Guia de Elaboração de. Mapa Conceitual

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Transcrição:

1 Guia de Elaboração de Mapa Conceitual

2 Elaboradores Marcos Kubrusly Melissa Soares Medeiros Kristopherson Lustosa Augusto Randal Pompeu Ponte

3 O que é Mapa Conceitual? É um método por meio do qual se ajuda estudantes e educadores a captar o significado dos materiais que vão aprender. É um recurso esquemático destinado a representar um conjunto de significados conceituados incluídos em uma estrutura de proposições. São diagramas de significados, de relações significativas, de hierarquias conceituais. História do Mapeamento Conceitual A teoria a respeito dos Mapas Conceituais foi desenvolvida na decáda de 1970 pelo pesquisador norte-americano Joseph Novak, o qual realizou um projeto de pesquisa cujo intuito era analisar como as crianças aprendiam novas ideias. Ele se inspirou em uma teoria de David Ausubel, psiquiatra e psicólogo americano: "O fator mais importante que influencia a aprendizagem é o que o aluno já sabe. Consiga isso e o ensine adequadamente" (fig.01). Isto traduz a Aprendizagem Significativa em que o significado do aprendizado acontece quando ocorre uma integração de novos conceitos em nossa estrutura cognitiva com conceitos já entendidos e existentes.

4 Além disso, Ausubel argumentava que é mais fácil relacionar uma nova informação com a estrutura cognitiva preexistente quando, antes de se abordar a informação propriamente, esta seja apresentada na forma de uma frase ou de um gráfico etc. denominado organizador prévio. Um mapa conceitual fornece uma demonstração visual da aprendizagem significativa uma vez que envolve a assimilação de novos conceitos e proposições em estruturas cognitivas existentes. A figura 02 esquematiza a ativação dos conhecimentos prévios sobre tireoide por meio de um caso de hipertireoidismo. Esse conhecimento novo se acoplará ao prévio (âncoras/ subsunçor) dando um significado à nova informação. O subsunçor conservação vai-se tornando cada vez mais elaborado, mais diferenciado, mais capaz de servir de âncora para a atribuição de significados a novos conhecimentos.

5 Disfunção Adeno-hipófise Mais e mais Específico Este processo característico da dinâmica da estrutura cognitiva chama-se diferenciação progressiva (fig. 03). A figura 04 ilustra a diferença entre aprendizagem significativa e mecânica. Caso não houvesse nenhum conhecimento prévio, a aprendizagem seria inicialmente mecânica, ou seja, por meio de memorização.

6 Seguindo os ensinamentos de Ausebel, o pesquisador desenvolveu uma nova ferramenta que a denominou de MAPA CONCEITUAL. Os conceitos (palavras-chave) mais gerais do trabalho foram agrupados no topo do Mapa e os mais específicos, no fundo. Entre os conceitos, havia uma palavra de ligação dando-lhe um significado e formando uma proposição. Elementos Fundamentais De acordo com a definição de Novak, o Mapa Conceitual continha três elementos fundamentais: Conceitos Os conceitos (palavras-chave) são definidos como "regularidades ou padrões percebidos em eventos ou objetos, ou registros de eventos ou objetos, designados por um rótulo" e são representados como formas no diagrama: CONCEITOS Objetos: coisas com átomos (matérias) Eventos: coisas que acontecem Uma ou poucas palavras Substantivos ou adjetivos (qualificadores) OBJETOS: Você consegue perceber regularidades comuns (padrões) aos seguintes objetos?

7 EVENTOS Você consegue perceber regularidades comuns (padrões) aos seguintes eventos? Pessoas dançando, música, alegria, bolo, vela... FESTA Palavras/ frases de ligação: São palavras que servem para unir os conceitos e indicar o tipo de relação existente entre eles. Elas são tão concisas quanto possível e normalmente contêm um verbo. Exemplos incluem "causas", "inclui" e "requer". TERMO DE LIGAÇÃO Explicação para a relação observada entre dois conceitos Poucas palavras Verbo: aumenta a clareza da explicação CONCEITO CONCEITO Inicial SENTIDO DE LEITURA Final CLAREZA SEMÂNTICA Mapas conceituais - facilitam a aprendizagem Brasileiros - gostam de futebol

8 Estrutura Proposicional As proposições são declarações significativas constituídas por dois ou mais conceitos relacionados com palavras de ligação. Essas declarações também são conhecidas como unidades semânticas ou unidades de significado. Conceitos e proposições são a base para a criação de novos conhecimentos em um domínio. Essencialmente, um mapa conceitual transmite, visualmente, um conjunto de proposições sobre um determinado tópico. PROPOSIÇÕES Mapas conceituais - facilitam a Brasileiros - gostam de Brasileiros - campos de aprendizagem futebol futebol CONCEITO CONCEITO Inicial SENTIDO DE LEITURA Final CLAREZA SEMÂNTICA

9 Estrutura Hierárquica Nos mapas conceituais, os conceitos estão dispostos por ordem de importância. Um elementochave do mapa conceitual é sua estrutura hierárquica. Os conceitos mais gerais e inclusivos estão posicionados no topo de um mapa conceitual com os conceitos mais específicos e exclusivos, organizados hierarquicamente abaixo. Como tal, um mapa conceitual é projetado para ler de cima para baixo. Idéias Ideias Mais Gerais Ideias Mais Específicas Ideias Mais Específicas Ideias Mais Específicas Idéias Mais Específicas Idéias Mais Específicas Idéias Mais Específicas Ideias Mais Específicas Ideias Mais Específicas Ideias Mais Específicas Idéias Mais Específicas Idéias Mais Específicas Idéias Mais Específicas Ideias Bem Mais Específicas Idéias mais, mais específicas Ideias Bem Mais Específicas Idéias mais, mais Específicas Questão Central Uma questão central define a questão ou o problema que o mapa conceitual precisa resolver. Desenvolver uma questão central permite que você tenha um contexto em mente e, assim, ajude a orientar e a manter a direção do mapa conceitual. Dentro da estrutura hierárquica, a questão central deve estar no topo do mapa conceitual e servir como um ponto de referência. Estacionamento Antes de iniciar o mapa conceitual, pode ser útil elaborar uma lista que identifique os conceitoschave que precisam ser incluídos. Estabeleça uma lista ordenada do conceito mais geral ao mais específico. Esta lista é chamada de estacionamento, pois você moverá os itens para o mapa à medida que descobrir onde eles se encaixam.

10 Técnica de Construção de Mapas Conceituais Não há regras gerais fixas para o traçado de mapas de conceitos. O importante é que o mapa seja um instrumento capaz de evidenciar significados atribuídos a conceitos e relações entre conceitos no contexto de um corpo de conhecimentos, de uma disciplina, de uma matéria de ensino. Por exemplo, se o indivíduo que faz um mapa, seja ele professor ou aluno, une dois conceitos por meio de uma linha, ele deve ser capaz de explicar o significado da relação que vê entre esses conceitos. Os mapas conceituais devem ser explicados por quem os faz; ao explicá-lo, a pessoa externaliza significados. Reside aí o maior valor de um mapa conceitual. É claro que a externalização de significados pode ser obtida de outras maneiras; porém, mapas conceituais são particularmente adequados para essa finalidade. Apesar de não haver regras fixas, enumeram-se abaixo algumas recomendações gerais: a) ter, antes, uma boa pergunta inicial (objetivos de aprendizagem) cuja resposta estará expressa no mapa conceitual construído; b) escolher um conjunto de conceitos (palavras-chave) dispondo-os aleatoriamente no espaço onde o mapa será elaborado; c) escolher um par de conceitos para o estabelecimento da(s) relação(ões) entre eles; d) decidir qual a melhor e escrever uma frase de ligação para esse par de conceitos escolhido; e) partir do conceito mais geral para o mais específico (hierarquização); f) estabelecer as relações entre ideias, conceitos, proposições apontando similaridades e diferenças significativas (Reconciliação Interativa); g) evitar a micro-ortografia; se for um mapa expresso, ser fonte número 12 e utilizar somente uma folha tamanho A4.

Avaliação de Mapas Conceituais Os critérios devem ser explicitados ao grupo antes de qualquer correção no mapa conceitual. Exemplo de critérios: conceitos claros, relações justificadas, riqueza de ideias, criatividade na organização, lógica na organização, representatividade do conteúdo trabalhado. A ideia principal do uso de mapas na avaliação dos processos de aprendizagem é a de avaliar o aprendiz em relação ao que ele já sabe, a partir das construções conceituais que ele conseguir criar, isto é, como ele estrutura, hierarquiza, diferencia, relaciona, discrimina e integra os conceitos de um dado minimundo em observação, por exemplo. Isso significa que não existe mapa conceitual correto. Um professor nunca deve apresentar aos alunos o mapa conceitual de certo conteúdo e, sim, um mapa conceitual para esse conteúdo segundo os significados que ele atribui aos conceitos e as relações significativas entre eles. Da mesma maneira, nunca se deve esperar que o aluno apresente na avaliação o mapa conceitual correto de certo conteúdo. Isso não existe. O que o aluno apresenta é o seu mapa, e o importante não é se esse mapa está certo ou não, mas, sim, se ele dá evidências de que o aluno está aprendendo significativamente o conteúdo. A análise de mapas conceituais é essencialmente qualitativa. O professor pode avaliar o mapa traçado pelo aluno ou somente interpretar a informação dada por ele no mapa a fim de obter evidências de aprendizagem significativa. Alguns pontos negativos: Mapas complexos e confusos. Relações incorretas. Mapas memorizados e mapas copiados: o problema de se memorizar conceitos sem entendimento real

Apresentação dos Mapas Conceituais durante a Sessão Tutorial No início da sessão tutorial, utilizando o Mapa Conceitual como meio de compartilhar os significados entre os alunos, solicitamos que eles se dividam em dois grupos e façam um mapa conceitual coletivo. Em seguida, todos voltam a utilizar somente seus mapas individuais. Neste momento, os alunos são avaliados se são capazes de ativar seus conhecimentos prévios utilizando somente seus mapas. Assim, não é permitida nenhuma consulta durante a discussão. Programa de Elaboração dos Mapas Conceituais Disponível na Internet: https://cmaptools.apportal.com.br/ Este guia foi baseado nas referências abaixo enumeradas: Referências: Mapas Conceituais Uma técnica para aprender. Antonio Ontoria Pena. Editora Loyola 2005. https://www.lucidchart.com/pages/pt/o-que-%c3%a9-um-mapa-conceitual. Acessado em 26/09/17. https://www.if.ufrgs.br/~moreira/mapasport.pdf Acessado em 26/09/17. AMORETTI, M. S. M. TAROUCO, L. M. R. Mapas Conceituais: modelagem colaborativa do conhecimento. Revista Informática na Educação: Teoria & Prática. Volume 3 Número 1. Porto Alegre, 2003. BUDD, J. W. Mind Maps as Classroom Exercises http://www.indiana.edu/~econed/pdffiles/winter04/budd.pdf Acessado em 10/09/2005. CAÑAS, A. J. CARVALHO, M. Concept Maps and AI: na Unlikely Marriage? In: SBIE 2004 Diversidade e Integração: Desafios para a Telemática na Educação. Manaus, EDUA, 2004. DUTRA, Í. M. ; FAGUNDES, L. C. ; CAÑAS, A. J.. Un Enfoque Constructivista para el Uso de Mapas Conceptuales en Educación a Distancia de Profesores. In: CMC 2004 - First International Conference on Concept Mapping, 2004, Pamplona, Navarra - Espanha. First International Conference on Concept Mapping/Primer Congreso Internacional Sobre Mapas Conceptuales, 2004. JONASSEN, D. H. Computers as Mindtools for Schools Engaging Critical Thinking. 2 ed. Upper Saddle River, New Jersey, EUA. Prentice Hall, 2000. NOVAK, J. D. (2003) The Theory Underlying Concept Maps and How to Construct Them. <http://cmap.coginst.uwf.edu/info/printer.html>. Acessado 03/06/2003.

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