01 3,20 2, Número médio ponderado de ações - diluído Lucro diluído por ação (R$) 1,01 3,19 2, As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. 5

134 Banco do Brasil S.A. Demonstrações Contábeis Em milhares de Reais DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO BB-Banco Mútiplo E V E N T O S Capital Realizado Reservas de Capital Reservas de Reavaliação Reservas de Lucros Reserva Legal Reservas Estatutárias Ajustes de Avaliação Patrimonial Banco Múltiplo Coligadas e Controladas Ações em Tesouraria Lucros ou Prejuízos Acumulados Total Saldos em (31.191) Aumento de capital - capitalização de reservas (5.188) ( ) Aumento de capital - oferta pública de ações Aumento de capital - subscrição do bônus "C" Aumento de capital - incorporação de coligadas e controladas Ajuste de avaliação patrimonial (Nota 8.f) Alienação de ações em tesouraria Prejuízo na alienação de ações em tesouraria (2.581) (2.581) Dividendos/JCP prescritos Ajuste de exercícios anteriores - adequação à Lei nº / Realização de reserva de reavaliação em coligadas/controladas (Nota 24.c) (442) Lucro líquido do período Destinações: - Reservas ( ) -- - Dividendos (Nota 24.f) ( ) ( ) ( ) - Juros sobre o capital próprio (Nota 24.f) ( ) ( ) Saldos em (255) Mutações do período (5.188) (442) ( ) Saldos em (1) Ajuste de avaliação patrimonial Dividendos/JCP prescritos Realização de reserva de reavaliação em coligadas/controladas (26) Baixa da reserva de reavaliação em coligadas/controladas (Nota 24.c) (1.184) (1.184) Lucro líquido do período Destinações: - Dividendos (Nota 24.f) ( ) ( ) - Juros sobre o capital próprio (Nota 24.f) ( ) ( ) Saldos em (1) Mutações do período (1.210) -- ( ) Saldos em (255) Aumento de capital - subscrição do bônus "C" (Nota 24.b) Ajuste de avaliação patrimonial (Nota 8.f) Alienação de ações em tesouraria (254) Dividendos/JCP prescritos Realização de reserva de reavaliação em coligadas/controladas (Nota 24.c) (307) Baixa da reserva de reavaliação em coligadas/controladas (Nota 24.c) (1.184) (1.184) Lucro líquido do período Destinações: - Reservas ( ) -- - Dividendos (Nota 24.f) ( ) ( ) ( ) - Juros sobre o capital próprio (Nota 24.f) ( ) ( ) Saldos em (1) Mutações do período (1.491) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. 6

135 DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO BB-Consolidado E V E N T O S Capital Realizado Reservas de Capital Reservas de Reavaliação Reservas de Lucros Reserva Legal Reservas Estatutárias Ajustes de Avaliação Patrimonial Lucros ou Participações dos Ações em não Tesouraria Controladores Banco Múltiplo Coligadas e Controladas Prejuízos Acumulados da Controladora Total Saldos em (31.191) Aumento de capital - capitalização de reservas (5.188) ( ) Aumento de capital - oferta pública de ações Aumento de capital - subscrição do bônus "C" Aumento de capital - incorporação de coligadas e controladas Ajuste de avaliação patrimonial (Nota 8.f) Alienação de ações em tesouraria Prejuízo na alienação de ações em tesouraria (2.581) (2.581) Dividendos/JCP prescritos Ajuste de exercícios anteriores - adequação à Lei nº / Realização de reserva de reavaliação em coligadas/controladas (Nota 24.c) (442) Participação recíproca em coligadas/controladas (197) (197) Variação de participação dos não controladores (37) (37) Lucro líquido do período (20) Resultado não realizado (54.908) Realização do resultado não realizado Destinações: - Reservas ( ) Dividendos (Nota 24.f) ( ) ( ) -- ( ) - Juros sobre o capital próprio (Nota 24.f) ( ) -- ( ) Saldos em (255) Mutações do Período (5.188) (442) ( ) (57) Saldos em (1) Ajuste de avaliação patrimonial Dividendos/JCP prescritos Realização de reserva de reavaliação em coligadas/controladas (26) Baixa da reserva de reavaliação em coligadas/controladas (Nota 24.c) (1.184) (1.184) Variação de participação dos não controladores Lucro líquido do período Destinações: - Dividendos (Nota 24.f) ( ) ( ) - Juros sobre o capital próprio (Nota 24.f) ( ) -- ( ) Saldos em (1) Mutações do período (1.210) -- ( ) Saldos em (452) Aumento de capital - subscrição do bônus "C" (Nota 24.b) Ajuste de avaliação patrimonial (Nota 8.f) Alienação de ações em tesouraria (254) Dividendos/JCP prescritos Realização de reserva de reavaliação em coligadas/controladas (Nota 24.c) (307) Baixa da reserva de reavaliação em coligadas/controladas (Nota 24.c) (1.184) (1.184) Participação recíproca em coligadas/controladas Variação de participação dos não controladores Lucro líquido do período Destinações: - Reservas ( ) Dividendos (Nota 24.f) ( ) ( ) -- ( ) - Juros sobre o capital próprio (Nota 24.f) ( ) -- ( ) Saldos em (1) Mutações do período (1.491) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. 7

136 Banco do Brasil S.A. Demonstrações Contábeis Em milhares de Reais DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA 3º Trim/2011 BB-Banco Múltiplo º Trim/2011 BB-Consolidado FLUXOS DE CAIXA PROVENIENTES DAS OPERAÇÕES Lucro antes do Imposto de Renda e Contribuição Social Ajustes ao Lucro antes dos Impostos Provisão para crédito, arrendamento mercantil e outros créditos (Notas 10.f e 10.g) Depreciações e amortizações (Nota 22.d) Resultado na avaliação do valor recuperável de ativos (Notas 15 e 16) (253) (3.696) (376) (3.351) Resultado de participação em coligadas e controladas (Nota 14.a) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) (Lucro)/prejuízo na alienação de valores e bens (Nota 23) (6.144) (9.644) (38.640) Lucro na alienação de investimentos/participação societária (Nota 23) (899) (92.813) ( ) (5.297) ( ) ( ) (Ganho)/perda de capital (Nota 23) (95.607) Resultado da conversão de moeda estrangeira (Nota 14.a) (72.052) ( ) Provisão/(reversão) para desvalorização de outros valores e bens (Nota 23) (4.289) (614) (6.215) Amortização de ágios em investimentos (Nota 14.c) Despesas com provisões cíveis, trabalhistas e fiscais (Nota 28.b) Provisões técnicas de seguros, previdência e capitalização (Nota 21.e) Atualização de ativos/passivos atuariais e dos fundos de destinação do superávit (Nota 27) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Efeito das mudanças das taxas de câmbio em caixa e equivalentes de caixa ( ) ( ) ( ) ( ) Resultado dos não controladores (26.651) (53.999) 20 Outros ajustes (104) (101) Variações Patrimoniais (Aumento) Redução em aplicações interfinanceiras de liquidez ( ) ( ) ( ) ( ) (Aumento) Redução em títulos para negociação e instrumentos financeiros derivativos ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) (Aumento) Redução em relações interfinanceiras e interdependências ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) (Aumento) Redução em operações de crédito ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) (Aumento) Redução em operações de arrendamento mercantil (Aumento) Redução em outros créditos líquidos dos impostos diferidos ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) (Aumento) Redução em outros valores e bens ( ) ( ) (94.385) ( ) ( ) Imposto de renda e contribuição social pagos ( ) ( ) ( ) ( ) (Redução) Aumento em depósitos (Redução) Aumento em captações no mercado aberto (99.641) (Redução) Aumento em recursos de aceites e emissão de títulos (Redução) Aumento em obrigações por empréstimos e repasses ( ) (Redução) Aumento em outras obrigações ( ) ( ) (Redução) Aumento em resultados de exercícios futuros (19.538) CAIXA GERADO/(UTILIZADO) PELAS OPERAÇÕES ( ) ( ) ( ) FLUXOS DE CAIXA PROVENIENTES DAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTO (Aumento) Redução em títulos e valores mobiliários disponíveis para venda ( ) ( ) (Aumento) Redução em títulos e valores mobiliários mantidos até o vencimento ( ) ( ) ( ) ( ) Dividendos recebidos de coligadas e controladas (Aquisição)/alienação de imobilizado de uso e arrendamento ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) (Aquisição)/alienação de investimentos (62.560) ( ) ( ) ( ) (97.296) ( ) Aquisição de intangíveis/diferidos ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Caixa líquido pago pela participação no Banco Patagonia (Nota 2.a) -- ( ) ( ) -- Caixa líquido recebido na alienação da Brasilsaúde CAIXA GERADO/(UTILIZADO) PELAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTO ( ) ( ) ( ) ( ) FLUXOS DE CAIXA PROVENIENTES DAS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO Variação da participação dos acionistas não controladores (57) (Redução) Aumento em obrigações por dívida subordinada (Redução) Aumento em Instrumentos híbridos de capital e dívida ( ) (34.874) ( ) (41.662) Aumento de capital Alienação de ações em tesouraria Dividendos e juros sobre o capital próprio pagos ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) CAIXA GERADO/(UTILIZADO) PELAS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO Variação Líquida de Caixa e Equivalentes de Caixa ( ) ( ) ( ) Início do período Efeito das mudanças das taxas de câmbio em caixa e equivalentes de caixa ( ) ( ) Fim do período Aumento/(Redução) de Caixa e Equivalentes de Caixa ( ) ( ) ( ) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. 8

137 Banco do Brasil S.A. Demonstrações Contábeis Em milhares de Reais DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 3º Trim/ º Trim/ Saldo % Saldo % Saldo % Saldo % Saldo % Saldo % Receitas Receitas da intermediação financeira Receitas de prestação de serviços e tarifas bancárias Provisão para créditos de liquidação duvidosa ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Outras receitas/despesas Despesas da Intermediação Financeira ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Insumos Adquiridos de Terceiros ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Materiais, energia e outros ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Serviços de terceiros ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Comunicações (Nota 22.d) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Processamento de dados (Nota 22.d) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Transporte (Nota 22.d) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Serviços de vigilância e segurança (Nota 22.d) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Serviços do sistema financeiro (Nota 22.d) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Propaganda e publicidade (Nota 22.d) (42.292) ( ) ( ) (71.702) ( ) ( ) Outras ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Valor Adicionado Bruto Despesas de amortização/depreciação (Nota 22.d) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Valor Adicionado Líquido Produzido pela Entidade Valor Adicionado Recebido em Transferência Resultado de participações em coligadas/controladas (10.271) Valor Adicionado a Distribuir , , , , , ,00 Valor Adicionado Distribuído , , , , , ,00 Pessoal , , , , , ,22 Salários e honorários Participações no lucro Benefícios e treinamentos (Nota 22.c) FGTS Outros encargos Impostos, Taxas e Contribuições , , , , , ,83 Federais Estaduais Municipais Remuneração de Capitais de Terceiros , , , , , ,83 Aluguéis (Nota 22.d) Remuneração de Capitais Próprios (Nota 24.e) , , , , , ,12 Juros sobre capital próprio da União Juros sobre capital próprio de outros acionistas Dividendos da União Dividendos de outros acionistas Lucro retido Participação dos não controladores nos lucros retidos (20) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. 9

138 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis 1 O Banco e suas Operações 01/11/ :23 O Banco do Brasil S.A. é uma companhia aberta de direito privado, de economia mista, regida, sobretudo, pela legislação das sociedades por ações. Tem por objeto a prática de todas as operações bancárias ativas, passivas e acessórias, a prestação de serviços bancários, de intermediação e suprimento financeiro sob suas múltiplas formas, inclusive nas operações de câmbio e nas atividades complementares, destacando-se seguros, previdência privada, capitalização, corretagem de títulos e valores mobiliários, administração de cartões de crédito/débito, consórcios, fundos de investimentos e carteiras administradas e o exercício de quaisquer atividades facultadas às instituições integrantes do Sistema Financeiro Nacional. Como instrumento de execução da política creditícia e financeira do Governo Federal, compete ao Banco exercer as funções atribuídas em Lei, especificamente as previstas no artigo 19 da Lei n.º 4.595/ Reestruturações Societárias 01/11/ :23 a) Aquisições EuroBank Em , o Banco do Brasil, dentro de sua estratégia de internacionalização, assinou o Contrato de Compra e Venda de Ações para aquisição de 100% do capital social do EuroBank, pelo valor de USD 6,0 milhões. O EuroBank, sociedade de capital fechado com sede no Estado da Flórida (Estados Unidos), possui uma rede de 3 agências localizadas nas cidades de Coral Gables, Pompano Beach e Boca Raton. Em , a operação foi aprovada pela Assembleia de Acionistas do Banco e sua efetivação está condicionada às aprovações dos órgãos reguladores no Brasil e nos Estados Unidos. Banco Patagonia S.A. Em , após as aprovações pelos órgãos reguladores do Brasil e da Argentina, o Banco do Brasil adquiriu o controle acionário do Banco Patagonia, relativo a ações (51% do capital social e do capital votante) pelo montante de R$ mil (USD mil), por meio de pagamento à vista, resultando no valor de USD 1,3141 por ação: Valor pago Valor do patrimônio líquido ajustado (1) Valor do patrimônio correspondente a 51% Dividendos Valor do ágio (1) Líquido dos valores referentes a resultados não realizados, reservas de reavaliação, ajustes de avaliação patrimonial e dividendos, com incorporação das contas de resultado. Os valores do investimento e do ágio foram apurados com base no balanço ajustado do Banco Patagonia de O ágio foi alocado à unidade geradora de caixa após a conclusão do processo de apuração do valor justo dos ativos líquidos do Banco Patagonia. Em , a Comisión Nacional de Valores da Argentina, órgão regulador do mercado de capitais daquele país, autorizou o Banco do Brasil a realizar, na Argentina, Oferta Pública de Aquisição Obrigatória de Ações (OPA) do Banco Patagonia para aumentar a posição acionária do Banco do Brasil, de 51% para até 75% do capital total e votante. No período de a , o Banco realizou a OPA, e o preço por ação das classes A e B do Banco Patagonia na Oferta corresponderam a USD 1,314, a serem pagos em pesos argentinos ao câmbio indicado no Prospecto da Oferta, com uma dedução de ARS 0, por ação, correspondente aos dividendos pagos relativos ao exercício finalizado em dezembro de

139 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Em , encerrou-se, na Bolsa de Valores de Buenos Aires, a OPA do Banco Patagonia S.A. Como resultado da Oferta foram adquiridas pelo Banco do Brasil ações ordinárias classe B ao preço de ARS 5, por ação. O Banco do Brasil passou a ser titular de ações ordinárias classe B, representando 58,96% do capital social e votante do Banco Patagonia. b) Aumentos de Participações Visa Vale Em , foi concretizada a negociação na qual a controlada BB Banco de Investimento S.A. (BB BI) adquiriu parte das ações detidas na Companhia Brasileira de Soluções e Serviços CBSS (Visa Vale), aumentando sua participação de 45% para 49,99%. Brasilcap Capitalização S.A. (Brasilcap) Em , o Banco comunicou que a controlada BB Seguros Participações S.A. (BB Seguros) e o Grupo Icatu (Icatu) firmaram Memorando de Entendimentos, com o objetivo de constituir aliança estratégica para o desenvolvimento e comercialização no mercado brasileiro dos negócios de capitalização. Em , a BB Seguros firmou Contrato de Compra e Venda de Ações para aquisição da totalidade da participação acionária (16,67% ON) detida pela Sul América Capitalização S.A. (Sulacap) na Brasilcap, pelo montante de R$ mil. O negócio foi efetivado em , e a participação da BB Seguros aumentou de 49,99% para 66,66%. Resumo dos valores envolvidos nas transações: Visa Vale Preço pago pela aquisição das ações Valor do Patrimônio Líquido correspondente a 4,99% Valor do ágio pela aquisição Brasilcap Preço pago pela aquisição das ações Valor do Patrimônio Líquido correspondente a 16,67% Valor do ágio pela aquisição c) Reorganização Societária na área de Seguros, Previdência Complementar Aberta, Capitalização e Resseguros Parceria BB Seguros e Mapfre Em , o Banco do Brasil comunicou que a BB Seguros e o Grupo Segurador Mapfre (Mapfre) celebraram Acordo de Parceria para a formação de aliança estratégica nos segmentos de seguros de pessoas, ramos elementares e veículos pelo prazo de 20 anos. Com base no Acordo firmado, a partir de , o Banco, por meio da BB Seguros e Mapfre, doravante denominado Grupo Segurador Banco do Brasil & Mapfre passaram a atuar de forma unificada. Foram constituídas as holdings BB Mapfre SH1 Participações S.A. (SH1), cujo ramo de atuação agrega seguros de pessoas, imobiliário e agrícola, e a Mapfre BB SH2 Participações S.A. (SH2), com foco em seguros de ramos elementares e veículos, com personalidades jurídicas de direito privado, com participação majoritária do Grupo Mapfre no capital votante e governança compartilhada. 11

140 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis As sociedades apresentam a seguinte configuração: BB Mapfre SH1 Participações S.A. Mapfre BB SH2 Participações S.A. % do Capital Total % ON % PN % do Capital Total % ON % PN BB Seguros 74,99 49, Mapfre 25,01 50, A integralização de capital na SH1 pela BB Seguros e Mapfre incluiu a versão do controle das seguradoras Companhia de Seguros Aliança do Brasil, Mapfre Vera Cruz Vida e Previdência S.A. e Vida Seguradora S.A., bem como das holdings BB Aliança Participações S.A. e Mapfre Participações Ltda. Na SH2, houve a versão dos controles nas seguradoras Aliança do Brasil Seguros S.A., Brasilveículos Companhia de Seguros, Mapfre Vera Cruz Seguradora S.A. e Mapfre Riscos Especiais Seguradora S.A., além da holding BB Aliança Rev Participações S.A. e da Mapfre Assistência S.A. Com a finalidade de equalizar a participação acionária pretendida nas duas holdings criadas em decorrência do Acordo, a BB Seguros integralizou capital no valor de R$ mil. A transação foi feita com base nos valores contábeis das empresas. d) Parceria com o Banco Bradesco S.A. no setor de cartões Em , o Banco do Brasil e o Banco Bradesco S.A. firmaram Memorando de Entendimentos com caráter vinculante, no qual constituíram a companhia Elo Participações S.A., que consolida negócios conjuntos relacionados a meios eletrônicos de pagamento. O Banco do Brasil detém 49,99% das ações e o Banco Bradesco, 50,01%. Em , foi lançada oficialmente a bandeira brasileira de cartões de crédito, débito e prépagos, denominada Elo, administrada pela companhia Elo Serviços, controlada pela Elo Participações S.A. O aporte de capital feito pelo Banco do Brasil à Elo Participações S.A., no valor de R$ mil, ocorreu em Apresentação das Demonstrações Contábeis 01/11/ :23 As Demonstrações Contábeis foram elaboradas a partir de diretrizes contábeis emanadas da Lei das Sociedades por Ações com observância às normas e instruções do Conselho Monetário Nacional (CMN), do Banco Central do Brasil (Bacen), do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), da Superintendência de Seguros Privados (Susep), da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), quando aplicável. A elaboração de demonstrações de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições financeiras, requer que a Administração use de julgamento na determinação e registro de estimativas contábeis, quando for o caso. Ativos e passivos significativos sujeitos a essas estimativas e premissas incluem: o valor residual do ativo imobilizado, provisão para créditos de liquidação duvidosa, ativos fiscais diferidos, provisão para demandas trabalhistas, fiscais e cíveis, valorização de instrumentos financeiros, ativos e passivos relacionados a benefícios pós-emprego a empregados e outras provisões. Os valores definitivos das transações envolvendo essas estimativas somente são conhecidos por ocasião da sua liquidação. As demonstrações contábeis individuais contemplam as operações do Banco do Brasil realizadas no país e no exterior (BB-Banco Múltiplo) e as demonstrações contábeis consolidadas contemplam também as operações das subsidiárias financeiras e não financeiras no país e no exterior, da Entidade de Propósito Específico - Dollar Diversified Payment Rights Finance Company, inclusive os fundos de investimentos financeiros, nas quais o Banco controla direta ou indiretamente, bem como das participações em outras empresas, conforme determinado pelo Bacen (BB-Consolidado). 12

141 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Na elaboração das demonstrações contábeis consolidadas, foram eliminados os valores oriundos de transações entre as empresas consolidadas, compreendendo as participações acionárias de uma empresa em outra, os saldos de contas patrimoniais, as receitas, despesas, bem como os lucros não realizados, líquido dos efeitos tributários. As participações dos não controladores no patrimônio líquido e no resultado das controladas foram destacadas nas demonstrações contábeis. Os saldos das contas patrimoniais e de resultado das participações societárias em que o controle é compartilhado com outros acionistas foram consolidados proporcionalmente à participação no capital social da investida. As operações de arrendamento mercantil foram consideradas sob a ótica do método financeiro, sendo os valores reclassificados da rubrica de imobilizado de arrendamento para a rubrica de operações de arrendamento mercantil, deduzidos dos valores residuais recebidos antecipadamente. O Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), desde o ano de 2008, emite normas e interpretações contábeis, alinhadas às normas internacionais de contabilidade, aprovadas pela CVM. O Bacen recepcionou os seguintes pronunciamentos, aplicados integralmente pelo Banco: CPC 01 Redução ao Valor Recuperável de Ativos, CPC 03 Demonstração dos Fluxos de Caixa DFC, CPC 05 Divulgação sobre Partes Relacionadas, CPC 10 Pagamento Baseado em Ações, CPC 23 Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro, CPC 24 Evento Subsequente e CPC 25 Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes. A adoção do CPC 10 Pagamento Baseado em ações não gerou efeitos nas demonstrações contábeis do Banco. O Banco aplicou, ainda, os seguintes pronunciamentos que não são conflitantes com as normas do Bacen, conforme determina o artigo 22, 2º, da Lei n.º 6.385/1976: CPC 09 Demonstração do Valor Adicionado, CPC 12 Ajuste a Valor Presente, CPC 19 Investimento em Empreendimento Conjunto, CPC 22 Informações por Segmento, CPC 33 Benefícios a Empregados e CPC 41 Resultado por Ação. Os pronunciamentos CPC 07 Subvenções e Assistências Governamentais, CPC 17 Contratos de Construção, CPC 29 Ativo Biológico e Produto Agrícola e CPC 35 Demonstrações Separadas, não conflitantes com as normas do Bacen, poderão ser aplicados pelo Banco na medida em que ocorrerem eventos ou transações abrangidos por esses CPCs. A aplicação dos demais normativos que dependem de regulamentação do Bacen reflete, basicamente, em ajustes imateriais ou em alterações na forma de divulgação, exceto os seguintes pronunciamentos que podem gerar impactos relevantes nas demonstrações contábeis: CPC 04 Ativos Intangíveis e CPC 15 Combinação de Negócios a) reclassificação dos intangíveis identificados nas aquisições do Banco Nossa Caixa e do Banco Votorantim, ocorridas em 2009, e do Banco Patagonia, ocorrida em abril de 2011, da conta de Investimentos para a conta de Intangível, no grupamento do Ativo Não Circulante Permanente; b) desreconhecimento de despesas de amortização de ágios por expectativa de rentabilidade futura oriundos das aquisições; e, c) reconhecimento de despesa de amortização de intangíveis com vida útil definida, identificados nas aquisições. CPC 36 - Demonstrações Consolidadas na formação das sociedades holdings SH1 e SH2 (Nota 2.c), o Banco contribuiu com suas empresas seguradoras e recebeu participação indireta nas empresas seguradoras oriundas da Mapfre com os seguintes efeitos contábeis: a) desreconhecimento dos ativos e dos passivos das empresas contribuídas pelo Banco pelos seus valores contábeis na data em que o controle foi perdido; b) reconhecimento dos ativos recebidos em compensação a valor justo; c) reconhecimento do investimento remanescente nas ex-controladas pelo valor justo na mesma data; e d) reconhecimento da diferença resultante com um ganho ou perda no resultado do período. CPC 38 Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração ajuste na provisão para crédito de liquidação duvidosa, em virtude da adoção do critério de perda incorrida. As demonstrações contábeis foram aprovadas pelo Conselho Diretor em

142 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Participações societárias incluídas nas demonstrações contábeis consolidadas, segregadas por segmentos de negócios: Segmento Bancário Atividade % de Participação BB Leasing S.A. Arrendamento Mercantil (1) (4) Arrendamento 100% 100% 100% Banco do Brasil AG. Viena (1) (4) Bancária 100% 100% 100% BB Leasing Company Ltd. (1) (4) Arrendamento 100% 100% 100% BB Securities LLC. (1) (4) Corretora 100% 100% 100% BB Securities Ltd. (1) (4) Corretora 100% 100% 100% Brasilian American Merchant Bank (1) (4) Bancária 100% 100% 100% BB USA Holding Company, Inc. (1) (4) Holding 100% 100% 100% Besc Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. (1) (4) Administração de Ativos 99,62% 99,62% 99,62% Banco Patagonia S.A. (1) (4) Banco Múltiplo 51% Banco Votorantim S.A. (2) (4) Banco Múltiplo 50% 50% 50% Segmento Investimentos BB Banco de Investimento S.A. (1) (4) Banco de Investimento 100% 100% 100% Kepler Weber S.A. (2) (4) Indústria 17,54% 17,56% 17,57% Companhia Brasileira de Securitização Cibrasec (3) (5) Aquisição de Créditos 12,12% 12,12% 12,12% Neoenergia S.A. (2) (4) Energia 11,99% 11,99% 11,99% Segmento Gestão de Recursos BB Gestão de Recursos Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. Segmento Seguros, Previdência e Capitalização (1) (4) Administração de Ativos 100% 100% 100% BB Seguros Participações S.A. (1) (4) Holding 100% 100% 100% BB Corretora de Seguros e Administradora de Bens S.A. (1) (4) Corretora 100% 100% 100% Nossa Caixa Capitalização S.A. (1) (4) Capitalização 100% 100% 100% BB Aliança Participações S.A. (3) (4) Holding 74,99% 100% 100% Companhia de Seguros Aliança do Brasil (3) (4) Seguradora 74,99% 100% 100% Brasilprev Seguros e Previdência S.A. (3) (4) Seguradora/Previdência 74,99% 74,99% 74,99% BB Mapfre SH1 Participações S.A. (3) (4) Holding 74,99% Mapfre Vera Cruz Vida e Previdência S.A. (3) (4) Previdência 74,99% Mapfre Participações Ltda. (3) (4) Holding 74,99% Vida Seguradora S.A. (3) (4) Seguradora 74,99% BB Aliança Rev Participações S.A. (3) (4) Holding 50% 100% -- Brasilveículos Companhia de Seguros (3) (4) Seguradora 50% 100% 70% Mapfre BB SH2 Participações S.A. (3) (4) Holding 50% Mapfre Vera Cruz Seguradora S.A. (3) (4) Seguradora 50% Mares Mapfre Riscos Especiais S.A. (3) (4) Seguradora 50% Mapfre Assistência S.A. (3) (4) Prestação de Serviço 50% Aliança do Brasil Seguros S.A. (3) (4) Seguradora 50% 100% 100% Brasilcap Capitalização S.A. (3) (4) Capitalização 66,66% 49,99% 49,99% Seguradora Brasileira de Crédito à Exportação SBCE (3) (4) Seguradora 12,09% 12,09% 12,09% Segmento Meios de Pagamento BB Administradora de Cartões de Crédito S.A. (1) (4) Prestação de Serviços 100% 100% 100% BB Elo Cartões Participações S.A. (1) (4) Holding 100% 100% 100% Elo Participações S.A. (2) (4) Holding 49,99% Companhia Brasileira de Soluções e Serviços CBSS Visa Vale (3) (4) Prestação de Serviços 49,99% 45% 45% Cielo S.A. (2) (4) Prestação de Serviços 28,74% 28,74% 28,75% Tecnologia Bancária S.A. Tecban (3) (5) Prestação de Serviços 13,53% 13,53% 13,53% Outros Segmentos Ativos S.A. Securitizadora de Créditos Financeiros (1) (4) Aquisição de Créditos 100% 100% 100% Ativos S.A. Gestão de Cobrança e Recuperação de Crédito (1) (4) Aquisição de Créditos 100% BB Administradora de Consórcios S.A. (1) (4) Consórcio 100% 100% 100% BB Tur Viagens e Turismo Ltda. (1) (5) Turismo 100% 100% 100% BB Money Transfers Inc. (1) (4) Prestação de Serviços 100% 100% 100% Cobra Tecnologia S.A. (1) (4) Informática 99,97% 99,99% 99,94% BV Participações S.A. (2) (4) Holding 50% 50% 50% (1) Controladas. (2) Controle em conjunto, incluídas proporcionalmente na consolidação. (3) Coligadas, incluídas proporcionalmente na consolidação conforme determinação do Bacen. (4) Demonstrações contábeis para consolidação relativas a setembro/2011. (5) Demonstrações contábeis para consolidação relativas a agosto/

143 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Foram consolidados ainda os fundos de investimentos financeiros BV Financeira FIDC I, BV Financeira FIDC II, BV Financeira FIDC III, BV Financeira FIDC IV, BV Financeira FIDC V, Fundo de Investimento Sedna Referenciado DI, Votorantim G&K Fundo de Investimento em Participações, BVIA Fundo de Investimento em Participações, Fundo de Investimento Nióbio I e a Entidade de Propósito Específico no exterior Dollar Diversified Payment Rights Finance Company, os quais o Banco controla direta ou indiretamente. Foi efetuado no Banco Múltiplo e no BB-Consolidado, no período de a , a reclassificação de R$ mil do grupamento das Receitas de Prestação de Serviços para o grupamento das Rendas de Tarifas Bancárias, conforme Carta Circular Bacen n.º 3.490/2011, que alterou a função de títulos e subtítulos contábeis para registro de rendas de tarifas. No BB-Consolidado, no período de a , foi efetuada a reclassificação de R$ mil do grupamento das Outras Receitas Operacionais para o grupamento das Receitas de Prestação de Serviços, referentes as rendas de aluguel de equipamentos POS da Cielo. 4 Resumo das Principais Práticas Contábeis 01/11/ :23 a) Apuração do Resultado As receitas e as despesas são registradas de acordo com o regime de competência. As operações formalizadas com encargos financeiros pós-fixados estão registradas pelo valor atualizado pelo critério pro rata die, com base na variação dos respectivos indexadores pactuados, e as operações com encargos financeiros pré-fixados estão registradas pelo valor de resgate, retificado por conta de rendas a apropriar ou despesas a apropriar correspondentes ao período futuro. As operações indexadas a moedas estrangeiras são atualizadas até a data do balanço pelo critério de taxas correntes. b) Caixa e Equivalentes de Caixa Caixa e equivalentes de caixa estão representados por disponibilidades em moeda nacional, moeda estrangeira, aplicações em ouro, aplicações em operações compromissadas posição bancada, aplicações em depósitos interfinanceiros e aplicações em moedas estrangeiras, com alta liquidez e risco insignificante de mudança de valor, com prazo de vencimento igual ou inferior a 90 dias. c) Aplicações Interfinanceiras de Liquidez As aplicações interfinanceiras de liquidez são registradas pelo valor de aplicação ou aquisição, acrescido dos rendimentos auferidos até a data do balanço e ajustadas por provisão para perdas, quando aplicável. d) Títulos e Valores Mobiliários TVM Os títulos e valores mobiliários adquiridos para formação de carteira própria são registrados pelo valor efetivamente pago, inclusive corretagens e emolumentos, e se classificam em função da intenção da Administração do Banco em três categorias distintas, conforme Circular Bacen n.º 3.068/2001: Títulos para Negociação: títulos e valores mobiliários adquiridos com o propósito de serem negociados ativa e frequentemente, ajustados mensalmente pelo valor de mercado. Suas valorizações e desvalorizações são registradas, respectivamente, em contas de receitas e despesas do período; Títulos Disponíveis para Venda: títulos e valores mobiliários que poderão ser negociados a qualquer tempo, porém não são adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados. São ajustados mensalmente ao valor de mercado e suas valorizações e desvalorizações registradas, líquidas dos efeitos tributários, em conta de Ajuste de Avaliação Patrimonial no Patrimônio Líquido; e 15

144 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Títulos Mantidos até o Vencimento: títulos e valores mobiliários que o Banco tem e dispõe de capacidade financeira para manter até o vencimento. Esses títulos não são ajustados pelo valor de mercado. A capacidade financeira está amparada em projeção de fluxo de caixa que desconsidera a possibilidade de venda desses títulos. A metodologia de ajuste a valor de mercado dos títulos e valores mobiliários foi estabelecida com observância a critérios consistentes e verificáveis, que levam em consideração o preço médio de negociação na data da apuração ou, na falta desse, o valor de ajuste diário das operações de mercado futuro divulgados pela Anbima, BM&FBovespa ou o valor líquido provável de realização obtido por meio de modelos de precificação, utilizando curvas de valores futuros de taxas de juros, taxas de câmbio, índice de preços e moedas, todas devidamente aderentes aos preços praticados no exercício. Os rendimentos obtidos pelos títulos e valores mobiliários, independente de como estão classificados, são apropriados pro rata die, observando o regime de competência até a data do vencimento ou da venda definitiva, pelo método exponencial ou linear, com base nas suas cláusulas de remuneração e na taxa de aquisição distribuída no prazo de fluência, reconhecidos diretamente no resultado do período. As perdas com títulos classificados como disponíveis para venda e como mantidos até o vencimento que não tenham caráter de perdas temporárias são reconhecidas diretamente no resultado do período e passam a compor a nova base de custo do ativo. Quando da alienação, a diferença apurada entre o valor da venda e o custo de aquisição atualizado pelos rendimentos é considerada como resultado da transação, sendo contabilizada na data da operação como lucro ou prejuízo com títulos e valores mobiliários. e) Instrumentos Financeiros Derivativos IFD Os instrumentos financeiros derivativos são avaliados pelo valor de mercado por ocasião dos balancetes mensais e balanços. As valorizações ou desvalorizações são registradas em contas de receitas ou despesas dos respectivos instrumentos financeiros. A metodologia de marcação a mercado dos instrumentos financeiros derivativos foi estabelecida com base em critérios consistentes e verificáveis que levam em consideração o preço médio de negociação no dia da apuração ou, na falta desse, por meio de modelos de precificação que traduzam o valor líquido provável de realização. Os instrumentos financeiros derivativos utilizados para compensar, no todo ou em parte, os riscos decorrentes das exposições às variações no valor de mercado de ativos ou passivos financeiros são considerados instrumentos de proteção (hedge) e são classificados de acordo com a sua natureza em: Hedge de Risco de Mercado: os instrumentos financeiros assim classificados, bem como o item objeto de hedge, têm suas valorizações ou desvalorizações reconhecidas em contas de resultado do período; e Hedge de Fluxo de Caixa: para os instrumentos financeiros enquadrados nessa categoria, a parcela efetiva das valorizações ou desvalorizações registra-se, líquida dos efeitos tributários, na conta Ajuste de Avaliação Patrimonial do Patrimônio Líquido. Entende-se por parcela efetiva aquela em que a variação no item objeto de hedge, diretamente relacionada ao risco correspondente, é compensada pela variação no instrumento financeiro utilizado para hedge, considerando o efeito acumulado da operação. As demais variações verificadas nesses instrumentos são reconhecidas diretamente no resultado do período. 16

145 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis f) Operações de Crédito, de Arrendamento Mercantil, Adiantamentos sobre Contratos de Câmbio, Outros Créditos com Características de Concessão de Crédito e Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa As operações de crédito, de arrendamento mercantil, adiantamentos sobre contratos de câmbio e outros créditos com características de concessão de crédito são classificados de acordo com o julgamento da Administração quanto ao nível de risco, levando em consideração a conjuntura econômica, a experiência passada e os riscos específicos em relação à operação, aos devedores e garantidores, observando os parâmetros estabelecidos pela Resolução CMN n.º 2.682/1999, que requer a análise periódica da carteira e sua classificação em nove níveis, sendo AA (risco mínimo) e H (risco máximo), bem como a classificação das operações com atraso superior a 15 dias como operações em curso anormal. As rendas das operações de crédito vencidas há mais de 60 dias, inclusive, independentemente de seu nível de risco, são reconhecidas como receita quando efetivamente recebidas. As operações classificadas como nível H, que permanecem nessa classificação por 180 dias, são baixadas contra a provisão existente. As operações renegociadas são mantidas, no mínimo, no mesmo nível em que estavam classificadas. As renegociações de operações de crédito já baixadas contra a provisão são classificadas como H e os eventuais ganhos oriundos da renegociação são reconhecidos como receita quando efetivamente recebidos. A provisão para operações de crédito de liquidação duvidosa, considerada suficiente pela Administração, atende ao requisito mínimo estabelecido pela Resolução CMN n.º 2.682/1999 (Nota 10.e). g) Tributos Os tributos são apurados com base nas alíquotas demonstradas no quadro a seguir: Tributos Alíquota Imposto de Renda (15% + adicional de 10%) 25% Contribuição Social sobre o Lucro Líquido CSLL (1) 15% PIS/Pasep (2) 0,65% Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Cofins (2) 4% Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza ISSQN Até 5% (1) Para as empresas não financeiras a alíquota corresponde a 9%. (2) Para as empresas não financeiras optantes do regime de apuração não cumulativo, a alíquota do PIS/Pasep é de 1,65% e da Cofins é de 7,6%. Os ativos fiscais diferidos (créditos tributários) e os passivos fiscais diferidos são constituídos pela aplicação das alíquotas vigentes dos tributos sobre suas respectivas bases. Para constituição, manutenção e baixa dos ativos fiscais diferidos são observados os critérios estabelecidos pela Resolução CMN n.º 3.059/2002, alterada pela Resolução CMN n.º 3.355/2006, e estão suportados por estudo de capacidade de realização. h) Despesas Antecipadas Referem-se às aplicações de recursos em pagamentos antecipados, cujos benefícios ou prestação de serviço ao Banco ocorrerão durante os exercícios seguintes. As despesas antecipadas são registradas ao custo e amortizadas à medida em que forem sendo realizadas. i) Ativo Permanente Investimentos: os investimentos em controladas e coligadas com influência significativa ou com participação de 20% ou mais no capital votante e em demais sociedades que fazem parte de um mesmo grupo ou que estejam sob controle comum são avaliados por equivalência patrimonial com base no valor do patrimônio líquido da controlada ou coligada. 17

146 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Os ágios correspondentes ao valor pago excedente ao valor contábil dos investimentos adquiridos, decorrentes da expectativa de rentabilidade futura, estão sustentados pelas avaliações econômicofinanceiras que fundamentaram o preço de compra dos negócios, são amortizados com base nas projeções de resultado anual constantes nos respectivos estudos econômico-financeiros e são submetidos anualmente ao teste de redução ao valor recuperável de ativos. As demonstrações contábeis das agências e controladas no exterior são adaptadas aos critérios contábeis vigentes no Brasil e convertidas para a moeda Real pelo critério de taxas correntes, conforme previsto nas Circulares Bacen n.º 2.397/1993 e n.º 2.571/1995 e seus efeitos são reconhecidos no resultado do período. Os demais investimentos permanentes são avaliados ao custo de aquisição, deduzidos de provisão para perdas e da redução ao valor recuperável - imparidade, quando aplicável. Imobilizado de Uso: o ativo imobilizado é avaliado pelo custo de aquisição, deduzido da respectiva conta de depreciação, cujo valor é calculado pelo método linear às seguintes taxas anuais: edificações e benfeitorias - 4%, veículos - 20%, sistemas de processamento de dados - 20% e demais itens - 10% (Nota 15). Diferido: o ativo diferido está registrado ao custo de aquisição ou formação, líquido das respectivas amortizações acumuladas. Contempla, principalmente, os gastos de reestruturação da Empresa e os gastos efetuados, até , em imóveis de terceiros, decorrentes de instalação de dependências e amortizados mediante taxas apuradas com base no prazo de locação, e com aquisição e desenvolvimento de sistemas, amortizados à taxa anual de 20%. Intangível: o ativo intangível corresponde aos direitos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção do Banco ou exercidos com essa finalidade, inclusive o fundo de comércio adquirido. Um ativo satisfaz o critério de identificação de um ativo intangível quando: for separável, ou seja, puder ser separado da entidade e vendido, transferido ou licenciado, alugado ou trocado individualmente ou junto a um contrato, ativo ou passivo relacionado, independente da intenção de uso pela entidade ou resultar de direitos contratuais ou outros direitos legais, independentemente de tais direitos serem transferíveis ou separáveis da entidade ou de outros direitos e obrigações. Os ativos intangíveis que possuem vida útil definida referem-se basicamente aos desembolsos para aquisição de direitos para prestação de serviços bancários (aquisição de folhas de pagamento), amortizados de acordo com os prazos dos contratos, e a aquisições/desenvolvimento de softwares, amortizados pelo método linear à taxa de 20% ao ano a partir da data da sua disponibilidade para uso e ajustados por redução ao valor recuperável imparidade, quando aplicável (Nota 16). A amortização dos ativos intangíveis é contabilizada em Outras Despesas Administrativas. j) Redução do Valor Recuperável de Ativos não Financeiros Imparidade É reconhecida uma perda por imparidade se o valor de contabilização de um ativo ou de sua unidade geradora de caixa (UGC) excede seu valor recuperável. Uma UGC é o menor grupo identificável de ativos que geram entradas de caixa, que são em grande parte independentes das entradas de caixa de outros ativos ou de grupos de ativos. Perdas por imparidade são reconhecidas no resultado do período. A partir de 2008, os valores dos ativos não financeiros, exceto créditos tributários e outros valores e bens, são revistos, no mínimo, anualmente para determinar se há indicação de perda por imparidade. Considerando a materialidade e a relevância dos valores envolvidos, os principais ativos que têm seus valores recuperáveis testados são: Edificações, Sistemas de Processamento de Dados (imobilizado), Direitos por Aquisição de Folhas de Pagamento (intangível) e Ágios por Expectativa de Rentabilidade Futura gerados na aquisição de entidades (investimento). Para apuração dos valores recuperáveis dos itens testados são utilizadas as seguintes premissas: 18

147 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis 1- Para a apuração do valor recuperável das edificações são utilizados laudos de avaliação (para os imóveis de valores relevantes) e estimativas (para os demais imóveis); 2- No caso dos equipamentos de processamento de dados (mainframes e terminais de autoatendimento), são considerados o valor de mercado e o valor passível de ser recuperado no tempo por uso nas operações da entidade. A metodologia aplicada considera a projeção dos fluxos de caixa dos benefícios econômicos decorrentes do uso de cada bem durante a sua vida útil, ajustados a valor presente; 3- O modelo de avaliação para perda de desvalorização da Verba de Relacionamento Negocial - VRN (Direitos por Aquisição de Folhas de Pagamento) está relacionado ao acompanhamento da performance dos contratos. Esse modelo foi elaborado a partir das margens de contribuição de relacionamento das Pessoas Físicas vinculadas a cada contrato; e 4- A metodologia de teste de imparidade dos ágios, que corresponde ao valor excedente pago na aquisição de investimentos decorrente da expectativa de rentabilidade futura, consiste em duas etapas: i) mensurar o resultado esperado da UGC em valor presente; e ii) excluir, desse resultado, os ativos identificados.o saldo remanescente, se maior que o ágio, indica que não há necessidade de efetuar provisão para imparidade. Se menor, a diferença entre ambos será o valor a ser provisionado para imparidade. Para mensurar esse resultado, as premissas adotadas são baseadas nas taxas usuais de mercado e em estudos econômicos financeiros. A estimativa envolve várias premissas de caráter subjetivo, tais como o desempenho atual e passado e o crescimento esperado no respectivo mercado de atuação e em todo ambiente macroeconômico. O valor em uso da UGC relacionada ao Segmento de Seguros, Previdência e Capitalização é sensível às taxas de crescimento e de desconto na perpetuidade. Os índices relacionados à taxa de crescimento são baseados em cenário macroeconômico desenvolvido pelo Banco. A taxa de desconto, usada pelo Banco, é determinada pelo custo do capital próprio apurado pelo modelo Capital Asset Pricing Model CAPM, referenciado em moeda brasileira na forma unitária. Já para o Segmento Bancário a sensibilidade recai sobre o Produto Interno Bruto (PIB) e Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). No caso do ágio na aquisição do Banco Nossa Caixa, incorporado em novembro de 2009, a metodologia consistiu em comparar o valor presente dos resultados projetados do Banco do Brasil pelas agências de varejo e corporate do Estado de São Paulo (UGC), isolando a rentabilidade comparada com e sem o Banco Nossa Caixa. A partir da diferença identificada, os valores foram projetados com base nas premissas de crescimento de rentabilidade para o Banco do Brasil, descontado pelo custo de oportunidade de capital. k) Benefícios a Empregados Os benefícios a empregados, relacionados a benefícios de curto prazo para os empregados atuais, são reconhecidos pelo regime de competência de acordo com os serviços prestados. Os benefícios pós-emprego, relacionados a complemento de aposentadoria e assistência médica, de responsabilidade do Banco, foram avaliados em de acordo com os critérios estabelecidos na forma da Deliberação CVM n.º 600/2009 (Nota 27). A partir de , a periodicidade das avaliações passou a ser semestral e não mais anual como ocorria até Nos planos de contribuição definida, o risco atuarial e o risco dos investimentos são dos participantes. Sendo assim, a contabilização dos custos é determinada pelos valores das contribuições de cada período que representam a obrigação do Banco. Consequentemente, nenhum cálculo atuarial é requerido na mensuração da obrigação ou da despesa e não existe ganho ou perda atuarial. Nos planos de benefício definido, o risco atuarial e o risco dos investimentos recaem parcial ou integralmente na entidade patrocinadora. Sendo assim, a contabilização dos custos exige a mensuração das obrigações e despesas do plano, existindo a possibilidade de ocorrer ganhos e perdas atuariais, podendo originar o registro de um passivo quando o montante das obrigações atuariais ultrapassa o valor dos ativos do plano de benefícios, ou, de um ativo quando o montante dos ativos supera o valor das obrigações do plano. Nesta última hipótese, o ativo somente deverá ser 19

148 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis registrado quando existirem evidências de que este poderá reduzir efetivamente as contribuições da patrocinadora ou que será reembolsável no futuro. A parcela dos ganhos ou perdas atuariais reconhecida no resultado do Banco corresponde ao excesso que não se enquadrou no corredor dividido pelo tempo médio de trabalho restante dos empregados que participam do plano. O corredor corresponde ao que for maior dentre: 1-10% do valor presente da obrigação atuarial total do benefício definido; e 2-10% do valor justo dos ativos do plano. O Banco reconhece os ganhos/perdas atuariais no próprio período em que foi realizado o cálculo atuarial, conforme permitido pela Deliberação CVM n.º 600/2009. As contribuições devidas pelo Banco aos planos de assistência médica, em alguns casos, permanecem após a aposentadoria do empregado. Sendo assim, as obrigações do Banco em relação aos associados aposentados são avaliadas pelo valor presente atuarial das contribuições que serão realizadas durante o período esperado de vinculação dos associados e beneficiários ao plano. Tais obrigações são avaliadas e reconhecidas utilizando-se os mesmos critérios dos planos de benefício definido. O ativo atuarial reconhecido no balanço (Nota 27) refere-se aos ganhos atuariais e sua realização ocorrerá obrigatoriamente até o final do plano. Poderão ocorrer realizações parciais desse ativo atuarial, condicionadas ao atendimento dos requisitos da Lei Complementar n.º 109/2001 e da Resolução CGPC n.º 26/2008. l) Operações Relacionadas às Atividades de Seguros, Previdência e Capitalização Apuração do Resultado Os prêmios de seguros e as despesas de comercialização são contabilizados por ocasião da emissão das apólices ou faturas e reconhecidos no resultado, de acordo com o período decorrido de vigência do risco coberto. As receitas de prêmios e as correspondentes despesas de comercialização relativas aos riscos vigentes, ainda sem emissão das respectivas apólices, são reconhecidas no resultado em bases estimadas. A receita de prêmios de seguros de riscos a decorrer é diferida pelo prazo de vigência das apólices de seguros, por meio da constituição da provisão de prêmios não ganhos, com base na retenção líquida dos prêmios emitidos auferidos. As operações de cosseguro aceito, retrocessão e do Convênio Dpvat são contabilizadas com base nas informações recebidas das congêneres, do IRB Brasil Resseguros S.A. e da Seguradora Líder - Dpvat, respectivamente. As receitas de planos de previdência, seguros de vida com cobertura de sobrevivência e capitalização são reconhecidas no resultado quando efetivamente recebidas, tendo como contrapartida a constituição de provisões técnicas, exceto as receitas para cobertura de riscos nos casos de planos de previdência conjugados, as quais devem ser reconhecidas pelo período de vigência do respectivo risco, independente do seu recebimento. Os custos de comercialização são diferidos por ocasião da emissão do contrato ou apólice e apropriados ao resultado, de forma linear, pelo prazo médio estimado para a sua recuperação, exceto os relacionados à capitalização. As demais receitas e despesas são registradas de acordo com o regime de competência. Provisões Técnicas As regras e procedimentos para a constituição das provisões técnicas são regulamentados pelas Resoluções n.º 162/2006, n.º 181/2007, n.º 195/2008 e n.º 204/2009 do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) e Resoluções Normativas n.º 75/2004 e n.º 160/2009 da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e calculados de acordo com as Notas Técnicas Atuariais (NTA) específicas. As NTA s são mantidas nas seguradoras para aprovação da Superintendência de Seguros Privados (Susep) e ANS. 20

149 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Seguros Provisão de Prêmios não Ganhos (PPNG): representa as parcelas dos prêmios que serão apropriados ao resultado no decorrer dos prazos de vigência dos seguros, calculados pro rata die. Provisão de Prêmios não Ganhos dos Riscos Vigentes, mas não Emitidos (PPNG-RVNE): representa o ajuste da PPNG dada a existência de riscos assumidos pela seguradora cuja apólice ainda não foi operacionalmente emitida, não sendo aplicável ao segmento de seguro saúde. Provisão de Insuficiência de Prêmios (PIP): representa a necessidade de cobertura de possíveis insuficiências da provisão de prêmios não ganhos (PPNG), em função da expectativa de pagamento e reavaliação dos sinistros ocorridos. Provisão de Sinistros a Liquidar (PSL): representa a previsão de pagamentos prováveis de indenizações, judiciais ou não, brutos de resseguros e líquidos das recuperações de cosseguro cedido, determinada com base nos avisos recebidos até a data do balanço, atualizada monetariamente nos casos de seguros indexados, ajustados pela estimativa de Sinistros Ocorridos, mas não Suficientemente Avisados (IBNER Incurred But Not Enough Reported). Provisão de Sinistros Ocorridos, mas não Avisados [IBNR Incurred But Not Reported e Provisão de Eventos Ocorridos mas não Avisados (PEONA) do segmento de seguro saúde]: representa o montante esperado de sinistros ocorridos e não avisados até a data-base das demonstrações contábeis. Provisão Complementar de Prêmios (PCP): tem como objetivo manter a empresa resguardada nas transições mensais, mantendo o montante das provisões técnicas de prêmio (PPNG e PPNG-RVNE) maior ou igual à média diária do mês de apuração. Previdência Provisão Matemática de Benefícios a Conceder: representa o montante dos prêmios e contribuições aportados pelos participantes, líquido da taxa de carregamento, acrescido dos rendimentos financeiros auferidos nas aplicações dos recursos. Essa provisão refere-se aos participantes cuja percepção dos benefícios ainda não foi iniciada. Provisão Matemática de Benefícios Concedidos: refere-se àqueles já em gozo de benefícios. Provisões para Insuficiência de Contribuições e de Prêmios: são constituídas para fazer face a eventuais oscilações desfavoráveis nos riscos técnicos assumidos nas provisões matemáticas de benefícios a conceder e concedidos, decorrentes da tendência de maior sobrevida dos participantes e o seu cálculo é efetuado utilizando-se como parâmetro a tábua de mortalidade AT 2000 Male/Female Suavizada e premissas relacionadas, considerando todos os contratos vigentes. Provisão de Oscilação Financeira: é constituída para fazer frente aos eventuais impactos de variações desfavoráveis nas taxas futuras dos recursos destinados ao pagamento de benefícios e resgates aos participantes, considerando a remuneração mínima garantida contratualmente. Capitalização Provisão Matemática para Resgate: é calculada sobre o valor nominal dos títulos, atualizada com base em notas técnicas atuariais aprovadas pela Susep. Provisões para Resgate de Títulos Vencidos e Antecipados: são constituídas pelos valores dos títulos com prazos de capitalização finalizados e rescindidos, atualizados monetariamente no período entre a data do direito do resgate e a efetiva liquidação. Provisão para Sorteio a Realizar: é calculada sobre o valor nominal dos títulos, com base em notas técnicas atuariais aprovadas pela Susep. A baixa da provisão é registrada pelo valor equivalente ao risco decorrido, ou seja, o saldo da provisão para sorteio a realizar representa os valores custeados dos sorteios ainda não realizados. 21

150 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Provisão de Sorteio a Pagar: é constituída pelos valores dos títulos contemplados em sorteios, atualizados monetariamente no período entre a data do sorteio e a efetiva liquidação. m) Ativos e Passivos Contingentes e Obrigações Legais O reconhecimento, a mensuração e a divulgação dos ativos e passivos contingentes e obrigações legais são efetuados de acordo com os critérios definidos na Resolução CMN n.º 3.823/2009 (Nota 28). Os ativos contingentes são reconhecidos nas demonstrações contábeis somente quando da existência de evidências que propiciem a garantia de sua realização, usualmente representado pelo trânsito em julgado da ação e pela confirmação da capacidade de sua recuperação por recebimento ou compensação por outro exigível. Os passivos contingentes são reconhecidos nas demonstrações contábeis quando, baseado na opinião de assessores jurídicos e da Administração, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, com uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança, sendo quantificados quando da citação/notificação judicial e revisados mensalmente, da seguinte forma: Massificados: processos relativos às causas consideradas semelhantes e usuais, e cujo valor não seja considerado relevante, segundo parâmetro estatístico por grupo de ação, tipo de órgão legal (Juizado Especial Cível ou Justiça Comum) e reclamante. Nas ações de natureza trabalhista e nas ações de natureza cível relacionadas a planos econômicos são considerados os valores médios dos pagamentos dos processos encerrados nos últimos 24 meses e 12 meses, respectivamente, para apuração do valor das obrigações; e Individualizados: processos relativos às causas consideradas não usuais ou cujo valor seja considerado relevante sob a avaliação de assessores jurídicos, considerando o valor indenizatório pretendido, o valor provável de condenação, provas apresentadas e provas produzidas nos autos, jurisprudência sobre a matéria, subsídios fáticos levantados, decisões judiciais que vierem a ser proferidas na ação, classificação e grau de risco de perda da ação judicial. Os passivos contingentes classificados como de perdas possíveis não são reconhecidos nas demonstrações contábeis, devendo ser apenas divulgados nas notas explicativas, e os classificados como remotos não requerem provisão e nem divulgação. As obrigações legais (fiscais e previdenciárias) são derivadas de obrigações tributárias previstas na legislação, independentemente da probabilidade de sucesso de processos judiciais em andamento, que têm os seus montantes reconhecidos integralmente nas demonstrações contábeis. n) Lucro por Ação A divulgação do lucro por ação é efetuada de acordo com os critérios definidos na Deliberação CVM n.º 636/2010. O lucro básico por ação do Banco foi calculado dividindo-se o lucro líquido atribuível aos acionistas pelo número médio ponderado de ações ordinárias totais, excluídas as ações em tesouraria (Nota 24.e). 5 Informações por Segmento 01/11/ :23 As informações por segmento foram elaboradas considerando critérios utilizados pela Administração na avaliação de desempenho do segmento, na tomada de decisões quanto à alocação de recursos para investimento e outros fins, considerando-se o ambiente regulatório e as semelhanças entre produtos e serviços. As operações do Banco estão divididas basicamente em cinco segmentos: bancário, investimentos, gestão de recursos, seguridade (seguros, previdência e capitalização) e meios de pagamento. Além desses, o Banco participa de outras atividades econômicas, tais como consórcios e suporte operacional, que foram agregadas em Outros Segmentos. 22

151 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis As transações intersegmentos são praticadas em condições normais de mercado, substancialmente nos termos e condições para operações comparáveis, incluindo taxas de juros e garantias. Essas operações não envolvem riscos anormais de recebimento. a) Segmento Bancário Responsável pela parcela mais significativa do resultado do Banco, preponderantemente obtido no Brasil, compreende uma grande diversidade de produtos e serviços, tais como depósitos, operações de crédito, cartões, que são disponibilizados aos clientes por meio dos mais variados canais de distribuição situados no país e no exterior. As operações do segmento bancário abrangem os negócios com os mercados de varejo, atacado e governo realizados por meio de rede e equipes de atendimento, e os negócios com microempreendedores e o setor informal realizados por intermédio de correspondentes bancários. b) Segmento de Investimentos Nesse segmento são realizados negócios no mercado de capitais doméstico, com atuação na intermediação e distribuição de dívidas no mercado primário e secundário, além de participações societárias e da prestação de serviços financeiros. O resultado da intermediação financeira do segmento é obtido por meio de receitas auferidas nas aplicações em títulos e valores mobiliários deduzidas das despesas de captação de recursos junto a terceiros. As participações acionárias existentes estão concentradas nas empresas coligadas e controladas. As receitas de prestação de serviços financeiros resultam de assessorias econômicofinanceiras, de underwriting de renda fixa e variável. c) Segmento de Gestão de Recursos Responsável essencialmente pelas operações inerentes à compra, venda e custódia de títulos e valores mobiliários, administração de carteiras, instituição, organização e administração de fundos e clubes de investimento. As receitas são oriundas principalmente das comissões e taxas de administração cobradas dos investidores pela prestação desses serviços. d) Segmento de Seguros, Previdência e Capitalização Nesse segmento são oferecidos produtos e serviços relacionados a seguros de vida, patrimonial e automóvel, planos de previdência complementar e planos de capitalização. O resultado advém principalmente das receitas com prêmios de seguros emitidos, contribuições de planos de previdência, títulos de capitalização e aplicações em títulos e valores mobiliários, deduzidas das despesas de comercialização, provisões técnicas e despesas com benefícios e resgates. e) Segmento de Meios de Pagamento Responsável pela prestação dos serviços de captura, transmissão, processamento e liquidação financeira de transações em meio eletrônico. As receitas são oriundas principalmente das comissões e taxas de administração cobradas dos estabelecimentos comerciais e bancários pela prestação dos serviços descritos no parágrafo anterior, além das rendas de aluguel, instalação e manutenção de terminais eletrônicos. f) Outros Segmentos Compreende os segmentos de suporte operacional e consórcios, que foram agregados por não serem individualmente representativos. Suas receitas são oriundas principalmente da prestação de serviços não contemplados nos segmentos anteriores, tais como: recuperação de créditos, administração de consórcios, 23

152 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis desenvolvimento, fabricação, comercialização, aluguel e integração de equipamentos e sistemas de eletrônica digital, periféricos, programas, insumos e suprimentos de informática, além da intermediação de passagens aéreas, hospedagens e organização de eventos. Composição por segmento: 3º Trimestre/2011 BB-Consolidado Bancário Investimentos Gestão de Recursos Seguridade Meios de Pagamento Outros Transações Segmentos Intersegmentos Total Receitas ( ) Rendas de operações de crédito e arrendamento mercantil Resultado de operações com títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos Resultado de operações de câmbio e aplicações compulsórias Resultado financeiro de operações de seguros, previdência e capitalização ( ) (119) Rendas de prestação de serviços ( ) Rendas com tarifas, taxas e comissões Resultado de participações em coligadas e controladas Resultado operacional com seguros, previdência e capitalização (490) Outras receitas ( ) Despesas ( ) ( ) (53.451) ( ) ( ) ( ) ( ) Despesas de captação no mercado ( ) ( ) (9.990) ( ) Despesas com operações de empréstimos, cessões, repasses e arrendamento mercantil Provisão para créditos de liquidação duvidosa ( ) (18) (27) -- ( ) ( ) (5) (34) ( ) Atualização e juros de provisões técnicas ( ) ( ) Despesas de pessoal ( ) (11.502) (12.654) (77.838) (24.057) (50.983) ( ) Outras despesas administrativas ( ) (13.184) (4.825) ( ) (50.558) (60.487) ( ) Depreciação ( ) (608) -- (3.952) (2.867) (1.686) -- ( ) Amortização do diferido (26.571) (5.476) (565) (1.405) -- (34.017) Amortização de ativos intangíveis ( ) (9) -- (39) -- ( ) Resultado na avaliação do valor recuperável de ativos Outras despesas ( ) ( ) (35.938) ( ) ( ) ( ) ( ) Lucro antes da tributação e participações Imposto de renda e contribuição social sobre o lucro ( ) ( ) (76.077) (28.750) -- ( ) Participações no lucro ( ) -- (103) (4.817) (350) (5.295) -- ( ) Lucro Líquido Lucro atribuível à controladora Participações dos não controladores (1) Saldos Patrimoniais Ativos ( ) Investimento em coligadas e controladas ( ) Passivos ( )

153 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis BB-Consolidado Bancário Investimentos Gestão de Recursos Seguridade Meios de Pagamento Outros Transações Segmentos Intersegmentos Total Receitas ( ) Rendas de operações de crédito e arrendamento mercantil Resultado de operações com títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos Resultado de operações de câmbio e aplicações compulsórias Resultado financeiro de operações de seguros, previdência e capitalização ( ) (67) (64) Rendas de prestação de serviços ( ) Rendas com tarifas, taxas e comissões Resultado de participações em coligadas e controladas Resultado operacional com seguros, previdência e capitalização (3.449) Outras receitas ( ) Despesas ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Despesas de captação no mercado ( ) ( ) (30.098) ( ) Despesas com operações de empréstimos, cessões, repasses e arrendamento mercantil Provisão para créditos de liquidação duvidosa ( ) (65) (102) -- ( ) ( ) (16) (107) ( ) Atualização e juros de provisões técnicas ( ) ( ) Despesas de pessoal ( ) (31.449) (38.149) ( ) (68.473) ( ) ( ) Outras despesas administrativas ( ) (40.512) (17.635) ( ) ( ) ( ) ( ) Depreciação ( ) (1.797) -- (7.689) (7.590) (5.132) -- ( ) Amortização do diferido (96.151) (16.350) (1.647) (3.899) -- ( ) Amortização de ativos intangíveis ( ) (40) -- (121) -- ( ) Resultado na avaliação do valor recuperável de ativos Outras despesas ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Lucro antes da tributação e participações Imposto de renda e contribuição social sobre o lucro ( ) (20.964) ( ) ( ) ( ) (87.614) -- ( ) Participações no lucro ( ) (21) (309) (15.024) (998) (27.732) -- ( ) Lucro Líquido Lucro atribuível à controladora Participações dos não controladores (6) Saldos Patrimoniais Ativos ( ) Investimento em coligadas e controladas ( ) Passivos ( )

154 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis BB-Consolidado Bancário Investimentos Gestão de Recursos Seguridade Meios de Pagamento Outros Transações Segmentos Intersegmentos Total Receitas ( ) Rendas de operações de crédito e (1) (95.976) arrendamento mercantil Resultado de operações com títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos Resultado de operações de câmbio e aplicações compulsórias Resultado financeiro de operações de seguros, previdência e capitalização ( ) Rendas de prestação de serviços ( ) Rendas com tarifas, taxas e comissões (13) Resultado de participações em coligadas e controladas Resultado operacional com seguros, previdência e capitalização (23.938) (5.445) (10.271) Outras receitas ( ) Despesas ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Despesas de captação no mercado ( ) ( ) (33.206) ( ) Despesas com operações de empréstimos, cessões, repasses e arrendamento mercantil Provisão para créditos de liquidação duvidosa ( ) (42) (81) -- ( ) ( ) (12) (78) ( ) Atualização e juros de provisões técnicas ( ) ( ) Despesas de pessoal ( ) (22.396) (35.601) ( ) (45.292) (94.682) ( ) Outras despesas administrativas ( ) (39.060) (15.137) ( ) ( ) ( ) ( ) Depreciação ( ) (216) -- (3.595) (4.939) (5.339) -- ( ) Amortização do diferido ( ) (10.576) (1.367) (2.446) -- ( ) Amortização de ativos intangíveis ( ) (70) -- (90) -- ( ) Resultado na avaliação do valor recuperável de ativos (15.670) (925) (16.595) Outras despesas ( ) ( ) (78.546) ( ) ( ) ( ) ( ) Lucro antes da tributação e participações (95.976) Imposto de renda e contribuição social (2) ( ) (88.933) ( ) ( ) ( ) (69.881) ( ) sobre o lucro Participações no lucro ( ) (155) (370) (9.706) -- (26.029) -- ( ) Lucro Líquido (3) (54.908) Lucro atribuível à controladora (54.908) Participações dos não controladores (20) -- (20) Saldos Patrimoniais Ativos ( ) Investimento em coligadas e controladas ( ) Passivos ( ) (1) Inclui nas transações intersegmentos o valor de R$ mil, relativo à eliminação de resultado não realizado no BB-Consolidado, decorrente da cessão de créditos do Banco do Brasil para a Ativos S.A. (2) Foram ativados no BB-Consolidado o montante de R$ mil (destacado nas transações intersegmentos), referente aos créditos tributários incidentes sobre o resultado não realizado (item anterior). (3) Inclui nas transações intersegmentos o valor de R$ mil, referente ao resultado não realizado, líquido dos efeitos tributários. 26

155 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis 6 Caixa e Equivalentes de Caixa BB-Banco Múltiplo 01/11/ :23 BB-Consolidado Disponibilidades Disponibilidades em moeda nacional Disponibilidades em moeda estrangeira Aplicações em ouro Aplicações Interfinanceiras de Liquidez (1) Aplicações em operações compromissadas posição bancada Aplicações em depósitos interfinanceiros Aplicações em moeda estrangeira Total de Caixa e Equivalentes de Caixa (1) Referem-se a operações com prazo original igual ou inferior a 90 dias. 7 Aplicações Interfinanceiras de Liquidez a) Composição BB-Banco Múltiplo 01/11/ :23 BB-Consolidado Aplicações no Mercado Aberto Revendas a Liquidar Posição Bancada Letras Financeiras do Tesouro Letras do Tesouro Nacional Notas do Tesouro Nacional Outros títulos Revendas a Liquidar Posição Financiada Letras Financeiras do Tesouro Letras do Tesouro Nacional Notas do Tesouro Nacional Outros títulos Revendas a Liquidar Posição Vendida Títulos públicos federais Tesouro Nacional Aplicações em Depósitos Interfinanceiros Total Ativo circulante Ativo não circulante b) Rendas de Aplicações Interfinanceiras de Liquidez BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 3º Trim/ º Trim/ Rendas de Aplicações no Mercado Aberto Posição bancada Posição financiada Posição vendida Rendas de Aplicações em Depósitos Interfinanceiros Total

156 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis 8 Títulos e Valores Mobiliários TVM e Instrumentos Financeiros Derivativos IFD a) Títulos e Valores Mobiliários TVM BB Banco Múltiplo 01/11/ : Valor de Mercado Total Total Total Vencimento em Dias Sem vencimento Acima de 360 Valor de custo Valor de mercado Marcação a mercado Valor de custo Valor de mercado Marcação a mercado Valor de custo Valor de mercado Marcação a mercado 1 Títulos para Negociação (28.201) Títulos Públicos (27.557) Letras Financeiras do Tesouro (386) (203) (182) Letras do Tesouro Nacional (24.058) Notas do Tesouro Nacional (3.296) Títulos Privados (102) (644) (625) Debêntures (102) (637) (786) Ações (7) Títulos Disponíveis para Venda Títulos Públicos Letras Financeiras do Tesouro (2.171) (2.851) (4.546) Letras do Tesouro Nacional (8.724) Notas do Tesouro Nacional (12.440) Títulos da Dívida Agrária (1.058) (1.404) (1.321) Títulos da Dívida Externa Brasileira Títulos de governos estrangeiros (74) Outros Títulos Privados (99.527) Debêntures Notas promissórias (374) (1.380) Cédulas de crédito bancário (125) (234) (1.297) Cotas de fundos de investimentos ( ) Ações Cédulas de produto ruralcommodities (1.297) (2.267) Certificados de depósito bancário Outros (55.045) (27.270) (14.655) 28

157 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis BB Banco Múltiplo Vencimento em Dias Sem vencimento Valor de Mercado Total Total Total Acima de 360 Valor de custo Valor de mercado Marcação a mercado Valor de custo Valor de mercado Marcação a mercado Valor de custo Valor de mercado Marcação a mercado 3 Títulos Mantidos até o Vencimento ( ) ( ) ( ) Títulos Públicos Letras Financeiras do Tesouro (4.900) (18) Notas do Tesouro Nacional (1.134) (2.174) (2.285) Títulos da Dívida Externa Brasileira Títulos Privados ( ) ( ) ( ) Outros ( ) ( ) ( ) Total BB Banco Múltiplo Vencimento em Dias Sem vencimento Valor de Mercado Total Total Total Acima de 360 Valor de custo Valor de mercado Marcação a mercado Valor de custo Valor de mercado Marcação a mercado Valor de custo Valor de mercado Marcação a mercado Por Carteira Carteira própria Vinculados a compromissos de recompra Vinculados ao Banco Central (60) (45) (50) Vinculados à prestação de garantias (694) (1.028) (970) 29

158 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis BB Banco Múltiplo Vencimento em Anos Sem vencimento A vencer em até um ano Valor de Mercado Total Total Total A vencer entre 1 e 5 anos A vencer entre 5 e 10 anos A vencer após 10 anos Valor de custo Valor de mercado Valor de custo Valor de mercado Valor de custo Valor de mercado Por Categoria Títulos para negociação Títulos disponíveis para venda Títulos mantidos até o vencimento

159 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis BB Banco Múltiplo Valor Contábil Valor Contábil Valor Contábil Circulante Não circulante Total Circulante Não circulante Total Circulante Não circulante Total Por Carteira Carteira própria Vinculados a compromissos de recompra Vinculados ao Banco Central Vinculados à prestação de garantias BB Banco Múltiplo Por Categoria Títulos para negociação % % % Títulos disponíveis para venda % % % Títulos mantidos até o vencimento % % % Valor contábil da carteira % % % Marcação a mercado da categoria 3 ( ) ( ) ( ) Valor de mercado da carteira

160 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis BB Consolidado Valor de Mercado Total Total Total Vencimento em Dias Sem vencimento Acima de 360 Valor de custo Valor de mercado Marcação a mercado Valor de custo Valor de mercado Marcação a mercado Valor de custo Valor de mercado Marcação a mercado 1 Títulos para Negociação Títulos Públicos Letras Financeiras do Tesouro (1.633) (2.016) (2.041) Letras do Tesouro Nacional (30.769) Notas do Tesouro Nacional Títulos da Dívida Agrária Títulos da Dívida Externa Brasileira (1.372) Títulos de governos estrangeiros Outros (12.312) (970) Títulos Privados ( ) Debêntures ( ) Notas promissórias (9) (22) Ações Cotas de fundos de investimentos (3.015) (1.013) Cédulas de produto rural-commodities Certificados de depósito bancário (108) Eurobonds (4.108) (1.258) (49) Outros (29.559) ( ) 32

161 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis BB Consolidado Vencimento em Dias Sem vencimento Valor de Mercado Total Total Total Acima de 360 Valor de custo Valor de mercado Marcação a mercado Valor de Valor de mercado Marcação custo a mercado Valor de custo Valor de mercado Marcação a mercado 2 - Títulos Disponíveis para Venda ( ) Títulos Públicos Letras Financeiras do Tesouro (2.233) (2.972) (4.884) Letras do Tesouro Nacional (8.756) Notas do Tesouro Nacional (39.059) (3.213) Títulos da Dívida Agrária (1.058) (1.404) (1.321) Títulos da Dívida Externa Brasileira Títulos de governos estrangeiros (98) Outros Títulos Privados ( ) Debêntures (243) Notas promissórias (374) (1.380) Cédulas de crédito bancário (125) (234) (1.297) Cotas de fundos de investimentos ( ) Ações Cédulas de produto rural commodities (1.298) (2.267) Certificados de depósito bancário Outros ( ) (51.633) (3.200) 3 Títulos Mantidos até o Vencimento ( ) ( ) ( ) Títulos Públicos Letras Financeiras do Tesouro (18) Notas do Tesouro Nacional (1.304) Letras do Tesouro Nacional (321) (10) Títulos da Dívida Agrária Títulos da Dívida Externa Brasileira Outros (1) Títulos Privados ( ) ( ) ( ) Certificados de depósito bancário Outros ( ) ( ) ( ) Total ( )

162 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis BB Consolidado Valor de Mercado Total Total Total Vencimento em Dias Sem vencimento Acima de 360 Valor de custo Valor de mercado Marcação a mercado Valor de custo Valor de mercado Marcação a mercado Valor de custo Valor de mercado Marcação a mercado Por Carteira ( ) Carteira própria ( ) Vinculados a compromissos de recompra Vinculados ao Banco Central (61) (45) (50) Vinculados à prestação de garantias (30.897) ( ) BB Consolidado Valor de Mercado Total Total Total Vencimento em Anos Sem vencimento A vencer em até um ano A vencer entre 1 e 5 anos A vencer entre 5 e 10 anos A vencer após 10 anos Valor de custo Valor de mercado Valor de custo Valor de mercado Valor de custo Valor de mercado Por Categoria Títulos para negociação Títulos disponíveis para venda Títulos mantidos até o vencimento

163 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis BB-Consolidado Valor contábil Valor contábil Valor contábil Circulante Não circulante Total Circulante Não circulante Total Circulante Não circulante Total Por Carteira Carteira própria Vinculados a compromissos de recompra Vinculados ao Banco Central Vinculados à prestação de garantias BB-Consolidado Por Categoria Títulos para negociação % % % Títulos disponíveis para venda % % % Títulos mantidos até o vencimento % % % Valor contábil da carteira % % % Marcação a mercado da categoria 3 ( ) ( ) ( ) Valor de mercado da carteira b) Resultado de Operações com Títulos e Valores Mobiliários BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 3ºTrim/ ºTrim/ Aplicações interfinanceiras de liquidez (Nota 7.b) Títulos de renda fixa Títulos de renda variável Total c) Reclassificação de Títulos e Valores Mobiliários No período de a , o Banco Votorantim reclassificou títulos de Governos Estrangeiros, passando da categoria Títulos para negociação para a categoria Títulos disponíveis para venda no valor de mercado de R$ mil, em decorrência da revisão da intenção da Administração sobre os respectivos títulos. A reclassificação destes títulos não gerou impactos no Resultado e no Patrimônio Líquido na respectiva data-base. d) Instrumentos Financeiros Derivativos IFD O Banco do Brasil se utiliza de Instrumentos Financeiros Derivativos para gerenciar, de forma consolidada, suas posições e atender às necessidades dos seus clientes, classificando as posições próprias em destinadas a hedge (de risco de mercado e de risco de fluxo de caixa) e negociação, ambas com limites e alçadas no Banco. A estratégia de hedge das posições patrimoniais está em consonância com as análises macroeconômicas e é aprovada pelo Conselho Diretor. No mercado de opções, as posições ativas ou compradas têm o Banco como titular, enquanto que as posições passivas ou vendidas têm o Banco como lançador. Os modelos utilizados no gerenciamento dos riscos com derivativos são revistos periodicamente e as tomadas de decisões observam a melhor relação risco/retorno, estimando possíveis perdas com base na análise de cenários macroeconômicos. 35

164 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis O Banco conta com ferramentas e sistemas adequados ao gerenciamento dos Instrumentos Financeiros Derivativos. A negociação de novos derivativos, padronizados ou não, é condicionada à prévia análise de risco. A avaliação do risco das subsidiárias é feita individualmente e o gerenciamento de forma consolidada. O Banco utiliza metodologias estatísticas e simulação para mensurar os riscos de suas posições, inclusive em derivativos, utilizando modelos de valor em risco, de sensibilidade e análise de estresse. Riscos Os principais riscos, inerentes aos Instrumentos Financeiros Derivativos, decorrentes dos negócios do Banco e de suas subsidiárias são os de crédito, de mercado, de liquidez e operacional. Risco de crédito se traduz pela exposição a perdas no caso de inadimplência de uma contraparte no cumprimento de sua parte na operação. A exposição ao risco de crédito nos contratos futuros é minimizada devido à liquidação diária em dinheiro. Os contratos de swaps, registrados na Cetip, estão sujeitos ao risco de crédito caso a contraparte não tenha capacidade ou disposição para cumprir suas obrigações contratuais, enquanto que os contratos de swaps registrados na BM&FBovespa não estão sujeitos ao mesmo risco, tendo em vista que as operações do Banco nessa bolsa possuem a mesma como garantidora. A exposição de crédito em swap totalizou R$ mil (R$ mil em e R$ mil em ). As operações de swap contratadas associadas à operação de captação e/ou aplicação no montante de R$ mil (R$ mil em e R$ mil em ) estão registradas pelos valores atualizados conforme a variação incorrida dos respectivos indexadores (curva), e não são avaliados pelo valor de mercado, conforme facultado pela Circular Bacen n.º 3.150/2002. Risco de mercado é a possibilidade de perdas causadas por mudanças no comportamento das taxas de juros e de câmbio nos preços de ações e de commodities. Risco de liquidez de mercado é a possibilidade de perda decorrente da incapacidade de realizar uma transação em tempo razoável e sem perda significativa de valor, devido ao tamanho da transação em relação ao volume via de regra negociado. Risco operacional denota a probabilidade de perdas financeiras decorrentes de falhas ou inadequação de pessoas, processos e sistemas, ou de fatores, tais como catástrofes ou atividades criminosas. 36

165 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Composição da Carteira de Derivativos por Indexador BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado Por Indexador Valor de referência Valor de custo Valor de mercado Valor de referência Valor de custo Valor de mercado Valor de referência Valor de custo Valor de mercado Valor de referência Valor de custo Valor de mercado Valor de referência Valor de custo Valor de mercado Valor de referência Valor de custo Valor de mercado Contratos de Futuros Compromissos de Compra DI (1) Moedas T-Note Índice Cupom cambial Libor Commodities SCC (2) Compromissos de Venda DI (1) Moedas T-Note Índice (92) BGI (3) Cupom cambial Libor Commodities SCC (2) Operações a Termo Posição Ativa Termo de título Termo de moeda Termo de mercadoria Posição Passiva ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Termo de títulos ( ) ( ) ( ) ( ) Termo de moeda ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Termo de mercadoria (4.951) (6.073) (4.951) (6.073) (1) Depósitos Interfinanceiros. (2) Swap cambial com ajuste periódico. (3) Contratos futuros de boi gordo. 37

166 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado Por Indexador Valor de referência Valor de custo Valor de mercado Valor de referência Valor de custo Valor de mercado Valor de referência Valor de custo Valor de mercado Valor de referência Valor de custo Valor de mercado Valor de referência Valor de custo Valor de mercado Valor de referência Valor de custo Valor de mercado Contratos de Opções ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) De Compra Posição Comprada Moeda estrangeira Mercado interfinanceiro Índice DI Índice Bovespa Opções flexíveis Ações Commodities De Venda Posição Comprada Moeda estrangeira Mercado interfinanceiro Índice DI Opções flexíveis Ações Commodities De Compra Posição Vendida (43.824) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Moeda estrangeira (7.190) (26.000) ( ) ( ) ( ) (1.386) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) (74.652) Mercado interfinanceiro (3.072) (21) Pré-fixados (36.579) ( ) (61.020) (53.113) (61.806) ( ) (36.579) ( ) (61.020) (53.113) (61.806) ( ) Índice DI (26.243) (860) (77.458) (75.922) Índice Bovespa (527) (562) Opções flexíveis (54.663) (18.271) (74.353) Ações (12) (9) (5.353) (637) (12) (9) (5.024) (3.789) Commodities 414 (55) (25) (477) (288) De Venda Posição Vendida ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Moeda estrangeira (5.808) (1.613) (9.774) (41) (98) (22.195) (3.929) (53.081) (34.982) 741 (41) (98) Mercado interfinanceiro (1.869) (25.407) Pré-fixados ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Índice DI (19.209) ( ) (82.892) (81.348) Opções flexíveis (8.569) (13.651) (58.261) Ações (205) (254) (6.896) (24.965) (3.393) (205) (254) Commodities (8.752) (12.984) (9.774) (51) (5.702) (539) (10.160) (15.431) (9.748) (163) (5.701) (539) 38

167 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado Por Indexador Valor de referência Valor de custo Valor de mercado Valor de referência Valor de custo Valor de mercado Valor de referência Valor de custo Valor de mercado Valor de referência Valor de custo Valor de mercado Valor de referência Valor de custo Valor de mercado Valor de referência Valor de custo Valor de mercado Contratos de Swaps Posição Ativa DI Moeda estrangeira Pré-fixado IPCA IGPM Commodities Outros Posição Passiva ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) DI (50.665) (39.936) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Moeda estrangeira ( ) ( ) (34.061) (70.068) ( ) ( ) ( ) (36.047) ( ) ( ) Pré-fixado (74.071) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) TMS (2.812) (3.065) (93) (5.438) (7) (4.437) (2.812) (3.065) (5.438) (7) (4.437) TR (3.245) (3.245) (6.255) (6.255) (620) (1.106) (3.244) (6.255) (6.255) IGPM (45.458) (66.499) ( ) (57.103) (22) (19) IPCA (9.261) (10.004) ( ) ( ) ( ) ( ) (9.260) (9.878) Commodities (3.119) (32.616) (625) (16.023) (172) (452) Outros (47.937) (1.959) Outros Instrumentos Financeiros Derivativos Posição Ativa Moeda estrangeira Posição Passiva (65.366) (69.618) (71.448) (80.435) ( ) ( ) (65.572) ( ) (74.259) ( ) ( ) Moeda estrangeira (65.366) (69.618) (71.448) (80.435) ( ) ( ) (65.572) ( ) (74.259) ( ) ( ) 39

168 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Composição da Carteira de Derivativos por vencimento (valor referencial) BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado Acima de Acima de Contratos futuros Contratos a termo Contratos de opções Contratos de swaps Derivativos de crédito Outros Composição da Carteira de Derivativos por valor referencial, local de negociação e contraparte ( ) BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado Futuros Termo Opções Swap Outros Futuros Termo Opções Swap Derivativos de crédito Outros BM&FBovespa Balcão Instituições financeiras Cliente Composição da Carteira de Derivativos de Crédito BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado Valor de referência Valor de mercado Valor de referência Valor de mercado Valor de referência Valor de mercado Valor de referência Valor de mercado Valor de referência Valor de mercado Valor de referência Valor de mercado Posição Ativa Risco Transferido Swaps de créditos derivativos com bancos Posição Passiva Risco Recebido (31.194) (16.774) (4.950) Swaps de créditos derivativos com bancos (31.194) (16.774) (4.950) 40

169 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis A carteira de derivativos de crédito é composta exclusivamente de operações de compra e venda realizadas pelo Banco Votorantim. Atualmente é composta por clientes cujo risco é classificado como grau de investimento e, como contraparte, figuram os principais líderes internacionais de mercado destas operações. Para a venda de proteção é aprovado limite de crédito, tanto para o cliente risco quanto para a contraparte, conforme as alçadas e fóruns dos comitês de crédito. Aloca-se limite de crédito para o cliente risco pelo valor de referência (notional) do derivativo, considerando os valores depositados em garantia. Para a compra de proteção, opera-se em carteira de trading com cliente risco soberano, principalmente da República Federativa do Brasil. Nesse caso, considera-se a exposição potencial futura para alocar limite da contraparte. A carteira de derivativos de crédito não gerou impactos na Parcela Referente às Exposições Ponderadas por Fator de Risco (PEPR), para apuração do Índice de Basileia do Banco, uma vez que as informações do Banco Votorantim deixaram de ser incluídas no cálculo, conforme determinação do Bacen (Nota 29.f). Composição da Margem Dada em Garantia de Operações com Instrumentos Financeiros Derivativos BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado Letras Financeiras do Tesouro Notas do Tesouro Nacional Letras do Tesouro Nacional Títulos de governos estrangeiros Eurobonds Outros Total Composição da Carteira de Derivativos Designados para Hedge de Risco de Mercado BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado Instrumentos de Hedge Ativo Futuro Swap Opções Passivo Futuro Swap Opções Itens Objeto de Hedge Ativo Operações de crédito Títulos e valores mobiliários Operações de arrendamento mercantil Investimentos externos Outros ativos Passivo Outros passivos O Banco, para se proteger de eventuais oscilações nas taxas de juros e de câmbio dos seus instrumentos financeiros, contratou operações de derivativos para compensar os riscos decorrentes das exposições às variações no valor de mercado. As operações de hedge foram avaliadas como efetivas, de acordo com o estabelecido na Circular Bacen n /2002, cuja comprovação da efetividade do hedge corresponde ao intervalo de 80% a 125%. 41

170 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Instrumentos Financeiros Derivativos Segregados em Circulante e Não Circulante BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado Circulante Não circulante Circulante Não circulante Circulante Não circulante Circulante Não circulante Circulante Não circulante Circulante Não circulante Ativo Operações de termo Mercado de opções Contratos de swaps Derivativos de crédito Outros instrumentos financeiros derivativos Total Passivo Operações de termo ( ) (39.160) ( ) (43.181) ( ) (46.461) ( ) (39.160) ( ) (43.181) ( ) (46.467) Mercado de opções ( ) (147) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) (27.378) ( ) ( ) ( ) ( ) Contratos de swaps ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Derivativos de crédito (41.498) (31.194) -- (16.774) (41.498) Outros instrumentos financeiros derivativos (66.397) (3.221) (77.973) (2.462) ( ) (2.698) ( ) (7.586) ( ) (45.938) (87.903) (19.349) Total ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) 42

171 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis e) Resultado com Instrumentos Financeiros Derivativos BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 3º Trim/ º Trim/ Swap ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Termo (87.455) (91.981) Opções (38.494) (98.409) (45.363) (43.271) (42.127) Futuro ( ) ( ) ( ) Derivativos de crédito (912) Outros (1.110) ( ) ( ) ( ) Total ( ) ( ) ( ) ( ) f) Ajustes de Avaliação Patrimonial de TVM e Derivativos Reconhecidos no Patrimônio Líquido 3º Trim/2011 3º Trim/ Saldo Movimentação líquida no trimestre Saldo Saldo Movimentação líquida no trimestre Saldo Títulos Disponíveis para Venda Banco Múltiplo (30.584) Coligadas e controladas Efeitos tributários (18.915) (58.438) (77.353) (29.154) (23.324) (52.478) Total a a Saldo Movimentação líquida nos nove meses Saldo Saldo Movimentação líquida nos nove meses Saldo Títulos Disponíveis para Venda Banco Múltiplo (57.901) Coligadas e controladas Efeitos tributários (65.512) (11.841) (77.353) (74.285) (52.478) Total

172 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis 9 Relações Interfinanceiras a) Pagamentos e Recebimentos a Liquidar 01/11/ :23 BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado Ativo Direitos junto a participantes de sistemas de liquidação Cheques e outros papéis Documentos enviados por outros participantes Total Ativo circulante Passivo Obrigações junto a participantes de sistemas de liquidação Cheques e outros papéis Recebimentos remetidos Demais recebimentos Total Passivo circulante b) Créditos Vinculados BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado Depósitos compulsórios no Banco Central do Brasil Exigibilidade adicional sobre depósitos Depósitos a prazo Depósitos de poupança Depósitos à vista Recursos do crédito rural (1) Recursos de microfinanças Sistema Financeiro da Habitação Fundo de compensação de variações salariais Demais Provisão para perdas em créditos vinculados ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Tesouro Nacional - crédito rural Total Ativo circulante Ativo não circulante (1) Referem-se aos recursos recolhidos ao Bacen em virtude da deficiência na aplicação no crédito rural, conforme Resolução CMN n.º 3.745/2009. Os recursos foram objeto de suprimento especial pelo Bacen e mantidos no Banco, desde que aplicados no crédito rural até , sendo registrados em Obrigações por Empréstimos e Repasses (Nota 18.b). 44

173 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis c) Resultado das Aplicações Compulsórias BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 3º Trim/ º Trim/ Créditos Vinculados ao Banco Central do Brasil Exigibilidade adicional sobre depósitos Exigibilidade sobre recursos a prazo Depósitos de poupança Recursos do crédito rural Créditos Vinculados ao Sistema Financeiro da Habitação Créditos Vinculados ao Tesouro Nacional - crédito rural Total Operações de Crédito 01/11/ :23 a) Carteira por Modalidade BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado Operações de Crédito Empréstimos e títulos descontados Financiamentos Financiamentos rurais e agroindustriais Financiamentos imobiliários Financiamento de infraestrutura e desenvolvimento Outros Créditos com Características de Concessão de Crédito Operações com cartão de crédito Adiantamentos sobre contratos de câmbio Avais e fianças honrados Diversos Operações de Arrendamento Mercantil Total da Carteira de Crédito Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) (Provisão para operações de crédito) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) (Provisão para outros créditos) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) (Provisão para arrendamento mercantil) ( ) ( ) ( ) Total da Carteira de Crédito Líquido de Provisões

174 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis b) Receitas de Operações de Crédito BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 3º Trim/ º Trim/ Receitas de operações de crédito Empréstimos e títulos descontados Financiamentos Financiamentos rurais e agroindustriais Recuperação de créditos baixados como prejuízo (Nota 10.k) Rendas de financiamentos habitacionais Adiantamento sobre contratos de câmbio Avais e fianças honrados Demais Rendas de arrendamento mercantil Total c) Carteira por Setores de Atividade Econômica BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado % % % % % % Setor Público , , , , , ,0 Governo , , , , , ,7 Administração Direta , , , , , ,6 Administração Indireta , , , , , ,1 Atividades empresariais , , , , , ,3 Grupo BB Indústria , , , , , ,8 Intermediários financeiros Outros serviços , , , , , ,5 Setor Privado , , , , , ,0 Rural , , , , , ,7 Indústria , , , , , ,5 Comércio , , , , , ,0 Intermediários financeiros , , , , , ,4 Pessoas físicas , , , , , ,5 Habitação , , , , , ,7 Outros serviços , , , , , ,2 Total , , , , , ,0 46

175 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis d) Carteira por Níveis de Risco e Prazos de Vencimento BB-Banco Múltiplo Operações em Curso Normal AA A B C D E F G H Total da carteira Total da carteira Total da carteira Parcelas Vincendas 01 a a a a a Acima de Parcelas Vencidas Até 14 dias Demais (1) Subtotal (1) Operações com risco de terceiros vinculadas a fundos e programas governamentais, principalmente Pronaf, Procera, FAT, BNDES e FCO. Está incluído o valor das parcelas vencidas no total de R$ mil, que obedecem a regras definidas em cada programa para o ressarcimento junto aos gestores dos fundos, não implicando risco de crédito para o Banco. Operações em Curso Anormal AA A B C D E F G H Total da carteira Total da carteira Total da carteira Parcelas Vincendas 01 a a a a a 360 Acima de Parcelas Vencidas 01 a a a a a a 360 Acima de Subtotal Total

176 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis BB-Consolidado Operações em Curso Normal AA A B C D E F G H Total da carteira Total da carteira Total da carteira Parcelas Vincendas 01 a a a a a Acima de Parcelas Vencidas Até 14 dias Demais (1) Subtotal (1) Operações com risco de terceiros vinculadas a fundos e programas governamentais, principalmente Pronaf, Procera, FAT, BNDES e FCO. Está incluído o valor das parcelas vencidas no total de R$ mil, que obedecem a regras definidas em cada programa para o ressarcimento junto aos gestores dos fundos, não implicando risco de crédito para o Banco. Operações em Curso Anormal AA A B C D E F G H Total da carteira Total da carteira Total da carteira Parcelas Vincendas 01 a a a a a Acima de Parcelas Vencidas 01 a a a a a a Acima de Subtotal Total

177 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis e) Constituição da Provisão para Operações de Crédito por Níveis de Risco BB-Banco Múltiplo Nível de Risco % Provisão Valor das operações Valor da provisão Provisão adicional (1) Provisão existente Valor das operações Valor da provisão Provisão adicional (1) Provisão existente Valor das operações Valor da provisão Provisão adicional (1) Provisão existente AA A 0, B C D E F G H Total BB-Consolidado Nível de Risco % Provisão Valor das operações Valor da provisão Provisão adicional (1) Provisão existente Valor das operações Valor da provisão Provisão adicional (1) Provisão existente Valor das operações Valor da provisão Provisão adicional (1) Provisão existente AA A 0, B C D E F G H Total (1) Refere-se à provisão adicional, ao mínimo requerido pela Resolução CMN n.º 2.682/1999, constituída a partir da experiência da Administração, mediante aplicação de teste de estresse sobre a carteira de crédito, considerando o histórico de inadimplência das operações, alinhada com a boa prática bancária. 49

178 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis f) Movimentação da Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa Compreende as operações de crédito, arrendamento mercantil e outros créditos com características de concessão de crédito. BB-Banco Múltiplo 3º Trim/ Valor da provisão Provisão adicional Provisão existente Valor da provisão Provisão adicional Provisão existente Provisão existente Saldo Inicial Reforço/(reversão) Variação cambial provisões no exterior (2.117) Compensação como perdas ( ) -- ( ) ( ) -- ( ) ( ) Saldo Final BB-Consolidado 3º Trim/ Valor da provisão Provisão adicional Provisão existente Valor da provisão Provisão adicional Provisão existente Provisão existente Saldo Inicial Reforço/(reversão) Variação cambial provisões no exterior (6.624) Compensação como perdas ( ) -- ( ) ( ) -- ( ) ( ) Valores adicionados (1) Saldo Final (1) Referem-se aos saldos originados do Banco Patagonia. g) Movimentação da Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa Compreende as provisões para outros créditos sem características de concessão de crédito. BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 3º Trim/ º Trim/ Saldo Inicial Reforço/(reversão) ( ) (71.186) ( ) (71.931) Variação cambial provisões no exterior (124) (124) Compensação como perdas/outros ajustes (1.611) (7.978) (3.985) (52.847) (38.219) (4.375) Valores adicionados (1) Saldo Final (1) Referem-se aos saldos originados do Banco Patagonia. h) Carteira de Arrendamento Mercantil Financeiro por Prazo de Vencimento BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado Até 1 ano (1) Mais de 1 ano, até 5 anos Acima de 5 anos Total Valor Presente (1) Inclui os valores relativos às parcelas vencidas. 50

179 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis i) Resultado Financeiro das Operações de Arrendamento Mercantil BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 3º Trim/ º Trim/ Receitas de Arrendamento Mercantil Arrendamento financeiro Arrendamento operacional Despesas de Arrendamento Mercantil (4.211) (12.876) (28.464) ( ) ( ) ( ) Arrendamento financeiro (4.211) (12.876) (28.464) ( ) ( ) ( ) Arrendamento operacional (29) (87) (450) Prejuízo na alienação de bens arrendados (625) (1.541) (3.100) Total j) Concentração das Operações de Crédito BB-Banco Múltiplo % da carteira % da carteira % da carteira 10 maiores devedores , , ,2 50 maiores devedores seguintes , , ,8 100 maiores devedores seguintes , , ,3 k) Informações Complementares BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 3º Trim/ º Trim/ Créditos renegociados (1) Receita de recuperação dos créditos baixados como prejuízo Créditos baixados como prejuízo Montante dos Créditos Cedidos a Outras Instituições Financeiras Valor contábil Lucro na venda antes dos impostos Créditos contratados a liberar Garantias prestadas (2) Créditos de exportação confirmados Créditos abertos para importação Recursos vinculados (3) Operações de crédito vinculadas (3) (1) Representam o valor contábil das operações de crédito, em dia ou em atraso, renegociadas no trimestre utilizando internet, terminal de autoatendimento ou rede de agências. Considera-se renegociação a composição de dívida, a prorrogação, a novação, a concessão de nova operação para liquidação parcial ou integral de operação anterior ou qualquer outro tipo de acordo que implique na alteração nos prazos de vencimento ou nas condições de pagamento originalmente pactuadas. (2) O Banco mantém provisão registrada em Outras Obrigações Diversas (Nota 20.e) no montante de R$ mil no BB-Banco Múltiplo (R$ mil em e R$ mil em ) e R$ mil no BB-Consolidado (R$ mil em e R$ mil em ), apurada conforme Resolução CMN n.º 2.682/1999. (3) Em , não há operações inadimplentes e nem questionamento judicial sobre operações ativas vinculadas ou sobre os recursos captados para aplicação nestas operações. 51

180 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis 11 Outros Créditos a) Créditos Específicos 01/11/ :23 Referem-se aos créditos junto ao Tesouro Nacional alongamento de crédito rural no montante de R$ mil (R$ mil em e R$ mil em ), conforme estabelecido na Lei n.º 9.138/1995. b) Diversos BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado Ativo fiscal diferido - Crédito tributário (Nota 25.e) Operações com cartões de crédito e débito Devedores por depósitos em garantia - ação judicial (Nota 28.e) Ativo atuarial - Previ (Nota 27.d) Devedores por depósitos em garantia - contingências (Nota 28.d) Fundos de destinação superávit - Previ (nota 27.e) Imposto de renda e contribuição social a compensar Tesouro Nacional - equalização de taxas - safra agrícola Título e créditos a receber - empresas não financeiras Outros títulos e créditos a receber Devedores diversos - país Título e créditos a receber - Tesouro Nacional Adiantamentos ao Fundo Garantidor de Crédito - FGC Devedores diversos - exterior Adiantamentos e antecipações salariais Devedores por compra de valores e bens Aquisição de direitos decorrentes da produção e exploração de petróleo, gás natural e recursos minerais Devedores por depósitos em garantia - outros Outros Total Ativo circulante Ativo não circulante

181 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis 12 Carteira de Câmbio a) Composição BB-Banco Múltiplo 01/11/ :23 BB-Consolidado Outros Créditos Direitos sobre vendas de câmbio (Adiantamentos em moeda nacional/estrangeira recebidos) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Câmbio comprado a liquidar Rendas a receber de adiantamentos concedidos e de importações financiadas Cambiais e documentos a prazo em moedas estrangeiras Valores em moedas estrangeiras a receber Total Ativo circulante Ativo não circulante Outras Obrigações Câmbio vendido a liquidar (Importação financiada) (22.669) (17.510) (28.100) (22.669) (17.510) (29.186) Obrigações por compras de câmbio (Adiantamentos sobre contrato de câmbio) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Valores em moedas estrangeiras a pagar Rendas a apropriar de adiantamentos concedidos Total Passivo circulante Passivo não circulante Carteira de Câmbio Líquida ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Contas de Compensação Créditos abertos para importação Créditos de exportação confirmados b) Resultado de Operações de Câmbio BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 3º Trim/ º Trim/ Rendas de câmbio Despesas de câmbio ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Resultado de Câmbio ( ) ( ) ( ) ( )

182 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis 13 Outros Valores e Bens BB-Banco Múltiplo 01/11/ :23 BB-Consolidado Bens não de Uso Próprio Bens em regime especial Veículos e afins Imóveis Imóveis habitacionais Máquinas e equipamentos Outros Material em Estoque Subtotal de Outros Valores e Bens (Provisão para desvalorizações) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Despesas Antecipadas Prêmios por créditos adquiridos (1) Despesa de comercialização de seguros e capitalização Contratos de prestação de serviços bancários Comissões pagas a lojistas financiamento de veículos Despesa de pessoal programa de alimentação Outros Total de Outros Valores e Bens Ativo circulante Ativo não circulante (1) Os valores são amortizados de acordo com os prazos de vencimento das parcelas dos créditos adquiridos junto a outras instituições financeiras. 54

183 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis 14 Investimentos 01/11/ :23 a) Movimentações em Coligadas e Controladas BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado Saldo Contábil Movimentações Saldo Contábil Resultado Equivalência Saldo Contábil Movimentações Saldo Contábil Resultado Equivalência Dividendos Outros eventos Resultado equivalência Dividendos Outros Resultado eventos equivalência No País ( ) (11.554) ( ) (25.305) Banco Votorantim S.A ( ) BB Leasing S.A. Arrendamento Mercantil (27.983) BB Aliança Participações S.A. (1) ( ) BB Seguros Participações S.A BB Banco de Investimento S.A ( ) BB Gestão de Recursos - Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A ( ) (1.510) Mapfre Nossa Caixa Vida e Previdência S.A. (2) ( ) (89.028) (3.449) BV Participações S.A (6.969) Cobra Tecnologia S.A. (3) (25.978) (36.372) Cadam S.A (19.094) (1.527) (19.094) (1.527) BB Corretora de Seguros e Administradora de Bens S.A (13) BB Administradora de Consórcios S.A (46.920) BB Administradora de Cartões de Crédito S.A (47) Besc Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. Bescval (140) (207) BB Elo Cartões Participações S.A. (4) (4.127) Tecnologia Bancária S.A. Tecban (5) (653) Nossa Caixa Capitalização S.A. (2) (5.413) Companhia Brasileira de Securitização Cibrasec (5) (143) Cia. Hidromineral Piratuba Cia. Catarinense de Assessoria e Serviços - CCA (6) BB Banco Popular do Brasil S.A. (7) Besc Financeira S.A.- Bescredi (7) Besc S.A. Arrendamento Mercantil - Besc Leasing (7) Itapebi (11.554) Estruturadora Brasileira de Projetos - EBP (1.835) (1.419) Pronor (8) (18.606) (5.445) Outras participações (9) (13.567) Ágio/Deságio na aquisição de investimentos (10) ( ) ( )

184 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado Saldo Contábil Movimentações Saldo Contábil Resultado Equivalência Saldo Contábil Movimentações Valor Contábil Resultado Equivalência Dividendos Outros eventos Resultado equivalência Dividendos Outros Resultado eventos equivalência No Exterior (36.884) ( ) ( ) Brasilian American Merchant Bank (3.563) Banco do Brasil AG. Viena (Áustria) (11.733) BB Leasing Company Ltd (1.003) BB Securities LLC Banco Patagonia (11) -- (47.188) Ágio na aquisição de investimentos (10) Ganhos/(perdas) cambiais nas agências ( ) (72.052) ( ) (72.052) Ganhos/(perdas) cambiais nas subsidiárias e controladas ( ) ( ) (36.582) Aumento/diminuição do PL decorrente de outras movimentações (178) (178) Total das Participações em Coligadas e Controladas ( ) (11.554) ( ) (10.271) (1) Investimento vertido para a holding BB-Mapfre SH1 Participações S.A. (Nota 2.c). (2) Investimento transferido para a controlada BB-Seguros Participações S.A. no 1º semestre/2011. (3) As informações referem-se ao período de dezembro/2010 a setembro/2011. (4) Nova denominação da empresa Nossa Caixa S.A. - Administradora de Cartões de Crédito. (5) As informações referem-se ao período de dezembro/2010 a agosto/2011. (6) Empresa em processo de liquidação extrajudicial, não avaliada pelo método de equivalência patrimonial. (7) Empresas incorporadas pelo Banco no 1º semestre/2010. (8) Investimento alienado no 1º semestre/2011. (9) Referem-se às participações das empresas coligadas não financeiras. (10) Conforme Nota 14.d. (11) Conforme Nota 2.a. 56

185 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Capital Social Realizado Patrimônio Líquido Ajustado Lucro Líquido (Prejuízo) do período Quantidade de Ações (em milhares) Ordinárias Preferenciais Participação do Capital Social % No País Banco Votorantim S.A ,00 BB Leasing S.A. - Arrendamento Mercantil ,00 BB Seguros Participações S.A ,00 BB Banco de Investimento S.A ,00 BB Gestão de Recursos - Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A ,00 BV Participações S.A ,00 Cobra Tecnologia S.A (26.125) ,9746 Cadam S.A (88.235) ,64 BB Corretora de Seguros e Administradora de Bens S.A ,00 BB Administradora de Consórcios S.A ,00 BB Administradora de Cartões de Crédito S.A ,00 Besc Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. Bescval ,62 BB-Elo Cartões Participações S.A (4.127) ,99 Tecnologia Bancária S.A.- Tecban (1) (14.485) ,53 Companhia Brasileira de Securitização Cibrasec (2) ,12 Cia. Hidromineral Piratuba ,19 Cia. Catarinense de Assessoria e Serviços - CCA ,13 Itapebi ,00 Estruturadora Brasileira de Projetos - EBP (16.517) ,11 No Exterior Brasilian American Merchant Bank (3.563) ,00 Banco do Brasil AG. Viena (Áustria) ,00 BB Leasing Company Ltd ,00 BB Securities LLC ,00 Banco Patagonia ,00 (1) Participação direta do BB-Banco Múltiplo de 4,51%. (2) Participação direta do BB-Banco Múltiplo de 3,03%. b) Outros Investimentos BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado Investimentos por incentivos fiscais Títulos patrimoniais Ações e cotas Outros investimentos (1) Outras participações no exterior Total Provisão para perdas (45.207) (51.355) (51.356) (79.016) (84.415) (82.275) (1) Inclui, no BB-Consolidado, o montante de R$ mil (R$ mil em e R$ mil em ), relativo aos investimentos na holding Neoenergia S.A. 57

186 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis c) Ágios na Aquisição de Investimentos Movimentação dos Ágios 3º Trim/2011 BB-Banco Múltiplo º Trim/2011 BB-Consolidado Saldo Inicial Aquisições (1) Amortizações (2) (73.729) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Outros (3) ( ) -- Saldo Final (1) Conforme Nota 2.a. (2) Registradas em Outras Despesas Operacionais. (3) Inclui as reduções de participação nos ágios sobre os investimentos na Brasilveículos Companhia de Seguros e Companhia de Seguros Aliança do Brasil, nos montantes de R$ mil e R$ mil, respectivamente. No período de , não houve provisão de imparidade para os ágios na aquisição de investimentos. d) Expectativa de Amortização dos Ágios 4º trim/ Total BB Banco Múltiplo Banco Nossa Caixa Banco Votorantim Banco Patagonia Efeitos tributários (1) (29.491) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) (20.572) (23.034) ( ) Total líquido Outras Participações BB-BI Cielo Visa Vale BB Aliança Participações S.A Aliança do Brasil BB Aliança Rev Participações S.A Brasilveículos BB Seguros Brasilcap BB Consolidado Efeitos tributários (1) (54.262) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) (40.869) (25.638) ( ) Total líquido (1) 25% de IRPJ e 15% de CSLL para as empresas financeiras e 25% de IRPJ e 9% da CSLL para as empresas não financeiras. A expectativa de amortização dos ágios gerados nas aquisições de participações societárias respalda-se em projeções de resultado que fundamentaram os negócios, elaboradas por empresas especializadas, contemplando os prazos das estimativas e taxas de desconto utilizadas na apuração do valor presente líquido dos fluxos de caixa esperados. 58

187 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis 15 Imobilizado de Uso e de Arrendamento BB-Banco Múltiplo 01/11/ : Saldo contábil Movimentações Depreciação Valor de custo Depreciação acumulada Imparidade acumulada Saldo contábil Saldo contábil Imobilizado de Uso Edificações ( ) ( ) (3.278) Sistemas de processamento de dados ( ) ( ) (1.405) Móveis e equipamentos de uso (75.927) ( ) Terrenos (10) Instalações (26.868) ( ) Imobilizações em curso Sistemas de comunicação (22.483) ( ) Sistemas de segurança (17.188) ( ) Móveis e equipamentos em estoque (11.569) Sistemas de transporte 49 1 (72) 553 (575) -- (22) 67 Total ( ) ( ) (4.683) BB-Consolidado Saldo contábil Movimentações Depreciação Provisão p/ imparidade Valor de custo Depreciação acumulada Imparidade acumulada Saldo contábil Saldo contábil Imobilizado de Uso ( ) ( ) (5.729) Edificações ( ) ( ) (3.278) Sistemas de processamento de dados Móveis e equipamentos de uso ( ) ( ) (1.405) (95.672) ( ) (1.046) Terrenos Instalações (29.869) ( ) Imobilizações em curso Sistemas de comunicação (23.090) ( ) Sistemas de segurança (17.402) ( ) Sistemas de transporte (1.424) (21.874) Móveis e equipamentos em estoque Imobilizado de Arrendamento (11.569) (154) (541) Total ( ) ( ) (5.729)

188 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis 16 Intangível a) Movimentação e Composição BB-Banco Múltiplo 01/11/ : Saldo contábil Aquisições Baixas Amortização Provisão p/ imparidade (1) Valor de custo Amortização acumulada Imparidade acumulada Saldo contábil Saldo contábil Direitos por aquisição de folhas de pagamento Aquisição/desenvolvimento de softwares ( ) ( ) ( ) (52.900) (128) ( ) ( ) Outros ativos intangíveis (2) Total ( ) ( ) ( ) (52.900) BB-Consolidado Saldo contábil Aquisições Baixas Amortização Provisão p/ imparidade (1) Valor de custo Amortização acumulada Imparidade acumulada Saldo contábil Saldo contábil Direitos por aquisição de folhas de pagamento Aquisição/desenvolvimento de softwares ( ) ( ) ( ) (52.900) (128) ( ) (105) ( ) (105) Outros ativos intangíveis (2),(3) (281) (346) (489) (346) Total ( ) ( ) ( ) (53.351) (1) Registrado em Outras Despesas Operacionais. Foi registrada reversão parcial de provisão por imparidade no valor de R$ mil no período de (2) Referem-se ao direito de exploração do Banco Postal (Nota 31.e). (3) Referem-se a acordos de cooperação comercial do Banco Votorantim. b) Estimativa de Amortização BB-Banco Múltiplo Exercício Total Valores a amortizar BB-Consolidado Exercício Total Valores a amortizar

189 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis 17 Depósitos e Captações no Mercado Aberto a) Depósitos BB-Banco Múltiplo 01/11/ :23 BB-Consolidado Depósitos à Vista Pessoas físicas Pessoas jurídicas Vinculados Governos Moedas estrangeiras Especiais do Tesouro Nacional Instituições do sistema financeiro Empresas ligadas Domiciliados no exterior Outros Depósitos de Poupança Pessoas físicas Pessoas jurídicas Empresas Ligadas Instituições do sistema financeiro Depósitos Interfinanceiros Depósitos a Prazo Moeda Nacional Judiciais Moedas estrangeiras Fundo de Amparo ao Trabalhador-FAT (Nota 17.e) Funproger (Nota 17.f) Outros Depósitos para Investimentos Total Passivo circulante Passivo não circulante b) Segregação de Depósitos por Prazo de Exigibilidade BB-Banco Múltiplo Sem vencimento Até 3 meses 3 a 12 meses 1 a 3 anos 3 a 5 anos Acima de 5 anos Total Depósitos a prazo (1) Depósitos de poupança Depósitos à vista Depósitos interfinanceiros Depósitos para investimentos Total

190 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis BB-Consolidado Sem vencimento Até 3 meses 3 a 12 meses 1 a 3 anos 3 a 5 anos Acima de 5 anos Total Depósitos a prazo (1) Depósitos de poupança Depósitos à vista Depósitos interfinanceiros Depósitos para investimentos Total (1) Inclui os valores de R$ mil (R$ mil em e R$ mil em ) no BB-Banco Múltiplo e R$ mil (R$ mil em e R$ mil em ) no BB-Consolidado, relativos a depósitos a prazo com cláusula de recompra antecipada (compromisso de liquidez), considerados os prazos de vencimento originais. c) Captações no Mercado Aberto BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado Carteira Própria Letras Financeiras do Tesouro Títulos privados Notas do Tesouro Nacional Letras do Tesouro Nacional Títulos no exterior Outros Carteira de Terceiros Letras Financeiras do Tesouro Letras do Tesouro Nacional Títulos no exterior Notas do Tesouro Nacional Carteira de Livre Movimentação Total Passivo circulante Passivo não circulante d) Despesa de Captações com Depósitos e no Mercado Aberto BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 3º Trim/ º Trim/ Despesas de Captações com Depósitos ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Depósitos a prazo ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Depósitos de poupança ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Depósitos judiciais ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Depósitos interfinanceiros ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Outras ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Despesas de Captações no Mercado Aberto ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Carteira de terceiros ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Carteira própria ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Carteira de livre movimentação (457) (541) (4.151) (81.659) ( ) (35.393) Total ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) 62

191 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis e) Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) Programa Resolução / TADE Devolução de Recursos Forma (1) Data inicial Data final Disponível TMS (2) Aplicado TJLP (3) Total Disponível TMS (2) Aplicado TJLP (3) Total Disponível TMS (2) Aplicado TJLP (3) Total Proger Rural e Pronaf Pronaf Custeio 04/2005 RA 11/ Pronaf Investimento 05/2005 RA 11/ Giro Rural Aquisição de Títulos 03/2005 SD 01/ / Giro Rural Fornecedores 14/2006 RA 08/ Rural Custeio 02/2006 RA 11/ Rural Investimento 13/2005 RA 11/ Proger Urbano Urbano Investimento 18/2005 RA 11/ Urbano Capital de Giro 15/2005 RA 11/ Empreendedor Popular 01/2006 RA 11/ Outros Exportação 27/2005 RA 11/ Integrar Área Rural 26/2005 RA 11/ Integrar Área Urbana 25/2005 RA 11/ Inclusão Digital 09/2005 RA 11/ FAT Giro Setorial Micro e Pequenas Empresas 08/2006 RA 09/ FAT Giro Setorial Médias e Grandes Empresas 09/2006 RA 09/ FAT Giro Setorial Veículos MGE 09/2006 RA 02/ FAT Giro Setorial Veículos MPE 08/2006 RA 02/ FAT Giro Cooperativo Agropecuário 10/2006 RA 07/ FAT Fomentar Micro e Pequenas Empresas 11/2006 RA 08/ FAT Fomentar Médias e Grandes Empresas 12/2006 RA 07/ FAT Taxista 02/2009 RA 09/ FAT Encargos a capitalizar Total (1) RA - Retorno Automático (Mensalmente, 2% sobre o saldo) e SD - Saldo Disponível. (2) Recursos remunerados pela Taxa Média Selic (TMS). (3) Recursos remunerados pela Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP). 63

192 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis O FAT é um fundo especial de natureza contábil e financeira, instituído pela Lei n.º 7.998/1990, vinculado ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e gerido pelo Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador Codefat. O Codefat, gestor do FAT, é um órgão colegiado, de caráter tripartite e paritário, composto por representantes dos trabalhadores, dos empregadores e do governo. As principais ações financiadas com recursos do FAT para a promoção do emprego estão estruturadas em torno dos programas de geração de emprego e renda, cujos recursos são alocados por meio dos depósitos especiais, criados pela Lei n.º 8.352/1991, nas instituições financeiras oficiais federais (incorporando, entre outros, o próprio Programa de Geração de Emprego e Renda (Proger), nas modalidades Urbano Investimento e Capital de Giro; e Rural, o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf); o programa que destina recursos à aquisição de material de construção FAT Habitação, além de linhas especiais, como FAT Integrar Rural e Urbano, FAT Giro Setorial Micro e Pequenas Empresas, FAT Giro Setorial Médias e Grandes Empresas, FAT Fomentar Micro e Pequenas Empresas, FAT Fomentar Médias e Grandes Empresas, FAT Giro Agropecuário, FAT Inclusão Digital e FAT Taxista). Os depósitos especiais do FAT alocados junto ao Banco, enquanto disponíveis, são remunerados, pro rata die, pela Taxa Média Selic (TMS). À medida que são aplicados nos financiamentos, passam a ser remunerados pela Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) durante o período de vigência dos contratos. As remunerações sobre os recursos alocados no Banco são recolhidas mensalmente ao FAT, conforme estipulado pelas Resoluções Codefat n.º 439/2005 e n.º 489/2006. f) Fundo de Aval para Geração de Emprego e Renda (Funproger) O Funproger é um fundo especial de natureza contábil, criado em pela Lei n.º 9.872/1999, alterada pelas Leis n /2001 e n.º /20 05, regulamentado pela Resolução Codefat n.º 409/2004 e alterações posteriores, gerido pelo Banco com a supervisão do Codefat/MTE, com saldo em de R$ mil (R$ mil em e R$ mil em ). O objetivo do Funproger é conceder aval a empreendedores que não disponham das garantias necessárias para contratação de financiamentos do Proger Urbano e do Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado (PNMPO), mediante o pagamento de uma comissão para a concessão de aval. Para formação do patrimônio do Funproger, foram aportados recursos provenientes da diferença entre a aplicação TMS e a TJLP na remuneração dos saldos disponíveis de depósitos especiais do FAT. Outras fontes de recursos que compõem o Fundo são as receitas decorrentes de sua operacionalização e a remuneração de suas disponibilidades pelo Banco, gestor do Fundo. 64

193 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis 18 Obrigações por Empréstimos e Repasses a) Obrigações por Empréstimos BB-Banco Múltiplo 01/11/ :23 até 90 dias de 91 a 360 dias de 1 a 3 anos de 3 a 5 anos de 5 a 15 anos Total No Exterior Tomados junto ao Grupo BB no exterior Tomados junto a banqueiros no exterior Vinculados a empréstimos do setor público (1) Importação Exportação Total Passivo circulante Passivo não circulante BB-Consolidado até 90 dias de 91 a 360 dias de 1 a 3 anos de 3 a 5 anos de 5 a 15 anos Total No País Tomados pelas empresas não financeiras Demais linhas de crédito No Exterior Tomados junto a banqueiros no exterior Vinculados a empréstimos do setor público Exportação Importação Total Passivo circulante Passivo não circulante (1) Vencimento em abril de 2015, à taxa de 6,92% a.a. 65

194 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis b) Obrigações por Repasses Do País Instituições Oficiais Programas Taxa de Atualização BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado Tesouro Nacional - Crédito Rural Pronaf TMS (se disponível) ou 0,5% a.a. a 4,5% a.a. (se aplicado) Cacau TJLP + 0,6% a.a. ou 6,35% a.a Recoop 5,75% a.a. a 7,25% a.a Custeio agropecuário TR ou TR + 9% a.a Outros BNDES Banco do Brasil Banco Votorantim Caixa Econômica Federal 0,6305% a.a. a 14,1% a.a. ou TJLP/ var. camb. + 0,5% a.a. a 4,5% a.a. Pré/ TJLP/ var. camb. + 1,3% a.a. a 10,5% a.a Finame Banco do Brasil 1% a.a. a 11% a.a. ou TJLP/ var. camb. + 0,5% a.a. a 5,5% a.a Banco Votorantim TJLP/ Pré + 0,3% a.a. a 11,5% a.a Outras Instituições Oficiais Suprimento Especial Poupança Rural TR Funcafé TMS (se disponível) ou 6,75% a.a. (se aplicado) Outros Total Passivo circulante Passivo não circulante Do Exterior BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado Recursos livres - Resolução CMN n.º 3.844/ Fundo Especial de Apoio às pequenas e médias empresas industriais (FEPEMI) - FAD Total Passivo circulante Passivo não circulante

195 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis c) Despesas de Obrigações por Empréstimos e Repasses BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 3º Trim/ º Trim/ Despesas de Obrigações por Empréstimos ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Despesas de Obrigações por Repasses ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) BNDES ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Finame ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Tesouro Nacional (42.360) ( ) ( ) (43.501) ( ) ( ) Caixa Econômica Federal (3.873) (7.578) (4.012) (3.873) (7.578) (4.012) Do exterior (66.107) (66.107) ( ) (55.592) (55.592) (96.570) Outras (13.994) (70.905) (34.078) (13.994) (70.905) (34.078) Despesas de Obrigações por Fundos Financeiros e de Desenvolvimento Despesas de Obrigações com Banqueiros no Exterior ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Total ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) 67

196 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis 19 Recursos de Aceites e Emissões de Títulos Captações Moeda Valor Emitido Remuneração a.a Data Captação 01/11/ :23 Vencimento Banco Múltiplo Programa Global Medium Term Notes R$ ,75% 07/ / USD Libor 6m+2,55% 07/ / USD ,5% 01/ / USD % 01/ / EUR ,5% 01/ / Certificados de Depósitos - Longo Prazo USD ,54% 10/ /2012 (1) USD ,8% 11/ / USD ,67% 12/ / USD ,03% 01/ /2013 (1) USD ,88% 01/ /2013 (1) USD ,12% 03/ /2013 (1) USD ,19% 05/ / USD ,69% 08/ /2012 (1) USD ,4% 08/ /2016 (1) USD ,5% 08/ /2012 (1) USD ,67% 08/ /2012 (1) USD ,34% 08/ /2012 (1) USD ,02% 09/ /2012 (1) USD ,48% 09/ /2013 (1) USD ,34% 09/ /2012 (1) USD ,1% 10/ / USD ,2% 11/ /2012 (1) USD ,92% 11/ / USD ,63% 12/ / USD ,78% 01/ / USD ,87% 02/ / USD ,72% 03/ / USD ,02% 03/ / USD % 08/ / USD ,8% 08/ / USD ,59% 09/ / USD ,53% 09/ / USD ,95% 09/ / USD ,55% 09/ / Certificados de Depósitos - Curto (2) USD Prazo Certificado de Empréstimos EUR a 3,31% Letras de Crédito do Agronegócio Curto Prazo R$ Longo Prazo (3) R$ Letras Financeiras Total BB-Banco Múltiplo Banco Patagonia Bonds G PAT Série I ARS ,30% 03/ / Bonds G PAT Série II ARS ,12% 05/ / Bonds G PAT Série III ARS ,27% 08/ / Entidades de Propósitos Específicos - EPE no Exterior (4) Securitização do fluxo futuro de ordens de pagamento do exterior USD ,55% 12/ / USD Libor 3m+0,55% 03/ / USD Libor 3m+1,2% 09/ / USD ,25% 04/ / Total Entidades de Propósitos Específicos - EPE no Exterior

197 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Moeda Valor Emitido Remuneração a.a Data Captação Vencimento Banco Votorantim Debêntures Com variação Cambial R$ PTAX+12,0436% 12/ / Pós-fixado R$ DI + 0,35% 06/ / Pós-fixado R$ DI 04/ / Letras de Crédito Imobiliário 93,5% do DI 02/ / Letras de Crédito do Agronegócio Pré-fixado 90% do DI 07/ / Pós-fixado 11,86% a 12,35 05/ / Letras Financeiras Pré-fixado 11,6% a 14% 07/ / Pós-fixado 100% a 112% DI 07/ / Pós-fixado 108% Selic 02/ / Pós-fixado 5,48 a 7,81% IPCA 01/ / Pós-fixado 4,95 a 5,99% IGPM 08/ / Programa Global Medium - Term Notes Curto Prazo (5) Longo Prazo USD ,88% 10/ /2015 (1) R$ ,2% 11/ / R$ ,25% 12/ / USD ,91% 09/ / R$ ,62% 04/ / USD ,9% 06/ / USD ,5% 07/ / USD ,9% 07/ / USD ,3% 02/ / USD ,98% 02/ / USD ,3% 04/ / CHF ,8% 12/ / USD ,02% 02/ / USD ,25% 02/ / USD % 03/ / USD % 03/ / USD % 04/ / USD 232 4% 04/ / USD 186 3,18% 05/ / USD 742 3,18% 05/ / R$ ,19% 05/ / R$ ,25% 05/ / USD ,5% 07/ / USD ,5% 07/ / Total Banco Votorantim Empresas não Financeiras Cibrasec Certificados de Recebíveis Imobiliários (6) Kepler Weber S.A. Debêntures R$ 9,6% 09/ / Ativos S.A. Securitizadora de Créditos Financeiros Debêntures R$ DI + 1,5% 03/ / Total Empresas não Financeiras Valor Eliminado no Consolidado (7) (13.018) (2.577) (1.444) Total BB - Consolidado Passivo circulante Passivo não circulante (1) Operações liquidadas antecipadamente no decorrer do exercício de 2010 e no período compreendido entre (2) Títulos com prazo inferior a 360 dias sendo as taxas de juros dos certificados emitidos em dólar entre 0,37% e 2,92% a.a. (3) Operações com prazo compreendido entre 361 e 720 dias. (4) A Entidade de Propósito Específico (EPE) Dollar Diversified Payment Rights Finance Company foi constituída sob as leis das Ilhas Cayman com os seguintes propósitos: (a) emissão e venda de valores mobiliários no mercado internacional; (b) uso dos recursos obtidos com a emissão de valores mobiliários para pagamento da compra, junto ao Banco, dos direitos sobre ordens de pagamento emitidas por banqueiros correspondentes localizados nos EUA e pela própria agência do BB Nova Iorque, em dólares norte-americanos, para qualquer agência do Banco no país ( direitos sobre Remessa ) e (c) realização de pagamentos de principal e juros dos valores mobiliários e demais pagamentos previstos nos contratos de emissão desses títulos. A EPE declara não ter nenhum ativo ou passivo relevante que não os direitos e deveres provenientes dos contratos de emissão dos valores mobiliários. O Banco não é acionista, não detém a propriedade e tampouco participa dos resultados da EPE. As obrigações decorrentes dos valores mobiliários emitidos são pagas pela EPE com os recursos acumulados em sua conta. (5) Títulos com prazo inferior a 360 dias sendo as taxas de juros, em moeda estrangeira e nacional, compreendidas entre 2,28% e 14,3% (6) Taxa Referencial - TR, Índice Geral de Preços de Mercado - IGP-M e IPCA e prazo médio de vencimento de 116 meses. (7) Refere-se aos títulos emitidos pelo Conglomerado BB, em poder de controladas no exterior. 69

198 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis 20 Outras Obrigações a) Fundos Financeiros e de Desenvolvimento BB-Banco Múltiplo 01/11/ :23 BB-Consolidado PIS/Pasep Marinha Mercante Fundos do Governo do Estado de São Paulo Programa Especial de Crédito para a Reforma Agrária Procera Consolidação da Agricultura Familiar CAF Combate à Pobreza Rural Nossa Primeira Terra CPR/NPT Terras e Reforma Agrária BB Banco da Terra Outros Total Passivo circulante Passivo não circulante b) Fiscais e Previdenciárias BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado Obrigações legais (Nota 28.e) Passivo fiscal diferido (Nota 25.d) Impostos e contribuições sobre lucros a pagar Provisão para demandas fiscais (Nota 28.b) Impostos e contribuições a recolher Provisão para impostos e contribuições sobre lucros Outras Total Passivo circulante Passivo não circulante

199 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis c) Dívidas Subordinadas Captações Valor emitido Remuneração a.a. Data captação Vencimento BB-Banco Múltiplo Recursos FCO Fundo Constitucional do Centro-Oeste Recursos aplicados (1) Recursos disponíveis (2) Encargos a capitalizar CDBs Subordinados Emitidos no País ,8% do CDI 03/ / % do CDI 03/ / % do CDI 11/ / Dívidas Subordinadas no Exterior USD mil ,5% 09/ / USD mil ,375% 10/ / USD mil ,875% 05/ / Letras Financeiras Subordinadas ,5% do CDI 03/ / % do CDI 03/ / % do CDI 04/ / % do CDI 05/ / % do CDI 09/ / Total das Dívidas Subordinadas do BB-Banco Múltiplo Banco Votorantim CDBs Subordinados Emitidos no País CDI+0,491417% 11/ / CDI+0,491417% 12/ / (3) CDI+0,540556% 12/ / IGPM+7,219701% 12/ / IPCA+7,934241% 03/ / IPCA+7,855736% 08/ / IPCA+7,924428% 08/ / IPCA+8,002932% 08/ / IPCA+7,953867% 08/ / CDI+1,670229% 08/ / CDI+1,635268% 12/ / CDI+1,674668% 12/ / Nota Subordinada USD mil ,38% 01/ / Letras Financeiras Subordinadas IPCA+6,88494% 11/ / IPCA+7,25% 11/ / IPCA+7,2% 11/ / IPCA+7,1% 11/ / CDI+1,3% 11/ / CDI+1,6% 12/ / CDI+1,94% 05/ / IGPM+7,420494% 05/ / IPCA+7,626766% 05/ / IPCA+7,713512% 05/ / IPCA+7,95% 05/ / IPCA+7,95% 07/ / IGPM+7,7% 07/ / IPCA+8,02% 07/ / IPCA+7,9% 08/ / IPCA+7,93% 08/ / IPCA+7,76% 08/ / IPCA+7,85% 08/ / IGPM+7,7% 08/ / % do CDI 08/ / % do CDI 09/ / IGPM+6,74% 09/ / Debêntures CDI+0,5% 04/ / Total das Dívidas Subordinadas do Banco Votorantim Dívidas subordinadas emitidas pelo BB-Banco Múltiplo, em poder de controlada no exterior, eliminadas no BB-Consolidado (4.078) (637) -- Total das Dívidas Subordinadas do BB-Consolidado (4) (1) São remunerados pelos encargos pactuados com os mutuários, deduzido o del credere da instituição financeira, conforme artigo 9º da Lei n.º 7.827/1989. (2) São remunerados com base na taxa extramercado divulgada pelo Banco Central do Brasil (Bacen), conforme artigo 9º da Lei n.º 7.827/1989. (3) O montante de R$ mil do valor emitido foi liquidado durante o período de (4) O montante de R$ mil (R$ mil em e R$ mil em ) compõe o nível II do Patrimônio de Referência (PR), em conformidade com a Resolução CMN n.º 3.444/2007. Conforme determinação do Bacen, as dívidas subordinadas emitidas pelo Banco Votorantim não compõem o PR do Banco (Nota 29.f). 71

200 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis d) Instrumentos Híbridos de Capital e Dívida Captações Valor emitido (USD mil) Remuneração a.a. BB-Banco Múltiplo e BB-Consolidado Data captação Bônus Perpétuos ,95% 01/ ,5% 10/ Total BB-Banco Múltiplo Valores eliminados no BB-Consolidado (68) (9.890) (7.770) Total BB-Consolidado Passivo circulante Passivo não circulante O montante de R$ mil dos Bônus Perpétuos compõe o nível I do Patrimônio de Referência - PR (R$ mil e R$ mil em , e R$ mil e R$ mil em , respectivamente, o nível I e nível II do PR), em conformidade com a Resolução CMN n.º 3.444/2007 (Nota 29.f). O Banco liquidou, em janeiro de 2011, o bônus no valor de USD mil, emitido em janeiro de 2006, através do exercício da opção de resgate prevista na operação. O bônus emitido em outubro de 2009, no valor de USD mil, tem opção de resgate por iniciativa do Banco a partir de 2020 ou em cada pagamento semestral de juros subsequente, desde que autorizado previamente pelo Bacen. Caso o Banco não exerça a opção de resgate em outubro de 2020, os juros incidentes sobre os títulos serão corrigidos nessa data para 7,782% mais o preço de negociação dos Títulos do Tesouro Norte-americano de 10 anos. A partir dessa data, a cada 10 anos, os juros incidentes sobre os títulos serão corrigidos levando-se em consideração o preço de negociação dos Títulos do Tesouro Norte-americano de 10 anos. Os termos desses Bônus Perpétuos determinam que o Banco suspenda os pagamentos semestrais de juros e/ou acessórios sobre os referidos títulos emitidos (que não serão devidos, nem acumulados) caso: (i) (ii) (iii) (iv) (v) o Banco não esteja enquadrado ou o pagamento desses encargos não permita que o Banco esteja em conformidade com os níveis de adequação de capital, limites operacionais ou seus indicadores financeiros estejam abaixo do nível mínimo exigido pela regulamentação aplicável a bancos brasileiros; o Bacen ou as autoridades regulatórias determinem a suspensão dos pagamentos dos referidos encargos; algum evento de insolvência ou falência ocorra; alguma inadimplência ocorra; ou o Banco não tenha distribuído o pagamento de dividendos ou juros sobre o capital próprio aos portadores de ações ordinárias referentes ao período de cálculo de tais juros e/ou acessórios. 72

201 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis e) Diversas BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado Operações com cartão de crédito/débito Passivos atuariais (Nota 27.d) Provisões para pagamentos a efetuar Credores diversos no país Provisões para demandas cíveis (Nota 28.b) Provisões para demandas trabalhistas (Nota 28.b) Recursos vinculados a operações de crédito Obrigações por prêmios concedidos a clientes por fidelidade Obrigações por convênios oficiais Obrigações por aquisição de bens e direitos Obrigações por prestação de serviços de pagamento Provisões para perdas com o Fundo de Compensação de Variações Salariais FCVS Credores diversos no exterior Provisões para garantias prestadas Contratos de assunção de obrigações securitização (Nota 20.f) Outras Total Passivo circulante Passivo não circulante f) Securitização Captações Valor emitido Remuneração (USD mil) a.a. BB-Banco Múltiplo e BB-Consolidado Data captação Vencimento Fluxo futuro de recebíveis de faturas de cartões de crédito/débito ,911% 07/ / ,777% 07/ / Total A Entidade de Propósito Específico (EPE) Brazilian Merchant Voucher Receivables foi constituída sob as leis das Ilhas Cayman com os seguintes propósitos: (a) (b) (c) emissão e venda dos valores mobiliários no mercado internacional; uso dos recursos obtidos com a emissão de valores mobiliários para pagamento da compra dos direitos atuais e futuros da Cielo S.A. contra a Visa International Service Association sobre os recebíveis oriundos de: (i) compras a crédito ou a débito realizadas no território brasileiro, em qualquer moeda processada pela Cielo, com cartões da bandeira Visa, emitidos por instituições financeiras localizadas fora do Brasil; ou (ii) compras a crédito ou a débito processadas pela Cielo em moeda estrangeira realizadas com cartões de bandeira Visa emitidos por instituições financeiras localizadas no Brasil; e realização de pagamentos de principal e juros dos valores mobiliários e demais pagamentos previstos nos contratos de emissão destes títulos. O Banco é beneficiário de 44,618488% dos recursos, calculados com base na participação acionária na Cielo, à época da emissão, sendo o restante dos recursos disponibilizados a outra instituição financeira brasileira participante da Cielo. A EPE declara não ter nenhum ativo ou passivo relevante que não os direitos e deveres provenientes dos contratos de emissão dos valores mobiliários. O Banco não é acionista, não detém a propriedade e tampouco participa dos resultados da EPE. As 73

202 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis obrigações decorrentes dos valores mobiliários emitidos são pagas pela EPE com os recursos acumulados em sua conta. 01/11/ :23 21 Operações de Seguros, Previdência e Capitalização a) Créditos das Operações BB Consolidado Prêmios diretos de seguros a receber Crédito de operações de seguros com seguradoras Crédito de operações de seguros com resseguradoras Créditos de resseguros de previdência complementar Total Ativo circulante Ativo não circulante b) Provisões Técnicas BB Consolidado Seguros Provisão de prêmios não ganhos Provisão de sinistros a liquidar Provisão de IBNR (1) Provisão de insuficiência de prêmios Provisão matemática de benefícios a conceder Outras provisões Previdência Provisão matemática de benefícios a conceder Provisão matemática de benefícios concedidos Provisão de excedente financeiro Provisão de insuficiência de contribuição Provisão de oscilação financeira Provisão matemática para resgates Provisão de insuficiência de prêmios Provisão de IBNR (1) Outras provisões Capitalização Provisão matemática para resgates Provisão para sorteios e resgates Outras provisões Total Passivo Circulante Passivo Não Circulante (1) Provisão para sinistros ocorridos mas não avisados. 74

203 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis c) Provisões Técnicas por Produto BB Consolidado Seguros Auto Vida Ramos elementares Dpvat Previdência Plano gerador de benefícios livres - PGBL Vida gerador de benefícios livres - VGBL Planos tradicionais Capitalização Total

204 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis d) Garantia das Provisões Técnicas BB Consolidado Seguros Previdência Capitalização Total Seguros Previdência Capitalização Total Seguros Previdência Capitalização Total Cotas de fundos de investimento (VGBL e PGBL) Cotas de fundos de investimento (exceto VGBL e PGBL) Títulos públicos Títulos privados Direitos creditórios Imóveis Depósitos retidos no IRB e depósitos judiciais Total e) Resultado Financeiro e Operacional por Segmento BB Consolidado 3º Trimestre/ Seguros Previdência Capitalização Total Seguros Previdência Capitalização Total Seguros Previdência Capitalização Total Resultado financeiro Receitas financeiras Despesas financeiras (21.832) ( ) (2.842) ( ) (48.709) ( ) (4.230) ( ) (26.062) ( ) (860) ( ) Atualização e Juros de Provisões Técnicas (19.652) ( ) (56.149) ( ) (35.831) ( ) ( ) ( ) ( ) (91.031) ( ) Resultado operacional (12.621) Prêmios retidos e contribuições (Nota 21.f) Variação das provisões técnicas ( ) ( ) (197) ( ) ( ) ( ) (16.361) ( ) ( ) ( ) (15.684) ( ) Sinistros retidos ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Despesas de comercialização ( ) (44.447) (21.078) ( ) ( ) (80.464) (52.210) ( ) (46.956) (41.387) (60.610) ( ) Despesas com sorteios e resgates de títulos de capitalização Despesas com benefícios e resgates de planos de previdência ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) -- (10.285) -- (10.285) -- (24.703) -- (24.703) -- (28.049) -- (28.049) Total

205 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis f) Prêmios Retidos de Seguros, Contribuições de Planos de Previdência e Títulos de Capitalização BB Consolidado 3º Trimestre/ Seguros Previdência Capitalização Total Seguros Previdência Capitalização Total Seguros Previdência Capitalização Total Prêmios emitidos (VGBL aposentadoria) Contribuições de previdência complementar (inclui VGBL parte risco) Receitas com títulos de capitalização Prêmios de cosseguros cedidos (14.537) (2.115) -- (16.652) (31.281) (2.115) -- (33.396) (9.658) (9.658) Prêmios restituídos (devolução de contribuição VGBL) Prêmios emitidos líquidos (prêmio emitido - prêmio restituído) e contribuições de previdência complementar Prêmios de resseguros cedidos, consórcios e fundos Prêmios retidos de seguros, planos de previdência e capitalização (5.227) (7.284) -- (12.511) (13.610) (24.500) -- (38.110) (7.685) (23.098) -- (30.783) ( ) (1.758) -- ( ) ( ) (1.758) -- ( ) ( ) ( )

206 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis 22 Outras Receitas/Despesas Operacionais 01/11/ :23 a) Receitas de Prestação de Serviços BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 3º Trim/ º Trim/ Cartão de crédito/débito Administração de fundos Cobrança Conta corrente Arrecadações Interbancária Seguros, previdência e capitalização De coligadas/controladas não financeiras Rendas do Mercado de Capitais Operações de crédito e garantias prestadas Tesouro Nacional e administração de fundos oficiais Taxas de administração de consórcios Prestados a ligadas Outros serviços Total b) Rendas de Tarifas Bancárias BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 3º Trim/ º Trim/ Pacote de serviços Operações de crédito e cadastro Rendas de cartões Contas de depósito Transferência de recursos Administração de Fundos de Investimento Outras Total c) Despesas de Pessoal 3º Trim/2011 BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado º Trim/ Proventos ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Encargos sociais ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Provisões administrativas de pessoal ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Benefícios ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Provisões para demandas trabalhistas ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Previdência complementar (69.262) ( ) ( ) (70.994) ( ) ( ) Honorários de diretores e conselheiros (5.256) (15.771) (15.524) (14.803) (42.263) (41.927) Treinamento (10.658) (32.369) (46.501) (13.879) (39.839) (53.014) Total ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) 78

207 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis d) Outras Despesas Administrativas BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 3º Trim/ º Trim/ Amortização ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Comunicações ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Serviços de terceiros ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Depreciação ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Transporte ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Serviços de vigilância e segurança ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Aluguéis ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Serviços do sistema financeiro ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Processamento de dados ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Serviços técnicos especializados (56.516) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Demandas judiciais ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Manutenção e conservação de bens ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Água, energia e gás (81.586) ( ) ( ) (85.299) ( ) ( ) Propaganda e publicidade (42.292) ( ) ( ) (71.702) ( ) ( ) Promoções e relações públicas (48.512) ( ) ( ) (59.556) ( ) ( ) Viagem no país (43.277) ( ) (97.887) (51.989) ( ) ( ) Material (31.123) (92.837) (87.297) (35.791) ( ) (92.134) Outras (88.202) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Total ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) e) Outras Receitas Operacionais 3º Trim/2011 BB-Banco Múltiplo º Trim/2011 BB-Consolidado Previ - Atualização de ativo atuarial (Nota 27.c) Equalização de taxas - Safra agrícola Atualização de depósitos em garantia Reajuste cambial negativo/reclassificação de saldos Atualização das destinações do superávit - Plano 1 (Nota 27.e) Recuperação de encargos e despesas Reversão de provisões - demandas trabalhistas, cíveis e fiscais Operações com cartões Reversão de provisões - despesas administrativas Dividendos recebidos Reversão de provisões - despesas de pessoal Outras Total

208 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis f) Outras Despesas Operacionais BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 3º Trim/ º Trim/ Despesas das empresas coligadas/controladas não financeiras Reajuste cambial negativo/reclassificação de saldos ( ) ( ) ( ) -- ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Premiações a clientes ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Operações com cartões crédito/débito ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Atualização das obrigações atuariais ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Parceiros comerciais (1) (3.156) (9.793) (24.037) ( ) ( ) ( ) Amortização de ágios em investimentos (73.729) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Falhas/fraudes e outras perdas (54.408) ( ) ( ) (54.408) ( ) ( ) Atualização de depósitos em garantia (2) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Amortização/liquidação antecipada de contratos (71.497) ( ) ( ) (71.497) ( ) ( ) Descontos concedidos em renegociação (57.189) ( ) ( ) (67.363) ( ) ( ) Atualização de instrumentos híbridos de capital e dívida Prêmio de seguro de vida - crédito direto ao consumidor (60.720) ( ) ( ) (60.720) ( ) ( ) (46.197) ( ) ( ) (46.197) ( ) ( ) Autoatendimento (44.174) ( ) (89.842) (44.174) ( ) (89.842) Atualização de recursos a devolver ao Tesouro Nacional - Lei nº /1995 (15.311) (41.954) (31.810) (15.311) (41.954) (31.810) Atualização de JCP/Dividendos (25.431) (41.133) (43.155) (25.431) (41.133) (43.155) Convênio INSS (10.237) (27.974) (21.182) (10.237) (27.974) (21.182) Previ - Ajuste atuarial (6.000) (18.973) (17.674) (6.000) (18.973) (17.674) Credenciamento do uso do Sisbacen (4.860) (13.187) (12.118) (4.860) (13.187) (12.118) Despesas com Proagro (3.587) (9.649) (49.232) (3.587) (9.649) (49.232) Atualização das obrigações por aquisição de investimento (71.459) (71.459) Outras ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Total ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) (1) Referem-se principalmente a comissões por financiamentos originados pelos parceiros e acordos comerciais com lojistas. (2) Refere-se a atualização da provisão para depósito judicial referente à ação judicial (IR e CSLL) conforme Nota 28.e. 23 Resultado não Operacional 01/11/ :23 BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 3º Trim/ º Trim/ Receitas não Operacionais Lucro na alienação de investimentos Ganhos de capital Reversão de provisão para desvalorização de outros valores e bens Lucro na alienação de valores e bens Alienação de bens imóveis Rendas de aluguéis Outras rendas não operacionais Despesas não Operacionais (18.072) (78.345) (58.096) (37.175) ( ) ( ) Prejuízos na alienação de valores e bens (1.451) (9.990) (3.206) (19.661) (53.499) (52.109) Perdas de capital (8.301) (36.348) (16.973) (8.306) (37.218) (17.720) Desvalorização de outros valores e bens (8.148) (30.261) (35.747) (8.394) (34.699) (35.924) Outras despesas não operacionais (172) (1.746) (2.170) (814) (13.359) (10.141) Total

209 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis 24 Patrimônio Líquido a) Valor Patrimonial e Valor de Mercado por Ação Ordinária 01/11/ : Patrimônio Líquido BB-Banco Múltiplo () Valor patrimonial por ação (R$) 19,67 17,65 16,87 Valor de mercado por ação ordinária (R$) 24,84 31,42 32,13 Patrimônio Líquido BB-Consolidado (1) () (1) Reconciliado com o BB-Banco Múltiplo (Nota 24.g) O valor patrimonial por ação é calculado com base no Patrimônio Líquido do BB-Banco Múltiplo. b) Capital Social O Capital Social de R$ mil (R$ mil em e ) do BB-Banco Múltiplo está dividido em ações ordinárias representadas na forma escritural e sem valor nominal. A União Federal é a maior acionista, detendo o controle. O aumento do Capital Social no período de a , no valor de R$ mil, decorreu do exercício do direito de subscrição de bônus C (Nota 24.k). O Banco poderá, independentemente de reforma estatutária, por deliberação e nas condições determinadas pela Assembleia Geral dos Acionistas, aumentar o Capital Social até o limite de R$ mil, mediante a emissão de ações ordinárias, concedendo-se aos acionistas preferência para a subscrição do aumento de capital, na proporção do número de ações que possuírem, ressalvado o direito de titulares de bônus de subscrição emitidos pelo Banco, caso houver. c) Reservas de Reavaliação As Reservas de Reavaliação, no valor de R$ mil (R$ mil em e R$ mil em ), referem-se às reavaliações de ativos efetuadas por empresas ligadas/controladas. No período de , foram realizadas reservas no montante de R$ mil, sendo R$ 307 mil (R$ 442 mil no período de a ) decorrentes de depreciação, transferidas para a conta Lucros ou Prejuízos Acumulados, e R$ mil decorrentes de baixa por alienação de participação acionária do BB Banco de Investimento na Pronor Petroquímica. Conforme Resolução CMN n.º 3.565/2008, o saldo remanescente será mantido até a data de sua efetiva realização. d) Reservas de Lucros Reservas de lucros (1) Reserva legal Reservas estatutárias (1) Margem operacional Equalização de dividendos (1) No BB-Consolidado, os valores da Reserva de lucros e das Reservas estatutárias são de R$ mil e R$ mil, respectivamente, devido à eliminação do resultado não realizado de empresa controlada, no valor de R$ mil. A Reserva Estatutária para Margem Operacional tem por finalidade garantir margem operacional compatível com o desenvolvimento das operações da sociedade e é constituída em até 100% do lucro líquido, após as destinações legais, inclusive dividendos, limitada a 80% do capital social. A Reserva Estatutária para Equalização de Dividendos assegura recursos para o pagamento dos dividendos, constituída pela parcela de até 50% do lucro líquido, após as destinações legais, inclusive dividendos, até o limite de 20% do Capital Social. 81

210 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis e) Lucro por Ação 3º trimestre/ Lucro líquido atribuível aos acionistas () Número médio ponderado de ações Básico Diluído Lucro por ação Lucro básico por ação (R$) 1,01 3,20 2,91 Lucro diluído por ação (R$) 1,01 3,19 2,90 f) Juros sobre Capital Próprio/Dividendos Valor () Valor por ação (R$) Data base da posição acionária Data de pagamento 1º trim/2011 Dividendos pagos , Juros sobre o capital próprio pagos , º trim/2011 Dividendos pagos , Juros sobre o capital próprio pagos , º trim/2011 Dividendos a pagar (1) , Juros sobre o capital próprio a pagar , Total destinado aos acionistas no período de ,280 Dividendos ,491 Juros sobre o capital Próprio (2) ,789 Lucro líquido do período Valor () Valor por ação (R$) Data base da posição acionária Data de pagamento 1º trim/2010 Dividendos pagos , Juros sobre o capital próprio pagos , º trim/2010 Dividendos pagos , Juros sobre o capital próprio pagos , º trim/2010 Dividendos pagos , Juros sobre o capital próprio pagos , Total destinado aos acionistas no período de a ,167 Dividendos ,524 Juros sobre o capital Próprio (2) ,643 Lucro líquido do período (1) O Banco aguarda a homologação pelo Banco Central do Brasil para a conversão de recibos em ações ordinárias, oriundos da subscrição dos bônus C, conforme Nota 24.k. Caso a subscrição ocorra até a data base da posição acionária, o valor dos dividendos por ação será de R$ 0, (2) Valores sujeitos à alíquota de 15% de Imposto de Renda Retido na Fonte. Em conformidade com as Leis n.º 9.249/1995 e n.º 9.430/1996 e com o Estatuto do Banco, a Administração decidiu pelo pagamento aos seus acionistas de juros sobre capital próprio, imputados ao valor dos dividendos, acrescido de dividendos adicionais, equivalentes a 40% sobre o lucro líquido. 82

211 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Os juros sobre capital próprio são calculados sobre as contas do patrimônio líquido ajustado e limitados à variação, pro rata die, da Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), condicionados à existência de lucros computados antes de sua dedução ou de lucros acumulados e reservas de lucros, em montante igual ou superior a duas vezes o seu valor. Para atendimento à legislação de Imposto de Renda, o montante de juros sobre o capital próprio foi contabilizado na conta Despesas Financeiras e, para fins de elaboração destas demonstrações contábeis, reclassificado para a conta de Lucros ou Prejuízos Acumulados. O total dos juros sobre capital próprio, no período de , proporcionou redução na despesa com encargos tributários no montante de R$ mil (R$ mil no período de ). g) Reconciliação do Lucro Líquido e do Patrimônio Líquido Lucro Líquido Patrimônio Líquido 3ºTrim/ BB-Banco Múltiplo Resultado não realizado (54.908) (54.908) (54.908) (54.660) Participação recíproca em coligadas e controladas (197) (197) Participações dos não controladores (20) BB-Consolidado h) Participações dos não Controladores Lucro Líquido Patrimônio Líquido 3ºTrim/ Banco Patagonia S.A Besc Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A Cobra Tecnologia S.A. (1) (6) (21) Participações dos não Controladores (20) i) Participações Acionárias (Quantidade de Ações) Evolução da quantidade de ações de emissão do Banco em que os acionistas sejam titulares, direta ou indiretamente, de mais de 5% das ações, bem como dos administradores e dos membros do Conselho Fiscal e Comitê de Auditoria: Acionistas Ações % Total Ações % Total Ações % Total União Federal , , ,3 Ministério da Fazenda , , ,9 Fundo de Garantia à Exportação , , ,9 Fundo Fiscal de Investimento e Estabilização , , ,2 Fundo Garantidor para Investimentos , , ,3 Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco (1) , , ,3 do Brasil Previ BNDES Participações S.A. BNDESPar (1) Ações em Tesouraria Outros acionistas , , ,4 Total , , ,0 (1) Ligadas ao Controlador. 83

212 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Ações ON (1) Conselho de Administração (exceto Presidente do Banco, que consta na Diretoria Executiva) Diretoria Executiva Comitê de Auditoria (1) A participação acionária do Conselho de Administração, Diretoria Executiva, Conselho Fiscal e Comitê de Auditoria representa aproximadamente 0,001% do capital do Banco. j) Quantidade de Ações em Circulação/Free Float Quantidade % Quantidade % Quantidade % Em circulação (1) , , ,4 Total emitido , , ,0 (1) Conforme Lei n.º 6.404/1976 e regulamento do Novo Mercado da BM&FBovespa. Não considera as ações em poder do Conselho de Administração e Diretoria Executiva. k) Bônus de Subscrição C O Banco, conforme comunicado ao mercado de , informou aos titulares de bônus de subscrição C (BBAS13) as condições para o exercício do direito de subscrever ações decorrentes desses bônus, emitidos e distribuídos gratuitamente aos acionistas em Os titulares dos bônus puderam exercer o direito de comprar novas ações do Banco no período de a (até para os detentores de bônus custodiados em bolsa de valores). Cada bônus garantiu o direito de subscrever 3, ações. O preço do exercício foi de R$ 8,50 por bônus, corrigido pelo Índice Geral de Preços Disponibilidade Interna (IGP-DI), da Fundação Getúlio Vargas, de até a data do protocolo do pedido de exercício do direito de subscrição. Os detentores de bônus exerceram o direito gerando recibos que, após homologação pelo Bacen, serão convertidos em ações ON. Os bônus não subscritos, no total de , perderam sua validade a partir da data limite para subscrição de

213 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis 25 Tributos a) Demonstração da Despesa de IR e CSLL 01/11/ :23 BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 3º Trim/ º Trim/ Valores Correntes ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) IR e CSLL no país ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Imposto de Renda no exterior (8.033) (20.346) (23.522) (38.838) (83.805) (27.428) Valores Diferidos Passivo Fiscal Diferido ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Operações de leasing ajuste da carteira e depreciação incentivada (118) (544) (2.269) ( ) ( ) Marcação a mercado ( ) (32.390) ( ) ( ) Ganhos atuariais ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Atualização de depósitos judiciais (88.846) ( ) ( ) (88.846) ( ) ( ) Lucros do exterior (7.764) (29.680) (42.843) (7.765) (29.681) (42.843) Operações realizadas em mercados de liquidação futura (2.705) Recuperação de Perdas MP n.º 517/2010 (1) (80.075) ( ) - (80.075) ( ) - Ativo Fiscal Diferido Diferenças temporárias Prejuízos fiscais/bases negativas de CSLL (29.802) (24.552) (29.802) (14.922) Marcação a mercado ( ) ( ) Operações realizadas em mercados de liquidação futura (28.677) (28.677) Total do Imposto de Renda e Contribuição Social ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) (1) A MP n.º 517/2010, convertida na Lei n.º /2011, permitiu que os valores recuperados de perdas em operações de crédito sejam reconhecidos no momento do efetivo recebimento do crédito, nos casos de financiamentos rurais e operações de crédito concedidos a pessoas físicas de valor até R$ 30 mil. b) Conciliação dos Encargos de IR e CSLL 3º Trim/2011 BB-Banco Múltiplo º Trim/2011 BB-Consolidado Resultado Antes dos Tributos e Participações Encargo total do IR (25%) e da CSLL (15%) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Encargos sobre JCP Resultado de participação em controladas e coligadas (5.606) Participações no lucro Creditos Tributários Ativados - Períodos Anteriores Outros valores (40.186) ( ) Imposto de Renda e Contribuição Social do período ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) 85

214 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis c) Despesas Tributárias BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 3º Trim/ º Trim/ Cofins ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ISSQN ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) PIS/Pasep (82.942) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Outras (26.406) (65.485) (57.793) (61.522) ( ) (89.322) Total ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) d) Passivo Fiscal Diferido BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado Decorrentes de ganhos atuariais (1) Decorrentes do ajuste da carteira de leasing Decorrentes de atualização de depósitos judiciais Decorrentes da marcação a mercado Decorrentes de lucros do exterior Dependências no exterior Decorrentes de operações em mercados de liquidação futura Decorrentes de perdas MP n.º 517/ Outros Total das Obrigações Fiscais Diferidas Imposto de Renda Contribuição Social PIS/Pasep Cofins (1) A realização do passivo fiscal diferido sobre ganhos atuariais está relacionada à realização dos valores do ativo atuarial (Nota 27). e) Ativo Fiscal Diferido (Crédito Tributário) Ativado BB-Banco Múltiplo Saldo Constituição Baixa Saldo Saldo Diferenças Temporárias Provisão para créditos de liquidação duvidosa Provisões passivas Marcação a mercado Outras provisões CSLL escriturada a 18% (MP n.º 2.158/2001) Prejuízo fiscal/base negativa Total dos Créditos Tributários Ativados Imposto de Renda Contribuição Social PIS/Pasep Cofins

215 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis BB-Consolidado Saldo Constituição Baixa Saldo Saldo Diferenças Temporárias Provisão para créditos de liquidação duvidosa Provisões passivas Marcação a mercado Outras provisões CSLL escriturada a 18% (MP n.º 2.158/2001) Prejuízo fiscal/base negativa Superveniência de depreciação Total dos Créditos Tributários Ativados Imposto de Renda Contribuição Social PIS/Pasep Cofins Não Ativado BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado Créditos tributários no exterior Diferenças temporárias Parcela de prejuízos fiscais/bases negativas Parcela dos ajustes negativos da marcação a mercado Total dos Créditos Tributários não Ativados Imposto de Renda Contribuição Social Expectativa de Realização A expectativa de realização dos ativos fiscais diferidos (créditos tributários) respalda-se em estudo técnico elaborado em , sendo o valor presente apurado com base na taxa média de captação do BB-Banco Múltiplo. BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado Valor nominal Valor presente Valor nominal Valor presente Em Em Em Em Em A partir de Total de Créditos Tributários em No período compreendido entre , observou-se a realização de créditos tributários no Banco Múltiplo no montante de R$ mil correspondente a 127,82% da respectiva projeção de utilização para o período de 2011, que constava no estudo técnico elaborado em A realização dos valores nominais de créditos tributários ativados, considerando a recomposição daqueles baixados durante o trâmite da ação judicial (70%), baseada em estudo técnico realizado pelo Banco em está projetada para 6 anos, nas seguintes proporções: 87

216 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado Prejuízo Fiscal/CSLL a Compensar (1) Diferenças Intertemporais (2) Prejuízo Fiscal/CSLL a Compensar (1) Diferenças Intertemporais (2) Em % 8% 20% 8% Em % 16% 33% 16% Em % 16% 37% 16% Em % 16% 4% 17% Em % 1% 17% A partir de % 5% 26% (1) Projeção de consumo vinculada à capacidade de gerar bases tributáveis de IRPJ e CSLL em períodos subsequentes. (2) A capacidade de consumo decorre das movimentações das provisões (expectativa de ocorrerem reversões, baixas e utilizações). 26 Partes Relacionadas 01/11/ :23 Custos com remunerações e outros benefícios atribuídos ao Pessoal Chave da Administração do Banco do Brasil, formado pelo Conselho de Administração, Diretoria Executiva, Comitê de Auditoria e Conselho Fiscal: 3º Trim/ Benefícios de curto prazo Honorários Diretoria Executiva Comitê de Auditoria Conselho de Administração Conselho Fiscal Participações no lucro Outros Benefícios de rescisão de trabalho Total O Banco não possui remuneração variável baseada em ações e outros benefícios de longo prazo e não oferece benefícios pós-emprego ao Pessoal Chave da Administração, com exceção daqueles que fazem parte do quadro funcional do Banco, participantes do Plano de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ). Desde janeiro de 2007, em razão do superávit acumulado no Plano desses funcionários (Plano 1), o Banco não apresenta despesas com o benefício (Nota 27). O Banco não concede empréstimos ao Pessoal Chave da Administração, em conformidade com a proibição a todas instituições financeiras estabelecida pelo Banco Central do Brasil. Os saldos de contas referentes às transações entre as empresas consolidadas do Banco são eliminados nas Demonstrações Contábeis Consolidadas. Em relação ao acionista controlador, estão incluídas as transações com o Tesouro Nacional e os órgãos da Administração Direta do Governo Federal, que mantêm operações bancárias com o Banco. O Banco realiza transações bancárias com as partes relacionadas, tais como depósitos em conta corrente (não remunerados), depósitos remunerados, operações compromissadas e empréstimos (exceto com o Pessoal Chave da Administração). Há ainda contratos de prestação de serviços e de garantias prestadas. Tais transações são praticadas em condições normais de mercado, substancialmente nos termos e condições para operações comparáveis, incluindo taxas de juros e garantias. Essas operações não envolvem riscos anormais de recebimento. Os recursos aplicados em títulos públicos federais e os destinados a fundos e programas oriundos de repasses de Instituições Oficiais estão relacionados nas Notas 8 e 18, respectivamente. 88

217 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis O Banco é patrocinador da Fundação Banco do Brasil (FBB) cujos objetivos são a promoção, apoio, incentivos e patrocínio de ações de âmbito educacional, cultural, social, filantrópico, recreativo/esportivo e de fomento às atividades de pesquisa científico-tecnológica e assistência às comunidades urbano-rurais. No período de , o Banco realizou contribuições para a FBB no montante de R$ mil (R$ mil no período de ). As informações referentes aos repasses e demais transações com entidades patrocinadas estão divulgadas na Nota 27. No período de , o Banco do Brasil adquiriu carteiras de operações de crédito do Banco Votorantim, cedidas com coobrigação, no montante de R$ mil (R$ mil, no período ). Os resultados não realizados decorrentes das transações dessa natureza totalizaram R$ mil (R$ em ), líquidos de efeitos tributários. Sumário das Transações com Partes Relacionadas Controlador (1) (2) Controle Pessoal chave da Controladas (3) Coligadas(4) conjunto administração (5) Outras partes relacionadas (6) Total Ativos Aplicações em depósitos interfinanceiros Títulos e valores mobiliários Operações de crédito Valores a receber de ligadas Outros ativos Passivos Depósitos à vista Depósitos em poupança Depósitos a prazo remunerados Operações compromissadas tomadas Obrigações por empréstimos e repasses Outros passivos Garantias e Outras (7) Coobrigações Rendas de juros e prestação de serviços 3º trimestre/ Despesas com captação (42.359) ( ) (4.815) (32.752) (464) ( ) ( ) Rendas de juros e prestação de serviços a Despesas com captação ( ) ( ) (45.758) (84.392) (830) ( ) ( ) 89

218 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Controlador (1) (2) Controle Pessoal chave da Controladas (3) Coligadas(4) conjunto administração (5) Outras partes relacionadas (6) Total Ativos Aplicações em depósitos interfinanceiros Títulos e valores mobiliários Operações de crédito Valores a receber Outros ativos Passivos Depósitos à vista Depósitos em poupança Depósitos a prazo remunerados Operações compromissadas tomadas Obrigações por empréstimos e repasses Outros passivos Garantias e Outras (7) Coobrigações Rendas de juros e prestação de serviços 3º Trimestre/ Despesas com captação (37.909) (56.752) (3.968) (4.907) (724) ( ) ( ) Rendas de juros e prestação de serviços a Despesas com captação ( ) ( ) (5.857) (9.219) (1.090) ( ) ( ) (1) Compreende o Tesouro Nacional e órgãos da Administração Direta do Governo Federal. (2) Compreendem as empresas relacionadas na Nota 3 identificadas no item (1). (3) Compreende as empresas relacionadas na Nota 3 identificadas no item (2). (4) Compreendem as empresas relacionadas na Nota 3 identificadas no item (3). (5) Conselho de Administração, Diretoria Executiva, Comitê de Auditoria e Conselho Fiscal. (6) Empresas públicas e sociedades de economia mista controladas pelo Governo Federal e entidades vinculadas aos funcionários. (7) Inclui o Contrato de Abertura de Linha de Crédito Interbancário Rotativo a liberar com o Banco Votorantim, equivalente ao valor do patrimônio líquido daquela instituição. 27 Benefícios a Empregados 01/11/ :23 O Banco do Brasil é patrocinador das seguintes entidades de previdência privada e de saúde complementar, que asseguram a complementação de benefícios de aposentadoria e assistência médica a seus funcionários: 90

219 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Previ - Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil Cassi - Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil Economus Instituto de Seguridade Social Fusesc - Fundação Codesc de Seguridade Social SIM - Caixa de Assistência dos Empregados dos Sistemas Besc e Codesc, do Badesc e da Fusesc Planos Benefícios Classificação Previ Futuro Aposentadoria e pensão Contribuição definida Plano de Benefícios 1 Aposentadoria e pensão Benefício definido Plano Informal Aposentadoria e pensão Benefício definido Plano de Associados Assistência médica Benefício definido Prevmais Aposentadoria e pensão Contribuição definida Regulamento Geral Aposentadoria e pensão Benefício definido Regulamento Complementar 1 Aposentadoria e pensão Benefício definido Grupo B Aposentadoria e pensão Benefício definido Plano Unificado de Saúde PLUS Assistência médica Benefício definido Plano Unificado de Saúde PLUS II Assistência médica Benefício definido Plano de Assistência Médica Complementar PAMC Assistência médica Benefício definido Multifuturo I Aposentadoria e pensão Contribuição definida Plano de Benefícios 1 Aposentadoria e pensão Benefício definido Plano de Saúde Assistência médica Contribuição definida Prevbep Caixa de Previdência Social Plano BEP Aposentadoria e pensão Benefício definido Número de participantes abrangidos pelos planos de benefícios patrocinados pelo Banco Planos de Aposentadoria e Pensão N. de participantes N. de participantes N. de participantes Ativos Assistidos Total Ativos Assistidos Total Ativos Assistidos Total Plano de Benefícios 1 Previ Plano Previ Futuro Plano Informal Outros Planos Planos de Assistência Médica Cassi Outros Planos Contribuições do Banco para os planos de benefícios 3º Trim/ Planos de Aposentadoria e Pensão Plano de Benefícios 1 Previ (1) Plano Previ Futuro Plano Informal Outros Planos Planos de Assistência Médica Cassi Outros Planos Total (1) Refere-se às contribuições relativas aos participantes amparados pelo Contrato 97 e o Plano 1, sendo que essas contribuições ocorreram respectivamente através da realização do Fundo Paridade (Nota 27.e.1) e do Fundo de Contribuição (Nota 27.e.3). O Contrato 97 tem por objeto disciplinar a forma do custeio necessário à constituição de parte equivalente a 53,7% do valor garantidor do pagamento do complemento de aposentadoria devido aos participantes admitidos no Banco até que tenham se aposentado ou venham a se aposentar após essa data, exceto aqueles participantes que fazem parte do Plano Informal. 91

220 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Valores reconhecidos no resultado 3º Trim/ Planos de Aposentadoria e Pensão Plano de Benefícios 1 Previ Plano Previ Futuro (54.591) ( ) ( ) Plano Informal (60.515) ( ) ( ) Outros Planos (28.764) ( ) (55.700) Planos de Assistência Médica ( ) ( ) ( ) Plano Cassi ( ) ( ) ( ) Outros Planos (26.920) (81.019) (27.331) Total a) Planos de Aposentadoria e Pensão Previ Futuro (Previ) Plano destinado aos funcionários do Banco admitidos na empresa a partir de Os participantes ativos contribuem com 7% a 17% do salário de participação na Previ. Os percentuais de participação variam em função do tempo de empresa e do nível do salário de participação. Não há contribuição para participantes inativos. O patrocinador contribui com montantes idênticos aos dos participantes, limitado a 14% da folha de salários de participação desses participantes. Plano de Benefícios 1 (Previ) Participam os funcionários do Banco que nele se inscreveram até Em decorrência do estabelecimento, em dezembro de 2000, da paridade entre as contribuições do Banco e dos participantes, foi constituído o fundo paridade, cujos recursos vem sendo utilizados para compensar as contribuições ao plano. Em vista de superávit acumulado, foram suspensas, retroativamente a janeiro de 2007, as contribuições dos participantes, beneficiários (aposentados e pensionistas) e do patrocinador (Banco do Brasil). Conforme acordo firmado entre o Banco do Brasil, Previ e entidades representantes dos beneficiários, o regulamento do Plano 1 foi alterado suspendendo as contribuições nos exercícios 2011, 2012 e 2013, ficando a sua manutenção vinculada à existência da Reserva Especial do plano. Plano Informal (Previ) É de responsabilidade exclusiva do Banco do Brasil, cujas obrigações contratuais incluem: (a) pagamento de aposentadoria dos participantes fundadores e dos beneficiários dos participantes falecidos até ; (b) pagamento da complementação de aposentadoria aos demais participantes que se aposentaram até ou que, na mesma data, já reuniam condições de aposentar-se por tempo de serviço e contavam com pelo menos 20 anos de serviço efetivo no Banco do Brasil; e (c) aumento no valor dos proventos de aposentadoria e das pensões além do previsto no plano de benefícios da Previ, decorrente de decisões judiciais e de decisões administrativas em função de reestruturação do plano de cargos e salários e de incentivos criados pelo Banco. Prevmais (Economus) Participam desse plano os funcionários oriundos do Banco Nossa Caixa (incorporado pelo Banco do Brasil em ) inscritos a partir de e os participantes anteriormente vinculados ao plano de benefícios do Regulamento Geral que optaram pelo saldamento. O custeio para os benefícios de renda é paritário, limitado a 8% dos salários dos participantes. O plano oferece também benefícios de risco suplementação de auxílio doença/acidente de trabalho, invalidez e pensão por morte. Regulamento Geral (Economus) Plano do qual fazem parte os funcionários oriundos do Banco Nossa Caixa inscritos até Plano fechado para novas adesões. Funcionários e patrocinadora contribuem paritariamente em média com 12,11% sobre o salário de participação. 92

221 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Regulamento Complementar 1 (Economus) Destinado aos funcionários oriundos do Banco Nossa Caixa. Oferece os benefícios de complementação do auxílio-doença e pecúlios por morte e por invalidez. O custeio do plano é de responsabilidade da patrocinadora, dos participantes e dos assistidos. A contribuição da patrocinadora incide sobre os salários reais de participação de forma paritária com os participantes. Grupo B (Economus) Plano voltado aos funcionários oriundos do Banco Nossa Caixa admitidos no período de a e seus beneficiários. Plano fechado para novas adesões. O nível do benefício, a ser concedido quando da implementação de todas as condições previstas em regulamento, é conhecido a priori. Multifuturo I (Fusesc) Participam desse plano os funcionários oriundos do Banco do Estado de Santa Catarina Besc (incorporado pelo Banco do Brasil em ) inscritos a partir de e os participantes anteriormente vinculados ao Plano de Benefícios 1 da Fusesc que optaram por este plano. Funcionários e patrocinadora contribuem paritariamente entre 2,33% e 7% do salário de participação conforme decisão contributiva de cada participante. Plano de Benefícios 1 (Fusesc) Voltado aos funcionários oriundos do Besc inscritos até Plano fechado para novas adesões. Funcionários e patrocinadora contribuem paritariamente em média com 9,89% sobre o salário de participação. Plano BEP (Prevbep) Participam os funcionários oriundos do Banco do Estado do Piauí BEP (incorporado pelo Banco do Brasil em ). Funcionários e patrocinadora contribuem paritariamente em média com 3,58% sobre o salário de participação. b) Planos de Assistência Médica: Plano de Associados (Cassi) O Banco é contribuinte do plano de saúde administrado pela Cassi, que tem como principal objetivo conceder auxílio para cobertura de despesas com a promoção, proteção, recuperação e reabilitação da saúde do associado e seus beneficiários inscritos. O Banco contribui mensalmente com importância equivalente a 4,5% do valor dos proventos gerais ou do valor total do benefício de aposentadoria ou pensão. A contribuição mensal dos associados e beneficiários de pensão é de 3% do valor dos proventos gerais ou do valor total do benefício de aposentadoria ou pensão. Plano Unificado de Saúde PLUS (Economus) Plano dos funcionários oriundos do Banco Nossa Caixa. A participação no plano se dá por meio de contribuição de 1,5% do salário bruto, sem limites, para a cobertura do titular e seus dependentes preferenciais, descontados em folha de pagamento do titular e 10% a título de co-participação no custeio de cada consulta e exames de baixo custo, realizados pelo titular e seus dependentes (preferenciais e não preferenciais). Plano Unificado de Saúde PLUS II (Economus) Destinado aos funcionários oriundos do Banco Nossa Caixa. A participação no plano se dá por meio de contribuição de 1,5% do salário bruto, sem limites, para a cobertura do titular e seus dependentes preferenciais, descontados em folha de pagamento do titular e 10% a título de co-participação no custeio de cada consulta e exames de baixo custo, realizados pelo titular e seus dependentes preferenciais e filhos maiores. O plano não prevê a inclusão de dependentes não preferenciais. 93

222 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Plano de Assistência Médica Complementar PAMC (Economus) Voltado para os funcionários oriundos do Banco Nossa Caixa lotados no Estado de São Paulo. São titulares do plano os empregados aposentados por invalidez dos Grupos B e C e os seus dependentes, que participam do custeio na medida de sua utilização e de acordo com tabela progressiva e faixa salarial. Plano de saúde (SIM) Participam desse plano os funcionários oriundos do Besc. A contribuição mensal dos associados é de 3% do valor dos proventos gerais. 94

223 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis c) Avaliações Atuariais As avaliações atuariais são elaboradas semestralmente e as informações constantes nos quadros a seguir, referem-se àquelas efetuadas nas datas base de , e Mudanças no valor presente das obrigações atuariais de benefício definido Plano 1 Previ Plano Informal Previ Plano de Associados Cassi Outros Planos Saldo Inicial ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Custo dos juros ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Custo do serviço corrente ( ) ( ) ( ) (41.543) (70.937) (33.269) (32.229) (41.506) (20.114) Benefícios pagos líquidos de contribuições de assistidos Passivos transferidos de outros planos (6.576) Ganho/(perda) atuarial sobre a obrigação atuarial ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Saldo Final ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Valor presente das obrigações atuariais com cobertura Valor presente das obrigações atuariais a descoberto ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) 95

224 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Mudanças no valor justo dos ativos do plano Plano 1 Previ Plano Informal Previ Plano de Associados Cassi Outros Planos Saldo Inicial Rendimento estimado dos ativos do plano Contribuições recebidas Benefícios pagos líquidos de contribuições de assistidos ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Transferência de patrimônio Reversão de valores para a (1) -- ( ) Patrocinadora/Participante Ganho/(perda) atuarial sobre os ativos do plano ( ) ( ) (15.837) Saldo Final (1) Refere-se aos valores utilizados para a constituição do fundo de destinação do superávit, cabendo ao Banco o montante de R$ mil (Nota 27.e.2). Valores reconhecidos no balanço patrimonial Plano 1 Previ Plano Informal Previ Plano de Associados Cassi Outros Planos ) Valor justo dos ativos do plano ) Valor presente das obrigações atuariais ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) 3) Superávit/(déficit) (1+2) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) 4) Superávit/(déficit) - parcela patrocinadora 5) Ganhos/(perdas) atuariais não reconhecidos 6) (Passivo)/Ativo atuarial líquido registrado (4-5) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) (2.300) ( ) (74.220) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) A realização do ativo atuarial registrado em Outros Créditos (Nota 11.b) ocorrerá obrigatoriamente até o final do plano. Entende-se por final do plano, a data em que será pago o último compromisso. 96

225 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Valores reconhecidos no resultado relativos aos planos de benefício definido Plano 1 Previ Plano Informal Previ Plano de Associados Cassi Outros Planos 3º Trim/ º Trim/ º Trim/ º Trim/ Custo do serviço corrente (61.069) ( ) ( ) (21.533) (63.076) (52.104) (3.800) (19.955) (16.396) Contribuições dos participantes Custo dos juros ( ) ( ) ( ) (50.203) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) (18.876) ( ) ( ) Rendimento esperado sobre os ativos do plano Amortização do ganho/(perda) atuarial líquido Custo do serviço passado não reconhecido (10.312) (28.568) ( ) -- (11.097) (16.324) (10.643) (2.478) (7.434) (7.434) Despesa com funcionários da ativa (66.248) ( ) -- (35.193) (35.193) -- Efeito do ativo/passivo não reconhecido (29) (27.414) Outros ajustes/reversão (Despesa)/Receita reconhecida na DRE (60.515) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) (55.683) ( ) (64.078) Composição dos ativos dos planos, apresentados como porcentagem do total Plano 1 - Previ Plano Informal - Previ Plano de Associados - Cassi Outros Planos Renda fixa 31,2% 29,2% 32,8% ,0% 88,7% 78,5% Renda variável 61,4% 64,7% 61,2% ,3% 7,8% 17,9% Investimentos imobiliários 4,2% 3,2% 3,2% ,8% 1,7% 1,5% Empréstimos e financiamentos 3,2% 2,9% 2,8% ,7% 1,4% 1,5% Outros ,2% 0,4% 0,6% Montantes incluídos no valor justo dos ativos do plano Em instrumentos financeiros próprios da entidade 5,8% 6,7% 5,4% Em propriedades ou outros ativos utilizados pela entidade 0,1% 0,1% 0,1% ,1% -- 0,1% 97

226 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Comparativo evidenciando o retorno esperado e o retorno real dos ativos do plano Plano 1 Previ Plano Informal Previ Plano de Associados Cassi Outros Planos Taxa nominal de rendimento esperado sobre os ativos do plano 5,34% a.s. 10,13% a.a. 5,24% a.s ,34% a.s. 13,51% a.a. 6,60% a.s. Rendimento esperado dos ativos para o período (1) () Rendimento efetivo () (2) ( ) ( ) (1) Valor calculado com base na meta atuarial (INPC+5% a.a.). (2) Considera os efeitos decorrentes de investimentos em renda variável. Principais premissas atuariais adotadas em cada período Plano 1 Previ Plano Informal Previ Plano de Associados Cassi Outros Planos (1) Taxa de inflação (a.a.) 4,38% 4,38% 4,20% 4,38% 4,38% 4,20% 4,38% 4,38% 4,20% 4,38% 4,38% 4,20% Taxa real de desconto (a.a.) 6,30% 6,30% 6,30% 6,30% 6,30% 6,70% 6,30% 6,30% 6,30% 6,30% 6,30% 8,80% Taxa nominal de retorno dos investimentos (a.a.) 10,96% 10,96% 10,76% ,96% 10,96% 13,37% Taxa real de crescimento salarial esperado (a.a.) 0,41% 0,41% 1,26% ,41% 0,41% 1,26% 0,57% 0,26% 0,32% Tempo médio remanescente de trabalho (anos) 2,58 3,57 3, ,78 14,81 14,45 6,95 5,24 4,21 Tábua de sobrevivência AT-83 AT-83 AT-83 AT-83 Regime de capitalização Crédito Unitário Projetado Crédito Unitário Projetado Crédito Unitário Projetado Crédito Unitário Projetado (1) As premissas atuariais agrupadas são apresentadas através de médias ponderadas. 98

227 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis O Banco, para definição dos valores relativos aos planos de benefício definido, utiliza métodos e premissas diferentes daqueles apresentados pelas entidades patrocinadas. As diferenças mais relevantes concentram-se na definição dos valores relativos ao Plano 1 Previ. Diferenças de premissas do Plano 1 Previ Banco Previ Taxa real de desconto (a.a.) 6,3% 5% Tábua de sobrevivência AT-83 AT-2000 Avaliação de Ativos Fundos exclusivos Valor de mercado ou fluxo de caixa descontado - cenário base Fluxo de caixa descontado - cenário conservador Regime de Capitalização Crédito Unitário Projetado Método Agregado Conciliação do Plano 1 valores apurados - Previ/Banco Ativos do Plano Obrigações Atuariais Efeito no Superávit Valor apurado - Previ ( ) ( ) ( ) Incorporação dos valores do contrato ( ) ( ) ( ) Ajuste no valor dos ativos do (1) plano Ajuste nas obrigações taxa de desconto/regime de capitalização Valor apurado - Banco ( ) ( ) ( ) (1) Refere-se principalmente aos ajustes efetuados pelo Banco na apuração do valor justo dos ativos do plano, utilizando-se o valor de mercado para as ações da Vale e fluxo de caixa descontado cenário base para os ativos da Neonergia, 521 Participações e Invepar, enquanto que na Previ é utilizado o método de fluxo de caixa descontado cenário conservador. Valores atuariais para a data atual e para os quatro exercícios anteriores Plano 1 (Previ) Superávit/(déficit) Obrigação de benefício definido ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Ativos do plano Ajustes de experiência sobre os passivos do plano (a.a.) (2,0%) (8,4%) (3,6%) (7,1%) (3,2%) Ajustes de experiência sobre os ativos do plano (a.a.) (5,8%) 16,7% 20,8% (28,7%) (18,7%) Plano Informal (Previ) Superávit/(déficit) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Obrigação de benefício definido ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Ajustes de experiência sobre os passivos do plano (a.a.) 2,0% (3,7%) (6,1%) (11,4%) (9,6%) Plano de Associados (Cassi) Superávit/(déficit) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Obrigação de benefício definido ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Ajustes de experiência sobre os passivos do plano (a.a.) (4,9%) (2,9%) (0,3%) 0,1% 8,8% Outros Planos Superávit/(déficit) ( ) ( ) ( ) Obrigação de benefício definido ( ) ( ) ( ) ( ) -- Ativos do plano Ajustes de experiência sobre os passivos do plano (a.a.) 6,0% (6,9%) (17,6%) (4,9%) -- Ajustes de experiência sobre os ativos do plano (a.a.) (0,3%) (0,5%) (3,2%) 0,4% -- 99

228 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis d) Resumo dos ativos/(passivos) atuariais registrados no Banco Ativo Atuarial Passivo Atuarial Plano 1 (Previ) Plano Informal (Previ) ( ) ( ) ( ) Plano de Associados (Cassi) ( ) ( ) ( ) Regulamento Geral (Economus) ( ) ( ) (87.132) Regulamento Complementar 1 (Economus) (237) (237) (8.747) Plus I e II (Economus) ( ) ( ) ( ) Grupo B (Economus) ( ) ( ) ( ) Total ( ) ( ) ( ) e) Destinações do Superávit Plano 1 3ºTrim/ Fundo Paridade Saldo Inicial Atualização Contribuições ao Plano 1 - contrato (62.884) ( ) (27.648) Saldo Final Fundo de Destinação Saldo Inicial Atualização Transferência para os fundos de contribuição e utilização ( ) ( ) Saldo Final Fundo de Contribuição Saldo Inicial Constituição (1) Atualização Contribuições ao Plano 1 ( ) ( ) Saldo Final Fundo de Utilização Saldo Inicial Constituição (1) Atualização Saldo Final (1) Fundos constituídos no primeiro semestre de e.1) Fundo Paridade O custeio do plano era mantido, até , com a contribuição de 2/3 (dois terços) pelo Banco e de 1/3 (um terço) pelos participantes. A partir de , visando adequar às disposições da Emenda Constitucional n.º 20, tanto o Banco quanto os participantes passaram a contribuir com 50% cada, sendo inclusive objeto de acordo posterior entre as partes envolvidas, com a devida homologação pela Secretaria de Previdência Complementar. O custo da implementação da paridade contributiva foi coberto com a utilização do superávit existente no Plano na época. Como efeito desse acordo, coube ao Banco, ainda, reconhecer o valor de R$ mil, os quais foram registrados em Outros Créditos Títulos e Créditos a Receber Previ. Esse ativo é corrigido mensalmente com base na meta atuarial (INPC + 5% a.a.), e vem sendo utilizado desde janeiro de 2007 para compensar eventual desequilíbrio financeiro na relação entre Reserva a Amortizar e Amortizante Antecipada decorrente do contrato estabelecido com a Previ em 1997, o qual garantiu benefícios complementares aos participantes do Plano 1 admitidos até e que não estavam aposentados até aquela data. 100

229 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis e.2) Fundo de Destinação Em , o Banco assinou Memorando de Entendimentos com as entidades representativas de funcionários e aposentados, visando à destinação e utilização parcial do superávit do Plano, conforme determina a Lei Complementar n.º 109/2001 e Resolução CGPC n.º 26/2008. Face a aprovação das medidas previstas no Memorando de Entendimentos pelo Conselho Deliberativo da Previ, o Banco registrou, em , em Outros Créditos Títulos e Créditos a Receber Previ, o montante de R$ mil em contrapartida à baixa do valor na rubrica de Outros Créditos - Ativo Atuarial, sendo corrigido pela meta atuarial (INPC + 5% a.a.). e.3) Fundo de Contribuição O Fundo de Contribuição é constituído por recursos transferidos do Fundo de Destinação para fazer frente à suspensão da cobrança de contribuições pelo período de três exercícios, conforme estabelecido no Memorando de Entendimentos. Mensalmente, o valor relativo às contribuições do Banco é transferido para a titularidade da Previ. O Fundo de Contribuição é corrigido pela meta atuarial (INPC + 5% a.a.). e.4) Fundo de Utilização O Fundo de Utilização é constituído por recursos transferidos do Fundo de Destinação e poderá ser utilizado pelo Banco após cumpridas as exigências estabelecidas pela legislação aplicável. O Fundo de Utilização é corrigido pela meta atuarial (INPC + 5% a.a.). 28 Ativos e Passivos Contingentes e Obrigações Legais Fiscais e Previdenciárias a) Ativos Contingentes Fiscais 01/11/ :23 O Banco do Brasil é parte ativa em processos judiciais visando restituir indébitos tributários reconhecidos nas demonstrações contábeis somente na hipótese de desfecho favorável ao Banco (ainda não contabilizadas), de acordo com a Resolução CMN n.º 3.823/2009. As ações de maior relevância são as seguintes: Inconstitucionalidade do Imposto de Renda sobre o Lucro Líquido pago sobre o exercício de 1989 e 1º semestre de 1992, no valor de R$ mil (R$ mil em e R$ mil em ); IOF - Lei n.º 8.033/1990 (Correção Monetária), no valor de R$ mil (R$ mil em e R$ mil em ). b) Passivos Contingentes Prováveis Ações Trabalhistas O Banco é parte passiva em processos trabalhistas movidos, na grande maioria, por ex-empregados ou sindicatos da categoria. As provisões de perdas prováveis representam vários pedidos reclamados, como: indenizações, horas extras, descaracterização de jornada de trabalho, adicional de função e representação e outros. Ações Fiscais O Banco está sujeito a questionamentos das autoridades fiscais com relação a tributos, que podem gerar autuações com o objeto de competência ou o montante de receita tributável ou despesa dedutível. A maioria das ações oriundas das autuações versam sobre ISSQN, CPMF, CSLL, IRPJ e IOF. Como garantia de algumas delas, existem penhoras em dinheiro ou imóveis. Ações de Natureza Cível Nas ações de natureza cível destacam-se as de cobrança de diferença entre a inflação ocorrida e o índice utilizado para correção de aplicações financeiras durante o período dos Planos Econômicos (Plano Collor, Plano Bresser e Plano Verão). 101

230 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Com a proximidade dos prazos prescricionais para propositura de ações visando à reposição de valores, com base nos índices inflacionários, afetados por esses Planos Econômicos, ocorreu incremento no volume de ações ajuizadas. As ações, cujos êxitos pelas partes adversas são considerados prováveis, estão provisionadas. Os índices questionados estão previstos em lei que regulou à época a política econômica do Governo Federal. Com a prescrição ocorrida, não há passivo potencialmente representativo a ser considerado. Sobre essa matéria, há ação pendente de julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) ADPF/165: Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental de autoria da Confederação Nacional do Sistema Financeiro, com o objetivo de declarar a constitucionalidade da legislação que instituiu os Planos Econômicos. Movimentações nas provisões para demandas trabalhistas, fiscais e cíveis classificadas como prováveis BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado 3º Trim/ º Trim/ Demandas Trabalhistas Saldo Inicial Constituição Reversão da provisão (63) ( ) ( ) (851) ( ) ( ) Baixa por pagamento ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Atualização monetária Valores incorporados/adicionados (1) Saldo Final Demandas Fiscais Saldo Inicial Constituição Reversão da provisão (50) (3.741) (9.077) (12.795) (25.093) (40.761) Baixa por pagamento (3.495) (5.047) (1.055) (3.495) (5.047) (2.602) Atualização monetária Variação de participação societária em coligadas (2) (2.081) ( ) -- Valores incorporados/adicionados (1) Saldo Final Demandas Cíveis Saldo Inicial Constituição Reversão da provisão (58.335) ( ) ( ) (59.686) ( ) ( ) Baixa por pagamento ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Atualização monetária Valores incorporados/adicionados (1) Saldo Final Total das Demandas Trabalhistas, Fiscais e Cíveis (1) Refere-se aos saldos oriundos do Banco Patagonia e das empresas que compõem a parceria BB-Mapfre no ramo seguridade, adquiridas no 1º Sem/2011. (2) Refere-se à alteração da participação societária do Banco em coligadas não financeiras. c) Passivos Contingentes Possíveis As demandas trabalhistas, fiscais e cíveis classificadas com risco possível são dispensadas de constituição de provisão com base na Resolução CMN n.º 3.823/2009. Ações Trabalhistas Representam vários pedidos reclamados, como: indenizações, horas extras, descaracterização de jornada de trabalho, adicional de função e representação e outros. 102

231 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Ações Fiscais Representam pedidos relacionados com: ISSQN, cobrança e outras obrigações fiscais oriundas da Secretaria da Receita Federal e do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). As principais contingências têm origem em: Autos de infração lavrados pelo INSS, visando o recolhimento de contribuições incidentes sobre abonos salariais pagos nos acordos coletivos do período de 1995 a 2006, no valor de R$ mil, verbas de transporte coletivo e utilização de veículo próprio por empregados do Banco do Brasil, no valor de R$ mil e participações nos lucros e resultados de funcionários, correspondentes ao período de abril de 2001 a outubro de 2003, no valor de R$ mil. Autos de infração lavrados pelas Fazendas Públicas dos Municípios visando a cobrança de ISSQN, no montante de R$ mil. Ações de Natureza Cível Nas ações de natureza cível destacam-se as que visam indenizações e a cobrança de diferença entre a inflação ocorrida e o índice utilizado para correção de aplicações financeiras durante o período dos Planos Econômicos (Plano Collor, Plano Bresser e Plano Verão). Saldos dos passivos contingentes classificados como possíveis BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado Demandas Trabalhistas Demandas Fiscais Demandas Cíveis Total d) Depósitos em Garantia de Recursos Saldos dos depósitos em garantia constituídos para as contingências BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado Demandas Trabalhistas Demandas Fiscais Demandas Cíveis Total e) Obrigações Legais O Banco mantém registrado em Outras Obrigações - Fiscais e Previdenciárias o montante de R$ mil (R$ mil em e R$ mil em ) no BB- Banco Múltiplo e R$ mil (R$ mil em e R$ mil em ) no BB-Consolidado relativo às seguintes ações: Ação Judicial: Imposto de Renda e Contribuição Social Em fevereiro de 1998, o Banco ingressou na via judicial com pedido de compensação integral dos prejuízos fiscais acumulados de Imposto de Renda e das bases negativas de Contribuição Social. Desde então, o Banco passou a compensar integralmente prejuízos fiscais e bases negativas com o valor devido de Imposto de Renda e de Contribuição Social, realizando o depósito integral do montante devido (70% do valor compensado), o que ensejou o despacho do Juízo da 16ª Vara da Justiça Federal do Distrito Federal reconhecendo a suspensão da exigibilidade dos referidos tributos, nos termos do artigo 151, inciso II, do Código Tributário Nacional (CTN), até o trânsito em julgado da sentença. Desde , o processo aguarda julgamento de recurso extraordinário pelo STF. 103

232 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis A compensação dos valores de prejuízos fiscais e CSLL a compensar tem como efeito a baixa de créditos tributários ativados, observada a limitação de 30%. Os tributos diferidos (IRPJ e CSLL) sobre a atualização dos depósitos judiciais vêm sendo compensados com os créditos tributários decorrentes da provisão para perda da referida atualização, em conformidade com o artigo 1º, inciso II, 2º da Resolução CMN n.º 3.059/2002, sem efeito no resultado. Na hipótese de êxito na ação judicial, verificou-se que, em setembro de 2005 e em janeiro de 2009, o Banco teria consumido todo o estoque de Prejuízos Fiscais e CSLL a Compensar, respectivamente. Assim, desde a competência outubro de 2005 e fevereiro de 2009, os valores do IRPJ e da CSLL estão sendo recolhidos integralmente. Além disso, ocorreria a transferência dos recursos da rubrica que registra os depósitos judiciais para a de disponibilidades. Os créditos tributários relativos aos depósitos judiciais (principal) seriam baixados contra a provisão de IRPJ e CSLL e seria revertida, contra o resultado, a provisão para riscos fiscais relativa à atualização dos depósitos, no valor de R$ mil. Considerada a hipótese de perda da ação (situação em que os valores depositados judicialmente seriam convertidos em renda a favor da Fazenda Nacional), reclassificam-se para a rubrica representativa de ativo IRPJ a compensar e CSLL a compensar as parcelas de créditos tributários de IRPJ sobre prejuízos fiscais e CSLL a compensar, respectivamente, que poderiam ser utilizadas desde a competência outubro de 2005 e fevereiro de 2009, observada a limitação de 30%. Esses tributos a compensar, que decorreriam das retificações das Declarações de Informações Econômico- Fiscais da Pessoa Jurídica, correspondem a R$ mil, em , e sua atualização pela Taxa Selic, a R$ mil. Tal valor ajusta a provisão para riscos fiscais relativa à atualização dos depósitos judiciais, de forma que alcance o montante necessário para anular integralmente o risco inerente à hipótese de perda. Valores relacionados à referida ação Obrigação Legal Provisão para Processo Judicial Depósitos Judiciais Montante realizado Atualização Montante dos Créditos Tributários Correspondente à Parcela de 70% Prejuízos fiscais de IRPJ Bases negativas de CSLL / CSLL a compensar Ação Judicial: PIS/Pasep e Cofins Provisão para o processo judicial referente ao Mandado de Segurança por meio do qual pretende-se o reconhecimento do direito do Banco do Brasil, da BB Corretora, da Ativos S.A. e do Banco Votorantim de recolherem o PIS/Pasep e a Cofins de acordo com as bases de cálculo previstas nas Leis Complementares n.º 7/1970, e n.º 70/1991, sendo no Banco do Brasil o montante de R$ mil (R$ mil em e R$ mil em ) e no BB-Consolidado o montante de R$ mil (R$ mil em e R$ mil em ), sendo R$ mil oriundos do Banco Votorantim. As liminares do Banco do Brasil e da BB Corretora foram suspensas em , motivo pelo qual voltaram a recolher, a partir do fato gerador de julho de 2010, o PIS/Pasep e a Cofins na forma prevista na Lei n /1998. As medidas judiciais do Banco Votorantim, que se referem apenas à Cofins, tiveram sentenças e acórdãos favoráveis passíveis de recursos. 104

233 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis 29 - Gerenciamento de Riscos e Capital Regulatório a) Processo de Gestão de Riscos 01/11/ :23 O Banco do Brasil considera o gerenciamento de riscos e de capital como vetores principais para o processo de tomada de decisão. No Banco, a gestão colegiada dos riscos é realizada de forma totalmente segregada das unidades de negócios. As políticas de gestão de riscos e de concentração são determinadas pelo Conselho de Administração e pelo Comitê de Risco Global (CRG), um fórum composto pelo Presidente e Vicepresidentes. As ações para implantação e acompanhamento das diretrizes emanadas do CRG são conduzidas em subcomitês específicos (crédito, mercado e liquidez e operacional), que são fóruns constituídos por Diretores. Para conhecer mais sobre o processo de gestão de riscos no Banco do Brasil, acesse o website bb.com.br/ri. b) Risco de Crédito Risco de Crédito está associado à possibilidade de perda resultante da incerteza quanto ao recebimento de valores pactuados com tomadores de empréstimos, contrapartes de contratos ou emissores de títulos. Para se alinhar às melhores práticas de gestão do risco de crédito e aumentar a eficiência na gestão de seu capital econômico, o Banco utiliza métricas de risco e de retorno como instrumentos de disseminação da cultura na Instituição, presentes em todo o seu processo de crédito. c) Risco de Liquidez O risco de liquidez assume duas formas: risco de liquidez de mercado e risco de liquidez de fluxo de caixa (funding). O primeiro, corresponde à possibilidade de perda decorrente da incapacidade de realizar uma transação em tempo razoável e sem perda significativa de valor. O segundo, está associado à possibilidade de falta de recursos para honrar os compromissos assumidos em função do descasamento entre os ativos e passivos. d) Risco Operacional Risco operacional reflete a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes de falha, deficiência ou inadequação de processos internos, pessoas e sistemas, ou de eventos externos. Este conceito inclui o risco legal. 105

234 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis e) Risco de Mercado Risco de Mercado reflete a possibilidade de perdas que podem ser ocasionadas por mudanças no comportamento das taxas de juros, do câmbio, dos preços das ações e dos preços de commodities. Instrumentos Financeiros Valor Justo Instrumentos financeiros registrados em contas patrimoniais, comparadas ao valor justo: BB-Consolidado Ganho/(Perda) não Realizado(a) sem Efeitos Fiscais Valor contábil Valor justo Valor contábil Valor justo Valor contábil Valor justo No Resultado No Patrimônio Líquido Ativos Aplicações interfinanceiras de liquidez (14.529) (14.529) Títulos e valores mobiliários ( ) ( ) ( ) ( ) Ajuste a mercado de títulos disponíveis para venda (Nota 8.a) ( ) Ajuste a mercado de títulos mantidos até o vencimento (Nota 8.a) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Instrumentos financeiros derivativos Operações de crédito (70.387) (32.199) (70.387) (32.199) Passivos Depósitos interfinanceiros ( ) (8.950) (36.718) ( ) (8.950) (36.718) Depósitos a prazo (70.365) (22.193) (70.365) (22.193) Obrigações por operações compromissadas (21.068) (21.068) Obrigações por empréstimos e repasses Instrumentos financeiros derivativos Outras obrigações (28.696) (28.696) Ganho/(Perda) não Realizado(a) sem Efeitos Fiscais ( ) ( )

235 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Determinação do Valor Justo dos Instrumentos Financeiros Aplicações Interfinanceiras de Liquidez: O valor justo foi obtido pelo desconto dos fluxos de caixa futuros, adotando as taxas de juros praticadas pelo mercado em operações semelhantes na data do balanço. Títulos e Valores Mobiliários: Contabilizados pelo valor de mercado, em conformidade com o estabelecido pela Circular Bacen n.º 3.068/2001, excetuando-se desse critério os títulos mantidos até o vencimento. A apuração do valor justo dos títulos, inclusive dos títulos mantidos até o vencimento, deu-se com base nas taxas coletadas junto ao mercado. Operações de Crédito: As operações remuneradas a taxas pré-fixadas de juros foram estimadas mediante o desconto dos fluxos futuros de caixa, adotando-se, para tanto, as taxas de juros utilizadas pelo Banco para contratação de operações semelhantes na data de balanço. Para as operações deste grupo, remuneradas a taxas pós-fixadas, foi considerado como valor justo o próprio valor contábil devido à equivalência entre os mesmos. Depósitos Interfinanceiros: O valor justo foi calculado mediante o desconto da diferença entre os fluxos futuros de caixa e as taxas atualmente praticadas no mercado para operações pré-fixadas. No caso de operações pós-fixadas, cujos vencimentos não ultrapassavam 30 dias, o valor contábil foi considerado aproximadamente equivalente ao valor justo. Depósitos a Prazo: Na apuração do valor justo foram utilizados os mesmos critérios adotados para os depósitos interfinanceiros. Operações Compromissadas: Para as operações com taxas pré-fixadas, o valor justo foi apurado calculando o desconto dos fluxos de caixa estimados, adotando taxas de desconto equivalentes às taxas praticadas em contratações de operações similares no último dia de mercado. Para as operações pós-fixadas, os valores contábeis foram considerados aproximadamente equivalentes ao valor justo. Obrigações por Empréstimos e Repasses: Tais operações são exclusivas do Banco, sem similares no mercado. Face às suas características específicas, taxas exclusivas para cada recurso ingressado, inexistência de mercado ativo e instrumento similar, o valor justo dessas operações foi considerado equivalente ao valor contábil. Outras Obrigações: O valor justo foi apurado por meio do cálculo do fluxo de caixa descontado, considerando as taxas de juros oferecidas no mercado para obrigações cujos vencimentos, riscos e prazos são similares. Demais Instrumentos Financeiros: Constantes ou não do balanço patrimonial, o valor justo foi aproximadamente equivalente ao valor contábil. Derivativos: Os derivativos são contabilizados pelo valor de mercado, conforme a Circular Bacen n.º 3.082/2002. A apuração do valor de mercado dos derivativos foi estimada de acordo com modelo de precificação interno, observadas as taxas divulgadas para operações com prazo e indexadores similares no último dia de negociação do exercício. Análise de Sensibilidade (Instrução CVM n.º 475/2008) O Banco gerencia seus riscos de forma dinâmica, buscando identificar, avaliar, monitorar e controlar as exposições aos riscos de mercado de suas posições próprias. Neste contexto, o Banco considera os limites de riscos estabelecidos pelos Comitês Estratégicos e possíveis cenários para atuar de forma tempestiva na reversão de eventuais resultados adversos. O Banco do Brasil, em conformidade com a Resolução CMN n.º 3.464/2007 e com a Circular Bacen n.º 3.354/2007, visando obter maior eficiência na gestão de suas operações expostas ao risco de mercado, segrega suas operações, inclusive instrumentos financeiros derivativos, da seguinte forma: 107

236 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis 1) Carteira de Negociação (Trading Book): formada por todas as operações de posições próprias realizadas com intenção de negociação ou destinadas a hedge da carteira de negociação, para as quais haja a intenção de serem negociadas antes de seu prazo contratual, observadas as condições normais de mercado, e que não contenham cláusula de inegociabilidade. 2) Carteira de Não Negociação (Banking Book): formada por operações não classificadas na Carteira de Negociação, tendo como característica principal a intenção de manter tais operações até o seu vencimento. A análise de sensibilidade para todas as operações ativas e passivas do Balanço Patrimonial, em atendimento à Instrução CVM n.º 475/2008, não reflete adequadamente a gestão dos riscos de mercado adotada pela Instituição, bem como não representa as práticas contábeis adotadas pelo Banco. Para determinar a sensibilidade do capital das posições do Banco do Brasil, exceto as posições do Banco Votorantim, aos impactos de movimentos de mercado, foram realizadas simulações com três possíveis cenários, sendo dois deles com consequente resultado adverso para o Banco. Os cenários utilizados estão apresentados como segue: Cenário I: Situação provável. Reflete a percepção da Administração do Banco em relação ao cenário com maior probabilidade de ocorrência, para um horizonte de três meses, considerando fatores macroeconômicos e informações de mercado (BM&FBovespa, Andima, etc.). Premissas utilizadas: taxa de câmbio Real/Dólar de R$ 1,72 e elevação da taxa Selic para 11% ao ano, com base nas condições de mercado observadas em Cenário II: Situação eventual. Premissas utilizadas: choque de 25% nas variáveis de risco, com base nas condições de mercado observadas em , sendo consideradas as piores perdas resultantes por fator de risco e, consequentemente, não incorporando a dinâmica de relacionamento entre as variáveis macroeconômicas. Cenário III: Situação eventual. Premissas utilizadas: choque de 50% nas variáveis de risco, com base nas condições de mercado observadas em , sendo consideradas as piores perdas resultantes por fator de risco e, consequentemente, não incorporando a dinâmica de relacionamento entre as variáveis macroeconômicas. Síntese dos resultados para a Carteira de Negociação, exceto as posições do Banco Votorantim, composta por títulos públicos e privados, instrumentos financeiros derivativos e recursos captados por meio de operações compromissadas: Cenário I Fator de Risco Conceito Variação de Taxas Resultado Variação de Taxas Resultado Variação de Taxas Resultado Taxa pré-fixada Risco de variação das taxas pré-fixadas de juros Redução (669) Aumento (13.129) Manutenção -- Cupons de TMS e CDI Risco de variação de cupons de taxas de juros Aumento 4 Aumento Cupom de IPCA Risco de variação de cupons de índices de preços Redução 361 Aumento (971) Manutenção -- Cupom de Dólar Americano Risco de variação de cupons de moedas estrangeiras Aumento (30) Redução -- Redução -- Taxas de câmbio Risco de variação das taxas de câmbio Redução (8.965) Aumento Aumento

237 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Cenário II Fator de Risco Conceito Variação de Taxas Resultado Variação de Taxas Resultado Variação de Taxas Resultado Taxa pré-fixada Risco de variação das taxas pré-fixadas de juros Redução (3.323) Aumento (35.251) Aumento (61.458) Cupons de TMS e CDI Risco de variação de cupons de taxas de juros Aumento (15) Aumento (41) Cupom de IPCA Risco de variação de cupons de índices de preços Aumento (466) Aumento (1.451) Aumento (2.639) Cupom de Dólar Americano Risco de variação de cupons de moedas estrangeiras Redução (15) Aumento -- Aumento -- Taxas de câmbio Risco de variação das taxas de câmbio Redução (31.895) Redução (22.653) Redução (30.331) Cenário III Fator de Risco Conceito Variação de Taxas Resultado Variação de Taxas Resultado Variação de Taxas Resultado Taxa pré-fixada Risco de variação das taxas pré-fixadas de juros Redução (9.428) Aumento (73.052) Aumento ( ) Cupons de TMS e CDI Risco de variação de cupons de taxas de juros Aumento (29) Aumento (82) Cupom de IPCA Risco de variação de cupons de índices de preços Aumento (920) Aumento (2.837) Aumento (5.134) Cupom de Dólar Americano Risco de variação de cupons de moedas estrangeiras Redução (31) Aumento -- Aumento -- Taxas de câmbio Risco de variação das taxas de câmbio Redução (63.790) Redução (45.305) Redução (60.661) Para as operações classificadas na Carteira de Não Negociação, a valorização ou a desvalorização em decorrência de mudanças nas taxas de juros praticadas no mercado não representa impacto financeiro e contábil significativo sobre o resultado do Banco. Isto porque esta carteira é composta, majoritariamente, por operações de crédito (créditos diretos ao consumidor, agronegócios, capital de giro, etc.), captações de varejo (depósitos à vista, a prazo e de poupança) e títulos e valores mobiliários, cujo registro contábil é realizado, principalmente, pelas taxas pactuadas na contratação das operações. Adicionalmente, destaca-se o fato dessas carteiras apresentarem como principal característica a intenção de manter as respectivas posições até o vencimento, não sofrendo, portanto, os efeitos das oscilações em taxa de juros, ou pelo fato dessas operações estarem atreladas naturalmente a outros instrumentos (hedge natural), minimizando dessa forma os impactos em um cenário de estresse. Síntese dos resultados para a Carteira de Negociação e Não Negociação, exceto as posições do Banco Votorantim: Cenário I Fator de Risco Conceito Variação de Taxas Resultado Variação de Taxas Resultado Variação de Taxas Resultado Taxa pré-fixada Risco de variação das taxas pré-fixadas de juros Redução Aumento ( ) Manutenção -- Cupom de TR Redução ( ) Aumento Risco de variação de cupons de taxas de juros Cupom de TBF Redução (10) Redução (145) Redução ( ) Cupom de TJLP Redução ( ) Aumento Manutenção -- Risco de variação de cupons de taxas de juros Cupom de TMS e CDI Aumento Aumento (27.143) Cupom de IGP-M Redução Aumento ( ) Cupom de IGP-DI Redução 185 Aumento (207) Risco de variação de cupons de índices de preços Cupom de INPC Redução Aumento (70.605) Cupom de IPCA Redução (17.773) Aumento (31.214) Cupom de moedas estrangeiras Risco de variação de cupons de moedas estrangeiras Manutenção -- Aumento Redução ( ) Redução Taxa de câmbio Risco de variação das taxas de câmbio Redução ( ) Aumento Aumento

238 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Cenário II Fator de Risco Conceito Variação de Taxas Resultado Variação de Taxas Resultado Variação de Taxas Resultado Taxa pré-fixada Risco de variação das taxas pré-fixadas de juros Aumento ( ) Aumento ( ) Aumento ( ) Cupom de TR Redução ( ) Redução ( ) Risco de variação de cupons de taxas de juros Cupom de TBF Redução (258) Redução (301) Redução ( ) Cupom de TJLP Redução ( ) Redução ( ) Redução ( ) Risco de variação de cupons de taxas de juros Cupom de TMS e CDI Redução ( ) Aumento (35.049) Cupom de IGP-M Aumento ( ) Aumento ( ) Cupom de IGP-DI Aumento (403) Aumento (287) Risco de variação de cupons de índices de preços Cupom de INPC Aumento ( ) Aumento ( ) Cupom de IPCA Aumento (60.167) Aumento (45.560) Cupom de moedas estrangeiras Risco de variação de cupons de moedas estrangeiras Aumento ( ) Redução ( ) Redução (29.465) Aumento (38.410) Taxa de câmbio Risco de variação das taxas de câmbio Redução ( ) Redução ( ) Redução ( ) Cenário III Fator de Risco Conceito Variação de Taxas Resultado Variação de Taxas Resultado Variação de Taxas Resultado Taxa pré-fixada Risco de variação das taxas pré-fixadas de juros Aumento ( ) Aumento ( ) Aumento ( ) Cupom de TR Redução ( ) Redução ( ) Risco de variação de cupons de taxas de juros Cupom de TBF Redução (517) Redução (603) Redução ( ) Cupom de TJLP Redução ( ) Redução ( ) Redução ( ) Risco de variação de cupons de taxas de juros Cupom de TMS e CDI Redução ( ) Aumento (70.073) Cupom de IGP-M Aumento ( ) Aumento ( ) Cupom de IGP-DI Aumento (802) Aumento (570) Risco de variação de cupons de índices de preços Cupom de INPC Aumento ( ) Aumento ( ) Cupom de IPCA Aumento ( ) Aumento (88.026) Cupom de moedas estrangeiras Risco de variação de cupons de moedas estrangeiras Aumento ( ) Redução ( ) Redução (59.180) Aumento (76.062) Taxa de câmbio Risco de variação das taxas de câmbio Redução ( ) Redução ( ) Redução ( ) Os cenários utilizados para elaboração do quadro de análise de sensibilidade devem, necessariamente, utilizar situações de deterioração de, pelo menos, 25% e 50% por variável de risco vista isoladamente, conforme determina a Instrução CVM n.º 475/2008. Logo, a análise conjunta dos resultados fica prejudicada. Por exemplo, choques simultâneos de aumento na taxa pré-fixada de juros e redução no Cupom de TR não são consistentes do ponto de vista macroeconômico. As operações de derivativos existentes na Carteira de Não Negociação, especificamente, não representam risco de mercado relevante para o Banco, haja vista que essas posições são originadas, principalmente, para atender às seguintes situações: - Troca de indexador de remuneração de captações e aplicações de recursos realizadas para atender às necessidades dos clientes; - Hedge de risco de mercado, cujo objeto e sua efetividade estão descritos na Nota 8.d. Também, nessa operação, a variação nas taxas de juros e de câmbio não produz efeito no resultado do Banco. O Banco não possui qualquer operação que possa ser classificada como derivativo exótico, conforme descrito na Instrução CVM n.º 475/2008, anexo II. Participação no Banco Votorantim O Banco Votorantim, no 1º semestre de 2011, revisou os critérios de classificação de suas operações, que resultou na migração de parte de suas posições da Carteira de Negociação para a de 110

239 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Não Negociação. Dessa forma, a análise de sensibilidade das posições referentes à participação do Banco do Brasil no Banco Votorantim passa a ser realizada para a Carteira de Negociação e para o conjunto das Carteiras de Negociação e de Não Negociação. Foram realizadas simulações, com três possíveis cenários, sendo dois deles com consequente resultado adverso: Cenário I: Situação provável. Reflete a percepção da Administração do Banco Votorantim em relação ao cenário com maior probabilidade de ocorrência. Premissas utilizadas: taxa de câmbio Real/Dólar de R$ 1,80 e taxa Selic de 10,80% ao ano para o final de Cenário II: Premissas utilizadas: choque de 25% nas variáveis de risco, com base nas condições de mercado observadas em , sendo consideradas as piores perdas resultantes por fator de risco e, consequentemente, não incorporando a dinâmica de relacionamento entre as variáveis macroeconômicas. Cenário III: Premissas utilizadas: choque de 50% nas variáveis de risco, com base nas condições de mercado observadas em , sendo consideradas as piores perdas resultantes por fator de risco e, consequentemente, não incorporando a dinâmica de relacionamento entre as variáveis macroeconômicas. Resultados da Carteira de Negociação das posições do Banco relativas a sua participação no Banco Votorantim: Cenário I Fator de Risco Conceito Variação de Taxas Resultado Variação de Taxas Resultado Variação de Taxas Resultado Taxa pré-fixada Risco de variação das taxas pré-fixadas de juros Redução (12.947) Aumento -- Manutenção -- Cupons de moedas estrangeiras Risco de variação de cupom cambial Redução 163 Aumento Redução ( ) Variação cambial Risco de variação das taxas de câmbio Redução Aumento ( ) Aumento Índices de preços Risco de variação de cupons de índices de preços Aumento (13.494) Aumento (2.403) Redução Taxas de juros Risco de variação de cupons de taxas de juros Manutenção -- Aumento (425) Aumento (108) Outros Risco de variação dos demais cupons Aumento (20) Aumento (12.221) Aumento (9.156) Cenário II Fator de Risco Conceito Variação de Taxas Resultado Variação de Taxas Resultado Variação de Taxas Resultado Taxa pré-fixada Risco de variação das taxas pré-fixadas de juros Redução ( ) Redução ( ) Aumento ( ) Cupons de moedas estrangeiras Risco de variação de cupom cambial Aumento (9.799) Redução ( ) Aumento ( ) Variação cambial Risco de variação das taxas de câmbio Aumento ( ) Aumento ( ) Aumento (74.810) Índices de preços Risco de variação de cupons de índices de preços Aumento (40.443) Aumento (8.522) Aumento (11.031) Taxas de juros Risco de variação de cupons de taxas de juros Aumento -- Aumento (2.973) Aumento (135) Outros Risco de variação dos demais cupons Redução (10.380) Redução (21.201) Redução (4.807) 111

240 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Cenário III Fator de Risco Conceito Variação de Taxas Resultado Variação de Taxas Resultado Variação de Taxas Resultado Taxa pré-fixada Risco de variação das taxas pré-fixadas de juros Redução ( ) Redução ( ) Aumento ( ) Cupons de moedas estrangeiras Risco de variação de cupom cambial Aumento (19.099) Redução ( ) Aumento ( ) Variação cambial Risco de variação das taxas de câmbio Aumento ( ) Aumento ( ) Aumento ( ) Índices de preços Risco de variação de cupons de índices de preços Aumento (65.634) Aumento (14.498) Aumento (18.411) Taxas de juros Risco de variação de cupons de taxas de juros Aumento -- Aumento (5.241) Aumento (161) Outros Risco de variação dos demais cupons Redução (26.402) Redução ( ) Redução ( ) Resultados das Carteiras de Negociação e de Não Negociação, das posições do Banco relativas a sua participação no Banco Votorantim: Cenário I Fator de Risco Conceito Variação de Taxas Resultado Taxa pré-fixada Risco de variação das taxas pré-fixadas de juros Redução Cupons de moedas estrangeiras Risco de variação de cupom cambial Redução 308 Variação cambial Risco de variação das taxas de câmbio Redução TJLP Risco de variação de cupom de TJLP Aumento (186) TR/TBF Risco de variação de cupom de TR e TBF Manutenção -- Índices de preços Risco de variação de cupons de índices de preços Aumento (595) Cenário II Fator de Risco Conceito Variação de Taxas Resultado Taxa pré-fixada Risco de variação das taxas pré-fixadas de juros Aumento ( ) Cupons de moedas estrangeiras Risco de variação de cupom cambial Aumento (10.868) Variação cambial Risco de variação das taxas de câmbio Aumento (53.174) TJLP Risco de variação de cupom de TJLP Aumento (1.952) TR/TBF Risco de variação de cupom de TR e TBF Aumento (650) Índices de preços Risco de variação de cupons de índices de preços Aumento (2.324) Cenário III Fator de Risco Conceito Variação de Taxas Resultado Taxa pré-fixada Risco de variação das taxas pré-fixadas de juros Aumento ( ) Cupons de moedas estrangeiras Risco de variação de cupom cambial Aumento (21.639) Variação cambial Risco de variação das taxas de câmbio Aumento ( ) TJLP Risco de variação de cupom de TJLP Aumento (3.551) TR/TBF Risco de variação de cupom de TR e TBF Aumento (1.294) Índices de preços Risco de variação de cupons de índices de preços Aumento (4.623) f) Capital Regulatório O Índice de Basileia foi apurado segundo os critérios estabelecidos pelas Resoluções CMN n.º 3.444/2007 e n.º 3.490/2007, que tratam do cálculo do Patrimônio de Referência (PR) e do 112

241 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Patrimônio de Referência Exigido (PRE), respectivamente, sem considerar as informações relativas ao Banco Votorantim, conforme determinação do Bacen Econômico- Financeiro Financeiro Econômico- Financeiro Financeiro Econômico- Financeiro Financeiro PR Patrimônio de Referência Nível I Patrimônio líquido Reservas de reavaliação (4.751) (4.750) (6.241) (6.241) (6.305) (6.304) Ativo permanente diferido ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Ajustes ao valor de mercado ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Créditos tributários excluídos do nível I (112) (112) (22.477) (22.477) (22.477) (22.477) Instrumentos híbridos de capital e dívida nível I Nível II Ajustes ao valor de mercado Dívidas subordinadas elegíveis a capital Recursos captados do FCO Recursos captados no exterior Recursos captados com CDB Recursos captados com Letras Financeiras Instrumentos híbridos de capital e dívida nível II Reservas de reavaliação Deduções do PR ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Instrumentos financeiros excluídos do PR ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) PRE Patrimônio de Referência Exigido Risco de crédito (1) Risco de mercado Risco operacional Suficiência de PR: PR PRE Índice de Basileia: (PR x 100)/ (PRE / 0,11) 13,92 14,52 14,08 14,72 14,29 14,91 (1) A Circular Bacen n.º 3.515/2010 alterou, a partir de julho de 2011, para 150% o fator de ponderação de risco para as exposições relativas a operações de crédito e de arrendamento mercantil financeiro contratadas com pessoas físicas a partir de , com prazo contratual superior a 24 meses, considerando as exceções previstas na regulamentação. O Banco aguarda a autorização do Banco Central do Brasil, para incluir no Nível II do Patrimônio de Referência a emissão de letras financeiras subordinadas no montante de R$ mil. Caso esta emissão fosse considerada, os índices de Basileia em seriam de 14,65% e de 14,05% para o Consolidado Financeiro e o Consolidado Econômico-Financeiro, respectivamente. g) Índice de Imobilização O Índice de Imobilização em relação ao PR é de 25,75% (20,99% em e 19,82% em ) para o Consolidado Financeiro, e de 20,30% (16,83% em e 15,92% em ) para o Consolidado Econômico-Financeiro, em conformidade com a Resolução CMN n.º 2.669/1999. A diferença entre o Índice de Imobilização do Consolidado Financeiro e do Econômico-Financeiro decorre da inclusão de empresas controladas/coligadas não financeiras que dispõem de elevada liquidez e baixo nível de imobilização, com consequente redução do Índice de Imobilização do Consolidado Econômico-Financeiro. 113

242 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis 30 Demonstração do Resultado Abrangente BB-Banco Múltiplo 01/11/ :23 BB-Consolidado 3º Trim/ º Trim/ Lucro Líquido Apresentado na Demonstração do Resultado Outros Lucros/(Prejuízos) Abrangentes Ajustes de Avaliação Patrimonial (Nota 8.f) Próprios De coligadas e controladas IR e CSLL Relacionados aos Ganhos/(Perdas) não Realizados (Nota 8.f) (58.438) (11.841) (74.285) (58.438) (11.841) (74.285) Outros Lucros/(Prejuízos) Abrangentes, Líquidos de IR e CSLL Lucro Abrangente Lucro abrangente atribuível à controladora Prejuízo abrangente das participações dos não controladores (20) 31 Outras Informações 01/11/ :23 a) Novo Mercado Em , o Banco do Brasil assinou com a Bolsa de Valores de São Paulo contrato de adesão ao segmento do Novo Mercado da BM&FBovespa, que reúne um grupo de empresas detentoras das melhores práticas de governança corporativa do Brasil. Ressalta-se que o Banco do Brasil, seus Acionistas, Administradores e os Membros do Conselho Fiscal comprometem-se a resolver toda e qualquer disputa ou controvérsia relacionada ao Regulamento de Listagem do Novo Mercado por meio da Câmara de Arbitragem do Mercado da BM&FBovespa, conforme cláusula compromissória constante do Estatuto Social do Banco do Brasil. b) Distribuição de Dividendos e/ou Juros sobre Capital Próprio O Conselho de Administração, em reunião realizada em , aprovou a fixação, para o exercício de 2011, do índice de distribuição do resultado (payout) equivalente ao percentual mínimo de 40% do lucro líquido, cumprindo-se a política de pagamento de dividendos e/ou juros sobre capital próprio em periodicidade trimestral, conforme artigo 43 do Estatuto Social do Banco. c) Bescredi e Besc Leasing Leilão de Frações Em , foi realizada na BM&FBovespa a venda das frações remanescentes de ações do Banco, resultantes da conversão de papéis das incorporadas Besc S.A. Arrendamento Mercantil e Besc Financeira S.A. Crédito, no valor total de R$ 5.247,98, equivalente a 178 ações. d) Banco Postal Em , o Banco do Brasil foi declarado vencedor do processo de licitação para exploração, pelo período de cinco anos, dos serviços de correspondente bancário oferecidos pela rede do Banco Postal da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT). A oferta financeira foi de R$ mil. Conforme disposições do contrato firmado em pelas instituições, o Banco do Brasil efetuou o pagamento à vista de R$ mil à ECT em , relativo ao total do Valor 114

243 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Básico de Acesso ao Negócio. O valor de R$ mil, referente ao Valor pela rede de Agências, será pago de uma única vez em , atualizado pro rata temporis, conforme cláusula contratual. A partir de , o Banco terá acesso à rede de distribuição dos Correios, com pontos presentes em 95% dos municípios brasileiros. Por meio desse investimento, o Banco do Brasil antecipa a execução de plano estratégico que objetiva estender seus pontos de atendimento para todos os municípios brasileiros. e) Fundos e Programas O Banco é administrador do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) com patrimônio de R$ mil (R$ mil em e R$ mil em ), garantindo rentabilidade mínima equivalente à Taxa de Juros de Longo Prazo - TJLP. f) Administração de Fundos de Investimentos Posição dos fundos de investimentos administrados pela BB Gestão de Recursos - Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A.: Número de Fundos/Carteiras Saldo () Patrimônio Administrado Fundos de investimentos Carteiras administradas g) Informações de Filiais, Subsidiárias e Controladas no Exterior BB-Banco Múltiplo BB-Consolidado Ativo Grupo BB Terceiros Total do Ativo Passivo Grupo BB Terceiros Patrimônio Líquido atribuível à controladora participação dos não controladores Total do Passivo º Trim/ º Trim/ Lucro (Prejuízo) (24.575) atribuível à controladora (24.575) participações dos não controladores

244 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis h) Recursos de Consórcios Previsão mensal de recursos a receber de consorciados Obrigações do grupo por contribuições Consorciados bens a contemplar (Em unidades) Quantidade de grupos administrados Quantidade de consorciados ativos Quantidade de bens a entregar a consorciados Quantidade de bens entregues no período i) Cessão de Empregados a Órgãos Externos As cessões para o Governo Federal são regidas pela Lei n.º /2002 e pelo Decreto n.º 4.050/ º Trim/ Empregados Cedidos (1) Custo no Período () Empregados Cedidos (1) Custo no Período () Empregados Cedidos (1) Custo no Período () Com Ônus para o Banco Governo Federal Entidades sindicais Outros órgãos/entidades Entidades controladas e coligadas Sem Ônus para o Banco Governos Federal, Estadual e Municipal Órgãos externos (Cassi, FBB, Previ e Economus) Entidades dos funcionários Entidades controladas e coligadas Total (1) Posição no último dia do período. j) Remuneração de Empregados e Dirigentes Remuneração mensal paga aos funcionários e à Administração do Banco do Brasil: Menor Salário 1.600, , ,20 Maior Salário , , ,70 Salário Médio 4.433, , ,30 Dirigentes Presidente , , ,00 Vice-presidente , , ,00 Diretor , , ,00 Conselheiros Conselho Fiscal 3.834, , ,85 Conselho de Administração 3.834, , ,85 Comitê de Auditoria - Titular , , ,00 Comitê de Auditoria - Suplente , , ,80 116

245 Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis k) Política de Seguros de Valores e Bens Não obstante o reduzido grau de risco a que estão sujeitos seus ativos, o Banco do Brasil contrata, para seus valores e bens, seguros considerados adequados para cobertura de eventuais sinistros. Seguros vigentes em : Riscos Cobertos Valores Cobertos Valor do Prêmio Seguro Imobiliário para as imobilizações próprias relevantes Demais Total

246 KPMG Auditores Independentes SBS - Qd Bl. Q - Lote 03 - Salas 708 a 711 Edifício João Carlos Saad Brasília, DF - Brasil Caixa Postal Brasília, DF - Brasil Central Tel 55 (61) Fax 55 (61) Internet RELATÓRIO SOBRE A REVISÃO DE DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS INTERMEDIÁRIAS Ao Conselho de Administração, aos Acionistas e aos Administradores do Banco do Brasil S.A. Brasília - DF Introdução Revisamos as informações contábeis intermediárias individuais e consolidadas do Banco do Brasil S.A., referentes ao trimestre findo em 30 de setembro de 2011, que compreendem o balanço patrimonial em 30 de setembro de 2011 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o trimestre e período de nove meses findos naquela data, incluindo as notas explicativas. A administração é responsável pela elaboração das informações contábeis intermediárias individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Nossa responsabilidade é a de expressar uma conclusão sobre essas informações contábeis intermediárias com base em nossa revisão. Alcance da revisão Conduzimos nossa revisão de acordo com as normas brasileiras e internacionais de revisão de demonstrações intermediárias (NBC TR Revisão de Informações Intermediárias Executada pelo Auditor da Entidade e ISRE Review of Interim Financial Information Performed by the Independent Auditor of the Entity, respectivamente). Uma revisão de informações intermediárias consiste na realização de indagações, principalmente às pessoas responsáveis pelos assuntos financeiros e contábeis e na aplicação de procedimentos analíticos e de outros procedimentos de revisão. O alcance de uma revisão é significativamente menor do que o de uma auditoria conduzida de acordo com as normas de auditoria e, conseqüentemente, não nos permitiu obter segurança de que tomamos conhecimento de todos os assuntos significativos que poderiam ser identificados em uma auditoria. Portanto, não expressamos uma opinião de auditoria. Conclusão sobre as demonstrações contábeis intermediárias individuais e consolidadas Com base em nossa revisão, não temos conhecimento de nenhum fato que nos leve a acreditar que as referidas informações contábeis intermediárias individuais e consolidadas acima referidas não foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. KPMG Auditores Independentes, uma sociedade simples brasileira e firma-membro da rede KPMG de firmas-membro independentes e afiliadas à KPMG International Cooperative ( KPMG International ), uma entidade suíça. KPMG Auditores Independentes, a Brazilian entity and a member firm of the KPMG network of independent member firms affiliated with KPMG International Cooperative ( KPMG International ), a Swiss entity.

247 Outros assuntos Informações intermediárias do valor adicionado Revisamos, também, as demonstrações intermediárias do valor adicionado (DVA), elaboradas de forma individual e consolidada, referentes ao trimestre e ao período de nove meses findos em 30 de setembro de 2011 apresentadas como informação suplementar. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de revisão descritos anteriormente e, com base em nossa revisão, não temos conhecimento de nenhum fato que nos leve a acreditar que não foram elaboradas, em todos os seus aspectos relevantes, de acordo com as informações contábeis intermediárias tomadas em conjunto. Brasília, 01 de novembro de 2011 KPMG Auditores Independentes CRC 2SP014428/O-6 F-DF Giuseppe Masi Contador CRC 1SP176273/O-7 S-DF Carlos Massao Takauthi Contador CRC 1SP206103/O-4 S-DF

248 MEMBROS DOS ÓRGÃOS DA ADMINISTRAÇÃO PRESIDENTE Aldemir Bendine VICE-PRESIDENTES Alexandre Corrêa Abreu Allan Simões Toledo Danilo Angst Geraldo Afonso Dezena da Silva Ivan de Souza Monteiro Osmar Fernandes Dias Paulo Rogério Caffarelli Ricardo Antônio de Oliveira Robson Rocha DIRETORES Adilson do Nascimento Anisio Admilson Monteiro Garcia Amauri Sebastião Niehues Antônio Pedro da Silva Machado Armando Medeiros de Faria Ary Joel de Abreu Lanzarin Carlos Eduardo Leal Neri Clenio Severio Teribele Dan Antônio Marinho Conrado Edson de Araújo Lôbo Gueitiro Matsuo Genso Ives Cézar Fülber José Mauricio Pereira Coelho Luiz Henrique Guimarães de Freitas Márcio Hamilton Ferreira Marco Antonio Ascoli Mastroeni Marco Antônio da Silva Barros Nilson Martiniano Moreira Paulo Roberto Evangelista de Lima Paulo Roberto Lopes Ricci Renato Donatello Ribeiro Sandro José Franco Sandro Kohler Marcondes Sérgio Ricardo Miranda Nazaré Walter Malieni Júnior CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Nelson Henrique Barbosa Filho (Presidente) Aldemir Bendine (Vice-presidente) Adriana Queiroz de Carvalho Bernardo Gouthier Macedo Francisco de Assis Leme Franco Henrique Jäger Sérgio Eduardo Arbulu Mendonça CONSELHO FISCAL Daniel Sigelmann (Presidente) Anelize Lenzi Ruas de Almeida Clóvis Ailton Madeira Marcos Machado Guimarães Pedro Carvalho de Mello COMITÊ DE AUDITORIA José Danúbio Rozo (Coordenador) Celene Carvalho de Jesus José Gilberto Jaloretto CONTADORIA Eduardo Cesar Pasa Contador Geral Contador CRC-DF /O-5 CPF Daniel André Stieler Contador CRC-DF /O-2 CPF

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