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Transcrição:

GOIÂNIA, / / 2017 PROFESSORA: Patrícia DISCIPLINA: Português SÉRIE: 3º A e B ALUNO(A): No Anhanguera você é + Enem Antes de iniciar a lista de exercícios leia atentamente as seguintes orientações: - É fundamental a apresentação de uma lista legível, limpa e organizada. Rasuras podem invalidar a lista. - Questões discursivas deverão ser respondidas na própria lista. - Não há necessidade de folhas em anexo, todas as respostas serão exclusivamente na lista. - O não atendimento a algum desses itens faculta ao professor o direito de desconsiderar a lista. - A lista deve ser feita a caneta. Leia com atenção o texto abaixo: A responsabilidade da imprensa Não é de hoje que os procuradores usam a imprensa para disseminar acusações que, uma vez veiculadas, ganham ares de condenação O Estado de S.Paulo 23 Maio 2017 03h05 A tarefa primária da imprensa consiste em fornecer ao leitor informações que lhe permitam formar opinião acerca do mundo em que vive. Da qualidade das informações processadas pelos jornalistas depende, em grande medida, a formação de consensos em torno do que é realmente melhor para o País, muitas vezes a despeito do que querem aqueles que estão no poder ou que lá querem chegar. O jornalismo que, por açodamento, se baseia no que está apenas na superfície e se contenta com o palavrório de autoridades para construir manchetes bombásticas se presta a ser caixa de ressonância de interesses particulares e corporativos, deixando de lado sua missão mais nobre jogar luz onde os poderosos pretendem que haja sombras. No dramático episódio das denúncias contra o presidente Michel Temer, feitas pela Procuradoria-Geral da República com base em delação dos empresários Joesley e Wesley Batista, ficou claro, mais uma vez, que o Ministério Público sabe como explorar a ânsia dos jornalistas pela informação de grande impacto. Não é de hoje que os procuradores usam a imprensa para disseminar acusações que, uma vez veiculadas, ganham ares de condenação. É evidente que a imprensa não pode ignorar denúncias graves emanadas do Ministério Público, ainda mais quando envolvem autoridades de primeiríssimo escalão, mas a história ensina que muitas vezes as acusações não têm fundamento, resultando em danos irreparáveis para os acusados. 1. Ao redigir um texto o autor expõe o seu ponto de vista, notamos assim que cada texto está carregado de intencionalidade. Procure extrair do texto, um trecho que mostre o posicionamento do redator, mesmo este querendo ilustrar a responsabilidade da imprensa. 2. Leia com atenção a letra da canção: De Janeiro A Janeiro (Part. Nando Reis)

Roberta Campos Não consigo olhar no fundo dos seus olhos E enxergar as coisas que me deixam no ar, deixam no ar As várias fases, estações que me levam com o vento E o pensamento bem devagar Outra vez, eu tive que fugir Eu tive que correr, pra não me entregar As loucuras que me levam até você Me fazem esquecer, que eu não posso chorar Olhe bem no fundo dos meus olhos E sinta a emoção que nascerá quando você me olhar O universo conspira a nosso favor A consequência do destino é o amor, pra sempre vou te amar Mas talvez, você não entenda Essa coisa de fazer o mundo acreditar Que meu amor, não será passageiro Te amarei de janeiro a janeiro Até o mundo acabar (4x) Mas talvez, você não entenda Essa coisa de fazer o mundo acreditar Que meu amor, não será passageiro Te amarei de janeiro a janeiro Até o mundo acabar(4x) Após a leitura do texto, julgue os itens em V ou F: a)( )A canção faz uso predominantemente da linguagem culta. b)( )Por tratar-se de uma canção, a linguagem adequa-se a situação havendo o uso da linguagem coloquial. c)( )Do ponto de vista gramatical são aceitas as expressões Me fazem e te amarei. d)( )Na canção pressupõem-se a presença de um locutor e um interlocutor. e)( )As expressões meu, eu, te e me referem-se à segunda pessoa. 3. Pequena carta aberta a um ladrão de livros É difícil começar esta carta dirigindo-me a você na condição de ladrão. Não dá para dizer meu caro ladrão. Nem mesmo senhor ladrão dá para chamá-lo. Não dá porque o ladrão não merece qualquer tratamento digno. Já basta o cinismo da prática de se chamar de Vossa Excelência contumazes surrupiadores do bem público. Pense no pior dos adjetivos. É como me dirigiria a você nesta carta. Quero apenas lhe dizer qual é o sentido de sua ação. O ladrão é um ser abjeto, erva daninha, desprezível por sua condição de parasita de seres humanos que buscam seu sustento através do trabalho. É covarde; é sempre covarde porque, fraco, se apoia na mentira ou no poder da arma letal. Ou, como você, no anonimato do furto. Se não for patológico, o ladrão merece desprezo total e as pragas bíblicas. O ladrão de livros-texto é o pior dos ladrões porque é burro: o livro acadêmico não lhe aufere bons lucros. Nunca havia ouvido falar de ladrão de livro acadêmico. Há casos de roubos domésticos, quando o gatuno leva aparelhos eletrônicos e outros bens de maior valor. Mas sempre os livros são deixados de lado porque não têm valor comercial. E não têm mesmo. Mas há sempre um burro para dar o exemplo. Parabéns idiota! Obrigado ao Luiz Antonio L. Coelho pelo comentário. Obrigado também a todos que vêm nos apoiando, visitando e comentando o blog. Sobre a carta aberta é correto afirmar: a)é um texto de caráter narrativo. b)é uma carta que segue o modelo das cartas pessoais. c)é um texto injuntivo, pois tem o objetivo de dar instruções. d)não revela assuntos relacionados a interesses coletivos, uma vez que a finalidade discursiva não representa uma forma de protesto. e)permite ao emissor exercer seu pleno exercício de cidadania. 4.

Marvel s Jessica Jones Um grande trabalho de adaptação/releitura da obra em quadrinhos. A Marvel em conjunto com a Netflix mostram mais uma vez que é possível se trabalhar o universo dos super-heróis de uma forma densa, adulta e discutindo temáticas tão contemporâneas e pesadas como a violência e abuso contra as mulheres. Apesar de alguns roteirismos aqui e acolá e uma barrigada bastante considerável nos últimos capítulos (se a série tivesse menos dois ou três episódios e seu final é em um determinado ponto anterior ao que de fato teve seria bem melhor), Jessica Jones dá seu recado e nos brinda com um ótimo trabalho que se não é melhor que a outra série do projeto, Demolidor, pavimenta bem o caminho rumo aos Defensores, diverte e nos faz refletir. Vale muito a conferida. Ao escolher este gênero textual, o produtor do texto objetivou a) construir uma apreciação irônica da série. b) evidenciar argumentos contrários à série. c) elaborar uma narrativa com descrição de tipos literários. d) apresentar ao leitor um painel da obra e se posicionar criticamente. e) afirmar que a série transcende o seu objetivo inicial e, por isso, perde sua qualidade. 5. (ITA SP) Dadas as afirmações: 1- Tudo correu as mil maravilhas. 2 Caminhamos rente a parede. 3 Ele jamais foi a festas. Verificamos que o uso do acento indicador da crase no a é obrigatório: a) apenas na sentença nº 1 b) apenas na sentença nº 2 c) apenas nas sentenças nºs 1 e 2 d) em todas as sentenças 6. Leia com atenção o texto abaixo: Disponível: www.chargesoneline.com.br. Acesso em 09/11/2016. Após a leitura do texto, julgue os itens em V ou F:

a)( ) A expressão mãe funciona como sujeito da oração, por isso é necessário usar a vírgula. b)( )A expressão mãe funciona como vocativo, por isso é necessário usar a vírgula. c)( )Na última fala, a vírgula foi usada para separar as orações. d)( )A última frase se constitui por uma explicação objetiva da mãe. e)( )A fala da mãe representa uma ironia com relação a contaminação do celular. 7.Justifica-se plenamente o emprego de ambos os sinais de crase em: a) Ela pode voltar à qualquer momento, fiquemos atentos à sua chegada. b) Dispôs-se à devolver o livro, à condição de o liberarem da multa por atraso. c) Postei-me à entrada do cinema, mas ela faltou também à esse compromisso. d) Àquela altura da velhice já não assistia à filmes trágicos, apenas aos de humor. e) Não confie à priminha os documentos que obtive à revelia do nosso advogado. 8.(FCC/TRE-PE/2011) Ainda que riqueza [...] à custa do trabalho escravo... A sociedade colonial no Brasil [...] desenvolveu-se [...] à sombra das grandes plantações de açúcar... Do mesmo modo que nas frases acima, está correto o emprego da crase em: a)combate à fome. b) vendas à prazo. c) escrito à lápis. d) avião à jato. e) defender à unhas e dentes. 9. Leia o texto abaixo: Disponível: www.chargesoneline.com.br. Acesso em 09/11/2016. Qual é a critica presente no texto acima?

10. A última edição deste periódico apresenta mais uma vez tema relacionado ao tratamento dado ao lixo caseiro, aquele que produzimos no dia a dia. A informação agora passa do material jogado na estrada vicinal que liga o município de Rio Claro ao distrito de Ajapi. Infelizmente, no local em questão, a reportagem encontrou mais uma forma errada de destinação do lixo: material atirado ao lado da pista como se isso fosse o ideal. Muitos moradores, por exemplo, retiram o lixo de suas residências e, em vez de um destino correto, procuram dispensá-lo em outras regiões. Uma situação no mínimo incômoda. Se você sai de casa para jogar lixo em outra localidade, por que não o fazer em local ideal? É muita falta de educação achar que aquilo que não é correto para a sua região possa ser para outra. A reciclagem do lixo doméstico é um passo inteligente e de consciência. Olha o exemplo que passamos aos mais jovens! Quem aprende errado coloca em prática o errado! Olha o perigo! (Disponível em http://jornaldacidade.uol.com.br. Acesso em 10 ago. 2012 (adaptado)). Esse editorial faz uma leitura diferenciada de uma notícia veiculada no jornal. Tal diferença traz à tona uma das funções sociais desse gênero textual, que é (A) apresentar fatos que tenham sido pelo próprio veículo. (B) chamar a atenção do leitor para temas raramente abordados no jornal. (C) provocar a indignação dos cidadãos por força dos argumentos apresentados. (D) interpretar criticamente fatos noticiados e considerados relevantes para a opinião pública. (E) trabalhar uma informação previamente apresentada com base no ponto de vista do autor da notícia. Leia com atenção o texto abaixo: SAÚDE PÚBLICA: POR ONDE COMEÇAR O TRATAMENTO? Meu município, Remígio, está localizado no brejo paraibano. É uma cidadezinha interiorana calma e considerada uma cidade-pólo, tendo em vista sua ótima localização, que dá acesso a vários outros municípios. Entretanto, um grave problema maltrata os remigenses há mais de 10 anos: a falta de um hospital público. Os vários pequenos postos de atendimento da família (PSF) só nos servem para vacinação e receitas de remédios; em casos mais graves, somos obrigados a nos humilharmos em hospitais das cidades circunvizinhas. O caos da saúde pública do nosso país parece-nos até muito normal. Vemos qualquer notícia de pessoas morrendo em corredores dos hospitais públicos ora por falta de atendimento, ora por falta de remédios. Desde que o Brasil é Brasil que as pessoas sofrem com esse problema. Dinheiro para investir nisso nós sabemos que há. Os estádios que estão sendo construídos para a Copa de 2014 comprovam isso. O que falta é uma tonelada de vergonha na cara, interesse, comprometimento e planejamento daqueles que são responsáveis por administrar o dinheiro público dos nossos impostos. A corrupção e o péssimo eleitorado brasileiro são em quem nós devemos por a culpa. Minha cidade apesar de muito conhecida no estado por ser uma cidade-pólo, por suas festas de vaquejadas e emancipação política, sofre com essa crueldade. Há anos que esse município não sabe o que é ter um filho originalmente nascido na sua terra. Quantos idosos e crianças já adoeceram nas madrugadas e foram obrigados a negociar com a sorte, pedindo um pouco mais de calma enquanto chegassem a algum hospital em Campina Grande (36 km - 40 minutos de viagem)? Porém, em épocas de campanha política a saúde pública é um dos projetos mais prometidos pelos atônitos candidatos. O interessante é que o tempo que faz que não nasce uma criança em Remígio é o mesmo em que o povo vive iludido numa esperança utópica da nossa situação mudar. A culpa disso na maior parte sabemos que é nossa mesmo. O povo deve ter o político que merece. Nós eleitores ainda estamos anos luzes de distância de saber escolher os candidatos dignos e honestos para nos representarmos. Na maioria das vezes, vê-se tanto eleitores quanto candidatos em busca de interesses

particulares e não no bem comum. Os políticos fazem uma promessinha de emprego para um aqui; uma carradinha de tijolos para outro ali; pagam umas contas de água e luz para outro acolá; e esses mesmos beneficiados de um dia, sofrem por décadas afins, pois a politicagem é hereditária. Enfim, discutir problemas públicos não tem como fugir de política. Segundo nossa Constituição Federal saúde é um direito que deve ser garantido para a população. O problema é que faltou concordar isso com as pessoas que escolhemos como responsáveis. O Brasil precisa de gente honesta. O povo precisa de uma (re) educação eleitoral. Quem mais sofre com isso é meu município, meu Brasil. Sobre o texto acima, responda: 11. Que gênero textual é esse que acabamos de ler? 12. Para que serve um texto como esse? Onde encontramos textos assim? 13. Qual o tema tratado nesse texto? Você achou esse título subjetivo ou objetivo? 14. Por que ele diz que dinheiro para investir na saúde há? Quais são os dois problemas da má saúde pública no Brasil apontado pelo autor no fim do segundo parágrafo? 15. O autor cita um exemplo que acontece na cidade dele. Que exemplo é este? Devemos citar exemplos em artigos de opinião? Por que? 16. Qual a estratégia usada pelo autor para concluir seu texto? 17. Leia com atenção o texto abaixo: Ao circularem socialmente, os textos realizam-se como práticas de linguagem, assumindo configurações específicas, formais e de conteúdo. Considerando o contexto em que circula o texto publicitário, seu objetivo básico é A) influenciar o comportamento do leitor por meio de apelos que visam a adesão ao consumo. B) definir regras de comportamento social pautadas no combate ao consumismo exagerado.

C) defender a importância do conhecimento de informática pela população de baixo poder aquisitivo. D) facilitar o uso de equipamentos de informática pelas classes sociais economicamente desfavorecidas. E) questionar o fato de o homem ser mais inteligente que a máquina, mesmo a mais moderna. 18. Leia com atenção o texto abaixo: Os meios de comunicação podem contribuir para a resolução de problemas sociais, entre os quais o da violência sexual infantil. Nesse sentido, a propaganda usa a metáfora do pesadelo para A) informar crianças vítimas de violência sexual sobre os perigos dessa prática, contribuindo para erradicá-la. B) denunciar ocorrências de abuso sexual contra meninas, com o objetivo de colocar criminosos na cadeia. C) dar a devida dimensão do que é abuso sexual para uma criança, enfatizando a importância da denúncia. D) destacar que a violência sexual infantil predomina durante a noite, o que requer maior cuidado dos responsáveis nesse período. E) chamar a atenção para o fato de o abuso infantil ocorrer durante o sono, sendo confundido por algumas crianças com um pesadelo. 19. São características do texto de divulgação científica? a) texto expositivo; b) finalidade: transmitir conhecimentos de natureza científica a um público o mais amplo possível; c) estrutura: ideia principal (afirmação, conceito) / desenvolvido por meio de provas (exemplos, comparações, relações de efeito e causa, resultados de experiências, dados estatísticos) / conclusão; d) linguagem clara, objetiva e geralmente impessoal; e) emprega a variedade padrão da língua com a presença de termos e conceitos científicos de uma ou mais áreas do conhecimento, verbos predominantemente no presente do indicativo. 20. "É comum, no Brasil, a prática de tortura contra presos. A tortura é imoral e constitui crime. Embora não exista ainda nas leis penais a definição do 'crime de tortura', torturar um preso ou detido é abuso de autoridade somado à agressão e lesões corporais, podendo qualificar-se como homicídio, quando a vítima da tortura vem a morrer. Como tem sido denunciado com grande frequência, policiais incompetentes, incapazes de realizar uma investigação séria, usam a tortura para obrigar o preso a confessar um crime. Além de ser um procedimento covarde, que ofende a dignidade humana, essa prática é legalmente condenada. A confissão obtida mediante tortura não tem valor legal e o torturador comete crime, ficando sujeito a severas punições." (Dalmo de Abreu Dallan) Pode-se afirmar que esse trecho é uma dissertação: a) que apresenta, em todos os períodos, personagens individualizadas, movimentando-se num espaço e num tempo terríveis, denunciados pelo narrador, bem como a predominância de orações subordinadas, que expressam sequência dos acontecimentos;

b) que apresenta, em todos os períodos, substantivos abstratos, que representam as ideias discutidas, bem como a predominância de orações subordinadas, que expressam o encadeamento lógico da denúncia; c) que apresenta uma organização temporal em função do pretérito, jogando os acontecimentos denunciados para longe do momento em que fala, bem como a predominância de orações subordinadas, que expressam o prolongamento das ideias repudiadas; d) que consegue fazer uma denúncia contundente, usando, entre outros recursos, a ênfase, por meio da repetição de um substantivo abstrato em todos os períodos, bem como a predominância de orações coordenadas sindéticas, que expressam o prolongamento das ideias repudiadas; e) que consegue construir um protesto persuasivo com uma linguagem conotativa, construída sobre metáforas e metonímias esparsas, bem como com a predominância de orações subordinadas, próprias de uma linguagem formal, natural para esse contexto.