EIXO EXERCÍCIO PROFISSIONAL



Documentos relacionados
Dados sobre EaD (matrículas cursos de Engenharia)

O EXERCÍCIO PROFISSIONAL DA ÁREA TECNOLÓGICA NO SISTEMA CONFEA/CREA

MARCO REGULATÓRIO DA ENGENHARIA AMBIENTAL E ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA NO BRASIL

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR

NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO COLEGIADO DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO

PROGRAMA DE ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A RESOLUÇÃO N o 1010/05

POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL

PLANO SETORIAL DE DANÇA. DOCUMENTO BASE: Secretaria de Políticas Culturais - SPC Fundação Nacional de Artes FUNARTE Câmaras Setoriais de Dança

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL

OS PROJETOS DE LEI EM TRAMITAÇÃO NO CONGRESSO NACIONAL QUE INCIDEM SOBRE A AGENDA INSTITUINTE DO SNE

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA-RDC N 49, DE 31 DE OUTUBRO DE 2013

crítica na resolução de questões, a rejeitar simplificações e buscar efetivamente informações novas por meio da pesquisa, desde o primeiro período do

Audiência para tratar das possíveis tecnologias aplicadas com a finalidade de deter as aeronaves em riscos de acidentes nos aeroportos de pista curta

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA REDAÇÃO FINAL PROJETO DE LEI Nº D, DE O CONGRESSO NACIONAL decreta:

2 Oferta de cursos técnicos e superiores por eixo tecnológico, por Campus. Taxa de ingresso nos cursos técnicos na forma de oferta, por Campus

O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso da atribuição que lhe confere o artigo 14 da Lei no , de 14 de abril de 2004, resolve:

Responsabilidade Técnica na Pesquisa com Agrotóxicos. Eng. Agr. Gilberto Guarido Coordenador da Câmara Especializada de Agronomia

PLANO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO NO SISTEMA PRISIONAL PLANO DE AÇÃO

Plano de Lutas Em Defesa do Trabalho e da Formação e Contra a Precarização do Ensino Superior

NOTA TÉCNICA Política Nacional de Educação Popular em Saúde

DECRETO No , DE 7 DE NOVEMBRO DE 2011

Organização dos Estados Ibero-americanos Para a Educação, a Ciência e a Cultura MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO

A construção da. Base Nacional Comum. para garantir. Direitos e Objetivos de Aprendizagem e Desenvolvimento

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

CARGO: PROFESSOR Síntese de Deveres: Exemplo de Atribuições: Condições de Trabalho: Requisitos para preenchimento do cargo: b.1) -

MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009

PARECER HOMOLOGADO(*) (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 25/06/2007

PRÓ-DIRETORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU - PROPESP POLÍTICA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU

PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015. Ensino Técnico. Professor: Renato Custódio da Silva

VALORIZAÇÃO PROFISSIONAL

REFLEXÕES SOBRE O ENSINO EAD DE ENGENHARIA CIVIL. Ronald Donald Salvador/BA, 19/05/2014 Representando a CCEEC / CONFEA e CREA/SE

Formação de Recursos Humanos na área de fármacos e medicamentos

RELATÓRIO DAS OFICINAS SOBRE LICENCIAMENTO AMBIENTAL DOS PROJETOS DE ASSENTAMENTO DO PROGRAMA NACIONAL DE REFORMA AGRÁRIA

UMA ABORDAGEM QUANTITATIVA DE VARIÁVEIS RELACIONADAS A CURSOS DE MATEMÁTICA NO ESTADO DE SÃO PAULO

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A RESOLUÇÃO N o 1010/05

Agenda Territorial de Desenvolvimento Integrado de Alfabetização e Educação de Jovens e Adultos

Plano de Trabalho BVS Brasil

Índice. Grupo Módulo 2

CAPITULO I DO OBJETIVO

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO

154 a SESSÃO DO COMITÊ EXECUTIVO

Súmula: Regulamenta a Instituição do Programa Brigadas Escolares Defesa Civil na Escola.

PLANO DE DESENVOLVIMENTO DA INSTITUIÇÃO. Pesquisa e Pós-Graduação

CME BOA VISTA ESTADO DE RORAIMA PREFEITURA MUNIPAL DE BOA VISTA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

Anexo II CARGOS DE DCA

RESOLUÇÃO Confea Atribuições

NORMA DE FISCALIZAÇÃO DA CÂMARA ESPECIALIZADA DE ENGENHARIA ELÉTRICA Nº 002, DE 26 DE AGOSTO DE 2011.

Proposta de Programa- Quadro de Ciência, Tecnologia e Inovação L RECyT,

ESCLARECIMENTOS SOBRE OS CURSOS DE BACHARELADO E LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008

FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃODE RECURSOS HUMANOS DA ANTT

XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME

Campus de Franca TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

EDUCAÇÃO AMBIENTAL. Meta e Estratégias. Meta

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 867, DE 4 DE JULHO DE

QUESTIONÁRIO DE SONDAGEM DA PRÁTICA PEDAGÓGICA DADOS DE IDENTIFICAÇÃO

V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares

CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO-CONSEPE

O Ensino a Distância nas diferentes Modalidades da Educação Básica

Educação a Distância (EAD) e a Expansão das Universidades Federais

Ficha Técnica. Supervisão Comissão de Organização, Normas e Procedimentos CONP

POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL

PORTARIA-TCU Nº 385, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2009 (Revogada) (Portaria - TCU nº 36, de 31/01/2011, BTCU nº 03, de 31/01/2011)

REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO FACULDADE SUMARÉ

SECRETARIA DE ESTADO DE ESPORTES E DA JUVENTUDE SUBSECRETARIA DA JUVENTUDE

Resolução SE 21, de Institui o Programa Novas Tecnologias Novas Possibilidades

Regulamento de Atividades Complementares

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE A FOME CONSELHO NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL RESOLUÇÃO N.º 191, DE 10 DE NOVEMBRO 2005 DOU 17/11/2005

Os Consórcios Públicos como Ferramenta de Gestão de Serviços Públicos

Minuta do Capítulo 8 do PDI: Políticas de Atendimento aos Discentes

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO

Plano de Lutas Em Defesa do Trabalho e da Formação e Contra a Precarização do Ensino Superior

Termo de Referência para contratação de consultor na modalidade Produto

MANUAL DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES PARA O CURSO DE FISIOTERAPIA

31 de julho de Gerente da Coordenação de Educação da Fundacentro

CIRLANE MARA NATAL MESTRE EM EDUCAÇÃO PPGE/UFES 2013

Ednei Nunes de Oliveira - Candidato a Diretor. Por uma EaD focada no aluno e na qualidade com inovação: crescer com justiça e humanização.

RESOLUÇÃO CFP N 009/2000 DE 20 DE DEZEMBRO DE 2000

CONSELHO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 144, DE 10 DE SETEMBRO DE 2015.

ASSESSORIA PEDAGÓGICA. Angela Maria Andrade Marinho de Souza Cristina Bandeira Townsend Mariglei Severo Maraschin Suélen da Silva Zuquetto

PROGRAMA DE APOIO E APERFEIÇOAMENTO PEDAGÓGICO AO DOCENTE

RESULTADOS FINAIS DO ENCONTRO NACIONAL - ÁREA MEIO - ESTRATÉGIA NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO

Setor Educacional do MERCOSUL - SEM

Plano de Ação do Centro de Educação e Letras

Engajamento com Partes Interessadas

CENTRO UNIVERSITÁRIO BELAS ARTES DE SÃO PAULO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO

UNIVERSIDADE DE SANTO AMARO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO - BACHARELADO Modalidade: PRESENCIAL REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES

SICONV UM NOVO PARADIGMA NAS TRANSFERÊNCIAS VOLUNTÁRIAS DA UNIÃO: TRANSPARÊNCIA E CONTROLE SOCIAL DOS GASTOS PÚBLICOS

Assistência Técnica e Extensão Rural

Somos credenciados pelo MEC para os cursos de pós-graduação a distância. E somos registrados no CREA de Campos do Goytacazes-RJ. Estamos totalmente

PARECER. Justificativa

Transcrição:

SEMINÁRIO CONFEA / CAU APRESENTADAS NOS GTs, ALINHADAS COM AS SOLUÇÕES BUSCADAS PELO SEMINÁRIO Brasília, 24 e 25 de julho de 2014 Eixo 1: Exercício Profissional Eixo 2: Fiscalização Eixo 3: Formação Profissional Eixo 4: Ações Interinstitucionais EIXO EXERCÍCIO PROFISSIONAL 1: Gestão Territorial Atuação conjunta do CAU/BR e CONFEA no fomento da Gestão Territorial baseada em levantamentos geológicos básicos para melhoria da ocupação do espaço urbano e rural. 2: Participação no Conselho Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social Os Conselhos (CAU/BR e CONFEA) buscarem assento no Conselho Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República, de caráter prioritário, pois definem políticas públicas no Brasil. 3: Instituir Prêmio de Jornalismo CONFEA e CAU/BR instituírem de forma conjunta Prêmio de Jornalismo, de caráter anual, visando à valorização e divulgação da engenharia, agronomia e arquitetura. 4: Criação de GT Engenharia de Segurança do Trabalho Os Conselhos (CAU/BR e CONFEA) criarem grupo de trabalho, de forma conjunta, no prazo de até 90 dias, para harmonização das soluções cabíveis, visando o registro de profissionais da Engenharia, Agronomia e Arquitetura com especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho, nos respectivos Conselhos. 5: Estimular frentes parlamentares de Engenharia, Agronomia e Arquitetura nos estados. Os Conselhos (CAU/BR e CONFEA) incentivarem os seus respectivos regionais a criarem frentes parlamentares nos estados e municípios como instrumentos de valorização e regulamentação de leis estaduais e municipais na área profissional, como Engenharia, Agronomia e Arquitetura públicas. 1

6: Revisão das resoluções 21 e 51 do CAU/BR e da Resolução 1048 do CONFEA, bem como de outras similares. Compor grupo de trabalho CAU/BR CONFEA, para discutir atividades e campos de atuação privativos e compartilhados dos profissionais, visando estabelecer critérios para concessão de atribuições profissionais compatíveis com a formação profissional. 7: Criação de GT Registros Criar grupo de trabalho CAU/BR - CONFEA para estudar procedimentos de registros, no que couber, visando a harmonização e a uniformização entre os dois Conselhos. 8: Participação conjunta (CAU/BR e CONFEA) em eventos sociais nacionais e regionais. Estimular a participação conjunta (CAU/BR e CONFEA) em ações sociais nacionais e regionais com a finalidade de reconhecimento da sociedade brasileira da importância da atuação profissional dos arquitetos, engenheiros e agrônomos, visando, inclusive, a efetivação da Lei de Assistência Técnica em Engenharia e Arquitetura Pública (Lei nº 11.888/2008). EIXO FISCALIZAÇÃO 1: Fiscalização - ART e RRT Considerando o caráter público dos conselhos profissionais dos engenheiros e agrônomos (Confea/Creas) e dos arquitetos e urbanistas (CAU/BR e CAUs/UF) na defesa da sociedade brasileira. Recomendar a troca de informações das ART e RRT pelos sistemas de registro e fiscalização de ambos os conselhos profissionais naquilo que for de interesse comum. 2: Recomendação Orientar os profissionais e fiscais sobre a competência de ambos os conselhos de fiscalizar obras com placa ou não. A conferência de documentos e responsabilidades deve garantir exercício legal e segurança à sociedade (a quem o conselho serve) 2

EIXO FORMAÇÃO PROFISSIONAL 1: Diálogo com CNE, MEC - Registro e revalidação de diplomas de estrangeiros Realizar reunião conjunta entre CEF (CAU), CEAP (Confea) e associações da área de ensino para estudar melhorias nos processos de análise e convalidação de diplomas estrangeiros e reunião com a comissão relatora da matéria no Conselho Nacional de Educação 2: Diálogo com CNE, MEC - Revisão das resoluções do Sistema Educacional (CNE) referentes ao grupo da Engenharia e Agronomia Realização de reunião conjunta entre o CAU-BR e Confea com o CNE para tratar do acompanhamento do processo de revisão das DCNs respectivas. 3: Os atuais perfis acadêmicos dos egressos do sistema profissional atendem às demandas de caráter sócio-econômico, atuais e previstas nos estudos prospectivos, tanto quantitativa quanto qualitativamente? - Promover articulação entre os sistemas de registro de profissionais do Confea e do CAU- BR no sentido de se consolidar e sistematizar as informações existentes. - Estabelecer diálogo com o Poder Público acerca da oferta e demanda de profissionais do país. 4: As diretrizes curriculares orientadoras da formação profissional são consideradas como satisfatórias face ao atual estado do conhecimento e ao grau de evolução dos meios de comunicação e pedagógicos disponíveis? - O GT entende que as diretrizes curriculares orientadoras da formação profissional no caso da Engenharia, da Agronomia e da Arquitetura não são satisfatórias. - O GT propõe realizar reunião conjunta entre CEF (CAU), CEAP (Confea) e associações da área de ensino para estudar melhorias com relação às diretrizes curriculares. 5: O que se poderia dizer do atual nível de integração entre os sistemas de formação, de exercício e de fiscalização profissional? Realização de reunião conjunta CEF (CAU-BR) e CEAP (Confea) para construção de agenda comum visando uma maior integração entre os sistemas de formação e profissional. 3

6: Quais são os principais instrumentos legais e normativos reguladores e regulamentadores da habilitação acadêmica nas áreas de Engenharia, Agronomia e Arquitetura? - Estudar formas de intensificar o debate com as instituições de ensino visando reduzir as lacunas (oferta de cursos não previstos em DCNs, oferta de cursos experimentais, autonomia do sistema educacional e do sistema profissional, critérios de elaboração de manifestações técnicas Decreto 5773-2006) identificadas pelos Sistemas Profissionais. - Estudar formas de implantação de residência técnica nas IES 7: As atividades, atribuições e competências profissionais devem ser definidas com base na análise de perfil profissional do egresso, do currículo integralizado e do projeto pedagógico do curso? As atividades, atribuições e competências profissionais devem ser definidas com base na análise de perfil profissional do egresso, do currículo integralizado e do projeto pedagógico do curso, atendidas as DCNs e legislações profissionais. 8: Educação continuada nos três níveis de formação (técnico, tecnológico e de bacharelado) Iniciar estudos sobre certificação profissional e de atualização em conjunto com as entidades nacionais e instituições de ensino superior 9: Educação a Distância Reafirmar a impropriedade da oferta de cursos da área de Engenharia, Agronomia e Arquitetura e Urbanismo na modalidade a distância quando da realização de reunião conjunta CEF (CAU-BR) e CEAP (Confea) para construção de agenda comum visando uma maior integração entre os sistemas de formação profissional. 10: Cursos oferecidos no período noturno (Engenharia, Agronomia e Arquitetura) Em relação a esses cursos deve ser observada a qualidade do curso e do corpo docente quando da realização de reunião conjunta CEF (CAU-BR) e CEAP (Confea) para construção de agenda comum visando uma maior integração entre os sistemas de formação profissional. 4

EIXO AÇÕES INTERINSTITUCIONAIS 1: Criação de um Comitê permanente para acompanhamento das questões que requeiram a edição de resoluções conjuntas Confea-Creas/CAU-BR Proposição embasada na Lei 12.378/2010, Art. 4, Parágrafo 3. Comitê paritário, composto de 4 representantes para cada Sistema. 2: Firmar termo de cooperação técnica para ações conjuntas de assessoria parlamentar. As ações conjuntas de assessoria parlamentar em assuntos de interesse de ambos fortalecem a ação política dos Conselhos, nos diversos níveis de Governo, garantindo a sua efetividade. Esta ação repercute para fortalecer as profissões junto aos poderes constituídos e perante a sociedade. 3: Estabelecer canal de comunicação conjunta Sistema Confea-Creas/CAU-BR. Esta proposição visa o compromisso com o relacionamento interinstitucional de forma a garantir: - A indispensável integração das atividades multiprofissionais de trabalho e a necessária troca de informações operacionais nos casos do exercício de profissões afins. - A necessidade de desenvolvimento de campanhas institucionais informando à sociedade civil sobre as finalidades, missões, visões e valores dos Conselhos Profissionais; bem como informando sobre os direitos do cidadão quando da prestação dos serviços profissionais, conforme o estabelecido no Código Defesa do Consumidor CDC. 5