MANUAL DE NORMAS GRÁFICAS PRINCÍPIOS BÁSICOS



Documentos relacionados
MANUAL DE NORMAS logótipo TORRES VEDRAS. AGENDA 21

A marca TURISMO DE PORTUGAL. Manual de Identidade Visual

M A N U A L D E NOR M A S

Manual de Uso da Marca da Faculdade Sumaré. Marketing - Fevereiro de 2012

Manual de Normas Gráficas MANUAL DE NORMAS GRÁFICAS

manual de identidade visual instituto fonte

Manual de Identidade Visual

MANUAL DE IDENTIDADE VISUAL

MANUAL DE NORMAS GRÁFICAS

Manual de Normas Gráficas

MANUAL APLICAÇÃO LOGOTIPO LINTEC

MANUAL MANUAL DE USO DA MARCA SELO SOLAR

Manual de Identidade Visual

Manual de Identidade Visual

Manual de Normas Gráficas. COMPETE - Programa Operacional Factores de Competitividade

Construir uma apresentação electrónica

Manual de Identidade Visual

manual de normas gráficas Centro de Informação Europeia Jacques Delors

Guia de Uso DAMARCA V1.0 - Maio. 2011

MANUAL DE NORMAS GRÁFICAS

Manual de Aplicação da Marca do BRB

IDENTIDADE VISUAL Manual de Normas MANUAL DE IDENTIDADE CORPORATIVA. acm. acm ALTO COMISSARIADO PARA AS MIGRAÇÕES. acm

MANUAL DE MARCA E IDENTIDADE VISUAL IMPÉRIO C R I A T I V O

MANUAL DE NORMAS GRÁFICAS

Comunique a Sua Certificação MANUAL DE UTILIZAÇÃO DA MARCA DE CERTIFICAÇÃO. Para as Empresas. Para as Pessoas.

Manual de Identidade Corporativa

JUNHO 2014 V.01 MARCA GUIMARÃES MANUAL DE NORMAS GRÁFICAS

Manual de Identidade Visual

guia de aplicação da marca

A ETIAM Etiquetadora Amaral Ltda. pretende através deste documento, consolidar o bem mais valioso que uma instituição pode ter: sua marca.

MANUAL DE IDENTIDADE VISUAL

COMUNIQUE A SUA CERTIFICAÇÃO MANUAL DE UTILIZAÇÃO DA MARCA DE CERTIFICAÇÃO PARA AS EMPRESAS. PARA AS PESSOAS. SF127 MAR.13

CENTRO DE HISTÓRIA DA ARTE E INVESTIGAÇÃO ARTÍSTICA MANUAL DE NORMAS GRÁFICAS

MANUAL DE IDENTIDADE VISUAL

Manual de Identidade Visual

Manual de Aplicação de Marca. Distribuidora de Filmes S/A - RioFilme

MANUAL DE IDENTIDADE VISUAL CORPORATIVA

MANUAL DE IDENTIDADE VISUAL

Introdução. A cartilha visa uniformizar o uso da marca pelos órgãos municipais com regras e limites claros.

PRIMEIRA IGREJA EVANGÉLICA CONGREGACIONAL DE BRASÍLIA PRIMEIRA IGREJA EVANGÉLICA CONGREGACIONAL DE BRASÍLIA MANUAL DE MARCA

caderno de normas da marca inegi

Manual de Identidade Visual da Marca Fiat

MANUAL DE NORMAS GRÁFICAS

A marca. Versão beta 28 / 04/ 2010

Soluções que funcionam. Manual de Identidade Visual

Manual de Identidade Junho de 2011

Manual de Identidade Visual

Manual de Identidade Visual Fiat Manual de Identidade Visual Fiat

Manual de Identidade Visual. Índice

Manual de Padronização

ARII. Manual de Identidade Visual

Manual de Identidade Visual

Manual de Uso e Aplicação da Marca do Centro Universitário Newton Paiva

ÍNDICE ESTACIONÁRIO CARTÕES DE VISITA APLICAÇÕES ASSINATURA DE

2013: Ano da Contabilidade no Brasil. Manual de aplicação da marca

MANUAL DE NORMAS E IDENTIDADE

MANUAL DE APLICAÇÃO DA MARCA FAPERJ

LOGÓTIPO - VERSÕES A CORES. LOGÓTIPO O logótipo do turismo de Portugal foi criado para expressar o nosso espírito e modo de ser.

ANEXO II MANUAL DE IDENTIDADE VISUAL

2. Marcas Complementares Marca Infraero Meio Ambiente

GUIA DE Identidade Visual

manual de normas gráficas UNIVERSIDADE LUSÓFONA

I ntrodução. Todas as versões e aplicações que não estiverem aqui contempladas devem ser submetidos à aprovação prévia.

FORA DA ESCOLA NÃO PODE. Cada criança e adolescente tem o direito de aprender. Manual de Aplicação de Marcas

IT- MKT-001-COM Data: 28/01/2015 versão: 04. Manual de aplicação da marca

SUMÁRIO INTRODUÇÃO ELEMENTOS E PROPORÇÕES DA ASSINATURA HORIZONTAL VERSÕES DA ASSINATURA HORIZONTAL SÍMBOLO CHAPADO

Manual de Identidade Visual Golin Módulo II Guia Rápido de Utilização do Logotipo / Meios Digitais. Manual de Identidade Visual junho 2010

Manual de Identidade Visual RIO +20

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA ADMINISTRAÇÃO MANUAL DE IDENTIDADE VISUAL

TRANSBRASILEIRO CARGAS & MUDANÇAS

Uma empresa que já atua há tanto tempo no mercado de maneira tão sólida e vitoriosa precisa, através dos tempos, portar-se institucionalmente de um

Uso correto da Marca ONS. versão 1.0 dezembro 2012

Manual de Identidade Visual

Enap. Manual de uso da marca

A marca de uma empresa é construída ao longo de sua existência e inclui seu nome, sua logomarca e identidade visual, suas peças de comunicação, seu

Logomarca para Parceiros de Negócios. Junho / 2012

Índice. Manual de Uso da Marca Multiverde

Guião da Atividade Declaração de Compromisso com o Futuro

Este manual estabelece uma estratégia visual para o uso inteligente do logo Herbalife Distribuidor Independente.

Diferente do desespero e da angústia que a obra passa, o grito do KIAI DESIGN representa um grito de idéias, o momento do insight.

MANUAL DE IDENTIDADE VISUAL. Versão 04 - publicado em 12/junho/2013.

Manual de Identidade Visual

Manual de uso da Marca do Governo Municipal de Londrina. Núcleo de Comunicação

MANUAL DA MARCA. Unilab Reitoria Consup Pró-Reitorias Biblioteca Coordenações EAD. Apresentação regras de aplicação e procedimentos

A Identidade Visual de uma empresa é um de seus principais patrimônios.

Uma empresa que já atua há tanto tempo no mercado de maneira tão sólida e vitoriosa precisa portar-se institucionalmente, através dos tempos, de um

Manual de Uso da Marca ISTA Janeiro 2008

Introdução. Identificação da Empresa. Desenvolvimento do Projeto Gráfico

manual de identidade visual

Manual de Identidade Visual

Manual de identidade LINHA PROFISSIONAL

Manual UnivFumec.qxd 29/10/ :49 Page 1

Manual de identidade da marca

manual de identidade institucional

Transcrição:

MANUAL DE NORMAS GRÁFICAS PRINCÍPIOS BÁSICOS

ÍNDICE

INTRODUÇÃO Com o objetivo de continuar a rejuvenescer, modernizar e, sobretudo, criar uma identidade única, coesa e de fácil reconhecimento público da marca Secretaria Regional da Educação e Recursos Humanos, foi elaborado o presente documento com as orientações base para a uniformização das peças gráficas e coerência visual da imagem da SRE, de acordo com as normas utilizadas pelos organismos europeus. A aplicação consistente deste manual permite criar uma imagem clara e reconhecida. As orientações dispostas neste manual visam tão somente guiar a linha gráfica a utilizar pelos diferentes departamentos da SRE, aquando da produção de material de divulgação e promoção. Cumpridas as orientações concebidas nos exemplos, de seguida desenhados e explicados, atendendo aos diferentes formatos e materiais necessários em função dos diversos objetivos a que se destinam, a Secretaria Regional da Educação e Recursos Humanos pretende, essencialmente, afirmar-se também através de todos os seus departamentos, um organismo de referência e rigor, que se pretende primar pela excelência e coesão em todas as suas valências e vertentes. Assim sendo, a realização do presente documento reflete, por um lado, a necessidade do cumprimento de orientações comuns ao nível da comunicação visual e, por outro, o respeito pelas especificidades dos diferentes departamentos, nao criando rstriões ou imposições no que diz respeito à produção de conteúdos (gráficos e/ou textuais). Nota: Não obstante dos procedimentos expressos neste manual, o Gabinete do Secretário, através do Gabinete de Informação, Imagem e Protocolo, encontra-se permanentemente disponível para colaborar e/ou esclarecer eventuais dúvidas. 1

O NOSSO LOGÓTIPO TUTELA A identidade de uma instituição é reconhecida através do design do símbolo e do logótipo. A instituição deve transmitir como expressão da sua personalidade uma identidade visual forte e demonstrá-la através de todo o seu material de comunicação: conceito, forma e cor. Esta proposta, enquadrada naquelas premissas, tenta transmitir uma ideia de força, dinamismo e humanismo, através de um design com movimento, onde a representação da ilustração em movimento e dinâmica é patente. Para além do movimento da imagem, associa-se o design da sigla, como forma de identificação e rápida associação ao mesmo. 2

1. ELEMENTOS DO LOGÓTIPO 1.1 SÍMBOLO E DESIGNAÇÃO A logótipo é composto pelo símbolo e pela designação. As relações entre os elementos da marca foram cuidadosamente estudadas e não devem, em circunstância alguma, ser alteradas e as proporções devem ser mantidas qualquer que seja o tamanho dos logótipos. Está prevista a utilização singular do símbolo. LOGO PRINCIPAL SÍMBOLO DESIGNAÇÃO LOGOS COMPLEMENTARES SÍMBOLO Cor variável DESIGNAÇÃO DESIGNAÇÃO VARIÁVEL 3

1. ELEMENTOS DO LOGÓTIPO 1.2 LOGÓTIPO PRINCIPAL E LOGÓTIPOS COMPLEMENTARES LOGÓTIPOS A CORES / FUNDO BRANCO Símbolo SRE Logo SRE Logo SRE - DRE Logo SRE - DRRHAE Logo SRE - DRPRI Logo SRE - CEPAM Logo SRE - DRQP Logo SRE - DRT Logo SRE - IRT SECRETARIA REGIONAL DA LOGÓTIPOS A CORES / FUNDO PRETO Símbolo SRE Logo SRE Logo SRE - DRE Logo SRE - DRRHAE Logo SRE - DRPRI Logo SRE - CEPAM DIREÇÃO REGIONAL DA JUVENTUDE E DESPORTO Logo SRE - DRQP Logo SRE - DRT Logo SRE - IRT 4

2. GRELHAS DE CONSTRUÇÃO 2.1 LOGÓTIPOS Estas diretrizes mostram a grelha usada para estabelecer a relação entre os elementos que compõem a marca. Esta relação representa a base do sistema de identidade, nunca devendo ser alterada na sua proporção. 5 mm LOGO PRINCIPAL 5 mm 5 mm LOGOS COMPLEMENTARES 5 mm 5

3. MARGENS DE SEGURANÇA 3.1 LOGO PRINCIPAL Para garantir uma representação correta do logótipo deverá manter-se um espaço suficiente entre o mesmo e outros elementos gráficos ou margens. Esta regra representa as margens mínimas aconselháveis. Sempre que possível devem ser aumentadas. 10 mm 10 mm Zona mínima de protecção Texto texto texto texto Texto texto texto texto Texto Texto texto texto 6

3. MARGENS DE SEGURANÇA 3.2 LOGOS COMPLEMENTARES Para garantir uma representação correta dos logótipos complementares deverá manter-se um espaço suficiente entre o mesmo e outros elementos gráficos ou margens. Esta regra representa as margens mínimas aconselháveis. Sempre que possível devem ser aumentadas. 10 mm 10 mm Zona mínima de protecção Texto texto texto texto Texto texto texto texto Texto Texto texto texto 7

4. ESCALA E LEGIBILIDADE 4.1 DIMENSÃO MÍNIMA RECOMENDADA De forma a manter as propriedades visuais da marca, a sua redução não deverá ser inferior às dimensões aqui apresentadas. COM DESIGNAÇÃO 35 mm 35 mm 35 mm SECRETARIA REGIONAL DA 35 mm 35 mm 35 mm SEM DESIGNAÇÃO 20 mm 35 mm 35 mm 8

5. CORES 5.1 PRODUÇÃO DA COR O papel desempenhado pela cor num logo é fundamental. Assim, as cores deverão ser reproduzidas com a máxima fidelidade, tentando encontrar em cada superfície de reprodução a sua mais fiel aproximação, tendo como base as cores indicadas, para cada tipo de utilização. Nesta página estabelecem-se os padrões pelos quais as cores se definem. Sempre que possível, a reprodução da marca deve ser feita em quadricromia. LOGO SRE FUNDO BRANCO FUNDO PRETO 7% C=0 M=0 Y=0 K=7 R=237 G=237 B=237 27% C=0 M=0 Y=0 K=27 R=186 G=186 B=186 C=0 M=0 Y=0 K=100 R=0 G=0 B=0 MONOCROMÁTICO / POSITIVO MONOCROMÁTICO / NEGATIVO 9

5. CORES LOGO COMPLEMENTAR SRE-DRE CORES / FUNDO BRANCO CORES / FUNDO PRETO PANTONE 2935 C C=100 M=46 Y=0 K=0 R=28 G=117 B=188 PANTONE PROCESS CYAN C C=100 M=0 Y=0 K=0 R=0 G=174 B=239 27% C=0 M=0 Y=0 K=27 R=186 G=186 B=186 C=0 M=0 Y=0 K=100 R=0 G=0 B=0 ESCALA DE CINZAS / FUNDO BRANCO ESCALA DE CINZAS / FUNDO PRETO C=0 M=0 Y=0 K=27 R=186 G=186 B=186 C=0 M=0 Y=0 K=41 R=150 G=150 B=150 C=0 M=0 Y=0 K=100 R=0 G=0 B=0 MONOCROMÁTICO / POSITIVO MONOCROMÁTICO / NEGATIVO 10

5. CORES LOGO COMPLEMENTAR SRE-DRRHAE CORES / FUNDO BRANCO CORES / FUNDO PRETO PANTONE 3135 C C=100 M=0 Y=16 K=9 R=15 G=166 B=190 PANTONE 638 C C=83 M=0 Y=10 K=0 R=11 G=185 B=219 27% C=0 M=0 Y=0 K=27 R=186 G=186 B=186 C=0 M=0 Y=0 K=100 R=0 G=0 B=0 ESCALA DE CINZAS / FUNDO BRANCO ESCALA DE CINZAS / FUNDO PRETO C=0 M=0 Y=0 K=27 R=186 G=186 B=186 C=0 M=0 Y=0 K=41 R=150 G=150 B=150 C=0 M=0 Y=0 K=100 R=0 G=0 B=0 MONOCROMÁTICO / POSITIVO MONOCROMÁTICO / NEGATIVO 11

5. CORES LOGO COMPLEMENTAR SRE-DRPRI CORES / FUNDO BRANCO CORES / FUNDO PRETO PANTONE 363 C C=68 M=0 Y=100 K=24 R=60 G=142 B=26 PANTONE 361 C C=69 M=0 Y=100 K=0 R=61 G=196 B=5 27% C=0 M=0 Y=0 K=27 R=186 G=186 B=186 C=0 M=0 Y=0 K=100 R=0 G=0 B=0 ESCALA DE CINZAS / FUNDO BRANCO ESCALA DE CINZAS / FUNDO PRETO C=0 M=0 Y=0 K=27 R=186 G=186 B=186 C=0 M=0 Y=0 K=41 R=150 G=150 B=150 C=0 M=0 Y=0 K=100 R=0 G=0 B=0 MONOCROMÁTICO / POSITIVO MONOCROMÁTICO / NEGATIVO 12

5. CORES LOGO COMPLEMENTAR SRE-DRJD CORES / FUNDO BRANCO CORES / FUNDO PRETO PANTONE 7412 C C=0 M=42 Y=100 K=7 R=243 G=149 B=0 PANTONE 124 C C=0 M=28 Y=100 K=6 R=246 G=179 B=0 27% C=0 M=0 Y=0 K=27 R=186 G=186 B=186 C=0 M=0 Y=0 K=100 R=0 G=0 B=0 ESCALA DE CINZAS / FUNDO BRANCO ESCALA DE CINZAS / FUNDO PRETO C=0 M=0 Y=0 K=27 R=186 G=186 B=186 C=0 M=0 Y=0 K=41 R=150 G=150 B=150 C=0 M=0 Y=0 K=100 R=0 G=0 B=0 MONOCROMÁTICO / POSITIVO MONOCROMÁTICO / NEGATIVO 13

5. CORES LOGO COMPLEMENTAR SRE-DRQP CORES / FUNDO BRANCO CORES / FUNDO PRETO SECRETARIA REGIONAL DA PANTONE 180 C C=0 M=79 Y=100 K=11 R=237 G=79 B=0 PANTONE 1665 C C=0 M=68 Y=100 K=0 R=255 G=110 B=23 27% C=0 M=0 Y=0 K=27 R=186 G=186 B=186 C=0 M=0 Y=0 K=100 R=0 G=0 B=0 ESCALA DE CINZAS / FUNDO BRANCO ESCALA DE CINZAS / FUNDO PRETO C=0 M=0 Y=0 K=27 R=186 G=186 B=186 C=0 M=0 Y=0 K=41 R=150 G=150 B=150 C=0 M=0 Y=0 K=100 R=0 G=0 B=0 MONOCROMÁTICO / POSITIVO MONOCROMÁTICO / NEGATIVO 14

5. CORES LOGO COMPLEMENTAR SRE-DRT CORES / FUNDO BRANCO CORES / FUNDO PRETO PANTONE 1807 C C=0 M=100 Y=96 K=28 R=178 G=0 B=0 PANTONE 1797 C C=0 M=100 Y=99 K=4 R=231 G=0 B=0 27% C=0 M=0 Y=0 K=27 R=186 G=186 B=186 C=0 M=0 Y=0 K=100 R=0 G=0 B=0 ESCALA DE CINZAS / FUNDO BRANCO ESCALA DE CINZAS / FUNDO PRETO C=0 M=0 Y=0 K=27 R=186 G=186 B=186 C=0 M=0 Y=0 K=41 R=150 G=150 B=150 C=0 M=0 Y=0 K=100 R=0 G=0 B=0 MONOCROMÁTICO / POSITIVO MONOCROMÁTICO / NEGATIVO 15

5. CORES LOGO COMPLEMENTAR SRE-IRT CORES / FUNDO BRANCO CORES / FUNDO PRETO PANTONE 527 C C=74 M=98 Y=0 K=0 R=102 G=45 B=145 PANTONE 254 C C=65 M=82 Y=0 K=0 R=135 G=0 B=231 27% C=0 M=0 Y=0 K=27 R=186 G=186 B=186 C=0 M=0 Y=0 K=100 R=0 G=0 B=0 ESCALA DE CINZAS / FUNDO BRANCO ESCALA DE CINZAS / FUNDO PRETO C=0 M=0 Y=0 K=27 R=186 G=186 B=186 C=0 M=0 Y=0 K=41 R=150 G=150 B=150 C=0 M=0 Y=0 K=100 R=0 G=0 B=0 MONOCROMÁTICO / POSITIVO MONOCROMÁTICO / NEGATIVO 16

6. COMPORTAMENTO SOBRE FUNDOS 6.1 CORES NÃO OFICIAIS A aplicação do logótipo sobre fundos de cor não institucionais deve ser encarada com cuidado. O princípio consiste em manter a integridade cromática e leitura da marca SRE com maior contraste possível. Os quadros abaixo representam os padrões de comportamento possíveis para que a marca tenha uma boa legibilidade. 100% 50% 0% 17

6. COMPORTAMENTO SOBRE FUNDOS 6.2 SOBRE IMAGENS A aplicação do logótipo sobre fundos fotográficos é uma fonte de situações imprevistas. As imagens abaixo representam alguns exemplos que respeitam a integridade e a legibilidade da marca SRE. 18

7. LOGÓTIPOS INCORRETOS 7.1 PROIBIÇÕES 1 4 7 A alteração do Logótipo prejudica a coerência e percepção da identidade comprometendo os seus objetivoss. Torna-se necessário respeitar a integridade do Logótipo, ou seja, a sua estrutura formal e cromática. Aqui estão representadas algumas das incorreções mais frequentes. Legenda: 01 Desproporção dos elementos 02 Utilização em Outline 03 Distorção Horizontal 04 Distorção Vertical 2 5 8 3 6 9 05 Introdução de elementos dentro da área de protecção 06 Utilização de Molduras 07 Cores incorretas 08 Aplicação incorreta sobre fundos de cor 09 Aplicação incorreta sobre fundos de cor 19

8. TIPOGRAFIA 8.1 Tipo de letra A tipografia é um elemento muito importante na construção de uma marca, é com ela que a marca comunica. Uma coerente utilização tipográfica resulta numa elevada associação e reconhecimento da marca SRE. Century Gothic abc ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ abcdefghijklmnopqrstuvwxyz 1234567890! $%&/()=? @ 20

MANUAL DE ORIENTAÇÕES GRÁFICAS

1. ORIENTAÇÕES para materiais gráficos Logótipos obrigatórios Os logótipos obrigatórios para os peças/materiais gráficos são o da Região Autónoma da Madeira e o da Secretaria Regional da Educação e Recursos Humanos por esta ordem: Logótipos complementares MANUAL DE ORIENTAÇÕES GRÁFICAS

2. ORIENTAÇÕES gráficas para convites 2.1 Dimensões convites Impressos Tamanhos recomendados para envio por correio CTT: Para um envelope 220mm x 110mm As dimensões do convite não deveram exceder 200mm x 90mm deixando assim meio centímetro de espaço dentro do envelope. 2.2 Dimensões convites electrónicos CONVITE Horizontal Tamanhos recomendados para envio por formato eletrónico CONVITE Vertical As dimensões do convite não deveram exceder os 800 Pixeis de largura ficando a altura ao critério. CONVITE Horizontal ou MANUAL DE ORIENTAÇÕES GRÁFICAS

2. ORIENTAÇÕES gráficas para convites 2.3 Texto para os convites Quando o secretário convida Breve explicação O secretário regional só convida quando o próprio está presente no evento. Exemplo: O secretário regional da Educação e Recursos Humanos convida V. Ex.ª (para evento o qual está a convidar) que se realiza no (dia 00 de mês de ano), pelas (00h00), (no local onde irá decorrer o evento). Quando o secretário convida juntamente com outra pessoa Exemplo: O secretário regional da Educação e Recursos Humanos e o Reitor da Universidade da Madeira convidam V. Ex.ª (para evento o qual estão a convidar) que se realiza no (dia 00 de mês de ano), pelas (00h00), (no local onde irá decorrer o evento). Quando a secretaria convida Breve explicação A secretaria convida em todos os casos em que o secretário não esteja presente e sempre que alguma direção ou serviço pretendam um convite para algum evento. Exemplo: A Secretaria Regional da Educação e Recursos Humanos tem a honra de convidar V. Ex.ª (para evento o qual estão a convidar) que se realiza no (dia 00 de mês de ano), pelas (00h00), (no local onde irá decorrer o evento). MANUAL DE ORIENTAÇÕES GRÁFICAS

2. ORIENTAÇÕES gráficas para convites 2.4 Exemplos de convites horizontais Exemplo convites 20mm x 9mm horizontal: CONVITE O secretário regional da Educação e Recursos Humanos convida V. Ex.ª para evento o qual está a convidar que se realiza no dia 00 de mês de ano, pelas 00h00, no local onde irá decorrer o evento. CONVITE A Secretaria Regional da Educação e Recursos Humanos convida V. Ex.ª para evento o qual está a convidar que se realiza no dia 00 de mês de ano, pelas 00h00, no local onde irá decorrer o evento.

2. ORIENTAÇÕES gráficas para convites 2.5 Exemplos de convites verticais Exemplo convites 9mm x 20mm vertical: CONVITE O secretário regional da Educação e Recursos Humanos convida V. Ex.ª para evento o qual está a convidar que se realiza no dia 00 de mês de ano, pelas 00h00, no local onde irá decorrer o evento. CONVITE A Secretaria Regional da Educação e Recursos Humanos convida V. Ex.ª para evento o qual está a convidar que se realiza no dia 00 de mês de ano, pelas 00h00, no local onde irá decorrer o evento.

3. ORIENTAÇÕES gráficas para cartazes 3.1 Orientações para cartazes O cartaz é um poderoso meio de comunicação e tem uma função diferente conforme a mensagem a comunicar e o público-alvo a que se destina, assim as funções comunicacionais mais frequentes nos cartazes são: Informativa o cartaz informa sobre a existência de serviços, a realização de espectáculos, de eventos, etc. Didática o cartaz pode comunicar uma mensagem para ensinar algo, como por exemplo: apresentação de um mapa de metro, indicações técnicas sobre montagem de um equipamento, a apresentação da roda dos alimentos ou de um código de conduta. Persuasiva o cartaz pode apelar para uma campanha social ou política, promover a compra de um produto ou motivar para novos comportamentos sociais. Para que o cartaz comunique melhor com o espetador, deve respeitar algumas regras de comunicação. Em todos os cartazes há sempre uma mensagem, essa mensagem pode ser transmitida através de imagem, através de texto ou através de ambos texto e imagem. A mensagem estabelece-se sobre um suporte plano, normalmente em papel, pode ter: - diferentes formas, mas de uma maneira geral é retangular; - diferentes dimensões, que dependem sobretudo da função do cartaz e do local onde vai ser colocado; apresenta-se na vertical ou na horizontal, o seu destino é quase sempre a exposição pública e tem um carácter efémero. Os elementos de um cartaz devem permitir uma leitura rápida e que permita fixar o essencial. Trata-se quase sempre de uma leitura coletiva e momentânea. A combinação dos elementos do cartaz imagens, texto, formas e cores, provoca sempre um efeito visual global que pode tornar o cartaz mais ou menos eficaz, por isso a maneira como se organiza a composição é muito importante. Existem várias técnicas que podem ser utilizadas para execução de um cartaz, como fotomontagem, colagem, ilustração ou pintura a lápis de cor, guache, aguarela ou canetas de feltro e também técnica mista. MANUAL DE ORIENTAÇÕES GRÁFICAS

3. ORIENTAÇÕES gráficas para cartazes 3.2 Condições para uma boa leitura Organização formal distribuição dos elementos A distribuição dos elementos no cartaz deve ser feita tendo em conta a harmonia e o equilíbrio da composição. Não deve ter excesso de elementos diversificados, porque pode dificultar a leitura do cartaz e desvia a atenção do observador da informação principal que se pretende transmitir. O Texto tipo e dimensão, espaçamento das letras e das linhas de texto O texto deve ter um tipo de letra facilmente legível. A dimensão da letra (corpo da letra) não deve ser muito pequena, para que permita a sua leitura a alguns metros de distância do observador, nem demasiado grande de forma a manter a harmonia dos elementos do cartaz. O espaçamento entre as letras (caracteres) também deve ser o normal ou pode ser um pouco superior ao espaçamento normal. Quanto às linhas de texto, o espaçamento deve ser de 1,5 linhas ou duplo no texto principal, no texto auxiliar pode manterse este espaçamento ou o simples. Texto curto texto principal texto auxiliar O texto principal não pode ser muito extenso, normalmente é apenas o título da mensagem que se quer transmitir. O texto auxiliar serve para acrescentar informação ao cartaz como por exemplo local, data e hora de um evento e os seus participantes. A cor do texto deve ter contraste com a cor/imagem do fundo. Texto de rodapé patrocínios, apoios ou outros Este texto deve ter a letra num corpo bastante inferior aos restantes textos, podem estar representados imagens corporativas (logótipos e/ou símbolos). Relação figura-fundo De forma a que informação seja corretamente percepcionada, deverá ser assegurado contraste suficiente entre os diferentes elementos. Imagens podem ser fotografias, ilustrações ou ambas Uma imagem vale mais que mil palavras. Pela sua objectividade o recurso a imagens é recorrente nos cartazes. As imagens podem ser utilizadas como fundo ou como elemento central da comunicação, para ilustrar a mensagem. MANUAL DE ORIENTAÇÕES GRÁFICAS

3. ORIENTAÇÕES gráficas para cartazes Simplicidade formal Dado que normalmente o tempo disponível do receptor do cartaz é diminuto, o cartaz deverá ser desenvolvido tendo em conta a simplicidade formal. A utilização regrada de elementos (texto e imagens),um conjunto de cores apelativas assim como o recurso a formas facilmente perceptíveis, ajudam na descodificação da mensagem num espaço de tempo limitado. Espaço vazio ou neutro De forma a que o cartaz seja mais eficaz deveremos reservar espaços vazios ou neutros na composição. Deste modo permitimos uma melhor leitura da informação, através do isolamento de zonas sem texto/imagens. Originalidade Uma boa ideia pode servir para criar um cartaz apelativo e com grande impacto visual. Quem projecta um cartaz, recorre a uma série de desenhos ou esboços, antes da sua realização. Apresenta-se a seguir a estrutura de um cartaz e as suas linhas de força. MANUAL DE ORIENTAÇÕES GRÁFICAS 3.3 Campo Visual Centro óptico corresponde à zona do cartaz onde se tende afixar aatenção. Centro físico corresponde ao centro do cartaz determinado pelo ponto de cruzamento das diagonais

3. ORIENTAÇÕES gráficas para cartazes 3.4 Regras a seguir 1º Dividir o espaço útil do papel em três zonas. A colocação dos elementos (slogan, imagem e texto) deve ser feita de modo a proporcionar um equilíbrio com mais movimento (dinâmico) ou com menos movimento (estático) conforme o teu objetivos. 2º O tamanho das letras deve diminuir, consoante é título, texto ou legenda. 3º O texto deve ter frases curtas e letras bem legíveis. Não deverá conter mais do que 3 tipos de letra no mesmo cartaz. 4º As imagens devem ter legendas quando necessário. 5º Os espaços vazios são importantes. São eles que vão fazer sobressair a ilustração e a mensagem do cartaz. 6º O espaço ocupado pelo texto deve ser menor do que o espaço ocupado pela imagem. 7º Destacar palavras ou frases, recorrendo a diferentes estilos, tamanhos ou cores. A sua cor deverá contrastar com a cor do fundo para que as palavras sejam bem legíveis. 8º Os logótipos obrigatórios são o da Região Autónoma da Madeira e o da Secretaria Regional da Educação e Recursos Humanos, este poderá ser substituido pelos logos complementares (SRE - DRE / SRE - DRRHAE / SRE - DRPR / SRE - DRJD / SRE - DRQP / SRE - DRT / SRE - IRT). MANUAL DE ORIENTAÇÕES GRÁFICAS

3. ORIENTAÇÕES gráficas para cartazes 3.5 Aspetos a ter em atenção, alguns exemplos: Neste exemplo, o logo SRE deveria estar na mesma largura que o da RAM e ambos maiores, por sua vez o texto Gabinete Coordenador de Educação Artística deveria ser retirado, visto que este já se inclui na Direção Regional de Educação, como está representado na página seguinte. MANUAL DE ORIENTAÇÕES GRÁFICAS

3. ORIENTAÇÕES gráficas para cartazes Incorreto Correto MANUAL DE ORIENTAÇÕES GRÁFICAS

3. ORIENTAÇÕES gráficas para cartazes 3.5 Aspetos a ter em atenção, alguns exemplos: Neste exemplo, o logos que deveriam ser o da RAM o da SRE e o da CEPAM, todos estes invertidos e maiores ou então inserir um fundo branco para uma melhor leitura, como está representado na página seguinte. MANUAL DE ORIENTAÇÕES GRÁFICAS

3. ORIENTAÇÕES gráficas para cartazes Incorreto Correto opção 1 Correto opção 2 MANUAL DE ORIENTAÇÕES GRÁFICAS

3. ORIENTAÇÕES gráficas para cartazes 3.5 Aspetos a ter em atenção, alguns exemplos: Neste exemplo, o logos estão corretos só deveriam ser maiores para uma melhor leitura, neste caso especifico o texto Gabinete Coordenador de Educação Artística poderá ficar porque faz parte da identificação do grupo que promove o espetáculo mas no entanto um pouco menor para não se sobrepor ás entidades da organização, neste caso RAM e SRE como está representado na página seguinte. MANUAL DE ORIENTAÇÕES GRÁFICAS

3. ORIENTAÇÕES gráficas para cartazes Incorreto Correto opção 1 Correto opção 2 MANUAL DE ORIENTAÇÕES GRÁFICAS

3. ORIENTAÇÕES gráficas para cartazes 3.5 Aspetos a ter em atenção, alguns exemplos: Neste exemplo, o logos que deveriam ser maiores para uma melhor leitura, neste caso especifico o texto Gabinete Coordenador de Educação Artística poderá ficar porque faz parte da identificação do grupo que promove o espetáculo mas no entanto um pouco menor para não se sobrepor ás entidades da organização, neste caso RAM e SRE como está representado na página seguinte. MANUAL DE ORIENTAÇÕES GRÁFICAS

3. ORIENTAÇÕES gráficas para cartazes Incorreto Correto opção 1 Correto opção 2 MANUAL DE ORIENTAÇÕES GRÁFICAS

4. ORIENTAÇÕES outros elementos gráficas 4.1 Identificação do correio eletrónico 4.2 Modelo para o comunicado de imprensa MANUAL DE ORIENTAÇÕES GRÁFICAS