Sumário do Resultado 4T16
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- Pietra Batista Gameiro
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1 Sumário do Resultado Lucro Líquido Ajustado de R$ 7,2 bilhões O Banco do Brasil registrou Lucro Líquido Ajustado de R$ 7,2 bilhões em 2016, impactado principalmente pelo aumento da despesa de provisão. Tabela 1. Resultado R$ milhões 4T15 3T16 4T16 s/4t15 s/3t s/2015 Rec. Oper. Totais (Produto Bancário) ,3 1, ,4 Receitas Operacionais ,0 2, ,8 Margem Financeira Bruta ,5 1, ,0 Rendas de Tarifas ,3 5, ,8 Res. de Part. em Coligadas e Controladas ,0 4, ,5 Outras Receitas Operacionais (24,0) (5,0) (3,2) Previ - Plano de Benefícios 1 40 (141) (141) 0,0 (0,0) 358 (389) 0,0 Previ - Atualização de Fundo Utilização (57,2) (28,7) (21,9) Despesas Operacionais Totais (13.700) (13.655) (14.262) 4,1 4,4 (49.350) (53.991) 9,4 Despesas Administrativas (8.480) (8.419) (8.617) 1,6 2,3 (31.709) (32.817) 3,5 Despesas de Pessoal (5.031) (5.283) (5.210) 3,6 (1,4) (19.296) (20.238) 4,9 Outras Despesas Administrativas (3.449) (3.137) (3.406) (1,2) 8,6 (12.413) (12.579) 1,3 Risco Legal (905) (629) (748) (17,4) 18,9 (1.966) (2.747) 39,7 Outras Despesas Tributárias (130) (121) (96) (26,1) (20,7) (467) (426) (8,9) Despesas Tributárias s/ Faturamento (1.167) (1.274) (1.327) 13,8 4,2 (4.322) (5.116) 18,4 Outras Despesas Operacionais (3.018) (3.212) (3.475) 15,2 8,2 (10.886) (12.885) 18,4 Resultado Não Operacional ,3 15, ,8 Resultado Estrutural ,4 (1,3) ,3 Provisão p /Créd. de Liquidação Duvidosa (6.991) (6.644) (7.486) 7,1 12,7 (23.671) (31.552) 33,3 Outros/Impostos (952) (1.789) (1.396) 46,7 (22,0) (4.339) (3.773) (13,1) Lucro Líquido Ajustado (34,0) (25,2) (38,2) Itens Extraordinários (136) (91) (784) 475,5 761, (69,2) Lucro Líquido (61,6) (57,1) (44,2) Na tabela a seguir são apresentados os conceitos de RSPL: a) RSPL Contábil: calculado a partir das demonstrações financeiras; b) RSPL Mercado: reflete a métrica que os principais analistas de mercado utilizam nas previsões de resultado; c) RSPL Ajustado: retorno considerado para o Guidance; e d) RSPL Acionista: retorno para o acionista do BB. O Instrumento Elegível ao Capital Principal não é considerado no cálculo do indicador, pois o pagamento da sua remuneração é realizado com recursos provenientes de lucros acumulados e reservas de lucros. Tabela 2. Conceitos de RSPL R$ milhões 4T15 3T16 4T RSPL Contábil - (a)/(b) % 12,7 11,1 4,5 17,8 9,5 a) LL Contábil b) PL Contábil - Média RSPL Mercado - (c)/(b-d) % 14,0 12,0 8,7 14,9 8,8 c) LL Ajustado d) Participações Minoritárias - Média RSPL Ajustado - (c)/(b-d-e) % 12,0 9,9 7,2 13,0 7,5 e) Planos de Benefícios - Média (12.532) (16.832) (16.162) (11.299) (14.705) RSPL Acionista - (c)/(b-d-f) % 15,7 13,4 9,6 16,6 9,8 f) Instrumento Elegível ao Capital Principal - Média
2 Indicadores de Mercado Destaque para a evolução da relação do preço com o valor patrimonial de 0,50 em 2015 para 0,90 em Tabela 3. Indicadores de Mercado E¹ Lucro por Ação - R$ 5,05 2,84 4,03 Lucro Ajustado por Ação - R$ 4,15 2,57 3,93 Dividend Yield² - % 13,96 3,01 3,16 Preço / Lucro 12 meses 2,86 9,74 8,08 Preço / Valor Patrimonial 0,50 0,90 0,95 ¹ Estimativa Bloomberg com base na média das projeções de analistas externos. O BB não se responsabiliza por esta informação. Em 15 de Fevereiro de ² Dividendos e JCP 12 meses / Capitalização de Mercado. Resultado Estrutural cresce 7,3% O aumento do resultado estrutural é reflexo da eficiência operacional. O índice de eficiência, indicador de produtividade que expressa à relação entre as despesas administrativas e suas receitas operacionais, diminuiu de 41,6% em 2015 para 39,7% em Quanto menor o índice, mais eficiente é a empresa. Destaque no ano para o crescimento da Margem Financeira Bruta (+13,0%), suportado pelas receitas financeiras com operações de crédito PF (+18,9%), e pelo o rígido controle das despesas administrativas (+3,5%). Figura 1. Resultado Estrutural R$ milhões (1.108) 439 (3.306) (1.473) Resultado Estrutural Margem Financeira 2015 Bruta Rendas de Tarifas Bancárias Despesas Administrativas Res. de Part. em Coligadas e Controladas Res. De Outras Receitas/Despesas Operacionais Demais Resultado Estrutural
3 Margem Financeira cresce 13,0% Em 2016 a Margem Financeira Bruta apresentou elevação de 13,0%. O desempenho foi suportado pela elevação da receita financeira com operações de crédito (R$ milhões) e pelo aumento na receita com recuperação de crédito (R$ 854 milhões). Figura 2. Margem Financeira Bruta R$ milhões (1.597) (465) Margem Financeira Bruta 2015 Receita Financeira com Despesa Financeira de Despesa Financeira de Operações de Crédito Captação Captação Institucional Recuperação de Crédito Resultado de Tesouraria Margem Financeira Bruta 2016 Na figura a seguir é possível observar o crescimento do spread global, reflexo do movimento de reprecificação dos ativos iniciada em 2015, e a redução do saldo médio das operações de crédito. Figura 3. Spread Global e Saldo Médio das Operações de Crédito R$ bilhões 4,8 4,8 4,9 4,9 5,1 4,4 4,3 4,5 660,6 670,0 682,9 694,4 691,2 677,5 661,1 644,5 1T15 2T15 3T15 4T15 1T16 2T16 3T16 4T16 Operações de Crédito¹ Spread Global - %² ¹ Saldo médio das operações de crédito e leasing. ² Resultado da margem financeira bruta dividida pelo saldo médio dos ativos rentáveis, anualizado. 3
4 O spread gerencial é o resultado da margem financeira gerencial dividida pelos respectivos saldos médios das carteiras de crédito, anualizado. Figura 4. Spread por Segmento - % 15,5 15,8 16,3 16,5 16,6 7,4 7,5 7,7 7,9 8,0 5,8 5,9 5,9 6,1 6,3 4,8 4,8 4,9 5,0 5,0 4T15 1T16 2T16 3T16 4T16 Pessoa Física Operações de Crédito Pessoa Jurídica¹ Agronegócios ¹ Não inclui operações com o Governo. Rendas de Tarifas alcançam R$ 24,0 bilhões Destaque para as tarifas relacionadas à conta corrente (19,2%) e administração de fundos (9,9%). Tabela 4. Rendas de Tarifas R$ milhões 4T15 3T16 4T16 s/4t15 s/3t s/2015 Rendas de Tarifas ,3 5, ,8 Conta Corrente ,8 3, ,2 Administração de Fundos ,7 (4,4) ,9 Seguros, Previdência e Capitalização ,1 11, ,1 Cobrança (1,0) (2,0) (1,2) Operações de Crédito e Garantias Prestadas ,3 35, (2,0) Cartão de Crédito/Débito (18,8) 4, (24,0) Outros ,0 6, ,3 Figura 5. Principais Componentes das Rendas de Tarifas Base T15 1T16 2T16 3T16 4T16 Seguros, Previdência e Capitalização Administração de Fundos Conta Corrente 4
5 (1. 00) 45,0 40,0 35,0 30,0 25,0 20,0 Sumário do Resultado 4T16 Despesas Administrativas crescem apenas 3,5% O Banco busca constantemente melhorar sua eficiência operacional e produtividade, mantendo rígido controle das despesas administrativas. Desconsiderando-se o abono concedido aos funcionários referente ao ACT 2016/2018, no valor de R$ 392,9 milhões, o crescimento seria de 2,3%. Figura 6. Despesas Administrativas R$ milhões 41,6 40,9 39,9 39,7 39, T15 1T16 2T16 3T16 4T16 Despesas de Pessoal Outras Despesas Administrativas Índice de Eficiência - em 12 meses %¹ ¹ Índice de Eficiência: Despesas Administrativas / Receitas Operacionais. Dados referentes à Demonstração do Resultado com Realocações. Índice de Capital Principal atinge 9,6% O índice de capital principal manteve o ritmo de crescimento dos últimos quatro trimestres e atingiu 9,6%, permanecendo acima do mínimo regulatório. Figura 7. Basileia - % 16,1 16,2 16,5 4,7 4,9 5,1 17,6 5,4 18,5 5,7 11,4 11,4 11,3 8,2 8,3 8,4 12,2 9,1 12,8 9,6 Índice de Capital Nível I Índice de Capital Nível II Índice de Capital Principal 5
6 1.600, , , , 0 80, 0 60, 0 40, 0 20, , , 0 80, 0 60, 0 40, 0 20, 0 - Sumário do Resultado 4T16 Carteira de Crédito e Captações Comerciais Em 2016 a carteira de crédito ampliada apresentou redução de 11,3%. A carteira de crédito PJ, influenciada pelo decréscimo das operações de capital de giro (-20,3%) e TVM privados e garantias (- 30,9%), apresentou redução de 19,2% no mesmo período. Alinhado ao comportamento da carteira de crédito, as captações comerciais apresentaram redução de 8,3% em 12 meses. Destaque para o decréscimo das operações compromissadas com títulos privados (-50,9%) e dos depósitos interfinanceiros (-50,2%). Figura 8. Carteira de Crédito Ampliada R$ milhões 7,6 2,3 (1,2) (6,9) (11,3) 798,4 777,5 753,0 735,4 73,8 708,1 61,7 51,2 51,5 45,7 174,9 179,5 184,5 179,6 179,8 185,0 187,7 189,7 187,6 187,8 364,6 348,5 327,6 316,8 294,7 Pessoa Jurídica Pessoa Física Agronegócio Externa Crescimento em 12 meses - % Figura 9. Captações Comerciais R$ milhões 5,8 669,5 (0,5) (2,3) (6,1) (8,3) 638,6 624,8 619,9 613,6 93,6 67,4 57,9 55,6 46,3 66,5 62,6 62,5 61,6 69,3 151,8 151,9 148,4 148,7 151,8 152,9 154,1 153,5 150,6 142,0 204,5 202,6 202,5 203,4 204,2 Depósitos a Prazo LCA + LCI Depósitos de Poupança Depósitos à Vista Demais Crescimento em 12 meses - % 6
7 Qualidade da Carteira No 4T16 o Banco do Brasil desenvolveu novos níveis de classificação de risco de crédito, que estabelece níveis de rating intermediários e complementares àqueles normatizados pela Resolução CMN 2.682/1999. Houve uma ampliação dos níveis de risco de 9 para 30 e como consequência reforço de provisão. A cobertura Pessoa Jurídica (PJ) e Pessoa Física (PF) apresentaram incremento, trazendo um maior equilíbrio entre as carteiras. Figura 10. Cobertura¹ por Segmento % 291,9 222,2 290,0 295,6 254,9 201,8 201,3 190,9 228,9 199,6 150,3 145,1 144,9 141,0 145,8 PF PJ Agro ¹ Relação entre o saldo total de provisão (mínima requerida, complementar e adicional) e o saldo das operações de crédito vencidas há mais de 90 dias. Figura 11. Despesa de Provisão por Segmento R$ milhões (336) 4T15 1T16 2T16 3T16 4T16 98 Agro Externa PJ PF O risco médio do Banco (relação entre o saldo da provisão requerida e o total da carteira classificada) se mantém em patamar inferior ao do SFN. 7
8 Figura 12. Risco Médio - % 5,70 6,00 6,30 6,50 6,50 4,86 5,34 5,58 5,52 4,22 Risco Médio - SFN Risco Médio - BB O índice de inadimplência INAD+90d (relação entre as operações vencidas há mais de 90 dias e o saldo da carteira de crédito classificada) alcançou 3,29% em dezembro/16. No 4T16, o caso específico foi baixado para prejuízo. Figura 13. Inad +90d - % 3,40 3,50 3,50 3,26 2,59 2,85 3,70 3,70 3,50 3,29 3,06 2,23 INAD +90d - SFN INAD +90d - BB INAD +90d - ex-caso específico Tabela 5. Carteira de Crédito Renegociada R$ milhões 4T15 3T16 4T16 s/4t15 s/3t16 Créditos Renegociados por Atraso ,8 5,4 Saldo Inicial ,6 2,6 Contratações (35,6) 40,4 Recebimentos menos Juros Líquidos¹ (1.037) (744) (1.113) 7,3 49,7 Baixas para Prejuízo (845) (1.370) (1.368) 62,0 (0,2) Provisão/Carteira - % 43,7 42,0 44,0 Inadimplência + 90 dias/carteira - % 16,1 24,8 27,2 Índice de Cobertura - % 270,7 169,3 161,7 Participação da Carteira Renegociada na Classificada - % 2,7 3,8 4,1 ¹ Recebimentos de Principal e Juros menos os Juros capitalizados no período. Reorganização Institucional O Banco do Brasil S.A. (BB) iniciou um conjunto de medidas para reorganização institucional, que serão implementadas ao longo de Dentre elas: a) revisão e o redimensionamento da estrutura organizacional em todos os seus níveis: estratégico (direção geral), tático (superintendências), de apoio (órgãos regionais) e de negócios (agências); 8
9 b) reorganização da rede de atendimento de forma a adequar-se ao novo perfil e comportamento dos clientes, com o aproveitamento de sinergias, a otimização de estruturas e a ampliação de serviços digitais, sem comprometer a presença do BB nos municípios em que atua. Ao final, 379 agências serão transformadas em postos de atendimento (PA) e 402 serão desativadas; e c) Plano Extraordinário de Aposentadoria Incentivada (PEAI), que teve adesões. É estimada uma economia anual com despesas administrativas, exceto pessoal, de R$ 750 milhões, sendo R$ 450 milhões decorrentes da nova estrutura organizacional e R$ 300 milhões da redução de gastos com transporte de valores, segurança, locação e condomínios, manutenção de imóveis, entre outras. 9
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11 de fevereiro de 2011 BANCO ABC BRASIL Teleconferências 14 de fevereiro de 2011 Português 11h00 São Paulo / 8h00 US EST +55 (11) 2188-0155 Inglês 12h00 São Paulo / 9h00 US EST +55 (11) 2188-0155 1 866
