PARTE 1 - INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS

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2002 COLÉGIO ALMIRANTE TAMANDARÉ Credenc. e autorização de funcionamento do Ens. Fundamental. Deliberação CEE/MS Nº 10.278, de 19 de dezembro de 2013. Educ. Infantil Aut. Del. CEE/MS Nº 1872 de 04 de fevereiro de 2016. ATIVIDADES COMPLEMENTARES PB4 Profa.: Marta Geraldini Disciplina: Língua Portuguesa Turma: 9 o ano Conteúdos: Texto argumentativo; Colocação pronominal; Denotação e conotação; Figuras de linguagem; Versificação ou Metrificação. PARTE 1 - INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS O texto abaixo é um trecho de uma crônica argumentativa da escritora contemporânea Lya Luft. Leia-o com atenção: Revogue-se Relacionamentos se constroem ao longo dos anos de sua duração: os dois parceiros vão tramar consciente ou inconscientemente a teia que os vai envolver ou separar, o casulo onde vão abrigar ou sufocar seus filhos. Amor não deveria ser prisão ou dever, mas crescimento e libertação. Porém se gostamos de alguma coisa ou de alguém, queremos que esteja sempre conosco. Perda e separação significam sofrimento, mas não o fim da vida nem o fim de todos os afetos. Certa vez me entregaram um bilhete que dizia: "Se você ama alguém, deixe-o livre." Poucas afirmações são tão difíceis de cumprir, poucas contêm tamanha sabedoria em relação aos amores, todos os amores: filhos, amigos, amantes. Amor é risco, viver é risco. Pois permitir, até querer que o outro cresça ao nosso lado, pode significar que crescerá afastando-se de nós. Mas - essa é a força e a beleza do desafio de uma vida a dois - o outro, crescendo, pode-se abrir mais para nós, que participaremos dessa expansão. Instaura-se uma instigante parceria amorosa, na qual o tempo não servirá para desgaste, mas para construção. É um processo de refinamento da cumplicidade que brilha em algumas relações mesmo depois de muitos anos, muitas perdas, e muitos difíceis recomeços - desde que haja sobre o que reconstruir. [...] LUFT, Lya. Pensar é transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2005. p. 145-146. (Fragmento). Revogue-se: Fazer que deixe de vigorar, de ter efeito, ou de ser válido; anular-se. 01. No primeiro parágrafo, a cronista situa o tema a ser desenvolvido. Identifique-o. O tema é a construção dos relacionamentos: entre parceiros de um casal e também entre pais e filhos. 02. A partir do segundo parágrafo, a cronista apresenta argumentos para fundamentar suas opiniões sobre a forma como as pessoas deveriam amar. Que ideias básicas ela desenvolve sobre esse assunto? Ela defende o ponto de vista de que a pessoa que ama deve permitir ao outro fazer suas próprias escolhas e viver em liberdade, ainda que essa atitude gere inseguranças. De acordo com ela, esse comportamento vai tornar os relacionamentos mais sólidos e, portanto, mais felizes. 03. Segundo a autora, as pessoas que se envolvem em relacionamentos com liberdade para crescer podem seguir caminhos diferentes. Que opinião ela apresenta para fundamentar seu ponto de vista? "Amor é risco, viver é risco". Ao afirmar isso, a autora considera que, num relacionamento em que os parceiros tenham liberdade para crescer lado a lado, eles tanto podem se distanciar como se aproximar mais, fazendo com que um participe da evolução do outro. 04. Interprete o sentido do título do texto, tendo em vista as opiniões da autora sobre o tema. A quem o título se dirige? O título emprega o verbo revogar no imperativo e dirigi-se ao leitor (ou receptor). Pode-se interpretar que a frase "Revogue-se." seja um conselho ou uma sugestão ao leitor, para persuadi-lo a anular ou rever suas atitudes em relação a quem ama. Há outras interpretações. 05. Com que finalidade ou objetivo a autora produziu essa crônica?

Para fazer com que as pessoas reflitam e modifiquem o comportamento, aprendendo a amar o outro sem excesso de cobranças. 06. Crônicas como essa, de Lya Luft, são do tipo argumentativo, porque o texto apresenta o ponto de vista e as opiniões do autor sobre determinado tema. Em que esfera de circulação se encontra esse gênero textual? Normalmente, as crônicas argumentativas são publicadas em jornais e revistas, e mais tarde podem ser reunidas em um livro. 07. Ao descrever situações antagônicas para falar da forma de amar, a cronista emprega palavras de sentidos opostos em seu discurso. Que palavras são essas e o que elas expressam? Palavras que expressam as ideias de prisão e de infelicidade: teia, casulo, sufocar, sofrimento, perda, separação, etc. Palavras que expressam as ideias de liberdade: amor, viver, crescendo, força, beleza, expansão, parceria, etc. 08. Observe a linguagem empregada na crônica: a) Os argumentos são apresentados de forma pessoal, subjetiva, numa linguagem artística ou de forma impessoal, objetiva, numa linguagem científica ou jornalística? Usa-se uma linguagem subjetiva, artística e pessoal onde a autora expõe seus pontos de vista de forma a fazer o leitor pensar e refletir. b) Qual a variante linguística utilizada pela cronista? Norma padrão da língua portuguesa. 09. Quais são as características dessa crônica argumentativa? Ela fala de relações e nos leva a refletir sobre as nossas relações. PARTE 2 ANÁLISE LINGUÍSTICA 10. O funcionário que se inscrever fará prova amanhã. Quanto à colocação do pronome na oração: 1. ocorre próclise em função de pronome relativo. 2. deveria ocorrer ênclise. 3. a mesóclise é impraticável. 4. tanto a ênclise quanto a próclise são aceitáveis. a) Correta apenas a 1ª afirmativa. b) Apenas a 2ª é correta. c) São corretas a 1ª e 3ª. d) A 4ª é a única correta. 11. O pronome está mal colocado na alternativa: a) Lá, disseram-me que entrasse logo. b) Aqui me disseram que saísse. c) Posso ir, se me convidarem. d) Irei, se quiserem-me. e) Estou pronto. Chamem-me. 12. A frase em que há erro de colocação pronominal é: a) Dize-me com quem andas, dir-te-ei quem és. b) Quando a mamãe limpa a louça, ela o faz com muito cuidado. c) É um prazer ouvi-lo falar. d) Caberia-lhe, então, mostrar patriotismo e competência. e) Mandou-me embora mais cedo. 13. Segundo a norma culta, a colocação do pronome pessoal destacado está incorreta em: a) Companheiros, escutai-me b) Não nos iludamos, o jogo está feito. c) Dir-se-ia que os amigos tinham prazer em falar difícil. d) Queria convidá-lo a participar da festa. e) Não entreguei-lhe a carta.

14. Marque a alternativa em que há erro quanto à colocação do pronome oblíquo átono: a) Para Josefa, que encorajou-me a repertir estas histórias, ofereço este livro. b) Pedro arriou o feixe de lenha, voltou-se para os filhos e sorriu. c) Infelizmente, não lhe foi possível dominar as divagações. d) As linhas irregulares da costura tumultuaram-se no avesso da roupa. e) O esgotamento, confundindo-se com a fome, ia envolvendo o velho lenhador. 15. Observe as frases abaixo, analisando a colocação dos pronomes oblíquos: I. Quando lembro-me de você, fico feliz. II. Não me diga que a prova de Língua Portuguesa é hoje! III. Em demorando-se a pagar, a duplicata irá a juízo. IV. O pai esperava-a no aeroporto. V. Vê-la-ia ao menos uma vez, após a briga? Assinale a opção correta: a) I, II, V b) II, IV, V c) III, IV, V d) II, III, IV e) I, III, V 16. Assinale a frase em que o pronome oblíquo átono está colocado incorretamente: a) O guarda chamou-nos a atenção para os pivetes. b) Quantas lágrimas se derramaram pelo jovem casal. c) Ninguém nos convencerá de que esta notícia seja verdadeira. d) As pessoas afastaram-se daquele pacote suspeito. e) O vizinho cumprimentou o casal, se retirando imediatamente. 17. Assinale a frase em que a colocação do pronome pessoal oblíquo não obedece às normas do português padrão: a) Essas vitórias pouco importam; alcançaram-nas os que tinham mais dinheiro. b) Estamos nos sentindo desolados: temos prevenido-o várias vezes e ele não nos escuta. c) Ele me evitava constantemente! Ter-lhe-iam falado a meu respeito? d) Entregaram-me a encomenda ontem, resta agora a vocês ofereceram-na ao chefe. e) O Presidente cumprimentou o Vice dizendo: - Fostes incumbido de difícil missão, mas cumpriste-la com eficiência. 18. O pronome pessoa oblíquo átono está bem colocado em um só dos períodos. Qual? a) Me causava admiração ver aquela turma se dedicando com tanto afinco aos estudos, enquanto os outros não esforçavam-se nada. b) Apesar de contrariarem-me, não farão me mudar de resolução. c) Já percebeu que não é este o lugar onde devem-se colocar os livros. d) Ninguém falou-nos, outrora, com tanta propriedade e delicadeza. e) Não se vá cedo; custa-lhe ficar mais? 19. Assinale a alternativa em que a colocação pronominal não corresponde ao que preceitua a gramática: a) Há muitas estrelas que nos atraem a atenção. b) Jamais dar-te-ia tantas explicações, se não fosses pessoa de tanto merecimento. c) A este compete, em se tratando do corpo da Patroa, revigorá-lo com o sangue do trabalho. d) Não o realizaria, entretanto, se a árvore não se mantivesse verde sobre a neve. e) Não o quero perto dos meus livros de estimação. 20. Leia as frases abaixo com atenção e indique D quando prevalecer a denotação e C quando prevalecer a conotação: (C) Meu pai é meu espelho. (D) Quebrei o espelho do banheiro. (C) Essa menina tem um coração de ouro. (D) Fez um transplante de coração. (C) Você é mesmo mau: tem um coração de pedra. (C) Completou vinte primaveras. (D) Na primavera os campos florescem.

(C) É órfão de afeto. (D) Muito cedo ele ficou órfão de pai. (D) O alpinista conseguiu escalar a montanha. (C) Ela disse uma montanha de absurdos. (C) Nosso goleiro engoliu um frango naquele jogo. (D) Correu muito, mas não apanhou o frango carijó. 21. Conceitue ambiguidade. É a duplicidade de sentidos que pode haver em uma palavra, em uma frase ou em um texto inteiro. 22. Explique a ocorrência da ambiguidade nas frases abaixo: a) Ana disse à amiga que seu namorado havia chegado. (O namorado é de Ana ou da amiga?) b) O pai falou com o filho caído no chão. (Quem estava caído no cão? Pai ou filho?) 23. Leia os provérbios abaixo: a) Uma andorinha só não faz verão b) Nem tudo que reluz é ouro c) Quem semeia ventos, colhe tempestades d) Quem não tem cão caça com gato. As ideias centrais dos provérbios acima são, na ordem: a) solidariedade- aparência- vingança- dissimulação. b) cooperação aparência- punição- adaptação. c) egoísmo- ambição- vingança- falsificação. d) cooperação ambição consequência- dissimulação e) solidão prudência- punição adaptação. Resposta: B 24. Naquela terrível luta, muitos adormeceram para sempre, há: a) metáfora. b) eufemismo. c) comparação. d) prosopopéia. e) hipérbole. 25. Na frase: Todos somos os fios do tecido, há um exemplo de: a) metonímia. b) metáfora. c) prosopopéia. d) eufemismo. e) hipérbole. 26. Leia atentamente as orações abaixo e indique qual figura de linguagem aparece em cada uma delas. a) O meu coração está igual a um céu cinzento. (comparação) b) Não tirei nota baixa apenas não fui tão bem na prova. (eufemismo) c) Suou muito para conseguir a casa própria. (metonímia suor por trabalho) d) Minha boca é um túmulo. (metáfora) e) O céu está mostrando sua face mais bela. (metáfora) f) O carro dele é rápido como um avião. (comparação) g) Essa rua é um verdadeiro deserto. (metáfora) h) Li Paulo Coelho dezenas de vezes e não gostei. (metonímia autor pela obra) i) Ele foi repousar no céu, junto ao Pai. (eufemismo repousar por morrer) j) O ginásio aplaudiu a seleção. (metonímia ginásio por pessoas) k) Ela chorou rios de lágrimas. (hipérbole) l) As pedras andam vagarosamente. (personificação) m) Os mortais pensam e sofrem nesse mundo. (metonímia mortais por pessoas) n) Depois de muito sofrimento, entregou a alma ao Senhor. (eufemismo entregar a alma por morte) o) O livro é um mudo que fala, um surdo que ouve, um cego que guia. (personificação) p) Minha filha adora Danone. (metonímia danome por iogurte) q) A floresta gesticulava nervosamente diante da serra. (personificação)

r) Faria isso milhões de vezes se fosse preciso. (hipérbole) 27. Indique qual a figura de linguagem empregada nas frases abaixo: (comparação, metáfora, metonímia, prosopopeia ou personificação, hipérbole, eufemismo, ironia, onomatopeia). a) Minha boca é um túmulo. (metáfora) b) Essa rua é um verdadeiro deserto. (metáfora) c) O meu coração está igual a um céu cinzento. (comparação) d) O carro dele é rápido como um avião. (comparação) e) O céu está mostrando sua face mais bela. (prosopopeia) f) Que alunos inteligentes, não sabem nem somar. (ironia) g) Ele foi repousar no céu, junto ao Pai. (eufemismo) repousar no céu = morrer h) Ela chorou rios de lágrimas. (hipérbole) i) O cão mostrou grande sisudez. (prosopopeia) j) Li Jô Soares dezenas de vezes. (a obra de Jô Soares) (metonímia) k) A escola sempre vai bem no ENEM. (metonímia) escola está substituindo os alunos l) Vários brasileiros vivem sem teto, ao relento. (metonímia) teto substitui casa m) Suou muito para conseguir a casa própria. (metonímia) suor substitui o trabalho n) Os homens públicos envergonham o povo. (eufemismo) homens públicos = políticos o) Muitas pessoas morriam de medo da perna cabeluda. (hipérbole) p) Se você gritar mais alto, eu agradeço. (ironia) q) Com o au-au dos cachorros, os gatos desapareceram. (onomatopeia) r) Miau-miau. Eram os gatos miando no telhado a noite toda. (onomatopeia) 28. Nos enunciados abaixo, a palavra destacada NÃO tem sentido conotativo em: a) A comissão técnica está dissolvida. Do goleiro ao ponta-esquerda. b) Indispensável à boa forma, o exercício físico detona músculos e ossos, se mal praticado. c) O melhor tenista brasileiro perde o jogo, a cabeça e o prestígio em Roland Garros. d) Sob a mira da Justiça, os sorteios via 0900 engordam o caixa das principais emissoras. Resposta: B 29. Assinale a alternativa em que o autor NÃO utiliza prosopopeia. a) A luminosidade sorria no ar: exatamente isto. Era um suspiro do mundo. (Clarice Lispector) b) As palavras não nascem amarradas, elas saltam, se beijam, se dissolvem (Drummond) c) Quando essa não-palavra morde a isca, alguma coisa se escreveu. (Clarice Lispector) d) A poesia vai à esquina comprar jornal. (Ferreira Gullar) e) Meu nome é Severino, Não tenho outro de pia. (João Cabral de Melo Neto) Resposta: E 30. Nos trechos: "O pavão é um arco-íris de plumas" e "...de tudo que ele suscita e esplende e estremece e delira..." enquanto procedimento estilístico, temos, respectivamente: a) metonímia e comparação. b) comparação e metáfora. c) hipérbole e metáfora. d) comparação e hipérbole. e) metáfora e polissíndeto. Resposta: E CANÇÃO AMIGA Eu preparo uma canção em que minha mãe se reconheça, todas as mães se reconheçam, e que fale como dois olhos. Caminho por uma rua que passa em muitos países. Se não me vêem, eu vejo e saúdo velhos amigos. Eu distribuo um segredo como quem ama ou sorri. No jeito mais natural

dois carinhos se procuram. Minha vida, nossas vidas formam um só diamante. Aprendi novas palavras e tornei outras mais belas. Eu preparo uma canção que faça acordar os homens e adormecer as crianças. (Carlos Drummond de Andrade) 31. Observando a métrica do texto proposto, conclui-se que predominam versos: a) hexassílabos b) octossílabos c) decassílabos d) heptassílabos e) eneassílabos 12. D 32. Faça a escansão dos versos abaixo e diga a classificação dos mesmos: a) Estou deitado sobre minha mala a) Es tou dei ta do so bre mi nha ma la decassílabo b) Ah! Quem há de exprimir, alma imponente e escrava (Olavo Bilac) b) Ah!/ Quem/ há/ de ex/pri/mir/,al/ma im/po/nen/te e es/cra/va (Olavo Bilac) 12 sílabas poéticas. Alexandrino c) A nuvem guarda o pranto (Alphonsus de Guimaraens) c) A nu vem guar da o pran to (Alphonsus de Guimaraens) hexassílabo d) Tu choraste em presença da morte (G. Dias) d) Tu cho ras te em pre sen ça da mor te (G. Dias) eneassílabo e) Vagueio campos noturnos (Ferreira Gullar) e) Va/gueio/ cam/pos/ no/tur/nos (Ferreira Gullar) hexassílabo f) Não sei quem seja o autor (B. Tigre) f) Não/ sei/ quem/ se/ja o au/tor (B. Tigre) pentassílabo ou redondilha menor g) e a boca é um pedaço de qualquer tecido vermelho. (Manuel de Fonseca) g) e a/ bo/ca é um/ pe/da/co/ de/ qual/quer/ te/ci/do/ ver/me/lho. (Manuel de Fonseca) livre h) Quero a alegria de um barco voltando. h) Que/ro a a/le/gri/a/ de um/ bar/co/ vol/tan/do. decassílabo i) Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto (V. Moraes) an/tes,/ e/ com/ tal/ ze/lo, e/ sem/pre, e/ tan/to (V. Moraes) decassílabo j) Brilhava o sol, quente e a ma i) Bri/lha/va o /sol,/ quen/te e a/ma hecassílabo k) Amou daquela vez como se fosse a última (Chico Buarque) j) A/mou/ da/que/la/ vez/ co/mo/ se/ Fo/sse a úl/tima (Chico Buarque) hendecassílabo 33. Analise o poema a seguir: ENCONTRO Almas gêmeas? Não sei tanto faz. O que importa é que minh'alma quando encontra a tua a paz se faz. Minha alma fica nua,

revela-se, desvela-se e nisso se compraz. Mas quando o meu penetra o teu corpo, tudo nele se contrai tudo nele se distrai e faz-se morto de prazer. Comprazer: Fazer o gosto, a vontade, a; ser agradável a. (kephas Augustus Bantos) a) Qual é o tema do poema? O poema fala do encontro de duas pessoas, uma paixão. b) Explique o título do poema. Refere-se a quando se encontra o amor. c) Quais as figuras da linguagem que aparecem no poema acima? Em quando encontra a tua e Minha alma fica nua, / revela-se, desvela-se e nisso se compraz ocorre a personificação da alma. d) Comente sobre o poema falando sobre sua estrutura e forma. Ele tem uma forma irregular, apresenta apenas uma estrofe com 17 versos. e) Quais as características deste poema? Cada verso tem um tamanho diferente. Não apresenta rimas. f) Quanto ao número de sílabas poéticas como podem ser classificados os versos desse poema? Al mas gê meas? trissílabo Não sei dissílabo Tan to faz. trissílabo O queim por ta trissílabo é que mi nh'al ma tetrassílabo quan doen com traa tu a pentassílabo a paz se faz. tetrassílabo Mi nhaal ma fi ca nu a heptassílabo Re ve la- se, des ve la- see nis so se com praz. Mas quan doo meu tetrassílabo Pe ne trao teu tetrassílabo Cor po, monossílabo Tu do ne le se com trai heptassílabo Tu do ne le se dis trai heptassílabo e faz se dissílabo mor to monossílabo de pra zer. trissílabo g) E quanto ao número de versos como denominaremos essa estrofe? 17 h) Qual é o esquema de rimas empregado no trecho do poema? Almas gêmeas? A Não sei B tanto faz. C O que importa D é que minh'alma E quando encontra a tua F a paz se faz. C Minha alma fica nua, F revela-se, desvela-se e nisso se compraz. C Mas quando o meu G penetra o teu G corpo, H tudo nele se contrai I tudo nele se distrai I e faz-se J morto K

de prazer. L i) Classifique as rimas quanto a(o): - valor: tua/nua rica; faz/compraz pobre; meu/teu pobre; contrai/distrai pobre. - disposição: Almas gêmeas? - A Não sei - B tanto faz. - C O que importa - D é que minh'alma - E quando encontra a tua - F a paz se faz. - C Minha alma fica nua, - F revela-se, desvela-se e nisso se compraz. - C Mas quando o meu - G penetra o teu - G corpo, - H tudo nele se contrai - I tudo nele se distrai - I e faz-se - J morto - K de prazer. - L j) Há encadeamento? Justifique. Não. Cada verso termina sua ideia em si mesmo. k) Há chave do ouro? Justifique. Não. O último verso não resume o tema do poema. l) O autor do poema é kephas Augustus Bantos. E quem é o eu lírico? Alguém apaixonado. Bons estudos!!!!!! Prof. Marta