PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE CONTRIBUINTE ESTADUAL E EC 87 - Inscrição estadual para contribuintes de outras unidades da federação (1 a 4) - Mudança no nº da inscrição estadual de contribuintes de outras unidades da federação já inscritos no CGC/TE (5 e 6) - Formas de recolher o imposto devido nas operações ou prestações alcançadas pela EC 87/2015 (7 e 8) - Formas de declarar o imposto devido nas operaçoes ou prestações alcançadas pela EC 87/2015 (9 a 12) - Prazos para pagar o imposto devido nas operaçoes ou prestaçoes alcançadas pela EC 87/2015 (13 e 14) - Fundo Pobreza (AMPARA) e a EC 87/2015 (15 a 19)
- Inscrição estadual para contribuintes de outras unidades da federação 1. A Inscrição Estadual para estabelecimentos localizados em outra unidade da federação que realizem operações ou prestações destinadas a não contribuinte do RS, alcançadas pela EC nº 87/15, é obrigatória? Não. Caso o estabelecimento não seja inscrito e realizar operações ou prestações destinadas a não contribuinte do RS, alcançadas pela EC nº87/15, deve realizar o pagamento por ocasião de cada prestação ou operação (nota a nota). Dispositivo legal cláusula 4ª do Conv. 93/15. 2. O estabelecimento inscrito no CGC/TE RS como Substituto Tributário Interestadual necessita de nova inscrição para as operações alcançadas pela EC nº 87/15? Não. Ele utilizará a mesma inscrição que possui como Substituto Tributário Interestadual. Dispositivo legal: Parágrafo 4º, cláusula 5ª do Conv. 93/15 e decreto 52.754/15. 3. Caso o Contribuinte não seja inscrito como Substituto Tributário Interestadual e realizar operações alcançadas pela EC nº 87, como deve proceder? Vide pergunta 01. Deverá recolher o imposto por ocasião de cada prestação ou operação (nota a nota). Caso deseje formalizar pedido de inscrição, as informações e documentos necessários encontram-se no link abaixo: Carta de Serviços - Solicitação de Inscrição contribuinte estabelecido em outra unidade da federação - EC87. Dispositivo legal: Cláusula 4ª do Conv. 93/15 e Decreto nº 52.754/15. 4. Conforme o Inciso I, da Cláusula Terceira do Convênio nº 152/15 as inscrições dar-se-ão de forma simplificada, ficando dispensada a apresentação de documentos. Esta regra vale para o RS? Este dispositivo do Convênio nº 152/2015 não foi integralmente recepcionado pela legislação interna do RS. A Cláusula Quinta do Convênio nº 93/2015 normatiza que a inscrição fica a critério da UF de destino observada sua legislação tributária. A Receita Estadual publicou o decreto nº 52.754/15 que estabelece a forma simplificada de inscrição, bem como os documentos e informações necessários, que também estão descritos na Carta de Serviços da Receita Estadual (link abaixo).
Carta de Serviços - Solicitação de Inscrição contribuinte estabelecido em outra unidade da federação - EC87. Dispositivo legal: Decreto nº 52.754/15; Claúsula 5ª do Conv. 93/2015; Inciso I da cláusula 3ª Conv. nº 152/2015. - Mudança no nº da inscrição estadual de contribuintes de outras unidades da federação já inscritos no CGC/TE 5. O estabelecimento localizado em outra unidade federada inscrito no CGC/TE RS em dezembro de 2015 em decorrência de realizar operações ou prestações alcançadas pela EC nº87/15 também deve utilizar nova inscrição estadual para fatos geradores ocorridos a partir de janeiro de 2016? Sim. Caso o estabelecimento localizado em outra unidade federada tenha tido sua inscrição deferida em dezembro de 2015 no CGC/TE RS, recebeu um numero de inscrição provisório iniciado por 096/. Entretanto, para os fatos geradores ocorridos a partir de 01/01/2016 deverá ser utilizada uma nova inscrição iniciada por 900/. A Inscrição Estadual no RS é composta de 10 dígitos (formato XXX/XXXXXXX) e todos eles serão modificados na nova inscrição gerada. A mudança de inscrição estadual deve-se à atualização cadastral da Receita Estadual para todos os estabelecimentos localizados em outras unidades da federação inscritos no CGC/TE RS até 31 de dezembro de 2015. Estabelecimentos que tiverem sua Inscrição Estadual deferida a partir de janeiro/16 já receberão diretamente o novo número de inscrição iniciado por 900/. 6. Onde pode ser consultado o novo número de Inscrição? A nova inscrição estadual deve ser utilizada para fatos geradores ocorridos a partir de 01/01/2016 e pode ser consultada na Consulta Sintegra (www.sintegra.com.br) bem como na Consultas ao Contribuinte localizada no menu esquerdo neste site. (www.sefaz.rs.gov.br). - Formas de recolher o imposto devido nas operações ou prestações alcançadas pela EC 87/2015 7. Qual a forma de recolhimento do imposto para o estabelecimento de outra unidade federada inscrito no CGC/TE RS que realizar operações ou prestações destinadas a não contribuinte do RS alcançadas pela EC nº 87/15?
O estabelecimento de outra unidade federada inscrito no CGC/TE RS e que realizar operações ou prestações destinadas a não contribuinte localizado no RS e alcançados pela EC nº 87/15 deve recolher o imposto por apuração no prazo da respectiva inscrição. Caso a mercadoria esteja sujeita ao Fundo Pobreza (AMPARA/RS) igualmente deverá ser recolhido o adicional de 2 pontos percentuais na alíquota do. Entretanto, o recolhimento do e do AMPARA/RS dar-se-ão em separado, através de guias distintas. Os códigos de arrecadação para esta situação são: receita na receita do principal na Detalhamento da receita na (subdivisão do código de receita) receita na GA equivalente à arrecadação do principal na GA Consumidor Final Não Contribuinte Outra UF por 10011-0 CONSUMIDOR FINAL NÃO CONTRIBUINTE OUTRA UF POR APURAÇÃO 1511 10013-7 - Declarado Comércio -AMPARA APURACAO 1513 10013-7 Declarado Indústria -AMPARA APURACAO 1513 Dispositivo Legal: Parágrafo 2º da cláusula 5ª do Conv. 93/15 e Lei nº 14.742. 8. Qual a forma de recolhimento do imposto para o estabelecimento de outra unidade federada não inscrito no CGC/TE RS que realizar operações ou prestações destinadas a não contribuinte do RS alcançadas pela EC nº 87/15? O estabelecimento de outra unidade federada não inscrito no CGC/TE RS e que realizar operações ou prestações destinadas a não contribuinte localizado no RS e alcançados pela EC
nº87/15 deve recolher o imposto por ocasião de cada operação ou prestação (nota a nota). Caso a mercadoria esteja sujeita ao Fundo Pobreza (AMPARA-RS) igualmente deverá ser recolhido o adicional de 2 pontos percentuais na alíquota do. Entretanto, o recolhimento do e do AMPARA/RS dar-se-ão em separado, através de guias distintas. Os códigos de arrecadação para esta situação são: receita na receita do principal na Detalhamento da receita na (subdivisão do código de receita) receita na GA equivalente à arrecadação do principal na GA Consumidor Final Não Contribuinte Outra UF por Operação 10010-2 CONSUMIDOR FINAL NÃO CONTRIBUINTE OUTRA UF POR OPERAÇÃO 1510 Operação 10012-9 -AMPARA FUNDO ESTADUAL DE COMBATE A OPERACAO 1512 Dispositivo Legal: Cláusula 4ª do Conv. 93/15 e Lei nº 14.742. - Formas de declarar o imposto devido nas operaçoes ou prestações alcançadas pela EC 87/2015 9. Como declarar o imposto devido nas operações alcançadas pela EC 87/15? O estabelecimento de outra unidade federada inscrito no CGC/TE RS da modalidade Geral que realizar operações alcançadas pela EC nº 87/15 deve entregar a GIA-ST. Temos as seguintes situações: a) Contribuinte da Modalidade Geral Inscrito como Substituto Tributário Interestadual: Deve Entregar a GIA-ST
b) Contribuinte da Modalidade Geral Inscrito como Substituto Tributário Interestadual e que realiza operações alcançadas pela EC nº 87/15 : Deve Entregar a GIA-ST bem como preencher o Quadro EC nº 87/15 constante da GIA-ST. c) Contribuinte da Modalidade Geral Inscrito apenas como contribuinte que realiza operações alcançadas pela EC nº 87/15: Deve Preencher apenas o Quadro EC nº87/15 da GIA-ST e marcar a opção GIA-ST Sem Movimento. Dispositivo Legal: Ajuste SINIEF 04/93, 06/15 e 10/15. 10. Qual aplicativo da GIA-ST deve ser utilizado para enviar a declaração a partir da competência janeiro/16? Para entrega da GIA-ST e seu novo quadro integrante denominado EC nº 87/15 a partir da competência de janeiro/16 (com data limite de entrega 10/02/2016) deverá ser baixada a nova versão da GIA-ST (versão 3.1) que estará disponível em breve para download. Esta será a única versão aceita para fatos geradores a partir de janeiro/16. As retificações de GIAs de períodos anteriores poderão ser feitas com a nova versão da GIA-ST (versão 3.1). 11. A versão anterior da GIA-ST (versão 3.0) e a nova versão da GIA-ST (3.1) vão coexistir? Posso entregar a GIA-ST de competência janeiro/16 com ambas as versões? Não. Vide resposta da pergunta anterior. A partir da competência janeiro/16 só a nova versão da GIA-ST (versão 3.1) será recepcionada. Ela estará disponível em breve para download. 12. Onde se encontram as regras de preenchimento da GIA-ST bem como do Quadro EC nº 87/15 integrante da mesma? A normatização de preenchimento dos campos da GIA-ST bem como do Quadro EC nº 87/15 que a integra está prevista no Ajuste SINIEF 04/93 bem como nos Ajustes SINIEF 06/15 e 10/15. Dispositivo Legal: Ajuste SINIEF 04/93, 06/15 e 10/15. - Prazos para pagar o imposto devido nas operações ou prestações alcançadas pela EC 87/2015 13. Para Contribuinte Inscrito no CGC/TE RS?
O prazo de pagamento das operações alcançadas pela EC nº87/2015 é o nono (9º) dia do mês subsequente à saída do bem ou ao início da prestação de serviço, ou seja, fato gerador ocorrido em janeiro de 2016 o vencimento será no dia 09/02/2016. Atenção: No caso do dia 09 cair em dia não útil o pagamento poderá ser feito no primeiro dia útil subsequente, mas a Guia de Arrecadação ou deverá ser preenchida com a data do vencimento oficial, no caso dia 09/mm/aaaa, do contrário a guia será rejeitada pelo sistema gerando pendências para este contribuinte. 14. Para Contribuinte não Inscrito no CGC/TE? Deve recolher o por ocasião da saída do bem ou do início da prestação de serviço, em relação a cada operação ou prestação. O documento comprobatório do recolhimento do tributo deverá acompanhar a respectiva nota fiscal eletrônica. - Fundo Pobreza (AMPARA) e a EC 87/2015 15. O que é o AMPARA/RS? É um adicional de alíquota de sobre determinadas operações e prestações de serviços cujo valor arrecadado será destinado ao Fundo de Proteção e Amparo Social do Estado do Rio Grande do Sul. Foi a forma como o RS denominou o Fundo Pobreza (FCP). Dispositivo legal: Artigos. 1º, 2º e 3º da Lei Estadual nº 14.742/2015. 16. O adicional é devido em todas as operações? Não. É devido nas alíquotas internas a consumidor final e sobre o valor calculado para o débito de substituição tributária. Dispositivo Legal: Artigo nº 13- A, CAPUT da Lei Estadual nº 8.820/89. 17. As operações alcançadas pela EC n º 87/15 podem estar sujeitas ao Fundo Pobreza (AMPARA/RS)? Sim. Se a mercadoria comercializada estiver alcançada pelas regras da EC nº 87/15 e estiver prevista no rol elencado na Lei 14.742/15, deverá ser recolhido o adicional de 2 pontos percentuais na alíquota de referente ao AMPARA/RS.
Dispositivo Legal: Lei nº 14.742/15 O rol de mercadorias e prestações são: bebidas alcóolicas e cerveja sem álcool; cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos, cigarreiras, fumos desfiados e encarteirados, fumos para cachimbos e fumos tipo crespo; perfumaria e cosméticos; prestação de serviço de televisão por assinatura. 18. Onde se encontram as regras de apuração das operações alcançadas pela EC n º 87/15 sujeitas ao Fundo Pobreza (AMPARA/RS)? O Quadro EC nº 87/15, integrante da GIA-ST, possui campo próprio para declaração dos valores a recolher referente ao Fundo Pobreza (AMPARA/RS). Os valores referentes ao e ao AMPARA/RS deverão ser declarados em separado. A normatização de preenchimento dos campos da GIA-ST bem como do Quadro EC nº 87/15 está prevista nos Ajustes SINIEF 04/93 bem como nos ajustes SINIEF 06/15 e 10/15. Dispositivo Legal: Ajuste SINIEF 04/93, 06/15 e 10/15. 19. Como recolher o imposto referente ao AMPARA/RS nas operações alcançadas pela EC nº87/15 e qual o seu prazo de vencimento? ESTABELECIMENTO INCRITO NO CGC/TE RS: Para o estabelecimento localizado em outra unidade da federação inscrito no CGC/TE RS e que realizar operações alcançadas pela EC nº87/15, o imposto correspondente ao Fundo Pobreza (AMPARA/RS) deverá ser recolhido no nono (9º) dia do mês subsequente à saída do bem ou ao início da prestação de serviço. O código de arrecadação para esta situação é: receita na receita do principal na Detalhamento da receita na (subdivisão do código de receita) receita na GA equivalente à arrecadação do principal na GA 10013-7 - Declarado Comércio -AMPARA APURACAO 1513 10013-7 - Declarado Indústria -AMPARA APURACAO 1513
ESTABELECIMENTO NÃO INCRITO NO CGC/TE RS: Para o estabelecimento localizado em outra unidade da federação não inscrito no CGC/TE RS e que realize operações alcançadas pela EC nº87/15, o imposto correspondente ao Fundo Pobreza (AMPARA/RS) deverá ser recolhido por ocasião da saída do bem ou do início da prestação de serviço, em relação a cada operação ou prestação (nota a nota). O código de arrecadação para esta situação é: receita na receita do principal na Detalhamento da receita na (subdivisão do código de receita) receita na GA equivalente à arrecadação do principal na GA Fundo Estadual de Combate à Operação 10012-9 -AMPARA OPERACAO 1512 Dispositivo legal: Cláusula 4ª do Conv. 93/15 e Lei nº 14.742.